MÓDULO 6 NOME: DATA: CÉDULA PROFISSIONAL:

Documentos relacionados
MÓDULO DE INTOXICAÇÕES

Farmacoterapia de Distúrbios Cardiovasculares. Profa. Fernanda Datti

APROVADO EM INFARMED

3) Complicações agudas do diabetes

Hidroclorotiazida. Diurético - tiazídico.

IMIPRAMINA HCL. Antidepressivo Tricíclico

Digoxina. Tiago Brito MÓDULO INTOXICAÇÕES BB,BCC,ADT,

Avaliação/Fluxo Inicial Doença Cardiovascular e Diabetes na Atenção Básica

FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR. Leia atentamente este folheto antes de tomar este medicamento.

Processo Seletivo Unificado de Residência Médica 2017 PADRÃO DE RESPOSTAS PSIQUIATRIA DA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA

Curso Avançado em Gestão Pré-Hospitalar e Intra-Hospitalar Precoce do Enfarte Agudo de Miocárdio com Supradesnivelamento do Segmento ST

BUNIL Injectável é uma solução injectável intramuscular, apresentado em embalagens de 5 ampolas de 2 ml.

Uso de medicamentos em situações de urgência de enfermagem. Farmácia de urgência.

Síndromes Coronarianas Agudas. Mariana Pereira Ribeiro

RENACIAT. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica. Coordenação: ANVISA (Gerência Geral de Toxicologia)

Intoxicações Exógenas

ANTI-ARRÍTMICOS TMICOS

Arritmias Cardíacas CLASSIFICAÇÃO. Taquiarritmias. Bradiarritmias. Supraventriculares. Ventriculares

Aula 05 DIABETES MELLITUS (DM) Definição CLASSIFICAÇÃO DA DIABETES. Diabetes Mellitus Tipo I

Curso de capacitação em interpretação de Eletrocardiograma (ECG) Prof Dr Pedro Marcos Carneiro da Cunha Filho

Curso de Electrocardiografia Básica TAQUIARRITMIAS. Miryan Cassandra. Serviço de Cardiologia CHUC - H. Geral 16 de Outubro de 2014

MODELO DE TEXTO DE BULA DE NALDECON DIA Comprimidos

COMPLEX(IDADE) DA PSICOFARMACOLOGIA NOS ADULTOS DE IDADE AVANÇADA

ARRITMIAS CARDÍACAS. Dr. Vinício Elia Soares

PIROXICAM. Anti-Inflamatório, Analgésico e Antipirético. Descrição

Antipsicóticos 27/05/2017. Tratamento farmacológico. Redução da internação. Convivio na sociedade. Variedade de transtornos mentais

Estado Hiperglicêmico Hiperosmolar. (EHH) e Cetoacidose Diabética (CAD) na. Sala de Urgência

Status Epilepticus. Neurologia - FEPAR. Neurofepar Dr. Roberto Caron

Cada ml de Piridoxina Labesfal, 150 mg/ml, Solução injectável, contém 150 mg de cloridrato de piridoxina como substância activa.

ENFERMAGEM DOENÇAS CRONICAS NÃO TRANMISSIVEIS. Doença Cardiovascular Parte 2. Profª. Tatiane da Silva Campos

Perfil para transtornos musculares Perfil para enfermidades ósseas Perfil funcional tireodiano

PROTOCOLO DE MANUTENÇÃO DO POTENCIAL DOADOR DE ORGÃOS

Prof: Dr. Robson Azevedo Pimentel Psiquiatra da Clínica Jorge Jaber

INTOXICAÇÕES EXÓGENAS NA FAIXA ETÁRIA PEDIÁTRICA. Profa Dra. Joelma Gonçalves Martin Departamento de Pediatria FMB - UNESP

PROTO COLO CLÍNICO ABORDAGEM INICIAL DAS TAQUICARDIAS EM SERVIÇOS DE EMERGÊNCIA. Vinício Elia Soares Coordenador Executivo da Rede de Cardiologia

