Primeira Intervenção (Oradores)

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Primeira Intervenção (Oradores)"

Transcrição

1 Oeiras, Ambiente e Mei Urban - Relatóri da Sessã Cm bjectiv de trnar prcess de revisã d PDM Oeiras numa prtunidade de definir um cnjunt de estratégias e linhas de acçã sólidas e eficazes na cncretizaçã, cnsideru a equipa de revisã d Plan ser fundamental assegurar uma adequada participaçã ds agentes culturais e agentes turístics instalads n Cncelh de Oeiras. Esta Sessã de Participaçã cntu cm a presença de Organizações Nã Gvernamentais, Membrs das Juntas de Freguesia e da Assembleia Municipal, Assciações de Mradres, Empresas ligadas a ram ambiental, Urbanistas, OINERGE e Membrs Cmissã de Acmpanhament e técnics da CMO. Apresentam-se de seguida as principais reflexões e cnclusões: Primeira Intervençã (Oradres) Jsé Francisc A mbilidade é um ds factres mais imprtantes em terms territriais; A mbilidade é hje cnsiderada quase cm um direit; Deve manter direit à mbilidade e direit à psse e us d autmóvel, cntud este últim tem de cmeçar a ser restringid em determinads lcais, devid às alterações climáticas e a fact d espaç cupad pels autmóveis é superir a dispnível; A qualidade ds transprtes públics, exceptuad cmbi, é reduzida; O estacinament é utr prblema cmum: As empresas, sediadas em parques de escritóri, devem desenvlver plans de mbilidade empresarial transprtes públics específics para s trabalhadres das empresas; O mesm deve ser pensad para sectr d ensin; Mds intermédis de transprtes públics (Minibus) diminuiçã d númer de autmóveis; A mbilidade está intimamente ligada cm Ambiente (Qualidade d ar; Ruíd; Energia); O planeament deve ser pensad cm um hriznte mair que 10 ans, dever-se-ia pensar a 40/50 ans, uma vez que s pressupsts pdem sfrer alterações significativas (ex: prevê-se que em 2100 a ppulaçã prtuguesa será aprximadamente 6milhões); É extremamente imprtante que Plan Estratégic Nacinal para a Sustentabilidade seja

2 implementad a nível d Municípi; Deve ser dada imprtância, durante este prcess, a factres cm: O ruíd; O nível da água e as suas previsões de subida; A reabilitaçã urbana, pupand assim recurss e s sls; A qualidade d ar; Os resídus prmver e ptenciar a separaçã de lix e a reciclagem, bem cm a reclha prta-a-prta; Os espaçs verdes (Prtugal é país cm menr área de espaçs verdes pr pessa); Perguntas/piniões ds agentes territriais (1) O transprte intermédi, Mini-Bus, parece uma ba sluçã para diminuir transit d cncelh, mas qual a sua rentabilidade após as hras de pnta? E cas d SATU, que tem custs avultads e pucs utilizadres, que fazer? Oeiras é um cncelh semi-urban e semi-rural, que na sua piniã é um factr psitiv a preservar; Adpçã de hrtas urbanas n cncelh de Oeiras; As áreas de serviçs devem ter espaçs verdes mais próxims; Estacinaments Abrigs anti-atómics. A curt praz: Mair/melhr manutençã ds espaçs verdes; Mais znas infantis ns espaçs verdes; Educaçã scial para manter e preservar s espaçs verdes em cndições; Criaçã de espaçs própris para animais; A lng praz: Deixar livres as znas ribeirinhas devid à subida d nível da água. Falta de articulaçã cm a Câmara Municipal de Lisba; Insuficientes cndições de mbilidade (Ex. de Curitiba é um óptim exempl em terms de planeament urban ba ferta de transprtes públics pequens e ba ferta de espaçs verdes); Câmara Municipal de Oeiras 2

3 As hrtas urbanas sã bastante imprtantes para incentivar/melhrar cnceit de cmunidade, de vizinhança, de recnheciment de psse para cm bairr nde vivems; Revitalizar espaç urban espaçs habitáveis 24h/dia. Segunda Intervençã (Oradres) Jsé Francisc Os Mini-Bus, fra das hras de pnta pderiam ser utilizads para transprte de idss/ crianças e realizar utr tip de serviçs. Acresce ainda que é mais eficiente utilizar um veícul de cnsume 8l/100km em detriment de utr que cnsume 50l/100km; É necessári pensar em alternativas e hipóteses para reslver a falta de rentabilidade d SATU, se nã se cnseguir encntrar uma sluçã é melhr cnsiderar seu encerrament; N que tca a estacinament referiu seguinte cas: Durante muits ans, n centr de Lndres, estacinament tinha uma relaçã de 1lugar/2trabalhadres que prvcu uma situaçã de esgtament da rede viária, cntud essa relaçã é hje de 1lugar/100trabalhadres. Esta medida, assciada cm a implementaçã de taxas de entrada n centr de Lndres melhru significativamente a qualidade de vida n interir da cidade; Nã é necessáris trnar s estacinaments em abrigs ant-atómics; A Autridade Metrplitana de Transprtes nã tem um regime legal que pssibilite seu funcinament crrect; O cas de Curitiba nã se pde replicar, uma vez cncelh de Oeiras já está cnstruíd e desenvlvid, que nã era cas de Curitiba. N eix de Mira-Flres existe a hipótese de cncretizar uma mair ferta de transprtes públics. Pensar Oeiras cm um cncelh semi-rural/semiurban pde cnsiderar-se puc sustentável, sbretud devid à dispersã; É preferível ter um desenvlviment cmpact em determinadas znas e assim libertar/preservar znas mais sensíveis que imprta preservar; As cupações híbridas nã sã muit Câmara Municipal de Oeiras 3

4 Miguel P. Amad Vereadra da CMO acnselháveis, é preferível cnstruir em altura e deixar livres as znas periféricas; Os espaçs verdes nem sempre sã cnsiderads sustentáveis devid à regra e devid à insuficiente utilizaçã desses lcais é crucial adptar espécies autóctnes; Criar frmas de mbilidade mais cmpatíveis cm a crise ecnómica bicicleta; A pluiçã está efectivamente a prvcar aqueciment glbal. Cncentrar as pessas em edifícis em altura e em edifícis mists, tal cm Crbusier já tinha prjectad, mstra-se mais sustentável. Em terms de redes de transprtes, estas devem ser pensads à escala de regiões. As câmaras municipais têm puca autridade n que tca as transprtes; Nã existem cndições para aplicar circuits cicláveis em Lisba u em Oeiras dad à sua mrflgia e clima. Perguntas/piniões ds agentes territriais (2) A eficiência energética está a ser prevista neste nv PDM? Edifícis; Transprtes. A Junta Metrplitana de Transprtes nã decide nada: Os municípis nã querem partilhar pder cm as áreas metrplitanas; Existe algum relatóri da avaliaçã da implementaçã d PDM de 94? Sem ele nã é pssível fazer a sua revisã. Oeiras tem 230ha de espaçs verdes cuidads e prevê-se seu cresciment até as 250ha em estruturas verdes secundárias. É imprtante evidenciar a diferença entre s 2 tips de estruturas verdes. Enquant as estruturas verdes principais sã imprtantes para qualificar a paisagem eclógica d cncelh, a estrutura verde secundária permite qualificar cnceit de Câmara Municipal de Oeiras 4

