ESCOLA SUPERIOR DE PROPAGANDA E MARKETING TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO PLANO MONOGRÁFICO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ESCOLA SUPERIOR DE PROPAGANDA E MARKETING TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO PLANO MONOGRÁFICO"

Transcrição

1 1 ESCOLA SUPERIOR DE PROPAGANDA E MARKETING TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO PLANO MONOGRÁFICO A AMBIENTAÇÃO DA LOJA DE VAREJO DE AUTO-SERVIÇO ALIMENTAR PARA O CONSUMIDOR DA TERCEIRA IDADE Porto Alegre 2008

2 2 JOANA BOESCHE TOMAZELLI A AMBIENTAÇÃO DA LOJA DE VAREJO DE AUTO-SERVIÇO ALIMENTAR PARA O CONSUMIDOR DA TERCEIRA IDADE Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como requisito parcial para obtenção do título de Bacharel em Administração pela Escola Superior de Propaganda e Marketing ESPM. ORIENTADOR: Profª. Marise Mainieri de Ugalde Porto Alegre 2008

3 3 LISTA DE FIGURAS Figura 01 - Envolvimento e tipos de tomada de decisão Figura 02 Estágios do Processo Decisório de Compra...23 Figura 03 Hierarquia das Necessidades segundo Maslow...25 Figura 04 Três etapas de compra...28 Figura 05 Modelo geral do comportamento do consumidor...32 Figura 06 Processamento de informação para a tomada de decisão do consumidor...33 Figura 07 A visão behaviorista de aprendizagem...34 Figura 08 Por que as pessoas compram?...35 Figura 09 Valores, normas, sanções e padrões de consumo...38 Figura 10 Os cinco fluxos do varejo...46 Figura 11 Classificação das instituições varejistas...48 Figura 12 Gráfico Avaliação dos sentidos humanos na percepção...57 Figura 13 Modelo conceitual do processo de compra com base nas percepções do ambiente60 Figura 14 Visão estratégica do ambiente de varejo...61 Figura 15 Fatores que influenciam a escolha de alimentos...74

4 4 LISTA DE QUADROS Quadro 01 Tipos de subculturas...39 Quadro 02 Principais características dos formatos de loja...49 Quadro 03 ECR...53 Quadro 04 Síntese dos elementos que compõem o ambiente do varejo...68 Quadro 05 Comparação entre o idoso da nova era e o idoso tradicional...71 Quadro 06 Síntese dos elementos que compõem o ambiente de varejo...85 Quadro 07 Caracterização dos respondentes...91 Quadro 08 Caracterização dos consumidores...91 Quadro 10 Características do consumidor da terceira idade sob a ótica dos operadores de varejo de auto-serviço alimentar...98 Quadro 11 Síntese dos elementos que compõem os fatores de design presentes no ambiente de varejo com loja de auto-serviço alimentar sob a ótica do consumidor da terceira idade Quadro 12 Síntese dos elementos que compõem os apelos sensoriais presentes no ambiente de varejo com loja de auto-serviço alimentar sob a ótica do consumidor da terceira idade Quadro 13 Síntese dos elementos que compõem os fatores-sociais presentes no ambiente de varejo com loja de auto-serviço alimentar sob a ótica do consumidor da terceira idade...115

5 5 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO FORMULAÇÃO DO PROBLEMA SITUAÇÃO PROBLEMA JUSTIFICATIVA OBJETIVOS OBJETIVO GERAL OBJETIVOS ESPECÍFICOS FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR Processo Decisório de Compra Influências Internas Influências Externas VAREJO Funções do Varejo Formatos Varejistas AMBIENTE DE LOJA DE VAREJO Design Ambiente Fatores Sociais CONSUMIDOR DA TERCEIRA IDADE Identificando o Consumidor da Terceira Idade Adaptando-se ao Consumidor da Terceira Idade Comportamento Alimentar do Consumidor da Terceira Idade O Crescimento e o Potencial de Consumo do Segmento da Terceira Idade ESTRATÉGIA METODOLÓGICA TIPO DE ESTUDO VERTENTE DA PESQUISA TÉCNICA DE COLETA... 79

6 6 5.4 INSTRUMENTOS DE COLETA GRUPO DE RESPONDENTES ANÁLISE DE DADOS RESULTADOS CARACTERIZAÇÃO DOS RESPONDENTES A AMBIENTAÇÃO DA LOJA DE VAREJO DE AUTO-SERVIÇO ALIMENTAR SOB A ÓTICA DOS EXPERTS A Ambientação da Loja de Varejo como Vantagem Competitiva Sob a Ótica dos Experts A AMBIENTAÇÃO DA LOJA DE VAREJO SOB A ÓTICA DOS OPERADORES DE VAREJO DE AUTO-SERVIÇO ALIMENTAR Características do Consumidor da Terceira Idade Sob a Ótica dos Operadores de Varejo de Auto-serviço Alimentar A AMBIENTAÇÃO DA LOJA DE VAREJO DE AUTO-SERVIÇO ALIMENTAR SOB A ÓTICA DO CONSUMIDOR DA TERCEIRA IDADE Síntese dos Elementos que Compõem o Ambiente de Varejo com Loja de Autoserviço Alimentar Sob a Ótica do Consumidor da Terceira Idade CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS...117

7 7 RESUMO O ambiente de loja vêm merecendo maior atenção por parte dos estudiosos de marketing, uma vez que a compreensão acerca da sua influência no processo decisório do consumidor permanece sendo um desafio, tanto no âmbito acadêmico, como empresarial. A partir das evidências teóricas que demonstraram que a ambientação da loja de varejo pode moldar o comportamento dos clientes, este estudo buscou investigar a sua influência na percepção e atitude do consumidor da terceira idade. Para isso, foi realizada uma pesquisa de natureza qualitativa, na qual foram reunidos os fatores de design, os apelos sensoriais e os fatores sociais que contemplam o ambiente de loja. Tendo como foco a loja de varejo de autoserviço alimentar, a análise de conteúdo das entrevistas em profundidade realizadas com experts em projetos de ambientação de loja e com operadores de varejo, bem como a análise de conteúdo do grupo focal realizado com os consumidores da terceira idade resultaram em insights que favoreceram o entendimento da influência da ambientação da loja no processo decisório do mercado da terceira idade. As implicações acadêmicas e gerenciais dos resultados da pesquisa, bem como as limitações e sugestões de possíveis pesquisas que surgiram com a consolidação deste estudo apresentam-se no último capítulo do trabalho. Palavras-chave: Comportamento do consumidor. Processo decisório de compra. Varejo. Ambiente de loja. Marketing. Terceira Idade.

8 8 ABSTRACT The store environment has been deserving more attention from marketing scholars, since the understanding about its influence in the decision-making process for consumers remains a challenge, both within academic, and business environments. From the theoretical basis of the evidence that showed that the retail store environment can shape the behavior of customers, this study seeks to investigate its influence on consumer perceptions and attitudes of the elderly. For this, a research of a qualitative nature was conducted, bringing together the factors of design, sensory appeal and social factors that reflect the retail shop environment. Focusing on the outbreak of self-service food retail stores, analyzing the content of in-depth interviews conducted with retail store environment experts and retailers, as well as the analysis of focus groups conducted with elderly consumers, this research resulted in insights that promoted the understanding of the influence of the store environment in the decision-making process of the senior citizen market. The academic and managerial implications of the research results, as well as the limitations and suggestions of possible additional research that have arisen with the consolidation of this study are presented in the last chapter of this work. Keywords: Consumer behavior. Decision-making buying process. Retail. Store environment. Marketing. Seniors.

9 9 1 INTRODUÇÃO Situado no campo do comportamento do consumidor, este trabalho monográfico de conclusão de curso tem por finalidade obter respostas relacionadas ao segmento da terceira idade. A fim de investigar a influência dos fatores ambientais de loja no processo decisório do consumidor idoso, o cenário estabelecido para o seu desenvolvimento conta com o varejo de auto-serviço alimentar. A visão geral sobre esta pesquisa científica é apresentada no capítulo dois, no qual são abordados o problema de pesquisa e a justificativa para a escolha do tema. Ao explorar a evolução e a situação atual do promissor segmento da terceira idade, esta fase inicial estabelece o foco e os limites da pesquisa e apresenta a perspectiva sob a qual se pretendeu tratar o problema. Para tornar claro ao leitor o que se desejou investigar em relação ao tema apresentado, no capítulo três encontram-se os objetivos do estudo. Subdivididos em geral e específicos, estes são compostos por perguntas-chave cujas respostas encontram-se no último capítulo do trabalho. A revisão teórica aborda, inicialmente, os principais estágios e características que compõem o processo decisório de compra. Também são descritos os fatores internos e externos intervenientes na tomada de decisão dos consumidores. Responsáveis por uma parcela significativa de influência na decisão de compra, os fatores ambientais de loja de varejo são explanados na fundamentação teórica, detalhadamente, em um tópico único. Na sequência, a literatura é revisada com o objetivo de apresentar a importante função mercadológica do varejo. Além dos seus principais formatos, buscou-se analisar, com maior ênfase, o formato varejista de auto-serviço alimentar, comumente conhecido como supermercado, o qual representa o cenário desta pesquisa. Intimamente ligados ao varejo, a seguir são considerados os fatores ambientais de loja e a sua influência no comportamento do consumidor. Para um melhor embasamento, também é exposta uma análise sobre os cinco sentidos humanos, os quais permitem aos indivíduos perceber o ambiente e as variáveis que nele se encontram, de modo que percepções positivas e negativas são geradas por parte de cada ser humano. A etapa que encerra a fundamentação teórica aborda o consumidor idoso. Nesta seção do trabalho encontram-se as informações atualmente disponíveis a respeito do segmento da terceira idade, onde além do seu potencial de consumo são apresentadas as suas características enquanto consumidores. Julgou-se necessário, ainda, revisar o comportamento alimentar deste público, já que a investigação envolve também a compra de alimentos.

