ANÁLISE DA PROPAGANDA INSTITUCIONAL GENTE QUE FAZ

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ANÁLISE DA PROPAGANDA INSTITUCIONAL GENTE QUE FAZ"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA CAMPUS DE BAURU FAAC ANÁLISE DA PROPAGANDA INSTITUCIONAL GENTE QUE FAZ CURSO: PÓS-GRADUAÇÃO ÁREA: COMUNICAÇÃO PROFª DRª NELYSE MELRO SALZEDAS DISCIPLINA: PROCESSO DE LEITURA: ESTÉTICA DA RECEPÇÃO ALUNA: ADRIANA NIGRO CARDIA BAURU/SP

2 1- Introdução Partindo da preposição da Estética da Recepção em reformular a interpretação textual, sugerimos a análise da propaganda institucional, criada pela equipe do Departamento de Comunicação e Marketing do Banco Bamerindus, entitulada Gente que Faz, veiculada periodicamente aos sábados e transmitida em horário nobre (20hs) pela Rede Globo de Televisáo, considerando-a como texto oral e fílmico sob alguns aspectos da linguística textual, abordada pelos teóricos deste, tão originariamente ligada aos processos de comunicação como um todo. Tomar-se-á como instrumentos de análise, formulações como aquelas elaboradas por teóricos e analistas da Estética da Recepção que apontam para uma mudança no paradigma da investigação discursiva, como o ato da leitura refletido a um duplo horizonte, o implicado pela obra e o projetado pelo leitor de determinada sociedade, voltando-se para as condições sócio-históricas das diversas interpretações textuais ( CORTEZ, 1995) em que é considerada a efetiva competência dos receptores, implicadas no plano sincrônico e diacrônico, dos quais faremos diversas considerações durante o presente trabalho. Assim, considerando a produção textual enquanto produção (codificação), recepção ( decodificação) e comunicação ( processo), sempre voltada para o receptor, esta irá requerer do leitor as condições indispensáveis de ordem semiótica no processo de decoficação da mensagem de um texto qualquer, seja ele escrito, oral, filmico ou pictório. Dessa forma, iniciamos a nossa análise sob o aspecto da ordem sintagmática autorobra-leitor, voltando-se para o universo do autor e sob a ótica da reflexão de Sartre: O que escrever? Por que escrever? Para quem escrever? princípios básicos da comunicação textual. 2 Objeto de análise A idéia de veiculação de uma propaganda institucional partiu da equipe do departamento de Comunicação do Banco Bamerindus, devido a um conceito mais abrangente sobre as atuações das Assessorias de Imprensa e seus departamentos de 2

3 Marketing e Relações Públicas em disseminar o seu leque de atuação, fugindo assim da publicidade tradicional, já desgastada. Diante da necessidade do uso de novas estratégias de marketing e dentro do novo contexto mundial da globalização e conseqüente competitividade, o setor bancário sofreu intensa reestruturação devido às recentes mudanças na economia nacional. O conceito do liberalismo sem fronteiras dita as regras do atual jogo mercantilista, pressuposto que para ingressar nesse time de novos empreendedores, a mudança de atitudes e a perseguição de um ideal são os ingredientes possíveis para a realização de novas aspirações. A nova comunicação nas empresas modernas propõe o planejamento de estratégias, programas e projetos de comunicação empresarial, numa leitura minuciosa do meio ambiente com o objetivo de implantar uma imagem institucional de consenso identidade forte e transparente para a projeção externa em torno do sistema organizacional ( REGO, 1986). 1- Fundamentação teórica para a análise do objeto Partindo do pressuposto que todo comunicador deve prover-se de uma capacidade empática primeiro grau da Teoria Física da Informação e perceptiva processo pelo qual chegamos às expectativas, às antecipações das condições psicoógicas internas do homem a fim de obter uma interação ideal com o público-alvo, buscar-se-à fundamentos para essa interação na psicologia social das massas para a elaboração das mensagens, pesquisando-se as devidas condições de percepção, decodificação, interpretação e incorporação de seus conteúdos ( D AZEVEDO, 1971). Dessa forma, o caráter da propaganda institucional leva também o propósito de qualquer outra campanha publicitária, a de promover uma corrente de consciëncia. Porém, o caráter apelativo e persuasivo da propaganda tradicional é abandonado, enfatizando o contexto de veracidade das informações, conduzidas sugestivamente em caráter jornalístico a um significado contextual e cognitivo, semelhantes a fatos relatados no noticiário televisivo. O forte apelo emocional caracterizado pelas imagens, signos analógicos, referentes ao código icônico, principal meio da mensagem televisiva, é de tom poético e 3

4 emotivo em cada case 1. Como revela Jacques Aumont, a imagem tem por função primeira garantir, reforçar, reafirmar e explicar nossa relação com o mundo visual, desempenhando papel de descoberta do visual. Essa relação é essencial para nossa atividade intelectual. Assim, como o reconhecimento está para apreensão do visível, para as funções mais diretamente sensoriais, a rememoração é colocada como a mais profunda e essencial, reativando a memória e o intelecto, além do raciocínio. Portanto, reconhecer alguma coisa em uma imagem é identificar, pelo menor em parte, o que nela é visto. O trabalho de reconhecer apóia-se na memória. A constância perceptiva é a comparação incessante que fazemos entre o que vemos e o que vimos ( AUMONT, 1995). Quanto aos códigos que intervêm para definir uma mensagem na TV, enquanto composta de imagens, sons musicais, emissões verbais e ruídos, Bordenave fundamenta-os em três: o icönico, o linguístico e o sonoro, que se manifestam por vários subcódigos, dede a linguagem especializada, estilo de produtores, tendência dos autores musicais, exploração de conotações culturais ou sociais pelas imagens apresentadas, apectos estéticos de cada imagem, etc. Ora, se os códigos de comunicação de uma cultura refletem a própria cultura de uma sociedade, esses códigos indicam os papéis apropriados e oportunos para a concretização de uma mensagem, como destaca Ingarden, referindo-se ao preenchimento dos pontos de indeterminação de um texto que... Daí a diferença entre o cognitivo e o emotivo ser ressaltada uma vez que o receptor reage à maneira de usar a linguagem ou às circunstáncias em que ela é usada. 4 Os Cases Dos os 39 programas (cases), três deles foram selecionados, a fim de guiar a nossa releitura e que, de acordo com a vivência e expectativa da autora deste trabalho, considerou-se os mais significativos. Case nº 31 História sobre os sisaleiros do Nordeste 1 Projeto de comunicação 4

