COMPANHIA HIDRO ELETRICA DO SÃO FRANCISCO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "COMPANHIA HIDRO ELETRICA DO SÃO FRANCISCO"

Transcrição

1 PREVALÊNCIA DO USO DO ÁLCOOL NA CHESF Autora Marília Verri de Santana COMPANHIA HIDRO ELETRICA DO SÃO FRANCISCO

2 RESUMO Este estudo tem como objetivo analisar comparativamente os dados do consumo de álcool na CHESF feito em duas pesquisas sobre o tema entre 2006 e Uma das pesquisas foi realizada com a população de 139 empregados da cidade de Teresina. A segunda pesquisa teve uma amostra de 543 empregados da CHESF. Ambas utilizaram o inquérito epidemiológico com aplicação de questionários anônimos, analisados com Intervalo de Confiança de 95%. A pesquisa realizada em Teresina utilizou o AUDIT como critério diagnóstico, do qual 67,4% apresentaram baixo risco e apenas 0,8% de dependência. Quanto ao nível de dano no trabalho 75,2% foram classificados em baixo dano e 24,8% apresentaram presença de danos no trabalho. A pesquisa em toda a CHESF utilizou os critérios do NHSDA e detectou 13,4% de dependentes de álcool. Concluímos que o consumo de álcool na CHESF foi mais bem detectado pelo NHSDA do que pelo AUDIT considerando os estudos populacionais. Trabalhar no setor elétrico não implica em um maior risco de dependência do álcool; os empregados com nível até o fundamental apresentaram maior prevalência de dependência e maior dano no trabalho em decorrência do álcool. É preciso fortalecer o Programa de prevenção e tratamento ao uso prejudicial de álcool e outras drogas de modo a atingir a todos os empregados.

3 INTRODUÇÃO Após a Revolução Industrial o consumo excessivo do álcool passou a ser um problema na relação do indivíduo com seu trabalho. Ainda hoje se verifica que esse problema está relacionado com o absenteísmo, atrasos frequentes, acidentes de trabalho, diminuição no rendimento, indisciplina, problemas de relacionamento, endividamento, entre outros. Edwards e Gross (1976 apud Gigliotti e Bessa, 2004) foram aqueles que primeiro sistematizaram os padrões de consumo descrevendo a Síndrome de Dependência Alcoólica SDA, conhecida como alcoolismo. Esta síndrome se caracteriza por sintomas que, ao longo do tempo, se intensificam e seguem um continuum de gravidade. Eles definiram três tipos de usuário: o usuário social, o usuário problema e o usuário dependente. Vaissman (2004) coloca que, tanto para o Ministério da Saúde como para a Organização Mundial de Saúde - OMS, o termo alcoolismo significa dependência do álcool e/ou problemas com o uso abusivo dessa substância p.187. De acordo com Vaismann (1998) apud Senad (2006) de 10 a 15% dos trabalhadores brasileiros apresentam dependência ou problemas de abuso do álcool, com conseqüências de que estes têm cinco vezes mais chances de sofrer acidentes de trabalho, representam 50% do total de absenteísmo e licenças médicas e oito vezes mais diárias hospitalares. Webb (1993) apud Vaissman (2004) aponta que o bebedor pesado tem um risco 2,7 vezes maior que os não alcoólicos de ausências no trabalho devido a acidentes. Estudo de Carlini (2006) apresenta que no ano de ,7% da população das maiores cidades brasileiras tinham usado álcool em algum momento de sua vida, em 2005 este dado passou para 74,6% da população. Este mesmo estudo detectou 11,2% da população como dependentes do álcool em 2001 e 12,3% em A diferença de dependência foi pequena e mostra certa constância. Vaissman (2004) coloca ainda que o consumo de álcool seja responsável por 75% dos acidentes de trânsito com morte e 39% das ocorrências policiais. Por ser um problema de saúde pública e com forte impacto para o ambiente organizacional, especialmente nas empresas de risco elétrico, faz-se importante

4 conhecer a realidade sobre o consumo de álcool dos empregados para melhor intervir junto aos trabalhadores. Algumas pesquisas tem sido feitas neste sentido, trazendo enfoques e metodologias diferentes. Este estudo objetiva analisar comparativamente as metodologias e os resultados de duas pesquisas realizadas entre 2006 e 2007 na Companhia Hidro Elétrica do São Francisco CHESF, no que tange à questão do álcool, de modo a fortalecer o conhecimento desenvolvido. Aprimorando o conhecimento poderemos contribuir na prevenção de falhas humanas, de acidentes de trabalho e promover a saúde dos trabalhadores, bem como aumentar sua produtividade, reduzindo perdas e otimizando custos da empresa, a partir de uma atuação mais efetiva dos profissionais de saúde com este público. DESENVOLVIMENTO Estudo 1. Santana et. al. (2007) desenvolveu um estudo com a população formada por 139 empregados da CHESF lotados na cidade de Teresina - PI. Foram pesquisados exclusivamente os homens com cargos de nível fundamental e médio, do segmento de manutenção, que totalizam 53,24% da população estudada, o segmento de operação, 28,06% e o segmento administrativo com 18,71% da população. Este estudo de corte transversal investigou a prevalência do nível de risco em relação ao álcool e do nível de dano no trabalho relacionado ao consumo de bebidas alcoólicas com toda a população selecionada. Para detectar o nível de risco em relação ao álcool foi utilizado o AUDIT - Teste para Identificação de Problemas Relacionados ao Uso de Álcool, que detecta níveis de problemas associados a diferentes padrões de uso. Este instrumento foi desenvolvido por pesquisadores, a pedido da OMS, e segundo Edwards (2005), tem potencial para ser um questionário de screening valioso, podendo identificar dependência moderada, uma vez que tem sensibilidade de 80% e especificidade de 95%, índices bastante favoráveis. Os resultados do AUDIT classificam os sujeitos em uso de baixo risco, usuário de risco, uso nocivo e provável dependência.

5 O nível de dano no trabalho relacionado ao consumo do álcool foi avaliado por um questionário, com escores de classificação de dano, desenvolvido por Santana et. al. (2007). As questões consideram uma ordem de gravidade de dano, começando por ir trabalhar de ressaca até ter sofrido algum acidente de trabalho em decorrência do consumo do álcool. Os dados foram coletados através de questionários anônimos aplicados em grupo e respondidos individualmente. Todos que concordaram em participar assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido em duas vias. O resultado do AUDIT ficou distribuído da seguinte forma 67,4% da amostra classificada no nível baixo risco; 21,2% uso de risco; 4,5% uso nocivo; 0,8% em provável dependência. Em 6,1% dos sujeitos não foi possível classificar, por informações incompletas. Sobre a influência do consumo de álcool com conseqüências para o trabalho 75,2% apresentou um nível de baixo dano e prejuízo e 24,8% da população estudada apresentaram nível de presença de danos. O estudo de Santana et. al. (2007) detectou a associação entre o nível de dano e a escolaridade, sendo que as pessoas com escolaridade inferior ao nível médio completo apresentaram uma Razão de Prevalência de 2,20 com intervalo de confiança (1,35 < RP < 3.59); X 2 = 6,83 com p<= 0,05. Também foi verificada a associação entre o nível de risco do AUDIT e o nível de dano, com Razão de Prevalência de 2,38 com intervalo de confiança (1,29< RP< 4,36); X 2 = 7,67 com p<= 0,05. A escolaridade abaixo do ensino médio completo como fator de risco para níveis de danos no trabalho traz à tona a necessidade de atividades de prevenção prioritariamente voltadas para esta parcela da população. As hipóteses de que aqueles que trabalham em área energizada teriam maior nível de risco de consumo de álcool e nível de dano no trabalho mais intenso que os que trabalham em área administrativa não foram verificadas neste estudo. Em relação à associação existente entre o nível de risco sobre o consumo de álcool e nível de dano no trabalho, podemos dizer que aquele que se enquadra a partir do nível de risco no AUDIT tem uma chance 2,38 vezes maior de sofrer danos importantes no trabalho do que aquele que se encontra na faixa de baixo risco.

