Plano Aula 9 17/10/2011
|
|
|
- Helena Barbosa Salazar
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Plano Aula 9 17/10/ Exercício de Desenvolvimento Pessoal - Vantagem Competitiva (Leitura O Brien págs. 42, 45, 46, 47 e 48) e Laudon págs. 72 e 73 - Correção da P1 1
2 Exercício de Desenvolvimento Pessoal O objetivo deste exercício é praticar os conceitos de Controle e Feedback da Teoria de Sistemas (Cibernética). 2
3 A Cibernética Principais conceitos: É a ciência da comunicação e do controle, seja no animal (homem, seres vivos), seja máquina. A comunicação torna os sistemas integrados e coerentes e o controle regula o seu comportamento. 3
4 Campo de estudos da Cibernética: os Sistemas é um conj. de elementos que estão dinamicamente relacionados. O sistema dá a idéia de conectividade. Entradas Dados Energia Matéria RETROAÇÃO CONTR OLE que gera FEEDBA Saídas CK Informação Energia Matéria 4
5 Discutir a questão de Controle e Erro O ser humano por natureza é egocêntrico ou seja o centro de atenções. O egoísmo e o narcisismo decorrentes do egocentrismo são características marcantes do ser humano, principalmente pela ausência de valores tais como as pregadas pelas religiões. Essas características geram dois grandes problemas: O ser humano não gosta de ser controlado; O ser humano não aceita que errou externamente. O que fazer? 5
6 Exercício Desenvolvimento Pessoal Preencher a planilha de Controle de Desenvolvimento Pessoal. Colocar para cada dia da semana as principais atividades que precisam ser realizadas por você em cada dia da semana. Esse exercício começará no dia 13/10 (quinta) a noite e terminará na quinta feira a noite (20/10). Este exercício é utilizado em cursos de Administração de Tempo e também é abordado no best-seller mundial Os Setes Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes de Stephen Covey. 6
7 O livro Os Sete Hábitos... Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes é um livro administrativo (alguns o consideram como sendo de auto-ajuda) do consultor Stephen R. Covey. O livro é resultado de pesquisa feita em duzentos anos de publicações sobre sucesso que vão desde biografias simples a manuais e livros de auto-ajuda. Foram vendidas mais de 15 milhões de cópias em trinta e oito idiomas desde a sua primeira publicação em 1989 e foi eleito pelos leitores da revista Chief Executive como o livro mais influenciador do século vinte. Devido a sua grande popularidade, Stephen conquistou grande destaque na sua carreira como escritor, conferencista e consultor, sendo convidado para muitos eventos e workshops. O livro lista sete princípios que, se estabelecidos como hábitos, devem ajudar a pessoa a atrair a verdadeira interdependência efetiva. 7
8 Exercício Desenvolvimento Pessoal No dia anterior, a noite, colocar no máximo 5 atividades mais importantes que você precisa fazer no dia seguinte. É importante que você coloque em ordem de importância, do mais alto para o mais baixo. Desta forma a atividade 1 é a mais importante a ser realizada no dia seguinte e assim por diante. A noite antes de fazer o planejamento do próximo dia preencher a planilha com as informações de % de realização e caso não tenha atingido 100% escrever os motivos que na sua opinião não permitiram que você cumprisse plenamente. Trazer a planilha para discutirmos os resultados dessa experiência. 8
9 Conceitos Vantagem Competitiva Exemplos de características de empresas que poderiam constituir uma vantagem competitiva incluem: foco no cliente, valor para o cliente qualidade superior do produto distribuição ampla alto valor de marca e reputação positiva da empresa técnicas de produção com baixo custo patentes, direitos autorais e de propriedade industrial proteção do governo (subsídios e monopólio) equipe gerencial e de funcionários superior Há estudiosos que defendem que em um mundo competitivo que muda rápido, nenhuma destas vantagens pode ser mantida a longo prazo. Eles alegam que a única vantagem competitiva sustentável é construir uma empresa que esteja tão alerta e ágil que sempre irá encontrar uma vantagem, não importa que mudanças ocorram. 9
10 Análise da estrutura competitiva O modelo mais empregado atualmente no mundo é o do Michael Porter com o conceito de 5 FORÇAS COMPETITIVAS conforme apresentado abaixo. 1.Rivalidade dos concorrentes dentro do setor 2.Ameaça de novos concorrentes no setor e no mercado 3.Ameaça causada por produtos substitutos que possam capturar uma porção do mercado 4.Poder de barganha dos clientes 5.Poder de barganha dos fornecedores Segundo Porter, todas as empresas devem analisar continuamente o seu posicionamento estratégico frente a essas cinco forças para definir as suas estratégicas competitivas dentro do seu setor. Fonte: Vantagem Competitiva Michael Porter
