Aulas 04 e 05: 12/09/11 Aulas 06 e 07: 19/09/11 Aulas 08 e 09: 26/09/09. Armazenagem

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1 Aulas 04 e 05: 12/09/11 Aulas 06 e 07: 19/09/11 Aulas 08 e 09: 26/09/09 Armazenagem Prof. José Fernando Pereira Jr. Manuseio de Materiais e Equipamentos Fora de Estrada 2º Semestre

2 Sumário 1/2 4. Armazenagem 4.1 Embalagem Símbolos em embalagens 4.2. Utilização de paletes Tipos de Paletes Fatores a serem considerados na seleção de paletes 4.3. Layout do almoxarifado Objetivos do projeto Cross-Docking Requisitos mínimos para o Cross-Docking Fatores condicionantes do Arranjo Físico Aspectos a serem avaliados Alternativas de Armazenagem Planejamento do Layout dos Armazéns 4.4 Estruturas e Técnicas de Armazenagem Unitização Montantes sobre paletes (Blocks) Caixas ou gavetas Prateleiras Raques ou cantilevers

3 Sumário 2/2 4. Armazenagem Continuação Blocado Estrutura porta palete Estruturas de profundidade simples Estrutura de profundidade dupla Estrutura Drive in Estrutura Drive Thru Estrutura Dinâmica Sistema Push Back Sistema Flow Rack Outros tipos 4.5. Técnicas de Endereçamento Sistema de endereçamento fixo (Estocagem FIXA) Sistema de endereçamento variável (Estocagem LIVRE) 4.6 Manuseio e Movimentação dos materiais Situações indesejáveis na movimentação de materiais Benefícios potenciais do emprego de Equipamentos de Manuseio e Movimentação As 11 Leis da Movimentação de Materiais Equipamentos de Movimentação de Materiais 4.7. Documentos utilizados na armazenagem 4.8. Escolhas a serem feitas no processo de armazenagem 4.9. Sistema de Gerenciamento de Armazéns - WMS (Warehouse Management system) Exercícios de Fixação

4 Conceito A armazenagem refere-se à guarda e conservação dos materiais, tendo como objetivos globais resguardar a integridade física das matérias (qualidade) e garantir que as quantidades recebidas não se extraviem, garantindo a acuracidade dos estoques em relação aos dados contábeis e/ou lógicos. Os sistemas para armazenagem responsáveis pelas operações de almoxarifado exercem influência sobre os custos de operação, qualidade dos produtos, ritmo de trabalho, acidentes de trabalho, desgaste de equipamentos e quantidade de problemas administrativos

5 Conceito A eficiência do sistema e o capital necessário para sua implantação dependem do tipo de sistema escolhido Os problemas e características de um sistema de almoxarifado dependem do tipo de material a ser armazenado e movimentado

6 Conceito Diferentes tipos de materiais sujeitos a armazenagem Gases: se não forem utilizados em sistemas contínuos, devem ser manipulados em contenedores adequados e resistentes à pressão Líquidos: são armazenados e transportados em sistemas adequados à sua utilização econômica Sólidos: permitem uma maior variedade de métodos de manuseio, sendo a escolha direcionada pelo tipo de produção e características da situação

7 Conceito Diferentes tipos de materiais sujeitos a armazenagem Materiais não-corrosivos e imunes à ação da luz e calor, por exemplo, são relativamente simples de manusear Materiais mais complexos exigem ar condicionado, controle de luz, temperatura e umidade, entre outras exigências possíveis A quantidade de material em estoque também pode ser um fator determinante na escolha do sistema e dos equipamentos a serem utilizados no almoxarifado

8 Conceito A eliminação de manuseios desnecessários e uso de equipamentos de grande capacidade reduzem o investimento Um grande investimento pode ser justificado por redução nos custos operacionais, sempre precedido por análises comparativas

9 Vantagens do investimento em sistemas de armazenagem 1. Redução na mão-de-obra: equipamentos eficientes e reformulação de layout reduzem a necessidade de pessoal, o que reduz o custo dos produtos 2. Melhor aproveitamento da matéria-prima: reduz perdas de material por acidentes de movimentação e manuseio, além de reduzir extravios 3. Redução das despesas de supervisão: facilita o gerenciamento das atividades, elimina burocracia e diminui as necessidades de pessoal

10 Ao se otimizar a armazenagem, obteremos: 1. Máxima utilização do espaço. 4. Armazenagem Conceito O objetivo primordial do armazenamento é utilizar (sempre que possível) o espaço nas três dimensões, da maneira mais eficiente possível de modo que possa proporcionar a movimentação rápida, fácil e segura, de materiais, desde o recebimento até a expedição.

11 Conceito Métodos de Racionalização Fluxos de Distribuição Adequação de Instalações e Equipamentos para movimentação

12 Conceito Anteriormente quando nos referimos ao uso das três dimensões na armazenagem, foi salientada a expressão sempre que possível. Isto ocorreu por que a análise está sujeita a dois importantes aspectos, são eles: Aspectos de segurança - pessoas - material Aspectos financeiros - estruturas - sistemas de controle - equipamentos de movimentação

13 Conceito Ao se otimizar a armazenagem, obteremos: (continuação) 2. Efetiva utilização de recursos disponíveis. 3. Pronto acesso a todos os itens. 4. Máxima proteção aos itens estocados. 5. Boa organização. 6. Satisfação das necessidades dos clientes.

14 4.1 Embalagem Objetivo geral das embalagens: proteger o produto da melhor forma possível, de acordo com a(s) modalidade(s) de transporte utilizada(s),ao menor custo possível.

15 4.1 Embalagem Um aspecto muito importante a ser avaliado é a adequação entre o sistema de armazenagem e os tipos de embalagem que por ele serão manuseados. Podemos afirmar que a embalagem tem três funções básicas: 1. Serve para promoção e uso do produto.

