Regulamento

Documentos relacionados
Aula Características dos sistemas de medição

2 Incerteza de medição

7 - Distribuição de Freqüências

Laboratório de Mecânica Aplicada I Estática: Roldanas e Equilíbrio de Momentos

DETERMINAÇÃO DE VALORES LIMITE DE EMISSÃO PARA SUBSTÂNCIAS PERIGOSAS DA LISTA II DA DIRECTIVA 76/464/CEE

3 Elementos de modelagem para o problema de controle de potência

Programa de Certificação de Medidas de um laboratório

7 Tratamento dos Dados

3 Cálculo Básico de Enlace Via Satélite

6834 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-B N. o de Novembro de 2004

4 Critérios para Avaliação dos Cenários

Módulo I Ondas Planas. Reflexão e Transmissão com incidência normal Reflexão e Transmissão com incidência oblíqua

Introdução às Medidas em Física a Aula

Algarismos Significativos Propagação de Erros ou Desvios

Radiação Térmica Processos, Propriedades e Troca de Radiação entre Superfícies (Parte 2)

Cap. IV Análise estatística de incertezas aleatórias

Laboratório de Mecânica Aplicada I Determinação de Centros de Gravidade

Experiência V (aulas 08 e 09) Curvas características

UNIDADE IV DELINEAMENTO INTEIRAMENTE CASUALIZADO (DIC)

3 Metodologia de Avaliação da Relação entre o Custo Operacional e o Preço do Óleo

EXERCÍCIO: VIA EXPRESSA CONTROLADA

Ângulo de Inclinação (rad) [α min α max ] 1 a Camada [360,0 520,0] 2000 X:[-0,2065 0,2065] Velocidade da Onda P (m/s)

Instruções de segurança VEGAPULS PSWL61. C****H/P/F****

Representação e Descrição de Regiões

METODOLOGIA PARA O CÁLCULO DE VAZÃO DE UMA SEÇÃO TRANSVERSAL A UM CANAL FLUVIAL. Iran Carlos Stalliviere Corrêa RESUMO

Reconhecimento Estatístico de Padrões

Eletroquímica 2017/3. Professores: Renato Camargo Matos Hélio Ferreira dos Santos.

Responda às questões utilizando técnicas adequadas à solução de problemas de grande dimensão.

8 Regime de transição

REGRESSÃO NÃO LINEAR 27/06/2017

É o grau de associação entre duas ou mais variáveis. Pode ser: correlacional ou experimental.

CAPÍTULO 2 DESCRIÇÃO DE DADOS ESTATÍSTICA DESCRITIVA

3 A técnica de computação intensiva Bootstrap

4.1 Modelagem dos Resultados Considerando Sazonalização

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 62, DE 5 DE MAIO DE 2004

UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO. Física Experimental. Prof o José Wilson Vieira

2 - Análise de circuitos em corrente contínua

Instruções de segurança VEGAPULS PSWL61

Associação entre duas variáveis quantitativas

MEDIÇÕES DE VIBRAÇÕES NO CORPO HUMANO ESTIMATIVA DA INCERTEZA

CONTROLADORES FUZZY. Um sistema de controle típico é representado pelo diagrama de blocos abaixo:

Filtros são dispositivos seletivos em freqüência usados para limitar o espectro de um sinal a um determinado intervalo de freqüências.

Roteiro-Relatório da Experiência N o 4 CARACTERÍSTICAS DO TRANSISTOR BIPOLAR

2 Principio do Trabalho Virtual (PTV)

8 - Medidas Descritivas

Prof. Lorí Viali, Dr.

ÍNDICE DE CONSISTÊNCIA TEMPORAL: UM NOVO MÉTODO PARA AVALIAÇÃO DA ESTABILIDADE TEMPORAL DE ARMAZENAMENTO DE ÁGUA NO SOLO

PROGRAMA INTERLABORATORIAL PARA ENSAIOS EM CHAPAS DE PAPELÃO ONDULADO CICLO 2013 PROTOCOLO

2 Metodologia de Medição de Riscos para Projetos

Figura 8.1: Distribuição uniforme de pontos em uma malha uni-dimensional. A notação empregada neste capítulo para avaliação da derivada de uma

RAD1507 Estatística Aplicada à Administração I Prof. Dr. Evandro Marcos Saidel Ribeiro

Capítulo XI. Teste do Qui-quadrado. (χ 2 )

Estatística II Antonio Roque Aula 18. Regressão Linear

Variação ao acaso. É toda variação devida a fatores não controláveis, denominadas erro.

1. ANÁLISE EXPLORATÓRIA E ESTATÍSTICA DESCRITIVA

PROGRAMA INTERLABORATORIAL PARA ENSAIOS EM CHAPAS DE PAPELÃO ONDULADO CICLO 2013 PROTOCOLO

CIRCUITO LINEAR Um circuito linear é aquele que obedece ao princípio da sobreposição:

METODOLOGIA DO ÍNDICE CARBONO EFICIENTE (ICO2)

ROTEIRO PARA PROJETO / AVALIAÇÃO ACÚSTICA

Aerodinâmica I. Verificação de Códigos. Objectivo: verificar que o programa não tem erros

2. Validação e ferramentas estatísticas

Curso de extensão, MMQ IFUSP, fevereiro/2014. Alguns exercício básicos

MODELOS DE REGRESSÃO PARAMÉTRICOS

3 Método Numérico. 3.1 Discretização da Equação Diferencial

SÉRIE DE PROBLEMAS: CIRCUITOS DE ARITMÉTICA BINÁRIA. CIRCUITOS ITERATIVOS.

Diferença entre a classificação do PIB per capita e a classificação do IDH

Cabos para telecomunicações Determinação da impedância característica

Jogos. Jogos. Jogo. Jogo. Óptimo alvo investigação

Guia 11 Escalonamento de Mensagens

Capítulo 24: Potencial Elétrico

EXERCÍCIOS DE RECUPERAÇÃO PARALELA 4º BIMESTRE

Gráficos de Controle para Processos Autocorrelacionados

Sempre que surgir uma dúvida quanto à utilização de um instrumento ou componente, o aluno deverá consultar o professor para esclarecimentos.

SISTEMAS DE ABASTECIMENTO E DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA

CURSO de ESTATÍSTICA Gabarito

Modelagem do Transistor Bipolar

RISCO. Investimento inicial $ $ Taxa de retorno anual Pessimista 13% 7% Mais provável 15% 15% Otimista 17% 23% Faixa 4% 16%

Electromagnetismo e Óptica

Professor: Murillo Nascente Disciplina: Física Plantão

3. Coexistência entre Tecnologias 3.1. Fontes de Interferência Interferências co-canal A interferência co-canal ocorre quando duas ou mais

Prof. Lorí Viali, Dr.

3.2 Modulações não-binárias (MPSK)

Estatística I Licenciatura MAEG 2006/07

Ajuste de um modelo linear aos dados:

Covariância na Propagação de Erros

Física I LEC+LET Guias de Laboratório 2ª Parte

3. Um protão move-se numa órbita circular de raio 14 cm quando se encontra. b) Qual o valor da velocidade linear e da frequência ciclotrónica do

Os modelos de regressão paramétricos vistos anteriormente exigem que se suponha uma distribuição estatística para o tempo de sobrevivência.

