b. Temperatura Regra Prática

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "b. Temperatura Regra Prática"

Transcrição

1 Armazenamento Etapa final do processo Cuidados ARMAZENAMENTO DE SEMENTES OBJETIVOS Manter a qualidade fisiológica - deterioração Evitar aberrações cromossômicas - mutações Regularizar o mercado Época de plantio adequado Preservação da diversidade de espécies Profª Marcela Carlota Nery Modalidades de armazenamento Estoques reguladores pelo 5 anos Sementes comerciais -12 meses Sementes básicas / genéticas Banco de germoplasma pequeno volume Longo, médio e curto prazo Fatores que influenciam na conservação de sementes 1) Qualidade Inicial Região Condições climáticas de cultivo Fatores nutricionais Condições pós-maturidade Danos mecânicos - colheita Eficiência do beneficiamento Danos de secagem Tratamento químico- sementes tratadas toleram menos o armazenamento 1

2 2) Características do ambiente do armazém composição química a. UR - equilíbrio higroscópico permeabilidade da casca Nível de hidratação / atividade fisiológica >30% - propicia a germinação 18 a 30% - atividade metabólica - respiração - insetos - fungos >20% - respiração - aquecimento <9% - baixa atividade - insetos - microrganismos 4-5% atividade mínima b. Temperatura Regra Prática 1% umidade 5.5 C T C T C + UR = ou < 55.5 Duplicar longevidade c. Presença de insetos e microrganismos UR T C carunchos e traças fungos de armazenamento d. Embalagem permeável / região UR semi permeável impermeável / umidade embalagem a vácuo 3) Espécie Classificação quanto a longevidade Microbiótica toleram o armazenameto até 3 anos Mesobiótica tolera de 3 a 15 anos Macrobiótica toleram o armazenamento mais de 15 anos Quanto a tolerância a dessecação Ortodoxas - baixa umidade (4 a 6%) Recalcitrantes - não toleram secagem 2

3 Estrutura de armazenamento Escolha Período de armazenamento Condições climáticas da região Tipo de material / sementes Espécie Recursos financeiros Volume de sementes Tipos de armazenamento 1. Silos e tulhas - a granel 2. Armazéns - sacos 3. Câmara fria - fixa ou móvel 4. Câmara seca e fria 1. Armazenamento a granel Tulhas de alvenária Silos / alvenária / metálico 2) Armazenamento em saco Facilidade de manuseio Espaço ocupado Proteção contra roedores Controle de umidade / temperatura Aspergillus sp em sementes de milho Cuidados durante o armazenamento Contaminações varietais Monitoramento da qualidade Controle de insetos e roedores Controle da T C e umidade da massa de sementes 3

4 Penicillium sp em sementes de milho Lonex Todo produto a ser expurgado deverá ser coberto com lona impermeável para expurgo, com uma perfeita vedação dos gazes. Silos pulmão Revestimento com manta asfáltica Silos pulmão Aferição de temperatura 4

5 Tubulação de ar dentro do silo SILO AERADO Detalhe interno Adaptação de tubos extras Descarga - Silo aerado O escoamento de sementes pode matar Você tem 2-3 seg. para reagir Em 4 seg. você é tragado Em 22 seg. está coberto 5

6 Cuidados na formação das pilhas Armazém cobertura metálica Lastro Amarração Embalagem Tamanho (alt.x comp.x alt) Espaço entre pilhas Separação dos lotes Identificação dos lotes Expurgo SEMENTES Espaço reduzido entre pilhas Cuidado com goteiras 6

7 Produtos químicos no armazém Cuidados com pássaros e roedores Revestimento de pilhas com filme plástico. Distancia entre pilhas Código de barras controle de estoque 7

8 Armazenamento em big-bags Pilha com buraco no meio Altura da pilha Princípios de Harrington Para cada 4 a 5ºC de aumento na temperatura ambiente Ou para cada 1,0% de aumento no grau de umidade das sementes O potencial de armazenagem das sementes cai à metade 8

SECAGEM DE GRÃOS. Disciplina: Armazenamento de Grãos

SECAGEM DE GRÃOS. Disciplina: Armazenamento de Grãos SECAGEM DE GRÃOS Disciplina: Armazenamento de Grãos 1. Introdução - grãos colhidos com teores elevados de umidade, para diminuir perdas:. permanecem menos tempo na lavoura;. ficam menos sujeitos ao ataque

Leia mais

TECNOLOGIA DA PRODUÇÃO DE SEMENTES DE SOJA DE ALTA QUALIDADE

TECNOLOGIA DA PRODUÇÃO DE SEMENTES DE SOJA DE ALTA QUALIDADE TECNOLOGIA DA PRODUÇÃO DE SEMENTES DE SOJA DE ALTA QUALIDADE José de Barros França Neto - Engenheiro Agrônomo, Ph.D., Pesquisador da Embrapa Soja, Caixa Postal 231, CEP 86001-970 Londrina, PR, Brasil -

Leia mais

DIMENSIONAMENTO DE UM SISTEMA DE SECAGEM E ARMAZENAGEM DE GRÃOS

DIMENSIONAMENTO DE UM SISTEMA DE SECAGEM E ARMAZENAGEM DE GRÃOS ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 DIMENSIONAMENTO DE UM SISTEMA DE SECAGEM E ARMAZENAGEM DE GRÃOS Vinicius Calefi Dias 1 ; Jefferson

Leia mais

Código de Boas Práticas. para a Prevenção e Redução. de Micotoxinas em Cereais

Código de Boas Práticas. para a Prevenção e Redução. de Micotoxinas em Cereais Código de Boas Práticas para a Prevenção e Redução de Micotoxinas em Cereais Índice: Introdução... 3 I. Práticas recomendadas com base nas Boas Práticas Agrícolas (BPA) e nas Boas Práticas de Fabrico (BPF)...

