Resolução dos Exercícios sobre Derivadas



Documentos relacionados
Resolução dos Exercícios sobre Derivadas

9. Derivadas de ordem superior

Capítulo 5: Aplicações da Derivada

Potenciação no Conjunto dos Números Inteiros - Z

MATEMÁTICA GEOMETRIA ANALÍTICA I PROF. Diomedes. E2) Sabendo que a distância entre os pontos A e B é igual a 6, calcule a abscissa m do ponto B.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA

PROBLEMAS DE OTIMIZAÇÃO

FICHA DE TRABALHO DERIVADAS I PARTE. 1. Uma função f tem derivadas finitas à direita e à esquerda de x = 0. Então:

2) A área da parte mostarda dos 100 padrões é ) A área total bordada com a cor mostarda é ( ) cm 2 = 9100 cm 2

Cálculo I USP- FFCLRP Prof. Rafael A. Rosales 5 de março de Lista 2 Funçoes

APLICAÇÕES DA DERIVADA

Equações Diferenciais Ordinárias

Conjuntos numéricos. Notasdeaula. Fonte: Leithold 1 e Cálculo A - Flemming. Dr. Régis Quadros

Geometria Analítica Plana.

4.1 MOVIMENTO UNIDIMENSIONAL COM FORÇAS CONSTANTES

Notas sobre a Fórmula de Taylor e o estudo de extremos

x 1 f(x) f(a) f (a) = lim x a

MATEMÁTICA 3. Resposta: 29

PROVA DE MATEMÁTICA DA UEFS VESTIBULAR RESOLUÇÃO: Profa. Maria Antônia Gouveia.

(Testes intermédios e exames 2005/2006)

C Curso destinado à preparação para Concursos Públicos e Aprimoramento Profissional via INTERNET RACIOCÍNIO LÓGICO AULA 9

Propriedades das Funções Deriváveis. Prof. Doherty Andrade

3. Trace os gráficos das retas de equação 4x + 5y = 13 e 3x + y = -4 e determine seu ponto de intersecção.

v m = = v(c) = s (c).

Coordenadas Polares Mauri C. Nascimento Dep. De Matemática FC Unesp/Bauru

Revisão Extra UECE. 1. (Espcex- 2013) A figura a seguir apresenta o gráfico de um polinômio P(x) do 4º grau no intervalo 0, no intervalo 0,5 é

Função do 2º Grau. Alex Oliveira

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE MATEMÁTICA MATEMÁTICA PARA ADMINISTRAÇÃO E CIÊNCIAS CONTÁBEIS 2011/1

CÁLCULO DE ZEROS DE FUNÇÕES REAIS

Boa Prova! arcsen(x 2 +2x) Determine:

2. Função polinomial do 2 o grau

Funções. Funções. Você, ao longo do curso, quando apresentado às disciplinas de Economia, terá oportunidade de fazer aplicações nos cálculos

Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Centro De Ciências Exatas e da Terra. Departamento de Física Teórica e Experimental

Curvas em coordenadas polares

b) a 0 e 0 d) a 0 e 0

(b) (1,0 ponto) Reciprocamente, mostre que, se um número x R possui representação infinita em toda base β, então x é irracional.

Cap. 7 - Fontes de Campo Magnético

CURSO de ENGENHARIA (CIVIL, ELÉTRICA, MECÂNICA, PETRÓLEO, DE PRODUÇÃO e TELECOMUNICAÇÕES) NITERÓI - Gabarito

MATEMÁTICA I ECONOMIA (5598) Ficha de exercícios 1 (2012/2013)

Considere um triângulo eqüilátero T 1

Cálculo em Computadores trajectórias 1. Trajectórias Planas. 1 Trajectórias. 4.3 exercícios Coordenadas polares 5

Matemática. Resolução das atividades complementares. M20 Geometria Analítica: Circunferência

AV1 - MA (b) Se o comprador preferir efetuar o pagamento à vista, qual deverá ser o valor desse pagamento único? 1 1, , , 980

PROVA OBJETIVA DE MATEMÁTICA VESTIBULAR FGV CURSO DE ADMINISTRAÇÃO RESOLUÇÃO: Profa. Maria Antônia C. Gouveia

LISTA BÁSICA MATEMÁTICA

36 a Olimpíada Brasileira de Matemática Nível Universitário Primeira Fase

Os conceitos mais básicos dessa matéria são: Deslocamento: Consiste na distância entre dados dois pontos percorrida por um corpo.

CPV 82% de aprovação dos nossos alunos na ESPM

PARTE 2 FUNÇÕES VETORIAIS DE UMA VARIÁVEL REAL

Processos Estocásticos

6. Aplicações da Derivada

Matemáticas Gerais. (Licenciatura em Geologia) Caderno de exercícios (exercícios propostos e tabelas) Armando Gonçalves e Maria João Rodrigues

A otimização é o processo de

1ª Parte Questões de Múltipla Escolha

XXVI Olimpíada de Matemática da Unicamp. Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica Universidade Estadual de Campinas

ITA º DIA MATEMÁTICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR

Só Matemática O seu portal matemático FUNÇÕES

Experimento. Guia do professor. Otimização da cerca. Secretaria de Educação a Distância. Ministério da Ciência e Tecnologia. Ministério da Educação

MATEMÁTICA TIPO A GABARITO: VFFVF. Solução: é a parábola com foco no ponto (0, 3) e reta diretriz y = -3.

PROVA DE MATEMÁTICA DA UFBA VESTIBULAR a Fase. RESOLUÇÃO: Profa. Maria Antônia Gouveia.

(Exames Nacionais 2000)

Retas e Planos. Equação Paramétrica da Reta no Espaço

FUNÇÕES E SUAS PROPRIEDADES

Aula 6 Derivadas Direcionais e o Vetor Gradiente

2 - Generalidades sobre funções reais de variável real

4. Tangentes e normais; orientabilidade

Limites e continuidade

Introdução À Astronomia e Astrofísica 2010

Matemática. O coeficiente angular dado pelo 3º e 4º pontos é igual ao coeficiente angular dado pelo 1º e 3º. Portanto:

VESTIBULAR MATEMÁTICA

QUANTIFICADORES. Existem frases declarativas que não há como decidir se são verdadeiras ou falsas. Por exemplo: (a) Ele é um campeão da Fórmula 1.

