MICROCRÉDITO E MICROFINANÇAS NO GOVERNO LULA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MICROCRÉDITO E MICROFINANÇAS NO GOVERNO LULA"

Transcrição

1 MICROCRÉDITO E MICROFINANÇAS NO GOVERNO LULA Gilson Bittencourt Ministério da Fazenda GTI de Microcrédito e Microfinanças

2 Fases Recentes do Microcrédito e das Microfinanças no Brasil Fase 1: de 1972 até 1988 Redes alternativas organizadas por ONG s; Fundos rotativos (informais) focados principalmente no meio rural; Gestão com enfoque no objetivo do financiamento e não no retorno do crédito; Fase 2: de 1989 até 1997 Entrada dos governos municipais como atores do microcrédito através da constituição de programas e/ou organizações para operar diretamente com microempreendedores (Bancos do Povo); Expansão do cooperativismo de crédito urbano; Constituição de sistemas alternativos de coop. de crédito rurais;

3 Fases Recentes do Microcrédito e das Microfinanças no Brasil Fase 3: de 1998 até 2002 Criação do Marco Legal para o microcrédito - SCM e as OSCIP Alterações na regulamentação das cooperativas de crédito foco nas centrais e permissão para coop. crédito de microempreendedores; Criação do Programa de Microcrédito do BNDES - financiamento e Desenvolvimento Institucional (32 instituições até 2002); Criação do Programa Crediamigo pelo Banco do Nordeste; Permissão para atuação dos Correspondentes Bancários; As Instituições de Microcrédito eram focadas no crédito, sem o fornecimento de outros serviços bancários, existindo pouca ou nenhuma relação entre estas instituições e os bancos (exceto coop.);

4 Objetivos da política de microcrédito e microfinanças Facilitar e ampliar o acesso ao crédito entre os microempreendedores formais e informais, visando a geração de renda e trabalho; Facilitar e ampliar o acesso aos serviços financeiros (conta corrente, poupança, seguros, créditos) pela população de baixa renda, garantindo maior cidadania; Reduzir as taxas de juros nos financiamentos.

5 Fases Recentes do Microcrédito e das Microfinanças no Brasil Fase 4: de Inclusão bancária, associando o crédito a outros serviços bancários para a população de baixa renda; Apoio ao Cooperativismo de Crédito e regras mais flexíveis para seu funcionamento; Aumento do número de correspondentes bancários e dos tipos de serviços prestados; Regulamentação do Crédito consignado Ampliação e consolidação do Programa Crediamigo.

6 Fases Recentes do Microcrédito e das Microfinanças no Brasil Fase 5: de Criação do Programa de Microcrédito Produtivo Orientado Aproximação entre instituições financeiras e de Microcrédito, vinculando outros serviços financeiros ao microcrédito produtivo; Marco legal para o microcrédito produtivo, incluindo a regulamentação para o repasse de recursos dos bancos para instituições de microcrédito - (depósitos especiais e FAT); Viabilização de fundos de aval para as instituições de microcrédito; Desenvolvimento de Projetos de Desenvolvimento Institucional focados na articulação entre instituições de microcrédito e na padronização de modelos contáveis;

7 Ações do Governo - Rural Microcrédito Rural - PRONAF Programa com subsídios da União, tanto para equalização de taxas de juros quanto cobrir parte dos custos bancários; É operado principalmente por bancos públicos federais e cooperativas de crédito; Atendeu em 2004/05 cerca de 1,5 milhões de famílias em diversas modalidades de crédito; Ampliou de R$ 2,2 (2002) para R$ 6 bilhões (2004); O Pronaf B (renda até R$ 2 mil/ano) será operado na metodologia de microcrédito produtivo orientado (crediamigo) Ações: Ampliação do alcance (especialmente nas regiões mais pobres) e criação de um seguro da produção e da renda (parcial) para os agricultores familiares;

8 Ações do Governo para garantir os objetivos propostos Ampliação do número de agentes financeiros que atuam com a população de baixa renda: Criação do Banco Popular do Brasil para atuar com microfinanças; Ampliação da atuação da CEF em microfinanças Ampliação do Crediamigo do Banco do Nordeste e adoção da mesma metodologia pelo BASA; Permissão p/ constituição de Cooperativas de crédito de livre adesão; Estímulo aos bancos para atuarem neste segmento social;

9 Ações do Governo para garantir os objetivos propostos Alteração dos normativos facilitando a atuação das instituições financeiras junto ao público de baixa renda: Conta corrente simplificada (sem comprovante de renda e saldo de até R$ 1 mil + crédito); Eliminação de algumas vedações operacionais para as instituições financeiras operarem com crédito popular (alteração da 1559, procuração pública); Regulamentação do crédito consignado para trabalhadores assalariados e beneficiários do INSS); Redução e/ou eliminação de taxas e tributos nas microfinanças (Cpmf da conta simplificada; taxa para uso do Sisbacen, etc.).

10 Ações do Governo para garantir os objetivos propostos Produtos e serviços financeiros mais adaptados à realidade da população de baixa renda e dos microempreendedores formais e informais: Conta corrente e poupança simplificada (gratuita) Seguros simplificados e de baixo custo Crédito de uso livre (pode ser destinado a geração de renda) Crédito para microempreendedor: geral, material de construção, kit s de ferramentas e equipamentos para grupos profissionais, associação (catadores de papel, artesãos, etc.); Redução da burocracia bancária Fundo de aval (sebrae e funproger) Proger Capital de Giro

11 Ações do Governo para garantir os objetivos propostos Aumento das fontes de financiamento para o crédito popular e produtivo: Destinação de 2% dos depósitos a vista para o crédito popular e microcrédito Taxa de juros de até 2% ao mês Limite de R$ 600,00 para o crédito de uso livre Limite de R$ 1,5 mil para créditos destinados a microempreendedores; TAC de até 2% para 4 ou mais meses crédito de uso livre e de até 4% para crédito para microempreendedores Disponibilizou cerca de R$ 1,4 bilhões para crédito.

12 Ações Específicas para IMF s Permitir o cumprimento da exigibilidade das aplicações em microcrédito: os recursos repassadas para SCM por meio de Depósitos Interbancários de Microcrédito destinados a operações de microcrédito produtivo orientado, cujas taxas de juros efetivas cobradas do microempreendedor sejam de até 4% ao mês; as operações de microcrédito produtivo orientado adquiridas de SCM s, OSCIP s e ONG s, cujas taxas de juros cobradas do microempreendedor, sejam de até 4% ao mês; Permissão para as SCM s exercerem outras atividades, as quais serão definidas pelo CMN, o que já permite que atuem como correspondentes bancários;

13 Ações específicas para Cooperativas de Crédito - 1 Ministério da Fazenda Permissão para a constituição de cooperativas de micro e pequenos empresários (12/2002) e de Livre Adesão (cooperativas abertas); Permissão para os bancos cooperativos captarem poupança rural através de cooperativas de crédito rural e de Livre Adesão; Autorização para o BNDES atuar como repassador de recursos de custeio do Pronaf para seus agentes credenciados, incluindo Centrais e Bancos cooperativos; Permissão para que funcionários públicos possam participar de cooperativas e associações (Lei /05).