5 vizinhança e qualidade de vida urbana. Terceira Intervençã (Oradres) Jsé Francisc Desenvlver a alternância mdal nã devems utilizar sempre mesm transprte; Para desenvlver us de bicicletas, a transfrmaçã/transiçã deve cmeçar pr fazer-se pela base pels bairrs, nde a velcidade autmóvel é mínima; A transiçã para as znas de distribuiçã deve ser cnseguida através de sinais; É muit imprtante endurecer as plíticas de estacinament; Prblemas entre municípis e regiões: As instituições intermédias sã essenciais para desenvlver a mbilidade municipal; Tem de existir uma hierarquia autritária para que uma instituiçã intermédia cnsiga reslver s prblemas que ultrapassam s municípis; A percepçã d cnsum de recurss a nível municipal é extremamente imprtante; Fazer histrial da estrutura verde principal e da estrutura verde secundária permitirá fazer uma avaliaçã d percurs d cncelh bastante intuitiva e assim cmpreender que é necessári alterar; Em terms de edificad é também imprtante ter em cnsideraçã cnsum de águas; Mair esfrç na reabilitaçã urbana. Perguntas/piniões ds agentes territriais (3) Nã será pssível rentabilizar s estacinaments privads para serem utilizads pr trabalhadres de empresas? Actualmente é cnsumida bastante água ptável que pderia ser pupada através da reutilizaçã de águas, Câmara Municipal de Oeiras 5

6 sbretud águas pluviais; A reutilizaçã de água nã é difícil e s seus benefícis sã bastantes significativs. A mbilidade em Oeiras é melhr que em muits utrs municípis; A reginalizaçã é imprescindível; Prque nã trazer habitações para a prximidade de empresas. Quarta Intervençã (Final) (Oradres) Jsé Francisc Para diminuir us d autmóvel é necessári aumentar preç d estacinament; A utilizaçã de estacinament privad para estacinament de empresas nã é muit aceite pels privads devid à segurança; Substituir s custs em cmbustível, gasts pelas empresas, pr incentivs à utilizaçã de transprtes públics; Desincentivar a ferta de autmóveis empresariais; A densidade urbana que permite uma ecnmia dinâmica e saudável está entre s 150 a 200hab/ha; Em Lisba a densidade ppulacinal é de 70hab/ha que influencia negativamente a sustentabilidade ecnómica esta situaçã deve sbretud a mercad de arrendament. Uma habitaçã e um qutidian mais sustentável permite diminuir significativamente as despesas de uma família; Aumentar a prximidade entre diferentes serviçs Câmara Municipal de Oeiras 6

7 Dr.ª Sílvia Breu Existe relatóri d plan de rdenament d territóri (REOT) e está dispnível a públic para visualizaçã; Os edifícis nã estã prevists n PDM, mas a eficiência energética será equacinada na revisã d PDM. 1. Cnsiderações Finais É necessári trabalhar a uma escala e visã glbal, para que se cnsiga melhrar nível de qualidade lcal; É necessári estimular a Prximidade; A mbilidade é um factr crucial para desenvlviment d cncelh. Câmara Municipal de Oeiras 7

Pobreza, Exclusão e Políticas Públicas inclusivas para a Infância

Pobreza, Exclusão e Políticas Públicas inclusivas para a Infância Clóqui Dinâmicas Actuais da Pbreza e da Exclusã Scial Cnceptualizações, Plíticas e Intervenções Assciaçã Prtuguesa de Scilgia 25 de Nvembr de 2010 Lisba Pbreza, Exclusã e Plíticas Públicas inclusivas para

Leia mais

3. VISÃO DE FUTURO E ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO DE LONGO PRAZO

3. VISÃO DE FUTURO E ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO DE LONGO PRAZO 3. VISÃO DE FUTURO E ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO DE LONGO PRAZO 47 48 3.1. VISÃO DE FUTURO DO MAIS RN PARA 2035 A classe empresarial ptiguar apresenta para a sciedade uma Visã de Futur usada e desafiadra.

Leia mais

Urbanidade, sustentabilidade, saúde - uma relação evidente e persistente

Urbanidade, sustentabilidade, saúde - uma relação evidente e persistente - uma relaçã evidente e persistente Os Lugares e a Saúde Uma abrdagem da Gegrafia às variações em saúde na Área Metrplitana de Lisba Helena Ngueira Faculdade de Letras da Universidade de Cimbra Lisba,

Leia mais

Cinco sentidos da Economia Social. Américo M. S. Carvalho Mendes

Cinco sentidos da Economia Social. Américo M. S. Carvalho Mendes Cinc sentids da Ecnmia Scial Améric M. S. Carvalh Mendes ATES Área Transversal de Ecnmia Scial Universidade Católica Prtuguesa Prt 29 de Nvembr de 2015 Améric M. S. Carvalh Mendes Cinc sentids da Ecnmia

Leia mais

Programa Estágios Profissionais

Programa Estágios Profissionais Prgrama Estágis Prfissinais Cnsiste num estági cm a duraçã de 9 meses, pdend prlngar-se, cm autrizaçã d IEFP, excepcinalmente, até 12 meses, quand fr cmplementad pr um estági a realizar em territóri nacinal

Leia mais

A Empresa. 3 Drivers Engenharia, Inovação, Ambiente, Lda. Avenida 5 de Outubro, 124, 4º piso Lisboa, Portugal

A Empresa. 3 Drivers Engenharia, Inovação, Ambiente, Lda. Avenida 5 de Outubro, 124, 4º piso Lisboa, Portugal IDENTIFICAÇÃO DE OPORTUNIDADES NA IMPLEMENTAÇÃO DA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS DA RÉPUBLICA FEDERATIVA DO BRASIL - instituída pela Lei N.º 12.305, de 2 de Agst de 2010 Memrand para Clabraçã da

Leia mais

REP REGISTO DOS PROFISSIONAIS DO EXERCICIO

REP REGISTO DOS PROFISSIONAIS DO EXERCICIO REP REGISTO DOS PROFISSIONAIS DO EXERCICIO Um prject eurpeu em clabraçã cm a EHFA Eurpean Health and Fitness Assciatin, cm sede em Bruxelas Regist ds Prfissinais Intrduçã Estams numa fase em que a Tutela

Leia mais

Passo 1 - Conheça as vantagens do employeeship para a empresa

Passo 1 - Conheça as vantagens do employeeship para a empresa Manual Cm intrduzir emplyeeship na empresa Índice Intrduçã Pass 1 - Cnheça as vantagens d emplyeeship para a empresa Pass 2 - Saiba que é a cultura emplyeeship Pass 3 - Aprenda a ter "bns" empregads Pass

