2. CONCEITO DE MIGRAÇÃO

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1 ANÁLISE DO CRESCIMENTO/DECRÉSCIMO POPULACIONAL DOS MUNICÍPIOS DA MESORREGIÃO CENTRO OCIDENTAL PARANAENSE E SEUS IMPACTOS SOBRE O DESENVOLVIMENTO REGIONAL. Yume Aparecida Pereira Paiva, (IC), UNESPAR/FECILCAM, Prof Dr. João Carlos Leonello, (OR), UNESPAR/FECILCAM, 1. INTRODUÇÃO Ultimamente o desenvolvimento nas esferas regionais e municipais tem sido muito discutido, tratando-se de um processo imposto pela evolução da sociedade, sendo que este processo passa por uma dinâmica de economia e desempenho de alguns indicadores que são decisivos para o desenvolvimento regional. A discussão sobre o desenvolvimento nas esferas regionais e municipais gira em torno da variável populacional que vem adquirindo dupla relevância no sentido de que existe uma preocupação de ordem meramente quantitativa e outra associada à natureza qualitativa. E para buscar a compreensão desta variável devemos conhecer o conceito de migração, já que os movimentos migratórios é um importante elemento na reflexão sobre as tendências relacionadas ao desenvolvimento de uma região ou cidade. A pesquisa quantitativa associada à natureza qualitativa da variável populacional traz resultados que poderão ser utilizados como parâmetro por empresários e gestores públicos na tomada de decisão sobre as melhores formas de investimento e/ou melhores políticas públicas que visem o desenvolvimento regional, pois a migração é estimulada pela esperança de encontrar melhores condições de existência, e no caso da análise da migração nas cidades que contemplam a Mesorregião Centro Ocidental Paranaense, podemos argumentar que isto vem ocorrendo por fatores principalmente econômicos, ou seja, inexistência ou esgotamento de recursos naturais, estreitamento do mercado de trabalho, e ausência de políticas públicas. E para inserir políticas coerentes é preciso uma analise do crescimento/decréscimo populacional para entender os impactos decorrentes do processo migratório.

2 2. CONCEITO DE MIGRAÇÃO Os movimentos migratórios são de fundamental importância na reflexão sobre as tendências relacionadas ao desenvolvimento de uma região ou cidade. A migração não é importante apenas para as pessoas que trocam de local de domicílio, mas também é decisiva em muitos outros aspectos socioculturais e econômicos de cada região. Logo, observa-se que as pessoas mudam quando migram e tanto as regiões que são deixadas quanto as que recebem também mudam com a migração. A população de um local modifica-se quando as pessoas nascem, morrem ou se mudam. Isto é, existem três componentes da dinâmica populacional: a fecundidade, a mortalidade e a migração. As primeiras sociedades humanas existentes eram nômades, migravam sempre em busca daquilo que havia se esgotado por onde já haviam passado. Somente com a Revolução do Neolítico o homem desenvolveu a sedentarização, fixação de moradia, quando o homem passou a domesticar as plantas e animais, e a partir daí desenvolver a agricultura e a pecuária. Mesmo assim, ainda existem vários movimentos migratórios, sendo estes motivados por vários fatores, os quais podem ser: políticos, religiosos, naturais, culturais, e principalmente econômico. O processo migratório é determinado pelo fato de o indivíduo optar pelo ato de mudança, decisão está orientada por uma análise de custos envolvidos e de benefícios advindos desta mudança. De acordo com Sandroni (1999), por alterar o tamanho e a composição das populações (distribuição por sexo, idade e composição da força de trabalho), a migração é uma das bases da dinâmica populacional, junto com a natalidade e a mortalidade. A migração é o movimento temporário ou definitivo de uma área para outra. Tanto pode ser Internacional, isto é, quando as pessoas se mudam de um pais para outro, podendo ser a Migração Intercontinental que é realizada entre continentes, ou a Migração Intracontinental realizada dentro do mesmo continente, ou Migração Interna, isto é, movimentação dentro de um mesmo pais, podendo ser classificada como Êxodo Rural, que é a saída de áreas rurais para as áreas urbanas ou Êxodo Urbano que é a saída de áreas urbanas para as áreas rurais ou periferias urbanas. Aquele em que sai de um local e vai para outro é um migrante. Uma pessoa que sai de uma região é um emigrante de seu local de origem. Uma pessoa que vem para uma região é um imigrante em seu local de destino. A decisão de migrar não só está enfatizada no predomínio das preferências econômicas, mas também em variáveis não-econômicas, como a melhoria da qualidade de vida através de melhores condições climáticas, índices de criminalidade reduzidos, melhores opções de lazer, índices de

