Prof. Lorí Viali, Dr.
|
|
|
- Lavínia Amado Belmonte
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Prof. Lorí Val, Dr. 1
2 É o grau de assocação entre duas ou mas varáves. Pode ser: correlaconal ou expermental.
3 Numa relação expermental os valores de uma das varáves são controlados. No relaconamento correlaconal, por outro lado, não se tem nenhum controle sobre as varáves sendo estudadas. 3
4 4
5 Um engenhero químco está nvestgando o efeto da temperatura de operação do processo no rendmento do produto. O estudo resultou nos dados da tabela segunte: 5
6 Temperatura, C 0 (X) Rendmento (Y)
7 O prmero passo para determnar se exste relaconamento entre as duas varáves é obter o dagrama de dspersão (scatter dagram). 7
8 Rendmento (Y) 50 5 Temperatura (X)
9 O dagrama de dspersão fornece uma déa do tpo de relaconamento entre as duas varáves. Neste caso, percebe-se que exste um relaconamento lnear. 9
10 Quando o relaconamento entre duas varáves quanttatvas for do tpo lnear, ele pode ser meddo através do: 10
11 11
12 Observado um relaconamento lnear entre as duas varáves é possível determnar a ntensdade deste relaconamento. O coefcente que mede este relaconamento é denomnado de Coefcente de Correlação (lnear). 1
13 Quando se está trabalhando com amostras o coefcente de correlação é ndcado pela letra r e é uma estmatva do coefcente de correlação populaconal que é representado por ρ (rho). 13
14 14
15 Para determnar o coefcente de correlação (grau de relaconamento lnear entre duas varáves) vamos determnar ncalmente a varação conjunta entre elas, sto é, a covarânca. 15
16 A covarânca entre duas varáves X e Y, é representada por Cov(X Cov(X; Y) e calculada por: Cov( X,Y ) ( X X )( Y n 1 Y ) 16
17 17 Mas nxy Y X nxy nxy nxy Y X XY X Y Y X Y X XY Y X X Y Y X ] XY Y X X Y Y X [ ) Y Y )( X X (
18 Então: Cov( X,Y ) ( X X )( Y n 1 Y ) X Y n nxy 1 18
19 A covarânca podera ser utlzada para medr o grau e o snal do relaconamento entre as duas varáves, mas ela é dfícl de nterpretar por varar de - a +. Assm vamos utlzar o coefcente de correlação lnear de Pearson. 19
20 O coefcente de correlação lnear (de Pearson) é defndo por: r Cov( X,Y S X S Y ) 0
21 Onde: Cov( X,Y ) X Y n nxy 1 S X X n X n 1 S Y Y ny n 1 1
22 Esta expressão não é muto prátca para calcular manualmente o coefcente de correlação. Pode-se obter uma expressão mas convenente para o cálculo manual e o cálculo de outras meddas necessáras mas tarde.
23 Tem-se: Cov( X,Y ) r S X SY X Y nxy n 1 X n X Y ny n 1 n 1 X Y nxy ( X )( ) n X ny Y 3
24 F a z e n d o S Fazendo: S S XY XX YY X Y X n X Y ny S XY Tem se : r S XX YY.S nxy 4
25 A vantagem do coefcente de correlação (de Pearson) é ser admensonal e varar de 1 a + 1, que o torna de fácl nterpretação. 5
26 Assm se r -1, temos uma relaconamento lnear negatvo perfeto, sto é, os pontos estão todos alnhados e quando X aumenta Y decresce e vce-versa. 6
27 50 40 r
28 Se r +1, temos uma relaconamento lnear postvo perfeto, sto é, os pontos estão todos alnhados e quando X aumenta Y também aumenta. 8
29 50 40 r
30 Assm se r 0, temos uma ausênca de relaconamento lnear, sto é, os pontos não mostram alnhamento. 30
31 50 40 r
32 Assm se 1 < r < 0, temos uma relaconamento lnear negatvo, sto é, os pontos estão mas ou menos alnhados e quando X aumenta Y decresce e vce-versa. 3
33 < r <
34 Assm se 0 < r < 1, temos uma relaconamento lnear postvo, sto é, os pontos estão mas ou menos alnhados e quando X aumenta Y também aumenta. 34
35 < r <
36 Uma correlação amostral não sgnfca necessaramente uma correlação populaconal e vce-versa. É necessáro testar o coefcente de correlação para verfcar se a correlação amostral é também populaconal. 36
