SER CRIANÇA NA AMAZÔNIA
|
|
|
- Ana Luísa Philippi Valgueiro
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 NA AZÔNIA UMA ANÁLISE DAS CONDIÇÕES DE DESENVOLVIMEN INFANTIL NA REGIÃO NORTE DO BRASIL Fevereiro de / Belém-Prá
2 COORDENAÇÃO: Pery Teixeir Doutor em Demogrfi - Fund. Joquim Nbuco/ Univ. Federl do Amzon EQUIPE TÉCNICA: FUNDAÇÃO JOAQUIM NABUCO INSTITU DE ESTUDOS SOBRE A AZÔNIA/IES PESQUISADORES: Pery Teixeir Doutor em Demogrfi - Fund. Joquim Nbuco/ Univ. Federl do Amzon Mríli Bril Metre em Demogrfi - Fund. Joquim Nbuco/ Univ. Federl do Amzon Crlo Auguto do Snto Metre em Demogrfi Fund. Joquim Nbuco/Fundção de Ampro à Pequi do Etdo do Amzon Roelene Mrtin de Oliveir Enfermeir e Metrnd em Súde Públic - Fund. Joquim Nbuco CONSULRES Celo Crdoo d Silv Simõe Doutor em Demogrfi Luí de l Mor Doutor em Sociologi Jcque Schwrztein Jornlit TEXS DOS BOXES Dnil Cl REVISÃO Jcque Schwrztein Oféli Silv PUBLICAÇÃO Projeto gráfico e editorção eletrônic: Hmilton Brg e Sory Peo/Miriti Multimídi Ob. A imgen det publicção ão mermente ilutrtiv, portnto não documentm necerimente o projeto preentdo. Av. Alcindo Ccel, - Bloco A - º ndr - Belém--Bril Tel/Fx: () E-mil: [email protected]
3 NA AZÔNIA NA AZÔNIA UMA ANÁLISE DAS CONDIÇÕES DE DESENVOLVIMEN INFANTIL NA REGIÃO NORTE DO BRASIL UNICEF/BRZJ/Dnil Cl Pr cd crinç Súde, educção, iguldde, proteção FAZENDO A HUMANIDADE AVANÇAR
4 S U M Á R I O APRESENTAÇÃO SITUAÇÃO DA FÍLIA E CONDIÇÕES DE PTEÇÃO À CRIANÇA Onde morm crinç d Região Norte?» Fundção Vitóri Amzônic Crinç que vivem em fmíli de bix rend» Educção proprid à relidde d floret Como morm crinç d Região Norte?» ONG Súde e Alegri Condiçõe de nemento d reidênci» Fundção Epernç de Sntrém Anlfbetimo A MULHER ENQUAN MÃE Fecundidde e contrcepção Grvidez n dolecênci Nutrição d mãe» Prteir Aitênci médic durnte grvidez Atenção o prto Prto Cerino Mortlidde mtern O nível educcionl d mulhere-mãe Trblho e rend» Ecol Fmíli Agrícol do Pcuí Poição d mulher n fmíli Crinç vivendo em domicílio chefido por mulhere Violênci dométic contr mulher AS CONDIÇÕES DE SAÚDE DA CRIANÇA Mortlidde infntil Ncimento Óbito A etimtiv d mortlidde infntil De que morrem crinç n Região Norte? NA AZÔNIA
5 Índice Aceo erviço de úde mterno-infntil e de conelhmento» Polític públic pr o deenvolvimento infntil Etdo nutricionl O leitmento mterno A doenç imunoprevenívei e imunizção O rmpo A coqueluche O tétno neontl Imunizção O número d tuberculoe A AIDS e crinç A mlári» Direto à diferenç A úde d crinç indígen CIDADANIA, COMPETÊNCIAS FILIARES, VIOLÊNCIA E PTEÇÃO Regitro Civil e ciddni» Direito o nome» Projeto Ciddão Conelho Etdui e Municipi do Direito d Crinç e do Adolecente como grnti de ciddni O deenvolvimento cognitivo d crinç, n fmíli» Rádio Pel Educção A relevânci do nível educcionl do irmão mi velho A educção infntil Tendênci d mtrícul n pré-ecol» Núcleo de Educção Ecolr Indígen do Ampá Creche: o pró e o contr» Povo Indígen em São Gbriel Crinç com neceidde de proteção epecil Crinç com deficiênci Trblho Infntil Crinç vítim de violênci, negligênci e mu trto Conelho Tutelre Referênci bibliográfic Not explictiv Tbel NA AZÔNIA
6 UNICEF/BRZ/Mil Petrillo NA AZÔNIA
