Prof. Me Alexandre Rocha

Documentos relacionados
24/10/2013 Prof. Me. Alexandre Correia Rocha

24/02/2018. Fisiologia neuromuscular. Treinamento personalizado e musculação. Potencial de ação

Prof. Me Alexandre Rocha

Força e Resistência Muscular

15/03/2018. Tipos de contração muscular. Estática e Dinâmica

PERIODIZAÇÃO APLICADA AO TREINAMENTO FUNCIONAL

Prof. Me Alexandre Rocha

Por que devemos avaliar a força muscular?

Variáveis Manipuláveis do Treino de Força

TREINAMENTO DE FORÇA RELACIONADO A SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA

MEDIDAS DA FORÇA E RESISTÊNCIA MUSCULAR

Prof. Me Alexandre Rocha


Força e hipertrofia muscular. Msd. Júlia Veronese Marcon

Treinamento de Força

Deficiência de Desempenho Muscular. Prof. Esp. Kemil Rocha Sousa

Grau de hipertrofia muscular em resposta a três métodos de treinamento de força muscular

EXERCÍCIOS RESISTIDOS : Uma visão dentro da Escola

PROGRAMA DE 4 DIAS DE TREINO DE FORÇA PARA MULHERES

Sistemas de Treino de Força Muscular

Page 1. Tipos de Força. Força máxima. Força rápida. Força de resistência. Força reactiva

Treinar primeiro os grandes grupos musculares (tab. 1) Alternar os movimentos de flexão / extensão (tab. 2) Alternar tronco e m. superiores / m.

Confederação Brasileira de Canoagem (CBCa)

Fundamentação Fisiológica da Matriz de Treino

TREINAMENTO DE FORÇA APLICADO À CATEGORIA DE BASE DO SUB-13 AO SUB-20 Profº - Douglas Saretti Cref nº G/SP

ORIGENS DA PERIODIZAÇÃO DO TREINAMENTO FÍSICO ORIGENS DA PERIODIZAÇÃO DO TREINAMENTO FÍSICO ORIGENS DA PERIODIZAÇÃO DO TREINAMENTO FÍSICO 25/08/2008

CEF Periodização e Sistemas de Treino

Deseja Descobrir Como Ganhar Massa Muscular Agora?

GUIA DE MUSCULAÇÃO PARA INICIANTES

Disciplina: Controle Motor e Fisiologia do Movimento. Flávia Porto RELEMBRANDO...

Prof. Dr. Sergio Augusto Cunha MÚSCULOS

Treinamento Neuromuscular periodização e prescrição de exercícios

FISIOLOGIA DOS MÉTODOS DE TREINAMENTO NA MUSCULAÇÃO. Prof. Ms. Alexandre Sérgio Silva DEF/CCS/UFPB CREF 00926/G-PB

Por que devemos avaliar a força muscular?

MUSCULAÇÃO PRINCÍPIOS BÁSICOS

Confederação Brasileira de Voleibol PREPARAÇÃO FÍSICA Prof. Rommel Milagres SAQUAREMA Dezembro 2013

Lucimere Bohn Área de Formação: 813 Desporto. Curso: Musculação e Cardiofitness. Módulo: Bases Morfofisiológicas

VALÊNCIAS FÍSICAS. 2. VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO: Tempo que é requerido para ir de um ponto a outro o mais rapidamente possível.

Métodos da Taxa de Produção de Força ou Máximos Métodos da Hipertrofia Muscular ou Sub-máximos Métodos Mistos. Métodos Reactivos

Fisiologia Humana. Prof. Ms.Sandro de Souza

EXERCÍCIOS RESISTIDOS. Parte I

Treinamento Concorrente

Musculação, Metodologia e Periodização. Prof. Luis Cláudio Bossi

CURSO MUSCULAÇÃO E CARDIO 2011

A CIÊNCIA DOS PEQUENOS JOGOS Fedato Esportes Consultoria em Ciências do Esporte

Treinamento Contrarresistência Conceitos Básicos

Página 1

Métodos e sistemas de treinamento de Força

EFEITOS DE DIFERENTES INTERVALOS RECUPERATIVOS NO NÚMERO DE REPETIÇÕES NO EXERCICIO SUPINO RETO LIVRE Marcelo dos Santos Bitencourt

CIRCUITO TREINO * O fator especificador do circuito será a qualidade física visada e o desporto considerado.