11 Rivalidade dos concorrentes dentro do setor Todos as empresas dividem o mercado com concorrentes que continuamente planejam novos e mais eficientes modos de produzir, introduzem novos produtos e serviços e tentam atrair consumidores; seja pelo desenvolvimento de suas marcas, seja pela imposição de custos de mudanças. Se o nível de concorrência for muito alta talvez não valha a pena continuar neste setor. 11
12 Ameaça de Novos Concorrentes Em uma economia livre, com mobilidade de recursos financeiros e mão de obra, novas empresas estão o tempo todo entrando no mercado. Em alguns setores, as barreiras à entrada são muito tênues, enquanto em outros é bastante difícil. Se as barreiras forem fracas vai possibilitar a entrada de um grande número de novos concorrentes o que por sua vez irá aumentar a concorrência e reduzir os lucros. 12
13 Ameaça causada por produtos substitutos Em praticamente todos os setores existem substitutos que os clientes podem usar caso o preço de seus produtos favoritos suba muito. Além disso, novas tecnologias estão o tempo todo criando novos substitutos. Quanto mais produtos e serviços substitutos houver em seu setor, menos controle sobre os preços você terá e menores serão suas margens de lucros. Por exemplo, a Bombril colocou 200 novos produtos em 2010 elevando sua linha para 500 produtos. Para isso investe R$ 15MM por ano em pesquisa e desenvolvimento. Em 2012 entrará em novos setores (fonte As melhores da Dinheiro Agosto 2011). 13
14 Poder de barganha dos clientes A lucratividade de uma empresa depende, em grande medida, de sua habilidade em atrair e reter clientes (mantendo-os assim, distantes da concorrência) e cobrar preços altos. O poder dos clientes cresce quando eles podem mudar facilmente para os produtos e serviços de um concorrente, ou quando podem forçar uma empresa e seus concorrentes a uma guerra de preços. 14
15 Poder de barganha dos fornecedores O poder de mercado dos fornecedores pode ter impacto significativo nos lucros da empresa, especialmente quando eles puderem elevar os preços de modo mais rápido do que ela. Quanto mais fornecedores tiver uma empresa, maior controle poderá exercer sobre eles em termos de preço, qualidade e prazos de entrega. Por exemplo, os fabricantes de laptops quase sempre têm vários fornecedores concorrentes de componentes-chave, tais como teclados, discos rígidos e telas. 15
16 Exercício Análise Forças Competitivas Suponha que a sua empresa é uma videolocadora. Analisando a empresa utilizando o conceito das 5 FORÇAS COMPETITIVAS teríamos: 1.Rivalidade dos concorrentes dentro do setor Baixa pois as videolocadoras estão bem distantes fisicamente. 2.Ameaça de entrada de novos concorrentes no setor e no mercado - Alta por conta da pirataria. 3.Ameaça causada por produtos substitutos que possam capturar uma porção do mercado Muito Alta por conta da tv digital que estará disponível em várias mídias portáteis, do crescimento das TVs a Cabo, da TV na Internet e da melhoria dos serviços nos cinemas. 4.Poder de barganha dos clientes Alto pois os clientes tem cada vez mais várias opções para ver um filme. 5.Poder de barganha dos fornecedores Baixo pois apesar de serem poucos os fornecedores de filmes o problema de pirataria é difícil de resolver. 16
17 Analise Forças Competitivas O que fazer frente a essa análise? Sairia do mercado de videolocadoras? Vale lembrar que há 10 anos atrás era muito baixo as ameaças de entrada de produtos substitutos! Conforme o conceito da teoria geral de sistemas o meio ambiente provoca continuamente o caos interno no sistema e este precisa mudar para atingir o equilíbrio interno. Como dito anteriormente, toda empresa é um sistema dentro do conceito de TGS. 17
18 Estratégias Competitivas Básicas Para reagir as essas ameaças as empresas devem adotar uma das seguintes estratégias competitivas se quiserem continuar sobrevivendo no mercado: Estratégia de Liderança em Custos Estratégia de Diferenciação Estratégia de Inovação Estratégia de Crescimento Estratégia de Aliança 18
19 Liderança em Custos Tornar-se um produtor com custos dos produtos e serviços baixos, ou encontrar uma forma de ajudar seus fornecedores e clientes a reduzir seus custos ou, então, a aumentar os custos dos concorrentes. Tecnologia da Informação Utilizar a TI para reduzir substancialmente os custos dos processos empresariais Utilizar a TI para baixar os custos para os clientes e dos fornecedores. Exemplo Wal-Mart (pág. 47). 19