Aquisição de Equipamentos Informáticos e de Comunicação

FGE2255 Física Experimental para o Instituto de Química. Segundo Semestre de 2013 Experimento 1. Corrente elétrica

3 Algoritmos propostos

AVALIAÇÃO DAS INCERTEZAS DOS PADRÕES DO LABORATÓRIO DE CALIBRAÇÃO DE GRANDEZAS ELÉTRICAS DA ELETRONORTE S/A

Materiais de Referência Certificados em Metrologia de Gases

ESTATÍSTICA APLICADA II ANO LECTIVO 2011/2012. Exame Final 26 de Julho de 2012

CORRELAÇÃO E REGRESSÃO

Testes não-paramétricos

5 Implementação Procedimento de segmentação

Transcrição:

http://www.anacom.pt/template.jsp?categoryid=6547 Regulamento Procedmentos de montorzação e medção dos níves de ntensdade dos campos electromagnétcos com orgem em estações de radocomuncações

Nota Justfcatva do Projecto de Regulamento relatvo aos procedmentos de montorzação e medção dos níves de ntensdade dos campos electromagnétcos com orgem em estações de radocomuncações. O problema da exposção da população a campos electromagnétcos, provenentes de estações de radocomuncações e em partcular de GSM900/800 começou a ganhar relevo em 000, após a publcação, em 30 de Julho de 999, da Recomendação do Conselho 999/59/CE que estabelece quadros de valores recomendados para as restrções báscas e níves de referênca relatvos à exposção da população a campos electromagnétcos e realça a necessdade de os Estados Membros adoptarem meddas de protecção e de nformação às populações nesta matéra.. O Decreto-Le nº 5-A/000, de 0 de Julho, que consttu o regme regra das radocomuncações, consagrou, no seu artgo º, a obrgação de as entdades competentes (necessaramente da área da saúde, desde logo porque fo a Drecção Geral da Saúde, através da sua partcpação no Grupo Saúde do Conselho, quem acompanhou a elaboração e análse da supra menconada Recomendação) aprovarem tas níves de referênca destnados a avalar a conformdade com as restrções báscas. 3. Não se tendo verfcado a necessára concretzação legslatva ou regulamentar de que o artgo careca, o ICP-ANACOM, por delberação do seu Conselho de Admnstração de 6 de Abrl de 00, adoptou com carácter transtóro os níves de referênca fxados pela Recomendação do Conselho da UE 999/59/CE, de de Julho, que têm sdo aplcados enquanto parâmetro técnco a todas as estações de radocomuncações a nstalar ao abrgo de uma lcença. 4. Posterormente, o Decreto-Le nº /003, de 8 de Janero, veo atrbur competênca aos Mnstros de Estado e da Defesa Naconal, Adjunto do Prmero-Mnstro, da Economa, da Cênca e do Ensno Superor, da Saúde e das Cdades, Ordenamento do Terrtóro e Ambente para fxar, por portara, os níves de referênca para efetos de avalação da exposção a campos electromagnétcos. 5. Nos termos do mesmo dploma (nº do artgo º ) compete ao ICP-ANACOM, estabelecer, em regulamentação própra, os procedmentos de montorzação e medção dos níves de ntensdade dos campos electromagnétcos com orgem em estações de radocomuncações, ouvdos os Mnstéros da Defesa Naconal, da Economa, da Cênca e do Ensno Superor, da Saúde e das Cdades, Ordenamento do terrtóro e Ambente. 6. Assm, em cumprmento daquela norma legal, o ICP-ANACOM elaborou o projecto de regulamento que agora se apresenta baseado na Recomendação ECC (0)04 Medção de radação electromagnétca não onzante (9 khz-300ghz), adoptada pelo Grupo de Trabalho Gestão de Frequêncas (FM) do Comté das Comuncações Electróncas (ECC) da Conferênca Europea das Admnstrações dos Correos e Telecomuncações (CEPT). 3

REGULAMENTO Procedmentos de montorzação e medção dos níves de ntensdade dos campos electromagnétcos com orgem em estações de radocomuncações Compete ao ICP-ANACOM, nos termos do nº do artgo º do Decreto-Le nº /003, de 8 de Janero, estabelecer os procedmentos de montorzação e medção dos níves de ntensdade dos campos electromagnétcos com orgem em estações de radocomuncações. Assm, ao abrgo do dsposto na alínea a) do artgo 9º dos Estatutos do ICP Autordade Naconal das Comuncações (ICP-ANACOM), aprovados pelo Decreto-le nº 309/00, de 7 de Dezembro, e do nº do artgo º do Decreto-Le nº /003, de 8 de Janero, o Conselho de Admnstração do ICP-ANACOM, ouvdos os Mnstéros da Defesa Naconal, da Economa, da Cênca e do Ensno Superor, da Saúde e das Cdades, Ordenamento do Terrtóro e Ambente, aprovou o segunte regulamento: Artgo º. O presente regulamento especfca os procedmentos de medção de radação electromagnétca não onzante (9 khz 300 GHz) no local, com vsta a avalar os campos electromagnétcos, para comparação com os níves de referênca fxados na Portara..., publcada ao abrgo do nº, do artgo º, do Decreto-Le nº /003, de 8 de Janero.. O dsposto no presente regulamento basea-se na Recomendação ECC Medção de radação electromagnétca não onzante (9 khz-300 GHz), adoptada pelo Grupo de Trabalho Gestão de Frequêncas (FM), do Comté das Comuncações Electróncas (ECC) da Conferênca Europea das Admnstrações dos Correos e telecomuncações (CEPT). 3. Os procedmentos a que se refere o nº constam dos Anexos a 6 ao presente dploma, que do mesmo fazem parte ntegrante. Artgo º Para efetos da aplcação e utlzação dos procedmentos a que se refere o presente regulamento, estabelece-se que: a) A nformação geral contda no Anexo consttu a base das medções das radações não onzantes; b) Os métodos de medção de radação não onzantes deverão ser aplcados em conformdade com os Anexos, 3, 4 e 5; c) Tas medções devem ser reportadas em conformdade com o Anexo 6; 4

d) O nível de decsão, defndo no 4.0 do anexo, será 7 db nferor ao nível de referênca, aplcável a cada stuação em análse; e) A duração das medções deverão estar de acordo com o defndo na Portara... publcada ao abrgo do nº do artgo º do Decreto-Le nº /003, de 8 de Janero, menconada nos anexos como documento de referênca. Artgo 3º O presente Regulamento será revsto sempre que tal seja necessáro, de acordo com alterações tecnológcas verfcadas e requstos legas ou regulamentares aplcáves, nomeadamente quando exstr norma nternaconal ou europea relatva aos procedmentos de montorzação e medção dos níves de ntensdade dos campos electromagnétcos com orgem em estações de radocomuncações. 5

ANEXO INFORMAÇÃO GERAL ÂMBITO Este documento descreve o método de medção que deve ser utlzado para avalar a radação electromagnétca face aos níves de referênca de exposção dos seres humanos a campos electromagnétcos (9 khz 300 GHz). O método de medção basea-se em três casos, descrtos no anexo : Caso Perspectva geral Caso Varrmento da faxa de frequêncas Caso 3 Investgação detalhada A presente recomendação basea-se na aplcação dos três métodos atrás ndcados, cujo grau de complexdade e rgor aumenta gradualmente. Apenas a execução do caso 3 pode determnar se os lmtes foram ultrapassados, garantndo, dessa forma, a confança nos resultados. Este método não é aproprado a stuações onde a exposção crítca se encontra fortemente localzada, ex., com telefones móves. Os equpamentos não controlados, como os fornos mcroondas ou os telefones móves, devem ser gnorados no âmbto do processo de medção e, se não for este o caso, o relatóro do ensao deve menconar este facto. REFERÊNCIAS NORMATIVAS IEC Gua para a expressão da ncerteza na medção, Ed., 995 6