MATEMÁTICA PROVA DO VESTIBULAR ESAMC RESOLUÇÃO E COMENTÁRIO DA PROFA. MARIA ANTÔNIA GOUVEIA. 26. A expressão numérica ( ) RESOLUÇÃO:

Matemática. Resolução das atividades complementares. M5 Função Polinomial

EXERCÍCIOS DE REVISÃO PFV - GABARITO

Esboço de Curvas. Material online: h-p://

7 AULA. Curvas Polares LIVRO. META Estudar as curvas planas em coordenadas polares (Curvas Polares).

3. Limites. = quando x está muito próximo de 0: a) Vejamos o que ocorre com a função f ( x)

1.1 Domínios e Regiões

Teorema da Mudança de Variáveis

Teorema da Mudança de Coordenadas

AULA DE REPOSIÇÃO 001 / 3º ANO

4 Mudança de Coordenadas

NIVELAMENTO 2007/1 MATEMÁTICA BÁSICA. Núcleo Básico da Primeira Fase

(Testes intermédios e exames 2010/2011)

Instituto Superior de Engenharia do Porto Departamento de Engenharia Electrotécnica. Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de Computadores

Complementos de Cálculo Diferencial

MATEMÁTICA. y Q. (a,b)

Esboço de Gráficos (resumo)

1 A Integral por Partes

Matemática. Resolução das atividades complementares. M1 Trigonometria no ciclo. 1 Expresse: p 4 rad. rad em graus. 4 rad 12 p b) 330 em radianos.

PSAEN 2007/08 Primeira Fase - Matemática

LISTA DE FUNÇÃO POLINOMIAL DO 1º GRAU ax b, sabendo que:

Exercícios Adicionais

Texto 07 - Sistemas de Partículas. A figura ao lado mostra uma bola lançada por um malabarista, descrevendo uma trajetória parabólica.

A trigonometria do triângulo retângulo

Guia de aulas: Equações diferenciais. Prof. Carlos Vidigal Profª. Érika Vidigal

Universidade Federal de Viçosa Departamento de Matemática 3 a Lista de exercícios de Cálculo III - MAT 241

1 Definição de Derivada

por séries de potências

Análise de Arredondamento em Ponto Flutuante

Transcrição:

Resolução dos Eercícios sobre Derivadas Eercício Utilizando a idéia do eemplo anterior, encontre a reta tangente à curva nos pontos onde e Vamos determinar a reta tangente à curva nos pontos de abscissas e (i) : Considere a reta secante passando pelos pontos (, ) e ( h, h ) com h suficientemente pequeno A h equação dessa reta secante é dada por ( ) Quando h se aproima de, o ponto ( h, h ) se h aproima de (,) e a reta secante de equação h tende à reta de equação Dessa forma, temos que a reta de equação é a reta tangente à curva no ponto (, ) (ii) : Considere a reta secante passando por P (, ) e Q( + h,( + h) ) Q( + h, + h h + h ), com h suficientemente pequeno A equação da reta secante por P e Q é dada por ( + h h + h ) ( ) ( ) ( ( )) ( h+ h )( + ) + h ( ) Quando h tende a, o ponto Q se aproima de P, e a reta secante de equação + ( h+ h )( + ) se aproima da reta de equação + ( + ) Assim, a reta de equação + é a reta tangente à curva no ponto (, ) Eercício Encontre a equação da reta tangente à curva f( ) no ponto P, sendo a função f dada por: a) f( ) ; P, b) f( ) + + ; P (, ) a) Considere a reta secante passando por + h P, e Q + h, Q(, ), + h + h com h suficientemente pequeno A equação da reta secante por P e Q é dada por 4h + h + h 4 ( ) ( ) ( ) + h h + h Quando h tende a, o ponto Q se aproima de P, e a reta secante de equação 4 ( ) se aproima + h da reta de equação 4( ) Assim, a reta de equação 4 + 4 é a reta tangente à curva no ponto P, b) Considere a reta secante passando por P (, ) e Q( + h,( + h) + ( + h) + ) Q( + h,( h+ h ) + h + ) Q( + h,h h + ) com h suficientemente pequeno A equação da reta secante por P e Q é dada por

( h h ) + () ( ( )) (h )( + ) + h ( ) Quando h tende a, o ponto Q se aproima de P, e a reta secante de equação (h )( + ) se aproima da reta de equação ( + ) Assim, a reta de equação é a reta tangente à curva + + no ponto P (, ) Eercício Se f( ) /, encontre a derivada de f, usando a definição, e determine o domínio de f ' a Temos por definição que f '( a) lim Fazendo a substituição t e a b ficamos a a ( ) com '( ) lim t b ( ) lim t b t + b ( t b) ( t + b ) ( t b) ( t + b ) f a lim lim t b t b ( ) ( t b t b t + b ) t b ( t b ) t b ( t b) ( t + bt + b ) ( t + b ) b lim b ( a ) a, a t b ( t + bt + b ) b Dessa forma, Dom f ' {} 4 + Eercício 4 Se f( ), encontre a derivada de f, usando a definição, e determine o domínio de f ' 5 Temos por definição que 4+ 4+ a 5 5 a ( 4+ )( 5 a) ( 4+ a)( 5 ) f '( a) lim lim a a a ( a)( 5 )( 5 a) ( + ) ( + ) a 5 4 a a 5 a 4 9( a lim lim ) lim 9 9, a ( )( 5 )( 5 ) a( )( 5 )( 5 ) a 5 5 a 5 a a 5 Dessa forma, Dom f ' {5} a a a a ( )( ) ( ) Eercício 5 Use regras de derivação para calcular a derivada das seguintes funções: 6 5 a) f ( ) 5+ + ; b) g ( ) + + 7; 5 c) ht () ( t t )( t + r + ); d) f( r) r r 5 a) f '( ) + 8 ; 5 b) Escrevemos g ( ) + ( ) + 5 5 7 + + 7 Assim, 5 5 45 g'( ) + + 5 5 5 4 5 6 4 5 6 c) h'( t) (t )( t ) + ( t t + )(5 t ) t + 9t 4t + 5t ( r + ) r 6( rr r) (+ r )(r ) r r + d) f '( r) ( r r) r ( r ) r ( r ) Eercício 6 Utilizando as regras de derivação, calcule ', onde a) tg ; b) cotg ; c) sec ; d) cossec ; sen e) ; f) cos ; g) sen

