Plano do 1º Curso de Qualificação para Operação de Telemarketing em Instituição de Ensino Superior e Pesquisa Científica

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Plano do 1º Curso de Qualificação para Operação de Telemarketing em Instituição de Ensino Superior e Pesquisa Científica"

Transcrição

1 2011 Plano do 1º Curso de Qualificação para Operação de Telemarketing em Instituição de Ensino Superior e Pesquisa Científica Centro de Investigação e Pesquisa Científica Novo Milênio - CIPENM 17/02/2011

2 CRONOGRAMA DE LANÇAMENTO Calendário de feitos 17 de fevereiro de 2011 Abertura das Inscrições 17 de fevereiro de 2011 Palestra de Apresentação Faculdade Novo Milênio Vila Velha - Brasil 14 de março de 2011 Início do Curso Corpo Docente Professor Renan Barcellos Conselho Estratégico Secretaria CIPENM Vilma de Oliveira Pereira (CIPENM) Grupo de Operações de Práticas Professor Robert Mota. Professor Orlando Zardo. Professor Oscar Figueiredo Página 1

3 C.h.total: 40 H/a PLANO DE CURSO QUALIFICAÇÃO OPERADOR E OPERADORA DE TELEMARKETING EM INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR FAMÍLIA PROFISSIONAL: REFERÊNCIA Nº da CBO: Código internacional CIUO Vendedores a domicilio y por teléfono Trabalho de Conclusão: Demonstração pratica individual: 10 H/a Parte Teórica: 20 h/a Seminários e oficinas 10 h/a Descrição resumida: Atende ligações telefônicas, fornecendo informações, prestando serviços e efetuando transações de operações por meio de equipamentos de comunicação. Descrição detalhada: preenche formulários, encaminhando-os ao setor apropriado para atender aos pedidos de clientes; transmite informações consultando relatórios e terminais de computador para conhecimento do solicitante; presta informações gerais sobre produtos e serviços oferecidos por empresas contratantes enfatizando qualidades e condições favoráveis para atrair clientes e aumentar a geração de receita; recebe solicitações remetendo-os ao setor adequado para conferir presteza e confiabilidade a serviços públicos e privados; anota reclamações e transmite soluções, quando autorizado consultando e recebendo orientações dos responsáveis pelos setores para manter o alto nível de prestígio da organização/empresa Estado junto aos usuários de serviços e/ou adquirentes de produtos. COMENTÁRIO SOBRE A EMENTA 1 A ementa deste curso está elaborada para apresentar às pessoas participantes os mais atuais conhecimentos e técnicas para realizar com presteza os trabalhos recomendados pela FAMÍLIA PROFISSIONAL: REFERÊNCIA Nº da CBO: / Par e passo se apresentam temas transversos com objetivo de ampliar a formação ética e cidadã contribuindo para um maior entendimento sociológico do comportamento entre seres humanos. Ao encerrar a participação no curso cada pessoa participante estará ainda mais apta para executar os trabalhos de Atendente de Call Center em Instituição de Ensino Superior, notadamente a Faculdade Novo Milênio, viver em sociedade, gerenciar crises pessoais e coletivas e intermediar negociações. OBJETIVOS GERAIS Apresentar as pessoas participantes do 1º Curso de Qualificação Operação de Telemarketing em Instituição de Ensino Superior e Pesquisa Científica as mais atuais técnicas para comunicação a ser realizada por meio de telemarketing, enfatizando a necessidade do desenvolvimento da clareza e objetividade verbal e o emprego das técnicas de abordagem ativa e receptiva, sempre respeitando a pessoa ouvinte. Estimular o desenvolvimento de habilidades no manejo de aplicativos de informática específicos. Informar as técnicas de rapport sempre com ênfase na atenção ao interesse de ouvintes e contratantes. Apresentação das técnicas/para atendimento e fornecimento de informações sobre o estabelecimento e serviços prestados, seguindo os padrões préestabelecidos de postura profissional, higiene pessoal e de etiqueta social. Vender, seguindo as etapas do processo, desde a definição do perfil do consumidor até o fechamento da venda, aplicando os vários tipos de técnicas, com cordialidade, presteza, relacionamento interpessoal e visão sistêmica. Auxiliar nos processos operacionais da organização com base nos processos de produção, alimentando planilhas, formatando apresentações, organizando e arquivando documentos, redigindo e enviando s, disponibilizando e controlando materiais para os diferentes setores organizacionais, conhecendo os documentos e as principais rotinas administrativas com responsabilidade, organização e dinamismo. 1 Vide anexo A. Página 2

4 QUADRO 1 Objetivos específicos OBJETIVOS ESPECÍFICOS O Objetivo do Curso é o aprofundamento dos conhecimentos, teóricos e práticos sobre Operação de Telemarketing para ambiente de Instituição de Ensino Superior. Espera-se propiciar conhecimento, meios e métodos que assegurem um nível elevado no desenvolvimento das competências de ação exigidas para a plena qualificação profissional na função de Operadora (O) de Telemarketing. Para tal buscar-se-á atingirem as seguintes competências pessoais: Trabalhar a qualidade vocal. Demonstrar clareza de dicção. Demonstrar capacidade de expressão oral. Demonstrar compreensão oral (saber ouvir). Demonstrar capacidade de compreensão escrita. Demonstrar capacidade de expressão escrita e oral em língua estrangeira. Demonstrar capacidade de expressão escrita. Registrar informações com precisão. Demonstrar paciência. Autocontrolar-se. Demonstrar poder de persuasão. Demonstrar empatia. Administrar conflitos. Demonstrar objetividade. Tomar decisões. Demonstrar capacidade de trabalhar sob pressão. Trabalhar em equipe. Demonstrar agilidade no atendimento. Demonstrar agilidade de digitação. Demonstrar capacidade de manuseio de sistema telefônico. Demonstrar aptidão à microinformática. Seguir o código de ética socioprodutiva vigente. QUADRO 2 Metodologia Considerações sobre a pedagogia A proposta formativa/educativa afeta a este Plano de Curso procura reconhecer o indivíduo na sua globalidade. Dessa forma busca-se implantar o pressuposto de que cada ato profissional será sempre e deve poder tornar-se um ato educativo. O produto final das praticas formativo-educativas não será apenas um pessoa bem qualificada. Será antes a produção de dossiers pedagógicos que venha a permitir conhecer o seu percurso, o seu nível de formação, o progresso e as dificuldades do momento. Continua Página 3

5 QUADRO 2 Metodologia Continuação Debates orientados Debates orientados são atividades que tornam ainda mais evidentes as relações entre os esforços em promover estudos, reflexões, sobre a prática profissional, de forma intencional, dirigida, orientada seguida ou não da implementação efetiva de mudanças em materiais, práticas, comportamentos e convicções. Aula prática Realização de aula prática compreendendo as seguintes etapas: Demonstração: o facilitador mostrará os procedimentos fundamentando-os teoricamente. Experimentação: Às pessoas participantes são convidados a experimentarem, envolvendo realimentação por parte do facilitador. Automatização: Às pessoas participantes exercitam os procedimentos que experimentaram, corrigindo os erros evidenciados na realimentação. Aplicação: Às pessoas participantes são capazes de executar os procedimentos sozinhos. Aulas expositivas Exposição dialogada admitindo-se o uso de meios tecnológicos, ampliando o contexto teórico. Página 4