3 GRANDEZAS FÍSICAS E UNIDADES Ao longo de todo o presente Regulamento são utlzadas as undades SI: Grandeza Símbolo Undade Símbolo Frequênca f Hertz Hz Comprmento de Onda λ Metro m Intensdade do campo eléctrco E Volt por metro V/m Intensdade do campo magnétco H Ampere por metro A/m Densdade do fluxo magnétco B Tesla T Densdade da potênca ou densdade do fluxo da potênca S Watt por metro quadrado W/m² Impedânca característca Z Ohm Ω Dmensão da antena D Metro m 4 TERMOS E DEFINIÇÕES 4. Intensdade do campo eléctrco A ntensdade do campo eléctrco é uma grandeza vectoral (E) que corresponde à força exercda sobre uma partícula carregada ndependentemente do seu movmento no espaço. É expressa em Volt por metro (V/m). 4. Intensdade do campo magnétco A ntensdade do campo magnétco é uma grandeza vectoral (H) que, juntamente com a densdade do fluxo magnétco, especfca um campo magnétco em qualquer ponto do espaço. É expressa em Ampere por metro (A/m). 4.3 Densdade da potênca (S) ou densdade do fluxo da potênca electromagnétca É a potênca radante que ncde perpendcularmente a uma superfíce, dvdda pela área da superfíce, e é usualmente expressa em Watt por metro quadrado (W/m²), mlwatt por centímetro quadrado (mw/cm²), ou mcrowatt por centímetro quadrado (µw/cm²). S = r v E H 7

Para uma onda plana em campo dstante, a densdade de potênca (S), a ntensdade do campo eléctrco (E) e a ntensdade do campo magnétco (H) encontram-se relaconados pela mpedânca característca do espaço lvre,.e. Z 0 =377 Ohm. Em partcular, E S = ou 377 S = 377 H sendo que o E e o H são expressos em undades de V/m e A/m, respectvamente, e o S em undades de W/m. 4.4 Regão de campo dstante A regão de campo dstante (também apeldada de regão Fraunhofer) é a regão afastada da antena onde a dstrbução angular do campo é ndependente da dstânca a partr desta. Nesta regão, o campo tem uma característca predomnantemente de onda plana,.e., uma dstrbução local, unforme da ntensdade dos campos eléctrco e magnétco em planos que são transversas à drecção de propagação. A frontera desta regão encontra-se à dstânca de R > D /λ, sendo que D é a maor dmensão da antena. 4.5 Regão de campo próxmo A regão de campo próxmo é a regão, localzada perto da antena, onde os campos eléctrcos e magnétcos não possuem uma característca de onda plana, varando consderavelmente de ponto para ponto. O termo regão de campo próxmo não possu uma defnção muto precsa, com sgnfcados dferentes para grandes e pequenas antenas. A regão de campo próxmo é anda subdvdda em regão do campo próxmo radante e em regão do campo próxmo reactvo que se encontra mas perto da antena e que contém a maor parte da energa assocada ao campo gerado por esta. Na eventualdade da dmensão máxma total da antena ser pequena, por comparação com o comprmento de onda, a regão do campo próxmo radante poderá não exstr. Para antenas que possuam uma maor dmensão, a regão do campo próxmo radante é, por vezes, desgnada como a regão de Fresnel por analoga com a termnologa óptca. 4.6 Valor Médo Quadrátco ou valor efcaz Certos efetos eléctrcos são proporconas à raz quadrada da méda do quadrado de uma função peródca (num período). Este valor é conhecdo como o valor efcaz ou valor médo quadrátco, por corresponder à dervada da prmera quadratura da função, determnando o valor médo dos quadrados obtdos e tomando a raz quadrada desse valor médo. É matematcamente defndo como o valor quadrátco dos quadrados dos valores nstantâneos do snal: 8

Valor efcaz = T T 0 [ x() t ] dt Onde x(t) é o snal varável no tempo e T o período do snal. 4.7 Valor de Pco Corresponde ao valor absoluto máxmo da função. 4.8 Valor Médo Matematcamente, o valor médo pode ser defndo como: x = lm T T T 0 x( t) dt O valor médo, por s só, não fornece nformação sufcente para dferencar o fenómeno que poderá ser completamente dferente em termos de varação no tempo, mesmo que tenha o mesmo valor médo. 4.9 Nível de referênca Os níves de referênca dervam das restrções báscas de exposção dos seres humanos a campos electromagnétcos para comparação com os campos electromagnétcos meddos. As medções abaxo do nível de referênca garantem a satsfação do requsto de acordo com o qual as restrções báscas de exposção não serão exceddas. 4.0 Nível de decsão Os níves de decsão são os lmares estabelecdos para, tendo em conta as ncertezas das medções, o equpamento de medção utlzado e as característcas do meo ambente e do espectro, permtr: fazer a ponte entre os dferentes casos (caso para o caso e caso para o caso 3) e decdr se se deve estabelecer uma méda espacal em conformdade com o 6.. 4. Quocente de exposção O quocente de exposção é a razão entre a densdade da potênca electromagnétca máxma medda e o nível de referênca estabelecdo para uma dada frequênca. Um valor maor que sgnfca que os níves de referênca foram exceddos. Para uma dada frequênca podem ser aplcados város 9

quocentes de exposção de acordo com os níves de referênca consderados (ex. campo E e H), pelo que, quocentes dferentes podem ser aplcáves por toda a faxa de frequêncas de nteresse. 4. Quocente de exposção total O quocente de exposção total é a soma de todos os quocentes de exposção ndvduas na faxa de frequênca medda, num únco local. O cálculo deste valor a partr dos quocentes de exposção ndvduas deverá estar defndo em conjunto com os lmtes de exposção. Podem ser aplcáves város quocentes de exposção total (ex. para o E e o H). 5 EXEMPLOS DE EMISSÕES NAS FAIXAS DE FREQUÊNCIAS A PARTIR DE 9 khz ATÉ 300 GHz Gama de frequêncas Símbolos (lmte nferor exclusve, lmte superor nclusve) Servços VLF 9 a 30 khz Aquecmento por ndução LF 30 a 300 khz Aquecmento ndustral por ndução, radodfusão MF 300 a 3000 khz Radodfusão, aquecmento ndustral por ndução HF 3 a 30 MHz Radodfusão, Servço de amador, Forças Armadas VHF 30 a 300 MHz PMR, TV, Forças Armadas, Servço de amador, radodfusão, e aeronáutcos UHF TV, GSM, DCS, DECT, UMTS, Bluetooth, 300 a 3000 MHz estações terrenas, Radares SHF 3 a 30 GHz Radares, estações terrenas, fexes hertzanos EHF 30 a 300 GHz Radares, fexes hertzanos 6 CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE OPERAÇÃO DE MEDIDA 6. Campos Eléctrcos e Magnétcos: Os campos electromagnétcos podem ser subdvddos em duas componentes: o campo eléctrco E [meddo em V/m] e o campo magnétco H [meddo em A/m]. O Campo-E e Campo-H são matematcamente nterdependentes no campo dstante, o que sgnfca que bastará medr um dos componentes. Por exemplo, se o Campo-H é meddo nesta regão, pode ser utlzado para calcular a ampltude do Campo-E e da densdade da potênca S [W/m ]: 0

