AULA 3. Probabilidade
|
|
|
- Luiz Carreira Amarante
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 AULA 3 META: Do mesmo modo que acontece com a teoria da mecânica, que atribui definições precisas a termos de uso diário, como trabalho e força, também a teoria das probabilidades tenta, quantificar, a noção de provável através de um conjunto de regras matemáticas. Trabalhar o que sejam experimentos aleatórios, visto que estes diferentemente dos experimentos determinísticos só têm resultados conhecidos após sua realização. OBJETIVOS: No final da aula 3 Diferenciar um experimento aleatório do experimento determinístico. Elaborar espaços amostrais para os experimentos aleatórios. Trabalhar com os principais tipos de eventos e calcular as probabilidades de ocorrência de eventos associados a experimentos probabilísticos. PRÉ-REQUISITOS:Conhecimentos de Teoria dos Conjuntos e Análise Combinatória.
2 3.1 Introdução Caros alunos a definição de probabilidade como o quociente do número de casos favoráveis sobre o número de casos possíveis foi a primeira definição formal de probabilidade, e apareceu pela primeira vez em forma clara na obra Liber de Ludo Aleae de Jeronimo Cardano ( ). Sabemos que a utilização das probabilidades indica a existência de um elemento de acaso, ou de incerteza, quanto à ocorrência ou não de um evento. Estes eventos mesmo possuindo determinadas tendências de ocorrências podem levar a distintos resultados, quando repetidos nas mesmas circunstâncias, dificultando dessa maneira a previsão de um resultado futuro. Assim é que, em muitos casos, pode ser virtualmente impossível afirmar o que ocorrerá com determinado experimento. No entanto embora não seja possível estabelecer a priori os resultados de uma experiência, podem-se prever com certo grau de segurança, seus possíveis resultados(samuel,2009). Para um melhor entendimento do conceito de probabilidade faz-se necessário a introdução de algumas definições que serão apresentadas a seguir. 3.2 Experimento Aleatório, Espaço Amostral e Evento Experimento é um ensaio científico usado para a verificação de relações entre fatos bem definidos, também denominado de Experiência ou experimentação. Um experimento pode ser de dois tipos: Experimento Determinístico e Aleatório. Um experimento Determinístico é aquele que ao executarmos certa ação sob condições, 50
3 Estatística Aplicada à Química quase idênticas, chegaremos essencialmente aos mesmos resultados, controlando todos os fatores influenciantes. Por exemplo, ao largar uma moeda, sabemos que ela cairá no chão. Mas experimentos onde, mesmo tomando todas as precauções, não é possível conhecer o valor exato do resultado, são chamados de experimentos Aleatórios. Logo temos a seguinte definição. Procedimento que, ao ser repetido sob as mesmas condições, pode fornecer resultados diferentes ou um procedimento cujo resultado é incerto. AULA 3 Como exemplos de experimentos aleatórios podemos citar, o lançar de uma moeda e observar que face vai esta voltada para cima, o sortear um número inteiro entre um e cem através de algum procedimento aleatório, lançar um dado e verificar que número da face voltado para cima. Para estes procedimentos, mesmo não sabendo qual resultado irá ocorrer, podemos enumerar todos os possíveis resultados e montarmos um conjunto, que é denominado de Espaço Amostral. O conjunto que possui todos possíveis resultados de um experimento aleatório, cuja notação é S, denotamos por Espaço Amostral. Como exemplos de espaços amostrais, temos: o jogar de uma moeda que tem como espaço amostral o conjunto, S = (C, Co) em que C representa cara e Co representa coroa; O lançar de um dado tem como espaço amostral, S = 1,2,3,4,5,6. Ao realizarmos um experimento aleatório, muitas vezes, podemos estar interessados na ocorrência de um resultado específico. Por exemplo, no lançamento de um dado, podemos estar interessados nos valores pares, representado pelo conjunto A = (2,4,6) ou nos números impares, representado por B = (1,3,5), que são subconjuntos de S. Assim aos conjuntos A e B damos o nome de eventos 51
4 do experimento aleatório lançamento de um dado com a seguinte definição formal: Os subconjuntos de um espaço amostral S denotados por letras latinas maiúsculas do inicio do alfabeto são chamamos de eventos. OBS 3.1. A idéia lógica de ocorrência de um evento é a seguinte: se um elemento do conjunto (evento) ocorre, então o conjunto (evento) ocorre. Sendo S =(KK,KC,CK,CC) temos como um evento possível A:sair uma cara dado por: A=KC,CK. Sendo S=24, 25, 26, 27,28 temos o evento possível B: sortear números pares dado por: B=(25,27,26). OBS 3.2. Com o auxilio da teoria dos conjuntos, em especial as operações de conjuntos, podemos formar outros eventos contidos em S. Então: A B é o evento ou A ou B ou ambos, é chamado da união de A e B; A B é o evento ambos A e B é chamado a intersecção entre A e B; A c ou A é o evento não-a é chamado de complemento de A; A B = A B é o evento A mas não B, é chamado da diferença entre A e B; OBS 3.3. Quando ocorre A B = dizemos que estes eventos são disjuntos. 52