Problemas Endócrinos. Prof.º Enf.º Esp. Diógenes Trevizan

MEDICAMENTOS QUE ATUAM NO SISTEMA CIRCULATÓRIO

Status Epilepticus. Neurologia - FEPAR. Neurofepar Dr. Carlos Caron

Alterações às secções relevantes do resumo das características do medicamento e do folheto informativo

Anexo III. Alterações nas secções relevantes do resumo das caraterísticas do medicamento e do folheto informativo

Drogas que atuam no sistema cardiovascular, respiratório e urinário

1. INTRODUÇÃO. 2. OBJETIVO Os objetivos desse protocolo são:

FOLHETO INFORMATIVO. Tratamento das perturbações da ansiedade isolada e associada a estados de tensão emocional e sintomas depressivos.

Classificando as crises epilépticas para a programação terapêutica Farmacocinética dos fármacos antiepilépticos... 35

XILONIBSA 2% com epinefrina contém lidocaína base 31,14 mg/1,8 ml e epinefrina base 0,0225 mg/1,8 ml.

Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra Ano Lectivo 2011/2012. Unidade Curricular de BIOQUÍMICA I Mestrado Integrado em MEDICINA 1º Ano

Cetoacidose Diabética

Embalagens de 20, 60 e 100 comprimidos de libertação modificada

R1CM HC UFPR Dra. Elisa D. Gaio Prof. CM HC UFPR Dr. Mauricio Carvalho

TRANSTORNOS DE ANSIEDADE E DO SONO. Marco Aurelio Soares Jorge

Fármacos com Ação nas Arritmias, Insuficiência Cardíaca e Acidentes Vasculares

CLOPIXOL Zuclopentixol

Petr Soares de Alencar DISTÚRBIOS DO EQUILÍBRIO ÁCIDO BASE

Efeitos Adversos da Electroconvulsivoterapia

FIBRILAÇÃO ATRIAL E FLUTTER ATRIAL

HIPERTERMIA MALIGNA. CEDHIMA - UNIFESP (Centro de Estudo, Diagnóstico e Investigação em Hipertemia Maligna)

Reconhecendo os agravos clínicos em urgência e emergência. Prof.º Enfº. Diógenes Trevizan

Hiperpotassemia em renal crônico adulto em diálise Fluxo de acionamento de hemodiálise de emergência

PROTOCOLO MÉDICO SEPSE E CHOQUE SÉPTICO

Problemas Endócrinos

Noções básicas de eletrocardiografia e principais aplicações na toxicologia

Interacções medicamentosas

Gripen noite. paracetamol 800 mg + cloridrato de fenilefrina 20 mg+ maleato de carbinoxamina 4 mg

Prova de Esforço. Ana Mota

Medicações de Emergências. Prof.º Enfº Diógenes Trevizan Especialista em Docência

FISIOTERAPIA PREVENTIVA

BULA DE NALDECON líquido

A depressão é uma doença que afeta: o bem estar físico provocando cansaço, alterações no sono e mudanças de apetite. o bem estar mental provocando

RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO. Cada cápsula contém 5,9 mg de cloridrato de flunarizina (eq. a 5 mg de flunarizina)

MÓDULO 6 Dr. Paulo Freitas. Intoxicação por PARACETAMOL Dra. Sara Gomes 02/02/2018

Urgência e Emergência. Prof.ª André Rodrigues INTOXICAÇÕES EXÓGENAS

APROVADO EM INFARMED FOLHETO INFORMATIVO

Fármacos classificados na categoria X (xis) do FDA são contraindicados. Afirmativa correta. São fármacos de alto risco para o feto.