6 ESTUDO 2 O estudo realizado por Melcop et. al. (2007) foi contratado pela CHESF para investigar de forma ampla a saúde e qualidade de vida dos trabalhadores desta empresa. Neste artigo vamos enfocar apenas os dados relativos ao consumo de álcool pelos empregados. A população da CHESF utilizada para o cálculo amostral foi de 5700 empregados efetivos, dados de agosto de Foi utilizado intervalo de confiança de 95%, precisão absoluta de 4% e prevalência estimada dos eventos de 50%, deste modo a amostra calculada foi de 536 pessoas. A fim de minimizar o efeito de perdas a amostra foi aumentada em 20%. A amostragem foi do tipo simples e estratificado contemplando todos os escritórios regionais, proporcionalmente à população destes escritórios. Assim, foi composta de 41,8% de empregados da Sede, 19,7% do Escritório de Paulo Afonso, 10,1% da Gerência Regional Leste - GRL, 9,9% do Escritório Sul, 7,4% da Gerência Regional Oeste - GRO, 7,2% Gerência Regional de Sobradinho - GRB e 3,9% da Gerência Regional Norte - GRN. No total participaram da pesquisa 543 empregados, sendo 76,61% homens e 23,39% mulheres. Trata-se de um estudo de corte transversal que investigou a prevalência dos eventos. A definição da dependência de drogas adotada foi o critério do NHSDA (National Household Surveys on Drugs Abuse) que é baseado em seis itens do diagnóstico utilizado pelo DSM-III-R. O questionário NHSDA foi traduzido e adaptado ao Brasil e utilizado no I Levantamento Domiciliar sobre Uso de Drogas Psicotrópicas no Brasil 2001, no estudo de Carlini et. al. (2002). Este instrumento questiona sobre todas as drogas para cada critério diagnóstico. O uso regular é definido como fazer uso de álcool pelo menos três dias por semana, critério também adotado por Carlini et. al. (2002). Dentre os resultados obtidos nesta pesquisa, Melcop et. al. (2007) apresenta que a prevalência de uso na vida de bebidas alcoólicas foi de 87,1%. A prevalência de uso regular foi de 10,3% e a prevalência de dependentes foi de 13,4% dos empregados da CHESF sendo que entre homens este dado é 2,5 vezes maior que nas mulheres. Em homens foi de 15,6% e mulheres 6,3%. Da amostra estudada, segundo a própria auto-avaliação 83,7% afirmaram não depender do álcool para

7 levar a vida do dia a dia; 12,7% afirmaram depender pouco; 3,3% mais ou menos ; apenas 0,3% se reconhecem como muito dependentes do álcool para levar o dia a dia e ninguém afirmou depender extremamente do álcool. O estudo abordou também o consumo de álcool após a admissão na CHESF. Foi encontrado que 13,9% diminuíram o consumo após a entrada na empresa; 11% aumentaram o consumo; 21,5% pararam de beber e 53,5% não alterou a frequência do uso do álcool. Estas diferenças não apresentaram significância estatística. Destaca-se que daqueles que pararam de beber a proporção de mulheres foi um pouco maior que homens (27,1% mulher e 20,5% homem). O estudo não verificou associação entre dependência de álcool e faixa etária, estado conjugal, raça/cor, religião, companhia na habitação, posse de filhos, tempo de serviço na CHESF, duração da jornada de trabalho e ocupação de cargo de confiança. Seria interessante investigar associação com a função. Por outro lado, houve associação com escolaridade, escritório de trabalho e cargo. Assim, tem-se que aqueles com até o primeiro grau apresentaram maior prevalência de dependência do álcool do que aqueles que possuem segundo grau e nível superior. Quanto ao escritório de trabalho a GRN, GRL e GRO apresentaram prevalências maiores de dependentes. A associação segundo o cargo apresentou que os Auxiliares Técnicos e os Técnicos de Nível Universitário tiveram maiores índices de dependência que os Assistentes Técnicos e demais cargos de nível superior. Ainda que não tenha havido significância estatística com as variáveis de religião, estado civil e idade vale dizer que, dentre os empregados que não tem religião, 17,6% apresentaram dependência e dentre os solteiros 20,5%, ambos acima da média encontrada. Para os empregados abaixo de 30 anos 19,2% foram enquadrados no critério de dependência do NHSDA. Este dado se assemelha com a pesquisa de Carlini et. al. (2006) quando nas faixas etárias de 18 a 24 anos 19,2% é considerado dependente e de 25 a 34 anos 14,7% tiveram este diagnostico, apresentando maiores prevalências de dependência que a faixa acima dos 35 anos. Esta é uma informação importante para reforçar a necessidade de se trabalhar a prevenção do uso prejudicial junto ao público mais jovem. Indica também a necessidade de ser feita a busca ativa para o tratamento de alcoolismo, uma vez que em geral a pessoa ou seus familiares só procuram por um tratamento a partir

8 dos 40 anos quando os problemas já atingiram, em níveis mais graves, diversos aspectos da vida do indivíduo. Discussão Considerando a literatura no Brasil, a dependência do álcool na CHESF foi mais bem detectada pelo Questionário NHSDA do que pelo AUDIT. Uma possível explicação para tal é a questão metodológica. O NHSDA apresenta as questões de definição de dependência do álcool juntamente com cigarro e outras drogas, como cigarro e álcool são drogas lícitas e de certa forma aceitas socialmente é provável que os sujeitos tenham se sentido mais à vontade para responder sobre estas drogas. No caso do AUDIT a gradação das opções de resposta pode levar o sujeito a manipular seus dados a fim de não serem classificados como dependentes. É interessante notar que na pesquisa de Melcop et. al. (2007) 3,3% afirmam depender mais ou menos e 0,3% dos empregados afirmam depender muito do álcool em seu dia a dia; valores bastante próximos aos encontrados como uso nocivo (4,5%) e provável dependência (0,8%) no estudo de Santana et. al. (2007). Isto reforça a provável manipulação das respostas no AUDIT, como pode indicar o quanto se reconhecem como alcoolistas. Torna-se necessário conscientizar sobre seu consumo prejudicial, a fim de que possam modificar seu comportamento. Vale dizer, a coleta de dados na pesquisa de Melcop foi feita por profissionais externos, enquanto que a desenvolvida por Santana foi feita por um profissional de saúde colega de trabalho dos sujeitos. Por outro lado esta desenvolveu o Questionário de nível de dano no trabalho e abordou toda a população em estudo, o que dá maior consistência aos resultados, enquanto a outra pesquisa fez uso de uma amostra, ainda que significativa. A prevalência de dependência em 13,4% dos empregados obtidas pela pesquisa desenvolvida por Melcop et. al. (2007) estão de acordo com a média nacional encontrada por Carlini et. al. (2006) que foi de 12,3%. Desta forma, não se pode concluir que o fato de trabalhar no setor elétrico implique em um maior risco de apresentar dependência do álcool; dado reforçado pela não associação de entrar na CHESF e desenvolver maior consumo de bebidas alcoólicas.

