ROTULAGEM RASTREABILIDADE COMERCIALIZAÇÃO do QUEIJO. José António Rousseau - Director Geral 1

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ROTULAGEM RASTREABILIDADE COMERCIALIZAÇÃO do QUEIJO. José António Rousseau - Director Geral 1"

Transcrição

1 ROTULAGEM RASTREABILIDADE COMERCIALIZAÇÃO do QUEIJO José António Rousseau - Director Geral 1

2 ÍNDICE 1- INTRODUÇÃO 2- ROTULAGEM 3- RASTREABLILIDADE 4- DENOMINAÇÃO DE ORIGEM PROTEGIDA 5- PROGRAMA EUROPEU- Listeria monocytogenes 2

3 1- INTRODUÇÃO 3

4 INTRODUÇÃO Objectivos: - Sensibilizar para os diplomas relativos à Rotulagem dos Géneros Alimentícios Rastreabilidade Denominação de Origem Protegida - Facultar informação acerca do Programa Europeu sobre L. monocytogenes Sem prejuízo dos diplomas relativos à higiene dos géneros alimentícios e ao licenciamento dos estabelecimentos industriais. 4

5 RANKING VOLUME VENDAS 2- ROTULAGEM 5

6 ROTULAGEM Entende-se por ROTULAGEM, o conjunto de menções e indicações, inclusive imagens, símbolos e marcas de fabrico ou de comércio, respeitantes ao género alimentício, que figuram quer sobre a embalagem, em rótulo, etiqueta, cinta, gargantilha, quer em letreiro ou documento acompanhado ou referindo-se ao respectivo produto. Entende-se por GÉNERO ALIMENTÍCIO, toda a substância, seja ou não tratada, destinada à alimentação humana, englobando as bebidas e produtos do tipo das pastilhas elásticas, com todos os ingredientes utilizados no seu fabrico, preparação e tratamento. Entende-se por LOTE, o conjunto de unidades de venda de um género alimentício produzido, fabricado ou acondicionado em circunstâncias praticamente idênticas. 6

7 ROTULAGEM A rotulagem dos queijos enquadra-se na Rotulagem Geral dos Géneros Alimentícios nomeadamente nos, Decreto-Lei n.º 560/99, de 18 de Dezembro - que estabelece as regras a que deve obedecer a rotulagem, apresentação e publicidade dos géneros alimentícios, sejam ou não pré-embalados, a partir do momento em que se encontram no estado em que vão ser fornecidos ao consumidor final, bem como as relativas à indicação do lote. Decreto-Lei n.º 156/2008, de 7 de Agosto - que altera o Anexo III do Decreto-Lei n.º 560/99, de 18 de Dezembro. Decreto-lei n.º 148/2005 de 29 de Agosto - que altera o Decreto-Lei n.º 560/99, de 18 de Dezembro. Decreto-Lei n.º 126/2005, de 5 de Agosto - que transpões para a ordem jurídica interna a Directiva n.º 2003/89/CE, do PE e do Conselho, de 10 de Novembro, que altera a Directiva n.º 2000/13/CE, relativamente à indicação dos ingredientes presentes nos géneros alimentícios. 7

8 ROTULAGEM Na rotulagem do queijo devem figurar, no mesmo campo visual, as seguintes menções, A denominação de venda; A quantidade líquida; A data de durabilidade mínima ou a data limite de consumo; O nome ou firma ou denominação social e a morada do fabricante ou do embalador, ou de um vendedor estabelecido na EU; A lista de ingredientes; A quantidade de determinados ingredientes ou categoria de ingredientes; As condições específicas de conservação; O local de origem ou proveniência, nos casos em que a omissão dessa menção seja susceptível de induzir o consumidor em erro quanto à origem ou proveniência do género alimentício; A indicação do lote. As indicações obrigatórias a constar da rotulagem são sempre redigidas em português, sem prejuízo da sua reprodução noutras línguas. 8

9 ROTULAGEM Exemplo de Rótulo: Marca de Salubridade: P XXX- 000 CE País de Origem Nº Controlo Veterinário do Estabelecimento Fabricante Comunidade Europeia 9

10 3- RASTREABILIDADE 10

11 RASTREABILIDADE O Regulamento CE n.º 178/2002 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 28 de Janeiro de 2002, determina, entre outros, que a RASTREABILIDADE será assegurada em todas as fases da produção, transformação e distribuição dos géneros alimentícios, dos alimentos para animais, dos alimentos produtores de géneros alimentícios e de qualquer outra substância destinada a ser incorporada num género alimentício ou num alimento para animais, ou com probabilidade de o ser. Entende-se por RASTREABILIDADE, a capacidade de detectar a origem e de seguir o rasto de um género alimentício, de um alimento para animais, de um animal produtor de géneros alimentícios ou de uma substância, destinada a ser incorporada num género alimentício ou num alimento para animais, ou com probabilidade de o ser, ao longo de todas as fases da produção, transformação e distribuição. 11

12 RASTREABILIDADE As empresas do sector alimentar e do sector dos alimentos para animais, devem estabelecer um sistema de rastreabilidade, de modo a possibilitar retiradas do mercado de forma orientada e precisa, ou a informar os consumidores e/ou os funcionários responsáveis pelos controlos. A rastreabilidade deve ser assegurada desde a origem das matérias primas (rastreabilidade a montante) até ao destino dos produtos finais (rastreabilidade a jusante). 12

13 RASTREABILIDADE A identificação correcta do lote no rótulo é indispensável para garantir a rastreabilidade. O preenchimento de registos, previsto pelo HACCP (Avaliação de Perigos, Pontos Críticos de Controlo), é também uma ferramenta fundamental para estabelecer um sistema de rastreabilidade (ex. recepção de leite e outras matérias primas; produção; temperaturas; saída dos produtos, etc). 13

14 4- DOP 14

15 DOP O Regulamento CE n.º 510/2006 do Conselho, de 20 de Março de 2006, prevê a protecção das indicações geográficas e denominações de origem dos produtos agrícolas e dos géneros alimentícios. O Regulamento CE n.º 1898/2006, de 14 de Dezembro de 2006, estabelece as regras de execução do Regulamento CE n.º 510/2006 do Conselho, de 20 de Março de O Regulamento CE n.º 628/2008, de 2 de Julho de 2008, altera o Regulamento CE n.º 1898/2006, de 14 de Dezembro de