Treino de Alongamento

TÍTULO: COMPARAÇÃO DOS EFEITOS DA PERIODIZAÇÃO ONDULATÓRIA E LINEAR NA APTIDÃO FÍSICA DE INDIVÍDUOS DESTREINADOS

ANATOMIA HUMANA. Faculdade Anísio Teixeira Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto

AUMENTO DRAMÁTICO DO INTERESSE E PARTICIPAÇÃO DE CRIANÇAS NO ESPORTE DE ALTO NÍVEL

Fonte:

TÍTULO: EFEITOS MORFOLÓGICOS FRENTE A DIVERSOS MÉTODOS DE TREINAMENTO DE FORÇA

Prof. Me Alexandre Rocha

Orientações para montagem

Certificação Personal Trainer Bases Técnicas

Sistema Muscular PROF. VINICIUS COCA

Os Benefícios do Taekwon-do na Infância e na Adolescência

O PRINCÍPIO DA VARIABILIDADE NOS PROGRAMAS PARA HIPERTROFIA MUSCULAR PRESCRITOS PELOS PROFESSORES DE MUSCULAÇÃO NA CIDADE DE CRICIÚMA

REPETIÇÃO MÁXIMA E PRESCRIÇÃO NA MUSCULAÇÃO

Treino Físico Off Season

Atividade Física. A atividade física aumenta a sensibilidade à insulina e a capacidade de absorver os nutrientes.

Objetivo Desenvolver as modalidades de força especifica para cada tipo de nadador e prova.

1 Aluno Curso de Educação Física,UFPB 2 Professor Departamento de Educação Física, UFPB 3 Professor Departamento de Biofísica e Fisiologia, UFPI

ASPECTOS ATUAIS DO TREINAMENTO DE VELOCIDADE

Diversidade do sistema endócrino

OS BENEFÍCIOS DO TREINAMENTO FÍSICO

A PLANIFICAÇÃO DO TREINO DA FORÇA NOS DESPORTOS COLECTIVOS por Sebastião Mota

EXERCÍCIOS RESISTIDOS. Parte III

CONHECIMENTO DOS PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA DE ACADEMIAS DE PALMAS QUANTO AOS MÉTODOS DE TREINAMENTO DE FORÇA

ATIVIDADE FÍSICA, ADAPTAÇÃO E SAÚDE. Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior

TRIPLO SALTO VELOCIDADE FORÇA OUTRAS VELOCIDADE EXECUÇAO (MOV. ACÍCLICO) FORÇA RESISTÊNCIA HIPERTROFIA CAPACIDADE DE ACELERAÇÃO EQUILÍBRIO

LESÕES MUSCULARES. Ft. Esp. Marina Medeiros

Desenvolvimento da criança e o Desporto

A ACTIVIDADE FÍSICA F PREVENÇÃO DA IMOBILIDADE NO IDOSO EDNA FERNANDES

Treinador de força da atletas em nível olímpico e pan americano

Treinamento concorrente

PROGRAMA DE TREINAMENTO PARA O CURSO BÁSICO PÁRA QUEDISTA

A RELEVÂNCIA DOS INTERVALOS DE REPOUSO ENTRE AS SÉRIES NO TREINAMENTO DE MUSCULAÇÃO OBJETIVANDO A HIPERTROFIA MUSCULAR

Partes Específicas da Aula (Ginástica)

Efeitos da Inactividade e Readaptação Física do Desportista após uma lesão

Biomecânica da Ação Muscular

MÉTODOS DE TREINAMENTO EM MUSCULAÇÃO

Aspectos Fisiológicos do Treinamento de Força aplicado na musculação. Profa. Mestre. Vanessa da Silva Lima

UNIVERSIDADE DO SUL DE SANTA CATARINA WILLIAN MUNIZ GARCIA MÉTODOS DO TREINAMENTO DE FORÇA UTILIZADOS NA ACADEMIA DE MUSCULAÇÃO

Biomecânica. A alavanca inter-resistente ou de 2º grau adequada para a realização de esforço físico, praticamente não existe no corpo humano.

FORTALECENDO SABERES EDUCAÇÃO FÍSICA DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CONTEÚDO E HABILIDADES DESAFIO DO DIA. Aula 3.1 Conteúdo: Atividade física preventiva.