5 Estatística Aplicada à Química 3.3 Definição formal de Probabilidade AULA 3 Ao realizarmos um experimento sempre teremos um grau de incerteza associado a seus resultados, mesmo que este já tenha sido realizado várias vezes. Por exemplo, podemos jogar 1000 vezes uma moeda e em todas as realizações do experimento obter coroa como resultado, mas este resultado é muito remoto. A chance ou probabilidade com a qual podemos esperar que um evento ocorra, é representada como um número real entre 0 e 1. Ou seja, a chance de ocorrência de um evento esta sempre entre a impossibilidade e a certeza. Assim Passamos então a definição formal de probabilidade. Seja S espaço amostral. Uma função P definida para todos os subconjuntos de S é chamada de probabilidade se: 1. 0 P (A) 1, para todo o evento A S, isto é, a probabilidade de qualquer evento esta entre 0 e 1; 2. P (S) = 1, onde S é o espaço amostral. 3. P ( ) = 0, isto é, o evento impossível tem probabilidade zero; 4. Se A 1 e A 2 são disjuntos (também chamados de mutuamente exclusivos) temos que:[p (A 1 A 2 ) = P (A 1 ) + P (A 2 )] teorema1 Se A 1 A 2 então P (A 1 ) P (A 2 ) e P (A 2 A 1 ) = P (A 2 ) P (A 1 ). teorema2 Se A é o complementar de A, então P (A) = 1 P (A) teorema3 Se A = A 1, A 2,..., A n onde A 1, A 2, A 3,..., A n são eventos mutuamente exclusivos, então P (A) = P (A 1 )+P (A 2 )+P (A 3 ) P (A n ) 53
6 3.4 Variável aleatória e Variável Aleatória Discreta Uma variável aleatória pode ser entendida como uma variável quantitativa, cujo resultado (valor) depende de fatores aleatórios. Matematicamente, variável aleatória é uma função que associa elementos do espaço amostral a valores numéricos, ou seja, X : S R. Representamos as variáveis aleatórias por letras maiúsculas e suas ocorrências por letras minúsculas. Imagine o lançamento de um dado honesto. De antemão, podemos conhecer os seus possíveis resultados S = 1, 2, 3, 4, 5, 6, mas o resultado em si depende de fatores de sorte. Assim, nesse exemplo,o resultado obtido no lançamento é uma variável aleatória. Mais um exemplo. Suponha a experiência aleatória lançar três moedas, e considere X = número de ocorrências da face cara. O espaço amostral do experimento S é: S = f(cara; cara; cara); (cara; cara; coroa); (cara; coroa; cara); (cara; coroa; coroa); (coroa; cara; cara); (coroa; cara; coroa); (coroa; coroa; cara); (coroa; coroa; coroa). Ainda em termos formais, podemos conceituar Variável aleatória como uma função que associa a todo evento pertencente a uma partição do espaço amostral a um único número real. Uma variável aleatória pode ser ainda uma função (transformação) dessa variável aleatória original (ou seja, uma função da função, uma função composta). É importante salientar que a partir do mesmo espaço amostral é possível definir outras variáveis aleatórias, por exemplo, no lançamento de dois dados, podemos estar interessados na variável aleatória (X: a soma das faces). Mas poderíamos estar interessados em 54
7 Estatística Aplicada à Química outra variável como, por exemplo - (Y : o produto as faces ser 10), e assim por diante. Podemos também salientar que baseados em uma variável montar outra. Digamos que, um jogador ganhe R$ 10, 00 se a soma dos valores das faces for 7, 9 ou 12 e perde R$ 20, 00 caso contrário. Neste caso estamos definido outra variável aleatória denominada por Z: o ganho do jogador e notamos que esta é uma função composta da Variável Aleatória X. AULA 3 Uma variável aleatória é dita discreta quando ela assume somente valores inteiros num conjunto enumerável de pontos do conjunto real, isto é: é uma função que associa a cada ponto de um espaço amostral, um número real. A soma das probabilidades de todos os valores assumidos por esta variável é igual a 1(SAMUEL,2009). Uma variável X é classificada como discreta, se assume somente um número enumerável de valores (finito ou infinito). E sendo X uma variável aleatória discreta com valores possíveis {x 1, x 2, x 3,..., a função que atribui probabilidade a cada um destes possíveis valores é chamada de função de probabilidade e é definida por: P (X = x i ) = p (x i ), k = 1, 2, 3,... (3.41) se os números p(x i )i = 1, 2,... satisfizerem as condições: p(x i ) 0; i p(x i ) = 1 (3.42) com a soma percorrendo todos os valores possíveis de X (eventualmente finitos). 55
8 3.5 Esperança de uma Variável Aleatória A média, valor esperado ou esperança matemática de uma Variável Aleatória X é dada por: µ = E(X) = i x i p(x i ) (3.43) com a soma percorrendo todos os valores possíveis de X (eventualmente finitos). Propriedades do Valor Esperado: 1. seja X uma v.a. dada por X = c onde c é uma constante então E(c) = c; 2. sejam X e Y variáveis aleatórias, de modo que X Y, então, E(X) E(Y ); 3. se Y é uma v.a. de modo que Y = a ± bx onde a e b são constantes, então E(Y ) = E(a ± bx) = a ± be(x); 4. se X e Y são v.a., então E(X ± Y ) = E(X) ± E(Y ); 5. se X e Y são v.a. independentes, então E(X Y ) = E(X) E(Y ). Seja X uma variável aleatória discreta, definimos a variância de X, denotada por V (X) ou σ 2, da seguinte maneira: Sendo: V (X) = E(X 2 ) [E(X)] 2 (3.44) Propriedades da Variância: E(X 2 ) = (x i ) 2 p(x i ) (3.45) 56