16 5- PROGRAMA EUROPEU 16

17 PROGRAMA EUROPEU: L. monocytogenes Ao abrigo de um diploma da Comunidade ainda por publicar, a DGV (Direcção Geral de Veterinária), vai ao longo do ano de 2010 participar num Programa Coordenado de Vigilância da Prevalência de Listeria monocytogenes em determinados alimentos prontos para consumo no retalho. Os objectivos deste Programa são: Estimar a prevalência de Listeria monocytogenes em determinados alimentos prontos para consumo ao nível da União Europeia. Avaliar a eficácia da aplicação dos critérios comunitários estabelecidos para a L. monocytogenes ao nível da EU, nomeadamente avaliar os tempos de vida-útil declarados para estes produtos. Obtenção de dados para avaliar a exposição dos consumidores à L. monocytogenes, através das categorias de alimentos seleccionados. 17

18 PROGRAMA EUROPEU: L. monocytogenes O programa será efectuado ao nível do comércio retalhista. Serão amostradas as seguintes categorias de alimentos: Peixe gravad ou fumado frio ou quente embalado (não congelado); Queijo de pasta mole ou semi-mole, excluindo queijo fresco; Produtos embalados à base de carne tratados termicamente. Entre os produtos sujeitos a amostragens encontram-se: Queijo Amarelo da Beira Baixa Queijo de Azeitão Queijo de Castelo Branco Queijo Mestiço de Tolosa Queijo Serpa Queijo Terrincho Queijo do Pico Queijo Serra da Estrela 18

19 ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE EMPRESAS DE DISTRIBUIÇÃO 19

Segurança Alimentar em cabo Verde. Quadro legal, Importância e Conceitos das legislação Sanitária

Segurança Alimentar em cabo Verde. Quadro legal, Importância e Conceitos das legislação Sanitária Segurança Alimentar em cabo Verde Quadro legal, Importância e Conceitos das legislação Sanitária Praia, 7,8,9 e 10 de Novembro de 2011 Segurança Alimentar em Cabo Verde 2 Mercado dos Géneros alimentícios

Leia mais

colas. Qualidade e segurança

colas. Qualidade e segurança Curso Tecnologia Pós-Colheita P e Processamento Mínimo M de Produtos Hortofrutícolas colas. Qualidade e segurança Legislação respeitante à produção e comercialização de produtos minimamente processados

Leia mais

Aplicação dos Sistemas de Segurança a Alimentar nos circuitos de transformação dos Alimentos de Origem Animal. Fernando Cavaco

Aplicação dos Sistemas de Segurança a Alimentar nos circuitos de transformação dos Alimentos de Origem Animal. Fernando Cavaco Aplicação dos Sistemas de Segurança a Alimentar nos circuitos de transformação dos Alimentos de Origem Animal Fernando Cavaco Decreto-Lei 67/98, de 18 de Março Estabeleceu as normas gerais de higiene dos

Leia mais

Frutas e Hortaliças embaladas Aspectos Legais

Frutas e Hortaliças embaladas Aspectos Legais Frutas e Hortaliças embaladas Aspectos Legais A embalagem é instrumento de identificação, proteção, movimentação e exposição das frutas e hortaliças frescas. Ela identifica o produto e o seu responsável.

Leia mais

GUIA PARA A ROTULAGEM DAS ÁGUAS MINERAIS NATURAIS E DAS ÁGUAS DE NASCENTE

GUIA PARA A ROTULAGEM DAS ÁGUAS MINERAIS NATURAIS E DAS ÁGUAS DE NASCENTE GUIA PARA A ROTULAGEM DAS ÁGUAS MINERAIS NATURAIS E DAS ÁGUAS DE NASCENTE Elaborado por: Associação Portuguesa dos Industriais de Águas Minerais Naturais e de Nascente Junho 2004 SUMÁRIO 1. NOTAS INTRODUTÓRIAS...

Leia mais

REGIME DE ROTULAGEM OBRIGATÓRIA DA CARNE DE BOVINO

REGIME DE ROTULAGEM OBRIGATÓRIA DA CARNE DE BOVINO REGIME DE ROTULAGEM OBRIGATÓRIA DA CARNE DE BOVINO 1. INTRODUÇÂO O Regulamento (CE) nº. 1760/2000 do Parlamento Europeu e do Conselho, aprovado em Conselho de Ministros da União Europeia em 17 de Julho

Leia mais

Workshop. Rastreabilidade na Indústria Alimentar. Com a presença de. Évora, 27 de Fevereiro. Definição e regras de rastreabilidade

Workshop. Rastreabilidade na Indústria Alimentar. Com a presença de. Évora, 27 de Fevereiro. Definição e regras de rastreabilidade Workshop Rastreabilidade na Indústria Alimentar Definição e regras de rastreabilidade Legislação aplicável Aplicações em suporte papel e em suporte digital Casos práticos Com a presença de Évora, 27 de

Leia mais

[SELO ALIMENTO SEGURO] 08 de Maio de 2009

[SELO ALIMENTO SEGURO] 08 de Maio de 2009 2 Lista de Verificação Geral Selo Alimento Seguro Lista de Verificação Geral com a finalidade de examinar todos os aspectos relacionados com as instalações, equipamentos, ferramentas, instrumentos utilizados

Leia mais

O MÉDICO VETERINÁRIO MUNICIPAL Sistematização das suas funções e competências Principal legislação aplicável

O MÉDICO VETERINÁRIO MUNICIPAL Sistematização das suas funções e competências Principal legislação aplicável O MÉDICO VETERINÁRIO MUNICIPAL Sistematização das suas funções e competências Principal legislação aplicável Introdução O exercício da actividade do Médico Veterinário Municipal (MVM) está regulamentado

Leia mais

Rotulagem dos alimentos: impacto do regulamento de informação ao consumidor Perspetiva da distribuição Reg. (UE) nº 1169/2011

Rotulagem dos alimentos: impacto do regulamento de informação ao consumidor Perspetiva da distribuição Reg. (UE) nº 1169/2011 Rotulagem dos alimentos: impacto do regulamento de informação ao consumidor Perspetiva da distribuição Reg. (UE) nº 1169/2011 Encontro de formação OMV Joao Barbosa Isa Rosa Escapa Lisboa, 1 de Dezembro

Leia mais

José Manuel Fonseca Celeste Bento Médicos Veterinários D.R. Pecuária

José Manuel Fonseca Celeste Bento Médicos Veterinários D.R. Pecuária José Manuel Fonseca Celeste Bento Médicos Veterinários D.R. Pecuária QUALIDADE / COMPETIVIDADE SEGURANÇA / PROTECÇÃO DO CONSUMIDOR SOCIEDADE INFORMAÇÃO / FORMAÇÃO ORGANIZAÇÃO / CONHECIMENTO RESPONSABILIDADE

Leia mais

Esclarecimento 8/2014

Esclarecimento 8/2014 Segurança Alimentar Aprovação de estabelecimentos industriais em casas particulares Esclarecimento 8/2014 Resumo: O presente esclarecimento pretende clarificar o enquadramento legal da aprovação e atribuição

Leia mais

O consumidor deve estar atento às informações do rótulo?

