Os Bancos e o Microcrédito Experiência com departamento especializado. O Caso CREDIAMIGO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Os Bancos e o Microcrédito Experiência com departamento especializado. O Caso CREDIAMIGO"

Transcrição

1 Os Bancos e o Microcrédito Experiência com departamento especializado O Caso CREDIAMIGO

2 Conceitos Microfinanças: todos os serviços financeiros para populações de baixa renda, inclusive financiamento ao consumo. Microcrédito: Crédito para microempreendedores. Não financia consumo. Fonte: Soares, Bacen Microcrédito Produtivo e Orientado: apenas crédito para microempreendedores. Não financia consumo.

3 Microfinanças: Realidade Brasileira 1. Brasil é o país da América Latina que abriga o maior N o de Pobres; 2. O Microcrédito no Brasil tem baixa penetração de mercado 3. Diferenças entre regiões e porte das cidades 4. Setor Informal em crescimento 5. Incremento substancial no crédito para consumo, principalmente a partir de 2003

4 BNB - Segmentação de Clientes Pirâmide dos Empreendedores ( Formais ou informais) FORMAL PROGRAMAS TRADICIONAIS DO BANCO DO NORDESTE GRANDE MÉDIO PEQUENO CREDIAMIGO MICROEMPRESA ACUMULAÇÃO AMPLIADA R$ 36 mil <Vendas > R$ 5 mil ACUMULAÇÃO SIMPLES R$ 1 mil <Vendas < R$ 5 mil SUBSISTÊNCIA Vendas até R$ 1 mil / Mês COMÉRCIO INDÚSTRIA SERVIÇO ATIVIDADES LEGALIZADAS INFORMAL

5 CREDIAMIGO - Missão Contribuir para o desenvolvimento do setor microempresarial, mediante à oferta de serviços financeiros e de orientação empresarial, de forma sustentável, oportuna e de fácil acesso, assegurando novas oportunidades de ocupação e renda.

6 Modelo de Atuação Downscaler num Banco Público Crédito Produtivo e Orientado em 1o. piso Princípio básico: Autosustentabilidade Assessor de Crédito Metodologia específica para Microcrédito Urbano Unidades especializadas e independentes Crédito: Trâmite ágil, Adequado ao ciclo do negócio, Prazos curtos e Pequenos montantes Risco minimizado através grupo solidário Custos operacionais elevados Estrutura de Pessoal - Ago/08 Quantidade de Empregados Ambiente de Microfinanças 38 Gerências de Microfinanças 12 Funcs. Gerências de Microfinanças 3 Equipe das Agências 1518 Coordenadores 224 Administrativos 333 Crédito 961 Assessores Regionais/Sede 66 Total de empregados no Programa 1637 Estrutura de Atendimento - Ago/08 Municípios atendidos-dez > 20 clientes ativos 1314 < 20 clientes ativos 167 Número de Agências 170 Postos de Atendimento 53

7 Modelo de atuação em 1o. Piso - Mandato Responsabilidades do BNB: Estabelecer as estratégias e metas Elaborar e manter manuais normativos Definir produtos e serviços oferecidos Estabelecer e atualizar processo metodológico Decisão de crédito Atribuições das OSCIPs: Selecionar e contratar o pessoal Operacionalizar os produtos e serviços através do pessoal em campo Monitorar o processo metodológico Feedback

8 Capital de Giro Investimento Fixo Crediamigo Comunidade (Village Bank) Conta Corrente( Normal e Simplificada) Seguro Vida Seguro Prestamista Orientação Empresarial e Ambiental Produtos / Serviços ofertados pelo Programa Crediamigo

9 Grupos Solidários: De 3 a 10 microempreendedores 1 ano de atividade Bancos Comunitários: De 15 a 30 microempreendedores Podendo incluir também clientes que queiram ou estejam iniciando atividade Valores iniciais: Clientes de Bancos Comunitários: até R$ 300 ; Clientes de Subsistência: até R$ 500; Clientes de Acumulação Simples: até R$ 1.000; Clientes de Acumulação Ampliada: até R$ 2.000; Taxa de juros: Capital de Giro Valores até R$ 1.000,00 1,95% e TAC de até 3% Valores acima de R$ 1.000,00 - de 2 a 3%% e TAC de até 3% { Endividamento máximo: R$ ,00, limitado a: Investimeto Fixo Prazo: { Valores de R$ 100,00 a R$ ,95% e TAC de até 3% Capital de giro: até R$ ,00 Investimento Fixo: até R$ 5.000,00 Capital de giro: 1 a 6 meses; Investimento Fixo: até 36 meses Condições de Crédito

10 Metodologia 1. Abertura dos Trabalhos 2. Captação de Clientes (Promoção e Informação) 3. Análise e Concessão de Crédito 3.1 Solicitação de Crédito 3.2 Visita de Avaliação (Levantamento Sócio-Econômico) 3.3 Definição das Condições do Crédito e Negociação das Condições com o Cliente 3.4 Sessão de Consolidação ou Revalidação 3.5 Comitê de Crédito e Desembolso 4. Acompanhamento do Crédito 5. Assessoria Empresarial / Educação Financeira 6. Renovação do Crédito 7. Gestão Operacional 7.1 Gerenciamento de Área 7.2 Gestão Operacional Assessor Coordenador 7.3 Gestão Operacional Assessor de Crédito 7.4 Gestão da Inadimplência

11 Metolodogia do Comunidade Diferenças em relação à tradicional Cada grupo é denominado de Banco Grupos de 15 a 30 pessoas Valores médio dos empréstimos mais baixos Aceita-se empreendedores iniciantes e clientes com restrições cadastrais Reuniões prévias para conscientização do grupo Estímulo ao empoderamento dos integrantes Definição de 3 representantes para cada grupo É exigida a formação de poupança proporcional ao valor do Crédito O grupo decide os valores individuais e não é realizada avaliação financeira individual Há reuniões mensais de pagamento e acompanhamento

12 Gestão Operacional Gerenciamento de área: Clientes Ativos e Clientes Potenciais Captação do Cliente Manutenção do cliente Conhecer o cliente e sua as necessidades Presença Acompanhamento Assessoria empresarial Conhecer o cliente e suas necessidades Quantos clientes tenho para atender? Quantos clientes tenho para acompanhar? Como atender a todos os clientes com qualidade?

