VII Encontro Brasileiro de Administração Pública, Brasília/DF, 11, 12 e 13 de novembro de ISSN:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "VII Encontro Brasileiro de Administração Pública, Brasília/DF, 11, 12 e 13 de novembro de ISSN:"

Transcrição

1 VII Encntr de Administraçã Pública, Brasília/DF, 11, 12 e 13 de nvembr de 2020 VII Encntr de Administraçã Pública ISSN: Sciedade a de Administraçã Pública Gvernança transfrnteiriça à luz de especialistas eurpeus e brasileirs Carline Krüger Marina Klland Dantas Fábi Henrique Crrêa Bgad Guimarães Nin Rafael Medeirs Krüger Cláudia Suza Passadr Dispnível em: Resum A Gvernança transfrnteiriça é percebida cm a necessidade de crdenaçã de plíticas u de gerenciament de interdependências transfrnteiriças para alcance de melhres resultads. Cntud, múltipls desafis engendram esse decurs, havend uma clara falta de reflexã acadêmica na literatura sbre este fenômen. Assim, bjetiv deste estud é levantar s fatres crítics prepnderantes para a gvernança transfrnteiriça em dis cenáris diverss. Para iss, fram realizadas entrevistas cm dis grups de interesse: especialistas eurpeus e brasileirs, send as falas gravadas, transcritas e analisadas cm auxíli d sftware NViv. Os resultads demnstram categrias centrais neste decurs, send Recurss a mais relevante n cntext frnteiriç brasileir, e Plític-regulatória n cenári das frnteiras eurpeias. Cm cntribuiçã teórica, artig apnta categrias para análise de territóris transfrnteiriçs. E cm cntribuiçã prática, discute elements pelas quais s gestres pderã entender e melhr gerir s cmpnentes crítics deste prcess, visand ações para desenvlviment destes territóris.. Palavras Chave: frnteiras; gvernança transfrnteiriça; fatres crítics.

2 VII Encntr de Administraçã Pública, Brasília/DF, 11, 12 e 13 de nvembr de 2020 Gvernança transfrnteiriça à luz de especialistas em dis cenáris Resum: A Gvernança transfrnteiriça é percebida cm a necessidade de crdenaçã de plíticas u de gerenciament de interdependências transfrnteiriças para alcance de melhres resultads. Cntud, múltipls desafis engendram esse decurs, havend uma clara falta de reflexã acadêmica na literatura sbre este fenômen. Assim, bjetiv deste estud é levantar s fatres crítics prepnderantes para a gvernança transfrnteiriça em dis cenáris diverss. Para iss, fram realizadas entrevistas cm dis grups de interesse: especialistas eurpeus e brasileirs, send as falas gravadas, transcritas e analisadas cm auxíli d sftware NViv. Os resultads demnstram categrias centrais neste decurs, send Recurss a mais relevante n cntext frnteiriç brasileir, e Plític-regulatória n cenári das frnteiras eurpeias. Cm cntribuiçã teórica, artig apnta categrias para análise de territóris transfrnteiriçs. E cm cntribuiçã prática, discute elements pelas quais s gestres pderã entender e melhr gerir s cmpnentes crítics deste prcess, visand ações para desenvlviment destes territóris. Palavras-chave: frnteiras; gvernança transfrnteiriça; fatres crítics. Intrduçã A singularidade de cada frnteira cm suas analgias e assimetrias sciais, ambientais e ecnômicas (HERNÁNDEZ-RAMÍREZ, 2017; LEIBENATH, 2007), sbrepstas as desafis clcads à grande parte das mesmas na atualidade, cm a intensificaçã de fluxs, acirraments e fechaments (CRUZ, 2014; YANG; LI, 2013), impõem cmplexidades de gestã que requerem renvadas frmas de crdenaçã de plíticas públicas nestes territóris (DURAND; NELLES, 2014; PERKMANN, 2007). Assentaments adjacentes u regiões cntíguas de Estads vizinhs trazem cnsig vantagens e limitações para as práticas de gestã a nível reginal e municipal e necessitam de respstas que as frmas tradicinais ds Estads nã têm cnseguid respnder (LOTTA; VAZ, 2015; MIKHAILOVA, 2014). Para esta cmpsiçã territrial, a literatura tem apntad cm respsta a gestã multiescalar (transnacinal) e multissetrial (multi stakehlder), denminada de gvernança transfrnteiriça (HERNÁNDEZ-RAMÍREZ, 2017; SCHERER; ZUMBUSCH, 2011; VARRÓ, 2014), que se caracteriza pela necessidade de crdenaçã de plíticas u de gerenciament de interdependências transfrnteiriças para alcance de melhres resultads (PERKMAN, 2007). Cntud, a cperaçã entre lcalidades pertencentes a Estads cm diferentes estruturas plíticas, legislativas e administrativas, em que s atres envlvids pssam cntribuir na crdenaçã e avaliaçã de suas trajetórias de desenvlviment, visualizar bjetivs cmuns e determinar meis de alcançá-ls, requer frmas especificas de gvernança transfrnteiriça que dependem das especificidades lcais (LEIBENATH, 2007; MEDEIROS, 1

3 VII Encntr de Administraçã Pública, Brasília/DF, 11, 12 e 13 de nvembr de ; SCHERER; ZUMBUSCH, 2011), denminad neste estud de fatres crítics d prcess, u seja, imbricad cnjunt de necessidades e características institucinais, plític-regulatórias e territriais. Visand cntribuir cm este cntext, bjetiv deste artig é levantar s fatres crítics prepnderantes para a Gvernança Transfrnteiriça (GT) em dis cenáris. Para alcance d bjetiv de estud, fi utilizad métd Delphi de pesquisa, através d qual realizaram-se 19 entrevistas cm dis grups de interesse, a saber, especialistas eurpeus e brasileirs, send as falas gravadas, transcritas e analisadas cm auxíli d sftware NViv. A cnstruçã d painel de especialistas das duas lcalidades nã se deu para ancrar a visã deste estud as discurss, práticas e plíticas hegemônicas de fund eurpeu, que representam uma frma rtdxa de gvernança; tampuc, para as abrdagens nã hegemônicas que ignra as dminantes (DAVIES, 2012; DUPEYRON, 2017). Buscu, antes, extrair as cntribuições de ambas visões. Cm este escp, e cmpreendend que a gvernança transfrnteiriça necessita ser investigada em suas especificidades em diferentes cntexts cm mair precisã (MIKHAILOVA, 2014), este estud cntribui para a teria a levantar s fatres crítics d prcess, discussã até mment nã abrdada em estuds acadêmics. E para a prática, a dispnibilizar subsídis pr mei ds quais s gestres pderã entender e melhr gerir s cmpnentes crítics para alcance de melhres resultads nas ações públicas em frnteira. Cm este fim, estud está rganizad em cinc seções: a presente intrduçã em pauta; seguid da explanaçã sbre s desafis em ambs territóris (seçã 1); a descriçã d métd e das técnicas de análise utilizadas (seçã 2); s resultads e discussões desenvlvids (seçã 3); e as cnclusões btidas (seçã 4). 1. Fatres Crítics para a Gvernança Transfrnteiriça Os baixs resultads ds sistemas de gestã pública em regiã de frnteira têm requerid análises que nã se limitem as resultads das plíticas públicas, mas as fatres desencadeadres ds tais (KRÜGER et al., 2017; KRÜGER; DANTAS; CASTRO, 2018), estand marcads pela falta de sistemas de crdenaçã e gvernança (LOTTA; VAZ, 2015). A gvernança insere-se cm exercíci d pder para gestã ds assunts públics que, mesm 2

4 VII Encntr de Administraçã Pública, Brasília/DF, 11, 12 e 13 de nvembr de 2020 diante das diferentes utilizações d term e inúmeras mdificações desde 1989, quand Banc Mundial lançu, n cerne d debate sbre a mesma, têm estad as questões relativas a desenvlviment (BANCO MUNDIAL, 2017). N cenári transfrnteiriç, que sã regiões majritariamente mais carentes, cm multiplicidade de atres, culturas, instituições e instâncias gvernamentais (SARARU, 2014; TERLOUW, 2012), apresentam-se cmplexidades que s sistemas tradicinais de gestã pública unilaterais têm tid dificuldades em reslver (DURAND; NELLES, 2014; PERKMANN, 2007). Para avançs neste cntext, a literatura tem apntad a necessidade de ações públicas invadras, integradas, baseadas em planejament hlístic d territóri, discutidas e frmuladas cm atres nã gvernamentais lcais, amparadas pela cperaçã entre s diferentes níveis de gvern ds Estads limítrfes na frnteira (PERKMANN, 2007; PIKNER, 2008; SCOTT, 2000), estand esta pauta atrelada às discussões sbre gvernança transfrnteiriça. Cntud, semelhantemente a term gvernança, a gvernança transfrnteiriça tem tid inúmeras cncepções e variads aprtes teórics riunds das diferentes áreas de análise, cm ciência plítica, relações internacinais e gegrafia. Deste md, diante da multiplicidade de cnceits, baseand-se nas pesquisas de Deppisch (2012), Dupeyrn (2017) e Nelles e Durand (2014), Krüger (2019) apnta a gvernança transfrnteiriça cm um prcess plític de tmada de decisã participativa para resluçã de prblemas transfrnteiriçs cmplexs e dinâmics. Nesse prcess, cada regiã pde definir seu própri métd particular de crdenaçã pr mei da invaçã, experimentaçã, err e reavaliaçã, criand prtunidades e capacidades para gvernar seu própri desenvlviment (KRÜGER, 2019). Assim, tend em vista que a cnstruçã de sistemas de gvernança é cmplexa, pis requerer participaçã e crdenaçã direcinada as interesses da sciedade, cntext transfrnteiriç acaba pr aprfundar seus desafis, pis cada frnteira pssui uma cnjuntura peculiar que precisa ser pautada para sua frmataçã (DUPEYRON, 2017). Neste sentid, s fatres crítics da gvernança transfrnteiriça, cmpreendids cm pssivelmente prmtres de desempenhs exitss u nã deste prcess, fram demandads de especialistas em dis cntexts, cm já citad, eurpeu e brasileir. A esclha se deve prque, ambs territóris se apresentam relevantes n tema devid a Eurpa ser pineira em iniciativas de Gvernança Transfrnteiriça, principalmente pr mei de 3