9 Porém, os empregados com nível de escolaridade até o fundamental completo apresentaram maior prevalência de dependência e maior nível de dano no trabalho devido ao álcool. Esta informação deve ser levada em conta de forma a garantir a estes empregados o acesso aos meios de prevenção e tratamento, inclusive com o uso de linguagem acessível pelos profissionais de saúde. CONCLUSÕES A prevalência de dependência do álcool na CHESF está em consonância com os dados populacionais e impacta negativamente para a empresa e seus empregados, sendo necessária a expansão de ações de prevenção e tratamento do alcoolismo e abuso de outras drogas para todos os empregados da CHESF. Tais ações devem considerar as especificidades encontradas nos estudos já desenvolvidos a fim de obter maior resultado junto aos empregados. Sugere-se que nas ações de prevenção seja utilizada uma linguagem acessível para o entendimento dos empregados de nível fundamental, que as ações sejam iniciadas junto aos escritórios e cargos com maior nível de dependência sem que haja tratamento preconceituoso junto a estes segmentos. As oficinas de prevenção, já iniciadas na empresa, são um mecanismo fundamental de acesso à informação e discussão sobre a questão de álcool e outras drogas. Além das oficinas junto aos empregados o programa prevê educação continuada para os profissionais de saúde, gerentes e líderes, parceria com a família dos empregados, distribuição de material informativo entre outros. Sugere-se ainda a detecção precoce através do uso do questionário NHSDA abordando os diversos tipos de drogas, iniciando um processo de Intervenção Breve e Entrevista Motivacional durante a realização do Exame Médico Periódico. A ampliação das ações de prevenção e tratamento na CHESF, o aprimoramento da equipe de saúde, o apoio gerencial no desenvolvimento do trabalho, a avaliação e acompanhamento do Programa de prevenção e tratamento ao uso prejudicial de álcool e outras drogas trará benefícios na prevenção de acidentes, incidentes, redução no absenteísmo, melhoria no clima organizacional e aumento da produtividade. Ganha a empresa, ganha o empregado e sua família com melhoria na qualidade de vida em sua dimensão física, psicológica e social.

10 REFERÊNCIAS CARLINI, Elisaldo Araujo; GALDURÓZ, José Carlos; NOTO, Ana Regina; NAPPO, Solange. I Levantamento domiciliar sobre o uso de drogas psicotrópicas no Brasil: estudo envolvendo as 107 maiores cidades do país: São Paulo: CEBRID Centro de Informações Sobre Drogas Psicotrópicas: UNIFESP Universidade Federal de São Paulo, CARLINI, Elisaldo Araujo (supervisão) [et. al.]. II Levantamento domiciliar sobre o uso de drogas psicotrópicas no Brasil: estudo envolvendo as 108 maiores cidades do país: São Paulo: CEBRID Centro de Informações Sobre Drogas Psicotrópicas: UNIFESP Universidade Federal de São Paulo, EDWADRS, Griffith; MARSHALL, Jane; COOK, Christopher C.H.. O tratamento do alcoolismo: um guia para profissionais da saúde. Porto Alegre: Artmed, GIGLIOTTI, Analice; BESSA, Marco Antonio. Síndrome de Dependência do Álcool: critérios diagnósticos. Revista Brasileira de Psiquiatria, São Paulo, v. 26, Disponível em: < Acesso em: 03 Nov doi: /S MELCOP, Ana Glória; AGRIPINO, Djalma; MAIA, Denise. Consumo de álcool e outras drogas e o exercício do trabalho: um estudo sobre qualidade de vida dos empregados da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco CHESF. Recife: Centro de Prevenção às Dependências, SANTANA, Marilia Verri; SILVA, Mayana Marinho; ALBUQUERQUE, Paulette Cavalcanti; PERES, Aida Maris. Nível de dano no trabalho e o consumo de álcool em uma companhia eletricitária. (Especialização em Saúde Mental) - IBPEX, Teresina: SENAD. Prevenção ao uso de álcool e outras drogas no ambiente de trabalho: Conhecer para ajudar. Florianópolis: UFSC, VAISSMAN, Magda. Alcoolismo no trabalho. Rio de Janeiro: Garamond, 2004.

Como Prevenir e Tratar as Dependências Químicas nas Empresas?

Como Prevenir e Tratar as Dependências Químicas nas Empresas? Como Prevenir e Tratar as Dependências Químicas nas Empresas? Hewdy Lobo Ribeiro Psiquiatra Forense Ana Carolina S. Oliveira Psi. Esp. Dependência Química Importância Preocupação permanente de gestores

Leia mais

PERFIL DO CONSUMO DE ÀLCOOL EM MULHERES DE UM NÚCLEO DE SAÚDE DA FAMÍLIA

PERFIL DO CONSUMO DE ÀLCOOL EM MULHERES DE UM NÚCLEO DE SAÚDE DA FAMÍLIA PERFIL DO CONSUMO DE ÀLCOOL EM MULHERES DE UM NÚCLEO DE SAÚDE DA FAMÍLIA AGNES MERI YASUDA; Juliana Maria Marques Megale, Quitéria de Lourdes Lourosa; Aldaísa Cassanho Forster; Clarissa Lin Yasuda HOSPITAL

Leia mais

II Seminário de Integração sobre Saúde e Segurança Boas Práticas na Área Portuária

II Seminário de Integração sobre Saúde e Segurança Boas Práticas na Área Portuária II Seminário de Integração sobre Saúde e Segurança Boas Práticas na Área Portuária PROGRAMA PORTO SEGURO LIMPO EM TERRA E A BORDO Área de Abrangência Saúde Mental e Comportamental. Objetivo Prevenção,

Leia mais

Ações de Prevenção nas empresas, baseadas em evidencias.

Ações de Prevenção nas empresas, baseadas em evidencias. Aspectos Legais, Econômicos e de Saúde Associados aos Programas (Exames Toxicológicos) UFRJ/CEPRAL / Curso: Prevenindo Dependências nas Empresas Ações de Prevenção nas empresas, baseadas em evidencias.

Leia mais

I Jornada de Saúde Mental do Vale do Taquari: Crack e outras drogas: perspectivas na abordagem psicossocial

I Jornada de Saúde Mental do Vale do Taquari: Crack e outras drogas: perspectivas na abordagem psicossocial I Jornada de Saúde Mental do Vale do Taquari: Crack e outras drogas: perspectivas na abordagem psicossocial 14 de junho de 2014 FATORES DE RISCO E COMORBIDADES PSIQUIÁTRICAS ASSOCIADOS AOS TRANSTORNOS

Leia mais

Apresentação. Introdução. Francine Leite. Luiz Augusto Carneiro Superintendente Executivo

Apresentação. Introdução. Francine Leite. Luiz Augusto Carneiro Superintendente Executivo Evolução dos Fatores de Risco para Doenças Crônicas e da prevalência do Diabete Melito e Hipertensão Arterial na população brasileira: Resultados do VIGITEL 2006-2009 Luiz Augusto Carneiro Superintendente

Leia mais

1ª Jornada Preparatória para o XXIII CBABEAD

1ª Jornada Preparatória para o XXIII CBABEAD 1ª Jornada Preparatória para o XXIII CBABEAD Políticas sobre Drogas e a Realidade Brasileira Painel:Princípios aplicados, Resultados obtidos? 1 Intervenção Breve no Brasil: avanços Prof. Dr. Erikson F.

Leia mais

Resultados 62 Resultados 63 Resultados 64 Resultados 65 Resultados 66 Discussão 67 4. DISCUSSÂO Até a década de 70, os estudos e os modelos de tratamento eram estruturados e embasados nas características

Leia mais

Pesquisa epidemiológica retrospectiva no programa de prevenção de câncer cérvico-uterino no município de Sarandi -PR

Pesquisa epidemiológica retrospectiva no programa de prevenção de câncer cérvico-uterino no município de Sarandi -PR Pesquisa epidemiológica retrospectiva no programa de prevenção de câncer cérvico-uterino no município de Sarandi -PR ADRIANA DE SANT ANA GASQUEZ (UNINGÁ)¹ EVERTON FERNANDO ALVES (G-UNINGÁ)² RESUMO Este

Leia mais

Perfil do usuário de crack no Brasil

Perfil do usuário de crack no Brasil Lígia Bonacim Dualibi Prof. Dr. Marcelo Ribeiro Prof. Dr. Ronaldo Laranjeira Instituto Nacional de Políticas do Álcool e Drogas - INPAD Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas - UNIAD Universidade Federal

Leia mais

Instrumentos de Triagem para consumo de Bebidas Alcoólicas e Outras Drogas

Instrumentos de Triagem para consumo de Bebidas Alcoólicas e Outras Drogas Instrumentos de Triagem para consumo de Bebidas Alcoólicas e Outras Drogas DIFERENTES NÍVEIS DE CONSUMO ÁLCOOL ABSTINÊNCIA USO EXPERIMENTAL USO MODERADO ABUSO Leve DEPENDÊNCIA Moderada Grave Cerca de 10

Leia mais

A pessoa dependente do álcool, além de prejudicar a sua própria vida, acaba afetando a sua família, amigos e colegas de trabalho.

