News. Empresas de Reciclados têm direito ao imposto diferido. Todos os setores terão que se adequar ao SPED

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1 COMUNICAÇÃO, INFORMAÇÃO E CREDIBILIDADE. Pl a n a lt o Fi s c a l JUNHO DE ANO 1 - Nº 1 Empresas de Reciclados têm direito ao imposto diferido Leia mais nas páginas 4 e 5 Plásticos Censi é uma das empresas que estão se beneficiando com o ICMS diferido Todos os setores terão que se adequar ao SPED Leia mais na página 6 Destaque Empresarial Sérgio Montegutte, proprietário da Cristal Serviços de Conservação e Limpeza Ltda, é o Destaque Empresarial desta edição Leia mais na página 3

2 2 Planalto Fiscal C Editorial om o objetivo de levar aos nossos clientes e amigos informações sobre o mundo empresarial é que temos a satisfação de lhes apresentar a primeira edição do Jornal Planalto Fiscal. Com periodicidade quinzenal, pretendemos abordar assuntos de interesse do empresário e que, de alguma forma, possam auxiliar na tomada de decisões de nossos clientes. Nesta primeira edição, a nossa matéria principal é sobre o direito ao ICMS diferido, benefício que as empresas que trabalham com reciclados têm e, na maioria das vezes, desconhecem. Por isso, se faz tão importante contar com o auxíl io de uma assessoria jurídica que entenda de tributação. Pagando menos impostos, é possível ter uma lucratividade maior e um preço de venda menor. Também fizemos um balanço sobre como está à situação na região mais afetada pela enchente de 2008, em Santa Catarina, onde estamos sediados. Matéria que nos enche de orgulho pela disposição do catarinense e a esperança de que dias melhores virão. Com certeza, logo todas as cidades atingidas estarão recuperadas. Outra matéria importante trata da nota fiscal eletrônica e as alterações que estão sendo implantadas gradativamente. Logo, todas as empresas, independente de tamanho, deverão estar adequadas à nova legislação. Esteja atento ao prazo para o seu setor. Enfim, desejamos a todos uma boa leitura e nos reencontramos daqui a 15 dias. eficiente Excesso de tributos derruba o desenvolvimento das empresas Como é de conhecimento geral, atualmente, em nosso país é o tributo o maior ingrediente na formação do preço final da atividade produtiva, seja ela voltada à produção de um bem material, seja voltada à prestação de um serviço. A carga tributária brasileira vem atingindo níveis insuportáveis para a realidade nacional, chegando, de acordo com os últimos dados oficialmente divulgados, ao patamar de 35% do PIB (Produto Interno Bruto), sendo patente a necessidade de uma reforma tributária. Contudo, enquanto a tão esperada reforma não nasce, vem nossa carga tributária retirando das empresas grande parcela de sua competitividade e tornando-as vulneráveis à concorrência com os produtos importados, bem como Ar t i g o Marcos Antonio Silva com os produtos e serviços oriundos da economia informal. Além de proporcionar também um endividamento artificial das empresas que não conseguem manter-se em dia com o cumprimento de suas obrigações fiscais. Isso graças à exigência de pesadas e confiscatórias multas, além da cobrança de juros de mora abusivos e de todo modo, extorsivos. Neste conturbado contexto, a única saída a ser buscada pelas empresas, que não o indesejável e proibido caminho do crime de sonegação fiscal, encontra solução na busca de uma eficiente assessoria jurídico-contábil. A assessoria poderá implementar um programa de reengenharia tributária, onde, por intermédio da efetivação de criteriosas práticas de análise fiscal; isto é, da busca pela correta interpretação e aplicação da legislação vigente, sejam os encargos tributários arcados pela empresa reduzidos aos níveis legítimos e aceitáveis dentro do contexto maior das limitações ao poder de tributar contidas em nossa Constituição Federal. Dependendo do caso, pode ser possível a recuperação de créditos tributários decorrentes do pagamento a maior ou indevido de tributos no passado e a quitação de débitos eventualmente existentes com tais créditos. Justamente com esses indispensáveis propósitos, atua a Pl a n a l t o Fi s c a l Ser v i ç o s Fisca is d o Co n t r i b u i n t e Lt d a. Colocando a disposição de seus clientes uma equipe de contadores, auditores, advogados e técnicos especializados com larga experiência nas áreas