13 Gestão de Inadimplência Acompanhamento ao Cliente Cultura de inadimplência ZERO Educação para o crédito Visita no dia anterior ao vencimento da parcela Visita no primeiro dia de atraso Visita do assessor Coordenador Avisos (correio) Sanções sociais

14 Resultados 31/08/2008 Empréstimos no Ano Ago/2008 Nº Empréstimos: Valor Aplicado: R$ 643,8 milhões Valor médio: R$ 1.029,90 Homem 36% Gênero Empréstimos Acumulado Ago/2008 Nº Empréstimos: Qtde. Clientes Atendidos: Carteira Ago/2008 Nº Clientes: 352 mil Valor: R$ 277 milhões Valor médio:r$ 787,15 2,09 % Inadimplência Programa 1,81 A partir de um dia 0,84 Mulher 64% 0,84 1,00 0,81 0,73 Governo Lula Jan/03 a Ago/08 Nº Empréstimos: Valor Aplicado: R$ 3,4 bilhões Valor médio: R$ 933, * 1 a 90 dias de atraso sobre a carteira ativa até 90 dias

15 Contratações 31/08/2008 Quantidade de operações no ano ,2 Valores desembolsados no ano (R$ milhões) 440,9 368,2 287,3 197,1 548,2 639,6 643,

16 Carteira 31/08/ Clientes ,3 Valores (R$ milhões) 170,6 234,6 136,2 49,8 71,9 85,4 106,

17 Perfil de Contratações 31/08/2008 Carteira Ativa 15% 3% 6% Valores Desembolsados no ano 6% 3% 6% 34% 44% 41% 42% INDIVIDUAL SOLIDÁRIO COMUNIDADE POPULAR SOLIDÁRIO INVESTIMENTO FIXO INDIVIDUAL SOLIDÁRIO COMUNIDADE POPULAR SOLIDÁRIO INVESTIMENTO FIXO Inadimplência 19% 3% 7% Quantidade de Operações no Ano 8% 3% 3% 23% 28% INDIVIDUAL SOLIDÁRIO COMUNIDADE POPULAR SOLIDÁRIO INVESTIMENTO FIXO 43% INDIVIDUAL SOLIDÁRIO COMUNIDADE 63% POPULAR SOLIDÁRIO INVESTIMENTO FIXO

18 Indicadores ALCANCE DEZ/2003 DEZ/2004 DEZ/2005 DEZ/2006 DEZ/2007 AGO/2008 CLIENTES ATIVOS CARTEIRA ATIVA (R$milhões) ,7 136,2 170,6 234,6 277,3 VALORES DESEMBOLSADOS (R$ milhões) - Ano 368,2 440,9 548,2 639,6 794,2 643,8 VALOR MÉDIO CONTRATADO (R$) - Ano 846,81 868,28 920,26 926,41 962, ,90 VALOR MÉDIO ATIVO 617,31 655,30 697,54 723,92 782,25 787,15 PRODUTIVIDADE DEZ/2003 DEZ/2004 DEZ/2005 DEZ/2006 DEZ/2007 AGO/2008 ASSESSORES DE NEGÓCIO TOTAL DE ASSESSORES CLIENTES ATIVOS/ASSESSOR DE NEGÓCIO CLIENTES NOVOS/ASSESSOR DE NEGÓCIO CARTEIRA ATIVA/ASSESSOR (R$mil) 162,8 195,4 227,5 290,7 319,2 326,7 LUCRO/ASSESSOR-MAI/ , , , , , ,22 CLIENTES/UNIDADE CARTEIRA ATIVA/UNIDADE (R$mil) 515,03 635,12 801, , , ,62 SUSTENTABILIDADE DEZ/2003 DEZ/2004 DEZ/2005 DEZ/2006 DEZ/2007 AGO/2008 CARTEIRA DE EMPRÉSTIMOS (R$ mil)(1) DESPESAS COM PROVISÕES (R$ mil) CARTEIRA EM RISCO (2) 1,2% 0,4% 0,6% 0,4% 0,6% 0,9% PERDA (3) 3,30% 1,30% 0,85% 0,89% 0,73% 0,82% LUCRO PROGRAMA (R$mil) (Antes do IR/Contr.Soc) LUCRO PROGRAMA (R$mil) (Após IR/Contr.Soc) RETORNO S/A CARTEIRA MÉDIA ANUAL(Antes do IR/Contr.Soc) 3,46% 7,48% 11,27% 16,54% 13,63% 4,46% RETORNO S/A CARTEIRA MÉDIA ANUAL (Após IR/Contrb.Soc) 2,46% 4,94% 7,44% 10,92% 8,99% 2,94% ÍNDICE DE EFICIÊNCIA OPERACIONAL 52% 55% 47% 45% 55% 60% (1)Considera a soma dos empréstimos normais ou em atraso até 360 dias (contábil), incluindo rendas a apropriar (2)Valores das operações em atraso entre 30 e 90 dias / carteira total de empréstimos( 360 dias) (3)Incremento de parcelas em atraso acima de 90 dias / carteira total de empréstimos( 360 dias)

19 Ampliar a atuação em outras regiões do Brasil Lançar novos produtos Microfinanceiros, visando atender as necessidades completas dos clientes; Ampliar as parceiras com outras OSCIPs Correspondentes bancários. Estratégias para Crescimento Implantação de Sistema de Credit Score Fortalecer mecanismos de integração para oferta de serviços financeiros mais adequados para os clientes formais

20 Modelagem de parceria via OSCIP Confiança Presença local Capital Humano Empresariamento Imagem e Credibilidade Institucionais Ações antecedentes e subseqüentes ao crédito Parcerias Fatores de Sucesso

21 Prefeituras Municipais Parcerias Estratégicas

22 Nossos Agradecimentos! STÉLIO GAMA LYRA JUNIOR Banco do Nordeste do Brasil S/A Área de Microfinanças e Programas Especiais

Banco Público Federal com Departamento Especializado em Microcrédito

Banco Público Federal com Departamento Especializado em Microcrédito Banco Público Federal com Departamento Especializado em Microcrédito CREDIAMIGO - A experiência de Microfinanças do Banco do Nordeste II Encontro Internacional sobre regulação e supervisão em Microfinanças

Leia mais

BNB - Segmentação de Clientes

BNB - Segmentação de Clientes BNB - Segmentação de Clientes Grande Pirâmide dos Empreendedores (Formais ou Informais) FORMAL Médio Pequeno MICROEMPRESA INFORMAL EMPREENDEDOR URBANO EMPREENDEDOR RURAL SERVIÇO INDÚSTRIA COMÉRCIO ATIVIDADES

Leia mais

55% da população mundial vive em zonas rurais. 70% da população mundial muito pobre é rural. 1,4 bilhão vive com menos de U$ 1,25/ dia

55% da população mundial vive em zonas rurais. 70% da população mundial muito pobre é rural. 1,4 bilhão vive com menos de U$ 1,25/ dia A pobreza rural 55% da população mundial vive em zonas rurais 70% da população mundial muito pobre é rural 1,4 bilhão vive com menos de U$ 1,25/ dia 1,0 bilhão passa fome 80% dos lugares mais pobres dependem

Leia mais

O BOLSA FAMÍLIA E A SUPERAÇÃO DA POBREZA. Experiências do Banco do Nordeste: Programas Crediamigo e Agroamigo

O BOLSA FAMÍLIA E A SUPERAÇÃO DA POBREZA. Experiências do Banco do Nordeste: Programas Crediamigo e Agroamigo O BOLSA FAMÍLIA E A SUPERAÇÃO DA POBREZA Experiências do Banco do Nordeste: Programas Crediamigo e Agroamigo Banco do Nordeste: o Maior Banco de Microfinanças da América do Sul Objetivos de atuação do

Leia mais

Área de Inclusão Social Departamento de Economia Solidária

Área de Inclusão Social Departamento de Economia Solidária Atuação no Microcrédito Produtivo Programas de Apoio ao Microcrédito Produtivo Programa de Crédito Produtivo Popular PCPP Programa de Microcrédito PM Programa de Microcrédito PMC 1996 1997 2003 2004 2005...