3 poluição, congestionamentos no tráfego, e melhores condições de moradia. Tanto as variáveis econômicas quantos as não-econômicas atuam em conjunto e de forma inter-relacionada no processo migratório, processo este que causa impactos do desenvolvimento regional DESENVOLVIMENTO REGIONAL Ultimamente o desenvolvimento nas esferas regionais e municipais tem sido muito discutido, tratando-se de um processo imposto pela evolução da sociedade, sendo que este processo passa por uma dinâmica de economia e desempenho de alguns indicadores que são decisivos para o desenvolvimento regional. Segundo BUARQUE (1999, p. 8) o desenvolvimento é um processo endógeno registrado em pequenas unidades territoriais e agrupamentos humanos capazes de promover o dinamismo econômico e a melhoria da qualidade de vida da população. BUARQUE (1999) ainda reforça que para ser um processo consistente e sustentável, o desenvolvimento deve elevar as oportunidades da sociedade e viabilizar a competitividade da economia local, aumentando assim a renda e as formas de riqueza, ao mesmo tempo deve assegurar a conservação dos recursos naturais. Fatores como localização espacial ou geográfica, administrativos, culturais são decisivos para o desenvolvimento local. Uma região com uma localização privilegiada pode levar vantagens em relação às outras no que diz respeito ao acesso de insumos utilizados na produção de bens e serviços, escoamento de safras, entroncamentos rodoviários que atrai uma boa movimentação do comercio por pessoas que de passagem pela cidade. Uma administração voltada para atender as necessidades primárias da população em relação à educação, saneamento básico e uma infraestrutura que atraia o capital externo. Inter-relacionado com o desenvolvimento regional, a região Sul do Brasil, formada pelos estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná tiveram nos últimos tempos sua dinâmica populacional condicionada pelos movimentos migratórios, sendo que estes movimentos demonstravam transformações na estrutura produtiva regional, apresentando ritmos diferentes de crescimento demográfico tanto na elevação de taxas de crescimento quanto no decréscimo populacional. Dentro deste contexto insere-se a analise tomando como base o processo migratório ocorrido no período 2000/2010 na Mesorregião Centro Ocidental Paranaense, a qual é composta por 25 (vinte e cinco) municípios, sendo eles: Altamira do Paraná, Boa Esperança, Campina da Lagoa, Goioere,

4 Janiópolis, Moreira Sales, Nova Cantú, Quarto Centenário, Ubiratã, Juranda e Rancho Alegre DˋOeste; e a Micro-Região 05, com os municípios de Araruna, Barbosa Ferraz, Corumbataí do Sul, Engenheiro Beltrão, Farol, Iretama, Roncador, Campo Mourão, Terra Boa, Mambore, Juranda, Luiziana, Quinta do Sol, Fênix, Peabiru. Mapa-01 Messoregiões Geográficas do Paraná. Fonte: Ipardes 2.2. DINÂMICA POPULACIONAL DA MESORREGIAO CENTRO OCIDENTAL PARANAENSE Para medir fenômenos referentes à migração utiliza-se bases de dados. Existem diferentes tipos de bases de dados e duas delas são utilizadas em nossos estudos, o Censo através do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica IBGE e do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social IPARDES. Sabendo que os estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná tiveram nos últimos tempos sua dinâmica populacional condicionada pelos movimentos migratórios, sendo que estes movimentos demonstravam transformações na estrutura produtiva regional, apresentando ritmos diferentes de crescimento demográfico tanto na elevação de taxas de crescimento quanto no decréscimo populacional, podemos observar na tabela seguinte que o Estado do Paraná sofreu intensos movimentos migratórios em todas as suas Mesorregiões.

