Food safety and food security: IPM strategies on rice for consumption. Maria Otília Carvalho IICT, Portugal

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Food safety and food security: IPM strategies on rice for consumption. Maria Otília Carvalho IICT, Portugal motiliac@iict.pt"

Transcrição

1 Segurança alimentar: estratégias de Protecção Integrada no arroz para consumo Food safety and food security: IPM strategies on rice for consumption Maria Otília Carvalho IICT, Portugal

2 Crise doscereais em Algumas das causas para a que contribuíram para a crise dos cereais foram: o aumento do custo do petróleo tól e dos factores de produção seca nos países produtores de cereais comoconsequência consequência das alterações climáticas que afectou a produção (ex. produção de arroz na Austrália) a redução de cereais armazenados em todo o mundo. Previu se o aumento do número de pessoas malnutridas no mundo com impacto na saúde pública

3 Desvantagens Armazenamento: vantagens e desvantagens prejuízos qualitativos e quantitativos custo das instalações de armazenamento físico. Vantagem capacidade de responder rapidamente à evolução das condições de mercado: estabilização dos preços, a capacidade de obter lucro através da venda, quando os preços estão elevadas ou através da compra, quando os preços estão temporariamente baixos contribuição para a prevenção da fome mundial.

4 Minimizar os prejuízos qualitativos e quantitativos Preservar o cereal em sistemas de armazenamento implica a capacidade dd de tomar decisões que minimizem as perdas quer da qualidade quer da quantidade do produto final. Implementação de estratégias de Protecção Integrada

5 Protecção Integrada em produtos armazenados Materi ia prima Agricultores Recepção e secagem Armazenamento: Silos Armazém horizontal Prevenção Silos Monitorização i críticos al Processamento Industrial Pontos Protecção oduto fin Armazenamento do produto final Físico Pr Distribuição Químico Armazéns Lojas Supermercados Biológico

6 Protecção Integrada em produtos armazenados Agricultores Materi ia prima Recepção e secagem Armazenamento: Silos Armazém horizontal críticos Prevenção al oduto fin Pr Processamento Industrial Armazenamento do produto final Distribuição Pontos Armazéns Lojas Supermercados

7 Prevenção Boas Práticas: HACCP, ISO Higiene Design de Instalações e Maquinaria Isolamento de Edificio/secções Separação: armazéns de matérias primas e produto acabado Tipo de Embalagem Filmes Produto armazenado a temperaturas < 15º 18ºC

8 Ventilação / Refrigeração ensaio em tulhas de arroz com casca 280 ton Temperatura Refrigeração: 17.9±0.4ºC Exterior: 28.8±0.3ºC8±0 Laboratório: 25.0±0.2ºC Refrigeration: paddy in granary of about 280 ton

9 Protecção Integrada em produtos armazenados Agricultores ia prima Recepção e secagem Monitorização Materi Armazenamento: Silos Armazém horizontal críticos Ferramenta essencial para a estimativa do risco e ajuda à tomada de decisão al Processamento Industrial Pontos oduto fin Armazenamento do produto final Pr Distribuição Armazéns Lojas Supermercados

10 Monitorização de insectos com armadilhas Monitoring insects with traps

11 Protecção Integrada em produtos armazenados Agricultores ia prima Recepção e secagem Protecção Materi Armazenamento: Silos Armazém horizontal críticos Físico Químico al Processamento Industrial Pontos Biológico oduto fin Armazenamento do produto final Pr Distribuição Armazéns Lojas Supermercados

12 Meios de Protecção Físico Tratamientos térmicos (>50ºC) Terra de diatomaceas Congelação (CO 2 ) Biológico Patogénicos (Bacillus thuringiensis, p.e.) Predadores Parasitoides Químico Atmosferas modificadas (CO2, N2, vácuo)

13 Atmosferas modificadas em arroz armazenado 1º ensaio 3 semanas Maio 08 Atmosferas modificadas silo de arroz branqueado 40 ton. Emergência de adultos S. oryzae 29ºC 2º ensaio 9 dias Junho 08 Atmosferas modificadas silo de arroz branqueado 40 ton. Emergência de adultos S. oryzae 34ºC Modified atmospheres to protect stored rice

14 Impacto na indústria Quantidade de produto devolvida em ton por problemas de qualidade do arroz (já em pacote) relacionadas com a presença de insectos The quantity of rejected dlots of polished rice because pests before bf and after the project

15

16

17

de atmosferas Biogeradas Shlomo Navarro

de atmosferas Biogeradas Shlomo Navarro Applicação de atmosferas Biogeradas Shlomo Navarro FTIC Ltd. (Food Technology International Consultancy Ltd.) Israel O conceito de ATMOSFERAS BIOGERADAS O conceito do tratamento de atmosferas modificadas

Leia mais

A Importância da Qualificação

A Importância da Qualificação A Importância da Qualificação É UM COZINHEIRO? NÃO! Ele É Eficaz É Sistemático Controla perigos Estabelece medidas Ele é o herói da qualidade na produção, distribuição, transformação e atendimento ao cliente

Leia mais

Qualidade de Vegetais Congelados. Novas Técnicas de Avaliação

Qualidade de Vegetais Congelados. Novas Técnicas de Avaliação . Novas Técnicas de Avaliação Elsa Gonçalves Ano 2003 Objectivos Revisão crítica do estado de conhecimento sobre: A influência do processo de congelação na qualidade dos produtos vegetais; Novas técnicas

Leia mais

Manutenção da qualidade do arroz armazenado: um caso de sucesso no manejo de pragas RESUMO

Manutenção da qualidade do arroz armazenado: um caso de sucesso no manejo de pragas RESUMO Manutenção da qualidade do arroz armazenado: um caso de sucesso no manejo de pragas 78 Flavio Antonio Lazzari 1, Sonia Maria N. Lazzari 1, Fernanda N. Lazzari 1 RESUMO As restrições legislativas e a demanda

Leia mais

b. Temperatura Regra Prática

b. Temperatura Regra Prática Armazenamento Etapa final do processo Cuidados ARMAZENAMENTO DE SEMENTES OBJETIVOS Manter a qualidade fisiológica - deterioração Evitar aberrações cromossômicas - mutações Regularizar o mercado Época de

Leia mais

Código de Boas Práticas. para a Prevenção e Redução. de Micotoxinas em Cereais

Código de Boas Práticas. para a Prevenção e Redução. de Micotoxinas em Cereais Código de Boas Práticas para a Prevenção e Redução de Micotoxinas em Cereais Índice: Introdução... 3 I. Práticas recomendadas com base nas Boas Práticas Agrícolas (BPA) e nas Boas Práticas de Fabrico (BPF)...