Leia mais

Inclusão Financeira de Empreendedores Individuais, Micro e Pequenas Empresas: a visão dos sistemas organizados

Inclusão Financeira de Empreendedores Individuais, Micro e Pequenas Empresas: a visão dos sistemas organizados Inclusão Financeira de Empreendedores Individuais, Micro e Pequenas Empresas: a visão dos sistemas organizados Sistema Financeiro: Propulsor do microcrédito; Adequação e atualização do sistema normativo

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA (PESSOA FÍSICA) Contrato por Produto - Nacional Número e Título do Projeto: BRA/ 09/004 Fortalecimento da CAIXA no seu processo de internacionalização

Leia mais

C R E D I A M I G O Programa de Microcrédito do Banco do Nordeste

C R E D I A M I G O Programa de Microcrédito do Banco do Nordeste C R E D I A M I G O Programa de Microcrédito do Banco do Nordeste De microcrédito, o Banco do Nordeste entende. Primeiro Banco público do Brasil a ter um modelo de atuação voltado para o setor, o Banco

Leia mais

como instrumento de desenvolvimento

como instrumento de desenvolvimento OPINIÃO DOS ATORES Microcrédito como instrumento de desenvolvimento econômico e social Rita Valente* 1. Introdução A experiência do Banco do Nordeste com o programa de crédito popular CrediAmigo, implementado

Leia mais

Inclusão Bancária. e Microcrédito

Inclusão Bancária. e Microcrédito Inclusão Bancária e Microcrédito 3. Inclusão Bancária e Microcrédito 116 INTRODUÇÃO Em 2003, no início do novo governo, a discussão sobre microfinanças e inclusão financeira no Brasil era restrita às operações

Leia mais

Banco do Nordeste. Ações de Apoio aos Produtores Rurais afetados pela Estiagem

Banco do Nordeste. Ações de Apoio aos Produtores Rurais afetados pela Estiagem Banco do Nordeste Ações de Apoio aos Produtores Rurais afetados pela Estiagem BRASILIA DF 07 Maio 2013 Quem somos Criado em 1952, Banco Múltiplo com 60 anos de atuação para o desenvolvimento da região

Leia mais

MICROCRÉDITO E MICROFINANÇAS NO GOVERNO LULA

MICROCRÉDITO E MICROFINANÇAS NO GOVERNO LULA MICROCRÉDITO E MICROFINANÇAS NO GOVERNO LULA Gilson Bittencourt Ministério da Fazenda GTI de Microcrédito e Microfinanças Fases Recentes do Microcrédito e das Microfinanças no Brasil Fase 1: de 1972 até

Leia mais

Microfinanças e Cooperativismo de Crédito

Microfinanças e Cooperativismo de Crédito Microfinanças e Cooperativismo de Crédito Gilson Bittencourt gilson.bittencourt@fazenda.gov.br 1 Microfinanças: Objetivos do Governo Federal Facilitar e ampliar o acesso ao crédito entre os empreendedores

Leia mais

PALESTRA: LINHAS DE CRÉDITOS.

PALESTRA: LINHAS DE CRÉDITOS. PALESTRA: LINHAS DE CRÉDITOS. Facilitador: Wolney Luis do Nascimento Sousa. Responsável pelo Evento: 1 LINHAS DE CRÉDITO Motivos Vantagens Desvantagens Aplicação 2 LINHAS DE CRÉDITO Função dos Bancos Para

Leia mais

XIII SEMINARIO INTERNACIONAL DO COMITÉ DE INTEGRACIÓN LATINO EUROPA-AMÉRICA

XIII SEMINARIO INTERNACIONAL DO COMITÉ DE INTEGRACIÓN LATINO EUROPA-AMÉRICA XIII SEMINARIO INTERNACIONAL DO COMITÉ DE INTEGRACIÓN LATINO EUROPA-AMÉRICA AMÉRICA PAINEL: Políticas de Facilitação de Créditos para o Desenvolvimento das Pequenas e Médias Empresas (PMES). HENRIQUE Jorge

Leia mais

Ministério da Fazenda

Ministério da Fazenda MICROCRÉDITO E MICROFINANÇAS NO GOVERNO LULA Gilson Bittencourt GTI de Microcrédito e Microfinanças Objetivos da política de microcrédito e microfinanças Facilitar e ampliar o acesso ao crédito entre os

Leia mais

Ministério do Trabalho e Emprego Secretaria Nacional de Economia Solidária. Finanças Solidárias: Apoio a Bancos Comunitários no Brasil

Ministério do Trabalho e Emprego Secretaria Nacional de Economia Solidária. Finanças Solidárias: Apoio a Bancos Comunitários no Brasil Finanças Solidárias: Apoio a Bancos Comunitários no Brasil Seminário do Banco Central de Microfinanças Haroldo Mendonça Objetivos da política de Microcrédito e Microfinanças do Governo Federal Facilitar

Leia mais

V Seminário Banco Central sobre Microfinanças

V Seminário Banco Central sobre Microfinanças V Seminário Banco Central sobre Microfinanças - Depoimento sobre criação de SCM - Motivos que levaram a decisão de criar - Bases e Princípios que precisam ser levados em conta - O que a experiência tem

Leia mais

Rede Brasileira de Produção mais Limpa

Rede Brasileira de Produção mais Limpa Rede Brasileira de Produção mais Limpa Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável SENAI Sistema FIERGS Rede Brasileira de Produção mais Limpa PARCEIROS Conselho Empresarial Brasileiro

Leia mais

Marinalva Braga - MA

Marinalva Braga - MA Marinalva Braga - MA Presidente Jurandir Santiago Diretores José Alan Teixeira da Rocha José Sydrião de Alencar Júnior Luís Carlos Everton de Farias Oswaldo Serrano de Oliveira Paulo Sérgio Rebouças Ferraro

Leia mais

APRESENTAÇÃO NO INSTITUTO DO VAREJO

APRESENTAÇÃO NO INSTITUTO DO VAREJO APRESENTAÇÃO NO INSTITUTO DO VAREJO 18 de Agosto de 2006 Demian Fiocca Presidente do BNDES www.bndes.gov.br 1 BRASIL: NOVO CICLO DE DESENVOLVIMENTO Um novo ciclo de desenvolvimento teve início em 2004.