20 Liderança em Diferenciação Desenvolver maneiras para diferenciar os produtos e serviços de uma empresa dos seus competidores ou reduzir a vantagem que existe entre seus concorrentes e sua empresa. Isso permitirá a uma empresa forcar seus produtos e serviços para lhes dar uma vantagem competitiva em um segmento particular do mercado. Tecnologia da Informação A tecnologia de informação pode ajudar nessa estratégia desenvolvendo novos atributos da TI para diferenciar produtos e serviços. Exemplos: a) Estabilidade, facilidade de uso e segurança nos portais dos bancos; b) Comodidade e benefícios nas compras via portais de comércio eletrônico; c) Serviço de pesquisa de preços via WEB (Buscapé); d) Introdução da tecnologia FLEX nos automóveis; e) Vendas de produtos via portal WEB. 20
21 Liderança em Inovação Encontrar novas maneiras de fazer negócios. Isso pode significar o desenvolvimento de produtos e serviços exclusivos, ou entrar em mercados ou nichos exclusivos. E pode, também, ser útil para fazer mudanças drásticas nos processos de produção ou distribuição dos produtos ou serviços, tornando esses processos bem diferentes da maneira como se tem feito, causando uma modificação da estrutura fundamental do setor. Tecnologia da Informação Criar novos produtos e serviços que incluam componentes da TI (Câmera digital, IPOD, GPS, TV LED 3D) Desenvolver novos e exclusivos mercados ou nichos de mercados com o auxílio da TI ((Iphone, IPAD, Netbook, e-book, TV digital) Realizar mudanças radicais nos processos empresariais com a TI que reduzam drasticamente os custos, melhorem a qualidade, a eficiência, ou o atendimento ao consumidor, ou reduzam o tempo de lançamento de um produto. Exemplo: indústria de móveis (fabricação), indústria de carros (uso de robôs), educação (uso do Internet), comércio (via internet Submarino) 21
22 Promover Crescimento Fazer que a capacidade de produzir produtos ou serviços da empresa cresça significativamente, expandir para o mercado global, diversificar os produtos e serviços, ou integrar produtos e serviços afins. Tecnologia da Informação Utilizar a TI para gerenciar a expansão regional e global da empresa. Utilizar a TI para diversificar e integrar outros produtos e serviços. 22
23 Aliança Estabelecer novas uniões e alianças com clientes, fornecedores, competidores, consultores e outras empresas. Essas associações podem significar fusões, aquisições, criação de empresas virtuais ou outros acordos de marketing, produção ou distribuição entre a empresa e seus parceiros de negócio. Tecnologia da Informação Utilizar a TI para criar parcerias virtuais Desenvolver sistemas de informação de empresas interligadas utilizando a Internet e a extranet para suportar relacionamentos estratégicos com os clientes, fornecedores e empresas terceirizadas. 23
24 Aula 9 FIM 24
2ª Parte Competindo com a Tecnologia de Informação
2ª Parte Competindo com a Tecnologia de Informação Objectivos de Aprendizagem Identificar várias estratégias competitivas básicas e explicar como elas podem utilizar Tecnologias da Informação para confrontar
Sistemas de Informação e Vantagem Competitiva
Sistemas de Informação e Vantagem Competitiva Profa. Simone Souza Capítulo 3, L&L Introdução Em vários setores empresas se saem melhor do que outras Por que? Como identificar suas estratégias? Como os
Os papéis estratégicos dos sistemas de informação
Os papéis estratégicos dos Parte 3 Aula 6 Fundamentos de SI Prof. Walteno Martins Parreira Jr Introdução aos sistemas de informação Os podem alterar a forma como as organizações competem em seus mercados,
Modelo de Forças Competitivas de Porter
Modelo de Forças Competitivas de Porter O modelo de forças competitivas de Porter pressupõe a existência de cinco forças para a análise da competitividade dos setores da economia. O modelo também pode
Aula 2 Estágios de Uso Estratégico dos Sistemas de Informaçã
Aula 2 Estágios de Uso Estratégico dos Sistemas de Informaçã ção Grinaldo Lopes de Oliveira ([email protected]) Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Agenda Histórico da
Sistemas de Informação e Vantagem Competitiva
Sistemas de Informação e Vantagem Competitiva Profa. Simone Souza Capítulo 3, L&L Agenda Vantagem Competitiva Modelo das Forças Competitivas de Porter SIs e Vantagem Competitiva Modelo de Cadeia de Valor
Vantagem Competitiva com SI
Vantagem Competitiva com SI CEA145 Teoria e Fundamentos de Sistemas de Informação Universidade Prof. Federal George de H. G. Ouro Fonseca Preto DECEA / João Monlevade Universidade Federal
Administração de Sistemas de Informação. Aula 5- Desafios Gerenciais da Tecnologia da Informação.