14 Ações específicas para Cooperativas de Crédito - 2 Ministério da Fazenda Isenção da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) sobre atos cooperativos para as sociedades cooperativas (Lei /04); Criação de uma linha de crédito para financiamento de cotas-parte para cooperativas de crédito rural de pequeno porte (Até R$ 1 milhão de Capital Social); Estímulo para realização de Depósitos Interbancários Rurais especiais para o Pronaf safra 04/05, facilitando o repasse de Bancos para Cooperativas de crédito; Retirado das Cooperativas de Crédito de livre adesão e de microempreendedores a obrigatoriedade de aplicação de 2% de seus depósitos a vista em operações de microcrédito;

15 Contas Correntes Simplificadas = abertas e ativas nos bancos públicos CEF BANCOS Número de Contas Simplificadas em 31/07/2005 Abertas Ativas Banco do Brasil (1) Banco Popular do Brasil BNB BASA TOTAL Fonte: Informações dos próprios bancos 1 - Beneficiários do INSS (*) Incluem contas abertas, mas com cartões ainda não desbloqueados

16 Contas Simplificadas abertas, ativas e saldo médio Mês Contas Simplificadas em 30/06/2005 Abertas Ativas Saldo Médio (R$) Corrente Jan/ ,44 Jun/ ,17 Dez/ ,91 Jun/ ,71 Poupança Jan/ ,72 Jun/ ,33 Dez/ ,17 Jun/ ,80 Fonte: Banco Central do Brasil Referem-se somente as contas com cartão desbloqueados

17 Microcrédito - taxas juros limitadas a 2% ao mês - contratos e valores efetivados entre ago/03 a jul/05 Instituição Financeira CEF (1) Banco Popular do Brasil Banco do Brasil (2) BASA BNB (3) Bradesco Número de contratos Valores (em R$ 1.000,00) TOTAL Fonte: Informações dos respectivos bancos (1) Inclui operações de Crédito CAIXA AQUI (Rotativo), Micropenhor e crédito automático conta simplificada (2) Crédito Benefício e Crédito Pronto (3) Inclui recursos aplicados no Crediamigo com esta fonte de recursos a uma taxa de 2% ao mês. (*) Os dados de outras IF não foram levantados, apesar de existirem DIM destas instituições para as IF desta tabela

18 Microcrédito: Carteira Ativa (contratos e valores) com taxas juros limitadas a 2% ao mês em 31/07/05 Instituição Financeira CEF (1) Banco Popular do Brasil Banco do Brasil (2) BASA BNB (3) Bradesco TOTAL Número de contratos ativos Valores (em R$ 1.000,00) Fonte: Informações dos respectivos bancos (1) Inclui operações de Crédito CAIXA AQUI (p;rotativo), Micropenhor e crédito automático conta simplificada (2) Crédito Benefício e Crédito Pronto (3) Inclui recursos aplicados no Crediamigo com esta fonte de recursos a uma taxa de 2% ao mês. (*) Os dados de outras IF não foram levantados, apesar de existirem DIM destas instituições para as IF desta tabela

19 Evolução das operações com recursos direcionados (uso livre e microempreendedor) 01/2004 a 06/ Saldo da Carteira R$ milhões jan/04 fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez jan/05 fev mar abr mai jun Fonte: Banco Central do Brasil

20 Microcrédito com taxas juros limitadas a 2% ao mês MODALIDADE DE CRÉDITO Saldo da Carteira em 30/06/05 (R$ mil) Acumulado entre 01/01/04 a 30/06/05 Valor Contratado (R$ mil) Quantidade de Contratos (número) Valor Médio contratado Junho/05 (R$) Prazo Médio Junho/05 (meses) Uso livre ,83 7,55 Microempreendedor (*) ,72 4,71 TOTAL Fonte: Banco Central do Brasil (*) Inclui os financiamentos realizadas pelo BNB Crediamigo com taxa de juros de 2% efetuadas com recursos dos depósitos especiais para microcrédito.

21 Microcrédito Produtivo orientado Programa Crediamigo do Banco do Nordeste Contratos realizados e valores emprestados entre: 10/1997 a 31/12/ /2003 a 31/07/2005 Número de contratos Valores (em R$ 1.000,00) Carteira ativa em 31/07/ Fonte: Banco do Nordeste

22 Microcrédito Produtivo orientado - CEF Contratos realizados e valores emprestados entre: Número de contratos Valores (em R$ 1.000,00) 01/2003 a 29/07/ Carteira ativa em 29/07/ Fonte: Caixa Econômica Federal (*) Operações realizadas por IMF, que atuam como mandatárias da CEF (**) O Banco Popular do Brasil também tem atuado com microcrédito produtivo operando por meio de IMF {VivaCred (RJ) e Banco Palmas (CE)}

23 Evolução das operações de crédito pessoal consignado em folha de pagamento 2004/05 Em R$ milhões Mês Crédito Consignado (MP 130) (amostra) Total do Crédito Pessoal (amostra) Total do Mercado (CP) (*) Partic. % Taxas de juros Consignado Crédito Pessoal (CP) (*) a b c a/b % am % aa % aa Jan/ ,2 2,93 41,4 79,1 Jul/ ,1 2,71 37,8 71,7 Dez/ ,3 2,80 39,2 70,8 Jan/ ,7 2,78 38,9 74,5 Abr/ ,0 2,63 36,5 75,0 Maio/ ,4 2,57 35,6 77,2 Jun/05 Fonte: Banco Central do Brasil - Levantamento baseado em pesquisa com 13 maiores Inst. Financeiras que operam com crédito pessoal. Inclui empréstimos pelo INSS (*) Inclui informações de todas as instituições financeiras

24 Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado - 1 Objetivos: Ampliar o acesso aos empreendedores de atividades produtivas de pequeno porte ao crédito produtivo orientado, direcionando-os para geração de trabalho e renda. Público: Pessoas físicas e jurídicas empreendedoras de atividades produtivas de pequeno porte, com renda bruto anual de até R$ 60 mil.

25 Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado 2a Definição de Microcrédito Produtivo Orientado É o crédito concedido para o atendimento das necessidades financeiras de pessoas físicas e jurídicas empreendedoras de atividades produtivas de pequeno porte, utilizando metodologia baseada no relacionamento direto com os empreendedores no local onde é executada a atividade econômica, devendo ser considerado, ainda, que:

26 Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado 2b Definição de Microcrédito Produtivo Orientado o atendimento ao tomador final dos recursos deve ser feito por pessoas treinadas para efetuar o levantamento socioeconômico e prestar orientação educativa sobre o planejamento do negócio, para definição das necessidades de crédito e de gestão voltadas para o desenvolvimento do empreendimento; o contato com o tomador final dos recursos deve ser mantido durante o período do contrato, para acompanhamento e orientação, visando ao seu melhor aproveitamento e aplicação, bem como ao crescimento e sustentabilidade da atividade econômica; e o valor e as condições do crédito devem ser definidos após a avaliação da atividade e da capacidade de endividamento do tomador final dos recursos, em estreita interlocução com este.

27 Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado - 3 Recursos: provenientes do FAT e do direcionamento de depósitos à vista para Microcrédito; Taxa de juros: Até 4% ao mês; TAC Taxa de Abertura de Cadastro até 1% para até operações de até 30 dias; até 2% entre 31 e 119 dias; e até 3% para 120 dias ou mais Limites de crédito: até R$ 5.000,00 por empreendedor, sendo permitido até 20% dos contratos com valores de até R$ ,00

28 Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado - 4 Instituições Financeiras Operadoras IFO (Repassadoras): Recursos do FAT: as instituições financeiras públicas federais; Recursos do direcionamento de depósitos à vista: Banco públicos e privados. Instituições de Microcrédito Produtivo Orientado IMPO(Desde que operem o microcrédito produtivo orientado): Cooperativas Singulares de Crédito Agências de Fomento Sociedades de Crédito ao Microempreendedor SCM Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público - OSCIP

29 Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado - 5 As instituições financeiras atuarão no PNMPO por intermédio das instituições de microcrédito produtivo orientado, por meio de repasse de recursos, mandato ou aquisição de operações de crédito que se enquadrarem nos critérios exigidos pelo PNMPO. Os Bancos de Desenvolvimento, os Bancos Cooperativos, as Coop.Centrais de Crédito e as Agências de Fomento poderão atuar como Agentes de Intermediação (AGI) de recursos das IFO s para as IMPO s. Para atuar diretamente no PNMPO, as instituições financeiras deverão constituir estrutura própria para o desenvolvimento desta atividade, devendo habilitar-se junto ao MTE demonstrando que suas operações de microcrédito produtivo orientado serão realizadas em conformidade com o Programa.