= H Z 0, S = H Z0 sabendo que Z0 = 377 Ω E Em contraste, o campo-h e o campo-e devem ser meddos separadamente na regão do campo próxmo reactvo. Dado que as medções são tpcamente realzadas em campo dstante, apenas a ntensdade do campo eléctrco é normalmente medda. O campo magnétco pode ser então calculado, utlzando-se a mpedânca característca do espaço lvre (Z 0 =377 Ω). Se ambos os valores do campo eléctrco e do campo magnétco forem mas baxos que o valor de referênca mas restrtvo, a densdade do fluxo da potênca será também mas baxa. O quadro abaxo ndca os campos a medr face às dferentes dstâncas às antenas das estações: Regão do campo próxmo reactvo Regão do campo próxmo radante Regão do campo dstante Lmte lateral da regão, medda a partr da 0 a λ λ a λ+d /λ λ+d /λ a antena E H Não Sm Sm Z = E / H Zo Zo = Zo Componente a ser meddo E & H E ou H E ou H As medções são normalmente realzadas para lá da regão do campo próxmo reactvo, pelo que a medção da componente do campo E (ou campo H) é sufcente nas seguntes stuações: Radodfusão LF a uma dstânca aproxmada de 000 m (λ para 50 khz), podendo ser mas baxa (por exemplo, alguns hectómetros para uma antena de um quarto de comprmento de onda) dependendo do tpo de antena, Radodfusão Sonora a uma dstânca de 3 m (λ para 00 MHz), Radodfusão Televsva a uma dstânca de 6 m (λ para a faxa I),,5m (λ para a faxa III ), e 50 cm (λ para a IV-V), Estação base de GSM a uma dstânca de 30 cm (λ para 935 MHz) e 5 cm (λ para 800 MHz), Estação RADAR com antena parabólca (D=,5 m e f=367 MHz) a uma dstânca de m. Os exemplos atrás descrtos são meramente ndcatvos, devendo na prátca ser levadas em conta a frequênca de emssão e a consttução da antena

6. Ponto(s) de medção: Local de medção: O(s) local(s) onde as medções serão efectuadas deve(m) ser escolhdo(s) de forma a encontrar os níves mas elevados de exposção ao qual uma pessoa pode estar sujeta, consderando as posções de antenas vznhas. Estas localzações podem ser encontradas através do cálculo com base na propagação teórca das antenas vznhas, ou através de uma rápda verfcação utlzando equpamento de medção (ver caso e caso ). Número de ponto(s) de medção: A medção deve ser realzada para um ponto únco,,5 m acma do nível do solo. No caso e 3, se o resultado da medção alcançar o nível de decsão, nesse local, deverá realzar-se uma méda espacal de 3 pontos para corresponder às dmensões do corpo humano. Os outros pontos de medção serão a, e,7 m acma do nível do solo, de acordo com a fgura segunte: Ponto central,7 m,5 m, m O valor da ntensdade do campo a utlzar nos demas cálculos é o valor médo dos três valores, obtdos para cada ponto espacal : E = E méda _ espacal =, 3 3 H méda _ espacal 3 = = H 3

ANEXO APLICABILIDADE DOS MÉTODOS DE MEDIÇÃO DE RADIAÇÕES NÃO-IONIZANTES CASO : PERSPECTIVA GERAL O método da PERSPECTIVA GERAL deve ser aplcado quando apenas se pretende conhecer o nível global da radação não onzante. O método de PERSPECTIVA GERAL apresenta algumas restrções. Este método não é váldo se: a For necessáro conhecer os níves de radações não onzantes por frequênca, b O valor obtdo a partr deste método exceder o nível de referênca mas baxo para a faxa de frequêncas abrangda pelo equpamento, c O valor obtdo através deste método ou a méda espacal conforme o anexo - 6. (quando aplcável) exceder o nível de decsão defndo no anexo - 4.0, Nestas stuações, deve aplcar-se o CASO. CASO : VARRIMENTO DA FAIXA DE FREQUÊNCIAS O método de VARRIMENTO DA FAIXA DE FREQUÊNCIAS deve ser aplcado sempre que for requerdo descrmnar por frequênca os níves de radação não onzante. O método do VARRIMENTO DA FAIXA DE FREQUÊNCIA tem algumas restrções. Este método não é váldo se: a Forem necessáras medções no campo próxmo, b Forem expectáves campos eléctrcos ou magnétcos elevados, c Tverem que ser meddas emssões pulsadas, descontínuas ou de banda larga, d Os valores resultantes excederem o nível de decsão. Nestas stuações, deve aplcar-se o CASO 3. 3

CASO 3: INVESTIGAÇÃO DETALHADA O método da INVESTIGAÇÃO DETALHADA deve ser aplcado sempre que os casos e não forem aplcáves. A INVESTIGAÇÃO DETALHADA deve ser aplcada nos seguntes casos: a Quando são necessáras medções no campo próxmo, b Quando forem expectáves ou necessáras medções do campo eléctrco ou magnétco elevados, c Na medção de servços não clásscos (por exemplo: emssões pulsadas, descontínuas ou de banda larga, ). 4

ANEXO 3 MÉTODO DE MEDIÇÃO APLICÁVEL AO CASO ÂMBITO E REQUISITOS ESPECÍFICOS O método da PERSPECTIVA GERAL deve ser aplcado quando apenas se pretende conhecer o nível global da radação não onzante. O presente método deve ser aplcado em stuações de campo dstante. EQUIPAMENTO DE MEDIÇÃO Devem utlzar-se nestas medções Equpamentos de Medção de Radação RF com Sondas Isotrópcas. O motvo da utlzação deste equpamento deve-se ao facto de apenas se pretender conhecer o valor da radação global numa localzação específca. Estes equpamentos medem o valor efcaz da ntensdade do campo, também conhecdo como o valor médo quadrátco" ou valor efcaz (os equpamentos de medção de radação RF utlzam geralmente detectores de pco, o que fornecerá um resultado artfcalmente alto para snas polarzados elptcamente). 3 PROCEDIMENTO DE MEDIÇÃO A medção deve ser realzada de acordo com os seguntes passos: 3. Escolha da(s) sonda(s) mas apropradas para a faxa de frequêncas a analsar: Devem ser selecconadas sondas para abranger todas as frequêncas das emssões em análse. Em certos casos, são necessáras duas ou mas sondas para examnar toda a faxa. Neste caso, o resultado fnal será calculado através da utlzação dos valores obtdos por cada uma das sondas (processados como se tvessem sdo obtdos ndvdualmente) através da utlzação da segunte fórmula: n E = E = ou H = n H = em que n é o número de sondas que cobrem a faxa de frequênca em análse e E ou H são os valores obtdos ndvdualmente por cada sonda. O valor obtdo poderá ser sobreavalado, dado que, por vezes, as faxas de frequêncas examnadas por cada uma das sondas sobrepõem-se umas às outras e a fórmula não corrge esta stuação. 3. Medção: A escolha do(s) local(s) de medção (localzação e número de pontos) deverá ser feta em conformdade com as consderações geras (anexo - 6.). 5

A duração da medção deverá estar de acordo com os tempos de exposção determnados no documento de referênca adoptado. As sondas de medção de radação RF devem ser nstaladas em trpés não condutores, de forma a não perturbar o campo electromagnétco, e rão obter o valor efcaz, ou o valor médo quadrátco do E (ou H). Durante as medções o operador deve afastar-se da sonda. 4 PÓS-PROCESSAMENTO 4. Tendo em conta o valor obtdo: O resultado será gnorado se estver abaxo do nível de sensbldade da sonda, Em conformdade com as nstruções do fabrcante da sonda, poderá ser aplcado um factor de correcção específco. 4. Cálculo do Campo Eléctrco (E) / Campo Magnétco (H) / Densdade da Potênca (S) Em condções de campo dstante, as grandezas não meddas poderão ser calculadas recorrendo às seguntes fórmulas: E Z S = EH ou S = ou S = em que o E e o H são expressos em undades de V/m e A/m, respectvamente, e o S em undades de W/m. 0 H Z 0 4.3 Exposção a campos de frequênca únca/frequêncas múltplas A exposção a um campo de frequênca únca sera a stuação deal. No entanto, na prátca, pode assumr-se uma stuação de campo de frequênca únca, quando exsta uma predomnante. Consderando a exstênca de campos de frequêncas múltplas, prova-se matematcamente que se o valor dado pelo equpamento de medção RF não exceder o valor de referênca mas rgoroso da faxa de frequêncas abrangda pelas sondas, as contrbuções ndvduas estarão também abaxo daquele valor, vsto que: E n sum = E = Em que E sum é o valor exbdo pelo equpamento de medção RF (sonda) e n o número de frequêncas consderadas. 6