Leia mais

Microcrédito no âmbito das políticas públicas de trabalho e renda

Microcrédito no âmbito das políticas públicas de trabalho e renda OPINIÃO DOS ATORES Microcrédito no âmbito das políticas públicas de trabalho e renda Rogério Nagamine Costanzi* Desde a experiência do Grameen Bank em Bangladesh, o microcrédito passou a se disseminar

Leia mais

Nordeste FEVEREIRO 2015

Nordeste FEVEREIRO 2015 Banco do Nordeste FEVEREIRO 2015 Banco do Nordeste do Brasil Visão Geral Banco Múltiplo com 62 anos de atuação para o desenvolvimento da região Nordeste, norte de MG e do ES. Ativos Totais R$ 71,0 bilhões

Leia mais

Microcrédito Produtivo Orientado Grandes números no mundo

Microcrédito Produtivo Orientado Grandes números no mundo Microcrédito Produtivo Orientado Grandes números no mundo Leste Europeu e Ásia Central Carteira Bruta (US$) 3,6 bilhões Ticket Médio (US$) 1.570,4 Quant. de Tomadores 2,3 milhões Leste Asiático e Pacífico

Leia mais

OPINIÃO DOS ATORES. Microcrédito, ocupação e renda Sérgio Moreira. Do microcrédito às microfinanças Monica Valente. Microcrédito

OPINIÃO DOS ATORES. Microcrédito, ocupação e renda Sérgio Moreira. Do microcrédito às microfinanças Monica Valente. Microcrédito OPINIÃO DOS ATORES Microcrédito, ocupação e renda Sérgio Moreira Do microcrédito às microfinanças Monica Valente Microcrédito Tânia Machado Microcrédito como instrumento de desenvolvimento econômico e

Leia mais

Novos Prefeitos e Prefeitas 2013

Novos Prefeitos e Prefeitas 2013 Novos Prefeitos e Prefeitas 2013 Curso de Prefeitos Eleitos 2013 a 2016 ARDOCE Missão Ser um banco competitivo e rentável, promover o desenvolvimento sustentável do Brasil e cumprir sua função pública

Leia mais

MPE INDICADORES Pequenos Negócios no Brasil

MPE INDICADORES Pequenos Negócios no Brasil MPE INDICADORES Pequenos Negócios no Brasil Categorias de pequenos negócios no Brasil MPE Indicadores MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL (MEI) Receita bruta anual de até R$ 60 mil MICROEMPRESA Receita bruta

Leia mais

PLANO SAFRA DA PESCA E AQUICULTURA 2015/2016

PLANO SAFRA DA PESCA E AQUICULTURA 2015/2016 PLANO SAFRA DA PESCA E AQUICULTURA 2015/2016 PLANO SAFRA DA PESCA E AQUICULTURA 2015/2016 Pilares do PSPA CRÉDITO PROMOÇÃO PROMOÇÃO DO DO CONSUMO PESQUEIRO PSPA INFRAESTRUTURA ASSISTÊNCIA TÉCNICA COMERCIALI

Leia mais

Capacitando, assessorando e financiando pequenos empreendimentos solidários a Obra Kolping experimenta um caminho entre empréstimos em condições

Capacitando, assessorando e financiando pequenos empreendimentos solidários a Obra Kolping experimenta um caminho entre empréstimos em condições Programa Fundo Solidário Construído para garantir inclusão socioeconômica Capacitando, assessorando e financiando pequenos empreendimentos solidários a Obra Kolping experimenta um caminho entre empréstimos

Leia mais

Administrando o Fluxo de Caixa

Administrando o Fluxo de Caixa Administrando o Fluxo de Caixa O contexto econômico do momento interfere no cotidiano das empresas, independente do seu tamanho mercadológico e, principalmente nas questões que afetam diretamente o Fluxo

Leia mais

Universidade Livre para a Eficiência Humana. Desenvolver e valorizar o ser humano nas empresas e sociedade

Universidade Livre para a Eficiência Humana. Desenvolver e valorizar o ser humano nas empresas e sociedade Universidade Livre para a Eficiência Humana Desenvolver e valorizar o ser humano nas empresas e sociedade MISSÃO Realizar ações inovadoras de inclusão social no mundo do trabalho, por meio do desenvolvimento

Leia mais

MICROCREDITO. 1.2.1 Beneficiários:

MICROCREDITO. 1.2.1 Beneficiários: MICROCREDITO 1 OBJETIVO Conceder crédito ágil, desburocratizado, acessível e adequado aos empreendedores dos setores formal e informal, excluídos da política do sistema financeiro tradicional, auxiliando-os

Leia mais

Microcrédito é a designação para diversos tipos de empréstimos dos quais apontamos as seguintes características:

Microcrédito é a designação para diversos tipos de empréstimos dos quais apontamos as seguintes características: O QUE É MICROCRÉDITO Microcrédito é a designação para diversos tipos de empréstimos dos quais apontamos as seguintes características: Apesar de maiores limites determinados pelo governo, comumente percebemos

Leia mais

III Painel Microempreendedorismo, população de baixa renda e inclusão financeira: caminhos e oportunidades

III Painel Microempreendedorismo, população de baixa renda e inclusão financeira: caminhos e oportunidades III Painel Microempreendedorismo, população de baixa renda e inclusão financeira: caminhos e oportunidades Rodrigo Santos Nogueira Diretor Setorial de Responsabilidade Social e Sustentabilidade FEBRABAN

Leia mais

Atuação do Banco do Nordeste

Atuação do Banco do Nordeste São Luis MA Novembro de 2012 Atuação do Banco do Nordeste O Banco do Nordeste tem como área básica de atuação os nove Estados da região Nordeste, o norte e os Vales do Mucuri e do Jequitinhonha do Estado

Leia mais

Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE

Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE Belo Horizonte 2011 Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE

Leia mais

São Paulo, 25 de abril de 2013.

São Paulo, 25 de abril de 2013. São Paulo, 25 de abril de 2013. Discurso do diretor de Relacionamento Institucional e Cidadania, Luiz Edson Feltrim, na SME Banking Conference 2013 1 Dirijo saudação especial a Sra. Ghada Teima, IFC Manager

Leia mais

O QUE É MICROCRÉDITO?