A pessoa dependente do álcool, além de prejudicar a sua própria vida, acaba afetando a sua família, amigos e colegas de trabalho. O que é Alcoolismo? Alcoolismo é a dependência do indivíduo ao álcool, considerada doença pela Organização Mundial da Saúde. O uso constante, descontrolado e progressivo de bebidas alcoólicas pode comprometer

Leia mais

ALCOOLISMO ENTRE ACADÊMICOS DE ENFERMAGEM: UM ESTUDO TRANSVERSAL

ALCOOLISMO ENTRE ACADÊMICOS DE ENFERMAGEM: UM ESTUDO TRANSVERSAL ALCOOLISMO ENTRE ACADÊMICOS DE ENFERMAGEM: UM ESTUDO TRANSVERSAL RESUMO Descritores: Alcoolismo. Drogas. Saúde Pública. Introdução Durante a adolescência, o indivíduo deixa de viver apenas com a família

Leia mais

ABUSO DO CONSUMO DE BEBIDAS ALCOÓLICAS, UMA QUESTÃO DE SAÚDE PÚBLICA. Senhor Presidente,

ABUSO DO CONSUMO DE BEBIDAS ALCOÓLICAS, UMA QUESTÃO DE SAÚDE PÚBLICA. Senhor Presidente, Discurso proferido pelo deputado GERALDO RESENDE (PMDB/MS), em sessão no dia 04/05/2011. ABUSO DO CONSUMO DE BEBIDAS ALCOÓLICAS, UMA QUESTÃO DE SAÚDE PÚBLICA Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados,

Leia mais

AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007

AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 Notas importantes: O Banco de dados (BD) do Sistema de Informação Nacional de Agravos de Notificação (SINAN) vem sofrendo nos últimos

Leia mais

Palavras-chave: Busca ativa, dependência química, tratamento,

Palavras-chave: Busca ativa, dependência química, tratamento, BUSCA ATIVA DE PACIENTES DEPENDENTES QUÍMICOS Área Temática: Saúde Cristiane Barros Marcos 1 (Coordenadora da Ação de Extensão) Cristiane Barros Marcos, Bruna Abbud da Silva 2, Sara Silva Fernandes 3,

Leia mais

Em resumo, trata-se de seis (6) modalidades de serviços de 24 horas:

Em resumo, trata-se de seis (6) modalidades de serviços de 24 horas: MORADIA ASSISTIDA OBJETIVO GERAL: Garantir o acolhimento institucional de pessoas em situação de rua abordadas pelo projeto Centro Legal, servindo de referência como moradia para os em tratamento de saúde

Leia mais

Adultos Jovens no Trabalho em Micro e Pequenas Empresas e Política Pública

Adultos Jovens no Trabalho em Micro e Pequenas Empresas e Política Pública Capítulo 3 Adultos Jovens no Trabalho em Micro e Pequenas Empresas e Política Pública Maria Inês Monteiro Mestre em Educação UNICAMP; Doutora em Enfermagem USP Professora Associada Depto. de Enfermagem

Leia mais

Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7.

Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7. Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7.5, 7.5.1, 7.5.2, 7.6, 7.6.1, 7.6.2 Exercícios 7 Competência

Leia mais

Sumário Executivo Pesquisa Quantitativa Regular. Edição n 05

Sumário Executivo Pesquisa Quantitativa Regular. Edição n 05 Sumário Executivo Pesquisa Quantitativa Regular Edição n 05 Junho de 2010 2 Sumário Executivo Pesquisa Quantitativa Regular Edição n 05 O objetivo geral deste estudo foi investigar as percepções gerais

Leia mais

Organização de serviços. Coordenação: prof. Dr. Ronaldo Laranjeira Apresentação: Dr. Elton P. Rezende UNIAD INPAD Unifesp

Organização de serviços. Coordenação: prof. Dr. Ronaldo Laranjeira Apresentação: Dr. Elton P. Rezende UNIAD INPAD Unifesp Organização de serviços Coordenação: prof. Dr. Ronaldo Laranjeira Apresentação: Dr. Elton P. Rezende UNIAD INPAD Unifesp Declaração Declaro não receber nenhum financiamento público ou particular Qual a

Leia mais

CORRELAÇÃO ENTRE CONSUMIDORES DE DROGAS LICITAS E ILICITAS EM UM CAPS II

CORRELAÇÃO ENTRE CONSUMIDORES DE DROGAS LICITAS E ILICITAS EM UM CAPS II 929 CORRELAÇÃO ENTRE CONSUMIDORES DE DROGAS LICITAS E ILICITAS EM UM CAPS II Ana Paula Fernandes de Lima Demarcina Weinheimer Jussara Terres Larissa Medeiros Tarlise Jardim Vanessa Campos Camila Jacques

Leia mais

MÓDULO 2. Neste módulo você conhecerá a epidemiologia do consumo de substâncias psicoativas e os padrões de consumo do álcool e crack.

MÓDULO 2. Neste módulo você conhecerá a epidemiologia do consumo de substâncias psicoativas e os padrões de consumo do álcool e crack. MÓDULO 2 Neste módulo você conhecerá a epidemiologia do consumo de substâncias psicoativas e os padrões de consumo do álcool e crack. Você aprenderá alguns conceitos relacionados à temática, como os padrões

Leia mais

PREVALÊNCIA DO USO DE DROGAS PSICOTRÓPICAS POR ESTUDANTES DE MEDICINA NA REGIÃO CENTRAL DO ESTADO DO TOCANTINS

PREVALÊNCIA DO USO DE DROGAS PSICOTRÓPICAS POR ESTUDANTES DE MEDICINA NA REGIÃO CENTRAL DO ESTADO DO TOCANTINS PREVALÊNCIA DO USO DE DROGAS PSICOTRÓPICAS POR ESTUDANTES DE MEDICINA NA REGIÃO CENTRAL DO ESTADO DO TOCANTINS Diego Pereira Alves de Moraes 1 ; Leonardo Rodrigo Baldaçara 2 1 Aluno do Curso de Medicina;

Leia mais

Taxa de desocupação foi de 9,3% em janeiro

Taxa de desocupação foi de 9,3% em janeiro Taxa de desocupação foi de 9,3% em janeiro A taxa de desocupação registrada pela Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE, nas seis principais Regiões Metropolitanas do país (Recife, Salvador, Belo Horizonte,

Leia mais

CONCEPÇÕES DE IDOSOS ACERCA DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PARA UM ENVELHECER SAUDÁVEL

CONCEPÇÕES DE IDOSOS ACERCA DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PARA UM ENVELHECER SAUDÁVEL CONCEPÇÕES DE IDOSOS ACERCA DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PARA UM ENVELHECER SAUDÁVEL Ocilma Barros de Quental. Faculdade de Medicina do ABC(ocilmaquental2011@hotmail.com) Sheylla Nadjane Batista Lacerda.

