ESTUDO LOGÍSTICO SOBRE A CAPACIDADE DE ESTOCAGEM DE SOJE EM QUATRO MICRORREGIÕES NO ESTADO DO PARANÁ

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ESTUDO LOGÍSTICO SOBRE A CAPACIDADE DE ESTOCAGEM DE SOJE EM QUATRO MICRORREGIÕES NO ESTADO DO PARANÁ"

Transcrição

1 XXX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Maturidade e desafios da Engenharia de Produção: competitividade das empresas, condições de trabalho, meio ambiente. São Carlos, SP, Brasil, 12 a15 de outubro de ESTUDO LOGÍSTICO SOBRE A DE ESTOCAGEM DE SOJE EM QUATRO NO ESTADO DO PARANÁ silvana pereira detro (PUCPR) Osiris Canciglieri Junior (PUCPR) A análise da logística no Estado do Paraná mostra que um dos maiores problemas do agronegócio paranaense está na baixa capacidade de armazenamento de grãos. A baixa capacidade de estocagem de grãos prejudica, principalmente, os produtores qque por falta de local adequado para armazenamento são impedidos de negociar a venda do produto e são obrigados a pagar tarifas elevadas de fretes para não prejudicar a qualidade de seus produtos. O objetivo deste artigo é analisar a capacidade armazenadora das quatro maiores microrregiões produtoras de soja do Estado do Paraná e, através de um método proposto por Nogueira Júnior e Tsunechiro, determinar os municípios em que capacidade de estocagem é critica, ou seja, regiões onde a produção de soja é maior que a sua capacidade de armazenamento, possibilitando determinar a capacidade de estocagem que estas localidades necessitam. Através desse método, verifica-se que dos 64 municípios analisados, 21 possuem a produção de soja maior do que a capacidade de armazenamento em grãos, e 6 municípios nem mesmo possuem armazéns. Através deste trabalho, espera-se mostrar os municípios que necessitam ampliar sua capacidade de armazenagem evitando assim transtornos aos produtores e ampliando seus lucros. Palavras-chaves: Logística, Gestão da Demanda, Capacidade de Armazenagem, Soja.

2 1. Introdução A soja é um produto de grande importância para a economia do Brasil. A demanda mundial deste grão aumenta ano a ano e a produção brasileira tem acompanhado este crescimento. A competitividade da soja depende da manutenção de custos logísticos baixos, pois seu preço é estabelecido globalmente. Entretanto, a infra-estrutura dos armazéns e dos meios de transportes e os elevados custos dos fretes estão entre as principais dificuldades de elevação da competitividade dos produtos agrícolas do país. A Figura 1 apresenta o modelo logístico da soja durante o processo produtivo. Através deste modelo, é possível acompanhar as trajetórias que a soja pode seguir após a colheita. A Figura 1 ainda ressalta, através do ponto de interrogação, o que esta pesquisa quer responder, ou seja, se os armazéns têm capacidade para armazenar a soja produzida no Paraná. Figura 1. Modelo logístico da soja durante o processo produtivo De acordo com a Figura 1, depois de colhida, a soja pode ser encaminhada para os armazéns ou cooperativas, pode ir diretamente para a indústria de transformação ou para os portos para ser exportada. A soja armazenada pode ser encaminhada para a indústria de transformação ou para o consumidor externo através dos portos. Da indústria de transformação, os grãos podem ser exportados ou podem ser encaminhados para o mercado consumidor interno. Um dos motivos para a soja ser transportada, assim que colhida, para o porto é a baixa capacidade de armazenamento brasileira, que obriga o produtor a escolher entre terceirizar um armazém ou vender seu produto logo após a colheita. Segundo a Conab, em 2008 houve um déficit de 30 milhões de toneladas entre a capacidade estática das unidades armazenadoras e a produção brasileira de grãos. 2

3 No Brasil, o modal rodoviário é o mais utilizado para o transporte de commodities como a soja. A utilização deste modal, para a movimentação de grãos encarece o frete em até quatro vezes mais que os Estados Unidos e Argentina. Além disso, este modal não possui infraestrutura adequada para o transporte de grãos. A utilização excessiva do modal rodoviário aliado ao déficit no armazenamento, além de elevar os fretes é uma das razões para as constantes filas nos portos, sendo responsável também pelo aumento dos custos de armazenagem e, na dificuldade encontrada pelo produtor durante a negociação por melhores preços para a sua safra. Estudos do PENSA (Programa de Estudos e Negócios Sobre a Agricultura) mostram que a competitividade da produção da soja vai somente até a porteira da fazenda, daí para frente, a soja brasileira vai perdendo suas vantagens devido à situação interna em relação à infraestrutura de armazenagem, às condições das estradas e aos maiores custos dos fretes portuários (IPEA, 2009). O objetivo deste trabalho é analisar a capacidade de armazenagem das quatro microrregiões que mais produzem soja no Estado do Paraná. 2. A Soja no Estado do Paraná A soja é a mais importante oleaginosa cultivada no mundo, participando com um pouco mais de 50% na produção mundial de grãos. Seus derivados possuem diversas utilizações, entre as quais estão o suprimento da demanda mundial de óleos vegetais, a produção de ração animal, a alimentação humana e a aplicação industrial. Atualmente o Brasil é o segundo maior produtor de soja do mundo, a safra 2007/2008 atingiu 60,02 milhões de toneladas, sendo considerada recorde (CONAB, 2008). Previsões da USDA (United States Department Agriculture, 2005) apontam que na safra de 2015/2016 o Brasil será o maior exportador mundial de soja em grão e que nesse mesmo período a sua participação no mercado mundial passará de 41% para 54,5%. Além de ser o segundo maior produtor de soja, o Brasil também é o segundo maior exportador deste grão. Os Estados Unidos ocupam a primeira posição com 31,6 milhões de toneladas; o Brasil exportou 25,4 milhões e a Argentina 13,8 milhões de toneladas de soja na safra 2007/08 (USDA, 2008). Atualmente, o Paraná é o segundo maior produtor de soja do país, tendo produzido 11,80 milhões de toneladas (IBGE, 2008). O Estado também é o segundo maior exportador de soja através do porto de Paranaguá (ANEC, 2009). Como o Paraná não possui grandes áreas para expansão da cultura, o Estado mantém seus níveis de produtividade e estabilidade da produção, através das tecnologias disponíveis. Estas tecnologias incluem o estudo a respeito do solo, do déficit hídrico, da umidade do solo, da melhor temperatura para a semente, da escolha do sistema de rotação de culturas e do seu planejamento, dentre outros. Zotarelli e Lugnani (2001) acrescentam que o crescimento da produtividade no Paraná, ao longo dos anos, mostra a existência de um ativo processo de inovação tecnológica na produção do Estado. O Paraná é o Estado que possui a maior capacidade de armazenagem total de grãos do País, com uma capacidade de armazenamento de aproximadamente 24,5 milhões de toneladas. Porém, a produção de grãos do Estado de 29,2 milhões de toneladas já ultrapassou a sua capacidade de armazenamento (CONAB, 2009). 3

4 3. Metodologia da pesquisa A metodologia desta pesquisa pode ser dividida em três fases principais, como ilustrada na Figura 2. Na primeira etapa foram realizadas pesquisas a respeito de quais seriam as quatro maiores microrregiões produtoras de soja do Estado do Paraná e quais as capacidades de armazenagem destas microrregiões. Na segunda etapa, aplicou-se o método de localização de capacidade crítica proposto por Nogueira Junior e Tsunechiro (2005) e a terceira etapa consistiu na análise da capacidade destas microrregiões. Figura 2. Metodologia da pesquisa 4. O Método de localização de municípios críticos quanto à disponibilidade de espaço de armazenagem de soja no Estado do Paraná O método utilizado neste artigo foi proposto por Nogueira Júnior e Tsunechiro (Informações Econômicas, 2005) e demonstra se a capacidade de determinado local é suficiente para suportar a sua produção através da comparação de ambos. Segundo Nogueira Júnior e Tsunechiro (2005), é necessário considerar um indicador de ocupação da capacidade, que relaciona a produção e a capacidade útil dinâmica. Então, quando a produção é dividida pela capacidade de armazenagem tem-se o índice de ocupação da capacidade. Índice igual a 1 significa 100% de aproveitamento dos armazéns, ou seja, a produção e a capacidade são iguais. Desta forma, índice superior a 1 significa que a produção supera a capacidade e índice menor que 1 significa que a capacidade de armazenagem é maior que a produção. 5. Estudo sobre as microrregiões produtoras de soja no Estado do Paraná Para suas pesquisas, o IBGE classifica os Estados Brasileiros em mesorregiões, microrregiões e municípios. Mesorregião é uma subdivisão dos Estados Brasileiros que congrega diversos municípios de uma área geográfica com similaridades econômicas e sociais e é utilizada para fins estatísticos. Microrregião é, de acordo com a Constituição Brasileira (1988), um agrupamento de municípios limítrofes. Sua finalidade é integrar a organização, o planejamento e a execução de funções públicas de interesse comum, definidas por lei complementar estadual. Entretanto, o termo é muito mais conhecido em função de seu uso prático pelo IBGE. O estado do Paraná é dividido geograficamente em trinta e nove microrregiões, porém, este estudo terá como foco apenas as quatro microrregiões que mais produziram soja na safra 2007/08. A microrregião de Toledo foi a maior produtora seguida por Campo Mourão, Cascavel e Goioerê. A Figura 3 mostra a localização destas microrregiões. 4

5 Fonte: Wikipédia, 2010 Figura 3. Localização das microrregiões que mais produzem soja no Estado do Paraná As microrregiões de Toledo e Cascavel pertencem à mesorregião Oeste Paranaense. A microrregião de Toledo está dividida em 21 municípios e Cascavel em 18 municípios. As microrregiões de Campo Mourão e de Goioerê pertencem à mesorregião Centro Ocidental Paranaense. A microrregião de Campo Mourão está dividida em 14 municípios e a microrregião de Goioerê em 11 municípios. A produção destas microrregiões e dos municípios que as constituem são apresentados na Tabela 1. E OS MUNICÍPIOS QUANTIDADE PRODUZIDA E OS MUNICÍPIOS QUANTIDADE PRODUZIDA Toledo Assis Chateaubriand Ouro Verde do Oeste Diamante D'Oeste Palotina Entre Rios do Oeste Pato Bragado Formosa do Oeste Quatro Pontes Guaíra Santa Helena Iracema do Oeste São José das Palmeiras Jesuítas São Pedro do Iguaçu Marechal Cândido Rondon Terra Roxa Maripá Toledo Mercedes Tupãssi Nova Santa Rosa Campo Mourão Araruna Iretama Barbosa Ferraz Luiziana

