AVALIAÇÃO LABORATORIAL DA FUNÇÃO RENAL
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- Carla Porto Castelhano
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1 AVALIAÇÃO LABORATORIAL DA FUNÇÃO RENAL
2 AVALIAÇÃO LABORATORIAL DA FUNÇÃO RENAL 1. EXAME DE URINA Cor Aspecto Densidade urinária ph Glicosúria Proteinúria Pigmentos e Sais biliares Hemoglobinúria e Mioglobinúria
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4 SEDIMENTO URINÁRIO Células sangüíneas Hemácias Leucócitos Eosinófilos Bactérias Agentes biológicos Fungos Protozoários
5 SEDIMENTO URINÁRIO Cristais Oxalato Fosfato Uratos Drogas Hialinos Granulosos Cilindros Leucocitários Hemáticos Adiposos
6 PROTEINÚRIA Qualitativa Proteinúria Quantitativa PROTEINÚRIA QUALITATIVA Teste da fita Ácido Sulfossalicílico a 20% PROTEINÚRIA QUANTITATIVA Urina de 24 horas Proteinúria fisiológica (até 150 mg) Microalbuminúria ( mg) Proteinúria nefrótica (acima de 3,5 g)
7 Cristais São formados por precipitações dos sais da urina por alterações na concentração, na temperatura e no ph da urina. Podem formar cálculos renais. A refrigeração da urina precipita a formação de cristais. São divididos em 2 grupos: a) cristais de urina acida e neutra. b) cristais de urina alcalina.
8 Cristais de urina alcalina: fosfato triplo, fosfato amorfo, carbonato de cálcio, bilirrubina. Cristais de urina ácida: Ácido úrico, urato amorfo, urato de sódio, oxalato de cálcio. Cistina = cistinúria. Leucina (doença hepática, cirrose).
9 PESQUISA BIBLIOGRÁFICA Relação entre a presença dos diferentes tipos de cristais na urina e as alterações (ou não) do metabolismo associadas.
10 Cristais de Carbonato de Cálcio (Urina Alcalina)
11 Cristal de Fosfato de Cálcio (Urina Alcalina)
12 Cristais de Fosfato Triplo (Urina Alcalina)
13 CRISTAIS DE OXALATO DE CÁLCIO urina ácida
14 CRISTAIS DE ÁCIDO ÚRICO (Urina Ácida)
15 URATOS AMORFOS (Urina Ácida)
16 CRISTAIS DE CISTINA Urina Ácida (anormal)
17 Cristal de Tirosina (Urina Anormal)
18 Nefrolitíase Condição na qual um ou mais cálculos estão presentes na pélvis ou nos cálices do rim ou no ureter. O cálculo renal acontece quando a urina se torna muito concentrada e as substâncias na urina se cristalizam formando cálculos. Os cálculos podem não produzir sintomas até que comecem a se mover na direção do ureter, causando dor. A dor é aguda, localizada no flanco e freqüentemente descrita como "a pior dor já experimentada".
19 HEMATÚRIA
20 CÉLULAS EPITELIAIS
21 CILINDRO HIALINO
22 CILINDRO CEREO
23 CILINDRO EPITELIAL
24 CILINDRO LEUCOCITÁRIO
25 CILINDRO GRANULOSO
26 CILINDRO HEMÁTICO
27 CILINDRO ADIPOSO
28 Trychomonas vaginalis
29 Candida albicans
30 FUNÇÃO GLOMERULAR (Filtração Glomerular) Uréia Sérica Creatinina Sérica Clearance de Creatinina Clearance de Inulina
31 CONDIÇÕES CLÍNICAS E URÉIA CONDIÇÃO EFEITO NO *BUN COMENTÁRIO Desidratação Aumenta Aumento de absorção tubular de uréia Insuficiência Cardíaca Aumenta Redução da perfusão renal e aumento da reabsorção de uréia Hiperidratação Diminui Redução da reabsorção de uréia Dieta hiperproteica Aumenta Aumento da geração de uréia Dieta hipoproteica Diminui Diminuição da geração de uréia Catabolismo acelerado (febre, trauma, Grande Queimado, infecção, etc.) Hepatopatia Aumenta Diminui Aumento da geração de uréia. Diminuição da TFG**, de reabsorção e da geração de uréia. **TFG: Taxa de Filtração Glomerular Source. AM J Kidney Dis, 22, * Blood Urea nitrogen
32 SITUAÇÕES CLÍNICAS E CREATININA CONDIÇÃO Uso de Cimetidine e Trimetropim Ingestão de Carne Cozida CLEARANCE DE CREATININA CREATININA PLASMÁTICA COMENTÁRIO Diminui Aumenta Inibe a secreção tubular de creatinina Aumenta Aumenta Dieta hipoproteica Diminui Diminui Aumento transitório de TFG e de geração de creatinina Diminuição do TFG e de geração decreatinina Exercício Físico Diminui Aumenta Diminuição transitória de TFG e aumento da geração muscular de creatinina Source. AM J Kidney Dis, 22, 1993.
33 CLEARANCE DE CREATININA CreatininaSérica Fórmula de Cockcroft Gault Cl = (140 Idade) x Peso C x 72 Urina de 24 horas Cl = UV P Clearancede Creatinina X 1 X 0,85
34 Clearance ou depuração renal define o volume de plasma, do qual uma substância X é toda removida e excretada na urina. Assim, a depuração define o menor valor de plasma do qual X pode ser depurado. O clearance de uma substância X é definido pela equação: Cx = Ux. V Px Onde: Cx = Clearance da substância X Ux = Concentração da substância X na urina (mg/ml) V = Volume urinário por minuto (ml/min) Px = Concentração plasmática da substância X (mg/ml)
35 Calcule o valor do clearance da substância abaixo e interprete os resultados. A Dados: PA = 1mg/ml UA = 100mg/ml V = 1ml/min R: CA = 100ml/min.
36 AVALIAÇÃO LABORATORIAL DA FUNÇÃO RENAL Clearance de Creatinina = ml/min. = ml/min. Creatinina Urinária mg/kg/dia mg/kg/dia
37 FUNÇÃO TUBULAR Teste de Concentração Urinária Teste de Diluição Urinária Teste de Acidificação Urinária Excreção de Eletrólitos Fração de Excreção de Sódio
38 BIÓPSIA RENAL INDICAÇÕES IRA prolongada IRA = para esclarecimento diagnóstico Hematúria Proteinúria não nefrótica HAS Síndrome Nefrótica
39 PRINCIPAIS SÍNDROMES EM NEFROLOGIA Insuficiência Renal Aguda Insuficiência Renal Crônica Síndrome Nefrítica Síndrome Nefrótica Infecção Urinária Obstrução do Trato Urinário Síndromes Renais Tubulares Hipertensão Arterial Nefrolitíase
40 A síndrome nefrótica se desenvolve quando ocorre uma elevação exagerada da permeabilidade dos glomérulos renais às proteínas, ocasionando em proteinúria (aumento da taxa de proteínas na urina). Na síndrome nefrótica, a quantidade de Na síndrome nefrótica, a quantidade de proteínas encontradas na urina em 24 horas deve ser maior que 3,5 gramas (no adulto). Na criança, o valor de referência é uma taxa de proteinúria acima de 50 miligramas por quilo (em 24 horas).
41 A síndrome nefrítica é uma afecção renal definida como o aparecimento de edema, hipertensão arterial e hematúria (geralmente macroscópica). Característicamente a proteinúria é discreta, sendo menor que 3,0 gramas ao dia. Pode ser causada por vários tipos de glomerulonefrites.
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