Disciplina de BIOQUÍMICA do Ciclo Básico de MEDICINA Universidade dos Açores 1º Ano ENSINO PRÁTICO 5ª AULA PRÁTICA

CLOPIXOL Depot Decanoato de Zuclopentixol

FARMACOCINÉTICA FARMACODINÂMICA FARMACOCINÉTICA CONCEITOS PRELIMINARES EVENTOS ADVERSOS DE MEDICAMENTOS EAM. Ação do medicamento na molécula alvo;

APROVADO EM INFARMED

AVALIAÇÃO LABORATORIAL DA FUNÇÃO RENAL

Fármacos antidepressivos. Prof. Dr. Gildomar Lima Valasques Junior Farmacêutico Clínico-Industrial Doutor em Biotecnologia

HIPERÊMESE GRAVÍDICA. Msc. Roberpaulo Anacleto

Hemolenta. Bula para paciente. Solução para hemodiálise 6,14 MG/ML + 0,18596 MG/ML

Choque hipovolêmico: Classificação

INSTITUTO LATINO AMERICANO DE SEPSE CAMPANHA DE SOBREVIVÊNCIA A SEPSE PROTOCOLO CLÍNICO. Atendimento ao paciente com sepse grave/choque séptico

Profª Allana dos Reis Corrêa Enfermeira SAMU BH Mestranda em Enfermagem UFMG

Leia atentamente este folheto antes de começar a tomar o medicamento.

Sistema Urinário. Patrícia Dupim

Transcrição:

NOME: DATA: CÉDULA PROFISSIONAL: 1. Em que intoxicações está claramente indicação a administração multi-dose de carvão activado? a. Carbamazepina, dapsona fenobarbital, quinino e aminofilina b. Carbamazepina, lítio, mercúrio, etileno-glicol e metanol c. Prometazina, quinino, benzodiazepinas, aminofilina e querosene d. Carbamazepina, aminofilina, metotrexato, fenobarbital e lítio 2. Que característica(s) deve ter uma toxina/droga para haver benefício na alcalinização da urina para aumentar a sua eliminação? a. Ácido fraco b. Base forte c. O rim deve ser a principal via de eliminação d. Respostas a. e c. 3. Que atitudes terapêuticas abaixo indicadas devem ser evitadas em casos de intoxicação?: a. Administração de beta-bloqueantes na intoxicação a cocaína com evidência de isquémia cardíaca b. Administração de flumazenil em doentes com consumo crónico de benzodiazepinas c. Lavagem gástrica na ingestão de lixívia d. Opções a., b. e c. 4. Que característica(s) deve ter uma toxina/droga para haver benefício na utilização da hemodiálise para terapêutica da sua intoxicação? a. Baixo peso molecular (> 2000 Da) b. Baixa ligação a proteínas séricas c. Elevada lipossolubilidade d. Opções a. e b. 5. Doente do sexo masculino de 56 anos que é admitido no Serviço de Urgência com quadro de alteração do estado de consciência. Gasometricamente apresentava: ph 6,93 PaCO2 22 mmhg HCO3 4 meq/l PaO2 100 mmhg Na+ 142 meq/l K+ 3,8 meq/l Cl 103 meq/l Hiato Anião 35 meq/l Qual dos seguintes quadros laboratoriais não justifica o distúrbio ácido-base presente? glicémia 316mg/dL cetonúria +++ a. ureia 54md/dL creatinina 1,4mg/dL b. doseamento de metanol na urina de de 2200 mg/l c. lactatos no sangue arterial de 19mmol/L d. doseamento de salicilatos no sangue de 600 mg/l

