AEPSA. Audição sobre as PPL 123/XII (GOV) e 125/XII (GOV) COMISSÃO DE AMBIENTE, ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E PODER LOCAL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "AEPSA. Audição sobre as PPL 123/XII (GOV) e 125/XII (GOV) COMISSÃO DE AMBIENTE, ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E PODER LOCAL"

Transcrição

1 AEPSA Audiçã sbre as PPL 123/XII (GOV) e 125/XII (GOV) COMISSÃO DE AMBIENTE, ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E PODER LOCAL 13 de Març de 2013

2 AGENDA 1. Apresentaçã da AEPSA a) A AEPSA em Prtugal b) Estratégia da AEPSA para triéni A Prpsta de Lei nº 123/XII 3. A Prpsta de Lei nº 125/XII 4. Cnjugaçã da Prpsta de Lei nº 125/XII cm a Prpsta de Decret-Lei n.º 602/ Cnjugaçã da Prpsta de Lei nº 125/XII e da Prpsta de Decret-Lei n.º 602/2012 cm a Prpsta de Decret- Lei n.º 613/2012

3 1. Apresentaçã da AEPSA AEPSA em Prtugal Criada em 1994, a AEPSA Assciaçã das Empresas Prtuguesas d Setr d Ambiente, representa 65 assciads que se traduzem num vlume de negócis anual de cerca de milhões de eurs. Cm a recente fusã, pr integraçã da ANAREPRE (Assciaçã Nacinal ds Recuperadres de Prduts Recicláveis ), a AEPSA tem agra pr bjet a representaçã e a defesa ds interesses cletivs das empresas privadas em tda a cadeia de valr d ambiente em Prtugal. Entre s seus assciads, a AEPSA cnta cm as empresas representantes de cncessinárias de: Sistemas de abasteciment de água; Saneament de águas residuais, e de; Reclha de resídus sólids urbans Aquelas cncessinarias prestam um serviç públic a mais de dis milhões de Prtugueses, em 41 municípis d País.

4 1. Apresentaçã da AEPSA Estratégia da AEPSA para triéni A AEPSA defende um sectr mais eficiente e mais prfissinal, basead na seguinte Estratégia para País: Reestruturar sectr, prcurand um preç ds serviçs mais just, cm mens assimetrias reginais e mais sustentável; Investir cm critéri, prmvend a cnstruçã de nvas infra-estruturas sempre que a dispnibilizaçã d serviç seja uma necessidade sentida pela ppulaçã, e renvand as redes e infra-estruturas Municipais sempre que necessári; Gerir adequadamente cicl de vida ds activs, garantind adequada peraçã, manutençã e gestã patrimnial de infra-estruturas e equipaments; Criar um mdel ecnómic-financeir equilibrad, cm tarifas justas e expurgadas de ineficiências, que cubram s custs d serviç, mas que sejam scialmente cmprtáveis; Garantir a prestaçã de serviçs cm elevads níveis de qualidade; Garantir a sustentabilidade ds sistemas para as gerações futuras; A estratégia prpsta abrange, água, saneament de águas residuais e resídus sólids urbans.

5 2. A Prpsta de Lei nº 123/XII

6 2. A Prpsta de Lei nº 123/XII Análise às alterações Pdem ser cncessinadas as atividades de: Captaçã, tratament e distribuiçã de água para cnsum públic, reclha, tratament e rejeiçã de águas residuais urbanas, em ambs s cass através de redes fixas, e Reclha e tratament de resídus sólids urbans

7 2. A Prpsta de Lei nº 123/XII Análise às alterações N cas de sistemas Multimunicipais (1) Pdem ser cncessinadas as atividades de: Captaçã, tratament e distribuiçã de água para cnsum públic, reclha, tratament e rejeiçã de águas residuais urbanas, em ambs s cass através de redes fixas, e Reclha e tratament de resídus sólids urbans As cncessões relativas às atividades de reclha e tratament de resídus sólids urbans (RSU), sã utrgadas pel Estad e pdem ser atribuídas: A empresas cuj capital scial seja mairitariamente subscrit pr entidades d setr públic, nmeadamente autarquias lcais; u A empresas cuj capital scial seja mairitária u integralmente subscrit pr entidades d setr privad.

8 2. A Prpsta de Lei nº 123/XII Análise às alterações N cas de sistemas Multimunicipais (2) Pdem ser cncessinadas as atividades de: Captaçã, tratament e distribuiçã de água para cnsum públic, reclha, tratament e rejeiçã de águas residuais urbanas, em ambs s cass através de redes fixas, e Reclha e tratament de resídus sólids urbans A cncessões de captaçã, tratament e distribuiçã de água para cnsum públic, reclha, tratament e rejeiçã de águas residuais urbanas, mantem-se a situaçã de rigem, ist é: Sã utrgadas pel Estad e só pdem ser atribuídas a empresas cuj capital scial seja mairitariamente subscrit pr entidades d setr públic, nmeadamente autarquias lcais.

9 2. A Prpsta de Lei nº 123/XII Análise às alterações N cas de sistemas Multimunicipais (2) Pdem ser cncessinadas as atividades de: Captaçã, tratament e distribuiçã de água para cnsum públic, reclha, tratament e rejeiçã de águas residuais urbanas, em ambs s cass através de redes fixas, e Reclha e tratament de resídus sólids urbans A cncessões de captaçã, tratament e distribuiçã de água para cnsum públic, reclha, tratament e rejeiçã de águas residuais urbanas, mantem-se a situaçã de rigem, ist é: Sã utrgadas pel Estad e só pdem ser atribuídas a empresas cuj capital scial seja mairitariamente subscrit pr entidades d setr públic, nmeadamente autarquias lcais. Mas pdem ser subcncessinadas a empresas cuj capital seja mairitária u integralmente subscrit pr entidades d setr privad.

10 2. A Prpsta de Lei nº 123/XII Análise às alterações N cas de sistemas Multimunicipais (3) Pdem ser cncessinadas as atividades de: Captaçã, tratament e distribuiçã de água para cnsum públic, reclha, tratament e rejeiçã de águas residuais urbanas, em ambs s cass através de redes fixas, e Reclha e tratament de resídus sólids urbans Os sistemas multimunicipais, que exigiam um investiment predminante a efetuar pel Estad, passam smente a exigir a intervençã d Estad em funçã de razões de interesse nacinal. A definiçã é mais ampla, agra assciad a razões de interesse nacinal e desligad das necessidades de investiment, que permite recnduzir a esse cnceit sistemas cuja titularidade estatal assenta em utras razões de interesse nacinal.

11 2. A Prpsta de Lei nº 123/XII Análise às alterações N cas de sistemas Multimunicipais (3) N cas de sistemas Municipais Pdem ser cncessinadas as atividades de: Captaçã, tratament e distribuiçã de água para cnsum públic, reclha, tratament e rejeiçã de águas residuais urbanas, em ambs s cass através de redes fixas, e Reclha e tratament de resídus sólids urbans Os sistemas multimunicipais, que exigiam um investiment predminante a efetuar pel Estad, passam smente a exigir a intervençã d Estad em funçã de razões de interesse nacinal. A definiçã é mais ampla, agra assciad a razões de interesse nacinal e desligad das necessidades de investiment, que permite recnduzir a esse cnceit sistemas cuja titularidade estatal assenta em utras razões de interesse nacinal. Eram cnsiderads sistemas municipais tds s utrs, incluind s gerids através de assciações de municípis. Agra sã cnsiderads sistemas municipais: tds s utrs, incluind s gerids através de entidades intermunicipais u assciações de municípis para a realizaçã de finalidades especiais.

12 2. A Prpsta de Lei nº 123/XII Análise às alterações ASSIM, QUANTO AO SUBSECTOR DA ÁGUA E SANEAMENTO: Prevê-se a rerganizaçã, sem alteraçã da natureza das entidades gestras, que permanece mairitariamente pública. A estratégia definida de mair abertura d subsetr as privads cncretiza-se, através da pssibilidade das atuais cncessinárias ds sistemas de titularidade estatal pderem subcncessinar tais atividades a privads. Aparentemente, a EPAL, que nã pera sb regime de cncessã, nã é abrangida pelas alterações em apreç. De fact, pr nã ser uma cncessã, também nã pde ser subcncessinada. Na prática, s municípis abrangids pela EPAL terã uma limitaçã diferente ds municípis d rest d País: nã é aplicável a hipótese d regime de subcncessã a entidades ds setr privad.

13 2. A Prpsta de Lei nº 123/XII Análise às alterações QUANTO AO SUBSETOR DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS : É criada a prtunidade de privatizaçã, abrind-se a pssibilidade das cncessões virem a ser geridas pr entidades privadas. Prevê-se, assim, a sua autnmizaçã d subsetr n grup Águas de Prtugal e a implementaçã de medidas que prmvam a sua abertura a setr privad. Tal estratégia implica a entrada mairitária de entidades privadas nas atividades de reclha e tratament de RSU, através da alienaçã das participações sciais d Estad nas cncessinárias ds sistemas multimunicipais. Da cnjugaçã d nº 1 cm nº 5 (ambs d Artig 1º), nã é clar qual regime aplicável as sistemas intermunicipais.