Hormonas e mensageiros secundários

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL Escola de Educação Física. Gabriela Bartholomay Kothe

Disciplina: FISIOLOGIA CELULAR CONTROLE DA HOMEOSTASE, COMUNICAÇÃO E INTEGRAÇÃO DO CORPO HUMANO (10h)

TECIDO MUSCULAR CARACTERÍSTICAS

XVII CLINIC Análise de Indicadores de Força Explosiva de Potência e de Resistência de Força Explosiva em Judocas Juniores vs.

Treinamento Funcional 17/08/2015. Treinamento Funcional Definição

Prof. Me. Alexandre Correia Rocha Prof. Me Alexandre Rocha

MUSCULAÇÃO. Execução correta e ajustes dos principais exercícios livres e em máquinas 21/06/2013 ESCOLHA DOS EXERCÍCIOS

Teoria e Prática do Treinamento Aplicada na Corrida de Rua

Transcrição:

Prof. Me. Alexandre Correia Rocha www.professoralexandrerocha.com.br alexandre.personal@hotmail.com Docência Docência Personal Trainer Prof. Me Alexandre Rocha 1

Alterações morfofuncionais decorrentes do treinamento de força Conceitos e Definições Musculação: execução de movimentos biomecânicos localizados em segmentos musculares definidos com a utilização de sobrecarga ou o peso do próprio corpo. (Guedes Jr., Pessoa Jr e Rocha, 2008). 2

Conceitos e Definições Musculação também conhecida como: Treinamento contra resistência ou resistido; Treinamento de força; Treinamento com pesos Conceitos e Definições Ginástica Localizada 3

Conceitos e Definições Hidroginástica Conceitos e Definições Pilates 4

Exercícios com pesos seriam o meio mais eficiente para praticar musculação (treinamento de força) Sala de musculação seria o ambiente mais favorável! Altas intensidades ao sistema músculo esquelético Efeito do Treinamento com Pesos Adaptação Funcional Adaptação Morfológica Aumento da força Hipertrofia - Hiperplasia?! Levantadores de pesos Fisiculturista Guedes Jr. 2008 Há casos onde a hipertrofia máxima não é a ideal. Então, deve-se ganhar o máximo de força com mínima hipertrofia. 5

FATORES QUE MODIFICAM A FORÇA MUSCULAR Neurais Musculares Psicológicos 6

Janela de adaptação Menos treinado: Janela de adaptação (> 50% da força nas primeiras semanas) Mais treinado: Janela de adaptação (± 3% da força após varias semanas de treinamento) Quanto mais treinado menos treinável 7

Fatores Neurais Coordenação Intramuscular Coordenação Intermuscular Fatores Neurais Coordenação Intramuscular Número de UM recrutadas; Tamanho das UM recrutadas; Sincronização das UM Frequência de impulsos em cada UM; Inibição do OTG; Estimulação dos fusos musculares; 8

Número de unidades motoras recrutadas Aumento do número de UM recrutadas aumenta de acordo com a intensidade (carga) do trabalho; ATIVAÇÃO: Destreinados- 25 a30% Treinados- 89 a 90% ZIMKIN (1984). Tamanho das UM recrutadas 9

Princípio do Tamanho Sincronização das UM 10

Sincronização das UM Mecanorreceptores musculares Fusos Musculares 11

Mecanorreceptores de tendão - OTG Treino que estimulem os fusos musculares é bom para flexibilidade ou força? 12

Treinamento Pliométrico Treino que estimule OTG é bom para força ou flexibilidade? 13

Alongamento - FNP Facilitação neuromuscular proprioceptiva 3 a 6 de contração isométrica vs 30 de alongamento passivo Coordenação Intermuscular 1. Ativação mais coordenada dos músculos agonistas e estabilizadores; 2. Menor ativação dos antagonistas (cocontração); 14

Hipertrofia 15/05/2015 Hipertrofia muscular Aumento da secção transversal de cada fibra muscular; A hipertrofia é apontada como a principal adaptação do músculo esquelético diante do treinamento de força (Fleck e Kraemer, 1997); Fatores que interferem na magnitude da hipertrofia muscular: genética, idade, treinamento e sexo. Miofibrilas Tamanho Número Tecido Conjuntivo Sarcoplasma Fibras Musculares Tamanho Número? 15