6 QUADRO 3 Descrição dos Métodos de Avaliação A avaliação, dada a sua propriedade de elemento estrutural dos processos educacionais (especialmente daqueles com apelo profissionalizante), assume uma condição estratégica importante haja vista a possibilidade de induzir pessoas para a adesão em Sistemas de educação Continuada. Esta condição amplia a intensidade nas esferas em que se desenvolvem práticas de formação, ensino e aprendizagem, (situações motivados por objetivos mais nitidamente delimitados ou mesmo imediatos) tal como vem a Capacitação Profissional Específica. Desse modo, conforme salienta Penna Firme, 2 estão intrinsecamente relacionados aos processos de avaliação os juízos de valor, mesmo naquelas situações, em absoluto não raras, em que deles os avaliadores não se apercebem, naturalizando o que foi historicamente e socialmente construído. No âmbito deste curso, a verificação da aprendizagem se dá por meio da avaliação verificação formativa, que ocorre ao longo da passagem de uma a outra disciplina e se encerra com uma avaliação somativa. Especificamente no tocante a avaliação formativa fica determinada à aplicação de no mínimo duas testagens a cada quarenta horas, ficando a seleção dos títulos a critério do professor. A avaliação somativa reunirá itens extraídos das ementas perfazendo um total mínimo de 70% (setenta por cento). Será concedido o Certificado de Capacitação Plena às pessoas participantes que comparecerem e participarem de 75% das atividades didáticas pedagógicas obtendo o conceito de Aprovado em 70% das avaliações formativas. Em simultâneo são aplicados questionários com perguntas fechadas e que alcançam todas as pessoas concludentes de maneira a que se possam aferir qualitativamente questões apresentadas no conteúdo programático. A avaliação do rendimento das pessoas participantes será realizada por disciplina, através de seminários, provas ou trabalhos finais. A nota mínima para aprovação em cada disciplina é 7,0 (sete), obedecida a seguinte correspondência entre conceitos e notas: a) 9,0-10,0 = A (Excelente) b) 8,0-8,9 = B (Bom) c) 7,0-7,9 = C (Suficiente) d) 0,0-6,9 = D (Insuficiente) É também critério de avaliação e aprovação das pessoas participantes ao final do curso um período para demonstração pratica individual, na área de conhecimento do curso, cuja nota mínima exigida para aprovação é 7,0 (sete). Farão jus ao Certificado de Conclusão as pessoas participantes que cumprirem as exigências relativas à freqüência mínima de 75%, ao aproveitamento mínimo aferido em 70% por disciplina e à apresentação e aprovação na demonstração prática. Aquelas que cumprirem apenas as duas primeiras exigências recebem um Certificado de Participação pela Faculdade Novo Milênio ou à sua ordem. 2 PENNA FIRME, Thereza. Avaliação: tendências e tendenciosidades. Ensaio, Rio de Janeiro, v. 1, p. 5-13, jan. /mar., Página 5

7 QUADRO 4 Dos Recursos de Trabalho Dos Recursos de Trabalho Voz. Computador e periféricos. Telefone fixo e call máster. Aplicativos (software). Headset. Correio eletrônico e intranet. Pa regulável (mesa ergonômica).apoio de teclado e mouse-pad. Manuais. Acessórios de proteção individual. Página 6

8 CURSO DE CALL CENTER TURMA I INÍCIO: / / LOCAL: SALA DE AULA 232 Faculdade Novo Milênio DIAS: SEGUNDA A SEXTA FEIRA HORÁRIO: 13h00min AS 17h00min HORAS Nº NOMES PRESENTE / AUSENTE Página 7

9 Carga horária total: 40 horas. ANEXO A Curso Operador de Telemarketing Conteúdo Programático: UNIDADE 1 - O QUE FAZEMOS Proposta de trabalho. Coordenador Empreendedor on line Serviço de amparo ao estudante Serviço: Pergunte a Novo Milênio Serviço: Pergunte ao Centro de Investigação e Pesquisa Científica Novo Milênio - CIPENM Código de ética e ouvidoria UNIDADE 2 - ORGANIZAÇÃO DE UMA DIVISÃO TELEMARKETING IES O que é o mercado. O que é o marketing. O que é um Plano de Marketing. Departamento de Marketing IES. Quais são as principais atividades de Marketing IES. O que é o mercado. O que é o marketing. O que é um Plano de Marketing. Departamento de Pesquisa de Mercado IES. O que é Pesquisa de Mercado. Tipos de pesquisas de mercado. Como é executada a pesquisa de mercado IES. O que é a propaganda. O que é a mídia. Departamento de Merchandising IES. Departamento de Propaganda IES Departamento de Promoção de Vendas. O que é a promoção de vendas. Promoção dirigida ao Usuário da Informação (Professores, Pesquisadores e Estudantes). Folha de Auto-Avaliação da Unidade 2. UNIDADE 3 - TÉCNICAS DE COMUNICAÇÃO O que é a comunicação. Quais são os objetivos da Comunicação. Quais são os elementos básicos da comunicação. Página 8

10 Quais são os obstáculos à comunicação. Quais são os cuidados que o emissor deve ter. Quais são as formas de comunicação. Como é realizada a comunicação face a face. Como é realizada a comunicação telefônica. Técnicas para saber ouvir. O que é o Rapport. Como fazer o Rapport. Como espelhar a qualidade da voz do cliente. Qual é a importância do Rapport. Como alimentar o "ego" do seu cliente. O poder das palavras. Como pensamos. Qual é o poder das palavras. Técnicas sobre o uso da linguagem. Recomendações para melhorar a comunicação oral. Qual é a importância do telefone. Como avaliar sua voz ao telefone. Regras gerais ao telefone (válidas para telemarketing ativo e receptivo). Código telefônico para soletrar. Folha de Auto Avaliação da Unidade 3. UNIDADE 4- OPERADOR DE TELEMARKETING O que faz um operador de telemarketing IES. Quais são os outros nomes pelos quais esta função é conhecida. Quais são as tarefas e deveres de um operador. Quais são as habilidades necessárias para um operador. Quais são os conhecimentos necessários. Quais são as qualidades pessoais de um operador. Quais são as características pessoais de um operador. Quais são os requisitos físicos para um operador. Qual é a escolaridade necessária para ser um operador de telemarketing IES. Quais são os cursos relacionados à profissão de operador de telemarketing. Que treinamento os operadores recebem. Quais são as condições de trabalho. Quais são os equipamentos que utilizam. Qual é o salário de um operador. Quais são os serviços relacionados com operador de telemarketing. A importância do operador. Como está o mercado de trabalho. Quais são os requisitos de um bom operador de telemarketing. Quais são os conhecimentos que um operador deve ter. Recomendações para operadores de Telemarketing. Folha de Auto Avaliação da Unidade 4. UNIDADE 5 - PRINCÍPIOS DE CONDUTA ÉTICA PARA TELEMARKETING Folha de Auto Avaliação da Unidade 5. Página 9