sen coscos sen ( sen ) a) tg, então, ' sec ; cos cos cos cos (sen )sen cos (cos ) b) cotg, então, ' cossec ; sen sen sen ( sen ) sen c) sec, então ' tg sec ; cos cos cos cos cos cos d) cossec, então ' cotg cossec ; sen sen sen sen cos sen cos sen e) ' ; ( ) f) ' cos + ( sen ) cos sen ; g) sen sen,então, ' cossen + sen cos sen cos Eercício 7 Calcule a derivada das funções definidas a seguir: ( ) ( ) a) f + b) f ( ) cos ( ) c) h ( ) cos( ) sen d) f ( ) tg + tg e) h ( ) f) f( ) ( + 5 ) ( + sen ) g) f ( ) ( )cos h) g( ) tg(5 ) i) f( ) cos ( ) j) f( ) sen 7 cos (( ) ) 5/ 6 /5 ( + 4) t + l) g ( ) m) f( ) sen ( ) /5 4 ( + ) t 4t Em todas os cálculos das derivadas usaremos a regra da cadeia e as regras de derivação a) ( ) 4 f ( + ) ( + ), então f '( ) ( + ) ( ) ( + ) ; b) f '( ) cos ( )( sen( ))( ) 4cos( )sen( ); c) h'( ) sen ( ) (( )( )) 4 ( )sen( ) ; d) Utilizando também o item a do eercício 6, sen cos sen sen (sen cos ) e) h'( ) ; 5 6 /5 5 9 (4 + 5 ) f) f '( ) ( + 5 ) ( + 5 ) 5 5 ( + 5 ) g) f '( ) tg sec + sec ; 6 /5 f '( ) ( + )cos + ( )( sen ) ( + )cos ( )sen; h) Utilizando também o item a do eercício 6, ; g '( ) ( )sec (5 ) ; 9 9 ( + sen ) (+ cos )cos ( + sen ) (cos )( sen ) i) f '( ) cos 9 9 ( + sen ) cos (cos + cos + sen + sen ) ; cos 6 9 j) f ( ( ))( )( ) 4( + ) 9 ( sen( + ) ) sen 6 cos (( + ) ) ; '( ) 7sen cos ( + ) sen( + ) ( + ) ( )

5 / /5 5/ /5 ( + 4) ( )( + ) ( + 4) ( + ) ( ) l) g'( ) 5 6/5 ( + ) m) 9 ( + 4) ( + ) ( + 4) ( + ) 5 65 ( + ) 5 5 5 5 ( + 4) ( + ) (5 7 58) ; 5 5( + ) 4 4 t ( t 4 t) t(4t 4) 6t t f '( ) cos cos 4 4 4 4 t 4 t ( t 4 t) ( t 4 t) t 4t 5 + 4 ( + 4) ( + ) 5 7 5 + 65 ( + ) Eercício 8 Encontre a derivada das funções f ( ) arccos e g( ) arctg i) Derivada da função f ( ) arccos Dada a função f ( ) arccos, vamos encontrar sua derivada f '( ) A função cos é injetora em [, π ] e, portanto, possui inversa f :[,] [, π ] dada por f ( ) arccos Assim, para qualquer (, ) temos d f ( ) d d cos sen d Da Identidade Fundamental da Trigonometria, segue que sen cos Como [, π ], temos que sen Logo, sen Assim, f '( ), (,) Podemos sen memorizar esse resultado: d arccos ; d ii) Derivada da função g( ) arctg Dada a função g( ) arctg, vamos encontrar sua derivada g '( ) A π π π π função tg é injetora em, e, portanto, possui inversa g :(, + ), dada por g( ) arctg Assim, para qualquer temos d g ( ) d d tg sec d Mas, sec + tg + Assim, g'( ), Podemos memorizar esse sec + resultado: d arctg d + Eercício 9 A função f ( ) 9 é crescente para < Se g é a função inversa de f neste intervalo, encontre g '() As raízes da equação <, segue que f( ) g() Como 9 são, e Como por hipótese g é a função inversa de f para f '( ) 9, f '( ) 8 Por definição de inversa,

( g f )( ) em (, g'() g'( f( )) f '( ) 8 e pela regra da cadeia, temos g'( f( )) f '( ), ou seja, Eercício A função f ( ) 9 é decrescente para < < Se h é a função inversa de f neste intervalo, encontre h '() Como por hipótese h é a função inversa de f em < <, a raiz da equação 9 que interessa nesse caso é Assim, f () e como f '( ) 9, f '() 9 Por definição de inversa, ( g f )( ),, e pela regra da cadeia g'( f( )) f '( ), ou seja, g'() g'( f()) f '() 9 9 Eercício A função encontre g '() f ( ) 9 é crescente para > Se g é a função inversa de f neste intervalo, Como por hipótese g é a função inversa de f em >, a raiz da equação 9 que interessa nesse caso é Assim, f () e como f '( ) 9, f '() 8 Por definição de inversa, ( g f )( ),, + ) e pela regra da cadeia g'( f( )) f '( ), ou seja, g'() g'( f()) f '() 8 Eercício Calcular d d 6 5 6 para as equações a seguir : a) 5 4 + ; b) (5 + ) sen 9 5 d 4 d d 5 a) Derivando ambos os lados da equação em relação a, obtemos + 6, ou seja, d d d 5 5 4 d 5 d 6 ( + ) 6 Portanto, 5 4 d d +, quando 5 4 + b) Derivando ambos os lados da equação em relação a, obtemos (5 ) (5 d d + + ) sen cos 9 d d Assim, 5(5 ) 6(5 ) d d + + + sen cos 9 d d d ( 6(5 + ) sen ) 9 5(5 + ) + cos Portanto, d 6(5 + ) sen d 9 5(5 + ) + cos, quando d 6(5 + ) sen Eercício Determine os máimos e mínimos absolutos das seguintes funções, nos intervalos indicados: a) 4 f ( ), [, ] ; b) 4 f ( ), [, ] ; c) 4 f ( ) +,,