5 Case nº 38 História sobre a freira Luiza, a irmã Faustina Case nº 39 História de três estudantes universitários de Jaboticabal A seguir, transcreveremos um deles, a história dos sisaleiros, a fim de abordarmos, com maior ênfase, o caráter lingüístico do texto oral: 1 VINHETA DE APRESENTAÇÃO DO BANCO BAMERINDUS 2 - LOCUTOR: BAMERINDUS APRESENTA: - segue logotipo representando as iniciais das palavras Banco e Bamerindus na cor branca, identificadas pelo fundo verde que simboliza a filosofia primária da instituição bancária em financiar projetos para a agricultura o verde cor das matas brasileiras, cor do campo. 3 LOCUTOR: GENTE QUE FAZ. 4 A seguir, entra a vinheta de apresentação do programa, destacando a palara GENTE, também na cor verde que caracteriza a instituição em letras bastão grossas, porém não uniformes, revelando um caráter intimista entre a palavra e o modo como ela foi escrita, como se qualquer pessoa pudesse fazê-lo, separada por um traço que caminha junto com o slogan do case através da computação gráfica. Abaixo, as palavras QUE FAZ aparecem em letras bastão alongadas. 5- LOCUTOR: Desde sempre foi assim no sertão. A seca chega, o gado emagrece, os homens partem. Em Valente, no norte da Bahia, a paisagem é igual. Os homens é que são diferentes. 6- DEPOIMENTO: Ivo Ferreira sisaleiro Parece que até esse nome de Valente acentou bem, porque é só quem é valente mesmo e corajoso pra enfrentar essa parada 5

6 7- LOCUTOR: As pessoas daqui resolveram resistir.em Valente, já não existe a ilusão de mudar para a cidade grande. 8- DEPOIMENTO: Luiz Mota Souza sisaleiro Chega lá, não encontra a solução que vai em busca e, às vezes, sai com a fome e volta com a fome dobrada, né! 9- LOCUTOR: A forá pra lutar eles tiram do sisal, a única lavoura que ainda resiste à seca. Uma fibra táo forte como esses sertanejos. 10- DEPOIMENTO: Ivo Ferreira sisaleiro O problema é a gente lutar junto e confiar e chamar por Deus para ver se um dia ele resolve esse problema. Pensar em melhorar a situação da nossa região. 11- LOCUTOR: Em vez de apenas vender o sisal, os pequenos produtores se uniram para comprar máquinas e beneficiar a fibra. 12- DEPOIMENTO: Reinaldo de Oliveira sisaleiro: Quando as pessoas começam a trabalhar junto e se acreditam uns nos outros, quando os pequenos acreditam uns nos outros... eu acho que é possível a gente adquirir uma saída. 13- LOCUTOR: Do sisal eles aprenderam a aproveitar tudo. O que sobra da fibra alimenta os animais, aduba a terra. Com irrigação, até a água se multiplica. Cada gora gera seus frutos, ajuda a manter a vida no sertão. 14- DEPOIMENTO: Erenita dos Santos: Quando a gente sente a necessidade do irmão, a gente sente que pode dar uma solução, a gente se sente feliz. 15- DEPOIMENTO: Luiz Mota Souza: Eu nào acredito que nóis chegue a um fim da vida e nào encontre um resultado. Eu tenho fé que a gente encontra uma solução 6

7 para combater essa seca, mesmo com a falta de chuva..., mas se ecnontra jeito para combater ela e näo deixar só ela nos combater. 16-LOCUTOR: Os sisaleiros do Nordeste são gente que faz. 17- FECHAMENTO: Vinheta com o slogan do case Gente que faz, seguindo o logotipo do Banco. 18- LOCUTOR: Bamerindus O Brasil se faz com gente que faz. 5- Processo de Leitura Logo no início do texto oral, o narrdaor enfatiza que a paisagem daquele local é semelhante às das outras regiões áridas do sertão brasileiro, porém só os homens de lá é que são diferentes. Daí a idéia de que a mudança de atitude pressupõe-se ser diferente. O nome do lugarejo, Valente, contribui imensamente para reforçar a idéia de ser resistente às dificuldades do dia-a-dia, até no sertão brasileiro, lugar a princípio, inóspito às condições de sobrevivência. A narrativa mostra a idéia de cooperação e associativismo, tão sugeridas no atual momento econômico mundial. Assim, a busca de soluções para um problema mostra que é possível a realização de um ideal. O depoimento de terceiros são acrescentados para reforçar ao caráter da veracidade das informações. A chamada Bamerindus- O Brasil se faz com gente que faz, dá o enfoque analógico de que, caso o público em potencial ( independente de raça e cor ) venha a aderir ao conceito de realização pessoal, amparando-se num eventual crédito financeiro, queo faça, então, naquele banco. Com relação aos outros dois cases, ambos enfatizam o termo solidariedade, atualmente explorado pelas novas teorias de administração participativa, tanto voltadas para o público interno ( funcionários ) quanto para o público interno ( cliente, fornecedores e clientes em potencial ). 7

8 Quanto à referência para quem se comunicar, fica evidente que o conhecimento dos contextos extraverbais é indispensável para que as relações mensagem/codificador sejam contruídas e concretizadas. Isso significa que para que haja a apreensão de um texto, é preciso que ele perterça ao mesmo contexto cultural onde haverá uma troca de valores, como esclarece Clarice Cortez: Não só introduzimos o texto em nosso mundo como também a nossa vivência interfere no texto. Quando a autora faz esta afirmação podemos concluir que, havendo aceitação de um universo comum, o texto será concretizado, portanto, preenchendo os seu objetivos primários. Daí a produção de um conjunto de programas voltado para o mais diversificado público em potencial, narrando histórias de empresários de sucesso, desempregados que se viram como um empreendedor em potencial, trabalhadores de empresas públicas e privadas que fizeram de suas vidas a conquista de um ideal. Como se vê, esses instrumentos de concretização, como o despertar da consciência do cidadão comum num esforço de elevação do espírito individual, servem de escopo das intenções dos idealizadores deste case. A alta taxa de feedback foi comprovada pelo incentivo à equipe em continuar produzindo outra série de programas, requisitados também por escolas de administração. Porém, a princípio, a compreensão do texto oral é despretensiosa quanto para o seu próprio uso. Para que a interpretação atinja o seu fim universal ser objeto de reconstrução e análise esta deve valer-se de outras tantas experiências vividas. Na aceitação de um universo comum entre o texto e o receptor, no ato da leitura são renovadas as concepções sobre o mundo e seus valores. O efeito estético de um texto é dado, num primeiro momento, através da compreensão de sua narrativa e seus desdobramentos dramáticos. A última etapa, a aplicação, é dada na medida em que existe o interesse em transportar o texto para a realidade presente, formando assim, um julgamento que persuada e convença com precisão os outros possíveis intérpretes. Com isso, entendese que o texto que surge não se apresenta como novidade num espaço vazio, ou seja, os instrumentos de comunicação criados pelas assessorias não se valem de objetivos 8