6 Campo Mourão Mamborê Corumbataí do Sul Peabiru Engenheiro Beltrão Quinta do Sol Farol Roncador Fênix Terra Boa Cascavel Anahy Diamante do Sul 150 Boa Vista da Aparecida Guaraniaçu Braganey Ibema Cafelândia Iguatu Campo Bonito Lindoeste Capitão Leônidas Marques Nova Aurora Cascavel Santa Lúcia Catanduvas Santa Tereza do Oeste Corbélia Três Barras do Paraná Goioerê Altamira do Paraná Moreira Sales Boa Esperança Nova Cantu Campina da Lagoa Quarto Centenário Goioerê Rancho Alegre D'Oeste Janiópolis Ubiratã Juranda Fonte: IBGE, 2009 Tabela 1. Produção de soja das microrregiões Através da Tabela 1, verificar-se que as quatro microrregiões estudadas totalizam 64 municípios, sendo o município de Cascavel o maior produtor, seguido pelos municípios de Toledo e Assis Chateaubriand. O total de soja produzida nestas microrregiões é de milhões de toneladas de soja. Assim, como os dados referentes à produção de soja no Estado do Paraná, os dados das capacidades de estocagem das microrregiões estudadas neste artigo, também foram encontrados nas bases de dados do IBGE. As seções seguintes apresentam as capacidades úteis e dinâmicas dos municípios. Capacidade útil, ou estática, é a quantidade máxima de grãos que um armazém ou silo suporta. A capacidade dinâmica é utilizada devido às variações estacionais entre os produtos agrícolas, não ocorrendo plena coincidência de épocas de colheita, nem da guarda dos grãos nos armazéns. Para calcular a capacidade dinâmica utiliza-se o padrão universal de rotação de estoques (giro de 1,5 no período de um ano). Capacidade total é a capacidade dos silos somada à capacidade dos armazéns graneleiros e granelizados. 5.1 Capacidade de armazenagem da microrregião de Toledo A Tabela 2 apresenta a capacidade de armazenagem dos municípios pertencentes à microrregião de Toledo. E MUNICÍPIOS ARMAZÉNS SILOS ARMAZÉNS SILOS Toledo Assis Chateaubriand Diamante D'Oeste Entre Rios do Oeste Formosa do Oeste Guaíra

7 Iracema do Oeste Jesuítas Marechal Cândido Rondon Maripá Mercedes Nova Santa Rosa Ouro Verde do Oeste Palotina Pato Bragado Quatro Pontes Santa Helena São José das Palmeiras São Pedro do Iguaçu Terra Roxa Toledo Tupãssi Fonte: IBGE, 2009 Tabela 2. Capacidade de armazenagem da microrregião de Toledo Dos 21 municípios pertencentes à microrregião de Toledo, 4 possuem apenas silos e 3 apenas armazéns. O município que possui a maior capacidade total útil e dinâmica é Toledo, seguido por Marechal Cândido Rondon e Assis Chateaubriand. O município com menor capacidade total útil e dinâmica é Quatro Pontes, seguido por Diamante D Oeste e São José das Palmeiras. 5.2 Capacidade de armazenagem da microrregião de Campo Mourão As capacidades de armazenagem dos municípios pertencentes à microrregião de Campo Mourão são apresentadas na Tabela 3. ARMAZÉNS SILOS ARMAZÉNS SILOS E MUNICÍPIOS Campo Mourão Araruna Barbosa Ferraz Campo Mourão Corumbataí do Sul Engenheiro Beltrão Farol Fênix Iretama Luiziana Mamborê Peabiru Quinta do Sol Roncador Terra Boa Fonte: IBGE, 2009 Tabela 3. Capacidade de armazenagem da microrregião de Campo Mourão A Tabela 3 mostra que o município de Corumbataí do Sul não possui capacidade de armazenagem e 3 municípios possuem apenas armazéns. O município de Campo Mourão possui a maior capacidade de armazenagem total útil e dinâmica, seguido pelos municípios de 7

8 Mamborê e Luiziana. O município de Iretama possui a menor capacidade total útil e dinâmica, seguido por Terra Boa e Barbosa Ferraz. 5.3 Capacidade de armazenagem da microrregião de Cascavel A Tabela 4 apresenta a capacidade de armazenagem dos municípios pertencentes à microrregião de Cascavel. E MUNICÍPIOS ARMAZÉNS SILOS ARMAZÉNS SILOS Cascavel Anahy Boa Vista da Aparecida Braganey Cafelândia Campo Bonito Capitão Leônidas Marques Cascavel Catanduvas Corbélia Diamante do Sul Guaraniaçu Ibema Iguatu Lindoeste Nova Aurora Santa Lúcia Santa Tereza do Oeste Três Barras do Paraná Fonte: IBGE, 2009 Tabela 4. Capacidade de armazenagem da microrregião de Cascavel Na microrregião de Cascavel, 5 municípios não possuem capacidade de armazenagem, 2 possuem apenas silos e 3 apenas armazéns. O município de Cascavel possui a maior capacidade de armazenagem total útil e dinâmica e o município de Boa Vista da Aparecida a menor capacidade de armazenagem. 5.4 Capacidade de armazenagem da microrregião de Goioerê A Tabela 5 apresenta a capacidade de armazenagem dos municípios pertencentes à microrregião de Goioerê. E MUNICÍPIOS ARMAZÉNS SILOS ARMAZÉNS SILOS Goioerê Altamira do Paraná Boa Esperança Campina da Lagoa Goioerê

9 Janiópolis Juranda Moreira Sales Nova Cantu Quarto Centenário Rancho Alegre D'Oeste Ubiratã Fonte: IBGE, 2009 Tabela 5. Capacidade de armazenagem da microrregião de Goioerê Dos 11 municípios pertencentes à microrregião de Goioerê, 6 possuem apenas silos na capacidade de armazenagem. O município de Juranda possui a maior capacidade total útil e dinâmica, seguido pelos municípios de Ubiratã e Goioerê. O município de Janiópolis possui a menor capacidade de armazenagem, seguido por Quarto Centenário e Altamira do Paraná. Analisando as tabelas referentes à capacidade de armazenagem apresentadas, verifica-se que a microrregião com maior capacidade total útil e dinâmica é Toledo, seguida por Campo Mourão, Cascavel e Goioerê. Dentre os municípios, Cascavel possui a maior capacidade total útil e dinâmica, seguido por Toledo, Campo Mourão e Juranda. Nota-se também, que seis municípios não possuem armazéns, nem silos, destes, 5 pertencem à microrregião de Cascavel e 1 à microrregião de Campo Mourão. A capacidade total útil destas microrregiões é de milhões de toneladas de grãos. 6. Aplicação do método de localização de capacidade crítica nas quatro microrregiões estudadas A Tabela 6 traz o resultado do confronto da produção de soja com a capacidade de armazenamento de grãos das microrregiões estudadas. E MUNICÍPIOS ARMAZÉNS SILOS ARMAZÉNS SILOS Toledo 1,01 2,27 0,70 0,67 1,51 0,46 Campo Mourão 1,32 2,14 0,82 0,88 1,42 0,54 Cascavel 1,79 2,22 0,99 1,19 1,48 0,66 Goioerê 2,49 1,65 0,99 1,66 1,10 0,66 Tabela 6. Ocupação da capacidade de armazenagem nas microrregiões estudadas A análise da Tabela 6 mostra que, considerando apenas a soja, os índices de ocupação da capacidade total útil das microrregiões estão abaixo de 1, porém muito próximos do limite da capacidade de estocagem de grãos destas microrregiões. Considerando a capacidade útil dos armazéns e silos isoladamente, os índices mostram que a capacidade destas microrregiões não é suficiente para a produção de soja. Contudo, analisando a capacidade total dinâmica, nota-se que há uma maior folga nos armazéns destas microrregiões devido à produção em diferentes épocas do ano o que torna dispensável o estoque de produtos agropecuários por longos períodos. 7. Discussão dos resultados obtidos Os índices de ocupação das microrregiões estudadas mostram que, mesmo próximas do limite, ainda há capacidade de armazenagem. Entretanto, faz-se necessário analisar a capacidade dos municípios. As tabelas 7, 8, 9 e 10 apresentam os índices de ocupação da capacidade de cada município. Em vermelho estão marcados os municípios com déficit na 9