14 2. A Prpsta de Lei nº 123/XII Na generalidade, a AEPSA cncrda cm a presente Prpsta de Lei. Na especialidade: Nã se cmpreende a exceçã feita à EPAL e, pr cnseguinte, à sua área gegráfica de abrangência. Da cnjugaçã d nº 1 cm nº 5 (ambs d Artig 1º), nã é clar qual regime aplicável as sistemas intermunicipais.

15 3. A Prpsta de Lei nº 125/XII

16 3. A Prpsta de Lei nº 125/XII N entender da AEPSA, grau de abrangência das Entidades Reguladas é amplamente vast, abrangend tdas as entidades gestras, que se cnsidera muit psitiv (Artig 4º ds Estatuts). De fact, a AEPSA cnsidera que um Reguladr independente, practiv e cm ampls pderes intrduz transparência, credibilidade e cnfiança n setr e, pr cnseguinte, nas entidades gestras. Pel expst, a AEPSA, na generalidade emite seu parecer favrável.

17 3. A Prpsta de Lei nº 125/XII Na especialidade, algumas dispsições suscitam-ns as seguintes dúvidas: Artig 8º Nã cmpreendems a intençã da Prpsta de Lei. Nesse Artig é referid que a extensã d dispst ns estatuts da ERSAR, aprvads em anex à presente lei, n que cncerne a n.º 3 d artig 5.º e a artig 14.º, as sistemas de gestã delegada de serviçs de titularidade estatal fica dependente da revisã ds respectivs diplmas e daqueles que fixam mdel de transferências entre esses e s sistemas multimunicipais. Ora, neste cas (que na prática se resume à EPAL), afinal a ERSAR nã atua cm Reguladr de ampls pderes. Pel mens, a EPAL fica excluída até que se verifique a revisã ds respectivs diplmas, cuj praz nã se encntra estabelecid.

18 3. A Prpsta de Lei nº 125/XII Na especialidade, algumas dispsições suscitam-ns as seguintes dúvidas: Artig 8º Nã cmpreendems a intençã da Prpsta de Lei. Salv melhr piniã, tal situaçã, a perdurar n temp, pderá cnfigurar uma desigualdade de tratament, de direits e de deveres, entre as entidades gestras e s cnsumidres abrangids pela área gegráfica da EPAL, face a rest d País.

19 3. A Prpsta de Lei nº 125/XII Na especialidade, algumas dispsições suscitam-ns as seguintes dúvidas: Quant as Estatuts da Entidade Reguladra ds Serviçs de Águas e Resídus Artig 5º, nº 3, alíneas d) e f) Em nssa piniã, nã está clar na presente Prpsta, nem na cnjugaçã cm a restante legislaçã em vigr, a frma e tip de intervençã da ERSAR junt ds municípis u das entidades gestras nas quais sã delegads s sistemas municipais. Precupa-ns especialmente a presente dispsiçã legal n quadr das cncessões de sistemas municipais u intermunicipais. Recrdams que um ds pressupsts de uma cncessã de lng praz é a sua estabilidade e previsibilidade nas trajetórias de tarifas a lng d períd das cncessões.

20 3. A Prpsta de Lei nº 125/XII Na especialidade, algumas dispsições suscitam-ns as seguintes dúvidas: Quant as Estatuts da Entidade Reguladra ds Serviçs de Águas e Resídus Artig 5º, nº 3, alíneas d) e f) Os cntrats de cncessã fram celebrads entre s Municípis e as Cncessinárias após um prcess de cncurs públic internacinal. Esses cntrats respeitaram a legislaçã e as regras de cncrrência à data de lançament e adjudicaçã d respetiv prcediment. Fazems ntar que as alterações unilaterais de tarifas implicam mdificações ns cntrats e pdem implicar alterações a seu financiament, já que s cntrats de financiament das cncessões, estabelecids entre as instituições financeiras e s peradres privads, nã previam este tip de alterações às tarifas.

21 3. A Prpsta de Lei nº 125/XII Na especialidade, algumas dispsições suscitam-ns as seguintes dúvidas: Quant as Estatuts da Entidade Reguladra ds Serviçs de Águas e Resídus Artig 5º, nº 3, alínea g) Nã está clar cm é que Reguladr pssa dar as garantias aqui definidas. Tal dispsiçã requer prfundas alterações de funcinament ecnómic de tdas as entidades gestras (sem exceçã) e altera cmpletamente s pressupsts de livre cntrataçã entre Municípis e Cncessinárias, bem cm valr ds cntrats. Este pnt é, em nss entender, muit sensível e deveria ser debatid e aprfundad num quadr legislativ e regulamentar mais ampl que a presente Prpsta de Lei.

22 3. A Prpsta de Lei nº 125/XII Fazems ntar que há ainda mais dis Diplmas em preparaçã: A Prpsta de Lei N.º 602/2012, que prcede à alteraçã regime jurídic ds serviçs municipais de abasteciment públic de água residuais e de gestã de resídus urbans; O Prjet de Decret-Lei N.º 613/2012, que altera regime jurídic ds serviçs ds serviçs de âmbit multimunicipal de abasteciment públic de água, de saneament de águas residuais e de gestã de resídus urbans. N cas d primeir diplma, em vez de intrduzir alterações de fund n DL 194/2009, Gvern ptu pr fazer uma alteraçã cirúrgica nde só mexe na pssibilidade ds sistemas multimunicipais e intermunicipais pderem cbrar diretamente a factura a cliente final. Ora, a prpsta de alterações d DL 194/2009 merece muitas dúvidas. Em nssa piniã, algumas matérias sã cnfusas e utras impraticáveis.

23 3. A Prpsta de Lei nº 125/XII Pel que a apreciaçã da Prpsta de Lei n.º 125/XII, que altera Estatut Jurídic da ERSAR deve ser precedida da análise de td pacte de alterações precnizad pel Gvern.

24 4. Cnjugaçã da Prpsta de Lei nº 125/XII cm a Prpsta de Decret-Lei n.º 602/2012

25 4. Cnjugaçã da Prpsta de Lei nº 125/XII cm a Prpsta de Decret-Lei n.º 602/2012 O Artig 5º, nº 3, alínea g) d nv Estatut da ERSAR refere seguinte: Sã atribuições da ERSAR de regulaçã ecnómica: Garantir a faturaçã detalhada pelas entidades prestadras ds serviçs, num quadr de identificaçã decmpsta das várias parcelas que cmpõe valr final da factura, visand a desagregaçã, perante utilizadr final, das diferentes cmpnentes ds custs respeitantes às atividades de águas, saneament, gestã de resídus e utrs, a qual deve pssibilitar acess diret ds frnecedres à sua parcela de custs na fatura detalhada. Estas dispsições sã densificadas na Prpsta de Decret-Lei n.º 602/2012, a qual merece muitas dúvidas.

26 4. Cnjugaçã da Prpsta de Lei nº 125/XII cm a Prpsta de Decret-Lei n.º 602/2012 As faturas atualmente enviadas a cnsumidr final já sã extensas, cmplexas e muitas vezes incmpreensíveis para alguns cnsumidres. Recrde-se que a ERSAR emitiu uma Recmendaçã nº01/2010 sbre s cnteúds das faturas que exige um elevad grau de detalhe das faturas e que, pr vezes gera dúvidas de interpretaçã em alguns cnsumidres.

27 4. Cnjugaçã da Prpsta de Lei nº 125/XII cm a Prpsta de Decret-Lei n.º 602/2012 As faturas atualmente enviadas a cnsumidr final já sã extensas, cmplexas e muitas vezes incmpreensíveis para alguns cnsumidres. Recrde-se que a ERSAR emitiu uma Recmendaçã nº01/2010 sbre s cnteúds das faturas que exige um elevad grau de detalhe das faturas e que, pr vezes gera dúvidas de interpretaçã em alguns cnsumidres.

28 4. Cnjugaçã da Prpsta de Lei nº 125/XII cm a Prpsta de Decret-Lei n.º 602/2012 ASSOCIAÇÃO DAS EMPRESAS PORTUGUESAS PARA O SECTOR DO AMBIENTE

29 4. Cnjugaçã da Prpsta de Lei nº 125/XII cm a Prpsta de Decret-Lei n.º 602/2012 Ora, que se pretende cm a Prpsta de Decret-Lei n.º 602/2012 é acrescentar na atual fatura a decmpsiçã das cmpnentes de custs em alta, incluind a autnmizaçã d valr da tarifa devid às entidades gestras ds sistemas multimunicipais u intermunicipais de abasteciment de água, saneament u reclha de resídus, para além d atual valr da tarifa devid às entidades gestras ds sistemas municipais. Em nssa piniã, esta situaçã vai causar ainda mais dúvidas junt ds cnsumidres. A fatura vai ser mais extensa, mais cmplexa e incmpreensível para qualquer pessa que nã esteja infrmada sbre a rganizaçã d sectr das águas e ds resídus. Mesm que detalhe da fatura nã acarretasse sbrecusts para cnsumidr (e a verdade é que haverá sbrecusts para cnsumidr), a perceçã d cnsumidr será necessariamente de um aument d cust d serviç que resultará, inevitavelmente, em milhares de reclamações pr td País.