9 inócuos, mas sim amparados em análise de situcionalidade que interferirão nos objetivos da campanha publicitária ( FÁVERO L. & KOCK, 1983 ). Deverá, então, o receptor, durante a interpretação, estar atento aos avisos, sinais visíveis e invisíveis, aos traços familiares, às condições implícitas despertando a lembrança do já lido ou já visto, que o conduzirá a uma certa postura emocional, antecipando a compreensão e direcionando-o à subjetividade da interpretação. Dessa forma, o receptor perceberá em diversos momentos uma nova leitura, ou seja, a cada interpretação surge uma nova leitura, fruída e valorada em condições diferentes, tanto a partir de horizontes mais restritos de sua expectativa, de acordo com seu grau de percepção e a somatória de conhecimentos adquiridos ao longo do tempo ( CORTEZ, 1995). Este fato explica o tempo de duração de uma campanha publicitária. Quando o receptor ou leitor real decodifica uma mensagem, observando algumas condições indispensáveis de ordem semiótica, passando de leitor passivo para leitor reflexivo, diz se que houve a fusão dos horizontes o implícito do texto e o representado pelo leitor no ato da leitura ou interpretação do texto ( LIMA, 1985). Portanto, o implícito contido nas histórias narradas será concretizado caso haja a convergência da estrutura do texto fílmico com a estrutura de interpretação do leitor, possibilitando a competência comunicativa. Essa competência comunicativa dar-se-à a partir da articulação dos códigos semânticos do texto, com a estrutura de mundo do leitor, pressupondo assim, que todo texto é parte de um contexto. Conclui-se, portanto, que o ato da leitura acontece com a fusão de dois horizontes: o que está implícito no texto e o representado pelo leitor. Assim, ao privilegiar o receptor, uma produção textual deverá ser concreta, contemporânea e integrada na mesma situação onde o texto foi produzido, compartilhando entre emissor e receptor os mesmos problemas, sendo os contextos extraverbais indispensáveis para que a relação leitor/texto seja reconstruída ( JAUSS, 1994). Observa-se, portanto, que os produtores do texto publicitário percorreram um caminho de integração com o mundo real do decodificador ( a intencionalidade), a fim de obterem o maior grau de eficácia nos propósiots desta comunicação. 9

10 Referências Bibliográficas AUMONT, Jacques. A Imagem. Trad. Estela dos Santos Abreu e Cláudio C. Santoro. 2ª ed. Campinas, Editora Papirus, BORDENAVE, Juan E. Días. O que é Comunicação. Editora Brasiliense. São Paulo, CORTEZ, Clarice Zamonaro. Os problemas do leitor, do texto e do ato da leitura. Texto produzido no curso de mestrado, na disciplina Estérica da Recepção,Unesp, D AZEVEDO, Marcello Casado. Teoria da Informação. Petrópolis. Editora Vozes, FÁVERO, L. & KOCK. Lingüística Textual: introdução. São Paulo, Editora Cortez, JAUSS, Hans Robert. A História da Literatura como Provocação à Teoria Literária. Trad. Tellaroli. São Paulo, Ed. Ática, LIMA, Luís Costa. A Literatura e o Leitor Seleção de textos de Estética da Recepção. São Paulo, Editora Paz e Terra, REGO, Francisco Gaudêncio Torquato do. Comunicação Empresarial/ Comunicação Institucional. Conceitos, Estratégias, Sistemas, Estrutura, Planejamento e Técnica. São Paulo, Summus Editorial,

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS Cultura Brasileira 1º PERÍODO O fenômeno cultural. Cultura(s) no Brasil. Cultura regional e

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO DOMÍNIO DA COMUNICAÇÃO ORAL PARA O SECRETÁRIO EXECUTIVO

A IMPORTÂNCIA DO DOMÍNIO DA COMUNICAÇÃO ORAL PARA O SECRETÁRIO EXECUTIVO A IMPORTÂNCIA DO DOMÍNIO DA COMUNICAÇÃO ORAL PARA O SECRETÁRIO EXECUTIVO Neusa Kreuz 1 RESUMO: É indiscutível a grande importância da linguagem oral no processo interacional humano. Trata-se da primeira

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 MISSÃO DO CURSO

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 MISSÃO DO CURSO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: 4001 Publicidade e Propaganda MISSÃO DO CURSO O curso de Publicidade e Propaganda do Centro Universitário Estácio Radial de São Paulo tem como missão formar

Leia mais

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO MCH0181 HISTÓRIAS EM QUADRINHOS SOB A PERSPECTIVA DA TEORIA BAKHTINIANA

Leia mais

Apresentação da FAMA

Apresentação da FAMA Pós-Graduação Lato Sensu CURSO DE ESPECIIALIIZAÇÃO 444 horras/aulla 1 Apresentação da FAMA A FAMA nasceu como conseqüência do espírito inovador e criador que há mais de 5 anos aflorou numa família de empreendedores

Leia mais

EMENTÁRIO DO CURO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA

EMENTÁRIO DO CURO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA EMENTÁRIO DO CURO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA LET 02630 LÍNGUA PORTUGUESA Noções gerais da língua portuguesa. Leitura e produção de diferentes tipos de textos, em especial os relativos à comunicação de

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

PROJETO MULTIDISCIPLINAR DE COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL - 2013 - PLANO DE COMUNICAÇÃO -

PROJETO MULTIDISCIPLINAR DE COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL - 2013 - PLANO DE COMUNICAÇÃO - PROJETO MULTIDISCIPLINAR DE COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL - 2013 - PLANO DE COMUNICAÇÃO - A estrutura a seguir foi desenvolvida com base no escopo da disciplina de Planejamento Estratégico de Comunicação,

Leia mais

Política de Comunicação do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) - PCS

Política de Comunicação do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) - PCS Política de Comunicação do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) - PCS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO DO SERVIÇO FEDERAL DE PROCESSAMENTO DE DADOS (SERPRO) - PCS A Política de Comunicação do Serviço

Leia mais

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Curso de Jornalismo CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Área 1 Jornalismo Especializado (1 vaga) Graduação Exigida: Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo Titulação mínima exigida:

Leia mais

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Camila Turati Pessoa (Universidade Federal de Uberlândia) camilatpessoa@gmail.com Ruben de Oliveira

Leia mais

Atendimento. Item 4- Publicidade e Propaganda

Atendimento. Item 4- Publicidade e Propaganda Atendimento Item 4- Publicidade e Propaganda Atendimento Item 4- Publicidade e Propaganda PUBLICIDADE X PROPAGANDA PUBLICIDADE Deriva de público (latim: publicus) Atendimento Item 4- Publicidade e Propaganda

Leia mais

COMO A PROPAGANDA FUNCIONA?

