Pesquisa. Há 40 anos atrás nos encontrávamos discutindo mecanismos e. A mulher no setor privado de ensino em Caxias do Sul.

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1 Pesquisa A mulher no setor privado de ensino em Caxias do Sul. Introdução Há 40 anos atrás nos encontrávamos discutindo mecanismos e políticas capazes de ampliar a inserção da mulher no mercado de trabalho. O tempo passou e a participação da mulher no mercado de trabalho é uma realidade, muitos pesquisadores inclusive, já utilizam o termo feminização do mercado de trabalho. A inserção da mulher é de extrema importância, pois a atuação profissional possibilita a autonomia dos indivíduos, para a construção de identidade, para o reconhecimento social, para o acesso a bens de consumo, entre outras dimensões, tanto materiais quanto simbólicas, cada vez mais importantes nas sociedades do século XXI. Contudo, são nos ambientes de trabalho que os processos de discriminação e desigualdade se tornam ainda mais evidentes. As conquistas femininas evoluíram, os espaços foram marcados com qualificação e responsabilidade, contudo as desigualdades entre homens e mulheres ainda estão presentes. A herança de uma sociedade patriarcal, onde o papel da mulher é da cuidadora da família é um dos componentes em que está assentado a desigualdade de gênero. Isso justifica a participação feminina no mercado de trabalho ainda estar fortemente vinculada a atividades que reproduzem as ações muito próximas do âmbito familiar, um fato confirmado pela presença da mulher nos setores ligados à educação, à saúde e a atividade social centrada na prestação de serviços. Os nichos mais tradicionais do mercado de trabalho,

2 como o setor industrial, permanecem, em sua grande maioria, destinados ao sexo masculino, o que potencializa ao homem o acesso a salários melhores e a formas de contração normatizadas pela Legislação Trabalhista. E no setor de ensino privado, em Caxias do Sul, qual o perfil das mulheres que atuam como docentes? Para responder essa pergunta analisou-se o perfil e o tipo de vínculo trabalhistas que as docentes possuem na educação básica e no ensino superior. A base de dados é extraída das informações disponibilizadas pelo Ministério do Emprego e Renda por meio da Relação Anual de Informações Sociais RAIS. A pesquisa está divida em duas parte: (i) o perfil da docente, (ii) as características do vinculo trabalhista da docente. O perfil da docente em Caxias do Sul no ensino privado. As diferenças entre os sexos são transferidas para as profissões, o que confere à docência significados femininos, pela associação direta à maternidade e ao ato de cuidar das crianças. No setor de ensino, especificamente na atividade de docente, na educação básica, 77% são mulheres e 23% são homens. As mulheres representam 85% dos vínculos no ensino fundamental de 1º ao 4º ano e 50% no 5º ao 8º ano. No ensino médio a participação masculina amplia-se e a feminina cai para 50%. Já no ensino superior, há um fino equilíbrio entre homens e mulheres, do total de docentes 50,4% são mulheres e 49,6% são homens. A distribuição equilibrada entre homens e mulheres no ensino superior não é o padrão, mesmo com a expansão feminina nesse segmento de ensino os dados referente ao Brasil demonstram que 53% dos docentes são homens e 47% são mulheres.

3 Distribuição dos docentes por sexo no ensino privado na educação básica- Caxias do Sul/ Distribuição dos docentes por sexo no ensino privado no ensino superior - Caxias do Sul/ Homens'' 23%' Mulheres(,( 50,4%( Homens,( 49,6%( Mulheres' 77%' Em relação a distribuição dos docentes por faixa etária, observa-se uma concentração nas faixas entre 30 e 39 anos, ou seja é uma categoria composta por jovens. No ensino superior chama a atenção o número de docentes com idade acima dos 40 anos, em torno de 56% da categoria. A própria trajetória de qualificação exigida pelo Ministério da Educação e pela Instituições de ensino em termos de qualificação contribuem para esse resultado. Um docente no ensino superior possui pelo menos 5 anos mais (mestrado e doutorado) do que um professor na educação básica. A diferenças de gênero em relação a idade é mínima e estatisticamente não faz uma grande diferença. Após os 50 anos a proporção de homens no docência amplia-se, podendo ser explicado pelo regime de aposentadoria especial. Os professores precisam contribuir por 30 anos para a previdência social, e as professoras tem que ter no mínimo 25 anos de contribuição, desde que comprovado por esse período o exercício da docência. Os professores do Ensino Superior não são beneficiados pelo regime especial de aposentadoria, resultando assim em um percentual mais elevado de homens e mulheres acima dos 50 anos em relação aos outros níveis.