5 Tabela 01 - Dinâmica populacional das Mesorregioes Paranaenses Regiões Variação (%) Centro-Ocidental Paranaense ,6126 Centro-Oriental Paranaense ,5755 Centro-Sul Paranaense , Metropolitana de Curitiba ,42463 Noroeste Paranaense , Norte Central Paranaense ,3782 Norte Pioneiro Paranaense ,35863 Oeste Paranaense , Sudeste Paranaense , Sudoeste Paranaense , Total ,21286 Fonte: Ipardes/2013 A análise dos dados apresentados pelas pesquisas do Ipardes, nos anos de 2000 e 2010, permite identificar a dinâmica recente da população nesta região, enfocando os reflexos da redução da população em toda a Messoregião Centro Ocidental Paranaense e seus impactos na economia regional. Da mesma forma, constatamos na tabela 02 que os municípios da Mesorregião Centro Ocidental Paranaense também sofreram alterações significativas quanto as suas populações, com município perdendo 38,48% de sua população, como é o caso de Altamira do Paraná, imprimindo desta forma reflexos negativos em sua economia local, principalmente na demanda por bens e serviços locais, o que ocasiona enfraquecimento do comércio local, com reflexos sobre a geração de emprego e renda localmente. Tabela 02 População dos Municípios da Mesorregião Centro Ocidental Paranaense Municípios Variação (%)

6 Altamira do Paraná ,48% Araruna ,58% Barbosa Ferraz ,30% Boa Esperança ,51% Campina da Lagoa ,54% Campo Mourão ,35% Corumbataí do Sul ,09% Engenheiro Beltrão ,25% Farol ,39% Fênix ,83% Goioerê ,46% Iretama ,29% Janiópolis ,20% Juranda ,06% Luiziana ,98% Mamborê ,88% Moreira Sales ,89% Nova Cantu ,11% Peabiru ,02% Quarto Centenário ,94% Quinta do Sol ,65% Rancho Alegre D'Oeste ,66%

7 Roncador ,37% Terra Boa ,76% Ubiratã ,58% Total ,61% Na análise da migração nas cidades que contemplam a Mesorregião Centro Ocidental Paranaense, podemos argumentar com muita precisão, que isto vem ocorrendo por fatores principalmente econômicos, ou seja, inexistência ou esgotamento de recursos naturais, estreitamento do mercado de trabalho, ausência de políticas públicas, entre outras.

8 3.CONSIDERAÇÕES FINAIS Foi possível constatar através dessa pesquisa que o processo de desenvolvimento econômico da Mesorregião Centro Ocidental Paranaense, tem apresentado algumas características que tem comprometido seu desenvolvimento. Observamos que o seu esvaziamento populacional tem dificultado o seu desenvolvimento, pois a migração tem ocorrido da zona rural para outros centros, que não são os municípios da própria região, enfraquecendo a economia local e principalmente a oferta de mão-de-obra. Como já visto anteriormente, a troca de população entre as diversas regiões tem conseqüências bastante marcantes nas regiões que absorvem e perdem população. A composição da população atua diretamente nas características sociais e econômicas de uma região, bem como de outros fatores, taxas de desemprego, demanda por moradias e serviços de saneamento, educação e de maternidade. Portanto, visando a manutenção e ampliação dos níveis de crescimento econômico, a Mesorregião Centro Ocidental Paranaense necessita da articulação de alguns pontos fundamentais, como: as administrações públicas municipais voltadas para o desenvolvimento do capital local, principalmente o humano; articulação eficiente entre a sociedade civil e a municipalidade para geral condições e fortalecer a capacidade de diversificar a Base produtiva local.

9 REFERÊNCIAS BUARQUE, Sergio C. Metodologia de planejamento do desenvolvimento local e municipal sustentável. Brasilia: Ed. MEPF, INCRA, IICA, IPARDES, Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social. Dinâmica Populacional da Mesorregião Centro Ocidental Paranaense. Disponivel em: Acesso em: 14/01/2013 MILONE, Paulo Cesar. População, migração e desenvolvimento econômico: evidências do caso brasileiro. São Paulo: Ed. IPE/USP, PACHECO, Carlos Américo, e PATARRA, Neide. Dinâmica Demográfica Regional e as Novas Questões Populacionais no Brasil. Campinas (SP): Ed. UNICAMP. IE, SANDRONI, Paulo. Novo Dicionário de Economia. São Paulo SP: Editora Best Seller 1ª Ed, Novíssimo Dicionário de Economia. São Paulo: Editora Best Seller 1º Ed. São Paulo - SP, 1999.

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