37 Observada uma amostra de ses pares, pode-se perceber que a correlação é quase um, sto é, r 1. No entanto, observe o que ocorre quando mas pontos são acrescentados, sto é, quando se observa a população! 37
38 50 40 r ρ
39 39
40 Determnar o grau de relaconamento lnear entre as varáves X temperatura de operação do processo versus Y rendmento do produto, conforme tabela. 40
41 X Y XY X Y
42 Vamos calcular r utlzando a expressão em destaque vsta anterormente, sto é, através das quantdades, S xy, S XX e S YY. 4
43 Tem-se: n 10 X 1450 Y 673 X 145 Y 67,3 XY X Y 475 Então: S XY X Y nxy ,
44 S XX X n X S YY Y ny ,3 193,10 44
45 r S S XX XY.S YY ,10 0,
46 Apesar de r ser um valor admensonal, ele não é uma taxa. Assm o resultado não deve ser expresso em percentagem. 46
47 Prof. Lorí Val, Dr. 47
48 Em mutas stuações duas ou mas varáves estão relaconadas e surge então a necessdade de determnar a natureza deste relaconamento. 48
49 A análse de regressão é uma técnca estatístca para modelar e nvestgar o relaconamento entre duas ou mas varáves. 49
50 De fato a regressão pode ser dvdda em dos problemas: () o da especfcação e () o da determnação. 50
51 O problema da especfcação é descobrr dentre os possíves modelos (lnear, quadrátco, exponencal, etc.) qual o mas adequado. 51
52 O problema da determnação é uma vez defndo o modelo (lnear, quadrátco, exponencal, etc.) estmar os parâmetros da equação. 5
53 Normalmente é suposto que exsta uma varável Y (dependente ou resposta), que está relaconada a k varáves (ndependentes ou regressoras) X ( 1,,..., k). 53
54 A varável resposta Y é aleatóra, enquanto que as varáves regressoras X são normalmente controladas. O relaconamento entre elas é caracterzado por uma equação denomnada de equação de regressão 54
55 Quando exstr apenas uma varável regressora (X) tem-se a regressão smples, se Y depender de duas ou mas varáves regressoras, então tem-se a regressão múltpla. 55
56 Vamos supor que a regressão é do tpo smples e que o o modelo seja lnear, sto é, vamos supor que a equação de regressão seja do tpo: Y α + βx + U 56
57 y Y α + βx + U; x 1 x x n x 57
58 O termo U é o termo erro, sto é, U representa outras nfluêncas sobre a varável Y, além da exercda pela varável X. A varação resdual (termo U) é suposto de méda zero e desvo constante e gual a σ. 58
59 Ou anda pode-se admtr que o modelo fornece o valor médo de Y, para um dado x, sto é, E(Y/x) α + βx 59
60 Y α + βx + U; E(Y/x) α + βx, sto é, E(U) 0 V(Y/x) σ ; Cov(U, Uj) 0, para j; A varável X permanece fxa em observações sucessvas e os erros U são normalmente dstrbuídos. 60
61 O modelo suposto E(Y/x) E(Y/x) α + βx é populaconal. Vamos supor que se tenha n pares de observações, dgamos: (x (x 1, y 1 ), (x, y ),..., (x n, y n ) e que através deles queremos estmar o modelo acma. 61
62 por: A reta estmada será representada Ŷ a + bx ou Y a + bx + Onde a é um estmador de α e b é um estmador de β, sendo estmador de E(Y/x). Ŷ E um 6
63 Exstem dversos métodos para a determnação da reta desejada. Um deles, denomnado de MMQ (Métodos dos Mínmos Quadrados), consste em mnmzar a soma dos quadrados das dstâncas da reta aos pontos. 63
64 Tem-se: Y a + bx + E, Então: E Y - (a + bx ) 64
65 65 Deve-se mnmzar: φ n 1 n 1 n 1 ) bx a Y ( ) Ŷ Y ( E
66 Y a + b X + E y ŷ E x 66
67 67 Dervando parcalmente tem-se: ) X b a Y ( x b ) X b a Y ( a n 1 n 1 φ φ
68 68 Igualando as dervadas parcas a zero vem: 0 ) X b a Y ( x 0 ) X b a Y ( n 1 n 1
69 Isolando as ncógntas, tem-se: Y na + b X X Y n X + b X 69
