ARMAZENAMENTO NA FAZENDA

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ARMAZENAMENTO NA FAZENDA"

Transcrição

1 Adriano Mallet ARMAZENAMENTO NA FAZENDA O Brasil reconhece que a armazenagem na cadeia do Agronegócio é um dos principais itens da logística de escoamento da safra e fator de ganho financeiro do produtor rural e aumento da sua renda na propriedade (lavoura). Ter sua armazenagem própria é a garantia de manter a qualidade original do seu grão colhido no momento da venda ao mercado. Estamos salientando um item de importância tão elevada, que sempre que o abordamos reforçamos a vantagem de poder comercializar a sua safra no momento correto e mais oportuno para si. Ter uma armazenagem na propriedade proporciona ao agricultor a possibilidade de poder aguardar sua safra de forma correta, e dentro dos novos conceitos de armazenagem e requisitos técnicos obrigatórios ou recomendados para a Certificação de Unidades Armazenadoras em Ambiente Natural, processo que tem como objetivo elevar e posicionar o Brasil num patamar mundial de qualidade de grãos. Existem muitas vantagens que podemos relacionar, entre elas, evitar aumento de avarias nos grãos e reduzir os custos de frete/transporte sabemos que durante a safra, devido ao volume de contratações e ao fato de nosso perfil de escoamento ser rodoviário, o frete tem seus preços inflacionados, no período de colheita. É preciso analisar também que neste momento a cotação (R$/Saco) tem uma tendência de baixa (retração) de valor. Quanto à qualidade e sua diferenciação, quando entregue para terceiros, os parâmetros são igualados aos demais depositários, não podendo-se agregar valor de qualidade (prêmio); os subprodutos (impurezas, casquinhas, quirelas de grãos e outros), decorrentes do processo, podem ser beneficiados e comercializados, aumentando a rentabilidade do conjunto. Um sistema de armazenagem está alicerçado em módulos básicos: Recepção (moega/classificação/ laboratório), Limpeza (máquina de pré-limpeza), Secagem (secador de grãos) e Armazenagem (silos verticais e armazéns graneleiros). Para compor uma unidade de 22 Revista SEED News vol. XVIII n 6, 2014

2 pequeno porte, observando a área plantada do produtor e sua região de atuação, existem no mercado várias opções de unidades com capacidade de estocagem a partir de sacos e que possibilitam, com as demais safras, ampliar sua capacidade com mais uma célula. Para algumas regiões, a pequena instalação armazenadora pode ser estruturada de forma a ter uma recepção, limpeza e realizar a secagem num Silo-Secador ou secador de baixa capacidade. A partir deste conjunto, podem ser instalados silos verticais ou armazéns graneleiros. Importante, quando da elaboração do primeiro projeto, é considerar seu crescimento em novas áreas de plantio, o que reverterá numa necessidade futura Revista SEED News vol. XVIII n 6, 2014 de mais armazenamento. Desta forma, quando for ampliar sua unidade, terá maior facilidade de adequação, tanto de fluxo como locação e instalação dos novos equipamentos, ou seja, visão de crescimento. Planejando desta forma, o resultado final é um menor custo de implantação e investimento. Independente da capacidade de estocagem na qual o produtor investirá, o módulo de armazenagem deverá ser composto de três itens fundamentais para a conservação dos grãos que não podem ser dispensados, pela importância em manter os seus ganhos quantitativos e qualitativos: Monitoramento da massa de grãos (termometria), Aeração (ventilação) e o Sistema de Exaustão, este último por ter uma atuação preventiva, considerado item fundamental para conservação da safra armazenada, por proporcionar ganhos pela eliminação da deterioração dos grãos e equalização da umidade e temperatura da massa, inibindo o surgimento e crescimento das tradicionais pragas na armazenagem e ganhos financeiros na redução de horas de ventilação. Um silo ou armazém sem este sistema reduz a eficiência da aeração em até 60% e aumenta as perdas quantitativas (perda/quebra técnica) e qualitativas dos grãos. Observando os ganhos de se ter armazenagem na propriedade e computando-os, o retorno do investimento desta estrutura pode ser rápido. Guardando sua safra, o agricultor agrega valor 23

3 na qualidade e na eliminação das taxas depositárias decorrentes da estocagem do produto em terceiros. Esta eliminação chega a proporcionar ganhos de até 20%, além da oportunidade de o agricultor comercializar sua safra no momento mais adequado; observando períodos anteriores e tipo de cultura, pode-se ter ganhos significativos. Em outra hipótese, poderá reter o produto até o momento de nova alta, dominando a variação das cotações. Incluindo ganhos de frete, mais aproveitamento dos descartes e sua comercialização, teremos uma rentabilidade extremamente positiva, a qual viabiliza o investimento em estruturas de armazenamento. Este aumento do percentual do produtor em investir em sua própria unidade não é somente decorrente da conscientização dos ganhos, mas também das linhas de crédito que o Governo criou para proporcionar esta alavancagem da capacidade de armazenagem. Com a safra 2013/14, de 195 milhões toneladas de grãos, conforme último levantamento da Conab, vamos ter um déficit de armazenagem de 50 milhões de toneladas, dentro do conceito de que devemos ter 20% de estocagem acima do volume colhido, o que viabiliza um escoamento e comercialização da safra de forma equalizada e sobre a posição de safras. Podemos também identificar, dentro deste número, que existem armazéns impróprios para receber e armazenar grãos. O índice de crescimento da safra, em condições normais, tem previsão de crescimento de 3 a 5% ao ano, enquanto o de estocagem tem crescido nos patamares de 1,5 a 2,5% ao ano, o que demonstra que o déficit tende a crescer face à estimativa de que na safra 2014/15, de 70 milhões de toneladas, a tendência brasileira é crescer em volume de grãos. Desta forma, o item armazenagem é estratégico para o país alcançar a sua sustentabilidade neste setor e ter um sistema de logística de forma a não apresentar filas de caminhões em frente aos portões das unidades receptoras e filas de navios e trens nos portos Revista SEED News vol. XVIII n 6, 2014