9 Estatística Aplicada à Química 1. se Y = a ± bx onde a e b são constantes, temos AULA 3 V ar(a ± bx) = b 2 V ar(x) 2. se X e Y são variáveis aleatórias independentes então, temos que V ar(x ± Y ) = V ar(x) + V ar(y ) 3. A variância de uma constante é nula; i.e. se c é uma constante, então Var(c) = 0. 57
10 3.6 Exemplos Vamos ilustrar conceito de Probabilidade, Variável Aleatória e Esperança com exemplos. Exemplo1.Jogar uma moeda uma única vez. Tem como espaço amostral: SOLUÇÃO: o conjunto, S =(C, Co) em que C representa cara e Co representa coroa; Exemplo2.Ao lançar de um dado uma única vez determine o espaço amostral: SOLUÇÃO: S =(1,2,3,4,5,6) Exemplo3. Seja o espaço amostral referente ao lançamento de um dado S = ( ). Determine: números menores que 4, números ímpares. SOLUÇÃO: a) números menores que 4: A = (1, 2, 3) b) números ímpares: B = (1, 3, 5) Exemplo4. Sendo P(A)=1/2 e P (A B) = 3/4, obtenha P(B) no seguinte caso: A e B são disjuntos. SOLUÇÃO: Passo 1 Como os eventos são disjuntos (A B)=0 logo, P (B) = P (A B) P (A) = 3/4 1/2 = 1/4 Exemplo5.Seja X uma variável aleatória que representa o número de meninas de uma família com 4 crianças. Determine a distribuição de probabilidade de X. SOLUÇÃO: 58
11 Estatística Aplicada à Química Passo 1 S = (MMMM; MMMF; MMFM; MFMM; FMMM; MMFF; MFMF; MFFM; FFMM; FMFM; FMMF; FFFM; FFMF; FMFF; MFFF; FFFF) AULA 3 Passo 2 Distribuição de Probabilidade de nascimento de meninas. Tabela 3.1: Distribuição de Probabilidade X P(X) 1/16 4/16 6/16 4/16 1/16 Exemplo6. A e B jogam 120 partidas de xadrez, das quais A ganha 60, B ganha 40 e 20 terminam empatadas. A e B concordam em jogar 3 partidas. Determinar a probabilidade de: A ganhar todas as três. SOLUÇÃO: Passo 1 Defina o evento A ganhar as três partidas como - G P (G) = = 0, 125 Exemplo6.Suponha que uma variável aleatória X possa assumir somente quatro valores: -2, 0, 1, e 4 e que P(X = -2) = 0,1 ; P(X = 0) = 0,4; P(X = 1) = 0,3 e P(X = 4) = 0,2. calcule a Esperança. SOLUÇÃO: Passo 1 E(X) = ( 2 0, 1) + (0 0, 4) + (1 0, 3) + (4 0, 2) = 0, Conclusão Na aula de hoje, vimos os conceitos básicos da teoria da probabilidade, muito aplicada em Teste de Hipótese e Estatística Ex- 59
12 perimental. No ensino de probabilidade, devemos considerar que nosso papel como professor de estatística é levar o aluno a compreender a importância da probabilidade nas tomadas de decisões mais acertadas. Vimos também o conceito de variável aleatória e esperança matemática que são muito importantes na teoria de probabilidade e teste de Hipóteses. O aluno deve ser capaz de elaborar uma Distribuição de Probabilidade de variável aleatória discreta onde vai associar a cada valor assumido pela variável sua respectiva probabilidade de ocorrência. Com a Distribuição de probabilidade você pode calcular os parâmetros desta variável, representados pelo Valor Esperado ou Esperança Matemática e Variância, estimativas dos parâmetros calculados com base nos dados de uma população já vistos em aulas anteriores. RESUMO Com o estudo da probabilidade você vai melhor entender como se movimentam as atividades econômicas e sociais de um grande agregado. Também a natureza se faz presente de forma diferenciada a depender da maior probabilidade de ocorrência de certa característica que de certa forma passa a ser esperada pela tendência histórica daquele movimento. Nesta aula o aluno tomou conhecimento de conceitos muito importantes na continuação dos estudos sobre probabilidades e uso de das distribuições de probabilidades. Uma variável aleatória sempre está associada à ocorrência de valores esperados, mas não certos e que esta variável pode ser discreta ou continua. Na variável aleatória discreta estes valores podem ser 60
13 Estatística Aplicada à Química contados visto que seu intervalo é finito. Utilizando dados de uma variável aleatória discreta é possível organizar os mesmos em uma distribuição de probabilidades e a partir deste conjunto calcular a Esperança Matemática e Variância. Estes parâmetros representam estimativas para a média aritmética e variância de uma população(samuel,2009). Dando sequência aos temas abordados por esta aula chegamos as distribuições de frequências e como utiliza-las em determinados experimentos. Estas distribuições foram formalizadas de acordo a ocorrência de determinadas características da variável investigada. A partir dessa associação modelos de distribuições são criados para facilitar a investigação de determinados experimentos em um valor específico ou no total do seu espaço amostral. Utilizando dados de uma Variável Aleatória Discreta e de uma possível organizar os mesmos em uma distribuição de probabilidades e a partir deste conjunto calcular a Esperança Matemática e Variância. Estes parâmetros representam estimativas para a média aritmética e variância de uma população. AULA 3 PRÓXIMA AULA na próxima aula veremos as principais Distribuições Discretas de probabilidade e Variável Aleatória Contínua. ATIVIDADES Deixamos como atividades alguns problemas problemas referente ao assunto estudado. 61