fiscal, contábil, tributária e jurídica. Neste conturbado contexto, a única saída a ser buscada pelas empresas, que não o indesejável e proibido caminho do crime de sonegação fiscal, encontra solução na busca de uma assessoria jurídico-contábil. Charge Realizando serviços em nível de assessoria e consultoria jurídico-contábil tributária, inclusive com a interposição de defesas em contencioso administrativo e judicial, levantamento de créditos tributários, obtenção de regularidade fiscal (CND e exclusão do CADIN) e também monitorando o parcelamento de débitos, quando necessário. Toda e qualquer atividade desenvolvida no sentido de diminuir a carga tributária de uma empresa, deverá iniciar-se por um diagnóstico pormenorizado de seu contexto. Iniciando com a identificação dos tributos a que ela se sujeita, bem como de sua regularidade ou não perante o fisco, e, feito isso, com a efetiva verificação das possibilidades de redução da carga tributária e de regularização da situação da empresa. Ex p e d i e n t e Planalto Fiscal Serviços Fiscais do Contribuinte Ltda Ru a Mé x ic o, Po n t a Ag u d a - Bl u m e n a u Fo n e: (47) e-m a i l: n e w a n a lt of i s c a l.c o m.b r Jornalista: Liliani Bento (DRT 817) New Age Comunicação Diagramação: Yu r i Ap o l ô n i o Fotógrafo: Ricardo Silva, Liliani Bento, Nelson Robledo e Divulgação

3 Planalto Fiscal 3 Cristal é destaque catarinense no setor de terceirização O setor de serviços terceirizáveis movimenta cerca de R$ 40 bilhões ao ano e emprega mais de dois milhões de trabalhadores em todo o Brasil, segundo pesquisa da Fecomércio em parceria com outras entidades de classe. Este é um mercado emergente que não pára de crescer e a Cristal Serviços de Conservação e Limpeza Ltda, de Itajaí, é uma das mais importantes do segmento de serviços de conservação e limpeza de Santa Catarina. A empresa itajaiense, que já está há 20 anos no mercado, trabalha com a terceirização nas áreas de asseio e conservação, bem como telefonistas, recepcionistas, office-boys, motoristas, entre outras atividades. A empresa conta com cerca de funcionários diretos que atuam em Itajaí, cidade sede, e também nos escritórios de representações de Criciúma, Florianópolis, Blumenau, Chapecó, Joinville, em Santa Catarina, e em Foz do Iguaçu, Cascavel, Londrina, Maringá, Guarapuava e Curitiba, no Paraná. E a empresa poderia até crescer mais se não fosse a alta carga tributária, a competitividade desleal e a legislação trabalhista inflexível. Mas, mesmo com esses contratempos, o diretor da empresa, Sérgio Montegutte, diz que o mercado está aquecido devido à terceirização ter se tornado um fenômeno mundial. Mas, como todo empreendedor nato, Montegutte não se rende as adversidades e declara que chegará a dois mil funcionários. Atualmente, conta com uma carteira de clientes com 130 empresas e mais de 800 postos de serviços. Entre esses clientes, podem ser citados Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Polícia Federal, Ministério do Trabalho, Portonave, Porto de Itajaí, entre tantos outros. O empresário diz que quem conhece a empresa estabelecida, com tantos funcionários, não faz ideia do quanto o caminho foi difícil. Recém chegado de Curitiba, em 1988, percebi que em Itajaí não havia ainda a terceirização e tentei implantar, pois já tinha prática. Foi muito difícil convencer os empresários que eles poderiam ter colaboradores sem serem contratados deles. Foi um caminho bastante árduo, mas que valeu a pena, relembra. Destaque Empresarial Quem é Sérgio Montegutte? Empresário, 58 anos, casado, quatro filhos Jo r n a l Pl a n a l t o Fi s c a l Qual era a sua experiência antes de abrir a empresa? Sér g i o Mo n t e g u t t e Sou um empreendedor nato, acredito que nasci para os negócios. Desde pequeno fazia pequenas vendas, já possui restaurantes e hoje estou no ramo da terceirização. Por isso, minha formação é em Administrador de Empresas. JPF Como é a sua relação com os colaboradores? Mo n t e g u t t e Meus colaboradores são meus guias. Tento estar presente em todos os momentos, tanto pessoal quanto profissional, deles. Sou enérgico, mas muito amigo. Tanto eu aprendo com eles, quanto eles comigo, é uma boa troca. JPF Qual o papel da sua esposa neste trabalho de desbravador? Mo n t e g u t t e Minha esposa é minha sócia, incentivadora e minha diretora