Leia mais

A escola inclusiva e a formação de educadores: reflexões preliminares

A escola inclusiva e a formação de educadores: reflexões preliminares 3 PONTO DE VISTA A escla inclusiva e a frmaçã de educadres: reflexões preliminares Dra. Rberta Gai 1 Há muit temp tem se falad numa refrma esclar, mas puc tem sid feit para que iss crra. As crianças, de

Leia mais

Programa Eleitoral. Área Social, Educação e Saúde

Programa Eleitoral. Área Social, Educação e Saúde Prgrama Eleitral Área Scial, Educaçã e Saúde Generalidades: Os muitas vezes necessáris estuds e diagnóstics estã feits e sã pr agra certamente suficientes. A falta de dinheir dispnível faz ainda mais cm

Leia mais

Bertioga BASE DAS INFORMAÇÕES: ATÉ 2012 RELATÓRIO Nº 6

Bertioga BASE DAS INFORMAÇÕES: ATÉ 2012 RELATÓRIO Nº 6 Cnvêni Petrbras Institut Pólis Relatóri nº 6 Diagnóstic Urban Sciambiental Municípi de Bertiga Base das infrmações até dez 2012 - Revisã de març de 2013 Bertiga RELATÓRIO Nº 6 BASE DAS INFORMAÇÕES: ATÉ

Leia mais

ISO 9001:2008 alterações à versão de 2000

ISO 9001:2008 alterações à versão de 2000 ISO 9001:2008 alterações à versã de 2000 Já passaram quase it ans desde que a versã da ISO 9001 d an 2000 fi publicada, que cnduziu à necessidade de uma grande mudança para muitas rganizações, incluind

Leia mais

Administração AULA- 7. Economia Mercados [3] Oferta & Procura

Administração AULA- 7. Economia Mercados [3] Oferta & Procura Administraçã AULA- 7 1 Ecnmia Mercads [3] Oferta & Prcura Prf. Isnard Martins Bibligrafia: Rsseti J. Intrduçã à Ecnmia. Atlas 06 Rbert Heilbrner Micr Ecnmia N.Gregry Mankiw Isnard Martins Pag - 1 Oferta,

Leia mais

Boletim Estatístico Janeiro Março 2014 Cuidados de Saúde Primários (CSP)

Boletim Estatístico Janeiro Março 2014 Cuidados de Saúde Primários (CSP) Bletim Estatístic Janeir Març 2014 Cuidads de Saúde Primáris (CSP) Fnte - SIARS: Dads extraíds a 22/04/2014, s dads pdem estar sujeits a crreçã. Glssári Enquadrament - cnceits Cuidads de saúde primáris

Leia mais

Legislação Laboral e Segurança Social 2016

Legislação Laboral e Segurança Social 2016 Inscrevase até 28 de Setembr e btenha descnts Seminári Prátic de 2016 - Htel**** revist e actualizad Legislaçã Labral e Segurança Scial 2016 de acrd cm a Legislaçã vigente e de cumpriment brigatóri 3 dias

Leia mais

Técnica do Fluxograma

Técnica do Fluxograma Prf. Elmer Sens FSP 2013/2 Técnica d Fluxgrama Fluxgrama: é a representaçã gráfica que apresenta a seqüência de um trabalh de frma analítica, caracterizand as perações, s respnsáveis e /u unidades rganizacinais

Leia mais

Transição escola mercado de trabalho: duração da procura do 1º emprego

Transição escola mercado de trabalho: duração da procura do 1º emprego 6. TEMA EM ANÁLISE Transiçã escla mercad de trabalh: duraçã da prcura d 1º empreg Susana Neves* Institut Nacinal de Estatística Francisc Lima* Institut Superir Técnic e CEG-IST 1. Intrduçã De acrd cm s

Leia mais

PROGRAMA DE REALIZAÇÃO E APOIO A EVENTOS DE ESPORTE, LAZER E INCLUSÃO SOCIAL

PROGRAMA DE REALIZAÇÃO E APOIO A EVENTOS DE ESPORTE, LAZER E INCLUSÃO SOCIAL MINISTÉRIO DO ESPORTE SECRETARIA NACIONAL DE ESPORTE, EDUCAÇÃO, LAZER E INCLUSÃO SOCIAL DEPARTAMENTO DE GESTÃO DE PROGRAMAS DE ESPORTE, EDUCAÇÃO, LAZER E INCLUSÃO SOCIAL PROGRAMA DE REALIZAÇÃO E APOIO

Leia mais

Mobilidade Urbana e Violência no Trânsito

Mobilidade Urbana e Violência no Trânsito APERS? Presente, prfessr! Prpstas Pedagógicas a partir de Fntes Arquivísticas Mbilidade Urbana e Vilência n Trânsit A Transversalidade nas Fntes diversas fntes arquivísticas para diferentes trabalhs pedagógics

Leia mais

Classificações ECTS. - Resultados da aplicação experimental às disciplinas do IST - Carla Patrocínio

Classificações ECTS. - Resultados da aplicação experimental às disciplinas do IST - Carla Patrocínio Classificações ECTS - Resultads da aplicaçã experimental às disciplinas d IST - Carla Patrcíni Crd.: Drª Marta Pile Gabinete de estuds e planeament Institut Superir Técnic Janeir, 2003 1. Enquadrament

Leia mais

Enquadramento do PDM no Sistema de Gestão Territorial Nacional

Enquadramento do PDM no Sistema de Gestão Territorial Nacional Plan 1- prcess 2-territóri e plan 3- cidadania Gabinete de Planeament e Urbanism AGENDA PARA O PLANEAMENTO PARTICIPATIVO PROGRAMA1: informar para a CIDADANIA Planeament Enquadrament d PDM n Sistema de

Leia mais

Posição CELPA Associação da Indústria Papeleira

Posição CELPA Associação da Indústria Papeleira R. Marquês Sá da Bandeira, 74, 2º 1069-076 Lisba, Prtugal Tel. +351 217-611-510 Fax. +351 217-611-529 E-mail. celpa@celpa.pt http://www.celpa.pt Psiçã CELPA Assciaçã da Indústria Papeleira Para: De: Estatut:

Leia mais

Primeiros resultados 27/11/2013. Ano Internacional da Estatística 1

Primeiros resultados 27/11/2013. Ano Internacional da Estatística  1 INQUÉRITO À FECUNDIDADE 2013 Primeirs resultads 27/11/2013 2013 An Internacinal da Estatística www.statistics2013.rg 1 O Institut Nacinal de Estatística realizu, em 2013, Inquérit à Fecundidade, cuj principal

Leia mais

Escola Superior de Gestão

Escola Superior de Gestão Escla Superir de Gestã Institut Plitécnic de Santarém Vítr Carvalh nº 9055 Marketing e publicidade 2007 / 08 Pós Labral é nva tendência de decraçã Fashin Descubra nv papel pret RENOVA: use ser diferente

Leia mais

Assembléia Le islativa do Estado de Rondôni

Assembléia Le islativa do Estado de Rondôni Recebid, Autue-se e Inclua em pauta. Assembléia Le islativa d Estad de Rndôni ọ...j c, ATOR: ESTADO DE RONDÔNIA Assembléia Leail?tiva 1 2 MAl 2015 Prll: j q6'! 5-,--_ TADO AELCIO DA TV - PP Prcess: J1().