Se o nível de exposção dado pelo equpamento exceder qualquer dos níves de decsão (ou lmtes) dentro da faxa de frequêncas em análse, deve aplcar-se o método do Caso. 5 INCERTEZA ESTIMADA A ncerteza da medção deve ser avalada tendo em conta, pelo menos, as fontes de ncerteza ndcadas no quadro abaxo. A ncerteza normalzada u (x) e o coefcente de sensbldade c devem ser avalados para o x estmado de cada quantdade. A ncerteza normalzada combnada u c (y) do y estmado da mensuranda é calculada como a raz quadrada da soma dos quadrados: u ( y) = c n = ( c * u ( x ) ) A ncerteza expandda da medção u e é calculada como: e deve constar no relatóro de medção. ue =, 96 u c [ ] Fontes de Incerteza Incerteza de x Valor Pr Dst ; k u(x ) c % (c u (x) ) % Isotropa Lneardade Rectangular; 3 Rectangular; 3 Unformdade da resposta em frequênca normal; k= Influênca da temperatura na resposta das sondas Rectangular; 3.......... Incerteza combnada normalzada u ( y) = c n = ( c * u ( x ) ) Incerteza expandda (ntervalo de confança de 95%) u =,96 e u c [] Um factor de,96 permte a obtenção de um ntervalo de confança de 95% para a dstrbução quase normal típca da maora dos resultados das medções 7

Na maora dos casos, os valores acma são dados para um ntervalo de confança de 95%. Os valores típcos para equpamentos de medção de radação RF com sondas sotrópcas são os seguntes: Fontes de ncerteza Incerteza expandda (ntervalo de confança de 95%) Incerteza normalzada (ntervalo de confança de 66%) Isotropa,5 db 0,79 db Lneardade,0 db 0,5 db Unformdade da resposta em frequênca,0 db 0,5 db 6 RELATÓRIO DA MEDIÇÃO Os dados da medção devem ser apresentados em forma de quadro (a forma gráfca é opconal) para cada local meddo, face aos níves recomendados. O relatóro com os resultados das medções deve segur a estrutura defnda no anexo 6. No caso, deve ter-se em consderação as seguntes partculardades: Componente meddo E (ou H) SONDA VALOR Factor de RESULTADO UNIDADE HORA DE HORA DO DATA (tpo e correcção FINAL ÍNICIO FIM referênca) utlzado V/m hh:mm:ss hh:mm:ss dd-mm-aaaa A/m Componente(s) calculado(s) O H (ou E) e o S podem ser calculados consderando as observações no 4.. Aplcação do documento de referênca adoptado Os resultados das medções e cálculos efectuados têm que ser comparados com o nível de referênca mas restrtvo aplcável ao caso em análse, que conste da legslação em vgor. Se os 8

valores meddos e/ou calculados são mas altos que esse nível de decsão (ou lmte), deve aplcar-se o método do CASO. 9

ANEXO 4 MÉTODO DE MEDIÇÃO APLICÁVEL AO CASO ÂMBITO E REQUISITOS ESPECÍFICOS O método de VARRIMENTO DA FAIXA DE FREQUÊNCIA deve ser aplcado sempre que for requerdo descrmnar por frequênca os níves de radação não onzante ou quando o CASO não é aproprado. Este método é aplcável em condções de campo dstante. EQUIPAMENTO DE MEDIÇÃO Este tpo de análse é optmzado com a utlzação de um receptor portátl (almentado com bateras) ou analsador de espectro (AE). O receptor ou analsador de espectro deverá ser passível de controlo por software. O controlo através de software é essencal devdo à elevada quantdade de dados a processar durante a análse (frequêncas e níves), garantndo também a consstênca dos resultados quando se utlzam város conjuntos de equpamento de análse operados por técncos dferentes. Este software deve também permtr a programação de factores de antena e de perdas por nserção do cabo. Tal permtrá ao sstema de análse utlzar antenas e cabos dstntos, de acordo com as faxas específcas em avalação. Desta forma, a probabldade de erro será mnmzada. Os receptores ou analsadores de espectro poderão ter de operar, ocasonalmente, em ambentes de RF hosts, pelo que deverão estar preparados para o efeto. Estes equpamentos deverão ter uma boa gama dnâmca e um bom desempenho no que dz respeto à nter-modulação, de forma a obter resultados fáves. As antenas e os cabos utlzados deverão estar metrologcamente caracterzados. As antenas (cuja robustez deverá ser assegurada), serão preferencalmente as seguntes: Antena de quadro para HF, Antena dpolo de faxa larga ou antena (encapsulada) logarítmca peródca, Antena bcónca, Antena drecconal quando exste uma contrbução preponderante (face a outras desprezáves), Antena de 3 exos. Para frequêncas baxas, atendendo ao comprmento de onda, as antenas utlzadas são electrcamente pequenas. Com a utlzação de antenas eléctrcas passvas, a dstânca mínma entre a antena e qualquer obstáculo (ex. parede ou solo) deve ser de pelo menos λ. Nas medções realzadas abaxo de 600 MHz, a uma altura de 50 cm do solo, devem utlzar-se antenas (de banda larga) electrcamente pequenas (magnétcas ou eléctrcas), exclundo-se a utlzação de dpolos (de 0

mea-onda). As antenas devem ser nstaladas em trpés não condutores, de forma a não perturbar o campo electromagnétco. Durante as medções o operador deve afastar-se da antena. 3 PRÉ-PROCESSAMENTO Verfcações do equpamento Todo o equpamento de medção deve ser calbrado (em conformdade com as recomendações do fabrcante ou com os procedmentos de gestão da qualdade do organsmo competente) por padrões rastreados. Os cabos RF, os guas de onda e os conectores deverão ser marcados ndvdualmente e verfcados antes da sua utlzação, de forma a detectar qualquer dano mecânco. Deverão ser também controlados regularmente quanto às suas característcas eléctrcas (perdas de retorno e de nserção). Quasquer alterações nos parâmetros da antena ou do cabo deverão ser reprogramados no receptor de medção. Deve ser realzada uma confrmação para verfcar que o cabo e os parâmetros da antena correctos se encontram nserdos e actvados no receptor. É da responsabldade da equpa técnca confrmar que os factores de calbração se encontram actualzados antes de cada medção. Devem ser evdencados regstos desta verfcação/actualzação. 4 PROCEDIMENTO DE MEDIÇÃO A medção deve ser realzada de acordo com os seguntes passos:. Local de medção: A escolha do(s) local(s) de medção (localzação e número de pontos) deverá ser feta em conformdade com as consderações geras (anexo - 6.).. Faxa de frequêncas: O presente método é aplcável a frequêncas entre os 9 khz e os 3 GHz. Dentro desta gama de frequêncas, esta metodologa de medção fornece resultados fáves. Para emssões em frequêncas acma de 3 GHz (ex., radares, fexes hertzanos), deve ser aplcado o Caso ou as recomendações do Caso 3 (e especalmente anexo 5-4). 3. Parametrzação do receptor ou analsador de espectro. Fltros, ncrementos de frequênca e tempos A largura de banda dos fltros utlzados na medção (BW) consttu um compromsso para as váras fontes de RF no espectro radoeléctrco. Por todo o espectro, exste uma mstura de fontes de faxa larga/estreta, analógca/dgtal e contínuas/descontínuas. Para além dsso, mesmo havendo mutas faxas de servço únco, exstem também algumas faxas partlhadas nas quas exstem servços com característcas de snal muto dferentes.