6. Doente de 32 anos de idade com suspeita de intoxicação que se apresenta agitado, com ausência de reposta visual à ameaça, midriático, e pele quente e seca. Qual dos seguintes medicamentos/tóxicos é menos provável? a. baclofeno (relaxante muscular de ação central) b. hidroxizina (antihistamínico) c. amitriptilina (antidepressivo tricíclico) d. E-605 Forte (paratião-metilo - organofosforado) e. clorpromazina (fenotiazida alifática) 7. Doente de 39 anos de idade com padrão eletrocardiográfico com onda S nas derivações I e avl e onda R em avr, que doseamento pediria: a. paracetamol b. salicilatos c. digoxina d. teofilina e. antidepressivos tricíclicos 8. Doente de 49 anos de idade que cerca de 8 horas após ingestão medicamentosa de fármacos inicia quadro de hipertermia associada a agitação psicomotora, hipereflexia e clónus, qual dos seguintes fármacos é mais suspeito: a. haloperidol (neuroléptico) b. quetiapina (neuroléptico) c. paroxetina (inibidor da recaptação da serotonina) d. hidroxizina (antihistamínico) e. amitriptilina (antidepressivo tricíclico 9. Das seguintes alíneas escolha a mais correcta: a. A suspensão abrupta de terapêutica crónica com levodopa não pode despoletar uma entidade clínica idêntica à síndrome neuroléptica maligna (SNM); b. Os achados típicos encontrados na SNM são: alteração do estado de consciência; hipertermia; rigidez e hiperreflexia; c. A SNM nunca ocorre quando o doente se encontra sob o mesmo fármaco neuroléptico, na mesma dose desde há vários anos; d. Em certas situações poderá ser muito difícil o diagnóstico diferencial entre SNM e outras identidades clínicas, como catatonia maligna ou síndrome serotoninérgico (SS).

10. Das seguintes alíneas escolha a mais correcta: a. A melhor forma de distinguir entre SNM e SS baseia-se no resultado de exames complementares de diagnóstico específicos; b. A elevação de creatina quinase (CK) sérica pode surgir na SNM, SS e na síndrome anticolinérgica (SA); c. Na SNM os sintomas normalmente surgem nas primeiras duas semanas após administração de um fármaco neuroléptico, encontrando-se em maior risco os doentes sujeitos a doses mais elevadas do fármaco, administração por via endovenosa ou após mudança de neuroléptico; d. A resolução do quadro clínico na SNM surge tipicamente entre a segunda e a terceira semana (média entre os 17 e 20 dias). 11. Das seguintes alíneas escolha a mais correcta: a. A primeira medida terapêutica em qualquer doente com suspeita de SNM deverá ser a administração de dantroleno; b. A terapia electroconvulsiva deverá ser considerada em primeira linha pois apresenta poucas complicações potenciais; c. A bromocriptina deve ser iniciada na dose de 2.5mg de 6/6 horas ou de 8/8 horas até dose máxima de 40mg /dia, continuada durante 10 dias após controlo da SNM e deverá ser realizado desmame lento subsequentemente; d. O dantroleno deve ser iniciado na dose de 1 a 2.5mg/Kg (dose máxima de 20mg/Kg/dia), devendo ser vigiada a potencial hepatotoxicidade associada. 12. Das seguintes alíneas escolha a mais correcta: a. Em relação ao perfil hipertensivo que poderá estar associado ao SNM, devem ser utilizados fármacos antihipertensores de longa acção para impedir picos hipertensivos tardios; b. As benzodiazepinas nunca devem ser utilizadas nos doentes com SNM pela potencial depressão do estado de consciência que podem provocar; c. A melhor forma de diminuir a temperatura corporal nos doentes com SNM baseia-se na administração de antipiréticos; d. A utilização de neurolépticos com formulações de libertação prolongada e a presença de doença cerebral estrutural são factores de risco para duração prolongada de sintomas na SNM.