4 Distribuição das docentes por faixa etária no ensino privado na educação básica- Caxias do Sul/ Distribuição das docentes por faixa etária no ensino privado no ensino superior - Caxias do Sul/ %OU%MAIS% 1,5%% 65$ou$mais.$ 1,4%$ 50%A%64% 18,2%% 50$a$64$ 22,3%$ 40%A%49% 25,1%% 40$a$49$ 30,2%$ 30%A%39% 36,4%% 30$a$39$ 35,9%$ 25%A%29% 15,3%% 25$a$29$ 9,1%$ 18%A%24% 3,5%% 18$a$24$ 1,1%$ A qualificação é um dos principais diferenciais femininos no mercado de trabalho em relação aos homens. Não é surpresa o elevado grau de qualificação do docente, dada a exigência da profissão. Optou nessa pesquisa em avaliar apenas os docentes com superior completo, mestrado e doutorado. No ensino superior as mulheres apresentam um grau de qualificação superior ao dos homens, destaca-se o percentual de mulheres com mestrado na ordem de 30%. Já quando observamos os níveis que compõem da educação básica 84,5% das mulheres possuem nível superior e 6,6% mestrado.

5 Distribuição das docentes por faixa etária no ensino privado na educação básica- Caxias do Sul/ 2013 Distribuição das docentes por faixa etária no ensino privado na educação superior- Caxias do Sul/ 2013 Doutorado% 0,2%% Mestrado% 6,6%% Doutorado$ 12%$ Superior%Completo% Superior%Incompleto% 6,4%% 84,5%% Mestrado$ 30%$ Médio%Completo% 2,0%% Superior$Completo$ 58%$ Fundamental%Completo% 0,4%% Não é possível afirmar que há grandes diferenças entre professores e professoras quanto ao seu perfil. Deve-se lembrar que cada nível de ensino possui exigências especificas de qualificação e que inconscientemente há um perfil padrão de profissional a ser contratado pelas instituições que de certa forma reproduz a cultura patriarcal da sociedade. A pequena participação de homens no ensino infantil é fundamental, e a permanência no setor de ensino acima dos 50 anos são exemplos dessa cultura. O vínculo da docente no setor privado de ensino em Caxias do Sul. O vínculo que o docente possui com a empresa permite compreender sua inserção no setor de ensino, bem como caracterizar o perfil desse profissional. Uma das variáveis mais importantes para as mulheres é a jornada de trabalho. A busca por exercer sua atividade na educação em parte está relacionada a possibilidade do regime parcial de trabalho. Essa, muitas vezes, é a estratégia adotada pelas mulheres para compatibilizar as tarefas relacionadas aos cuidados da casa, família e atividade profissional. Não há dúvida da ampliação da participação masculina nas responsabilidades familiares, contudo, a mulher ainda dedica um tempo

6 superior a essas atividade quando comparada com os homens. De acordo com dados do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), divulgados em 2012, as mulheres brasileiras gastam, em média, 26,6 horas semanais em afazeres domésticos, enquanto os homens dedicam apenas 10,5 horas. Os dados do setor privado de ensino em Caxias do Sul revelam um grande número de docentes que exercem atividade parcial. Cerca de 68% das docentes na educação básica, apresentam jornadas de trabalho de até 30 horas semanais. Entretanto, há um percentual expressivo de mulheres que trabalham em tempo integral. Inclusive 28,65% dos docentes possuem mais de dois vínculos trabalhistas e apresentam jornadas entre 41 e 44 horas semanais, entre as mulheres na educação básica esse percentual chega a 25%. No ensino superior, possuem jorna entre 16 e 30 horas semanais. 50% das docentes Distribuição das docentes por jornada de trabalho no ensino privado na educação básica- Caxias do Sul/ 2013 Distribuição das docentes por jornada de trabalho no ensino privado na educação superior- Caxias do Sul/ $a$44$horas$ 3%$ 41$a$44$horas$ 3%$ 31$a$40$horas$ 5%$ 31$a$40$horas$ 15%$ 21$a$30$horas$ 24%$ 21$a$30$horas$ 3%$ 16$a$20$horas$ 34%$ 16$a$20$horas$ 47%$ 13$a$15$horas$ 6%$ 13$a$15$horas$ 3%$ At_$12$horas$ 28%$ At_$12$horas$ 29%$ Não há dúvida que essa jornada de trabalho é intensa para homens e mulheres. Todavia, quando observamos o tipo de ocupação exercida pelos docentes é fácil concluir que essa jornada de trabalho é desumana. As atividades extra classe exercidas pelo docentes, a pressão sofrida por parte dos país e das instituições de ensino somada ao tempo em sala de aula e as atividades exercidas