30 4. Cnjugaçã da Prpsta de Lei nº 125/XII cm a Prpsta de Decret-Lei n.º 602/2012 Supnha-se, pr exempl, a nva fatura em Cascais, Oeiras u Sintra. De futur, a fatura terá de incluir: O valr faturad pela Águas de Cascais (u SMAS de Oeiras, u SMAS de Sintra) pels serviçs de água; O valr faturad pela Águas de Cascais (u SMAS de Oeiras, u SMAS de Sintra) pels serviçs de saneament; O valr devid à Câmara Municipal de Cascais (u CM Oeiras, u CM Sintra) pels serviçs de reclha de Resídus Sólids Urbans; O valr devid à APA Agência Prtuguesa d Ambiente, pela Taxa de Recurss Hídrics; O valr devid à ERSAR pela Taxa de Cntrl de Qualidade da Água; O valr devid à EPAL pel frneciment de água; O valr devid à SANEST pel tratament das águas residuais; O valr devid à TRATOLIXO pel tratament e depsiçã final ds RSU.

31 4. Cnjugaçã da Prpsta de Lei nº 125/XII cm a Prpsta de Decret-Lei n.º 602/2012 Mas a decmpsiçã da fatura pderá ter ainda utrs prblemas que a Prpsta de Decret-Lei n.º 602/2012 nã abrda: Os caudais mínims brigatóris cbrads pr alguns sistemas multimunicipais deixam de existir? Cm é que se imputam as perdas de água e/u s caudais pluviais de infiltraçã na fatura d cnsumidr? O que acntece as valres de clientes incbráveis? E as clientes de cnsum zer (ex: emigrantes, casas de verã, etc.)? Cm se imputam s custs ds sistemas multimunicipais u intermunicipais as fntanáris e utrs pnts de entrega de água gratuita (ex.: bmbeirs)? Qual descnt ds sistemas multimunicipais e intermunicipais a praticar n cas de tarifáris sciais e de famílias numersas? Cm se pndera a utilizaçã de água para incêndis entre s sistemas municipais e multimunicipais u intermunicipais? Certamente eles nã pdem cnstituir um cust ds primeirs e, simultaneamente, uma receita ds segunds.

32 4. Cnjugaçã da Prpsta de Lei nº 125/XII cm a Prpsta de Decret-Lei n.º 602/2012 Em resum, a AEPSA cnsidera que a prpsta de Decret-Lei n.º 602/2012 nã é exequível, nem justa, nã defende interesse públic nem ds cnsumidres. A AEPSA cnsidera ainda que D.L. 194/2009 deveria ser prfundamente revist, adiantand seguidamente algumas sugestões.

33 4. Cnjugaçã da Prpsta de Lei nº 125/XII cm a Prpsta de Decret-Lei n.º 602/2012 Prveits mínims e atualizaçã das tarifas N mdel de cncessã cabe a cncedente pagar défice relativ a direit a prveits mínims a que cncessinári tem, durante períd da cncessã, na eventualidade ds prveits tarifáris reais serem inferires àqueles mínims. 2 x TIR Rentabilidade inicial Prveits mínims Mas a cncedente só pde exigir a revisã d cntrat de cncessã cas se perspetive uma taxa interna de rentabilidade (TIR) para investiment acinista superir a dbr daquela que cnsta n cntrat de cncessã inicial.

34 4. Cnjugaçã da Prpsta de Lei nº 125/XII cm a Prpsta de Decret-Lei n.º 602/2012 Prveits mínims e atualizaçã das tarifas Dit de utra frma, a rentabilidade d cncessinári privad está garantida (inferirmente) pels prveits mínims e limitada (superirmente) pr uma TIR duas vezes superir à inicial. A AEPSA cnsidera que esta situaçã nã defende interesse públic, pis nã reflete uma adequada transferência de riscs para Privad. Pergunta-se: nã seria mais just d pnt de vista d interesse públic que s cntrats de cncessã fssem revists peridicamente de 5 em 5 ans tal cm ns restantes mdels de gestã? Nessa situaçã ambs s interesses públic e privad estariam equilibrads e salvaguardads na medida em que as partes teriam de rever s pressupsts da cncessã e ajustá-ls à realidade de 5 em 5 ans. Mas há utras sluções, justas e defensras d interesse públic, que a AEPSA desde já se dispnibiliza a apresentar e discutir cm Gvern.

35 4. Cnjugaçã da Prpsta de Lei nº 125/XII cm a Prpsta de Decret-Lei n.º 602/2012 Outras situações que a AEPSA cnsidera que devem ser revistas n DL 194/2009 Ligaçã à rede Tarifas de saneament Fntanáris Cntrat de Gestã de Delegada Tarifáris especiais Participaçã de capitais privads Serviçs de incêndi Revisã d cntrat de cncessã Ramais de ligaçã Resgate Cnsums de água que nã cntribuem Taxa de inflaçã e taxa de jur sem risc para a cleta de águas residuais Inspeçã as sistemas prediais Abasteciment de sistemas prediais cmunitáris u cm múltipls utilizadres

36 5. Cnjugaçã da Prpsta de Lei nº 125/XII e da Prpsta de Decret-Lei n.º 602/2012 cm a Prpsta de Decret-Lei n.º 613/2012

37 4. Cnjugaçã da Prpsta de Lei nº 125/XII e da Prpsta de Decret-Lei n.º 602/2012 cm a Prpsta de Decret-Lei n.º 613/2012 Na generalidade: Cm esta alteraçã, Decret-Lei n.º 379/93, de 5 de nvembr, cncentra-se n regime aplicável as sistemas multimunicipais. Em nssa piniã parece adequad excluir d Decret -Lei n.º 379/93 as nrmas respeitantes as sistemas municipais que, de rest, se encntram já n Decret-Lei n.º 194/2009, de 20 de agst, dedicad a regime de explraçã e gestã ds sistemas municipais. N entant, dcument cntém várias dispsições vagas e que pdem gerar mais d que uma interpretaçã.

38 4. Cnjugaçã da Prpsta de Lei nº 125/XII e da Prpsta de Decret-Lei n.º 602/2012 cm a Prpsta de Decret-Lei n.º 613/2012 Destacam-se aqui algumas dúvidas que esta prpsta suscita: Artig 2º, nº2 e nº4 Em situações nde s sistemas multimunicipais frnecem água diretamente a utilizadres finais esses sistemas multimunicipais estã brigads a regime jurídic aplicável, u seja a D.L. 194/2009. É crreta esta interpretaçã? Deve ser salvaguardada a situaçã de exclusividade atribuída a cncessões (u qualquer utr regime de gestã delegada). Deve também ser salvaguardada a situaçã de cntrats de cncessã (u qualquer utr regime de gestã delegada) estabelecids em data anterir à criaçã, u integraçã, de sistemas multimunicipais, prevend-se na Lei a frma de cmpensaçã u de equilíbri ecnómic-financeir face à nva realidade. Finalmente, alertams para s riscs financeirs e ptenciais alterações ns cntrats de financiament existentes.

39 4. Cnjugaçã da Prpsta de Lei nº 125/XII e da Prpsta de Decret-Lei n.º 602/2012 cm a Prpsta de Decret-Lei n.º 613/2012 Artig 5º, nº6 É retirad direit de vt as municípis? Artig 8º O praz das cncessões multimunicipais é de 50 ans. O praz máxim admitid n D.L. 194/2009 é de trinta ans, nã prrrgáveis. Nã se cmpreende a desigualdade de tratament entre entidades gestras. Artig 11º, nº1 Nã se cmpreende prque é que presente diplma nã é aplicável à EPAL e à Águas de Sant André. Sbre Decret-Lei nº 195/2009, de 20 de Agst Nã se cmpreende prque é que Decret-Lei nº 195/2009 nã é sequer mencinad na presente Prpsta de Decret-Lei.