COMO A PROPAGANDA FUNCIONA? COMO A PROPAGANDA FUNCIONA? Definição: a manipulação planejada da comunicação visando, pela persuasão, promover comportamentos em benefício do anunciante que a utiliza. Funções: cabe a propaganda informar

Leia mais

EMENTÁRIO DO CURO DE JORNALISMO

EMENTÁRIO DO CURO DE JORNALISMO EMENTÁRIO DO CURO DE JORNALISMO LET 02630 LÍNGUA PORTUGUESA Noções gerais da língua portuguesa. Leitura e produção de diferentes tipos de textos, em especial os relativos à comunicação de massa. Os tipos

Leia mais

Fabiana BAGDONAS.. 2 João Paulo MARTIN 3 Myllena DE PONTES 4 Cintia dos Reis Barreto 5 Universidade Potiguar UnP, Natal/RN

Fabiana BAGDONAS.. 2 João Paulo MARTIN 3 Myllena DE PONTES 4 Cintia dos Reis Barreto 5 Universidade Potiguar UnP, Natal/RN Plano de Comunicação: Uma proposta de implantação de um setor de Comunicação na Cirne Motos Natal/RN 1 Fabiana BAGDONAS.. 2 João Paulo MARTIN 3 Myllena DE PONTES 4 Cintia dos Reis Barreto 5 Universidade

Leia mais

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO: TECENDO RELAÇÕES COM O PENSAMENTO DE PAULO FREIRE

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO: TECENDO RELAÇÕES COM O PENSAMENTO DE PAULO FREIRE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO: TECENDO RELAÇÕES COM O PENSAMENTO DE PAULO FREIRE Marcia Aparecida Alferes 1 Resumo O presente texto pretende refletir sobre a definição dos conceitos de alfabetização e letramento,

Leia mais

Palavras-chave: 1. Artes; 2. Audiovisual 3. Educação; 4. Rádio; 5. Vídeo

Palavras-chave: 1. Artes; 2. Audiovisual 3. Educação; 4. Rádio; 5. Vídeo Artes Audiovisuais: Estratégia cooperativa na modalidade Educação Jovem e Adulta - EJA STEFANELLI, Ricardo 1 Instituto Federal de Educação Tecnológica de São Paulo RESUMO O presente trabalho na disciplina

Leia mais

QUADRO CURSO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA QUADRO ANTERIOR A 2001 ATÉ O CURRICULO VIGENTE NO PRÓPRIO CURSO - 3 primeiros períodos

QUADRO CURSO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA QUADRO ANTERIOR A 2001 ATÉ O CURRICULO VIGENTE NO PRÓPRIO CURSO - 3 primeiros períodos QUADRO CURSO D PUBLICIDAD PROPAGANDA QUADRO ANTRIOR A 2001 ATÉ O CURRICULO VIGNT NO PRÓPRIO CURSO - 3 primeiros períodos DISCIPLINA A DISCIPLINA B CÓDIGO DISCIPLINA - 2008 C/H CUR -SO DISCIPLINA C/H CÓDIGO

Leia mais

A legislação e a Orientação Educacional

A legislação e a Orientação Educacional A legislação e a Orientação Educacional A legislação relacionada à educação no Brasil auxiliou o Orientador Educacional a fortalecer-se como profissional, muitas vezes embasado em pressupostos teóricos

Leia mais

DIVISÃO DE REGISTROS ACADÊMICOS Registros Acadêmicos da Graduação. Ementas por Curso 09/05/2011 14:54

DIVISÃO DE REGISTROS ACADÊMICOS Registros Acadêmicos da Graduação. Ementas por Curso 09/05/2011 14:54 Curso: DIVISÃO DE REGISTROS ACADÊMICOS Centro de Ciências Humanas e da Comunicação Comunicação Social (Noturno) Ano/Semestre: 011/1 09/05/011 1:5 COM.0000.0.000- COM.0001.0.001-0 COM.0019.01.001-7 FIL.0051.00.00-3

Leia mais

CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA

CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA 1 CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INTRODUÇÃO A PUBLICIDADE E PROPAGANDA... 4 02 HISTÓRIA DA ARTE... 4 03 COMUNICAÇÃO

Leia mais

FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA

FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA Profº Paulo Barreto Paulo.santosi9@aedu.com www.paulobarretoi9consultoria.com.br 1 DO MARKETING À COMUNICAÇÃO Conceitualmente, Marketing é definido por Kotler

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO/ 2013

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO/ 2013 Curso: Graduação: Habilitação: Regime: Duração: COMUNICAÇÃO SOCIAL BACHARELADO MATRIZ CURRICULAR PUBLICIDADE E PROPAGANDA SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL

Leia mais

As Cartilhas e a Alfabetização

As Cartilhas e a Alfabetização As Cartilhas e a Alfabetização Métodos globais: aprender a ler a partir de histórias ou orações Conhecer e respeitar as necessidades e interesses da criança; partir da realidade do aluno e estabelecer

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Nome da disciplina Evolução do Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação;

Leia mais

EXPERIÊNCIAS DE LEITURA, ESCRITA E MÚSICA

EXPERIÊNCIAS DE LEITURA, ESCRITA E MÚSICA EXPERIÊNCIAS DE LEITURA, ESCRITA E MÚSICA Aline Mendes da SILVA, Marcilene Cardoso da SILVA, Reila Terezinha da Silva LUZ, Dulcéria TARTUCI, Maria Marta Lopes FLORES, Departamento de Educação UFG - Campus

Leia mais

Projeto Integrado de Comunicação Do Bem Sucos Integrais: Peça de Mídia Impressa Recado do Bem 1

Projeto Integrado de Comunicação Do Bem Sucos Integrais: Peça de Mídia Impressa Recado do Bem 1 Projeto Integrado de Comunicação Do Bem Sucos Integrais: Peça de Mídia Impressa Recado do Bem 1 Amanda DIAS 2 Ana Carolina SACCOMANN 3 Beatriz REBELO 4 Bruna CLARA 5 Isabela SANTOS 6 Nathalia COBRA 7 Antonio

Leia mais

FUNÇÕES DA LINGUAGEM. Professor Jailton www.professorjailton.com.br

FUNÇÕES DA LINGUAGEM. Professor Jailton www.professorjailton.com.br FUNÇÕES DA LINGUAGEM Professor Jailton www.professorjailton.com.br Comunicação e Intencionalidade discursiva / Funções Intrínsecas do Texto Elementos básicos da comunicação; Texto e discurso/ a intenção

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO DE LETRAS DIEGO LOPES MACEDO ELIANA ANTUNES DOS SANTOS GILMARA PEREIRA DE ALMEIDA RIBEIRO

UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO DE LETRAS DIEGO LOPES MACEDO ELIANA ANTUNES DOS SANTOS GILMARA PEREIRA DE ALMEIDA RIBEIRO UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO DE LETRAS DIEGO LOPES MACEDO ELIANA ANTUNES DOS SANTOS GILMARA PEREIRA DE ALMEIDA RIBEIRO ANÁLISE DO DISCURSO DA PROPAGANDA MARLBORO SOROCABA 2014 1 Introdução O presente trabalho

Leia mais

Marcele Bastos. o Graduada em Comunicação Social - Relações Públicas. Fundamentos de marketing. o Especialista em Gestão - ênfase em Marketing

Marcele Bastos. o Graduada em Comunicação Social - Relações Públicas. Fundamentos de marketing. o Especialista em Gestão - ênfase em Marketing o Especialista em Gestão - ênfase em Marketing o Graduada em Comunicação Social - Relações Públicas o Docente universitária na disciplina Fundamentos de marketing o 12 anos de experiência em comunicação

