DOCENTES DO CURSO DE JORNALISMO: CONHECIMENTO SOBRE SAÚDE VOCAL

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1 DOCENTES DO CURSO DE JORNALISMO: CONHECIMENTO SOBRE SAÚDE VOCAL Rayné Moreira Melo Santos (CESMAC) Rozana Machado Bandeira de Melo (CESMAC) Zelita Caldeira Ferreira Guedes (UNIFESP) RESUMO Objetivo: Analisar o conhecimento sobre saúde vocal em docentes do curso de jornalismo. Métodos: Trabalho de especialização, realizado com docentes do curso de jornalismo da Faculdade Integrada Tiradentes (FITS), após a aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa do Centro Universitário Cesmac sob o protocolo n 733/09. Um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido foi elaborado aos docentes, em que foram solicitados a responder o questionário específico sobre saúde vocal, normatizado. Resultados: A pesquisa foi realizada com seis docentes, sendo 66,7% (4) do gênero feminino e 33,3% (2) do gênero masculino. Quanto à saúde vocal, a maioria dos docentes (66,7%) afirmou que recebeu orientações somente durante a atuação profissional. Quando perguntado sobre a satisfação com a voz, 66,7% (4) estão satisfeitos com sua voz e 33,3% (2) não estão satisfeitos, acrescentando que gostariam de ter uma voz mais grave. Considerações finais: Torna-se notório que instituições do ensino superior insiram uma disciplina contendo orientações vocais, para professores que utilizam ou utilizarão a voz como instrumento de trabalho. INTRODUÇÃO Um problema que desperta grande interesse de muitos pesquisadores e clínicos na área da fonoaudiologia em todo o mundo e, mais especificamente, dos fonoaudiólogos que trabalham com voz, é a incidência de disfonia entre professores

2 (GONÇALVES, 2005, p ). A voz do professor é tema de 363 trabalhos fonoaudiológicos (SIMÕES, 2004, p. 1-32), fato que demonstra o grande interesse da fonoaudiologia em se aprofundar na problemática vocal do professor (DRAGONE e BEHLAU, 2006, p. 1-3). Cresce o número de casos de disfonias persistentes em professores, consequência, principalmente, da falta de informação a respeito. Não é apenas o mau uso vocal que faz com que apareçam problemas nas pregas vocais; as condições ambientais e hábitos também influenciam na piora destes problemas. Embora a voz seja O principal instrumento de trabalho do professor, observa-se que não é dada a devida atenção ao assunto quando da formação desses profissionais. A realidade é que a maioria dos cursos de formação de professores não possui disciplinas relacionadas à promoção da saúde vocal, bem como orientações e técnicas específicas ao uso adequado da voz e suas correlações. Os professores têm em sua formação poucas disciplinas específicas que os instrumentizem quanto ao manejo da atividade docente em relação à didática, à metodologia de ensino, dentre outras questões, principalmente orientações específicas vocais. Autores referem que, durante a formação do profissional de educação, em nenhum momento, é mostrado a ele que poderá ter problemas se não fizer um bom uso de seu instrumento de trabalho, que é a voz (SERVILHA, 1998, p ). OBJETIVO Analisar o conhecimento sobre saúde vocal dos docentes do curso de jornalismo. METODOLOGIA O presente estudo foi realizado com professores que lecionam no curso de Jornalismo da Faculdade Integrada Tiradentes (FITS), localizada em Maceió, após a

3 aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa do Centro Universitário Cesmac sob o protocolo n 733/09. Foi realizada uma visita à Instituição para contato inicial com a coordenação do curso. Posteriormente, apresentou-se o projeto, sendo explicada a natureza da pesquisa, sua metodologia e objetivo. Foi solicitada a aprovação da Diretoria para realização da pesquisa, por meio do Termo de Autorização da Instituição. Foram agendadas as datas de aplicação do questionário e autorização para divulgação dos resultados, sem prejuízo ao calendário letivo. Um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido foi elaborado para os professores que, em sua maioria, concordaram em participar do estudo. Os professores foram solicitados a responder o questionário específico sobre saúde vocal, normatizado e publicado por Ferreira et al.(2007, p ), com seis blocos de 3 perguntas, totalizando oitenta e quatro, com a finalidade de investigar o conhecimento sobre a voz e a saúde vocal. Vale ressaltar que não foram utilizadas para esta pesquisa todas as informações obtidas através dos questionários, uma vez que a parcela considerável das mesmas indicava diferente da proposta presente, sendo tais resguardadas para posteriores estudos. Foram analisadas variáveis referentes ao perfil da população estudada e ao conhecimento sobre saúde vocal. Às respostas obtidas foram aplicados testes estatísticos descritivos e analíticos que permitiram inferências sobre o conhecimento vocal dessa população. Foram inclusos professores que lecionam no curso de jornalismo, não havendo restrição quanto ao sexo, com idade igual ou superior a 25 anos e que também lecionam em outras faculdades ou universidade de nível superior. Foram excluídos professores que não desejaram participar do estudo.