Tipos de sobrecarga Tensional Metabólica Hipertrofia miofibrilar Carga Repetições Carga Repetições Hipertrofia sarcoplasmática Miofibrilar X Sarcoplasmática 16

Estimulo de alta intensidade www.ctpnewlife.com.br Stress Sinais autócrinos Sinais parácrino Dano Muscular Resposta Hormonais Sinais endócrinos D M I T Síntese de proteínas Sinalização para as células satélites Diferenciação das CS Reparo Ao dano muscular 17

+ + * + * + * + * + + Kraemer et. al., 1991 Hormônio do Crescimento GH ou Somatotropina Exercício HIPOTALOMO GHRH Hormônio Liberador do hormônio do crescimento HIPOFÍSE ANTERIOR GH Síntese de proteínas 18

* * * * * * * * + * * * Kraemer et. al., 1991 19

Insulin growth factor - IGF1 Exercício HIPOTALOMO GHRH Hormônio Liberador do hormônio do Crescimento HIPOFÍSE ANTERIOR GH IGF 1 = Fígado e Tecido muscular Síntese de proteínas Miostatina GDF - 8 É uma proteína sintetizada pelo músculo e regula de forma negativa do crescimento muscular. A GDF 8 inibi a ploriferação das CS. Pesquisas Exercício Pesquisas Miostatina Miostatina FLRG Proteína Inibe a miostatina em se ligar ao seu receptor (IIb) (Kambadur et al., 2001; Willoughby, 2004) 20

Miostatina GDF - 8 Miostatina 21

Miostatina Miostatina 22

23

Treinamento de Força Hormônios anabólicos Núcleo celular Transcrição (mrna): informações para a formação da proteína Tradução: Associação dos aminoácidos necessários Síntese de proteínas 24

Síntese de proteínas Produto final Russell, B; Motlagh, d; Ashley, W. J.Appl. Physiol, 2000. 25

Sobrecarga Metabólica X Hipertrofia Sarcoplasmática Fontes de produção de ATP para o treinamento de força Sobrecarga Metabólica X Hipertrofia Sarcoplasmática Fontes de produção de ATP para o treinamento de força 26

Sobrecarga Metabólica Hipertrofia Sarcoplasmática ou Volumização Celular Treinamento Gasto energético ATP = ~ 3 CP = ~ 15 Recuperação total = de 3 a 5 Glicogênio muscular ATP + 2 mol. H2O 5 Meses de treinamento, promoveu aumento de 35% no glicogênio estocado no Tríceps (MACDOUGALL et. Al., Jap, 1977); Vasto Medial de fisioculturistas apresentam 50% mais glicogênio do que os não treinados (TESCH, et. Al., Eur. J. Appl. Physiol,1986); O aumento de força e hipertrofia muscular promove concomitantemente aumento de significativo nas concentrações de fostagênio, após 5 meses de treinamento de força (MACDOUGALL et. al.,1979; MACDOUGALL et al., 1982) 27

Hipertrofia Muscular HETEROCRONISMO: Estímulo X Recuperação Treinamento (estímulo) catabolismo Recuperação (descanso) anabolismo Turnover protéico Recuperação metabólica Força muscular A força muscular pode ser definida como a capacidade do músculo de produzir tensão ao ativar-se, ou seja, ao contrair-se no deslizamento de actina sobre os de miosina nas estruturas denominadas miofibrilas (Badillo e Gorostiaga, 2001) 28

PURA Peso 85-95% Reps. 2 a 5 Ser. 3 à 5 Pausa 2 a 5 min Treinamento de força máxima Força supra máxima: > 100% Exercícios básicos 29

Força de resistência Capacidade do sistema neuromuscular sustentar cargas moderadas por períodos prolongados (Platonov e Bulatova, 1998; Guedes Jr., 2008). Divide-se em: GERAL E LOCAL Exercícios básicos ou analíticos FORÇA DE RESISTÊNCIA Peso 40 a 70% Reps. 15 a 30 Ser. 4 à 6 Pausa 30-45 seg Situações específicas do esporte 30

ENDURANCE Peso 25-40% Reps. Mais de 30 Ser. 4 à 6 Pausa Necessário para a recuperação para a próxima série. Situações específicas do esporte F. EXPLOSIVA Peso 30-60% Reps. 6 a 10 Ser. 4 à 6 Pausa 2 a 5 min Treinamento de potência 31