30 Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado - 6 O BNDES retomou seu programa de microcrédito produtivo, inclusive o PDI; O SEBRAE também ampliou seu PDI para IMPO s; O MTE criou um PDI para o PNMPO; O Banco Popular, a CEF e o BNB estão estruturando diferentes mecanismos para operar com as IMPO s e para operar diretamente com o PNMPO; Alguns bancos privados já estão articulando-se com IMPO s (ou participando diretamente delas), ou ainda, procurando conhecer sua atuação para iniciar parcerias no PNMPO;

31 Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado - 7 Fundo de Aval para as operações entre instituições financeiras e as IMF s (SCM e OSCIP s) Funproger (Fundo de Aval para a Geração de Emprego e Renda): ampliação dos recursos e permissão para concessão de aval para as IMF s nas operações de microcrédito produtivo orientado realizadas no âmbito do PNMPO c; FAMPE (Fundo de Aval do Sebrae): Permissão para conceder aval parcial ou total nas operações de microcrédito produtivo realizadas entre bancos e IMF s; Permissão para a realização de operações de crédito deste programa sem a exigência de garantias reais, as quais podem ser substituídas por formas alternativas e adequadas de garantias;

32 Desafios para as Microfinanças no Brasil Consolidar o PNMPO com uma maior inter-relação entre as instituições bancárias e as instituições de microcrédito; Ampliar o número de cooperativas de crédito e de IMF s, e estimular a sua expansão para os pequenos municípios; Aumentar a escala de operação das IMF s, com ampliação da área de atuação para as comunidades e empreendedores mais carentes; Ampliar para os pequenos municípios a inclusão bancária (conta simplificada e crédito);

33 Desafios para as Microfinanças no Brasil Ampliar o número de serviços bancários destinados a população de baixa renda poupança, seguros, créditos específicos, etc.; Reduzir os custos nas operações de microfinanças; Estimular mecanismos que facilitem a transferência de recursos entre regiões do Brasil e de outros países para o Brasil; Desenvolver padrões simplificados de contas para as OSCIP s e de rating para o conjunto das IMPO s, facilitando suas relações econômicas com as demais instituições financeiras;

34 DESAFIOS PARA AS IMF s Desenvolver alternativas de sustentabilidade a longo prazo para as IMF s SCM s, OSCIP s e ONG s, considerando: A previsão da redução da taxa de juros; A necessidade de redução dos custos operacionais e a obtenção de receitas extras; A demanda dos microempreendedores por outros serviços financeiros; A necessidade dos empreendedores construírem uma histórico bancário, facilitando uma transição menos abrupta entre IMF s e Bancos para o acesso ao crédito; A constituição de bancos voltados a população de baixa renda e ampliação da atuação de outros junto a população de baixa renda; O aumento do número de correspondentes bancários e da diversidade dos serviços prestados;

35 Propostas para Discussão A) Manutenção das atuais formas de atuação das IMF s, mas com redução de custos, ampliação da escala de operação e constituição de redes de serviços operacionais entre as IMF s; B) As OSCIP`s e ONG s de Crédito estimularem (ou organizarem) a constituição de cooperativas de crédito (de Livre Admissão ou de Microempreendedores) pela sua base de empreendedores mais experientes, mantendo a sua atuação como OSCIP ou ONG nas novas bases (pessoal e territorial); C) Tornar as OSCIP s de Crédito gestoras de redes e/ou correspondentes bancários, mantendo sua autonomia na gestão dos financiamentos destinados aos microempreendedores, mas fornecendo outros serviços financeiros em nome dos bancos, ampliando receitas e reduzindo custos.

36 DESAFIOS - Cooperativas de crédito Competição e Mercado Ampliação da atuação das SCM s e das OSCIP no crédito popular; Crédito Consignado aposentados (INSS); em Folha de Pagamento e para Entrada no mercado de bancos populares (Banco Postal, BPB, Lemon Bank, Carrefour, etc) fornecendo crédito e demais serviços financeiros; Contas corrente e de poupança simplificadas (CEF, Banco Postal, BPB, etc.); Ampliação do número e da diversidade de serviços realizados pelos correspondentes bancários; Redução gradual da taxa de juros básica da economia (tende a produzir uma redução nos spread s).

37 DESAFIOS - Cooperativas de crédito público e cooperados Serviços e produtos adequados a realidade sócio-econômica das comunidades e/ou atividades onde atuam; Taxas e juros competitivos com o mercado; Atendimento personalizado, desburocratizado e ágil; Facilidade e comodidade no atendimento (localização e acesso); Fomento do cooperativismo em todos os seus aspectos e ramos educação e prática; Ser um agente de inclusão social e econômica; Demonstrar os benefícios sociais diretos e indiretos decorrentes do cooperativismo.

38 Legislações sobre microcrédito Ministério da Fazenda Cooperativas de crédito OSCIP SCM Crédito Consignado Corresp. Bancários Risco e Garantia Bancos Cooperativos FAMPE (Sebrae) Agências de Fomento Leis 4.595/64, 5.764/71, /04 / Res. CMN 3.106/03 e 2.707/00 Lei 9.790/99, MP /01 e /01 e Decreto 3.100/99 e Port. MJ 361/99 e 256/02. Lei /01 e Res. CMN 2.874/01 e 3.182/03 Lei /03 e Decreto 4.961/04 e Res CMN 2.718/00 Res. CMN 3.156/03, 3.110/03 e 2.707/00 Res. CMN 2.682/99, 1.559/88 e 3.258/05 / Circular BC 3.163/05 Res. CMN 3.188/04 e 2.788/00 Lei e Lei /05 MP /01 e Res. CMN 2.828/01

39 Legislações sobre microcrédito Ministério da Fazenda Banco Popular do Brasil Contas simplificadas Conta corrente normal e eletrônica FAT Funproger Tributação do Crédito Depósitos especiais para microcrédito Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado - PNMPO Lei /03 Res. CMN 3.211/04 Res. CMN 2.025/93, 2.747/00, 2.817/01 e 2.953/02 Leis 7.998/90, 8.019/90, 8.352/91, 9.872/99 e Lei /05 e Res CMN 3.091/03 Leis 9.311/96, /04, /04, Lei /05 e Port MF 244/04 Lei /03, Lei /05, Res. CMN 3.310/05 Lei /05, Decreto 5.288/04, Res CMN 3.310/05 e Res. Codefat 449/05

40 Apresentação (publicações) Legislação (Leis, Decretos) e Regulamentação (Resoluções do CMN e Codefat) (publicações) (Microcrédito e microfinanças) Gilson Bittencourt = Ministério da Fazenda = (61)

Ministério da Fazenda

Ministério da Fazenda MICROCRÉDITO E MICROFINANÇAS NO GOVERNO LULA Gilson Bittencourt GTI de Microcrédito e Microfinanças Objetivos da política de microcrédito e microfinanças Facilitar e ampliar o acesso ao crédito entre os

Leia mais

Microfinanças e Cooperativismo de Crédito

Microfinanças e Cooperativismo de Crédito Microfinanças e Cooperativismo de Crédito Gilson Bittencourt gilson.bittencourt@fazenda.gov.br 1 Microfinanças: Objetivos do Governo Federal Facilitar e ampliar o acesso ao crédito entre os empreendedores

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 3310. Parágrafo único. Não são considerados no cálculo da exigibilidade:

RESOLUÇÃO Nº 3310. Parágrafo único. Não são considerados no cálculo da exigibilidade: RESOLUÇÃO Nº 3310 Dispõe acerca da realização de operações de microcrédito destinadas à população de baixa renda e a microempreendedores. O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do art. 9º da Lei 4.595, de

Leia mais

BNDES. Atuação no Microcrédito Produtivo Orientado PMC PDI. Programa de Microcrédito. Programa de Desenvolvimento Institucional

BNDES. Atuação no Microcrédito Produtivo Orientado PMC PDI. Programa de Microcrédito. Programa de Desenvolvimento Institucional BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL BNDES Atuação no Microcrédito Produtivo Orientado PMC Programa de Microcrédito PDI Programa de Desenvolvimento Institucional Apresentação do Programa

Leia mais

V Seminário Banco Central sobre Microfinanças

V Seminário Banco Central sobre Microfinanças V Seminário Banco Central sobre Microfinanças - Depoimento sobre criação de SCM - Motivos que levaram a decisão de criar - Bases e Princípios que precisam ser levados em conta - O que a experiência tem

Leia mais

APRESENTAÇÃO NO INSTITUTO DO VAREJO

APRESENTAÇÃO NO INSTITUTO DO VAREJO APRESENTAÇÃO NO INSTITUTO DO VAREJO 18 de Agosto de 2006 Demian Fiocca Presidente do BNDES www.bndes.gov.br 1 BRASIL: NOVO CICLO DE DESENVOLVIMENTO Um novo ciclo de desenvolvimento teve início em 2004.