Leia mais

SEGURANÇA ALIMENTAR PROGRAMA QUALIDADE PARA ÁFRICA OCIDENTAL SUPORTE A COMPETITIVIDADE E HARMONIZAÇÃO DOS ACORDOS OTC E SPS

SEGURANÇA ALIMENTAR PROGRAMA QUALIDADE PARA ÁFRICA OCIDENTAL SUPORTE A COMPETITIVIDADE E HARMONIZAÇÃO DOS ACORDOS OTC E SPS SEGURANÇA ALIMENTAR PORQUÊ UMA NORMA ISO DE GESTÃO DA SEGURNAÇA ALIMENTAR? 1,5 Bilhões de casos de toxi- infecções alimentares por ano; Uma das causas mais comuns de mortalidade em Países em desenvolvimento;

Leia mais

NEWSLETTER 002/FEV 2016

NEWSLETTER 002/FEV 2016 Embalamento sob Vácuo Higiene, Frescura, Prazos de Validade prolongados, Otimização de transporte e armazenamento A INVAC é uma Empresa especializada no fabrico de equipamentos de embalamento sob vácuo,

Leia mais

GARANTIA DA SEGURANÇA NO TRANSPORTE DE GRANÉIS Uma cadeia de responsabilidades a cumprir

GARANTIA DA SEGURANÇA NO TRANSPORTE DE GRANÉIS Uma cadeia de responsabilidades a cumprir GARANTIA DA SEGURANÇA NO TRANSPORTE DE GRANÉIS Uma cadeia de responsabilidades a cumprir Filipa Almeida Garrett O cereais são produzidos em todo o mundo, em maiores quantidades do que qualquer outro tipo

Leia mais

ARMAZENAMENTO NA FAZENDA

ARMAZENAMENTO NA FAZENDA Adriano Mallet adrianomallet@agrocult.com.br ARMAZENAMENTO NA FAZENDA O Brasil reconhece que a armazenagem na cadeia do Agronegócio é um dos principais itens da logística de escoamento da safra e fator

Leia mais

TECNOLOGIA DE ALIMENTOS

TECNOLOGIA DE ALIMENTOS TECNOLOGIA DE ALIMENTOS A Tecnologia de Alimentos (T.A.) é das mais novas especialidades da necessidade da obtenção de mais fartas e constantes fontes alimentares. FATORES QUE CONTRIBUÍRAM PARA O DESENVOLVIMENTO

Leia mais

Qualidade dos produtos da pesca e aquicultura

Qualidade dos produtos da pesca e aquicultura Qualidade dos produtos da pesca e aquicultura HACCP aplicado ao pescado História e Definições Princípios Implementação Considerações acerca da aplicação do HACCP ao pescado Fontes: Huss (1992) Development

Leia mais

PLANOS DE SEGURANÇA ALIMENTAR NA RESTAURAÇÃO E HOTELARIA. Funchal, 4 Junho

PLANOS DE SEGURANÇA ALIMENTAR NA RESTAURAÇÃO E HOTELARIA. Funchal, 4 Junho PLANOS DE SEGURANÇA ALIMENTAR NA RESTAURAÇÃO E HOTELARIA O que é o HACCP? H A C C P Hazard Analysis Critical Control Point Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controlo Análise sistemática para a identificação,

Leia mais

Guia de Boas Práticas

Guia de Boas Práticas específico para a Gestão de Mercados Atacadistas Sob a presidência de Mário Maurici de Lima Morais, Presidente da ABRACEN, foi criada uma equipe de trabalho dos membros da ABRACEN para a redação do presente.

Leia mais

ECOTELHADO BRANCO. Revestimento Reflexivo

ECOTELHADO BRANCO. Revestimento Reflexivo ECOTELHADO BRANCO Revestimento Reflexivo 2 Especificações Quando se trata de problemas com elevadas temperaturas devido a incidência solar e falta de estrutura para telhado verde, a refletância é a melhor

Leia mais

Estação Vitivinícola da Bairrada

Estação Vitivinícola da Bairrada Estação Vitivinícola da Bairrada 106 º Curso Intensivo de Enologia Setembro 2012 Maria João Aguilar de Carvalho Águas Chefe de Divisão de Licenciamentos e Apoio Laboratorial Abordagem Licenciamento Industrial

Leia mais

Armazenamento Todas as matérias primas são organizadas por secções no armazém, através de prateleiras.

Armazenamento Todas as matérias primas são organizadas por secções no armazém, através de prateleiras. Recepção de matérias primas Após a chegada das matérias primas à fábrica, estas são transportadas para o armazém através do empilhador, porta paletes ou através de transporte manual. Armazenamento Todas

Leia mais

SECAGEM DE GRÃOS. Disciplina: Armazenamento de Grãos

SECAGEM DE GRÃOS. Disciplina: Armazenamento de Grãos SECAGEM DE GRÃOS Disciplina: Armazenamento de Grãos 1. Introdução - grãos colhidos com teores elevados de umidade, para diminuir perdas:. permanecem menos tempo na lavoura;. ficam menos sujeitos ao ataque

Leia mais

PROGRAMA QUALIDADE PARA ÁFRICA OCIDENTAL SUPORTE A COMPETITIVIDADE E HARMONIZAÇÃO DOS ACORDOS OTC E SPS

PROGRAMA QUALIDADE PARA ÁFRICA OCIDENTAL SUPORTE A COMPETITIVIDADE E HARMONIZAÇÃO DOS ACORDOS OTC E SPS QUEM SOMOS? Tecnicil Indústria: Empresa de produção e engarrafamento de águas e produtos refrigerantes Sede: Cidade da Praia Fabrica: Trindade Praia Delegações: Assomada, S.Vicente, Sal e Boavista Número