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Evolução de Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS RESOLUÇÃO Nº xx/xxxx CONSELHO UNIVERSITÁRIO EM dd de mês de aaaa Dispõe sobre a criação

Leia mais

PROGRAMA DE APRENDIZAGEM MBA E PÓS-GRADUAÇÃO

PROGRAMA DE APRENDIZAGEM MBA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE APRENDIZAGEM MBA E PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL MBA e Pós-Graduação Cursos inovadores e alinhados às tendências globais Nossos cursos seguem modelos globais e inovadores de educação. Os professores

Leia mais

Cadernos do CNLF, Vol. XIII, Nº 04

Cadernos do CNLF, Vol. XIII, Nº 04 IMAGENS CONTEMPORÂNEAS: ABORDAGENS ACERCA DA ANÁLISE DA IMAGEM Elis Crokidakis Castro (UFRJ/UNESA/UNIABEU) eliscrokidakis@yahoo.it Caminhei até o horizonte onde me afoguei no azul (Emil de Castro) Para

Leia mais

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 901491 - EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução da teoria organizacional

Leia mais

OLIVEIRA, Luciano Amaral. Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática. São Paulo: 184 Parábola Editorial, 2010.

OLIVEIRA, Luciano Amaral. Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática. São Paulo: 184 Parábola Editorial, 2010. Resenha OLIVEIRA, Luciano Amaral. Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática. São Paulo: 184 Parábola Editorial, 2010. Leticia Macedo Kaeser * leletrasufjf@gmail.com * Aluna

Leia mais

ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2015.1

ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2015.1 ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2015.1 ARQUITETURA E URBANISMO Graduar arquitetos e urbanistas com uma sólida formação humana, técnico-científica e profissional,

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PEDAGOGIA Disciplina: Comunicação e Expressão Ementa: A leitura como vínculo leitor/texto através do conhecimento veiculado pelo texto escrito. Interpretação:

Leia mais

Negociação: conceitos e aplicações práticas. Dante Pinheiro Martinelli Flávia Angeli Ghisi Nielsen Talita Mauad Martins (Organizadores)

Negociação: conceitos e aplicações práticas. Dante Pinheiro Martinelli Flávia Angeli Ghisi Nielsen Talita Mauad Martins (Organizadores) Negociação: conceitos e aplicações práticas Dante Pinheiro Martinelli Flávia Angeli Ghisi Nielsen Talita Mauad Martins (Organizadores) 2 a edição 2009 Comunicação na Negociação Comunicação, visão sistêmica

Leia mais

A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL

A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL Introdução A partir da década de 90 as transformações ocorridas nos aspectos: econômico, político, social, cultural,

Leia mais

É Natural Educar Assim 1

É Natural Educar Assim 1 É Natural Educar Assim 1 Luana da Silva de ANDRADE 2 Larissa Santos de ASSIS 3 Luana Cristina KNOD 4 Rafaela Ritz dos SANTOS 5 Simone Cristina KAUFMANN 6 Tamires Lopes SILVA 7 YhevelinSerrano GUERIN 8

Leia mais

Discurso organizacional: motivando o servidor para o serviço público 1. Lidiane Malagone Pimenta 2

Discurso organizacional: motivando o servidor para o serviço público 1. Lidiane Malagone Pimenta 2 Discurso organizacional: motivando o servidor para o serviço público 1 Lidiane Malagone Pimenta 2 Resumo Uma prefeitura tem a missão de atender bem à população, oferecendo-lhe serviços públicos municipais

Leia mais

TELEJORNALISMO E ESTUDOS CULTURAIS

TELEJORNALISMO E ESTUDOS CULTURAIS Sétimo Fórum Nacional de Professores de Jornalismo Praia dos Ingleses, SC, abril de 2004 GT: Laboratório de Jornalismo Eletrônico Trabalho: TELEJORNALISMO E ESTUDOS CULTURAIS Autora: Célia Maria Ladeira

Leia mais

Heróis sempre vencem desafios: campanha publicitária para divulgação do Concurso Vestibular 2013 1

Heróis sempre vencem desafios: campanha publicitária para divulgação do Concurso Vestibular 2013 1 Heróis sempre vencem desafios: campanha publicitária para divulgação do Concurso Vestibular 2013 1 Juliana Pereira DULTRA 2 Cintia MOLETA 3 Larissa Kiefer de SEQUEIRA 4 Roberto Corrêa SCIENZA 5 Fernanda

Leia mais

COMUNICAÇÃO E TECNOLOGIA: O VÍDEO COMO VEÍCULO DE

COMUNICAÇÃO E TECNOLOGIA: O VÍDEO COMO VEÍCULO DE COMUNICAÇÃO E TECNOLOGIA: O VÍDEO COMO VEÍCULO DE COMUNICAÇÃO RURAL. Cenira Almeida Sampaio Marta Rocha do Nascimento As tecnologias de comunicação sempre foram tidas como instrumentos facilitadores e

Leia mais

Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. Publicidade e Propaganda 2011-2 ISSN 1982-1816. www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.

Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. Publicidade e Propaganda 2011-2 ISSN 1982-1816. www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais. Especial Online ISSN 1982-1816 www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.html DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO Publicidade e Propaganda 2011-2 DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO CAMPANHA DE POSICIONAMENTO

Leia mais

Emoção CONSTRUÇÃO DE MARCAS

Emoção CONSTRUÇÃO DE MARCAS Emoção Grande parte das nossas decisões de compra são feitas por impulso, de forma irracional, instintiva. Se temos dinheiro, compramos as marcas com as quais nos relacionamos emocionalmente. Cada marca

Leia mais

unesp Faculdade de Ciências e Letras Campus de Araraquara - SP Idalires da Silva Almeida Márcia Raquel Camani Mayara Ferreira

unesp Faculdade de Ciências e Letras Campus de Araraquara - SP Idalires da Silva Almeida Márcia Raquel Camani Mayara Ferreira unesp UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO Faculdade de Ciências e Letras Campus de Araraquara - SP Idalires da Silva Almeida Márcia Raquel Camani Mayara Ferreira PSICOLOGIIA DA EDUCAÇÃO

Leia mais

Plano de COMUNICAÇÃO do Planejamento Estratégico da Justiça Federal

Plano de COMUNICAÇÃO do Planejamento Estratégico da Justiça Federal Plano de COMUNICAÇÃO do Planejamento Estratégico da Justiça Federal PLANO DE COMUNICAÇÃO DA ESTRATÉGIA Introdução É importante ressaltar que um plano de comunicação tem a finalidade de tornar conhecida

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA LEITURA PARA A PRODUÇÃO TEXTUAL

A IMPORTÂNCIA DA LEITURA PARA A PRODUÇÃO TEXTUAL A IMPORTÂNCIA DA LEITURA PARA A PRODUÇÃO TEXTUAL REBECCA TAVARES DE MELO TOSCANO DE BRITO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA). Resumo Nos dias atuais a prática da leitura está se tornando cada vez mais rara

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS, BACHARELADO REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das Disposições Gerais O estágio

Leia mais

O USO DO IMPERATIVO NAS PROPAGANDAS DE CRÉDITO. PALAVRAS-CHAVE: propaganda; argumentação; verbo no imperativo; sequência injuntiva.