Aula 5- Desafios Gerenciais da Tecnologia da Informação. Conteúdo Programático desta aula Perceber o ambiente em transformação contínua e a necessidade de que a TI seja encarada na organização como um
Plano Aula 11 31/10/2011
Plano Aula 11 31/10/2011 - Vantagem Competitiva Estratégias Competitivas - Caso Verizon & ATT, Caso Dell e Land s End, Artigo TI e Vantagem Competitiva, Rede Vende Tudo 1 Estratégias Competitivas Básicas
Vantagem competitiva e Sistemas de Informação
Vantagem competitiva e Sistemas de Informação VANTAGEM COMPETITIVA GESTÃO DA INFORMAÇÃO Qual o valor da informação para uma organização? Quais os objetivos de uma organização? O que pode mudar em uma organização
Manual de Ecodesign InEDIC
Manual de Ecodesign InEDIC Ferramenta 4: A ferramenta da análise do mercado fornece uma abordagem prática aos conceitos teóricos explicados no capítulo 5. Com o objetivo de determinar o potencial do mercado
Introdução. Sucesso organizacional + Ambiente de Mudança. Adotar uma ESTRATÉGIA. Criar vantagem competitiva sustentada
Introdução Sucesso organizacional + Ambiente de Mudança Adotar uma ESTRATÉGIA Criar vantagem competitiva sustentada Elemento unificador que dá coerência e direcção às decisões individuais da empresa Introdução
FORÇAS COMPETITIVAS DE PORTER
FORÇAS COMPETITIVAS DE PORTER Professor Flávio Toledo www.masterjuris.com.br Forças Competitivas Toda empresa está inserida num ambiente composto por um conjunto de forças competitivas que determinam o
Prof.º Marcelo Mora
ANÁLISE DAS 5 FORÇAS COMPETITIVAS NA INDÚSTRIA Análise Estrutural da Indústria ENTRANTES POTENCIAIS Ameaças de novos entrantes Poder de negociação dos fornecedores FORNECEDORES Concorrentes na Indústria
a) As ações estratégicas competitivas básicas podem ajudar a empresa a enfrentar as forças competitivas. Entre elas:
SISTEMAS DE INFORMAÇÕES NAS ORGANIZAÇÕES 1 Vantagem Estratégica: Competindo com a TI Fundamentos da Vantagem Estratégica Os sistemas de informação devem ser vistos como algo mais do que um conjunto de
Introdução aos Sistemas de Informação nas Empresas
Introdução aos Sistemas de Informação nas Empresas Esse capitulo estuda o referencial do conhecimento de SI necessário aos usuários finais das empresas e abordagem revista sobre desdobramentos-chaves no
Sistemas de Informação e Vantagem Competitiva
Sistemas de Informação e Vantagem Competitiva Profa. Ellen Francine ICMC/USP Agenda Vantagem Competitiva Modelo das Forças Competitivas de Porter SIs e Vantagem Competitiva Modelo de Cadeia de Valor Empresarial
Vantagem Estratégica
Vantagem Estratégica Objetivos do Módulo 2: 1. Identificar diversas estratégias competitivas básicas e explicar como elas podem ser usadas para enfrentar as forças competitivas encontradas por uma empresa.
Sistemas de Informação (SSC0128)
Sistemas de Informação (SSC0128) Prof. Dr. João P. de Albuquerque ICMC-USP Segundo Semestre de 2011 Aula 03: Conquistando Vantagem Competitiva com os Sistemas de Informação (Cap. 03 L&L) Programa da aula
Gestão Estratégica. Aula 5 Estratégia Competitiva. Prof. Dr. Marco Antonio Pereira
Gestão Estratégica Aula 5 Estratégia Competitiva Prof. Dr. Marco Antonio Pereira [email protected] Leitura INDISPENSÁVEL para Próxima Aula MODELO ADAPTADO DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO APLICADO À MICROEMPRESAS:
INTRODUÇÃO ÀS ESTRATÉGIAS DE TI
11/05/011 INTRODUÇÃO ÀS ESTRATÉGIAS DE TI Prof. Carlos Faria (adaptação) 011 O CONCEITO DE TI A Tecnologia da Informação abrange todos os aspectos envolvidos no gerenciamento das informações de uma organização.