10 10 Finalizada a revisão teórica, no quinto capítulo são descritas as etapas e técnicas utilizadas na estratégia metodológica desenvolvida para o alcance dos objetivos da pesquisa. No intuito de compreender o ponto de vista de quem projeta, de quem opera e de quem consome, foi desenvolvido um estudo de cunho exploratório através de pesquisa de natureza qualitativa. Assim, dados foram obtidos junto a três públicos distintos: experts em ambientação de loja; operadores de varejo de auto-serviço alimentar e consumidores da terceira idade. Entrevistas em profundidade foram aplicadas nos dois primeiros públicos, enquanto um grupo focal contou com os consumidores da terceira idade. Ao término da apresentação da estratégia metodológica, o sexto capítulo apresenta a análise e discussão dos resultados, incluindo-se aí quadros-resumo que sintetizam os achados da investigação. Sendo um alicerce para a construção de um referencial para estudos futuros, o cunho qualitativo favoreceu a pesquisadora nas sugestões de novos estudos. Por fim, no sétimo capítulo estão expostas as conclusões, limitações e sugestões de novas pesquisas a partir desta investigação.

11 11 2 FORMULAÇÃO DO PROBLEMA 2.1 SITUAÇÃO PROBLEMA As necessidades humanas são a base de todo o marketing moderno, onde o sucesso de qualquer empresa está na sua habilidade de conhecer e satisfazer as necessidades e desejos dos consumidores, melhor e antes que a concorrência os faça (SCHIFFMAN; KANUK, 2000). Revela-se, assim, a importância da investigação de como os segmentos diferem do todo e de qual é a melhor estratégia para atendê-los, considerando suas necessidades singulares e oferecendo produtos e serviços projetados especialmente para esse grupo específico (BLACKWELL; MINIARD; ENGEL, 2005). A segmentação de mercado não é uma questão nova e dentre os diversos segmentos que compõem o universo de consumidores, destaca-se o grupo da terceira idade. Este público está se tornando um contingente respeitável de consumidores, tanto pelo ponto de vista populacional, como também econômico. Porém, tratando-se dos adultos maduros, poucas ainda são as informações que o meio empresarial tem sobre o seu comportamento, necessidades e desejos. Somente um número reduzido de varejistas não está ignorando o poder de compra significativo dos consumidores idosos. Esta problemática crescente evidencia a importância da identificação dessas evoluções que atingem toda a sociedade (FARIAS; SANTOS, 2000). Entre os estudiosos há pouco consenso a respeito da idade cronológica que caracteriza o consumidor que passa a integrar o mercado da terceira idade (BONÉ, 1991). Afinal, considerar apenas um indicador para definir o segmento dos consumidores maduros é insuficiente, quando o objetivo é um aprofundamento na investigação das características comportamentais gerais deste grupo (MOSCHIS, 1992). Entretanto, sob aspectos práticos, esse indicador funciona como um facilitador na escolha dos indivíduos a serem pesquisados em estudos desta natureza (FARIAS; SANTOS, 2000). Em face do exposto, este trabalho segue os critérios adotados pela Organização das Nações Unidas (ONU), a qual define, em relação aos países desenvolvidos, 65 anos como idade de transição para o segmento idoso da população. No caso dos países em desenvolvimento, o ponto de corte em 60 anos é estabelecido para definir um indivíduo como pertencente ao grupo da terceira idade. Ainda nessa linha, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) definem que a fase inicial do envelhecimento surge a partir dos 60 anos de idade.

12 12 Conforme o IBGE (2005), globalmente estima-se que, em 2050, 2 bilhões de pessoas irão pertencer à terceira idade, o que fará com que a idade média da população mundial cresça consideravelmente nos próximos 45 anos, passando de 26 para 37 anos. Schiffman e Kanuk (2000) apontam que mais de 30 milhões de americanos integram o grupo etário de pessoas de 65 anos ou mais, o que representa 12% da população do país e que, de acordo com Solomon (2002), ultrapassa toda a população do Canadá, tornandose o segundo segmento que cresce com maior rapidez nos Estados Unidos. Estima-se que esse número dobre nos próximos 50 anos, assim, em 2050 o segmento da terceira idade constituirá certa de 20% da população americana (SCHIFFMAN; KANUK, 2000). O Brasil, segundo o Relatório das Projeções Populacionais concluído pela ONU, em dezembro de 2004, pertence ao grupo dos 10 países com maior número de pessoas com 60 anos ou mais, que juntos correspondem a 62% da população idosa mundial. Ainda, de acordo com a Revisão do IBGE (2004), com base no Censo 2000, o Brasil possui atualmente um total de idosos e, para 2025, as projeções populacionais indicam que esse número irá ultrapassar os 30 milhões, vindo a representar 18% da população brasileira. Desta forma, a população envelhece no momento em que a taxa de crescimento da população idosa é maior que a de uma população considerada mais jovem, num determinado período (IBGE, 2002). Focando no Rio Grande do Sul, Estado onde foi desenvolvida esta pesquisa, com base no Censo 2000, o IBGE indica 72,05 anos para a expectativa de vida dos gaúchos ao nascer. Comprovando este dado, Porto Alegre é apontada como a segunda Capital brasileira com o maior número de idosos em percentual, contabilizando 11,8% (IBGE, 2000). O estilo de vida mais saudável, os melhores diagnósticos e tratamentos médicos e o resultante aumento da expectativa de vida explicam o rápido crescimento do segmento da terceira idade (SOLOMON, 2002). A Pesquisa Tendências Demográficas, divulgada em maio de 2007, pelo IBGE, constata que em 60 anos os brasileiros passaram a ter uma expectativa de vida quase 30 anos maior. Estatisticamente comprovou-se que, em 1940, a expectativa de vida da população era de 42,7 anos, alcançando os 70,4 anos em Ainda segundo esta pesquisa, mais uma demonstração de que a população brasileira envelheceu pode ser verificada na faixa de 15 a 19 anos que elevou sua proporção de 53% para 61,8% nesse período. Além do aumento da longevidade, o crescente número de idosos compondo a população brasileira é obtido como consequência da queda da taxa de fecundidade. Para considerar esta informação, têm-se os dados estatísticos da Pesquisa Tendências Demográficas (IBGE, 2007), que identificou a gradativa redução do número de filhos por

13 13 mulher. No ano de 1940 as mulheres entre 15 e 49 anos tinham em média 6,2 filhos. Em 2000, passaram a ter, em média, 2,3 filhos. Já no ano de 2006, das 32,7 milhões de mulheres, 30,9% eram mães de apenas um filho, 33,3% de dois filhos e, por fim, 35,8% de três filhos ou mais. A longevidade e a queda da taxa de fecundidade estão, portanto, aumentando de forma progressiva, o que contribui para que os adultos maduros, muitas vezes, permaneçam no mercado de trabalho mesmo após a aposentadoria, usualmente para complementar a renda (HERZOG, 2001). Conforme estudos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA, 2000), os brasileiros com mais de 60 anos vivem, atualmente, em condições econômicas melhores que os jovens, possuindo rendimentos consideravelmente mais altos. Além da atuação no mercado de trabalho, esta alteração econômica que proporciona melhor renda modificou a função do idoso na família, tornando-o independente e com frequente participação no orçamento familiar. A análise dos resultados da amostra dos Indicadores Sociais Municipais, com base no Censo Demográfico 2000, divulgada pelo IBGE (2004), mostra que, no Brasil, 27% dos idosos são responsáveis por mais de 90% do rendimento familiar. Através da distribuição por número de habitantes constatou-se que cerca de 35% dos idosos que vivem nos municípios com até 20 mil habitantes contribuem com 30 a 50% do rendimento familiar mensal, enquanto nos municípios com mais de 500 mil habitantes verificou-se a queda desse percentual para 17%. Os fatores demográficos e econômicos apontados constatam que a terceira idade, além de tornar-se um segmento de consumidores cada vez mais respeitável, também trata-se de um conjunto bastante elevado de pessoas com disponibilidade de renda para o consumo. Assim, ao identificar o adulto maduro com melhores condições de vida e como potencial contribuinte no ciclo econômico familiar, é possível considerar seu significativo poder de compra e capacidade de consumo. Conforme a situação exposta, até então, o idoso é um ser humano com plena capacidade para consumir qualquer produto, tanto fisiológica quanto economicamente (IBGE, 2005). De acordo com o IPEA (2004), pode-se constatar que os idosos economizam durante a vida para garantir o seu bem-estar na transição para esta nova etapa. No entanto, Solomon (2002) afirma que em muitas categorias de produtos os gastos dos adultos maduros são ainda maiores do que dos demais grupos de idade, proporcionalmente. O comportamento de consumo do idoso é tido como resultado de um processo de envelhecimento e de experiências através do espaço de vida, o qual é diferente para cada