14 OBS 3.4. Todas as atividades serão respondidas na aula presencial. ATIV Sejam A e B eventos tais que P (A) = 0, 2 ; P (B) = p ; P (A B) = 0, 6. Calcular p considerando A e B: Comentário: Volte ao texto e reveja com calma e atenção os exemplos acima, eles lhe servirão de guia. a) Mutuamente exclusivos ATIV As probabilidades de 3 jogadores A, B e C marcarem um gol quando cobram um pênalti são 2/3, 4/5 e 7/10, respectivamente. Se cada um cobrar uma única vez, qual a probabilidade de que pelo menos um marque um gol. Comentário: Volte ao texto e reveja com calma e atenção os exemplos acima, eles lhe servirão de guia. ATIV Sabe-se que a chegada de clientes a uma loja de material computacional, durante intervalos aleatoriamente escolhidos de 10 minutos, segue uma distribuição de probabilidade dada na tabela abaixo. Calcule o número esperado de chegada de clientes por intervalo de 10 minutos, e calcule também o desvio padrão das chegadas. Número de chegadas X P(X) 0,15 0,25 0,25 0,2 0,1 0,05 Comentário: Volte ao texto e reveja com calma e atenção os exemplos acima, eles lhe servirão de guia. ATIV Um grupo de alunos é formado por 10 alunos nascidos no município de Simão Dias, 6 no de Poço Verde e 4 em Tobias Barreto. Escolhendo ao acaso um aluno qual a probabilidade que 62
15 Estatística Aplicada à Química ele tenha nascido em Simão Dias ou em Tobias Barreto. Comentário: Volte ao texto e reveja com calma e atenção os exemplos acima, eles lhe servirão de guia. AULA 3 ATIV Sendo P(A)=1/2 e P (A B) = 3/4, obtenha P(B) no seguinte caso: A e B são disjuntos. Comentário: Volte ao texto e reveja com calma e atenção os exemplos acima, eles lhe servirão de guia. AUTO-AVALIAÇÂO Sou capaz de entender o que é Probabilidade? Sou capaz de calcular uma esperança Matemática? 63
16 LEITURA COMPLEMENTAR TANAKA. Elementos de Estatística. Editora McGraw.Hill CAR- VALHO, Sérgio, Estatística Básica: Série Impetus Provas e Concursos, Rio de Janeiro, 2 a edição, TOLEDO, Geraldo Luciano, OVALLE, Ivo Izidoro, estatística básica. 2 a edição, editora Atlas, FRANCISCO ESTEVAM MARTINS DE OLIVEIRA. Estatística e Probabilidade. Editora Atlas. SAMUEL DE OLIVEIRA RIBEIRO, Métodos Quantitativos em Biologia. PEDRO A. BARBETTA. Estatística Aplicada as Ciências Sociais.Editora da UFSC. LUIZ A. C. GÓES. Estatística I e II. Editora Saraiva. FRANCISCA DÍAZ E FRANCISCO JAVIER LOPES. Bioestatística. Editora Thomson. 64
Distribuições Discretas
META: Estudar o comportamento das Variáveis Aleatórias Discretas, bem como das Distribuições Binomial e Poisson e suas aplicações. Entender o comportamento de uma Variável aleatória Contínua. OBJETIVOS:
META Estudar o comportamento e aplicação das Variáveis Aleatórias Discretas, bem como das Distribuições Binomial e Poisson.
PROBABILIDADES: TEOREMA DE BAYES, VARIÁVEL ALEATÓRIA E DISTRIBUIÇÕES DE VARIÁVEIS ALEATÓRIAS DISCRETAS META Estudar o comportamento e aplicação das Variáveis Aleatórias Discretas, bem como das Distribuições
Unidade I ESTATÍSTICA APLICADA. Prof. Mauricio Fanno
Unidade I ESTATÍSTICA APLICADA Prof. Mauricio Fanno Estatística indutiva Estatística descritiva Dados no passado ou no presente e em pequena quantidade, portanto, reais e coletáveis. Campo de trabalho:
Estatística (MAD231) Turma: IGA. Período: 2018/2
Estatística (MAD231) Turma: IGA Período: 2018/2 Aula #03 de Probabilidade: 19/10/2018 1 Variáveis Aleatórias Considere um experimento cujo espaço amostral é Ω. Ω contém todos os resultados possíveis: e
TEORIA DAS PROBABILIDADES
TEORIA DAS PROBABILIDADES 1.1 Introdução Ao estudarmos um fenômeno coletivo, verificamos a necessidade de descrever o próprio fenômeno e o modelo matemático associado ao mesmo, que permita explicá-lo da
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA. Variáveis Aleatórias. Departamento de Estatística Luiz Medeiros
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA Variáveis Aleatórias Departamento de Estatística Luiz Medeiros Introdução Como sabemos, características de interesse em diversas áreas estão sujeitas à variação; Essa variabilidade
Introdução à Probabilidade
A Teoria de Probabilidade é responsável pelo estudo de fenômenos que envolvem a incerteza (é impossível prever antecipadamente o resultado) e teve origem na teoria de jogos, servindo como ferramenta para
PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA DISTRIBUIÇÕES DE PROBABILIDADES PARTE I
PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA DISTRIBUIÇÕES DE PROBABILIDADES PARTE I Bruno Baierle Maurício Furigo Prof.ª Sheila Regina Oro (orientadora) Edital 06/2013 - Produção de Recursos Educacionais Digitais Variável
Estatística Aplicada II. } Revisão: Probabilidade } Propriedades da Média Amostral
Estatística Aplicada II } Revisão: Probabilidade } Propriedades da Média Amostral 1 Aula de hoje } Tópicos } Revisão: } Distribuição de probabilidade } Variáveis aleatórias } Distribuição normal } Propriedades
1 Variáveis Aleatórias
Centro de Ciências e Tecnologia Agroalimentar - Campus Pombal Disciplina: Estatística Básica - 2013 Aula 5 Professor: Carlos Sérgio UNIDADE 3 - VARIÁVEIS ALEATÓRIAS DISCRETAS (Notas de aula) 1 Variáveis
PROBABILIDADE. ENEM 2016 Prof. Marcela Naves
PROBABILIDADE ENEM 2016 Prof. Marcela Naves PROBABILIDADE NO ENEM As questões de probabilidade no Enem podem cobrar conceitos relacionados com probabilidade condicional e probabilidade de eventos simultâneos.