4 a) Verifiquemos a eistência de etremos absolutos da função f ( ) no intervalo [, ] Como a função f é polinomial, a função é contínua em e, portanto, contínua em [, ] Logo, f admite máimo e mínimo absolutos em [, ] Devemos inicialmente encontrar os pontos críticos de f, Como f '( ) 4 6 f '( ) ( ), ou seja, f '( ) ou, [, ], temos dois pontos críticos e Como f ( ), f (), 4 8 8 7 f ( ) 6 6 e f (), segue que, f( ) < f() f() < f( ) e, assim, f no intervalo [, ], assume mínimo absoluto em e máimo absoluto em b) Utilizando o item a, temos que o único ponto crítico de f no intervalo [,] é Temos também que f () Portanto, f() < f() < f( ), e assim, f no intervalo [,] assume mínimo absoluto em e máimo absoluto em 4 c) f ( ) +,, Verifiquemos a eistência de etremos absolutos da função 4 f ( ) + no intervalo, Como a função f é a soma de uma racional com uma polinomial e,, a função é contínua em, Logo, f admite máimo e mínimo absolutos Devemos inicialmente encontrar os pontos críticos de f, 4 4 f '( ) + f '( ) ou Como,, o único ponto crítico de f em, é Temos que 7 f f () Portanto, f() < f() < f e, assim, f no intervalo, e máimo absoluto em ; f () 4 e, assume mínimo absoluto em π Eercício 4 Dada a função f ( ) sen, calcule f '"( ) f '( ) sen + cos f "( ) cos + cos sen cos sen Assim, f "'( ) sen sen + cos sen + cos π π π π π Para, temos f "' sen + cos Eercício 5 Dadas as funções f a seguir, determine os máimos e mínimos relativos e absolutos de f, caso eistam, e determine quais os valores de onde eles ocorrem Utilize o teste da derivada primeira ou derivada segunda a) f ( ) 9 ; 4 b) f( ) ( + 5) ; c) f( ) ( + ) ; / / d) f( ) a) Vamos encontrar os etremos locais da função f ( ) 9 Como f é uma função polinomial, f é contínua e derivável em Como f '( ) 9, tem-se que f '( ) ou Os pontos críticos de f determinam na reta real três intervalos: (, ), (, ) e (, + ) Como a função f ' é

contínua em, o sinal de f ' em cada um destes intervalos não muda e, por isso, pode ser determinado avaliando f ' em um ponto qualquer de cada intervalo Escolhamos, por eemplo, os pontos, e que pertencem, respectivamente, aos intervalos (, ), (, ) e (, + ) Temos f '( ) 4 9 > ; f '() 9 9 < e f '() 4 9 > Pelo teste da primeira derivada concluímos que em f assume valor máimo local, dado por f ( ) 6 e em f assume valor mínimo local, dado por f ( ) 6 b) Vamos encontrar os etremos locais da função f( ) ( + 5) Como f é uma função polinomial, f é contínua e derivável em Como f '( ) 4( + 5), tem-se que f '( ) 5 O ponto crítico de f determina na reta real dois intervalos: (, 5) e ( 5, + ) Como a função f ' é contínua em, o sinal de f ' em cada um destes intervalos não muda e, por isso, pode ser determinado avaliando f ' em um ponto qualquer de cada intervalo Escolhamos, por eemplo, os pontos 6 e 4 que pertencem, respectivamente, aos intervalos (, 5) e ( 5, + ) Temos f '( 6) 4( 6 + 5) 4 ( ) 4 < e f '( 4) 4( 4 + 5) 4 4 > Pelo teste da primeira derivada concluímos que em 5 f assume valor mínimo local, dado por f ( 5) Como é único o ponto 5 também é mínimo absoluto c) Vamos encontrar os etremos locais da função f( ) ( + ) Como f é uma função polinomial, f é contínua e derivável em Como f '( ) ( + ), tem-se que f '( ) O ponto crítico de f determina na reta real dois intervalos: (, ) e (, + ) Como a função f ' é contínua em, o sinal de f ' em cada um destes intervalos não muda e, por isso, pode ser determinado avaliando f ' em um ponto qualquer de cada intervalo Escolhamos, por eemplo, os pontos e que pertencem, respectivamente, aos intervalos (, ) e (, + ) Temos f '( ) ( + ) > e f '() ( + ) > Como f ' é sempre positivo em ambos os intervalos, o teste da primeira derivada garante que f não possui pontos de máimos e mínimos relativos e nem absolutos / / / / d) Vamos encontrar os etremos locais da função f( ) Como lim c c, * c, a função f é contínua em Temos que f '( ), é contínua em, e ( ) f '( ), assim os pontos críticos de f são e Os pontos críticos 8 8 de f determinam na reta real três intervalos: (, ),, 8 e, + Como a função ' 8 f é contínua nesses intervalos, o seu sinal em cada um destes intervalos não muda e, por isso, pode ser determinado avaliando f ' em um ponto qualquer de cada intervalo Escolhamos, por eemplo, os pontos, e que 7 pertencem, respectivamente, aos intervalos (, ),, 8 e, + 8 Temos f '( ) ( ) ( ) + >, f ' 9 > 7 7 7 4 c