O QUE É MICROCRÉDITO? O QUE É MICROCRÉDITO? Empréstimos de pequeno valor, concedido a pessoas de baixa renda ou em ramo de negócio com baixo volume de recurso, que usualmente não tem acesso ao crédito convencional. CRESCER

Leia mais

Painel IV: Panorama do Crédito no Banco do Brasil. Ary Joel de Abreu Lanzarin Diretor de Micro e Pequenas Empresas

Painel IV: Panorama do Crédito no Banco do Brasil. Ary Joel de Abreu Lanzarin Diretor de Micro e Pequenas Empresas Painel IV: Panorama do Crédito no Banco do Brasil Ary Joel de Abreu Lanzarin Diretor de Micro e Pequenas Empresas As diretrizes estratégicas dão foco ao negócio Perspectivas Simplificar e agilizar a utilização

Leia mais

Pequenos Negócios no Brasil. Especialistas em pequenos negócios / 0800 570 0800 / sebrae.com.br

Pequenos Negócios no Brasil. Especialistas em pequenos negócios / 0800 570 0800 / sebrae.com.br Pequenos Negócios no Brasil Pequenos Negócios no Brasil Clique no título para acessar o conteúdo, ou navegue pela apresentação completa Categorias de pequenos negócios no Brasil Micro e pequenas empresas

Leia mais

Cartilha do. Microempreendedor Individual. Microcrédito

Cartilha do. Microempreendedor Individual. Microcrédito Atualização: SEBRAE-SP - Unidade de Políticas Públicas e Relações Institucionais UPPRI - 13 maio 2013 Cartilha do 4 Microempreendedor Individual Microcrédito MICROCRÉDITO O QUE É? O microcrédito é a concessão

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 4.000, DE 25 DE AGOSTO DE 2011

RESOLUÇÃO Nº 4.000, DE 25 DE AGOSTO DE 2011 RESOLUÇÃO Nº 4.000, DE 25 DE AGOSTO DE 2011 Altera e consolida as normas que dispõem sobre a realização de operações de microcrédito destinadas à população de baixa renda e a microempreendedores. Altera

Leia mais

MICROFINANÇAS. Programa de Remessas e Capacitação para Emigrantes Brasileiros e seus Beneficiários no Brasil

MICROFINANÇAS. Programa de Remessas e Capacitação para Emigrantes Brasileiros e seus Beneficiários no Brasil MICROFINANÇAS Programa de Remessas e Capacitação para Emigrantes Brasileiros e seus Beneficiários no Brasil Programa de Remessas e Capacitação para Emigrantes Brasileiros e seus Beneficiários no Brasil

Leia mais

FOME ZERO. O papel do Brasil na luta global contra a fome e a pobreza

FOME ZERO. O papel do Brasil na luta global contra a fome e a pobreza FOME ZERO O papel do Brasil na luta global contra a fome e a pobreza Seminário Internacional sobre Seguro de Emergência e Seguro Agrícola Porto Alegre, RS -- Brasil 29 de junho a 2 de julho de 2005 Alguns

Leia mais

CONSOLIDAÇÃO DAS AÇÕES E PROGRAMAS DOS ORGÃOS E ENTIDADES EXERCÍCIO 2014 5703 - AGENCIA DE FOMENTO DE GOIÁS S/A - GOIASFOMENTO

CONSOLIDAÇÃO DAS AÇÕES E PROGRAMAS DOS ORGÃOS E ENTIDADES EXERCÍCIO 2014 5703 - AGENCIA DE FOMENTO DE GOIÁS S/A - GOIASFOMENTO INSTITUCIONAL 1. Gestor HUMBERTO TANNÚS JÚNIOR 2. Visão Institucional 2.1 Objetivo Institucional Ser um instrumento de execução de políticas públicas de desenvolvimento do Estado de Goiás e ter por objetivo

Leia mais

Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte

Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte Comitê Temático Investimento e Financiamento Diretoria de Micro e Pequenas Empresas setembro/2008 Agenda Atuação do BB no Segmento MPE Evolução

Leia mais

Tema 6: Atuaçã. Análise da atuaçã Comparaçã. ção o com outros países

Tema 6: Atuaçã. Análise da atuaçã Comparaçã. ção o com outros países Tema 6: Atuaçã ção o Das Entidades Não-reguladasN Análise da atuaçã ção o das entidades não-reguladas n brasileiras: Comparaçã ção o com outros países Visão o de futuro para essas entidades. VII Seminário

Leia mais

CAIXA e o NORDESTE. NELSON ANTÔNIO DE SOUZA SUPERINTENDENTE NACIONAL DA ÁREA B - NORDESTE Novembro de 2009

CAIXA e o NORDESTE. NELSON ANTÔNIO DE SOUZA SUPERINTENDENTE NACIONAL DA ÁREA B - NORDESTE Novembro de 2009 CAIXA e o NORDESTE NELSON ANTÔNIO DE SOUZA SUPERINTENDENTE NACIONAL DA ÁREA B - NORDESTE Novembro de 2009 ATENDIMENTOS CAIXA Total de Transações 921 milhões em terminais de Auto- Atendimento 131 milhões

Leia mais

INSTITUTO PALMAS DE DESENVOLVIMENTO E SOCIOECONOMIA SOLIDÁRIA

INSTITUTO PALMAS DE DESENVOLVIMENTO E SOCIOECONOMIA SOLIDÁRIA INSTITUTO PALMAS DE DESENVOLVIMENTO E SOCIOECONOMIA SOLIDÁRIA Apresentamos abaixo o Boletim trimestral de atividades do Instituto Palmas referente ao período de Junho a Agosto de 2012. O Instituto Palmas

Leia mais

152 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO

152 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 152 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO Washington, D.C., EUA, 17 a 21 de junho de 2013 Tema 7.3 da Agenda Provisória CE152/INF/3 (Port.) 26 de

Leia mais

Presidência Roberto Smith

Presidência Roberto Smith RELATÓRIO ANUAL 2007 Presidência Roberto Smith Diretoria Pedro Rafael Lapa Paulo Sérgio Rebouças Ferraro Luiz Carlos Everton de Farias Oswaldo Serrano do Oliveira Luiz Henrique Mascarenhas Corrêa Silva

Leia mais

A importância do crédito para as pequenas e médias empresas. Condicionantes da oferta de crédito

A importância do crédito para as pequenas e médias empresas. Condicionantes da oferta de crédito A importância do crédito para as pequenas e médias empresas Condicionantes da oferta de crédito Distribuição de empresas por porte MICRO PEQUENA MÉDIA GRANDE 0,4% 0,7% 6,2% Micro e Pequenas empresas 98,9%

Leia mais

Plano Brasil Maior e as Micro e Pequenas Empresas Agenda de Ações para Competitividade dos Pequenos Negócios. Curitiba, 20 de novembro de 2012