40 AEPSA Audiçã sbre as PPL 123/XII (GOV) e 125/XII (GOV) COMISSÃO DE AMBIENTE, ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E PODER LOCAL OBRIGADO 13 de Març de 2013

Alteração à Linha de Crédito para apoio às Empresas de Produção, Transformação e Comercialização de Produtos Agrícolas, Pecuários e Florestais

Alteração à Linha de Crédito para apoio às Empresas de Produção, Transformação e Comercialização de Produtos Agrícolas, Pecuários e Florestais Inf - Estruturas Infrmaçã Mensal d Sectr Linha de Crédit PME 2009 Alteraçã à Linha de Crédit para api às Empresas de Prduçã, Transfrmaçã e Cmercializaçã de Prduts Agríclas, Pecuáris e Flrestais A Linha

Leia mais

PM 3.5 Versão 2 PdC Versão 1

PM 3.5 Versão 2 PdC Versão 1 Prcediment de Cmercializaçã Cntrle de Alterações SAZONALIZAÇÃO DE CONTRATO INICIAL E DE ENERGIA ASSEGURADA PM 3.5 Versã 2 PdC Versã 1 Alterad Layut d dcument. Alterad term de Prcediment de Mercad para

Leia mais

Agenda: 2015 Sage Software, Inc. All rights reserved. 2/1/2016 3 2015 Sage Software, Inc. All rights reserved. 2/1/2016 5

Agenda: 2015 Sage Software, Inc. All rights reserved. 2/1/2016 3 2015 Sage Software, Inc. All rights reserved. 2/1/2016 5 Agenda: Event Sage AEBB Legislaçã inventári permanente (reduçã ds limites) Cnfigurações inventári permanente (ligaçã à CTB) O inventári a 31 de dezembr (imprtância d cntrl stcks, sage inventáris cntagem

Leia mais

Posição CELPA Associação da Indústria Papeleira

Posição CELPA Associação da Indústria Papeleira R. Marquês Sá da Bandeira, 74, 2º 1069-076 Lisba, Prtugal Tel. +351 217-611-510 Fax. +351 217-611-529 E-mail. celpa@celpa.pt http://www.celpa.pt Psiçã CELPA Assciaçã da Indústria Papeleira Para: De: Estatut:

Leia mais

PADRÃO DE RESPOSTA. Pesquisador em Informações Geográficas e Estatísticas A I PROVA 3 FINANÇAS PÚBLICAS

PADRÃO DE RESPOSTA. Pesquisador em Informações Geográficas e Estatísticas A I PROVA 3 FINANÇAS PÚBLICAS Questã n 1 Cnheciments Específics O text dissertativ deve cmtemplar e desenvlver s aspects apresentads abaix. O papel d PPA é de instrument de planejament de médi/lng praz que visa à cntinuidade ds bjetivs

Leia mais

Consulta Serviços de conceção e desenvolvimento criativo, produção e montagem do Fórum PORTUGAL SOU EU

Consulta Serviços de conceção e desenvolvimento criativo, produção e montagem do Fórum PORTUGAL SOU EU Cnsulta Serviçs de cnceçã e desenvlviment criativ, prduçã e mntagem d Fórum PORTUGAL SOU EU Julh 2014 Cnteúd 1. Intrduçã... 2 2. Enquadrament... 2 3. Públic-Alv... 2 4. Objetivs da Cnsulta... 3 5. Cndições

Leia mais

Orientações e Recomendações Orientações relativas à informação periódica a apresentar à ESMA pelas Agências de notação de risco

Orientações e Recomendações Orientações relativas à informação periódica a apresentar à ESMA pelas Agências de notação de risco Orientações e Recmendações Orientações relativas à infrmaçã periódica a apresentar à ESMA pelas Agências de ntaçã de risc 23/06/15 ESMA/2015/609 Índice 1 Âmbit de aplicaçã... 3 2 Definições... 3 3 Objetiv

Leia mais

ISO 9001:2008 alterações à versão de 2000

ISO 9001:2008 alterações à versão de 2000 ISO 9001:2008 alterações à versã de 2000 Já passaram quase it ans desde que a versã da ISO 9001 d an 2000 fi publicada, que cnduziu à necessidade de uma grande mudança para muitas rganizações, incluind

Leia mais

OBJECTIVO. Ligação segura às redes públicas de telecomunicações, sob o ponto de vista dos clientes e dos operadores;

OBJECTIVO. Ligação segura às redes públicas de telecomunicações, sob o ponto de vista dos clientes e dos operadores; Prcediments de Avaliaçã das ITED ANACOM, 1ª ediçã Julh 2004 OBJECTIVO De acrd cm dispst n nº 1, d artº 22º, d Decret Lei nº 59/2000, de 19 de Abril (adiante designad cm DL59), a cnfrmidade da instalaçã

Leia mais

INSTITUTO SUPERIOR POLITÉCNICO DE VISEU ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DE LAMEGO EDITAL

INSTITUTO SUPERIOR POLITÉCNICO DE VISEU ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DE LAMEGO EDITAL EDITAL CANDIDATURA AOS CURSOS TÉCNICOS SUPERIORES PROFISSIONAIS (CTeSP) 2015 CONDIÇÕES DE ACESSO 1. Pdem candidatar-se a acess de um Curs Técnic Superir Prfissinal (CTeSP) da ESTGL tds s que estiverem

Leia mais

EIXO 3 CONECTIVIDADE E ARTICULAÇÃO TERRITORIAL AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO N.º 2

EIXO 3 CONECTIVIDADE E ARTICULAÇÃO TERRITORIAL AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO N.º 2 EIXO 3 CONECTIVIDADE E ARTICULAÇÃO TERRITORIAL REGULAMENTO ESPECÍFICO: EQUIPAMENTOS PARA A COESÃO LOCAL AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO N.º 2 Ns terms d regulament específic Equipaments para a Cesã Lcal,

Leia mais

RELATOR: Senador EUNÍCIO OLIVEIRA

RELATOR: Senador EUNÍCIO OLIVEIRA De Plenári, err1 substituiçã à COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E CIDADANIA, sbre Prjet de Lei da Câmara 209, de 2015, de autria d Deputad Aeltn Freitas, que altera a Lei n 8.906, de 4 de julh de 1994

Leia mais

Promover a obtenção de AIM (Autorização de Introdução no Mercado) no estrangeiro de medicamentos criados e desenvolvidos em Portugal.

Promover a obtenção de AIM (Autorização de Introdução no Mercado) no estrangeiro de medicamentos criados e desenvolvidos em Portugal. SIUPI SISTEMA DE INCENTIVOS À UTILIZAÇÃO DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL FICHA DE MEDIDA Apia prjects que visem estimular investiment em factres dinâmics de cmpetitividade, assciads à invaçã tecnlógica, a design

Leia mais

Novas Salvaguardas Ambientais e Sociais

Novas Salvaguardas Ambientais e Sociais Nvas Salvaguardas Ambientais e Sciais Discussões Técnicas de Gvern ESS10 Acess a Infrmaçã e engajament de stakehlders 15 de utubr, 2014 Objetivs da ESS10 (1/2) Delinear uma abrdagem sistemática para engajament

Leia mais

DISSERTAÇÃO NOS MESTRADOS INTEGRADOS NORMAS PARA O SEU FUNCIONAMENTO

DISSERTAÇÃO NOS MESTRADOS INTEGRADOS NORMAS PARA O SEU FUNCIONAMENTO DISSERTAÇÃO NOS MESTRADOS INTEGRADOS NORMAS PARA O SEU FUNCIONAMENTO 1. PREÂMBULO... 1 2. NATUREZA E OBJECTIVOS... 1 3. MODO DE FUNCIONAMENTO... 2 3.1 REGIME DE ECLUSIVIDADE... 2 3.2 OCORRÊNCIAS... 2 3.3

Leia mais

MENSAGEM Nº 458, DE 30 DE JUNHO DE 2008.

MENSAGEM Nº 458, DE 30 DE JUNHO DE 2008. MENSAGEM Nº 458, DE 30 DE JUNHO DE 2008. Senhr Presidente d Senad Federal, Cmunic a Vssa Excelência que, ns terms d 1 d art. 66 da Cnstituiçã, decidi vetar parcialmente, pr incnstitucinalidade e cntrariedade

Leia mais

PLD (Preço de Liquidação das Diferenças)

PLD (Preço de Liquidação das Diferenças) 20 05 3 PLD (Preç de Liquidaçã das Diferenças) PLD - 4ª Semana de Mai de 203 (8.05.203 a 24.05.203) PLD médi PLD médi 2 R$/MWh Sudeste Sul Nrdeste Nrte Sudeste 34,58 344,32 Pesada 360,7 360,7 360,7 360,7

Leia mais

CIRCULAR. Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007. Gestão do Currículo na Educação Pré-Escolar. Contributos para a sua Operacionalização

CIRCULAR. Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007. Gestão do Currículo na Educação Pré-Escolar. Contributos para a sua Operacionalização CIRCULAR Data: 2007/10/10 Númer d Prcess: DSDC/DEPEB/2007 Assunt: GESTÃO DO CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007 Para: Inspecçã-Geral de Educaçã Direcções Reginais de Educaçã

Leia mais

GUIA DE RELACIONAMENTO MT-COR: 001 Revisão: 000

GUIA DE RELACIONAMENTO MT-COR: 001 Revisão: 000 GUIA DE RELACIONAMENTO MT-COR: 001 Revisã: 000 A Mercur S.A., empresa estabelecida desde 1924, se precupa em cnduzir as suas relações de acrd cm padrões étics e cmerciais, através d cumpriment da legislaçã

Leia mais

Relatório de Gerenciamento de Riscos

Relatório de Gerenciamento de Riscos Relatóri de Gerenciament de Riscs 2º Semestre de 2014 1 Sumári 1. Intrduçã... 3 2. Gerenciament de Riscs... 3 3. Risc de Crédit... 4 3.1. Definiçã... 4 3.2. Gerenciament... 4 3.3. Limites de expsiçã à

Leia mais

Introdução: marco normativo internacional e nacional

Introdução: marco normativo internacional e nacional Cidade d Panamá, 21 de abril de 2014 A Assciaçã para a Prevençã da Trtura vem pr mei desta, em respsta a fíci n. 122/2014/CAO-DH enviad pel Centr de Api Operacinal das Prmtrias de Justiça de Defesa ds