4

5 Dentro dos cenários descritos, o governo investiu em estudos de perspectivas de crescimento do Agronegócio e reconheceu a necessidade de criar linhas de crédito para estruturar uma rede sólida de capacidade de armazenagem em todos os segmentos, tanto na propriedade rural como também nas demais modalidades, respeitando suas finalidades de operação e objetivos. Das atuais linhas de financiamentos existentes, algumas se destacam: MODERINFRA, destinado a produtores rurais (pessoas física e jurídicas) e suas cooperativas, financiando investimentos fixos e semi-fixos relacionados a sistemas de armazenagem; Programa para construção e ampliação de Armazéns PCA; Programa BNDES de Sustentabilidade do Investimento PSI; PRODECOOP- Programa de Desenvolvimento Cooperativo para agregação de valor à produção agropecuária; FINAME AGRÍCOLA; FINAME ESPECIAL; BNDES AUTOMÁTICO; entre outros. Vantagens Uma instalação de armazenagem bem localizada proporciona uma solução estratégica para o sistema produtivo reduzir seus custos, de forma global na cadeia do agronegócio. Seguem algumas das inúmeras vantagens: - Comercialização da safra de forma parcial e no momento mais adequado ao produtor, conforme a valorização da cotação (ver simulações). - Eliminação de pagamento de taxas, quando da entrega do produto para depositar em terceiros. - Redução de despesas com frete e diárias, decorrente de esperas em filas para entrega do produto. Nos períodos de safra, este custo chega a ultrapassar o patamar de 10%, considerando-se que nas regiões que ocorrem superssafra, este percentual é bem superior. Tendo em vista o alto número de toneladas que são transportadas, vale ressaltar a estrutura deficiente de transportes do país, que sempre trará dor de cabeça para toda a cadeia produtiva. Com 63% das operações, a precária rede rodoviária ainda domina o segmento e cobre as longas distâncias, enquanto as ferrovias operam somente em trechos curtos. Por conta da ineficiente infraestrutura para o transporte, o país e o produtor vêm perdendo cada vez mais a cada recorde de safra. - Qualidade de armazenagem, conservando a Identidade Preservada dos grãos (redução das perdas quantitativas e qualitativas). - Possibilidade de contratação de fretes em períodos de baixa demanda (entressafra), melhor negociação com as transportadoras. - Aproveitamento dos subprodutos, com a possibilidade 26 Revista SEED News vol. XVIII n 6, 2014

6 de beneficiá-los ou comercializá-los (impurezas, cascas, e outros). - Prestar serviços de secagem e armazenagem a terceiros. - Obter linhas de crédito para investimento em estrutura de armazenagem e valorização do patrimônio. - Ganho de prêmio por saca, decorrente de se ter um produto de qualidade diferenciada para o processamento industrial, com ausência de fungos, pragas, e outros. Análise da simulação de retorno de investimento Nesta simulação que realizamos, tivemos como objetivo demonstrar de forma simplificada o retorno que o produtor terá quando adquirir uma estrutura armazenadora. - Unidade armazenadora para soja com Capacidade de sacos Observando o valor do investimento de R$ ,00 (R$ 49,33/Saco), contra os ganhos de se ter armazenagem própria (eliminação de taxas/descontos, momento da venda e prêmio de qualidade), que totalizam R$ ,00, podemos verificar que na primeira safra teremos um retorno de 47% sobre o investimento realizado. Desta forma, na segunda safra teremos praticamente 100%, sem considerar as outras vantagens já mencionadas, que poderão agilizar o retorno. - Unidade armazenadora para Arroz com Capacidade de sacos Nesta simulação, o retorno será a partir da terceira safra, pois o investimento desta estrutura armazenadora é superior e a valorização do produto é menor custo da unidade de R$ ,00 (R$ 30,12/ saco), contra R$ ,00 dos ganhos, que representa 40% na primeira safra. De qualquer forma, considerando que alguns financiamentos proporcionam um período de carência que permite ao produtor se capitalizar para iniciar a quitação do financiamento.

DIMENSIONAMENTO DE UM SISTEMA DE SECAGEM E ARMAZENAGEM DE GRÃOS

DIMENSIONAMENTO DE UM SISTEMA DE SECAGEM E ARMAZENAGEM DE GRÃOS ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 DIMENSIONAMENTO DE UM SISTEMA DE SECAGEM E ARMAZENAGEM DE GRÃOS Vinicius Calefi Dias 1 ; Jefferson

Leia mais

Situação da Armazenagem no Brasil 2006

Situação da Armazenagem no Brasil 2006 Situação da Armazenagem no Brasil 2006 1. Estática de Armazenagem A capacidade estática das estruturas armazenadoras existentes no Brasil, registrada em dezembro de 2006 é de até o mês de novembro de 2006

Leia mais

IV Semana de Ciência e Tecnologia IFMG campus Bambuí IV Jornada Científica 06 a 09 de dezembro de 2011

IV Semana de Ciência e Tecnologia IFMG campus Bambuí IV Jornada Científica 06 a 09 de dezembro de 2011 IV Semana de Ciência e Tecnologia IFMG campus Bambuí IV Jornada Científica 06 a 09 de dezembro de 2011 O SISTEMA LOGÍSTICO DO MILHO EM UM ARMAZÉM GRANELEIRO NA CIDADE DE BAMBUÍ: UM ESTUDO DE CASO Luiz

Leia mais

ARMAZENAGEM NO SETOR CEREALISTA. Brasília outubro de 2012

ARMAZENAGEM NO SETOR CEREALISTA. Brasília outubro de 2012 ARMAZENAGEM NO SETOR CEREALISTA Brasília outubro de 2012 Agricultura e Armazenagem Produzir até 2050, de forma sustentável e ordenada, + 1 bilhão de toneladas de grãos e + 200 milhões de toneladas de carne,

Leia mais

O SULCO COMO O BRASIL VAI INVESTIR NO ARMAZENAMENTO DE SUA SUPERSAFRA. PRIMAVERA 2013. JohnDeere.com.br

O SULCO COMO O BRASIL VAI INVESTIR NO ARMAZENAMENTO DE SUA SUPERSAFRA. PRIMAVERA 2013. JohnDeere.com.br 10 - Precisão na pecuária 14 - Trigo com tecnologia 18 - Turistas no pomar 10 14 18 PRIMAVERA 2013 O SULCO JohnDeere.com.br COMO O BRASIL VAI INVESTIR NO ARMAZENAMENTO DE SUA SUPERSAFRA. capa 1 2 RICARDO

Leia mais

23ª Abertura Oficial da COLHEITA DO ARROZ. Restinga Seca - RS

23ª Abertura Oficial da COLHEITA DO ARROZ. Restinga Seca - RS 23ª Abertura Oficial da COLHEITA DO ARROZ. Restinga Seca - RS Carteira de Crédito Sicredi Fevereiro/2013 Saldo da Carteira de Crédito do Sicredi Carteira de Crédito Sicredi R$ 10.310,12 56,13% R$ 4.563,96

Leia mais

AGRONEGÓCIO PANORAMA ATUAL

AGRONEGÓCIO PANORAMA ATUAL AGRONEGÓCIO PANORAMA ATUAL IMPORTÂNCIA ECONOMICA 1- Exportações em 2014: Mais de US$ 100 bilhões de dólares; 2- Contribui com aproximadamente 23% do PIB brasileiro; 3- São mais de 1 trilhão de Reais e

Leia mais

chave para a sustentabilidade do escoamento da produção agrícola

chave para a sustentabilidade do escoamento da produção agrícola Infra-estrutura como fator chave para a sustentabilidade do escoamento da produção agrícola Ieda Kanashiro Makiya Rogério Carlos Traballi UNIP BRASIL: 10º PIB mundial (FMI, 2005) x PIB per capita abaixo

