A Arte de Gerir e Liderar Olá! Neste módulo iremos analisar os estilos de liderança e de gestão, que são aspectos relacionados ao gestor de equipes. Além disso, veremos as diferenças entre gestão e liderança. Nos e-mails que eu recebo das empresas nas quais eu presto consultoria, as dúvidas sempre são muito parecidas. Separei algumas delas para analisarmos. Quais as características que um bom gestor precisa desenvolver para conduzir uma equipe forte e bem sucedida? Qual é a diferença entre gestor e líder? Qual é o tipo de liderança ideal na condução de equipes? Um líder já nasce com as características de líder? A discussão não é se a liderança é uma condição inata ou adquirida com o tempo, mas a dinâmica interpessoal no processo de liderança demonstra que existem características pessoais que facilitam a liderança na formação de equipes de alto desempenho. Os líderes conseguem influenciar com maior efetividade os grupos quando proporcionam um sentimento de segurança e diminuição das incertezas, educando e orientando as pessoas para a busca de seus resultados. O exercício da liderança é mais abrangente do que um processo de gestão e pode surgir de qualquer membro de um grupo, independente de cargo. Os líderes são significativos para os liderados! A liderança, às vezes, pode até mesmo diminuir o senso crítico do homem e, em casos mais extremos, ter consequências desastrosas. Nos grupos de trabalho, também é comum encontrar, mesmo em nível operacional, funcionários com forte liderança, mas que focam objetivos pessoais e não as metas organizacionais. Mas qual o papel do gestor quando percebe alguma influência negativa na equipe? O gestor precisa agir com rapidez quando percebe um integrante do grupo desalinhado dos objetivos organizacionais e que está influenciando os demais integrantes do grupo. Agir antes que o grupo seja afetado negativamente por esta pessoa e como consequência o grupo passe a influenciar negativamente outras pessoas. Qualquer pessoa pode surgir como líder de um grupo e influenciar este grupo a adotar a postura que deseja. Com isso o grupo passa a pregar e cobrar esta postura de todos os demais integrantes. Os estudos sobre liderança sempre tiveram o mesmo enfoque? 1
A resposta para essa pergunta é não! Esse assunto passou por diferentes estágios em momentos e contextos diferentes. Acompanhe! Abordagem dos Traços - até 1940 Os estudos até 1940 consideravam a liderança como um conjunto de atributos inatos que uma pessoa possui, qualidades pessoais ou traços de personalidade que exercem influência nas pessoas. Era a abordagem dos traços. Esta abordagem acredita que os traços pessoais influenciam como as pessoas são percebidas, assim a condição de líderes ou seguidores é inferida pelas pessoas com base nas evidências referentes aos traços pessoais exibidos. Traços pessoais: traços físicos, habilidades e características de personalidade. Abordagem dos estilos entre 1940-1960 Entre os anos 1940 e 1960 surge a abordagem dos estilos. Nesta abordagem o líder pode ser percebido em um contínuo de comportamentos, mais autoritário em que tem mais iniciativa ou mais liberal em que tem mais consideração. Iniciativa: o líder define clara e precisamente o quê e como os subordinados devem fazer e prontamente programa suas atividades. Consideração: denota preocupação com seus subordinados enquanto pessoas. Abordagem contingencial entre 1960-1980 Entre 1960 e 1980 vieram os estudos de liderança como uma abordagem contingencial. Nesta abordagem, existem variáveis situacionais que moderam a efetividade das diferentes abordagens da liderança. O modelo contingencial da liderança considera a motivação pelo relacionamento ou pela tarefa. Quanto maior é a maturidade, o interesse, o comprometimento do grupo/pessoa com os resultados, mais democrático e liberal pode ser o líder. O foco está nos relacionamentos, ao posto que quanto mais imaturo e descomprometido é o grupo/pessoa mais autoritário deve ser o líder e o foco da liderança será mais para as tarefas. Nova liderança após 1980 Após 1980 começa a abordagem da nova liderança. Esta abordagem reconhece o líder como gestor de significados e reconhece o papel fundamental da visão no processo. Reconhece as oportunidades, as necessidades de mudança e formula a visão, comunica e constrói uma imagem de confiança para a visão. Ajuda os outros a alcançarem a visão, pelo exemplo e dando poder. Tem carisma, inspiração, consideração individualizada e estimulação intelectual. 2