13. Das seguintes alíneas escolha a mais correcta: a. Em casos de intoxicação por fármacos beta-bloqueantes (BB), a terapêutica com Glucagom IM, Gluconato de cálcio, Isoprenalina e Insulina (1U/Kg em bólus, seguida de perfusão com 0.5 a 2U/Kg/h) deve ser sempre realizada; b. As disritmias ventriculares podem surgir em contexto de intoxicação por BB; c. Nos casos de intoxicação por BB só se devem realizar as medidas de terapêutica e de suporte durante 8 horas, uma vez que é essa a semi-vida desses fármacos; d. A apresentação clínica típica de intoxicação por BB inclui: bradicárdia, hipotensão, choque cardiogénico, alteração do estado de consciência, convulsões e hiperglicemia. 14. Das seguintes alíneas escolha a mais correcta: a. Em contexto de intoxicação por bloqueadores de canais de cálcio (BCC) os efeitos secundários serão sempre correspondentes ao bloqueio selectivo dos canais de cálcio L no miocárdio (pelo BCC dihidropiridínicos) ou na vasculatura periférica (pelos BCC não dihidropiridínicos); b. A apresentação clínica típica da intoxicação por BCC inclui: hipotensão, bradicárdia, hipoglicémia, sinais de insuficiência cardíaca congestiva e alteração do estado de consciência; c. Nas medidas terapêuticas em contexto de intoxicação grave por BCC, deverá ser iniciado gluconato de cálcio ou cloreto de cálcio, glucagon EV, Insulina (1U/Kg em bólus, seguida de perfusão de 0.5 a 2U/Kg/h), noradrenalina e, se houver refractariedade às medidas prévias, deverá ser realizada hemodiálise para depuração dos BCC; d. Os doentes que ingerirem 5 vezes a dose habitual de BCC poderão desenvolver sinais de intoxicação grave. 15. Das seguintes alíneas escolha a mais correcta: a. Os seguintes fármacos podem aumentar a concentração de digoxina: amiodarona, verapamil e diltiazem; b. O doseamento de digoxina sérica (normal entre 0.8 e 2 ng/ml) correlaciona-se directamente com a gravidade dos sintomas apresentados; c. A utilização dos anticorpos antidigoxina reserva-se para situações de intoxicação aguda que se apresentem com disritmias potencialmente fatais e/ou com instabilidade hemodinâmica, com hipercaliémia e com evidência de hipoperfusão/disfunção de órgão; d. Num doente com BAV completo secundário a intoxicação por digoxina e que se apresente com hipercaliémia e hipotensão marcada, a abordagem preconizada deve contemplar em primeiro lugar corrigir a hipercaliémia e só depois considerar a administração de anticorpos antidigoxina.

16. Das seguintes alíneas escolha a mais correcta: a. Os achados clínicos que podem surgir em contexto de intoxicação por antidepressivos tricíclicos (ADT) são: obnubilação, delírio, alucinações, convulsões, taquicárdia sinusal, taquicárdia ventricular, fibrilhação ventricular e hipotensão; b. Os achados electrocardiográficos mais típicos de intoxicação por ADT incluem: QRS superior a 100 mseg; morfologia anormal do QRS (onda S profundas em DI e avl); anormalidades no tempo e na relação entre a onda R e a onda S na derivação avr; bloqueio de ramo direito e padrão Brugada-like (nas situações com doseamentos de ADT mais baixos); c. A terapêutica com bicarbonato de sódio deve ser realizada sempre em bólus, apresentando sucesso de 50% na correcção do QRS e 70% na correcção da hipotensão; d. Nas intoxicações por ADT, concomitantemente com benzodiazepinas, que se apresentem com alteração do estado de consciência, deve-se administrar flumazenilo para reversão do estado de consciência. 17. Para avaliação/predição da toxicidade na intoxicação por Paracetamol qual que é o indicador mais fiável? a. O nível sérico à admissão b. A dose ingerida c. A dose ingerida e o nível sérico às 4h após ingestão d. A co-ingestão com bebidas alcoólicas no doente não hepático crónico 18. Um doente com intoxicação aguda por Paracetamol com 6g, que se apresente à admissão totalmente assintomático, com nível sérico de acetaminofeno abaixo da zona de risco e com avaliação laboratorial normal está fora de perigo para a hepatotoxicidade. a. Verdadeiro b. Falso 19. Qual o fármaco antídoto a administrar na intoxicação por paracetamol? a. Naloxona b. Obidoxima c. N-acetilcisteína d. Flumazenil 20. Como orienta a decisão de iniciar e continuar o antídoto? a. Pela dose ingerida b. Pelo nível sérico de acetamonofeno c. Pela dose ingerida e pelo nível sérico de acetaminofeno às 4h após ingestão d. Pela dose ingerida e pelo nível sérico de acetaminofeno à admissão