Leia mais

Logística e infraestrutura para o escoamento da produção de grãos no Brasil

Logística e infraestrutura para o escoamento da produção de grãos no Brasil Logística e infraestrutura para o escoamento da produção de grãos no Brasil Denise Deckers do Amaral 1 - Economista - Assessora Técnica - Empresa de Planejamento e Logística - EPL, Vice Presidente da Associação

Leia mais

Custo de Produção do Milho Safrinha 2012

Custo de Produção do Milho Safrinha 2012 09 Custo de Produção do Milho Safrinha 2012 1 Carlos DirceuPitol Luiz2 Broch1 Dirceu Luiz Broch Roney Simões Pedroso2 9.1. Introdução Os sistemas de produção da atividade agropecuária cada vez requerem

Leia mais

Linhas Agrícolas Agosto 2013

Linhas Agrícolas Agosto 2013 Linhas Agrícolas Agosto 2013 MERCADO DE CRÉDITO DÍVIDA PRIVADA Dividido em 3 Principais Classes de Ativo: Crédito Geral: Linha de KG, Conta Garantida, Finame, PSI; CCB, Debênture; Crédito Imobiliário:

Leia mais

ARMAZENAGEM EM NÍVEL DE FAZENDAS

ARMAZENAGEM EM NÍVEL DE FAZENDAS ARMAZENAGEM EM NÍVEL DE FAZENDAS Adilio Flauzino de Lacerda Filho 1 Foi instalado em 30/01/2003, o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional CONSEA, o qual tem caráter consultivo e assessora

Leia mais

Os Sistemas de Agendamento como Ferramenta de Gestão. - Sistema PAMPA. Guillermo Dawson Jr. Porto Alegre, 27 de maio de 2014.

Os Sistemas de Agendamento como Ferramenta de Gestão. - Sistema PAMPA. Guillermo Dawson Jr. Porto Alegre, 27 de maio de 2014. Os Sistemas de Agendamento como Ferramenta de Gestão - Sistema PAMPA Guillermo Dawson Jr. Porto Alegre, 27 de maio de 2014. A CCGL tem a missão de integrar as atividades do agronegócio com sustentabilidade,

Leia mais

Plano Agrícola e Pecuário PAP 2013/2014 Ações estruturantes para a Agropecuária Brasileira

Plano Agrícola e Pecuário PAP 2013/2014 Ações estruturantes para a Agropecuária Brasileira Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil Plano Agrícola e Pecuário PAP 2013/2014 ROSEMEIRE SANTOS Superintendente Técnica Plano Agrícola e Pecuário PAP 2013/2014 Ações estruturantes para a Agropecuária

Leia mais

6 A cadeia de suprimentos da soja no Mato Grosso sob o ponto de vista dos atores da cadeia

6 A cadeia de suprimentos da soja no Mato Grosso sob o ponto de vista dos atores da cadeia 6 A cadeia de suprimentos da soja no Mato Grosso sob o ponto de vista dos atores da cadeia Complementando o que foi exposto sobre a gerência da cadeia de suprimentos analisada no Capítulo 3, através de

Leia mais

AGRONEGÓCIO NO MUNDO PRINCIPAIS PLAYERS

AGRONEGÓCIO NO MUNDO PRINCIPAIS PLAYERS AGRONEGÓCIOS AGRONEGÓCIO NO MUNDO PRINCIPAIS PLAYERS Argentina Estados Unidos Indonésia Brasil Canadá Russia Índia Japão Austrália China México Área Agricultável > 30 milhões de ha População urbana > 80

Leia mais

Políticas públicas e o financiamento da produção de café no Brasil

Políticas públicas e o financiamento da produção de café no Brasil Políticas públicas e o financiamento da produção de café no Brasil Organização Internacional do Café - OIC Londres, 21 de setembro de 2010. O Sistema Agroindustrial do Café no Brasil - Overview 1 Cafés

Leia mais

I N F O R M A T I V O

I N F O R M A T I V O I N F O R M A T I V O Este Informativo é uma publicação mensal. Edição nº 05. Junho de 2014. Prezados amigos do agronegócio, a Copa do Mundo no Brasil chegou, o mundo vai parar para ver os jogos no Brasil

Leia mais

O CENÁRIO DA ARMAZENAGEM NO BRASIL

O CENÁRIO DA ARMAZENAGEM NO BRASIL O CENÁRIO DA ARMAZENAGEM NO BRASIL QUELI S. FERNANDES 1, VAGNER ROSALEM 2. 1. Universidade Federal de Goiás E-mail: quelisilverio@hotmail.com 2. Universidade Federal de Goiás E-mail: vagner@hotmail.com

Leia mais

Linhas de Financiamento Setor Florestal. 1º Encontro Paulista de Biodiversidade São Paulo, 18 de novembro de 2009 Eduardo Canepa Raul Andrade

Linhas de Financiamento Setor Florestal. 1º Encontro Paulista de Biodiversidade São Paulo, 18 de novembro de 2009 Eduardo Canepa Raul Andrade Linhas de Financiamento Setor Florestal 1º Encontro Paulista de Biodiversidade São Paulo, 18 de novembro de 2009 Eduardo Canepa Raul Andrade Política Ambiental do BNDES O BNDES entende que investimentos

Leia mais

DECRETO N 037/2014. O Prefeito Municipal de Santa Teresa Estado do Espírito Santo, no uso de suas atribuições legais,

DECRETO N 037/2014. O Prefeito Municipal de Santa Teresa Estado do Espírito Santo, no uso de suas atribuições legais, DECRETO N 037/2014 Regulamenta aplicação das Instruções Normativas SDE Nº 01/2014 a 02/2014, que dispõem sobre as Rotinas e Procedimentos do Sistema de Desenvolvimento Econômico a serem observados no âmbito

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL TEMAS VOLUME DE RECURSOS Do aporte nacional, garantir para o RS no mínimo 20% (vinte por cento) dos recursos para financiamento agropecuário de forma oportuna, tempestiva e suficiente. Aumentar os limites

Leia mais

O IBGE divulgou a pouco o primeiro prognóstico para a safra de 2011: www.ibge.gov.br Em 2011, IBGE prevê safra de grãos 2,8% menor que a de 2010

O IBGE divulgou a pouco o primeiro prognóstico para a safra de 2011: www.ibge.gov.br Em 2011, IBGE prevê safra de grãos 2,8% menor que a de 2010 O IBGE divulgou a pouco o primeiro prognóstico para a safra de 2011: www.ibge.gov.br Em 2011, IBGE prevê safra de grãos 2,8% menor que a de 2010 O IBGE realizou, em outubro, o primeiro prognóstico para

Leia mais

FATORES CRÍTICOS À COMPETITIVIDADE DA SOJA NO PARANÁ E NO MATO GROSSO

FATORES CRÍTICOS À COMPETITIVIDADE DA SOJA NO PARANÁ E NO MATO GROSSO FATORES CRÍTICOS À COMPETITIVIDADE DA SOJA NO PARANÁ E NO MATO GROSSO Por: Carlos Eduardo Cruz Tavares 1 São várias as cadeias produtivas que constituem o complexo agroalimentar, destacando-se entre elas,

Leia mais

Deterioração dos Grãos Armazenados "Os Ganhos da Exaustão"

Deterioração dos Grãos Armazenados Os Ganhos da Exaustão Deterioração dos Grãos Armazenados "Os Ganhos da Exaustão" Reduzir as perdas qualitativas e quantitativas é um desafio constante dos Armazenadores e, para isso, investem continuamente em tecnologias que

Leia mais

DO OUTRO, O AGRONEGÓCIO PRODUZ UM PAÍS CADA VEZ MAIS FORTE.