10 capacidade útil de armazenamento, em amarelo, estão aqueles que possuem índices de ocupação próximos a 1, ou seja, com a capacidade de armazenamento no seu limite e, em verde estão marcados os municípios que possuem folga na capacidade de armazenamento com índices abaixo de 1. Na Tabela 7 são apresentados os índices de ocupação da capacidade dos municípios da microrregião de Toledo. ARMAZÉNS SILOS ARMAZÉNS SILOS E MUNICÍPIOS Toledo 1,01 2,27 0,70 0,67 1,51 0,46 Assis Chateaubriand 1,07 2,23 0,72 0,71 1,49 0,48 Diamante D'Oeste 3,44 3,44 2,29 2,29 Entre Rios do Oeste 0,33 0,33 0,22 0,22 Formosa do Oeste 1,35 1,35 0,90 0,90 Guaíra 0,95 3,45 0,75 0,63 2,30 0,50 Iracema do Oeste 9,60 2,56 2,02 6,40 1,71 1,35 Jesuítas 2,54 9,75 2,02 1,70 6,50 1,34 Marechal Cândido Rondon 0,46 0,47 0,23 0,31 0,31 0,15 Maripá 0,73 0,73 0,49 0,49 Mercedes 3,71 3,15 1,70 2,47 2,10 1,14 Nova Santa Rosa 1,08 13,44 1,00 0,72 8,96 0,66 Ouro Verde do Oeste 2,00 5,00 1,43 1,33 3,33 0,95 Palotina 0,73 1,88 0,53 0,49 1,25 0,35 Pato Bragado 2,78 2,78 1,86 1,86 Quatro Pontes 65,74 65,74 43,83 43,83 Santa Helena 1,65 1,35 0,74 1,10 0,90 0,50 São José das Palmeiras 1,24 1,24 0,83 0,83 São Pedro do Iguaçu 4,57 2,10 1,44 3,05 1,40 0,96 Terra Roxa 2,24 11,84 1,88 1,49 7,89 1,26 Toledo 0,53 2,48 0,44 0,35 1,66 0,29 Tupãssi 1,56 2,51 0,96 1,04 1,67 0,64 Tabela 7. Ocupação da capacidade de armazenagem na microrregião de Toledo A microrregião de Toledo possui 11 municípios com déficit na capacidade útil de armazenamento, sendo Quatro Pontes aquele que possui o maior déficit na capacidade total útil de 65,74 e na capacidade dinâmica de 43,83. Destes municípios, 4 possuem índices de ocupação na capacidade dinâmica total abaixo de 1, devido às diferentes épocas de utilização dos armazéns e silos. Esta microrregião possui 6 municípios com a capacidade de armazenagem próxima do limite e 4 municípios com folga na capacidade de armazenagem. Os indicadores de ocupação da capacidade dos municípios da microrregião de Campo Mourão são apresentados na Tabela 8. ARMAZÉNS SILOS ARMAZÉNS SILOS E MUNICÍPIOS Campo Mourão 1,32 2,14 0,82 0,88 1,42 0,54 Araruna 9,69 5,99 3,70 6,46 4,00 2,47 Barbosa Ferraz 1,47 1,47 0,98 0,98 Campo Mourão 0,42 1,39 0,32 0,28 0,93 0,22 Corumbataí do Sul Engenheiro Beltrão 1,15 13,09 1,06 0,77 8,73 0,70 Farol 1,06 1,06 0,71 0,71 Fênix 1,11 4,00 0,87 0,74 2,67 0,58 Iretama 1,33 1,33 0,89 0,89 Luiziana 1,67 1,94 0,90 1,11 1,29 0,60 10

11 Mamborê 1,68 1,17 0,69 1,12 0,78 0,46 Peabiru 7,10 40,8 6,05 4,73 27,20 4,03 Quinta do Sol 2,18 0,49 0,40 1,45 0,33 0,27 Roncador 1,64 1,33 0,73 1,09 0,89 0,49 Terra Boa 104,63 3,49 3,38 69,75 2,33 2,25 Tabela 8. Ocupação da capacidade de armazenagem na microrregião de Campo Mourão Dos 14 municípios pertencentes à microrregião de Campo Mourão, 3 possuem capacidade total útil e dinâmica de armazenagem em situação crítica e 4 municípios possuem apenas a capacidade total útil acima do limite. O município de Peabiru possui os maiores índices de ocupação da capacidade total útil e dinâmica de 6,05 e 4,03 respectivamente. O município de Terra Boa apresenta o maior índice de ocupação na capacidade útil e dinâmica dos armazéns de 104,63 e 69,75 respectivamente. O município de Corumbataí do Sul não possui índice de ocupação, pois o mesmo não possui armazéns, nem silos, apesar de produzir soja, apresentando uma situação ainda mais crítica. Quatro municípios possuem índices de ocupação próximos ao limite. Os municípios de Quinta do Sol e Campo Mourão possuem baixos índices de ocupação de capacidade total útil e dinâmica, mostrando que estes municípios possuem a capacidade de armazenagem maior que a produção de soja. A Tabela 9 apresenta os índices de ocupação dos municípios da microrregião de Cascavel. ARMAZÉNS SILOS ARMAZÉNS SILOS E MUNICÍPIOS Cascavel 1,79 2,22 0,99 1,19 1,48 0,66 Anahy 1,83 1,83 1,22 1,22 Boa Vista da Aparecida 14,02 14,02 9,34 9,34 Braganey 28,21 6,18 5,07 18,81 4,12 3,38 Cafelândia 0,82 0,82 0,54 0,54 Campo Bonito Capitão Leônidas Marques 0,73 0,73 0,49 0,49 Cascavel 0,93 0,90 0,46 0,62 0,60 0,30 Catanduvas 9,00 2,55 1,99 6,00 1,70 1,33 Corbélia 1,63 5,65 1,26 1,08 3,77 0,84 Diamante do Sul Guaraniaçu 2,27 0,86 0,62 1,51 0,57 0,42 Ibema 1,13 1,13 0,75 0,75 Iguatu Lindoeste Nova Aurora 4,97 3,13 1,92 3,31 2,09 1,28 Santa Lúcia Santa Tereza do Oeste 171,93 4,30 4,19 114,62 2,87 2,80 Três Barras do Paraná 15,77 3,78 3,05 10,51 2,52 2,03 Tabela 9. Ocupação da capacidade de armazenagem na microrregião de Cascavel Nove municípios apresentam déficit na capacidade de armazenagem, sendo o município de Boa Vista Aparecida aquele com maior índice de ocupação da capacidade total útil de 14,02 e dinâmica de 9,34. Considerando apenas os armazéns, Santa Tereza do Oeste possui o maior índice de ocupação de 171,93 na capacidade útil e 114,62 na capacidade dinâmica. Os municípios de Três Barras do Paraná e Braganey também possuem altos índices de ocupação referentes aos armazéns. Cinco municípios estão em situação crítica e não possuem índices de ocupação da capacidade, pois apesar de produzirem soja não possuem armazéns ou silos. Apenas os municípios de Cascavel e Guaraniaçu possuem folga na capacidade de 11

12 armazenagem e, Cafelândia e Capitão Leônidas Marques possuem índices de ocupação próximos ao limite de capacidade. Na Tabela 10 são apresentados os índices de ocupação referente aos municípios da microrregião de Goioerê. ARMAZÉNS SILOS ARMAZÉNS SILOS E MUNICÍPIOS Goioerê 2,49 1,65 0,99 1,66 1,10 0,66 Altamira do Paraná 0,38 0,38 0,26 0,26 Boa Esperança 1,01 1,18 0,54 0,67 0,79 0,36 Campina da Lagoa 3,85 1,57 1,12 2,57 1,05 0,74 Goioerê 0,95 1,67 0,60 0,63 1,11 0,40 Janiópolis 9,28 9,28 6,19 6,19 Juranda 0,93 0,75 0,42 0,62 0,50 0,28 Moreira Sales 0,78 0,78 0,52 0,52 Nova Cantu 5,18 5,18 3,45 3,45 Quarto Centenário 12,00 12,00 8,00 8,00 Rancho Alegre D'Oeste 4,93 4,93 3,29 3,29 Ubiratã 4,47 1,61 1,18 2,98 1,07 0,79 Tabela 10. Ocupação da capacidade de armazenagem na microrregião de Goioerê Na microrregião de Goioerê 6 municípios possuem capacidade de armazenagem deficitária, sendo o município de Quarto Centenário aquele que possui o maior índice tanto na capacidade total útil de 12,00, quanto na capacidade total dinâmica de 8,00. Quatro municípios possuem folga na capacidade de armazenagem e apenas o município de Moreira Sales possui o indicador de ocupação da capacidade próximo ao seu limite. 8. Conclusão Vários fatores têm prejudicado o agronegócio brasileiro. Estes fatores são referentes, principalmente, à logística. O País perde a sua competitividade devido a problemas com a infra-estrutura dos meios de transportes, o custo do frete e com a capacidade de armazenamento. A soja é o produto de maior demanda mundial e o Brasil é o segundo maior produtor deste grão. Previsões de diversas organizações apontam que o País pode ser o maior produtor mundial de soja nos próximos anos, mas, para que isso aconteça é necessário que a logística brasileira passe por mudanças. O Estado do Paraná é o segundo maior produtor de soja e o segundo maior exportador deste grão, o Paraná também é o Estado que possui a maior capacidade de armazenagem brasileira. Este artigo apresenta uma análise da capacidade dos armazéns do Paraná e, através da mesma buscou-se descobrir se a capacidade de armazenagem paranaense suporta a produção de soja do Estado. Cabe salientar que foi analisada somente a produção de soja não levando em conta que os grãos produzidos dividem o mesmo espaço dentro dos armazéns. Devido à grande quantidade de municípios produtores de soja, optou-se em analisar a capacidade de armazenagem das quatro microrregiões que mais produziram soja na safra 2007/08. Estas microrregiões foram: Toledo, Campo Mourão, Cascavel e Goioerê. Através do método utilizado verificou-se que, as microrregiões estão com a capacidade total útil de armazenagem no seu limite. A análise de cada município mostra que dos 64 municípios analisados, 21 estão com a produção de soja maior que a capacidade total útil e 12