Leia mais

Alteração à Linha de Crédito para apoio às Empresas de Produção, Transformação e Comercialização de Produtos Agrícolas, Pecuários e Florestais

Alteração à Linha de Crédito para apoio às Empresas de Produção, Transformação e Comercialização de Produtos Agrícolas, Pecuários e Florestais Inf - Estruturas Infrmaçã Mensal d Sectr Linha de Crédit PME 2009 Alteraçã à Linha de Crédit para api às Empresas de Prduçã, Transfrmaçã e Cmercializaçã de Prduts Agríclas, Pecuáris e Flrestais A Linha

Leia mais

Resumos Soltos Geografia 9º ano. Unidade 1: Contrastes de Desenvolvimento. 1.2 Interdependência entre espaços com diferentes níveis de desenvolvimento

Resumos Soltos Geografia 9º ano. Unidade 1: Contrastes de Desenvolvimento. 1.2 Interdependência entre espaços com diferentes níveis de desenvolvimento Unidade 1: Cntrastes de Desenvlviment 1.2 Interdependência entre espaçs cm diferentes níveis de desenvlviment Os principais países em desenvlviment surgem de antigas clónias eurpeias. Principais bstáculs

Leia mais

PREVISÃO E PLANIFICAÇÃO DE QUADRO

PREVISÃO E PLANIFICAÇÃO DE QUADRO Seminári Prátic Luanda, 21, 22 e 23 de Junh de 2017 - Htel**** Saiba cm desenvlver um planeament da estrutura rganizativa e alcance s bjectivs prfissinais desejads PREVISÃO E PLANIFICAÇÃO DE QUADRO Enquadrament

Leia mais

MARKETING METRICS & KPIs

MARKETING METRICS & KPIs Inscrevase até 20 de Outubr e btenha descnts Seminári Técnic Estabeleça um cnjunt de MARKETING METRICS & KPIs Participe n Seminári de 24 hras e: Luanda, 30,31 de Outubr, e 1 de Nvembr de 2017 - Htel****

Leia mais

Legislação Laboral e Segurança Social 2017

Legislação Laboral e Segurança Social 2017 Inscrevase até 10 de Fevereir e btenha descnts Seminári Prátic Luanda, 20,21 e 22 de Fevereir de 2017 - Htel**** 7ªEdiçã, revist e actualizad Legislaçã Labral e Segurança Scial 2017 de acrd cm a Legislaçã

Leia mais

GESTÃO DE LABORATÓRIOS

GESTÃO DE LABORATÓRIOS Seminári Luanda, 26,27,28,29 e 30 de Mai de 2014 - Htel **** Guia Prática GESTÃO DE LABORATÓRIOS Finanças Assegure uma gestã eficaz de tdas as áreas 40 hras de Frmaçã Especializada Cnceits ecnómic-financeirs

Leia mais

Waikato Innovation Park. Nova Zelândia. Beef SolutioNZ. Soluções para a Indústria de Carne Bovina

Waikato Innovation Park. Nova Zelândia. Beef SolutioNZ. Soluções para a Indústria de Carne Bovina Waikat Innvatin Park Nva Zelândia Beef SlutiNZ Sluções para a Indústria de Carne Bvina Angus selecinads para criaçã em pastagens alcançam pes para abatiment em mens de dis ans. Prprcinand a prduçã de carne

Leia mais

DIAGNÓSTICO DE NECESSIDADES DE FORMAÇÃO

DIAGNÓSTICO DE NECESSIDADES DE FORMAÇÃO Inscrevase até 3 de Fevereir e btenha descnts Seminári Prátic Ferramentas, Técnicas e Metdlgias de Luanda, 13 e 14 de Fevereir de 2017 - Htel**** DIAGNÓSTICO DE NECESSIDADES DE FORMAÇÃO para elabrar um

Leia mais

"O ENSINO POLITÉCNICO COMO IMPORTANTE PARADIGMA DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL" *

O ENSINO POLITÉCNICO COMO IMPORTANTE PARADIGMA DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL * "O ENSINO POLITÉCNICO COMO IMPORTANTE PARADIGMA DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL" * JOÃO PEDRO DE BARROS ** * Cmunicaçã apresentada em 9/2/1999, num Seminári rganizad pel Departament de Ciências da Educaçã da

Leia mais

Instituto Superior de Línguas e Administração

Instituto Superior de Línguas e Administração Institut Superir de Línguas e Administraçã Estabeleciment de Ensin Superir - Vila Nva de Gaia Avaliaçã à unidade curricular de Gestã das Organizações A - DELTA CAFÉS A Delta Cafés nasceu n iníci ds ans

Leia mais

A FLORESTA DE QUE PRECISAMOS...

A FLORESTA DE QUE PRECISAMOS... A FLORESTA DE QUE PRECISAMOS... SUMÁRIO EXECUTIVO DAS CONCLUSÕES 17 DE OUTUBRO DE 2016 ENQUADRAMENTO O Clégi de Engenharia Flrestal da Ordem ds Engenheirs, em clabraçã cm a Universidade de Lisba, a Universidade

Leia mais

Unidade 7: Sínteses de evidências para políticas

Unidade 7: Sínteses de evidências para políticas Unidade 7: Sínteses de evidências para plíticas Objetiv da Unidade Desenvlver um entendiment cmum d que é uma síntese de evidências para plíticas, que inclui e cm pde ser usada 3 O que é uma síntese de

Leia mais

TÉCNICAS E PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS

TÉCNICAS E PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS Seminári Prátic Luanda, 20,21,22,23 e 24 de Junh de 2016 - Htel**** Ferramentas, metdlgias e chaves para TÉCNICAS E PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS Agilize s prcesss administrativs da rganizaçã e cnsiga equipas

Leia mais

FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS

FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS PP. 1/6 FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS 1 TAREFA ABATE E DESRAME DE ÁRVORES 2 DESCRIÇÃO As tarefas de abate e desrame de árvres estã habitualmente relacinadas cm s seguintes trabalhs Levantaments

Leia mais

Semana 3: Distribuição em Serviços

Semana 3: Distribuição em Serviços 1 Semana 3: Distribuiçã em Serviçs 1. Distribuiçã O prcess de distribuiçã da ferta da empresa insere-se n cntext d cmpst de marketing cm a funçã respnsável pr trnar prdut acessível a cnsumidr. Em serviçs