11 UNIDADE 6 - CONCEITOS BÁSICOS DE TELEMARKETING O que é o Marketing Direto. O que é a mala direta. O que é o Telemarketing. Quais são as principais vantagens do telemarketing. Quais são as desvantagens do Telemarketing. Quais são as principais aplicações ou serviços executados através do Telemarketing IES. O telefone como uma excelente forma de testar. Quais são as melhores listas. Quais são os fatores que contribuíram para o crescimento do Telemarketing. O que é o Telemarketing ativo. O que é o Telemarketing receptivo. O que é um Call Center. Quais são as partes Integrantes de um Call Center. Como é organizado um Call Center. Folha de Auto Avaliação da Unidade 6. UNIDADE 7 - CONHECIMENTOS GERAIS PARA ELABORAÇÃO DE SCRIPT OU ROTEIRO O que é um script ou roteiro. Recomendações para elaboração do script ou roteiro. Folha de Auto Avaliação da Unidade 7. UNIDADE 8 - O TELEMARKETING RECEPTIVO O que é o Telemarketing receptivo em IES. Características. Como elaborar scripts ou roteiros para o Telemarketing Receptivo. Recomendações para o Telemarketing Receptivo. Recomendações para atendimento em central de reclamações. Folha de Auto Avaliação da Unidade 8. UNIDADE 9 - O TELEMARKETING ATIVO O que é o Telemarketing ativo. Características. Vantagens. Recomendações para elaboração de um roteiro para Telemarketing Ativo. Erros ao elaborar Roteiros para telemarketing ativo. Como fazer com que os operadores sigam o roteiro. Etapas básicas do Telemarketing Ativo. Objeções. Recomendações para operadores de telemarketing ativo. Dicas para ultrapassar as barreiras. Roteiro 1 - Prospecção de novos clientes. Roteiro 2 - Primeiro contato - (chamada fria). Roteiro 3: Prospecção de novos clientes. Roteiro 4: Para empresas. Página 10

12 Roteiro 5: Cliente residencial. Roteiro 6: Roteiro em duas chamadas. Roteiro 7: Diversos. Roteiro 8: Diversos. Roteiro 9: Exemplo parcial de um roteiro para comunicação de Curso em nível de Pós Graduação. Folha de Auto Avaliação da Unidade 9. CONTEÚDO SUPLEMENTAR. MINISTRADO SOB AVALIAÇÃO DA NECESSIDADE a) Português aplicado ao Telemarketing 20 HORAS b) Informática Aplicada ao Telemarketing 20 HORAS Página 11

APÊNDICE IX PROGRAMA DE FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃO

APÊNDICE IX PROGRAMA DE FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃO APÊNDICE IX PROGRAMA DE FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃO 1 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 DIRETRIZES GERAIS... 3 3 PROGRAMA DE FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃO NA IMPLANTAÇÃO DAS UNIDADES... 4 3.1 Módulo Conceitual - Diretrizes

Leia mais

Curso de Operador de Telemarketing (Call Center)

Curso de Operador de Telemarketing (Call Center) Curso de Operador de Telemarketing (Call Center) Este curso tem como objetivo formar operador de telemarketing (homens ou mulheres) para trabalhar em empresas de pequeno, médio e grande porte e nos mais

Leia mais

Manual do Estagiário 2008

Manual do Estagiário 2008 Manual do Estagiário 2008 Sumário Introdução... 2 O que é estágio curricular... 2 Objetivos do estágio curricular... 2 Duração e carga horária do estágio curricular... 3 Requisitos para a realização do

Leia mais

2- PÚBLICO ALVO. Página 1 de 8 CURSO PRÁTICO FORMAÇÃO DE CONSULTORES EMPRESARIAIS. SESI Serviço Social da Indústria. IEL Instituto Euvaldo Lodi

2- PÚBLICO ALVO. Página 1 de 8 CURSO PRÁTICO FORMAÇÃO DE CONSULTORES EMPRESARIAIS. SESI Serviço Social da Indústria. IEL Instituto Euvaldo Lodi 1- Objetivo Geral Capacitar profissionais para o exercício da consultoria empresarial com qualidade, possibilitando assim um melhor atendimento as demandas das empresas paraenses por estes serviços. Disseminar

Leia mais

NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS DA PUCRS

NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS DA PUCRS NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS DA PUCRS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS: Habilitações: Língua Portuguesa e respectivas Literaturas Língua Espanhola e respectivas

Leia mais

PROGRAMA DE APOIO E APERFEIÇOAMENTO PEDAGÓGICO AO DOCENTE

PROGRAMA DE APOIO E APERFEIÇOAMENTO PEDAGÓGICO AO DOCENTE PROGRAMA DE APOIO E APERFEIÇOAMENTO PEDAGÓGICO AO DOCENTE DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE - MT 2011 Apresentação Articulado com o novo Plano de Desenvolvimento Institucional (2011-2015)

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Projetos

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Projetos Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Projetos Apresentação O programa de Pós-graduação Lato Sensu em Gestão de Projetos tem por fornecer conhecimento teórico instrumental que

Leia mais

PLANO DE ENSINO CURSO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO INTEGRADO EM SEGURANÇA DO TRABALHO

PLANO DE ENSINO CURSO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO INTEGRADO EM SEGURANÇA DO TRABALHO PLANO DE ENSINO CURSO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO INTEGRADO EM SEGURANÇA DO TRABALHO Componente Curricular: Informática e Português Instrumental Carga Horária: 90h Período Letivo: 2015/01

Leia mais

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES CENTRO DE PÓS-GRADUAÇÃO. Sumário I) OBJETIVO 02. 1) Público alvo 02. 2) Metodologia 02. 3) Monografia / Trabalho final 02

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES CENTRO DE PÓS-GRADUAÇÃO. Sumário I) OBJETIVO 02. 1) Público alvo 02. 2) Metodologia 02. 3) Monografia / Trabalho final 02 Sumário Pág. I) OBJETIVO 02 II) ESTRUTURA DO CURSO 1) Público alvo 02 2) Metodologia 02 3) Monografia / Trabalho final 02 4) Avaliação da aprendizagem 03 5) Dias e horários de aula 03 6) Distribuição de

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec ETEC PAULINO BOTELHO Código: 091 Município: SÃO CARLOS Eixo Tecnológico: Informação e Comunicação Habilitação Profissional: Técnico em Informática para

Leia mais

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES CENTRO DE PÓS-GRADUAÇÃO. Sumário I) OBJETIVO 02. 1) Público alvo 02. 2) Metodologia 02. 3) Monografia / Trabalho final 02

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES CENTRO DE PÓS-GRADUAÇÃO. Sumário I) OBJETIVO 02. 1) Público alvo 02. 2) Metodologia 02. 3) Monografia / Trabalho final 02 Sumário Pág. I) OBJETIVO 02 II) ESTRUTURA DO CURSO 1) Público alvo 02 2) Metodologia 02 3) Monografia / Trabalho final 02 4) Avaliação da aprendizagem 03 5) Dias e horários de aula 03 6) Distribuição de