14 14 pessoa em consequência da dinâmica da história e de contextos culturais que envolvem os seres humanos. No entanto, não se pode afirmar que as pessoas com idades semelhantes tenham as mesmas experiências ou passem pelo mesmo processo de envelhecimento (MOSCHIS, 1992). Para uma melhor compreensão, Moschis (1992) cita três tipos de perspectivas de envelhecimento que devem ser consideradas no estudo do comportamento do consumidor da terceira idade. De modo geral, estas perspectivas referem-se ao envelhecimento biológico, psicológico e sociológico, as quais, segundo o autor, podem redefinir as necessidades e prioridades de consumo dos indivíduos na vida madura. Conforme Spirduso (2005), com a idade, gradativamente acontecem deteriorações relacionadas aos cinco sentidos, as quais causam mudanças no desempenho, mobilidade e capacidade física do ser humano. Desta forma, Engel et al (2000) explicam que os produtos destinados ao mercado maduro devem respeitar três critérios fundamentais: conveniência, segurança e conforto, assim, o consumidor da terceira idade estará menos vulnerável a correr riscos físicos, sociais e financeiros. Além dos aspectos fisiológicos, os aspectos psicológicos afloram no comportamento de compra dos indivíduos. Nesse sentido, no que se refere às questões emocionais que envolvem o processo decisório de compra, Ugalde (2005) defende que os consumidores maduros apresentam particularidades em relação aos compradores mais jovens. Para Boné (1991, p.47), eles tendem a usar produtos e serviços que enriqueçam as suas vidas, habilite-os a se conectarem com os outros e os ajudem a apreciar a beleza do seu mundo. O consumo dos indivíduos está diretamente relacionado ao meio em que vivem e as influências que recebem (SOLOMON, 2002). As dificuldades enfrentadas pelo consumidor idoso podem influenciar negativamente suas perspectivas psicológicas e sua interação social. Portanto, devido as suas características singulares, o consumidor da terceira idade merece tratamento diferenciado como, por exemplo, um ambiente apropriado que facilite o acesso a determinados produtos e se adapte as suas limitações físicas proporcionando-lhe, assim, maior conforto (GALLAHUE, 2003). Nesse contexto, tratando-se do consumo dos indivíduos, destaca-se a compra de alimentos, pelas razões óbvias de que o ser humano precisa satisfazer diariamente suas necessidades básicas de sede e fome. Dessa forma, o varejo desempenha importante função no abastecimento alimentar das populações.

15 15 Componente dos sistemas de distribuição entre produtor e consumidor, Parente (2000) explica que o varejo consiste na atividade econômica relevante de trazer ao consumidor os produtos de sua origem, seja ela a indústria ou a própria agricultura. De acordo com dados do IBGE (2005), devido à sua proximidade com o consumidor final, o varejo é considerado um dos mais importantes elos da cadeia de distribuição. No Brasil, o comércio varejista total congrega mais de 1,2 milhões de estabelecimentos e emprega 5,5 milhões de pessoas. Para suprir os mais singulares gostos, bem como a capacidade de compra em termos financeiros, o varejo alimentício com lojas dispõe de diversos formatos, tais como mercearias, bares, padarias, minimercados, lojas de conveniência, superlojas, hipermercados e supermercados (PARENTE, 2000). O cenário escolhido para a realização deste estudo é o auto-serviço alimentar, cujo formato varejista com maior destaque é o supermercado, define Parente (2000). Segundo a Pesquisa Nacional de Consumidores da LatinPanel, publicada em maio de 2007 na revista SuperHiper, da média de quatro vezes que o consumidor vai aos supermercados, três delas destinam-se à compra de alimentos. Conforme a Pesquisa Ranking Abras, realizada em parceria com a ACNielsen e também publicada em maio de 2007 na revista SuperHiper, em 2005 o auto-serviço alimentar brasileiro faturou, em valor nominal, o montante de R$ 106,4 bilhões, atingindo 7,8% em relação ao ano anterior. Além disso, o setor é considerado um dos maiores empregadores do País, sendo que em cinco anos sua participação aumentou em mais de 90 mil postos de trabalho. No Brasil, a maior participação do setor supermercadista encontra-se na Região Sul, com cerca de 20% do faturamento, aproximadamente 27% das lojas e 22% dos funcionários. Com o aumento de 37,9% no número de lojas durante o período de 2001 a 2005, o Rio Grande do Sul, Estado onde este trabalho será realizado, ampliou em 51,2% este montante (ABRAS, 2007). Importante referência de consumo, o setor supermercadista foi reconhecido legalmente somente em 13 de novembro de 1968, com a instituição da Lei Essa legislação definiu alguns requisitos para que os estabelecimentos pudessem ser considerados supermercados. Com base na área de vendas por metro quadrado, quantidade aproximada de check-outs, número médio de itens e seções, os supermercados são classificados em três tipos: compactos, convencionais e grandes (UGALDE, 2005). Intimamente ligado ao formato varejista encontra-se o ambiente de loja (TURLEY; CHEBAT, 2002). Em concordância, Blackwell, Miniard e Engel (2005) e

16 16 Hawkins, Motherbaugh e Best (2007) afirmam que dependendo da situação na qual o consumidor se encontra no ato da compra, suas reações e o seu comportamento podem se tornar consideravelmente diferentes. Assim, Donovan e Rossiter (1994) explicam que o prazer induzido pelo ambiente de loja pode ser um fator essencial para que os consumidores permaneçam mais tempo na loja e comprem mais do que o pretendido. Conforme Espinoza, D angelo e Liberali (2005), há décadas profissionais de Marketing vêm produzindo inúmeros trabalhos a respeito dos impactos da atmosfera de varejo sobre o consumidor. Costa (2002) explica que o ponto-de-venda torna-se uma ferramenta promocional e de venda tão importante quanto as campanhas publicitárias e as ações promocionais para promover e tornar conhecida a marca do produto. Nos últimos anos, as empresas varejistas vêm, cada vez mais, realizando esforços para proporcionar ao seu público-alvo ambientes de loja mais agradáveis à sua experiência de consumo (COSTA, 2002), afinal, envolvem condições que afetam os cinco sentidos humanos (ZEITHAML; BITNER, 2003). Desta forma, algumas empresas utilizam-se da atmosfera de loja para criar vantagem competitiva (TURLEY; CHEBAT, 2002). Para definir o ambiente de loja, Turley e Chebat (2002) propõem um modelo que estabelece cinco categorias: exterior, ou seja, tamanho e forma da loja, fachada, estacionamento e vizinhança; interior geral, o qual inclui iluminação, música, cores, odores, temperatura e limpeza; layout e design, considerando-se o fluxo de pessoas, agrupamento de produtos, móveis e disposição dos check-outs; decoração e material de ponto-de-venda, que correspondem aos displays e quiosques; e, por fim, fatores humanos, dentre os quais se destaca, segundo Baker, Grewal e Parasuraman (1994), a quantidade de profissionais existentes, o uso de uniformes, boa aparência, higiene, educação e cortesia. Dentre os mais recentes modelos desenvolvidos para verificar o impacto do ambiente de loja sobre os consumidores encontra-se, também, o proposto por Baker et. al. (2002). Publicado no Journal of Marketing (2002), o esquema integra três dimensões que influenciam a percepção do consumidor: fatores sociais, restringindo-se à percepção dos funcionários da loja; ambientais, que neste caso compreendem a percepção da música na loja; e fatores de design que, baseando-se na explicação de Costa (2002), facilita o reconhecimento cognitivo do indivíduo no que se refere à organização da loja, podendo auxiliar ou dificultar a atividade de busca dentro do estabelecimento. Contudo, a intenção de escolha de uma loja é consequência da percepção de qualidade de serviços, de custos de tempo e esforço, de custos psíquicos e da percepção de valor das mercadorias, considerando que esta corresponde à junção das percepções de preço monetário e de qualidade de produtos (BAKER et al., 2002).