70 Resolvendo para a e b, segue: b X y X nxy n X S S XY XX a Y bx 70
71 Lembrando que: Fazendo: S S S XY XX YY X Y nxy X n X Y ny 71
72 7
73 Um engenhero químco está nvestgando o efeto da temperatura de operação do processo no rendmento do produto. O estudo resultou nos dados da tabela, ao lado. Determnar a lnha de regressão. 73
74 Temperatura, C 0 (X) Rendmento (Y)
75 Da mesma forma que para calcular o coefcente de correlação é necessáro a construção de três novas colunas. Uma para X, uma para Y e outra para XY. 75
76 X Y XY X Y
77 Tem-se: n 10 X 1450 Y 673 X 145 Y 67,3 XY X Y 475 Então: S XY X Y nxy ,
78 S XX X n X S YY Y ny ,3 193,10 78
79 A equação de regressão, será, então: b S S XY XX ,4830 0,48 a Y bx 67,30 0, ,7394, 74 Ŷ,74 + 0,48x 79
80 A pergunta que cabe agora é: este modelo representa bem os pontos dados? A resposta é dada através do erro padrão da regressão. 80
81 81
82 O objetvo do MMQ é mnmzar a varação resdual em torno da reta de regressão. Uma avalação desta varação é dada por: S E n ( Y a bx n ) 8
83 O cálculo da varânca resdual, por esta expressão, é muto trabalhoso, pos é necessáro prmero determnar os valores prevstos. Entretanto é possível obter uma expressão que não requera o cálculo dos valores prevstos, sto é, de Ŷ a + bx 83
84 ( Desenvolvendo o numerador da expressão, vem: Y a bx ) [ Y ( Y bx ) bx ] [ Y Y + bx bx ] [ Y Y b( X X )] ( Y Y ) b ( X X )( Y Y ) + b ( X X ) S YY bs XY + b S XX 84
85 Uma vez que: ( X X )( Y Y ) X Y nxy S ( X X ) ( Y Y ) X n X XY Y ny S S XX YY 85
86 Mas: Deste modo, tem-se: ( Y a bx ) SYY bs XY + b S XX Então: b S S ( Y a bx ) S YY b S XY XX XX S YY + b S b S S XX XY XY S YY b S + b b S S XX XX XX 86
87 87 Fnalmente: n b S S n S b S n ) bx a Y ( n E s XY YY XX YY
88 88
89 Consderando os valores do exemplo anteror, determnar o erro padrão da regressão. Tem-se se: S YY 193,10 S XX 850 b S S XY XX ,
90 Então: s S YY n b S XY 193, ,9503 0,95 90
91 91
92 Y Ŷ Y Y Y Y Ŷ Ŷ Y Y Y Y Ŷ + Ŷ Y ( Y Y ) ( Y Ŷ ) + ( Ŷ Y ) VT VR + VE x 9
93 VR (a) Varação Total: VT VT ( ) Y Y S YY (b) Varação Resdual: VR ( ) Y Ŷ S b YY S XX VT VE (c) Varação Explcada: VE VE ( ) Ŷ Y b S XX 93
94 Uma manera de medr o grau de aderênca (adequação) de um modelo é verfcar o quanto da varação total de Y é explcada pela reta de regressão. 94
95 Para sto, toma-se o quocente entre a varação explcada, VE, pela varação total,vt: R VE / VT Este resultado é denomnado de Coefcente de Determnação. 95
96 R VE bs XX b S XY VT SYY S YY Este resultado mede o quanto as varações de uma das varáves são explcadas pelas varações da outra varável. S S XY S XX YY 96
97 Ou anda, ele mede a parcela da varação total que é explcada pela reta de regressão, sto é: VE b S XX R SYY A varação resdual corresponde a: VR ( 1 R ) SYY Assm 1 R é o Coefcente de Indetermnação. 97
98 98
99 O % de mpurezas no gás oxgêno produzdo por um processo de destlação supõem-se que esteja relaconado com o % de hdrocarbono no condensador prncpal do processador. Os dados de um mês de operação produzram a segunte tabela 99
100 X Y X Y 1,0 86,91 1,46 96,73 1,11 89,85 1,55 99,4 1,43 90,8 1,55 98,66 1,11 86,34 1,55 96,07 1,01 9,58 1,40 93,65 0,95 87,33 1,15 87,31 1,11 86,9 1,01 95,00 0,87 91,86 0,99 96,85 1,43 95,61 0,95 85,0 1,0 89,86 0,98 90,56 100
101 (a) Ajuste um modelo lnear aos dados; (b) Teste a exstênca da regressão; (c) Determne o valor de R para este modelo; (d) Determne um IC, de 95%, para o valor da pureza, na hpótese do % de hdrocarbono ser 1,0%. 101
É o grau de associação entre duas ou mais variáveis. Pode ser: correlacional ou experimental.