16 2. Proteção para o produto. 4. Armazenagem 4.1 Embalagem 3. Como instrumento para aumentar a eficiência da armazenagem e da distribuição.

17 4.1 Embalagem O bom dimensionamento de uma embalagem deve levar em consideração os principais fatores: Intempéries; Contra fogo; Duração no estoque; Produtos químicos; Produtos corrosivos; Ambientes térmicos, umidade; Proteção contra roubo, Desidratação, combustão espontânea, explosão, etc.

18 4.1 Embalagem Tipos mais usuais de embalagens são mostrados a seguir: a) caixa de madeira b) caixa de papelão

19 4.1 Embalagem

20 Tipos de embalagem caixa de papelão 4. Armazenagem 4.1 Embalagem Embalagem de baixo custo, servindo como alternativa às caixas de madeira ou compensado O papelão ondulado é uma colagem de um papel ondulado (miolo) a um papel liso (capa) A ondulação pode ser alta (4,7 mm) ou baixa (3,0 mm), tendo a alta maior capacidade de amortecimento

21 4.1 Embalagem Tipos de embalagem caixa de papelão Parede simples Parede dupla

22 4.1 Embalagem Tipos de embalagem caixa de papelão Caixa armada Caixa desarmada

23 4.1 Embalagem Tipos de embalagem caixa de papelão Divisão interna (ou colméia)

24 4.1 Embalagem Tipos de embalagem tambores Aplicação abrangente: todo tipo de líquido, produtos pastosos, granulados, entre outros O revestimento interno é fundamental para a adequação do tambor ao produto que será nele acondicionado, especialmente no caso de alimentos e determinados produtos químicos Principais vantagens: capacidade de proteção, facilidade de manipulação, armazenagem e transporte

25 4.1 Embalagem Tipos de embalagem fardos Ideal para produtos de baixa densidade, que normalmente ocupam grandes volumes (quanto maior o volume, maior o custo do frete) O material é comprimido e preso com fitas, reduzindo seu volume e facilitando o manuseio do material nos processos de carga/descarga e movimentação interna Materiais comumente enfardados: fumo, alfafa, algodão, tecidos, resíduos de materiais (como bagaço de cana e aparas de papel), entre outros

26 4.1 Embalagem Tipos de embalagem recipientes plásticos Estão substituindo na indústria as embalagens convencionais de vidro, madeira e metal São fabricados com polietileno, material que permite grande flexibilidade nas formas e na capacidade volumétrica Polietileno: resina obtida do gás etileno, que por sua vez é derivado do petróleo ou do álcool etílico São mais leves que as embalagens de vidro e metal e possuem grande resistência à corrosão e à ação de ácidos, tendo também uma manutenção mais simples

27 4.1 Embalagem Tipos de embalagem recipientes plásticos Exigem certos cuidados: a) Produtos voláteis não devem ficar armazenados nesses recipientes por muito tempo, devido sua permeabilidade b) Devem ser preferencialmente pintados de preto, para evitar o ataque dos raios ultravioletas, que torna os recipientes quebradiços c) Aqueles que são feitos com resinas de alta pressão não devem ser expostos a temperaturas superiores a 70ºC

28 4.1.1 Símbolos de Embalagem Em nosso cotidiano nos deparamos com muitos símbolos em embalagens, cada um estes símbolos tem seu significado que é mostrado pela figura abaixo.

29 4.2 Utilização de Paletes A paletização vem sendo utilizada com freqüência cada vez maior, em empresas que demandam manipulação rápida e armazenagem racional, envolvendo grandes quantidades. A paletização consiste na combinação de peças pequenas e isoladas, com o objetivo de realizar, de uma só vez, a movimentação de um número maior de unidades.

30 4.2.1 Tipos de Paletes Hoje em dia, além dos paletes de madeira, encontramos paletes dos seguintes materiais:

31 4.2.2 Fatores a serem considerados na seleção de paletes Os fatores a serem considerados na seleção de paletes são:

32 4.2.2 Fatores a serem considerados na seleção de paletes Vantagens evidentes: Melhor aproveitamento do espaço disponível para armazenamento (empilhamento maximizado), Economia nos custos do manuseio de materiais, Possibilidade de utilização de carga unitária, Compatibilidade com todos (QUASE TODOS) os meios de transporte, Facilidade de carga, descarga e distribuição, Os paletes podem ser manuseados por uma grande variedade de equipamentos.

33 Dificuldades: Utilização de embalagens não padronizadas, Peso dos paletes, Vida curta (madeira e papelão) e pragas que os atacam (madeira). 4. Armazenagem Fatores a serem considerados na seleção de paletes

34 4.3 Layout do Almoxarifado É a disposição física dos postos de trabalho, dos materiais e dos equipamentos dentro do espaço destinado ao Almoxarifado / Depósito. Um dos pontos mais importantes em um Almoxarifado é seu espaço, pois é ele que determina, na verdade, toda a estratégia de compra, de estocagem e de distribuição. Não se deve enfiar um pé 44 num sapato 38, isso é um absurdo, da mesma forma que o contrário também o seria.

35 19/09/11 1. Revisão da Ementa 2. Revisão Ultima Aula 3. Continuação de Armazenagem

36 Revisão

37 Revisão

38 Revisão

39

40 4.3 Layout do Almoxarifado Portanto, o espaço de um Almoxarifado deve ser planejado e estabelecido para que se possa tirar o máximo proveito de sua área total. O espaço vertical deve ser utilizado ao máximo, fazendo-se uso de prateleiras ou através do empilhamento dos materiais. No entanto, alguns pontos básicos devem ser considerados: 1) a resistência dos materiais que sofrerão empilhamento; 2) o equipamento disponível para um empilhamento seguro; 3) a resistência dos pisos e do pavimento; Usar o espaço vertical sem critério pode ocasionar muitos transtornos, deixando de ser uma solução para tornar-se um problema.