Leia mais

Por que os alimentos estragam? Introdução. Materiais Necessários

Por que os alimentos estragam? Introdução. Materiais Necessários Intro 01 Introdução Quando deixamos um alimento aberto ou fora da geladeira por alguns dias, ele estraga. Aparece mofo, bolor e, dependendo da quantidade de tempo, pode aparecer até larvas. O tipo de alimento

Leia mais

ESFRIAMENTO DINÂMICO DE SEMENTES DE SOJA 1

ESFRIAMENTO DINÂMICO DE SEMENTES DE SOJA 1 30 ESFRIAMENTO DINÂMICO DE SEMENTES DE SOJA 1 ZUCHI, J. 2 LACERDA FILHO, A.F. 3 RESUMO - A produção de sementes de soja, com qualidade, é um desafio constante, principalmente das empresas situadas na região

Leia mais

TEOR DE UMIDADE DOS GRÃOS

TEOR DE UMIDADE DOS GRÃOS Teor de Umidade dos Grãos TEOR DE UMIDADE DOS GRÃOS O teor de umidade dos grãos representa a quantidade de água por unidade de massa do grão úmido ou seco. Pode ser expresso pela relação entre a quantidade

Leia mais

Inspeção Visual e Dimensional de Eletrodos e Estufas Duração: 60 minutos

Inspeção Visual e Dimensional de Eletrodos e Estufas Duração: 60 minutos Inspeção Visual e Dimensional de Eletrodos e Estufas Duração: 60 minutos Este texto é dividido em duas partes: a primeira descreve os procedimentos para a realização da Inspeção visual e dimensional de

Leia mais

MANTENHA O ÓLEO DIESEL RODOVIÁRIO ( B S500/ B S10 ) LIMPO E SECO

MANTENHA O ÓLEO DIESEL RODOVIÁRIO ( B S500/ B S10 ) LIMPO E SECO 1 de 10 Material particulado sólido, água e outros contaminantes podem causar danos aos sistemas de injeção dos motores de combustão interna Ciclo Diesel 4T de equipamentos móveis, dos tanques de armazenamento

Leia mais

ANEXO NORMA DE IDENTIDADE, QUALIDADE, EMBALAGEM, MARCAÇÃO E APRESENTAÇÃO DA ERVILHA

ANEXO NORMA DE IDENTIDADE, QUALIDADE, EMBALAGEM, MARCAÇÃO E APRESENTAÇÃO DA ERVILHA ANEXO NORMA DE IDENTIDADE, QUALIDADE, EMBALAGEM, MARCAÇÃO E APRESENTAÇÃO DA ERVILHA 1. Objetivo: A presente norma tem por objetivo definir as características de identidade, qualidade, embalagem, marcação

Leia mais

Food safety and food security: IPM strategies on rice for consumption. Maria Otília Carvalho IICT, Portugal motiliac@iict.pt

Food safety and food security: IPM strategies on rice for consumption. Maria Otília Carvalho IICT, Portugal motiliac@iict.pt Segurança alimentar: estratégias de Protecção Integrada no arroz para consumo Food safety and food security: IPM strategies on rice for consumption Maria Otília Carvalho IICT, Portugal motiliac@iict.pt

Leia mais

Aula 7 Sistemas de Armazenagem e Movimentação de Carga ARMAZENAGEM. Uma abordagem multidisciplinar. Prof. Fernando Dal Zot

Aula 7 Sistemas de Armazenagem e Movimentação de Carga ARMAZENAGEM. Uma abordagem multidisciplinar. Prof. Fernando Dal Zot Aula 7 Sistemas de Armazenagem e Movimentação de Carga ARMAZENAGEM Uma abordagem multidisciplinar Prof. Fernando Dal Zot 1 Visão geral das atividades do Almoxarifado / Depósito / Armazém Início RECEBER

Leia mais

ARMAZENAMENTO 2. ARMAZENAMENTO DE MILHO EM ESPIGA COM PALHA

ARMAZENAMENTO 2. ARMAZENAMENTO DE MILHO EM ESPIGA COM PALHA ARMAZENAMENTO Renato de Alencar Fontes 8arbara Heliodora Machado Mantovani 1. INTRODUÇÃO o armazenamento de milho nas propriedades, à espera de melhores preços ou para o consumo gradual na entressafra

Leia mais

PESQUISA DE ESTOQUES MANUAL DE INSTRUÇÕES (PRELIMINAR) DIRETORIA DE PESQUISAS COORDENAÇÃO DE AGROPECUÁRIA GERÊNCIA DE AGRICULTURA

PESQUISA DE ESTOQUES MANUAL DE INSTRUÇÕES (PRELIMINAR) DIRETORIA DE PESQUISAS COORDENAÇÃO DE AGROPECUÁRIA GERÊNCIA DE AGRICULTURA DIRETORIA DE PESQUISAS COORDENAÇÃO DE AGROPECUÁRIA GERÊNCIA DE AGRICULTURA PESQUISA DE ESTOQUES PRIMEIRO SEMESTRE - 2011 MANUAL DE INSTRUÇÕES (PRELIMINAR) 1. CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DA PESQUISA 1.1 - OBJETIVO

Leia mais

Aeração de Grãos Armazenados 1. SILVA, Luís César (enviar e-mail: www.agais.com)

Aeração de Grãos Armazenados 1. SILVA, Luís César (enviar e-mail: www.agais.com) Aeração de Grãos Armazenados 1 SILVA, Luís César (enviar e-mail: www.agais.com) 1. Introdução Em unidades armazenadoras de grãos, o ar é empregado em diversas atividades que envolvem troca de calor e,

Leia mais

CURSO EMBALAGENS DE A a V EDIÇÃO NORDESTE. Recife/2013 Accacio Rodrigues

CURSO EMBALAGENS DE A a V EDIÇÃO NORDESTE. Recife/2013 Accacio Rodrigues CURSO EMBALAGENS DE A a V EDIÇÃO NORDESTE Recife/2013 Accacio Rodrigues Formado em Direito, pós graduado em Tributos e Gestão comercial pela Escola de ensino superior Esamc. Há 6 anos trabalha na Empresa

Leia mais

Culturas. A Cultura do Milho. Nome A Cultura do Milho Produto Informação Tecnológica Data Outubro de 2000 Preço - Linha Culturas Resenha

Culturas. A Cultura do Milho. Nome A Cultura do Milho Produto Informação Tecnológica Data Outubro de 2000 Preço - Linha Culturas Resenha 1 de 5 10/16/aaaa 11:24 Culturas A Cultura do Milho Nome A Cultura do Milho Produto Informação Tecnológica Data Outubro de 2000 Preço - Linha Culturas Resenha Informações resumidas sobre a cultura do milho

Leia mais

XXIX CONGRESSO NACIONAL DE MILHO E SORGO - Águas de Lindóia - 26 a 30 de Agosto de 2012