Prof. Lorí Val, Dr. [email protected] http://www.mat.ufrgs.br/~val/ É o grau de assocação entre duas ou mas varáves. Pode ser: correlaconal ou expermental. Numa relação expermental os valores de uma das
CORRELAÇÃO E REGRESSÃO
CORRELAÇÃO E REGRESSÃO Constata-se, freqüentemente, a estênca de uma relação entre duas (ou mas) varáves. Se tal relação é de natureza quanttatva, a correlação é o nstrumento adequado para descobrr e medr
Em muitas situações duas ou mais variáveis estão relacionadas e surge então a necessidade de determinar a natureza deste relacionamento.
Prof. Lorí Val, Dr. [email protected] http://www.pucrs.r/famat/val/ Em mutas stuações duas ou mas varáves estão relacoadas e surge etão a ecessdade de determar a atureza deste relacoameto. A aálse de regressão
É o grau de associação entre duas ou mais variáveis. Pode ser: correlacional ou. experimental.
É o grau de assocação etre duas ou mas varáves. Pode ser: correlacoal ou Prof. Lorí Val, Dr. [email protected] http://www.mat.ufrgs.r/~val/ expermetal. Numa relação expermetal os valores de uma das varáves
Prof. Lorí Viali, Dr.
Prof. Lorí Viali, Dr. [email protected] http://www.mat.ufrgs.br/~viali/ Em muitas situações duas ou mais variáveis estão relacionadas e surge então a necessidade de determinar a natureza deste relacionamento.
Análise de Regressão
Análse de Regressão método estatístco que utlza relação entre duas ou mas varáves de modo que uma varável pode ser estmada (ou predta) a partr da outra ou das outras Neter, J. et al. Appled Lnear Statstcal
1. CORRELAÇÃO E REGRESSÃO LINEAR
1 CORRELAÇÃO E REGREÃO LINEAR Quando deseja-se estudar se exste relação entre duas varáves quanttatvas, pode-se utlzar a ferramenta estatístca da Correlação Lnear mples de Pearson Quando essa correlação
Associação entre duas variáveis quantitativas
Exemplo O departamento de RH de uma empresa deseja avalar a efcáca dos testes aplcados para a seleção de funconáros. Para tanto, fo sorteada uma amostra aleatóra de 50 funconáros que fazem parte da empresa
Estatística II Antonio Roque Aula 18. Regressão Linear
Estatístca II Antono Roque Aula 18 Regressão Lnear Quando se consderam duas varáves aleatóras ao mesmo tempo, X e Y, as técncas estatístcas aplcadas são as de regressão e correlação. As duas técncas estão
NOÇÕES SOBRE CORRELAÇÃO E REGRESSÃO LINEAR SIMPLES
NOÇÕES SOBRE CORRELAÇÃO E REGRESSÃO LINEAR SIMPLES 1 O nosso objetvo é estudar a relação entre duas varáves quanttatvas. Eemplos:. Idade e altura das cranças.. v. Tempo de prátca de esportes e rtmo cardíaco
Análise de Regressão. Profa Alcione Miranda dos Santos Departamento de Saúde Pública UFMA
Análse de Regressão Profa Alcone Mranda dos Santos Departamento de Saúde Públca UFMA Introdução Uma das preocupações estatístcas ao analsar dados, é a de crar modelos que explctem estruturas do fenômeno
Regressão Múltipla. Parte I: Modelo Geral e Estimação
Regressão Múltpla Parte I: Modelo Geral e Estmação Regressão lnear múltpla Exemplos: Num estudo sobre a produtvdade de trabalhadores ( em aeronave, navos) o pesqusador deseja controlar o número desses
3 Metodologia de Avaliação da Relação entre o Custo Operacional e o Preço do Óleo
3 Metodologa de Avalação da Relação entre o Custo Operaconal e o Preço do Óleo Este capítulo tem como objetvo apresentar a metodologa que será empregada nesta pesqusa para avalar a dependênca entre duas