financeira. JPF Dizem que empresário de sucesso é aquele que sabe dividir o tempo, de forma equilibrada, entre vida pessoal e profissional. O senhor concorda? Tem algum hobby? Mo n t e g u t t e Concordo. Sou torcedor do Clube Atlético Paranaense. JPF Indique para os leitores um filme e um livro que tenha gostado e recomenda. Mo n t e g u t t e Filme indico O Poderoso Chefão, adaptação do livro de Mario Puzo, e o livro é Médico de Homens e de Almas, de Taylor Calwel. JPF Um conselho para os jovens que querem ser empreendedores. Mo n t e g u t t e Que tenham muita força de vontade e acreditem em seu potencial e seus instintos. Que façam pesquisas de mercado e, principalmente, tenham muita perseverança. Cristal Serviços de Conservação e Limpeza Ltda. - Telefone: (47) Maestro João Carlos Martins é um dos destaques do evento Palestrantes experientes tornam a Expogestão um evento imperdível A Expogestão Congresso Nacional de Atualização em Gestão e Feira Nacional de Produtos e Serviços de Gestão, que ocorre de 16 a 19 de junho, em Joinville, terá palestrantes de renome nacional que irão compartilhar suas experiências com os espectadores. Entre as atrações confirmadas para este ano estão o maestro João Carlos Martins, o Prêmio Nobel de Economia, Gary Becker, o ex-ministro de Desenvolvimento, presidente do Conselho de Administração da Sadia e da Fundação Amazonas Sustentável, Luiz Fernando Furlan, o diretor executivo da Klabin e presidente da Fundação SOS Mata Atlântica, Roberto Klabin, o jornalista e presidente fundador do Grupo de Líderes Empresariais (Lide), João Dória Junior, o lord inglês Michael Hastings, diretor Global de Cidadania Corporativa e Diversidade da KPMG Internacional, a cineasta indiana Sharada Ramanathan, produtora de Bollywood, o presidente do Instituto Empreender Endeavor, Rodrigo Telles, o presidente do Grupo Randon, Raul Randon e o presidente do grupo WTorre, Walter Torre Jr., um dos maiores grupos empresariais do País. Outro nome confirmado, recentemente, foi do presidente do grupo Umbria, Mario Chady. O palestrante começou a trabalhar com comércio exterior e com 22 anos abriu seu primeiro negócio como empreendedor. Estreou no segmento de alimentação/gastronomia com a inauguração do seu primeiro restaurante, o Guilhermina Café, em Desde então, criou e operou diferentes conceitos de food service até lançar em 1999 a rede de culinária rápida italiana Spoleto, a maior do gênero no país, tendo sido o responsável pela expansão e estruturação da marca no Brasil e internacionalmente. Mais informações e compra de ingressos podem ser acessadas no site com.br.

4 4 Planalto Fiscal ICMS diferido incentiva empresas de reciclados Milhares de garrafas PET são transformadas em matéria-prima utilizada em vassouras, cordas e outros utensílios A tributação, da forma como se encontra, onera e gera como efeito colateral a sonegação fiscal e a informalidade, que quebram a isonomia entre as empresas, aumentam seus custos administrativos e inibem o crescimento da atividade. Para que isso não aconteça é que os empresários têm lutado pela reforma tributária que, infelizmente, está demorando em acontecer. Porém, existem algumas coisas que podem ser feitas, independente da reforma, que auxiliam a cadeia produtiva a reduzir, pelo menos um pouco, os seus custos fiscais. Um desses exemplos é o ICMS diferido (sem imposto) para as empresas que trabalham com a reciclagem. De acordo com o diretor da Planalto Fiscal, Marco Antonio Silva, a legislação estadual prevê que as empresas que trabalham com reciclagem devem ter o ICMS diferido, ou seja, não deve haver a incidência de imposto. Porém, como a maioria das empresas, formada por pequenas e micro, não conhece a legislação, ao longo dos anos vem pagando o tributo. O imposto só deve ser pago nas operações interestaduais. Na atual conjuntura, o que se percebe é que, apesar da prática da reciclagem trazer inúmeros benefícios ambientais para a sociedade, por ensejar preservação dos recursos naturais, diminuição da quantidade de lixo a ser aterrado (aumento da vida útil dos aterros e diminuição das despesas com coleta) e diminuição dos impactos ambientais, inexiste uma consciência relevante dos Entes Tributantes, que se mantêm inertes ao invés de incentivar o setor. São raras as legislações que concedem efetivas desonerações