13 dinâmica e, 13 municípios estão com a produção de soja maior que a capacidade total útil. Também foram encontrados 6 municípios que produzem soja, mas não possuem armazéns nem silos, a produção destes municípios é de toneladas de soja. Logo, os produtores destes locais são obrigados a transportar seus grãos para armazéns de outros municípios ou vender seu produto assim que colhido. As microrregiões de Toledo e Cascavel possuem 7 municípios cada uma, com capacidade de armazenagem defasada. O município de Quatro Pontes localizado na microrregião de Toledo possui o maior índice de ocupação da capacidade total útil (65,74) e dinâmica (43,83). Na microrregião de Cascavel o município de Boa Vista da Aparecida possui um índice de ocupação da capacidade total útil de 14,02 e na dinâmica de 9,34, sendo os maiores índices desta microrregião. Na microrregião de Campo Mourão, apenas 3 municípios possuem capacidade de armazenagem defasada, a maior delas está localizada no município de Peabiru, com índice de capacidade total útil de 6,05 e capacidade total dinâmica de 4,03. A microrregião de Goioerê, possui 4 municípios com altos índices de ocupação da capacidade, sendo que o maior deles, com capacidade total útil de 12,00 e dinâmica de 8,00, encontra-se no município de Quarto Centenário. Treze municípios apresentam índice de ocupação da capacidade próximos de 1, ou seja, a capacidade destes municípios está próxima de seu limite. Os municípios restantes possuem folga na capacidade de armazenagem, o município de Marechal Cândido Rondon possui os menores índices na capacidade útil (0,23) e na capacidade dinâmica (0,15). A utilização deste método mostrou a necessidade no aumento da capacidade de estocagem no Estado do Paraná. A situação da capacidade de armazenagem torna-se ainda mais grave se for levado em consideração que os grãos dividem o mesmo espaço dentro dos armazéns. O aumento da capacidade de estocagem torna possível o aumento da competitividade da soja paranaense, diminui as perdas dos produtores e aumenta as suas chances de ganho com a venda do produto. Os resultados encontrados neste trabalho confirmam a necessidade do Estado do Paraná em aumentar a sua capacidade de estocagem de grãos, pois mesmo possuindo a maior capacidade de armazenagem de grão do Brasil, ainda falta espaço para armazenar toda a produção do Estado. 9. Referências ANEC. Disponível em: Acesso em 10 de junho de CONAB. Disponível em: < >. Acesso em: 10 de junho de IBGE. Disponível em: < >. Acesso em: 19 de junho de IPEA. Disponível em: <http://www.fundacaofia.com.br/pensa/pdf/relatorios/ipea/vol_v_soja.pdf >. Acesso em 19 de junho de TSUNECHIRO, Alfredo; NOGUEIRA, Sebastião. Produção agrícola e infra-estrutura de armazenagem no Brasil. Informações Econômicas, SP, v.35, n.2, fev USDA. Disponível em: < >. Acesso em: 18 de junho de WIKIPÉDIA. Disponível em: Acesso em 09 de junho de

14 ZOTARELLI, Antonio; LUGNANI, Antonio Carlos. O complexo agroindustrial da soja no Paraná: um estudo comparativo com o centro-oeste do Brasil. Revista Paraná 14

Curitiba - Matrícula na Educação Básica

Curitiba - Matrícula na Educação Básica Alunos Matriculados por Município na Educação Básica do Paraná - Série Temporal 2007-2013 O presente estudo, baseado nas informações do Censo Escolar do MEC/Inep, incluindo os dados de 2013 recém divulgados,

Leia mais

Total de homens Total de mulheres

Total de homens Total de mulheres Nome do população população 4100103 Abatiá 8.259 3.911 3.842 5.721 2.032 7.753 4100202 Adrianópolis 7.007 3.296 3.078 2.060 4.314 6.374 4100301 Agudos do Sul 7.221 4.306 3.964 2.822 5.448 8.270 4100400

Leia mais

CÓDIGOS DO PARANÁ. Fonte: Anexo da resolução 263 de 08/06/2001

CÓDIGOS DO PARANÁ. Fonte: Anexo da resolução 263 de 08/06/2001 CÓDIGOS DO PARANÁ Fonte: Anexo da resolução 263 de 08/06/2001 UF MUNICÍPIO CÓDIGO DE ÁREA PR ABATIÁ 43 PR ADRIANÓPOLIS 41 PR AGUDOS DO SUL 41 PR ALMIRANTE TAMANDARÉ 41 PR ALTAMIRA DO PARANÁ 42 PR ALTO

Leia mais

ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO MUNICIPAL SEGUNDO OS MUNICÍPIOS DO PARANÁ - 1991/2000 continua 1991 2000 MUNICÍPIO. Ranking no estado.

ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO MUNICIPAL SEGUNDO OS MUNICÍPIOS DO PARANÁ - 1991/2000 continua 1991 2000 MUNICÍPIO. Ranking no estado. www.ipardes.gov.br ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO MUNICIPAL SEGUNDO OS S DO PARANÁ - 1991/2000 PARANÁ 0,711 0,678 0,778 0,678 (1) 7 0,787 0,747 0,879 0,736 (1) 6 Abatiá 0,651 0,717 0,664 0,571 235 0,710

Leia mais

2. CONCEITO DE MIGRAÇÃO

2. CONCEITO DE MIGRAÇÃO ANÁLISE DO CRESCIMENTO/DECRÉSCIMO POPULACIONAL DOS MUNICÍPIOS DA MESORREGIÃO CENTRO OCIDENTAL PARANAENSE E SEUS IMPACTOS SOBRE O DESENVOLVIMENTO REGIONAL. Yume Aparecida Pereira Paiva, (IC), UNESPAR/FECILCAM,

Leia mais

Núcleo Regional de Toledo

Núcleo Regional de Toledo Núcleo Regional de Toledo Municípios participantes Anahy Assis Chateaubriand Boa Vista da Apar. Braganey Cafelândia Campo Bonito Cap. Leônidas Marques Cascavel Catanduvas Céu Azul Corbélia Diamante do

Leia mais

Índices de perdas do plantio à pré-colheita dos principais grãos cultivados no País 1996-2002 Introdução

Índices de perdas do plantio à pré-colheita dos principais grãos cultivados no País 1996-2002 Introdução Índices de perdas do plantio à pré-colheita dos principais grãos cultivados no País 1996-2002 Introdução O presente estudo trata da construção de um modelo de quantificação das perdas de grãos do plantio

Leia mais

Frota Total de Veículos 2012-2014

Frota Total de Veículos 2012-2014 Evolução da frota de veículos existentes na cidade. Tipos de veículos: automóvel, bonde, caminhão, caminhão trator, caminhonete, camioneta, chassi plataforma, ciclomotor, micro-ônibus, motocicleta, motoneta,

Leia mais

Soja - Análise da Conjuntura Agropecuária. Novembro 2015 PARANÁ

Soja - Análise da Conjuntura Agropecuária. Novembro 2015 PARANÁ Soja - Análise da Conjuntura Agropecuária Novembro 2015 PARANÁ A estimativa de área para a safra 2015/16 de soja é recorde no Paraná. Segundo os técnicos de campo serão semeados 5,24 milhões de hectares,

Leia mais

FATORES CRÍTICOS À COMPETITIVIDADE DA SOJA NO PARANÁ E NO MATO GROSSO

FATORES CRÍTICOS À COMPETITIVIDADE DA SOJA NO PARANÁ E NO MATO GROSSO FATORES CRÍTICOS À COMPETITIVIDADE DA SOJA NO PARANÁ E NO MATO GROSSO Por: Carlos Eduardo Cruz Tavares 1 São várias as cadeias produtivas que constituem o complexo agroalimentar, destacando-se entre elas,

Leia mais

Tabela 01 Mundo Soja Área, produção e produtividade Safra 2009/10 a 2013/14

Tabela 01 Mundo Soja Área, produção e produtividade Safra 2009/10 a 2013/14 Soja Análise da Conjuntura Agropecuária Novembro de 2013 MUNDO A economia mundial cada vez mais globalizada tem sido o principal propulsor responsável pelo aumento da produção de soja. Com o aumento do

Leia mais

CAPÍTULO 5 A REGIÃO NO CONTEXTO DA ECONOMIA PARANAENSE. Maria da Piedade Araújo

CAPÍTULO 5 A REGIÃO NO CONTEXTO DA ECONOMIA PARANAENSE. Maria da Piedade Araújo CAPÍTULO 5 A REGIÃO NO CONTEXTO DA ECONOMIA PARANAENSE Maria da Piedade Araújo 170 5.1 INTRODUÇÃO Este capítulo tem por objetivo apresentar um comparativo da Mesorregião Oeste do Paraná em relação ao Estado.

Leia mais

INDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO MUNICIPAL - MESORREGIÃO OESTE PARANAENSE. 1

INDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO MUNICIPAL - MESORREGIÃO OESTE PARANAENSE. 1 INDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO MUNICIPAL - MESORREGIÃO OESTE PARANAENSE. 1 Ronaldo Aparecido da Cunha 2 UNIOESTE Universidade Estadual do Oeste do Paraná Campus de Cascavel Trabalho orientado pela professora

Leia mais

Logística e infraestrutura para o escoamento da produção de grãos no Brasil

Logística e infraestrutura para o escoamento da produção de grãos no Brasil Logística e infraestrutura para o escoamento da produção de grãos no Brasil Denise Deckers do Amaral 1 - Economista - Assessora Técnica - Empresa de Planejamento e Logística - EPL, Vice Presidente da Associação

Leia mais

DIMENSIONAMENTO DE UM SISTEMA DE SECAGEM E ARMAZENAGEM DE GRÃOS

DIMENSIONAMENTO DE UM SISTEMA DE SECAGEM E ARMAZENAGEM DE GRÃOS ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 DIMENSIONAMENTO DE UM SISTEMA DE SECAGEM E ARMAZENAGEM DE GRÃOS Vinicius Calefi Dias 1 ; Jefferson

Leia mais

Suinocultura - Análise da Conjuntura Agropecuária

Suinocultura - Análise da Conjuntura Agropecuária Suinocultura - Análise da Conjuntura Agropecuária fevereiro de 2013. 1 - Considerações Iniciais A Suinocultura é uma das atividades da agropecuária mais difundida e produzida no mundo. O porco, espécie

Leia mais

1. 1. DISTRIBUIÇÃO GOGRÁFICA DOS IMÓVIS Almirante Tamandaré 6/6/2006 25493/04 2. Altônia 22/1/2014 7785/12 3. Alto Paraná 22/7/2013 837/2012 4. Alto Piquiri 30/1/2016 8515/2013 5. Andirá 11/12/2010 675/2010

Leia mais

Índice Firjan de Gestão Fiscal

Índice Firjan de Gestão Fiscal Índice Firjan de Gestão Fiscal O IFGF Geral é composto por cinco índices: Receita Própria, Gastos com Pessoal, Investimentos, Liquidez e Custo da Dívida. Os quatro primeiros têm peso de 22,5% para a construção

Leia mais

Situação dos FMDCA Fundos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente no Estado do Paraná

Situação dos FMDCA Fundos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente no Estado do Paraná Situação dos FMDCA Fundos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente no Estado do Paraná Documento elaborado pelo CAOPCAE/MPPR a partir de arquivos disponibilizados na internet pela Secretaria