Leia mais

Tecnologias adequadas de transformação e conservação de produtos agrícolas

Tecnologias adequadas de transformação e conservação de produtos agrícolas Tecnologias adequadas de transformação e conservação de produtos agrícolas 1883 Saber Tropical www.iict.pt António Eduardo B. Leitão Centro de Ecofisiologia, Bioquímica e Biotecnologia Vegetal Instituto

Leia mais

Referenciais GFSI para as atividades de Logística, Armazenagem e Transporte

Referenciais GFSI para as atividades de Logística, Armazenagem e Transporte Referenciais GFSI para as atividades de Logística, Armazenagem e Transporte AGRO&FOOD é a área de serviços da APCER que se dedica exclusivamente ao sector alimentar: do campo à mesa A alta especificidade

Leia mais

REDE NACIONAL DE CUIDADOS CONTINUADOS INTEGRADOS. Orientações para o armazenamento de medicamentos, produtos farmacêuticos e dispositivos médicos

REDE NACIONAL DE CUIDADOS CONTINUADOS INTEGRADOS. Orientações para o armazenamento de medicamentos, produtos farmacêuticos e dispositivos médicos REDE NACIONAL DE CUIDADOS CONTINUADOS INTEGRADOS Orientações para o armazenamento de medicamentos, produtos farmacêuticos e dispositivos médicos 2009 1 INTRODUÇÃO Numerosas empresas, entidades, instituições

Leia mais

possibilidade de obter grande quantidade de informação a baixo custo por consumidor

possibilidade de obter grande quantidade de informação a baixo custo por consumidor 333 escolha do local para realizar teste local pode influenciar resultados localização amostragem percepção sensorial podem ocorrer diferenças para um mesmo produto, em diferentes locais, devido a: diferenças

Leia mais

DESINSECTAÇÃO DOS ALIMENTOS ATRAVÉS DE CO 2

DESINSECTAÇÃO DOS ALIMENTOS ATRAVÉS DE CO 2 DESINSECTAÇÃO DOS ALIMENTOS ATRAVÉS DE CO 2 WORKSHOP Refrigeração e Atmosferas modificadas em Arroz armazenado Oliveira de Azemeis (Portugal) 26 27 novembro 2008 GASIN - CARBUROS, grupo Air Products Mais

Leia mais

BOAS PRÁTICAS. Fonte: Manual Boas Práticas Agrícolas para a Agricultura Familiar http://rlc.fao.org/es/agricultura/bpa

BOAS PRÁTICAS. Fonte: Manual Boas Práticas Agrícolas para a Agricultura Familiar http://rlc.fao.org/es/agricultura/bpa BOAS PRÁTICAS AGRÍCOLAS Fonte: Manual Boas Práticas Agrícolas para a Agricultura Familiar http://rlc.fao.org/es/agricultura/bpa O QUE SÃO AS BOAS PRÁTICAS AGRÍCOLAS (BPA)? Os consumidores estão cada vez

Leia mais

Sistemas de Armazenagem de

Sistemas de Armazenagem de Sistemas de Armazenagem de Materiais Características e conceitos para utilização de Sistemas de armazenagem de materiais Objetivos Destacar a importância do lay-out out, dos equipamentos de armazenagem

Leia mais

Lista de Verificação de Cantinas Escolares

Lista de Verificação de Cantinas Escolares Lista de Verificação de Cantinas Escolares Nome do estabelecimento: Identificação das entidades responsáveis pelo estabelecimento e NIF Morada do estabelecimento: Identificação das entidades responsáveis

Leia mais

2.1 Natureza química: Substrato: Preparação X:

2.1 Natureza química: Substrato: Preparação X: 1. Identificação do substrato/ preparação e empresa 1.1 Nome do produto: Massa de corte no. 897, artigo 931A 1.2 Nome, endereço e número de telefone do fabricante: Fabricante: Endereço: Schumacher Precision

Leia mais

A grande diferença entre a aplicação do Lean e das outras metodologias, é a forma como a melhoria é aplicada.

A grande diferença entre a aplicação do Lean e das outras metodologias, é a forma como a melhoria é aplicada. Porque deve realizar uma acção de sensibilização A grande diferença entre a aplicação do Lean e das outras metodologias, é a forma como a melhoria é aplicada. Não se trata de um grupo de consultores que

Leia mais

CONCEITOS E APLICAÇÃO DA NORMA ISO 22000

CONCEITOS E APLICAÇÃO DA NORMA ISO 22000 CONCEITOS E APLICAÇÃO DA NORMA ISO 22000 ISO SEGURANÇA DOS ALIMENTOS A norma especifica requisitos para o sistema de gestão da segurança dos alimentos, onde uma organização na cadeia produtiva precisa

Leia mais

ERS 3002 - Qualidade e Segurança Alimentar na Restauração. www.apcer.pt

ERS 3002 - Qualidade e Segurança Alimentar na Restauração. www.apcer.pt ERS 3002 - Qualidade e Segurança Alimentar na Restauração www.apcer.pt AGENDA Apresentação APCER Desenvolvimento ERS3002 Conteúdo da ERS3002 Metodologias de auditorias Associação constituída em Abril 1996

Leia mais

[SELO ALIMENTO SEGURO]

[SELO ALIMENTO SEGURO] 1 Lista de Verificação Selo Alimento Seguro Lista de Verificação com a finalidade de examinar todos os aspectos relacionados com as instalações, equipamentos, ferramentas, instrumentos utilizados pelas

Leia mais

Segurança e Higiene do Trabalho

Segurança e Higiene do Trabalho Guia Técnico Segurança e Higiene do Trabalho Volume XVI Armazenamento de Produtos Químicos Perigosos um Guia Técnico de Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode ser reproduzido

Leia mais

CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL DE TÉCNICO DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO

CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL DE TÉCNICO DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL DE TÉCNICO DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO 1/19 Programa do curso Módulo Designação Duração (h) Componente Sócio-Cultural 1 Legislação, regulamentos e normas de segurança,

Leia mais

Comércio Varejista de Alimentos. Profª Caroline P. Spanhol

Comércio Varejista de Alimentos. Profª Caroline P. Spanhol Comércio Varejista de Alimentos Profª Caroline P. Spanhol Panorama geral do varejo Conceito de varejo Varejo consiste em todas as atividades que englobam o processo de venda de bens e serviços para atender

Leia mais

HACCP. Hazard Analysis and Critical Control Points. Escola Superior Agrária de Coimbra / Departamento de Ciência e Tecnologia Alimentares

HACCP. Hazard Analysis and Critical Control Points. Escola Superior Agrária de Coimbra / Departamento de Ciência e Tecnologia Alimentares 1 HACCP Hazard Analysis and Critical Control Points Análise de Perigos Controlo de Pontos Críticos Uma definição... O sistema HACCP consiste numa abordagem sistemática e estruturada de identificação de

Leia mais

Carência vs. Desperdício Alimentar. Hélder Muteia Representante da FAO em Portugal/CPLP FAO-PT@fao.org www.fao.org/portugal 22 de janeiro de 2016

Carência vs. Desperdício Alimentar. Hélder Muteia Representante da FAO em Portugal/CPLP FAO-PT@fao.org www.fao.org/portugal 22 de janeiro de 2016 Carência vs. Desperdício Alimentar Hélder Muteia Representante da FAO em Portugal/CPLP FAO-PT@fao.org www.fao.org/portugal 22 de janeiro de 2016 Pessoas saudáveis dependem de sistemas alimentares saudáveis

Leia mais

Sistema de Segurança Alimentar Operações de Higienização Página 1 de 1. Café da Quinta Sandra & Elisa - Serviços de Restauração, Lda.

Sistema de Segurança Alimentar Operações de Higienização Página 1 de 1. Café da Quinta Sandra & Elisa - Serviços de Restauração, Lda. Operações de Higienização Mês de de Dias/Área 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 Sanitários M Sanitários F Sanitários/Vestiários Armazém Mesas/Cadeiras

Leia mais

Construction. Sika Pyroplast HW-130. Com acabamento Sika Pyroplast HW-130 Top

Construction. Sika Pyroplast HW-130. Com acabamento Sika Pyroplast HW-130 Top Ficha de Produto Edição de julho de 2014 Nº de identificação: 06.315 Versão nº 1 Com acabamento Top Revestimento intumescente, dispersão aquosa, para madeira, para utilizações no interior Construction

Leia mais

Distribuição DISTRIBUIÇÃO E LOGISTICA. Tarefa indispensável a qualquer actividade produtora.

Distribuição DISTRIBUIÇÃO E LOGISTICA. Tarefa indispensável a qualquer actividade produtora. Distribuição Distribuição 1 Distribuição Introdução Tarefa indispensável a qualquer actividade produtora. Necessidade de mover objectos produzidos até ao cliente. É objectivo do produtor minimizar os custos

Leia mais

Departamento de Gestão e Economia Controlo da Qualidade. XáàtÄtzxÅ t dâ Çàt. Implementação do Sistema HACCP

Departamento de Gestão e Economia Controlo da Qualidade. XáàtÄtzxÅ t dâ Çàt. Implementação do Sistema HACCP Departamento de Gestão e Economia Controlo da Qualidade XáàtÄtzxÅ t dâ Çàt Implementação do Sistema HACCP O HACCP HACCP - (Hazard Analysis, Critical Control Points) em português Análise dos Perigos e Pontos

Leia mais

Cadeia do Frio Aspectos Gerais

Cadeia do Frio Aspectos Gerais EVENTO TÉCNICO DA CADEIA DO FRIO -DATA: 04 de setembro de 2014 Cadeia do Frio Aspectos Gerais -LOCAL:INSTITUTO EMATER: RUA DA BANDEIRA, 500 CABRAL CURITIBA- PR. -PROMOÇÃO: SINDICATO DOS MÉDICOS VETERINÁRIOS

Leia mais

TEOR DE UMIDADE DOS GRÃOS

TEOR DE UMIDADE DOS GRÃOS Teor de Umidade dos Grãos TEOR DE UMIDADE DOS GRÃOS O teor de umidade dos grãos representa a quantidade de água por unidade de massa do grão úmido ou seco. Pode ser expresso pela relação entre a quantidade

Leia mais

TECNOLOGIA DE ALIMENTOS

TECNOLOGIA DE ALIMENTOS TECNOLOGIA DE ALIMENTOS NUTRIÇÃO UNIC Profª Andressa Menegaz Conservação por irradiação A irradiação pode servir para: -destruir os microrganismos; -retardar a germinação de certos legumes; -destruir os

Leia mais

PARE OS ASSALTOS EM APENAS ALGUNS SEGUNDOS COM O CANHÃO DE NÉVOA. www.bisalarmes.com. O ladrão não pode roubar o que não consegue ver!

PARE OS ASSALTOS EM APENAS ALGUNS SEGUNDOS COM O CANHÃO DE NÉVOA. www.bisalarmes.com. O ladrão não pode roubar o que não consegue ver! Névoa de Segurança PARE OS ASSALTOS EM APENAS ALGUNS SEGUNDOS COM O CANHÃO DE NÉVOA O ladrão não pode roubar o que não consegue ver! www.bisalarmes.com Inócuo para equipamentos electrónicos e stocks O

Leia mais

Esclarecimento 1/2015

Esclarecimento 1/2015 Segurança Alimentar Produção primária de vegetais e operações conexas Esclarecimento 1/2015 Clarificam-se: o conceito de produção primária de vegetais e operações conexas, as medidas a adotar para o controlo

Leia mais

ESTERILIZAÇAO PELO CALOR

ESTERILIZAÇAO PELO CALOR Faculdade de Farmácia da UFMG ESTERILIZAÇÃO NA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA ESTERILIZAÇAO PELO CALOR CALOR SECO Accácia Júlia Guimarães Pereira Messano ABRIL 2010 Mecanismo de destruição de microrganismos pelo