DO OUTRO, O AGRONEGÓCIO PRODUZ UM PAÍS CADA VEZ MAIS FORTE. PRODUTOR RURAL: fale com o gerente do seu banco e saiba como ter acesso aos créditos e benefícios do Plano Agrícola e Pecuário 2014/2015. DO OUTRO, O AGRONEGÓCIO PRODUZ UM PAÍS CADA VEZ MAIS FORTE. Para

Leia mais

Milho Período: 11 a 15/05/2015

Milho Período: 11 a 15/05/2015 Milho Período: 11 a 15/05/2015 Câmbio: Média da semana: U$ 1,00 = R$ 3,0203 Nota: A paridade de exportação refere-se ao valor/sc desestivado sobre rodas, o que é abaixo do valor FOB Paranaguá. *Os preços

Leia mais

Crédito Agro Principais Linhas de Crédito. Fortaleza (CE), maio de 2014

Crédito Agro Principais Linhas de Crédito. Fortaleza (CE), maio de 2014 Crédito Agro Principais Linhas de Crédito Fortaleza (CE), maio de 2014 Agricultura Familiar Principais Linhas de Crédito Pronaf Custeio - Beneficiários: Agricultores familiares, exceto dos grupos A e B;

Leia mais

INFORME AGROECONÔMICO ESTIMATIVA DOS CUSTOS DE RECEPÇÃO, LIMPEZA E SECAGEM DA SOJA E DO MILHO SAFRA 2012/13

INFORME AGROECONÔMICO ESTIMATIVA DOS CUSTOS DE RECEPÇÃO, LIMPEZA E SECAGEM DA SOJA E DO MILHO SAFRA 2012/13 INFORME AGROECONÔMICO Nº: 429/12 Data: 26/11/12 ESTIMATIVA DOS CUSTOS DE RECEPÇÃO, LIMPEZA E SECAGEM DA SOJA E DO MILHO SAFRA 2012/13 ESTIMATIVA DOS CUSTOS DE RECEPÇÃO, SECAGEM E LIMPEZA DE SOJA E MILHO

Leia mais

Avenida Paulista, 949 22º andar

Avenida Paulista, 949 22º andar Avenida Paulista, 949 22º andar São Paulo, 30 de novembro de 2012 1 I n t r o d u ç ã o 140 CRÉDITO PRODUÇÃO BRASIL Fase de ouro Fase de crise Fase da agricultura de mercado 133 127 162 120 114 117 105

Leia mais

Intenções de Investimento

Intenções de Investimento Intenções de Investimento Segundo Trimestre 2014 Principais Resultados:» Preocupações atuais» Intenções de investimento em: Tecnologia / Custeio Maquinas e Equipamentos Gestão de Pessoas Infraestrutura

Leia mais

Sistema Nacional de Certificação de Unidades Armazenadoras

Sistema Nacional de Certificação de Unidades Armazenadoras Sistema Nacional de Certificação de Unidades Armazenadoras MARINGÁ-PR 13/10/2014 Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Objetivo da Certificação de Unidade Armazenadoras Fortalecimento da

Leia mais

Planejar Soluções em TI e Serviços para Agronegócio. Software de Gestão Rural ADM Rural 4G

Planejar Soluções em TI e Serviços para Agronegócio. Software de Gestão Rural ADM Rural 4G Planejar Soluções em TI e Serviços para Agronegócio Software de Gestão Rural ADM Rural 4G 2011 ADM Rural 4G Agenda de Apresentação E Empresa Planejar O Software ADM Rural 4G Diferenciais Benefícios em

Leia mais

PRODUTOS E SERVIÇOS PARA OS PEQUENOS E MINI PRODUTORES RURAIS

PRODUTOS E SERVIÇOS PARA OS PEQUENOS E MINI PRODUTORES RURAIS PRODUTOS E SERVIÇOS PARA OS PEQUENOS E MINI PRODUTORES RURAIS SETEMBRO - 2011 BANCO DO NORDESTE APOIO AO MINI E PEQUENO PRODUTOR RURAL PROGRAMA DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO RURAL DO NORDESTE (RURAL) FONTE:

Leia mais

23ª ABERTURA DA COLHEITA DO ARROZ. Restinga Seca - RS. Diretoria de Agronegócios (DF)

23ª ABERTURA DA COLHEITA DO ARROZ. Restinga Seca - RS. Diretoria de Agronegócios (DF) 23ª ABERTURA DA COLHEITA DO ARROZ Restinga Seca - RS 21-02-2013 Protagonista do Agronegócio Mundial Brasil Protagonista do Agronegócio Mundial População crescerá 2,15 bilhões de habitantes até 2050, elevando

Leia mais

Custo de Produção da Cultura da Soja Safra 2011/2012

Custo de Produção da Cultura da Soja Safra 2011/2012 11 Custo de Produção da Cultura da Soja Safra 2011/2012 Dirceu Luiz Broch Roney Simões Pedroso 1 2 11.1. Introdução Os sistemas de produção da atividade agropecuária cada vez mais requerem um grau de conhecimento

Leia mais

Linhas de Crédito PISCICULTURA INVESTIMENTO CUSTEIO. Obs.: As informações atinentes às linhas de crédito estão sujeitas a alterações.

Linhas de Crédito PISCICULTURA INVESTIMENTO CUSTEIO. Obs.: As informações atinentes às linhas de crédito estão sujeitas a alterações. PISCICULTURA CUSTEIO INVESTIMENTO Obs.: As informações atinentes às linhas de crédito estão sujeitas a alterações. financiar as despesas normais de custeio da produção agrícola e pecuária. Linhas de Crédito

Leia mais

Renda Fixa Privada Certificado de Recebíveis do Agronegócio CRA. Certificado de Recebíveis do Agronegócio CRA

Renda Fixa Privada Certificado de Recebíveis do Agronegócio CRA. Certificado de Recebíveis do Agronegócio CRA Renda Fixa Privada Certificado de Recebíveis do Agronegócio CRA Certificado de Recebíveis do Agronegócio Instrumento de captação de recursos e de investimento no agronegócio O produto O Certificado de

Leia mais

Seminário Riscos e Gestão do Seguro Rural no Brasil

Seminário Riscos e Gestão do Seguro Rural no Brasil Seminário Riscos e Gestão do Regulamentação para gestão do seguro rural em eventos catastróficos Otávio Ribeiro Damaso Secretário Adjunto de Política Econômica / otavio.damaso@fazenda.gov.br Campinas,