32

33

Peso 60-85% Força Dinâmica Reps. 8 à 12RM Ser. 3 à 5 Pausa 30 a 90 seg Metodologia mais adequada para hipertrofia F. Máxima Hipertrofia F. resistência 1... 8 12RM 12... Peso 60-85% Força Dinâmica Reps. 6 à 20 Ser. 3 à 5 Pausa 1 à 4 min Metodologia mais adequada para hipertrofia F. Máxima Hipertrofia F. resistência 1... 8 12RM 12... 34

Montagem de programas e organização dos componentes da carga do treinamento de força Montagem de programas 35

1. Pesos 2. Repetições 3. Velocidade 4. Nº de séries 5. Freqüência semanal 6. Ordem dos exercícios 7. Intervalo 8. Nº de exercícios VOLUME Quantidade INTENSIDADE Qualidade Série única X Séries múltiplas PARA QUEM? PARA QUÊ? 36

Série única X Séries múltiplas Adaptado de Fleck e Kraemer, 2006 Volume semanal Iniciantes- 2 a 3 vezes/sem (ACSM,2006) Intermediários e avançados- mais vezes na semana parcelando os grupos musculares (Fleck & kraemer,1997, Guedes jr.,2005) 37

Ordem dos exercícios Iniciar pelos grupamentos musculares maiores: Exercícios multiarticulares Motivos: Evitar fadiga precoce Comprometimento dos demais exercícios Modelo de série para Hipertrofia Treinamento Repetições Carga Séries Intervalo 8-12 RM 3-5 40 a 1 Velocidade de movimento? Stress = Lactato Stress = Sinalização hormonal Stress = GH e IGF 1 38

1. Programa para iniciantes: 2. Programa para intermediários: Iniciam o programa de treinamento; Sujeito que deu continuidade ao programa estabelecido; 3. Programas para avançados: Competidor X Fisiculturista???!!!! Recomendações GUEDES, Jr; PESSOA Jr; ROCHA, 2008; KRAEMER e RATAMESS, 2004; ACSM, 2002 e 2009; RHEA at al., 2003; HASS, et al., 2001; BIRD, 2005; BOMPA, 2000; 39

Programa iniciante Nº de exercícios: 8 à 10; Alternado por segmento; Nº de exercícios: 1 à 2 para os principais grupos musculares; Primeiro os grupos musculares maiores Kraemer e Ratamess, 2004; ACSM, 2002; Rhea et al., 2003; Hass, et al., 2001; Bird, 2005; Bompa, 2000; Guedes et al 2008 Programa iniciante Frequência semanal: 2 à 3 x; Nº de repetições: 12 à 15 RM Aparelhos: Facilitar o aprendizado; Nº de séries: 1 a 3 séries; Intervalo: 40 à 1 Kraemer e Ratamess, 2004; ACSM, 2002; Rhea et al., 2003; Hass, et al., 2001; Bird, 2005; Bompa, 2000; Guedes et al 2008 40

SEG TER QUA QUI SEX SÁB DOM A A A - Aquecimento Abdominal Supino Leg Press Puxador Frente Desenvolvimento Remada Baixa Peck Deck Rosca Scoot Cadeira extensora Tríceps Pulley - Volta a calma Recomendações GUEDES, Jr; PESSOA Jr; ROCHA, 2008; KRAEMER e RATAMESS, 2004; ACSM, 2002 e 2009; RHEA at al., 2003; HASS, et al., 2001; BIRD, 2005; BOMPA, 2000; 41

Programa intermediário Localizado por articulação Frequência semanal: + 1, 2 ou 3 dias Nº de exercícios: exercícios para os principais grupos musculares (1 ou 2 ) Kraemer e Ratamess, 2004; ACSM, 2002; Rhea et al., 2003; Hass, et al., 2001; Bird, 2005; Bompa, 2000; Guedes et al 2008 Programa intermediário Nº de repetições: 8 à 12 RM Nº de séries: + 1 ou 2 séries para os exercícios básicos Pesos Livres Kraemer e Ratamess, 2004; ACSM, 2002; Rhea et al., 2003; Hass, et al., 2001; Bird, 2005; Bompa, 2000; Guedes et al 2008 42