5 VII Encntr de Administraçã Pública, Brasília/DF, 11, 12 e 13 de nvembr de 2020 plíticas acrdadas entre s Estads-nacinais (tp-dwn), cm Interreg Eurpe 1 da plítica de Cperaçã Territrial Eurpeia (CTE), (PERKMANN, 2007). E Brasil, estar desenvlvend diferenciais cntribuições em estratégias de desenvlviment d territóri transfrnteiriç a partir da articulaçã ds atres lcais (bttm-up) (HENRICHS; MEZA, 2017; KRÜGER, 2019). Assim, send pertinente debater s fatres crítics ns diferentes cenáris, a partir de especialistas destes territóris, visand a melhria das ações públicas. 2. Métd Para alcance d bjetiv d estud, utilizu-se métd Delphi de pesquisa, que é cnsiderad um prcess pel qual a visã de váris especialistas sbre um assunt é cmpilada e rganizada para a resluçã de prblemas cmplexs (LUDWIG, 1997). Para aplicaçã d métd Delphi, deve ser estabelecid um rl estruturad de especialistas, pis métd parte da premissa que a estimativa de um painel tem mair chance de abranger sluções e estratégias aprpriadas a um determinad prblema d que um grup nã estruturad u até mesm uma única piniã (LINSTONE; TUROFF, 2002). Apesar de muits autres citarem que a aplicaçã d métd Delphi bjetiva buscar cnsenss (LINSTONE; TUROFF, 2002; LUDWIG, 1997), Gupta e Clarke (1996, p. 186) afirmam que bjetiv d Delphi nem sempre é chegar a um cnsens, mas bter mair númer pssível de piniões de grande qualidade de um grup de especialistas, de md a subsidiar a tmada de decisã. Desta frma, depende d bjetiv a que levantament se prpõe e, cnsequentemente, d tip de Delphi selecinad, pdend ser: cnvencinal (adequad para prblemas bem definids que permitem que s membrs d painel cheguem a um acrd); nrmativ (adequad para sugerir uma alternativa em vez de chegar a um acrd) u plític (gera pnts de vista diferentes, mas, muitas vezes, cmplementares sbre um 1 Implementad desde 1990, a plítica de Cperaçã Territrial Eurpeia, também cnhecida cm Interreg, se caracteriza cm um cnjunt de prgramas para estímul a cperaçã entre as regiões da Uniã Eurpeia, visand a prmçã d desenvlviment reginal inclusiv através das frnteiras (EVRARD, 2016). O Interreg é financiad pel Eurpean Reginal Develpment Fund (ERDF); apresentand-se cm um quadr para a implementaçã de ações cnjuntas e intercâmbis de plíticas entre s intervenientes nacinais, reginais e lcais de diferentes Estads-Membrs (LEIBENATH, 2007), pssuind prgramas em três vertentes de cperaçã: transfrnteiriçs (nível A), transnacinais (nível B) e inter-reginais (nível C), send sucedid pr mei de cinc períds de prgramaçã: INTERREG I ( ); INTERREG II ( ); INTERREG III ( ); INTERREG IV ( ); e INTERREG V ( ) (ZÄCH; PÜTZ, 2014). 4

6 VII Encntr de Administraçã Pública, Brasília/DF, 11, 12 e 13 de nvembr de 2020 determinad assunt) (YOUSUF, 2007). O Delphi plític, se apresenta cm esclha d presente estud, devid a sua vasta utilizaçã para explrar e discutir alternativas, alterar e melhrar plíticas públicas (LINSTONE; TUROFF, 2002). Para iss, pr mei da revisã da literatura fram evidenciads elements que embasaram desenvlviment d rteir de entrevistas a serem aplicads a painel de especialistas. Imprtante esclarecer que as perguntas tiveram abrdagem mais ampla e flexível (MILES; HUBERMAN; SALDAÑA, 2013; SALDAÑA, 2013), send dividida em dis mments: (i) apresentaçã d pesquisadr, da pesquisa e d entrevistad; (ii) entendiment ds especialistas sbre s fatres crítics para a gvernança transfrnteiriça (Quadr 1). Quadr 1 Perguntas aplicadas a painel de especialistas e respectiva teria base Etapa Rteir de entrevista Teria base Fund cnceitual 1 2 Apresentaçã d pesquisadr e da pesquisa. Demandad nme, lcal de nasciment, frmaçã e experiência prfissinal d entrevistad. Quais s fatres crítics para a gvernança transfrnteiriça? Fnte: Elabraçã própria. A frmaçã e/ u experiência prfissinal devem ser levads em cnsideraçã para frmaçã d painel de especialistas, e a depender d bjetiv de pesquisa, lcal de nasciment se faz relevante. Os sistemas de gvernança transfrnteiriça enfrentam múltipls desafis de gvernança. Gupta e Clarke (1996); Linstne e Turff (2002); Ludwig (1997); Yusuf (2007). Leibenath (2007); Oddne, Vázquez e Or (2018); Stffelen, LIannides e Vanneste (2017); Yang e Li (2013); Zumbusch e Scherer (2015). Cm as perguntas, painel fi frmad pr especialistas cm diferentes expertises teóricas e práticas sbre gvernança transfrnteiriça. Essa frmaçã bjetivu bter diferentes visões, prém cmplementares, sbre tema em estud. Para a garantia d annimat ds entrevistads e para facilitar a identificaçã ns resultads e discussões (seçã 3), fi definida uma cdificaçã para representá-ls cm base em suas diferentes áreas de atuaçã, usand as duas primeiras letras da respectiva área. Assim, painel fi frmad pr 20 especialistas, mas 1 nã pôde dar entrevista, send painel estruturad, entã, pr 19 especialistas subdividids em três categrias: 8 gestres públics (GP), 7 pesquisadres (PE) e 4 cnsultres (CO). O Quadr 2 apresenta a descriçã ds entrevistads e a cdificaçã utilizada. Quadr 2 Especialistas entrevistads Nacina lidade Frmaçã Experiência prfissinal 1- Graduaçã em Educaçã Física e Dutrad em Educaçã Funcinári públic estadual há mais de 20 ans atuand em regiã de frnteira: Vice-Prefeit (2 mandats); atualmente encntra-se alcad em departament d Tip e temp de entrevista Skype (118' 25'') Cdificaçã GP 1 5

7 VII Encntr de Administraçã Pública, Brasília/DF, 11, 12 e 13 de nvembr de 2020 Nacina lidade Frmaçã Experiência prfissinal a Austríac 13 - Italiana 14 - Italiana 15 - Italian Graduaçã em Enfermagem e Obstetrícia, Pós- Graduaçã em Sistemas de Serviçs de Saúde e Gestã Pública Graduaçã em Agrnmia e Pós-graduaçã em Gestã Empresarial Graduaçã em Pedaggia e Pós-graduaçã em Adm. Pública Graduaçã em Direit e Pós-graduaçã em Administraçã Graduaçã em Direit e Pós-graduaçã em Educaçã e Assciativism Graduaçã incmpleta em Engenharia Mecânica, e Administraçã e Cmérci Exterir Graduaçã em Ecnmia Industrial e Pós-Graduaçã em Desenvlviment de Agentes de Cperativas Graduaçã em Arquitetura e Urbanism e Pósgraduaçã em Planejament d Desenvlviment Graduaçã em Administraçã e Pósgraduaçã em Cnsultria Empresarial; Finanças e Plíticas Públicas Graduaçã em Engenharia Civil e Pós-graduaçã em Plíticas Públicas Graduaçã em Ecnmia Internacinal e Dutrad em Negócis Graduaçã em Semiótica e Mestrad em Gestã Pública Graduaçã e Pós- Graduaçã em Ecnmia e Cmérci Graduaçã e Mestrad em Ecnmia estad nde crdena ações para desenvlviment de um cnjunt de municípis frnteiriçs. Funcinári públic municipal há 25 ans atuand em regiã de frnteira cm: Secretári Municipal de Educaçã (1 mandat); Secretári Municipal de Saúde (1 mandat); Vice-Prefeit (1 mandat); estand atualmente n 2º mandad cm Prefeit e presidiand uma cmissã de saúde cmpsta pr mais de 20 municípis. Funcinári públic há mais de 30 ans atuand em regiã de frnteira: cncursad EMBRAER; Prefeit (1 mandat); Vice-Prefeit (2 mandats); presidid na atualidade uma assciaçã de ampar e prteçã a apenads. Funcinári públic há 28 ans atuand em regiã de frnteira: Vereadr (1 mandat); Prefeit (2 mandats); n presente é Vice-Prefeit e Secretári da Agricultura, Administraçã e Planejament Municipal. Funcinári públic há mais de 10 ans atuand em regiã de frnteira cm Vereadr (1 mandat); atualmente está n 3º mandat cm Prefeit. Funcinári públic há mais de 20 ans em regiã de frnteira: Prefeit (2 mandats); send atualmente Cnsultr da Cnfederaçã Nacinal ds Municípis (CNM). Funcinári públic há mais de 20 ans atuand em regiã de frnteira: cncursad Caixa Ecnômica Federal; Prefeit (2 mandats); e Assessr de Deputad Federal (1 mandat). Cnsultr há mais de 20 ans, trabalhand em prjets para municípis também sediads em regiã de frnteira. Atua ns temas: assciativism e cperativas de crédit. Cnsultr há 25 ans em prjets para municípis também sediads em regiã de frnteira. Atua ns temas: Empreendedrism e Planejament d Desenvlviment Cnsultra há 33 ans em prjets para municípis também sediads em regiã de frnteira. Atua ns temas: ambiente de negócis, crédit e plíticas públicas Cnsultr há mais de 15 ans em prjets para municípis também sediads em regiã de frnteira. Atua ns temas: planejament e execuçã de bras civis; atividade empresarial na área de indústria e serviçs; assciativism empresarial Prfessr e pesquisadr há 12 ans em universidade sediada em regiã de frnteira, atuand ns temas: gestã d setr públic, cperaçã e cmunidades frnteiriças. Pesquisadra há 20 ans em Instituiçã de Pesquisa sediada em regiã de frnteira, atuand ns temas: gestã pública, gvernança lcal, sustentabilidade e frnteira Pesquisadra há 4 ans em Instituições de Pesquisa sediada em regiã de frnteira, atuand ns temas: refrmas da administraçã pública, saúde e frnteira Pesquisadr há 5 ans em Instituiçã de Pesquisa sediada em regiã de frnteira, atuand ns temas: gvern eletrônic; tecnlgia da infrmaçã; pesquisa scial quantitativa e frnteira Tip e temp de entrevista Skype (114' 07'') Skype (70' 25 ) Skype (55' 52'') Skype (70' 01'') Skype (87' 01'') Skype (65'05'') Skype (88' 20'') Skype (79' 11'') Skype (72' 21'') Skype (51' 22'') Skype (62' 38'') Presencial (92' 00'') Presencial (69' 42'') Presencial (24' 13'') Cdificaçã 16 - Graduaçã e Mestrad em Pesquisadr há 3 ans em Instituiçã de Pesquisa sediada Presencial (46' PE 5 GP 2 GP 3 GP 4 GP 5 GP 6 GP 7 CO 1 CO 2 CO 3 CO 4 PE 1 PE 2 PE 3 PE 4 6