Como f '() () () < f ' é sempre positivo em ambos nos dois primeiros intervalos, o teste da primeira derivada garante que não é ponto de máimo nem de mínimo relativos de f, mas pelo mesmo teste, temos que em f 8 assume um máimo local Como a função f é contínua em e admite um único etremo relativo, esse etremo também é absoluto, isto é, é ponto de máimo relativo e absoluto de f e seu valor máimo é 8 f 8 4 Eercício 6 Dado o gráfico de uma função f definida em 4 5 4 4 5 6 7 8 9 determine: a) Im f ; b) f (), f( ), f( ), f( 4), f(4), f(), f (8), f (5) e f (6) ; c) Os etremos relativos e absolutos, se eistirem; d) Intervalos onde f é monótona crescente e onde é monótona decrescente; e) Os pontos tais que f '( ) ; f) os pontos tais que f '( ) não eiste; g) os pontos de infleão do gráfico de f ; h) f '(7) a) Im f [, + ) ; b) Se a curva do gráfico da função f entre e for uma circunferência de centro (, ) e raio, então neste trecho, f( ) 4 + e nesse caso, f () +, caso não tenhamos certeza, podemos dizer apenas f () (, ), para os outros casos, teremos f( ), f( ), f( 4),, 8 f(4), f(), f (8), f (5) e f (6) c) Em f assume mínimo relativo Em f assume mínimo relativo Em f assume máimo relativo Em f assume mínimo relativo Em 8 f assume mínimo relativo e absoluto A função f não assume máimo absoluto

d) Monótona crescente em [, ), [,], [,5) e [8, + ) Monótona decrescente em (, ], [, ] e (5,8] e), e 4 f) 4,,, 5 e 8 g) os pontos ( 4,) e (4,) h) É o coeficiente angular da reta que passa por (5,4) e (8,), ou seja, 4 4 f '(7) 8 Eercício 7 Demonstre os seguintes resultados: n n a) Se f( ), n, então f '( ) n ; n b) Se g ( ) f( ) + f( ) + + fn( ) fi( ), então i n n g'( ) f '( ) + f '( ) + + fn'( ) fi '( ), desde que as funções i i i f sejam deriváveis para * n a) Seja n, se n > então já foi provado no teto que f '( ) n Se n < então m n > e assim f ( ) m m Também já foi provado que f '( ) m n Logo f '( ) n b) Vamos demonstrar por indução em n Já foi demonstrado que se g( ) f( ) + f( ) então g '( ) f'( ) + f'( ) Logo é válido para n Suponhamos que seja válido para n k, ou seja, se g ( ) f( ) + f( ) + + fk( ) então g ( ) f'( ) + f'( ) + + fk '( ) Assim se h ( ) f( ) + f( ) + + fk( ) + fk+ ( ) temos h ( ) g ( ) + fk+ ( ) h'( ) g'( ) + f ' ( ) f '( ) + f '( ) + + f '( ) + f ' ( ) Como queríamos Logo k + k k + Eercício 8 Demonstre as regras de números 7 a da tabela de derivadas dada no final deste teto d (7) Sabemos que sen cos d d d Seja u u( ) Pela regra da cadeia temos sen u ( ) [cos u ( )] u ( ) d d Analogamente demonstram-se as fórmulas (8), (9), (), () e () Obs As derivadas das funções tg, cotg, sec e cossec foram obtidas no eercício 6 Eercício 9 Dê os intervalos de definição da inversa das funções trigonométricas cos, tg, cotg, sec e cossec e calcule suas derivadas, aplicando o teorema da derivada da função inversa i) Derivada da função f ( ) arccos : Feito no Eercício 8, ii) Derivada da função g ( ) arctg : Feito no Eercício 8 iii) Derivada da função h ( ) arccotg Dada a função h ( ) arccotg, vamos encontrar sua derivada h'( ) A função cotg,π e, portanto, possui inversa ( π ) é injetora em ( ) h :(, + ), dada por h ( ) arccotg Assim, para qualquer temos

Mas, d h ( ) d d cotg cossec cossec d cossec + cot g + Assim, h'( ), Podemos cossec + d memorizar esse resultado: arccotg d + iv) Derivada da função p ( ) arcsec Dada a função p ( ) arcsec, vamos encontrar sua π π derivada p'( ) A função sec é injetora em [, ) (, π ] e, portanto, possui inversa π π p :(, ] [, + ) [, ) (, π ] dada por p ( ) arcsec Assim, para qualquer (, ) (, + ) temos d p ( ) d d sec sec tg d π π Mas, tg sec Logo, tg ± Como para [, ) (, π ], temos que sec > tg > e sec < tg <, temos p'( ), sec tg (, ) (, + ) Podemos memorizar esse resultado: d arcsec ; d v) Derivada da função q ( ) arccossec Dada a função q ( ) arccossec, vamos encontrar sua π π derivada q'( ) A função cossec é injetora em [,) (, ] e, portanto, possui inversa π π q :(, ] [, + ) [,) (, ] dada por q ( ) arccossec Assim, para qualquer (, ) (, + ) temos d q ( ) d d cossec cossec cotg cossec cotg d π π Mas, cotg cossec Logo, cotg ± Como para [,) (, ], cossec > cotg > e cossec < cotg <, temos q'( ), cossec cotg (, ) (, + ) Podemos memorizar esse resultado: d arccossec ; d Eercício Demonstre as regras de números a 8 da tabela de derivação dada no final deste teto d () Sabemos que arcsen, provado no eemplo d Seja u u( ), pela regra da cadeia temos

d d d d arcsen u ( ) arcsen u ( ) u ( ) u ( ) d du ( ) d Analogamente, provam-se as fórmulas (4), (5), (6), (7) e (8) [ u] Eercício Utilizando diferenciais, encontre um valor aproimado de 8, Considere a função f dada por f ( ) Vamos determinar d quando 8 e, Temos, por definição, d f '( ) Se 8 e, temos d,,8 Assim, se 8 tomarmos d em lugar de, o erro cometido é de,8 que pode, em muitos casos práticos, ser desprezado Em termos gerais, para cálculos aproimados, podemos fazer d, ou seja, f ( + ) f( ) + f '( ) Daí, segue que 8, 8 +,8,8 Eercício Calcule os seguintes limites: 4 a) lim cos ; b) lim ; c) 6 5 lim + 5 + ; 9 sen d) lim ; e) lim + 4 sen sen Em todos os itens será aplicada a Regra de L Hospital No item (e) isto será feito duas vezes 4 6 8 8 a) lim lim 6 cos sen b) lim lim 5 5 5 + 4 4 4 c) lim lim lim 5 + 9 5 d) e) sen cos cos lim lim lim 4 4 4 4 8 sen cos 4 cos + + + sen cos sen lim lim lim lim sen sen cos + sen cos sen + cos Eercício Esboce o gráfico de uma função f num intervalo I em cada caso: a) I [, ] ; f contínua em I ; f assume máimo relativo em 4 ; f '(4) não eiste; o gráfico de f tem concavidade para baio em (, 4) b) I [, ] ; f contínua em I ; f assume mínimo absoluto em e em ; f assume máimo relativo em e em ; o ponto (, ) é ponto de infleão do gráfico de f ; o gráfico de f tem concavidade para cima no intervalo aberto (, ) Não eiste apenas uma solução, apresentaremos um eemplo particular em cada caso