Cálculo das Probabilidades e Estatística I
Cálculo das Probabilidades e Estatística I Prof a. Juliana Freitas Pires Departamento de Estatística Universidade Federal da Paraíba - UFPB [email protected] Variáveis Aleatórias Ao descrever um espaço
1 Definição Clássica de Probabilidade
Centro de Ciências e Tecnologia Agroalimentar - Campus Pombal Disciplina: Estatística Básica - 2013 Aula 4 Professor: Carlos Sérgio UNIDADE 2 - Probabilidade: Definições (Notas de aula) 1 Definição Clássica
Estatística (MAD231) Turma: IGA. Período: 2017/2
Estatística (MAD231) Turma: IGA Período: 2017/2 Aula #03 de Probabilidade: 04/10/2017 1 Variáveis Aleatórias Considere um experimento cujo espaço amostral é Ω. Ω contém todos os resultados possíveis: e
Aula de hoje. administração. São Paulo: Ática, 2007, Cap. 3. ! Tópicos. ! Referências. ! Distribuição de probabilidades! Variáveis aleatórias
Aula de hoje! Tópicos! Distribuição de probabilidades! Variáveis aleatórias! Variáveis discretas! Variáveis contínuas! Distribuição binomial! Distribuição normal! Referências! Barrow, M. Estatística para
Lucas Santana da Cunha de junho de 2017
VARIÁVEL ALEATÓRIA Lucas Santana da Cunha email: [email protected] http://www.uel.br/pessoal/lscunha/ Universidade Estadual de Londrina 19 de junho de 2017 Uma função que associa um número real aos resultados
Probabilidade Parte 1. Camyla Moreno
Probabilidade Parte 1 Camyla Moreno Probabilidade A teoria das probabilidades é um ramo da Matemática que cria, elabora e pesquisa modelos para estudar experimentos ou fenômenos aleatórios. Principais
Variáveis Aleatórias. Probabilidade e Estatística. Prof. Dr. Narciso Gonçalves da Silva
Probabilidade e Estatística Prof. Dr. Narciso Gonçalves da Silva http://paginapessoal.utfpr.edu.br/ngsilva Variáveis Aleatórias Variável Aleatória Variável aleatória (VA) é uma função que associa a cada
Prof.: Joni Fusinato
Introdução a Teoria da Probabilidade Prof.: Joni Fusinato [email protected] [email protected] Teoria da Probabilidade Consiste em utilizar a intuição humana para estudar os fenômenos do nosso
Probabilidade e Estatística
Probabilidade e Estatística Aula 5 Probabilidade: Distribuições de Discretas Parte 1 Leitura obrigatória: Devore, 3.1, 3.2 e 3.3 Chap 5-1 Objetivos Nesta parte, vamos aprender: Como representar a distribuição
Probabilidades. Wagner H. Bonat Elias T. Krainski Fernando P. Mayer
Probabilidades Wagner H. Bonat Elias T. Krainski Fernando P. Mayer Universidade Federal do Paraná Departamento de Estatística Laboratório de Estatística e Geoinformação 06/03/2018 WB, EK, FM ( LEG/DEST/UFPR
PROBABILIDADE. Luciana Santos da Silva Martino. PROFMAT - Colégio Pedro II. 01 de julho de 2017
Sumário PROBABILIDADE Luciana Santos da Silva Martino PROFMAT - Colégio Pedro II 01 de julho de 2017 Sumário 1 Conceitos Básicos 2 Probabildade Condicional 3 Espaço Amostral Infinito Outline 1 Conceitos
PROBABILIDADE & ESTATÍSTICA
PROBABILIDADE & ESTATÍSTICA Lilian de Souza Vismara Mestre Eng. Elétrica ESSC / USP Licenciada em Matemática UFSCar PROBABILIDADE & ESTATÍSTICA NOÇÕES DE PROBABILIDADE Lilian de Souza Vismara Mestre Eng.
PROBABILIDADES: VARIÁVEL ALEATÓRIA CONTÍNUA E DISTRIBUIÇÃO NORMAL
PROBABILIDADES: VARIÁVEL ALEATÓRIA CONTÍNUA E DISTRIBUIÇÃO NORMAL Aula 6 META Estudar o comportamento e aplicação das Variáveis Aleatórias Contínuas, bem como da Distribuição Normal. OBJETIVOS Ao final
14/03/2014. Tratamento de Incertezas TIC Aula 1. Conteúdo Espaços Amostrais e Probabilidade. Revisão de conjuntos. Modelos Probabilísticos
Tratamento de Incertezas TIC-00.176 Aula 1 Conteúdo Espaços Amostrais e Probabilidade Professor Leandro Augusto Frata Fernandes [email protected] Material disponível em http://www.ic.uff.br/~laffernandes/teaching/2014.1/tic-00.176
Chamamos de evento qualquer subconjunto do espaço amostral: A é um evento A Ω.
PROBABILIDADE 1.0 Conceitos Gerais No caso em que os possíveis resultados de um experimento aleatório podem ser listados (caso discreto), um modelo probabilístico pode ser entendido como a listagem desses
Probabilidade em espaços discretos. Prof.: Joni Fusinato
Probabilidade em espaços discretos Prof.: Joni Fusinato [email protected] [email protected] Probabilidade em espaços discretos Definições de Probabilidade Experimento Espaço Amostral Evento Probabilidade
Teoria das Probabilidades
08/06/07 Universidade Federal do Pará Instituto de Tecnologia Estatística Aplicada I Prof. Dr. Jorge Teófilo de Barros Lopes Campus de Belém Curso de Engenharia Mecânica Universidade Federal do Pará Instituto
PROBABILIDADE. Curso: Logística e Transportes Disciplina: Estatística Profa. Eliane Cabariti
Curso: Logística e Transportes Disciplina: Estatística Profa. Eliane Cabariti PROBABILIDADE Dizemos que a probabilidade é uma medida da quantidade de incerteza que existe em um determinado experimento.