Leia mais

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Ensino Técnico

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: INFORMÁTICA E COMUNICAÇÃO Habilitação Profissional de Nível Médio: TÉCNICO EM INFORMÁTICA

Leia mais

COORDENADOR SÊNIOR (CONSULTORIAS) (Candidaturas serão aceitas até o dia 22/2/2013 envie seu CV para asantos@uniethos.org.br)

COORDENADOR SÊNIOR (CONSULTORIAS) (Candidaturas serão aceitas até o dia 22/2/2013 envie seu CV para asantos@uniethos.org.br) COORDENADOR SÊNIOR (CONSULTORIAS) DESCRIÇÃO GERAL: O Coordenador Sênior do Uniethos é responsável pelo desenvolvimento de novos projetos, análise de empresas, elaboração, coordenação, gestão e execução

Leia mais

Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados. Enfam

Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados. Enfam Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados Enfam ROTEIRO DE CREDENCIAMENTO 1. Identificação do Requerente Escola: Escola do Poder Judiciário ESJUD Diretor: Desembargador Francisco Djalma

Leia mais

TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br

TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br Cursos para Melhoria do desempenho & Gestão de RH TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br Administração do Tempo Ampliar a compreensão da importância

Leia mais

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010 PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010 Curso: Administração Disciplina: Administração Mercadológica II Carga Horária Semestral: 80 Semestre do Curso: 6 1 - Ementa (sumário, resumo) Administração dos canais

Leia mais

MBA EM CONSULTORIA E GESTÃO DE NEGÓCIOS 2014.1

MBA EM CONSULTORIA E GESTÃO DE NEGÓCIOS 2014.1 NÚMERO DE VAGAS: 45 (Quarenta e cinco) vagas. PREVISÃO DE INÍCIO DAS AULAS Abril de 2014 APRESENTAÇÃO / JUSTIFICATIVA MBA EM CONSULTORIA E GESTÃO DE NEGÓCIOS 2014.1 O MBA EM CONSULTORIA & GESTÃO DE NEGÓCIOS,

Leia mais

FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS

FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO UBERABA MG INSTITUTO EDUCACIONAL GUILHERME DORÇA PRESIDENTE: LUIZ HUMBERTO DORÇA FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS DIRETOR

Leia mais

Termo de Referência. Serviço de envio de mensagens SMS Short Message Service para dispositivos móveis, pelo período de 24 meses.

Termo de Referência. Serviço de envio de mensagens SMS Short Message Service para dispositivos móveis, pelo período de 24 meses. Termo de Referência Serviço de envio de mensagens SMS Short Message Service para dispositivos móveis, pelo período de 24 meses. Termo de Referência [OBJETO] 1 Termo de Referência Serviço de envio de mensagens

Leia mais

FACULDADE DA IGREJA MINISTÉRIO FAMA Programa de Integralização de Créditos em Teologia CONVALIDAÇÃO REGULAMENTO DO CURSO DE CONVALIDAÇÃO

FACULDADE DA IGREJA MINISTÉRIO FAMA Programa de Integralização de Créditos em Teologia CONVALIDAÇÃO REGULAMENTO DO CURSO DE CONVALIDAÇÃO FACULDADE DA IGREJA MINISTÉRIO FAMA Programa de Integralização de Créditos em Teologia CONVALIDAÇÃO REGULAMENTO DO CURSO DE CONVALIDAÇÃO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º Por muito tempo, a teologia

Leia mais

DOS CURSOS E SEUS OBJETIVOS

DOS CURSOS E SEUS OBJETIVOS REGULAMENTO GERAL DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DAS FACULDADES INTEGRADAS DE VITÓRIA DOS CURSOS E SEUS OBJETIVOS Disciplina os Cursos de Pós- Graduação Lato Sensu nas modalidades Acadêmica e Profissionalizante

Leia mais

REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO TÉCNICA EM TESTES DE SOFTWARE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO TÉCNICA EM TESTES DE SOFTWARE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO TÉCNICA EM TESTES DE SOFTWARE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA 1. APRESENTAÇÃO Este regulamento apresenta as regras e os critérios estabelecidos pelo Núcleo

Leia mais

REGULAMENTO DE CURSO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS

REGULAMENTO DE CURSO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS REGULAMENTO DE CURSO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS JUNHO/2011 CAPÍTULO I Das Disposições Preliminares Art. 1º. Os cursos de Pós Graduação Lato Sensu da Faculdade de Tecnologia

Leia mais

CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS COLEGIADO DO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS

CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS COLEGIADO DO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Regulamento do Estágio Curricular Obrigatório do Bacharelado em Ciências Biológicas 1 CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS COLEGIADO DO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO

Leia mais

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Art.1º. O Estágio Supervisionado é componente curricular obrigatório do Curso de Graduação em Administração da FASIP que visa a proporcionar

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM FÍSICA

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM FÍSICA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR INSTITUTO FEDERAL DO PARANÁ CÂMPUS TELÊMACO BORBA REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM FÍSICA Telêmaco Borba,

Leia mais

Projeto de Vendas e Marketing. Projeto de Vendas A ARTE DE VENDER. Instituição: Profissional em Marketing: Emir José Nogueira Mendonça 1 / 19

Projeto de Vendas e Marketing. Projeto de Vendas A ARTE DE VENDER. Instituição: Profissional em Marketing: Emir José Nogueira Mendonça 1 / 19 Projeto de Vendas A ARTE DE VENDER Instituição: Profissional em Marketing: Emir José Nogueira Mendonça 1 / 19 Carga Horária: Horas Período: / / CONTEÚDO PROGRAMÁTICO TEMAS 1. Conceito 2. Características

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS Regulamento Específico do Curso de Especialização em Auditoria e Controle Gerencial

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE BRASÍLIA CAMPUS CEILÂNDIA

INSTITUTO FEDERAL DE BRASÍLIA CAMPUS CEILÂNDIA INSTITUTO FEDERAL DE BRASÍLIA CAMPUS CEILÂNDIA PROJETO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA - FIC EMPREENDEDORISMO E FINANÇAS NA TERCEIRA IDADE Brasília/DF JANEIRO/2014 PROJETO DE CURSO FORMAÇÃO INICIAL

Leia mais

VENDEDOR COACH: Aumente suas Vendas usando o Coaching MANUAL DO CANDIDATO. Ingresso Julho 2012. ESPM Unidade Porto Alegre

VENDEDOR COACH: Aumente suas Vendas usando o Coaching MANUAL DO CANDIDATO. Ingresso Julho 2012. ESPM Unidade Porto Alegre VENDEDOR COACH: Aumente suas Vendas usando o Coaching MANUAL DO CANDIDATO Ingresso Julho 2012 ESPM Unidade Porto Alegre Rua Guilherme Schell, 350 Santo Antônio Porto Alegre/RS. Informações: Central de