Leia mais

PALESTRA: LINHAS DE CRÉDITOS.

PALESTRA: LINHAS DE CRÉDITOS. PALESTRA: LINHAS DE CRÉDITOS. Facilitador: Wolney Luis do Nascimento Sousa. Responsável pelo Evento: 1 LINHAS DE CRÉDITO Motivos Vantagens Desvantagens Aplicação 2 LINHAS DE CRÉDITO Função dos Bancos Para

Leia mais

Inclusão Bancária. e Microcrédito

Inclusão Bancária. e Microcrédito Inclusão Bancária e Microcrédito 3. Inclusão Bancária e Microcrédito 116 INTRODUÇÃO Em 2003, no início do novo governo, a discussão sobre microfinanças e inclusão financeira no Brasil era restrita às operações

Leia mais

Os Bancos e o Microcrédito Experiência com departamento especializado. O Caso CREDIAMIGO

Os Bancos e o Microcrédito Experiência com departamento especializado. O Caso CREDIAMIGO Os Bancos e o Microcrédito Experiência com departamento especializado O Caso CREDIAMIGO Conceitos Microfinanças: todos os serviços financeiros para populações de baixa renda, inclusive financiamento ao

Leia mais

Área de Inclusão Social Departamento de Economia Solidária

Área de Inclusão Social Departamento de Economia Solidária Atuação no Microcrédito Produtivo Programas de Apoio ao Microcrédito Produtivo Programa de Crédito Produtivo Popular PCPP Programa de Microcrédito PM Programa de Microcrédito PMC 1996 1997 2003 2004 2005...

Leia mais

Microcrédito no âmbito das políticas públicas de trabalho e renda

Microcrédito no âmbito das políticas públicas de trabalho e renda OPINIÃO DOS ATORES Microcrédito no âmbito das políticas públicas de trabalho e renda Rogério Nagamine Costanzi* Desde a experiência do Grameen Bank em Bangladesh, o microcrédito passou a se disseminar

Leia mais

FUNPROGER GARANTINDO O EMPREENDEDORISMO FUNPROGER FUNDO DE AVAL PARA A GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA - DF

FUNPROGER GARANTINDO O EMPREENDEDORISMO FUNPROGER FUNDO DE AVAL PARA A GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA - DF FUNPROGER FUNDO DE AVAL PARA A GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA Brasília - DF Julho de 2008 Março/1994 Recursos do FAT p/o PROGER Urbano. Até 1999 Baixo volume de contratação de operações de crédito no âmbito

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 4.000, DE 25 DE AGOSTO DE 2011

RESOLUÇÃO Nº 4.000, DE 25 DE AGOSTO DE 2011 RESOLUÇÃO Nº 4.000, DE 25 DE AGOSTO DE 2011 Altera e consolida as normas que dispõem sobre a realização de operações de microcrédito destinadas à população de baixa renda e a microempreendedores. Altera

Leia mais

Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte

Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte Comitê Temático Investimento e Financiamento Diretoria de Micro e Pequenas Empresas setembro/2008 Agenda Atuação do BB no Segmento MPE Evolução

Leia mais

ipea políticas sociais acompanhamento e análise 7 ago. 2003 151 EMPREGO E RENDA

ipea políticas sociais acompanhamento e análise 7 ago. 2003 151 EMPREGO E RENDA EMPREGO E RENDA Instituição da linha de crédito especial Novo Empreendedor no âmbito do Programa de Geração de Emprego e Renda (Proger) A Resolução n o 275, aprovada em 21 de novembro de 2001 pelo Conselho

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS GABINETE CIVIL

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS GABINETE CIVIL PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL Nº 1925, DE 23 DE MAIO DE 2005, Págs 54 e 56 LEI Nº 1367, DE 17 DE MAIO DE 2005. Regulamentada pelo Decreto nº 198/06 Cria o Fundo Municipal de Desenvolvimento da Economia Popular

Leia mais

O PAPEL DOS CARTÕES NA BANCARIZAÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL

O PAPEL DOS CARTÕES NA BANCARIZAÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL O PAPEL DOS CARTÕES NA BANCARIZAÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL MILTON PAULO KRÜGER JÚNIOR Diretor de Administração de Cartões Agenda Bancarização conceitos e dados de mercado O diferencial do Cartão Plástico aplicações

Leia mais

PRINCIPAIS LINHAS DE FINANCIAMENTO E FOMENTO PARA INOVAÇÃO

PRINCIPAIS LINHAS DE FINANCIAMENTO E FOMENTO PARA INOVAÇÃO PRINCIPAIS LINHAS DE FINANCIAMENTO E FOMENTO PARA INOVAÇÃO inovação. Dentre esses se destacam as formas especiais de financiamento a projetos inovadores através de Editais e linhas de fomento. Nesse sentido

Leia mais

LEI Nº 8.798 de 22 de fevereiro de 2006.

LEI Nº 8.798 de 22 de fevereiro de 2006. LEI Nº 8.798 de 22 de fevereiro de 2006. Institui a Política Estadual de fomento à Economia Popular Solidária no Estado do Rio Grande do Norte e estabelece outras disposições. O PRESIDENTE DA ASSEMBLÉIA

Leia mais

Projeto do Fórum Paranaense de Economia Solidária que define a Política Estadual de Fomento à Economia Solidária no Paraná.

Projeto do Fórum Paranaense de Economia Solidária que define a Política Estadual de Fomento à Economia Solidária no Paraná. Projeto do Fórum Paranaense de Economia Solidária que define a Política Estadual de Fomento à Economia Solidária no Paraná. Artigo 1. Fica instituída a Política Estadual de Fomento à Economia Solidária

Leia mais

COMISSÃO DIRETORA PARECER Nº 522, DE 2014

COMISSÃO DIRETORA PARECER Nº 522, DE 2014 COMISSÃO DIRETORA PARECER Nº 522, DE 2014 Redação do vencido, para o turno suplementar, do Substitutivo do Senado ao Projeto de Lei da Câmara nº 90, de 2013 (nº 757, de 2011, na Casa de origem). A Comissão

Leia mais

Crédito do Pronaf em R$ bilhões

Crédito do Pronaf em R$ bilhões Crédito do Pronaf em R$ bilhões 23,9 (parcial até 30/06) Crédito na safra 2015/2016 - R$ 28,9 bilhões Recursos por fonte - safra 2015/2016 Fonte Projeção (em reais) % sobre o total Poupança rural Banco

Leia mais

Microcrédito Produtivo Orientado

Microcrédito Produtivo Orientado Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado Avaliação, Perspectivas e Desafios Belo Horizonte, 30 de setembro de 2008 1 Objetivos do Programa Facilitar e ampliar o acesso ao microcrédito produtivo

Leia mais

PREFEITURA DE PORTO VELHO

PREFEITURA DE PORTO VELHO LEI Nº. 1628, DE 27 DE OUTUBRO DE 2005. Institui a Política Municipal de fomento à Economia Popular e Solidária na Cidade de Porto Velho e estabelece outras disposições. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE PORTO

Leia mais

Crédito - junho. Brasil - Estoque de Crédito como Proporção do PIB (%)

Crédito - junho. Brasil - Estoque de Crédito como Proporção do PIB (%) set/03 fev/04 jul/04 mai/05 out/05 mar/06 ago/06 jan/07 nov/07 abr/08 fev/09 jul/09 mai/10 out/10 ago/11 jan/12 Crédito - junho 26/07/12 Diversos indicadores do crédito no Brasil em junho seguiram a trajetória