17 17 A partir deste cenário torna-se clara a necessidade da adequação e preparação da sociedade brasileira para enfrentar, com soluções eficientes, as demandas que envolvem este segmento com ritmo de evolução acima da velocidade de crescimento da população total e das demais faixas etárias (IBGE, 2005). Em face do exposto, evidencia-se o seguinte problema de pesquisa: como se dá a influência da ambientação da loja de varejo de auto-serviço alimentar no processo decisório do consumidor da terceira idade? 2.2 JUSTIFICATIVA Além do progressivo envelhecimento da população mundial, o segmento da terceira idade é considerado um mercado promissor devido ao seu significativo poder de compra e capacidade de consumo (IBGE, 2005). A análise dos resultados da amostra dos Indicadores Sociais Municipais, com base no Censo Demográfico 2000, divulgada pelo IBGE (2004), mostra que no Brasil, 27% dos idosos são responsáveis por mais de 90% do rendimento familiar. Conforme a situação exposta, até então, o público da terceira idade está se tornando um contingente respeitável de consumidores, tanto pelo ponto de vista populacional, como também econômico. No entanto, tratando-se dos adultos maduros, poucas ainda são as informações que o meio empresarial tem sobre o seu comportamento, necessidades e desejos. Somente um número reduzido de varejistas não está ignorando o poder de compra significativo dos consumidores idosos. Esta problemática crescente evidencia a importância da identificação dessas evoluções que atingem toda a sociedade (FARIAS; SANTOS, 2000). No Brasil, após a análise de todos os artigos nos anais dos Encontros Anuais da Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Administração (ENANPAD) de 1997 a 2005, constatou-se que dos 406 artigos publicados na divisão de marketing, somente quatro consideraram o segmento da terceira idade (UGALDE, 2006). Considerando a escassez de trabalhos científicos que abordam esse mercado promissor no Brasil (FARIAS; SANTOS, 2000), verificou-se a necessidade da investigação do seu comportamento de compra. A decisão pela análise dos fatores ambientais partiu do pressuposto de que 81% da compra feita pelo consumidor em supermercados e hipermercados é decidida dentro da loja, ou seja, sem prévia intenção de aquisição do produto (POPAI, 2004).

18 18 Ainda no que se refere aos supermercados, segundo a Pesquisa Nacional de Consumidores da LatinPanel, publicada em maio de 2007 na revista SuperHiper, da média de quatro vezes que o consumidor brasileiro vai ao supermercado, três delas destinam-se à compra de alimentos. Em face do exposto, optou-se pelo estudo do auto-serviço alimentar, cujo formato varejista com maior destaque é o supermercado (PARENTE, 2000). Assim, um dos objetivos deste trabalho é motivar o interesse do meio acadêmico tanto pela abordagem dos fatores ambientais de loja nos processos de consumo, como também evidenciar a importância do foco no segmento da terceira idade em estudos de comportamento do consumidor. Esse estudo visa, também, o fornecimento de subsídios para que empresas varejistas possam desenvolver formatos varejistas que efetivamente atendam e satisfaçam as expectativas desse segmento. O objetivo, portanto, é não só contribuir para um melhor entendimento das necessidades de compra e motivações de seleção de lojas e formatos de varejo de alimentos pelos consumidores da terceira idade e assim preencher uma lacuna ainda existente nessa área, mas também investigar, com maior profundidade, como o ambiente de loja influencia a percepção de valor desses consumidores. Além destes objetivos há interesse pessoal da autora, levando-se em conta a vontade de compreender os anseios da terceira idade e o desejo de contribuir, de alguma maneira, para que esta fase da vida seja tão agradável quanto as demais. Sendo assim, permanece o desejo de que este trabalho, a partir de seus resultados e conclusões, ofereça uma importante contribuição tanto acadêmica quanto gerencial para o estudo do comportamento de compra do consumidor da terceira idade.

19 19 3 OBJETIVOS Com base nas questões formuladas no problema de pesquisa, foram estabelecidos os seguintes objetivos geral e específicos para o presente trabalho: 3.1 OBJETIVO GERAL Analisar a influência da ambientação da loja de varejo de auto-serviço alimentar no processo decisório do consumidor da terceira idade. 3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1) Identificar como os fatores de design da loja de varejo de auto-serviço alimentar são percebidos pelo consumidor da terceira idade; 2) Identificar como os apelos sensoriais da loja de varejo de auto-serviço alimentar são percebidos pelo consumidor da terceira idade; 3) Identificar como os fatores sociais da loja de varejo de auto-serviço alimentar são percebidos pelo consumidor da terceira idade.

20 20 4 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Neste capítulo são apresentadas as principais bases teóricas que compõem a presente monografia: comportamento do consumidor, varejo, ambiente de loja de varejo e consumidor da terceira idade. Inicialmente, são analisados os conceitos da área do comportamento do consumidor, desde os tipos de decisão até as etapas do processo decisório de compra. Nessa fase são abordadas, também, as variáveis internas e externas intervenientes ao processo de decisão do consumidor. Em seguida, o varejo é descrito, demonstrando-se uma discussão em torno de sua conceituação e dos seus principais formatos, com ênfase no formato de auto-serviço alimentar. Intimamente ligada ao varejo, na seqüência apresenta-se o conteúdo referente à ambientação de loja, o qual explora as principais variáveis e elementos que influenciam as decisões de compra dos consumidores. E, por fim, na seção que encerra esta fundamentação teórica, encontram-se as informações atualmente disponíveis a respeito do segmento da terceira idade, envolvendo não só o seu potencial de consumo, como também as suas características enquanto consumidores. 4.1 COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR Estudar o comportamento do consumidor é averiguar de que maneira os seres humanos definem como irão gastar seus recursos disponíveis, como tempo, dinheiro e esforço, em itens relacionados ao consumo. Assim, esse abrangente campo de estudo investiga os processos envolvidos quando indivíduos, grupos ou organizações selecionam, compram, consomem ou dispõem de produtos e serviços, idéias ou experiências que satisfaçam as suas necessidades e desejos (SCHIFFMAN; KANUK, 2000; SOLOMON, 2002; BLACKWELL; MINIARD; ENGEL, 2005). A ampla área do comportamento do consumidor era vista, até então, como o estudo do porquê as pessoas compram determinados produtos e marcas. Acreditava-se que esse era o único passo para o desenvolvimento de estratégias para influenciar os consumidores. Pesquisadores têm focado na análise de consumo, enfatizando, além do porquê e do como as pessoas compram, o porquê e o como as pessoas consomem (BLACKWELL; MINIARD; ENGEL, 2005).

O COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR NO PROCESSO DE DECISÃO DE COMPRA RESUMO

O COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR NO PROCESSO DE DECISÃO DE COMPRA RESUMO O COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR NO PROCESSO DE DECISÃO DE COMPRA Letícia Fernanda Giareta le.giareta@hotmail.com RESUMO Este artigo fundamenta-se numa pesquisa qualitativa que teve por objetivo identificar

Leia mais

RELATÓRIO FINAL DE PESQUISA DE INTENÇÃO DE COMPRAS DIA DAS CRIANÇAS 2012

RELATÓRIO FINAL DE PESQUISA DE INTENÇÃO DE COMPRAS DIA DAS CRIANÇAS 2012 RELATÓRIO FINAL DE PESQUISA DE INTENÇÃO DE COMPRAS DIA DAS CRIANÇAS 2012 CONVÊNIO UCDB-ACICG-PMCG 26/09/2012 RELATÓRIO FINAL DE PESQUISA DE INTENÇÃO DE COMPRAS DIA DAS CRIANÇAS 2012 CONVÊNIO UCDB-ACICG-PMCG

Leia mais

Aula Nº 13 A Dissonância Cognitiva pode ser eliminada

Aula Nº 13 A Dissonância Cognitiva pode ser eliminada Aula Nº 13 A Dissonância Cognitiva pode ser eliminada Objetivos da aula: Esta aula proporcionará ao aluno da disciplina de Marketing em Administração de Call Center compreender o sentido e a importância

Leia mais

EMPREENDEDORISMO Marketing

EMPREENDEDORISMO Marketing Gerenciando o Marketing EMPREENDEDORISMO Marketing De nada adianta fabricar um bom produto ou prestar um bom serviço. É preciso saber colocálo no mercado e conseguir convencer as pessoas a comprá-lo. O

Leia mais

com níveis ótimos de Brand Equity, os interesses organizacionais são compatíveis com as expectativas dos consumidores.

com níveis ótimos de Brand Equity, os interesses organizacionais são compatíveis com as expectativas dos consumidores. Brand Equity O conceito de Brand Equity surgiu na década de 1980. Este conceito contribuiu muito para o aumento da importância da marca na estratégia de marketing das empresas, embora devemos ressaltar

Leia mais

RELATÓRIO FINAL DE PESQUISA DE INTENÇÃO DE COMPRAS DIA DAS CRIANÇAS 2013

RELATÓRIO FINAL DE PESQUISA DE INTENÇÃO DE COMPRAS DIA DAS CRIANÇAS 2013 RELATÓRIO FINAL DE PESQUISA DE INTENÇÃO DE COMPRAS DIA DAS CRIANÇAS 2013 CONVÊNIO UCDB-ACICG 20/09/2013 RELATÓRIO FINAL DE PESQUISA DE INTENÇÃO DE COMPRAS DIA DAS CRIANÇAS 2013 CONVÊNIO UCDB-ACICG Professores