7 APRESENTAÇÃO Crinç n Amzôni Brileir Mudndo vid dede o eu início A mior e meno conhecid região do Bril, Região Norte, poui um perfil defidor tnto nquilo que ocult, qunto nquilo que revel obre itução de u, milhõe de crinç de meno de no de idde. Em nenhum região brileir crinç de idde têm tnt importânci demográfic. De cd dez reidênci d região, ete brigm um crinç de fix etári. M ete etudo revel que qulidde d tenção que e crinç recebem não é proporcionl à u importânci demográfic., do domicílio urbno não contm com qulquer erviço de colet de lixo, enqunto no Sudete e no Sul e tx é de meno de do totl. E, per de er região d águ, omente, d c d cidde pouem águ encnd, enqunto o Nordete, que ofre com um cíclico problem de ec, dipõe de, de cobertur. Enqunto no Bril inteiro,, d crinç de no freqüentvm creche ou pré-ecol no no, n Região Norte, onde, do lre ão chefido por mulhere, o percentul er de,. Com o objetivo de revelr o público ee cenário defidor, et Análie d Condiçõe de Deenvolvimento Infntil n Região Norte do Bril, elbord por um equipe de pequidore do Intituto de Etudo obre Amzôni/IES, um uperintendênci d Fundção Joquim Nbuco Minitério d Educção, decreve e nli lgun do pecto que mi impctm vid de crinç de no. A noo ver, é urgente que formuldore e getore de polític públic, dminitrdore municipi, Conelho de Direito d Crinç e do Adolecente, Conelho Tutelre, dirigente de ONG, profiioni d áre ocil, etudnte e ociedde de modo gerl reconheçm importânci de e grntirem, dede o primeiro no de vid, bo condiçõe de deenvolvimento tod crinç, ejm el negr, índi ou brnc, vivm el n zon urbn ou ruri, ejm el ric ou pobre, tenhm el, ou não, lgum deficiênci fíic ou mentl. Como propor utentbilidde do modelo de deenvolvimento ocioeconômico pr região, em coniderr que populçõe loci ind demndm um tenção báic de qulidde em eu primeiro no de vid? Sbemo, portnto, que ind há muito defio enfrentr. A informçõe contid net nálie podem ervir à formu- lção e implementção de etrtégi, polític, progrm e projeto voltdo pr grnti do direito d crinç de no de idde, tl qul previto pelo Ettuto d Crinç e do Adolecente. A inicitiv e projeto decrito o longo d publicção entre tnto não citdo, m não equecido ão exemplo de experiênci que podem er reeditd em outro lugre e beneficir milhre de crinç e fmíli. O que epermo é que nálie det informçõe contribu pr identificção do etore e áre geográfic que exigem tenção prioritári por prte dquele que deejm egurr proteção integrl e o pleno deenvolvimento biológico, píquico, fetivo, cognitivo e ocil d crinç d Amzôni brileir. O defio é urgente. Algum ferrment já etão diponívei, entre el, informção e exemplo de oluçõe. Junto, o getore de polític públic, o podere contituído, orgnizçõe não-governmenti e ociçõe civi, gênci de deenvolvimento, e orgnizçõe interncioni como o UNICEF, têm como enfrentr ee defio com competênci, vontde polític e certez de que muito pode er feito em tempo reltivmente curto. Reiko Niimi Repreentnte do UNICEF no Bril NA AZÔNIA
8 UNICEF/BRZ/Mil Petrillo NA AZÔNIA
9 SITUAÇÃO DA FÍLIA E CONDIÇÕES DE PTEÇÃO À CRIANÇA O DESENVOLVIMEN integrl, udável e feliz d crinç de meno de ete no de idde depende, em grnde prte, de doi ftore: de um mbiente fetivo etável e eguro e de um mbiente mteril confortável e protegido. Nete cpítulo tentremo, por io, recontituir, pr Região Norte do pí, o perfil ocioeconômico e culturl d fmíli, que fornece informçõe importnte obre qulidde do mbiente mteril d fmíli e, indiretmente, obre o mbiente fetivo e emocionl em que crecem crinç. A rend fmilir contitui ftor deciivo pr determinção d condiçõe mterii de vid d crinç. Entre e condiçõe etão qulidde d hbitção, o equipmento e erviço de que dipõe, higiene e o nemento, o ceo cuiddo preventivo e curtivo pr crinç, o epço pr preervção d intimidde, pr brincr e pr e movimentr com liberdde, o ceo à informção e o conhecimento. Morr num reidênci confortável, devidmente protegid, itud em locl eguro e fcilmente ceível, com energi elétric, erviço e equipmento que grntm o conumo de águ udável, lém de condiçõe dequd de nemento (intlçõe nitári e colet e detino finl do lixo), contituem condição mteril báic de obrevivênci e deenvolvimento d crinç. M tão importnte