7º ano - Criação e percepção - de si, do outro e do mundo

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1 RELATÓRIO DE ARTES 1º Semestre/2015 Turma: 7º ano Professora: Mirna Rolim Coordenação pedagógica: Maria Aparecida de Lima Leme 7º ano - Criação e percepção - de si, do outro e do mundo Sinto que o 7º ano trouxe mais maturidade a esta turma. Já habituados com as novidades que o 6º apresentou, já conhecendo as ferramentas de que dispõe para lidar com os desafios cotidianos. Este ano a turma do 7º ano está mais unida, aprendendo aos poucos a lidar com os conflitos próprios da convivência em grupo. Os percebi envolvidos e dispostos dialogando e contribuindo para construirmos as aulas de artes dia após dia. Começamos o semestre como quem prepara a terra para o plantio, primeiramente reconhecendo o terreno. Compartilhamos os desejos e ideias, no intuito de construirmos juntos as projeções para o primeiro semestre. Depois, preparamos o canteiro de cada um, construindo os cadernos pessoais, em cores e formas para que fosse garantido, ao longo do ano, além do espaço coletivo, o espaço íntimo de expressão de cada aluno. Manifestaram o interesse de aprender a desenhar caricaturas e imaginei que seria uma boa maneira de trabalharmos os conflitos do cotidiano, muitas vezes iniciados por piadas mal colocadas ou dificuldade de se colocar no lugar do outro. Iniciamos esse processo observando algumas caricaturas de diversos artistas e nos questionando a respeito do que nos fazia achar graça em determinado desenho ou situação. A partir de reflexões geradas pelo documentário O Riso dos Outros de Pedro Arantes chegamos à conclusão de que existe o riso que ri do outro e o riso que ri com o outro e que para este trabalho era importante que estivéssemos atentos a esta diferença. Para tal, sugeri que começássemos aprendendo a rir de nós mesmos, e as primeiras caricaturas feitas foram autorretratos. Foi um grande desafio, pois o medo do julgamento

2 era grande. Alguns exageraram de tal maneira os próprios traços, que ficaram irreconhecíveis, outros não conseguiram exagerar os traços, tendo dificuldades de se aproximar do gênero da caricatura. O exercício cumpriu seu papel no intuito de apontar o quanto é delicada a questão da autoimagem e o quanto mexe conosco descobrir o ridículo que está presente em cada um, em todos nós. Agora estávamos prontos para a próxima etapa. Após mais algumas reflexões geradas a partir de um exercício de teatro intitulado o rei vimos que é mais difícil e mais libertador rir daquele que está no poder (eu mesma, enquanto professora, tive algumas caricaturas minhas desenhadas). Só então partimos para desenhos em dupla onde se desenharam entre si. Pedi para que fizessem duplas com quem se sentissem à vontade, pessoas que sabiam que podiam confiar que os respeitariam e saberiam rir com e não rir de. Foi um dia particularmente bonito em sala de aula. Instaurou-se um clima de delicadeza e respeito, os desenhos foram sendo elaborados com particular cuidado e capricho. Cada linha, cada cor, cuidadosamente pensadas. Foram caricaturas que surgiram, caricaturas que de fato percebiam aquele que estava sendo desenhado. Outro desejo que manifestaram desde o ano passado, era o de estudar o trabalho de Leonardo da Vince. Como é uma turma inventiva, que gosta de explorar diferentes materiais, pensei que seria interessante trabalhar um lado de Leonardo que nem sempre é explorado, o do inventor. Tivemos o privilégio de visitar sua exposição no Centro Cultural FIESP, em São Paulo, toda dedicada às invenções de Leonardo e de seus contemporâneos.

3 Foi interessante olhar por esse viés mais científico de Leonardo, sem perder de vista o artista que ele era. Fez com que trouxéssemos à tona a reflexão do quanto as

4 capacidades criativas estão presentes no cotidiano para além dos museus e galerias, e o quanto, até um tempo atrás, essa diferença entre arte e ciência não era afirmada da maneira que é hoje. Conversamos sobre os pensamentos Renascentistas e tentamos traçar relações com nosso pensamento atual. Teocentrismo, antropocentrismo... No que essas palavras podem nos ajudar para refletirmos sobre o mundo onde vivemos? E as invenções? Por que são criadas e como são criadas? O que é tecnologia? Quando analisamos a nossa relação com a tecnologia, podemos responder o que está no centro das nossas preocupações enquanto sociedade? A sala de aula virou um mar de perguntas. E das perguntas foram surgindo propostas práticas. Primeiro cada aluno desenhou um projeto de invenção dos sonhos, algo que gostaria muito que existisse. Refletimos juntos observando essas invenções fazendo as seguintes perguntas: para quê serve? E como funciona? Parecem perguntas simples, mas ao nos aprofundarmos nelas chegamos ao nosso tema do ano: Gaia - a vida mantendo a própria vida. Será que essas e tantas invenções que são lançadas mês após mês levam em consideração o ambiente em que se encontram? Então, em grupos, reelaboramos invenções que não só levavam em conta o ambiente aonde iriam se inserir, mas que ajudassem a trazer soluções para um determinado problema ambiental escolhido pelo grupo. Surgiram filtros de água e fumaça, máquina de pipoca movida a CO2, animais guardas florestais movidos a energia solar. Esses projetos foram concretizados em maquetes e expostos e explicados para as turmas do Fundamental I e II. A turma em geral se envolveu bastante no dia da exposição, mostrando-se comprometida e empolgada com seus trabalhos, finalizando com chave de ouro este primeiro semestre.

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