Planejamento Estratégico
Planejamento Estratégico SWOT Porter Roberto César 1 17:09 Análise SWOT Esta análise mostra a situação de uma empresa em um determinado momento, ela é feita de forma integrada levando em consideração os
Capítulo 3 - L&L SI, 1º. 2013
Capítulo 3 - L&L SI, 1º. 2013 Sumário Como SIs impactam Organizações e Empresas Comerciais Impactos econômicos: De forma geral, TI muda os custos relativos de capital e de informação. Diminuição dos custos
Estudo da concorrência: Análise das 5 forças de PORTER
Estudo da concorrência: Análise das 5 forças de PORTER UNIBAN Instituto de Comunicação Curso de Tecnologia em Marketing Unidade Tatuapé SP Disciplina Estratégias de Marketing Prof. Me. Francisco Leite
AMBIENTE COMPETITIVO
Objetivo AMBIENTE COMPETITIVO Entender como as forças ambientais influenciam a competitividade das empresas. Ser capaz de analisar o ambiente competitivo e formular estratégias empresariais Sumário Ambiente
Classificação dos Sistemas de Informação
Sistemas de Informação Classificação dos Sistemas de Informação O que veremos? Estaremos examinando o tipo de sistema de apoio à decisão. E, também, o tipo de sistema de informação estratégico. É o sistema
LLM Marketing de serviços jurídicos
LLM Marketing de serviços jurídicos Planejamento estratégico + Posicionamento de Mercado Aula 02 Wolney Pereira Agenda 1) Projeto de marketing 2) Conceituação de estratégia 3) Processo de planejamento
Avaliação de Empresas EAC0570
Avaliação de Empresas EAC0570 ANÁLISE ESTRATÉGICA O Processo de Avaliação de Empresas Objetivo da avaliação estratégica Por que a análise estratégica é importante? A estratégia direciona as ações de uma
UNI 2 UNI N ESTRATÉGIAS DE NEGÓCIOS FUNDAMENTOS. Análise das questões críticas. Alternativas de estratégias gerais. Análise das forças competitivas
Atingir objetivos vários caminhos estratégias UNI 2 UNI 1 UNI 3 UNI N ESTRATÉGIAS FUNCIONAIS ESTRATÉGIAS DE NEGÓCIOS ESTRATÉGIAS ORGANIZACIONAIS FUNDAMENTOS Fundamentos Análise das questões críticas Estratégias
Aula 03. Administração. O Novo Ambiente de Negócios
Administração de Sistemas de Informação Aula 03 "Hoje, milhões de pessoas usam seus computadores como meio de comunicação... e onde existe comunicação existe mercado" (Jay Conrad Levinson / Charles Rubin).
AULA 6 ASSUNTO: VALORES ORGANIZACIONAIS. AMBIENTE ORGANIZACIONAL ANÁLISE SWOT
AULA 6 ASSUNTO: VALORES ORGANIZACIONAIS. AMBIENTE ORGANIZACIONAL ANÁLISE SWOT PROF. Carlos Alberto OBJETIVOS ORGANIZACIONAIS A NATUREZA DOS OBJETIVOS ORGANIZACIONAIS Objetivo organizacional é uma meta
ESTRATÉGIAS COMPETITIVAS MICHAEL PORTER. PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E EMPRESARIAL AULA 10 Prof. João Maurício G. Boaventura
ESTRATÉGIAS COMPETITIVAS MICHAEL PORTER PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E EMPRESARIAL AULA 10 Prof. João Maurício G. Boaventura ESTRATÉGIA COMPETITVA É a busca de uma posição competitiva favorável e sustentável
Introdução ao Marketing. Profa. Marta Fleming
Introdução ao Marketing Profa. Marta Fleming Aula 3 Ambiente de Marketing Análise da Concorrência O Sistema de Marketing MICROAMBIENTE FORNECE- DORES EMPRESA CANAIS CLIENTES Ambiente Social! Características
Veja o gráfico a seguir. Ele mostra o histórico das vendas do produto.
Módulo 2 Ciclo de Vida do Produto Os produtos são lançados, tendo sucesso começará a vender cada vez mais até atingir um pico de vendas e passará a cair. Usa-se em marketing a imagem de um ser vivo para
Fundamentos de Gestão
Fundamentos de Gestão Escolha estratégica LCI FEUP/FLUP 2009/10 Rui Padrão Vantagens competitivas Escolha da estratégia Identificação de mercado(s) alvo 1 Identificação de mercado(s) alvo: Quem? Que clientes
Podemos concluir que, em última análise, todas elas se reduzem a dois factores essenciais:
4. As Estratégias Possíveis 4.1 Introdução Como vimos anteriormente, compete à Estratégia identificar os factoreschave de negócio em que possa estar baseada a vantagem competitiva da empresa, para assim
FEA USP. EAD376 - Economia da Estratégia. Análise de Ambiente Interno e Posicionamento para a Vantagem Competitiva