INICIANTES INTERMEDIÁRIOS Todos os principais grupos musculares ALTERNADO POR SEGMENTO Grupos musculares separadamente LOCALIZADO POR ARTICULAÇÃO 43

SEG A TER B QUA C QUI A SEX B SÁB C DOM OFF Supino reto Supino Inclinado Crucifixo Desenvolvimento Elevação lateral Tríceps pulley Tríceps frances Agachamento Cadeira ext. Gêmeos Barra Fixa Puxador frente Remada baixa Encolhimento Rosca direta Rosca concentrada. Cama flexora Stiff Abdominal SEG A Supino reto Supino Inclinado Cross over Crucifixo Desenvolvimento Elevação lateral Elevação frontal Tríceps pulley Tríceps coice Tríceps banco TER B Barra fixa Puxador frente Remada baixa Encolhimento Remada alta Rosca direta Rosca alternad Rosca conc QUA C Agachamento Lev. Terra Leg Press Cadeira exten Stiff Cadeira flex Gêmeos Abdominal QUI A SEX B SÁB C DOM OFF 44

SEG TER QUA QUI SEX SÁB DOM A A A - Aquecimento Abdominal Legue press Peck deck Cadeira extensora Puxador frente Desenvolvimento Cadeira flexora Rosca Scoot Glúteos (máquina) Tríceps pulley - Volta a calma 45

SEG A TER B QUA C QUI A SEX B SÁB C DOM OFF Agachamento Legue press Cadeira extensora Gêmeos Peck deck Pullover Desenvolvimento Tríceps pulley Tríceps frances. Stiff Cama flexora Subida no banco Glúteos (máquina) Puxado frente Remada baixa Encolhimento Rosca direta Rosca conc. Abdominal 46

Métodos de treinamento avançado 15/05/2015 Métodos de Treinamento Avançado Pirâmide Crescente Pirâmide Decrescente Série Decrescente Tensão Contínua Série Negativa Repet. Forçadas 6 / 20 Repet. Parciais Pausa Descanso Série Gigante Contração de Pico Super Série (ago/antag.; pré-exaustão) 47

Periodização Conceitos e Definições Periodização é o planejamento geral e detalhado do tempo disponível para o treinamento, de acordo com os objetivos intermediários perfeitamente estabelecidos, respeitando-se os princípios científicos do treinamento desportivo (DANTAS, 2003). Exemplo de periodização linear para força e hipertrofia Fases do treinamento Variáveis Adaptação Hipertrofia Pico Séries 3-5 3-5 3-4 3-4 Repetições 14-16 10-14 8-10 5-8 Intensidade Baixa Moderada Alta Muito alta Volume Muito alto Alto Moderado Baixo 48

Exemplo de um programa de treinamento não linear (semanal) para alunos avançados SEG TER QUA QUI SEX SAB MICRO 1 Treino A Treino B Treino C Treino A Treino B Treino C SM 14 20RM 14 20RM 14 20RM 14 20RM 14 20RM 14 20RM MICRO 2 ST Treino A 4-8RM Treino B 4-8RM Treino C 4-8RM Treino A 4-8RM Treino B 4-8RM Treino C 4-8RM MICRO 3 SM Treino A 14 20RM Treino B 14 20RM Treino C 14 20RM Treino A 14 20RM Treino B 14 20RM Treino C 14 20RM MICRO 4 ST Treino A 4-8RM Treino B 4-8RM Treino C 4-8RM Treino A 4-8RM Treino B 4-8RM Treino C 4-8RM Exemplo de um programa de treinamento não linear para (quinzenal) alunos avançados SEG TER QUA QUI SEX SAB MICRO 1 Treino A Treino B Treino C Treino A Treino B Treino C SM 14 20RM 14 20RM 14 20RM 14 20RM 14 20RM 14 20RM Treino A Treino B Treino C Treino A Treino B Treino C 14 20RM 14 20RM 14 20RM 14 20RM 14 20RM 14 20RM MICRO 4 ST Treino A 4-8RM Treino B 4-8RM Treino C 4-8RM Treino A 4-8RM Treino B 4-8RM Treino C 4-8RM Treino A Treino B Treino C Treino A Treino B Treino C 4-8RM 4-8RM 4-8RM 4-8RM 4-8RM 4-8RM 49

professoralexandrerocha.com.br 50