Análise Exploratória de Dados
Análse Exploratóra de Dados Objetvos Análse de duas varáves quanttatvas: traçar dagramas de dspersão, para avalar possíves relações entre as duas varáves; calcular o coefcente de correlação entre as duas
Covariância na Propagação de Erros
Técncas Laboratoras de Físca Lc. Físca e Eng. omédca 007/08 Capítulo VII Covarânca e Correlação Covarânca na propagação de erros Coefcente de Correlação Lnear 35 Covarânca na Propagação de Erros Suponhamos
Contabilometria. Aula 8 Regressão Linear Simples
Contalometra Aula 8 Regressão Lnear Smples Orgem hstórca do termo Regressão Le da Regressão Unversal de Galton 1885 Galton verfcou que, apesar da tendênca de que pas altos tvessem flhos altos e pas axos
PRESSUPOSTOS DO MODELO DE REGRESSÃO
PREUPOTO DO MODELO DE REGREÃO A aplcação do modelo de regressão lnear múltpla (bem como da smples) pressupõe a verfcação de alguns pressupostos que condensamos segudamente.. Os erros E são varáves aleatóras
CAPÍTULO 2 DESCRIÇÃO DE DADOS ESTATÍSTICA DESCRITIVA
CAPÍTULO DESCRIÇÃO DE DADOS ESTATÍSTICA DESCRITIVA. A MÉDIA ARITMÉTICA OU PROMÉDIO Defnção: é gual a soma dos valores do grupo de dados dvdda pelo número de valores. X x Soma dos valores de x número de
Gabarito da Lista de Exercícios de Econometria I
Gabarto da sta de Exercícos de Econometra I Professor: Rogéro lva Mattos Montor: eonardo enrque A. lva Questão Y X y x xy x ŷ ˆ ˆ y ŷ (Y - Y ) (X - X ) (Ŷ - Y ) 360 00-76 -00 35.00 40.000 36-4 30.976 3076
MOQ-14 PROJETO E ANÁLISE DE EXPERIMENTOS LISTA DE EXERCÍCIOS 1 REGRESSÃO LINEAR SIMPLES
MOQ-14 PROJETO E ANÁLISE DE EXPERIMENTOS LISTA DE EXERCÍCIOS 1 REGRESSÃO LINEAR SIMPLES 1. Obtenha os estmadores dos coefcentes lnear e angular de um modelo de regressão lnear smples utlzando o método
Curso de extensão, MMQ IFUSP, fevereiro/2014. Alguns exercício básicos
Curso de extensão, MMQ IFUSP, feverero/4 Alguns exercíco báscos I Exercícos (MMQ) Uma grandeza cujo valor verdadero x é desconhecdo, fo medda três vezes, com procedmentos expermentas dêntcos e, portanto,
Algarismos Significativos Propagação de Erros ou Desvios
Algarsmos Sgnfcatvos Propagação de Erros ou Desvos L1 = 1,35 cm; L = 1,3 cm; L3 = 1,30 cm L4 = 1,4 cm; L5 = 1,7 cm. Qual destas meddas está correta? Qual apresenta algarsmos com sgnfcado? O nstrumento
MODELOS DE REGRESSÃO PARAMÉTRICOS
MODELOS DE REGRESSÃO PARAMÉTRICOS Às vezes é de nteresse nclur na análse, característcas dos ndvíduos que podem estar relaconadas com o tempo de vda. Estudo de nsufcênca renal: verfcar qual o efeto da
Eventos coletivamente exaustivos: A união dos eventos é o espaço amostral.
DEFINIÇÕES ADICIONAIS: PROBABILIDADE Espaço amostral (Ω) é o conjunto de todos os possíves resultados de um expermento. Evento é qualquer subconjunto do espaço amostral. Evento combnado: Possu duas ou
O problema da superdispersão na análise de dados de contagens
O problema da superdspersão na análse de dados de contagens 1 Uma das restrções mpostas pelas dstrbuções bnomal e Posson, aplcadas usualmente na análse de dados dscretos, é que o parâmetro de dspersão
Os modelos de regressão paramétricos vistos anteriormente exigem que se suponha uma distribuição estatística para o tempo de sobrevivência.