fiscais aos produtos origináveis da reciclagem, o que dificulta a competição no mercado. E, a reduzida legislação que existe em benefício das empresas de recicláveis não é divulgada. Um dos trabalhos que a Planalto Fiscal Ltda. tem desenvolvido é o de informar seus clientes sobre o benefício fiscal e a organização da parte jurídica para que a burocracia seja feita de forma correta. Não é justo que estas empresas estejam pagando um imposto que não é devido, diz. Tributação em excesso gera sonegação Qualquer artefato (embalagem) que gera lixo, já foi tributado por várias vezes, da indústria de manufatura aos canais de distribuição, aos supermercados, até chegar às mãos do consumidor. Sendo reciclável, a mesma embalagem resgatada do lixo, para seguir rumo à indústria da reciclagem, em cada estágio, desde as mãos do catador, ou do separador, passando pela armazenagem e beneficiamento primário nos sucateiros, pelos postos de acumulação para preparação, até chegar à indústria da reciclagem, sofre incidência de impostos federais, estaduais e municipais. Por isso, se faz urgente um olhar especial para a tributação que incide sobre o reciclado, diz. Para o próprio governo, as autoridades fiscais que impõem essa cascata de impostos, oneram os orçamentos públicos, principalmente os municiais, com os custos do lixo (coleta, transporte e aterro), que poderiam ser evitados através do desenvolvimento de cadeias produtivas vigorosas voltadas para a reciclagem. Para os agentes intermediários, como cooperativas de catadores, sucateiros e transformadores, normalmente pequenas empresas, as autoridades fiscais as empurram para a informalidade, pois aqueles que obtém os materiais primários, nas latas de lixo, ou em programas de coleta seletiva, por não terem notas fiscais de origem, passam a arcar com toda a carga dos impostos, sem poderem abatê-los com créditos, como estabelecido no Código Tributário Brasileiro. Se houvesse uma política séria para as indústrias de reciclagem, o setor poderia ser fortalecido e, consequentemente, haveria redução significativa dos lixões e dos custos com o recolhimento nas cidades. A reciclagem no Brasil precisa de justiça fiscal, não somente de incentivos. A justiça fiscal que proponho é de isentar de impostos os materiais recicláveis obtidos no lixo ou em programas de coleta seletiva, em todos os estágios para que cheguem à industrialização sem estarem mais onerados. Com isto, segundo Silva, as indústrias, além de poderem se fortalecer, iriam praticar preços mais estimulantes para os demais agentes da logística reversa e os índices de reciclagem brasileiros aumentariam, ao mesmo tempo em que as despesas públicas com a gestão dos lixos reduziria.

5 Planalto Fiscal 5 Plásticos Censi já se beneficia da legislação Nivaldo Censi explica que vende sucata de embalagem PET moída ou granulada e lavada Das cerca de 8 mil empresas de transformação de plástico instaladas no país, cerca de 90% são microempresas ou empresas de pequeno porte, vulneráveis as flutuações de preços das resinas e com dificuldades de repassá-los totalmente aos seus clientes, devido à competitividade do mercado. Como consequência, estes transformadores enfrentam dificuldades financeiras devido à queda de rentabilidade. Este cenário favorece o uso de reciclados, onde é possível a aplicação, pois seu preço é, em média, 40% menor do que a resina virgem. É aí que entra o trabalho da catarinense Plásticos Censi, de Penha, que recicla cerca de 450 toneladas de garrafas PET. O proprietário Nivaldo Censi explica que sua empresa transforma a sucata de embalagens PET e vende moído ou granulado e lavado para quem quer utilizar como matériaprima em outros objetos. Esta matéria-prima transformada geralmente é utilizada em cerdas de vassouras, cordas e garrafas injetáveis. Cerca de 60% da sua produção é vendida dentro do Estado. A Plásticos Censi é uma das empresas que costumava pagar o ICMS de 17% dentro do Estado. Com a assessoria da Planalto Fiscal, o empresário ficou sabendo que existem leis que incentivam as empresas que trabalham com reciclados e, com isto, ele esta desobrigado a pagar o imposto nas atividades dentro de Santa Catarina. Infelizmente, poucas empresas conhecem o benefício e, por isso, continuam pagando, diz Censi. O trabalho na empresa é recente, portanto não dá para mensurar