8 VII Encntr de Administraçã Pública, Brasília/DF, 11, 12 e 13 de nvembr de 2020 Nacina lidade Frmaçã Experiência prfissinal Austríac 17 - Alemã 18 - Hlande sa 19 Italian Ecnmia Plítica Graduaçã e Dutrad em Psiclgia Graduaçã em Saúde Pública e Mestrad em Prevençã Graduaçã e Dutrad em Ecnmia Fnte: Elabraçã própria. em regiã de frnteira, atuand ns temas: gvern abert; gasts públics; gestã de marca; Desenvlviment Sustentável e frnteira Pesquisadra há 3 ans em Instituiçã de Pesquisa sediada em regiã de frnteira, atuand ns temas: tecnlgias em saúde para idss e frnteira Pesquisadra há 1 an em Instituiçã de Pesquisa sediada em regiã de frnteira, atuand ns temas: saúde e frnteira Vice-Presidente e pesquisadr há mais de 15 ans em Instituiçã de Pesquisa sediada em regiã de frnteira, atuand ns temas: gestã pública; gerenciament de marca; sustentabilidade e frnteira Tip e temp de entrevista 26 ) Presencial (46' 24 ) Presencial (29' 41'') Presencial (25' 29'') Cdificaçã PE 6 PE 7 PE 8 Os dads btids pr mei das entrevistas registradas em áudi fram transcrits em prtuguês e analisads aplicand-se a técnica de análise de cnteúd temática, que cnsiste na categrizaçã ds temas abrdads cm mair frequência em entrevistas, dcuments, entre utrs (BARDIN, 2011). Para iss, a análise fi realizada cm auxíli d sftware NViv 11 fr Windws, que cntribui a agilizar a rganizaçã e prcess de investigaçã (MOZZATO; GRZYBOVSKI, 2011), através d qual fram apntads s elements centrais resultantes das entrevistas aplicadas a painel de especialistas, send identificads e categrizads s fatres crítics para a gvernança em territóri transfrnteiriç. 3 Obtend s fatres crítics para a gvernança transfrnteiriça ns dis cenáris Partind de uma análise prévia, a partir d tratament ds dads qualitativs, fi realizada uma cntagem de palavras cm auxíli d Sftware NViv 11. A partir da referida cntagem, fi pssível analisar ns dis cntexts a frequência cm que cada palavra aparece ns dcuments analisads, u seja, ns arquivs transcrits relativs às entrevistas cm s especialistas da Eurpa e d Brasil. Tal análise teve pr bjetiv evidenciar s fatres-chaves cngruentes e divergentes da gvernança transfrnteiriça ns dis cenáris. Iss prque a cntagem de palavras permite a identificaçã de indícis de temas materiais na pesquisa (KAEFER; ROPER; SINHA, 2015). Para iss, realizu-se três rdadas de análise, retirand-se, a partir ds resultads da segunda rdada, prepsições, advérbis, cnjunções e verbs que nã apresentavam significad n cntext. 7

9 vras resulta Figura 1 Nuvem de palavras resultantes das análises das entrevistas cm s especialistas brasileirs (A) e eurpeus (B). A B Fnte: Elabraçã própria. 8

10 As palavras que restaram cm até 4 letras fram analisadas, ptand-se pr incluir as cm n mínim 5 letras, send elas elencadas a partir das falas ds dis grups de especialistas (Figura 1). Cm mstra a Figura 1, percebe-se temas materiais diversificads e similares entre as falas ds dis grups. Nas falas ds especialistas brasileirs, sã evidenciadas escalas de temas materiais-chave cm grande distinçã (Figura 1A), estand n primeir grup alguns terms salutares que sã apresentads cm fatres crítics da gvernança transfrnteiriça. Entre esses terms estã gente (227) e pessas (97), aparecend, respectivamente, em primeir e quint lugar, que apnta para a relevância d fatr human neste prcess. Além diss, utrs terms representativs sã prjet (111), cnsórcis (107) municípis (92), integraçã (44), que sã, nessa rdem, a terceira, a quarta, a sexta e a décima quarta palavras mais citadas. O term prjet, n respectiv cntext citad pels especialistas brasileirs, está atrelad a cnsórcis públics, send esta uma frma institucinal encntrada para se bter arranjs estáveis de cmpartilhament de pder, a fim de se discutir temas e chegar a cnsenss e decisões para melhres resultads (MCCALL; O'DOWD, 2008). Já s municípis, apresentam-se cm entes da federaçã brasileira cm mair atuaçã e desafis em âmbit frnteiriç (HENRICHS; MEZA, 2017). Cntud, a partir da análise ds temas prepnderantes nas falas ds especialistas eurpeus (Figura 1B), percebe-se diferenças de escalas menres na prepnderância ds terms quand cmparads às evidências das falas ds especialistas brasileirs (Figura 1A). Iss, cm exceçã d term mais citad, que fi prjets (191); seguid de uma secunda escala em que se encntra pessas (42), Interreg (39), financiament (31), parceirs (29), universidades (29), cperaçã (25) e clabraçã (24), estand respectivamente em primeir, terceir, quart, sext, itav, nn, décim quint e décim sétim lugar n ranking de citações. Os demais vcábuls estã mais hmgênes em númer de citações. Assim, depreende-se que, s it terms citads estã inter-relacinads cm fatres crítics, pis Interreg apresenta-se cm uma plítica de financiament para prjets em âmbit transfrnteiriç e reginal, send este um fatr prpulsr u limitadr entre as frnteiras da Eurpa. Fatr este, que dependerá d cnheciment e capacidade de prjetar e articular/cperar ds agentes (pessas) e instituições (a exempl, universidades) participantes (DECOVILLE; DURAND, 2016; DEPPISCH, 2012). 9

11 Verifica-se ainda que, similarmente as expressões prjets e pessas fram bastante citadas nas falas ds dis grups, prém prjets referiu-se a ações especificas diversas. Tal term fi apntad pels especialistas brasileirs cm uma frma de articulaçã para resluçã de prblemáticas cmuns transfrnteiriças, cm s cnsórcis. Já s eurpeus, relacinaram as prjets submetids para btençã de recurss pel Interreg. Outrs fatres ainda similares estã ns terms relacinads à questã territrial, cm nas falas ds especialistas brasileirs a citar frnteiras (112), Argentina (90), Gvern (56), Federal (42) e Brasil (54); e ds eurpeus a evidenciar Áustria (55), Itália (38), regiã (30), Suíça (23) e Tirl 2 (22), apntand, naturalmente, ações relacinadas às lcalidades nde estã inserids. Tais cntexts, entretant, apresentam diferenciais percebids, pis n Brasil as relações entre as lcalidades frnteiriças sã mais determinantes para ações de desenvlviment d que s acrds entre s Estads limítrfes (ANGNES et al., 2013; HENRICHS; MEZA, 2017). Cmplementarmente, apesar de haver a faixa de frnteira cm 150km a partir d limite internacinal (BRASIL, 2016), s especialistas brasileirs referiram-se a prjets transfrnteiriçs ligads a municípis lindeirs, exemplificand cm cas de Dinísi Cerqueira (SC-BR) (49), Barracã (PR-BR) (49), Bm Jesus d Sul (PR-BR) e Bernard de Irigyen (AR). Prém, s especialistas eurpeus citaram mais frtemente as relações entre as regiões e Estads (KRAMSCH, 2002), e, em relaçã às cidades destacadas, apntaram Innsbruck (AT) (27) e Blzan (IT) (26), que apesar de se lcalizarem em regiões de frnteira, a saber, na regiã de Tirl, nã se apresentam cm limítrfes, estand a 122,4km de distância uma da utra. Ainda, utr fatr evidenciad na fala ds dis grups (Figura 1) está n term desenvlviment, citad em prevalência entre s especialistas brasileirs (69) - itav lugar, quand cmparad as especialistas eurpeus (19) - vigésim nn lugar, evidenciand nã smente a relevância d tema em tal cntext, mas s fatres em destaque atrelads a mesm. N cas brasileir, term relacinu-se as temas plítica (34) e infraestrutura, indicada nas expressões saúde (42), aduana (42), trabalh (41) e recurss (38). N cas eurpeu, também esteve atrelad a tema plítica (24), mas principalmente a prblemas referente a mesma (28). 2 A regiã de Tirl inclui estad d Tirl, na Áustria, e a Regiã Autônma Trentin-Alt Ádige (Trentin- Südtirl), na Itália. 10

12 Tais evidências sã relevantes, pis desenvlviment abrdad pel painel de especialistas brasileirs pssui uma ancragem crrelacinada à melhria das cndições de vida da ppulaçã frnteiriça pr mei de ações plíticas. Já para painel de especialistas eurpeus, desenvlviment similarmente esteve crrelacinad à plítica, prém, em muitas falas, n aspect de melhria rganizacinal, a um mei de aprimrament ns prcesss d/pel Interreg. Iss nã demnstra que as iniciativas na Eurpa nã têm pr bjetiv a melhria de infraestrutura e prestaçã de serviçs, uma vez que própri Interreg busca desenvlviment d Territóri Eurpeu (KRAMSCH, 2002). Cntud, infere-se que, devid as Estads Eurpeus pssuírem melhr qualidade de vida, este aspect d desenvlviment nã esteve entre s temas materiais salutares apntads. Em síntese, cnsidera-se que s fatres crítics para s dis painéis de especialistas abarcam um cnjunt de fatres sintetizads nas seguintes dimensões: Territrial, Recurss, Institucinal e Plític-regulatória. Prém, cmpnente prepnderante para s especialistas brasileirs está na dimensã Recurss, particularmente n fatr human, pis nã havend uma plítica pública de desenvlviment frnteiriç n Brasil, este fatr tem se mstrad diferencial para articulaçã, busca de recurss e tmada de decisões. Fat também apntad n estud de Henrichs e Meza (2017, p. 131), em que fatr human é citad cm empenh plític. Já para s eurpeus, a dimensã salutar fi a Plític-regulatória, mais precisamente n cmpnente Instruments jurídics, evidenciad n term prjet, remetend-se, mais especificamente, à plítica Cperaçã Territrial Eurpeia (CTE), que prprcina financiament e articulaçã entre s territóris (DECOVILLE; DURAND, 2016). 3. Cnclusã O presente estud teve pr bjetiv levantar s fatres crítics para a gvernança transfrnteiriça em dis cenáris. Cm este bjetiv, levantament fi realizad cm a aplicaçã de entrevistas a um painel de 19 especialistas eurpeus e brasileirs, send a análise realizada utilizand a cntagem de palavras cm auxíli d Sftware NViv 11. Os resultads demnstraram quatr categrias centrais (Territrial, Recurss, Institucinal e Plític-regulatória), das quais cmpnente prepnderante para s especialistas brasileirs está n cmpnente fatr human, na categria Recurss. Ist prque, 11

13 devid a cenári brasileir demnstrar inexistência de plíticas públicas para desenvlviment d territóri transfrnteiriç, este fatr tem se mstrad diferencial para articulaçã, busca de recurss e tmada de decisões, Diferentemente, a partir das falas ds especialistas eurpeus, fi evidenciad a dimensã Plític-regulatória, precisamente n cmpnente Instruments Jurídics, se tratand ds prjets advinds da plítica de Cperaçã Territrial Eurpeias, que apesar ds avançs em prprcinar financiament e articulaçã entre s territóris, tem se deparad cm desafis para articulaçã entre s países. Cm cntribuiçã teórica, artigs discute um tema ainda nã abrdad em estuds acadêmics. As implicações práticas, pr sua vez, estã na dispsiçã de categrias de análise ações centrais para desenvlviment de territóris transfrnteiriçs, pelas quais, s gestres pderã entender e melhr gerir s cmpnentes crítics d prcess. A respeit das limitações de pesquisa, cumpre destacar que devid as especialistas serem de dis cntexts, suas visões sbre tema pssuem reflexs de suas vivências e experiências. Neste sentid, cnsidera-se cm pesquisas futuras estud cm especialistas de utras regiões d mund, cm também, aprfundament na identificaçã das ações de gvernança necessárias u indicadas para crreçã ds desafis abrdads. Apesar das limitações, cnclui-se que esta pesquisa apresenta cntribuições pr gerar mair cnheciment sbre as frnteiras eurpeias e brasileiras, send ainda escasss na literatura estuds cm especialistas que abrdem s fatres crítics da mesma (MIKHAILOVA, 2014). Além diss, artig geru um quadr de referência sbre as principais similaridades e diferenciações das piniões ds especialistas brasileirs e eurpeus envlvids cm tema da gvernança transfrnteiriça nestes territóris, prprcinand uma visã integrada d cntext atual e das demandas para melhria na gestã pública. Cnsequentemente, pdend gerar estratégias para desenvlviment destas lcalidades. Referências ANGNES, J. S.; MATTOS, S. M. M.; KLOZOVSKI, M. L.; STURM, M. I. Cnsórci Intermunicipal da Frnteira (CIF): descrevend as principais ações vltadas a desenvlviment reginal a partir da perspectiva d pder públic municipal. Revista de Administraçã Pública, Ri de Janeir, v. 47, n. 5, p , set./ut