41 4.3.1 Objetivos do Projeto Os estudos para implantação ou mudança de almoxarifados devem ser feitos com critérios e objetivos bem definidos. Assim alguns aspectos devem ser considerados: Propiciar a mais eficiente movimentação de materiais, reduzindo assim o desperdício de mão de obra em operação de transporte; Evitar esforço físico excessivo e acidentes; Facilitar e melhorar as condições de trabalho, inclusive quanto à Segurança e Ergonomia. Possibilitar a expansão do volume de produção dentro da área de trabalho disponível; Assegurar a utilização máxima do espaço;

42 4.3.1 Objetivos do Projeto Melhorar a disposição de máquinas e equipamentos e a movimentação dos materiais, pessoas e dos pontos de estocagem. Propiciar a estocagem mais econômica, em relação às despesas de equipamento, espaço, danos de material e mão de obra do armazém, Fazer do armazém um modelo de boa organização. Permitir flexibilidade para atender possíveis mudanças, que podem ser aumento de demanda. Garantir um fluxo contínuo e suave dos materiais (conforme ilustra a figura a seguir)

43 Um layout bem planejado trás benefícios como os abaixo: 4. Armazenagem Objetivos do Projeto Redução do custo de movimentação; Economia de espaço físico; Redução de estoques, por melhor controle; Redução das perdas decorrentes de movimentação e armazenagem inadequados; Redução do trabalho humano e redução da fadiga; Redução dos riscos, e aumento da segurança; Racionalização do fluxo de trabalho; Aumento na eficiência do recebimento e expedição; Resposta rápida ao cliente. E muitos outros...

44 Layout

45 Layout

46 Recebimento e Envio Arranjos Possíveis

47

48 4.3.2 Cross-Docking O produto chega a um armazém e é despachado sem ir para o estoque.

49 O correio pratica o cross-docking há muitos anos 4. Armazenagem Cross-Docking Cargas de caminhão de cartas e pacotes chegam nos depósitos e são classificadas para rotas de saída Também praticado por varejistas de produtos alimentícios de vida curta (ex: alimentos frescos, bolos, frutas e vegetais)

50 Requisitos mínimos para o Cross-Docking O local de destino do produto precisa ser conhecido, já quando o mesmo é recebido O cliente precisa estar pronto para receber o material expedido imediatamente (pedido confirmado) As necessidades de controle de qualidade precisam ser mínimas Não seria prático ter cross-docking quando grande parte do produto espera liberação do CQ

51 4.3.2 Fatores condicionantes do Arranjo Físico 1. Tipo de material (químico, explosivo, tóxico, a granel, perecível etc.). 2. Tipo de embalagem (empilhamento) 3. Giro de Estoque (itens de alto giro = próximo à saída). 4. Classificação ABC. 5. Volume e Peso (próximo ao chão e à saída). 6. Equipamentos de manuseio e movimentação (largura dos corredores/ruas, vão das portas, altura do prédio etc.). 7. Normas Regulamentadoras de SST (distância das paredes e da rede de sprinklers). 8. Exigências das Seguradoras.

52 Aspectos a serem avaliados Os principais aspectos do layout a serem observados são: 1. Rotatividade dos itens de estoque: Baixa rotação: Os pontos de armazenagem são largos e profundos, e o empilhamento das mercadorias tão alto quanto permitir (o edifício ou estabilidade da pilha); Os corredores são estreitos; Os custos de movimentação não são mais relevantes, pois a relação é baixa. Alta rotação: O custo de manuseio passa a ser relevante frente ao custo da área de armazenagem; Para minimizar tempo e esforço no manuseio, os itens devem ser postos em locais de armazenagem de baixa altura e pouco profundas; O item deve fluir pelo caminho mais curto entre os pontos de recepção e expedição.

53 Aspectos a serem avaliados 2. Corredores: A quantidade de corredores depende da facilidade de acesso desejada; Itens de maior movimentação podem ser estocados em ilhas com grande número de pilhas; itens de menor movimentação em ilhas com menor número de pilhas; A largura do corredor depende dos equipamentos de movimentação, especialmente das empilhadeiras; Corredores principais e de embarque devem permitir o trânsito de duas empilhadeiras.

54 3. Prateleiras e estruturas: 4. Armazenagem Aspectos a serem avaliados Fabricadas com madeira ou perfis metálicos, adequadas a peças grandes, servindo também como apoio para gavetas ou caixas; As prateleiras de madeira possuem a vantagem de absorver melhor impactos, enquanto que as de metal são mais flexíveis na montagem e mais resistentes a impactos.

55 Aspectos a serem avaliados 4. Áreas de circulação, Piso: deve ser construído em concreto, para resistir ao peso das pilhas e ao trânsito das empilhadeiras 5. Localização dos extintores, 6. Portas de acesso. Devem permitir a passagem das empilhadeiras carregadas, com altura mínima de 2,4 m

56 O Layout do Almoxarifado deve: 4. Armazenagem Aspectos a serem avaliados 1. Integrar os fluxos típicos de materiais; 2. Apresentar melhor rendimento e operacionalidade para os equipamentos de movimentação de materiais; 3. Apresentar a melhor maneira de economizar tempo, espaço e investimentos; 4. Apresentar flexibilidade para futuras modificações, como: a. Variação da demanda; b. Obsolescência das instalações; c. Ambiente de Trabalho Inadequado (ruído, temperatura, etc.); d. Índice Elevado de Acidentes (área de tráfego de veículos, etc.); e. Mudança na Localização do Mercado Consumidor (retirada de produtos ou materiais para outros centros).