Para os receptores, recomenda-se um tempo de aqusção de 0, segundos no mínmo e a utlzação dos seguntes parâmetros em função da faxa de frequênca em análse: 9 khz 30 MHz => BW = 9 ou 0 khz ncrementos de 0 khz 30 MHz 3 GHz => BW = 00 khz ncrementos de 00 khz Para analsadores de espectro, recomenda-se a utlzação dos seguntes parâmetros em função da faxa de frequênca em análse: 9 khz 30 MHz BW = 0 khz tempo de varrmento 50 ms 00 ms 30 MHz 300 MHz BW = 00 khz tempo de varrmento 00 ms 300 MHz 3 GHz BW = 00 khz tempo de varrmento 700 ms s Lmar de medção : É estabelecdo um nível 40 db abaxo do nível de referênca, a partr do qual são consderadas as emssões. Se não exstrem emssões que excedam o lmar de medção dentro da faxa de frequêncas, reportam-se as duas emssões mas sgnfcatvas. Polarzação da Antena : Devem ser realzadas medções com a antena de medção nos planos vertcal e horzontal. Modo : Devem utlzar-se métodos de obtenção de valores máxmos ( max-hold ) bem como o detector de pco ( peak mode detector ). 5 PÓS-PROCESSAMENTO Cálculo do Campo Magnétco (H) / Densdade da Potênca (S) Em condções de campo dstante, as grandezas não meddas poderão ser calculadas recorrendo às seguntes fórmulas: E Z S = EH ou S = ou S = em que E e H são expressos em undades de V/m e A/m, respectvamente, e S em undades de W/m². 0 H Z 0

6 INCERTEZA ESTIMADA A ncerteza da medção deve ser avalada tendo em conta, pelo menos, as fontes de ncerteza ndcadas no quadro abaxo. A ncerteza normalzada u (x) e o coefcente de sensbldade c devem ser avalados para o x estmado de cada quantdade. A ncerteza normalzada combnada u c (y) do y estmado da mensuranda é calculada como a raz quadrada da soma dos quadrados: u ( y) = c n = ( c * u ( x ) ) A ncerteza expandda da medção u e é calculada como: e deve constar no relatóro de medção. ue =, 96 u c [ ] Fontes de Incerteza Incerteza de x Valor Pr Dst ; k % u(x ) c (c u (x) ) % Aparelho de medção (receptor, analsador de espectro) nclundo a perda no cabo normal; k= Factor da antena normal; k=.......... Incerteza normalzada combnada u ( y) = c n = ( c * u ( x ) ) Incerteza expandda (ntervalo de confança de 95%) u =,96 e u c Na maor parte dos casos, os valores acma são obtdos para um ntervalo de confança de 95%. Os valores típcos para um analsador de espectro assocado a uma antena calbrada são os seguntes: [] Um factor de,96 permte a obtenção de um ntervalo de confança de 95% para a dstrbução quase normal típca da maora dos resultados das medções 3

Fontes de ncerteza Incerteza expandda (ntervalo de confança de 95%) Incerteza normalzada (ntervalo de confança de 66%) Factor da antena,0db 0,5dB Cabo 0,dB 0,dB Receptor,0dB,07dB 7 RELATÓRIO Os dados da medção devem ser apresentados em forma de quadro (a forma gráfca é opconal) para cada local meddo, face aos níves recomendados. O relatóro com os resultados das medções deve segur a estrutura defnda no anexo 6. No caso, deve ter-se em consderação as seguntes partculardades: Componente E medda O quadro abaxo é utlzado para reportar as emssões sgnfcatvas. Frequênca Valor recomendado Resultados Undade Equpamento Componente(s) calculada(s) O H ou o S podem ser calculados consderando as observações no 5. Aplcação do documento de referênca adoptado Os resultados das medções e cálculos efectuados devem ser utlzados para verfcar a conformdade da exposção RF com a legslação em vgor. Esta verfcação é realzada através dos dos seguntes passos: O E, H e S devem ser comparados com os níves de referênca, O E, H e S são utlzados para calcular os eventuas quocentes de exposção total. Podem encontrar-se abaxo alguns exemplos de cálculos dos quocentes de exposção total Quocente de exposção total, com base na densdade do fluxo da potênca: 4

N = S meddo meddo meddo meddo meddo S S S S S 3 N = + + +... + recomendado recomendado recomendado recomendado recomendado S S S3 S < N Quocente de exposção total, com referênca aos efetos de estmulação eléctrca (a=87v/m, b=5a/m; E l e H l são os lmtes dependentes da frequênca) : MHz = Hz 0MHz E El + +, > MHz E a 50kHz j= Hz 0MHz H Hl, j j> 50kHz Hj b (Fonte : Recomendação Europea de de Julho de 999; (999/59/CE)) Quocente de exposção total, com referênca às crcunstâncas dos efetos térmcos (c=87/f / V/m, d=0.73/f A/m ; E l e H l são os lmtes dependentes da frequênca): MHz = 00kHz 300GHz 50kHz E E ( ) + ( ) ( ) + c El, d > MHz j= 00kHz 300GHz H j> 50kHz H ( ) Hl, (Fonte : Recomendação Europea de de Julho de 999; (999/59/CE)) Tomando em consderação os valores meddos e calculados e as suas ncertezas, o método do CASO 3 deve ser aplcado no caso dos resultados atngrem ou excederem o nível de decsão (ou os lmtes). 5

ANEXO 5 MÉTODO DE MEDIÇÃO APLICÁVEL AO CASO 3 ÂMBITO E REQUISITOS ESPECÍFICOS O método da INVESTIGAÇÃO DETALHADA deve ser aplcado sempre que os casos e não forem aplcáves, e especalmente: Sempre que são necessáras medções no campo próxmo, Sempre que forem expectáves ou necessáras medções de campos Eléctrcos ou Magnétcos elevados, Para a medção de servços não clásscos (por exemplo, emssões pulsadas, descontínuas ou de banda larga). EQUIPAMENTO DE MEDIÇÃO Os equpamentos utlzados são os mesmos dos casos e. Adconalmente, deve notar-se que, para uma stuação de campo próxmo, são necessáras medções eléctrcas e magnétcas (utlzação de sensores E e H). Além dsso, para alguns tpos de snas, especalmente pulsados ou UWB 3, recomenda-se vvamente a utlzação de um receptor/analsador no domíno do tempo, para a pré-análse dos snas (por exemplo, detecção e caracterzação de trens de mpulsos - bursts ), garantndo que os parâmetros de medção são os adequados. 3 PRÉ-PROCESSAMENTO A operação de pré-processamento é dêntca ao caso. Adconalmente, pode ser útl solctar aos operadores mas detalhes relatvos à estação (número de emssores, modo de operação temporal e sstema/dagrama de radação da antena). 4 PROCEDIMENTO DE MEDIÇÃO A medção deve ser realzada de acordo com os seguntes passos:. Local de medção A escolha do(s) local(s) de medção (localzação e número de pontos) deverá ser feta em conformdade com as condções geras (anexo - 6.). As antenas devem 3 Banda Ultra Larga UWB: Ultra Wde Band 6