Probabilidade e Estatística
Probabilidade e Estatística stica Prof. Dr. Narciso Gonçalves da Silva http://paginapessoal.utfpr.edu.br/ngsilva Inferência Estatística stica e Distribuições Amostrais Inferência Estatística stica O objetivo
Introdução à Estatística
Introdução à Estatística Prof a. Juliana Freitas Pires Departamento de Estatística Universidade Federal da Paraíba - UFPB [email protected] Introdução a Probabilidade Existem dois tipos de experimentos:
PEDRO A. BARBETTA Estatística Aplicada às Ciências Sociais 6ed. Editora da UFSC, 2006.
Como usar modelos de probabilidade para entender melhor os fenômenos aleatórios Capítulos 7 e 8. Estatística Aplicada às Ciências Sociais Sexta Edição Pedro Alberto Barbetta Florianópolis: Editora da UFSC,
Cap. 4 - Probabilidade
Estatística para Cursos de Engenharia e Informática Pedro Alberto Barbetta / Marcelo Menezes Reis / Antonio Cezar Bornia São Paulo: Atlas, 2004 Cap. 4 - Probabilidade APOIO: Fundação de Apoio à Pesquisa
Teoria das Probabilidades
Universidade Federal do Pará Instituto de Tecnologia Estatística Aplicada I Prof. Dr. Jorge Teófilo de Barros Lopes Campus de Belém Curso de Engenharia Mecânica 08:8 ESTATÍSTICA APLICADA I - Teoria das
Estatística. Aula : Probabilidade. Prof. Ademar
Estatística Aula : Probabilidade Prof. Ademar TEORIA DAS PROBABILIDADES A teoria das probabilidades busca estimar as chances de ocorrer um determinado acontecimento. É um ramo da matemática que cria, elabora
Noções sobre Probabilidade
Noções sobre Probabilidade Introdução Vimos anteriormente como apresentar dados em tabelas e gráficos, e também como calcular medidas que descrevem características específicas destes dados. Mas além de
Probabilidade. Ricardo Ehlers Departamento de Matemática Aplicada e Estatística Universidade de São Paulo
Probabilidade Ricardo Ehlers [email protected] Departamento de Matemática Aplicada e Estatística Universidade de São Paulo Experimento aleatório Definição. Qualquer experimento cujo resultado não pode
Prof. Dr. Lucas Santana da Cunha de maio de 2018 Londrina
Prof. Dr. Lucas Santana da Cunha email: [email protected] http://www.uel.br/pessoal/lscunha/ 21 de maio de 2018 Londrina 1 / 14 Variável aleatória Introdução Definição Uma função que associa um número real
Probabilidade. Variáveis Aleatórias Distribuição de Probabilidade
Probabilidade Variáveis Aleatórias Distribuição de Probabilidade Variáveis Aleatórias Variável Aleatória Indica o valor correspondente ao resultado de um experimento A palavra aleatória indica que, em
VARIÁVEIS ALEATÓRIAS e DISTRIBUIÇÃO BINOMIAL
VARIÁVEIS ALEATÓRIAS e DISTRIBUIÇÃO BINOMIAL 1 Variável Aleatória Uma função X que associa a cada elemento w do espaço amostral W um valor x R é denominada uma variável aleatória. Experimento: jogar 1
MAT 461 Tópicos de Matemática II Aula 5: Resumo de Probabilidade
MAT 461 Tópicos de Matemática II Aula 5: Resumo de Probabilidade Edson de Faria Departamento de Matemática IME-USP 26 de Agosto, 2013 Probabilidade: uma Introdução / Aula 5 1 Variáveis aleatórias Definição
VARIÁVEL ALEATÓRIA e DISTRIBUIÇÃO BINOMIAL
VARIÁVEL ALEATÓRIA e DISTRIBUIÇÃO BINOMIAL 1 Variável Aleatória Uma função X que associa a cada elemento w do espaço amostral W um valor x R é denominada uma variável aleatória. Experimento: jogar 1 dado
Probabilidade. Ricardo Ehlers Departamento de Matemática Aplicada e Estatística Universidade de São Paulo
Probabilidade Ricardo Ehlers [email protected] Departamento de Matemática Aplicada e Estatística Universidade de São Paulo Introdução Experimento aleatório Definição Qualquer experimento cujo resultado
Probabilidade. Variáveis Aleatórias e Distribuição de Probabilidades
Probabilidade Variáveis Aleatórias e Distribuição de Probabilidades Na aula de hoje, vamos 1 - Estender o conceito de variável, definindo o conceito de variável aleatória; 2 Entender porque as variáveis
BIOESTATISTICA. Unidade IV - Probabilidades
BIOESTATISTICA Unidade IV - Probabilidades 0 PROBABILIDADE E DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIAS COMO ESTIMATIVA DA PROBABILIDADE Noções de Probabilidade Após realizar a descrição dos eventos utilizando gráficos,
INTRODUÇÃO À PROBABILIDADE
INTRODUÇÃO À PROBABILIDADE Análise e Elaboração de Projetos Apresentação Prof Dr Isnard Martins Conteúdo: Profº Dr Carlos Alberto (Caio) Dantas Profº Dr Luiz Renato G. Fontes Prof Dr Victor Hugo Lachos
Lucas Santana da Cunha 23 de maio de 2018 Londrina
Lucas Santana da Cunha http://www.uel.br/pessoal/lscunha/ 23 de maio de 2018 Londrina 1 / 14 Variável aleatória Introdução Definição Uma função que associa um número real aos resultados de um experimento
2 Conceitos Básicos de Probabilidade
CE003 1 1 Introdução No capítulo anterior, foram mostrados alguns conceitos relacionados à estatística descritiva. Neste capítulo apresentamos a base teórica para o desenvolvimento de técnicas estatísticas
VARIÁVEIS ALEATÓRIAS 1
VARIÁVEIS ALEATÓRIAS 1 Na prática é, muitas vezes, mais interessante associarmos um número a um evento aleatório e calcularmos a probabilidade da ocorrência desse número do que a probabilidade do evento.