Leia mais

Equipe: Ronaldo Laranjeira Helena Sakiyama Maria de Fátima Rato Padin Sandro Mitsuhiro Clarice Sandi Madruga

Equipe: Ronaldo Laranjeira Helena Sakiyama Maria de Fátima Rato Padin Sandro Mitsuhiro Clarice Sandi Madruga Equipe: Ronaldo Laranjeira Helena Sakiyama Maria de Fátima Rato Padin Sandro Mitsuhiro Clarice Sandi Madruga 1. Por que este estudo é relevante? Segundo o relatório sobre a Carga Global das Doenças (Global

Leia mais

USO DE DROGAS POR CRIANÇAS E ADOLESCENTES

USO DE DROGAS POR CRIANÇAS E ADOLESCENTES USO DE DROGAS POR CRIANÇAS E ADOLESCENTES Bianca Oliveira Garcia da Silva (Estudante de Psicologia) email: bia_podih@hotmail.com, Bruna Alves (Estudante de Psicologia) email: bruna-psi@hotmail.com, Ana

Leia mais

OTRABALHO NOTURNO E A SAÚDE DO TRABALHADOR: ESTUDO EXPLORATÓRIO EM TAUBATÉ E SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

OTRABALHO NOTURNO E A SAÚDE DO TRABALHADOR: ESTUDO EXPLORATÓRIO EM TAUBATÉ E SÃO JOSÉ DOS CAMPOS OTRABALHO NOTURNO E A SAÚDE DO TRABALHADOR: ESTUDO EXPLORATÓRIO EM TAUBATÉ E SÃO JOSÉ DOS CAMPOS Tatiane Paula de Oliveira 1, Adriana Leonidas de Oliveira (orientadora) 2 1 Universidade de Taubaté/ Departamento

Leia mais

AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007

AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 Notas importantes: O Banco de dados (BD) do Sistema de Informação Nacional de Agravos de Notificação (SINAN) vem sofrendo nos últimos

Leia mais

Governo lança campanha de prevenção dos riscos do consumo de bebidas alcoólicas Resultados das pesquisas:

Governo lança campanha de prevenção dos riscos do consumo de bebidas alcoólicas Resultados das pesquisas: Governo lança campanha de prevenção dos riscos do consumo de bebidas alcoólicas O Ministério da Saúde lançou, nesta sexta-feira (10) no Rio de Janeiro (RJ), uma campanha publicitária alertando sobre os

Leia mais

COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS DO SENADO FEDERAL. Brasília maio 2010

COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS DO SENADO FEDERAL. Brasília maio 2010 COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS DO SENADO FEDERAL Brasília maio 2010 Audiência Pública: o avanço e o risco do consumo de crack no Brasil Francisco Cordeiro Coordenação de Saúde Mental, Álcool e outras Drogas

Leia mais

Saúde da mulher em idade fértil e de crianças com até 5 anos de idade dados da PNDS 2006

Saúde da mulher em idade fértil e de crianças com até 5 anos de idade dados da PNDS 2006 Saúde da mulher em idade fértil e de crianças com até 5 anos de idade dados da PNDS 2006 José Cechin Superintendente Executivo Francine Leite Carina Burri Martins Esse texto compara as morbidades referidas

Leia mais

Experiência com o tratamento de Dependentes Químicos

Experiência com o tratamento de Dependentes Químicos Experiência com o tratamento de Dependentes Químicos INSTITUTO BAIRRAL DE PSIQUIATRIA Dr. Marcelo Ortiz de Souza Dependência Química no Brasil (CEBRID, 2005) População Geral: 2,9% já fizeram uso de cocaína

Leia mais

LEVANTAMENTO DO USO DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS ENTRE ESTUDANTES DE GRADUAÇÃO DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR

LEVANTAMENTO DO USO DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS ENTRE ESTUDANTES DE GRADUAÇÃO DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 LEVANTAMENTO DO USO DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS ENTRE ESTUDANTES DE GRADUAÇÃO DE UMA INSTITUIÇÃO DE

Leia mais

Plano de Prevenção de Riscos de Acidentes com Materiais Perfuro Cortantes. HOSPITAL...

Plano de Prevenção de Riscos de Acidentes com Materiais Perfuro Cortantes. HOSPITAL... Plano de Prevenção de Riscos de Acidentes com Materiais Perfuro Cortantes. Baseado na NR 32 Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde Portaria N 1.748 de 30 de Agosto de 2011. HOSPITAL... Validade

Leia mais

DOCENTES DO CURSO DE JORNALISMO: CONHECIMENTO SOBRE SAÚDE VOCAL

DOCENTES DO CURSO DE JORNALISMO: CONHECIMENTO SOBRE SAÚDE VOCAL DOCENTES DO CURSO DE JORNALISMO: CONHECIMENTO SOBRE SAÚDE VOCAL Rayné Moreira Melo Santos (CESMAC) raynefono@yahoo.com.br Rozana Machado Bandeira de Melo (CESMAC) rmbmelo@ig.com.br Zelita Caldeira Ferreira

Leia mais

PROGRAMA DE MELHORIA CONTÍNUA DA QUALIDADE DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM (PMCQCE)

PROGRAMA DE MELHORIA CONTÍNUA DA QUALIDADE DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM (PMCQCE) PROGRAMA DE MELHORIA CONTÍNUA DA QUALIDADE DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM (PMCQCE) INSTITUIÇÃO Nome Morada Código Postal CONTEXTO PRÁTICA CLÍNICA ou UNIDADE DE SAÚDE FUNCIONAL Nome CONTATOS Enfermeiro(a) Chefe

Leia mais

HISTÓRIA E PERSPECTIVAS DE VIDA DE ALCOOLISTAS

HISTÓRIA E PERSPECTIVAS DE VIDA DE ALCOOLISTAS HISTÓRIA E PERSPECTIVAS DE VIDA DE ALCOOLISTAS Jéssica Molina Quessada * Mariana Caroline Brancalhão Guerra* Renata Caroline Barros Garcia* Simone Taís Andrade Guizelini* Prof. Dr. João Juliani ** RESUMO:

Leia mais

CURSO PRÉ-VESTIBULAR UNE-TODOS: CONTRIBUINDO PARA A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA NA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO *

CURSO PRÉ-VESTIBULAR UNE-TODOS: CONTRIBUINDO PARA A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA NA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO * CURSO PRÉ-VESTIBULAR UNE-TODOS: CONTRIBUINDO PARA A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA NA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO * COSTA, Marcia de Souza 1, PAES, Maria Helena Rodrigues 2 ; Palavras-chave: Pré-vestibular

Leia mais

Código de prática para a gestão da segurança da informação

Código de prática para a gestão da segurança da informação Código de prática para a gestão da segurança da informação Edição e Produção: Fabiano Rabaneda Advogado, professor da Universidade Federal do Mato Grosso. Especializando em Direito Eletrônico e Tecnologia

Leia mais

Avaliação do grau de implementação do programa de controle de transmissão vertical do HIV em maternidades do Projeto Nascer

Avaliação do grau de implementação do programa de controle de transmissão vertical do HIV em maternidades do Projeto Nascer Avaliação do grau de implementação do programa de controle de transmissão vertical do HIV em maternidades do Projeto Nascer 1 CRÉDITOS Elaboração do relatório Elizabeth Moreira dos Santos (ENSP/FIOCRUZ)

Leia mais

PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA (PSE): Saúde e educação integral das crianças, adolescentes e jovens

PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA (PSE): Saúde e educação integral das crianças, adolescentes e jovens PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA (PSE): Saúde e educação integral das crianças, adolescentes e jovens O que é o PSE? O PSE é uma política intersetorial do Saúde e do, instituído em 2007, por decreto presidencial.

Leia mais

ANÁLISE DE RELATOS DE PAIS E PROFESSORES DE ALUNOS COM DIAGNÓSTICO DE TDAH

ANÁLISE DE RELATOS DE PAIS E PROFESSORES DE ALUNOS COM DIAGNÓSTICO DE TDAH Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 660 ANÁLISE DE RELATOS DE PAIS E PROFESSORES DE ALUNOS COM DIAGNÓSTICO DE TDAH Camila Rodrigues Costa 1, 2 Matheus

Leia mais

Pessoas com Deficiência nos Censos Demográficos Brasileiros

Pessoas com Deficiência nos Censos Demográficos Brasileiros Pessoas com Deficiência nos Censos Demográficos Brasileiros Alicia Bercovich IBGE VI Fórum Senado Debate Brasil Convenção da ONU sobre os direitos das pessoas com deficiência Painel 2: Quem são, onde estão,

Leia mais

VIOLÊNCIA CONTRA A CRIANÇA ou ADOLESCENTE

VIOLÊNCIA CONTRA A CRIANÇA ou ADOLESCENTE VIOLÊNCIA CONTRA A CRIANÇA ou ADOLESCENTE Equipe LENAD: Ronaldo Laranjeira Clarice Sandi Madruga IlanaPinsky Maria Carmen Viana Divulgação: Maio de 2014. 1. Porque esse estudo é relevante? Segundo a Subsecretaria

Leia mais

Avaliação Econômica. Programa Escola Integrada. Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte

Avaliação Econômica. Programa Escola Integrada. Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte Avaliação Econômica Programa Escola Integrada Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte Criado em 2004, o Programa de Avaliação Econômica de Projetos Sociais, da Fundação Itaú Social, atua em

Leia mais

OBJETIVOS: GERAL: Determinar a prevalência do alcoolismo em Policiais Militares do Estado do Amazonas.