Leia mais

PROJETO EDUCATIVO DO AGRUPAMENTO CONDE DE OEIRAS

PROJETO EDUCATIVO DO AGRUPAMENTO CONDE DE OEIRAS PROJETO EDUCATIVO DO AGRUPAMENTO CONDE DE OEIRAS TRIÉNIO 2011/2014 Aprvad pel Cnselh Geral abril de 2012 1ª Alteraçã - dezembr de 2012 2ª Alteraçã dezembr de 2013 ÍNDICE 1. Intrduçã... 4 2. Missã... 5

Leia mais

A globalização e a Cidade: as faces visíveis da reorganização física

A globalização e a Cidade: as faces visíveis da reorganização física GLOBALIZAR PARA REINAR FRAGMENTAR PARA RESISTIR: CASO DO ESPAÇO METROPOLITANO JORG E GONÇA LVE S A glbalizaçã e a Cidade: as faces visíveis da rerganizaçã física Os temps d pós (pós-mdern, pós-industrial,

Leia mais

táxis compartilhados Shared-transport / Shared-taxi

táxis compartilhados Shared-transport / Shared-taxi Benefícis ds serviçs de transprte de táxis cmpartilhads Shared-transprt / Shared-taxi Reuniã de Especialistas sbre Transprte Urban Sustentável: Mdernizand e Trnand Eclógicas as Frtas de Táxis nas Cidades

Leia mais

CÁLCULO DE COMPENSAÇÕES INDEMNIZAÇÕES

CÁLCULO DE COMPENSAÇÕES INDEMNIZAÇÕES Inscreva-se até 8 de Julh e btenha descnts especiais Seminári Prátic Luanda, 18 e 19 de Julh de 2016 - Htel**** revist e actualizad CÁLCULO DE COMPENSAÇÕES E INDEMNIZAÇÕES de acrd cm a Nva Lei Geral d

Leia mais

ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO RÁCIOS FINANCEIROS

ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO RÁCIOS FINANCEIROS Inscreva-se até 16 de Junh e btenha descnts especiais Seminári Técnic Luanda, 26,27 e 28 de Junh de 2017 - Htel**** ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DE RÁCIOS FINANCEIROS para determinar a criaçã de valr, de rentabilidade

Leia mais

Análise da Paisagem Pedreira "Mané"

Análise da Paisagem Pedreira Mané Legenda Curvas de nível EN 246 Caminh de Ferr Estradas Nacinais Hipsmetria 240-250 250,0000001-260 260,0000001-270 270,0000001-280 280,0000001-290 290,0000001-300 300,0000001-310 EN 243 Fntes: Cartas Militares

Leia mais

AEPSA. Audição sobre as PPL 123/XII (GOV) e 125/XII (GOV) COMISSÃO DE AMBIENTE, ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E PODER LOCAL

AEPSA. Audição sobre as PPL 123/XII (GOV) e 125/XII (GOV) COMISSÃO DE AMBIENTE, ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E PODER LOCAL AEPSA Audiçã sbre as PPL 123/XII (GOV) e 125/XII (GOV) COMISSÃO DE AMBIENTE, ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E PODER LOCAL 13 de Març de 2013 AGENDA 1. Apresentaçã da AEPSA a) A AEPSA em Prtugal b) Estratégia

Leia mais

Elaboração de sínteses de evidência

Elaboração de sínteses de evidência Capacitaçã d Núcle de Evidências em Saúde / Estaçã BVS da ESP / SES - MG em Elabraçã de sínteses de evidência Mdels, instruments de avaliaçã e estratégias de disseminaçã Bel Hriznte, nvembr de 2013 Objetivs

Leia mais

O combate ao desemprego deve ser objectivo central das políticas económicas

O combate ao desemprego deve ser objectivo central das políticas económicas O cmbate a desempreg deve ser bjectiv central das plíticas ecnómicas O INE acaba de divulgar s dads d cresciment ecnómic e d Inquérit a Empreg para 2007. Segund estes, cresciment ecnómic d 4º trimestre

Leia mais

ANÁLISE DE MARGENS E REDUÇÃO DE CUSTOS

ANÁLISE DE MARGENS E REDUÇÃO DE CUSTOS Inscreva-se até 12 de Outubr e btenha descnts especiais Seminári Prátic Técnicas, Ferramentas e Metdlgias de Luanda, 26, 27 e 28 de Outubr de 2016 - Htel**** ANÁLISE DE MARGENS E REDUÇÃO DE CUSTOS para

Leia mais

PROJECTO EDUCATIVO ANO LECTIVO 2007-2008

PROJECTO EDUCATIVO ANO LECTIVO 2007-2008 PROJECTO EDUCATIVO ANO LECTIVO 2007-2008 INTRODUÇÃO Prject educativ dcument que cnsagra a rientaçã educativa da escla, elabrad e aprvad pels órgãs de administraçã e gestã, n qual se explicitam s princípis,

Leia mais

SIC Gerenciando Através s da Confiabilidade. Fabiana Pereira da Silva Vale

SIC Gerenciando Através s da Confiabilidade. Fabiana Pereira da Silva Vale SIC 2013 Gerenciand Através s da Cnfiabilidade Fabiana Pereira da Silva Vale Intrduçã Atualmente as empresas de mineraçã vivem num cenári parecid cm s estudads e bservads pr Adam Smith e Frederick Taylr

Leia mais

O equilíbrio económico e financeiro de uma concessão de transportes

O equilíbrio económico e financeiro de uma concessão de transportes O equilíbri ecnómic e financeir de uma cncessã de transprtes Fernand Cresp Diu UTAP Cnteúds 1) Breve apresentaçã da UTAP 2) O Value fr Mney, valr d serviç de transprtes 3) O mdel de negóci, s cntrats e

Leia mais

TVDA - Tested, Validated, Documented Architectures. Arquitecturas de automação testadas e validadas para máquinas.

TVDA - Tested, Validated, Documented Architectures. Arquitecturas de automação testadas e validadas para máquinas. TVDA - Tested, Validated, Dcumented Architectures. Arquitecturas de autmaçã testadas e validadas para máquinas. Antóni Varandas Schneider Electric Prtugal Tel. +351 21 750 71 00 Fax: +351 21 750 71 01

Leia mais

SECRETARIADO EXECUTIVO

SECRETARIADO EXECUTIVO Seminári Prátic Luanda, 26,27 e 28 de Outubr de 2016 - Htel**** Cm cmbinar técnicas e ferramentas para um SECRETARIADO EXECUTIVO Mais Eficaz 3 dias cmplets de Frmaçã Intensiva e Prática: Funções, tarefas,

Leia mais

ANA, Aeroportos de Portugal, S.A. Plano de Acções de Gestão e Redução de Ruído para o Aeroporto de Lisboa Resumo Não-Técnico

ANA, Aeroportos de Portugal, S.A. Plano de Acções de Gestão e Redução de Ruído para o Aeroporto de Lisboa Resumo Não-Técnico ANA, Aerprts de Prtugal, S.A. Plan de Acções de Gestã e Reduçã de Ruíd para Aerprt de Lisba Resum Nã-Técnic Janeir 2014 Aerprt de lisba Plan de Ações de Gestã e Reduçã de Ruíd 2013-2018 Cnteúd CONTEÚDO...