qunto condiçõe de mordi, e não mi importnte ind pr o deenvolvimento integrl d crinç, é o deempenho d fmíli como provedor d egurnç, do feto e do etímulo que lhe ão neceário. Com be no recuro diponívei, e com o objetivo de tifzer neceidde de cd um de eu integrnte, o grupo fmilire mi pobre cotumm deenvolver pdrõe de comportmento que podem e contituir em utêntic etrtégi de obrevivênci. A qulidde do deenvolvimento e própri obrevivênci d crinç dependem d deciõe tomd pel fmíli, no contexto det etrtégi. Compete o dulto economicmente tivo gerr rend pr uprir neceidde do grupo fmilir. Além dio, o pi e outro dulto membro do grupo devem ter cpcidde e o tempo pr dminitrr tividde dométic que, diret ou indiretmente, fetm úde d crinç e grntem u be educcionl. Pr que io ocorr, ele próprio devem ter um nível educcionl dequdo. Aind no âmbito fmilir, o ftor culturl exerce um importnte ppel no deenvolvimento infntil. Apecto como relçõe de poder entre o reponávei pel fmíli, incluive o ppel d mulher, irão condicionr fortemente o trtmento ddo à crinç e condiçõe de u fetividde e uto-etim. Num outro entido, crenç repeito d origem d doenç d crinç e de eu trtmento ão importnte determinnte do uo do erviço de úde. A rend fmilir contitui ftor deciivo pr determinção d condiçõe mterii de vid d crinç. NA AZÔNIA
10 Onde morm crinç d Região Norte? No no de vivim n Região Norte, milhõe de crinç com meno de ete no de idde, que correpondim d populção totl. Em médi, d reidênci d região tinhm um crinç ne fix etári. Pr o Bril, de modo gerl, e du proporçõe ão ignifictivmente menore ( e, repectivmente). Io ocorre porque tx de fecundidde do Bril, no eu conjunto, é hitoricmente inferior à tx de fecundidde prevlente n Região Norte. Tmbém por ee motivo, reidênci d Região Norte têm mi mordore que d outr regiõe. Em, morvm, em médi, n Região Norte,, peo por domicílio, vlor ee que er de, pr o conjunto d demi regiõe brileir (, no Sul). A crinç d Região Norte e u fmíli vivem num áre geográfic muito exten e ind pouco povod, e comprd com o retnte do pí. Em cd quilômetro qudrdo d região vivem, em médi, pen, hbitnte, enqunto que n demi regiõe et proporção é de, hbitnte por km ( no etdo do Rio de Jneiro). Contndo, poi, com um populção ecmente ditribuíd pelo território e com tendênci e concentrr n cidde, ejm grnde ou pequen (Moreir e Mour, ) Amzôni pou, n últim trê décd, por um rápido e inteno proceo de povomento e de urbnizção. Aper de decrecente, dede o no, o ignifictivo delocmento populcioni com detino à região no último no, induzido por polític governmenti de colonizção e de expnão do cpitl, gerrm um ldo migrtório de proximdmente trê milhõe de peo no período. Somdo à elevd fecundidde d região, ee movimento migrtório produzirm um crecimento em precedente d populção mzônic no período menciondo, muito mi centudo que o do retnte do Bril (Tbel ). Ao memo tempo, verificou-e um forte emigrção rurl, mnifetd inicilmente no etdo do Amzon, prtir d crição d Zon Frnc de Mnu. O ftore determinnte dee delocmento populcioni interno podem etr relciondo, de um ldo, com o reultdo intiftório d polític de colonizção dirigid e com concentrção d tividde econômic e do equipmen- TABELA Bril e Região Norte Populção e crecimento demográfico / Bril e regiõe P opulção (em milhre de hbitnte) Tx de crecimento nul ( ) / / / Bril.,.,.,.,,,, Norte.,.,.,.,,,, Demi regiõe.,.,.,.,,,, Fonte: IBGE. Ceno Demográfico.. NA AZÔNIA