a) f (4) f () f () 4 b) f () f ( ) - - - f( ) f() Eercício 4 Esboce o gráfico das seguintes funções fazendo a análise necessária a) a) f ( ) f ( ) ; b) d) f ( ) ; e) 4 4 f ( ) + ; c) f( ) ; f( ) + ) Domínio, continuidade e diferenciabilidade da função Como f é polinomial temos que Dom f e que f é contínua e diferenciável em ) Interseção do gráfico de f com os eios coordenados Se temos f () Logo o gráfico de f intercepta o eio O no ponto (,) f( ) ( ) Logo o gráfico de f intercepta o eio O nos pontos (,), (,) e (,) ) Simetrias do gráfico de f

Temos f ( ) ( ) ( ) + [ ] f( ) Logo f é uma função ímpar e seu gráfico apresenta uma simetria em relação à origem (,) 4) Pontos críticos e intervalos de crescimento e decrescimento de f Temos que f '( ) Assim, Portanto, f '( ) ou ou são os pontos críticos de f Os pontos críticos dividem a reta em intervalos, a saber, (, ), Como f '( ) é uma função quadrática, ela é contínua em Assim, para (, ), temos crescente em (, ] (, ) e f '( ) ( ) >, portanto, f '( ) >, Tomando (, ), temos f '() () <, portanto, f '( ) <, f é decrescente em [, ] Tomando (, + ), temos é crescente em [, + ) 5) Pontos de máimo e mínimo de f Como f cresce em (, ) e decresce em f '() () >, portanto, f '( ) >, (, ) + (, ) Logo f é (, ) Logo (, + ) Logo f (, ) a função f assume um valor máimo local em Como f decresce em (, ) e cresce em (, ) + a função f assume um valor mínimo local em 6) Concavidade e pontos de infleão do gráfico de f Temos f "( ) 6 Portanto f "( ) Como f "( ) é uma função linear sabemos que: Em (,) f " é negativa e, portanto o gráfico de f tem concavidade para baio sobre esse intervalo Em (, + ) f " é positiva e, portanto o gráfico de f tem concavidade para cima sobre esse intervalo Portanto o ponto (,) é o único ponto de infleão do gráfico de f, pois temos aí reta tangente ao gráfico de f e o gráfico muda sua concavidade 7) Valores máimos e mínimos de f Temos Temos f ( ) e portanto 9 f ( ) e portanto 9 é o valor máimo relativo de f 9 é o valor mínimo relativo de f 9

8) Assíntotas verticais e horizontais de f A função f é polinomial e, portanto não possui assíntotas O esboço do gráfico está a seguir - 9 9 b) 4 f ( ) + ) Domínio, continuidade e diferenciabilidade da função Como f é polinomial é contínua e diferenciável em todos os pontos de seu domínio Dom f ) Interseção do gráfico de f com os eios coordenados Temos f () Logo o gráfico de f intercepta o eio O no ponto (,) 4 Temos f( ) + ( + 4), pois + 4 para todo Logo, o gráfico de f intercepta o eio O apenas no ponto (,) ) Simetrias do gráfico de f 4 4 Temos f ( ) ( ) + ( ) + f( ) Logo, a função f é uma função par e, portanto, seu gráfico tem simetria em relação ao eio O 4) Pontos críticos e intervalos de crescimento e decrescimento de f Temos f '( ) + 4 Assim, f '( ) ( + ), pois Logo, é o único ponto crítico de f O ponto crítico divide a reta em intervalos, a saber, (,) e (, + ) Como f ' é uma polinomial, ela é contínua em Assim, tomando (, ), temos Logo f é decrescente em (, ] + para todo f '( ) ( ) + 4( ) 6 <, portanto, f '( ) <, (, )

Tomando (, + ), temos é crescente em [, + ) f '() () + 4() 6 >, portanto, f '( ) >, (, + ) Logo f 5) Pontos de máimo e mínimo de f Como f é decrescente em (, ] e crescente em [, + ), f assume um valor mínimo relativo em Como é único, é mínimo absoluto também 6) Concavidade e pontos de infleão do gráfico de f Temos f "( ) 6 + 4 Logo f "( ) 6 + 4 Não eiste valor de que anule a segunda derivada, esta função é sempre positiva em Assim o gráfico de f tem concavidade voltada para cima e não eiste ponto de infleão 7) Valores máimos e mínimos de f Temos f (), portanto é o valor mínimo absoluto de f 8) Assíntotas verticais e horizontais de f A função f é polinomial e portanto não possui assíntotas O esboço do gráfico está a seguir 4 c) f( ) ) Domínio, continuidade e diferenciabilidade da função Esta é uma função racional, portanto contínua e diferenciável em todos os pontos de seu domínio Dom f {,} ) Interseção do gráfico de f com os eios coordenados f () Logo o gráfico intercepta o eio O no ponto (,) Temos f( ) 4 Logo o gráfico intercepta o eio O apenas no ponto (,)