Leia mais

Fluxo Ampliado de Marketing

Fluxo Ampliado de Marketing Fluxo Ampliado de Marketing No estudo deste fluxo ampliado de marketing, chega-se a conclusão da importância de um composto mercadológico mais intenso e realmente voltado ao atendimento das necessidades

Leia mais

3 Metodologia. 3.1. Introdução

3 Metodologia. 3.1. Introdução 3 Metodologia 3.1. Introdução Este capítulo é dedicado à forma de desenvolvimento da pesquisa. Visa permitir, através da exposição detalhada dos passos seguidos quando da formulação e desenvolvimento do

Leia mais

Módulo 12 Segmentando mercados

Módulo 12 Segmentando mercados Módulo 12 Segmentando mercados Há alguns anos que os profissionais de marketing perceberam que não se pode atender todo o mercado com um único composto de produto. Nem todos os consumidores querem um carro

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO (MARKETING) «

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO (MARKETING) « CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO (MARKETING) «21. É falacioso falar que o marketing é filho do capitalismo e, portanto, apenas ajudaria a concentrar a renda satisfazendo necessidades supérfluas

Leia mais

Problema ou Oportunidade. Processo de Decisão

Problema ou Oportunidade. Processo de Decisão Prof. Dr. ANDERSON SONCINI PELISSARI Processo de Decisão INFLUÊNCIA DO AMBIENTE Cultura Classes Sociais Valores Étnicos Família Situação DIFERÊNÇAS INDIVIDUAIS Recursos do cliente Auto conceito Problema

Leia mais

Avaliação Econômica. O Processo de Seleção de Diretores nas Escolas Públicas Brasileiras

Avaliação Econômica. O Processo de Seleção de Diretores nas Escolas Públicas Brasileiras Avaliação Econômica O Processo de Seleção de Diretores nas Escolas Públicas Brasileiras Objeto da avaliação: adoção de diferentes mecanismos para a seleção de diretores de escolas públicas brasileiras

Leia mais

Módulo 5. Composto de Marketing (Marketing Mix)

Módulo 5. Composto de Marketing (Marketing Mix) Módulo 5. Composto de Marketing (Marketing Mix) Dentro do processo de administração de marketing foi enfatizado como os profissionais dessa área identificam e definem os mercados alvo e planejam as estratégias

Leia mais

COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR

COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR Estímulos de Marketing Outros Estímulos Características do comprador Processo de decisão do comprador Produto Preço Praça Promoção Econômicos Tecnológicos Políticos Culturais Culturais Sociais Pessoais

Leia mais

IMAGEM E REPUTAÇÃO NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO: A PESQUISA E RESULTADOS NO IMAGE E MARKET SHARE

IMAGEM E REPUTAÇÃO NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO: A PESQUISA E RESULTADOS NO IMAGE E MARKET SHARE IMAGEM E REPUTAÇÃO NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO: A PESQUISA E RESULTADOS NO IMAGE E MARKET SHARE GEduc 2012 - Novos Rumos para a Gestão Educacional Pág 1 Temas Pressupostos teórico-metodológicos As necessidades

Leia mais

Análise de Mercado. Análise da Indústria/Setor. Descrição do Segmento de Mercado. Artigos de PN Como fazer Análise de Mercado. josedornelas.com.

Análise de Mercado. Análise da Indústria/Setor. Descrição do Segmento de Mercado. Artigos de PN Como fazer Análise de Mercado. josedornelas.com. Artigos de PN Como fazer Análise de Mercado Análise de Mercado A análise de mercado é um dos componentes do plano de negócios que está relacionado ao marketing da organização. Ela apresenta o entendimento

Leia mais

Um dos objetivos deste tema é orientar as ações sistemáticas na busca satisfazer o consumidor estimulando a demanda e viabilizando o lucro.

Um dos objetivos deste tema é orientar as ações sistemáticas na busca satisfazer o consumidor estimulando a demanda e viabilizando o lucro. PLANO DE MARKETING Andréa Monticelli Um dos objetivos deste tema é orientar as ações sistemáticas na busca satisfazer o consumidor estimulando a demanda e viabilizando o lucro. 1. CONCEITO Marketing é

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA

UNIVERSIDADE PAULISTA UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Marketing Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Marketing. 1. Introdução Os Projetos

Leia mais

Marketing Estratégico no Agronegócio Brasileiro

Marketing Estratégico no Agronegócio Brasileiro Marketing Estratégico no Agronegócio Brasileiro Prof. Adriano Alves Fernandes DCAB - Departamento de Ciências Agrárias e Biológicas CEUNES - Universidade Federal do Espírito Santo 1- Introdução Uma grande

Leia mais

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA Autor: Jeferson Correia dos Santos ARTIGO TÉCNICO INOVAÇÃO NA GESTÃO DE PÓS-VENDAS: SETOR AUTOMOTIVO RESUMO A palavra inovação tem sido atualmente umas das mais mencionadas

Leia mais

RECURSOS HUMANOS PRODUÇÃO

RECURSOS HUMANOS PRODUÇÃO RECURSOS HUMANOS FINANCEIRO VENDAS PRODUÇÃO DEPARTAMENTO MERCADOLÓGICO Introduzir no mercado os produtos ou serviços finais de uma organização, para que sejam adquiridos por outras organizações ou por

Leia mais

Processos Gerenciais

Processos Gerenciais UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Processos Gerenciais Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Processos Gerenciais. 1.

Leia mais

Resumo para Identificação das Necessidades dos Clientes

Resumo para Identificação das Necessidades dos Clientes Resumo para Identificação das Necessidades dos Clientes O processo de decisão de compra é feito através da percepção de que os consumidores têm um problema. Então, se movem em direção à resolução. Disto

Leia mais

ELABORAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS. Instrutora: Aneliese Nascimento

ELABORAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS. Instrutora: Aneliese Nascimento Instrutora: Aneliese Nascimento O QUE É UM PROJETO? 4 Instrumento de comunicação. 4 Instrumento de intervenção em um ambiente ou situação para mudanças. 4 Instrumento para fazer algo inovador. O QUE DEVE

Leia mais

2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza

2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza 2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza 01. Conceitualmente, recrutamento é: (A) Um conjunto de técnicas e procedimentos

Leia mais

AULA 4 Marketing de Serviços

AULA 4 Marketing de Serviços AULA 4 Marketing de Serviços Mercado Conjunto de todos os compradores reais e potenciais de um produto ou serviço. Trata-se de um sistema amplo e complexo, que envolve: FORNECEDORES CONCORRENTES CLIENTES

Leia mais

Unidade IV. Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas. Prof a. Daniela Menezes

Unidade IV. Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas. Prof a. Daniela Menezes Unidade IV Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas Prof a. Daniela Menezes Tipos de Mercado Os mercados podem ser divididos em mercado de consumo e mercado organizacional. Mercado de consumo: o consumidor

Leia mais

RELATÓRIO FINAL DE PESQUISA DE INTENÇÃO DE COMPRAS DIA DOS PAIS 2012 CONVÊNIO UCDB-ACICG-PMCG

RELATÓRIO FINAL DE PESQUISA DE INTENÇÃO DE COMPRAS DIA DOS PAIS 2012 CONVÊNIO UCDB-ACICG-PMCG RELATÓRIO FINAL DE PESQUISA DE INTENÇÃO DE COMPRAS DIA DOS PAIS 2012 CONVÊNIO UCDB-ACICG-PMCG 06/08/2012 RELATÓRIO FINAL DE PESQUISA DE INTENÇÃO DE COMPRAS DIA DOS PAIS 2012 CONVÊNIO UCDB-ACICG-PMCG Professores

Leia mais

Horizons. O impacto financeiro da consumerização de TI As 10 principais percepções do Cisco IBSG Horizons Study. Introdução

Horizons. O impacto financeiro da consumerização de TI As 10 principais percepções do Cisco IBSG Horizons Study. Introdução O impacto financeiro da consumerização de TI As 10 principais percepções do Study Jeff Loucks/Richard Medcalf Lauren Buckalew/Fabio Faria O número de dispositivos de consumerização de TI nos seis países

Leia mais

O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO

O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Josiane Corrêa 1 Resumo O mundo dos negócios apresenta-se intensamente competitivo e acirrado. Em diversos setores da economia, observa-se a forte

Leia mais

Título do Case: Departamento Comercial com foco nas expectativas do cliente Categoria: Projeto Interno

Título do Case: Departamento Comercial com foco nas expectativas do cliente Categoria: Projeto Interno Título do Case: Departamento Comercial com foco nas expectativas do cliente Categoria: Projeto Interno Resumo O presente case mostra como ocorreu o processo de implantação do Departamento Comercial em