Leia mais

BNB - CADERNO DE PROVA TIPO A

BNB - CADERNO DE PROVA TIPO A BNB - CADERNO DE PROVA TIPO Questão 51 PROF. RICARDO - Dentre as instituições que compõem o Sistema Financeiro Nacional tem como finalidade... Resposta: (A) propiciar o aperfeiçoamento das instituições

Leia mais

Mecanismos de Garantia Complementar Fundos de Aval. Brasília (DF), 22/09/09

Mecanismos de Garantia Complementar Fundos de Aval. Brasília (DF), 22/09/09 Mecanismos de Garantia Complementar Fundos de Aval Brasília (DF), 22/09/09 Agenda Contextualização FGO Funproger Fampe Sociedades de Garantia de Crédito Governança Agenda Contextualização FGO Funproger

Leia mais

Panorama da Inclusão Financeira no Brasil. Carlos Alberto dos Santos Diretor Técnico Sebrae Nacional

Panorama da Inclusão Financeira no Brasil. Carlos Alberto dos Santos Diretor Técnico Sebrae Nacional Panorama da Inclusão Financeira no Brasil Carlos Alberto dos Santos Diretor Técnico Sebrae Nacional Panorama da Inclusão Financeira no Brasil Agenda 1. Inclusão financeira: a construção de uma estratégia

Leia mais

Financiamento ao Desenvolviment o Valmir Martins Sobrinho Banco do Brasil

Financiamento ao Desenvolviment o Valmir Martins Sobrinho Banco do Brasil Financiamento ao Desenvolviment o Valmir Martins Sobrinho Banco do Brasil Brasília, DF/2011 O acesso ao Crédito Qual o papel do crédito? O Crédito Sustentável O crédito, visto como remédio na realização

Leia mais

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 1.72.380,00 0,00 0,00 0,00 361.00,00 22,96 22,96 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl

Leia mais

Alternativas para o Brasil. Claudio L. S. Haddad Endeavor - Outubro de 2004

Alternativas para o Brasil. Claudio L. S. Haddad Endeavor - Outubro de 2004 Alternativas para o Brasil Claudio L. S. Haddad Endeavor - Outubro de 2004 Tema do Momento: Crescimento Apesar da recente recuperação da economia, crescimento sustentável continua sendo a preocupação central

Leia mais

Ministério da Fazenda

Ministério da Fazenda Ministério da Fazenda Fevereiro 20051 Pilares da Política Macroeconômica - Equilíbrio fiscal - Manutenção da carga tributária do Governo Federal no nível de 2002 - Solidez das contas externas - Medidas

Leia mais

C R E D I A M I G O Programa de Microcrédito do Banco do Nordeste

C R E D I A M I G O Programa de Microcrédito do Banco do Nordeste C R E D I A M I G O Programa de Microcrédito do Banco do Nordeste De microcrédito, o Banco do Nordeste entende. Primeiro Banco público do Brasil a ter um modelo de atuação voltado para o setor, o Banco

Leia mais

Políticas de emprego e renda e Sistema público de emprego, trabalho e renda - SPETR

Políticas de emprego e renda e Sistema público de emprego, trabalho e renda - SPETR Políticas de emprego e renda e Sistema público de emprego, trabalho e renda - SPETR Políticas de emprego e renda Fonte: Pochmann Políticas de emprego e renda - Como gerar e sustentar ocupações? Produção

Leia mais

Plano Brasil Maior e as Micro e Pequenas Empresas Agenda de Ações para Competitividade dos Pequenos Negócios. Curitiba, 20 de novembro de 2012

Plano Brasil Maior e as Micro e Pequenas Empresas Agenda de Ações para Competitividade dos Pequenos Negócios. Curitiba, 20 de novembro de 2012 Plano Brasil Maior e as Micro e Pequenas Empresas Agenda de Ações para Competitividade dos Pequenos Negócios Curitiba, 20 de novembro de 2012 PBM: Dimensões Dimensão Estruturante: diretrizes setoriais

Leia mais

Fundos Garantidores de Risco de Crédito para Micro, Pequenas e Médias Empresas e em Operações de Crédito Educativo

Fundos Garantidores de Risco de Crédito para Micro, Pequenas e Médias Empresas e em Operações de Crédito Educativo Fundos res de Risco de Crédito para Micro, Pequenas e Médias Empresas e em Operações de Crédito Educativo A Lei nº 12.087, de 11 de novembro de 2009, autorizou a União a adquirir cotas, até o limite de

Leia mais

OPINIÃO DOS ATORES. Microcrédito, ocupação e renda Sérgio Moreira. Do microcrédito às microfinanças Monica Valente. Microcrédito

OPINIÃO DOS ATORES. Microcrédito, ocupação e renda Sérgio Moreira. Do microcrédito às microfinanças Monica Valente. Microcrédito OPINIÃO DOS ATORES Microcrédito, ocupação e renda Sérgio Moreira Do microcrédito às microfinanças Monica Valente Microcrédito Tânia Machado Microcrédito como instrumento de desenvolvimento econômico e

Leia mais

Fundos Garantidores de Risco de Crédito para Micro, Pequenas e Médias Empresas

Fundos Garantidores de Risco de Crédito para Micro, Pequenas e Médias Empresas SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL COORDENAÇÃO-GERAL DE GERENCIAMENTO DE FUNDOS E OPERAÇÕES FISCAIS COFIS Fundos res de Risco de Crédito para Micro, Pequenas e Médias Empresas A Lei nº 12.087, de 11 de novembro

Leia mais

Tendências importantes para o spread e inadimplência

Tendências importantes para o spread e inadimplência Tendências importantes para o spread e inadimplência A inadimplência confirma mínima histórica em 3,0% e o spread bancário volta a se elevar, alcançando 13,1%. Os dois movimentos são os principais destaques

Leia mais

alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO

alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO 2014-2015 APRESENTAÇÃO O Plano Safra da Agricultura Familiar 2014/2015 Alimentos Para o Brasil vem consolidar mais de uma década de políticas públicas que melhoram a vida de quem vive no Brasil Rural.

Leia mais

O que muda com a Lei Geral (para maiores informações acessar WWW.LEIGERAL.COM.BR)

O que muda com a Lei Geral (para maiores informações acessar WWW.LEIGERAL.COM.BR) O que muda com a Lei Geral (para maiores informações acessar WWW.LEIGERAL.COM.BR) Pontos Lei Geral Como é hoje 1 Alcance da Lei A lei do Simples está voltada para os tributos federais. Os sistemas de tributação

Leia mais

É HORA DE INCLUIR O DESENVOLVIMENTO LOCAL NAS PRIORIDADES DO SEU MUNICÍPIO! Especialistas em pequenos negócios

É HORA DE INCLUIR O DESENVOLVIMENTO LOCAL NAS PRIORIDADES DO SEU MUNICÍPIO! Especialistas em pequenos negócios É HORA DE INCLUIR O DESENVOLVIMENTO LOCAL NAS PRIORIDADES DO SEU MUNICÍPIO! Especialistas em pequenos negócios MÃOS À OBRA!!! Prefeito e Prefeita, seguem sugestões de Programas e Ações a serem inseridos

Leia mais

CONSOLIDADOS DAS AGÊNCIAS EMPRÉSTIMOS/FINANCIAMENTOS EFETIVAMENTE CONCEDIDOS - 2009 POR REGIÃO E PORTE DO TOMADOR

CONSOLIDADOS DAS AGÊNCIAS EMPRÉSTIMOS/FINANCIAMENTOS EFETIVAMENTE CONCEDIDOS - 2009 POR REGIÃO E PORTE DO TOMADOR 4.6 POLÍTICA DE APLICAÇÃO DE RECURSOS DAS AGÊNCIAS FINANCEIRAS OFICIAIS DE FOMENTO As aplicações previstas pelas agências financeiras oficiais de fomento foram definidas em consonância com as prioridades