Leia mais

Resíduos Sólidos Urbanos: Como alavancar investimentos e viabilizar a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos

Resíduos Sólidos Urbanos: Como alavancar investimentos e viabilizar a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos Resídus Sólids Urbans: Cm alavancar investiments e viabilizar a implantaçã da Plítica Nacinal de Resídus Sólids Seminári BNDES-BID-ABDE Brasília, 07 de Mai de 2015 Área de Mei Ambiente Guilherme Martins

Leia mais

REP REGISTO DOS PROFISSIONAIS DO EXERCICIO

REP REGISTO DOS PROFISSIONAIS DO EXERCICIO REP REGISTO DOS PROFISSIONAIS DO EXERCICIO Um prject eurpeu em clabraçã cm a EHFA Eurpean Health and Fitness Assciatin, cm sede em Bruxelas Regist ds Prfissinais Intrduçã Estams numa fase em que a Tutela

Leia mais

Florianópolis, 25 de janeiro de 2016 EDITAL PARA CANDIDATURA À SEDE DO 6º ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES DE ENGENHARIA CIVIL 2017

Florianópolis, 25 de janeiro de 2016 EDITAL PARA CANDIDATURA À SEDE DO 6º ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES DE ENGENHARIA CIVIL 2017 Flrianóplis, 25 de janeir de 2016 EDITAL PARA CANDIDATURA À SEDE DO 6º ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES DE ENGENHARIA CIVIL 2017 1) Cnsiderações Gerais: A Federaçã Nacinal ds Estudantes de Engenharia Civil

Leia mais

Pessoal, vislumbro recursos na prova de conhecimentos específicos de Gestão Social para as seguintes questões:

Pessoal, vislumbro recursos na prova de conhecimentos específicos de Gestão Social para as seguintes questões: Pessal, vislumbr recurss na prva de cnheciments específics de Gestã Scial para as seguintes questões: Questã 01 Questã 11 Questã 45 Questã 51 Questã 56 Vejams as questões e arguments: LEGISLAÇÃO - GESTÃO

Leia mais

GESTÃO DE LABORATÓRIOS

GESTÃO DE LABORATÓRIOS Seminári Luanda, 26,27,28,29 e 30 de Mai de 2014 - Htel **** Guia Prática GESTÃO DE LABORATÓRIOS Finanças Assegure uma gestã eficaz de tdas as áreas 40 hras de Frmaçã Especializada Cnceits ecnómic-financeirs

Leia mais

XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica

XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica XVIII Seminári Nacinal de Distribuiçã de Energia Elétrica SENDI 2008-06 a 10 de utubr 7.2 Olinda - Pernambuc - Brasil Autmaçã na Distribuiçã: O Prcess de autmaçã ds equipaments de linha na rede CELPE.

Leia mais

A SUPERINFLAÇÃO BRASILEIRA EM 1989: NOTAS E COMENTÁRIOS

A SUPERINFLAÇÃO BRASILEIRA EM 1989: NOTAS E COMENTÁRIOS A SUPERINFLAÇÃ BRASILEIRA EM 1989: NTAS E MENTÁRIS Gentil Crazza* "A inflaçã é uma frma de distribuir s ganhs e as perdas através das frças impessais d mercad." Charles Kindieberger Intrduçã A ecnmia e

Leia mais

Supply Chain Game. EXERCÍCIOS PRÁTICOS DE LOGÍSTICA E CADEIA DE SUPRIMENTOS Autor: Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves

Supply Chain Game. EXERCÍCIOS PRÁTICOS DE LOGÍSTICA E CADEIA DE SUPRIMENTOS Autor: Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves Supply Chain Game EXERCÍCIOS PRÁTICOS DE LOGÍSTICA E CADEIA DE SUPRIMENTOS Autr: Prf. Dr. Daniel Bertli Gnçalves Exercíci Prátic 1 Simuland uma Cadeia e planejand seus estques Lcal: em sala de aula Material

Leia mais

Anexo V. Software de Registro Eletrônico em Saúde. Implantação em 2 (duas) Unidades de Saúde

Anexo V. Software de Registro Eletrônico em Saúde. Implantação em 2 (duas) Unidades de Saúde Anex V Sftware de Registr Eletrônic em Saúde Implantaçã em 2 (duas) Unidades de Saúde Índice 1 INTRODUÇÃO... 3 2 ESTRATÉGIAS E PROCEDIMENTOS DE IMPLANTAÇÃO... 3 4 INFRAESTRUTURA NAS UNIDADES DE SAÚDE -

Leia mais

Relatório de Gerenciamento de Riscos

Relatório de Gerenciamento de Riscos Relatóri de Gerenciament de Riscs 2º Semestre de 2015 1 Sumári 1. Intrduçã... 3 2. Gerenciament de Riscs... 3 2.1. Organgrama... 4 3. Risc de Crédit... 4 3.1. Definiçã... 4 3.2. Gerenciament... 4 3.3.

Leia mais

Anexo 03 Recomendação nº 3: estatuto padrão, estatuto fundamental e contrato social

Anexo 03 Recomendação nº 3: estatuto padrão, estatuto fundamental e contrato social Anex 03 Recmendaçã nº 3: estatut padrã, estatut fundamental e cntrat scial 1. Resum 01 Atualmente, Estatut da Crpraçã da Internet para a atribuiçã de nmes e númers (ICANN) tem um mecanism únic para alterações.

Leia mais

Este documento tem como objetivo definir as políticas referentes à relação entre a Sioux e seus funcionários.

Este documento tem como objetivo definir as políticas referentes à relação entre a Sioux e seus funcionários. OBJETIVO Este dcument tem cm bjetiv definir as plíticas referentes à relaçã entre a Siux e seus funcináris. A Siux se reserva direit de alterar suas plíticas em funçã ds nvs cenáris da empresa sem avis

Leia mais

Vensis PCP. Rua Américo Vespúcio, 71 Porto Alegre / RS (51) 3012-4444 comercial@vensis.com.br www.vensis.com.br

Vensis PCP. Rua Américo Vespúcio, 71 Porto Alegre / RS (51) 3012-4444 comercial@vensis.com.br www.vensis.com.br Vensis PCP Vensis PCP O PCP é módul de planejament e cntrle de prduçã da Vensis. Utilizad n segment industrial, módul PCP funcina de frma ttalmente integrada a Vensis ERP e permite às indústrias elabrar

Leia mais

ANA, Aeroportos de Portugal, S.A. Plano de Acções de Gestão e Redução de Ruído para o Aeroporto de Lisboa Resumo Não-Técnico

ANA, Aeroportos de Portugal, S.A. Plano de Acções de Gestão e Redução de Ruído para o Aeroporto de Lisboa Resumo Não-Técnico ANA, Aerprts de Prtugal, S.A. Plan de Acções de Gestã e Reduçã de Ruíd para Aerprt de Lisba Resum Nã-Técnic Janeir 2014 Aerprt de lisba Plan de Ações de Gestã e Reduçã de Ruíd 2013-2018 Cnteúd CONTEÚDO...

Leia mais

A nova metodologia de apuração do DI propõe que o cálculo seja baseado em grupos de taxas e volumes, não mais em operações.

A nova metodologia de apuração do DI propõe que o cálculo seja baseado em grupos de taxas e volumes, não mais em operações. Taxa DI Cetip Critéri de apuraçã a partir de 07/10/2013 As estatísticas d ativ Taxa DI-Cetip Over (Extra-Grup) sã calculadas e divulgadas pela Cetip, apuradas cm base nas perações de emissã de Depósits

Leia mais

Resultados Consolidados 3º Trimestre de 2014

Resultados Consolidados 3º Trimestre de 2014 SAG GEST Sluções Autmóvel Glbais, SGPS, SA Sciedade Aberta Estrada de Alfragide, nº 67, Amadra Capital Scial: 169.764.398 Eurs Matriculada na Cnservatória d Regist Cmercial da Amadra sb númer únic de matrícula

Leia mais

Resumo Executivo - Funcionalidades 1 INTRODUÇÃO

Resumo Executivo - Funcionalidades 1 INTRODUÇÃO 1 INTRODUÇÃO A crescente cmplexidade ds prjets, a quantidade de infrmaçã que lhes está assciada e aument d númer de intervenientes n prcess cnstrutiv, transfrmaram a indústria da cnstruçã numa indústria

Leia mais

Programa Agora Nós Voluntariado Jovem. Namorar com Fair Play

Programa Agora Nós Voluntariado Jovem. Namorar com Fair Play Prgrama Agra Nós Vluntariad Jvem Namrar cm Fair Play INTRODUÇÃO A vilência na intimidade nã se circunscreve às relações cnjugais, estand presente quer nas relações de namr, quer nas relações juvenis casinais.