57 1. Armazenagem por agrupamento; 2. Armazenagem por tamanhos; 3. Armazenagem por freqüência; 4. Armazenagem especial; 5. Ambiente climatizado; 6. Inflamáveis; 7. Perecíveis; 8. Armazenagem em área externa; 9. Coberturas alternativas. 4. Armazenagem Alternativas de Armazenagem

58 Planejamento do Layout dos Armazéns Princípios a serem considerados: 1. Popularidade 2. Similaridade 3. Tamanho 4. Características do material 5. Utilização do espaço

59 Popularidade Os materiais mais populares (maior número de transações de entrada e saída) devem ser estocados em locais que percorram as menores distâncias:

60 Popularidade

61 Similaridade Itens que são recebidos e/ou enviados juntos devem ser armazenados juntos. Mesmo se os itens não são recebidos juntos, é uma boa prática armazená-los conjuntamente se forem enviados dessa forma. Ex: armazenar todas as partes do carburador próximas Ao realizar o armazenamento de itens similares na mesma área, minimiza-se o tempo de deslocamento para realizar o picking (buscar os itens indicados no pedido)

62 Tamanho Armazenar itens pequenos em espaços projetados para peças grandes é um desperdício. Por outro lado, é indesejável que itens grandes não caibam no espaço designando pelos outros princípios de estocagem (similaridade, popularidade). Se existem incertezas a respeito do tamanho das partes, então o sistema deve ser projetado para se ajustar às necessidades. Ex: variedade de tamanhos de prateleiras, racks de altura regulável.

63 Características do material Alguns materiais requerem políticas de estocagem diferentes: Perecíveis: podem requerer ambiente controlado, por exemplo, refrigeração Forma irregular: necessitam de armazenamento em espaço livre pois não podem ser colocados nos locais comuns Materiais perigosos (inflamáveis, ácidos,...) Segurança contra roubo de itens de valor Incompatibilidades (ex: manteiga e peixe em um mesmo ambiente refrigerado)

64 Utilização do espaço Ênfase excessiva em utilização de espaço pode levar à falta de acessibilidade aos materiais corredores devem ser suficientemente largos e colocados de forma que cada face de uma prateleira tenha acesso por corredores. Corredores não deveriam ser posicionados ao longo de paredes, a menos que estas tenham portas.

65 4.4 Estruturas e Técnicas de Armazenagem Como foi dito anteriormente, um dos fatores fundamentais na armazenagem é a correta utilização do espaço disponível, o que demanda estudo exaustivo das cargas, níveis e estruturas para armazenagem e dos meios mecânicos a utilizar;

66 4.4 Estruturas e Técnicas de Armazenagem A escolha das estruturas de armazenagem depende de vários fatores, que em muitos casos devem ser analisados em conjunto. Os principais fatores são: 1. Espaço disponível para armazenamento; 2. Tipos de materiais a serem armazenados; 3. Número de itens estocados; 4. Velocidade de atendimento; 5. Tipo de embalagem. Entre outros... Na prática, a maioria dos Almoxarifados / Depósitos emprega uma combinação das técnicas apresentadas.

67 4.4.1 Técnicas - Unitização Denominação dada a um conjunto de cargas contidas em um recipiente formando um todo único quanto à manipulação, armazenamento ou transporte. Uma espécie de módulo. A consolidação de cargas unitárias proporciona: Economia de tempo e esforço da mão de obra; Possibilita o empilhamento e a redução do tempo de carga e descarga de caminhões e contêineres; Facilitar a entrada e saída dos materiais no Almoxarifado / Depósito.

68 4.4.1 Técnicas - Unitização O pallet é um dos dispositivos mais empregados para a consolidação de cargas. Os pallets mais comuns são fabricados de madeira e de plástico. O padrão internacional de suas dimensões são 1.100mm x 1.100mm. Existem pallets de 2 e 4 entradas (cruzamento de equipamentos de movimentação) e de 1 ou 2 faces utilizáveis.

69 4.4.1 Técnicas - Unitização

70 4.4.1 Técnicas - Unitização

71 Montantes sobre paletes (Blocks) São estruturas (madeira, plástico ou aço) ligadas ou não ao palete que dão estabilidade ao material (geralmente usado para material não empilhável) permitindo seu armazenamento utilizando o espaço vertical.

72 Caixas ou gavetas Esta técnica corresponde a armazenar materiais em caixas padronizadas ou gavetas. É aplicada para materiais de pequenas dimensões (ex. parafusos, componentes eletrônicos, etc..) Normalmente estes materiais, de pequena dimensão, ficam armazenados em prateleiras.

73 Prateleiras Esta técnica utiliza, na estocagem, prateleiras que receberão materiais diversos, geralmente servem como apoio para outras técnicas de estocagem (gavetas, caixas, paletes, etc..)

74 Raques ou cantilevers Esta técnica consiste em uma estrutura com braços, sua aplicação se dá para materiais longos e estreitos (ex. barras, tiras, tubos, etc..). Estas estruturas podem conter rodas para facilitar o deslocamento.

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76 Blocado É o sistema onde os paletes são estocados um sobre o outro, sendo que o primeiro está diretamente sobre o piso. A altura máxima será determinada pelo peso e estabilidade da pilha, além do pé direito do almoxarifado. Sua melhor aplicação se dá quando: Existem vários paletes por item; O giro do estoque é elevado

77

78 Estrutura porta Palete São estruturas, geralmente em aço, feita para receber os paletes em suas barras horizontais. Sua altura depende apenas o pé direito do almoxarifado e o comprimento da profundidade dele.

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80 Estruturas de profundidade simples São estruturas que fornecem aceso imediato a cada palete em uma face. Sua maior vantagem está na acessibilidade total dos itens e a desvantagem na grande quantidade de espaço reservado para os corredores (50 a 60% do espaço disponível do piso).

81 Estrutura de profundidade dupla São simplesmente estruturas com duas posições de palete (duas estruturas simples agrupadas). Sua vantagem está na economia dos espaços para corredor, em contra partida há perdas de espaço no sistema em função de retiradas parciais (maior aplicação em produtos movimentados em múltiplos de 2 paletes.