XXIX CONGRESSO NACIONAL DE MILHO E SORGO - Águas de Lindóia - 26 a 30 de Agosto de 2012 XXIX CONGRESSO NACIONAL DE MILHO E SORGO - Águas de Lindóia - 26 a 30 de Agosto de 2012 Influência de Temperaturas de Secagem no Vigor de Sementes de Milho Geneticamente Modificadas Patrícia Marluci da

Leia mais

VII - ARMAZENAMENTO. Os seguintes aspectos devem ser observados na construção de paióis:

VII - ARMAZENAMENTO. Os seguintes aspectos devem ser observados na construção de paióis: VII - ARMAZENAMENTO Renato de Alencar Fontes 1. INTRODUÇÃO o armazenamento de milho nas propriedades, à espera de melhores preços ou para o consumo gradual na entressafra é, de modo geral, realizado em

Leia mais

LOGÍSTICA EMPRESARIAL

LOGÍSTICA EMPRESARIAL LOGÍSTICA EMPRESARIAL FORNECEDORES Erros de compras são dispendiosos Canais de distribuição * Compra direta - Vendedores em tempo integral - Representantes dos fabricantes Compras em distribuidores Localização

Leia mais

Efeito da colhedora, velocidade e ponto de coleta na qualidade física de sementes de milho

Efeito da colhedora, velocidade e ponto de coleta na qualidade física de sementes de milho Efeito da colhedora, velocidade e ponto de coleta na qualidade física de sementes de milho 1 Delineide Pereira Gomes, 2 Érika S. M. Koshikumo, 3 Leandra Matos Barrozo, 4 Breno Marques S. e Silva e 5 Rouverson

Leia mais

VEDAPREN cobre a estrutura com uma membrana impermeável e elástica.

VEDAPREN cobre a estrutura com uma membrana impermeável e elástica. Descrição VEDAPREN cobre a estrutura com uma membrana impermeável e elástica. Características Densidade: 1,02 g/cm 3 Aparência: Cor preta Composição básica: emulsão asfáltica modificada com elastômeros

Leia mais

PRODUTOS ELABORADOS MADEIRA PLÁSTICA

PRODUTOS ELABORADOS MADEIRA PLÁSTICA MADEIRA PLÁSTICA A Madeira Plástica é uma opção sustentável para quem se preocupa com a causa ambiental. O grande diferencial deste produto é que sua fabricação dá-se a partir da reciclagem de toneladas

Leia mais

Secagem de Grãos 1. 1. Fundamentos do Processo de Secagem

Secagem de Grãos 1. 1. Fundamentos do Processo de Secagem 1 Secagem de Grãos 1 Prof. Luís César da Silva email: silvalc@cca.ufes.br O processo de secagem é aplicado para reduzir o teor de umidade de produtos agrícolas. Desse modo, é reduzida disponibilidade de

Leia mais

REQUISITOS MÍNIMOS DE EMBALAGEM E PRESERVAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS ADQUIRIDOS NO MERCADO NACIONAL OU INTERNACIONAL

REQUISITOS MÍNIMOS DE EMBALAGEM E PRESERVAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS ADQUIRIDOS NO MERCADO NACIONAL OU INTERNACIONAL REQUISITOS MÍNIMOS DE EMBALAGEM E PRESERVAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS ADQUIRIDOS NO MERCADO 1. OBJETIVO Estabelecer requisitos mínimos para a preservação e a embalagem de equipamentos e materiais adquiridos

Leia mais

SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 3 2 DESCRIÇÃO DO LOCAL 5

SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 3 2 DESCRIÇÃO DO LOCAL 5 RESUMO O presente estágio curricular obrigatório foi desenvolvido na unidade de recebimento e secagem de cereais da Campagro Insumos Agrícolas, unidade Boa Vista em Campo Mourão PR. O estágio teve a duração

Leia mais

ARMAZENAMENTO DE GRÃOS

ARMAZENAMENTO DE GRÃOS Armazenamento de Grãos ARMAZENAMENTO DE GRÃOS Após a secagem, os grãos e principalmente o café (café coco, descascado e beneficiado) devem ser armazenados em lugares apropriados, para que não sofram alterações

Leia mais

Qualidade de Vegetais Congelados. Novas Técnicas de Avaliação

Qualidade de Vegetais Congelados. Novas Técnicas de Avaliação . Novas Técnicas de Avaliação Elsa Gonçalves Ano 2003 Objectivos Revisão crítica do estado de conhecimento sobre: A influência do processo de congelação na qualidade dos produtos vegetais; Novas técnicas

Leia mais

Manuseio de Compressor

Manuseio de Compressor Manuseio de Compressor Índice Item... Página 1 - Introdução... 02 2 - Remover o palete... 03 3 - Deslocar o palete... 04 4 - Erguer o palete... 05 5 - Movimentar o palete... 06 6 - Empilhar o palete...

Leia mais

DIRETORIA DE PESQUISAS COORDENAÇÃO DE AGROPECUÁRIA PESQUISA DE ESTOQUES PRIMEIRO SEMESTRE - 2010 MANUAL DE INSTRUÇÕES

DIRETORIA DE PESQUISAS COORDENAÇÃO DE AGROPECUÁRIA PESQUISA DE ESTOQUES PRIMEIRO SEMESTRE - 2010 MANUAL DE INSTRUÇÕES DIRETORIA DE PESQUISAS COORDENAÇÃO DE AGROPECUÁRIA PESQUISA DE ESTOQUES PRIMEIRO SEMESTRE - 2010 MANUAL DE INSTRUÇÕES 1. CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DA PESQUISA 1.1 - OBJETIVO Fornecer informações estatísticas

Leia mais

MANUAL DE AMOSTRAGEM DE GRÃOS. Apresentação

MANUAL DE AMOSTRAGEM DE GRÃOS. Apresentação Apresentação A amostragem de grãos constitui se, em nível de armazenagem, na primeira preocupação a ser considerada por estar relacionada à identificação ou diagnóstico dos eventuais serviços necessários

Leia mais

INFORME AGROECONÔMICO ESTIMATIVA DOS CUSTOS DE RECEPÇÃO, SECAGEM E LIMPEZA.