Leia mais

REGIONAL CENTRO-OESTE

REGIONAL CENTRO-OESTE REGIONAL CENTRO-OESTE SOJA DESPONTA NO CENTRO-OESTE, REDUZINDO ÁREAS DE MILHO VERÃO E ALGODÃO A produção de soja despontou no Centro-Oeste brasileiro nesta safra verão 2012/13, ocupando áreas antes destinadas

Leia mais

TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DOS CUSTOS DO TRANSPORTE DA SOJA NO BRASIL CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO

TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DOS CUSTOS DO TRANSPORTE DA SOJA NO BRASIL CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DOS CUSTOS DO TRANSPORTE DA SOJA NO BRASIL CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE TECNOLOGIA ZONA LESTE AUTOR(ES):

Leia mais

SITUAÇÃO DA DENGUE NO PARANÁ 2014/2015 Informe técnico 09 Período 2014/2015 Semana 31/2014 a 07/2015 Atualizado em 23/02/2015 às 17h

SITUAÇÃO DA DENGUE NO PARANÁ 2014/2015 Informe técnico 09 Período 2014/2015 Semana 31/2014 a 07/2015 Atualizado em 23/02/2015 às 17h Governo do Estado do Paraná Secretaria de Estado da Saúde (SESA) Superintendência de Vigilância em Saúde Sala de Situação em Saúde SITUAÇÃO DA DENGUE NO PARANÁ 2014/2015 Informe técnico 09 Período 2014/2015

Leia mais

Janeiro de 2013 Volume 01

Janeiro de 2013 Volume 01 Janeiro de 2013 Volume 01 Janeiro de 2013 Volume 01 2 Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Companhia Nacional de Abastecimento - Conab Dipai - Diretoria de Política Agrícola e Informações

Leia mais

O SULCO COMO O BRASIL VAI INVESTIR NO ARMAZENAMENTO DE SUA SUPERSAFRA. PRIMAVERA 2013. JohnDeere.com.br

O SULCO COMO O BRASIL VAI INVESTIR NO ARMAZENAMENTO DE SUA SUPERSAFRA. PRIMAVERA 2013. JohnDeere.com.br 10 - Precisão na pecuária 14 - Trigo com tecnologia 18 - Turistas no pomar 10 14 18 PRIMAVERA 2013 O SULCO JohnDeere.com.br COMO O BRASIL VAI INVESTIR NO ARMAZENAMENTO DE SUA SUPERSAFRA. capa 1 2 RICARDO

Leia mais

Paraná é o Estado com o maior número de salas de situação da dengue

Paraná é o Estado com o maior número de salas de situação da dengue Governo do Estado do Paraná Secretaria de Estado da Saúde (SESA) Superintendência de Vigilância em Saúde Sala de Situação em Saúde SITUAÇÃO DA DENGUE, CHIKUNGUNYA e ZIKA VÍRUS NO PARANÁ 2015/2016 Informe

Leia mais

I PRÊMIO PTI DE EMPREENDEDORISMO INOVADOR PROCESSO Nº 0017/2011 EDITAL Nº 002/2011 MODALIDADE: CONCURSO

I PRÊMIO PTI DE EMPREENDEDORISMO INOVADOR PROCESSO Nº 0017/2011 EDITAL Nº 002/2011 MODALIDADE: CONCURSO I PRÊMIO PTI DE EMPREENDEDORISMO INOVADOR Edital n 002/2011 28 de fevereiro de 2011 PROCESSO Nº 0017/2011 EDITAL Nº 002/2011 MODALIDADE: CONCURSO A Fundação Parque Tecnológico Itaipu Brasil (FPTI-BR),

Leia mais

ELABORAÇÃO ASSESSORIA DE PLANEJAMENTO ANTONIO CARLOS CORDEIRO DA SILVA EQUIPE TÉCNICA ARIETE DE FREITAS ROSA MARIA BRUNETTI APOIO TÉCNICO

ELABORAÇÃO ASSESSORIA DE PLANEJAMENTO ANTONIO CARLOS CORDEIRO DA SILVA EQUIPE TÉCNICA ARIETE DE FREITAS ROSA MARIA BRUNETTI APOIO TÉCNICO ELABORAÇÃO ASSESSORIA DE PLANEJAMENTO ANTONIO CARLOS CORDEIRO DA SILVA EQUIPE TÉCNICA ARIETE DE FREITAS ROSA MARIA BRUNETTI APOIO TÉCNICO ANDRÉIA PUSTILNICK LIDIA RIBEIRO DO NASCIMENTO REPROGRAFIA SERGIO

Leia mais

A RECUPERAÇÃO DA PRODUÇÃO DO ALGODÃO NO BRASIL. Joffre Kouri (Embrapa Algodão / joffre@cnpa.embrapa.br), Robério F. dos Santos (Embrapa Algodão)

A RECUPERAÇÃO DA PRODUÇÃO DO ALGODÃO NO BRASIL. Joffre Kouri (Embrapa Algodão / joffre@cnpa.embrapa.br), Robério F. dos Santos (Embrapa Algodão) A RECUPERAÇÃO DA PRODUÇÃO DO ALGODÃO NO BRASIL Joffre Kouri (Embrapa Algodão / joffre@cnpa.embrapa.br), Robério F. dos Santos (Embrapa Algodão) RESUMO - Graças a incentivos fiscais, ao profissionalismo

Leia mais

ARMAZENAMENTO NA FAZENDA

ARMAZENAMENTO NA FAZENDA Adriano Mallet adrianomallet@agrocult.com.br ARMAZENAMENTO NA FAZENDA O Brasil reconhece que a armazenagem na cadeia do Agronegócio é um dos principais itens da logística de escoamento da safra e fator

Leia mais

Produção e consumo de óleos vegetais no Brasil Sidemar Presotto Nunes

Produção e consumo de óleos vegetais no Brasil Sidemar Presotto Nunes Produção e consumo de óleos vegetais no Brasil Sidemar Presotto Nunes Apresentação O consumo de óleos vegetais tem aumentado no mundo todo, substituindo parte do consumo de gorduras animais. Embora tenham

Leia mais

ROTAS INTERNAS DE PRODUTOS DE EXPORTAÇÃO: O CASO DA SOJA

ROTAS INTERNAS DE PRODUTOS DE EXPORTAÇÃO: O CASO DA SOJA 1 Outubro 2009 ROTAS INTERNAS DE PRODUTOS DE EXPORTAÇÃO: O CASO DA SOJA Fernando Raphael Ferro de Lima * INTRODUÇÃO Este trabalho busca compreender como se modificaram, no período recente, os fluxos internos

Leia mais

TRIGO Período de 12 a 16/10/2015

TRIGO Período de 12 a 16/10/2015 TRIGO Período de 2 a 6/0/205 Tabela I - PREÇO PAGO AO PRODUTOR (em R$/60 kg) Centro de Produção Unid. 2 meses Períodos anteriores mês (*) semana Preço Atual PR 60 kg 29,5 34,0 35,42 35,94 Semana Atual

Leia mais

Sistema Agropecuário de Produção Integrada de Milho

Sistema Agropecuário de Produção Integrada de Milho Sistema Agropecuário de Produção Integrada de Milho José Carlos Cruz 1, Israel Alexandre Pereira Filho 1, João Carlos Garcia 1, Jason de Oliveira Duarte 1, João Herbert Moreira Viana 1, Ivan Cruz 1, Rodrigo

Leia mais

Soja: elevação dos preços da convencional/transgênica deve dificultar incremento da orgânica

Soja: elevação dos preços da convencional/transgênica deve dificultar incremento da orgânica Soja: elevação dos preços da convencional/transgênica deve dificultar incremento da orgânica Produção mundial deve recuar em 2007/08 Segundo o relatório de oferta e demanda divulgado pelo Usda em setembro

Leia mais

A logística de transportes e telecomunicações no noroeste do Mato Grosso: entrave ao desenvolvimento ou oportunidade de negócios.

A logística de transportes e telecomunicações no noroeste do Mato Grosso: entrave ao desenvolvimento ou oportunidade de negócios. A logística de transportes e telecomunicações no noroeste do Mato Grosso: entrave ao desenvolvimento ou oportunidade de negócios. III SASEL SIMPÓSIO DE ADMINISTRAÇÃO Professora Ma. Terezinha Márcia de

Leia mais

O MERCADO DE SOJA 1. INTRODUÇÃO

O MERCADO DE SOJA 1. INTRODUÇÃO O MERCADO DE SOJA 1. INTRODUÇÃO A soja é a commodity mais importante do Brasil, pelo valor da produção obtida de grão, óleo e farelo, significativa parcela na receita cambial, área plantada, consumo de

Leia mais

Logística do Agronegócio: Entraves e Potencialidades para o setor. Andréa Leda Ramos de Oliveira Pesquisadora Científica andrealeda@gmail.

Logística do Agronegócio: Entraves e Potencialidades para o setor. Andréa Leda Ramos de Oliveira Pesquisadora Científica andrealeda@gmail. Logística do Agronegócio: Entraves e Potencialidades para o setor Andréa Leda Ramos de Oliveira Pesquisadora Científica andrealeda@gmail.com Algumas Questões Estamos no caminho correto do desenvolvimento

Leia mais

BOLETIM ANUAL DO MERCADO DE GRÃOS: MILHO SAFRA 2008 / 2009 Maio de 2008

BOLETIM ANUAL DO MERCADO DE GRÃOS: MILHO SAFRA 2008 / 2009 Maio de 2008 BOLETIM ANUAL DO MERCADO DE GRÃOS: MILHO SAFRA 2008 / 2009 Maio de 2008 Mercado Internacional Em 2007, a produção anual de milho atingiu quase 720 milhões de tonelada (Tabela 1), quando os Estados Unidos,

Leia mais

DERAL - Departamento de Economia Rural. Feijão - Análise da Conjuntura Agropecuária

DERAL - Departamento de Economia Rural. Feijão - Análise da Conjuntura Agropecuária Feijão - Análise da Conjuntura Agropecuária Outubro de 2013 INTRODUÇÃO A importância mundial do cultivo e consumo do feijão é apresentado no site do Centro Tropical de Agricultura Tropical (CIAT): Um prato

Leia mais

Cooperativismo Agropecuário

Cooperativismo Agropecuário Cooperativismo Agropecuário rio Camara Temática de Insumos Agropecuários Paulo Cesar Dias Junior Brasília, 25 de novembro de 2013 Sistema OCB. Você participa. Todos crescem. OCB: Atuação Representação