Leia mais

Novas Salvaguardas Ambientais e Sociais

Novas Salvaguardas Ambientais e Sociais Nvas Salvaguardas Ambientais e Sciais Discussões Técnicas de Gvern ESS1 Avaliaçã e Gerenciament de Riscs e Impacts Sciais e Ambientais 15 de utubr, 2014 Objetivs da ESS1 Identificar, avaliar e gerir s

Leia mais

WORKSHOPS SOBRE AS POSSIBILIDADES DE COOPERAÇÃO / CONCENTRAÇÃO NO SECTOR AUXILIAR NAVAL

WORKSHOPS SOBRE AS POSSIBILIDADES DE COOPERAÇÃO / CONCENTRAÇÃO NO SECTOR AUXILIAR NAVAL WORKSHOPS SOBRE AS POSSIBILIDADES DE COOPERAÇÃO / CONCENTRAÇÃO NO SECTOR AUXILIAR NAVAL ÍNDICE I. Apresentaçã e bjectivs d wrkshp II. III. Resultads ds inquérits Ambiente cmpetitiv Negóci Suprte Prcesss

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO DO CANDIDATO E DO GRUPO FAMILIAR (fotocópia).

IDENTIFICAÇÃO DO CANDIDATO E DO GRUPO FAMILIAR (fotocópia). DOCUMENTAÇÃO PARA O PROUNI Cmprvaçã de dcuments Ensin Médi; Ficha de Inscriçã, Identificaçã d Candidat e d Grup Familiar; Cmprvaçã de Endereç d Candidat e d Grup Familiar; Cmprvaçã de renda d Candidat

Leia mais

Adesão à CCEE. Versão 1 -> Versão 2

Adesão à CCEE. Versão 1 -> Versão 2 Prcediment de Cmercializaçã Cntrle de Alterações Adesã à CCEE Versã 1 -> Versã 2 Versã 2 METODOLOGIA DO Text em realce refere-se à inserçã de nva redaçã Text tachad refere-se à exclusã de redaçã. Alterações

Leia mais

PRINCIPAIS REQUISITOS: Regra final sobre Programas de Verificação do Fornecedor Estrangeiro Em resumo

PRINCIPAIS REQUISITOS: Regra final sobre Programas de Verificação do Fornecedor Estrangeiro Em resumo O FDA ferece esta traduçã cm um serviç para um grande públic internacinal. Esperams que vcê a ache útil. Embra a agência tenha tentad bter uma traduçã mais fiel pssível à versã em inglês, recnhecems que

Leia mais

PROCEDIMENTO ESPECÍFICO OPERAÇÕES DE DESMATAÇÃO, DESARBORIZAÇÃO E APLICAÇÃO DE FITOFARMACÊUTICOS

PROCEDIMENTO ESPECÍFICO OPERAÇÕES DE DESMATAÇÃO, DESARBORIZAÇÃO E APLICAÇÃO DE FITOFARMACÊUTICOS Página 1 de 9 0 CONTROLO DE REVISÕES... 2 1 OBJECTIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO... 2 2 REFERÊNCIAS... 2 3 DEFINIÇÕES... 2 4 ABREVIATURAS... 3 5 PROCEDIMENTO... 3 5.1 NECESSIDADE DE DESARBORIZAÇÃO OU DESMATAÇÃO...

Leia mais

Regulamento para realização do Trabalho de Conclusão de Curso

Regulamento para realização do Trabalho de Conclusão de Curso Universidade Federal d Ceará Campus de Sbral Curs de Engenharia da Cmputaçã Regulament para realizaçã d Trabalh de Cnclusã de Curs Intrduçã Este dcument estabelece as regras básicas para funcinament das

Leia mais

Artigo 12 Como montar um Lava Jato

Artigo 12 Como montar um Lava Jato Artig 12 Cm mntar um Lava Jat Antigamente era cmum bservar as pessas, n final de semana, cm seus carrs, bucha e sabã nas mãs. Apesar de ainda haver pessas que preferem fazer serviç suj szinhas, s lava

Leia mais

Anexo - Comentários da Autoridade da Concorrência à proposta da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos de revisão regulamentar do Setor Elétrico

Anexo - Comentários da Autoridade da Concorrência à proposta da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos de revisão regulamentar do Setor Elétrico Anex - Cmentáris da Autridade da Cncrrência à prpsta da Entidade Reguladra ds Serviçs Energétics de revisã regulamentar d Setr Elétric 1. Tarifas G 1. Em geral, n cntext prtuguês, a tarifa G terá puc significad

Leia mais

Passo 1 - Conheça as vantagens do employeeship para a empresa

Passo 1 - Conheça as vantagens do employeeship para a empresa Manual Cm intrduzir emplyeeship na empresa Índice Intrduçã Pass 1 - Cnheça as vantagens d emplyeeship para a empresa Pass 2 - Saiba que é a cultura emplyeeship Pass 3 - Aprenda a ter "bns" empregads Pass

Leia mais

Guia Prático do Estágio. Seu Estágio em 5 Passos

Guia Prático do Estágio. Seu Estágio em 5 Passos Guia Prátic d Estági Seu Estági em 5 Passs O que é Estági? A atividade de estági é um fatr significativ na frmaçã d prfissinal, pr prprcinar a interaçã d alun cm a realidade da prfissã e a cmplementaçã

Leia mais

Sua hora chegou. Faça a sua jogada. REGULAMENTO. Prêmio de Empreendedorismo James McGuire 2016

Sua hora chegou. Faça a sua jogada. REGULAMENTO. Prêmio de Empreendedorismo James McGuire 2016 Sua hra chegu. Faça a sua jgada. REGULAMENTO Prêmi de Empreendedrism James McGuire 2016 Salvadr, nvembr de 2015. REGULAMENTO Prêmi de Empreendedrism James McGuire 2016 é uma cmpetiçã interna da Laureate

Leia mais

Copyright 1999-2006 GrupoPIE Portugal, S.A. Manual Utilizador

Copyright 1999-2006 GrupoPIE Portugal, S.A. Manual Utilizador Reprts Relatóris à sua Medida Reprts Cpyright 1999-2006 GrupPIE Prtugal, S.A. Reprts 1. WinREST Reprts...5 1.1. Licença...6 1.2. Linguagem...7 1.3. Lgin...7 1.4. Página Web...8 2. Empresas...9 2.1. Cm

Leia mais

Banco Industrial do Brasil S.A. Gerenciamento de Capital

Banco Industrial do Brasil S.A. Gerenciamento de Capital Banc Industrial d Brasil S.A. Gerenciament de Capital 2014 1 Sumári 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJETIVO... 3 3. ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL... 4 4. PLANO DE CAPITAL... 5 5. RESPONSABILIDADES... 6

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS REALIZAR MANUTENÇÃO PREDIAL

MANUAL DE PROCEDIMENTOS REALIZAR MANUTENÇÃO PREDIAL Códig: MAP-DILOG-002 Versã: 00 Data de Emissã: 01/01/2013 Elabrad pr: Gerência de Instalações Aprvad pr: Diretria de Lgística 1 OBJETIVO Estabelecer cicl d prcess para a manutençã predial crretiva e preventiva,

Leia mais

INFORMAÇÃO GAI. Apoios às empresas pela contratação de trabalhadores

INFORMAÇÃO GAI. Apoios às empresas pela contratação de trabalhadores INFORMAÇÃO GAI Apis às empresas pela cntrataçã de trabalhadres N âmbit das plíticas de empreg, Gvern tem vind a criar algumas medidas de api às empresas pela cntrataçã de trabalhadres, n entant tem-se

Leia mais

PM 3.5 Versão 1 PdC Versão 1

PM 3.5 Versão 1 PdC Versão 1 Prcediment de Cmercializaçã Cntrle de Alterações PdC CZ.01 PM 3.5 Versã 1 PdC Versã 1 Alterad Layut d dcument. Alterad term de Prcediment de Mercad para Prcediment de Cmercializaçã. Inserid índice. Alterada

Leia mais

PROGRAMA DE AÇÃO PARA O ANO 2016

PROGRAMA DE AÇÃO PARA O ANO 2016 PROGRAMA DE AÇÃO PARA O ANO 2016 Tend presente a Missã da Federaçã Prtuguesa de Autism: Defesa incndicinal ds direits das pessas cm Perturbações d Espectr d Autism e suas famílias u representantes. Representaçã

Leia mais

Versões Todos os módulos devem ser atualizados para as versões a partir de 03 de outubro de 2013.