Leia mais

Promover o desenvolvimento rural sustentável no Estado de São Paulo, ampliando as oportunidades de emprego e renda, a inclusão social, a preservação

Promover o desenvolvimento rural sustentável no Estado de São Paulo, ampliando as oportunidades de emprego e renda, a inclusão social, a preservação GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE AGRICULTURA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE Projeto de Desenvolvimento Rural Sustentável MicrobaciasII OBJETIVO GERAL Promover o desenvolvimento

Leia mais

TRIGO Período de 02 a 06/11/2015

TRIGO Período de 02 a 06/11/2015 TRIGO Período de 02 a 06//205 Tabela I - PREÇO PAGO AO PRODUTOR (em R$/60 kg) Centro de Produção Unid. 2 meses Períodos anteriores mês (*) semana Preço Atual PR 60 kg 29,56 35,87 36,75 36,96 Semana Atual

Leia mais

PESQUISA DE ESTOQUES MANUAL DE INSTRUÇÕES (PRELIMINAR) DIRETORIA DE PESQUISAS COORDENAÇÃO DE AGROPECUÁRIA GERÊNCIA DE AGRICULTURA

PESQUISA DE ESTOQUES MANUAL DE INSTRUÇÕES (PRELIMINAR) DIRETORIA DE PESQUISAS COORDENAÇÃO DE AGROPECUÁRIA GERÊNCIA DE AGRICULTURA DIRETORIA DE PESQUISAS COORDENAÇÃO DE AGROPECUÁRIA GERÊNCIA DE AGRICULTURA PESQUISA DE ESTOQUES PRIMEIRO SEMESTRE - 2011 MANUAL DE INSTRUÇÕES (PRELIMINAR) 1. CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DA PESQUISA 1.1 - OBJETIVO

Leia mais

As atuais condições da infraestrutura de transporte e logística do Brasil têm

As atuais condições da infraestrutura de transporte e logística do Brasil têm ESTUDO DA CNT APONTA QUE INFRAESTRUTURA RUIM AUMENTA CUSTO DO TRANSPORTE DE SOJA E MILHO As atuais condições da infraestrutura de transporte e logística do Brasil têm impacto significativo na movimentação

Leia mais

Plano Agrícola e Pecuário, safra 2015/16 Medidas anunciadas em 02 de junho de 2015

Plano Agrícola e Pecuário, safra 2015/16 Medidas anunciadas em 02 de junho de 2015 1. Introdução O Crédito Rural abrange recursos destinados a custeio, investimento ou comercialização. As suas regras, finalidades e condições estão estabelecidas no Manual de Crédito Rural (MCR), elaborado

Leia mais

Soluções de Crédito. Cadeia Produtiva do Café CADA VEZ BOMPRATODOS

Soluções de Crédito. Cadeia Produtiva do Café CADA VEZ BOMPRATODOS Cadeia Produtiva do Café CADA + VEZ BOMPRATODOS Capital de Giro Recebíveis BB Giro Empresa Flex Agro Crédito Agroindustrial Desconto de Cheques/Títulos BB Giro Recebíveis Duplicatas/Cheques/Cartões BB

Leia mais

Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste

Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste O que é FCO? O Fundo de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) é um fundo de crédito criado pela Constituição Federal de 1988 com o objetivo de promover

Leia mais

CUSTO DE ARMAZENAGEM DE GRÃOS NO SISTEMA SILOS BOLSA

CUSTO DE ARMAZENAGEM DE GRÃOS NO SISTEMA SILOS BOLSA CUSTO DE ARMAZENAGEM DE GRÃOS NO SISTEMA SILOS BOLSA Sérgio Almir Wachter Francisco de Assis Rolim Pereira ISSN: 2316-3992 Resumo Com o aumento da produtividade de grãos no Brasil, especialmente soja e

Leia mais

A balança comercial do agronegócio brasileiro

A balança comercial do agronegócio brasileiro A balança comercial do agronegócio brasileiro Antonio Carlos Lima Nogueira 1 Qual é a contribuição atual dos produtos do agronegócio para o comércio exterior, tendo em vista o processo atual de deterioração

Leia mais

10º LEVANTAMENTO DE SAFRAS DA CONAB - 2012/2013 Julho/2013

10º LEVANTAMENTO DE SAFRAS DA CONAB - 2012/2013 Julho/2013 10º LEVANTAMENTO DE SAFRAS DA CONAB - 2012/2013 Julho/2013 1. INTRODUÇÃO O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), por meio da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), realiza sistematicamente

Leia mais

Programa 2014 Agropecuária Sustentável, Abastecimento e Comercialização

Programa 2014 Agropecuária Sustentável, Abastecimento e Comercialização 0299 - Equalização de Preços nas Aquisições do Governo Federal e na Formação de Estoques Reguladores e Estratégicos AGF 1. Descrição: O AGF (Aquisições do Governo Federal) é o instrumento tradicional da

Leia mais

SÍNTESE BARRA DO GARÇAS RP IV

SÍNTESE BARRA DO GARÇAS RP IV SÍNTESE BARRA DO GARÇAS RP IV Realizar projetos para destinação de resíduos sólidos * Meio Ambiente Desenvolver programas de educação ambiental Apresentar pequenos e médios projetos de recuperação (seqüestro

Leia mais

Diretoria de Agronegócios. Safra 2013/2014

Diretoria de Agronegócios. Safra 2013/2014 Diretoria de Agronegócios Safra 2013/2014 Agricultura Empresarial Custeio Custeio MCR 6.2 e MCR 6.4 Equalizado 1) Limite recursos controlados: R$ 800 mil, por beneficiário/safra, independentemente da cultura;

Leia mais

Cartilha do Contrato de Opção de Venda

Cartilha do Contrato de Opção de Venda Cartilha do Contrato de Opção de Venda CONAB - COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO 01 O QUE É O CONTRATO DE OPÇÃO DE VENDA? É uma modalidade de seguro de preços que dá ao produtor rural e/ou sua cooperativa

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA (PESSOA FÍSICA) Contrato por Produto Nacional

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA (PESSOA FÍSICA) Contrato por Produto Nacional TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA (PESSOA FÍSICA) Contrato por Produto Nacional Número e Título do Projeto: BRA/09/004 Fortalecimento da CAIXA no seu processo de internacionalização

Leia mais

Apoio ao Setor de Armazenagem e Irrigação Moderinfra

Apoio ao Setor de Armazenagem e Irrigação Moderinfra Apoio ao Setor de Armazenagem e Irrigação Moderinfra O BNDES, como banco de fomento à economia, entende que um dos itens de grande importância para a sustentação do crescimento do país é o apoio ao armazenamento

Leia mais

ARMAZENAGEM DE GRÃOS NO BRASIL: QUEREMOS SER O CELEIRO DO MUNDO? História prova a importância de armazenar, de guardar comida. Estamos cuidando disto?