Leia mais

IESEC. Increasing Employability and Standards of Elderly Caregivers through Specialized Training and Innovative Empowerment O2- CURRICULUM

IESEC. Increasing Employability and Standards of Elderly Caregivers through Specialized Training and Innovative Empowerment O2- CURRICULUM IESEC Increasing Emplyability and Standards f Elderly Caregivers thrugh Specialized Training and Innvative Empwerment O2- CURRICULUM CURSO DE FORMAÇÃO EM FUNDAMENTOS DA PRESTAÇÃO DE CUIDADOS A IDOSOS Prject

Leia mais

CIRCULAR. Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007. Gestão do Currículo na Educação Pré-Escolar. Contributos para a sua Operacionalização

CIRCULAR. Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007. Gestão do Currículo na Educação Pré-Escolar. Contributos para a sua Operacionalização CIRCULAR Data: 2007/10/10 Númer d Prcess: DSDC/DEPEB/2007 Assunt: GESTÃO DO CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007 Para: Inspecçã-Geral de Educaçã Direcções Reginais de Educaçã

Leia mais

PRODUTOS/SERVIÇOS O QUE ESPERAM E COMO PODEM OS ASSOCIADOS CONTRIBUIR PARA A SUA PRODUÇÃO/DIFUSÃO?"

PRODUTOS/SERVIÇOS O QUE ESPERAM E COMO PODEM OS ASSOCIADOS CONTRIBUIR PARA A SUA PRODUÇÃO/DIFUSÃO? 1ª JORNADA DE REFLEXÃO A prfissã e assciativism na área da Infrmaçã e da Dcumentaçã Bibliteca Municipal da Nazaré, 9 de Abril de 2011 PRODUTOS/SERVIÇOS O QUE ESPERAM E COMO PODEM OS ASSOCIADOS CONTRIBUIR

Leia mais

PLANIFICAÇÃO DE ECONOMIA

PLANIFICAÇÃO DE ECONOMIA Módul 5 O ESTADO E A ATIVIDADE ECONÓMICA 1- Estad nçã e Apresentar a nçã de Estad Expsiçã ral Avaliaçã d prcess de 32 funções Trabalhs de grup trabalh: grelhas de Nçã Caraterizar as funções d Leitura e

Leia mais

Cartilha para Cadastro de Clientes e Fornecedores

Cartilha para Cadastro de Clientes e Fornecedores Cartilha para Cadastr de Clientes e Frnecedres Objetiv Cadastr de Clientes e Frnecedres Visand uma linguagem única entre Essilr e Lapas, esta cartilha e tem bjetiv de trnar melhr entendiment d cadastr

Leia mais

Gestor de Inovação e Empreendedorismo (m/f) GIE /15 P

Gestor de Inovação e Empreendedorismo (m/f) GIE /15 P A Pessas e Sistemas, empresa de Cnsultria na área da Gestã e ds Recurss Humans e cm atividade nas áreas de Recrutament e Seleçã, Frmaçã e Cnsultria, prcura para a Câmara Municipal de Amarante - Agência

Leia mais

REGULAMENTO 1ª EDICÃO PRÉMIO FOOD FAB LAB

REGULAMENTO 1ª EDICÃO PRÉMIO FOOD FAB LAB REGULAMENTO 1ª EDICÃO PRÉMIO FOOD FAB LAB O TAGUSVALLEY assume um papel fundamental cm agente dinamizadr da invaçã e ecnmia da regiã e prcura as cndições necessárias para que as atividades ecnómicas sejam

Leia mais

Vagas de estágio Empresa: Descrição da vaga: Requisitos: Remuneração: Horário:

Vagas de estágio Empresa: Descrição da vaga: Requisitos: Remuneração: Horário: Vagas de estági Empresa: J.A Urbanism Descriçã da vaga: atuar junt a setr financeir da empresa, prestand auxíli em suas rtinas, cntas a pagar, cntas a receber e demais trâmites d setr. Requisits: cursand

Leia mais

Regulamento de Frequência CAM Formação Contínua

Regulamento de Frequência CAM Formação Contínua Regulament de Frequência CAM Frmaçã Cntínua www.academiadprfissinal.cm email: academiadprfissinal@ltm.pt V05 31.10.2016 Regulament de Frequência CAM Frmaçã Cntínua [Esclha a data] Índice 1 - Enquadrament...

Leia mais

GUIA DE RELACIONAMENTO MT-COR: 001 Revisão: 000

GUIA DE RELACIONAMENTO MT-COR: 001 Revisão: 000 GUIA DE RELACIONAMENTO MT-COR: 001 Revisã: 000 A Mercur S.A., empresa estabelecida desde 1924, se precupa em cnduzir as suas relações de acrd cm padrões étics e cmerciais, através d cumpriment da legislaçã

Leia mais

Substituição de descodificadores antigos

Substituição de descodificadores antigos Substituiçã de descdificadres antigs De md a assegurar a dispnibilizaçã cntínua da tecnlgia mais recente as seus subscritres a MultiChice África irá realizar um prcess de actualizaçã ds descdificadres

Leia mais

Uma estratégia para o desenvolvimento turístico da envolvente da Albufeira do Alqueva

Uma estratégia para o desenvolvimento turístico da envolvente da Albufeira do Alqueva RT&D Territóris, Empresas e Organizações Vlume II (2), 125-129 (2005) Uma estratégia para desenvlviment turístic da envlvente da Albufeira d Alqueva Carls Silva* GESTALQUEVA Paula Susan Dias** Cnselh Executiv

Leia mais

O CUSTO DO CICLO DE VIDA COMO FACTOR DE ECONOMIA

O CUSTO DO CICLO DE VIDA COMO FACTOR DE ECONOMIA Manual de Engenharia Sistemas de Pressurizaçã - Página 1 O CUSTO DO CICLO DE VIDA COMO FACTOR DE ECONOMIA ÍNDICE 1. Intrduçã... 2 2. O que é Cust d Cicl de Vida?... 3 3. Razões para a utilizaçã d CCV...

Leia mais

Sinopse das entrevistas realizadas aos agentes sociais ligados à velhice (Dirigentes, técnicos e auxiliares de acção directa)

Sinopse das entrevistas realizadas aos agentes sociais ligados à velhice (Dirigentes, técnicos e auxiliares de acção directa) Sinpse das entrevistas realizadas as agentes sciais ligads à velhice (Dirigentes, técnics e auxiliares de acçã directa) Dimensã 1 Experiência e trabalh n lar Prblemáticas Entrevistad A8 Análise Temp de

Leia mais

Turismo Sénior. Outono / Inverno 2011-12. Benalmadena Benidorm Maiorca

Turismo Sénior. Outono / Inverno 2011-12. Benalmadena Benidorm Maiorca Turism Sénir Outn / Invern 2011-12 Benalmadena Benidrm Mairca Entidades envlvidas Oriznia é descbrir e desfrutar. É fazer cm a cnfiança que smente uma rganizaçã líder n sectr turístic ibéric pde ferecer.