Leia mais

CONTAMINAÇÃO DO AR E DE SUPERFÍCIES

CONTAMINAÇÃO DO AR E DE SUPERFÍCIES CONTAMINAÇÃO DO AR E DE SUPERFÍCIES Monitorização de parâmetros num estabelecimento do sector da panificação e pastelaria Joana Afonso e Manuela V. da Silva Os estabelecimentos de panificação e pastelaria

Leia mais

FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS

FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS PP. 1/7 FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS 1 TAREFA ARMAZENAGEM DE MATERIAIS, EQUIPAMENTOS E RESÍDUOS 2 DESCRIÇÃO O trabalho preventivo no armazenamento de produtos perigosos, visa não só a protecção

Leia mais

Motores Térmicos. 9º Semestre 5º ano

Motores Térmicos. 9º Semestre 5º ano Motores Térmicos 9º Semestre 5º ano 19 Sistema de Refrigeração - Tópicos Introdução Meios refrigerantes Tipos de Sistemas de Refrigeração Sistema de refrigeração a ar Sistema de refrigeração a água Anticongelantes

Leia mais

Dispositivos Médicos: Requisitos para a esterilização por óxido de etileno

Dispositivos Médicos: Requisitos para a esterilização por óxido de etileno Dispositivos Médicos: Requisitos para a esterilização por óxido de etileno A eficácia do processo de esterilização de um dispositivo médico é avaliada com base numa série de experiências e protocolos que

Leia mais

Pontos de controlo críticos:

Pontos de controlo críticos: Pontos de controlo críticos: Pontos de Controlo Critico Valores Padrão Medidas Peso à 1ª cobrição Idade ao 1º Parto 350 kg

Leia mais

Calendário Formação 2011

Calendário Formação 2011 ÁREA: SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Implementação de um Sistema de Gestão da Qualidade IS0 9001:2008 16 HORAS 21 FEV 22 FEV LISBOA 21 MAR 22 MAR LISBOA 16 MAI 17 MAI PORTO 10 OUT 11 OUT LISBOA 14 NOV

Leia mais

SOLUÇÕES DE EXPORTAÇÃO

SOLUÇÕES DE EXPORTAÇÃO SOLUÇÕES DE EXPORTAÇÃO EMBATUFF Isolamento Térmico para Contentores Embatuff é um sistema que protege a carga durante o transporte em contentores de 20, 40 e 40 HC, de variações abruptas de temperatura

Leia mais

Competências Farmacêuticas Indústria Farmacêutica Versão 23.xi.15

Competências Farmacêuticas Indústria Farmacêutica Versão 23.xi.15 Competências Farmacêuticas Indústria Farmacêutica Versão 23.xi.15 Competência* Conteúdos*1 *3 a que se candidata + E a que se candidata + E a que se candidata + E a que se candidata + E Tipo de Competência*2

Leia mais

Colheita e Envio de Amostras para Análise Microbiológica das Superfícies

Colheita e Envio de Amostras para Análise Microbiológica das Superfícies Página 1 de 6 Colheita e Envio de Amostras para Análise Microbiológica das Superfícies ALTERAÇÃO (ÕES) À ÚLTIMA VERSÃO Pág. 3 RESPONSÁVEIS PELO DOCUMENTO Nome Função Rubrica/Data Elaborado por Isabel Costa

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA VERIFICAÇÃO DAS SONDAS NA SECAGEM INDUSTRIAL DE MADEIRA

A IMPORTÂNCIA DA VERIFICAÇÃO DAS SONDAS NA SECAGEM INDUSTRIAL DE MADEIRA A IMPORTÂNCIA DA VERIFICAÇÃO DAS SONDAS NA SECAGEM INDUSTRIAL DE MADEIRA OFÉLIA ANJOS 1, RICARDO CUNHA 2, MARTA MARGARIDO 1 1 Unidade Departamental de Silvicultura e Recursos Naturais, Escola Superior

Leia mais

DIMENSIONAMENTO DE UM SISTEMA DE SECAGEM E ARMAZENAGEM DE GRÃOS

DIMENSIONAMENTO DE UM SISTEMA DE SECAGEM E ARMAZENAGEM DE GRÃOS ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 DIMENSIONAMENTO DE UM SISTEMA DE SECAGEM E ARMAZENAGEM DE GRÃOS Vinicius Calefi Dias 1 ; Jefferson

Leia mais

Boletim Temático sobre Tecnologias Sociais

Boletim Temático sobre Tecnologias Sociais Boletim Temático sobre Tecnologias Sociais Tema 6 : Perdas e Desperdício de Alimentos Editorial Nº 6, Dezembro de 2009 Estimados leitores. Este é o ultimo Boletim do ano 2009. Infelizmente o ano terminou

Leia mais

ROTULAGEM RASTREABILIDADE COMERCIALIZAÇÃO do QUEIJO. José António Rousseau - Director Geral 1

ROTULAGEM RASTREABILIDADE COMERCIALIZAÇÃO do QUEIJO. José António Rousseau - Director Geral 1 ROTULAGEM RASTREABILIDADE COMERCIALIZAÇÃO do QUEIJO José António Rousseau - Director Geral 1 ÍNDICE 1- INTRODUÇÃO 2- ROTULAGEM 3- RASTREABLILIDADE 4- DENOMINAÇÃO DE ORIGEM PROTEGIDA 5- PROGRAMA EUROPEU-

Leia mais

Congresso Nacional. Monte Real, 10.10.2015 Mário Ferreira

Congresso Nacional. Monte Real, 10.10.2015 Mário Ferreira Congresso Nacional Monte Real, 10.10.2015 Mário Ferreira Agenda Introdução Carga Aérea em números e em vídeo Lufthansa Cargo Números referencias e estratégia 2020 Serviços Segurança e Qualidade Compromissos

Leia mais

Congresso Nacional do Azeite Feira Nacional da Agricultura, CNEMA Santarém 8 JUNHO 2015. Ana Rosado

Congresso Nacional do Azeite Feira Nacional da Agricultura, CNEMA Santarém 8 JUNHO 2015. Ana Rosado Congresso Nacional do Azeite Feira Nacional da Agricultura, CNEMA Santarém 8 JUNHO 2015 Ana Rosado A Fundação Eugénio de Almeida é uma Instituição portuguesa de direito privado e utilidade pública, sediada

Leia mais

Exploração sustentada de recursos geológicos Recursos energéticos

Exploração sustentada de recursos geológicos Recursos energéticos Exploração sustentada de recursos geológicos Recursos energéticos Aula nº85 22 Maio 09 Prof. Ana Reis Recursos energéticos Vivemos numa época em que os recursos energéticos afectam a vida de todas as pessoas.