Leia mais

CUSTO DE PRODUÇÃO DE GRÃOS EM LONDRINA-PR

CUSTO DE PRODUÇÃO DE GRÃOS EM LONDRINA-PR CUSTO DE PRODUÇÃO DE GRÃOS EM LONDRINA-PR Foi realizado no dia 12 de julho de 2012 em Londrina (PR), o painel de custos de produção de grãos. A pesquisa faz parte do Projeto Campo Futuro da Confederação

Leia mais

A REGIÃO COSTA OESTE DO PARANÁ E OS CENSOS DEMOGRÁFICOS: EVOLUÇÃO E DINÂMICA DEMOGRÁFICA (1991, 2000 e 2010)

A REGIÃO COSTA OESTE DO PARANÁ E OS CENSOS DEMOGRÁFICOS: EVOLUÇÃO E DINÂMICA DEMOGRÁFICA (1991, 2000 e 2010) A REGIÃO COSTA OESTE DO PARANÁ E OS CENSOS DEMOGRÁFICOS: EVOLUÇÃO E DINÂMICA DEMOGRÁFICA (1991, 2000 e 2010) Adriana Eliane Casagrande 1 Edson Belo Clemente de Souza 2 Eixo temático: POLITICAS DE ESTADO

Leia mais

CIA DE CIMENTO ITAMBE DIRETORIA COMERCIAL DEPARTAMENTO DE LOGÍSTICA

CIA DE CIMENTO ITAMBE DIRETORIA COMERCIAL DEPARTAMENTO DE LOGÍSTICA CIA DE CIMENTO ITAMBE DIRETORIA COMERCIAL DEPARTAMENTO DE LOGÍSTICA REGIÕES - PARANÁ Ensacado Região Cidade Truck - 14,5t Carreta - 32t Granel 1 CURITIBA 2 2 2 ITAPERUÇU 3 3 3 2 CAMPO MAGRO 3 3 3 RIO BRANCO

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DO PARANÁ DIRETORIA DE EDUCAÇÃO A DISTANCIA

INSTITUTO FEDERAL DO PARANÁ DIRETORIA DE EDUCAÇÃO A DISTANCIA INSTITUTO FEDERAL DO PARANÁ DIRETORIA DE EDUCAÇÃO A DISTANCIA EDITAL 015/2014 REFERENTE À RETIFICAÇÃO DO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO DE ALUNOS PARA OS CURSOS TÉCNICOS EM AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE

Leia mais

Política Nacional de Plantas Medicinais e Medicamentos Fitoterápicos Dr. Euclides Lara Cardozo Junior 3 ENIFarMed São Paulo, Setembro de 2009 Abrangência Contemplar diferentes interesses Prever ações em

Leia mais

URBANIZAÇÃO NOS MUNICÍPIOS DO OESTE DO PARANÁ NO PERÍODO DE 1991, 2000 E 2010

URBANIZAÇÃO NOS MUNICÍPIOS DO OESTE DO PARANÁ NO PERÍODO DE 1991, 2000 E 2010 URBANIZAÇÃO NOS MUNICÍPIOS DO OESTE DO PARANÁ NO PERÍODO DE 1991, 2000 E 2010 Jéssica Karoline Misael (Unioeste) jessicakmisael@hotmail.com Katia Fabiane Rodrigues (Unioeste) kafrodrigues@yahoo.com.br

Leia mais

AÇÕES DO PODER PÚBLICO FEDERAL NO FOMENTO À ATIVIDADE TURÍSTICA NA MESORREGIÃO CENTRO-OCIDENTAL DO PARANÁ

AÇÕES DO PODER PÚBLICO FEDERAL NO FOMENTO À ATIVIDADE TURÍSTICA NA MESORREGIÃO CENTRO-OCIDENTAL DO PARANÁ AÇÕES DO PODER PÚBLICO FEDERAL NO FOMENTO À ATIVIDADE TURÍSTICA NA MESORREGIÃO CENTRO-OCIDENTAL DO PARANÁ Aline Angeli, (IC), Unespar Câmpus de Campo Mourão, alineangeli.bf@hotmail.com. Larissa Mattos

Leia mais

TECNOLOGIA E PRODUTIVIDADE. Eng. Agr. Irineo da Costa Codrigues Diretor Presidente Cooperativa LAR / COODETEC / COTRIGUAÇU

TECNOLOGIA E PRODUTIVIDADE. Eng. Agr. Irineo da Costa Codrigues Diretor Presidente Cooperativa LAR / COODETEC / COTRIGUAÇU TECNOLOGIA E PRODUTIVIDADE Eng. Agr. Irineo da Costa Codrigues Diretor Presidente Cooperativa LAR / COODETEC / COTRIGUAÇU Área dos principais produtos agrícolas no Mundo (Mi ha) 2010 Cevada 55.1 6% Algodão

Leia mais

PISO SALARIAL a) Todos os empregados durante os primeiros 90 Salário Mínimo Nacional em Vigência

PISO SALARIAL a) Todos os empregados durante os primeiros 90 Salário Mínimo Nacional em Vigência T A B E L A S D E S A L Á R I O S E H O R Á R I O S F U N C I O N A M E N T O D O C O M É R C I O E M H O R Á R I O E S P E C I A L / 2 0 1 6 / 2 0 1 7 P A R A AS E M P R E S A S L O J I S T A S, M E R

Leia mais

A expansão do cultivo da soja na área de influência da BR 163 e os impactos nas regiões produtoras do estado do Paraná

A expansão do cultivo da soja na área de influência da BR 163 e os impactos nas regiões produtoras do estado do Paraná A expansão do cultivo da soja na área de influência da BR 163 e os impactos nas regiões produtoras do estado do Paraná Thiago de Jesus Fukui 1 Ricardo Luis Lopes 2 Resumo: O crescimento da produção da

Leia mais

Milho - Análise da Conjuntura Agropecuária

Milho - Análise da Conjuntura Agropecuária Milho - Análise da Conjuntura Agropecuária Outubro de 2012. MUNDO O milho é o cereal mais produzido no mundo. De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a produção média do

Leia mais

Você atingiu o estágio: Recomendações. NOME: MUNICIPIO: Ipiranga Data de preenchimento do guia: 2012-02-14 Data de devolução do relatório:

Você atingiu o estágio: Recomendações. NOME: MUNICIPIO: Ipiranga Data de preenchimento do guia: 2012-02-14 Data de devolução do relatório: Guia de sustentabilidade na produção de soja na Agricultura Familiar Relatório individual NOME: Prezado senhor (a), Em primeiro lugar, no nome dacoopafi, da Gebana e da Fundação Solidaridad,gostaríamos

Leia mais

TRIGO Período de 02 a 06/11/2015

TRIGO Período de 02 a 06/11/2015 TRIGO Período de 02 a 06//205 Tabela I - PREÇO PAGO AO PRODUTOR (em R$/60 kg) Centro de Produção Unid. 2 meses Períodos anteriores mês (*) semana Preço Atual PR 60 kg 29,56 35,87 36,75 36,96 Semana Atual

Leia mais

Evolução da Produção Regional dos Principais Grãos (2010-2015)

Evolução da Produção Regional dos Principais Grãos (2010-2015) Evolução da Produção Regional dos Principais Grãos (2010-2015) Gráfico 1 Evolução da produção de grãos (Em milhões de toneladas) A produção brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas cresceu, em

Leia mais

IV SIMPGEO - Simpósio Paranaense de Pós-Graduação em Geografia Entre o pensar e o fazer em Geografia

IV SIMPGEO - Simpósio Paranaense de Pós-Graduação em Geografia Entre o pensar e o fazer em Geografia ISSN 2175-232X IV SIMPGEO - Simpósio Paranaense de Pós-Graduação em Geografia Entre o pensar e o fazer em Geografia Unioeste-Campus de Marechal Cândido Rondon 18 a 20 de junho de 2009 OS DESAFIOS REGIONAIS

Leia mais

A Análise dos Custos Logísticos: Fatores complementares na composição dos custos de uma empresa

A Análise dos Custos Logísticos: Fatores complementares na composição dos custos de uma empresa Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Engenharia de Custos e Orçamentos Turma 01 10 de outubro de 2012 A Análise dos Custos Logísticos: Fatores complementares na composição dos custos de uma

Leia mais

ANÁLISE ECONOMÉTRICA DA OFERTA DE ALGODÃO NO ESTADO DE MATO GROSSO

ANÁLISE ECONOMÉTRICA DA OFERTA DE ALGODÃO NO ESTADO DE MATO GROSSO ANÁLISE ECONOMÉTRICA DA OFERTA DE ALGODÃO NO ESTADO DE MATO GROSSO Nilton Marques de Oliveira 1 Carlos Antônio F. Dias 2 Antônio José Medina dos Santos Baptista 2 Resumo Este trabalho teve por objetivo

Leia mais

PERSPECTIVAS E DESAFIOS PARA A SUSTENTABILIDADE DA AGRICULTURA FAMILIAR IAR. Airton Spies,, PhD. Seminário Regional do PAA Lages,, 21/05/2008.