MODELO DE REGRESSÃO DE COX Os modelos de regressão paramétrcos vstos anterormente exgem que se suponha uma dstrbução estatístca para o tempo de sobrevvênca. Contudo esta suposção, caso não sea adequada,
DEFINIÇÃO - MODELO LINEAR GENERALIZADO
DEFINIÇÃO - MODELO LINEAR GENERALIZADO 1 Um modelo lnear generalzado é defndo pelos seguntes três componentes: Componente aleatóro; Componente sstemátco; Função de lgação; Componente aleatóro: Um conjunto
RISCO. Investimento inicial $ $ Taxa de retorno anual Pessimista 13% 7% Mais provável 15% 15% Otimista 17% 23% Faixa 4% 16%
Análse de Rsco 1 RISCO Rsco possbldade de perda. Quanto maor a possbldade, maor o rsco. Exemplo: Empresa X va receber $ 1.000 de uros em 30 das com títulos do governo. A empresa Y pode receber entre $
Testes não-paramétricos
Testes não-paramétrcos Prof. Lorí Val, Dr. http://www.mat.ufrgs.br/val/ [email protected] Um teste não paramétrco testa outras stuações que não parâmetros populaconas. Estas stuações podem ser relaconamentos,
Regressão Linear Simples. Frases. Roteiro
Regressão Lnear Smples Frases Por serem mas precsos que as palavras, os números são partcularmente adequados para transmtr conclusões centífcas Pagano e Gauvre, 4 Rotero. Modelagem de Relação. Modelo Lnear
É o grau de associação entre duas ou mais variáveis. Pode ser: correlacional ou experimental.
É o grau de assocação etre duas ou mas varáves. Pode ser: Prof. Lorí Val, Dr. [email protected] http://www.pucrs.br/famat/val www.pucrs.br/famat/val/ correlacoal ou expermetal. Numa relação expermetal os valores
2 Incerteza de medição
2 Incerteza de medção Toda medção envolve ensaos, ajustes, condconamentos e a observação de ndcações em um nstrumento. Este conhecmento é utlzado para obter o valor de uma grandeza (mensurando) a partr
PROVA DE ESTATÍSTICA & PROBABILIDADES SELEÇÃO MESTRADO/UFMG 2010/2011
Instruções: PROVA DE ESTATÍSTICA & PROBABILIDADES SELEÇÃO MESTRADO/UFMG 00/0 Cada uestão respondda corretamente vale (um) ponto. Cada uestão respondda ncorretamente vale - (menos um) ponto. Cada uestão
Capítulo 1. Exercício 5. Capítulo 2 Exercício
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CIÊNCIAS ECONÔMICAS ECONOMETRIA (04-II) PRIMEIRA LISTA DE EXERCÍCIOS Exercícos do Gujarat Exercíco 5 Capítulo Capítulo Exercíco 3 4 5 7 0 5 Capítulo 3 As duas prmeras demonstrações
MOQ-14 PROJETO e ANÁLISE de EXPERIMENTOS. Professor: Rodrigo A. Scarpel
MOQ-14 PROJETO e ANÁLISE de EPERIMENTOS Professor: Rodrgo A. Scarpel [email protected] www.mec.ta.br/~rodrgo Prncípos de cração de modelos empírcos: Modelos (matemátcos, lógcos, ) são comumente utlzados na
Regressão e Correlação Linear
Probabldade e Estatístca I Antono Roque Aula 5 Regressão e Correlação Lnear Até o momento, vmos técncas estatístcas em que se estuda uma varável de cada vez, estabelecendo-se sua dstrbução de freqüêncas,
FICHA de AVALIAÇÃO de MATEMÁTICA A 10.º Ano Versão 4
FICHA de AVALIAÇÃO de MATEMÁTICA A 10.º Ano Versão 4 Nome Nº Turma: Data: / / Professor 10.º Ano Classfcação Apresente o seu racocíno de forma clara, ndcando todos os cálculos que tver de efetuar e todas
FICHA de AVALIAÇÃO de MATEMÁTICA A 10.º Ano Versão 1
FICHA de AVALIAÇÃO de MATEMÁTICA A 10.º Ano Versão 1 Nome Nº Turma: Data: / / Professor 10.º Ano Classfcação Apresente o seu racocíno de forma clara, ndcando todos os cálculos que tver de efetuar e todas
Ao se calcular a média, moda e mediana, temos: Quanto mais os dados variam, menos representativa é a média.