INFORME AGROECONÔMICO ESTIMATIVA DOS CUSTOS DE RECEPÇÃO, SECAGEM E LIMPEZA. Informe Número: 435 Data: 07/02/2014 INFORME AGROECONÔMICO ESTIMATIVA DOS CUSTOS DE RECEPÇÃO, SECAGEM E LIMPEZA. A estimativa de custos apresentada neste trabalho considera apenas os valores de custos

Leia mais

5. Limitações: A argamassa Matrix Assentamento Estrutural não deve ser utilizada para assentamento de blocos silicocalcário;

5. Limitações: A argamassa Matrix Assentamento Estrutural não deve ser utilizada para assentamento de blocos silicocalcário; A argamassa Matrix Assentamento Estrutural é uma mistura homogênea de cimento Portland, agregados minerais com granulometria controlada e aditivos químicos. 3. Indicação: Excelente para assentamento de

Leia mais

Paiol Balaio de Milho: prevenção contra caruncho e roedores

Paiol Balaio de Milho: prevenção contra caruncho e roedores ISSN 1518-4269 Paiol Balaio de Milho: prevenção contra caruncho e roedores 99 Sete Lagoas, MG Novembro, 2008 Da produção nacional de milho, cerca de 30% (ou seja, em torno de 12 milhões de toneladas) permanecem

Leia mais

AGREGAÇÃO DE VALOR PRODUZINDO CAFÉ DE QUALIDADE SUPERIOR (Colheita e Pós-colheita)

AGREGAÇÃO DE VALOR PRODUZINDO CAFÉ DE QUALIDADE SUPERIOR (Colheita e Pós-colheita) WWW.CETCAF.COM.BR AGREGAÇÃO DE VALOR PRODUZINDO CAFÉ DE QUALIDADE SUPERIOR (Colheita e Pós-colheita) Autores: Frederico de Almeida Daher Marcos Moulin Teixeira ÍNDICE Pág. Prefácio... 03 Ações a Serem

Leia mais

ARMAZENAMENTO NA FAZENDA

ARMAZENAMENTO NA FAZENDA Adriano Mallet adrianomallet@agrocult.com.br ARMAZENAMENTO NA FAZENDA O Brasil reconhece que a armazenagem na cadeia do Agronegócio é um dos principais itens da logística de escoamento da safra e fator

Leia mais

1,20 Fungicidas Transporte Interno 0,80 Colheita Mecanizada 1,20 Subtotal Mão de Obra Limpeza de máq. e

1,20 Fungicidas Transporte Interno 0,80 Colheita Mecanizada 1,20 Subtotal Mão de Obra Limpeza de máq. e CUSTOS DE PRODUÇÃO O objetivo é dar suporte para o uso dos coeficientes técnicos e outros subsídios necessários para o cálculo do custo e para a análise financeira da produção de sementes. Os custos podem

Leia mais

OPERAÇÕES E PROCESSOS DA T.A.

OPERAÇÕES E PROCESSOS DA T.A. Temperatura ambiental A temperatura no armazenamento do produto alimentício está condicionada à exposição deste a diferentes graus de calor ou de frio. Modificações indesejáveis à qualidade do produto:

Leia mais

Estruturas para Armazenagem de Grãos ESTRUTURAS PARA ARMAZENAGEM DE GRÃOS

Estruturas para Armazenagem de Grãos ESTRUTURAS PARA ARMAZENAGEM DE GRÃOS Capítulo 14 Capítulo 14 ESTRUTURAS PARA ARMAZENAGEM DE GRÃOS Juarez de Sousa e Silva Adílio Flauzino de Lacerda Filho Roberta Martins Nogueira Ricardo Caetano Rezende 1. INTRODUÇÃO Em países como França,

Leia mais

RECEBIMENTO E ARMAZENAMENTO RDC-48

RECEBIMENTO E ARMAZENAMENTO RDC-48 RECEBIMENTO E ARMAZENAMENTO RDC-48 O Que Muda na Área Operacional Logística com a RDC-48??? NADA A não ser Maior Fiscalização por parte da Anvisa Maior Organização por parte das Empresas A ÁREA LOGÍSTICA

Leia mais

ATENÇÃO. www.poscolheita.com.br. juarez@ufv.br ESTA PALESTRA E OUTROS MATERIAIS IMPORTANTES PARA A PÓS-COLHEITA DO CAFÉ ESTÃO DISPONÍVEIS NO ENDEREÇO:

ATENÇÃO. www.poscolheita.com.br. juarez@ufv.br ESTA PALESTRA E OUTROS MATERIAIS IMPORTANTES PARA A PÓS-COLHEITA DO CAFÉ ESTÃO DISPONÍVEIS NO ENDEREÇO: ATENÇÃO ESTA PALESTRA E OUTROS MATERIAIS IMPORTANTES PARA A PÓS-COLHEITA DO CAFÉ ESTÃO DISPONÍVEIS NO ENDEREÇO: www.poscolheita.com.br juarez@ufv.br CAFEICULTURA DE MONTANHA & CAFÉ COM QUALIDADE Tecnologias

Leia mais

www.agais.com Grãos: Métodos de Conservação 1

www.agais.com Grãos: Métodos de Conservação 1 1 Grãos: Métodos de Conservação 1 Prof. Luís César da Silva (enviar e-mail: www.agais.com) A massa de grãos armazenada constitui em um ecossistema em que estão presentes elementos abióticos e bióticos.

Leia mais

Concreto Definições. Concreto Durabilidade. Concreto Definições. Concreto Definições. Produção do concreto ANGELO JUST.

Concreto Definições. Concreto Durabilidade. Concreto Definições. Concreto Definições. Produção do concreto ANGELO JUST. UNICAP Curso de Arquitetura e Urbanismo EXECUÇÃO DE ESTRUTURAS DE CONCRETO: Mistura, transporte, lançamento, adensamento e cura. MATERIAIS E TECNOLOGIA CONSTRUTIVA 1 Prof. Angelo Just da Costa e Silva

Leia mais

Passo a passo na escolha da cultivar de milho

Passo a passo na escolha da cultivar de milho Passo a passo na escolha da cultivar de milho Beatriz Marti Emygdio Pesquisadora Embrapa Clima Temperado (beatriz.emygdio@cpact.embrapa.br) Diante da ampla gama de cultivares de milho, disponíveis no mercado

Leia mais

Práticas Agronômicas que Interferem na Produção de Silagem de Milho

Práticas Agronômicas que Interferem na Produção de Silagem de Milho Práticas Agronômicas que Interferem na Produção de Silagem de Milho Engº Agrº Robson F. de Paula Coordenador Técnico Regional Robson.depaula@pioneer.com Silagem de qualidade começa no campo! E no momento

Leia mais

SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DO ESPÍRITO SANTO SUREG-ES. BRÍCIO ALVES DOS SANTOS JÚNIOR - Superintendente

SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DO ESPÍRITO SANTO SUREG-ES. BRÍCIO ALVES DOS SANTOS JÚNIOR - Superintendente CONJUNTURA CACAU NO ESPÍRITO SANTO Agosto/2015 SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DO ESPÍRITO SANTO SUREG-ES BRÍCIO ALVES DOS SANTOS JÚNIOR - Superintendente KERLEY MESQUITA DE SOUZA Assistente e Técnico de Operações

Leia mais

M A N U A L D E I N S T R U Ç Ã O LACRES EXCLUSIVOS ULTRACLEAN

M A N U A L D E I N S T R U Ç Ã O LACRES EXCLUSIVOS ULTRACLEAN M A N U A L D E I N S T R U Ç Ã O LACRES EXCLUSIVOS ULTRACLEAN ÍNDICE 1. Introdução 2 2. Benefícios 3 3. Operação 4 e 5 4. Imagens Peças e Equipamentos 6 e 7 5. Tabela de Recomendação 8 e 9 6. Características

Leia mais

APLICAÇÃO DE TUBOS CERÂMICOS NA COLETA E TRANSPORTE DE ESGOTOS SANITÁRIOS"

APLICAÇÃO DE TUBOS CERÂMICOS NA COLETA E TRANSPORTE DE ESGOTOS SANITÁRIOS APLICAÇÃO DE TUBOS CERÂMICOS NA COLETA E TRANSPORTE DE ESGOTOS SANITÁRIOS" PALESTRANTE: Eng o Civil Antonio Livio Abraços Jorge 28 de Março de 2008 Marcos na História do Saneamento Tubos cerâmicos são

Leia mais

FATEC Faculdade de Teologia e Ciências 28

FATEC Faculdade de Teologia e Ciências 28 FATEC Faculdade de Teologia e Ciências 28 valor comercial. Por conseqüência, acaba comprometendo a utilização do produto para o consumo e, mesmo, para industrialização, se não forem adotados métodos adequados

Leia mais

PRODUÇÃO ECONÔMICA DE SILAGEM 2º Dia de Campo de Ovinocultura Pedro Canário/ES 29/11/14

PRODUÇÃO ECONÔMICA DE SILAGEM 2º Dia de Campo de Ovinocultura Pedro Canário/ES 29/11/14 PRODUÇÃO ECONÔMICA DE SILAGEM 2º Dia de Campo de Ovinocultura Pedro Canário/ES 29/11/14 Pergunta fundamental 1 Quanto custa produzir um quilo de carne????????? Pergunta fundamental 2 O que produz o pecuarista?

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM EMBALAGENS E UNITIZAÇÃO

DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM EMBALAGENS E UNITIZAÇÃO DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM EMBALAGENS E UNITIZAÇÃO DEFINIÇÕES MERCADORIA: qualquer produto que seja objeto do comércio CARGA: qualquer mercadoria entregue a terceiros para: - ser transportada - ser armazenada

Leia mais

QUALIDADE DO CAFÉ - CLASSIFICAÇÃO POR TIPOS E BEBIDA

QUALIDADE DO CAFÉ - CLASSIFICAÇÃO POR TIPOS E BEBIDA ISSN 1983-6015 PESAGRO-RIO - Nº 26 - agosto/2014 - Niterói - RJ QUALIDADE DO CAFÉ - CLASSIFICAÇÃO POR TIPOS E BEBIDA 1 Wander Eustáquio de Bastos Andrade 1 ( Pesquisador da Pesagro-Rio) INTRODUÇÃO Além

Leia mais

Internacional SOLUTIONS

Internacional SOLUTIONS Internacional SOLUTIONS SILICONE NEUTRO Silicone neutro Impermeabilizante de uso profissional. Inodoro e com fungicida. ADERE EM: Madeira, concreto, tijolo, vidro, PVC, plástico, alumínio, etc. APLICAÇÃO:

Leia mais

NOÇÕES BÁSICAS DE ALMOXARIFADO Armazenagem

NOÇÕES BÁSICAS DE ALMOXARIFADO Armazenagem NOÇÕES BÁSICAS DE ALMOXARIFADO Armazenagem Tecnologia em Gestão Pública Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais Aula 9 Prof. Rafael Roesler Sumário Introdução Objetivo da armazenagem Arranjo

Leia mais

Recomendações técnicas para uso sustentável de produtos: Químicos

Recomendações técnicas para uso sustentável de produtos: Químicos Recomendações técnicas para uso sustentável de produtos: Químicos W:\Vale_Fertilizantes\010457_manual_qualidade\010457_manual_QUÍMICOS_B.indd 015.008.028 A Vale Fertilizantes atua no segmento de mineração

Leia mais

A cevada será recebida exclusivamente à granel.

A cevada será recebida exclusivamente à granel. I Instrução Interna Nr. 10/2015 DE :Diretoria PARA :Todos os Setores REF.: NORMAS DE RECEPÇÃO DA SAFRA DE INVERNO-2015 CEVADA CERVEJEIRA 01 - RECEPÇÃO: A cevada será recebida na seguinte unidade: L O C

Leia mais

Recomendações Importantes sobre as tintas Saturno

Recomendações Importantes sobre as tintas Saturno Recomendações Importantes sobre as tintas Saturno A Saturno é uma empresa com mais de 60 anos de experiência na fabricação de tintas e vernizes para diversos segmentos da comunicação visual e decoração

Leia mais

Gás LP no Brasil: Energia limpa e abundante para o agronegócio e áreas remotas

Gás LP no Brasil: Energia limpa e abundante para o agronegócio e áreas remotas Gás LP no Brasil: Energia limpa e abundante para o agronegócio e áreas remotas O que é o Gás LP? - O Gás LP é composto da mistura de dois gases, sendo 30% de butano e 70% de propano. - Por ser um produto

Leia mais

Rotação milho e soja para aumento do rendimento

Rotação milho e soja para aumento do rendimento Rotação milho e soja para aumento do rendimento Para mais informações contacte: O seu agente de extensão ou Departamento de Formação Documentação e Difusão do IIAM/CZC Contacto: +25123692 Chimoio, Moçambique.

Leia mais

A.OBJETIVO Estabelecer condições de armazenamento para matérias-primas suscetíveis de degradação se não acondicionadas convenientemente.