OBJETIVOS: GERAL: Determinar a prevalência do alcoolismo em Policiais Militares do Estado do Amazonas. TÍTULO: ALCOOLISMO NA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO AMAZONAS. Autores: Fernando de Lima Ferreira; Aristóteles Alencar; Manoel Galvão; Giselle Oliveira da Costa; Márcia Maria Leão de Araújo; Roberta Kelly

Leia mais

REABILITAÇÃO AOS DEPENDENTES QUÍMICOS EM EMPRESA DE ECONONIA MISTA

REABILITAÇÃO AOS DEPENDENTES QUÍMICOS EM EMPRESA DE ECONONIA MISTA 1 REABILITAÇÃO AOS DEPENDENTES QUÍMICOS EM EMPRESA DE ECONONIA MISTA Cláudia Cristina Augusto Currículo: Pedagogia pela - Pontifícia Universidade Católica de Campinas (1996-1999); Pós-Graduação em Pedagogia

Leia mais

AVALIAÇÃO DOS PLANOS DE SAÚDE PELOS USUÁRIOS ANO II SÃO PAULO 2013

AVALIAÇÃO DOS PLANOS DE SAÚDE PELOS USUÁRIOS ANO II SÃO PAULO 2013 1 AVALIAÇÃO DOS PLANOS DE SAÚDE PELOS USUÁRIOS ANO II SÃO PAULO Temas 2 Objetivo e metodologia Utilização dos serviços do plano de saúde e ocorrência de problemas Reclamação ou recurso contra o plano de

Leia mais

Dependência Química - Classificação e Diagnóstico -

Dependência Química - Classificação e Diagnóstico - Dependência Química - Classificação e Diagnóstico - Alessandro Alves Toda vez que se pretende classificar algo, deve-se ter em mente que o que se vai fazer é procurar reduzir um fenômeno complexo que em

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DOS USUÁRIOS QUE FAZEM USO DE PSICOTRÓPICOS DE UMA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA

CARACTERIZAÇÃO DOS USUÁRIOS QUE FAZEM USO DE PSICOTRÓPICOS DE UMA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA CARACTERIZAÇÃO DOS USUÁRIOS QUE FAZEM USO DE PSICOTRÓPICOS DE UMA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA Ana Eliedna Nogueira, Universidade Potiguar, eliednanog@hotmail.com Rúbia Mara Maia Feitosa, Universidade

Leia mais

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa Aécio Costa A segurança da informação é obtida a partir da implementação de um conjunto de controles adequados, incluindo políticas, processos, procedimentos, estruturas organizacionais e funções de software

Leia mais

feema - Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente Curso de Legislação e Normas para o Licenciamento Ambiental Junho de 2002

feema - Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente Curso de Legislação e Normas para o Licenciamento Ambiental Junho de 2002 Página 1 feema - Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente Curso de Legislação e Normas para o Licenciamento Ambiental Junho de 2002 DZ 056 - Diretriz para Realização de Auditoria Ambiental capa

Leia mais

5.1 Nome da iniciativa ou Projeto. Academia Popular da Pessoa idosa. 5.2 Caracterização da Situação Anterior

5.1 Nome da iniciativa ou Projeto. Academia Popular da Pessoa idosa. 5.2 Caracterização da Situação Anterior 5.1 Nome da iniciativa ou Projeto Academia Popular da Pessoa idosa 5.2 Caracterização da Situação Anterior O envelhecimento é uma realidade da maioria das sociedades. No Brasil, estima-se que exista, atualmente,

Leia mais

Como Ultrapassar as Barreiras para Implantação de Testagem

Como Ultrapassar as Barreiras para Implantação de Testagem ELETROBRAS TERMONUCLEAR S.A. Diretoria de Administração e Finanças DA Superintendência de Recursos Humanos SH.A Gerência de Desenvolvimento e Capacitação- GDC.A Como Ultrapassar as Barreiras para Implantação

Leia mais

Educação em Saúde: Dependência Química. Módulo 1: A dimensão do problema das drogas no Brasil

Educação em Saúde: Dependência Química. Módulo 1: A dimensão do problema das drogas no Brasil Educação em Saúde: Dependência Química Módulo 1: A dimensão do problema das drogas no Brasil MODULO 1: A dimensão do problema das drogas no Brasil Epidemiologia do consumo de substâncias psicoativas no

Leia mais

Álcool e Saúde Pública nas Americas Dr Maristela G. Monteiro Assessora Principal Controle de Tabaco, Álcool e Outras Drogas OPAS/OMS

Álcool e Saúde Pública nas Americas Dr Maristela G. Monteiro Assessora Principal Controle de Tabaco, Álcool e Outras Drogas OPAS/OMS .. Álcool e Saúde Pública nas Americas Dr Maristela G. Monteiro Assessora Principal Controle de Tabaco, Álcool e Outras Drogas OPAS/OMS Modelo causal de consumo de alcool, mecanismos intermediarios e consequencias:

Leia mais

Grupo de Apoio a dependentes químicos e a família Jamaica

Grupo de Apoio a dependentes químicos e a família Jamaica Grupo de Apoio a dependentes químicos e a família Jamaica Mostra Local de: Londrina Categoria do projeto: I Projetos em Implantação (projetos que estão em fase inicial) Nome da Instituição/Empresa: "Atuação

Leia mais

Palavras-chave: Suplementos Alimentares, Musculação, Academia de Ginástica.

Palavras-chave: Suplementos Alimentares, Musculação, Academia de Ginástica. PERFIL DOS CONSUMIDORES DE SUPLEMENTOS ALIMENTARES PRATICANTES DE MUSCULAÇÃO EM ACADEMIAS DE TERESINA. Conceição de Maria Aguiar Carvalho Francisco Evaldo Orsano RESUMO: O aumento da oferta de suplementos

Leia mais

15 Introdução. Os 10 Pilares da Boa Prática de Segurança no Trabalho de AA a I

15 Introdução. Os 10 Pilares da Boa Prática de Segurança no Trabalho de AA a I 15 Introdução Os 10 Pilares da Boa Prática de Segurança no Trabalho de AA a I 16 Introdução Os 10 Pilares da Boa Prática de Segurança de AA a I PREVENIR ACIDENTES DO TRABALHO É FÁCIL? Não. É uma das atividades

Leia mais

A PROMOÇÃO A SAÚDE E PREVENÇÃO AO USO DE DROGAS

A PROMOÇÃO A SAÚDE E PREVENÇÃO AO USO DE DROGAS A PROMOÇÃO A SAÚDE E PREVENÇÃO AO USO DE DROGAS Prof. Lorena Silveira Cardoso Mestranda em Saúde Coletiva Profª. Drª. Marluce Miguel de Siqueira Orientadora VITÓRIA 2013 INTRODUÇÃO O consumo de substâncias

Leia mais

Os padrões de consumo de crack, álcool e outras drogas e alguns instrumentos de avaliação e codificação

Os padrões de consumo de crack, álcool e outras drogas e alguns instrumentos de avaliação e codificação Os padrões de consumo de crack, álcool e outras drogas e alguns instrumentos de avaliação e codificação Enfª. Lorena Silveira Cardoso Mestranda em Saúde Coletiva do PRPPG - UFES VITÓRIA 2015 Nessa aula

Leia mais

GESTÃO DE SST DESAFIOS E POSSÍVEIS SOLUÇÕES

GESTÃO DE SST DESAFIOS E POSSÍVEIS SOLUÇÕES GESTÃO DE SST DESAFIOS E POSSÍVEIS SOLUÇÕES Nov.2014 Negócio CONTRIBUIR PARA O AUMENTO DA COMPETITIVIDADE Educação Qualidade de Vida Declaração Estratégica Missão Promover a qualidade de vida do trabalhador