14 BANCO MUNDIAL. Wrld Develpment Reprt 2017: gvernance and the law. Washingtn: The Wrld Bank, Dispnível em: Access: 20 Set BARDIN, L. Análise de cnteúd. Sã Paul: Edições 70, BRASIL. Ministéri da Justiça. Mapeament das plíticas públicas federais na Faixa de Frnteira: interfaces cm plan estratégic de frnteiras e a estratégia nacinal de segurança pública nas frnteiras. Brasília, DF: Ministéri da Justiça, CRUZ, P. Crss-brder gvernance n the U.S. Mexic brder: institutinal challenges and develpments in health cllabratin. Regins & Chesin, New Yrk, v. 4, n. 1, p , DAVIES, J. S. Netwrk gvernance thery: a Gramscian critique. Envirnment and Planning A, Ls Angeles, v. 44, n. 11, p , DECOVILLE, A.; DURAND, F. Building a crss-brder territrial strategy between fur cuntries: wishful thinking? Eurpean Planning Studies, Lndn, v. 24, n. 10, p , DEPPISCH, S. Gvernance prcesses in euregis. Evidence frm six cases acrss the Austrian German brder. Planning Practice & Research, Lndn, v. 27, n. 3, p , DUPEYRON, B. Secndary freign plicy thrugh the prism f crssbrder gvernance in the US Canada Pacific Nrthwest brder regin. Reginal & Federal Studies, Lndn, v. 27, n. 3, p , DURAND, F.; NELLES, J. Binding crss-brder regins: an analysis f crss-brder gvernance in Lille-Krtrijk-Turnai Eurmetrplis. Tijdschrift vr Ecnmische en Sciale Gegrafie, Hbken, v. 105, n. 5, p. 1-18, GUPTA, U. G.; CLARKE, R. E. Thery and applicatin f the Delphi technique: a bibligraphy ( ). Technlgical Frecasting and Scial Change, New Yrk, v. 53, n. 2, p , HENRICHS, J. A.; MEZA, M. L. F. G. Gvernança multinível para desenvlviment reginal: um estud de cas d Cnsórci Intermunicipal da Frnteira. Urbe, Revista a de Gestã Urbana, Curitiba, v. 9, n. 1, p , Available frm: < Access: 19 Feb HERNÁNDEZ-RAMÍREZ, J. Obstáculs a la gbernanza turística en la frntera del Baj Guadiana. Investigacines Turísticas, Santa Cruz de Tenerife, n. 13, p , KAEFER, F.; ROPER, J.; SINHA, P. A sftware-assisted qualitative cntent analysis f news articles: example and reflectins. Frum Qualitative Szialfrschung, Berlin, v. 16, n. 2, p. 1-20,

15 KRAMSCH, O. T. Reimagining the scalar tplgies f crss-brder gvernance: Eu(r)regins in the pst-clnial present. Space and Plity, Lndn, v. 6, n. 2, p , KRÜGER, C. Da avaliaçã de impact à gvernança transfrnteiriça: cntribuições para aperfeiçament da gestã de plíticas públicas (Tese de dutrad nã publicada). Universidade de Sã Paul, Ribeirã Pret, SP, KRÜGER, C.; DANTAS, M. K.; CASTRO, J. M.; PASSADOR, C. S.; CALDANA, A. C. F. Análise das plíticas públicas para desenvlviment da faixa de frnteira brasileira. Ambiente e Sciedade, Sã Paul, v. 20, n. 4, p , KRÜGER, C.; DANTAS, M.; CASTRO, M. Plíticas públicas e desenvlviment: uma análise aplicada a cntext da faixa de frnteira n Brasil. In: PÊGO, B.; MOURA, R. (Orgs.). Frnteiras d Brasil: uma avaliaçã de plítica pública. Ri de Janeir: Ipea/MI, p LEIBENATH, M. Eurpeanisatin f crss-brder gvernance? A case study n the cause, frm and cnsequences f a c-peratin prject in the German Plish Czech brder triangle. Space and Plity, Lndn, v. 11, n. 2, p , LINSTONE, H. A.; TUROFF, M. The Delphi methd: techniques and applicatins. Newark: Addisn Wesley/New Jersey Institute f Technlgy, Available frm: < Access: 10 set LOTTA, G. S.; VAZ, J. C. Arranjs institucinais de plíticas públicas: aprendizads a partir de cass d Brasil. Revista d Serviç Públic, Brasília, DF, v. 66, n. 2, p , jul LUDWIG, B. Predicting the future: have yu cnsidered using the Delphi methdlgy? Jurnal f Extensin, Cincinnati, v. 35, n. 5, p , Available frm: < Access: 10 Sep MCCALL, C.; O DOWD, L. Hanging flwer baskets, blwing in the wind? Third-sectr grups, crss-brder partnerships, and the EU Peace Prgrams in Ireland. Natinalism and Ethnic Plitics, Lndn, v. 14, n. 1, p , MEDEIROS, E. Is there a new trust in inner scandinavia? Evidence frm crss brder planning and gvernance. Gegrafiska Annaler: Series B, Human Gegraphy, Lndn, v. 96, n. 4, p , MIKHAILOVA, E. V. Therizing n crss-brder gvernance: frm emergence f the cncept t its current understanding. Public Administratin E-Jrnal, Mscw, n. 46, p , MILES, M. B.; HUBERMAN, A. M.; SALDAÑA, J. Qualitative data analysis. Lndn: Sage, MOZZATO, A. R.; GRZYBOVSKI, D. Análise de cnteúd cm técnica de análise de dads qualitativs n camp da administraçã: ptencial e desafis. Revista de Administraçã Cntemprânea, Maringá, v. 15, n. 4, p ,

16 NELLES, J.; DURAND, F. Plitical rescaling and metrplitan gvernance in crss-brder regins: cmparing the crss-brder metrplitan areas f Lille and Luxemburg. Eurpean Urban and Reginal Studies, Lndn, v. 21, n. 1, p , ODDONE, N.; VÁZQUEZ, H.; ORO, M. Paradiplmacia lcal y transfrnteriza cm un instrument de gbernanza ambiental en el Mercsur y la Unión Eurpea: una descripción cmparada. Civitas - Revista de Ciências Sciais, Prt Alegre, v. 18, n. 2, p , PERKMANN, M. Plicy Entrepreneurship and Multilevel Gvernance: A Cmparative Study f Eurpean Crss-Brder Regins. Envirnment and Planning C: Gvernment and Plicy, v. 25, n. 6, p , PIKNER, T. Rerganizing crss-brder gvernance capacity the case f the Helsinki-Tallinn Euregi. Eurpean Urban and Reginal Studies, Lndn, v. 15, n. 3, p , SALDAÑA, J. The cding manual fr qualitative researchers. Lndn: Sage, SARARU, C. The Eurpean Grupings f Territrial Cperatin develped by administrative structures in Rmania and Hungary. Acta Juridica Hungarica, Budapest, v. 55, n. 2, p , SCHERER, R.; ZUMBUSCH, K. Limits fr successful crss-brder gvernance f envirnmental (and spatial) develpment: the Lake Cnstance Regin. Prcedia - Scial and Behaviral Sciences, Amsterdam, v. 14, p , SCOTT, J. W. Eurregins, gvernance and transbrder cperatin within the EU. In: VAN DER VELDE, M.; VAN HOUTUM, H. (Eds.). Brders, brder regins and peple. Lndn: Pin, p TERLOUW, K. Brder surfers and Eurregins: unplanned crss-brder behaviur and planned territrial structures f crss-brder gvernance. Planning Practice & Research, Lndn, v. 27, n. 3, p , VARRÓ, K. Spatial imaginaries f the Dutch-German-Belgian brderlands: a multidimensinal analysis f crss-brder reginal gvernance. Internatinal Jurnal f Urban and Reginal Research, Raipur, v. 38, n. 6, p , YANG, C.; LI, S. M. Transfrmatin f crss-bundary gvernance in the Greater Pearl River Delta, China: cntested geplitics and emerging cnflicts. Habitat Internatinal, Amsterdam, v. 40, p , YOUSUF, M. I. Using experts' pinins thrugh Delphi technique. Practical Assessment, Research and Evaluatin, v. 12, n. 4, p. 1-8, Available frm: < Access: 10. Sep ZUMBUSCH, K.; SCHERER, R. Crss-brder gvernance: balancing frmalized and less frmalized c-peratins. Scial Sciences, Basel, v. 4, n. 3, p ,

ESTRUTURA E FORMA DO PROJETO DE PESQUISA E DA DISSERTAÇÃO DO MESTRADO PROFISSIONAL EM ADMINISTRAÇÃO

ESTRUTURA E FORMA DO PROJETO DE PESQUISA E DA DISSERTAÇÃO DO MESTRADO PROFISSIONAL EM ADMINISTRAÇÃO Universidade d Estad de Santa Catarina Centr de Ciências da Administraçã e Sciecnômicas Prgrama de Pós-Graduaçã em Administraçã Mestrad Prfissinal em Administraçã ESTRUTURA E FORMA DO PROJETO DE PESQUISA

Leia mais

Estratégia Nacional de Especialização Inteligente. Lisboa, 2 de fevereiro de 2017 José Carlos Caldeira

Estratégia Nacional de Especialização Inteligente. Lisboa, 2 de fevereiro de 2017 José Carlos Caldeira Estratégia Nacinal de Especializaçã Inteligente Lisba, 2 de fevereir de 2017 Jsé Carls Caldeira Estrutura da Apresentaçã I. ENEI: prcess em Prtugal II. Mnitrizaçã e avaliaçã III. Primeirs resultads I.

Leia mais

Campanha Construindo Cidades Resilientes: minha cidade está se preparando!