A.OBJETIVO Estabelecer condições de armazenamento para matérias-primas suscetíveis de degradação se não acondicionadas convenientemente. LA- PÁGINA: 1 de 4 A.OJETIVO Estabelecer condições de armazenamento para matérias-primas suscetíveis de degradação se não acondicionadas convenientemente..responsailidade.1.engenharia.1.1.manter atualizada

Leia mais

Arranjo Instalações Físico da Indústria. Caracterização dos Sistemas na Indústria

Arranjo Instalações Físico da Indústria. Caracterização dos Sistemas na Indústria Caracterização dos Sistemas na Indústria - Trata-se do conjunto de das instalações de processo e das instalações auxiliares, que são agrupadas de acordo com sua nalidade, em diversos sistemas integrados;

Leia mais

CONDIÇÕES ESPECIAIS - ALGODÃO HERBÁCEO SEGURO AGRÍCOLA

CONDIÇÕES ESPECIAIS - ALGODÃO HERBÁCEO SEGURO AGRÍCOLA 1. APLICAÇÃO Nº do Processo SUSEP: 15414.001178/2005-04 CONDIÇÕES ESPECIAIS - ALGODÃO HERBÁCEO SEGURO AGRÍCOLA 1.1. As presentes Condições Especiais complementam as Condições Gerais da apólice de Seguro

Leia mais

Armazenagem de milho a granel na fazenda

Armazenagem de milho a granel na fazenda ISSN 1518-4269 Armazenagem de milho a granel na fazenda 55 No Brasil, a prática de armazenagem de milho a granel nas fazendas não é muito utilizada. Mas, com a evolução tecnológica da cultura do milho,

Leia mais

Movimentação Paletização Armazenamento e Transporte

Movimentação Paletização Armazenamento e Transporte Movimentação Paletização Armazenamento e Transporte 0 1 INTRODUÇÃO A primeira embalagem de papelão ondulado surgiu há mais de 100 anos e percorreu um longo caminho até os dias de hoje, evoluindo gradativamente

Leia mais

CONDIÇÕES ESPECIAIS SOJA E SOJA IRRIGADA SEGURO AGRÍCOLA 1. APLICAÇÃO 2. OBJETO DO SEGURO

CONDIÇÕES ESPECIAIS SOJA E SOJA IRRIGADA SEGURO AGRÍCOLA 1. APLICAÇÃO 2. OBJETO DO SEGURO CONDIÇÕES ESPECIAIS SOJA E SOJA IRRIGADA SEGURO AGRÍCOLA 1. APLICAÇÃO 1.1. As presentes Condições Especiais complementam as Condições Gerais da apólice de Seguro Agrícola e se aplicam ao seguro de Soja

Leia mais

guia de instalação cisterna vertical

guia de instalação cisterna vertical guia de instalação cisterna vertical FORTLEV CARACTERÍSTICAS FUNÇÃO Armazenar água pluvial ou água potável à temperatura ambiente. APLICAÇÃO Residências, instalações comerciais, fazendas, escolas ou qualquer

Leia mais

Luidi Eric Guimarães Antunes 1, Paulo André da Rocha Petry 2, Paulo Ricardo de Jesus Rizzotto Junior 2, Roberto Gottardi 2, Rafael Gomes Dionello 2

Luidi Eric Guimarães Antunes 1, Paulo André da Rocha Petry 2, Paulo Ricardo de Jesus Rizzotto Junior 2, Roberto Gottardi 2, Rafael Gomes Dionello 2 Uso de Terra de Diatomácea para Proteção de Grãos de Milho 24 Luidi Eric Guimarães Antunes 1, Paulo André da Rocha Petry 2, Paulo Ricardo de Jesus Rizzotto Junior 2, Roberto Gottardi 2, Rafael Gomes Dionello

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO Escola de Minas DECIV Patologia das Construções. Patologia das Madeiras

UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO Escola de Minas DECIV Patologia das Construções. Patologia das Madeiras UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO Escola de Minas DECIV Patologia das Construções Patologia das Madeiras Estrutura da Madeira Estrutura da Madeira cerne (2) Porção mais clara, na parte externa, que corresponde

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ Data de emissão: 17/11/2010 Revisão: 2 Revisado em: 22/05/12 Pagina de 1 a 9

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ Data de emissão: 17/11/2010 Revisão: 2 Revisado em: 22/05/12 Pagina de 1 a 9 P500 B + PIGMENTO 1 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA NOME DO PRODUTO: P 500 B + PIGMENTO FABRICANTE: POLIPISO DO BRASIL ENDEREÇO: AVENIDA GERALDO ANTÔNIO TRALDI. Nº. 400 DISTRITO INDUSTRIAL COSMO

Leia mais

Nº 02. Nº 02 Publicação Especial de Safra da Cooperativa Castrolanda Agosto, 22-2013

Nº 02. Nº 02 Publicação Especial de Safra da Cooperativa Castrolanda Agosto, 22-2013 Nº 02 Nº 02 Publicação Especial de Safra da Cooperativa Castrolanda Agosto, 22-2013 SAFRA INVERNO Mais informações no Controle de Qualidade (42) 3234-8037 com Fernando Barreto, (42) 8816-3452 / Marcelo

Leia mais

Manuseamento e disposição das placas

Manuseamento e disposição das placas Manuseamento e disposição das placas Preparar para a nova cultura 3-3 Entrega 1 Não é aconselhável o seu armazenamento no exterior. Armazene num local limpo e seco, separado da área de produção. 3 Não

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM A GESTÃO DA ARMAZENAGEM

DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM A GESTÃO DA ARMAZENAGEM DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM A GESTÃO DA ARMAZENAGEM A GESTÃO DA ARMAZENAGEM INSTALAÇÕES DE ARMAZENAGEM Complexo de espaços de diferentes naturezas e finalidades, situados em áreas cobertas e descobertas,

Leia mais

MONTAGEM INDUSTRIAL UNIDADE II O CANTEIRO DE OBRAS

MONTAGEM INDUSTRIAL UNIDADE II O CANTEIRO DE OBRAS MONTAGEM INDUSTRIAL UNIDADE II O CANTEIRO DE OBRAS O canteiro de obras Introdução Sistema de produção Em muitos casos de obras de construção e montagem o canteiro de obras pode ser comparado a uma fábrica

Leia mais

ANEXO I TOMADA DE PREÇO 004/2012 REFORMA DO TELHADO CÂMARA DE VEREADORES DE NÃO-ME-TOQUE A R A R 18,5 ÁREA = 483,68 m2 Escala = 1:100 DETALHAMENTO 13,00 18,40 8,00 13,00 9,20 9,20 33,6 21,04 5,4 8,50