qual a redução nos custos, mas depois da reestruturação, com certeza, a catarinense estará pagando menos impostos. O empresário explica que os seus clientes também podem se beneficiar da legislação se comprovarem, através de laudo técnico, que usam matéria-prima reciclada nos seus produtos. Desta forma, eles podem ter 100% de crédito do PIS/Cofins no produto. Um dos locais que em Santa Catarina oferecem este laudo é a Sociesc. Com isto, teremos matéria-prima e produto final, a partir de reciclado, mais baratos para o consumidor final, explica. De acordo com Censi, é trabalhoso porque exige algumas ações burocráticas, o laudo, e até algumas mudanças de paradigmas. Porém, vale a pena, visto que podem economizar e, com isto, até trabalhar mais com reciclado. Indústria de reciclagem gera emprego e renda e contribui para preservação do Meio Ambiente A reciclagem de papel e plástico traz benefícios nas áreas social, econômica e ambiental. Por isto, é importante, através de leis, incentivar e estimular a fabricação de produtos com material reciclado. Em São Paulo, por exemplo, há uma lei municipal que reduz a zero a alíquota do IPI incidente sobre mercadorias fabricadas com plástico reciclado. Mais do que beneficiar o setor de reciclagem, o incentivo possibilita a redução dos preços dessas mercadorias, estimulando o incremento do seu consumo. O crescimento de uma cultura ambiental no país, o surgimento de legislações e normas ambientais, e a implantação dos programas de Coleta Seletiva, contribuirá para a expansão da indústria de reciclagem o que resultará no aumento de empregos e na melhoria do meio ambiente. Números no Brasil Existem mais de 500 empresas recicladoras de plástico com cerca de 18 mil empregos diretos Anualmente são reciclados cerca de 450 mil toneladas e o faturamento global gira em torno de R$ 1,6 bilhão Anualmente são reciclados cerca de 450 mil toneladas de plástico no Brasil Pesquisa da MaxiQuim Assessoria de Mercado, 2005

6 6 Planalto Fiscal En t r e v i s t a Leomir Minosso Desde 2008 as empresas estão tendo que fazer diversas adaptações em seus ERP s (softwares de gestão) com o objetivo de se adequarem ao Sistema Público Digital (SPED). Este ano, novos segmentos estão tendo que se enquadrarem às exigências do sistema que integra todo o ambiente fiscal e contábil da empresa, além da emissão de nota fiscal eletrônica. Gradualmente, as mudanças estão sendo implantadas e todas as empresas, independente de tamanho ou faturamento, terão que estarem preparadas. As mudanças trazidas pelo SPED têm por objetivo promover a integração dos fiscos, mediante a padronização e compartilhamento das informações contábeis e fiscais. O presidente do Sindicato das Empresas de Contabilidade (Sescon), Leomir Minosso, enfatiza que esta nova realidade vem para quebrar um grande paradigma, que é a transição do papel para a era digital. E toda esta divulgação em torno das mudanças se dá porque para as pessoas têm dificuldades com esta coisa de não ter mais algo palpável nas mãos, parece um grande monstro, mas todos terão tempo para se adequarem. Jo r n a l Pl a n a l t o Fisc a l - Ainda há tempo para as empresas desenvolvedoras de software se adequar as mudanças que estão ocorrendo em virtude da modernização do Sistema Público Digital (SPED)? Le o m i r Mi n o s s o - As empresas de software estão correndo contra o tempo, o impacto nos sistemas é incalculável, pois muitos sistemas ainda não estão preparados para o volume de informações que o sistema SPED esta pedindo, e estas mudanças, ajustes, adequações em muitos casos pode chegar a níveis de reescrever toda uma rotina. JPF - O SPED não é um sistema novo, já existe há algum tempo. O que mudou? Minosso - Sempre existiu legislação prevendo a entrega de informações por meio eletrônica, porém, não era utilizada de forma habitual pelo fisco e por consequência sem a devida importância por parte das empresas em geral. O SPED vem revolucionar esta aplicação, pois além do Fisco solicitar as informações da empresa eletronicamente, criou uma periodicidade que muitas estruturas terão que investir vários recursos em estrutura tecnológica bem como em pessoal. JPF - Quem deve estar preparado? Apenas o escritório contábil? Mi n o s s o - As empresas de serviços contábeis têm um papel fundamental na implantação e manutenção desde