7 com os tidos afazeres domésticos, justificam os sérios problemas de saúde vivenciados pelas docentes. Questões relacionadas ao stress, Síndrome de Burnout, problemas com voz e cansaço, são alguns dos sintomas dificuldades de ser professor. mais evidentes das O tempo de permanência do docente no setor privado de ensino é elevado, indicando a baixa rotatividade existente entre esses profissionais. Essa é inclusive uma das características do setor. Na educação básica 35% das docentes possuem mais de 10 anos de trabalho no mesmo vínculo. No ensino superior 30% tem mais de 10 anos e 31% possui entre 3 e 9 anos. O que chama a atenção é que a rotatividade entre os homens é mais levada quando comparada com as mulheres. De qualquer forma o ensino privado em Caxias do Sul possui um rotatividade bem inferior a média do Brasil. Distribuição das docentes por tempo de permanência no ensino privado na educação básica- Caxias do Sul/ 2013 Distribuição das docentes por tempo de permanência no ensino privado na educação superior- Caxias do Sul/ #ou#mais# 34%# 120,#ou#mais# 30%# 60,0#a#119,9## 21%# 60,0#a#119,9## 19%# 36,0#a#59,9## 12%# 36,0#a#59,9## 12%# 24,0#a#35,9## 8%# 24,0#a#35,9## 8%# 12,0#a#23,9## 10%# 12,0#a#23,9## 11%# 6,0#a#11,9## 3,0#a#5,9## Ate#2,9## 11%# 3%# 1%# 6,0#a#11,9## 3,0#a#5,9# Ate#2,9# 1%# 11%# 8%# A diferença de remuneração entre homens e mulheres é uma das principais barreiras a ser quebrada no processo de inserção da mulher no mercado de trabalho. Infelizmente essa diferença existe mesmo com o grau de instrução mais elevado a favor das mulheres. Na educação básica concentra as docentes com

8 menor remuneração, o rendimento médio de uma docente nesse nível de ensino encontra-se entre 3 e 4 salários mínimos. No ensino infantil e no fundamental a diferença de remuneração ocorre principalmente para aqueles docentes que possuem uma jornada de trabalho entre 31horas e 40 horas semanais. Assim uma professora que possui a mesma carga horaria que um professor, cerca de 75% do salário dos homens. Faixa de Remuneração das docentes no ensino superior privado, por nível de ensino em Caxias do Sul 2003 Educação%Básica% Ensino%Superior% Mais$de$20,00$ 15,01$a$20,00$ 10,01$a$15,00$ 7,01$a$10,00$ 5,01$a$7,00$ 4,01$a$5,00$ 3,01$a$4,00$ 2,01$a$3,00$ 1,51$a$2,00$ 1,01$a$1,50$ 0,51$a$1,00$ Até$$0,50$ 0%% 0%% 2%% 2%% 2%% 1,4%% 8,3%% 12,6%% 11,3%% 10%% 10,5%% 9%% 5,4%% 7,8%% 9,8%% 11%% 5,2%% 8%% 6,9%% 9%% 4,9%% 15,9%% 20%% 28%% No ensino superior, a remuneração é mais elevada, nesse nível de ensino 28,5% das docentes possuem seus rendimento entre 10 e 20 salários mínimos, justificado pelo carga horaria mais elevada. Nesse nível de ensino a diferença salários entre homens e mulheres é bem menor. As professores recebe cerca de 92% dos rendimentos dos professores, o que equivale a dizer que considerando uma remuneração de R$100,00 a docente recebe R$ 92. Mesmos nas demais jornadas

9 de trabalho, a diferença salarial é pequena. A menor diferença salarial entre os sexos apresentada nesse nível de ensino pode ser explicada pela adoção de planos de carreira nas instituições de ensino. Os planos de carreira permitem a valorização do professor e estabelecem critérios claros para a progressão na carreira reduzindo sensivelmente a discriminação entre homens e mulheres. As diferenças entre homens e mulheres no setor de ensino estão muito mais vinculadas as características da ocupação, ou seja da docência, do que uma visão discriminatória das mulheres. O grande número de mulheres docentes não justifica isoladamente essa situação, com certeza, o número de mulheres que participam da gestão e coordenação de escolas e instituições somadas a aqueles que se encontram organizações de classe, como os sindicatos, fazem a diferença nesse cenário de ensino. Av. Getúlio Vargas 901 sala 601. Meninos Deus Porto Alegre Tel.: (51)

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