Probabilidades- Teoria Elementar
Probabilidades- Teoria Elementar Experiência Aleatória Experiência aleatória é uma experiência em que: não se sabe exactamente o resultado que se virá a observar, mas conhece-se o universo dos resultados
Unidade III ESTATÍSTICA. Prof. Fernando Rodrigues
Unidade III ESTATÍSTICA Prof. Fernando Rodrigues Medidas de dispersão Estudamos na unidade anterior as medidas de tendência central, que fornecem importantes informações sobre uma sequência numérica. Entretanto,
Teoria das probabilidades
Teoria das probabilidades Prof. Dr. Lucas Santana da Cunha email: [email protected] http://www.uel.br/pessoal/lscunha/ 25 de abril de 2018 Londrina 1 / 22 Conceitos probabiĺısticos são necessários para se
Professora Ana Hermínia Andrade. Período
Distribuições de probabilidade Professora Ana Hermínia Andrade Universidade Federal do Amazonas Faculdade de Estudos Sociais Departamento de Economia e Análise Período 2016.2 Modelos de distribuição Para
Estatística: Probabilidade e Distribuições
Estatística: Probabilidade e Distribuições Disciplina de Estatística 2012/2 Curso: Tecnólogo em Gestão Ambiental Profª. Ms. Valéria Espíndola Lessa 1 Aula de Hoje 23/11/2012 Estudo da Probabilidade Distribuição
Estatística. Probabilidade. Conteúdo. Objetivos. Definições. Probabilidade: regras e aplicações. Distribuição Discreta e Distribuição Normal.
Estatística Probabilidade Profa. Ivonete Melo de Carvalho Conteúdo Definições. Probabilidade: regras e aplicações. Distribuição Discreta e Distribuição Normal. Objetivos Utilizar a probabilidade como estimador
Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz", Departamento de Ciências Exatas. Probabilidades. Cristian Villegas
Probabilidades Cristian Villegas [email protected] Setembro de 2013 Apostila de Estatística (Cristian Villegas) 1 Introdução Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz", Departamento de Ciências Exatas
Teoria das Probabilidades
Teoria das Probabilidades Lucas Santana da Cunha [email protected] http://www.uel.br/pessoal/lscunha/ Universidade Estadual de Londrina 09 de maio de 2018 Londrina 1 / 21 Conceitos probabiĺısticos são necessários
Matemática & Raciocínio Lógico
Matemática & Raciocínio Lógico para concursos Prof. Me. Jamur Silveira www.professorjamur.com.br facebook: Professor Jamur PROBABILIDADE No estudo das probabilidades estamos interessados em estudar o experimento
Teoria das Probabilidades
Capítulo 2 Teoria das Probabilidades 2.1 Introdução No capítulo anterior, foram mostrados alguns conceitos relacionados à estatística descritiva. Neste capítulo apresentamos a base teórica para o desenvolvimento
AULA 08 Probabilidade
Cursinho Pré-Vestibular da UFSCar São Carlos Matemática Professora Elvira e Monitores Ana Carolina e Bruno AULA 08 Conceitos e assuntos envolvidos: Espaço amostral Evento Combinação de eventos Espaço Amostral
Variáveis Aleatórias
Variáveis Aleatórias Conceitos, Discretas, Contínuas, Propriedades Itens 5. e 6. BARBETTA, REIS e BORNIA Estatística para Cursos de Engenharia e Informática. Atlas, 004 Variável aleatória Uma variável
Prof. Janete Pereira Amador 1. 1 Introdução
Prof. Janete Pereira Amador 1 1 Introdução A ciência manteve-se até pouco tempo atrás, firmemente apegada à lei da causa e efeito. Quando o efeito esperado não se concretizava, atribuía-se o fato ou a
Variáveis Aleatórias. Prof. Tarciana Liberal Departamento de Estatística - UFPB
Variáveis Aleatórias Prof. Tarciana Liberal Departamento de Estatística - UFPB Introdução Ao descrever o espaço amostral de um experimento aleatório, não especificamos que um resultado individual seja
Avaliação e Desempenho Aula 5
Avaliação e Desempenho Aula 5 Aula passada Revisão de probabilidade Eventos e probabilidade Independência Prob. condicional Aula de hoje Variáveis aleatórias discretas e contínuas PMF, CDF e função densidade
Probabilidade e Modelos Probabilísticos
Probabilidade e Modelos Probabilísticos 1ª Parte: Conceitos básicos, variáveis aleatórias, modelos probabilísticos para variáveis aleatórias discretas, modelo binomial, modelo de Poisson 1 Probabilidade
1 Probabilidade: Axiomas e Propriedades
1 Probabilidade: Axiomas e Propriedades 1.1 Definição Frequentista Considere um experimento aleatório que consiste no lançamento de um dado honesto. O espaço amostral desse experimento é Ω = {1, 2, 3,
Teoria das Probabilidades