Leia mais

9.5 PRINCIPAIS PRAGAS E DOENÇAS DO FEIJOEIRO

9.5 PRINCIPAIS PRAGAS E DOENÇAS DO FEIJOEIRO 9.5 PRINCIPAIS PRAGAS E DOENÇAS DO FEIJOEIRO 9.5.1 Controle de Pragas PRINCIPAIS PRAGAS -Lagarta elasmo -Vaquinhas - Mosca branca -Ácaro branco -Carunchos LAGARTA ELASMO Feijão da seca aumento da população

Leia mais

Mantas de PVC. Sistemas especiais para impermeabilização de estruturas e coberturas industriais

Mantas de PVC. Sistemas especiais para impermeabilização de estruturas e coberturas industriais Sistemas especiais para impermeabilização de estruturas e coberturas industriais Sistemas de Manta de PVC Soluções completas para impermeabilização A MC-BAUCHEMIE apresenta ao mercado da construção um

Leia mais

EMBALAGENS PARA ESTERILIZAÇÃO.

EMBALAGENS PARA ESTERILIZAÇÃO. EMBALAGENS PARA ESTERILIZAÇÃO. Márcia Cristina O Pereira Enfermeira encarregada da central de material esterilizado HMSL. Especialista em CC, CME, RA USP Mestrado em saúde do adulto - USP FINALIDADE DA

Leia mais

Armazenagem de milho em silos secadores no Alto Uruguai Gaúcho RESUMO

Armazenagem de milho em silos secadores no Alto Uruguai Gaúcho RESUMO Armazenagem de milho em silos secadores no Alto Uruguai Gaúcho 83 Murilo Correa Marcon 1, André Pellegrini 2, Carlos Alberto Angonese 1, Valdir Machado 1, Claudio Kochhan 1 ; Antonio Pandolfo 1 RESUMO

Leia mais

CONDIÇÕES ESPECIAIS - TRIGO E TRIGO IRRIGADO SEGURO AGRÍCOLA

CONDIÇÕES ESPECIAIS - TRIGO E TRIGO IRRIGADO SEGURO AGRÍCOLA CONDIÇÕES ESPECIAIS - TRIGO E TRIGO IRRIGADO SEGURO AGRÍCOLA 1. APLICAÇÃO 1.1. As presentes Condições Especiais complementam as Condições Gerais da apólice de Seguro Agrícola e se aplicam ao seguro de

Leia mais

Controle de Pragas Durante o Armazenamento de Milho 84

Controle de Pragas Durante o Armazenamento de Milho 84 ISSN 1679-1150 Controle de Pragas Durante o Armazenamento de Milho 84 Sete Lagoas, MG Dezembro, 2006 Autores Jamilton P. Santos Ph.D Pesquisador Entomologista de Pós-Colheita Embrapa Milho e Sorgo, Cx.

Leia mais

CONDIÇÕES ESPECIAIS - TRIGO E TRIGO IRRIGADO SEGURO AGRÍCOLA

CONDIÇÕES ESPECIAIS - TRIGO E TRIGO IRRIGADO SEGURO AGRÍCOLA CONDIÇÕES ESPECIAIS - TRIGO E TRIGO IRRIGADO SEGURO AGRÍCOLA 1. APLICAÇÃO 1.1. As presentes Condições Especiais complementam as Condições Gerais da apólice de Seguro Agrícola e se aplicam ao seguro de

Leia mais

CONDIÇÕES ESPECIAIS - CANA DE AÇÚCAR SEGURO AGRÍCOLA

CONDIÇÕES ESPECIAIS - CANA DE AÇÚCAR SEGURO AGRÍCOLA CONDIÇÕES ESPECIAIS - CANA DE AÇÚCAR SEGURO AGRÍCOLA 1. APLICAÇÃO 1.1. As presentes Condições Especiais complementam as Condições Gerais da apólice de Seguro Agrícola e se aplicam ao seguro de Cana de

Leia mais

Analise de Viabilidade Econômica para Secagem de Milho com Gás Liquefeito de Petróleo.

Analise de Viabilidade Econômica para Secagem de Milho com Gás Liquefeito de Petróleo. Analise de Viabilidade Econômica para Secagem de Milho com Gás Liquefeito de Petróleo. Ivano Ribeiro (Universidade Estadual do Oeste do Paraná - Unioeste) ivano.r@pop.com.br Rua Tiradentes Nº 2345 Ap.

Leia mais

Departamento de Ciências Econômicas DCECO. Tel.: +55 32 3379-2537 E-mail: infover@ufsj.edu.br

Departamento de Ciências Econômicas DCECO. Tel.: +55 32 3379-2537 E-mail: infover@ufsj.edu.br 2013 InfoVer São João del-rei, fevereiro de 2013 InFover InfoVer Informativo sobre o Mercado de Leite de Vaca do Campo Uma publicação do DCECO- UFSJ Ano VI Nº 56 Setembro de 2013 Universidade Federal de

Leia mais

MÓDULO 4 4.1 - PROCEDIMENTOS DE ESTOCAGEM E MANUSEIO

MÓDULO 4 4.1 - PROCEDIMENTOS DE ESTOCAGEM E MANUSEIO MÓDULO 4 4.1 - PROCEDIMENTOS DE ESTOCAGEM E MANUSEIO A estocagem e o manuseio de tubos e conexões devem obedecer a preceitos mínimos que assegurem a integridade dos materiais, bem como o desempenho esperado.

Leia mais

PROCEDIMENTO DE APLICAÇÃO MANUAL

PROCEDIMENTO DE APLICAÇÃO MANUAL Sistema da Qualidade Páginas: 1 de 6 PROCEDIMENTO DE APLICAÇÃO MANUAL Sistema da Qualidade Páginas: 2 de 6 SUMÁRIO Página 1. OBJETIVO... 03 2. PREPARAÇÃO DAS SUPERFÍCIES... 03 3. APLICAÇÃO DO REVEST. POLIKOTE-100...

Leia mais

Ensacado - A Argila Expandida pode ser comprada em sacos de 50l, sendo transportada da mesma maneira. Cada 20 sacos equivalem a 1m 3.