sistema, mas é na empresa (cliente/ contribuinte) onde o impacto é maior. Todos devem estar preparados. JPF - Qual o objetivo do SPED? Mi n o s s o - Para Fisco: redução do custo administrativo, melhoria na qualidade da informação, cruzamento de dados contábeis e os fiscais, combate a sonegação. JPF - Quais os benefícios? Min o s s o - Para sociedade: redução de custos como armazenamento de papeis, cumprimento de obrigações acessórias junto a diferentes esferas, possibilidade da troca de informações entre as empresas (layout padrão), simplificação e agilização de procedimentos sujeitos a controles da administração tributária; uniformização das informações para o Fisco (uma única e todos aproveitam, hoje manda para todos a mesma informação); diminuição de eventuais informações fraudulentas. JPF - Quando o seu cliente apresenta um software que ainda não tem as adaptações necessárias, o que o senhor aconselha? Min o s s o - Inicialmente sugerimos que haja um conversa com seu fornecedor/software no sentido de saber se estão se adaptando a nova realidade ou se há algum tipo de parceria com outra empresa de software que disponibilize os recursos necessários ao cumprimento desta exigência. Não havendo um retorno positivo e no intuito de auxiliar nosso cliente em estarmos sempre adequado as exigências fiscais, legais e gerenciais e por termos um grande envolvimento junto a este mercado, sugerimos outros fornecedores ou soluções com a intenção de resolver o problema. JPF - Qualquer desenvolvedor de ERP pode fornecer o sistema exigido pelo SPED? Min o s s o - Tecnicamente, sim; temos que lembrar que o sistema SPED não é um software, e sim um mecanismo criado pelo Fisco com o objetivo de reunir informações das empresas dentro de uma metodologia única e padronizada. JPF - E como fica a segurança das informações sigilosas? Leomir Minosso - presidente do Sescon Min o s s o - Eu diria que existem inúmeras preocupações por nossa parte, como profissionais, assim como dos contribuintes, em como estas informações serão armazenadas, manipuladas e acima de tudo, ter a garantia da sua não disponibilização ao mercado ou a qualquer um. Em conversa com pessoas ligadas diretamente ao projeto, nos garantiram que o processo é seguro e está garantido pelo envio e acesso através do certificado digital (meio eletrônico de criptografia dos dados de forma de não ser facilmente visualizado e com a garantia ao destinatário do remetente). JPF - Como está sendo a recepção das empresas com relação à nota eletrônica? Min o s s o - A ficha ainda não caiu, as empresas infelizmente não estão dando o devido valor à matéria e como tudo neste nosso Brasil é deixado para a última hora, quando as organizações são avisadas que passarão obrigatoriamente a ter que atender a algum dos processos, como, por exemplo, Emissão de Nota Fiscal Eletrônica, passam a ter grandes problemas, pois quando voltam os olhos para sua estrutura observam que estão longe da implantação fácil, o que acaba gerando a aplicação de grandes volumes de recursos financeiros e adequação do capital humano. Em muitos casos o impacto pode chegar ate a situação do zero (começar tudo de novo). JPF - Como ficam as microempresas? O investimento não é muito alto? Como elas irão de adaptar? Mi n o s s o - Temos que lembrar que o sistema SPED é composto por várias partes e são independentes, ou seja, posso estar obrigado a emitir nota fiscal eletrônica, mas não ter que entregar o SPED. Por exemplo, as ME estão dispensadas de entregar o SPED FISCAL, mas terão que emitir documento fiscal eletrônico (NF-e) e ai começa um grande problema, pois estas empresas precisarão investir em tecnologia e nem sempre o fator dinheiro é disponível. Não podemos esquecer que está é uma tendência, onde todos de uma forma ou de outra terão que se adaptar. JPF -E o autônomo? Como fará para estar dentro da lei? Min o s s o - Precisamos esclarecer uma situação. Uma coisa é a lei que vem criar a obrigação, procedimento, dar benefícios ou modifica algo. A consequência em muitos casos é a regulamentação, que são das instruções de como por a lei em prática, quem deve, como, quando, penalidades, formas e prazo de pagamento. Portanto, algumas matérias ainda são duvidosas, pois o Fisco esta implantando o processo por parte e começou pelas grandes empresas ou grupos econômicos.