Leia mais

OPERAÇÕES DE CRÉDITO NO BRASIL 30 de julho de 2015

OPERAÇÕES DE CRÉDITO NO BRASIL 30 de julho de 2015 OPERAÇÕES DE CRÉDITO NO BRASIL 30 de julho de 2015 (dados junho de 2015) A SPE não é a fonte primária das informações disponibilizadas nesta apresentação. A SPE apenas consolida e organiza as informações

Leia mais

Arranjos Produtivos Locais Acesso a Serviços Financeiros

Arranjos Produtivos Locais Acesso a Serviços Financeiros Arranjos Produtivos Locais Acesso a Serviços Financeiros 1 Nordeste do Brasil Crescimento de 3% na última década 23 milhões de consumidores PIB da ordem de R$ 144 bilhões 3.3km de litoral Sol o ano inteiro

Leia mais

PESQUISA DE JUROS ANEFAC ref a Novembro/2013 Após seis elevações no ano, taxas de juros das operações de crédito ficam estáveis

PESQUISA DE JUROS ANEFAC ref a Novembro/2013 Após seis elevações no ano, taxas de juros das operações de crédito ficam estáveis PESQUISA DE JUROS ANEFAC ref a Novembro/201 Após seis elevações no ano, taxas de juros das operações de crédito ficam estáveis Com 4,27 no mes, Minas Gerais e Paraná registraram as maiores taxas de juros

Leia mais

Relatório FEBRABAN - Evolução do Crédito do Sistema Financeiro

Relatório FEBRABAN - Evolução do Crédito do Sistema Financeiro Relatório FEBRABAN - Evolução do Crédito do Sistema Financeiro (com base na Nota do Banco Central do Brasil de 22-10-08) Edição de 27 de Outubro de 08 Crise não teve impacto significativo nas operações

Leia mais

Fontes de Financiamento para Recursos e Serviços Próprios. www.centralnacionalunimed.com.br

Fontes de Financiamento para Recursos e Serviços Próprios. www.centralnacionalunimed.com.br Fontes de Financiamento para Recursos e Serviços Próprios www.centralnacionalunimed.com.br Ter um recurso próprio é um bom negócio? Números do Sistema Unimed 101 Hospitais (14 acreditados ) 18 Hospital

Leia mais

Painel IV: Panorama do Crédito no Banco do Brasil. Ary Joel de Abreu Lanzarin Diretor de Micro e Pequenas Empresas

Painel IV: Panorama do Crédito no Banco do Brasil. Ary Joel de Abreu Lanzarin Diretor de Micro e Pequenas Empresas Painel IV: Panorama do Crédito no Banco do Brasil Ary Joel de Abreu Lanzarin Diretor de Micro e Pequenas Empresas As diretrizes estratégicas dão foco ao negócio Perspectivas Simplificar e agilizar a utilização

Leia mais

BNB - Segmentação de Clientes

BNB - Segmentação de Clientes BNB - Segmentação de Clientes Grande Pirâmide dos Empreendedores (Formais ou Informais) FORMAL Médio Pequeno MICROEMPRESA INFORMAL EMPREENDEDOR URBANO EMPREENDEDOR RURAL SERVIÇO INDÚSTRIA COMÉRCIO ATIVIDADES

Leia mais

alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO

alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO 2014-2015 alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO O Plano Safra da Agricultura Familiar 2014/2015 Alimentos Para o Brasil vem consolidar mais de uma década de políticas públicas que melhoram a vida de quem

Leia mais

O Prefeito do Município de João Pessoa, Estado da Paraíba, faço saber que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte lei:

O Prefeito do Município de João Pessoa, Estado da Paraíba, faço saber que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte lei: www.leismunicipais.com.br LEI Nº 12.211, DE 27 DE SETEMBRO DE 2011. DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO FUNDO MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO DA ECONOMIA POPULAR EMPREENDEDORA E SOLIDÁRIA DO MUNICÍPIO DE JOÃO PESSOA

Leia mais

DILMA ROUSSEFF Presidenta da República. PATRUS ANANIAS Ministro do Desenvolvimento Agrário

DILMA ROUSSEFF Presidenta da República. PATRUS ANANIAS Ministro do Desenvolvimento Agrário DILMA ROUSSEFF Presidenta da República PATRUS ANANIAS Ministro do Desenvolvimento Agrário MARIA FERNANDA RAMOS COELHO Secretária Executiva do Ministério do Desenvolvimento Agrário MARIA LÚCIA DE OLIVEIRA

Leia mais

Construção Civil, Habitação e Programa Minha Casa Minha Vida

Construção Civil, Habitação e Programa Minha Casa Minha Vida Construção Civil, Habitação e Programa Minha Casa Minha Vida Ministro Paulo Bernardo Brasília - DF, outubro de 2009 Sumário 1. Situação recente do setor da construção civil 2. Medidas já adotadas pelo

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2013

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2013 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2013 Institui o Programa Nacional de Incentivo à Educação Escolar Básica Gratuita (PRONIE). O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º Esta Lei institui o Programa Nacional de

Leia mais

Pequenos Negócios no Brasil. Especialistas em pequenos negócios / 0800 570 0800 / sebrae.com.br

Pequenos Negócios no Brasil. Especialistas em pequenos negócios / 0800 570 0800 / sebrae.com.br Pequenos Negócios no Brasil Pequenos Negócios no Brasil Clique no título para acessar o conteúdo, ou navegue pela apresentação completa Categorias de pequenos negócios no Brasil Micro e pequenas empresas

Leia mais

DEMONSTRATIVO DE CÁLCULO DE APOSENTADORIA - FORMAÇÃO DE CAPITAL E ESGOTAMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES

DEMONSTRATIVO DE CÁLCULO DE APOSENTADORIA - FORMAÇÃO DE CAPITAL E ESGOTAMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES Página 1 de 28 Atualização: da poupança jun/81 1 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00 26.708,00-0,000% - 26.708,00 26.708,00 26.708,00 jul/81 2 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00

Leia mais

II - Evolução do crédito, da taxa de juros e do spread bancário 1

II - Evolução do crédito, da taxa de juros e do spread bancário 1 II - Evolução do crédito, da taxa de juros e do spread bancário 1 Desde março do ano passado, a partir da reversão das expectativas inflacionárias e do início da retomada do crescimento econômico, os juros

Leia mais

SPREAD BANCÁRIO NO BRASIL

SPREAD BANCÁRIO NO BRASIL SPREAD BANCÁRIO NO BRASIL Comissão de Acompanhamento da Crise Financeira e da Empregabilidade 26 DE MARÇO DE 2009 Fábio Colletti Barbosa Presidente ÍNDICE 1. A Crise Financeira Mundial 2. O Brasil, a Crise

Leia mais

MPE INDICADORES Pequenos Negócios no Brasil

MPE INDICADORES Pequenos Negócios no Brasil MPE INDICADORES Pequenos Negócios no Brasil Categorias de pequenos negócios no Brasil MPE Indicadores MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL (MEI) Receita bruta anual de até R$ 60 mil MICROEMPRESA Receita bruta

Leia mais

Enic crédito imobiliário Fortaleza, 04 OUT 13 Teotônio Costa Rezende Diretor

Enic crédito imobiliário Fortaleza, 04 OUT 13 Teotônio Costa Rezende Diretor Enic crédito imobiliário Fortaleza, 04 OUT 13 Teotônio Costa Rezende 1 Diretor Elevação do valor de imóvel limite do SFH limites do SBPE as garantias de crédito Foco central: imobiliário assegurar no Brasil

Leia mais

Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo

Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo Subsecretaria de Empreendedorismo e da micro e pequena empresa Ciência, Tecnologia e Inovação Desenvolvimento

Leia mais

Linhas de Financiamento

Linhas de Financiamento A história do cooperativismo no País está relacionada ao crescimento da agricultura brasileira. E o Banco do Brasil, como principal responsável pelo impulso do nosso agronegócio, é também o banco do cooperativismo.