82 Estruturas e Técnicas De Armazenagem Continuação...

83 Estrutura Drive in Esta estrutura se apresenta com várias posições de palete, profundidade. Os equipamentos de movimentação entram nas posições para guardar ou retirar materiais. Como vantagem ela apresenta uma maior redução nos espaços de corredor, como desvantagem apresenta redução na velocidade da movimentação, e outra é a perda de espaço por não permitir itens diferentes na mesma posição. Ideal para produtos homogêneos com rotação baixa e grande quantidade de paletes por referência.

84 Estrutura Drive Thru Esta estrutura é idêntica a Drive in, porém permite acesso dos dois lados.

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86 Estrutura Dinâmica É uma estrutura igual a Drive thru a diferença está em o palete ser movido em roletes, esteiras ou trilhos que vão de uma extremidade à outra. Como vantagem esta estrutura proporciona maior produtividade na estocagem e retirada, já sua desvantagem é o alto custo.

87

88 Sistema Push Back Sistema de armazenagem por acúmulo que permite armazenar até quatro paletes em profundidade por cada nível. Ideal para a armazenagem de produtos de rotação média, com dois ou mais paletes por referência : Vantagens: Economia de espaço. Alta densidade de armazenagem. A carga e descarga realizam-se num corredor central. Todos os paletes de um mesmo nível, exceto o último, são depositados num conjunto de carros que se deslocam, por impulso, sobre os trilhos de rodagem. Estes trilhos estão montados com uma ligeira inclinação, sendo a parte dianteira a de menor altura, para permitir o avanço dos paletes posteriores, ao retirar o palete mais próximo do corredor.

89 Sistema Push Back

90 Sistema Flow Rack É um sistema para armazenagem com movimentação manual, geralmente em caixas, que permite a operação FIFO (first in first out). O sistema possui esteiras com rodízios que facilitam o deslocamento do produto armazenado através da ação da gravidade.

91

92 Outros tipos

93 4.5. Técnicas de Endereçamento Os materiais que serão guardados nos almoxarifados, deverão ser disponibilizados para os processos (transferidos para a fábrica, separados para faturamento, etc..). Diante desta necessidade a localização rápida e precisa dos materiais em seus respectivos locais é de grande importância, daí surgiu a necessidade de identificar (endereçar) os materiais e seus respectivos locais de armazenamentos (gaveta, prateleira, raques, etc..).

94 4.5. Técnicas de Endereçamento Para esta necessidade foram criados dois métodos básicos de endereçamento, são eles: 1. Endereçamento fixo. 2. Endereçamento Variável Pior do que não ter o material, é telo e não saber exatamente onde.

95 Sistema de endereçamento fixo (Estocagem FIXA) Neste sistema os materiais são alocados em locais préestabelecidos (fixos), e sempre serão guardados naqueles locais. Vantagem: Os almoxarifes irão memorizar as localizações, ganhando tempo na busca e separação (dispensa a consulta da localização). Deve ser feito um código formal para identificar a seção, número da divisão e prateleira. Desvantagem: Podem aparecer espaços ociosos (vazios) quando o material estiver em falta. Este sistema tem boa aplicação, quando os materiais têm formas e tamanhos especiais, com conseqüentes locais e embalagens específicas, também para materiais com baixa rotação.

96 Sistema de endereçamento variável (Estocagem LIVRE) Neste sistema os materiais são alocados em locais variáveis, ou seja, os locais que estiverem disponíveis no momento da sua guarda. Quando as mercadorias chegam são designadas a qualquer espaço livre. Vantagem: Existe um melhor aproveitamento da área (diminui locais vazios). Desvantagem: Exige um controle maior da distribuição do material pelo almoxarifado; Pode provocar maiores percursos para atendimento a uma requisição, pois um item pode estar em diversos locais.

97 Formas de Endereçamento Várias são as formas de endereçamento dos materiais, assim como no cadastros dos itens, uma das mais utilizadas é o método de seis dígitos. Neste método o código do endereço é composto de seis dígitos, sendo 4 números e 2 letras, dispostas de maneira a identificar a posição exata de um determinado local dentro da empresa, como segue:

98 Formas de Endereçamento (1ª posição) - É numérica e identifica o local dentro da empresa (recebimento, estrutura de porta palete, expedição, etc..); (2ª posição) - É numérica e identifica a rua dentro da área (posição anterior); (3ª posição) - É alfabética e identifica as seções (posição transversal) dentro da rua. Geralmente começa do canto para a ponta (pode crescer sem necessidade de reclassificação); (4ª posição) - É alfabética e identifica o nível dentro da seção (altura). Geralmente é crescente de baixo para cima; (5ª posição) - É numérica e identifica a posição no nível, para níveis que permite mais de uma embalagem (lado a lado); (6ª posição) - É numérica e identifica a profundidade no nível, para níveis com profundidade para mais de uma embalagem.

99

100 Formas de Endereçamento

101 Formas de Endereçamento Como padrões admitem-se: números ímpares para profundidades do lado esquerdo e pares para o lado direito. Este sistema possibilita um melhor uso da área, mas para manter o registro de um item que pode estar em diversos locais diferentes, deve-se ter um código de recuperação eficaz. Além disto, este sistema pode resultar em maiores percursos para montar uma requisição, pois um único item pode estar localizado em diversos pontos.

102 4.6 Manuseio e Movimentação dos materiais Por que são necessários os equipamentos de manuseio e de armazenagem? Como os equipamentos devem ser selecionados?