Plano Brasil Maior e as Micro e Pequenas Empresas Agenda de Ações para Competitividade dos Pequenos Negócios. Curitiba, 20 de novembro de 2012 Plano Brasil Maior e as Micro e Pequenas Empresas Agenda de Ações para Competitividade dos Pequenos Negócios Curitiba, 20 de novembro de 2012 PBM: Dimensões Dimensão Estruturante: diretrizes setoriais

Leia mais

PROGRAMA BOM NEGÓCIO PARANÁ- APOIO AO EMPREENDEDORISMO AVALIAÇÃO DO NÚCLEO MARINGÁ

PROGRAMA BOM NEGÓCIO PARANÁ- APOIO AO EMPREENDEDORISMO AVALIAÇÃO DO NÚCLEO MARINGÁ PROGRAMA BOM NEGÓCIO PARANÁ- APOIO AO EMPREENDEDORISMO AVALIAÇÃO DO NÚCLEO MARINGÁ AREA TEMÁTICA: TRABALHO LAIS SILVA SANTOS 1 CARLOS VINICIUS RODRIGUES 2 MARCELO FARID PEREIRA 3 NEUZA CORTE DE OLIVEIRA

Leia mais

Prefeito Empreendedor. Guia de Recomendações Preliminares para o Fomento do Empreendedorismo nos Municípios

Prefeito Empreendedor. Guia de Recomendações Preliminares para o Fomento do Empreendedorismo nos Municípios Prefeito Empreendedor Guia de Recomendações Preliminares para o Fomento do Empreendedorismo nos Municípios Março/2012 Expediente Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior MDIC Fernando

Leia mais

Considerações sobre as barreiras de acesso as microfinanças. Mauricio Blanco e Tatiana Amaral

Considerações sobre as barreiras de acesso as microfinanças. Mauricio Blanco e Tatiana Amaral Considerações sobre as barreiras de acesso as microfinanças Mauricio Blanco e Tatiana Amaral Objetivos Identificar os principais entraves ao acesso a serviços de microfinanças pela população de baixa renda;

Leia mais

Ana Lúcia Vitale Torkomian. Secretária Adjunta de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência e Tecnologia

Ana Lúcia Vitale Torkomian. Secretária Adjunta de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência e Tecnologia Sessão Plenária 5: Programas Nacionais de Estímulo e Apoio às Incubadoras de Empresas e Parques Tecnológicos Ana Lúcia Vitale Torkomian Secretária Adjunta de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério

Leia mais

AGENDA SEBRAE OFICINAS CURSOS PALESTRAS JUNHO A DEZEMBRO - 2015 GOIÂNIA. Especialistas em pequenos negócios. / 0800 570 0800 / sebraego.com.

AGENDA SEBRAE OFICINAS CURSOS PALESTRAS JUNHO A DEZEMBRO - 2015 GOIÂNIA. Especialistas em pequenos negócios. / 0800 570 0800 / sebraego.com. AGENDA SEBRAE OFICINAS CURSOS PALESTRAS JUNHO A DEZEMBRO - 2015 GOIÂNIA Especialistas em pequenos negócios. / 0800 570 0800 / sebraego.com.br COM O SEBRAE, O SEU NEGÓCIO VAI! O Sebrae Goiás preparou diversas

Leia mais

SINDICATO DOS BANCÁRIOS DE BRASÍLIA PÚBLICA

SINDICATO DOS BANCÁRIOS DE BRASÍLIA PÚBLICA SINDICATO DOS BANCÁRIOS DE BRASÍLIA PÚBLICA 2 Caixa, patrimônio dos brasileiros. Caixa 100% pública! O processo de abertura do capital da Caixa Econômica Federal não interessa aos trabalhadores e à população

Leia mais

Favela como Oportunidade: Plano de Desenvolvimento das Favelas para sua Inclusão Social e Econômica

Favela como Oportunidade: Plano de Desenvolvimento das Favelas para sua Inclusão Social e Econômica ESTUDOS E PESQUISAS Nº 457 Favela como Oportunidade: Plano de Desenvolvimento das Favelas para sua Inclusão Social e Econômica Walsey de Assis Magalhães * Fórum Nacional (Sessão Especial) Novos Caminhos

Leia mais

CRÉDITO FOMENTO CRESCIMENTO

CRÉDITO FOMENTO CRESCIMENTO INTRODUÇÃO OBJETIVO PRINCIPAL. Oferecer microcrédito para população de baixa renda, atendendo pessoas que não tem perspectivas e nenhum crédito nas instituições financeiras tradicionais. Acreditamos que,

Leia mais

Plano BrasilMaior 2011/2014

Plano BrasilMaior 2011/2014 Plano BrasilMaior 2011/2014 Inovar para competir. Competir para crescer. Agenda de Ações para a Competitividade dos Pequenos Negócios Dimensões do Plano Brasil Maior -Quadro Síntese Dimensão Estruturante:

Leia mais

Apresentação. Torne-se um Empreendedor Individual e traga para o seu negócio todos os benefícios da formalização. Guia do Empreendedor Individual

Apresentação. Torne-se um Empreendedor Individual e traga para o seu negócio todos os benefícios da formalização. Guia do Empreendedor Individual Apresentação Muitos brasileiros trabalham informalmente por conta própria, ou seja, não têm nenhum tipo de registro. E por isso ficam sem acesso a diversos benefícios, como a Previdência Social, cursos

Leia mais

Microcrédito Produtivo Orientado

Microcrédito Produtivo Orientado Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado Avaliação, Perspectivas e Desafios Belo Horizonte, 30 de setembro de 2008 1 Objetivos do Programa Facilitar e ampliar o acesso ao microcrédito produtivo

Leia mais

INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA 1.1

INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA 1.1 1.0 INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA 1.1 1.2 ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA Qual o objetivo das empresas para a administração financeira? Maximizar valor de mercado da empresa; Aumentar a riqueza dos acionistas.