Leia mais

Copyright 1999-2006 GrupoPIE Portugal, S.A. Manual Utilizador

Copyright 1999-2006 GrupoPIE Portugal, S.A. Manual Utilizador Reprts Relatóris à sua Medida Reprts Cpyright 1999-2006 GrupPIE Prtugal, S.A. Reprts 1. WinREST Reprts...5 1.1. Licença...6 1.2. Linguagem...7 1.3. Lgin...7 1.4. Página Web...8 2. Empresas...9 2.1. Cm

Leia mais

PROCESSOS DE LIDERANÇA & COACHING

PROCESSOS DE LIDERANÇA & COACHING 10% de descnt Inscrevend-se até dia 18 de Agst Seminári Prátic Luanda, 29,30 e 31 de Agst de 2016 - Htel**** METODOLOGIAS, MODELOS E COMPETÊNCIAS para PROCESSOS DE LIDERANÇA & COACHING Cnverta-se num Líder

Leia mais

GESTÃO DE STOCKS. A para a racionalização de custos e melhoria de procedimentos. 3 dias de Formação Intensiva para analisar em

GESTÃO DE STOCKS. A para a racionalização de custos e melhoria de procedimentos. 3 dias de Formação Intensiva para analisar em Seminári Prátic APROVISIONAMENTO E Luanda, 23, 24 e 25 de Mai de 2017 - Htel**** GESTÃO DE STOCKS A para a racinalizaçã de custs e melhria de prcediments 3 dias de Frmaçã Intensiva para analisar em A Quantidade

Leia mais

MENSAGEM Nº 458, DE 30 DE JUNHO DE 2008.

MENSAGEM Nº 458, DE 30 DE JUNHO DE 2008. MENSAGEM Nº 458, DE 30 DE JUNHO DE 2008. Senhr Presidente d Senad Federal, Cmunic a Vssa Excelência que, ns terms d 1 d art. 66 da Cnstituiçã, decidi vetar parcialmente, pr incnstitucinalidade e cntrariedade

Leia mais

Manufacturing Planning 2017

Manufacturing Planning 2017 Seminári Prátic - Nvidade Luanda, 21,22,23 e 24 de Fevereir de 2017 - Htel**** Dmine pass a pass s prcesss de Planeament e Cntrl da Prduçã em cntexts industriais Manufacturing Planning 2017 Obtenha uma

Leia mais

Resultados 4º Trimestre de de Fevereiro de 2017

Resultados 4º Trimestre de de Fevereiro de 2017 Resultads 4º Trimestre de 2016 24 de Fevereir de 2017 Resultads 4º Trimestre de 2016 24 de Fevereir de 2017 Faturament d segment Alimentar atinge R$ 45 bilhões em 2016, cresciment de 11,7%, acelerand para

Leia mais

NOVEMBRO DE 2009 VIII - EQUIPAMENTOS COLECTIVOS CONSULTAR PLANTA 15 EQUIPAMENTOS COLECTIVOS PLANTA 16 REDE DE EQUIPAMENTOS EDUCATIVOS

NOVEMBRO DE 2009 VIII - EQUIPAMENTOS COLECTIVOS CONSULTAR PLANTA 15 EQUIPAMENTOS COLECTIVOS PLANTA 16 REDE DE EQUIPAMENTOS EDUCATIVOS NOVEMBRO DE 2009 VIII - EQUIPAMENTOS COLECTIVOS CONSULTAR PLANTA 15 EQUIPAMENTOS COLECTIVOS PLANTA 16 REDE DE EQUIPAMENTOS EDUCATIVOS ÍNDICE ÍNDICE DE QUADROS 2 VIII EQUIPAMENTOS COLECTIVOS 1. ENQUADRAMENTO

Leia mais

Governação Integrada em Territórios Vulneráveis

Governação Integrada em Territórios Vulneráveis Fórum GOVINT GOVERNAÇÃO INTEGRADA. A EXPERIÊNCIA INTERNACIONAL E DESAFIOS PARA PORTUGAL 16 utubr 2015 Gvernaçã Integrada em Territóris Vulneráveis Jã Ferrã, ICS-UL (crd.) Jã Murat (ICS-UL) Jrge Malheirs

Leia mais

(1) (2) (3) Estágio II Semestral 6 Inovação e Desenvolvimento de Produtos Turísticos

(1) (2) (3) Estágio II Semestral 6 Inovação e Desenvolvimento de Produtos Turísticos Estági II Semestral 6 Invaçã e Desenvlviment de Prduts Turístics Desenvlviment e Operacinalizaçã de Prjects Turístics Inglês Técnic IV Legislaçã e Ética d Turism Opçã Semestral 4 6/6 Sistemas de Infrmaçã

Leia mais

Gestão de SHST e Ambiente. Regras de Qualidade, Ambiente e Segurança aplicáveis às entidades externas

Gestão de SHST e Ambiente. Regras de Qualidade, Ambiente e Segurança aplicáveis às entidades externas 1 / 7 I. OBJETIVO E ÂMBITO Este dcument estabelece as regras de Segurança n Trabalh e Ambiente aplicáveis a entidades que venham a desenvlver actividades dentr da RESIESTRELA, em regime de cntrat, prestaçã

Leia mais

Inbound Marketing 2017

Inbound Marketing 2017 Inbund Marketing 2017 Studi Xpress - Agência parceira RD Statin Este material fi elabrad para explicar as nss clientes cm funcina a metdlgia de Inbund Marketing, que também chamams de Marketing Digital

Leia mais

CRIMES. DICiITAL. n,. Editor~ NO MEIO AMBIENTE .., 1'1. Celso Antonio Pacheco Fiorillo Christiany Pegorari Conte. ~ Saraiva B22. !

CRIMES. DICiITAL. n,. Editor~ NO MEIO AMBIENTE .., 1'1. Celso Antonio Pacheco Fiorillo Christiany Pegorari Conte. ~ Saraiva B22. ! .., 1'1 I'IJ!li 111 ll I- IA ~ - CRIMES NO MEIO AMBIENTE DICiITAL Cels Antni Pachec Firill Christiany Pegrari Cnte B22 @ n,. Editr~ ~ Saraiva SUMARIO,. - ', CAP(TULO 1 - DO MEIO AMBIENTE DIGITAL... 11

Leia mais

Índice. Comercializar e Vender Módulo 8- Atendimento e Venda

Índice. Comercializar e Vender Módulo 8- Atendimento e Venda Índice Atendiment e Venda... 2 Atendiment:... 2 Cmpetências d atendedr:... 2 Empatia:... 3 Qualidade d atendiment:... 4 Etapas de um atendiment eficaz:... 4 Prcess de cmunicaçã:... 4 Assertividade:...