Leia mais

ANEXO 3.4 folha 1/10 ATIVIDADES PERMITIDAS CONFORME SUA ZONA AMBIENTAL

ANEXO 3.4 folha 1/10 ATIVIDADES PERMITIDAS CONFORME SUA ZONA AMBIENTAL ANEXO 3.4 folha 1/10 ZA R1 de duas economias) comunitários e clubes e ZA R2 comunitários e clubes e ANEXO 3.4 folha 2/10 ZA M1 CATEGORIA 2 - Comercial e de Serviços (com até 300,00 m² de área construída)

Leia mais

Versão Portuguesa CAC/RCP 1-1969 Rev. 4-2003

Versão Portuguesa CAC/RCP 1-1969 Rev. 4-2003 Versão Portuguesa CAC/RCP 1-1969 Rev. 4-2003 http://www.codexalimentarius.net Índice PREFÁCIO CÓDIGO INTERNCAIONAL DE PRÁTICAS RECOMENDADAS PRINCÍPIOS GERAIS DE HIGIENE DOS ALIMENTOS Introdução Secção

Leia mais

CATÁLOGO DE PRODUTOS

CATÁLOGO DE PRODUTOS CATÁLOGO DE PRODUTOS PRODUTOS HACCP DESCARTÁVEIS TOUCA TIPO BONÉ Branca descartável, com pala, em polipropileno, com elás co. Embalagem de 100 unidades TOUCA REDONDA AVENTAL DESCARTÁVEL Em polie leno branco,

Leia mais

29/8/2011. Eduardo Amaral de Toledo. Mauá da Serra PR. Supervisor da Qualidade. II Workshop de Microbiologia Deteriorantes e Indicadores na

29/8/2011. Eduardo Amaral de Toledo. Mauá da Serra PR. Supervisor da Qualidade. II Workshop de Microbiologia Deteriorantes e Indicadores na II Workshop de Microbiologia Deteriorantes e indicadores de higiene Deteriorantes e Indicadores na Indústria de Cereais Eduardo Amaral de Toledo Supervisor da Qualidade SL Alimentos e Cereais Ltda Mauá

Leia mais

CÓDIGO DE PRÁTICAS INTERNACIONAIS RECOMENDADAS PRINCÍPIOS GERAIS DE HIGIENE ALIMENTAR. CAC/RCP 1-1969, Rev. 4-2003 1 ÍNDICE INTRODUÇÃO 2

CÓDIGO DE PRÁTICAS INTERNACIONAIS RECOMENDADAS PRINCÍPIOS GERAIS DE HIGIENE ALIMENTAR. CAC/RCP 1-1969, Rev. 4-2003 1 ÍNDICE INTRODUÇÃO 2 CAC/RCP 1-1969, Rev.4-2003 Página 1 de 27 CÓDIGO DE PRÁTICAS INTERNACIONAIS RECOMENDADAS PRINCÍPIOS GERAIS DE HIGIENE ALIMENTAR CAC/RCP 1-1969, Rev. 4-2003 1 ÍNDICE INTRODUÇÃO 2 SECÇÃO I OBJECTIVOS 2 PRINCÍPIOS

Leia mais

De Mãos Dadas com a ISO 22000

De Mãos Dadas com a ISO 22000 Funchal, 22 Novembro 2006 De Mãos Dadas - Associação de Solidariedade Social De Mãos Dadas com a ISO 22000 SEMINÁRIO QUALIDADE E SEGURANÇA ALIMENTAR Patrícia Branquinho A De Mãos Dadas QUEM SOMOS? UTENTES

Leia mais

Armazenagem, Controle e Distribuição. Aula 1. Contextualização. Importância da Área de Materiais. Estoque. Objetivos da Armazenagem

Armazenagem, Controle e Distribuição. Aula 1. Contextualização. Importância da Área de Materiais. Estoque. Objetivos da Armazenagem Armazenagem, Controle e Distribuição Aula 1 Contextualização Prof. Walmar Rodrigues da Silva Entrada Estoque Nível de estoque Importância da Área de Materiais Comércio: 70 a 85% do orçamento Saída Indústria:

Leia mais

Importância da Cadeia de Frio na Segurança Alimentar de Produtos Congelados e Refrigerados

Importância da Cadeia de Frio na Segurança Alimentar de Produtos Congelados e Refrigerados Mestrado Engenharia Alimentar Importância da Cadeia de Frio na de Produtos Congelados e Trabalho realizado por: Daniela Pereira nº21023005 Índice Índice... 2 Introdução... 3 1. Armazenagem e Conservação

Leia mais

Sistemas de Segurança Alimentar na Cadeia de transporte e Distribuição de Produtos Alimentares. Paulo Baptista

Sistemas de Segurança Alimentar na Cadeia de transporte e Distribuição de Produtos Alimentares. Paulo Baptista Sistemas de Segurança Alimentar na Cadeia de transporte e Distribuição de Produtos Alimentares 03 Paulo Baptista Ficha Técnica Título Sistemas de Segurança Alimentar na Cadeia de Transporte e Distribuição

Leia mais

Obrigações Legais dos Produtores de Resíduos Hospitalares e método de tratamento Cannon Hygiene