O USO DO IMPERATIVO NAS PROPAGANDAS DE CRÉDITO. PALAVRAS-CHAVE: propaganda; argumentação; verbo no imperativo; sequência injuntiva. O USO DO IMPERATIVO NAS PROPAGANDAS DE CRÉDITO Diana de Oliveira MENDONÇA 1 Maíra Dévely Silva BORGES 2 Sunamita Sâmela Simplício da SILVA 3 Departamento de Línguas e Literaturas Estrangeiras Modernas/UFRN

Leia mais

ATIVIDADE DE NEGOCIÇÃO

ATIVIDADE DE NEGOCIÇÃO ATIVIDADE DE NEGOCIÇÃO A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO NA NEGOCIAÇÃO RIO BRANCO- ACRE 2013 SUMÁRIO INTRODUÇÃO...3 1- A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO...4 2- COMUNICAÇÃO E NEGOCIAÇÃO...6 2.1 Os quatros conceitos

Leia mais

O JORNAL DE EMPRESA COMO UMA FERRAMENTA DE MARKETING AMBIENTAL Rebeca Morato Mangualde 1, Vinícius Valim Pereira 2

O JORNAL DE EMPRESA COMO UMA FERRAMENTA DE MARKETING AMBIENTAL Rebeca Morato Mangualde 1, Vinícius Valim Pereira 2 O JORNAL DE EMPRESA COMO UMA FERRAMENTA DE MARKETING AMBIENTAL Rebeca Morato Mangualde 1, Vinícius Valim Pereira 2 1 Graduada em Comunicação Social - UFV, Gerente de Marketing da Lifesys Informática Ltda.

Leia mais

CONCEPÇÕES DE AVALIAÇÃO SUBJACENTES AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA

CONCEPÇÕES DE AVALIAÇÃO SUBJACENTES AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA CONCEPÇÕES DE AVALIAÇÃO SUBJACENTES AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA Andrelino Costa FERREIRA (UEPB/SEE-PB) Priscila Raposo ANANIAS (CESED/SEE- PB) Profª Drª Francisca Pereira

Leia mais

MARKETING II. Comunicação Integrada de Marketing

MARKETING II. Comunicação Integrada de Marketing CENTRO UNIVERSITÁRIO FRANCISCANO CIÊNCIAS SOCIAIS CURSO DE ADMINISTRAÇÃO MARKETING II Comunicação Integrada de Marketing Profª: Michele Freitas Santa Maria, 2012. O que é comunicação integrada? É o desenvolvimento

Leia mais

Unidade IV. Marketing. Profª. Daniela Menezes

Unidade IV. Marketing. Profª. Daniela Menezes Unidade IV Marketing Profª. Daniela Menezes Comunicação (Promoção) Mais do que ter uma ideia e desenvolver um produto com qualidade superior é preciso comunicar a seus clientes que o produto e/ ou serviço

Leia mais

TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DO MARKETING DE VENDAS PARA MELHORAR O DESEMPENHO DA EQUIPE DE VENDAS

TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DO MARKETING DE VENDAS PARA MELHORAR O DESEMPENHO DA EQUIPE DE VENDAS Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DO MARKETING DE VENDAS PARA MELHORAR O DESEMPENHO DA EQUIPE DE VENDAS CATEGORIA:

Leia mais

O DESENVOLVIMENTO DOS SABERES EXPERIENCIAIS ACERCA DAS EMOÇÕES NAS PRÁTICAS DOS BOLSISTAS DE INICIAÇÃO A DOCÊNCIA

O DESENVOLVIMENTO DOS SABERES EXPERIENCIAIS ACERCA DAS EMOÇÕES NAS PRÁTICAS DOS BOLSISTAS DE INICIAÇÃO A DOCÊNCIA O DESENVOLVIMENTO DOS SABERES EXPERIENCIAIS ACERCA DAS EMOÇÕES NAS PRÁTICAS DOS BOLSISTAS DE INICIAÇÃO A DOCÊNCIA Luciana da Silva Catardo Acadêmica do curso de Ciências Biológicas/Licenciatura na Universidade

Leia mais

1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO 1 PLANO DE ENSINO 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Sistema de Informações Professores: Izolema Maria Atolini izolema@hotmail.com Período/ Fase: 5ª. Semestre:

Leia mais

UNIVERSIDADE METODISTA DE ANGOLA FACULDADE DE CIENCIAS ECONÒMICAS E EMPRESARIAIS

UNIVERSIDADE METODISTA DE ANGOLA FACULDADE DE CIENCIAS ECONÒMICAS E EMPRESARIAIS AULA NUMERO 5 A COMUNICAÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES Importância da Comunicação Tipos de Comunicação Formas de Comunicação Níveis de Comunicação Pagina1 Desde os primórdios da existência humana, que se consagrou

Leia mais

A COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL: UMA DISCUSSÃO SOBRE AS ESTRATÉGIAS DE GESTÃO DO CONHECIMENTO

A COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL: UMA DISCUSSÃO SOBRE AS ESTRATÉGIAS DE GESTÃO DO CONHECIMENTO A COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL: UMA DISCUSSÃO SOBRE AS ESTRATÉGIAS DE GESTÃO DO CONHECIMENTO Priscila Gomez Soares de Moraes 1 Fabrício Ziviani 2 RESUMO: O presente trabalho tem como objetivo questionar

Leia mais

NOTÍCIA INSTITUCIONAL: IMAGEM INSTITUCIONAL

NOTÍCIA INSTITUCIONAL: IMAGEM INSTITUCIONAL NOTÍCIA INSTITUCIONAL: IMAGEM INSTITUCIONAL RESUMO Caroline Ferreira 1 O objetivo deste artigo é falar sobre Noticia institucional e o interesse cada vez maior das empresas em cuidar da sua imagem institucional.