ARMAZENAGEM DE GRÃOS NO BRASIL: QUEREMOS SER O CELEIRO DO MUNDO? História prova a importância de armazenar, de guardar comida. Estamos cuidando disto? Julho de 2012. Pergunta: ARMAZENAGEM DE GRÃOS NO BRASIL: QUEREMOS SER O CELEIRO DO MUNDO? História prova a importância de armazenar, de guardar comida. Estamos cuidando disto? Pergunta: Somos em torno

Leia mais

Milho Período: 19 a 23/10/2015

Milho Período: 19 a 23/10/2015 Milho Período: 19 a 23/10/2015 Nota: A paridade de exportação refere-se ao valor/sc desestivado sobre rodas, o que é abaixo do valor FOB Paranaguá. *Os preços médios semanais apresentados nas praças de

Leia mais

PRODUÇÃO ECONÔMICA DE SILAGEM 2º Dia de Campo de Ovinocultura Pedro Canário/ES 29/11/14

PRODUÇÃO ECONÔMICA DE SILAGEM 2º Dia de Campo de Ovinocultura Pedro Canário/ES 29/11/14 PRODUÇÃO ECONÔMICA DE SILAGEM 2º Dia de Campo de Ovinocultura Pedro Canário/ES 29/11/14 Pergunta fundamental 1 Quanto custa produzir um quilo de carne????????? Pergunta fundamental 2 O que produz o pecuarista?

Leia mais

Produtos do BNDES para o Desenvolvimento da Aquicultura Brasileira

Produtos do BNDES para o Desenvolvimento da Aquicultura Brasileira Produtos do BNDES para o Desenvolvimento da Aquicultura Brasileira Luiza Sidonio Outubro/2013 Produtos do BNDES Apoio ao pequeno produtor: Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf

Leia mais

Nº1 - Julho 2013. 1. Introdução

Nº1 - Julho 2013. 1. Introdução Nº1 - Julho 2013 1. Introdução A característica sazonalidade da atividade agrícola traz consigo a necessidade do armazenamento da produção. A armazenagem dos produtos agrícolas permite a distribuição do

Leia mais

CAPACIDADE DINÂMICA DE ARMAZENGEM DE GRÃOS A GRANEL NA MESORREGIÃO DE ITAPETININGA-SP

CAPACIDADE DINÂMICA DE ARMAZENGEM DE GRÃOS A GRANEL NA MESORREGIÃO DE ITAPETININGA-SP CAPACIDADE DINÂMICA DE ARMAZENGEM DE GRÃOS A GRANEL NA MESORREGIÃO DE ITAPETININGA-SP WANDERLEY DE OLIVEIRA¹; ALINE REGINA PIEDADE 2, RICARDO SERRA BORSATTO 2 ; EVA FAGUNDES WEBER 2 ¹ Tecnólogo em Agronegócio.

Leia mais

Ferrovias. Infraestrutura no Brasil: Projetos, Financiamentos e Oportunidades

Ferrovias. Infraestrutura no Brasil: Projetos, Financiamentos e Oportunidades Ferrovias OBJETIVOS Ferrovias Novo modelo de investimento/exploração das ferrovias Quebra do monopólio na oferta de serviços de transporte ferroviário Expansão, modernização e integração da malha ferroviária

Leia mais

Custos Logísticos. Não basta somente realizar tarefas, é preciso ser assertivo.

Custos Logísticos. Não basta somente realizar tarefas, é preciso ser assertivo. É todo custo gerado por operações logística em uma empresa, visando atender as necessidades dos clientes de qualidade custo e principalmente prazo. Não basta somente realizar tarefas, é preciso ser assertivo.

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA GABINETE DO MINISTRO ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL VOTOS APROVADOS NA REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DO CMN 16/04/2009

MINISTÉRIO DA FAZENDA GABINETE DO MINISTRO ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL VOTOS APROVADOS NA REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DO CMN 16/04/2009 MINISTÉRIO DA FAZENDA GABINETE DO MINISTRO ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL VOTOS APROVADOS NA REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DO CMN 16/04/2009 1 - PROGRAMA DE FINANCIAMENTO PARA ESTOCAGEM DE ÁLCOOL ETÍLICO COMBUSTÍVEL

Leia mais

Programa BB Aqüicultura e Pesca

Programa BB Aqüicultura e Pesca Programa BB Aqüicultura e Pesca O Banco do Brasil é o maior parceiro dos empreendedores brasileiros, sejam grandes ou pequenos produtores. Isso vale, também, para a aqüicultura e pesca. Assim, com o objetivo

Leia mais

DERAL - Departamento de Economia Rural. Política Agrícola - Análise da Conjuntura Agropecuária

DERAL - Departamento de Economia Rural. Política Agrícola - Análise da Conjuntura Agropecuária Política Agrícola - Análise da Conjuntura Agropecuária Setembro de 2012 A política agrícola anunciada para a agricultura empresarial se caracterizou por assegurar o necessário apoio ao produtor rural.

Leia mais

DERAL- Departamento de Economia Rural. ANÁLISE DA CONJUNTURA AGROPECUÁRIA Política Agrícola Safra 2014/2015

DERAL- Departamento de Economia Rural. ANÁLISE DA CONJUNTURA AGROPECUÁRIA Política Agrícola Safra 2014/2015 ANÁLISE DA CONJUNTURA AGROPECUÁRIA Política Agrícola Safra 2014/2015 Novembro 2014 A política agrícola para a agricultura empresarial vem se caracterizando nos últimos anos por assegurar o necessário apoio

Leia mais

PGPM A. EGF B. AGF C. CONTRATO DE OPÇÃO SOV COV. Aquisições via Preços Mínimos. Via Leilões

PGPM A. EGF B. AGF C. CONTRATO DE OPÇÃO SOV COV. Aquisições via Preços Mínimos. Via Leilões PGPM A. EGF SOV COV B. AGF C. CONTRATO DE OPÇÃO Aquisições via Preços Mínimos Via Leilões Estados e Municípios Leite Compra Local Compra Direta Compra Especial Formação de Estoque Doação Simultânea EMPODER

Leia mais

Produção de grãos na Bahia cresce 14,64%, apesar dos severos efeitos da seca no Estado

Produção de grãos na Bahia cresce 14,64%, apesar dos severos efeitos da seca no Estado AGROSSÍNTESE Produção de grãos na Bahia cresce 14,64%, apesar dos severos efeitos da seca no Estado Edilson de Oliveira Santos 1 1 Mestre em Economia, Gestor Governamental da SEAGRI; e-mail: edilsonsantos@seagri.ba.gov.br

Leia mais

Uso da biotecnologia garante US$ 3,6 bilhões à agricultura brasileira, aponta novo estudo da ABRASEM

Uso da biotecnologia garante US$ 3,6 bilhões à agricultura brasileira, aponta novo estudo da ABRASEM Uso da biotecnologia garante US$ 3,6 bilhões à agricultura brasileira, aponta novo estudo da ABRASEM Resultados incluem primeiro ano de cultivo de milho geneticamente modificado, além das já tradicionais

Leia mais

O BNDES e o Apoio ao Setor Agropecuário. dezembro de 2012

O BNDES e o Apoio ao Setor Agropecuário. dezembro de 2012 O BNDES e o Apoio ao Setor Agropecuário dezembro de 2012 Apoio ao setor rural Ministério da Agricultura Pecuária e Abatecimento - MAPA Programas Agropecuários do Governo Federal Operacionalizados pelo

Leia mais

14º CONGRESSO BRASILEIRO DO AGRONEGÓCIO FÓRUM ALIMENTOS. Vamos tornar o Brasil o primeiro produtor de Alimentos do Mundo?