FEA USP EAD376 - Economia da Estratégia Análise de Ambiente Interno e Posicionamento para a Vantagem Competitiva Ref:Besanko et al. A Economia da Estratégia. Capitulo 13; Prof. Dr. James T. C. Wright Planejamento
ADM. Professor Douglas Pereira da Silva. DPS Gestão Negócios ADM
ADM Gestão de Negócios Professor Douglas Pereira da Silva 1 A constituição do talento humano Conhecimento SABER Aprender a aprender Aprender continuadamente Aumentar o conhecimento Habilidade SABER FAZER
Conjunto de elementos interdependentes, ou um todo organizado, ou partes que interagem, formando um todo unitário e complexo
Sistemas de Informações Gerenciais A Empresa e os Sistemas de Informação Conceito de Sistemas Conjunto de elementos interdependentes, ou um todo organizado, ou partes que interagem, formando um todo unitário
TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO SOCIEDADE DIGITAL FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS 01/03/2016
TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Prof. Fabiano Taguchi http://fabianotaguchi.wordpress.com [email protected] SOCIEDADE DIGITAL Convergência Microeletrônica Computadores Software Internet Wireless Fibras
Resumo Aula-tema 08: O Panorama Econômico e Social e Indicadores Quantitativos e Qualitativos
Resumo Aula-tema 08: O Panorama Econômico e Social e Indicadores Quantitativos e Qualitativos É preciso que o pequeno empreendedor reflita sobre a importância das declarações estratégicas e de algumas
Desafios tributários para o crescimento sustentável. Page 1
Desafios tributários para o crescimento sustentável Page 1 Estratégias de crescimento orgânico e inorgânico / A otimização do footprint das empresas via tributos Page 2 Planejamento Tributário Preventivo:
Conquistando Vantagem Competitiva com os Sistemas de Informação
Capítulo 3 Conquistando Vantagem Competitiva com os Sistemas de Informação 3.1 2007 by Prentice Hall OBJETIVOS DE ESTUDO Demonstrar como o modelo das cinco forças competitivas de Porter ajuda as empresas
VANTAGEM COMPETITIVA
Universidade Federal de Santa Maria Centro de Tecnologia Programa de Pós-GraduaP Graduação em Engenharia de Produção VANTAGEM COMPETITIVA Disciplina: Inovação e estratégia empresarial para competitividade
Aula 3- Forças Competitivas
Aula 3- Forças Competitivas Professora Bruna Panzarini Michael Porter Autor de teorias e de livros sobre estratégias e competitividade, Michael Eugene Porter nasceu em Michigan em 1947. Professor na Harvard
CEA439 - Gestão da Tecnologia da Informação
CEA439 - Gestão da Janniele Aparecida Posicionamento Estratégico Segundo Michael Porter Uma empresa precisa seguir seis princípios fundamentais para estabelecer e manter um posicionamento estratégico diferenciado.
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA & TECNOLOGIA DO CEARÁ. CURSO TÉCNICO DE INFORMÁTICA Prática Profissional
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA & TECNOLOGIA DO CEARÁ CURSO TÉCNICO DE INFORMÁTICA Prática Profissional Mauro Oliveira www.maurooliveira.com.br Chico Anysio Óleo sobre tela 60x40 cm Aula 02: Plano
FEA USP EAD376 - Economia da Estratégia. Sustentando a Vantagem Competitiva
FEA USP EAD376 - Economia da Estratégia Sustentando a Vantagem Competitiva Ref:Besanko et al. A Economia da Estratégia, Capt. 14, e Hitt, Administração Estratégica, cap 12 Prof. Dr. James Terence Coulter
O Papel Estratégico do Sistema de Informação. Sistemas de Informação Estratégicos
CBSI Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação O Papel Estratégico do Sistema de Informação Prof. Dr. Sandro Ronaldo Bezerra Oliveira [email protected] www.ufpa.br/srbo Tópicos Especiais em Sistemas de
BSC. deve contar a história da estratégia, começando. relacionando-se depois à seqüência de ações que precisam ser tomadas em relação aos
BSC Para KAPLAN & NORTON (1997), o Scorecard deve contar a história da estratégia, começando pelos objetivos financeiros a longo prazo e relacionando-se depois à seqüência de ações que precisam ser tomadas
Fornecer exemplos dos principais tipos de sistemas de informação a partir de suas experiências com empresas do mundo real.