O consumidor deve estar atento às informações do rótulo? Os consumidores têm o direito de conhecer as características e a composição nutricional dos alimentos que adquirem. A legislação nacional estabelece algumas normas para registro dessas informações na rotulagem

Leia mais

Decreto Executivo n.º 33/00 De 5 de Maio

Decreto Executivo n.º 33/00 De 5 de Maio Decreto Executivo n.º 33/00 De 5 de Maio Com as reformas no Sistema do Comércio, resultantes da transição de uma economia centralizada para uma economia de mercado, o abastecimento à população de bens

Leia mais

Decreto-Lei n.º 101/94, de 19 de Abril 1 Rotulagem e folheto informativo (Revogado pelo Decreto-Lei n.º 176/2006, de 30 de Agosto)

Decreto-Lei n.º 101/94, de 19 de Abril 1 Rotulagem e folheto informativo (Revogado pelo Decreto-Lei n.º 176/2006, de 30 de Agosto) 1 Rotulagem e folheto informativo (Revogado pelo Decreto-Lei n.º 176/2006, de 30 de Agosto) O Decreto-Lei n.º 72/91, de 8 de Fevereiro, introduziu, pela primeira vez, de forma clara, regras respeitantes

Leia mais

AGRICULTURA BIOLÓGICA, AUTO- SUFICIÊNCIA E SEGURANÇA ALIMENTAR POLITICAS DE APOIO À SEGURANÇA ALIMENTAR

AGRICULTURA BIOLÓGICA, AUTO- SUFICIÊNCIA E SEGURANÇA ALIMENTAR POLITICAS DE APOIO À SEGURANÇA ALIMENTAR AGRICULTURA BIOLÓGICA, AUTO- SUFICIÊNCIA E SEGURANÇA ALIMENTAR POLITICAS DE APOIO À SEGURANÇA ALIMENTAR Ana Paula Bico Out, 2011 POLITICAS DE APOIO À SEGURANÇA ALIMENTAR 2 perspectivas: Redução da dependência

Leia mais

A Segurança Alimentar no Âmbito da Autoridade Veterinária

A Segurança Alimentar no Âmbito da Autoridade Veterinária A Segurança Alimentar no Âmbito da Autoridade Veterinária Escola Professional de Hotelaria e Turismo da Madeira 7 de Junho de 2006 João Carlos Dória Médico Veterinário D. R. Veterinária Código Bases de

Leia mais

União Europeia, 2010 Reprodução autorizada mediante indicação da fonte

União Europeia, 2010 Reprodução autorizada mediante indicação da fonte Comissão Europeia DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO destinado a facilitar a compreensão de determinadas disposições de flexibilidade previstas no pacote legislativo em matéria de higiene Perguntas

Leia mais

O manipulador de alimentos tem que conferir todas as informações do rótulo?

O manipulador de alimentos tem que conferir todas as informações do rótulo? Os consumidores têm o direito de conhecer as características e a composição nutricional dos alimentos que adquirem. A legislação nacional estabelece algumas normas para registro dessas informações na rotulagem

Leia mais

Ficha Técnica de Fiscalização

Ficha Técnica de Fiscalização FTF: 64//07 IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO Nome/Designação Social: Morada: IDENTIFICAÇÃO DA BRIGADA Brigada: Direcção Regional: Data de Controlo: / / Hora: h m LEGISLAÇÃO APLICÁVEL: Licenciamento: o

Leia mais

Despacho n.º 17/G/2008

Despacho n.º 17/G/2008 Despacho n.º 17/G/2008 O Regulamento (CE) n.º 852/2004, relativo à higiene dos géneros alimentícios e o Regulamento (CE) n.º 853/2004, que estabelece regras específicas de higiene aplicáveis aos géneros

Leia mais

LEGALIZAÇÃO DE ATIVIDADES PRODUTIVAS DA ÁREA ALIMENTAR

LEGALIZAÇÃO DE ATIVIDADES PRODUTIVAS DA ÁREA ALIMENTAR PPART - PROMOÇÃO DOS OFÍCIOS E DAS MICROEMPRESAS ARTESANAIS LEGALIZAÇÃO DE ATIVIDADES PRODUTIVAS DA ÁREA ALIMENTAR Nota prévia: O presente documento foi organizado pela estrutura do PPART Promoção dos

Leia mais

Ficha Técnica de Fiscalização. Restauração e Bebidas

Ficha Técnica de Fiscalização. Restauração e Bebidas Legislação aplicável: Licenciamento: o Decreto-Lei n.º 168/97 de 04 de Julho, alterado e republicado pelo Decreto-Lei n.º 57/2002 de 11 de Março, que aprova o regime jurídico da instalação e funcionamento

Leia mais

Avaliação do grau de conformidade da rotulagem de géneros alimentícios de origem animal face à legislação nacional e comunitária em vigor

Avaliação do grau de conformidade da rotulagem de géneros alimentícios de origem animal face à legislação nacional e comunitária em vigor R E V I S T A P O R T U G U E S A DE CIÊNCIAS VETERINÁRIAS Avaliação do grau de conformidade da rotulagem de géneros alimentícios de origem animal face à legislação nacional e comunitária em vigor Animal

Leia mais

NOVAS REGRAS DE ROTULAGEM

NOVAS REGRAS DE ROTULAGEM NOVAS REGRAS DE ROTULAGEM SESSÃO DE ESCLARECIMENTO Maria Teresa Carrilho, DSNA-DAH SABUGAL - Auditório Municipal, 24 de março de 2015 Alteração do quadro regulamentar Quadro regulamentar nacional Decreto-Lei

Leia mais

ROADSHOW BRAGA Sistema de Rastreabilidade de montante a jusante 25 de Novembro 2010 Silvério Paixão

ROADSHOW BRAGA Sistema de Rastreabilidade de montante a jusante 25 de Novembro 2010 Silvério Paixão ROADSHOW BRAGA Sistema de Rastreabilidade de montante a jusante 25 de Novembro 2010 Silvério Paixão The global language of business Rastreabilidade Definição Rastreabilidade, a capacidade de detectar a

Leia mais

Rastreabilidade. Sistema EAN UCC 128

Rastreabilidade. Sistema EAN UCC 128 Rastreabilidade Sistema EAN UCC 128 Enquadramento Legal Caracterização Objectivos Rastreabilidade Procedimentos - Etiquetagem Enquadramento legal Regulamento (CE) nº 178/2002, do Parlamento Europeu e do

Leia mais

26 de Janeiro de 2010

26 de Janeiro de 2010 26 de Janeiro de 2010 ORIENTAÇÕES SOBRE A APLICAÇÃO DOS ARTIGOS 11.º, 12.º, 14.º, 17.º, 18.º, 19.º E 20.º DO REGULAMENTO (CE) N.º 178/2002 SOBRE A LEGISLAÇÃO ALIMENTAR GERAL CONCLUSÕES DO COMITÉ PERMANENTE

Leia mais

Guia de utilização da Plataforma GS1 Sync PT

Guia de utilização da Plataforma GS1 Sync PT Guia de utilização da Plataforma GS1 Versão 1.0 25/08/2015 Índice Introdução... 3 Como aceder ao Portal... 4 Ecrã Inicial... 5 Menu Inicial > Produtos... 5 Importação de produtos... 7 Exportação de produtos...