Campanha Construindo Cidades Resilientes: minha cidade está se preparando! Campanha Cnstruind Cidades Resilientes: minha cidade está se preparand! Platafrma temática sbre risc urban nas Américas Frtaleciment da cperaçã e clabraçã entre gverns lcais Cnvite à apresentaçã de prpstas

Leia mais

Inovações em Gestão de Dados de Imunização, Uso e Melhoria da Eficiência de Processo

Inovações em Gestão de Dados de Imunização, Uso e Melhoria da Eficiência de Processo Invações em Gestã de Dads de Imunizaçã, Us e Melhria da Eficiência de Prcess XXI Rdada d Grand Challenges Explratins Març de 2018 A OPORTUNIDADE A imunizaçã é uma das intervenções de saúde pública mais

Leia mais

3º Congresso de Pesquisa e Iniciação Científica e 1º Encontro de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação

3º Congresso de Pesquisa e Iniciação Científica e 1º Encontro de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação 3º Cngress de e de Educaçã, Ciência e Cultura: Expandind as Frnteiras d Saber 1ª Circular O UDF - Centr Universitári, pr mei d Prgrama de Iniciaçã Científica, Tecnlógica e Invaçã, têm a hnra de cnvidá-l

Leia mais

Diretrizes para os Institutos Federais

Diretrizes para os Institutos Federais Ministéri da Educaçã Secretaria de Educaçã Prfissinal e Tecnlógica Diretrizes 2014-2018 para s Instituts Federais Diretria de Plíticas de Educaçã Prfissinal e Tecnlógica Diretria de Desenvlviment da Rede

Leia mais

A FLORESTA DE QUE PRECISAMOS...

A FLORESTA DE QUE PRECISAMOS... A FLORESTA DE QUE PRECISAMOS... SUMÁRIO EXECUTIVO DAS CONCLUSÕES 17 DE OUTUBRO DE 2016 ENQUADRAMENTO O Clégi de Engenharia Flrestal da Ordem ds Engenheirs, em clabraçã cm a Universidade de Lisba, a Universidade

Leia mais

Saber MANUAL BSC DAS DISCIPLINAS - MODELO KLS 2.0

Saber MANUAL BSC DAS DISCIPLINAS - MODELO KLS 2.0 Saber MANUAL BSC DAS DISCIPLINAS - MODELO KLS 2.0 SUMÁRIO A. Os fundaments metdlógics d KLS B. O que é BSC da disciplina? C. Cmpnentes d BSC da disciplina D. O BSC, a relaçã entre seus elements e as prblematizações

Leia mais

TEXTOS APROVADOS. Resolução do Parlamento Europeu, de 14 de setembro de 2017, sobre o futuro do programa Erasmus+ (2017/2740(RSP))

TEXTOS APROVADOS. Resolução do Parlamento Europeu, de 14 de setembro de 2017, sobre o futuro do programa Erasmus+ (2017/2740(RSP)) Parlament Eurpeu 2014-2019 TEXTOS APROVADOS P8_TA(2017)0359 Futur d prgrama Erasmus+ Resluçã d Parlament Eurpeu, de 14 de setembr de 2017, sbre futur d prgrama Erasmus+ (2017/2740(RSP)) O Parlament Eurpeu,

Leia mais

FINANCIAMENTO: REINO DE ESPANHA RESPONSAVEL DE PROGRAMA, PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA (PPP) E MOBILIZAÇÃO DE RECURSOS

FINANCIAMENTO: REINO DE ESPANHA RESPONSAVEL DE PROGRAMA, PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA (PPP) E MOBILIZAÇÃO DE RECURSOS FINANCIAMENTO: REINO DE ESPANHA RESPONSAVEL DE PROGRAMA, PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA (PPP) E MOBILIZAÇÃO DE RECURSOS Departament: Infraestrutura Direçã: Unidade de PPDU Categria: P4 Salári anual: USD 44,328

Leia mais

Seja um fornecedor reconhecido!

Seja um fornecedor reconhecido! A relevância da indústria brasileira de Higiene Pessal, Perfumaria e Csmétics n mercad glbal tem a fundamental participaçã da cadeia prdutiva d setr. Em busca de incentivar a cmpetitividade, frtalecer

Leia mais

REGULAMENTO CONVOCATÓRIA PÚBLICA TRANSFRONTEIRIÇA DE PRÉMIOS DE CONCILIAÇÃO VIDA PROFISSIONAL E PESSOAL E IGUALDADE DE OPORTUNIDADES

REGULAMENTO CONVOCATÓRIA PÚBLICA TRANSFRONTEIRIÇA DE PRÉMIOS DE CONCILIAÇÃO VIDA PROFISSIONAL E PESSOAL E IGUALDADE DE OPORTUNIDADES REGULAMENTO CONVOCATÓRIA PÚBLICA TRANSFRONTEIRIÇA DE PRÉMIOS DE CONCILIAÇÃO VIDA PROFISSIONAL E PESSOAL E IGUALDADE DE OPORTUNIDADES 1 Índice 1 Enquadrament... 3 2 Objetivs... 3 3 Requisits para participaçã...

Leia mais

ESTUDOS SOBRE ONTOLOGIA NA CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO

ESTUDOS SOBRE ONTOLOGIA NA CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO ESTUDOS SOBRE ONTOLOGIA NA CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO Mnick Trajan Sants (UFPE) mnick_trajan@yah.cm.br Renat Fernandes Crrêa(UFPE) renat.crrea@ufpe.br 1 INTRODUÇÃO EIXO TEMÁTICO: Prduçã e Prdutividade Científica

Leia mais

SEGURANÇA PATRIMONIAL ANÁLISE PARA SOLUÇÃO DE PROBLEMAS

SEGURANÇA PATRIMONIAL ANÁLISE PARA SOLUÇÃO DE PROBLEMAS SEGURANÇA PATRIMONIAL ANÁLISE PARA SOLUÇÃO DE PROBLEMAS Sbre autr: Raphael de Mel Alves Ex-militar d Exércit Brasileir, frmad em Gestã de Segurança Privada, MBA em Gestã de Prjets e extensã universitária

Leia mais

INICIATIVAS GULBENKIAN PARA A INOVAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO. Concurso para apoio a iniciativas-piloto no âmbito das economias criativas

INICIATIVAS GULBENKIAN PARA A INOVAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO. Concurso para apoio a iniciativas-piloto no âmbito das economias criativas INICIATIVAS GULBENKIAN PARA A INOVAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO Cncurs para api a iniciativas-pilt n âmbit das ecnmias criativas Nta: Este cncurs decrre em duas etapas. ENQUADRAMENTO A Fundaçã Caluste Gulbenkian

Leia mais

Elaboração de sínteses de evidência

Elaboração de sínteses de evidência Capacitaçã d Núcle de Evidências em Saúde / Estaçã BVS da ESP / SES - MG em Elabraçã de sínteses de evidência Mdels, instruments de avaliaçã e estratégias de disseminaçã Bel Hriznte, nvembr de 2013 Objetivs

Leia mais

GUIÃO PARA ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO/ACREDITAÇÃO DO PEDIDO DE ACREDITAÇÃO PRÉVIA DE NOVOS CICLOS DE ESTUDO (APAPNCE)

GUIÃO PARA ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO/ACREDITAÇÃO DO PEDIDO DE ACREDITAÇÃO PRÉVIA DE NOVOS CICLOS DE ESTUDO (APAPNCE) GUIÃO PARA ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO/ACREDITAÇÃO DO PEDIDO DE ACREDITAÇÃO PRÉVIA DE NOVOS CICLOS DE ESTUDO (APAPNCE) (Ensin Universitári e Plitécnic) Outubr 2012 Caracterizaçã d pedid A1. Instituiçã

Leia mais

3. VISÃO DE FUTURO E ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO DE LONGO PRAZO

3. VISÃO DE FUTURO E ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO DE LONGO PRAZO 3. VISÃO DE FUTURO E ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO DE LONGO PRAZO 47 48 3.1. VISÃO DE FUTURO DO MAIS RN PARA 2035 A classe empresarial ptiguar apresenta para a sciedade uma Visã de Futur usada e desafiadra.

Leia mais

Tecnologia & Inovação em Santa Catarina

Tecnologia & Inovação em Santa Catarina Tecnlgia & Invaçã em Santa Catarina Evertn Gubert Vice-Presidente Assciaçã Catarinense de Empresas de Tecnlgia Flrianóplis, 19 de nvembr de 2012. Pls Reginais de Tecnlgia e Invaçã Jinville (Sftville) Jaraguá

Leia mais

Cálculo do Valor Acrescentado (VA) no Aves

Cálculo do Valor Acrescentado (VA) no Aves Cálcul d Valr Acrescentad (VA) n Aves Cnceiçã Silva Prtela Faculdade de Ecnmia e Gestã Universidade Católica Prtuguesa csilva@prt.ucp.pt pt Prgrama AVES Avaliaçã de Externa Esclas de Esclas cm Ensin Secundári

Leia mais

OBJETIVOS DA AULA GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

OBJETIVOS DA AULA GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Anhanguera Itapecerica da Serra Curs: Gestã da Tecnlgia da Infrmaçã Disciplina: Mdelagem de Sistemas Prf. Luiz Antni d Nasciment OBJETIVOS DA AULA Cnhecer as características

Leia mais

Cinco sentidos da Economia Social. Américo M. S. Carvalho Mendes

Cinco sentidos da Economia Social. Américo M. S. Carvalho Mendes Cinc sentids da Ecnmia Scial Améric M. S. Carvalh Mendes ATES Área Transversal de Ecnmia Scial Universidade Católica Prtuguesa Prt 29 de Nvembr de 2015 Améric M. S. Carvalh Mendes Cinc sentids da Ecnmia

Leia mais

SEMINÁRIO DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE CAPACITAÇÃO EM MOÇAMBIQUE 27 e 28 de Outubro em Chinhambudzi / Manica 30 e 31 de Outubro 2014 em Maputo

SEMINÁRIO DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE CAPACITAÇÃO EM MOÇAMBIQUE 27 e 28 de Outubro em Chinhambudzi / Manica 30 e 31 de Outubro 2014 em Maputo SEMINÁRIO DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE CAPACITAÇÃO EM MOÇAMBIQUE 27 e 28 de Outubr em Chinhambudzi / Manica 30 e 31 de Outubr 2014 em Maput Intrduçã Esta prpsta prevê a realizaçã de um seminári avaliaçã

Leia mais

Consulta pública sobre a revisão da Estratégia Europeia para a Deficiência

Consulta pública sobre a revisão da Estratégia Europeia para a Deficiência Cnsulta pública sbre a revisã da Estratégia Eurpeia para a Deficiência 2010-2020 Na UE, há aprximadamente 80 milhões de pessas cm deficiência que diariamente enfrentam barreiras que as impedem de participar

Leia mais

Normas de submissão. I - Normas para publicação: I.1.i Artigos

Normas de submissão. I - Normas para publicação: I.1.i Artigos Nrmas de submissã A Revista Multiface recebe artigs, resenhas de livrs e texts intrdutóris relacinads às áreas de Administraçã e Ecnmia, além de artigs livres e cases (estuds de cas). A Revista Multiface

Leia mais

POLÍTICA DE PUBLICAÇÃO DE ARTIGOS E APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS

POLÍTICA DE PUBLICAÇÃO DE ARTIGOS E APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS POLÍTICA DE PUBLICAÇÃO DE ARTIGOS E APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS Objetiv desta plítica Garantir que a prduçã científica d Hspital Minhs de Vent (HMV) siga s melhres padrões internacinais, assegurand que as

Leia mais

Desenho centrado em utilização

Desenho centrado em utilização Desenh centrad em utilizaçã Engenharia de Usabilidade Prf.: Clarind Isaías Pereira da Silva e Pádua Departament de Ciência da Cmputaçã - UFMG Desenh centrad em utilizaçã Referências Cnstantine, L.L., &

Leia mais

Instituto Tecnológico de Aeronáutica Centro de Competência em Manufatura ITA CHALLENGE 2018

Instituto Tecnológico de Aeronáutica Centro de Competência em Manufatura ITA CHALLENGE 2018 Institut Tecnlógic de Aernáutica Centr de Cmpetência em Manufatura ITA CHALLENGE 2018 VI Desafi de Empreendedrism d Institut Tecnlógic de Aernáutica Realizaçã: Api: SUMÁRIO 1. SOBRE O ITA CHALLENGE...