Ensacado - A Argila Expandida pode ser comprada em sacos de 50l, sendo transportada da mesma maneira. Cada 20 sacos equivalem a 1m 3. Argila Expandida A argila expandida é um agregado leve que se apresenta em forma de bolinhas de cerâmica leves e arredondadas, com uma estrutura interna formada por um a espuma cerâmica com micro poros

Leia mais

Amostragens e equipamentos amostradores na Agricultura. Bruno Roberto Cavalcante Borges Gerente Comercial Sondaterra - Equipamentos Agronômicos Ltda.

Amostragens e equipamentos amostradores na Agricultura. Bruno Roberto Cavalcante Borges Gerente Comercial Sondaterra - Equipamentos Agronômicos Ltda. Amostragens e equipamentos amostradores na Agricultura Bruno Roberto Cavalcante Borges Gerente Comercial Sondaterra - Equipamentos Agronômicos Ltda. AMOSTRAGEM Qualidade dos dados levantados Limite de

Leia mais

RESOLUÇÃO SMG N Nº 604 DE 11 DE SETEMBRO DE 2002 (DOM 12-09-02)

RESOLUÇÃO SMG N Nº 604 DE 11 DE SETEMBRO DE 2002 (DOM 12-09-02) RESOLUÇÃO SMG N Nº 604 DE 11 DE SETEMBRO DE 2002 (DOM 12-09-02) O RESPONSÁVEL PELO EXPEDIENTE DA SECRETARIA MUNICIPAL DE GOVERNO (Decreto nº 1.630/2002), no uso de suas atribuições legais, e, considerando

Leia mais

ANEXO I REGULAMENTO TÉCNICO PARA O TRANSPORTE DE ALIMENTOS, MATÉRIA- PRIMA, INGREDIENTES E EMBALAGENS.

ANEXO I REGULAMENTO TÉCNICO PARA O TRANSPORTE DE ALIMENTOS, MATÉRIA- PRIMA, INGREDIENTES E EMBALAGENS. RESOLUÇÃO.../SESA/PR O Secretário Estadual de Saúde, no uso de suas atribuições legais e: CONSIDERANDO a Portaria nº 326/1997/SVS/MS, a Resolução RDC nº275/2002, a Resolução RDC nº 216/2004, da ANVISA,

Leia mais

TA 421 - CARACTERÍSTICAS E PRÉ-PROCESSAMENTO DE LEITE E OVOS. 2 o SEMESTRE 2014 Profa. Mirna L. Gigante 5ª AULA PRÁTICA CONTROLE DE QUALIDADE DE OVOS

TA 421 - CARACTERÍSTICAS E PRÉ-PROCESSAMENTO DE LEITE E OVOS. 2 o SEMESTRE 2014 Profa. Mirna L. Gigante 5ª AULA PRÁTICA CONTROLE DE QUALIDADE DE OVOS TA - CARACTERÍSTICAS E PRÉ-PROCESSAMENTO DE LEITE E OVOS. o SEMESTRE 0 Profa. Mirna L. Gigante 5ª AULA PRÁTICA CONTROLE DE QUALIDADE DE OVOS PED C: Débora Parra Baptista Apoio: Elisabete Dias INTRODUÇÃO:

Leia mais

TÍTULO DA APRESENTAÇÃO 11 de fevereiro de 2013. Saúde e Segurança na agricultura

TÍTULO DA APRESENTAÇÃO 11 de fevereiro de 2013. Saúde e Segurança na agricultura TÍTULO DA APRESENTAÇÃO Saúde e Segurança na agricultura TÍTULO DA APRESENTAÇÃO TÍTULO DA APRESENTAÇÃO DEVERES GERAIS DO EMPREGADOR DEVERES GERAIS DO TÍTULO EMPREGADOR DA APRESENTAÇÃO Admissão de trabalhadores

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ Data de emissão: 17/11/2010 Revisão: 2 Revisado em: 22/05/12 Pagina de 1 a 15

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ Data de emissão: 17/11/2010 Revisão: 2 Revisado em: 22/05/12 Pagina de 1 a 15 P600 AR TOP 12 1 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA NOME DO PRODUTO: P 600 AR TOP 12 FABRICANTE: POLIPISO DO BRASIL ENDEREÇO: AVENIDA GERALDO ANTÔNIO TRALDI. Nº. 400 DISTRITO INDUSTRIAL COSMO FUZARO

Leia mais

Telha TopSteel. Telhas termoacústicas. Leveza e conforto aliados à eficiência.

Telha TopSteel. Telhas termoacústicas. Leveza e conforto aliados à eficiência. Telha TopSteel Telhas termoacústicas. Leveza e conforto aliados à eficiência. Telha TopSteel Leveza e conforto aliados à eficiência. As novas telhas termoacústicas TopSteel da Brasilit são de fácil transporte

Leia mais

TÍTULO 19 DEMONSTRATIVO DE ESTOQUE - DES

TÍTULO 19 DEMONSTRATIVO DE ESTOQUE - DES 1) FINALIDADE: consolidar informações sobre os estoques adquiridos pelo governo, vinculados à PGPM, e substituir o Livro Registro de Inventário e o Livro de Produção e do Estoque, conforme Convênio ICMS

Leia mais

MADEIRAS MCC1001 AULA 12

MADEIRAS MCC1001 AULA 12 MADEIRAS MCC1001 AULA 12 Disciplina: Materiais de Construção I Professora: Dr. a Carmeane Effting 1 o semestre 2014 Centro de Ciências Tecnológicas Departamento de Engenharia Civil MADEIRAS É um material

Leia mais

Impacto da IN16 nas embalagens para café

Impacto da IN16 nas embalagens para café 18º ENCAFÉ ENCONTRO NACIONAL DAS INDÚSTRIAS DE CAFÉ Impacto da IN16 nas embalagens para café Antonio Cabral Agenda O Sistema Embalagem Tópicos da IN 16 relativos a embalagem O Sistema Embalagem e a IN

Leia mais

Orientações e Procedimentos para o Manuseio e Armazenagem de Óleo Diesel B

Orientações e Procedimentos para o Manuseio e Armazenagem de Óleo Diesel B Setembro, 2010. Orientações e Procedimentos para o Manuseio e Armazenagem de Óleo Diesel B Com a criação do Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel, em 2004, e a aprovação da Lei 11.097, de 13

Leia mais

Armazenagem temporária Investimento em eficiência

Armazenagem temporária Investimento em eficiência Armazenagem temporária Investimento em eficiência Por que utilizar a armazenagem temporária? Características e Benefícios A melhor relação Custo-Benefício O de armazenagem temporária de grãos Temp Stor

Leia mais