Leia mais

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS O plano de negócios deverá conter: 1. Resumo Executivo 2. O Produto/Serviço 3. O Mercado 4. Capacidade Empresarial 5. Estratégia de Negócio 6. Plano de marketing

Leia mais

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Avaliação de: Sr. Antônio Modelo Preparada por: Consultor Caliper exemplo@caliper.com.br Data: Página 1 Perfil Caliper de Especialistas The Inner

Leia mais

A Psicologia de Vendas: Por Que as Pessoas Compram

A Psicologia de Vendas: Por Que as Pessoas Compram A Psicologia de Vendas: Por Que as Pessoas Compram Esquema de Palestra I. Por Que As Pessoas Compram A Abordagem da Caixa Preta A. Caixa preta os processos mentais internos que atravessamos ao tomar uma

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DO RELACIONAMENTO COM O CLIENTE

ADMINISTRAÇÃO DO RELACIONAMENTO COM O CLIENTE ADMINISTRAÇÃO DO RELACIONAMENTO COM O CLIENTE Módulo 2 CLIENTES: DEFINIÇÕES E ENTENDIMENTOS Objetivo: Ao final desse módulo, você estará capacitado a termos, como: cliente, comprador, cliente final, consumidor,

Leia mais

Operações de Merchandising estratégias competitivas para o aumento da vendas em supermercados do pequeno varejo de secos e molhados

Operações de Merchandising estratégias competitivas para o aumento da vendas em supermercados do pequeno varejo de secos e molhados Operações de Merchandising estratégias competitivas para o aumento da vendas em supermercados do pequeno varejo de secos e molhados Fabiano Akiyoshi Nagamatsu Everton Lansoni Astolfi Eduardo Eufrasio De

Leia mais

FLUXO DE CAIXA COMO FERRAMENTA DE GESTÃO FINANCEIRA PARA MICROEMPRESA

FLUXO DE CAIXA COMO FERRAMENTA DE GESTÃO FINANCEIRA PARA MICROEMPRESA FLUXO DE CAIXA COMO FERRAMENTA DE GESTÃO FINANCEIRA PARA MICROEMPRESA Laércio Dahmer 1 Vandersézar Casturino2 Resumo O atual mercado competitivo tem evidenciado as dificuldades financeiras da microempresa.

Leia mais

A SATISFAÇÃO DOS CLIENTES DE UMA TRANSPORTADORA DA CIDADE DE SÃO PAULO: UM ESTUDO DE CASO

A SATISFAÇÃO DOS CLIENTES DE UMA TRANSPORTADORA DA CIDADE DE SÃO PAULO: UM ESTUDO DE CASO 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 A SATISFAÇÃO DOS CLIENTES DE UMA TRANSPORTADORA DA CIDADE DE SÃO PAULO: UM ESTUDO DE CASO Marcelo Cristian Vieira 1, Carolina Zavadzki Martins 2,Gerliane

Leia mais

Pesquisa. Intenção de

Pesquisa. Intenção de Pesquisa SPC BRASIL: Intenção de Compras para o Natal Novembro/2013 Pesquisa do SPC Brasil revela que brasileiros pretendem gastar mais e comprar mais presentes neste Natal Se depender dos consumidores

Leia mais

Objetivos da comunicação

Objetivos da comunicação Prof. Edmundo W. Lobassi Use palavras simples, que todos compreendam, assim todos irão entendê-lo. (Prof. Edmundo W. Lobassi) 1 Estude algumas pesquisas e ouça pessoas experts, pois nada é mais importante

Leia mais

Ponto de Venda para Vender FERRAMENTAS DE MARKETING - DIREITOS RESERVADOS

Ponto de Venda para Vender FERRAMENTAS DE MARKETING - DIREITOS RESERVADOS Ponto de Venda para Vender FERRAMENTAS DE MARKETING - DIREITOS RESERVADOS Como marca, fachada e merchandising podem se ajudar O DESAFIO Competindo com Competência Todos sabem que a competitividade do mercado

Leia mais

O processo de decisão de compra é feito através da percepção de que os consumidores têm um problema. Então, se movem em direção à resolução.

O processo de decisão de compra é feito através da percepção de que os consumidores têm um problema. Então, se movem em direção à resolução. Pesquisa de Mercado O processo de decisão de compra é feito através da percepção de que os consumidores têm um problema. Então, se movem em direção à resolução. Disto decorre um modelo genérico de decisão,

Leia mais

a) SEGMENTAÇÃO (1) Introdução

a) SEGMENTAÇÃO (1) Introdução a) SEGMENTAÇÃO (1) Introdução Segmentação de mercado é o processo de dividir mercados em grupos de consumidores potenciais com necessidades e/ou características semelhantes e que provavelmente exibirão

Leia mais

GUIA DE ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS

GUIA DE ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS GUIA DE ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS Sumário 1. APRESENTAÇÃO... 2 2. PLANO DE NEGÓCIOS:... 2 2.1 RESUMO EXECUTIVO... 3 2.2 O PRODUTO/SERVIÇO... 3 2.3 O MERCADO... 3 2.4 CAPACIDADE EMPRESARIAL... 4 2.5

Leia mais

Brasil: O consumo de carnes passado a limpo! Contagem da população brasileira pelo IBGE em 2007

Brasil: O consumo de carnes passado a limpo! Contagem da população brasileira pelo IBGE em 2007 Brasil: O consumo de carnes passado a limpo! Contagem da população brasileira pelo IBGE em 2007 revela um número menor de habitantes do que se esperava e mostra um maior consumo per capita de carnes. Luciano

Leia mais

O valor da educação Um aprendizado para a vida. Relatório do Brasil

O valor da educação Um aprendizado para a vida. Relatório do Brasil O valor da educação Um aprendizado para a vida Relatório do Brasil A pesquisa O valor da educação é uma pesquisa do consumidor independente sobre tendências globais de educação realizada para o HSBC. O

Leia mais

A pesquisa de campo foi realizada com questões para os núcleos administrativo, pessoal e acadêmico e procura explorar duas situações distintas:

A pesquisa de campo foi realizada com questões para os núcleos administrativo, pessoal e acadêmico e procura explorar duas situações distintas: 4 Pesquisa de campo Neste capitulo será apresentado o resultado dos questionários da pesquisa de campo que serviu para o estudo de caso. A coleta de dados será dividida em: Núcleo administrativo Núcleo

Leia mais

Metodologia do Trabalho Científico

Metodologia do Trabalho Científico Metodologia do Trabalho Científico Diretrizes para elaboração de projetos de pesquisa, monografias, dissertações, teses Cassandra Ribeiro O. Silva, Dr.Eng. METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA Porque escrever

Leia mais

COMPORTAMENTO DE CONSUMO EM TEMPOS DE CRISE

COMPORTAMENTO DE CONSUMO EM TEMPOS DE CRISE PRIAD: COMPORTAMENTO DE CONSUMO EM TEMPOS DE CRISE 1 Data de entrega até 16/09/2015 As questões objetivas só possuem uma alternativa correta: respostas a lápis ou rasuradas serão desconsideradas. Não use

Leia mais

Pesquisa Risqué Clássicos. Thamara Yanne Silva Santos Antônio Terra Centro Universitário de Belo Horizonte, Belo Horizonte, MG

Pesquisa Risqué Clássicos. Thamara Yanne Silva Santos Antônio Terra Centro Universitário de Belo Horizonte, Belo Horizonte, MG Pesquisa Risqué Clássicos Thamara Yanne Silva Santos Antônio Terra Centro Universitário de Belo Horizonte, Belo Horizonte, MG Grupos focais são comumente utilizados em pesquisas de marketing para determinar

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE SITES DE COMPRA COLETIVA, POR EMPRESAS DO RAMO ALIMENTÍCIO, COMO ESTRATÉGIA DE MARKETING

UTILIZAÇÃO DE SITES DE COMPRA COLETIVA, POR EMPRESAS DO RAMO ALIMENTÍCIO, COMO ESTRATÉGIA DE MARKETING UTILIZAÇÃO DE SITES DE COMPRA COLETIVA, POR EMPRESAS DO RAMO ALIMENTÍCIO, COMO ESTRATÉGIA DE MARKETING Monique Michelon 1 Lorete Kossowski 2 RESUMO O empreendedorismo no Brasil vive hoje um cenário promissor,

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

6 Considerações Finais

6 Considerações Finais 6 Considerações Finais Este capítulo apresenta as conclusões deste estudo, as recomendações gerenciais e as recomendações para futuras pesquisas, buscadas a partir da análise dos casos das empresas A e

Leia mais

CARTA DE OTTAWA. PRIMEIRA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE PROMOÇÃO DA SAÚDE Ottawa, novembro de 1986

CARTA DE OTTAWA. PRIMEIRA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE PROMOÇÃO DA SAÚDE Ottawa, novembro de 1986 CARTA DE OTTAWA PRIMEIRA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE PROMOÇÃO DA SAÚDE Ottawa, novembro de 1986 A Primeira Conferência Internacional sobre Promoção da Saúde, realizada em Ottawa, Canadá, em novembro

Leia mais

O comportamento de compra do consumidor da classe C

O comportamento de compra do consumidor da classe C O comportamento de compra do consumidor da classe C Josiane Wengrzynek, analistas.faq@bol.com.br, Av. das Araucárias, s/n, fone: (46) 559-1142 Quedas do Iguaçu-PR, 85460-000 Eliane Rodrigues do Carmo (FAQ),

Leia mais

ROTEIRO PLANO DE MKT DIGITAL

ROTEIRO PLANO DE MKT DIGITAL ROTEIRO PLANO DE MKT DIGITAL Este é um roteiro completo, com pontos gerais e específicos. Na elaboração do plano, procure adaptar os tópicos que o compõe, à realidade da empresa-cliente. Priorize a qualidade

Leia mais

Psicologia Dos Preços: Integrando a Perspectiva do Cliente na Decisão de Preços.