Leia mais

Data: 19/05/2011 Consulta Pública. Documento de Trabalho: Proposta Legislativa

Data: 19/05/2011 Consulta Pública. Documento de Trabalho: Proposta Legislativa Data: 19/05/2011 Consulta Pública (período de consulta: 10 dias úteis) Documento de Trabalho: Proposta Legislativa Assunto: Responsabilidades dos operadores em Reg. (CE) n.º 178/2002 matéria de segurança

Leia mais

Rastreabilidade e Gestão de Incidentes: Aplicação Prática

Rastreabilidade e Gestão de Incidentes: Aplicação Prática Apresentação e breve Historial da Empresa Importância da Rastreabilidade na Organização : Recepção, Calibragem e Embalamento de Fruta numa central fruteira História Fundada em 1997, a CPF é uma organização

Leia mais

Boletim informativo da Associação Portuguesa de Alimentação Racional e Dietética Nº2 Novembro de 2004

Boletim informativo da Associação Portuguesa de Alimentação Racional e Dietética Nº2 Novembro de 2004 Boletim informativo da Associação Portuguesa de Alimentação Racional e Dietética Nº2 Novembro de 2004 1. PRODUTOS------------------------------------------------------- 2 2. ALERTAS / SEGURANÇA ----------------------------------------

Leia mais

Perguntas e Respostas sobre Aditivos Alimentares

Perguntas e Respostas sobre Aditivos Alimentares MEMO/11/783 Bruxelas, 14 de Novembro de 2011 Perguntas e Respostas sobre Aditivos Alimentares O que são aditivos alimentares? Os aditivos são substâncias utilizadas para vários fins conservação, coloração,

Leia mais

O uso sustentável dos Produtos Fitofarmacêuticos

O uso sustentável dos Produtos Fitofarmacêuticos O uso sustentável dos Produtos Fitofarmacêuticos Fiscalização da venda e distribuição de Produtos Fitofarmacêuticos Fitofarmacêuticos São as substâncias ativas e as preparações, que contendo uma ou mais

Leia mais

Ficha Técnica de Fiscalização

Ficha Técnica de Fiscalização FTF: 64//07 IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO Nome/Designação Social: Morada: IDENTIFICAÇÃO DA BRIGADA Brigada: Direcção Regional: Data de Controlo: / / Hora: h m LEGISLAÇÃO APLICÁVEL: Licenciamento: o

Leia mais

2. Existem actividades dentro do sector dos alimentos para animais que estejam isentas de registo ou aprovação?

2. Existem actividades dentro do sector dos alimentos para animais que estejam isentas de registo ou aprovação? PERGUNTAS MAIS FREQUENTES- ALIMENTAÇÃO ANIMAL 1. Que estabelecimentos carecem de registo ou aprovação no âmbito do sector dos alimentos para animais? Todos os estabelecimentos, em nome singular ou colectivo,

Leia mais

Parcerias com selo de excelência

Parcerias com selo de excelência Parcerias com selo de excelência I. Apresentação do Grupo Promor II. Rações III. Produção Animal IV. Indústria de Carnes V. Selecção Genética Parcerias com selo de excelência I. Apresentação do Grupo

Leia mais

Como ler. Quantidade. Denominação do produto. Lista de ingredientes. Durabilidade. Fabricante/ Importador. Junho de 2008

Como ler. Quantidade. Denominação do produto. Lista de ingredientes. Durabilidade. Fabricante/ Importador. Junho de 2008 Como ler Flocos de arroz e de trigo integral, enriquecidos com vitaminas (B1, B2, B3, B6, ácido fólico, B12, C) e ferro Peso líquido: CONSUMIR DE PREFERÊNCIA ANTES DE Junho de 2008 Quantidade Denominação

Leia mais

1ª Reunião da rede PortFir

1ª Reunião da rede PortFir 1ª Reunião da rede PortFir 2 ORIGEM Decreto-Lei n.º 237/2005, de 30 de Dezembro Decreto-Lei nº 274/2007, de 30 de Julho revoga DL n.º 237/2005! 3 ORIGEM Fusão de competências Direcções Regionais de Agricultura

Leia mais

Art. 1º - O artigo 104 do Decreto Estadual nº 31.455, de 20 de fevereiro de 1987, passa a vigorar com a seguinte redação:

Art. 1º - O artigo 104 do Decreto Estadual nº 31.455, de 20 de fevereiro de 1987, passa a vigorar com a seguinte redação: DECRETO Nº 2, DE 8 DE JANEIRO DE 2015. Altera e acresce dispositivos ao Decreto nº 31.455, de 1987, que regulamenta os arts. 30 e 31 da Lei nº 6.320, de 20 de dezembro de 1983, que dispõem sobre alimentos

Leia mais

ANTEPROJECTO DE DECRETO-REGULAMENTAR SOBRE O SISTEMA INTEGRADO DE ALERTA RÁPIDO DE ALIMENTOS SIARA. Decreto-Regulamentar n.º /09 De de PREÂMBULO

ANTEPROJECTO DE DECRETO-REGULAMENTAR SOBRE O SISTEMA INTEGRADO DE ALERTA RÁPIDO DE ALIMENTOS SIARA. Decreto-Regulamentar n.º /09 De de PREÂMBULO ANTEPROJECTO DE DECRETO-REGULAMENTAR SOBRE O SISTEMA INTEGRADO DE ALERTA RÁPIDO DE ALIMENTOS SIARA Decreto-Regulamentar n.º /09 De de PREÂMBULO A globalização das trocas comerciais, que no caso particular

Leia mais

Estabelece normas com vista à redução do teor de sal no pão bem como informação na rotulagem de alimentos embalados destinados ao consumo humano