Leia mais

Análise: Pesquisa Qualidade de Vida 2013 Fase 2 e 3

Análise: Pesquisa Qualidade de Vida 2013 Fase 2 e 3 Análise: Pesquisa Qualidade de Vida 2013 Fase 2 e 3 Resumo: A pesquisa de Qualidade de Vida é organizada pela ACIRP e pela Fundace. Teve início em 2009, inspirada em outros projetos já desenvolvidos em

Leia mais

Classificação de deficiência mental - Evolução do conceito na história

Classificação de deficiência mental - Evolução do conceito na história Classificação de deficiência mental - Evolução do conceito na história Classificação de deficiência mental (1976) 1- Variação normal da inteligência (VNI) QI entre 71e 84 Geralmente sem atraso do DNPM

Leia mais

LISTAS DE FIGURAS, GRÁFICOS E TABELAS

LISTAS DE FIGURAS, GRÁFICOS E TABELAS LISTAS DE FIGURAS, GRÁFICOS E TABELAS FIGURAS Figura A Distribuição das porcentagens da amostra total e população total por sexo. 41 Figura B Distribuição das porcentagens da amostra e da população, para

Leia mais

Ginástica Laboral como Meio de Promoção da Qualidade de Vida no Trabalho

Ginástica Laboral como Meio de Promoção da Qualidade de Vida no Trabalho 6 Ginástica Laboral como Meio de Promoção da Qualidade de Vida no Trabalho José Cicero Mangabeira Da Silva Gestor Em Recursos Humanos - Anhanguera Educacional - Campinas-SP Especialista Em Gestão Da Qualidade

Leia mais

Perfil das mulheres brasileiras em idade fértil e seu acesso à serviços de saúde Dados da PNDS 2006

Perfil das mulheres brasileiras em idade fértil e seu acesso à serviços de saúde Dados da PNDS 2006 Perfil das mulheres brasileiras em idade fértil e seu acesso à serviços de saúde Dados da PNDS 2006 José Cechin Superintendente Executivo Francine Leite Carina Martins A Pesquisa Nacional de Demografia

Leia mais

Pesquisa sobre sintomas de transtornos mentais e utilização de serviços em crianças brasileiras de 6 a 17 anos

Pesquisa sobre sintomas de transtornos mentais e utilização de serviços em crianças brasileiras de 6 a 17 anos Objetivos: (1) Estimar a prevalência dos sintomas dos transtornos mentais mais comuns na infância e na adolescência em crianças e adolescentes brasileiros de 6 a 17 anos (2) Pesquisar a freqüência de uso

Leia mais

Principais Resultados Estudo Comparativo: Brasil - 2001 e 2005

Principais Resultados Estudo Comparativo: Brasil - 2001 e 2005 303 Principais Resultados Estudo Comparativo: - 2001 e 2005 304 I ESTUDO COMPARATIVO: BRASIL 2001 E 2005 I Dados Gerais 1. População brasileira: 169.799.170 habitantes*. 2. População das 108 cidades brasileiras

Leia mais

Tratamento da Dependência Química: Um Olhar Institucional.

Tratamento da Dependência Química: Um Olhar Institucional. A dependência química é uma síndrome de números superlativos e desconfortáveis; A OMS (Organização Mundial de Saúde) aponta que mais de 10% de qualquer segmento populacional apresenta predisposição à dependência

Leia mais

CONSUMO DE ÁLCOOL & ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS

CONSUMO DE ÁLCOOL & ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS CONSUMO DE ÁLCOOL & ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS O álcool é a «droga recreativa» mais utilizada em contexto universitário. Estudos recentes revelam que mais de metade dos estudantes universitários tiveram,

Leia mais

Em defesa de uma Secretaria Nacional de Igualdade de Oportunidades

Em defesa de uma Secretaria Nacional de Igualdade de Oportunidades 1 Em defesa de uma Secretaria Nacional de Igualdade de Oportunidades A Comissão Nacional da Questão da Mulher Trabalhadora da CUT existe desde 1986. Neste período houve muitos avanços na organização das

Leia mais

O USO DO ÁLCOOL ENTRE OS JOVENS: HISTÓRIA, POLÍTICAS GOVERNAMENTAIS, CONSEQÜÊNCIAS SOCIAIS E TRATAMENTO.

O USO DO ÁLCOOL ENTRE OS JOVENS: HISTÓRIA, POLÍTICAS GOVERNAMENTAIS, CONSEQÜÊNCIAS SOCIAIS E TRATAMENTO. ANTONIO WILKER BEZERRA LIMA O USO DO ÁLCOOL ENTRE OS JOVENS: HISTÓRIA, POLÍTICAS GOVERNAMENTAIS, CONSEQÜÊNCIAS SOCIAIS E TRATAMENTO. 1ª Edição Arneiroz Edição do Autor 2013 [ 2 ] Ficha catalográfica. Lima,

Leia mais

Saúde do Idoso 1ª Pesquisa sobre a Saúde e Condições de Vida do Idoso na Cidade do Rio de Janeiro. Ano 2006 1

Saúde do Idoso 1ª Pesquisa sobre a Saúde e Condições de Vida do Idoso na Cidade do Rio de Janeiro. Ano 2006 1 Saúde do Idoso 1ª Pesquisa sobre a Saúde e Condições de Vida do Idoso na Cidade do Rio de Janeiro. Ano 2006 1 Alcides Carneiro 2 Lucia Santos 3 Palavras Chaves: Metodologia científica; análise estatística;

Leia mais

EXPOSIÇÃO DE RISCO DOS PARTICIPANTES DO PROJETO UEPG-ENFERMAGEM NA BUSCA E PREVENÇÃO DO HIV/AIDS

EXPOSIÇÃO DE RISCO DOS PARTICIPANTES DO PROJETO UEPG-ENFERMAGEM NA BUSCA E PREVENÇÃO DO HIV/AIDS 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA EXPOSIÇÃO DE RISCO DOS PARTICIPANTES DO PROJETO UEPG-ENFERMAGEM

Leia mais

Pesquisa Mensal de Emprego

Pesquisa Mensal de Emprego Pesquisa Mensal de Emprego EVOLUÇÃO DO EMPREGO COM CARTEIRA DE TRABALHO ASSINADA 2003-2012 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE 2 Pesquisa Mensal de Emprego - PME I - Introdução A Pesquisa

Leia mais

SMES. Prevenção ao uso de álcool e outras drogas 07/07/2011. Audiência Pública no Senado Federal

SMES. Prevenção ao uso de álcool e outras drogas 07/07/2011. Audiência Pública no Senado Federal SMES Segurança, Meio Ambiente, Eficiência Energética e Saúde Prevenção ao uso de álcool e outras drogas 07/07/2011 Audiência Pública no Senado Federal CASDEP Comissão de Assuntos Sociais Premissas Se aplica

Leia mais

DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÕES DE TRABALHO PRECOCE

DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÕES DE TRABALHO PRECOCE Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 18 a 22 de outubro, 2010 337 DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM

Leia mais

NÍVEL DE CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS ENFERMEIROS SOBRE A SAÚDE DO HOMEM NO MUNICÍPIO DE CAJAZEIRAS-PB.