Obrigações Legais dos Produtores de Resíduos Hospitalares e método de tratamento Cannon Hygiene Seminários 2015 Resíduos Hospitalares Obrigações Legais dos Produtores de Resíduos Hospitalares e método de tratamento Cannon Hygiene Francisco Valente OBJETIVOS Informação sobre as obrigações legais dos

Leia mais

SUPPLY CHAIN MANAGEMENT

SUPPLY CHAIN MANAGEMENT MBA EM GERÊNCIA DE SISTEMAS LOGÍSTICOS SUPPLY CHAIN MANAGEMENT Eduardo Pécora, Ph.D. Reflexão: Como chegar lá? Desenvolvimento Pessoal Rertorno Financeiro Título? Maior eficiência e eficácia? Avaliação

Leia mais

Fall Newsletter ANSEME

Fall Newsletter ANSEME Newsletter ANSEME Grupo de Trabalho Presidência da União Europeia 12 e 13 de A Presidência da União Europeia promoveu um Grupo de Trabalho que decorreu nos dias 12 e 13 de para discussão da possibilidade

Leia mais

USO DE SUBPRODUTOS PARA GERAÇÃO DE CALOR E ENERGIA. Lisandra C. Kaminski

USO DE SUBPRODUTOS PARA GERAÇÃO DE CALOR E ENERGIA. Lisandra C. Kaminski USO DE SUBPRODUTOS PARA GERAÇÃO DE CALOR E ENERGIA Lisandra C. Kaminski Casca de café Estudo realizado em 2008, pelo agrônomo Luiz Vicente Gentil, da UnB. Pode ser uma excelente opção como substituição

Leia mais

SOLUÇÕES DE SEQUESTRO DE CARBONO NA AGRICULTURA E FLORESTA COM MÚLTIPLOS BENEFÍCIOS AMBIENTAIS

SOLUÇÕES DE SEQUESTRO DE CARBONO NA AGRICULTURA E FLORESTA COM MÚLTIPLOS BENEFÍCIOS AMBIENTAIS Seminário Agricultura + Lisboa, 16.07.2013 SOLUÇÕES DE SEQUESTRO DE CARBONO NA AGRICULTURA E FLORESTA COM MÚLTIPLOS BENEFÍCIOS AMBIENTAIS Tiago Domingos, Helena Martins tiago.domingos@terraprima.pt Sessão

Leia mais

A ISO 50001. Fórum SPQ Expo 27 de Setembro de 2013

A ISO 50001. Fórum SPQ Expo 27 de Setembro de 2013 Fórum SPQ Expo 27 de Setembro de 2013 Agenda Introdução aos Sistemas de Gestão de Energia Princípios da ISO 50001 Relação entre a ISO 50001 e outras normas como a ISO 14001 ou a ISO 9001 2 O problema económico

Leia mais

[SELO ALIMENTO SEGURO] 08 de Maio de 2009

[SELO ALIMENTO SEGURO] 08 de Maio de 2009 2 Lista de Verificação Geral Selo Alimento Seguro Lista de Verificação Geral com a finalidade de examinar todos os aspectos relacionados com as instalações, equipamentos, ferramentas, instrumentos utilizados

Leia mais

Primário de base epoxi e ligante para argamassas de reparação

Primário de base epoxi e ligante para argamassas de reparação Ficha de Produto Edição de Abril de 2011 Nº de identificação: 07.502 Versão nº 1 Sikagard 186 Primário de base epoxi e ligante para argamassas de reparação Construction Descrição do produto Utilizações

Leia mais

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO (NÍVEL 6)

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO (NÍVEL 6) TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO (NÍVEL 6) Objectivos do Curso No final da acção, os formandos deverão ser capazes de: Colaborar na definição da política geral da empresa relativa à

Leia mais

A CRISE DOS ALIMENTOS EM 2007 E SUAS IMPLICAÇÕES PARA O MERCADO INTERNACIONAL WALDÊNIA JANINE FERREIRA SILVA

A CRISE DOS ALIMENTOS EM 2007 E SUAS IMPLICAÇÕES PARA O MERCADO INTERNACIONAL WALDÊNIA JANINE FERREIRA SILVA 1 A CRISE DOS ALIMENTOS EM 2007 E SUAS IMPLICAÇÕES PARA O MERCADO INTERNACIONAL WALDÊNIA JANINE FERREIRA SILVA INTRODUÇÃO As recentes altas dos preços dos alimentos remetem a vários questionamentos de

Leia mais

Protective Coatings. O seu parceiro a nível mundial

Protective Coatings. O seu parceiro a nível mundial O seu parceiro a nível mundial Sika - Integrada a nível global, presente a nível local Sika é uma empresa da indústria química globalmente activa e integrada - líder mundial no fornrcimento de materiais

Leia mais

Gestão do risco / Rentabilidade das explorações

Gestão do risco / Rentabilidade das explorações Gestão do risco / Rentabilidade das explorações Biossegurança / Boas práticas na exploração pecuária CAP, 14 de Abril de 2010 Lisboa Objectivo Rentabilidade da exploração pecuária Alimentos seguros www.rd.com

Leia mais

Ano lectivo 2012-13. Ana Maria Sotomayor 1

Ano lectivo 2012-13. Ana Maria Sotomayor 1 5. GESTÃO DE APROVISIONAMENTOS 5.3. Gestão de stocks A gestão de stocks integra três ópticas distintas: Gestão material de stocks Preocupa-se com a definição dos critérios de arrumação dos materiais em

Leia mais

Boas práticas na Distribuição: Como as empresas promovem o consumo sustentável

Boas práticas na Distribuição: Como as empresas promovem o consumo sustentável Boas práticas na Distribuição: Como as empresas promovem o consumo sustentável Inter IKEA Systems B.V. 2009 GREEN FEST - Consumo sustentável: a resposta da distribuição moderna Ana Teresa Fernandes IKEA

Leia mais

21 Centrais de Distribuição 90 milhões de km com 383 mil m² de área. 14,6 milhões de 2000 veículos. 7.147 colaboradores

21 Centrais de Distribuição 90 milhões de km com 383 mil m² de área. 14,6 milhões de 2000 veículos. 7.147 colaboradores Cadeia do frio: a experiência do setor varejista de alimentos 11 de dezembro de 2012 COMO ESTAMOS INSERIDOS HOJE NO VAREJO 21 Centrais de Distribuição 90 milhões de km com 383 mil m² de área percorridos