Estabelece normas com vista à redução do teor de sal no pão bem como informação na rotulagem de alimentos embalados destinados ao consumo humano DECRETO N.º 339/X Estabelece normas com vista à redução do teor de sal no pão bem como informação na rotulagem de alimentos embalados destinados ao consumo humano A Assembleia da República decreta, nos

Leia mais

NOTA: Procedimentos revistos pela ASAE

NOTA: Procedimentos revistos pela ASAE A. PROCEDIMENTOS A ADOPTAR PARA OS S ES DOADOS PELAS GRANDES SUPERFICIES A. Pratos Cozinhados e Sobremesas não Pré- embaladas (1/2) - Declaração de responsabilidade do lojista em como garante o fabrico

Leia mais

AS DENOMINAÇÕES DE ORIGEM E AS INDICAÇÕES GEOGRÁFICAS PROTEGIDAS DOS PRODUTOS AGRÍCOLAS E DOS GÉNEROS ALIMENTÍCIOS

AS DENOMINAÇÕES DE ORIGEM E AS INDICAÇÕES GEOGRÁFICAS PROTEGIDAS DOS PRODUTOS AGRÍCOLAS E DOS GÉNEROS ALIMENTÍCIOS AS DENOMINAÇÕES DE ORIGEM E AS INDICAÇÕES GEOGRÁFICAS PROTEGIDAS DOS PRODUTOS AGRÍCOLAS E DOS GÉNEROS ALIMENTÍCIOS 1. DEFINIÇÃO de DENOMINAÇÃO DE ORIGEM PROTEGIDA (DOP) e de INDICAÇÃO GEOGRÁFICA PROTEGIDA

Leia mais

L 292/40 Jornal Oficial da União Europeia 10.11.2010

L 292/40 Jornal Oficial da União Europeia 10.11.2010 L 292/40 Jornal Oficial da União Europeia 10.11.2010 DECISÃO DA COMISSÃO de 5 de Novembro de 2010 relativa a uma participação financeira da União num programa coordenado de vigilância da prevalência de

Leia mais

LEGISLAÇÃO E DOCUMENTOS NORMATIVOS ESPECÍFICOS DE ACORDO COM A NATUREZA JURÍDICA DAS ENTIDADES ESTABELECIMENTOS E SERVIÇOS INTEGRADOS

LEGISLAÇÃO E DOCUMENTOS NORMATIVOS ESPECÍFICOS DE ACORDO COM A NATUREZA JURÍDICA DAS ENTIDADES ESTABELECIMENTOS E SERVIÇOS INTEGRADOS LEGISLAÇÃO E DOCUMENTOS NORMATIVOS ESPECÍFICOS DE ACORDO COM A NATUREZA JURÍDICA DAS ENTIDADES ESTABELECIMENTOS E SERVIÇOS INTEGRADOS Portaria n.º 355/97, de 28 de Maio Aprova o modelo do livro de reclamações

Leia mais

Lista de Verificação de Cantinas Escolares

Lista de Verificação de Cantinas Escolares Lista de Verificação de Cantinas Escolares Nome do estabelecimento: Identificação das entidades responsáveis pelo estabelecimento e NIF Morada do estabelecimento: Identificação das entidades responsáveis

Leia mais

Portugal CODIPOR. Rastreabilidade da Carne de Bovino Case Study Santacarnes

Portugal CODIPOR. Rastreabilidade da Carne de Bovino Case Study Santacarnes Portugal CODIPOR Rastreabilidade da Carne de Bovino Case Study Santacarnes ENQUADRAMENTO A Montebravo é a última empresa e a face mais visível, de uma organização composta por um circuito totalmente integrado

Leia mais

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia e, nomeadamente, o n. o 1 do seu artigo 95. o,

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia e, nomeadamente, o n. o 1 do seu artigo 95. o, L 268/24 REGULAMENTO (CE) N. o 1830/2003 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 22 de Setembro de 2003 relativo à rastreabilidade e rotulagem de organismos geneticamente modificados e à rastreabilidade

Leia mais

Qualidade e segurança na produção de leite cru em Portugal e na Europa

Qualidade e segurança na produção de leite cru em Portugal e na Europa Qualidade e segurança na produção de leite cru em Portugal e na Europa INTRODUÇÃO A qualidade deve ser entendida como um conjunto de atributos de um produto, ou serviço, que o tornam adequado para satisfazer

Leia mais

REGISTO DE NOMES GEOGRÁFICOS OU TRADICIONAIS COMO MARCA i

REGISTO DE NOMES GEOGRÁFICOS OU TRADICIONAIS COMO MARCA i REGISTO DE NOMES GEOGRÁFICOS OU TRADICIONAIS COMO MARCA i 1.A melhor forma legal de proteger nomes geográficos ou tradicionais usados para designar produtos agrícolas, agro-alimentares ii e não alimentares

Leia mais

Condições de Acesso da Empresa e do Produto

Condições de Acesso da Empresa e do Produto Condições de Acesso da Empresa e do Produto 1. Condições de Elegibilidade da Empresa A empresa candidata à atribuição do selo Portugal Sou Eu deve observar as seguintes condições de elegibilidade: a) Encontrar-se

Leia mais

Perspetiva da indústria na implementação do Regulamento 1169/2011

Perspetiva da indústria na implementação do Regulamento 1169/2011 Perspetiva da indústria na implementação do Regulamento 1169/2011 Seminário Metrologia no Setor Alimentar Monte da Caparica, 30 de Outubro de 2014 Organização: Apresentação da ANCIPA A ANCIPA (Associação

Leia mais

FUNÇÕES DO SERVIÇO MÉDICO VETERINÁRIO MUNICIPAL

FUNÇÕES DO SERVIÇO MÉDICO VETERINÁRIO MUNICIPAL FUNÇÕES DO SERVIÇO MÉDICO VETERINÁRIO MUNICIPAL MÉDICOS VETERINÁRIOS MUNICIPAIS Os Médicos Veterinários Municipais, são Médicos Veterinários, providos em lugar de quadro das Autarquias Locais / Câmaras

Leia mais

Jornal Oficial da União Europeia

Jornal Oficial da União Europeia 6.2.2003 L 31/3 REGULAMENTO (CE) N. o 223/2003 DA COMISSÃO de 5 de Fevereiro de 2003 que diz respeito aos requisitos em matéria de rotulagem relacionados com o modo de produção biológico aplicáveis aos

Leia mais

Gerindo a inocuidade dos alimentos

Gerindo a inocuidade dos alimentos Gerindo a inocuidade dos alimentos ISO 22000 : 2005 Sónia Gonçalves Novembro de 2006 DE QUE TRATA A NORMA A norma ISO 22000 estabelece os requisitos que deve cumprir um sistema de gestão da segurança alimentar