Leia mais

Ementa das disciplinas optativas 2011.1 (em ordem alfabética independente do curso e do turno)

Ementa das disciplinas optativas 2011.1 (em ordem alfabética independente do curso e do turno) Ementa das disciplinas optativas 2011.1 (em ordem alfabética independente do curso e do turno) Disciplina Ementa Pré- requisito C.H. Curso Assessoria de Comunicação Conhecimento geral, reflexão e prática

Leia mais

O Significado da Avaliação

O Significado da Avaliação 49 O Significado da Avaliação 1 INTRODUÇÃO Angela Maria Dal Piva Avaliar faz parte do ato educativo. Avalia-se para diagnosticar avanços e entraves, para interferir, agir, problematizar, e redefinir os

Leia mais

MULTIMEIOS DA COMUNICAÇÃO

MULTIMEIOS DA COMUNICAÇÃO MULTIMEIOS DA COMUNICAÇÃO RINALDIi, Andréia Cristina Alves; ROSA, Antonio Valin; TIVO,,Emerson dos Santos; OLIVEIRA JÚNIOR, José Mendes de; REIS, Marcela Alves dos; SANTOS JÚNIOR,Sergio Silva dos; FREITAS,

Leia mais

Generated by Foxit PDF Creator Foxit Software http://www.foxitsoftware.com For evaluation only. Política de Comunicação Institucional

Generated by Foxit PDF Creator Foxit Software http://www.foxitsoftware.com For evaluation only. Política de Comunicação Institucional Política de Comunicação Institucional POLÍTICA PÚBLICA P DE COMUNICAÇÃO O homem é um ser social. O intercâmbio de suas experiências e de seus conhecimentos possibilitou que as pessoas se apropriassem dos

Leia mais

Comunicação e Reputação. 10 dicas para manter o alinhamento e assegurar resultados

Comunicação e Reputação. 10 dicas para manter o alinhamento e assegurar resultados Comunicação e Reputação 10 dicas para manter o alinhamento e assegurar resultados 1 Introdução Ao contrário do que alguns podem pensar, reputação não é apenas um atributo ou juízo moral aplicado às empresas.

Leia mais

Comunicação Empresarial e Processo Decisório. Prof. Ana Claudia Araujo Coelho

Comunicação Empresarial e Processo Decisório. Prof. Ana Claudia Araujo Coelho Prof. Ana Claudia Araujo Coelho Comunicar significa transmitir ideias, sentimentos ou experiências de uma pessoa para outra, tornar comum, participar, fazer saber, transmitir. ANDRADE (2008, p. 45) O resultado

Leia mais

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: UMA NECESSÁRIA RELAÇÃO PARA A CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA. Dayane

Leia mais

Universidade Federal de Uberlândia Diretoria de Comunicação Social (Dirco) Políticas Públicas de Comunicação

Universidade Federal de Uberlândia Diretoria de Comunicação Social (Dirco) Políticas Públicas de Comunicação Universidade Federal de Uberlândia Diretoria de Comunicação Social Políticas Públicas de Comunicação...a presença ativa duma universidade, revigorada ao contato de seu núcleo mais vivo e ciosa do seu espaço

Leia mais

ANÚNCIOS PUBLICITÁRIOS CHOCANTES : QUANDO O DESVIO LEXICAL CAUSA O EFEITO CONTRÁRIO

ANÚNCIOS PUBLICITÁRIOS CHOCANTES : QUANDO O DESVIO LEXICAL CAUSA O EFEITO CONTRÁRIO ANÚNCIOS PUBLICITÁRIOS CHOCANTES : QUANDO O DESVIO LEXICAL CAUSA O EFEITO CONTRÁRIO 1 INTRODUÇÃO Dulcinéia de Castro Viana Fernando da Silva Negreiros Lays Cristina Fragate Natalia Lamino Camilo Ulisses

Leia mais

Comunicação Interna e Externa

Comunicação Interna e Externa Comunicação Interna e Externa Comunicação A origem da palavra comunicar está no latim communicare, que significa pôr em comum. Ela implica em compreensão, pressupondo entendimento entre as partes e, não

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SECRETARIA DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SECRETARIA DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS DELIBERAÇÃO Nº 65, DE 11 DE MAIO DE 2012 O DA UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO, tendo em vista a decisão tomada em sua 257ª Reunião Extraordinária, realizada em 11 de maio de 2012, e considerando

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL IV SEAD - SEMINÁRIO DE ESTUDOS EM ANÁLISE DO DISCURSO 1969-2009: Memória e história na/da Análise do Discurso Porto Alegre, de 10 a 13 de novembro de 2009 DO ACONTECIMENTO

Leia mais

Especialização em Comunicação Organizacional e Reputação Corporativa - NOVO

Especialização em Comunicação Organizacional e Reputação Corporativa - NOVO Especialização em Comunicação Organizacional e Reputação Corporativa - NOVO Apresentação Previsão de Início Julho/2013 Inscrições em Breve - Turma 01 - Campus Stiep O curso de Comunicação Organizacional

Leia mais

Guia de Boas Práticas para a elaboração de uma Concorrência

Guia de Boas Práticas para a elaboração de uma Concorrência Guia de Boas Práticas para a elaboração de uma Concorrência Comitê de Agências Gestão 2008 ÍNDICE OBJETIVO DO DOCUMENTO... 3 DEFINIÇÕES... 4 PONTOS PARA A ELABORAÇÃO DE UMA CONCORRÊNCIA... 5 RFI: Quando

Leia mais

Informação estratégica

Informação estratégica IVENS CONSULT Informação estratégica Ivan Leão diretor da Ivens Consult Introdução A revolução em andamento é que a manufatura ou produção não é mais principal centro de lucro e sim a logística, os sistemas

Leia mais

PROGRAMA FOME ZERO: PRIMEIRAS ANÁLISES DA CAMPANHA TELEVISIVA. Por: Lidiane Malagone Pimenta. Mestranda em Comunicação Midiática Unesp Bauru

PROGRAMA FOME ZERO: PRIMEIRAS ANÁLISES DA CAMPANHA TELEVISIVA. Por: Lidiane Malagone Pimenta. Mestranda em Comunicação Midiática Unesp Bauru PROGRAMA FOME ZERO: PRIMEIRAS ANÁLISES DA CAMPANHA TELEVISIVA Por: Lidiane Malagone Pimenta Mestranda em Comunicação Midiática Unesp Bauru INTRODUÇÃO A campanha televisiva do programa Fome Zero foi lançada

Leia mais

NOSSO OBJETIVO. GESTÃO DO DESEMPENHO: uma possibilidade de ampliar o negócio da Organização

NOSSO OBJETIVO. GESTÃO DO DESEMPENHO: uma possibilidade de ampliar o negócio da Organização NOSSO OBJETIVO GESTÃO DO DESEMPENHO: uma possibilidade de ampliar o negócio da Organização RHUMO CONSULTORIA EMPRESARIAL Oferecer soluções viáveis em tempo hábil e com qualidade. Essa é a receita que a

Leia mais

Diretrizes Curriculares ENADE 2012. Curso de: Publicidade e Propaganda

Diretrizes Curriculares ENADE 2012. Curso de: Publicidade e Propaganda Diretrizes Curriculares ENADE 2012 Curso de: Publicidade e Propaganda MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA PORTARIA MEC Nº207 DE 22 DE JUNHO DE

Leia mais

AS NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO NUMA SOCIEDADE EM TRANSIÇÃO

AS NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO NUMA SOCIEDADE EM TRANSIÇÃO AS NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO NUMA SOCIEDADE EM TRANSIÇÃO AS NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO NUMA SOCIEDADE EM TRANSIÇÃO MÁRCIA MARIA PALHARES (márcia.palhares@uniube.br) RACHEL INÊS DA SILVA (bcpt2@uniube.br)