7 Planalto Fiscal Demora na liberação de recursos emperra continuidade de obras Completados seis meses da tragédia de 2008, os prefeitos das cidades mais atingidas pela catástrofe continuam fazendo romarias a Brasília em busca de recursos e, mesmo assim, está bastante complicado. Para Blumenau, a cidade mais atingida, até o momento, foram liberados menos de R$ 50 milhões. A cidade necessita de R$ 215 milhões para voltar a ser o que era antes de novembro de O presidente Luiz Inácio Lula da Silva prometeu ao Estado de Santa Catarina R$ 360 milhões, através da Medida Provisória 448. Porém, menos de 90 milhões, até o momento, foram repassados. Deste montante, foram R$ 40 milhões para recuperação de infraestrutura, R$ 2,5 milhões para abrigos emergenciais e R$ 45 milhões para retirada de entulhos e limpeza. Enquanto isso, os prefeitos de cidades como Gaspar, Ilhota e Blumenau lutam para desobstruir vias, recuperar pontes e comprar terrenos para a construção de casas. Em junho expira os decretos de calamidade pública editados durante a catástrofe. Com vigência limitada a 180 dias, os decretos permitem o repasse de verbas em caráter 7 de urgência e com dispensa de licitação para a contratação de obras. Em Blumenau, ainda estão pendentes mais de R$ 31 milhões do governo federal. Ilhota, uma das cidades mais atingidas pelas chuvas, à recuperação também é lenta. Até agora, o município recebeu pouco mais de R$ 2,2 milhões em recursos dos governos federal e estadual. Boa parte do dinheiro foi aplicada na desobstrução de estradas e ruas. Além disto, os rizicultores ainda não conseguiram retomar o plantio de arroz. O município precisa construir 157 casas. Enquanto isso, o município, aos poucos, recupera escolas, creches e vias públicas. Em Gaspar, segundo o chefe-de-gabinete, Doraci Vanz, para que a cidade voltasse a ser o que era antes da enchente, seriam necessários R$ 200 milhões. Com a dificuldade em receber orçamentos, o município está fazendo o que é possível para reconstruir a cidade, com a abertura de valas, desassoreamento de rios e liberação de ruas. Fé no futuro mantém famílias atingidas Eliane (E) e a filha Gabriela mostram a casa inclinada e condenada Depois da tragédia, despesa com aluguel Confiar no futuro é a esperança que mantém vivas as famílias que vivem nos abrigos provisórios de Blumenau, tão necessários após as enchentes do ano passado. A demora na liberação de recursos, provavelmente, fará com que estas pessoas passem mais um Natal ainda fora de suas residências. São famílias que perderam tudo, terreno, casa, roupas, eletrodomésticos, menos a esperança de que as coisas vão melhorar. A esperança é a única coisa que continua intacta. O rei da Arábia Saudita, Abdullah Bin Abdul Al Aziz Saud doou a Santa Catarina R$ 11 milhões para serem empregados na construção de 437 moradias nos municípios de Blumenau, Gaspar, Ilhota, Luiz Alves, Camboriú e Brusque. Além disto, o governo federal liberou recursos para compra de terrenos em Blumenau. As primeiras casas começam a ser construídas ainda este ano, mas não há garantia de que sejam entregues antes do Natal de. Enquanto isso, as famílias contam com a solidariedade de entidades e pessoas de todo o Brasil. A Celesc doou 450 geladeiras para as famílias atingidas. Algumas lojas de móveis doaram guarda-roupas e a comunidade em geral tem contribuído com roupas e utensílios domésticos para proporcionar um pouco de conforto a quem perdeu tudo. A Secretaria de Assistência Social também entregou, no final de maio, três mil cobertores de casal e mantas de solteiro para as 307 famílias que residem nas moradias provisórias e famílias usuárias da Política de Assistência Social. Os cobertores e mantas são itens doados na catástrofe do ano passado. Eliane Maria de Souza, 39 anos, ainda mantém acesa a esperança de recuperar, pelo menos, uma parte do terreno para construir uma nova casa. Ela, e o marido, Hercílio Mafra, 55 anos, e os filhos Gabriela, 19, Rafael, 17, Rafaela, 10, e Stefani, 6 anos, moravam em uma ampla casa na rua Uruguaiana, na Ponta Aguda, em Blumenau. Hoje, pagam R$ 650,00 de aluguel em um apartamento no mesmo bairro, com recursos próprios. A soma da renda minha, do meu marido e dos meus filhos passou do limite para receber ajuda do Reação. Mas nós não pagávamos aluguel. Agora temos mais essa despesa, conta. Mesmo tendo recebido de ajuda dos governantes apenas cestas básicas quando tudo aconteceu, a família não desistiu. Quatro membros trabalham e os filhos estudam. Não podemos perder a esperança. O que queremos agora é poder voltar para o nosso terreno, diz. Eles saíram de casa quando começaram as rachaduras e ela entortou, retirando o que era possível de móveis e objetos. Muita coisa, inclusive, uma cozinha sob medida, ficaram na casa. A casa ainda esta inclinada, cai não cai, e muitos dos objetos já foram roubados, diz Gabriela. Caso o terreno seja totalmente condenado, a família pensa em comprar um novo imóvel. Já estivemos na Caixa Econômica Federal, mas tem que ter um valor para contrapartida, tem burocracia e, ainda, está difícil encontrar boas casas para comprar. E muitos imóveis tiveram os valores aumentados, lamenta Gabriela. Várias ruas de Blumenau sofreram com a lama durante a enchente