Leia mais

Alteração do tipo de actividade ou ramo de comércio. Mudança da pessoa ou entidade titular da exploração

Alteração do tipo de actividade ou ramo de comércio. Mudança da pessoa ou entidade titular da exploração MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DA INOVAÇÃO, DA AGRICULTURA, DO DESENVOLVIMENTO RURAL E DAS PESCAS, DO AMBIENTE, DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL E DA SAÚDE Declaração de Instalação,

Leia mais

Ministério d DL 141/2014 2014.04.03

Ministério d DL 141/2014 2014.04.03 DL 141/2014 2014.04.03 Nos últimos anos, tem vindo a registar-se uma procura crescente, por parte dos consumidores, em relação aos produtos do «porco preto», que se deve às características específicas

Leia mais

INFORMAÇÃO AO CONSUMIDOR

INFORMAÇÃO AO CONSUMIDOR INFORMAÇÃO AO CONSUMIDOR Novas regras de rotulagem Maria Teresa Carrilho DSNA-DAH INSA, 2 de abril de 2014 Abreviaturas COM DN DGAV EM Comissão Europeia Declaração Nutricional Estados Membros 2 Porquê

Leia mais

Promover a Saúde Pública Produtos Cosméticos

Promover a Saúde Pública Produtos Cosméticos Produtos Cosméticos O que é um Produto Cosmético? É qualquer substância ou mistura, destinada a ser posta em contato com as diversas partes superficiais do corpo humano (pele, cabelo, unhas, lábios, etc.)

Leia mais

Rotulagem O seu guia para compreender melhor os rótulos alimentares CONTINENTE

Rotulagem O seu guia para compreender melhor os rótulos alimentares CONTINENTE Rotulagem O seu guia para compreender melhor os rótulos alimentares CONTINENTE Índice Introdução 3 Rotulagem 5 Menções obrigatórias 6 Menções adicionais/facultativas 13 Alegação de Saúde 17 Alegação Nutricional

Leia mais

Plano de Controlo e Erradicação de Tuberculose em Caça Maior

Plano de Controlo e Erradicação de Tuberculose em Caça Maior Plano de Controlo e Erradicação de Tuberculose em Caça Maior DGV Julho 2011 DSSPA - DSHPV Plano de controlo e erradicação de Tuberculose bovina em caça maior A. Introdução Considerando que a tuberculose

Leia mais

[SELO ALIMENTO SEGURO]

[SELO ALIMENTO SEGURO] 1 Lista de Verificação Selo Alimento Seguro Lista de Verificação com a finalidade de examinar todos os aspectos relacionados com as instalações, equipamentos, ferramentas, instrumentos utilizados pelas

Leia mais

ANEXO I REGULAMENTO TÉCNICO PARA O TRANSPORTE DE ALIMENTOS, MATÉRIA- PRIMA, INGREDIENTES E EMBALAGENS.

ANEXO I REGULAMENTO TÉCNICO PARA O TRANSPORTE DE ALIMENTOS, MATÉRIA- PRIMA, INGREDIENTES E EMBALAGENS. RESOLUÇÃO.../SESA/PR O Secretário Estadual de Saúde, no uso de suas atribuições legais e: CONSIDERANDO a Portaria nº 326/1997/SVS/MS, a Resolução RDC nº275/2002, a Resolução RDC nº 216/2004, da ANVISA,

Leia mais

Parceiro Logístico para

Parceiro Logístico para Parceiro Logístico para A logística no evento Maio de 2012 www.porlogis.pt Agenda ENQUADRAMENTO CALENDÁRIO LOGÍSTICO DOCUMENTAÇÃO IDENTIFICAÇÃO E EMBALAGEM PLATAFORMAS PARA RECEPÇÃO DOS PRODUTOS CONTACTOS

Leia mais

O regime administrativo das lotas e vendagens 1

O regime administrativo das lotas e vendagens 1 O regime administrativo das lotas e vendagens 1 Historicamente existiam diversos grémios responsáveis pela administração das lotas e vendagens. Em particular, mereciam destaque o Grémio dos Armadores da

Leia mais

Aplicação do Regulamento «Reconhecimento Mútuo» a suplementos alimentares

Aplicação do Regulamento «Reconhecimento Mútuo» a suplementos alimentares COMISSÃO EUROPEIA DIRECÇÃO-GERAL DAS EMPRESAS E DA INDÚSTRIA Bruxelas, 1.2.2010 - Documento de orientação 1 Aplicação do Regulamento «Reconhecimento Mútuo» a suplementos alimentares 1. INTRODUÇÃO O presente

Leia mais

REGULAMENTOS. (Texto relevante para efeitos do EEE)

REGULAMENTOS. (Texto relevante para efeitos do EEE) 1.9.2009 Jornal Oficial da União Europeia L 229/1 I (Actos aprovados ao abrigo dos Tratados CE/Euratom cuja publicação é obrigatória) REGULAMENTOS REGULAMENTO (CE) N. o 767/2009 DO PARLAMENTO EUROPEU E

Leia mais

Portaria n.º 348/98, de 15 de Junho Boas práticas de distribuição de medicamentos de uso humano e medicamentos veterinários

Portaria n.º 348/98, de 15 de Junho Boas práticas de distribuição de medicamentos de uso humano e medicamentos veterinários Boas práticas de distribuição de medicamentos de uso humano e medicamentos veterinários O sistema de garantia da qualidade dos medicamentos, quer sejam de uso humano, quer sejam veterinários, abarca não

Leia mais

TÍTULO: A nova lei do ruído. AUTORIA: Ricardo Pedro. PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 166 (Setembro/Outubro de 2006) INTRODUÇÃO

TÍTULO: A nova lei do ruído. AUTORIA: Ricardo Pedro. PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 166 (Setembro/Outubro de 2006) INTRODUÇÃO TÍTULO: A nova lei do ruído AUTORIA: Ricardo Pedro PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 166 (Setembro/Outubro de 2006) INTRODUÇÃO Foi publicado no passado dia 6 de Setembro o Decreto-Lei n.º 182/2006 que transpõe

Leia mais

DIRECTRIZES RELATIVAS À APLICAÇÃO DOS ARTIGOS 11.º, 12.º, 16.º, 17.º, 18.º, 19.º E 20.º DO REGULAMENTO (CE) N

DIRECTRIZES RELATIVAS À APLICAÇÃO DOS ARTIGOS 11.º, 12.º, 16.º, 17.º, 18.º, 19.º E 20.º DO REGULAMENTO (CE) N 20 de Dezembro de 2004 DIRECTRIZES RELATIVAS À APLICAÇÃO DOS ARTIGOS 11.º, 12.º, 16.º, 17.º, 18.º, 19.º E 20.º DO REGULAMENTO (CE) N.º 178/2002 EM MATÉRIA DE LEGISLAÇÃO ALIMENTAR GERAL CONCLUSÕES DO COMITÉ