PERSPECTIVAS E DESAFIOS PARA A SUSTENTABILIDADE DA AGRICULTURA FAMILIAR IAR. Airton Spies,, PhD. Seminário Regional do PAA Lages,, 21/05/2008. /Cepa PERSPECTIVAS E DESAFIOS PARA A SUSTENTABILIDADE DA AGRICULTURA FAMILIAR IAR Airton Spies,, PhD Eng. Agrônomo, Administrador de Empresas Seminário Regional do PAA Lages,, 21/05/2008 Estrutura da palestra

Leia mais

ORIENTAÇÕES SOBRE SEGURO, PROAGRO E RENEGOCIAÇÃO DE DÍVIDAS

ORIENTAÇÕES SOBRE SEGURO, PROAGRO E RENEGOCIAÇÃO DE DÍVIDAS ORIENTAÇÕES SOBRE SEGURO, PROAGRO E RENEGOCIAÇÃO DE DÍVIDAS Por: Maria Silvia C. Digiovani, engenheira agrônoma do DTE/FAEP,Tânia Moreira, economista do DTR/FAEP e Pedro Loyola, economista e Coordenador

Leia mais

Maçã: Balanço mundial (em mil toneladas métricas)

Maçã: Balanço mundial (em mil toneladas métricas) Informativo da Política Agrícola Secretaria de Política Agrícola Secretaria de Política Agrícola Informativo N o 54 Maçã Ano 6 Vol. 54, março de 213 Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Leia mais

Efeitos da Aeração Resfriada na Qualidade Fisiológica de Sementes de Soja (Glycine max (L.) Merrill)

Efeitos da Aeração Resfriada na Qualidade Fisiológica de Sementes de Soja (Glycine max (L.) Merrill) Efeitos da Aeração Resfriada na Qualidade Fisiológica de Sementes de Soja (Glycine max (L.) Merrill) 84 Zirvaldo Zenid Virgolino, Osvaldo Resende 1, Douglas Nascimento Gonçalves 1, Kaique Alves Ferreira

Leia mais

PRONUNCIAMENTO SOBRE LOGÍSTICA DE TRANSPORTES

PRONUNCIAMENTO SOBRE LOGÍSTICA DE TRANSPORTES PRONUNCIAMENTO SOBRE LOGÍSTICA DE TRANSPORTES Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Senadores, Amigos que nos assistem e nos ouvem pela Rádio Senado e pela TV Senado Há poucos dias, um fato foi amplamente

Leia mais

SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 3 2 DESCRIÇÃO DO LOCAL 5

SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 3 2 DESCRIÇÃO DO LOCAL 5 RESUMO O presente estágio curricular obrigatório foi desenvolvido na unidade de recebimento e secagem de cereais da Campagro Insumos Agrícolas, unidade Boa Vista em Campo Mourão PR. O estágio teve a duração

Leia mais

A RELAÇÃO ENTRE DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL E BEM ESTAR SOCIAL NA REGIÃO OESTE DO PARANÁ. Área: CIÊNCIAS ECONÔMICAS

A RELAÇÃO ENTRE DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL E BEM ESTAR SOCIAL NA REGIÃO OESTE DO PARANÁ. Área: CIÊNCIAS ECONÔMICAS A RELAÇÃO ENTRE DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL E BEM ESTAR SOCIAL NA REGIÃO OESTE DO PARANÁ Área: CIÊNCIAS ECONÔMICAS Flávia Henrique Sousa Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE), Rua Antônio

Leia mais

Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Gerência de Ensino e Pesquisa Campus Medianeira

Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Gerência de Ensino e Pesquisa Campus Medianeira Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Gerência de Ensino e Pesquisa Campus Medianeira PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ PROJETO DO CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

Leia mais

Departamento de Ciências Administrativas, Contábeis, Econômicas e da Comunicação - UNIJUÍ

Departamento de Ciências Administrativas, Contábeis, Econômicas e da Comunicação - UNIJUÍ DACEC Departamento de Ciências Administrativas, Contábeis, Econômicas e da Comunicação - UNIJUÍ Comentários referentes ao período entre 21/06/2013 a 27/06/2013 Prof. Dr. Argemiro Luís Brum 1 Prof. Ms.

Leia mais

A RELAÇÃO PÚBLICO X PRIVADO DOS SERVIÇOS SOCIOASSISTENCIAIS PRESTADOS NA REGIÃO OESTE NOS ANOS DE 2006 E 2007 1

A RELAÇÃO PÚBLICO X PRIVADO DOS SERVIÇOS SOCIOASSISTENCIAIS PRESTADOS NA REGIÃO OESTE NOS ANOS DE 2006 E 2007 1 A RELAÇÃO PÚBLICO X PRIVADO DOS SERVIÇOS SOCIOASSISTENCIAIS PRESTADOS NA REGIÃO OESTE NOS ANOS DE 2006 E 2007 1 CHRISTIANE KARLA SPIELMANN 2 INTRODUÇÃO Por muitos anos a assistência social foi vista com

Leia mais

REPRESENTAÇÕES CARTOGRÁFICAS DOS INDICADORES ESTATÍSTICOS DA MESORREGIÃO CENTRO OCIDENTAL PARANAENSE COM DESTAQUE PARA O CONTEXTO DE CORUMBATAÍ DO SUL

REPRESENTAÇÕES CARTOGRÁFICAS DOS INDICADORES ESTATÍSTICOS DA MESORREGIÃO CENTRO OCIDENTAL PARANAENSE COM DESTAQUE PARA O CONTEXTO DE CORUMBATAÍ DO SUL REPRESENTAÇÕES CARTOGRÁFICAS DOS INDICADORES ESTATÍSTICOS DA MESORREGIÃO CENTRO OCIDENTAL PARANAENSE COM DESTAQUE PARA O CONTEXTO DE CORUMBATAÍ DO SUL PAGLIARINI JR., Sérgio Norberto. IC, Fecilcam, Geografia,

Leia mais

2.2 - SÃO PAULO, PARANÁ, ESPÍRITO SANTO, BAHIA E RONDÔNIA.

2.2 - SÃO PAULO, PARANÁ, ESPÍRITO SANTO, BAHIA E RONDÔNIA. 1 - INTRODUÇÃO No período de 01 a 14 de abril de 2007, os técnicos da CONAB e das instituições com as quais mantém parceria visitaram municípios produtores de café em Minas Gerais, Espírito Santo, São

Leia mais

6. Estrutura de Custos Logísticos

6. Estrutura de Custos Logísticos 6. Estrutura de Custos Logísticos Os custos logísticos na atividade de distribuição de combustíveis líquidos no Brasil podem ser classificados como: custo de aquisição dos combustíveis suprimentos custo

Leia mais

CAPÍTULO 7 RECURSOS PÚBLICOS MUNICIPAIS: ARRECADAÇÃO E APLICAÇÃO. Marcos Wagner Fonseca

CAPÍTULO 7 RECURSOS PÚBLICOS MUNICIPAIS: ARRECADAÇÃO E APLICAÇÃO. Marcos Wagner Fonseca CAPÍTULO 7 RECURSOS PÚBLICOS MUNICIPAIS: ARRECADAÇÃO E APLICAÇÃO Marcos Wagner Fonseca 231 7.1 INTRODUÇÃO O papel desempenhado pelo Estado na economia brasileira é um assunto freqüente na pauta de discussão,

Leia mais

SIARMA Relatório de Indicadores de Preços de Armazenagem: Centro-Oeste. Ano 2015

SIARMA Relatório de Indicadores de Preços de Armazenagem: Centro-Oeste. Ano 2015 SIARMA Relatório de Indicadores de Preços de Armazenagem: Centro-Oeste Ano 2015 ESALQ-LOG LES Departamento de Economia, Administração e Sociologia Projeto SIARMA Sistema de Informações em Armazenagem:

Leia mais

A região oeste do Paraná precisa de um shopping de porte e qualidade, com o mesmo padrão dos shoppings de outras grandes cidades.

A região oeste do Paraná precisa de um shopping de porte e qualidade, com o mesmo padrão dos shoppings de outras grandes cidades. A região oeste do Paraná precisa de um shopping de porte e qualidade, com o mesmo padrão dos shoppings de outras grandes cidades. Foto: Vanderlei Faria/Secom Fundada em 1952, teve seu desenvolvimento planejado

Leia mais

FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO DE UMA INCUBADORA DE EMPRESAS: Um Estudo nas Incubadoras do Estado do Tocantins.

FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO DE UMA INCUBADORA DE EMPRESAS: Um Estudo nas Incubadoras do Estado do Tocantins. FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO DE UMA INCUBADORA DE EMPRESAS: Um Estudo nas Incubadoras do Estado do Tocantins. Maria das Graças Bastos de Sousa 1, Vilma da Silva Santos 2, Edson Aparecida de Araújo Querido

Leia mais

PARANÁ CONTINUA SENDO O MAIOR PRODUTOR DE GRÃOS

PARANÁ CONTINUA SENDO O MAIOR PRODUTOR DE GRÃOS SECRETARIA DE ESTADO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO DEPARTAMENTO DE ECONOMIA RURAL D E R A L PARANÁ CONTINUA SENDO O MAIOR PRODUTOR DE GRÃOS 20/03/06 O levantamento de campo realizado pelo DERAL, no

Leia mais

Sistema Nacional de Certificação de Unidades Armazenadoras

Sistema Nacional de Certificação de Unidades Armazenadoras Sistema Nacional de Certificação de Unidades Armazenadoras 04/12/2014 Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Cronograma de Certificação Unidades Armazenadoras que tiverem até 3 (três) CNPJs

Leia mais

UMA ANÁLISE DOS TIPOS DE TRANSPORTES NO ESCOAMENTO DA SOJA: IMPACTOS E CUSTOS

UMA ANÁLISE DOS TIPOS DE TRANSPORTES NO ESCOAMENTO DA SOJA: IMPACTOS E CUSTOS UMA ANÁLISE DOS TIPOS DE TRANSPORTES NO ESCOAMENTO DA SOJA: IMPACTOS E CUSTOS Gabriela Petinati Rodrigues (UFMS ) gabipetinati@hotmail.com Matheus Massuia Regazzini (UFMS ) matheus_massuia@yahoo.com.br

Leia mais

Desempenho Recente e Perspectivas para a Agricultura

Desempenho Recente e Perspectivas para a Agricultura Desempenho Recente e Perspectivas para a Agricultura A safra de grãos do país totalizou 133,8 milhões de toneladas em 2009, de acordo com o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) de dezembro,

Leia mais

TÍTULO: ESTUDO QUALITATIVO DAS PERDAS EM TRANSPORTES RODOVIÁRIOS DE GRÃOS DE SOJA NO ESTADO DO PARANÁ E PROPOSTAS PARA SUA REDUÇÃO

TÍTULO: ESTUDO QUALITATIVO DAS PERDAS EM TRANSPORTES RODOVIÁRIOS DE GRÃOS DE SOJA NO ESTADO DO PARANÁ E PROPOSTAS PARA SUA REDUÇÃO Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: ESTUDO QUALITATIVO DAS PERDAS EM TRANSPORTES RODOVIÁRIOS DE GRÃOS DE SOJA NO ESTADO DO PARANÁ

Leia mais

Em novembro de 2010 a Rádio Tarobá FM se somou ao grupo, passando a fazer parte das emissoras já consolidadas que nasceram com o jeito do Paraná.