14º CONGRESSO BRASILEIRO DO AGRONEGÓCIO FÓRUM ALIMENTOS. Vamos tornar o Brasil o primeiro produtor de Alimentos do Mundo? 14º CONGRESSO BRASILEIRO DO AGRONEGÓCIO FÓRUM ALIMENTOS Vamos tornar o Brasil o primeiro produtor de Alimentos do Mundo? ALAN BOJANIC Ph.D. REPRESENTANTE DA FAO NO BRASIL ALIMENTAR O MUNDO EM 2050 As novas

Leia mais

Resultados da atuação do Bradesco em APL s

Resultados da atuação do Bradesco em APL s Resultados da atuação do Bradesco em APL s Atuação do Bradesco em APL s Por Região NORDESTE 97 APL`S NORTE 48 APL`S CENTRO-OESTE 41 APL`S SUDESTE 102 APL`S SUL 40 APL`S Posição Setembro/2013 Atuação com

Leia mais

Fundo de Catástrofe do Seguro Rural

Fundo de Catástrofe do Seguro Rural Fundo de Catástrofe do Seguro Rural O Presidente da República submete hoje à apreciação do Congresso Nacional Projeto de Lei Complementar autorizando a constituição do Fundo de Catástrofe do Seguro Rural.

Leia mais

INFORME SETORIAL O BNDES E A AGROINDÚSTRIA INTRODUÇÃO 1. COMPLEXO AGROINDUSTRIAL CAI 2. AGROINDÚSTRIA

INFORME SETORIAL O BNDES E A AGROINDÚSTRIA INTRODUÇÃO 1. COMPLEXO AGROINDUSTRIAL CAI 2. AGROINDÚSTRIA INFORME SETORIAL O BNDES E A AGROINDÚSTRIA ÁREA INDUSTRIAL MAIO/2009 Nº 11 INTRODUÇÃO Neste informe são apresentados alguns dados sobre os desembolsos do BNDES para a agroindústria no ano de 2008. 1. COMPLEXO

Leia mais

Unidades Armazenadoras: Planejamento e Gerenciamento Otimizado 1

Unidades Armazenadoras: Planejamento e Gerenciamento Otimizado 1 1 Unidades Armazenadoras: Planejamento e Gerenciamento Otimizado 1 Prof. Luís César da Silva Email: silvalc@cca.ufes.br - Website: www.agais.com Para a tomada de decisão sobre a construção de uma unidade

Leia mais

O BNDES mais perto de você. abril de 2009

O BNDES mais perto de você. abril de 2009 O BNDES mais perto de você abril de 2009 Quem somos Fundado em 20 de junho de 1952; Empresa pública de propriedade integral da União Federal; Principal fonte de crédito de longo prazo; Apoio ao mercado

Leia mais

Focaliza o aspecto econômico e de formação de preços dos serviços de transporte.

Focaliza o aspecto econômico e de formação de preços dos serviços de transporte. GERENCIAMENTO DO TRANSPORTE Focaliza o aspecto econômico e de formação de preços dos serviços de transporte. Trade-off CUSTO x NÍVEL DE SERVIÇO FORMAÇÃO DO PREÇO FINAL Para elaboração de uma estratégia

Leia mais

PROPOSTA DE MÓDULO DE FINANCIAMENTO, CONTRATOS, COMERCIALIZAÇÃO E ASSOCIATIVISMO PARA O SNPA

PROPOSTA DE MÓDULO DE FINANCIAMENTO, CONTRATOS, COMERCIALIZAÇÃO E ASSOCIATIVISMO PARA O SNPA Diretoria de Pesquisas Coordenação de Agropecuária PROPOSTA DE MÓDULO DE FINANCIAMENTO, CONTRATOS, COMERCIALIZAÇÃO E ASSOCIATIVISMO PARA O SNPA (Coordenação de Agropecuária) E DA GEPAD (Gerência de Planejamento,

Leia mais

PLANO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO SUSTENTÁVEL DO PIAUÍ

PLANO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO SUSTENTÁVEL DO PIAUÍ PLANO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO SUSTENTÁVEL DO PIAUÍ Carteira de Agronegócios Projetos Propostos Teresina, PI novembro 2013 SUMÁRIO Características atuais dos principais setores de agronegócio piauiense

Leia mais

Contribuições do Sistema Cooperativista - Consulta Pública MDA

Contribuições do Sistema Cooperativista - Consulta Pública MDA Contribuições do Sistema Cooperativista - Consulta Pública MDA Critérios e procedimentos de concessão, manutenção e uso do Selo Combustível Social As políticas de apoio à agricultura familiar desempenham

Leia mais

Intenções de Investimento

Intenções de Investimento Intenções de Investimento Terceiro Trimestre 2015 Principais Resultados: Resultados:» Preocupações atuais» Intenções de investimento em: Tecnologia / Custeio Maquinas e Equipamentos Gestão de Pessoas Infraestrutura

Leia mais

ANÁLISE DOS SISTEMAS LOGÍSTICO E DE TRANSPORTE DO CORREDOR CENTRO-OESTE

ANÁLISE DOS SISTEMAS LOGÍSTICO E DE TRANSPORTE DO CORREDOR CENTRO-OESTE ANÁLISE DOS SISTEMAS LOGÍSTICO E DE TRANSPORTE DO CORREDOR CENTRO-OESTE Aluno: Stephan Beyruth Schwartz Orientador: Nélio Domingues Pizzolato 1. INTRODUÇÃO A estabilização da economia e a eliminação do

Leia mais

LEASING. Leasing operacional praticado pelo fabricante do bem, sendo realmente um aluguel. (Telefones, computadores, máquinas e copiadoras).

LEASING. Leasing operacional praticado pelo fabricante do bem, sendo realmente um aluguel. (Telefones, computadores, máquinas e copiadoras). LEASING Leasing operacional praticado pelo fabricante do bem, sendo realmente um aluguel. (Telefones, computadores, máquinas e copiadoras). Leasing financeiro mais comum, funciona como um financiamento.