Leia mais

INFORMAÇÃO AO CONSUMIDOR

INFORMAÇÃO AO CONSUMIDOR INFORMAÇÃO AO CONSUMIDOR Guia de Aplicação para Águas Minerais Naturais e Águas de Nascente 2013 AV. MIGUEL BOMBARDA, 110 Av 2º DTO 1050-167 LISBOA TEL. 217 940 574/5 Av. Miguel Bombarda, nº 110 2º Dto

Leia mais

DIPLOMA ÂMBITO DE APLICAÇÃO LEGISLAÇÃO TRANSPOSTA OBSERVAÇÕES IMPORTÂNCIA NO CONTEXTO DO PERH GESTÃO DE RESÍDUOS

DIPLOMA ÂMBITO DE APLICAÇÃO LEGISLAÇÃO TRANSPOSTA OBSERVAÇÕES IMPORTÂNCIA NO CONTEXTO DO PERH GESTÃO DE RESÍDUOS GESTÃO DE RESÍDUOS Portaria n.º 1127/2009, de 1 de Outubro [Republicada pela Portaria n.º 1324/2010, de 29 de Dezembro] Art.º 121.º da Lei n.º 64- A/2008, de 31 de Dezembro Aprova o Regulamento Relativo

Leia mais

1. Titularidade do domínio www.estrelacoop.pt

1. Titularidade do domínio www.estrelacoop.pt 1. Titularidade do domínio www.estrelacoop.pt O site www. www.estrelacoop.pt encontra-se registado ao abrigo do Regulamento do registo de domínios/subdomínios de. PT", e é propriedade Estrelacoop Cooperativa

Leia mais

28.10.2011 Jornal Oficial da União Europeia L 281/7

28.10.2011 Jornal Oficial da União Europeia L 281/7 28.10.2011 Jornal Oficial da União Europeia L 281/7 REGULAMENTO (UE) N. o 1086/2011 DA COMISSÃO de 27 de Outubro de 2011 que altera o anexo II do Regulamento (CE) n. o 2160/2003 do Parlamento Europeu e

Leia mais

Jornal Oficial das Comunidades Europeias. (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade)

Jornal Oficial das Comunidades Europeias. (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade) 1.2.2002 PT Jornal Oficial das Comunidades Europeias L 31/1 I (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade) REGULAMENTO (CE) N. o 178/2002 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 28 de Janeiro

Leia mais

REGULAMENTO (CE) N.º 852/2004 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 29 de Abril de 2004. relativo à higiene dos géneros alimentícios

REGULAMENTO (CE) N.º 852/2004 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 29 de Abril de 2004. relativo à higiene dos géneros alimentícios 30.4.2004 PT Jornal Oficial da União Europeia L 139/1 I (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade) REGULAMENTO (CE) N.º 852/2004 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 29 de Abril de

Leia mais

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO. Formação Cabo Verde Higiene e Segurança Alimentar

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO. Formação Cabo Verde Higiene e Segurança Alimentar Pedido n.º: Tipologia: Curso n.º: Ação n.º: CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Formação Cabo Verde Higiene e Segurança Alimentar Objetivo Geral: Desenvolver e consolidar conhecimentos e práticas no âmbito da higiene

Leia mais

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia,

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, L 193/60 Jornal Oficial da União Europeia 2472009 REGULAMENTO (CE) N o 607/2009 DA COMISSÃO de 14 de Julho de 2009 que estabelece normas de execução do Regulamento (CE) n o 479/2008 do Conselho no que

Leia mais

Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições

Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições 1991R2092 PT 23.03.2002 013.001 1 Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições BREGULAMENTO (CEE) N. o 2092/91 DO CONSELHO de 24 de Junho de 1991 relativo ao modo

Leia mais

PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 162 (Janeiro/Fevereiro de 2006) KÉRAMICA n.º 282 (Janeiro/Fevereiro de 2007)

PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 162 (Janeiro/Fevereiro de 2006) KÉRAMICA n.º 282 (Janeiro/Fevereiro de 2007) TÍTULO: Agentes Físicos - Vibrações AUTORIA: Paula Mendes PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 162 (Janeiro/Fevereiro de 2006) KÉRAMICA n.º 282 (Janeiro/Fevereiro de 2007) INTRODUÇÃO O Decreto-Lei n.º 46/2006,

Leia mais

GUIA PARA A ROTULAGEM DE BEBIDAS REFRIGERANTES, SUMOS DE FRUTOS E NÉCTARES

GUIA PARA A ROTULAGEM DE BEBIDAS REFRIGERANTES, SUMOS DE FRUTOS E NÉCTARES GUIA PARA A ROTULAGEM DE BEBIDAS REFRIGERANTES, SUMOS DE FRUTOS E NÉCTARES JUNHO 2001 SUMÁRIO 1. NOTAS INTRODUTÓRIAS 2. GLOSSÁRIO 3. SÍNTESE DO ENQUADRAMENTO LEGAL COMUNITÁRIO E NACIONAL 3.1 ROTULAGEM

Leia mais

Assunto: Nomeação de novos membros para os comités científicos

Assunto: Nomeação de novos membros para os comités científicos CONVITE À MANIFESTAÇÃO DE INTERESSE PARA O LUGAR DE MEMBRO DE UM COMITÉ CIENTÍFICO Assunto: Nomeação de novos membros para os comités científicos Com a Decisão 97/579/CE, de 23 de Julho de 1997 ( 1 ),

Leia mais

L 68/28 Jornal Oficial da União Europeia 13.3.2009

L 68/28 Jornal Oficial da União Europeia 13.3.2009 L 68/28 Jornal Oficial da União Europeia 13.3.2009 DECISÃO DA COMISSÃO de 10 de Março de 2009 que autoriza a colocação no mercado de produtos que contenham ou sejam produzidos a partir de colza geneticamente

Leia mais

1. Contextualização da segurança, higiene e saúde do trabalho no regime jurídico

1. Contextualização da segurança, higiene e saúde do trabalho no regime jurídico 1. Contextualização da segurança, higiene e saúde do trabalho no regime jurídico O documento legislativo que estabelece o regime jurídico de enquadramento da segurança, higiene e saúde no trabalho é determinado