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE FORMIGA CREDENCIAMENTO: Decreto Publicado em 05/08/2004 RECREDENCIAMENTO: Decreto Publicado em 15/12/2006

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE FORMIGA CREDENCIAMENTO: Decreto Publicado em 05/08/2004 RECREDENCIAMENTO: Decreto Publicado em 15/12/2006 REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DE FORMIGA UNIFOR-MG (Ato de Aprovação: Resolução do Reitor Nº 47/2010 de 30/04/2010) Art. 1º O Estágio Curricular Supervisionado

Leia mais

PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO EXCELÊNCIA EM VENDAS

PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO EXCELÊNCIA EM VENDAS Apresentação Atenta aos movimentos do mercado e ao cenário competitivo vivenciado pelas empresas e profissionais, a ADVB/RS atua na área de educação corporativa e oferece conhecimentos alinhado às principais

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Histórico de elaboração Julho 2014 Motivações Boa prática de gestão Orientação para objetivos da Direção Executiva Adaptação à mudança de cenários na sociedade

Leia mais

CENTRO DE ESTUDO DE PÓS-GRADUAÇÃO PROPOSTA DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

CENTRO DE ESTUDO DE PÓS-GRADUAÇÃO PROPOSTA DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU CENTRO DE ESTUDO DE PÓS-GRADUAÇÃO PROPOSTA DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU 2013 INTRODUÇÃO: O presente trabalho apresenta a relação de Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu a serem reorganizados no

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO - 2014

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO - 2014 1 FACULDADE DE ESTUDOS SOCIAIS DO ESPÍRITO SANTO PIO XII CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS CURSO DE ADMINISTRAÇÃO EM COMÉRCIO EXTERIOR I INTRODUÇÃO REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO - 2014 O currículo

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Pessoas

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Pessoas Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Pessoas Apresentação O programa de Pós-graduação Lato Sensu em Gestão de Pessoas tem por objetivo o fornecimento de instrumental que possibilite

Leia mais

Centro de Ensino Profissionalizante Extensão [Telemarketing]

Centro de Ensino Profissionalizante Extensão [Telemarketing] NDICE Sinopse... 03 Apresentação... 04 Introdução... 06 Importância do Telemarketing : Conceito Técnicas de vendas Elaboração de script Roteiro Salário... 07 Supervisão... 08 Conceito em Marketing: Mala

Leia mais

Curso de Pós-Graduação em Nível de Especialização (Lato Sensu) MBA EM GESTÃO ESTRATÉGICA EM SAÚDE (Turma 2) Objetivo. Público.

Curso de Pós-Graduação em Nível de Especialização (Lato Sensu) MBA EM GESTÃO ESTRATÉGICA EM SAÚDE (Turma 2) Objetivo. Público. Objetivo Fornecer aos profissionais as ferramentas estratégicas sobre como gerir clínicas, hospitais e outros estabelecimentos da área de saúde, através de técnicas que possibilitem planejar, organizar,

Leia mais

FACULDADE MORAES JÚNIOR MACKENZIE RIO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CAPITULO I DO OBJETIVO, DA NATUREZA E DA FINALIDADE

FACULDADE MORAES JÚNIOR MACKENZIE RIO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CAPITULO I DO OBJETIVO, DA NATUREZA E DA FINALIDADE FACULDADE MORAES JÚNIOR MACKENZIE RIO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CAPITULO I DO OBJETIVO, DA NATUREZA E DA FINALIDADE Art. 1º. O objetivo das Atividades Complementares é fomentar complementação

Leia mais

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES CENTRO DE PÓS-GRADUAÇÃO. Sumário I) OBJETIVO 02. 1) Público alvo 02. 2) Metodologia 02. 3) Monografia / Trabalho final 02

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES CENTRO DE PÓS-GRADUAÇÃO. Sumário I) OBJETIVO 02. 1) Público alvo 02. 2) Metodologia 02. 3) Monografia / Trabalho final 02 Sumário Pág. I) OBJETIVO 02 II) ESTRUTURA DO CURSO 1) Público alvo 02 2) Metodologia 02 3) Monografia / Trabalho final 02 4) Avaliação da aprendizagem 03 5) Dias e horários de aula 03 6) Distribuição de

Leia mais

NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO DOS CURSOS DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA E BACHARELADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA

NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO DOS CURSOS DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA E BACHARELADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO - UFOP CENTRO DESPORTIVO DA UFOP - CEDUFOP LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA BACHARELADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA COMISSÃO DE TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO NORMAS PARA ELABORAÇÃO

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico ETEC Monsenhor Antônio Magliano Código: 088 Município: Garça Eixo Tecnológico: CONTROLE E PROCESSOS INDUSTRIAIS Habilitação Profissional: Técnica de Nível

Leia mais

Projeto Academia de Liderança. Edição 2014 Turma 1 Novas Lideranças

Projeto Academia de Liderança. Edição 2014 Turma 1 Novas Lideranças Projeto Academia de Liderança Edição 2014 Turma 1 Novas Lideranças APRESENTAÇÃO A Academia de Liderança é realizada pelo Senar-MT e visa levar conhecimentos e informações para as Lideranças Sindicais,

Leia mais

COLEGIADO DE ENFERMAGEM REGULAMENTO PARA PRÁTICAS DE CAMPO EM ENFERMAGEM TÍTULO ÚNICO DAS PRÁTICAS DE CAMPO CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO

COLEGIADO DE ENFERMAGEM REGULAMENTO PARA PRÁTICAS DE CAMPO EM ENFERMAGEM TÍTULO ÚNICO DAS PRÁTICAS DE CAMPO CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO COLEGIADO DE ENFERMAGEM REGULAMENTO PARA PRÁTICAS DE CAMPO EM ENFERMAGEM TÍTULO ÚNICO DAS PRÁTICAS DE CAMPO CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO Art. 1º. As Práticas de Campo do Curso de Enfermagem parte integrante

Leia mais

Projeto. Supervisão. Escolar. Adriana Bührer Taques Strassacapa Margarete Zornita

Projeto. Supervisão. Escolar. Adriana Bührer Taques Strassacapa Margarete Zornita Projeto de Supervisão Escolar Adriana Bührer Taques Strassacapa Margarete Zornita Justificativa O plano de ação do professor pedagogo é um guia de orientação e estabelece as diretrizes e os meios de realização

Leia mais

RESOLUÇÃO N o 38 de 30/12/2011 - CAS

RESOLUÇÃO N o 38 de 30/12/2011 - CAS RESOLUÇÃO N o 38 de 30/12/2011 - CAS O Conselho Acadêmico Superior (CAS), no uso de suas atribuições conferidas pelo Estatuto da Universidade Positivo (UP), dispõe sobre as normas acadêmicas dos cursos

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO DE GESTÃO DA INFORMAÇÃO PROJETO AÇÕES EM COMUM NA UFPR: UNINDO TALENTOS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO DE GESTÃO DA INFORMAÇÃO PROJETO AÇÕES EM COMUM NA UFPR: UNINDO TALENTOS UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO DE GESTÃO DA INFORMAÇÃO PROJETO AÇÕES EM COMUM NA UFPR: UNINDO TALENTOS FACULDADES INTEGRADAS DO BRASIL PROJETO INFORMÁTICA CIDADÃ GRUPO DE PESQUISA INFORMÁTICA