ser nstaladas em trpés não condutores, de forma a não perturbar o campo electromagnétco. Durante as medções o operador deve afastar-se da antena.. Faxa de frequêncas O presente método é aplcável a frequêncas entre os 9 khz e os 3 GHz. Se exstrem emssões em frequêncas acma dos 3 GHz num local de medção (por exemplo: radares, fexes hertzanos), estas têm que ser meddas de acordo com as notas abaxo ( 4 Confgurações específcas). 3. Parametrzação dos equpamentos de medção Deve ser dêntca ao caso, excepto para as emssões que atnjam os níves de referênca adoptados, bem como as pulsadas, descontínuas e de banda larga. Para estes tpos de emssões, deve ter-se em consderação o 4 - Confgurações específcas. 4. Confgurações específcas 4. Medção do campo electromagnétco próxmo reactvo Em contraste com as regões de campo próxmo e campo dstante radantes, na regão de campo próxmo reactvo o campo-h e o campo-e são meddos ndvdualmente, com a utlzação de sensores dstntos. A componente eléctrca (E) do campo pode ser faclmente medda com a utlzação de antenas adequadas, ex. dpolos, bcóncas, logarítmcas peródcas, etc., e a componente magnétca (H) com antena de quadro (vsto que, a corrente nduzda na antena é proporconal à ntensdade do campo magnétco que a atravessa). 4. Medção do campo eléctrco ou magnétco ntensos Face ao ambente electromagnétco exstente deve garantr-se a mundade do equpamento, especalmente no caso de receptores ou de analsadores de espectro. Se necessáro, deve utlzar-se sondas, vsto estarem dmensonadas para a medção de snas ntensos. No caso de ser mprescndível o uso de receptores ou analsadores de espectro, deve-se: Utlzar antenas passvas e equpamento protegdo, Eventualmente, reduzr a potênca de um ou de város emssores, regstando o(s) factor(es) de redução. 7

Para estes tpos de equpamento, o procedmento de medção deve ser realzado de acordo com os seguntes passos : Selecção da frequênca central de cada emssão, com uma resolução gual ou superor à sua largura de banda, Selecção de modo médo ( average mode ) durante o tempo adequado constante no documento de referênca adoptado, Selecção do detector valor efcaz ( rms ), Sempre que se utlze um únco dpolo ou antena de quadro, devem ser efectuadas 3 medções em 3 drecções ortogonas, para obtenção das dferentes componentes do campo. O campo total será dado pela segunte fórmula: E = Ex + Ey + Ez, H = Hx + Hy + Hz Precauções para os operadores que efectuam as medções: Quando se tver que medr campos electromagnétcos ntensos, é necessáro adoptar precauções contra a exposção dos operadores. Recomenda-se a utlzação de alarmes de exposção ou a estmatva da ntensdade de campo, tendo que ser garantdos métodos de trabalho seguros. 4.3 Snas acma de 3 GHz Nestas faxas de frequêncas, exstem apenas algumas antenas omndrecconas dsponíves. Dessa forma, utlzam-se antenas drectvas (corneta, dsco, lente, logarítmcas peródcas ). O procedmento de medção deve ser realzado de acordo com os seguntes passos: Selecção da frequênca central de cada emssão, com uma resolução gual ou superor à sua largura de banda, Selecção de modo médo ( average mode ) durante o tempo adequado constante no documento de referênca adoptado, Selecção do detector valor efcaz ( rms ) Utlzação da antena numa posção de máxmo snal (polarzação e orentação apropradas). Nesse procedmento de medção, as reflexões são neglgencáves. 4.4 Medções de Emssões Pulsadas / Radar Para este tpo de snas, a energa é transportada em trens de mpulsos de curta duração short bursts. A duração do mpulso é normalmente curta, se comparada com o ntervalo entre mpulsos. Exste uma grande dversdade de radares, em 8

partcular nas aplcações aeronáutcas, mas também noutros campos, como por exemplo, nas actvdades de montorzação e controlo. Estas aplcações apresentam característcas muto varadas, sendo as suas emssões tpcamente em frequêncas entre 00 MHz e 95 GHz, com potêncas de pco entre W e 50 MW. Os valores a verfcar (para o campo eléctrco e magnétco) são o valor de pco e o valor efcaz ( rms ) do campo pulsado. Para a verfcação do valor de pco, o procedmento de medção deve ser realzado de acordo com os seguntes passos: Selecção de um fltro, centrado na frequênca de emssão, de banda sufcentemente larga, face às característcas do snal a medr, nomeadamente, a largura do mpulso (no caso de um mpulso não modulado, um fltro com uma largura de 4/τ, sendo τ a duração do mpulso, garante a obtenção de 99 % da potênca do snal), Selecção do modo valor máxmo ( max-hold ) para uma ou váras rotações do radar (até à establzação do snal), Selecção do modo detecção de pco postvo ( postve peak detecton mode ), Selecção de um span = 0. A potênca de pco não deve exceder o nível de referênca por um factor de: 000 se se tratar da densdade de potênca, 3 se se tratar da ntensdade do campo. Os valores acma têm de estar em concordânca com o documento de referênca adoptado, e não se relaconam drectamente com as característcas dos mpulsos do radar. Para a verfcação do valor efcaz ( rms ) da densdade do fluxo de potênca, é necessáro: Conhecer as característcas temporas do snal, para determnar o valor médo, conhecendo o valor de pco, Ou efectuar a méda do snal nstantâneo no modo efcaz ( rms ). O valor efcaz não deve exceder o nível de referênca. Mutas antenas de radar têm uma abertura pequena com agldade drecconal, obtda por meos mecâncos ou electróncos. Em geral, nestes casos, não é útl a verfcação do valor médo. No entanto, pode colocar-se a questão da decomposção desta agldade ou efeto cumulatvo com outras emssões. 9

4.5 Snas descontínuos Para este tpo de snas, devem consderar-se casos dferentes: Quando os parâmetros técncos do snal são conhecdos ( duty cycle, modulação, ), o procedmento de medção deve ser realzado de acordo com os seguntes passos: Selecção da frequênca central de cada emssão, com uma resolução gual ou superor à sua largura de banda, Selecção do modo de valor máxmo ( max-hold ), Selecção do detector de pco ( peak detector ). O valor efcaz ( rms ) é então verfcado por cálculo. Sempre que se utlzar um únco dpolo ou antena de quadro, devem ser efectuadas 3 medções em 3 drecções ortogonas, para obtenção das dferentes componentes do campo. O campo total será dado pela segunte fórmula: E = Ex + Ey + Ez, H = Hx + Hy + Hz Quando os parâmetros técncos do snal são desconhecdos, o procedmento de medção deve ser realzado de acordo com os seguntes passos: Selecção da frequênca central de cada emssão, com uma resolução gual ou superor à sua largura de banda, Selecção de modo médo ( average mode ) durante o tempo adequado constante no documento de referênca adoptado (por exemplo, 6 mnutos na 999/59/CE da UE), Selecção do detector rms, Sempre que se utlzar um únco dpolo ou antena de quadro, devem ser efectuadas 3 medções em 3 drecções ortogonas, para obtenção das dferentes componentes do campo. O campo total será dado pela segunte fórmula: E = Ex + Ey + Ez, H = Hx + Hy + Hz A estação deve ser actvada durante o tempo estrtamente necessáro à realzação da medção, de forma a evtar um tempo longo de exposção. 4.6 Sstemas celulares ou de recursos partlhados (GSM, TETRA, ) Estes sstemas mplcam um canal permanente de controlo e canas de tráfego adconas. Neste contexto, uma estação de base deve ser encarada como n emssores, sendo: 30