NÍVEL DE CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS ENFERMEIROS SOBRE A SAÚDE DO HOMEM NO MUNICÍPIO DE CAJAZEIRAS-PB. NÍVEL DE CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS ENFERMEIROS SOBRE A SAÚDE DO HOMEM NO MUNICÍPIO DE CAJAZEIRAS-PB. Antonio José Barbosa Neto (ajbneto_@hotmail.com) 1 Ceciliana Araújo Leite (cecidemais@hotmail.com)

Leia mais

Pacto Europeu. para a Saúde. Conferência de alto nível da ue. Bruxelas, 12-13 de junho de 2008

Pacto Europeu. para a Saúde. Conferência de alto nível da ue. Bruxelas, 12-13 de junho de 2008 Pacto Europeu para a Saúde Mental e o Bem-Estar Conferência de alto nível da ue JUNTOS PELA SAÚDE MENTAL E PELO BEM-ESTAR Bruxelas, 12-13 de junho de 2008 Slovensko predsedstvo EU 2008 Slovenian Presidency

Leia mais

a) ser substituída por outra, não podendo retornar a fazer a auditoria da empresa no prazo de dez anos.

a) ser substituída por outra, não podendo retornar a fazer a auditoria da empresa no prazo de dez anos. Comentado pelo professor Ted Jefferson Auditoria 1) (ESAF/AFRFB/2012) A empresa Betume S.A. é uma empresa de interesse público que vem sendo auditada pela empresa Justos Auditores Independentes, pelo mesmo

Leia mais

III Semana de Ciência e Tecnologia IFMG - campus Bambuí III Jornada Científica 19 a 23 de Outubro de 2010

III Semana de Ciência e Tecnologia IFMG - campus Bambuí III Jornada Científica 19 a 23 de Outubro de 2010 PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS PACIENTES ATENDIDOS EM UM PRONTO ATENDIMENTO MUNICIPAL DA REGIÃO CENTRO-OESTE DO ESTADO DE MINAS GERAIS SEGUNDO A CLASSIFICAÇÃO DE RISCO André LUÍS RIBEIRO DOS SANTOS 1 ; Ricardo

Leia mais

26/4/2012. Inquéritos Populacionais Informações em Saúde. Dados de Inquéritos Populacionais. Principais Características. Principais Características

26/4/2012. Inquéritos Populacionais Informações em Saúde. Dados de Inquéritos Populacionais. Principais Características. Principais Características Inquéritos Populacionais Informações em Saúde Dados de Inquéritos Populacionais Zilda Pereira da Silva Estudos de corte transversal, únicos ou periódicos, onde são coletadas informações das pessoas que

Leia mais

TELEFONES (11) 9 5707-6072 (11) 905810-9400 E-mail: newsfrancodarocha@hotmail.com

TELEFONES (11) 9 5707-6072 (11) 905810-9400 E-mail: newsfrancodarocha@hotmail.com 1 CONFIRMADO REALIZAÇÃO DO EVENTO NO SALÃO NOBRE DA CÂMARA MUNICIPAL DE FRANCO DA ROCHA EM 21 DE AGOSTO DE 2015 O IEP Instituto Educando Para a Paz, Observando o Principio 5 do Pacto Global das Nações

Leia mais

Pesquisa Mensal de Emprego - PME

Pesquisa Mensal de Emprego - PME Pesquisa Mensal de Emprego - PME Dia Internacional da Mulher 08 de março de 2012 M U L H E R N O M E R C A D O D E T R A B A L H O: P E R G U N T A S E R E S P O S T A S A Pesquisa Mensal de Emprego PME,

Leia mais

Carta de Campinas 1) QUANTO AO PROBLEMA DO MANEJO DAS CRISES E REGULAÇÃO DA PORTA DE INTERNAÇÃO E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA,

Carta de Campinas 1) QUANTO AO PROBLEMA DO MANEJO DAS CRISES E REGULAÇÃO DA PORTA DE INTERNAÇÃO E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA, Carta de Campinas Nos dias 17 e 18 de junho de 2008, na cidade de Campinas (SP), gestores de saúde mental dos 22 maiores municípios do Brasil, e dos Estados-sede desses municípios, além de profissionais

Leia mais

PROGRAMA DE BOAS PRÁTICAS EM DOMICÍLIOS DA CIDADE DE SANTA MARIA - RS

PROGRAMA DE BOAS PRÁTICAS EM DOMICÍLIOS DA CIDADE DE SANTA MARIA - RS PROGRAMA DE BOAS PRÁTICAS EM DOMICÍLIOS DA CIDADE DE SANTA MARIA - RS Barbara Cecconi Deon, Luisa Helena Hecktheuer, Mariana Etchepare, Mariele Naissinger, Silvana Saccol Gramado, 31 de maio de 2012 ALIMENTAÇÃO

Leia mais

PROGRAMA VIDA PREVENÇÃO E TRATAMENTO AO USO E ABUSO DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS

PROGRAMA VIDA PREVENÇÃO E TRATAMENTO AO USO E ABUSO DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS PROGRAMA VIDA PREVENÇÃO E TRATAMENTO AO USO E ABUSO DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS JUSTIFICATIVA O uso de álcool e outras drogas é, atualmente, uma fonte te de preocupação mundial em todos os seguimentos da

Leia mais

PAF Programa de Acompanhamento Funcional

PAF Programa de Acompanhamento Funcional PAF Programa de Acompanhamento Funcional MINISTÉRIO PÚBLICO MILITAR Márcio de Moura Pereira Motivação do Projeto SITUAÇÃO PROBLEMA Necessidade de atender a demandas já existentes de servidores e membros

Leia mais

Resumo do Perfil epidemiológico por regiões. HIV e Aids no Município de São Paulo 2014 SAÚDE 1

Resumo do Perfil epidemiológico por regiões. HIV e Aids no Município de São Paulo 2014 SAÚDE 1 Resumo do Perfil epidemiológico por regiões HIV e Aids no Município de São Paulo 2014 Resumo do perfil epidemiológico por regiões SAÚDE 1 HIV e Aids no Município de São Paulo 2014 APRESENTAçÃO Hoje, no

Leia mais

TERAPIA MOTIVACIONAL SISTÊMICA APLICADA ÁS FAMILIAS

TERAPIA MOTIVACIONAL SISTÊMICA APLICADA ÁS FAMILIAS TERAPIA MOTIVACIONAL SISTÊMICA APLICADA ÁS FAMILIAS XXI ABEAD - RECIFE ROBERTA PAYÁ ROBERTAPAYA@HOTMAIL.COM TERAPIA MOTIVACIONAL SISTÊMICA PARA O TRANSTORNO DO ABUSO DE SUBSTANCIAS Um Modelo Integrativo

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS FORMAÇÃO EM PSICOLOGIA E POLITICAS PÚBLICAS: UMA APROXIMAÇÃO DO CRPRS COM O MEIO ACADÊMICO

Leia mais

PROGRAMA JOVEM APRENDIZ

PROGRAMA JOVEM APRENDIZ JOVEM APRENDIZ Eu não conhecia nada dessa parte administrativa de uma empresa. Descobri que é isso que eu quero fazer da minha vida! Douglas da Silva Serra, 19 anos - aprendiz Empresa: Sinal Quando Douglas

Leia mais

O PAPEL DO SERVIÇO DE EPIDEMIOLOGIA NA REDE DE PROTEÇÃO A CRIANÇA E AO ADOLESCENTE EM SITUACAO DE RISCO PARA A VIOLENCIA NO HOSPITAL DE CLÍNICAS.

O PAPEL DO SERVIÇO DE EPIDEMIOLOGIA NA REDE DE PROTEÇÃO A CRIANÇA E AO ADOLESCENTE EM SITUACAO DE RISCO PARA A VIOLENCIA NO HOSPITAL DE CLÍNICAS. O PAPEL DO SERVIÇO DE EPIDEMIOLOGIA NA REDE DE PROTEÇÃO A CRIANÇA E AO ADOLESCENTE EM SITUACAO DE RISCO PARA A VIOLENCIA NO HOSPITAL DE CLÍNICAS. AREA TEMÁTICA: Saúde. COORDENADORA: Prof.ª Dr.ª Denise

Leia mais

12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1

12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA PERFIL DAS

Leia mais

Sistema para Visualização dos Resultados de Pesquisas de Clima Organizacional. PERSPECTIVA Consultores Associados Ltda.

Sistema para Visualização dos Resultados de Pesquisas de Clima Organizacional. PERSPECTIVA Consultores Associados Ltda. PERSPECTIVA Consultores Associados Ltda. Sistema para Visualização dos Resultados de Pesquisas de Clima Organizacional Manual do Usuário Este documento é de autoria da PERSPECTIVA Consultores Associados

Leia mais