4 RESULTADOS E/OU CONSIDERAÇÕES FINAIS A pesquisa foi realizada com seis docentes, sendo 4 do gênero feminino (66,7%) e, 2 do gênero masculino (33,3%) com idade entre 26 e 40 anos. Em relação ao ambiente físico, os professores responderam quanto à presença de ruído na faculdade, acústica, poeira, fumaça, umidade, temperatura, espaço físico, iluminação da sala, limpeza da escola e ainda se os fatores ambientais interferiam na sua vida pessoal ou em sua saúde. Quando perguntado sobre a presença do estresse no trabalho, 3 professores responderam às vezes, dois afirmaram que sempre havia estresse, um disse que raramente havia estresse e as alternativas nunca e não sei não foram assinaladas. Em relação aos hábitos (Tabagismo, etilismo e hidratação), os resultados comprovaram que 100% dos professores não fumavam; 40% (2) nunca consumiram bebidas alcoólicas, 40% (2) consumiam às vezes, 20% (1) raramente, sendo que nenhum indivíduo marcou as alternativas sempre e não sei. Em relação à ingestão de água durante o dia e quantidade consumida, observou-se que a maior parte das docentes 67% (4) consumia água durante o dia e apenas 33% (2) referiram não consumir água ao longo do dia (Gráfico 1). 4 Os professores foram questionados sobre alterações vocais e a maioria 67% (4) já teve problemas na voz, em que apenas 33% (2) não tiveram e, nenhum respondeu que atualmente apresentava. Houve questionamento quanto à causa de tais problemas vocais, sendo que a esta questão poderiam ser escolhidas mais de uma alternativa. Obteve-se o seguinte resultado: 23% (2) dos docentes achavam que o problema surgiu em decorrência do uso

5 intensivo da voz; 11% (1) relataram alergia, 11% (1) apontaram exposição ao barulho como causa do problema; 22% (2) achavam que o problema vocal aconteceu devido uma gripe constante, 22% (2) achavam que infecção respiratória poderia ser a causa. Dos docentes que responderam Sim, 75% (3) não realizaram tratamento, 25% (1) realizaram, em momento anterior à aplicação do questionário, algum tratamento em decorrência da voz e ninguém optou pela opção sim, realizo. Quanto à presença de sintomas vocais, 75% (3) da população pesquisada referiram apresentar mais de 3 sintomas, enquanto que os 25% (1) relataram menos de 3 sintomas ou a ausência deles, o que pode ser visualizado no Gráfico 2. Foram levantados ainda dados relativos à falta ao trabalho devido a alterações vocais. Observou-se que apenas 50% (3) dos professores já haviam faltado por causa de problemas com a voz e, 50% (3) nunca haviam faltado por esse motivo. Após esse trabalho, observou-se o reconhecimento e a preocupação dos docentes em sempre procurar um profissional para orientação e prevenção da saúde vocal, evitando um possível comprometimento da voz. Com isso, torna-se notório que instituições do ensino superior insiram em seus currículos, uma disciplina contendo orientações vocais, para professores que utilizam ou utilizarão a voz como instrumento de trabalho. REFERÊNCIAS DRAGONE, Maria Lúcia Suzigan; BEHLAU, Mara. A fonoaudiologia brasileira e a voz do professor: olhares científicos no decorrer do tempo. Revista Fonoaudiologia Brasil, v. 4, n.2, p. 1-3, maio FERREIRA, Léslie Ferreira et al. Distúrbio de voz relacionado ao trabalho: proposta de um instrumento para avaliação de professores. Distúrbio Comunicação. v.19, n.1, p , junho

6 5 GONÇALVES, Cláudia Giglio de Oliveira; PENTEADO, Regina Zanella; SILVÉRIO, Kelly Cristina Alves. Fonoaudiologia e Saúde do Trabalhador: a questão da saúde vocal do professor. Saúde em Revista. Piracicaba, v. 7, n.15, p , Disponível em:<http://www.unimep.br/phpg/editora/revistaspdf/saude15art07.pdf>. Acesso em: 24 mai SERVILHA, Emilse Aparecida Merlin. Consciência vocal em docentes universitários. Pró-Fono Revista, v. 9, n. 2, janeiro, p SIMÕES, Márcia. Voz profissional: produção científica da fonoaudiologia brasileira. São Paulo: Roca, Gráfico 1: Distribuição dos professores quanto ao consumo de água durante o dia

7 Gráfico 2: Distribuição da população quanto à presença de sintomas vocais 6

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