8 JUNHO Planalto Fiscal 8 Va r i e d a d e s Ler faz bem a alma e é um lazer gratuito Ler é um dos prazeres que mais alimenta a alma. Além de permitir ao leitor viajar por lugares dos mais diversos, é também uma das formas de entretenimento menos onerosas que existe. Um bom livro, um sofá, uma rede ou uma cama são os ingredientes necessários para se passar algumas horas de puro deleite com histórias que vão desde romances açucarados até dramas que fazem os mais intrépidos chorarem. No livro A Cabana existe um exemplo bem legal para dar vida a palavra amizade : Se eu e você somos amigos existe uma prontidão dentro de nosso relacionamento. Quando nos vemos ou quando estamos separados, há uma prontidão de estarmos juntos, de rirmos e falarmos. Esta prontidão não tem definição concreta: é viva, dinâmica, e tudo que emerge do fato de estarmos juntos é um dom único que não é compartilhado por mais ninguém. Mas se eu mudar prontidão por expectativa verbalizada ou não, subitamente a lei entra no nosso relacionamento, e não tem mais nada a ver.... A conclusão a que se chega é que nenhuma amizade vive com regras e exigências, o sentimentos simplesmente acontece. Outro livro emocionante e que é indicado para quem gosta de cachorros e quer espairecer dos problemas do dia-a-dia é Marley & Eu. O livro é simples, mas trata do amor de uma família por um cachorro muito arteiro, mas que ama verdadeiramente seus donos. O padre Fábio de Melo com o livro Quem me roubou de mim proporciona um encontro consigo mesmo. O leitor para algumas vezes sua leitura para passar um filminho de sua vida e suas atitudes. Leitura interessante para pessoas que estão abertas a novas descobertas sobre si mesma. Confira os mais vendidos, em abril, segundo lista da revista Veja: A Cabana William Young Sextante Leite Derramado Chico Buarque Compania das Letras Crepúsculo Stephenie Meyer Intrínseca Fi c ç ã o Nã o-fi c ç ã o Au t o-aj u d a Mentes Perigosas Ana Beatriz Barbosa Silva Fontanar Comer, Rezar, Amar Elizabeth Gilbert Objetiva Marley & Eu John Grogan Prestígio O Código da Inteligência Augusto Cury - Thomas Nelson Brasil Quem me roubou de mim? Fábio de Melo Canção Nova A Arte da Guerra Sun Tzu Várias editoras O objetivo é preencher cada célula da grade com dígitos de 1-6. Cada linha, coluna e subgrade devem conter só uma ocorrência de cada dígito. Divirta-se! Sudoku Solução: Descubra Itajaí Nada como um DVD para dar vida a uma boa história Todos os meses dezenas de novos DVD s chegam ao mercado com o intuito de proporcionar lazer aos aficionados por uma boa história. São filmes sobre os mais diversos assuntos. Com uma infinidade de títulos bons, fica difícil recomendar todos. Por isto, selecionamos duas boas históricas para indicar aos nossos leitores: O lutador, com Mickey Rourke, e Noivas em Guerra, com Kate Hudson e Anne Hathaway. São gêneros completamente diferentes e por isso interessantes. Em O Lutador Randy é um bem-sucedido pugilista nos anos 80 que é impedido de lutar depois de sofrer um ataque cardíaco. Assim, ele consegue emprego em um restaurante, passa a morar com uma stripper e tentar se tornar amigo do filho dela. Porém, mesmo com tudo se encaminhando, ele não consegue resistir à vontade de retornar á antiga carreira, mesmo sabendo que isto pode representar a sua morte. Um drama muito bem contado. Já em Noivas em Guerra o espectador pode até chorar, mas é de tanto dar gargalhadas com o que as protagonistas aprontam. Kate Hudson e Anne Hathaway interpretam duas moças que são melhores amigas desde a infância. Elas ficam noivas na mesma época e escolhem o mesmo lugar para celebrar o casamento. No entanto, em virtude de um erro, a data reservada é a mesma para as duas e, então, começam as brigas para ver qual delas vai conseguir manter os planos originais de casamento. É uma boa comédia romântica para um sábado de tarde, mas que também discute o valor da amizade. Apesar de não ser muito extensa, a costa marítima de Itajaí é muito bonita e atraente, parada obrigatória de turistas. A cidade possui seis belas praias que, mesmos sendo próximas, apresentam características próprias e distintas. São elas: Atalaia, Geremias, Cabeçudas, Brava, do Morcego e dos Amores. Como se não bastasse toda a beleza do litoral, a cidade também conta com o Morro da Cruz, localizado bem no centro da cidade, com 180 metros de altura, e que oferece a mais bela vista panorâmica de Itajaí e cidades vizinhas. Do Morro é possível avistar o encontro do rio Itajaí-Açu com o mar, entre os Molhes da Barra e o movimento dos grandes navios em direção ao porto. No Morro também está localizado o belíssimo restaurante Castelo Montemar, construído com pedras no estilo medieval bem no topo.

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