Objetivos do Capítulo Fornecer exemplos dos principais tipos de sistemas de informação a partir de suas experiências com empresas do mundo real. Identificar os diversos desafios que um gerente pode enfrentar
Relatório de Estágio Supervisionado II Diagnóstico organizacional da Empresa Criativa Publicidade
Faculdade Luciano Feijão Luís Gustavo de Andrade Frederico Relatório de Estágio Supervisionado II Diagnóstico organizacional da Empresa Criativa Publicidade Sobral/2015 Faculdade Luciano Feijão Luís Gustavo
Planejamento Estratégico
Planejamento Estratégico Unidade 3: Formulação da estratégia e posicionamento 1 SEÇÃO 3.1 ESTRATÉGIAS GENÉRICAS 2 Relembrando - SWOT A análise do ambiente externo permite que a organização identifique
PCP Planejamento de Controle da Produção. Aula 04 14/3/2011. Planejamento Estratégico da Produção. Planejamento Estratégico da Produção
Para que serve o Planejamento Estratégico? PCP Planejamento de Controle da Aula 04 Profº. Ronaldo Oliveira [email protected] O planejamento estratégico busca maximizar os resultados das operações
Tecnologia de Informação em SI s Hardware
Tecnologia de Informação em SI s Prof. Dr. Mauricio Pitangueira INF 404 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO O Brien, 2012 Infraestrutura de TI: hardware Componentes da infraestrutura de TI Introdução - O Ambiente Competitivo
Criando um Plano de Negócios Eficiente e Colocando em Prática
Criando um Plano de Negócios Eficiente e Colocando em Prática 1 OBJETIVO Transformar idéias em negócios com impacto social e ambiental Escrever um plano de negócio força você a pensar disciplinadamente
Ensinando Estratégia utilizando um Estudo de Caso
MÓDULO 1 Ensinando Estratégia utilizando um Estudo de Caso Unidade de Ensino: Análise da Estratégia O Modelo de Porter Análise Estratégica Declaração de Visão e Missão do Negócio Análise do Ambiente Externo
Gestão Estratégica A BATALHA DE KURSK. Aula 6 Estratégia Competitiva. Prof. Dr. Marco Antonio Pereira
Gestão Estratégica Aula 6 Estratégia Competitiva Prof. Dr. Marco Antonio Pereira [email protected] A BATALHA DE KURSK 1 Modelo de Porter As 5 forças Competitivas Estratégias Genéricas Propósito da Empresa
Análise do Ambiente Externo: Macroambiente e Modelo de Porter Ampliado. Prof. Moacir Miranda
Análise do Ambiente Externo: Macroambiente e Modelo de Porter Ampliado Prof. Moacir Miranda Moacir de Miranda Oliveira Junior Livre Docente, Doutor e Mestre em Administração pela FEA-USP. Professor da
Mídia. Kit. ruralbook MARKETING PARA O AGRO. Negócios & Marke ng Rural
Kit MARKETING PARA O AGRO ruralbook Negócios & Marke ng Rural 2019 Mídia ruralbook desde 2012 Apresenta a realidade do produtor rural e do agronegócio brasileiro com novos conceitos, ideias inovadoras
SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL SISTEMAS DE MARKETING
SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL SISTEMAS DE MARKETING SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DE MARKETING Sistemas de informação que têm por finalidade facilitar as relações da organização com seus clientes atuais e
PLANO DE NEGÓCIO Digital Games
PLANO DE NEGÓCIO - pág.1/6 PLANO DE NEGÓCIO Digital Games Darlei Geovani Zummach ([email protected]) Luiz Roberto Leicht ([email protected]) Jefferson Cardoso ([email protected]) Informações -
FEA USP Faculdade de Economia Administração e Contabilidade Departamento de Administração. EAD376 - Economia da Estratégia. Prof. Dr.
FEA USP Faculdade de Economia Administração e Contabilidade Departamento de Administração EAD376 - Economia da Estratégia Prof. Dr. James T C Wright Entrada e Saída (Capítulo 11) 1) Cite três tipos principais
Sustentabilidade. Quanto vale? Chris Laszlo, PhD
Sustentabilidade Quanto vale? Chris Laszlo, PhD Co fundador da Sustainable Value Partners. Autor do livro Sustainable Value (Stanford University Press, 2008) Segurança? Tem uma árvore no meu escritório
PLANO DE NEGÓCIO petvet
PLANO DE NEGÓCIO - pág.1/5 PLANO DE NEGÓCIO petvet juliana wosniak ([email protected]) Informações - Sócios Foto dos Sócios Informações do Sócio - Presidente Informações do Sócio - Desenvolvimento
O Papel do Macroambiente
O Papel do Macroambiente Ambiente Político e Legal Competidores Potenciais Ambiente Tecnológico Poder dos Fornecedores Rivalidade entre os os Competidores Poder dos Compradores Ambiente Demográfico Ambiente
Administração Mercadológica II
ADMINISTRAÇÃO Administração Mercadológica II Questões Resolvidas QUESTÕES RETIRADAS DE PROVAS OFICIAIS JÁ APLICADAS Produzido por Exatas Concursos www.exatas.com.br rev.1a Índice de Questões Prova: Administrador(a)
Índice de mortalidade de médias e pequenas empresas. Brasil: 70% USA: 50% Pesquisa Small Business Administrator: 98% falta ou falha de planejamento.