Leia mais

Informações e orientações para organização do processo decisório

Informações e orientações para organização do processo decisório Informações e orientações para organização do processo decisório Prof. Pedro Paulo H. Wilhelm, Dr. Eng. Prod (Dep. Economia) WILHELM@FURB.BR Prof. Maurício C. Lopes, Msc. Eng. Prod. (Dep. Computação) MCLOPES@FURB.BR

Leia mais

INSTITUIÇÃO COMUNITÁRIA DE CRÉDITO DE LONDRINA CASA DO EMPREENDEDOR NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2.011.

INSTITUIÇÃO COMUNITÁRIA DE CRÉDITO DE LONDRINA CASA DO EMPREENDEDOR NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2.011. NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2.011. 1 CONTEXTO OPERACIONAL A Instituição Comunitária de Crédito de Londrina Casa do Empreendedor, em operação desde 18/11/1997, é uma

Leia mais

FCO FUNDO CONSTITUCIONAL PARA FINANCIAMENTOS DO CENTRO-OESTE

FCO FUNDO CONSTITUCIONAL PARA FINANCIAMENTOS DO CENTRO-OESTE FCO FUNDO CONSTITUCIONAL PARA FINANCIAMENTOS DO CENTRO-OESTE Superintendência Estadual Outubro 2011 FCO Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: II - garantir o desenvolvimento

Leia mais

Incentivo Fiscal Imposto de Renda sobre Pessoa Física IMPOSTO DE RENDA

Incentivo Fiscal Imposto de Renda sobre Pessoa Física IMPOSTO DE RENDA Incentivo Fiscal Imposto de Renda sobre Pessoa Física IMPOSTO DE RENDA O Imposto de Renda sobre Pessoa Física - IRPF é um tributo federal obrigatório a todos os trabalhadores brasileiros que obtiveram

Leia mais

ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1

ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1 ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1 PESQUISA DE JUROS - MAIO As taxas de juros das operações de crédito ficaram estáveis em maio/2013. Vale destacar que em maio o Banco Central voltou a elevar

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS DE ECONOMIA SOLIDÁRIA

POLÍTICAS PÚBLICAS DE ECONOMIA SOLIDÁRIA POLÍTICAS PÚBLICAS DE ECONOMIA SOLIDÁRIA 1. Concepções e diretrizes políticas para áreas; Quando falamos de economia solidária não estamos apenas falando de geração de trabalho e renda através de empreendimentos

Leia mais

Danilo Roque Pasin Coordenador do Ramo Infraestrutura do Sistema OCB. Guarujá, Outubro de 2013.

Danilo Roque Pasin Coordenador do Ramo Infraestrutura do Sistema OCB. Guarujá, Outubro de 2013. Contexto das Cooperativas de Eletrificação no Brasil Danilo Roque Pasin Coordenador do Ramo Infraestrutura do Sistema OCB Guarujá, Outubro de 2013. Conceito de Infraestrutura É o conjunto de atividades

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DAS DEFINIÇÕES

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DAS DEFINIÇÕES PROJETO DE LEI N o, DE DE DE 2010 Dispõe sobre a Política Nacional de Economia Solidária, cria o Sistema Nacional de Economia Solidária e o Fundo Nacional de Economia Solidária, e dá outras providências.

Leia mais

ANEXO I. PROJETO DECURTA DURAÇÃO

ANEXO I. PROJETO DECURTA DURAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL FARROUPILHA REITORIA ANEXO I. PROJETO DECURTA DURAÇÃO 1. IDENTIFICAÇÃO 1.1 Título do Projeto: Curso de Capacitação de Técnicos em Classificação de Produtos Vegetais

Leia mais

Sustentabilidade da Dívida Brasileira (Parte 2)

Sustentabilidade da Dívida Brasileira (Parte 2) 36 temas de economia aplicada Sustentabilidade da Dívida Brasileira (Parte 2) Raí Chicoli (*) Este é o segundo de uma série de três artigos que tratarão do tema da sustentabilidade da dívida brasileira.

Leia mais

PLANO SAFRA DA PESCA E AQUICULTURA 2015/2016

PLANO SAFRA DA PESCA E AQUICULTURA 2015/2016 PLANO SAFRA DA PESCA E AQUICULTURA 2015/2016 PLANO SAFRA DA PESCA E AQUICULTURA 2015/2016 Pilares do PSPA CRÉDITO PROMOÇÃO PROMOÇÃO DO DO CONSUMO PESQUEIRO PSPA INFRAESTRUTURA ASSISTÊNCIA TÉCNICA COMERCIALI

Leia mais

ATUAÇÃO DE UM BANCO DE DESENVOLVIMENTO PARA A SUPERAÇÃO DA POBREZA: O EXEMPLO DO BANCO DO NORDESTE DO BRASIL

ATUAÇÃO DE UM BANCO DE DESENVOLVIMENTO PARA A SUPERAÇÃO DA POBREZA: O EXEMPLO DO BANCO DO NORDESTE DO BRASIL ATUAÇÃO DE UM BANCO DE DESENVOLVIMENTO PARA A SUPERAÇÃO DA POBREZA: O EXEMPLO DO BANCO DO NORDESTE DO BRASIL Nelson Antônio de Souza Discutir o tema inclusão produtiva no Brasil remete, necessariamente,

Leia mais

RELATÓRIO DE GESTÃO DE RISCO, DO PATRIMÔNIO DE REFERÊNCIA EXIGIDO E DO PATRIMÔNIO DE REFERÊNCIA. Setembro de 2012

RELATÓRIO DE GESTÃO DE RISCO, DO PATRIMÔNIO DE REFERÊNCIA EXIGIDO E DO PATRIMÔNIO DE REFERÊNCIA. Setembro de 2012 RELATÓRIO DE GESTÃO DE RISCO, DO PATRIMÔNIO DE REFERÊNCIA EXIGIDO E DO PATRIMÔNIO DE REFERÊNCIA Setembro de 2012 SUMÁRIO 1 Introdução 03 1.1 O Banco do Nordeste 03 2 Gestão de Risco do BNB 05 2.1 Risco

Leia mais

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl Acum 14 set/11 15

Leia mais

NOTAS EXPLICATIVAS DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PERÍODO 01/01/2011 a 31/12/2011 (Em Reais, Mil)

NOTAS EXPLICATIVAS DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PERÍODO 01/01/2011 a 31/12/2011 (Em Reais, Mil) 1. CONTEXTO OPERACIONAL NOTAS EXPLICATIVAS DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PERÍODO 01/01/2011 a 31/12/2011 (Em Reais, Mil) O Instituto Nordeste Cidadania é uma organização sem finalidade lucrativa, considerada

Leia mais

Brasil: Perspectivas para o setor bancário e o mercado de crédito. Espírito Santo, 06/04/2015. Murilo Portugal Presidente

Brasil: Perspectivas para o setor bancário e o mercado de crédito. Espírito Santo, 06/04/2015. Murilo Portugal Presidente Brasil: Perspectivas para o setor bancário e o mercado de crédito Espírito Santo, 06/04/2015 Murilo Portugal Presidente 1 or Bancário O sistema bancário brasileiro comporta atualmente 132 bancos múltiplos,

Leia mais

MICROCRÉDITO. Palavras-chave: microcrédito; crédito; financiamento; empreendedor.