Leia mais

REALINHAMENTO DE EMPRESAS

REALINHAMENTO DE EMPRESAS REALINHAMENTO DE EMPRESAS REALINHAMENTO DE EMPRESAS FATORES QUE AFETAM SUA PERFORMANCE GERENCIAMENTO MARGEM DE LUCRO CAPITAL DE GIRO ESCALA DO NEGÓCIO FLUXO DE CAIXA GERENCIAMENTO Objetivo e comando do

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 57, DE 23 DE MAIO DE 2013

RESOLUÇÃO Nº 57, DE 23 DE MAIO DE 2013 RESOLUÇÃO Nº 57, DE 23 DE MAIO DE 2013 O CONSELHO UNIVERSITÁRIO da Universidade Federal do Pampa, em sua 41ª Reunião Ordinária, realizada no dia 23 de maio de 2013, no uso das atribuições que lhe são conferidas

Leia mais

alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO

alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO 2014-2015 alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO O Plano Safra da Agricultura Familiar 2014/2015 Alimentos Para o Brasil vem consolidar mais de uma década de políticas públicas que melhoram a vida de quem

Leia mais

Perspectivas do Mercado de Crédito Marcus Manduca, sócio da PwC

Perspectivas do Mercado de Crédito Marcus Manduca, sócio da PwC Perspectivas do Mercado de Crédito Marcus Manduca, sócio da PwC Perspectivas do Mercado de Crédito Cenário econômico Cenário econômico Contexto Macro-econômico e Regulamentação Redução de spreads Incremento

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.477. I - bancos múltiplos, bancos comerciais, bancos de investimento, bancos de câmbio e caixas econômicas;

CIRCULAR Nº 3.477. I - bancos múltiplos, bancos comerciais, bancos de investimento, bancos de câmbio e caixas econômicas; CIRCULAR Nº 3.477 Dispõe sobre a divulgação de informações referentes à gestão de riscos, ao Patrimônio de Referência Exigido (PRE), de que trata a Resolução nº 3.490, de 29 de agosto de 2007, e à adequação

Leia mais

alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO

alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO 2014-2015 APRESENTAÇÃO O Plano Safra da Agricultura Familiar 2014/2015 Alimentos Para o Brasil vem consolidar mais de uma década de políticas públicas que melhoram a vida de quem vive no Brasil Rural.

Leia mais

Maria da Guia Pereira dos Santos Caxias - MA

Maria da Guia Pereira dos Santos Caxias - MA Maria da Guia Pereira dos Santos Caxias - MA O Banco do Nordeste Criado em 1952 para reduzir a desigualdade socioeconômica entre o Nordeste e o resto do país, o Banco do Nordeste do Brasil S.A. é uma

Leia mais

O Programa Bolsa Família

O Programa Bolsa Família Painel sobre Programas de Garantia de Renda O Programa Bolsa Família Patrus Ananias de Sousa Ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome República Federativa do Brasil Comissão de Emprego e Política

Leia mais

BNDES Financiamento à Indústria de Base Florestal Plantada. Outubro de 2014

BNDES Financiamento à Indústria de Base Florestal Plantada. Outubro de 2014 BNDES Financiamento à Indústria de Base Florestal Plantada Outubro de 2014 Agenda 1. Aspectos Institucionais 2. Formas de Atuação 3. Indústria de Base Florestal Plantada 1. Aspectos Institucionais Linha

Leia mais

Evolução do Mercado de Crédito e Microcrédito. Fernando Nogueira da Costa Professor do IE-UNICAMP http://fernandonogueiracosta.wordpress.

Evolução do Mercado de Crédito e Microcrédito. Fernando Nogueira da Costa Professor do IE-UNICAMP http://fernandonogueiracosta.wordpress. Evolução do Mercado de Crédito e Microcrédito Fernando Nogueira da Costa Professor do IE-UNICAMP http://fernandonogueiracosta.wordpress.com Estrutura da apresentação Problemas de Acesso ao Crédito Evolução

Leia mais

ATUAÇÃO DE UM BANCO DE DESENVOLVIMENTO PARA A SUPERAÇÃO DA POBREZA: O EXEMPLO DO BANCO DO NORDESTE DO BRASIL

ATUAÇÃO DE UM BANCO DE DESENVOLVIMENTO PARA A SUPERAÇÃO DA POBREZA: O EXEMPLO DO BANCO DO NORDESTE DO BRASIL ATUAÇÃO DE UM BANCO DE DESENVOLVIMENTO PARA A SUPERAÇÃO DA POBREZA: O EXEMPLO DO BANCO DO NORDESTE DO BRASIL Nelson Antônio de Souza Discutir o tema inclusão produtiva no Brasil remete, necessariamente,

Leia mais

AVALIANDO SE O CRÉDITO É PROBLEMA OU SOLUÇÃO

AVALIANDO SE O CRÉDITO É PROBLEMA OU SOLUÇÃO AVALIANDO SE O CRÉDITO É PROBLEMA OU SOLUÇÃO 08 a 11 de outubro de 2014 08 a 11 de outubro de 2014 Objetivos Orientar os empreendedores sobre a importância da permanente gestão empresarial e sua direta

Leia mais

INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE. Palestra para o Conselho Regional de Administração

INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE. Palestra para o Conselho Regional de Administração INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE Palestra para o Conselho Regional de Administração 1 O QUE É O SEBRAE? 2 O Sebrae O Serviço de Apoio às Micros e Pequenas Empresas da Bahia

Leia mais

Perspectivas para o Setor da Construção Civil em 2015. Celso Petrucci Economista-chefe do Secovi-SP

Perspectivas para o Setor da Construção Civil em 2015. Celso Petrucci Economista-chefe do Secovi-SP Perspectivas para o Setor da Construção Civil em 2015 Celso Petrucci Economista-chefe do Secovi-SP Mercado Imobiliário Brasileiro - VGL 2011-7% 2012 13% 2013 R$ 85,6 bilhões R$ 79,7 bilhões R$ 90,4 bilhões

Leia mais

Instituição Financeira do Governo do Estado de São Paulo, regulada pelo Banco Central, com inicio de atividades em Março/2009.

Instituição Financeira do Governo do Estado de São Paulo, regulada pelo Banco Central, com inicio de atividades em Março/2009. Presidência 1 Instituição Financeira do Governo do Estado de São Paulo, regulada pelo Banco Central, com inicio de atividades em Março/2009. Instrumento institucional de apoio à execução de políticas de

Leia mais

GPME Prof. Marcelo Cruz

GPME Prof. Marcelo Cruz GPME Prof. Marcelo Cruz Política de Crédito e Empréstimos Objetivos Compreender os tópicos básicos da administração financeira. Compreender a relação da contabilidade com as decisões financeiras. Compreender

Leia mais

Os desafios da intermediação financeira no setor informal

Os desafios da intermediação financeira no setor informal Os desafios da intermediação financeira no setor informal VI Seminário Banco Central de Microfinanças 14.06.2007 Porto Alegre - RS Dinheiro, segundo o provérbio, chama dinheiro. Quando se tem um pouco,

Leia mais

Índice. O Banco do Nordeste e os maiores programas de microfinanças do Brasil p.4. Levando o desenvolvimento para quem mais precisa p.