Leia mais

Universidade Federal do Ceará Engenharia da Computação Campus de Sobral. Regulamento de Programa de Atividades Complementares

Universidade Federal do Ceará Engenharia da Computação Campus de Sobral. Regulamento de Programa de Atividades Complementares Universidade Federal do Ceará Engenharia da Computação Campus de Sobral Regulamento de Programa de Atividades Complementares Abril de 2010 SUMÁRIO Sumário INTRODUÇÃO... 3 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES... 3

Leia mais

GESTÃO SENAI, SUA CONQUISTA PROFISSIONAL

GESTÃO SENAI, SUA CONQUISTA PROFISSIONAL GESTÃO SENAI, SUA CONQUISTA PROFISSIONAL ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DOS CURSOS 1. TÍTULO AUXILIAR ADMINISTRATIVO CÓD. CBO 411 Preparar profissionais para prestar serviços de apoio e suporte às atividades administrativas,

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES NO ÂMBITO DA FACET

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES NO ÂMBITO DA FACET REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES NO ÂMBITO DA FACET 1. DO CONCEITO E PRINCÍPIOS 1.1 As Atividades Complementares são componentes curriculares de caráter acadêmico, científico e cultural cujo foco

Leia mais

PLANO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DO PRONATEC

PLANO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DO PRONATEC PLANO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DO PRONATEC Dados da Instituição Razão Social Esfera Administrativa Site de Instituição Universidade Federal de Viçosa - Campus UFV Florestal Central de

Leia mais

Regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso TCC

Regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso TCC Regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso TCC Capítulo I Das Condições Gerais 1 O aluno do curso, cuja estrutura curricular contemple o TCC, deve se matricular na disciplina conforme as normas institucionais

Leia mais

PROEX E DIREÇÃO DO CURSO DE DIREITO 1º/2013

PROEX E DIREÇÃO DO CURSO DE DIREITO 1º/2013 PROEX E DIREÇÃO DO CURSO DE DIREITO 1º/2013 EDITAL Nº 1, 9 DE ABRIL DE 2013 A Direção do Curso de Direito da Universidade Católica de Brasília UCB, no uso de suas atribuições institucionais, torna pública

Leia mais

Regulamento dos Cursos da Diretoria de Educação Continuada

Regulamento dos Cursos da Diretoria de Educação Continuada Regulamento dos Cursos da Diretoria de Educação Continuada Art. 1º Os Cursos ofertados pela Diretoria de Educação Continuada da Universidade Nove de Julho UNINOVE regem-se pela legislação vigente, pelo

Leia mais

Al. dos Pamaris, 308 Moema São Paulo / SP - CEP: 04086-020 Fone: 11 5535-1397 Fax: 11 5531-5988 www.humus.com.br

Al. dos Pamaris, 308 Moema São Paulo / SP - CEP: 04086-020 Fone: 11 5535-1397 Fax: 11 5531-5988 www.humus.com.br PALESTRAS E CURSOS IN COMPANY PARA O ENSINO SUPERIOR ACADÊMICOS A Coordenação de Curso e sua Relevância no Processo de Competitividade e Excelência da IES Acessibilidade: requisito legal no processo de

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SANTOS REGULAMENTO DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA. Para os propósitos deste documento são aplicáveis as seguintes definições:

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SANTOS REGULAMENTO DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA. Para os propósitos deste documento são aplicáveis as seguintes definições: 1 UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SANTOS REGULAMENTO DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Para os propósitos deste documento são aplicáveis as seguintes definições: Professor-autor é aquele que possui pleno domínio da área

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA (FIC)

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA (FIC) SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SERTÃO PERNAMBUCANO PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO E CULTURA PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL

Leia mais

ANEXO III. Regulamentação da Educação Profissional Técnica de Nível Médio Integrado na Modalidade Educação de Jovens e Adultos. Capítulo I Da admissão

ANEXO III. Regulamentação da Educação Profissional Técnica de Nível Médio Integrado na Modalidade Educação de Jovens e Adultos. Capítulo I Da admissão ANEXO III ORGANIZAÇÃO DIDÁTICA DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA SERTÃO PERNANBUCANO Resolução nº 031/2010 De 30 de setembro de 2010 Regulamentação da Educação Profissional Técnica

Leia mais

1. DA MODALIDADE DO PROGRAMA E DOS SEUS OBJETIVOS

1. DA MODALIDADE DO PROGRAMA E DOS SEUS OBJETIVOS REGIMENTO INTERNO DOS CURSOS DE DESENVOLVIMENTO DE SERVIDORES PRÓ-REITORIA DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL COORDENADORIA DE DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS 1. DA MODALIDADE DO PROGRAMA E DOS SEUS OBJETIVOS

Leia mais

Portfolio de cursos TSP2

Portfolio de cursos TSP2 2013 Portfolio de cursos TSP2 J. Purcino TSP2 Treinamentos e Sistemas de Performance 01/07/2013 Como encantar e fidelizar clientes Visa mostrar aos participantes a importância do conhecimento do cliente,

Leia mais

Estrutura e Funcionamento do Curso Superior Tecnologia em Gestão Pública na modalidade a Distância

Estrutura e Funcionamento do Curso Superior Tecnologia em Gestão Pública na modalidade a Distância Estrutura e Funcionamento do Curso Superior Tecnologia em Gestão Pública na modalidade a Distância CURSO SUPERIOR TECNOLOGIA EM GESTÃO PÚBLICA Nº de Alunos Nº de Telessalas Nº de Municípios 4.200 120 95

Leia mais

CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU EM PSICOPEDAGOGIA PROJETO PEDAGÓGICO

CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU EM PSICOPEDAGOGIA PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU EM PSICOPEDAGOGIA PROJETO PEDAGÓGICO Campo Limpo Paulista 2012 1 CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU EM PSICOPEDAGOGIA Marcos Legais Resolução CNE CES 1 2002 Resolução CNE

Leia mais

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES CENTRO DE PÓS-GRADUAÇÃO. Sumário I) OBJETIVO 02. 1) Público alvo 02. 2) Metodologia 02. 3) Monografia / Trabalho final 02

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES CENTRO DE PÓS-GRADUAÇÃO. Sumário I) OBJETIVO 02. 1) Público alvo 02. 2) Metodologia 02. 3) Monografia / Trabalho final 02 Sumário Pág. I) OBJETIVO 02 II) ESTRUTURA DO CURSO 1) Público alvo 02 2) Metodologia 02 3) Monografia / Trabalho final 02 4) Avaliação da aprendizagem 03 5) Dias e horários de aula 03 6) Distribuição de

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE SECRETARIA DE RECURSOS HUMANOS COORDENAÇÃO DE GESTÃO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS EDITAL CGDP/SRH Nº 13/2011