103 4.6 Manuseio e Movimentação dos materiais

104 4.6 Manuseio e Movimentação dos materiais

105 4.6.1 Situações indesejáveis na movimentação de materiais 1. Manuseio: homens manipulando cargas com mais de 25kg e mulheres carregando objetos com peso superior a 20kg; 2. Desvio: materiais desviados do caminho mais direto e natural de transformação no processo produtivo para fins de inspeção, conferência ou outros; 3. Paradas: pessoas da produção abandonando seus postos para efetuar operações de movimentação; 4. Suprimento: trabalhadores de produção parados em virtude da falta de suprimento de matéria-prima; 5. Elevação: cargas acima de 50 kg sendo levantados mais de 1 metro sem ajuda mecânica.

106 4.6.2 Benefícios potenciais do emprego de Equipamentos de Manuseio e Movimentação Redução da mão de obra. Redução do custo de materiais. Aumento de produção. Aumenta a capacidade de armazenagem. Melhora a distribuição da armazenagem. Melhora as condições trabalho. O trabalho braçal será realizado pelo equipamento, liberando o trabalhador para serviços mais nobres (!?) Os equipamentos permitem melhor acondicionamento e um transporte mais seguro, reduzindo as perdas. Ocorre pela facilitação e aceleração do fluxo de materiais até o processo produtivo. Ocorre pelo melhor aproveitamento da altura dos prédios destinados à estocagem. Os dispositivos destinados à formação de carga unitária favorecem a arrumação e distribuição das cargas. Os equipamentos proporcionam maior segurança e redução da fadiga.

107 As 11 Leis da Movimentação de Materiais 1ª Obediência ao fluxo das operações Disponha a trajetória dos materiais de forma que a mesma seja a seqüência de operações. Ou seja, utilize sempre, dentro do possível, o arranjo tipo linear. 2ª Mínima distância Reduza as distâncias e transporte pela eliminação de zigue--zagues no fluxo dos materiais. 3ª Mínima manipulação Reduza a freqüência de transporte manual. O transporte mecânico custa menos que as operações de carga e descarga, levantamento e armazenamento. Evite manipular os materiais tanto quanto possível ao longo do ciclo de processamento. 4ª Segurança e satisfação Leve sempre em conta a segurança dos operadores e o pessoal circulante, quando selecionar o equipamento de transporte de materiais.

108 As 11 Leis da Movimentação de Materiais 5ª Padronização Use equipamento padronizado na medida do possível. O custo inicial é mais baixo, a manutenção é mais fácil e mais barata e a utilização desse equipamento é mais variada por ser mais flexível que equipamentos especializados. 6ª Flexibilidade O valor de determinado equipamento para o usuário é proporcional à sua flexibilidade, isto é, à capacidade de satisfazer ao transporte de vários tipos de cargas, em condições variadas de trabalho. Máxima utilização do equipamento 7ª Máxima utilização do equipamento Mantenha o equipamento ocupado tanto quanto possível. Evite acúmulo de materiais nos terminais do ciclo de transporte. Se não puder manter o equipamento de baixo investimento, mantenha o quociente [CARGA ÚTIL / CARGA MORTA] tão baixo quanto possível; ¼ é considerado o ideal.

109 8ª Máxima utilização da gravidade 4. Armazenagem As 11 Leis da Movimentação de Materiais Use a gravidade sempre que possível. Pequenos trechos moto-rizados de transportadores podem elevar a carga a uma altura con-veniente para suprir trechos longos de transportes por gravidade. 9ª Máxima utilização do espaço disponível Use o espaço sobre cabeças sempre que for possível. Empilhe cargas ou utilize suportes especiais para isso. 10ª Método alternativo Faça uma previsão de um método alternativo de movimentação em caso de falha do meio mecânico de transporte. Essa alternativa pode ser bem menos eficiente que o processo definitivo de transporte, mas pode ser de grande valor em casos de emergência. Exemplos: colocar pontos esparsos para instalação de uma talha manual; prever espaço para movimentação de uma empilhadeira numa área coberta por uma ponte rolante.

110 11ª Menor custo total 4. Armazenagem As 11 Leis da Movimentação de Materiais Selecione equipamentos na base de custos totais e não somente do custo inicial mais baixo, ou do custo operacional, ou somente de manutenção. O equipamento escolhido deve ser o que apresenta o menor custo total para uma vida útil razoável e a uma taxa de retorno do investimento adequado.

111 Equipamentos de Movimentação de Materiais O manuseio dos diversos materiais de um almoxarifado pode ser efetuado: Manualmente, ou Com equipamentos (mecânicos ou elétricos). Os equipamentos são máquinas e dispositivos desenvolvidos para transportar materiais entre as diversas fases do processo (fluxo do material). Cada equipamento foi desenvolvido com habilidades características e específicas.

112 Equipamentos de Movimentação de Materiais Nos almoxarifados a utilização de equipamentos adequados traz inúmeras vantagens. Tipos mais comuns: Transportadores - São os equipamentos fixos que transportam materiais de um ponto a outro no processo. Ex.: Correias, correntes, fitas metálicas, roletes, rodízios, etc... Guindastes, talhas e elevadores - São equipamentos fixos ou móveis (guindastes) que transportam material geralmente usado para elevação (mudança de nível), carga e descarga. Ex.: Pontes rolantes, Guinchos, elevadores, Monovias, etc... Veículos industriais - São equipamentos móveis, geralmente automotores, que transportam materiais entre pontos mais distantes (veículos de carga). Carrinhos, tratores, trailers, etc... Equipamentos de posicionamento, pesagem e controle - Estes equipamentos têm aplicações específicas para controles no processo. Ex.: rampas, plataformas, balanças, etc... Containeres e estruturas de suporte - São equipamentos usados no acondicionamento dos materiais, geralmente para transporte, auxiliam a embalagem principal. Ex.: Vasos, tanques, estrados, Caixas, etc...

113 Seleção de equipamentos de movimentação Os equipamentos de movimentação devem ser selecionados obedecendo a um plano geral de administração do fluxo de matérias primas, produtos em processo e produtos acabados. Não convém que a aquisição de equipamentos seja dirigida a uma solicitação solada sob o risco de ocorrer sub-aproveitamento.