Psicologia Dos Preços: Integrando a Perspectiva do Cliente na Decisão de Preços. Psicologia Dos Preços: Integrando a Perspectiva do Cliente na Decisão de Preços. Verônica Feder Mayer, D.Sc. A estratégia de preços é um assunto de grande relevância para os gestores, afinal o preço é

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA

UNIVERSIDADE PAULISTA UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Recursos Humanos Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos 1.

Leia mais

O Envelhecimento Populacional e as Repercussões na Política de Saúde e nas Famílias

O Envelhecimento Populacional e as Repercussões na Política de Saúde e nas Famílias O Envelhecimento Populacional e as Repercussões na Política de Saúde e nas Famílias Daiana de Aquino Hilario Machado * RESUMO: Neste artigo estaremos discutindo sobre as repercussões do envelhecimento

Leia mais

1 Descrição do Problema 1.1.Introdução

1 Descrição do Problema 1.1.Introdução 14 1 Descrição do Problema 1.1.Introdução Desde a década de 90, a Internet tem-se mostrado importante instrumento na vida cotidiana do consumidor, não somente para ampliar a pesquisa de informações sobre

Leia mais

fagury.com.br. PMBoK 2004

fagury.com.br. PMBoK 2004 Este material é distribuído por Thiago Fagury através de uma licença Creative Commons 2.5. É permitido o uso e atribuição para fim nãocomercial. É vedada a criação de obras derivadas sem comunicação prévia

Leia mais

Introdução. Introdução

Introdução. Introdução Prof. Dr. ANDERSON SONCINI PELISSARI Introdução O propósito do marketing e satisfazer as necessidades e desejos dos clientes-alvo. Dessa forma, a análise do comportamento do consumidor visa identificar

Leia mais

2. Provas presenciais avaliação presencial das duas disciplinas cursadas, visando testar os conhecimentos obtidos nas atividades on-line;

2. Provas presenciais avaliação presencial das duas disciplinas cursadas, visando testar os conhecimentos obtidos nas atividades on-line; Encontro Presencial Introdução ao Marketing e Marketing de Serviços Caro aluno, Conheça as três atividades distintas que ocorrerão durante o Encontro Presencial... 1. Revisão estudo, orientado pelo Professor-Tutor,

Leia mais

1- O que é um Plano de Marketing?

1- O que é um Plano de Marketing? 1- O que é um Plano de Marketing? 2.1-1ª etapa: Planejamento Um Plano de Marketing é um documento que detalha as ações necessárias para atingir um ou mais objetivos de marketing, adaptando-se a mudanças

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DO RELACIONAMENTO COM O CLIENTE

ADMINISTRAÇÃO DO RELACIONAMENTO COM O CLIENTE ADMINISTRAÇÃO DO RELACIONAMENTO COM O CLIENTE Módulo 15 AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO E DA INSATISFAÇÃO DOS CLIENTES Objetivo: Ao final desta aula, você deverá saber (1) sobre os fatores que causam a satisfação

Leia mais

Tecnologias da Informação e da Comunicação Aula 01

Tecnologias da Informação e da Comunicação Aula 01 Tecnologias da Informação e da Comunicação Aula 01 Douglas Farias Cordeiro Universidade Federal de Goiás 31 de julho de 2015 Mini-currículo Professor do curso Gestão da Informação Professor do curso ESAMI

Leia mais

Marketing Visão 360º. O nosso objetivo é ter uma visão ampla dos temas de Marketing, abordando os seguintes tópicos.

Marketing Visão 360º. O nosso objetivo é ter uma visão ampla dos temas de Marketing, abordando os seguintes tópicos. Marketing Visão 360º O Mundo do Marketing em parceria com a TNS Research International está realizando pesquisas mensais com profissionais da área de marketing para investigar temas relacionados ao dia-a-dia

Leia mais

Palavras-chave: Transição acadêmico-profissional; formação em Psicologia; mercado de trabalho.

Palavras-chave: Transição acadêmico-profissional; formação em Psicologia; mercado de trabalho. 1 FORMAÇÃO, INSERÇÃO E ATUAÇÃO PROFISSIONAL NA PERSPECTIVA DOS EGRESSOS DE UM CURSO DE PSICOLOGIA. BOBATO, Sueli Terezinha, Mestre em Psicologia pela UFSC, Docente do Curso de Psicologia na Universidade

Leia mais

Pesquisa Clima Organizacional 2009. Relatório Embrapa Gado de Corte

Pesquisa Clima Organizacional 2009. Relatório Embrapa Gado de Corte Pesquisa Clima Organizacional 2009 Relatório Embrapa Gado de Corte 1. Fundamentação Teórica A Pesquisa de Cultura e Clima Organizacional é um instrumento de levantamento de informações, utilizado para

Leia mais

Perfil Caliper de Liderança The Inner Leader Report

Perfil Caliper de Liderança The Inner Leader Report Perfil Caliper de Liderança The Inner Leader Report Avaliação de: Sr. Mario Exemplo Preparada por: Consultor Caliper exemplo@caliper.com.br Data: Página 1 Perfil Caliper de Liderança The Inner Leader Report

Leia mais

Simon Schwartzman. A evolução da educação superior no Brasil diferenças de nível, gênero e idade.

Simon Schwartzman. A evolução da educação superior no Brasil diferenças de nível, gênero e idade. A educação de nível superior superior no Censo de 2010 Simon Schwartzman (julho de 2012) A evolução da educação superior no Brasil diferenças de nível, gênero e idade. Segundo os dados mais recentes, o

Leia mais

Orçamento Empresarial

Orçamento Empresarial Orçamento Empresarial Definição Instrumento que traz a definição quantitativa dos objetivos e o detalhamento dos fatores necessários para atingi -los, assim como o controle do desempenho. Permite acompanhar

Leia mais

MAISMKT - Ações em Marketing e uma empresa voltada para avaliação do atendimento, relacionamento com cliente, e marketing promocional.

MAISMKT - Ações em Marketing e uma empresa voltada para avaliação do atendimento, relacionamento com cliente, e marketing promocional. Empresa MAISMKT - Ações em Marketing e uma empresa voltada para avaliação do atendimento, relacionamento com cliente, e marketing promocional. Nossa filosofia e oferecer ferramentas de gestão focadas na

Leia mais

Elétrica montagem e manutenção ltda. AVALIAÇÃO DE COLABORADORES

Elétrica montagem e manutenção ltda. AVALIAÇÃO DE COLABORADORES AVALIAÇÃO DE COLABORADORES RESUMO A preocupação com o desempenho dos colaboradores é um dos fatores que faz parte do dia-a-dia da nossa empresas. A avaliação de desempenho está se tornando parte atuante

Leia mais

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA RELATÓRIO FINAL DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE PEDAGOGIADA CPA DA FACULDADE ARAGUAIA

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA RELATÓRIO FINAL DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE PEDAGOGIADA CPA DA FACULDADE ARAGUAIA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA RELATÓRIO FINAL DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE PEDAGOGIADA CPA DA FACULDADE ARAGUAIA 2013/01 a 2013/02 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 3 1. Diagnóstico geral

Leia mais

A INFLUÊNCIA DO AMBIENTE NO DESENVOLVIMENTO HUMANO

A INFLUÊNCIA DO AMBIENTE NO DESENVOLVIMENTO HUMANO A INFLUÊNCIA DO AMBIENTE NO DESENVOLVIMENTO HUMANO Roberta Ortiz Furian Palavra-chave: ecologia, ambiente, desenvolvimento Este trabalho tem como objetivo destacar a teoria Ecologia do Desenvolvimento

Leia mais

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE Modelo de Otimização de SAM Controle, otimize, cresça Em um mercado internacional em constante mudança, as empresas buscam oportunidades de ganhar vantagem competitiva

Leia mais

Atendimento pós-venda: gestão estratégica da ex...