Estilos de liderança e Gestão Estilos de liderança são as características do exercício da influência do líder! Os estilos de liderança dependem de padrões recorrentes de comportamento do líder, os quais repercutem na dinâmica de interação com a equipe de trabalho. Podemos observar três tipos básicos de liderança: Autocrática Democrática Liberal ou laissez-faire Liderança autocrática A chefia tem uma atuação mais centralizadora e diretiva, exige obediência do grupo, decidem quais são as tarefas e como devem ser executadas. Os grupos de trabalho podem apresentar sinais de tensão, frustração e descontentamento. A ênfase recai no líder: corresponde ao modelo gerencial de Taylor e Fayol. Liderança democrática A chefia procura ouvir as ideias, aceita sugestões e discussões com a equipe de trabalho, estimula e encoraja a participação de todos. Os grupos de trabalho tendem a apresentar maior qualidade no seu trabalho e um clima de satisfação, comprometimento e maior integração. A ênfase está simultaneamente no líder e nos subordinados. Corresponde a um modelo gerencial presente nas escolas de relações humanas e comportamentalistas. Liderança liberal ou laissez-faire A chefia tem uma conotação de agente de informações, ou seja, estimula a iniciativa e a criatividade do grupo e exerce um mínimo de controle das atividades. A ênfase recai nos subordinados. O líder delega a tarefa e só cobra os resultados, sem controles. É comum considerarmos a liderança democrática como sendo a mais eficaz na condução de equipes, porém na realidade não é bem assim. O grande desafio para os dirigentes é ter ciência de que: A liderança ou chefia autocrática não significa ditadura ou satisfação pessoal às custas da equipe; 3
A liderança democrática não implica pôr tudo em votação; A liderança liberal não corresponde à ausência de liderança ou ao abandono do grupo. Liderança Autocrática Este tipo de liderança é também denominado liderança autoritária. Sua principal característica é a de que o líder é focado apenas nas tarefas é ele quem toma as decisões e impõe as ordens aos subordinados. Os subordinados não têm liberdade de atuação, pois o líder autocrático toma as decisões e controla rigidamente a execução das tarefas. Este tipo de liderança se consubstancia numa relação hierárquica e de poder exercida pelo líder. Conceito: Chefia centralizadora e diretiva. Exige obediência total do grupo. Ênfase no líder. Quando utilizar: Com funcionários novos. Com pessoas que não conhecem o trabalho. Com funcionários que não querem colaborar. Com pessoas que não assumem responsabilidades. Com pessoas que são muito dependentes. Em situações de perigo ou acidente. Liderança Democrática Tipo de liderança também chamada de participativa ou consultiva. Os subordinados participam do processo decisório, discutindo as diretrizes, estabelecendo estratégias e providências para se atingir os resultados esperados. O líder divide as responsabilidades oferecendo suporte e alternativas de execução e os objetivos que devem ser alcançados. Não há uma relação hierárquica entre os membros do grupo. As bases para este tipo de liderança são a tolerância, o respeito e a solidariedade. Um bom líder, ao proporcionar condições favoráveis de trabalho e um clima organizacional agradável, terá mais condições de conquistar a confiança de sua equipe. Conceito Chefia procura ouvir as ideias dos colaboradores. Grupo participativo. Ênfase no líder e nos subordinados. Quanto utilizar: 4