114 Seleção de equipamentos de movimentação

115 Equipamentos Dentro desta grande variedade de tipos de equipamentos, relacionamos alguns equipamentos, seu uso mais freqüente, vantagens e desvantagens:

116 Carrinhos São equipamentos simples e transportam cargas entre 50 e 100 kg. Inicialmente eram manuais, receberam adaptações para paletes tambores e bobinas. São encontrados nos modelos: Tipo alavanca; Plataformas rodantes; De uma roda; De duas rodas; De rodas múltiplas. Etc...

117 Uso: 1. Formação de lotes para despacho; 4. Armazenagem Carrinhos 2. Movimentação de operações mecanizadas; Trabalhos de conservação e reparação; Movimentação de matéria prima e semi acabados em linhas de produção e montagem. Vantagens: Baixo custo; Versatilidade; Silenciosos; Baixíssimo custo de manutenção. Desvantagens: Capacidade de carga e raio de ação limitada; Baixa velocidade de operação; Exigem mais mão de obra que equipamentos mecanizados; Baixa produção.

118 Carrinhos

119 Carretas (também chamados de carrinhos elétricos ) Transportam grandes volumes ente unidades industriais, em distâncias intermediárias (curtas para caminhões e longas para empilhadeiras). Uso: 1. Transporte de carga entre departamentos; 2. Transporte de barras e outras cargas compridas; 3. Transporte de cargas volumosas. 4. Separação de pedidos Vantagens: Baixo investimento (relativo); Baixo custo operacional (relativo); Necessidade de poucos veículos de tração; Flexibilidade; Não exige pisos especiais. Desvantagens: Exigem mão de obra adicional e equipamentos extras para carga e descarga; Se o número de paradas é grande a velocidade de operação é reduzida.

120 Elevadores São equipamentos de movimentação vertical dos materiais. De acordo com a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), se classificam em: Elevador de carga; Elevadores de alçapão.

121 Elevadores Uso: 1. No transporte entre andares diferentes; 2. Carga e descarga entre o pavimento térreo e o subsolo; Vencer desníveis entre a rua e o piso do almoxarifado. Vantagens: Ocupam menos espaço que outros equipamentos (rampa, por exemplo); São relativamente baratos. Desvantagens: Exigem cuidados na operação e manutenção para evitar acidentes; Menos velozes que os outros equipamentos.

122 Empilhadeiras frontais São equipamentos de larga utilização, pois apresentam vantagens indiscutíveis em relação ao trabalho braçal. Existem os modelos movidos a óleo diesel, gás e energia elétrica. Uso: 1. Transporte de cargas pesadas em distâncias relativamente pequenas; 2. Transporte de cargas unitárias (paletes); Vantagens: Ocupa pouco espaço; Permite livre escolha do itinerário; Possibilita melhor aproveitamento do espaço vertical; Dá maior segurança ao operário e à carga; Diminui mão de obra. Desvantagens: Exige a unitização (paletização) das pequenas cargas; Retorno quase sempre vazio; Operador deve ser especializado; Fluxo de material intermitente; Transporte mais lento que por equipamentos especializados; A capacidade diminui com o aumento da altura de elevação; Piso bastante regular, principalmente para empilhadeiras elétricas.

123 Empilhadeiras laterais São mais adequadas para manobras de cargas pesadas, compridas e desajeitadas em pequenos espaços. Uso: 1. Na estocagem de cargas paletizadas, eliminam corredores transversais e exigem corredores mais estreitos; 2. No escoamento ou suprimento de linhas de montagem, com redução de área em relação às convencionais; 3. No transporte urbano, podem ser usadas para distâncias de até 10 km. 4. Em terrenos acidentados ou pisos irregulares; 5. Em portos, manobram contenedores de até 45 t;

124 Empilhadeiras laterais Vantagens: Grande capacidade de carga (até 45 t); Grande raio de ação (até 10 km); Grande velocidade de deslocamento (até 40 km/h); Dispensam equipamentos auxiliares; Melhores aproveitamentos de espaço operam em corredores estreitos; Têm mais estabilidade; Desvantagens: Menor velocidade de elevação, comparando com as convencionais (frontais); Não ultrapassam pilhas ou obstáculos; Preço inicial (investimento) maior que as frontais, custos de manutenção equivalentes; São importadas.

125 Empilhadeiras manuais São equipamentos intermediários entre os carrinhos e as empilhadeiras motorizadas. Seu mecanismo de elevação pode ser manual, hidráulico, elétrico ou eletro hidráulico. Uso: 1. Alimentação de máquinas; 2. Estocagem de cargas; 3. Grande altura; 4. Carga e descarga de caminhões; 5. Auxiliar de empilhadeira motorizada. Vantagens: Baixo preço; Não exige operador especializado. Desvantagens: Raio de ação limitado; Capacidade limitada à 1500 kg; Baixa velocidade de operação

126 Empilhadeiras

127 Guindastes móveis Podem ser dos tipos lança hidráulica montada em plataforma ou veículo totalmente motorizado. Com capacidade que chega a 33 t.

128 Guindastes móveis Uso: 1. Em pátios de manobras; 2. Movimentação de cargas e carregamento de navios em portos; 3. Montagens industriais; 4. Construção pesada; 5. Terminais de levantamento em áreas restritas; 6. Oficinas de manutenção. Vantagens: Dependendo do tipo, pode operar cargas paletizadas; A lança pode atingir locais de difícil acesso; Movimenta-se em qualquer sentido; Uso muito versátil; Transporta cargas em locais em que o piso é obstáculo. Desvantagens: Mais lento que os equipamentos especializados; Não pode ser utilizado em lugares de altura limitada; Não passa em corredores estreitos.