Leia mais

Aplicação dos Sistemas de Segurança a Alimentar nos circuitos de transformação dos Alimentos de Origem Animal. Fernando Cavaco

Aplicação dos Sistemas de Segurança a Alimentar nos circuitos de transformação dos Alimentos de Origem Animal. Fernando Cavaco Aplicação dos Sistemas de Segurança a Alimentar nos circuitos de transformação dos Alimentos de Origem Animal Fernando Cavaco Decreto-Lei 67/98, de 18 de Março Estabeleceu as normas gerais de higiene dos

Leia mais

HACCP no Dom Pedro Baía

HACCP no Dom Pedro Baía HACCP no Dom Pedro Baía HACCP no Dom Pedro Baía O Grupo Dom Pedro é uma sociedade anónima pertencente ao grupo hoteleiro nacional denominado de Dom Pedro Investimentos Turísticos, constituído por 7 hotéis,

Leia mais

Recebendo seus Alevinos

Recebendo seus Alevinos Recebendo seus Alevinos 1. Cuidados contra entrada e saída de peixes no viveiro O primeiro cuidado a ser tomado é a prevenção da entrada de peixes predadores nos viveiros. É possível fazer isso, protegendo

Leia mais

Engenharia Alimentar Processamento Geral de Alimentos LIOFILIZAÇÃO LIOFILIZAÇÃO

Engenharia Alimentar Processamento Geral de Alimentos LIOFILIZAÇÃO LIOFILIZAÇÃO Engenaria Alimentar Processamento Geral de Alimentos ESAC - Ivo Rodrigues 2008 Definição: A liofilização remove a água e outros solventes do produto congelado pelo processo de sublimação. A sublimação

Leia mais

O SULCO COMO O BRASIL VAI INVESTIR NO ARMAZENAMENTO DE SUA SUPERSAFRA. PRIMAVERA 2013. JohnDeere.com.br

O SULCO COMO O BRASIL VAI INVESTIR NO ARMAZENAMENTO DE SUA SUPERSAFRA. PRIMAVERA 2013. JohnDeere.com.br 10 - Precisão na pecuária 14 - Trigo com tecnologia 18 - Turistas no pomar 10 14 18 PRIMAVERA 2013 O SULCO JohnDeere.com.br COMO O BRASIL VAI INVESTIR NO ARMAZENAMENTO DE SUA SUPERSAFRA. capa 1 2 RICARDO

Leia mais

Gás LP no Brasil: Energia limpa e abundante para o agronegócio e áreas remotas

Gás LP no Brasil: Energia limpa e abundante para o agronegócio e áreas remotas Gás LP no Brasil: Energia limpa e abundante para o agronegócio e áreas remotas O que é o Gás LP? - O Gás LP é composto da mistura de dois gases, sendo 30% de butano e 70% de propano. - Por ser um produto

Leia mais

REQUISITOS GERAIS HÍGIO SANITÁRIOS E TECNICO-FUNCIONAIS PARA A OFERTA E COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS ALIMENTARES NA FEIRA INTERNACIONAL DE LISBOA (FIL)

REQUISITOS GERAIS HÍGIO SANITÁRIOS E TECNICO-FUNCIONAIS PARA A OFERTA E COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS ALIMENTARES NA FEIRA INTERNACIONAL DE LISBOA (FIL) MANUAL REQUISITOS GERAIS HÍGIO SANITÁRIOS E TECNICO-FUNCIONAIS PARA A OFERTA E COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS ALIMENTARES NA FEIRA INTERNACIONAL DE LISBOA (FIL) O objectivo deste manual é fornecer informação

Leia mais

Projecto Bio-Escola Episódios de uma escola sustentável

Projecto Bio-Escola Episódios de uma escola sustentável Ano lectivo 2011-2012 Projecto Bio-Escola Episódios de uma escola sustentável Concurso do Ano Internacional da Juventude - Inovação/Energias renováveis Escola Secundária Anselmo de Andrade Projecto elaborado

Leia mais

Segurança e Higiene no Trabalho. Volume XIII Trabalho em Espaços Confinados. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção

Segurança e Higiene no Trabalho. Volume XIII Trabalho em Espaços Confinados. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção Guia Técnico Segurança e Higiene no Trabalho Volume XIII Trabalho em Espaços Confinados um Guia Técnico de Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode ser reproduzido ou distribuído

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DOS SECTORES DE ACTIVIDADE, PARÂMETROS DE ENTRADA E INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS DO ÍNDICE IREQ

CARACTERIZAÇÃO DOS SECTORES DE ACTIVIDADE, PARÂMETROS DE ENTRADA E INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS DO ÍNDICE IREQ CARACTERIZAÇÃO DOS SECTORES DE ACTIVIDADE, PARÂMETROS DE ENTRADA E INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS DO ÍNDICE IREQ B.1.CARACTERIZAÇÃO DOS SECTORES DE ACTIVIDADE INDÚSTRIA DE LACTICÍNIOS No quadro da indústria

Leia mais

Sistemas de Pisos. As melhores soluções em revestimentos para pisos

Sistemas de Pisos. As melhores soluções em revestimentos para pisos Sistemas de Pisos As melhores soluções em revestimentos para pisos Sumário Indústria Química... Pág. 4 Indústria Siderúrgica...Pág 5 Sistemas de Pisos MC-Bauchemie Para garantir a total durabilidade e

Leia mais

UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS CURSO DE BIOLOGIA (EAD)

UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS CURSO DE BIOLOGIA (EAD) UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS CURSO DE BIOLOGIA (EAD) TRABALHO DE BIOLOGIA GERAL RAQUEL ALVES DA SILVA CRUZ Rio de Janeiro, 15 de abril de 2008. TRABALHO DE BIOLOGIA GERAL TERMOELÉTRICAS

Leia mais