Em novembro de 2010 a Rádio Tarobá FM se somou ao grupo, passando a fazer parte das emissoras já consolidadas que nasceram com o jeito do Paraná. Determinação e Profissionalismo Afiliada à Rede Bandeirantes de Comunicação, a TV Tarobá nasceu em Cascavel no ano de 1979 e em Londrina em 1996. Ao longo de toda a sua história somou determinação e profissionalismo

Leia mais

Zillo Lorenzetti projeto de cogeração com bagaço

Zillo Lorenzetti projeto de cogeração com bagaço Anexo III da Resolução n o 1 da CIMGC a) Contribuição para a sustentabilidade ambiental local O consiste na queima do bagaço de canade-açúcar para geração de energia para uso próprio e para exportação

Leia mais

CONJUNTURA MENSAL JUNHO

CONJUNTURA MENSAL JUNHO SOJA - MATO GROSSO CONJUNTURA MENSAL JUNHO ANO 1 Nº2 O preço mundial da commodity apresenta movimento de alta em nível mundial, impulsionado principalmente pelas condições climáticas adversas nos Estados

Leia mais

Setor sucroalcooleiro paranaense: do proálcool ao biodiesel 1

Setor sucroalcooleiro paranaense: do proálcool ao biodiesel 1 Setor sucroalcooleiro paranaense: do proálcool ao biodiesel 1 Rosana Paczyk 1 Introdução Este artigo objetiva analisar o setor sucroalcooleiro do Paraná desde o programa nacional do álcool em meados de

Leia mais

Silvia H. G. de Miranda Coordenadora técnica Indicador do arroz CEPEA/ESALQ-USP/BM&F 10o. Seminário Arroz e Pecuária Uruguaiana Maio/2007

Silvia H. G. de Miranda Coordenadora técnica Indicador do arroz CEPEA/ESALQ-USP/BM&F 10o. Seminário Arroz e Pecuária Uruguaiana Maio/2007 Possibilidade de Comercialização de Arroz no Mercado Futuro Silvia H. G. de Miranda Coordenadora técnica Indicador do arroz CEPEA/ESALQ-USP/BM&F 10o. Seminário Arroz e Pecuária Uruguaiana Maio/2007 1 Estrutura

Leia mais

Documento apresentado para discussão. II Encontro Nacional de Produtores e Usuários de Informações Sociais, Econômicas e Territoriais

Documento apresentado para discussão. II Encontro Nacional de Produtores e Usuários de Informações Sociais, Econômicas e Territoriais Documento apresentado para discussão II Encontro Nacional de Produtores e Usuários de Informações Sociais, Econômicas e Territoriais Rio de Janeiro, 21 a 25 de agosto de 2006 Sistema de Previsão de Safra

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2011/2012

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2011/2012 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2011/2012 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: PR003682/2011 DATA DE REGISTRO NO MTE: 01/09/2011 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR037725/2011 NÚMERO DO PROCESSO: 46317.002042/2011-83 DATA

Leia mais

Potencial de Geração de Energia Utilizando Biomassa de Resíduos no Estado do Pará

Potencial de Geração de Energia Utilizando Biomassa de Resíduos no Estado do Pará 1 Potencial de Geração de Energia Utilizando Biomassa de Resíduos no Estado do Pará G. Pinheiro, CELPA e G. Rendeiro, UFPA Resumo - Este trabalho apresenta dados referentes ao potencial de geração de energia

Leia mais

INTRODUÇÃO A SOJA CONTÉM

INTRODUÇÃO A SOJA CONTÉM MERCADO FUTURO Soja Diego Marafon Edemir Miotto Júnior Felipe Patel Prof. Dr. Miguel Ângelo Perondi INTRODUÇÃO Na atualidade, a soja apresenta-se como um produto em evidência Grão muito proveitoso, devido

Leia mais

Departamento de Ciências Administrativas, Contábeis, Econômicas e da Comunicação - UNIJUÍ

Departamento de Ciências Administrativas, Contábeis, Econômicas e da Comunicação - UNIJUÍ DACEC Departamento de Ciências Administrativas, Contábeis, Econômicas e da Comunicação - UNIJUÍ Comentários referentes ao período entre 05/07/2013 a 11/07/2013 Prof. Dr. Argemiro Luís Brum 1 Prof. Ms.

Leia mais

A balança comercial do agronegócio brasileiro

A balança comercial do agronegócio brasileiro A balança comercial do agronegócio brasileiro Antonio Carlos Lima Nogueira 1 Qual é a contribuição atual dos produtos do agronegócio para o comércio exterior, tendo em vista o processo atual de deterioração

Leia mais

Plano Anual de Atividades TTV Carajás Campo Mourão/PR

Plano Anual de Atividades TTV Carajás Campo Mourão/PR Plano Anual de Atividades TTV Carajás Campo Mourão/PR Fundação Walpecar Nossa fundação atua há mais de 15 anos no ramo de Comunicação, produzindo e gerando informação e entretenimento. Também realiza

Leia mais

Cadeia Agroindustrial de Citros

Cadeia Agroindustrial de Citros Cadeia Agroindustrial de Citros O impulso da citricultura no Brasil, especialmente em sua principal região produtora São Paulo -, deveu-se à instalação das indústrias de suco de laranja concentrado na

Leia mais

Para um Mundo mais bem nutrido. Exposibram 2013 Belo Horizonte, Setembro 23 26

Para um Mundo mais bem nutrido. Exposibram 2013 Belo Horizonte, Setembro 23 26 Fertilizantes no Brasil Para um Mundo mais bem nutrido Exposibram 2013 Belo Horizonte, Setembro 23 26 Alimentando os 10Bi O crescimento da população irá aumentar a demanda mundial por alimentos. Até 2050

Leia mais

IRRIGAÇÃO DO ALGODOEIRO NO CERRADO BAIANO. (ALGODÃO IRRIGADO NO CERRADO BAIANO) (ALGODÃO COM IRRIGAÇÃO COMPLEMENTAR NO CERRADO BAIANO) Pedro Brugnera*

IRRIGAÇÃO DO ALGODOEIRO NO CERRADO BAIANO. (ALGODÃO IRRIGADO NO CERRADO BAIANO) (ALGODÃO COM IRRIGAÇÃO COMPLEMENTAR NO CERRADO BAIANO) Pedro Brugnera* IRRIGAÇÃO DO ALGODOEIRO NO CERRADO BAIANO (ALGODÃO IRRIGADO NO CERRADO BAIANO) (ALGODÃO COM IRRIGAÇÃO COMPLEMENTAR NO CERRADO BAIANO) Pedro Brugnera* A história do algodão tecnificado no oeste da Bahia,

Leia mais

CIDADE SEDE Piraí do Sul* Bituruna* Candói. Guarapuava. Irati. Porto Barreiro. Porto Vitória. Rio Azul* União da Vitória. Guaraqueçaba.

CIDADE SEDE Piraí do Sul* Bituruna* Candói. Guarapuava. Irati. Porto Barreiro. Porto Vitória. Rio Azul* União da Vitória. Guaraqueçaba. PROPOSTAS DAS CONFERÊNCIAS MUNICIPAIS E INTERMUNICIPAIS DE CULTURA EIXO 2: Produção Simbólica e Diversidade Cultural Sub-eixo: Democratização da Comunicação e Cultura Digital PROPOSTAS Intercâmbio de apresentações

Leia mais

PRODUÇÃO E ÁREA COLHIDA DE SOJA NO NORDESTE

PRODUÇÃO E ÁREA COLHIDA DE SOJA NO NORDESTE Ano V Agosto de 2011 Nº 13 INFORME RURAL ETENE Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste - ETENE Ambiente de Estudos, Pesquisas e Avaliação - AEPA PRODUÇÃO E ÁREA COLHIDA DE SOJA NO NORDESTE

Leia mais

FÓRUM DE LOGÍSTICA DO AGRONEGÓCIO PARANAENSE. Prof. Dr. José Vicente Caixeta Filho Diretor da ESALQ/USP Coordenador do Grupo ESALQ LOG

FÓRUM DE LOGÍSTICA DO AGRONEGÓCIO PARANAENSE. Prof. Dr. José Vicente Caixeta Filho Diretor da ESALQ/USP Coordenador do Grupo ESALQ LOG FÓRUM DE LOGÍSTICA DO AGRONEGÓCIO PARANAENSE Diretor da ESALQ/USP Coordenador do Grupo ESALQ LOG Curitiba, 21 de novembro de 2011 ESTRUTURA DESTA APRESENTAÇÃO background referencial teórico para a precificação

Leia mais

Potencial de Geração e Aproveitamento de Rejeito Sólido Hospitalar na Região Oeste do Paraná

Potencial de Geração e Aproveitamento de Rejeito Sólido Hospitalar na Região Oeste do Paraná Potencial de Geração e Aproveitamento de Rejeito Sólido Hospitalar na Região Oeste do Paraná JEBAI, G. T. a, MOREJON, C. F. M. b a. Mestranda do Programa de Mestrado em Ciências Ambientais da Universidade

Leia mais

A cevada será recebida exclusivamente à granel.

A cevada será recebida exclusivamente à granel. I Instrução Interna Nr. 10/2015 DE :Diretoria PARA :Todos os Setores REF.: NORMAS DE RECEPÇÃO DA SAFRA DE INVERNO-2015 CEVADA CERVEJEIRA 01 - RECEPÇÃO: A cevada será recebida na seguinte unidade: L O C

Leia mais

Página Rural. Página Inicial Notícias Artigos Entrevistas Feiras e Eventos Indicadores Leilões Multimídia Publicações Reportagens.

Página Rural. Página Inicial Notícias Artigos Entrevistas Feiras e Eventos Indicadores Leilões Multimídia Publicações Reportagens. 1 de 5 31/5/2011 15:17 Página Rural Página Inicial Notícias Artigos Entrevistas Feiras e Eventos Indicadores Leilões Multimídia Publicações Reportagens Ads by Google Leilão Gado Soja Festa Safra Boa tarde!

Leia mais