Versões Todos os módulos devem ser atualizados para as versões a partir de 03 de outubro de 2013. Serviç de Acess as Móduls d Sistema HK (SAR e SCF) Desenvlvems uma nva ferramenta cm bjetiv de direcinar acess ds usuáris apenas as Móduls que devem ser de direit, levand em cnsideraçã departament de cada

Leia mais

CAE Rev_3: 47990 VENDAS AUTOMÁTICAS (VENDING)

CAE Rev_3: 47990 VENDAS AUTOMÁTICAS (VENDING) O cnteúd infrmativ dispnibilizad pela presente ficha nã substitui FUNCHAL CAE Rev_3: 47990 VENDAS AUTOMÁTICAS (VENDING) ÂMBITO A atividade de venda autmática deve bedecer à legislaçã aplicável à venda

Leia mais

REGULAMENTO DA CAMPANHA DO DIA MUNDIAL DE COMBATE A PÓLIO 2015 1

REGULAMENTO DA CAMPANHA DO DIA MUNDIAL DE COMBATE A PÓLIO 2015 1 REGULAMENTO DA CAMPANHA DO DIA MUNDIAL DE COMBATE A PÓLIO 2015 1 DISPOSIÇÕES GERAIS A campanha d Dia Mundial de Cmbate à Plimielite (também cnhecida cm paralisia infantil), celebrad n dia 24 de utubr,

Leia mais

GUIA DE APOIO AO PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO DE

GUIA DE APOIO AO PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO DE GUIA DE APOIO AO PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO DE Reprte de Ameaça Iminente de Dan Ambiental e de Ocrrência de Dan Ambiental n Âmbit d Regime da Respnsabilidade Ambiental Agência Prtuguesa d Ambiente Julh

Leia mais

PARCERIA PÚBLICO PRIVADA SETOR HABITACIONAL JARDINS MANGUEIRAL

PARCERIA PÚBLICO PRIVADA SETOR HABITACIONAL JARDINS MANGUEIRAL PARCERIA PÚBLICO PRIVADA SETOR HABITACIONAL JARDINS MANGUEIRAL Jardins Mangueiral Primeira Parceria Públic-Privada d Brasil Jardins Mangueiral Famílias beneficiadas: 8.000. Casas de dis e três quarts

Leia mais

ANEXO CONDIÇÕES OU RESTRIÇÕES RESPEITANTES À UTILIZAÇÃO SEGURA E EFICAZ DO MEDICAMENTO A SEREM IMPLEMENTADAS PELOS ESTADOS-MEMBROS

ANEXO CONDIÇÕES OU RESTRIÇÕES RESPEITANTES À UTILIZAÇÃO SEGURA E EFICAZ DO MEDICAMENTO A SEREM IMPLEMENTADAS PELOS ESTADOS-MEMBROS ANEXO CONDIÇÕES OU RESTRIÇÕES RESPEITANTES À UTILIZAÇÃO SEGURA E EFICAZ DO MEDICAMENTO A SEREM IMPLEMENTADAS PELOS ESTADOS-MEMBROS 1 Os Estads-Membrs devem garantir que tdas as cndições u restrições relativas

Leia mais

Processos de desumidificação visam manter a Umidade Relativa do Ar em níveis abaixo de 50%.

Processos de desumidificação visam manter a Umidade Relativa do Ar em níveis abaixo de 50%. 1. TEORIA Para prcesss específics de utilizaçã, é necessári manter cndições de temperatura e umidade relativa d ar em cndições específicas para prduçã e u trabalh. Prcesss de desumidificaçã visam manter

Leia mais

3. VISÃO DE FUTURO E ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO DE LONGO PRAZO

3. VISÃO DE FUTURO E ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO DE LONGO PRAZO 3. VISÃO DE FUTURO E ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO DE LONGO PRAZO 47 48 3.1. VISÃO DE FUTURO DO MAIS RN PARA 2035 A classe empresarial ptiguar apresenta para a sciedade uma Visã de Futur usada e desafiadra.

Leia mais

PROJECTO EDUCATIVO ANO LECTIVO 2007-2008

PROJECTO EDUCATIVO ANO LECTIVO 2007-2008 PROJECTO EDUCATIVO ANO LECTIVO 2007-2008 INTRODUÇÃO Prject educativ dcument que cnsagra a rientaçã educativa da escla, elabrad e aprvad pels órgãs de administraçã e gestã, n qual se explicitam s princípis,

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE CIÊNCIAS APLICADAS Cidade Universitária de Limeira

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE CIÊNCIAS APLICADAS Cidade Universitária de Limeira DIRETRIZES PARA ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO DOS CURSOS DE GESTÃO 1 Sumári I. O Estági em Gestã...3 II. O Estági curricular...4 III. Acmpanhament e avaliaçã...5 IV. Mdels de Plan de Atividades e de Relatóri...5

Leia mais

CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO II PROJETO BÁSICO: JORNADA AGIR

CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO II PROJETO BÁSICO: JORNADA AGIR CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO II PROJETO BÁSICO: JORNADA AGIR 1. Históric da Jrnada AGIR Ns ambientes crprativs atuais, a adçã de um mdel de gestã integrada é uma decisã estratégica n api às tmadas

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO ANTECEDENTES CRIMINAIS

MANUAL DO USUÁRIO ANTECEDENTES CRIMINAIS SISTEMA DE INFORMAÇÃO E GESTÃO INTEGRADA POLICIAL Elabrad: Equipe SAG Revisad: Aprvad: Data: 11/09/2008 Data: 10/10/2008 Data: A autenticaçã d dcument cnsta n arquiv primári da Qualidade Referencia: Help_Online_Antecedentes_Criminais.dc

Leia mais

PM 3.5 Versão 2 PdC Versão 1

PM 3.5 Versão 2 PdC Versão 1 Prcediment de Cmercializaçã Cntrle de Alterações PM 3.5 Versã 2 PdC Versã 1 PM 3.5 Versã 2 PdC Versã 1 Alterad Layut d dcument. Alterad term de Prcediment de Mercad para Prcediment de Cmercializaçã. Inserid

Leia mais

RISCOS DO MERCADO LIVRE X MERCADO CATIVO

RISCOS DO MERCADO LIVRE X MERCADO CATIVO Centr Universitári Fundaçã Sant André MBA em Gestã de Energia Disciplina Geraçã de Riscs Prfessr Rdrig Cutri RISCOS DO MERCADO LIVRE X MERCADO CATIVO Denilsn Freire Mendes Lúcia Yukie Nakada Matsumt Talita

Leia mais

1 CORRIDA NOTURNA UNIMED CASCAVEL REGULAMENTO OFICIAL

1 CORRIDA NOTURNA UNIMED CASCAVEL REGULAMENTO OFICIAL 1 CORRIDA NOTURNA UNIMED CASCAVEL A 1 Crrida Nturna Unimed Cascavel é uma nva prpsta de lazer, diversã, prmçã da saúde e da qualidade de vida ds mradres de Cascavel e Regiã. O event é cmpst pr crrida,

Leia mais

Extrator de Sucos Modelo

Extrator de Sucos Modelo O PREÇO ALIADO À QUALIDADE METALÚRGICA SIEMSEN LTDA. Rua: Anita Garibaldi, nº 22 - Bairr: Sã Luiz - CEP: 8851-10 Brusque - Santa Catarina - Brasil Fne: +55 (0 )7 211 000 / 255 2000 Fax: +55 (0 )7 211 020

Leia mais

Perguntas frequentes sobre o Programa Banda Larga nas Escolas

Perguntas frequentes sobre o Programa Banda Larga nas Escolas Perguntas frequentes sbre Prgrama Banda Larga nas Esclas 1. Qual bjetiv d Prgrama Banda Larga nas Esclas? O Prgrama Banda Larga nas Esclas tem cm bjetiv cnectar tdas as esclas públicas à internet, rede

Leia mais

Unidade 7: Sínteses de evidências para políticas

Unidade 7: Sínteses de evidências para políticas Unidade 7: Sínteses de evidências para plíticas Objetiv da Unidade Desenvlver um entendiment cmum d que é uma síntese de evidências para plíticas, que inclui e cm pde ser usada 3 O que é uma síntese de

Leia mais

PROTOCOLO FINANCEIRO E DE COOPERAÇÃO

PROTOCOLO FINANCEIRO E DE COOPERAÇÃO PROTOCOLO FINANCEIRO E DE COOPERAÇÃO MUNICÍPIO DE PAREDES DE COURA Fund Lcal n Cncelh de Paredes de Cura PROTOCOLO FINANCEIRO E DE COOPERAÇÃO Entre: O Municípi de Paredes de Cura, pessa clectiva nº 506

Leia mais

ORGANIZAÇÕES DE ECONOMIA SOCIAL: O QUE AS DISTINGUE E COMO PODEM SER SUSTENTÁVEIS 1. Américo M. S. Carvalho Mendes

ORGANIZAÇÕES DE ECONOMIA SOCIAL: O QUE AS DISTINGUE E COMO PODEM SER SUSTENTÁVEIS 1. Américo M. S. Carvalho Mendes ORGANIZAÇÕES DE ECONOMIA SOCIAL: O QUE AS DISTINGUE E COMO PODEM SER SUSTENTÁVEIS 1 Améric M. S. Carvalh Mendes Área Transversal de Ecnmia Scial Universidade Católica Prtuguesa - Prt 1. SECTOR DA ECONOMIA

Leia mais

Primeira Intervenção (Oradores)

Primeira Intervenção (Oradores) Oeiras, Ambiente e Mei Urban - Relatóri da Sessã Cm bjectiv de trnar prcess de revisã d PDM Oeiras numa prtunidade de definir um cnjunt de estratégias e linhas de acçã sólidas e eficazes na cncretizaçã,

Leia mais

Descrição do serviço. Visão geral do serviço. Escopo dos serviços Copilot Optimize. Copilot Optimize CAA-1000. Escopo

Descrição do serviço. Visão geral do serviço. Escopo dos serviços Copilot Optimize. Copilot Optimize CAA-1000. Escopo Descriçã d serviç Cpilt Optimize CAA-1000 Visã geral d serviç Esta Descriçã d serviç ( Descriçã d serviç ) é firmada pr vcê, cliente, ( vcê u Cliente ) e a entidade da Dell identificada na fatura de cmpra