Leia mais

CAOMZ06 PT:

CAOMZ06  PT: Curs de Especializaçã de Lgística Planeament Estratégic Crdenadr: Eng.º Vasc Carvalh Índice Duraçã Ttal... 2 Destinatáris... 2 Perfil de saída... 2 Pré-Requisits... 2 Objetiv Geral... 2 Objetivs Específics...

Leia mais

Sistema FM. Conceitos introdutórios. Exemplos de Orientação aos pais de crianças com deficiência auditiva

Sistema FM. Conceitos introdutórios. Exemplos de Orientação aos pais de crianças com deficiência auditiva Sistema FM Cnceits intrdutóris Exempls de Orientaçã as pais de crianças cm deficiência auditiva Prduçã: Camila Medina (Tecnlgia Educacinal FOB-USP) Bauru 2015 Autres: Fga. Ms. Raquel Franc Stuchi Siagh

Leia mais

FINANÇAS para NÃO FINANCEIROS

FINANÇAS para NÃO FINANCEIROS Curs Prátic Luanda, 21, 22, 23 e 24 de Junh de 2016 - Htel**** Guia Prática de FINANÇAS para NÃO FINANCEIROS Frmaçã cmpleta, ágil e sem tecnicisms descnt Inscrevend-se até dia 10 de Junh Um MUST para prfissinais

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS Gabinete do Deputado FERNANDO JORDÃO - PMDB/RJ Brasília, 21 de março de 2011.

CÂMARA DOS DEPUTADOS Gabinete do Deputado FERNANDO JORDÃO - PMDB/RJ Brasília, 21 de março de 2011. Gabinete d Deputad FERNANDO JORDÃO - PMDB/RJ Brasília, 21 de març de 2011. Quand ingressei cm Requeriment slicitand a presença de Vssas Senhrias na Cmissã, estava assustad, cm, aliás, tda a ppulaçã, cm

Leia mais

Índice de digitalidade da economia e da sociedade 1 de

Índice de digitalidade da economia e da sociedade 1 de Índice de digitalidade da ecnmia e da sciedade 1 de 2015 2 Perfil pr país tem uma pntuaç glbal 3 de 0,46, ificand-se em 16.º lugar n cnjunt ds 28 Estads-Membrs da. tem redes de banda larga que asseguram

Leia mais

ISO é um órgão mundial não governamental com sede em

ISO é um órgão mundial não governamental com sede em História e Imprtância das Nrmas ISO 14000 ISO é um órgã mundial nã gvernamental cm sede em Genebra, Suíça, da qual participam mais de 100 países. Fundada a 23/02/1947, cm bjectiv de prpr nrmas de cnsens

Leia mais

Açovisa Referência em distribuição de AÇOS. Comunicação de Progresso 2015-16

Açovisa Referência em distribuição de AÇOS. Comunicação de Progresso 2015-16 Açvisa Referência em distribuiçã de AÇOS. Cmunicaçã de Prgress 2015-16 Onde tem Açvisa, Tem a realizaçã de um prjet. O aç se trnu imprescindível as mais diverss segments da indústria, transfrmand criatividade

Leia mais

Relatório de CCU. 2010/2011 - Aula 1. iservices for the Elderly. Grupo 8. Tiago Castelo Nº 54294 Diogo Lacerda Nº 55819 João Nunes Nº 54285

Relatório de CCU. 2010/2011 - Aula 1. iservices for the Elderly. Grupo 8. Tiago Castelo Nº 54294 Diogo Lacerda Nº 55819 João Nunes Nº 54285 Relatóri de CCU 2010/2011 - Aula 1 iservices fr the Elderly Grup 8 Tiag Castel Nº 54294 Dig Lacerda Nº 55819 Jã Nunes Nº 54285 Relatóri CCU 2010/2011 Cnteúd 1. Identificaçã de Stakehlders... 3 a. Api Dmiciliari...

Leia mais

1 - Introdução. 2 - Desenvolvimento

1 - Introdução. 2 - Desenvolvimento Desenvlviment e Otimizaçã de Hidrciclnes Frente a Mdificações de Variáveis Gemétricas e de Prcess Hérmane Mntini da Silva 1 Gilssaha Franklin Maciel 2 Orientadra: Ph.D. Andréia Bicalh Henriques RESUMO

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 124\ 2014

PROJETO DE LEI Nº 124\ 2014 Estad d Ri de Janeir Gabinete d Vereadr Jean Carls de Almeida PROJETO DE LEI Nº 124\ 2014 Dispõe sbre O Prgrama de Treinament as Servidres Públics Municipal e Cargs Cmissinads, que exercem funções de atendiment

Leia mais

O presente documento suporta a apreciação do ponto 3 da Agenda da Comissão de Acompanhamento, sendo composto por duas partes:

O presente documento suporta a apreciação do ponto 3 da Agenda da Comissão de Acompanhamento, sendo composto por duas partes: DOC. CA/N/15/08 PROGRAMA OPERACIONAL ALENTEJO EIXO 2 DESENVOLVIMENTO URBANO E EIXO 3 CONECTIVIDADE E ARTICULAÇÃO TERRITORIAL INSTRUMENTO: MOBILIDADE TERRITORIAL O presente dcument suprta a apreciaçã d

Leia mais

Parte I Enquadramento da actividade turística em Portugal

Parte I Enquadramento da actividade turística em Portugal A TRADIÇÃO EQUESTRE COMO ELEMENTO DE VALORIZAÇÃO DA OFERTA TURÍSTICA Cngress Internacinal de Turism Equestre Alter d Chã - 17.Mai.08 Parte I Enquadrament da actividade turística em Prtugal Cumpriments

Leia mais

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL Seminári 100% prátic Cm cmbinar técnicas e ferramentas para Luanda, 28, 29 e 30 de Març de 2016 - Htel**** COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL Atendiment Telefónic - Atendiment Presencial Cmunicaçã Escrita descnt

Leia mais

A Internet como possibilidade para articulações micropolíticas.

A Internet como possibilidade para articulações micropolíticas. XXVII Cngres de la Asciación Latinamericana de Scilgía. VIII Jrnadas de Scilgía de la Universidad de Buens Aires. Asciación Latinamericana de Scilgía, Buens Aires, 2009. A Internet cm pssibilidade para

Leia mais

Informacoes Uteis BENS E SOUVENIRS ILÍCITOS

Informacoes Uteis BENS E SOUVENIRS ILÍCITOS Infrmaces Uteis BENS E SOUVENIRS ILÍCITOS Sã cnsideradas ilícitas a imprtaçã, Sã cnsideradas ilícitas a imprtaçã, exprtaçã e transferência de prpriedade de bens culturais*: a) Clecções e exemplares rars

Leia mais

NEGOCIAÇÃO COM FORNECEDORES

NEGOCIAÇÃO COM FORNECEDORES 1º Seminari Prátic Técnicas e Ferramentas de Luanda, 13,14 e 15 de Fevereir de 2017 - Htel**** NEGOCIAÇÃO COM FORNECEDORES para planificar a melhr estratégia e alcançar melhr resultad 24 hras de Frmaçã

Leia mais