) Simetrias do gráfico de f 4( ) 4 f ( ) f( ) Dom f e, portanto, a função f ímpar Logo, o gráfico de f é ( ) simétrico em relação à origem (,) 4) Pontos críticos e intervalos de crescimento e decrescimento de f 4( ) 4 ( ) 4 4 + Temos f '( ) ( 4) Como f '( ), Dom f e ( ) ( ) ( ) Dom f ' Dom f, conclui-se que f não possui pontos críticos Analisemos o comportamento da função f nos intervalos (, ), (,) e (, + ) Em (, ) (,) (, + ) f ' é sempre negativa e, portanto, f é decrescente em (, ), em (,) e em (, + ) 5) Pontos de máimo e mínimo de f A função f não apresenta tais pontos, pois não há pontos críticos 6) Concavidade e pontos de infleão do gráfico de f ( 8 )( ) + (4 + 4)( ) ( )[( 8 )( ) + 4 (4 + 4)] Temos f "( ) 4 ( ) ( ) ( )[( 8 )( ) + 6 ( + )] 8 [( )( ) + ( + )] 8 ( + ) 4 ( ) ( ) ( ) Então f "( ) Assim, (, ) é candidato a ponto de infleão 8( )(( ) + ) Em (, ), f "( ) < e, portanto, f "( ) é negativa em (, ) Assim, o (( ) ) gráfico de f tem concavidade voltada para baio nesse intervalo Em (,) f " é positiva e, portanto, o gráfico de f tem concavidade voltada para cima nesse intervalo Em (,) f " é negativa e, portanto, o gráfico de f tem concavidade voltada para baio nesse intervalo Em (, ) f " é positiva e, portanto, o gráfico de f tem concavidade voltada para cima sobre esse intervalo Como f () 4, eiste reta tangente ao gráfico de f no ponto (,) Então o ponto (,) é o único ponto de infleão do gráfico de f 7) Valores máimos e mínimos de f A função não possui valores máimos e mínimos relativos, nem absolutos, pois não possui pontos de máimos e mínimos relativos, nem absolutos 8) Assíntotas verticais e horizontais de f 4 4 Temos lim e lim + Então a reta é uma assíntota vertical do gráfico de f + 4 4 Temos lim e lim + Então a reta é uma assíntota vertical do gráfico de f + 4 4 4 Temos lim lim e lim Então a reta é a única assíntota horizontal do gráfico + + de f O esboço do gráfico está a seguir

- d) f ( ) ) Domínio, continuidade e diferenciabilidade da função / Dom f [, + ) Como lim ( ) c c, > c c + lim ( ), a função f é contínua em seu domínio e como f '( ), esta é uma função diferenciável em (, + ) ) Interseção do gráfico de f com os eios coordenados Temos f () Logo o gráfico de f intercepta o eio O no ponto (,) Temos f( ) 4, ( 4), Então o gráfico de f intercepta o eio O nos pontos (,) e (4,) ) Simetrias do gráfico de f Como o domínio da função não é simétrico em relação ao ponto a função não é par nem ímpar 4) Pontos críticos e intervalos de crescimento e decrescimento de f * Temos f '( ), e assim, Dom f ' + Logo f '( ) e como (, + ), o único ponto crítico de f é Analisemos o comportamento de f nos intervalos (,) e (, + ) Em (,) f ' é positiva e, portanto, f é crescente em (,] Em (, + ) f ' é negativa e, portanto, f é decrescente em [, + ) 5) Pontos de máimo e mínimo de f Como f é crescente em (,] e decrescente em [, + ) concluímos que f assume um valor máimo relativo em e como é único é absoluto também 6) Concavidade e pontos de infleão do gráfico de f Temos f "( ), (, + ) Logo, não eistem pontos de infleão Como f " é sempre negativa, o gráfico de f tem concavidade voltada para baio sobre todo o seu domínio 7) Valores máimos e mínimos de f Temos que f () Portanto, é o valor máimo de f /

8) Assíntotas verticais e horizontais de f O gráfico não tem assíntotas O esboço do gráfico está a seguir 4 e) f( ) + ) Domínio, continuidade e diferenciabilidade da função Esta é uma função racional, portanto contínua e diferenciável em todos os pontos de seu domínio, e como +,, temos que Dom f ) Interseção do gráfico de f com os eios coordenados Temos f (), portanto o gráfico de f intercepta o eio O no ponto (,) f( ) Portanto o gráfico de f intercepta o eio O apenas no ponto (,) ) Simetrias do gráfico de f ( ) Temos f ( ) f( ), Logo f é uma função par e, portanto, seu gráfico tem + ( ) + simetria em relação ao eio O 4) Pontos críticos e intervalos de crescimento e decrescimento de f ( + ) + Temos f '( ) ( + ) ( + ) ( + ) Então f '( ) Tomando (,), temos que f '( ) < e, portanto, f é decrescente em (,] Tomando (, + ), temos que f '() > e, portanto, f é crescente em [, + ) 5) Pontos de máimo e mínimo de f Como f é decrescente em (, ] e crescente em [, + ) concluímos que f assume um valor mínimo relativo e também absoluto em 6) Concavidade e pontos de infleão do gráfico de f ( + ) ( + ) ( + ) 8 ( + ) ( + )[( + ) 8 ] Temos f "( ) 4 4 4 ( + ) ( + ) ( + ) 8 + 6 + ( + ) ( + )

Temos f "( ) 6 ± e / / f( ) f( ) Portanto, + / 4/ 4 (, f ( )) (, ) e (, f ( )) (, )) são candidatos a pontos de infleão do gráfico de f 4 4 Como ( + ) é sempre positivo, analisando o sinal de 6 + concluímos que: Em (, ) f " é negativa e, portanto, o gráfico de f tem concavidade voltada para baio em (, ) Em (, ) f " é positiva e, portanto, o gráfico de f tem concavidade voltada para cima em (, ) Em (, ) + f " é negativa e, portanto, o gráfico de f tem concavidade voltada para baio em (, + ) Conclui-se assim que o gráfico de f muda a concavidade em (, ) e em (, ) e nesses pontos, o 4 4 gráfico de f tem reta tangente Portanto, esses pontos são pontos de infleão do gráfico de f 7) Valores máimos e mínimos de f Como é ponto de mínimo relativo e absoluto, tem-se que f () é o valor mínimo relativo e absoluto da função 8) Assíntotas verticais e horizontais de f O gráfico não apresenta assíntotas verticais, pois Dom f Temos lim lim e lim lim, logo a reta é a única assíntota horizontal do + + + + gráfico de f O esboço do gráfico está a seguir /4 / / Eercício 5 Um campo retangular vai ser cercado ao longo da margem de um rio e não precisa de cerca ao longo do rio Se o material da cerca custa R$ 4, por metro para o lado paralelo ao rio e R$ 5, por metro para os outros dois lados, encontre as dimensões do campo de maior área que pode ser cercado com um custo fio de R$,