Leia mais

Processo/Instruções de Pagamento para Aplicação no Programa de Sustentabilidade de Pequenas Empresas

Processo/Instruções de Pagamento para Aplicação no Programa de Sustentabilidade de Pequenas Empresas Prcess/Instruções de Pagament para Aplicaçã n Prgrama de Sustentabilidade de Pequenas Empresas Requisits de Elegibilidade 1. A empresa deve estar lcalizada em znas de cnstruçã activa na Alum Rck Avenue

Leia mais

Capítulo VII Projetos de eficiência energética em iluminação pública Por Luciano Haas Rosito*

Capítulo VII Projetos de eficiência energética em iluminação pública Por Luciano Haas Rosito* 20 Api O Setr Elétric / Julh de 2009 Desenvlviment da Iluminaçã Pública n Brasil Capítul VII Prjets de eficiência energética em iluminaçã pública Pr Lucian Haas Rsit* Neste capítul abrdarems s prjets de

Leia mais

Resultados Consolidados 1º Trimestre de 2015

Resultados Consolidados 1º Trimestre de 2015 SAG GEST Sluções Autmóvel Glbais, SGPS, SA Sciedade Aberta Estrada de Alfragide, nº 67, Amadra Capital Scial: 169.764.398 Eurs Matriculada na Cnservatória d Regist Cmercial da Amadra sb númer únic de matrícula

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Escrituração Contábil Digital ECD

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Escrituração Contábil Digital ECD Parecer Cnsultria Tributária Segments Escrituraçã Cntábil Digital ECD 23/12/2013 Parecer Cnsultria Tributária Segments Títul d dcument Sumári Sumári... 2 1. Questã... 3 2. Nrmas Apresentadas Pel Cliente...

Leia mais

Prova Escrita e Prova Oral de Inglês

Prova Escrita e Prova Oral de Inglês AGRUPAMENTO DE ESCOLAS AURÉLIA DE SOUSA PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA Prva Escrita e Prva Oral de Inglês 11.º An de esclaridade DECRETO-LEI n.º 139/2012, de 5 de julh Prva (n.º367) 1.ªe 2.ª Fase 6

Leia mais

ÍNDICE. 7 Implementação e Monitorização... 90 7.1 Medidas e recomendações... 90 7.2 Monitorização... 92. 8 Conclusões... 96

ÍNDICE. 7 Implementação e Monitorização... 90 7.1 Medidas e recomendações... 90 7.2 Monitorização... 92. 8 Conclusões... 96 PLANO ESTRATÉGICO DOS RESÍDUOS HOSPITALARES 2010-2016 AVALIAÇÃO AMBIENTAL ESTRATÉGICA RELATÓRIO AMBIENTAL AGÊNCIA PORTUGUESA DO AMBIENTE DIRECÇÃO-GERAL DA SAÚDE MARÇO DE 2010 ÍNDICE 1 Intrduçã... 1 2

Leia mais

CTH - ALERT REFERRAL NOVAS FUNCIONALIDADES/Perfil Administrativo Centro de Saúde

CTH - ALERT REFERRAL NOVAS FUNCIONALIDADES/Perfil Administrativo Centro de Saúde Cnsulta a Temp e Hras CTH - ALERT REFERRAL NOVAS FUNCIONALIDADES/Perfil Administrativ Centr de Saúde 2013 ALERT Life Sciences Cmputing, S.A.. Tds s direits reservads. A ALERT Life Sciences Cmputing, S.A.

Leia mais

Diretoria de Regulação de Emissores (DRE)

Diretoria de Regulação de Emissores (DRE) Diretria de Regulaçã de Emissres (DRE) Principais alterações a Regulament e Manual d Emissr 14/03/2016 x Cnfidencial Us Us Intern Públic 1 Regulament e Manual: principais alterações Divulgaçã: até 31/març.

Leia mais

Seminário de Gestão Resíduos Sólidos Urbanos

Seminário de Gestão Resíduos Sólidos Urbanos Seminári de Gestã Resídus Sólids Urbans EKOS 2015 Brasília, 27 de agst de 2015 Área de Mei Ambiente Martin Inguville martin.inguville@bndes.gv.br O Resídu Sólid Urban é apenas um ds tips de resídus, embra

Leia mais

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSESSORIA CONTÁBIL

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSESSORIA CONTÁBIL CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSESSORIA CONTÁBIL Cntratante: O CONSELHO REGIONAL DE SERVIÇO SOCIAL - 12º REGIÃO, pessa jurídica de direit públic cnstituída sb a frma de autarquia fiscalizadra,

Leia mais

O desafio da regulação econômico-financeira dos operadores públicos de serviços de saneamento básico no Brasil: primeiras experiências

O desafio da regulação econômico-financeira dos operadores públicos de serviços de saneamento básico no Brasil: primeiras experiências O desafi da regulaçã ecnômic-financeira ds peradres públics de serviçs de saneament básic n Brasil: primeiras experiências Karla Bertcc Trindade VI Fr Iber American de Regulación 11/11/2013 - Mntevide,

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DOS ESTÁGIOS FAFIT

REGULAMENTO GERAL DOS ESTÁGIOS FAFIT O significad das cisas nã está nas cisas em si, mas sim em nssa atitude em relaçã a elas. (Antine de Saint-Exupéry, 1943) CURSOS bacharelads: Administraçã Geral Ciências Cntábeis Direit Educaçã Física

Leia mais

Estratégias de Conservação da Biodiversidade

Estratégias de Conservação da Biodiversidade Estratégias de Cnservaçã da Bidiversidade Estratégia Glbal De entre tds esses prcesss internacinais desenvlvids será de destacar decrrid após a Cnferência de Estclm, de 1972, que daria lugar à criaçã d

Leia mais

ORIENTAÇÕES SOBRE ESTÁGIO

ORIENTAÇÕES SOBRE ESTÁGIO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS Missã d Institut Federal de Educaçã, Ciência e Tecnlgia

Leia mais

3 Aplicações dos Modelos de Análise de Crédito

3 Aplicações dos Modelos de Análise de Crédito 3 Aplicações ds Mdels de Análise de Crédit Pdem ser citads cm principais estuds realizads para previsã de inslvência de pessas jurídicas: Estud de Tamari O estud fi realizad n final da década de 50 e fi

Leia mais

VISTOS, relatados e discutidos os autos do Pedido de Providências 0.970,

VISTOS, relatados e discutidos os autos do Pedido de Providências 0.970, 1 Pedid de Prvidências n" 970 Requerente: Escla Nacinal da Magistratura e Assciaçã ds Magistrads d Brasil. Assunt:Resluçã n 11/2006 CNJ - Atividade jurídica - Curss de Pósgraduaçã - Ediçã de nrma de transiçã.

Leia mais

PROJETO BÁSICO DE LICITAÇÃO PARA CONTRATAÇÃO DE ASSESSORIA CONTÁBIL 002/2013. Item 01. Requisitos básicos com justificação

PROJETO BÁSICO DE LICITAÇÃO PARA CONTRATAÇÃO DE ASSESSORIA CONTÁBIL 002/2013. Item 01. Requisitos básicos com justificação PROJETO BÁSICO DE LICITAÇÃO PARA CONTRATAÇÃO DE ASSESSORIA CONTÁBIL 002/2013 Item 01. Requisits básics cm justificaçã a. Serviç a ser licitad:. Escrituraçã mensal d livr diári; Escrituraçã mensal d livr

Leia mais

GRC - 21 Data da publicação: maio/2015

GRC - 21 Data da publicação: maio/2015 Resum Descreve a d PAULISTA. Sumári 1. Objetiv... 2 2. Públic-alv... 2 3. Definições... 2 3.1. Risc Sciambiental... 2 3.2. Escp da (PRSA)... 2 4. Gvernança da... 2 5. Avaliaçã e gestã d risc sciambiental...

Leia mais

DIRETRIZES E CRITÉRIOS PARA APLICAÇÃO DOS RECURSOS

DIRETRIZES E CRITÉRIOS PARA APLICAÇÃO DOS RECURSOS DIRETRIZES E CRITÉRIOS PARA APLICAÇÃO DOS RECURSOS Prjets n Bima Amazônia A Critéris Orientadres B C D E F Cndicinantes Mínims para Prjets Mdalidades de Aplicaçã ds Recurss Restriçã de Us ds Recurss Critéris

Leia mais

CADASTRAMENTO 1 INTRODUÇÃO

CADASTRAMENTO 1 INTRODUÇÃO CADASTRAMENTO 1 INTRODUÇÃO O cadastrament, previst ns editais de Vestibular da UFCG, é um mecanism para garantir a timizaçã das chamadas ds candidats para a matrícula. Esse é um mecanism imprtantíssim

Leia mais

Contabilidade Martins

Contabilidade Martins DOCUMENTOS PARA CONTABILIDADE Visand melhrar nss intercâmbi administrativ e s serviçs prestads pr este escritóri, remetems instruções cm relaçã a sua mvimentaçã mensal, dand ênfase a cntrle de arquivs,

Leia mais