Com pessoas participativas, que gostam de colaborar. Com funcionários treinados e que conhecem bem o trabalho. Com pessoas responsáveis. Com pessoas adaptadas ao grupo e comprometidas com os resultados. Com situações que não exijam intervenção e decisão imediata. Liderança Liberal Este tipo de liderança é também denominado de laissez-faire (do francês, deixar fazer, deixar ir, deixar passar). Neste tipo de liderança as pessoas têm liberdade para fazer escolhas e tomar decisões. A omissão do líder e a sua pouca autoridade permite uma total liberdade atuação para os subordinados e nenhum controle sobre seu trabalho. Este tipo de liderança está embasado na permissividade e na omissão do líder. Conceito Chefia exerce o mínimo de controle das atividades. Grupo estimulado a ter iniciativa e criatividade. Ênfase nos subordinados. Quando utilizar Com funcionários bem capacitados, competentes e que não precisam de muitas orientações. Com pessoas que realizam trabalhos que exigem iniciativa e criatividade. Com pessoas que gostam de trabalhar individualmente e que fazem bem o seu trabalho. Mas será que é necessário sempre escolher um único jeito de exercer a liderança ou pode haver variação no jeito de liderar? O que é a chamada liderança situacional ou contingencial? A liderança situacional é determinada pelo momento ou pelas características do grupo. Veja um exemplo: se um trabalhador amputa um dedo em uma máquina de serra, o responsável pela segurança pode fazer uma reunião e colocar a votos o que deve ser feito com este trabalhador? Não! Neste caso o responsável pela segurança tem competência e habilidade para determinar quem e o que deve ser feito. Neste caso, o líder deve ser autoritário, pois essa situação deve ser resolvida para garantir a saúde deste trabalhador. A liderança situacional ou contingencial é mais complexa do que um simples conjunto de traços do líder. Consiste na habilidade e na competência em saber utilizar os estilos de liderança, dependendo da situação, da equipe e das tarefas. A teoria contingencial enfatiza um equilíbrio entre os processos organizacionais e as características da situação. Isso significa que, na prática, os gerentes podem utilizar os três tipos de liderança. A questão é saber identificar qual estilo utilizar, com quem e dentro de quais circunstâncias. 5
Veja uma dúvida que eu recebi por uma conversa pela internet. Cliente: Qual deve ser a atuação do líder considerando a dinâmica dos grupos? Professora: Considerando a dinâmica dos grupos, o exercício da liderança acontece em dois níveis: 1 - Orientada para o controle e a tarefa ou 2 - Para a manutenção e o fortalecimento do grupo e para os relacionamentos. Resultados de pesquisas mostram que os líderes voltados para o grupo induzem à alta produtividade e à alta satisfação no trabalho, enquanto os líderes voltados para a tarefa induzem à baixa produtividade e satisfação no trabalho. É importante ressaltar que a atuação do líder depende de um contexto, é situacional, mas se um grupo exige uma liderança orientada para a tarefa é dever do líder desenvolver este grupo (ou pessoa) para o continuum da liderança orientada para o grupo. Observe um paralelo entre os estilos autoritário e democrático: Liderança orientada para a tarefa e o controle (autocrático) A preocupação é com a execução das tarefas e com seus resultados. Sua abordagem é exclusivamente voltada para o trabalho e para conseguir que as coisas aconteçam de acordo com os procedimentos existentes e os recursos disponíveis. Liderança orientada para as pessoas e para a manutenção do grupo (democrático) A preocupação é com o lado humano do grupo de trabalho, com a formação de um espírito de equipe, proporcionando uma participação mais atuante dos membros do grupo nas decisões. Ocupa-se mais com as metas e as pessoas do que com os métodos de trabalho e com o trabalho em si. Diferenças entre gestor e líder Até aqui falamos de estilos de liderança. Agora vamos falar sobre os estágios de maturidade dos grupos, pois é a partir dessa identificação que o estilo de liderança é definido. Para iniciarmos esse assunto, ajude a resolver a seguinte situação. Atividade 01 Marcela tem um time de 8 pessoas, equipe bem responsável e autogerenciável, mas recebeu recentemente em sua equipe Carlos, um novo integrante que foi transferido de outro setor da multinacional Alfa. Já nos primeiros dias, Marcela percebe que Carlos está desmotivado, desatento e errando muito. O que Marcela deve fazer para não deixar Carlos influenciar negativamente o grupo? 1) Dizer para o RH que Carlos não se adaptou ao departamento e não deve permanecer na equipe. 6