Leia mais

Campanha promocional Doutores da Alegria - Voluntáriado 1

Campanha promocional Doutores da Alegria - Voluntáriado 1 Campanha promocional Doutores da Alegria - Voluntáriado 1 Alexandre COELHO 2 Catarina CARVALHO 3 Danielle RIBEIRO 4 Leoni ROCHA 5 Paloma HADDAD 6 Professor/Orientador: Daniel CAMPOS 7 Universidade Fumec,

Leia mais

Universidade Federal de Juiz de Fora Faculdade de Comunicação - FACOM EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE JORNALISMO. Disciplinas Obrigatórias

Universidade Federal de Juiz de Fora Faculdade de Comunicação - FACOM EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE JORNALISMO. Disciplinas Obrigatórias EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE JORNALISMO Disciplinas Obrigatórias Departamento de Comunicação e Artes 1) Teoria da Comunicação I: 1. Comunicação: conceito, objeto e objetivo. 2. Ciências da Informação.

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico O Coordenador Pedagógico é o profissional que, na Escola, possui o importante papel de desenvolver e articular ações pedagógicas que viabilizem

Leia mais

ENADE Publicidade e propaganda: uma análise da tipologia de questões dos ciclos 2006, 2009 e 2012 1.

ENADE Publicidade e propaganda: uma análise da tipologia de questões dos ciclos 2006, 2009 e 2012 1. ENADE Publicidade e propaganda: uma análise da tipologia de questões dos ciclos 2006, 2009 e 2012 1. Profa Dra Nanci Maziero Trevisan 2 Professora e pesquisadora da Universidade Anhanguera de Santo André

Leia mais

PROJETO FAZER ACONTECER

PROJETO FAZER ACONTECER GOVERNO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUDESTE DE MINAS GERAIS CAMPUS AVANÇADO SANTOS DUMONT RUA

Leia mais

PROVA ESPECÍFICA Cargo 41

PROVA ESPECÍFICA Cargo 41 11 PROVA ESPECÍFICA Cargo 41 QUESTÃO 26 Uma boa comunicação empresarial é condição primária para a constituição de uma boa imagem institucional. Nesse sentido, sobre o trabalho das relações públicas junto

Leia mais

Comunicação Integrada de marketing.

Comunicação Integrada de marketing. Comunicação Integrada de marketing. - COMPOSTO DE COMUNICAÇÃO - 4 A s - 4 C s Comunicação: é a transmissão de uma mensagem de um emissor para um receptor, de modo que ambos a entendam da mesma maneira.

Leia mais

MUDANÇA CULTURAL NAS ORGANIZAÇÕES

MUDANÇA CULTURAL NAS ORGANIZAÇÕES 1 MUDANÇA CULTURAL NAS ORGANIZAÇÕES Wainy Indaiá Exaltação Jesuíno 1 Marco Antônio 2 Resumo O objetivo deste trabalho é demonstrar a importância da análise do clima organizacional para mudança da cultura

Leia mais

Sérgio Simka [coordenação] Mário Mauro Barbosa Cabral MARKETING NÃO É UM BICHO-DE-SETE-CABEÇAS

Sérgio Simka [coordenação] Mário Mauro Barbosa Cabral MARKETING NÃO É UM BICHO-DE-SETE-CABEÇAS Sérgio Simka [coordenação] Mário Mauro Barbosa Cabral MARKETING NÃO É UM BICHO-DE-SETE-CABEÇAS SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO: objetivo do livro. O ambiente pro ssional (mercado): veículos, agências, empresas privadas

Leia mais

Cotas Pra Quê? 1. PALAVRAS-CHAVE: Documentário; Educação; Sistema de Cotas; Ensino Superior.

Cotas Pra Quê? 1. PALAVRAS-CHAVE: Documentário; Educação; Sistema de Cotas; Ensino Superior. Cotas Pra Quê? 1 Sarah Rocha MARTINS 2 Luan Barbosa OLIVEIRA 3 Camilla Alves Ribeiro PAES LEME 4 Instituto de Ensino Superior de Rio Verde, Rio Verde, Goiás RESUMO Este documentário foi planejado e desenvolvido

Leia mais

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL-PUBLICIDADE E PROPAGANDA (Currículo iniciado em 2009)

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL-PUBLICIDADE E PROPAGANDA (Currículo iniciado em 2009) EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL-PUBLICIDADE E PROPAGANDA (Currículo iniciado em 2009) ARTE E ESTÉTICA EM COMUNICAÇÃO/PP (1958) C/H 68 Investigação da natureza, história e estilos

Leia mais

ENDOMARKETING: Utilização como ferramenta de crescimento organizacional

ENDOMARKETING: Utilização como ferramenta de crescimento organizacional ENDOMARKETING: Utilização como ferramenta de crescimento organizacional Carlos Henrique Cangussu Discente do 3º ano do curso de Administração FITL/AEMS Marcelo da Silva Silvestre Discente do 3º ano do

Leia mais

CARTAS: REGISTRANDO A VIDA

CARTAS: REGISTRANDO A VIDA CARTAS: REGISTRANDO A VIDA A carta abaixo foi escrita na época da ditadura militar. Ela traduz a alegria de um pai por acreditar estar próxima sua liberdade e, assim, a possibilidade do reencontro com

Leia mais

SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL/GESTÃO DA COMUNICAÇÃO INTEGRADA ARCOS

SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL/GESTÃO DA COMUNICAÇÃO INTEGRADA ARCOS SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL/GESTÃO DA COMUNICAÇÃO INTEGRADA ARCOS 1 PERFIL DO CURSO A comunicação integrada é, cada vez mais, um instrumento necessário para a sobrevivência

Leia mais

SOMOS UMA AGÊNCIA JOVEM, ÁGIL E CRIATIVA QUE TEM UM PROPÓSITO BEM CLARO: TER BOAS IDEIAS PARA GERAR BONS RESULTADOS.

SOMOS UMA AGÊNCIA JOVEM, ÁGIL E CRIATIVA QUE TEM UM PROPÓSITO BEM CLARO: TER BOAS IDEIAS PARA GERAR BONS RESULTADOS. 2 plenapropaganda portfólio quem somos 3 SOMOS UMA AGÊNCIA JOVEM, ÁGIL E CRIATIVA QUE TEM UM PROPÓSITO BEM CLARO: TER BOAS IDEIAS PARA GERAR BONS RESULTADOS. A Plena é uma agência que atua sempre focada

Leia mais

CURSO DE DESIGN DE MODA

CURSO DE DESIGN DE MODA 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2011.1 BRUSQUE (SC) 2013 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 3 01 CRIATIVIDADE... 3 02 HISTÓRIA DA ARTE E DO DESIGN... 3 03 INTRODUÇÃO AO... 3 04 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO... 3

Leia mais