A área a ser cercada será dada por A m água O comprimento da cerca é dado por P ( + ) m O custo da cerca é dado por C [(5) + (4)] reais Devemos procurar o máimo da área sujeita a condição de um custo fio de R$, 5 5 Então 5 + 4 (*) 4 4 5 5 Substituindo (*) na epressão da área obtemos A A( ) 4 4 Se temos que ; se, temos que 5 Como e não podem ser negativos, temos que Dom A (, ) Temos A'( ), daí A'( ) 4 Em (,) A' é positiva e, portanto A é crescente nesse intervalo Em (, ) A ' é negativa e, portanto, A é decrescente nesse intervalo Então A assume um máimo relativo em, como é único, ele também é máimo absoluto 5 Se temos 5, e assim, A ( ) 5 m 4 Portanto, as dimensões que maimizam a área cercada a um custo fio de R$, são metros nos lados perpendiculares à margem do rio e 5 metros no lado paralelo à margem Eercício 6 Determine as dimensões do retângulo de maior área que tem dois vértices no eio O e os dois outros vértices sobre a parábola 6 4 acima do eio O Encontre a área máima desse retângulo 6 6 4 Devemos determinar a área máima ( A ) sujeita à condição 6 4 (*) Substituindo (*) na epressão da área obtemos A A ( ) (6 4 ) 8 Podemos considerar o domínio de A como Dom A (,) - Temos A'( ) 4, logo: 4 A'( ) 4 4 6 8 4 ± Somente a solução algébrica pertence ao domínio da função A Como A ' é uma função quadrática concluímos que:

Em (, ) Em (,) A ' é positiva e, portanto, A é crescente nesse intervalo A ' é negativa e, portanto, A é decrescente nesse intervalo Portanto, A atinge um valor máimo relativo em Quando, temos 4 6 6 6 4, como é único, também é máimo absoluto Assim, as dimensões do retângulo procurado são 4 e, e sua área é A 8 9 unidades quadradas Eercício 7 Encontre o número no intervalo,, tal que a soma do quadrado desse número com o dobro de seu inverso multiplicativo, seja a menor possível Determine essa soma Denotemos o número procurado por Queremos que (,) e que + seja o menor possível Chamemos s ( ) +, com Dom s (,) Temos s'( ) Devemos estudar o sinal de s ' nos intervalos (,) e (, ) (,8) Tomemos,8 (,), temos s '(,8) < Logo s é decrescente em (,) (,8) (,8) Tomemos,8 (, ), temos s '(,8) > Logo s é crescente em (, ) (,8) Portanto s tem mínimo relativo em Como é único, é mínimo absoluto também Assim, o valor mínimo absoluto é s () + Assim, soma mínima procurada é obtida quando e vale Eercício 8 Um incêndio em um campo aberto se alastra em forma de círculo O raio do círculo aumenta à razão de,5 m/min Determine a taa à qual a área incendiada está aumentando quando o raio é de m Temos a área incendiada dada por A πr, onde r é o raio do círculo e, portanto, r (, + ) Como o raio depende da variável tempo (t) dado em minutos escrevemos: At () π [()] rt Daí obtemos por derivação em relação a t a seguinte equação da dr π () rt dt dt dr Para r m e,5 dt, tem-se que da π π m /min dt Logo, a taa à qual a área incendiada está aumentando, quando o raio é metros, é igual a π m /min Eercício 9 Enche-se um balão esférico de tal modo que seu volume aumenta à razão de m³/s Qual a razão do aumento de seu raio por unidade de tempo, quando o mesmo atinge o valor de 5 m?

4 Temos o volume do balão esférico de raio r é dado por V πr e r (, + ) Como o volume depende da 4 variável tempo (t) dado em segundos, o raio também depende de t, e podemos escrever Vt () πr () t e conseqüentemente, derivando a epressão do volume em relação a t obtemos a equação: dv 4 π r ( t) dr 4 πr ( t) dr dt dt dt dv Por hipótese, temos que m dr dr /s, logo, quando r 5 m temos 4π 5, ou seja, m/s dt dt dt 5π Portanto, a taa à qual o raio do balão está aumentando quando o mesmo é 5 metros é de 5π m/s Eercício O diâmetro e altura de um cilindro circular reto são, num determinado instante, cm e 4 cm, respectivamente Se a altura crescer a uma taa de cm/min, como variará o raio do cilindro, se seu volume permanecer constante? A relação entre o volume, o raio e a altura é dada por V πr h, que pode ser reescrita como Vt () π r()() tht dv dh Como o volume é constante, temos e por hipótese, cm/min; derivando a epressão dt dt Vt () π r()() tht em relação a t obtemos: dv π r dr h+ r dh dt dt dt No instante em que diâmetro é igual a cm (portanto r cm) e a altura igual a 4 cm, temos dr π 4 + dt dr Segue que nesse instante, dt 4 cm/min A variação do raio do cilindro no instante descrito é de cm/min 4 Eercício Os lados e de um retângulo estão variando a taas constantes de,5 cm/s e,4 cm/s, respectivamente A que taas estarão variando a área e o perímetro do retângulo no instante em que é igual a 4 cm e é igual a 5 cm? Temos que a área de um retângulo é epressa em função do tempo t por At () t ()() t e o perímetro de um retângulo epresso em função do tempo t por Pt ( ) t ( ) + t ( ) d d Por hipótese,,5 cm/s e,4 cm/s Deseja-se saber ' dt dt A e P ' quando 4 cm e 5 cm Assim, da d d dp d d 4 9 t ( ) + t ( ) + 5 + 4 5 + 6 4 cm /s e + + cm/s dt dt dt 5 dt dt dt 5 5