emssor (por exemplo, no GSM 900/800, o canal BCCH) com um nível de potênca permanente P Canal_controlo, (n-) emssores com um nível de potênca máxma gual a P Canal_controlo (em que n é o número total de emssores da estação base). De forma a possbltar a consderação de um máxmo de tráfego, o procedmento de medção deve ser realzado de acordo com os seguntes passos: Identfcação do canal permanente de controlo, o que pode ser efectuado com utlzação de um analsador de espectro (o canal permanente de controlo é dentfcado pela sua permanênca e o seu nível estável), Selecção da frequênca central do canal permanente de controlo, com uma resolução gual ou superor à sua largura de banda, Selecção do modo de valor máxmo ( max-hold ), Selecção do detector de pco ( peak detector ), Sempre que se utlzar um únco dpolo ou antena de quadro, devem ser efectuadas 3 medções em 3 drecções ortogonas, para obtenção das dferentes componentes do campo. O campo total será dado pela segunte fórmula: E = Ex + Ey + Ez, Canal_controlo H = Hx + Hy + Canal_controlo Hz E Canal_controlo / H Canal_controlo fo então encontrado Investgação do número de emssores da estação base (canas de tráfego e canal de controlo), com utlzação de um analsador de espectro, de forma a evdencar o número de canas (excepto em alguns casos em que são utlzados saltos em frequênca frequency hopng ). Para a extrapolação da stuação de máxmo de tráfego, utlza-se a segunte fórmula: E E Canal n max = _ controlo Emssores Se os canas de transmssão que pertencem à mesma célula utlzam dferentes níves de potênca, utlza-se a segunte fórmula: P total é a máxma potênca possível E max = E Canal _ controlo P P total Canal _ controlo 3

4.7 Emssões de banda larga analógcas / dgtas (TV, T-DAB, DVB-T, ) Neste tpo de emssões, a obtenção de uma resolução gual à largura de banda das emssões pode ser dfícl. O procedmento de medção deve ser realzado de acordo com os seguntes passos: Selecção de um fltro mas estreto e realzação de um cálculo cumulatvo, tomando em consderação a forma do fltro. Este tpo de processo é conhecdo como o modo da Potênca do Canal, A duração da medção deve ser a ndcada no documento de referênca adoptado, Sempre que se utlzar um únco dpolo ou antena de quadro, devem ser efectuadas 3 medções em 3 drecções ortogonas, para obtenção das dferentes componentes do campo. O campo total será dado pela segunte fórmula: E = Ex + Ey + Ez, H = Hx + Hy + Hz 5 INCERTEZA ESTIMADA A ncerteza da medção deve ser avalada tendo em conta, pelo menos, as fontes de ncerteza ndcadas no quadro abaxo. A ncerteza normalzada u(x ) e o coefcente de sensbldade c devem ser avalados para o x estmado de cada quantdade. A ncerteza normalzada combnada u c (y) do y estmado da mensuranda é calculada como a raz quadrada da soma dos quadrados: u ( y) = c n = ( c * u ( x ) ) A ncerteza expandda da medção u e é calculada como: e deve constar no relatóro de medção. ue =, 96 u c [4 ] Para equpamentos de medção de radação RF com sondas sotrópcas: [4] Um factor de,96 permte a obtenção de um ntervalo de confança de 95% para a dstrbução quase normal típca da maora dos resultados das medções 3

Fontes de Incerteza Isotropa Lneardade Incerteza de x Valor Pr Dst ; k % rectangular; 3 rectangular; 3 u(x ) c (c u (x) ) % Unformdade da resposta em frequênca normal; k= Temperatura rectangular; 3.......... Incerteza combnada normalzada u ( y) = c n = ( c * u ( x ) ) Incerteza expandda (ntervalo de confança de 95%) u =,96 e u c Para um receptor ou analsador de espectro (assocado a antena calbrada) : Fontes de Incerteza Incerteza de x Valor Pr Dst ; k % u(x ) c (c u (x) ) % Aparelho de medção (receptor, analsador de espectro), nclundo a perda no cabo normal; k= Factor da antena normal; k=.......... Incerteza combnada normalzada u ( y) = c n = ( c * u ( x ) ) Incerteza expandda (ntervalo de confança de 95%) u =,96 e u c 33

6 RELATÓRIO Os dados da medção devem ser apresentados em forma de quadro (a forma gráfca é opconal) para cada local meddo, face aos níves recomendados. O relatóro com os resultados das medções deve segur a estrutura defnda no anexo 6. No caso 3, deve ter-se em consderação as seguntes partculardades: Componente meddo E (ou H) Frequênca Valor recomendado Resultados Undade Equpamento Aplcação do documento de referênca adoptado Os resultados das medções e cálculos efectuados devem ser utlzados para verfcar a conformdade da exposção RF com a legslação em vgor. Esta verfcação é realzada através dos dos seguntes passos: O E, H e S devem ser comparados com os níves de referênca, O E, H e S são utlzados para calcular os eventuas quocentes de exposção total (ver caso para exemplos). 34

ANEXO 6 RELATÓRIO Os elementos prncpas da estrutura do relatóro são os seguntes: OBJECTIVOS E CONDICIONANTES Os objectvos e os procedmentos de actuação devem ser descrtos (local da medção, escolha dos pontos de medção). DESCRIÇÃO DO LOCAL DE MEDIÇÃO Deve ser fornecda a segunte nformação: Data, hora de níco e fm, Coordenadas geográfcas (com base no WGS84: Lattude Longtude), Endereço, Fotografas que lustrem a stuação, Descrção e característcas partculares do local de medção (No caso da operação ser realzada numa área complexa - por exemplo, área urbana - deve ser descrto o local exacto), Lstagem dos emssores dentfcados, Temperatura em C. 3 DESCRIÇÃO DOS EQUIPAMENTOS Do relatóro devem constar os equpamentos utlzados e as suas característcas relevantes. São descrtos abaxo alguns exemplos de categoras de equpamento: Para uma antena: Antena n... Fabrcante Tpo Faxa de frequêncas Ganho (Fmn e Fmax Ganho no exo) Incerteza do factor de antena Data de verfcação/actualzação Para um Analsador de Espectro ou Receptor: Equpamento n Fabrcante Tpo Incerteza da medção Faxa de frequêncas Data de verfcação/actualzação 35

Para uma sonda Equpamento n Faxa de frequêncas Incerteza da medção Gama dnâmca Data de verfcação/actualzação 4 INCERTEZA De forma a estar completa, cada medção deve ser acompanhada pela estmatva da ncerteza assocada, que deve estar em conformdade com as especfcações apresentadas no caso, caso e caso 3. No entanto, devdo à natureza do local de medção, não é prátco nclur todas as ncertezas assocadas à localzação da medção. 5 REGISTO DOS RESULTADOS O regsto dos resultados deve encontrar-se em conformdade com as especfcações apresentadas no caso, caso e caso 3. 6 LIMITES APLICADOS E FÓRMULAS PARA OS QUOCIENTES DE EXPOSIÇÃO TOTAL O valor dos lmtes na faxa das frequêncas observadas e a forma de obtenção dos quocentes de exposção total devem ser descrtos. Alternatvamente, pode desgnar-se o método. 7 CONCLUSÃO Deve ser ndcada a conclusão sobre a conformdade com o documento de referênca adoptado. 36