Leia mais

DIREÇÃO DE PRODUTOS DE SAÚDE. Campanha de supervisão de Produtos Cosméticos para Proteção Solar - Relatório Final -

DIREÇÃO DE PRODUTOS DE SAÚDE. Campanha de supervisão de Produtos Cosméticos para Proteção Solar - Relatório Final - DIREÇÃO DE PRODUTOS DE SAÚDE Campanha de supervisão de Produtos Cosméticos para Proteção Solar - Relatório Final - Lisboa, 04 de janeiro de 2012 ENQUADRAMENTO O INFARMED, I.P., enquanto Autoridade Competente

Leia mais

DIRECTIVA 2003/94/CE DA COMISSÃO

DIRECTIVA 2003/94/CE DA COMISSÃO L 262/22 DIRECTIVA 2003/94/CE DA COMISSÃO de 8 de Outubro de 2003 que estabelece princípios e directrizes das boas práticas de fabrico de medicamentos para uso humano e de medicamentos experimentais para

Leia mais

Proposta de DECISÃO DO CONSELHO

Proposta de DECISÃO DO CONSELHO PT PT PT COMISSÃO EUROPEIA Proposta de Bruxelas, 7.2.2011 COM(2011) 40 final 2011/0019 (NLE) DECISÃO DO CONSELHO que autoriza a colocação no mercado de produtos que contenham, sejam constituídos por, ou

Leia mais

Portaria n.º 29-B/98 de 15 de Janeiro

Portaria n.º 29-B/98 de 15 de Janeiro Portaria n.º 29-B/98 de 15 de Janeiro A Portaria n.º 313/96, de 29 de Julho, regulamentou o Decreto-Lei n.º 322/95, de 28 de Novembro, que estabelecia os princípios e as normas aplicáveis à gestão de embalagens

Leia mais

(Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade)

(Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade) 7.7.2006 Jornal Oficial da União Europeia L 186/1 I (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade) REGULAMENTO (CE) N. o 1028/2006 DO CONSELHO de 19 de Junho de 2006 relativo às normas de

Leia mais

Entre: rua dos Bombeiros Voluntários 5370-206 Mirandela. Largo do Município 5379-288 Mirandela. Em conjunto designadas por Partes,

Entre: rua dos Bombeiros Voluntários 5370-206 Mirandela. Largo do Município 5379-288 Mirandela. Em conjunto designadas por Partes, PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO COM VISTA AO MELHORAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS DE GÉNEROS ALIMENTÍCIOS PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO COM VISTA AO MELHORAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS Entre: DELEGAÇÃO

Leia mais

Por outro lado, estabelece ainda o referido preceito a susceptibilidade da Norma Regulamentar emitida se aplicar igualmente aos mediadores de seguros.

Por outro lado, estabelece ainda o referido preceito a susceptibilidade da Norma Regulamentar emitida se aplicar igualmente aos mediadores de seguros. Não dispensa a consulta da Norma Regulamentar publicada em Diário da República NORMA REGULAMENTAR N.º 03/2010-R, DE 18 DE MARÇO DE 2010 Publicidade Pelo Decreto-Lei n.º 8-A/2002, de 11 de Janeiro, foram

Leia mais

PLANOS DE SEGURANÇA ALIMENTAR NA RESTAURAÇÃO E HOTELARIA. Funchal, 4 Junho

PLANOS DE SEGURANÇA ALIMENTAR NA RESTAURAÇÃO E HOTELARIA. Funchal, 4 Junho PLANOS DE SEGURANÇA ALIMENTAR NA RESTAURAÇÃO E HOTELARIA O que é o HACCP? H A C C P Hazard Analysis Critical Control Point Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controlo Análise sistemática para a identificação,

Leia mais

PLANO DE GESTÃO DE RESIDUOS ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. IDENTIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS PRODUZIDOS... 4 3. MODO OPERATIVO... 5 4. RESPONSABILIDADES...

PLANO DE GESTÃO DE RESIDUOS ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. IDENTIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS PRODUZIDOS... 4 3. MODO OPERATIVO... 5 4. RESPONSABILIDADES... PLANO DE GESTÃO DE RESIDUOS ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. IDENTIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS PRODUZIDOS... 4 3. MODO OPERATIVO... 5 3.1. FASE DE PLANEAMENTO (PRÉ-OBRA)...5 3.2. FASE DE CONSTRUÇÃO...5 3.2.1. Deposição

Leia mais

6732-(498) DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 293 20-12-1997 MINISTÉRIO DO AMBIENTE

6732-(498) DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 293 20-12-1997 MINISTÉRIO DO AMBIENTE 6732-(498) DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 293 20-12-1997 MINISTÉRIO DO AMBIENTE Decreto-Lei n. o 366-A/97 de 20 de Dezembro O Decreto-Lei n. o 322/95, de 28 de Novembro, estabeleceu os princípios e

Leia mais

Perguntas Frequentes

Perguntas Frequentes Perguntas Frequentes Embalagens e Resíduos de Embalagens 1. Qual o enquadramento legal para embalagens e resíduos de embalagens? 2. Na adesão à entidade gestora do sistema integrado de embalagens e resíduos

Leia mais

REGULAMENTO DELEGADO (UE) N.º /.. DA COMISSÃO. de 21.8.2013

REGULAMENTO DELEGADO (UE) N.º /.. DA COMISSÃO. de 21.8.2013 COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 21.8.2013 C(2013) 5405 final REGULAMENTO DELEGADO (UE) N.º /.. DA COMISSÃO de 21.8.2013 que altera o Regulamento (UE) n.º 1169/2011 do Parlamento Europeu e do Conselho relativo

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, DO DESENVOLVIMENTO RURAL E DAS PESCAS. N. o 293 18-12-1999 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, DO DESENVOLVIMENTO RURAL E DAS PESCAS. N. o 293 18-12-1999 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 293 18-12-1999 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A 9049 A Convenção foi aprovada, para ratificação, pelo Decreto n. o 764/74, de 30 de Dezembro, publicado no Diário do Governo, 1. a série, n. o 302, de

Leia mais

GUIA PARA A ROTULAGEM DAS BEBIDAS REFRIGERANTES, SUMOS DE FRUTOS E NÉCTARES

GUIA PARA A ROTULAGEM DAS BEBIDAS REFRIGERANTES, SUMOS DE FRUTOS E NÉCTARES GUIA PARA A ROTULAGEM DAS BEBIDAS REFRIGERANTES, SUMOS DE FRUTOS E NÉCTARES Elaborado por Associação Nacional dos Industriais de Refrigerantes e Sumos de Frutos JUNHO 2004 INDÍCE 1. NOTAS INTRODUTÓRIAS...3

Leia mais