MICROCRÉDITO. Palavras-chave: microcrédito; crédito; financiamento; empreendedor. MICROCRÉDITO Nubia Pacheco Cruvinel Instituto Número Um e Pontifícia Universidade Católica de Goiás nubiacruvinelmtv@hotmail.com Vagner Rosalém Mestre RESUMO: O Microcrédito é visto como um instrumento

Leia mais

A satisfação em contribuir para trazer este manual até você é sem dúvida o nosso compromisso de orientá-lo sobre a importância de contar com a sua

A satisfação em contribuir para trazer este manual até você é sem dúvida o nosso compromisso de orientá-lo sobre a importância de contar com a sua A satisfação em contribuir para trazer este manual até você é sem dúvida o nosso compromisso de orientá-lo sobre a importância de contar com a sua participação em nosso quadro associativo. Este material

Leia mais

Microcrédito Produtivo Orientado Grandes números no mundo

Microcrédito Produtivo Orientado Grandes números no mundo Microcrédito Produtivo Orientado Grandes números no mundo Leste Europeu e Ásia Central Carteira Bruta (US$) 3,6 bilhões Ticket Médio (US$) 1.570,4 Quant. de Tomadores 2,3 milhões Leste Asiático e Pacífico

Leia mais

Relatório FEBRABAN - Evolução do Crédito do Sistema Financeiro

Relatório FEBRABAN - Evolução do Crédito do Sistema Financeiro Relatório FEBRABAN - Evolução do Crédito do Sistema Financeiro (com base na Nota do Banco Central do Brasil de 29-07-2008) Edição de 30 de julho de 2008 Crédito à pessoa jurídica permanece forte Em junho

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O MB HORIZONTE FIC FIA

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O MB HORIZONTE FIC FIA LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O CNPJ: Informações referentes a Janeiro de 2016 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o As informações completas sobre esse fundo podem ser

Leia mais

Panorama do Mercado de Crédito

Panorama do Mercado de Crédito Panorama do Mercado de Crédito FEBRABAN Dezembro de 2011 Rubens Sardenberg Economista-chefe ÍNDICE I. Evolução do Crédito II. Pessoa Física III. Pessoa Jurídica IV. Inadimplência V. Spread VI. Projeções

Leia mais

ESPELHO DE EMENDAS DE ACRÉSCIMO DE META

ESPELHO DE EMENDAS DE ACRÉSCIMO DE META SISTEMA DE ELABORAÇÃO DE S ÀS LEIS ORÇAMENTÁRIAS Página: 240 de 2619 ESPELHO DE S DE ACRÉSCIMO DE META 1 DESAFIO 7 Reduzir as desigualdades regionais e intra-regionais com integração das múltiplas escalas

Leia mais

LEI N 21.156, DE 17 DE JANEIRO DE 2014. INSTITUI A POLÍTICA ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL DA AGRICULTURA FAMILIAR.

LEI N 21.156, DE 17 DE JANEIRO DE 2014. INSTITUI A POLÍTICA ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL DA AGRICULTURA FAMILIAR. LEI N 21.156, DE 17 DE JANEIRO DE 2014. INSTITUI A POLÍTICA ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL DA AGRICULTURA FAMILIAR. (PUBLICAÇÃO - MINAS GERAIS DIÁRIO DO EXECUTIVO - 18/01/2014 PÁG. 2 e 03)

Leia mais

Palavras de Saudação

Palavras de Saudação ESTUDOS E PESQUISAS Nº 327 Palavras de Saudação Luciano Coutinho* Fórum Especial 2009 - Na Crise Esperança e Oportunidade, Desenvolvimento como Sonho Brasileiro, Oportunidade para as Favelas 17 e 18 de

Leia mais

PASSO 9 APOIO CREDITÍCIO DO BANCO DO NORDESTE

PASSO 9 APOIO CREDITÍCIO DO BANCO DO NORDESTE PASSO 9 APOIO CREDITÍCIO DO BANCO DO NORDESTE O Banco do Nordeste é o parceiro da micro e pequena empresa. Aqui, você conta com crédito para ampliar, modernizar ou relocalizar o seu negócio, além de contar

Leia mais

Seminário Internacional: Regulación y Supervisión de Cooperativas de Ahorro Y Crédito em América Latina y el Caribe

Seminário Internacional: Regulación y Supervisión de Cooperativas de Ahorro Y Crédito em América Latina y el Caribe Seminário Internacional: Regulación y Supervisión de Cooperativas de Ahorro Y Crédito em América Latina y el Caribe Auditoria das cooperativas de crédito no Brasil case Cnac Os desafios da auditoria cooperativa

Leia mais

PROGRAMA TÉMATICO: 6214 TRABALHO, EMPREGO E RENDA

PROGRAMA TÉMATICO: 6214 TRABALHO, EMPREGO E RENDA PROGRAMA TÉMATICO: 6214 TRABALHO, EMPREGO E RENDA OBJETIVO GERAL: Estimular o crescimento e o desenvolvimento econômico e social do DF, por meio do fortalecimento do Sistema Público de Emprego, garantindo

Leia mais

BREVES CONSIDERAÇÕES SOBRE O TERCEIRO SETOR NO BRASIL. Conceitos, atuações, avanços e desafios

BREVES CONSIDERAÇÕES SOBRE O TERCEIRO SETOR NO BRASIL. Conceitos, atuações, avanços e desafios BREVES CONSIDERAÇÕES SOBRE O TERCEIRO SETOR NO BRASIL Conceitos, atuações, avanços e desafios REFLETINDO Art.6º da CF. São direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança,

Leia mais

(com base na Nota do Banco Central do Brasil de 27-05-2009) Edição de 27 de Maio de 2009

(com base na Nota do Banco Central do Brasil de 27-05-2009) Edição de 27 de Maio de 2009 Relatório Febraban - Evolução do Crédito do Sistema Financeiro (com base na Nota do Banco Central do Brasil de 27-05-2009) Edição de 27 de Maio de 2009 Em Abril de 2009, operações de crédito atingiram

Leia mais

Jornal da Globo destaca as Cooperativas financeiras como alternativa para fugir dos juros altos

Jornal da Globo destaca as Cooperativas financeiras como alternativa para fugir dos juros altos cogem news Desde 1974, estimulando a poupança e ajudando a realizar sonhos! Junho de 2015 Jornal da Globo destaca as Cooperativas financeiras como alternativa para fugir dos juros altos Veja o que fazer

Leia mais

As Redes e o Desenvolvimento das Microfinanças. Manuel Thedim José Caetano Lavorato Alves

As Redes e o Desenvolvimento das Microfinanças. Manuel Thedim José Caetano Lavorato Alves As Redes e o Desenvolvimento das Microfinanças Manuel Thedim José Caetano Lavorato Alves 6º Seminário Banco Central sobre Microfinanças Porto Alegre Junho de 2007 Conjuntura Bases para o desenvolvimento

Leia mais

P e d r o W o n g t s c h o w s k i G r u p o U l t r a

P e d r o W o n g t s c h o w s k i G r u p o U l t r a 5º Diálogos da MEI Aprimoramento do Marco Legal de Inovação P e d r o W o n g t s c h o w s k i G r u p o U l t r a 1 110 105 100 95 90 85 Fonte: IBGE jan/13 fev/13 mar/13 Cenário Econômico abr/13 mai/13

Leia mais

Esta versão não substitui a publicada no DOU INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02, DE 30 DE SETEMBRO DE 2005

Esta versão não substitui a publicada no DOU INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02, DE 30 DE SETEMBRO DE 2005 Esta versão não substitui a publicada no DOU INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02, DE 30 DE SETEMBRO DE 2005 Dispõe sobre os critérios e procedimentos relativos ao enquadramento de projetos de produção de biodiesel

Leia mais

O nosso negócio é o desenvolvimento

O nosso negócio é o desenvolvimento O nosso negócio é o desenvolvimento APOIO A INDÚSTRIA DE CAFÉ SUPERINTENDÊNCIA ESTADUAL DA BAHIA Novembro 2012 FNE para Indústria de Café Missão do Banco do Nordeste Atuar na promoção do desenvolvimento

Leia mais

Uma Lei em Favor do Brasil

Uma Lei em Favor do Brasil Uma Lei em Favor do Brasil O ambiente desfavorável aos negócios Hostil às MPE Alta Carga Tributária Burocracia Ineficaz Elevada Informalidade Concorrência Predatória Baixa Competitividade Empreendedorismo

Leia mais

RESULTADOS DO USO DO PODER DE COMPRA DO GOVERNO DE SERGIPE A FAVOR DAS MICRO E

RESULTADOS DO USO DO PODER DE COMPRA DO GOVERNO DE SERGIPE A FAVOR DAS MICRO E RESULTADOS DO USO DO PODER DE COMPRA DO GOVERNO DE SERGIPE A FAVOR DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS: LEI DE LICITAÇÕES 6206/07 Jorge Alberto Teles José Leite Prado Filho Márcio Zylberman Gustavo Andrade II

Leia mais