Plano de negócio Índice de mortalidade de médias e pequenas empresas Brasil: 70% USA: 50% Pesquisa Small Business Administrator: 98% falta ou falha de planejamento. O que é Plano de Negócio? Descrição
Teoria Geral de Sistemas TGS Parte 2. Disciplina: Sistemas de Informação - UNIP Professor: Shie Yoen Fang Setembro 2011
Teoria Geral de Sistemas TGS Parte 2 Disciplina: Sistemas de Informação - UNIP Professor: Shie Yoen Fang Setembro 2011 1 Teoria dos Sistemas Cibernética Norbert Wiener (1943-47) 2 A Cibernética Norbert
ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO. Cap 6 (Livro texto) Cap 9 (Tigre, 2006)
ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO Cap 6 (Livro texto) Cap 9 (Tigre, 2006) O PROPÓSITO ESTRATÉGICO DA FUNÇÃO TECNOLÓGICA Defender, Apoiar e Expandir o Negócio Existente Impulsionar Novos Negócios Ampliar e Aprofundar
TÓPICOS AVANÇADOS EM ADMINISTRAÇÃO
TÓPICOS AVANÇADOS EM ADMINISTRAÇÃO PARADIGMAS DA ADMINISTRAÇÃO Prof. Dr. João Luiz de Souza Lima PARADIGMAS DA ADMINISTRAÇÃO Mudanças na era organizacional. Velhas organizações dão lugar a novas. Revolução
Microeconomia. Estruturas de Mercado. Andréa de Souza [abr. 2018]
Microeconomia Estruturas de Mercado Andréa de Souza [abr. 2018] A concorrência é uma forma de organizar os mercados e permite determinar os preços e as quantidades de equilíbrio. A estrutura de concorrência
DISCIPLINA: Administração de Sistemas de Informação
DISCIPLINA: Administração de Sistemas de Informação Profa. Msc. Cláudia Brazil Marques PLANO DE AULA 5 01.01. PROBLEMA Identificar as tendências em SI 01.02. CONHECIMENTOS (DCN, artigo 5º) Os papéis atribuídos
Tendências em Sistemas de Informação
Prof. Glauco Ruiz Tendências em Sistemas de Informação Os papéis atribuídos à função dos SI têm sido significativamente ampliados no curso dos anos. De 1950 a 1960 Processamento de Dados Sistemas de processamento
Posicionamento estratégico Marcos Henrique Fortes
Posicionamento estratégico Marcos Henrique Fortes Objetivos da aula 11 A aula 11/16 tem como objetivos apresentar e explorar os seguintes tópicos: 1) Posicionamento estratégico - Liderança no custo total
Ambiente externo e interno. Prof. Doutora Maria José Sousa
Ambiente externo e interno 1 Prof. Doutora Maria José Sousa Ambiente Externo e Interno A estratégia global de uma empresa deve ponderar a interacção entre a envolvente externa (macro-ambiente e ambiente
ADM. Professor Douglas Pereira da Silva. DPS Planejamento Estratégico
ADM Planejamento estratégico Professor Douglas Pereira da Silva 1 Professor Douglas Pereira da Silva Bacharel em Administração com ênfase em Marketing. Pós Graduado em Gestão Estratégica de Negócios. Pós
IDENTIFICAÇÃO DE OPORTUNIDADES DE MERCADO. Planejamento e Marketing Estratégico
IDENTIFICAÇÃO DE OPORTUNIDADES DE MERCADO Planejamento e Marketing Estratégico A oportunidade e o PEM A BASE DA CONSTRUÇÃO DE OBJETIVOS ESTÁ NA ANÁLISE DOS ELEMENTOS INTERNOS (forças e fraquezas) EXTERNOS
PRÁTICA PROFISSIONAL (PP) I e II (TCC I e II) ESTRUTURA DO PLANO DE NEGÓCIOS
PRÁTICA PROFISSIONAL (PP) I e II (TCC I e II) ESTRUTURA DO PLANO DE NEGÓCIOS Disciplinas: 254CD-04 Projeto de Negócios (TCC I - Via Empreendedora/240h) 254PN-04 Plano de Negócios (TCC II - Via Empreendedora/240h)
ADMINISTRAÇÃO GERAL. Gestão Estratégica. Estratégias Competitivas de Porter Parte 1. Prof.ª Karen Estefan Dutra
ADMINISTRAÇÃO GERAL Gestão Estratégica Parte 1 Prof.ª Karen Estefan Dutra Segundo Porter, qualquer setor, seja nacional ou internacional, que produz um serviço ou um produto, é "manipulado" por cinco forças
Ambiente das organizações
Ambiente das organizações 1 2 FATORES AMBIENTAIS CENTRAL DE COOPERATIVAS APÍCOLAS DO SEMI-ÁRIDO BRASILEIROS O QUE É A CASA APIS? Central de Cooperativas Apícolas do Semi-Árido Brasileiro; Fundada em 2005,
PLANO DE NEGÓCIO Pharma Clincare
PLANO DE NEGÓCIO - pág.1/5 PLANO DE NEGÓCIO Pharma Clincare Mariane Persuhn ([email protected]) Robert William ([email protected]) João Paulo Busse ([email protected]) Everton Luiz Zeplin
PLANO DE NEGÓCIO AutomaHome
PLANO DE NEGÓCIO - pág.1/5 PLANO DE NEGÓCIO AutomaHome Jovane Roberto Scheidt ([email protected]) Lucas Rhuan Fischer ([email protected]) Bruno Correia Pacheco ([email protected])