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE SECRETARIA DE RECURSOS HUMANOS COORDENAÇÃO DE GESTÃO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS EDITAL CGDP/SRH Nº 13/2011 UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE SECRETARIA DE RECURSOS HUMANOS COORDENAÇÃO DE GESTÃO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS EDITAL CGDP/SRH Nº 13/2011 ABERTURA E DISPOSIÇÕES GERAIS DO CURSO PREPARATÓRIO PARA

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Plano de Trabalho Docente - 2015

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Plano de Trabalho Docente - 2015 Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Plano de Trabalho Docente - 2015 ETEC MONSENHOR ANTÔNIO MAGLIANO Código: 088 Município: GARÇA EE: Controle e Processos Industriais Eixo Tecnológico: INDÚSTRIA

Leia mais

PLANO DE AÇÃO COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO

PLANO DE AÇÃO COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO PLANO DE AÇÃO COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO 2014 APRESENTAÇÃO O Plano de Ação ora apresentado planeja o processo da Autoavaliação Institucional, que vem se consolidando na Faculdade Norte Capixaba de São

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE MONITORIA VOLUNTÁRIA 2008

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE MONITORIA VOLUNTÁRIA 2008 UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS - UEMG ESCOLA DE DESIGN ED COORDENAÇÃO DE EXTENSÃO NUCLEO INTEGRADOR DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS - NIPP PROGRAMA INSTITUCIONAL DE MONITORIA VOLUNTÁRIA 2008 Aprovado pelo

Leia mais

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico. Professor: Renato Custódio da Silva

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico. Professor: Renato Custódio da Silva PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015 Ensino Técnico Código: 0262 ETEC ANHANQUERA Município: Santana de Parnaíba Componente Curricular: Ética e Cidadania Organizacional Eixo Tecnológico: Segurança

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR APROVADO PELA RESOLUÇÃO

Leia mais

União Metropolitana de Educação e Cultura. Interdisciplinar I Módulo CSTs: RH, Logística e GESCOM

União Metropolitana de Educação e Cultura. Interdisciplinar I Módulo CSTs: RH, Logística e GESCOM União Metropolitana de Educação e Cultura Interdisciplinar I Módulo CSTs: RH, Logística e GESCOM Lauro de Freitas - BAHIA 2013 2 JUSTIFICATIVA A principal justificativa para o desenvolvimento e implementação

Leia mais

SERVIÇO SOCIAL MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO. 2º Semestre de 2012

SERVIÇO SOCIAL MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO. 2º Semestre de 2012 SERVIÇO SOCIAL MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO 2º Semestre de 2012 COORDENAÇÃO GERAL Diretor Geral Prof. Adalberto Miranda Distassi Coordenadoria Geral de Estágios Prof. Ricardo Constante Martins Coordenador

Leia mais

FATEC EaD TECNOLOGIA EM GESTÃO EMPRESARIAL PROJETO INTERDISCIPLINAR SÃO PAULO 2014

FATEC EaD TECNOLOGIA EM GESTÃO EMPRESARIAL PROJETO INTERDISCIPLINAR SÃO PAULO 2014 1 FATEC EaD TECNOLOGIA EM GESTÃO EMPRESARIAL PROJETO INTERDISCIPLINAR SÃO PAULO 2014 2 Sumário 1. Introdução... 3 2. Finalidade do Projeto Interdisciplinar... 3 3. Disciplinas Contempladas... 4 4. Material

Leia mais

O Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores possui flexibilidade para atender dois tipos de certificações intermediárias, que são:

O Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores possui flexibilidade para atender dois tipos de certificações intermediárias, que são: 1) Formas de participação do Corpo Discente: O Colegiado do Curso é um órgão consultivo, deliberativo e normativo, onde é possível a participação do corpo discente nas decisões que competem a exposição

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu. MBA em Estratégia e Liderança Empresarial

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu. MBA em Estratégia e Liderança Empresarial Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Estratégia e Liderança Empresarial Apresentação O programa de MBA em Estratégia e Liderança Empresarial tem por objetivo preparar profissionais para

Leia mais

ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO. A disciplina de Estágio Supervisionado ocorrerá, sempre que possível, da seguinte

ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO. A disciplina de Estágio Supervisionado ocorrerá, sempre que possível, da seguinte ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO forma: A disciplina de Estágio Supervisionado ocorrerá, sempre que possível, da seguinte 1. Primeiro contato com a administração e o serviço de supervisão

Leia mais

Regulamento da Pós-Graduação Lato Sensu

Regulamento da Pós-Graduação Lato Sensu Regulamento da Pós-Graduação Lato Sensu CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º - Os cursos de pós-graduação lato sensu da FACULDADE UNIDA são regidos pela Resolução n. º 01, de 8 de junho de 2007,

Leia mais

ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO DE RIO CLARO ASSOCIAÇÃO DE ESCOLAS REUNIDAS - ASSER

ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO DE RIO CLARO ASSOCIAÇÃO DE ESCOLAS REUNIDAS - ASSER 1 ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO DE RIO CLARO ASSOCIAÇÃO DE ESCOLAS REUNIDAS - ASSER ATIVIDADES ACADÊMICAS CURRICULARES COMPLEMENTARES (A.A.C.C.) DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO: ATIVIDADES

Leia mais

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010. Carga Horária Semestral: 80 Semestre do Curso: 6º

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010. Carga Horária Semestral: 80 Semestre do Curso: 6º PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010 Curso: Pedagogia Disciplina: Conteúdos e Metodologia de Língua Portuguesa Carga Horária Semestral: 80 Semestre do Curso: 6º 1 - Ementa (sumário, resumo) Fundamentos

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Grupos de trabalho: formação Objetivo: elaborar atividades e

Leia mais

ROTEIRO PARA MONTAGEM DE CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO EM NÍVEL DE ESPECIALIZAÇÃO

ROTEIRO PARA MONTAGEM DE CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO EM NÍVEL DE ESPECIALIZAÇÃO UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS ASSESSORIA DE PÓS GRADUAÇÃO E PESQUISA ROTEIRO PARA MONTAGEM DE CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO EM NÍVEL DE ESPECIALIZAÇÃO i:\latosens\rot_esp.doc Pelotas, março de 1996 PROCEDIMENTOS

Leia mais

REGULAMENTO DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS ESUDA. Capítulo I Das Disposições Preliminares

REGULAMENTO DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS ESUDA. Capítulo I Das Disposições Preliminares Capítulo I Das Disposições Preliminares Art. 1º Os cursos de Pós-Graduação Lato Sensu da Faculdade de Ciências Humanas ESUDA orientam-se pelas normas especificadas neste Regulamento e estão sujeitos ao

Leia mais

Lição 4 Avaliação na EAD

Lição 4 Avaliação na EAD Estudo e Aprendizado a Distância 89 Após concluir o estudo desta lição, esperamos que você possa: identifi car a fi nalidade de um objetivo de aprendizagem; identifi car o conceito de avaliação da aprendizagem;

Leia mais

1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO PLANO DE ENSINO 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Sistemas de Informação Professores: Rafael Francisco Thibes thibes@uniarp.edu.br Período/ Fase: 5º Semestre:

Leia mais

FACULDADE ADVENTISTA DA BAHIA REGULAMENTO DE MONITORIA DO CURSO DE PEDAGOGIA

FACULDADE ADVENTISTA DA BAHIA REGULAMENTO DE MONITORIA DO CURSO DE PEDAGOGIA FACULDADE ADVENTISTA DA BAHIA REGULAMENTO DE MONITORIA DO CURSO DE PEDAGOGIA Cachoeira, março de 2011 REGULAMENTO DE MONITORIA ACADÊMICA DO CURSO DE PEDAGOGIA Capítulo I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º

Leia mais

REGIMENTO INTERNO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA ESCOLA DO PARLAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO

REGIMENTO INTERNO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA ESCOLA DO PARLAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO REGIMENTO INTERNO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA ESCOLA DO PARLAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO Sumário TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES... 3 CAPÍTULO I Da Caracterização do Curso... 3 CAPÍTULO

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS POLÍTICA DE TREINAMENTO

MANUAL DE PROCEDIMENTOS POLÍTICA DE TREINAMENTO 2/08/203 Recursos. INTRODUÇÃO A Política de Treinamento tem por objetivo estabelecer critérios para o tratamento das solicitações de Capacitação, Desenvolvimento, Cursos Intensivos, Seminários, Palestras,

Leia mais

Regulamento para Programa de Orientação

Regulamento para Programa de Orientação Regulamento para Programa de Orientação Capítulo I Disposição Geral Art. 1. O Título de Pós-Graduação Lato Sensu em Direito será conferido ao aluno que, além de ter cursado com frequência e aproveitamento

Leia mais

NORMAS PARA REALIZAÇÃO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DE GRADUAÇÃO EM FONOAUDIOLOGIA.

NORMAS PARA REALIZAÇÃO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DE GRADUAÇÃO EM FONOAUDIOLOGIA. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CURSO DE GRADUAÇÃO EM FONOAUDIOLOGIA COORDENAÇÃO DE TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) NORMAS PARA REALIZAÇÃO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DE GRADUAÇÃO EM

Leia mais

CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS. Regulamento - Núcleo de Apoio Fiscal e Contábil NAF

CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS. Regulamento - Núcleo de Apoio Fiscal e Contábil NAF CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Regulamento - Núcleo de Apoio Fiscal e Contábil NAF Art. 1º. A Faculdade Cenecista de Bento Gonçalves - FACEBG entende que a Educação Superior além de profissionalizar deve

Leia mais

REGULAMENTO PARA ELABORAÇÃO DE TRABALHO DE GRADUAÇÃO DE TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA

REGULAMENTO PARA ELABORAÇÃO DE TRABALHO DE GRADUAÇÃO DE TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA Faculdade de Tecnologia de Americana Curso Superior de Tecnologia em Logística REGULAMENTO PARA ELABORAÇÃO DE TRABALHO DE GRADUAÇÃO DE TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA Americana, SP 2015 SUMÁRIO 1 SOBRE O TRABALHO

Leia mais

Formação em Gestão Acadêmica

Formação em Gestão Acadêmica PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO PRÓ-REITORIA DE GESTÃO DE PESSOAL COORDENAÇÃO DE ENSINO E INTEGRAÇÃO ACADÊMICA NÚCLEO DE FORMAÇÃO PARA DOCÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR Formação em Gestão Acadêmica Cruz das Almas-BA

Leia mais

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO 2010

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO 2010 PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO 2010 Curso: Pedagogia Disciplina: Planejamento e Avaliação da Educação Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 6º 1 - Ementa (sumário resumo) Aspectos históricos

Leia mais

REGULAMENTO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO/PSICOPEDAGÓGICO NAP/NAPP. Do Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico

REGULAMENTO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO/PSICOPEDAGÓGICO NAP/NAPP. Do Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico REGULAMENTO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO/PSICOPEDAGÓGICO NAP/NAPP Capítulo I Do Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico Art. 1º O Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico- NAP/NAPP do Centro de Ensino

Leia mais

CRManager. CRManager. TACTIUM CRManager. Guia de Funcionalidades. Versão 5.0 TACTIUM CRManager Guia de Funcionalidades. www.softium.com.

CRManager. CRManager. TACTIUM CRManager. Guia de Funcionalidades. Versão 5.0 TACTIUM CRManager Guia de Funcionalidades. www.softium.com. Tactium Tactium CRManager CRManager TACTIUM CRManager Guia de Funcionalidades 1 O TACTIUM CRManager é a base para implementar a estratégia de CRM de sua empresa. Oferece todo o suporte para personalização

Leia mais

Formação de Formadores

Formação de Formadores REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MESTRADO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO: Formação de Formadores São Paulo 2012 1 Sumário Título I Da Constituição do Programa... 03 Capítulo I Dos Fins e Objetivos... 03 Capítulo II

Leia mais

RESOLUÇÃO FADISA Nº. 005/2006 CONSELHO SUPERIOR DA FACULDADE DE DIREITO SANTO AGOSTINHO FADISA

RESOLUÇÃO FADISA Nº. 005/2006 CONSELHO SUPERIOR DA FACULDADE DE DIREITO SANTO AGOSTINHO FADISA RESOLUÇÃO FADISA Nº. 005/2006 CONSELHO SUPERIOR DA FACULDADE DE DIREITO SANTO AGOSTINHO FADISA O Presidente do CONSELHO SUPERIOR DA FACULDADE DE DIREITO SANTO AGOSTINHO- FADISA, Professor Dr. ELTON DIAS

Leia mais

PLANO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DO PRONATEC

PLANO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DO PRONATEC PLANO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DO PRONATEC Dados da Instituição Razão Social Esfera Administrativa Site de Instituição e do Programa Universidade Federal de Viçosa - Campus UFV Florestal

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 009/98 DA CONGREGAÇÃO DA ESCOLA DE FARMÁCIA E ODONTOLOGIA DE ALFENAS

RESOLUÇÃO Nº 009/98 DA CONGREGAÇÃO DA ESCOLA DE FARMÁCIA E ODONTOLOGIA DE ALFENAS RESOLUÇÃO Nº 009/98 DA CONGREGAÇÃO DA ESCOLA DE FARMÁCIA E ODONTOLOGIA DE ALFENAS A Congregação da Escola de Farmácia e Odontologia de Alfenas, no uso de suas atribuições regimentais e tendo em vista o

Leia mais

CURSOS ADMINISTRAÇÃO E CIÊNCIAS CONTÁBEIS

CURSOS ADMINISTRAÇÃO E CIÊNCIAS CONTÁBEIS PROJETO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES ANO 2007 CURSOS ADMINISTRAÇÃO E CIÊNCIAS CONTÁBEIS INTRODUÇÃO: Tendo como objetivo propiciar ao aluno um conjunto de oportunidades que se refletirão, de forma direta

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA REGULAMENTO DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 1. Definição A Iniciação Científica é uma atividade de investigação, realizada por estudantes de graduação, no âmbito de projeto de pesquisa, orientada por

Leia mais