Estatístca Dscplna de Estatístca 0/ Curso de Admnstração em Gestão Públca Profª. Me. Valéra Espíndola Lessa e-mal: [email protected] Meddas de Dspersão Indcam se os dados estão, ou não, prómos uns dos
FICHA de AVALIAÇÃO de MATEMÁTICA A 10.º Ano Versão 3
FICHA de AVALIAÇÃO de MATEMÁTICA A 10.º Ano Versão 3 Nome Nº Turma: Data: / / Professor 10.º Ano Classfcação Apresente o seu racocíno de forma clara, ndcando todos os cálculos que tver de efetuar e todas
Ao se calcular a média, moda e mediana, temos: Quanto mais os dados variam, menos representativa é a média.
Estatístca Dscplna de Estatístca 0/ Curso Superor de tecnólogo em Gestão Ambental Profª. Me. Valéra Espíndola Lessa e-mal: [email protected] Meddas de Dspersão Indcam se os dados estão, ou não, prómos
Universidade de São Paulo Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Departamento de Ciências Exatas
Unversdade de São Paulo Escola Superor de Agrcultura Luz de Queroz Departamento de Cêncas Exatas Prova escrta de seleção para DOUTORADO em Estatístca e Expermentação Agronômca Nome do canddato (a): Questão
Realimentação negativa em ampliadores
Realmentação negatva em ampladores 1 Introdução necessdade de amplfcadores com ganho estável em undades repetdoras em lnhas telefôncas levou o Eng. Harold Black à cração da técnca denomnada realmentação
Modelo de Regressão Simples
Modelo de Regressão Smples Hstora Hstóra Termo regressão fo troduzdo por Fracs Galto (8-9). Estudo sobre altura de pas e flhos. Karl Pearso coletou mas de ml regstros e verfcou a le de regressão uversal
ANÁLISE DA VARIÂNCIA DA REGRESSÃO
ANÁLISE DA VARIÂNCIA DA REGRESSÃO PROCEDIMENTO GERAL DE REGRESSÃO Em um modelo de análse de varânca, como no DIA, o fator em estudo pode ser quanttatvo ou qualtatvo. FATOR QUANTITATIVO: é aquele cujos
X = 1, se ocorre : VB ou BV (vermelha e branca ou branca e vermelha)
Estatístca p/ Admnstração II - Profª Ana Cláuda Melo Undade : Probabldade Aula: 3 Varável Aleatóra. Varáves Aleatóras Ao descrever um espaço amostral de um expermento, não especfcamos que um resultado
UMA ABORDAGEM ALTERNATIVA PARA O ENSINO DO MÉTODO DOS MÍNIMOS QUADRADOS NO NÍVEL MÉDIO E INÍCIO DO CURSO SUPERIOR
UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA INSTITUTO DE CIÊNCIAS EATAS DEPARTAMENTO DE ESTATÍSTICA UMA ABORDAGEM ALTERNATIVA PARA O ENSINO DO MÉTODO DOS MÍNIMOS QUADRADOS NO NÍVEL MÉDIO E INÍCIO DO CURSO SUPERIOR
UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA Faculdade de Economia Análise de Dados e Probabilidade 2º Semestre 2008/2009 Exame Final 1ª Época. Grupo I (4 Valores)
UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA Faculdade de Economa Análse de Dados e Probabldade º Semestre 008/009 Exame Fnal ª Época Clara Costa Duarte Data: 8/05/009 Graça Slva Duração: h0 Grupo I (4 Valores) A gelatara
Eletrotécnica AULA Nº 1 Introdução
Eletrotécnca UL Nº Introdução INTRODUÇÃO PRODUÇÃO DE ENERGI ELÉTRIC GERDOR ESTÇÃO ELEVDOR Lnha de Transmssão ESTÇÃO IXDOR Equpamentos Elétrcos Crcuto Elétrco: camnho percorrdo por uma corrente elétrca
Problemas Propostos. Frações mássicas, volúmicas ou molares. Estequiometria.
Elementos de Engenhara Químca I II. Frações e Estequometra (problemas resolvdos) Problemas Propostos. Frações másscas, volúmcas ou molares. Estequometra.. Em 5 moles de Benzeno (C 6 H 6 ) quanto é que