Teoria das Prof. Eduardo Bezerra (CEFET/RJ) 23 de fevereiro de 2018 Eduardo Bezerra (CEFET/RJ) Teoria das 2018.1 1 / 54 Roteiro Experimento aleatório, espaço amostral, evento 1 Experimento aleatório, espaço
Aula 10 - Erivaldo. Probabilidade
Aula 10 - Erivaldo Probabilidade Experimento determinístico Dizemos que um experimento é determinístico quando repetido em condições semelhantes conduz a resultados idênticos. Experimento aleatório Dizemos
MOQ-12: PROBABILIDADES E PROCESSOS ESTOCÁSTICOS. VA s e Distribuições
Motivação: MOQ-2: PROBABILIDADES E PROCESSOS ESTOCÁSTICOS VA s e Distribuições Definimos anteriormente Espaço de Probabilidades como sendo a tripla (W,, P(.)), em que, dado um eperimento, W representa
Teoria da Probabilidade
Teoria da Probabilidade Luis Henrique Assumpção Lolis 14 de fevereiro de 2014 Luis Henrique Assumpção Lolis Teoria da Probabilidade 1 Conteúdo 1 O Experimento Aleatório 2 Espaço de amostras 3 Álgebra dos
Estatística e Modelos Probabilísticos - COE241
Estatística e Modelos Probabilísticos - COE241 Aulas passadas Espaço Amostral Álgebra de Eventos Axiomas de Probabilidade Análise Combinatória Aula de hoje Probabilidade Condicional Independência de Eventos
Aula 07. Modelos Probabilísticos. Stela Adami Vayego - DEST/UFPR 1
ula 07 Modelos Probabilísticos Stela dami Vayego - DEST/UFPR 1 Probabilidade Universo do estudo (população) Hipóteses, conjeturas,... Modelos Probabilísticos Distribuições de Frequências Resultados ou
INTRODUÇÃO À PROBABILIDADE
INTRODUÇÃO À PROBABILIDADE Foto extraída em http://www.alea.pt Profª Maria Eliane Universidade Estadual de Santa Cruz USO DE PROBABILIDADES EM SITUAÇÕES DO COTIDIANO Escolhas pessoais Previsão do tempo
MAE Introdução à Probabilidade e Estatística I. 2 o semestre de Gabarito da Lista de Exercícios 4 - Noções de Probabilidade - CASA
MAE0219 - Introdução à Probabilidade e Estatística I 2 o semestre de 2017 Gabarito da Lista de Exercícios 4 - Noções de Probabilidade - CASA Exercício 1 (a) O espaço amostral é dado por Ω {(2, 2), (2,
Variáveis aleatórias. Universidade Estadual de Santa Cruz. Ivan Bezerra Allaman
Variáveis aleatórias Universidade Estadual de Santa Cruz Ivan Bezerra Allaman DEFINIÇÃO É uma função que associa cada evento do espaço amostral a um número real. 3/37 Aplicação 1. Seja E um experimento
Noções de Probabilidade
Noções de Probabilidade Joel M. Corrêa da Rosa 2011 A estatística descritiva é ferramenta indispensável para extrair informação em um conjunto de dados. Entretanto, a tomada de decisões está fortemente
TEORIA DA PROBABILIDADE
TEORIA DA PROBABILIDADE Lucas Santana da Cunha [email protected] http://www.uel.br/pessoal/lscunha/ Universidade Estadual de Londrina 22 de maio de 2017 Introdução Conceitos probabiĺısticos são necessários
Experimento Aleatório
Probabilidades 1 Experimento Aleatório Experimento aleatório (E) é o processo pelo qual uma observação é ob;da. Exemplos: ü E 1 : Jogar uma moeda 3 vezes e observar o número de caras ob;das; ü E 2 : Lançar
Estatística (MAD231) Turma: IGA. Período: 2017/2
Estatística (MAD231) Turma: IGA Período: 2017/2 Aula #01 de Probabilidade: 27/09/2017 1 Probabilidade: incerteza? como medir e gerenciar a Introdução Os jornais informaram que há uma chance de 60% de chover
Probabilidade. Professora Ana Hermínia Andrade. Universidade Federal do Amazonas Faculdade de Estudos Sociais Departamento de Economia e Análise
Probabilidade Professora Ana Hermínia Andrade Universidade Federal do Amazonas Faculdade de Estudos Sociais Departamento de Economia e Análise Período 2016.2 Você reconhece algum desses experimentos? Alguns
VARIÁVEIS ALEATÓRIAS
UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE ESTATÍSTICA VARIÁVEIS ALEATÓRIAS Joaquim H Vianna Neto Relatório Técnico RTE-03/013 Relatório Técnico Série Ensino Variáveis
Probabilidade e Estatística
Aula 3 Professora: Rosa M. M. Leão Probabilidade e Estatística Conteúdo: 1.1 Por que estudar? 1.2 O que é? 1.3 População e Amostra 1.4 Um exemplo 1.5 Teoria da Probabilidade 1.6 Análise Combinatória 3
Conteúdo: Aula 2. Probabilidade e Estatística. Professora: Rosa M. M. Leão
Aula 2 Professora: Rosa M. M. Leão Probabilidade e Estatística Conteúdo: 1.1 Por que estudar? 1.2 O que é? 1.3 População e Amostra 1.4 Um exemplo 1.5 Teoria da Probabilidade 1.6 Análise Combinatória 3
3 a Lista de PE Solução
Universidade de Brasília Departamento de Estatística 3 a Lista de PE Solução. Se X representa o ganho do jogador, então os possíveis valores para X são,, 0, e 4. Esses valores são, respectivamente, correspondentes