Leia mais

RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO. BRACING PT2020 (VALE Empreendedorismo) Página 1 de 8. Bracing Consulting, Lda.

RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO. BRACING PT2020 (VALE Empreendedorismo) Página 1 de 8. Bracing Consulting, Lda. RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO BRACING PT2020 (VALE Empreendedrism) Página 1 de 8 Vale Empreendedrism (Vale Simplificad) Tiplgia Aquisiçã de serviçs de cnsultria na área d

Leia mais

Especial Liderança. O perfil de quem comanda a Comunicação Corporativa hoje em pesquisa inédita da Aberje. estudos de. comunicação

Especial Liderança. O perfil de quem comanda a Comunicação Corporativa hoje em pesquisa inédita da Aberje. estudos de. comunicação ce cmunicaçã empresarial estuds de cmunicaçã e relações crprativas ediçã 103 an 28 ISSN 1 8099 9 95 505 1 1 9 771809 950001 Especial Liderança O perfil de quem cmanda a Cmunicaçã Crprativa hje em pesquisa

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 124\ 2014

PROJETO DE LEI Nº 124\ 2014 Estad d Ri de Janeir Gabinete d Vereadr Jean Carls de Almeida PROJETO DE LEI Nº 124\ 2014 Dispõe sbre O Prgrama de Treinament as Servidres Públics Municipal e Cargs Cmissinads, que exercem funções de atendiment

Leia mais

Designação do projeto Órgão de Acompanhamento das Dinâmicas Regionais de Lisboa (OADRL)

Designação do projeto Órgão de Acompanhamento das Dinâmicas Regionais de Lisboa (OADRL) Designaçã d prjet Órgã de Acmpanhament das Dinâmicas Reginais de Lisba (OADRL) - 2016 Códig d prjet LISBOA-09-6177-FEDER-000003 Objetiv principal Criar as cndições e reunir s meis necessáris para exercíci

Leia mais

Impasses e Perspectivas da Avaliação RITA BARRADAS BARATA DAV

Impasses e Perspectivas da Avaliação RITA BARRADAS BARATA DAV Impasses e Perspectivas da Avaliaçã RITA BARRADAS BARATA DAV IMPASSES ATUAIS 1. MAGNITUDE 2. DIVERSIDADE 3. CONTEXTOS VARIADOS 4. FINALIDADES 5. TRADIÇOES DE PRODUÇÃO CIENTÍFICA VARIADAS 6. PERSPECTIVAS:

Leia mais

Preparação para a Certificação de Gestor da Qualidade - Excelência Organizacional

Preparação para a Certificação de Gestor da Qualidade - Excelência Organizacional Preparaçã para a Certificaçã de Gestr da Qualidade - Excelência Organizacinal OBJETIVOS DO CURSO Apresentar as participantes s cnteúds d Crp de Cnheciment necessáris à certificaçã, pssibilitand que aprimrem

Leia mais

SIC Gerenciando Através s da Confiabilidade. Fabiana Pereira da Silva Vale

SIC Gerenciando Através s da Confiabilidade. Fabiana Pereira da Silva Vale SIC 2013 Gerenciand Através s da Cnfiabilidade Fabiana Pereira da Silva Vale Intrduçã Atualmente as empresas de mineraçã vivem num cenári parecid cm s estudads e bservads pr Adam Smith e Frederick Taylr

Leia mais

PLANIFICAÇÃO DE ECONOMIA

PLANIFICAÇÃO DE ECONOMIA Módul 5 O ESTADO E A ATIVIDADE ECONÓMICA 1- Estad nçã e Apresentar a nçã de Estad Expsiçã ral Avaliaçã d prcess de 32 funções Trabalhs de grup trabalh: grelhas de Nçã Caraterizar as funções d Leitura e

Leia mais

RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO. BRACING PT2020 (VALE Inovação) Página 1 de 8. Bracing Consulting, Lda.

RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO. BRACING PT2020 (VALE Inovação) Página 1 de 8. Bracing Consulting, Lda. RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO BRACING PT2020 (VALE Invaçã) Página 1 de 8 Bracing Cnsulting, Lda. Rua d Tâmega, S/N. 4200 502 Prt Prtugal +351 917 000 020 inf@bracing cnsulting.cm

Leia mais

P7_TA(2012)0091 Sexto Fórum Mundial da Água

P7_TA(2012)0091 Sexto Fórum Mundial da Água P7_TA(2012)0091 Sext Fórum Mundial da Água Resluçã d Parlament Eurpeu, de 15 de març de 2012, sbre Sext Fórum Mundial da Água, a realizar em Marselha, de 12 a 17 de març de 2012 (2012/2552(RSP)) O Parlament

Leia mais

GUIÃO PARA ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO/ACREDITAÇÃO DO PEDIDO DE ACREDITAÇÃO PRÉVIA DE NOVOS CICLOS DE ESTUDO (APAPNCE)

GUIÃO PARA ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO/ACREDITAÇÃO DO PEDIDO DE ACREDITAÇÃO PRÉVIA DE NOVOS CICLOS DE ESTUDO (APAPNCE) GUIÃO PARA ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO/ACREDITAÇÃO DO PEDIDO DE ACREDITAÇÃO PRÉVIA DE NOVOS CICLOS DE ESTUDO (APAPNCE) (Ensin Universitári e Plitécnic) Agst 2016 Caracterizaçã d pedid A1. Instituiçã

Leia mais

UNIVERSIDADE FEEVALE INCUBADORA TECNOLÓGICA DA FEEVALE (ITEF) SELEÇÃO DE PROJETOS PARA FASE DE PRÉ- INCUBAÇÃO

UNIVERSIDADE FEEVALE INCUBADORA TECNOLÓGICA DA FEEVALE (ITEF) SELEÇÃO DE PROJETOS PARA FASE DE PRÉ- INCUBAÇÃO UNIVERSIDADE FEEVALE INCUBADORA TECNOLÓGICA DA FEEVALE (ITEF) SELEÇÃO DE PROJETOS PARA FASE DE PRÉ- INCUBAÇÃO 1) INTRODUÇÃO A Universidade FEEVALE, pr mei da Incubadra Tecnlógica da FEEVALE ITEF apia desenvlviment

Leia mais

5 JUSTIFICATIVAS DO SISTEMA DE AVALIAÇÃO

5 JUSTIFICATIVAS DO SISTEMA DE AVALIAÇÃO Departament de Ecnmia, Administraçã e Scilgia LES Ecnmia Brasileira Cntemprânea LES 0561 Segund Semestre de 2014 Prfessr Dr. Carls Eduard de Freitas Vian Prgrama Revisad em 07/2014 1 EMENTA 1. Discussã

Leia mais

METODOLOGIA DE ESTUDO E PESQUISA. Profª. Drª. Cenidalva Teixeira ETAPAS DA PESQUISA CIENTÍFICA

METODOLOGIA DE ESTUDO E PESQUISA. Profª. Drª. Cenidalva Teixeira ETAPAS DA PESQUISA CIENTÍFICA METODOLOGIA DE ESTUDO E PESQUISA Prfª. Drª. Cenidalva Teixeira Sã Luís 2005 ETAPAS DA PESQUISA CIENTÍFICA 1. Esclha d tema 2. Revisã de literatura 3. Justificativa 4. Frmulaçã d prblema 5. Determinaçã

Leia mais

CRITÉRIOS DE SELEÇÃO DOS ALUNOS

CRITÉRIOS DE SELEÇÃO DOS ALUNOS CRITÉRIOS DE SELEÇÃO DOS ALUNOS RESUMO DO PROGRAMA O prgrama "Criand uma Trajetória Prfissinal em Segurança Digital", crdenad cnjuntamente pel Prgrama de Segurança Cibernética da Organizaçã ds Estads Americans

Leia mais

PROGRAMAS DE PREVENÇÃO EM AD

PROGRAMAS DE PREVENÇÃO EM AD PROGRAMAS DE PREVENÇÃO EM AD - 2017 C O O R D E N A Ç Ã O G E R A L D E S A Ú D E M E N T A L, Á L C O O L E O U T R A S D R O G A S D E PA R T A M E N T O D E A Ç Õ E S P R O G R A M Á T I C A S E S T

Leia mais

RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO. BRACING PT2020 (VALE I&DT) Página 1 de 8. Bracing Consulting, Lda.

RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO. BRACING PT2020 (VALE I&DT) Página 1 de 8. Bracing Consulting, Lda. RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO BRACING PT2020 (VALE I&DT) Página 1 de 8 Bracing Cnsulting, Lda. Rua d Tâmega, S/N. 4200 502 Prt Prtugal +351 917 000 020 inf@bracing cnsulting.cm

Leia mais

Sondagem do Bem-Estar

Sondagem do Bem-Estar 1 PERCEPÇÃO SOBRE A QUALIDADE DOS SERVIÇOS PÚBLICOS NO RIO DE JANEIRO E EM SÃO PAULO A crescente demanda pr melhria ds serviçs públics n Brasil ganhu ainda mair evidência ns dis últims ans, quand a recessã

Leia mais

- MINUTA CREPOP BAHIA -

- MINUTA CREPOP BAHIA - - MINUTA CREPOP BAHIA - Pesquisa cm Psicólgas(s) que atuam em interface cm s Direits Sexuais e Direits Reprdutivs A presente Minuta é parte d Plan de Trabalh para desenvlviment d Prjet Lcal CREPOP-03 e

Leia mais

EXAME DE QUALIFICAÇÃO 1- Período: até o mês de abril do ano seguinte ao de ingresso.

EXAME DE QUALIFICAÇÃO 1- Período: até o mês de abril do ano seguinte ao de ingresso. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EXTENSÃO RURAL E DESENVOLVIMENTO LOCAL POSMEX EXAME DE QUALIFICAÇÃO

Leia mais

INSTITUTO DE ARQUITETOS DO BRASIL

INSTITUTO DE ARQUITETOS DO BRASIL O ESPELHO DO OUTRO CIDADE É FAVELA E VICE VERSA Autr(es): Gustav de Oliveira Martins e Ana Paula Plizz A intervençã sóci-espacial em cmunidades de baixa renda sempre perseguiu, de maneira generalizada,

Leia mais

Seção II AÇÕES DE ASSESSORAMENTO, DEFESA E GARANTIA DE DIREITOS

Seção II AÇÕES DE ASSESSORAMENTO, DEFESA E GARANTIA DE DIREITOS OBSERVAÇÕES IMPORTANTES: Seçã II AÇÕES DE ASSESSORAMENTO, DEFESA E GARANTIA DE DIREITOS 1. A seçã II deverá ser preenchida após realizaçã de visita técnica; 2. Este Instrumental de Visita Técnica cntém

Leia mais

Planejamento Estratégico Fundação Educacional João XXIII RELATÓRIO FINAL MAIO 2017

Planejamento Estratégico Fundação Educacional João XXIII RELATÓRIO FINAL MAIO 2017 Planejament Estratégic Fundaçã Educacinal Jã XXIII RELATÓRIO FINAL MAIO 2017 APRESENTAÇÃO ü Apresentams s primeirs dads d Planejament Estratégic da Fundaçã Educacinal Jã XXIII, realizad n períd de setembr

Leia mais

REGULAMENTO DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DA AEFPCEUP. A Associação de Estudantes da Faculdade de Psicologia e de Ciências da

REGULAMENTO DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DA AEFPCEUP. A Associação de Estudantes da Faculdade de Psicologia e de Ciências da REGULAMENTO DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DA AEFPCEUP A Assciaçã de Estudantes da Faculdade de Psiclgia e de Ciências da Educaçã da Universidade d Prt (AEFPCEUP) recnhece que s rçaments participativs, utilizads

Leia mais

Assembléia Le islativa do Estado de Rondôni

Assembléia Le islativa do Estado de Rondôni Recebid, Autue-se e Inclua em pauta. Assembléia Le islativa d Estad de Rndôni ọ...j c, ATOR: ESTADO DE RONDÔNIA Assembléia Leail?tiva 1 2 MAl 2015 Prll: j q6'! 5-,--_ TADO AELCIO DA TV - PP Prcess: J1().