Índice. O Banco do Nordeste e os maiores programas de microfinanças do Brasil p.4. Levando o desenvolvimento para quem mais precisa p. Índice O Banco do Nordeste e os maiores programas de microfinanças do Brasil p.4 Levando o desenvolvimento para quem mais precisa p.5 Vantagens que você só encontra aqui p.6, e Parceiros: juntos pelo desenvolvimento

Leia mais

Fortalecimento do Cadastro Único como porta de entrada para Programas Sociais para a população de baixa renda

Fortalecimento do Cadastro Único como porta de entrada para Programas Sociais para a população de baixa renda Fortalecimento do Cadastro Único como porta de entrada para Programas Sociais para a população de baixa renda Mesa: Cadastro Único, Bolsa Família e Brasil sem Miséria. Cadastro Único É um mapa representativo

Leia mais

2.7 Financiamento. Por que Financiamento? Comparação Internacional. Visão 2022

2.7 Financiamento. Por que Financiamento? Comparação Internacional. Visão 2022 2.7 Financiamento Por que Financiamento? O ritmo de crescimento de uma economia e a competitividade da sua indústria dependem da disponibilidade de recursos para investimento e da capacidade do sistema

Leia mais

PRÊMIO FINEP DE INOVAÇÃO

PRÊMIO FINEP DE INOVAÇÃO PRÊMIO FINEP DE INOVAÇÃO Objetivo: O Prêmio FINEP de Inovação foi criado para reconhecer e divulgar esforços inovadores realizados por empresas, Instituições Científicas e Tecnológicas - ICTs e inventores

Leia mais

Orientações sobre Micro Empreendedor Individual

Orientações sobre Micro Empreendedor Individual Orientações sobre Micro Empreendedor Individual Micro Empreendedor individual Definição Microempreendedor Individual (MEI) é a pessoa que trabalha por conta própria e que se legaliza como pequeno empresário.

Leia mais

SeminárioADI-2012. Inclusão financeira inovação para as MPE s

SeminárioADI-2012. Inclusão financeira inovação para as MPE s SeminárioADI-2012 Inclusão financeira inovação para as MPE s Guilherme Lacerda Diretor de Infraestrutura Social, Meio Ambiente, Agropecuária e Inclusão Social Barcelona Outubro 2012 1. Diagnóstico Não

Leia mais

FINANÇAS A B C D A R$ 24.000,00. B R$ 12.000,00. C R$ 2.000,00. D R$ 0,00.

FINANÇAS A B C D A R$ 24.000,00. B R$ 12.000,00. C R$ 2.000,00. D R$ 0,00. ESPE/Un SERE 2013 Nas questões a seguir, marque, para cada uma, a única opção correta, de acordo com o respectivo comando. Para as devidas marcações, use a Folha de Respostas, único documento válido para

Leia mais

e) visa estabelecer diretrizes aplicáveis ao posicionamento estratégico de comunicação e marketing das entidades integrantes do Sicoob.

e) visa estabelecer diretrizes aplicáveis ao posicionamento estratégico de comunicação e marketing das entidades integrantes do Sicoob. 1. Esta Política Institucional de Comunicação e Marketing: Política Institucional de Comunicação e Marketing a) é elaborada por proposta da área de Comunicação e Marketing da Confederação Nacional das

Leia mais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais Especialização em Gestão Estratégica de Apresentação CAMPUS COMÉRCIO Inscrições Abertas Turma 02 --> Início Confirmado: 07/06/2013 últimas vagas até o dia: 05/07/2013 O curso de Especialização em Gestão

Leia mais

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUDESTE DE MINAS GERAIS Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016 Versão 1.0 1 APRESENTAÇÃO O Planejamento

Leia mais

CONVITE À APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS INOVAÇÃO EM FINANCIAMENTO

CONVITE À APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS INOVAÇÃO EM FINANCIAMENTO CONVITE À APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS INOVAÇÃO EM FINANCIAMENTO FUNDO COMUM PARA OS PRODUTOS BÁSICOS (FCPB) BUSCA CANDIDATURAS A APOIO PARA ATIVIDADES DE DESENVOLVIMENTO DOS PRODUTOS BÁSICOS Processo de

Leia mais

Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social

Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social Novembro 2009 DEPARTAMENTO REGIONAL NORDESTE - DENOR O que apoiamos Projetos de investimento em indústria, comércio e serviços aumento da capacidade

Leia mais

MANUAL DE GERENCIAMENTO DO RISCO DE LIQUIDEZ

MANUAL DE GERENCIAMENTO DO RISCO DE LIQUIDEZ MANUAL DE GERENCIAMENTO DO RISCO DE LIQUIDEZ Introdução O Gerenciamento do Risco de Liquidez no Grupo Didier Levy, considerando as empresas BEXS Banco de Câmbio S/A e BEXS Corretora de Câmbio S/A está

Leia mais

aplicação dos instrumentos financeiros dos FEEI O Fundo Social Europeu Instrumentos financeiros

aplicação dos instrumentos financeiros dos FEEI O Fundo Social Europeu Instrumentos financeiros aplicação dos instrumentos financeiros dos FEEI O Fundo Social Europeu Os instrumentos financeiros cofinanciados pelo Fundo Social Europeu são uma forma eficiente e sustentável de investir no crescimento

Leia mais

12 portos marítimos (+8 terminais privados de uso misto) 409.473 km de rodovias. 18 aeroportos (9 internacionais)

12 portos marítimos (+8 terminais privados de uso misto) 409.473 km de rodovias. 18 aeroportos (9 internacionais) Fórum Nacional Eólico Carta dos Ventos Financiamento de Projetos José Maria Vilar Superintendente do Banco do Nordeste do Brasil (BNB) Natal, 19.06.2009 Nordeste do Brasil: Infraestrutura 12 portos marítimos

Leia mais

CAFÉ COM CRÉDITO. Santo André - SP. 06 de outubro de 2009

CAFÉ COM CRÉDITO. Santo André - SP. 06 de outubro de 2009 CAFÉ COM CRÉDITO Santo André - SP 06 de outubro de 2009 Missão Banco do DESENVOLVIMENTO Competitividade e sustentabilidade Redução das desigualdades sociais e regionais Áreas de atuação Inovação Bens de

Leia mais

RELATÓRIO DESCRITIVO DA ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DA PORTO SEGURO INVESTIMENTOS

RELATÓRIO DESCRITIVO DA ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DA PORTO SEGURO INVESTIMENTOS RELATÓRIO DESCRITIVO DA ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DA PORTO SEGURO INVESTIMENTOS 1. CONTEXTO A Porto Seguro Investimentos é uma Instituição Financeira privada, constituída em 8 de abril de 1991,

Leia mais

Relatório. Gestão de Riscos. Conglomerado Cruzeiro do Sul

Relatório. Gestão de Riscos. Conglomerado Cruzeiro do Sul Relatório de Gestão de Riscos Conglomerado Cruzeiro do Sul Data-Base 31/12/2010 Superintendência de Riscos Índice 1. Introdução 3 2. Perímetro 3 3. Estrutura de Gestão de Riscos 3 3.1 Risco de Crédito

Leia mais