Atendimento pós-venda: gestão estratégica da ex... Atendimento pós-venda: gestão estratégica da ex... (/artigos /carreira/comopermanecercalmosob-pressao /89522/) Carreira Como permanecer calmo sob pressão (/artigos/carreira/como-permanecer-calmosob-pressao/89522/)

Leia mais

Implantação do sistema de gestão da qualidade ISO 9001:2000 em uma empresa prestadora de serviço

Implantação do sistema de gestão da qualidade ISO 9001:2000 em uma empresa prestadora de serviço Implantação do sistema de gestão da qualidade ISO 9001:2000 em uma empresa prestadora de serviço Adriana Ferreira de Faria (Uniminas) affaria@uniminas.br Adriano Soares Correia (Uniminas) adriano@ep.uniminas.br

Leia mais

SCRUM. Desafios e benefícios trazidos pela implementação do método ágil SCRUM. Conhecimento em Tecnologia da Informação

SCRUM. Desafios e benefícios trazidos pela implementação do método ágil SCRUM. Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação SCRUM Desafios e benefícios trazidos pela implementação do método ágil SCRUM 2011 Bridge Consulting Apresentação Há muitos anos, empresas e equipes de desenvolvimento

Leia mais

GUIA DO PROTOCOLO SALDANHA PARA AUDITORIA DO PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA

GUIA DO PROTOCOLO SALDANHA PARA AUDITORIA DO PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA GUIA DO PROTOCOLO SALDANHA PARA AUDITORIA DO PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA Odilon Machado de Saldanha Júnior Belo Horizonte 2009 2 GUIA DO PROTOCOLO SALDANHA PARA AUDITORIA DO PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO

Leia mais

ESTUDO DA IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA O COMÉRCIO VAREJISTA LUCIMEIRI CEZAR ANDRÉ

ESTUDO DA IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA O COMÉRCIO VAREJISTA LUCIMEIRI CEZAR ANDRÉ ESTUDO DA IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA O COMÉRCIO VAREJISTA LUCIMEIRI CEZAR ANDRÉ Acadêmica de Administração Geral na Faculdade Metropolitana de Maringá /PR - 2005 RESUMO: A atividade comercial

Leia mais

PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 11 PESQUISA DE MERCADO

PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 11 PESQUISA DE MERCADO PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 11 PESQUISA DE MERCADO Índice 1. Pesquisa de mercado...3 1.1. Diferenças entre a pesquisa de mercado e a análise de mercado... 3 1.2. Técnicas de

Leia mais

O DESAFIO DOS EXECUTIVOS

O DESAFIO DOS EXECUTIVOS COACHING EXECUTIVO O DESAFIO DOS EXECUTIVOS Os executivos das empresas estão sujeitos a pressões crescentes para entregarem mais e melhores resultados, liderando as suas organizações através de mudanças

Leia mais

TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO

TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE AURIFLAMA AUTOR(ES):

Leia mais

Pesquisas quantitativas etapas iniciais

Pesquisas quantitativas etapas iniciais A U L A 5 Pesquisas quantitativas etapas iniciais Metas da aula Apresentar as condições para realização de pesquisas quantitativas; estabelecer os procedimentos que norteiam as pesquisas de mercado com

Leia mais

FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS - FAN CEUNSP SALTO /SP CURSO DE TECNOLOGIA EM MARKETING TRABALHO INTERDISCIPLINAR

FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS - FAN CEUNSP SALTO /SP CURSO DE TECNOLOGIA EM MARKETING TRABALHO INTERDISCIPLINAR APRESENTAÇÃO DO TI O Trabalho Interdisciplinar é um projeto desenvolvido ao longo dos dois primeiros bimestres do curso. Os alunos tem a oportunidade de visualizar a unidade da estrutura curricular do

Leia mais

A QUESTÃO DO ENVELHECIMENTO POPULACIONAL E SEUS EFEITOS NO MERCADO DE TRABALHO: UM FOCO NA PERCEPÇÃO E ATITUDES DO APOSENTADO.

A QUESTÃO DO ENVELHECIMENTO POPULACIONAL E SEUS EFEITOS NO MERCADO DE TRABALHO: UM FOCO NA PERCEPÇÃO E ATITUDES DO APOSENTADO. Revista Ceciliana Dez 2(2): 41-45, 21 - Universidade Santa Cecília Disponível online em http://www.unisanta.br/revistaceciliana A QUESTÃO DO ENVELHECIMENTO POPULACIONAL E SEUS EFEITOS NO MERCADO DE TRABALHO:

Leia mais

Nos últimos anos, o setor de seguros brasileiro vem sofrendo uma. série de transformações. Algumas delas podem ser visualizadas na

Nos últimos anos, o setor de seguros brasileiro vem sofrendo uma. série de transformações. Algumas delas podem ser visualizadas na Visão das Seguradoras: Uma análise da distribuição de seguros no Brasil Francisco Galiza Mestre em Economia (FGV), membro do Conselho Editorial da FUNENSEG, catedrático pela ANSP e sócio da empresa "Rating

Leia mais

Etapas para a elaboração de um Pré- Projeto de Pesquisa

Etapas para a elaboração de um Pré- Projeto de Pesquisa Etapas para a elaboração de um Pré- Projeto de Pesquisa Estrutura de um projeto de pesquisa: 1. TEMA E TÍTULO DO PROJETO 2. DELIMITAÇÃO DO PROBLEMA 3. INTRODUÇÃO 4. RELEVÂNCIA E JUSTIFICATIVA 5. OBJETIVOS

Leia mais

01/12/2012 MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL. Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO

01/12/2012 MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL. Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO TAREFAS ESTRUTURA PESSOAS AMBIENTE TECNOLOGIA ÊNFASE NAS TAREFAS Novos mercados e novos conhecimentos ÊNFASE

Leia mais

MBA em Marketing Estratégico

MBA em Marketing Estratégico MBA em Marketing Estratégico Público - alvo O MBA em Marketing Estratégico é indicado para profissionais com experiência profissional mínima de três anos, com formação universitária em qualquer área e

Leia mais

5 Conclusão e discussões

5 Conclusão e discussões 5 Conclusão e discussões O presente estudo procurou entender melhor o universo dos projetos de patrocínio de eventos, principalmente com o objetivo de responder a seguinte questão: quais são as principais

Leia mais

FUNÇÕES BÁSICAS DA ECONOMIA: O USO DE MAPAS CONCEITUAIS NA MATEMÁTICA APLICADA A ADMINISTRAÇÃO

FUNÇÕES BÁSICAS DA ECONOMIA: O USO DE MAPAS CONCEITUAIS NA MATEMÁTICA APLICADA A ADMINISTRAÇÃO FUNÇÕES BÁSICAS DA ECONOMIA: O USO DE MAPAS CONCEITUAIS NA MATEMÁTICA APLICADA A ADMINISTRAÇÃO Ricardo Lisboa Martins Faculdade Integrada Tiradentes - FITS ricardolisboamartins@gmail.com Alex Melo da Silva

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR PROJETO INTEGRADOR 1. INTRODUÇÃO Conforme as diretrizes do Projeto Pedagógico dos Cursos Superiores de Tecnologia da Faculdade Unida de Suzano

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE 1 ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE (D.O 01 revisão 05, de 22 de março de 2011) 2 SUMÁRIO PARTE I INTRODUÇÃO

Leia mais

Estratégias de Comunicação

Estratégias de Comunicação Prof. Edmundo W. Lobassi A propaganda é parte do marketing e uma das ferramentas da comunicação. Uma boa estratégia de marketing não garante que a campanha de propaganda será boa, mas é condição essencial

Leia mais

Unidade de Projetos. Grupo Temático de Comunicação e Imagem. Termo de Referência para desenvolvimento da gestão de Marcas Setoriais.

Unidade de Projetos. Grupo Temático de Comunicação e Imagem. Termo de Referência para desenvolvimento da gestão de Marcas Setoriais. Unidade de Projetos de Termo de Referência para desenvolvimento da gestão de Marcas Setoriais Branding Agosto de 2009 Elaborado em: 3/8/2009 Elaborado por: Apex-Brasil Versão: 09 Pág: 1 / 8 LÍDER DO GRUPO

Leia mais

O Varejo. Distinguir entre varejo com loja e sem loja. Definir as categorias básicas de varejistas.

O Varejo. Distinguir entre varejo com loja e sem loja. Definir as categorias básicas de varejistas. O Varejo 16 Aula 16/5/2008 Objetivos da aula Explicar como os varejistas podem contribuir para o processo de criar valor. Distinguir entre varejo com loja e sem loja. Definir as categorias básicas de varejistas.

Leia mais

INSTITUTO FLORENCE DE ENSINO COORDENAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM (TÍTULO DO PROJETO) Acadêmico: Orientador:

INSTITUTO FLORENCE DE ENSINO COORDENAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM (TÍTULO DO PROJETO) Acadêmico: Orientador: INSTITUTO FLORENCE DE ENSINO COORDENAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM (TÍTULO DO PROJETO) Acadêmico: Orientador: São Luis 2015 (TÍTULO DO PROJETO) (NOME DO ALUNO) Projeto de Pesquisa do Programa

Leia mais