Leia mais

Objetivo: Desenvolver as condições ideais para a boa formulação de objetivos, transformando-os em metas realizáveis.

Objetivo: Desenvolver as condições ideais para a boa formulação de objetivos, transformando-os em metas realizáveis. 1 Transfrmand Snhs em Metas Objetiv: Desenvlver as cndições ideais para a ba frmulaçã de bjetivs, transfrmand-s em metas realizáveis. Públic-Alv: Pessas interessadas em atingir sucess prfissinal e realizaçã

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA EDITAL 010/2014

TERMO DE REFERÊNCIA EDITAL 010/2014 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS DIRETORIA DE COOPERAÇÃO INTERNACIONAL BRA 11/003 - "INFORMAÇÕES EM DIREITOS HUMANOS: IDENTIFICANDO POTENCIAIS E CONSTRUINDO IDENTIFICADORES". TERMO

Leia mais

Política Gestão de Riscos Corporativos

Política Gestão de Riscos Corporativos Plítica Gestã de Riscs Crprativs POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS CORPORATIVOS DA TIM PARTICIPAÇÕES S.A. PREMISSA... 2 1. DESTINATÁRIOS... 2 2. OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO... 2 3. REFERÊNCIAS... 3 4. DESCRIÇÃO

Leia mais

AVALIAÇÃO, COMPRA E VENDA DE EMPRESAS (VALOR JUSTO) BRACING Avaliação, Compra e Venda de Empresas Página 1 de 10. Bracing Consulting, Lda.

AVALIAÇÃO, COMPRA E VENDA DE EMPRESAS (VALOR JUSTO) BRACING Avaliação, Compra e Venda de Empresas Página 1 de 10. Bracing Consulting, Lda. AVALIAÇÃO, (VALOR JUSTO) COMPRA E VENDA DE EMPRESAS BRACING Avaliaçã, Cmpra e Venda de Empresas Página 1 de 10 Bracing Cnsulting, Lda. Rua d Tâmega, S/N. 4200 502 Prt Prtugal +351 917 000 020 inf@bracing

Leia mais

Normalização de banco de dados

Normalização de banco de dados Nrmalizaçã de banc de dads é um cnjunt de regras que visa, principalmente, a rganizaçã de um prjet de banc de dads, evitand perda u repetiçã e infrmações. Para nrmalizar banc de dads, deve-se examinar

Leia mais

GEOGRAFIA ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO

GEOGRAFIA ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO GEOGRAFIA ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO ENSINO MÉDIO SÉRIE: 3ª TURMAS:ABC ETAPA:2ª ANO: 2017 PROFESSOR(A): CÁSSIO LIMA ALUNO(A): Nº: I INTRODUÇÃO Este rteir tem cm bjetiv rientá-l ns estuds de recuperaçã. Ele

Leia mais

Governação Integrada em Territórios Vulneráveis

Governação Integrada em Territórios Vulneráveis Fórum GOVINT GOVERNAÇÃO INTEGRADA. A EXPERIÊNCIA INTERNACIONAL E DESAFIOS PARA PORTUGAL 16 utubr 2015 Gvernaçã Integrada em Territóris Vulneráveis Jã Ferrã, ICS-UL (crd.) Jã Murat (ICS-UL) Jrge Malheirs

Leia mais

Política Pública para Cidades Inteligentes: avanços e desafios em São Paulo

Política Pública para Cidades Inteligentes: avanços e desafios em São Paulo Plítica Pública para Cidades Inteligentes: avançs e desafis em Sã Paul Fernand d Amaral Ngueira Crdenadr de Invaçã em Serviçs Públics (CISP) Secretaria Municipal de Invaçã e Tecnlgia (SMIT) Nssa cnversa

Leia mais

MP/ENAP 2015 Analista de Tecnologia da Informaça o

MP/ENAP 2015 Analista de Tecnologia da Informaça o Edital cmpilad MP/ENAP 2015 MP/ENAP 2015 Analista de Tecnlgia da Infrmaça Primeira etapa d cncurs Data da prva: 30 de agst. Duraçã: 4 hras e 30 minuts. Ds critéris de avaliaçã das prvas bjetivas A nta

Leia mais

RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO. BRACING PT2020 (VALE Internacionalização) Página 1 de 8. Bracing Consulting, Lda.

RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO. BRACING PT2020 (VALE Internacionalização) Página 1 de 8. Bracing Consulting, Lda. RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO BRACING PT2020 (VALE Internacinalizaçã) Página 1 de 8 Bracing Cnsulting, Lda. Rua d Tâmega, S/N. 4200 502 Prt Prtugal +351 917 000 020 inf@bracing

Leia mais

Descarte de Pilhas e Baterias: Nós podemos contribuir. Segundo o IBGE, o consumo mundial de pilhas, em 2010, foi de

Descarte de Pilhas e Baterias: Nós podemos contribuir. Segundo o IBGE, o consumo mundial de pilhas, em 2010, foi de Descarte de Pilhas e Baterias: Nós pdems cntribuir Segund IBGE, cnsum mundial de pilhas, em 2010, fi de aprximadamente 10 bilhões de unidades. Iss demnstra quant fazems us desse prdut e a tendência é cresciment

Leia mais

Pesquisa de Satisfação de Clientes HB SAÚDE Relatório de Auditoria e Parecer Técnico

Pesquisa de Satisfação de Clientes HB SAÚDE Relatório de Auditoria e Parecer Técnico Pesquisa de Satisfaçã de Clientes HB SAÚDE 2018 Relatóri de Auditria e Parecer Técnic Jã August Simões Abril/2018 AVALIAÇÃO DE CENÁRIO A HB SAÚDE (HB SAÚDE S/A) adta as nrmas gerais recmendadas pela ANS

Leia mais

SISTEMAS DE PRODUÇÃO DO ALGODÃO NO MT Tecnologias para melhoria e sustentabilidade do algodão brasileiro.

SISTEMAS DE PRODUÇÃO DO ALGODÃO NO MT Tecnologias para melhoria e sustentabilidade do algodão brasileiro. SISTEMAS DE PRODUÇÃO DO ALGODÃO NO MT Tecnlgias para melhria e sustentabilidade d algdã brasileir. Evald Kazushi Takizawa Engenheir Agrônm Cnsultr Ceres CONSIDERAÇÕES INICIAIS O amadureciment da ctnicultura

Leia mais

Dados estatísticos revelam o perfil da mão-de-obra, o desempenho e a participação do setor gráfico do Estado Rio Grande do Norte no contexto nacional

Dados estatísticos revelam o perfil da mão-de-obra, o desempenho e a participação do setor gráfico do Estado Rio Grande do Norte no contexto nacional Os númers da indústria gráfica d Ri Grande d Nrte Dads estatístics revelam perfil da mã-de-bra, desempenh e a participaçã d setr gráfic d Estad Ri Grande d Nrte n cntext nacinal Dads gerais da indústria

Leia mais

- 20 pontos PEPC CFC - PROGRAMA

- 20 pontos PEPC CFC - PROGRAMA Melhres Práticas de Elabraçã de Demnstrações Financeiras e Negócis em Cnjunt Investiments, Cnslidaçã, Divulgaçã e Demnstraçã d Flux de Caixa - 20 pnts PEPC CFC - 13 e 14 de nvembr de 2018 Mdalidade: a

Leia mais

Relatório da pesquisa: Perfil do Fonoaudiólogo que atua na amamentação

Relatório da pesquisa: Perfil do Fonoaudiólogo que atua na amamentação Relatóri da pesquisa: Perfil d Fnaudiólg que atua na amamentaçã Autras: Gabriela ds Sants Buccini (FSP/USP-SP) Fabiana Martins (SMS-Marília/ CRFa-2a regiã) Luciana Tavares Sebastiã (UNESP-Marília) Maria

Leia mais

ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL CÔNEGO STANISLAU OLEJNIK

ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL CÔNEGO STANISLAU OLEJNIK ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL CÔNEGO STANISLAU OLEJNIK NOS DIFERENTES OLHARES DO CURRÍCULO ESCOLAR APRESENTAMOS O PROJETO: EDUCAÇÃO FISCAL NA ESCOLA: UMA PORTA QUE SE ABRE PARA A CONSTRUÇÃO DA

Leia mais

A Empresa. 3 Drivers Engenharia, Inovação, Ambiente, Lda. Avenida 5 de Outubro, 124, 4º piso Lisboa, Portugal

A Empresa. 3 Drivers Engenharia, Inovação, Ambiente, Lda. Avenida 5 de Outubro, 124, 4º piso Lisboa, Portugal IDENTIFICAÇÃO DE OPORTUNIDADES NA IMPLEMENTAÇÃO DA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS DA RÉPUBLICA FEDERATIVA DO BRASIL - instituída pela Lei N.º 12.305, de 2 de Agst de 2010 Memrand para Clabraçã da

Leia mais

PLANO DE CURSO. 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO: Curso: Bacharelado em Sistemas de Informação

PLANO DE CURSO. 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO: Curso: Bacharelado em Sistemas de Informação PLANO DE CURSO 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO: Curs: Bacharelad em Sistemas de Infrmaçã Disciplina: Negócis On-line Códig: SIF36 Prfessr: Edemiltn Alcides Galind Junir E-mail: edemiltn.junir@fasete.edu.br CH

Leia mais

Institui o Programa de Avaliação de Desempenho dos Servidores Técnico- Administrativos em Educação da UFMG.

Institui o Programa de Avaliação de Desempenho dos Servidores Técnico- Administrativos em Educação da UFMG. RESOLUÇÃO COMPLEMENTAR N 03/2008, DE 07 DE AGOSTO DE 2008 Institui Prgrama de Avaliaçã de Desempenh ds Servidres Técnic- Administrativs em Educaçã da UFMG. O CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL

Leia mais

... Programa de Pós-graduação em Desenvolvimento Urbano Universidade Federal de Pernambuco

... Programa de Pós-graduação em Desenvolvimento Urbano Universidade Federal de Pernambuco Prgrama de Pós-graduaçã em Desenvlviment Urban Universidade Federal de Pernambuc TEORIA DO PLANEJAMENTO E DA GESTÃO URBANA EMENTA DA DISCIPLINA: A disciplina se prpõe analisar quadr de planejament e gestã

Leia mais

RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO. BRACING PT2020 (Internacionalização PME) Página 1 de 9. Bracing Consulting, Lda.

RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO. BRACING PT2020 (Internacionalização PME) Página 1 de 9. Bracing Consulting, Lda. RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO BRACING PT2020 (Internacinalizaçã PME) Página 1 de 9 Bracing Cnsulting, Lda. Rua d Tâmega, S/N. 4200 502 Prt Prtugal +351 917 000 020 inf@bracing

Leia mais

Instituto Tecnológico de Aeronáutica Centro de Competência em Manufatura ITA CHALLENGE 2019

Instituto Tecnológico de Aeronáutica Centro de Competência em Manufatura ITA CHALLENGE 2019 Institut Tecnlógic de Aernáutica Centr de Cmpetência em Manufatura ITA CHALLENGE 2019 VII Desafi de Empreendedrism d Institut Tecnlógic de Aernáutica Realizaçã: Api: SUMÁRIO 1. SOBRE O ITA CHALLENGE...

Leia mais

Técnica do Fluxograma

Técnica do Fluxograma Prf. Elmer Sens FSP 2013/2 Técnica d Fluxgrama Fluxgrama: é a representaçã gráfica que apresenta a seqüência de um trabalh de frma analítica, caracterizand as perações, s respnsáveis e /u unidades rganizacinais

Leia mais

TESTES DE SOFTWARE.

TESTES DE SOFTWARE. TESTES DE SOFTWARE Definições... Cntext de desenvlviment... Quem participa? Imprtância: www.treinaweb.cm.br/curss-nline/testes-e-prjets http://www.tiexames.cm.br/nvsite2015/curs_teste_sftware_ctfl.php

Leia mais

Documento Orientador: UFCD: Ideias e Oportunidades de Negócio Código 7583

Documento Orientador: UFCD: Ideias e Oportunidades de Negócio Código 7583 An Letiv 2016/2017 IDEIAS E OPORTUNIDADES DE NEGÓCIO CURSO PROFISSIONAL TÉCNICO COMERCIAL PLANIFICAÇÃO ANUAL Dcument Orientadr: UFCD: Ideias e Oprtunidades de Negóci Códig 7583 ENSINO SECUNDÁRIO TEMAS/DOMÍNIOS

Leia mais

Lista dos dados a registar e armazenar em formato eletrónico no âmbito do sistema de monitorização (a que se refere o artigo 24.o)

Lista dos dados a registar e armazenar em formato eletrónico no âmbito do sistema de monitorização (a que se refere o artigo 24.o) Lista ds dads a registar e armazenar em frmat eletrónic n âmbit d sistema de mnitrizaçã (a que se refere artig 24.) L 138/34 ANEXO III É exigida a apresentaçã de dads para as perações apiadas pel FSE,

Leia mais

CONCEITOS PRELIMINARES

CONCEITOS PRELIMINARES VIA NUN`ALVARES 1/5 CONCEITOS PRELIMINARES A intrduçã da via Nun Alvares n atravessament da zna de Nevgilde, transprtará cnsig pela sua dimensã, implicações que deverã ser vistas cm bastante atençã, para

Leia mais

Tomamos Café e Falamos de Visitas de Estudo?

Tomamos Café e Falamos de Visitas de Estudo? Tmams Café e Falams de Visitas de Estud? O CONTEXTO DESTE CAFÉ : Prque na Escla Secundária Artística Antóni Arri pretendems prpiciar as aluns experiências cm grande valr para a sua aprendizagem e desenvlviment

Leia mais

AVALIAR O IMPACTO Transformar Promessas em Evidências Bénédicte de la Brière, Banco mundial

AVALIAR O IMPACTO Transformar Promessas em Evidências Bénédicte de la Brière, Banco mundial AVALIAR O IMPACTO Transfrmar Prmessas em Evidências Bénédicte de la Brière, Banc mundial Presentaçã baseada n material desnvlvid n Impact Evaluatin in Practice tlkit www.wrldbank.rg/ieinpractice Entã vcê

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO (UFES) PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AMBIENTAL (PPGEA)

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO (UFES) PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AMBIENTAL (PPGEA) UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO (UFES) PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AMBIENTAL (PPGEA) PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE PROPOSTAS DE DISSERTAÇÃO (2019/1) O presente dcument tem cm bjetiv apresentar

Leia mais

REGULAMENTO DA 4ª OLIMPÍADA DE EMPREENDEDORISMO UNIVERSITÁRIO

REGULAMENTO DA 4ª OLIMPÍADA DE EMPREENDEDORISMO UNIVERSITÁRIO REGULAMENTO DA 4ª OLIMPÍADA DE EMPREENDEDORISMO UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CATEGORIA 1 EMPREENDEDORISMO DE NEGÓCIOS Outubr de 2017 REGULAMENTO CATEGORIA 1 EMPREENDEDORISMO DE NEGÓCIOS

Leia mais

Gestão para a Excelência O caminho para um brasil melhor

Gestão para a Excelência O caminho para um brasil melhor Gestã para a Excelência O caminh para um brasil melhr Fórum Internacinal de Bas Práticas (IBPF) - ut/16 RELATÓRIO DE COMPETITIVIDADE GLOBAL 2016-2017 Brasil (81 de 138) Ambiente macrecnômic instável Baixa

Leia mais

Nova Carreira para Gestores Escolares para o Governo do Estado de São Paulo. Ana Maria Diniz, Claudia Costin e Nelson Marconi. Objetivos do Projeto:

Nova Carreira para Gestores Escolares para o Governo do Estado de São Paulo. Ana Maria Diniz, Claudia Costin e Nelson Marconi. Objetivos do Projeto: Nva Carreira para Gestres Esclares para Gvern d Estad de Sã Paul Ana Maria Diniz, Claudia Cstin e Nelsn Marcni Prjet desenvlvid para a criaçã da nva carreira de diretr de esclas em Sã Paul. Outubr 2008.

Leia mais

"O ENSINO POLITÉCNICO COMO IMPORTANTE PARADIGMA DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL" *

O ENSINO POLITÉCNICO COMO IMPORTANTE PARADIGMA DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL * "O ENSINO POLITÉCNICO COMO IMPORTANTE PARADIGMA DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL" * JOÃO PEDRO DE BARROS ** * Cmunicaçã apresentada em 9/2/1999, num Seminári rganizad pel Departament de Ciências da Educaçã da

Leia mais

RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO. BRACING PT2020 (Qualificação PME) Página 1 de 10. Bracing Consulting, Lda.

RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO. BRACING PT2020 (Qualificação PME) Página 1 de 10. Bracing Consulting, Lda. RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO BRACING PT2020 (Qualificaçã PME) Página 1 de 10 Bracing Cnsulting, Lda. Rua d Tâmega, S/N. 4200 502 Prt Prtugal +351 917 000 020 inf@bracing

Leia mais

PRÊMIO JOVEM DA ÁGUA DE ESTOCOLMO ETAPA BRASILEIRA

PRÊMIO JOVEM DA ÁGUA DE ESTOCOLMO ETAPA BRASILEIRA PRÊMIO JOVEM DA ÁGUA DE ESTOCOLMO ETAPA BRASILEIRA (STOCKHOLM JUNIOR WATER PRIZE BRASIL) O Prêmi Jvem da Água de Estclm (Stckhlm Junir Water Prize - SJWP) reúne jvens invadres entre 15 e 20 ans de td mund,

Leia mais

PROGRAMA. CENTRO DE CONVENÇÕES DE DÍLI 25,26 e 27 FEVEREIRO DÍLI, TIMOR-LESTE

PROGRAMA. CENTRO DE CONVENÇÕES DE DÍLI 25,26 e 27 FEVEREIRO DÍLI, TIMOR-LESTE PROGRAMA 25,26 e 27 FEVEREIRO DÍLI, TIMOR-LESTE QUINTA-FEIRA, 25 DE FEVEREIRO 08.30-9.45 Receçã e acreditaçã ds participantes 10.00 10.45 - SESSÃO DE ABERTURA Discurss institucinais 10.45 11.15 - Abertura

Leia mais

C - Objetivos de aprendizagem (conceituais e procedimentais/habilidades):

C - Objetivos de aprendizagem (conceituais e procedimentais/habilidades): ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO FINAL DE GEOGRAFIA - 2017 Nme: Nº 8ºAn Data: / / 2017 Prfessres: Gilmar, Hellen e Maicn Nta: (valr: 2,0: 1,5 de atividades + 0,5 de crreçã das prvas bimestrais anexada a este rteir)

Leia mais

01/03/2015 GP III 1. Tópicos. O T&D é uma das mais poderosas ferramentas de transformação nas organizações.

01/03/2015 GP III 1. Tópicos. O T&D é uma das mais poderosas ferramentas de transformação nas organizações. Tópics pg 1.Treinament e Desenvlviment 2 2.Imprtância d T&D 3 3.Reflexã 4 4.Cnceit de Treinament 5 5.Cntribuiçã 6 6.Objetivs d Treinament 7 7.Indicadres a Priri de Necessidades de T&D 8 8.Indicadres a

Leia mais

CLIMA E ENERGIA : QUADRO DE ATUAÇÃO

CLIMA E ENERGIA : QUADRO DE ATUAÇÃO CLIMA E ENERGIA 2020-2030: QUADRO DE ATUAÇÃO Fntes de referência: Cmunicaçã da Cmissã sbre Energia azul: Materializar ptencial da energia ceânica ns mares e ceans da Eurpa n hriznte de 2020 e mais além

Leia mais

I CONFERÊNCIA ENERGIA PARA O DESENVOLVIMENTO DA CPLP (Evento Carbono 0)

I CONFERÊNCIA ENERGIA PARA O DESENVOLVIMENTO DA CPLP (Evento Carbono 0) I CONFERÊNCIA ENERGIA PARA O DESENVOLVIMENTO DA CPLP (Event Carbn 0) Cascais, 24 e 25 de Junh de 2015 Centr de Cngresss d Estril PROPOSTA DE PROGRAMA (Oradres e Mderações em cnfirmaçã) A I Cnferência Energia

Leia mais

Relatório de Atividades 2009

Relatório de Atividades 2009 Relatóri de Atividades 2009 Missã Educar surds, prestar atendiment e tratament a pessas cm alterações de audiçã, vz e linguagem, frmar prfissinais e realizar pesquisas para que tds s envlvids nas atividades

Leia mais

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE GEOGRAFIA 4º bimestre

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE GEOGRAFIA 4º bimestre ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE GEOGRAFIA 4º bimestre Nme: Nº 3 a. Série Data: / /2015 Prfessres: Adriana e Nelsn Nta: (valr: 1,0 para cada bimestre) 4º bimestre A - Intrduçã Neste semestre, sua nta fi inferir

Leia mais

Análise preliminar sobre a conversão de plano de classificação em vocabulário controlado

Análise preliminar sobre a conversão de plano de classificação em vocabulário controlado 234 Análise preliminar sbre a cnversã de plan de classificaçã em vcabulári cntrlad Luciana Davanz Universidade Estadual Paulista luciana.davanz@gmail.cm Walter Mreira Universidade Estadual Paulista walter.mreira@marilia.unesp.br

Leia mais