2) Ter uma conversa franca com Carlos, dar um retorno sobre seu comportamento e dos impactos no time. 3) Ter uma liderança com orientação liberal, mais cedo ou mais tarde Carlos pede demissão ou se adapta ao grupo. 4) Isolar Carlos do grupo para não influenciar o time. 5) Já que Carlos exige uma liderança mais autoritária de Marcela, a equipe toda deve receber o mesmo estilo de liderança: autocrática. Depois de identificados os estilos de liderança, vamos ver agora os estágios de maturidade dos grupos. Hersey e Blanchard (apud ROTHMANN; COOPER, 2009, p. 122-124) identificam 4 estágios de maturidade dos grupos: M1, M2, M3 e M4, estágios estes que estão diretamente relacionados com os estilos de liderança. M1: As pessoas são incapazes e indispostas a assumir responsabilidades. M2: As pessoas são incapazes, mas dispostas a realizar tarefas. M3: As pessoas são capazes, mas indispostas para fazer o que o líder quer. M4: As pessoas são capazes e dispostas a realizar o que se espera delas. O grau de Maturidade 4 é encontrado em equipes de alta performance e autogerenciáveis e exige um estilo de liderança liberal, que respeita e reforça este estágio. Um grande desafio para o líder é o de desenvolver as equipes do estágio M1 até o M4. Nos últimos anos, vem surgindo uma nova imagem de líder! Este líder leva em conta os valores e as opiniões das pessoas com as quais ele trabalha. Com o objetivo de estabelecer uma relação produtiva com os seus colaboradores, a conduta desse novo líder permite compreender melhor o funcionamento do grupo, o que resulta em intervenções mais eficazes. A abordagem da nova liderança acredita que os líderes precisam assumir o seu papel como agentes de mudança na gestão de pessoas voltadas para resultados. O líder deve ter um papel de educador, preparando as pessoas para as mudanças do mundo do trabalho, mobilizando-as para que sejam também agentes de mudança. Fazer mudanças não é fácil! É preciso estar preparado para as frustrações, para os reveses do dia a dia e não desanimar. Os líderes devem mobilizar as pessoas para enfrentar esses desafios, e não as proteger, proporcionando-lhes suporte e conscientizando-as da necessidade de mudanças por meio de um ambiente de aprendizagem e desenvolvimento. O líder educador acredita nas pessoas, deixa-as descobrir sozinhas as soluções e oferece-lhes autonomia e liberdade para trabalharem as situações e os problemas do dia a dia, fortalecendo, assim, a sinergia da equipe. 7
Qual a diferença entre gestor e líder? A liderança é necessária em todas as atividades de um grupo organizado, mas não deve ser confundida com gerência ou gestão! Enquanto a liderança atende aspectos de relacionamento e dinâmica dos grupos, a gestão se ocupa com os processos organizacionais e ferramentas de gestão e resultados. Gestão X Liderança Os bons dirigentes têm um perfil de liderança bem desenvolvido e positivo perante o grupo, porém nem todos os gestores conseguem cativar e influenciar suas equipes ou exercer algum tipo de liderança. Gerenciar tem uma conotação mais administrativa, faz uso de técnicas gerenciais, conhecimentos teóricos e organizacionais, enquanto liderar tem uma conotação mais interpessoal, valendo-se de sentimentos, motivações e valores pessoais. O desempenho eficaz dos gestores de uma organização depende da interação com os estilos de liderança e as técnicas gerenciais. Um comportamento gerencial eficaz integra competências técnicas (de gestão) e interpessoais (de liderança), e essa interação possibilita a entrega de resultados organizacionais. A gestão se ocupa com os processos organizacionais que levam a entrega de resultados. O gestor faz uso da sua liderança