129 Pontes rolantes Combina capacidade de elevação de carga com movimentos horizontais em dois sentidos, seu percurso é limitado pelas colunas e comprimento dos trilhos. Uso: 1. Em usinas de força; 2. Oficinas mecânicas; 3. Armazéns; 4. Pátios externos; 5. Linhas de montagem; 6. Usinas de acúcar. Etc Siderurgia, no carregamento de fornos, laminação, etc.;

130 Pontes rolantes Vantagens: Durabilidade elevada; Podem movimentar cargas ultrapassadas; Não interferem com o trabalho ao nível do solo; Modelos para operação ao nível do solo podem ser operados por pessoal não especializado; Podem carregar e descarregar em qualquer ponto, possibilitando adequado posicionamento da carga. Desvantagens: Exigem estruturas; Quando o edifício não prevê a ponte, sua adaptação aumenta o investimento; Preço inicial (investimento) relativamente alto; Área de movimentação definida; Sempre requer mão de obra adicional, ao nível do solo

131 Pontes rolantes empilhadeira Consiste em uma ponte rolante com duas vigas principais, onde está acoplado um carrinho com um mastro com um conjunto de garfos. Uso: 1. Movimentam todos os tipos de materiais (perfilados, fardos, madeiras, tubos) entre os processos. 2. Altura de empilhamento superior a 6 m; 3. Estocagem de grande volume de material; 4. Necessidade de fluxo rápido de carga; 5. Área restrita de estocagem; 6. Piso pouco resistente e irregular para utilização de empilhadeiras convencionais; 7. Planos de carga e descarga diferentes, impossibilitando a utilização de ponte rolante convencional. Vantagens: Permite elevadas alturas de empilhamento; Elimina corredores, absorve até 70% da área útil; Aumenta a velocidade de operação, permitindo fluxo rápido da carga.

132 Pontes rolantes empilhadeira Desvantagens: Exige investimento maior que uma empilhadeira ou ponte convencional; A manutenção é mais alta.

133 Pórtico rolante Semelhante à ponte rolante, a diferença está em que os trilhos são fixados no piso. Uso: 1. Na movimentação ao ar livre de cargas pesadas, em pequenos vãos e grandes comprimentos de rolamento. Vantagens (em relação à ponte rolante): Maior capacidade de carga; Possibilidade de deslocamento a maiores distâncias; Não requer estrutura. Desvantagens (em relação à ponte rolante): Uso mais estrito e em vãos menores; Menos seguro; Interfere com o tráfego no piso; Mais caro.

134 Talhas Equipamento para cargas desajeitadas, pesadas, volumosas e com freqüência variável. Uso: 1. Em deslocamentos verticais; 2. Em deslocamentos horizontais se colocado em monovias; 3. Em ambos os casos na movimentação de cargas pesadas e desajeitadas. Vantagens: Baixo custo inicial (investimento); Facilidade de instalação; Desvantagens: Desaconselhada para produção em série; Exige mão de obra auxiliar.

135 Transportador de corrente É um equipamento composto com troles de aço, com rodas metálicas que se deslocam em uma guia de perfil, seu acionamento é feito por meio de corrente sem fim. Uso: 1. Seções de pintura e decapagem de indústrias, principalmente automobilística; 2. Transporte de reses abatidas em frigoríficos; Em qualquer situação que exija transporte aéreo em série a velocidades reduzidas.

136 Transportador de corrente Vantagens: Aproveitamento da área do piso para fins produtivos; Pode fazer curvas e vencer elevação com facilidade; Permite boa sincronização nas operações de montagem. Desvantagens: Exige estruturas; Área de operação predeterminada e difícil de ser remanejada; Exige mão de obra auxiliar, ao nível do solo.

137 Transportador de rodízios É um equipamento estruturado com rodízios ou roletes, montados com um pequeno declive, para que o acionamento seja feito pela força da gravidade. Transporta materiais leves e médios (cargas unitárias).

138 Transportador de rodízios Uso: Na preparação de lotes de expedição; No empacotamento do produto acabado; Em linhas de montagem; No transporte entre andares diferentes. Vantagens: Não requer acionamento mecânico, funciona em declive; Ocupa pouco espaço; Não requer operador especializado; A estrutura de sustentação é simples e leve; Pode fazer curva. Desvantagens: Capacidade de cargas e de produção limitadas; A carga exige orientação manual nas curvas.

139 4.7. Documentos utilizados na armazenagem Para atendimento das diversas rotinas de trabalho, são utilizados no Almoxarifado os seguintes documentos: Para empresas não informatizadas Ficha de controle de estoque (KARDEX) 2. Ficha de localização O sistema KARDEX é o mais simples e antigo controle. Consiste em registrar, em uma ficha (chamada Kardex), todas as movimentações (entradas e saídas) do material no almoxarifado. Sua operacionalização, por ser manual, requer uma rotina rígida e sistemática, além de um número maior de pessoas no almoxarifado. Na atualidade percebe-se sua aplicação em micro empresa, por não disporem de sistema computadorizado.

140 4.7. Documentos utilizados na armazenagem Documentos de uso geral Ficha de assinatura credenciada 2. Comunicação de irregularidades: documento utilizado para esclarecer ao Fornecedor os motivos da devolução, quer no aspecto quantitativo, quer no aspecto qualitativo. 3. Relatório técnico de inspeção: documento utilizado para definir, sob o aspecto qualitativo, o aceite ou recusa do material comprado do Fornecedor. 4. Devolução de material: documento utilizado para devolver ao estoque do almoxarifado as quantidades de material porventura requisitada além do necessário. 5. Requisição de material: documento utilizado para a retirada de materiais do almoxarifado.

141 4.7. Documentos utilizados na armazenagem A Requisição de Material - RM - está para o gerenciamento do controle de estoque assim como o cheque está para o controle bancário, motivo pelo qual o atendimento das necessidades de um usuário somente se faz mediante a apresentação da respectiva RM, devidamente preenchida e subscrita por emitente credenciado junto ao Almoxarifado.

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