Leia mais

AGENDA. A Vale. O Maior Projeto de Logística da America Latina. - Exportação de Minério. - Logística da Vale de Carga Geral

AGENDA. A Vale. O Maior Projeto de Logística da America Latina. - Exportação de Minério. - Logística da Vale de Carga Geral Vale no Maranhão AGENDA A Vale O Maior Projeto de Logística da America Latina - Exportação de Minério - Logística da Vale de Carga Geral A Vale no Mundo A Vale tem operações mineradoras, laboratórios de

Leia mais

BADESUL Agricultura Sustentável: inovação e sustentabilidade

BADESUL Agricultura Sustentável: inovação e sustentabilidade BADESUL Agricultura Sustentável: inovação e sustentabilidade 2 BADESUL PERFIL INSTITUCIONAL O BADESUL Desenvolvimento S.A. Agência de Fomento/RS é uma sociedade anônima de economia mista de capital fechado,

Leia mais

III CONGRESSO BRASILEIRO DO CACAU: INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E SUSTENTABILIDADE

III CONGRESSO BRASILEIRO DO CACAU: INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E SUSTENTABILIDADE III CONGRESSO BRASILEIRO DO CACAU: INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E SUSTENTABILIDADE Painel 8: O papel de Instituições Públicas para Desenvolvimento da Cacauicultura Brasileira O Cacau e a Agricultura Familiar Adriana

Leia mais

ATENÇÃO. www.poscolheita.com.br. juarez@ufv.br ESTA PALESTRA E OUTROS MATERIAIS IMPORTANTES PARA A PÓS-COLHEITA DO CAFÉ ESTÃO DISPONÍVEIS NO ENDEREÇO:

ATENÇÃO. www.poscolheita.com.br. juarez@ufv.br ESTA PALESTRA E OUTROS MATERIAIS IMPORTANTES PARA A PÓS-COLHEITA DO CAFÉ ESTÃO DISPONÍVEIS NO ENDEREÇO: ATENÇÃO ESTA PALESTRA E OUTROS MATERIAIS IMPORTANTES PARA A PÓS-COLHEITA DO CAFÉ ESTÃO DISPONÍVEIS NO ENDEREÇO: www.poscolheita.com.br juarez@ufv.br CAFEICULTURA DE MONTANHA & CAFÉ COM QUALIDADE Tecnologias

Leia mais

VIII Simpósio Técnicas de Plantio e Manejo de Eucalipto para Usos Múltiplos

VIII Simpósio Técnicas de Plantio e Manejo de Eucalipto para Usos Múltiplos VIII Simpósio Técnicas de Plantio e Manejo de Eucalipto para Usos Múltiplos Linhas de crédito para o setor florestal Homero José Rochelle Engº Agrônomo ESALQ 1979 Plano de Safra 2014/2015 MAPA - Ministério

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO. O IFFarroupilha, em seus cursos, prioriza a formação de profissionais que:

PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO. O IFFarroupilha, em seus cursos, prioriza a formação de profissionais que: PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO O IFFarroupilha, em seus cursos, prioriza a formação de profissionais que: Tenham competência técnica e tecnológica em sua área de atuação; Sejam capazes de se inserir no

Leia mais

Crédito Rural Safra 2014/2015 FINAME AGRÍCOLA. Produtores rurais Pessoas Jurídicas e Cooperativas Agropecuárias:

Crédito Rural Safra 2014/2015 FINAME AGRÍCOLA. Produtores rurais Pessoas Jurídicas e Cooperativas Agropecuárias: Linha PSI RURAL Produtores rurais Pessoas Jurídicas e Cooperativas Agropecuárias: a) Aquisição de máquinas e equipamentos; b) Aquisição de implementos agrícolas, tratores, colheitadeiras e similares; Produtores

Leia mais

Logística e infraestrutura: entendendo e superando os desafios e as barreiras.

Logística e infraestrutura: entendendo e superando os desafios e as barreiras. Logística e infraestrutura: entendendo e superando os desafios e as barreiras. Câncer Por que o Brasil tem vocação agrícola? Capricórnio Zona quente ou Intertropical Quatro fatores são fundamentais para

Leia mais

Apresentação Institucional Departamento de Bens de Capital - BNDES. ABIMAQ fevereiro de 2014

Apresentação Institucional Departamento de Bens de Capital - BNDES. ABIMAQ fevereiro de 2014 Apresentação Institucional Departamento de Bens de Capital - BNDES ABIMAQ fevereiro de 2014 Principais Linhas para o setor de BK FINAME: produção e comercialização de máquinas, equipamentos, bens de informática

Leia mais

CRESCIMENTO DO AGRONEGÓCIO SEGUE FIRME NO ANO

CRESCIMENTO DO AGRONEGÓCIO SEGUE FIRME NO ANO CRESCIMENTO DO AGRONEGÓCIO SEGUE FIRME NO ANO O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio brasileiro estimado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e pelo Centro de Estudos Avançados

Leia mais

Letras Financeiras - LF

Letras Financeiras - LF Renda Fixa Privada Letras Financeiras - LF Letra Financeira Captação de recursos de longo prazo com melhor rentabilidade O produto A Letra Financeira (LF) é um título de renda fixa emitido por instituições

Leia mais

Microfinanças e Cooperativismo de Crédito

Microfinanças e Cooperativismo de Crédito Microfinanças e Cooperativismo de Crédito Gilson Bittencourt gilson.bittencourt@fazenda.gov.br 1 Microfinanças: Objetivos do Governo Federal Facilitar e ampliar o acesso ao crédito entre os empreendedores

Leia mais

Assunto: falta de recursos do governo federal para agricultura do Paraná

Assunto: falta de recursos do governo federal para agricultura do Paraná Assunto: falta de recursos do governo federal para agricultura do Paraná A FAEP tem solicitado ao governo federal que libere os recursos anunciados de R$ 5,6 bilhões na Política de Garantia de Preços Mínimos

Leia mais

redução dos preços internacionais de algumas commodities agrícolas; aumento dos custos de

redução dos preços internacionais de algumas commodities agrícolas; aumento dos custos de Desempenho da Agroindústria No fechamento do primeiro semestre de 2005, a agroindústria registrou crescimento de 0,3%, taxa bastante inferior à assinalada pela média da indústria brasileira (5,0%) no mesmo

Leia mais

PROGRAMA PRÓ CABOTAGEM POTENCIAL DA CABOTAGEM PARA O AGRONEGÓCIO

PROGRAMA PRÓ CABOTAGEM POTENCIAL DA CABOTAGEM PARA O AGRONEGÓCIO AGENDA PROGRAMA PRÓ CABOTAGEM POTENCIAL DA CABOTAGEM PARA O AGRONEGÓCIO O PROGRAMA PROGRAMA PARA DESENVOLVIMENTO DA CABOTAGEMNO BRASIL, COM A PARTICIPAÇÃO DOS ORGÃOS INTERVENIENTES, ATRAVÉS DE UM GRUPO

Leia mais

QUESTIONÁRIO LOGISTICS CHALLENGE 2015 PRIMEIRA FASE

QUESTIONÁRIO LOGISTICS CHALLENGE 2015 PRIMEIRA FASE QUESTIONÁRIO LOGISTICS CHALLENGE 2015 PRIMEIRA FASE *Envie o nome de seu grupo, dos integrantes e um telefone de contato junto com as respostas do questionário abaixo para o e-mail COMMUNICATIONS.SLA@SCANIA.COM*

Leia mais