para obter resultados, gerenciando metas e indicadores da equipe. É importante ressaltar que a arte de gerenciar se adquire através de um processo de desenvolvimento, tanto das competências técnicas quanto das competências interpessoais ou sociais. O desenvolvimento gerencial é, na realidade, um autodesenvolvimento, ou seja, a responsabilidade é do gerente em assumir o seu crescimento e aprimorar a sua capacitação na condução de equipes. A empresa pode fornecer os meios para o seu desenvolvimento, mas cabe a ele o esforço para aproveitar as oportunidades. Podemos considerar o desenvolvimento gerencial como um processo de adquirir ou reformular conceitos, rever paradigmas e atualizar processos a respeito da gestão de pessoas e organizações. Neste módulo vimos: Características do líder Contexto histórico Estilos de liderança Estágios de maturidade do grupo Gestão X Liderança 8
Atividade 02 Observe algumas situações que ocorrem todos os dias nas empresas. Analise cada uma das situações e indique qual o melhor estilo para cada uma das situações: liberal, autocrático ou democrático. Situação 1: Hoje no escritório nosso gestor chegou com a programação da produção para o próximo ano. Ele passou algumas informações básicas e em seguida tivemos de nos organizar, segundo a aptidão de cada colaborador. Situação 2: Hoje na fábrica aconteceu um acidente grave. Nosso coordenador pediu para a Maria entrar em contato com a família, para o João entrar em contato com a ambulância e para mim ele pediu para tranquilizar os demais funcionários. Quando vimos, estava tudo organizado. Situação 3: Hoje na loja meu gerente chegou com uma previsão de vendas para o segundo semestre. Analisamos os dados trazidos por ele e no final decidimos em conjunto uma meta 9
Gabarito: Atividade 01 Alternativa 1 - Esta não é a opção correta! Falar com o RH neste momento não é a resposta adequada, não de imediato! Antes de uma transferência ou de uma decisão mais drástica, como uma demissão, Carlos precisa de um processo de integração com o grupo. Se a equipe tem um bom nível de maturidade, Marcela deve ter uma orientação de liderança voltada para os relacionamentos e deve tentar trazer Carlos para o mesmo nível de maturidade. Alternativa 2 - Muito bem, esta é a opção correta! Marcela deve tentar descobrir os porquês destes comportamentos, se é por falta de afinidade ou desinteresse pela área. Também deve investigar se podem ser problemas particulares ou estágio de maturidade em que Carlos se encontra e, então, deve decidir o que fazer. Se for uma questão de maturidade, estabelece um plano de desenvolvimento. Alternativa 3 - Esta não é a opção correta! Neste caso Marcela deve ter uma postura mais autoritária já que existe desconhecimento do trabalho e desmotivação e em paralelo desenvolver níveis mais altos de maturidade e mostrar os benefícios de se atingir um estágio maior de maturidade. Alternativa 4 - Esta não é a opção correta! Isolar o colaborador do grupo tende a reforçar os comportamentos de Carlos e não instiga o desenvolvimento de um estágio maior de maturidade. Alternativa 5 - Esta não é a opção correta! Um time que já tem uma maturidade alta, precisa de mais liberdade para criar, é autogerenciável. Uma liderança generalizada no estilo autocrático tende a fazer com que talentos e capital intelectual sejam perdidos. Atividade 02. Na situação 1, o estilo de liderança é o LIBERAL. Veja que o líder passou algumas orientações para a equipe e eles tiveram que fazer toda a programação. A equipe mostra-se autogerenciável e encontra-se no estágio de maturidade 4, é uma equipe de alta performance. Na situação 2, o estilo de liderança é o AUTOCRÁTICO. Veja que a questão não é simplesmente o estágio da equipe, mas sim a situação. Um funcionário sofreu um acidente e o líder teve de ser rápido nas suas ações e mostrar-se preparado. Na situação 3, o estilo de liderança é o DEMOCRÁTICO. Veja que o líder chega com um material preparado para os seus colaboradores, para que eles façam a aprovação ou não das metas para o segundo semestre. 10