11 to ocii n grnde cidde e, de outro, com precári condiçõe de vid prevlecente no meio rurl mzônico. A viciitude enfrentd pel fmíli migrnte n região ão por demi conhecid. Trt-e, em u grnde miori, de fmíli pobre, de ríze culturi ditint d que predominm n áre de detino que, em contr com o poio de relçõe de prenteco e de mizde, confrontme com enorme dificuldde em u tenttiv de conolidção de um be de vid utentável. A itução é epecilmente difícil pr quel que e delocrm em direção à áre de colonizção, itud em regiõe inópit mrcd por uceivo inuceo no deenvolvimento d gricultur. M demi, que e delocm pr cidde, tmbém enfrentm problem grve, como flt de hbitção e de emprego, precriedde do trnporte (n cidde miore), crênci de águ potável e de nemento, violênci urbn, lém de dificuldde de dptção de tod orte. A influênci d mudnç de ordem econômic e demográfic obre populção regionl e fez entir, tmbém com forç, entre o povo indígen. Com u áre invdid por grnde empre, grileiro e grimpeiro, em poio pr preervção d terr e d própri cultur, pereguido, violentdo, morto, expoto doenç e epidemi té então deconhecid por ele, o índio d Amzôni prm por um proceo de degrdção mteril e culturl que omente começou rrefecer em virtude d tomd de conciênci de eu problem por prte de u lidernç e de etore d populção não-índi. Como reultdo dee proceo e de muit outr dificuldde (demtmento, deprecimento do peixe, d cç e de outro limento, bix cobertur d rede ecolr n áre indígen), muito dele tmbém migrrm e continum migrndo pr cidde d região. Mnu, no Amzon, tem tulmente um populção indígen etimd em mi de dez mil peo. É importnte ublinhr que influênci pr lém do cláico ftore econômico e ocii do preconceito enfrentdo e dificuldde de dptção à vid urbn tornm btnte precári condiçõe de vid do indígen n cidde d Amzôni. O ceno de regitrou um populção indígen de. hbitnte n região, o que correponde, d populção totl e que d populção não-urbn (que vive for d cidde). Cerc de do totl d populção indígen vive em terr indígen e o retnte, n cidde. Há evidênci de que comunidde indígen regionl etej crecendo demogrficmente tx miore que o hbitnte não-indígen. Deve-e reltr que é btnte reduzid, em torno de, populção d região que vive em cidde de médio porte (com mi de. hbitnte) que não ejm cpiti etdui. O grnde contingente d populção d Região Norte reide, portnto, ej n cpiti etdui (incluindo-e cidde d Áre Metropolitn de Belém) UNICEF/BRZ/Jcque Schwrztein A fmíli que e delocm pr cidde enfrentm problem grve, como flt de hbitção e de emprego, lém de dificuldde de dptção de tod orte. NA AZÔNIA
12 » Fundção Vitóri Amzônic UNICEF/BRZJ/Dnil Cl MAIS INFORMAÇÕES: Fundção Vitóri Amzônic Ru R/S, cã, Qudr Q Conjunto Mord do Sol Mnu - Telefone: () -, - e - E-mil: [email protected] O Prque Ncionl do Jú (PNJ) etá loclizdo cerc de hor de brco de Mnu, cpitl do Amzon. Poui um áre correpondente o etdo de Sergipe brig mordore, reunido em grupo domético, do qui etão vivendo em ete comunidde. A miori dee mordore é migrnte de outr loclidde do etdo, endo que exitem ind o que ncerm no Prque e o que migrrm de outro etdo d regiõe Norte e Nordete. Crido em, o PNJ é dminitrdo pelo Intituto Brileiro do Meio Ambiente e do Recuro Nturi Renovávei (IBA) e etá inerido no limite territorii do município de Brcelo e Novo Airão. Em, orgnizção nãogovernmentl Fundção Vitóri Amzônic (FVA) relizou o ceno ocioeconômico do hbitnte do Prque. A prtir dí, ONG tem deenvolvido o plno de mnejo pr o PNJ, que englob orgnizção comunitári e cpcitção do mordore d áre. A FVA elbor pequi científic e buc lterntiv econômic ecologicmente utentávei pr o reidente n região, incluive no entorno do Prque. Dede, execut o projeto Fibrrte, que trblh de cordo com eguinte linh de ção: orgnizção ocil e comunitári, incentivo à produção, identificção de poívei cni de comercilizção e pequi obre extrtivimo. Além dio, Fundção Vitóri Amzôni deenvolve çõe de educção mbientl e formção de gente mbientlit entre grupo de dolecente, ociçõe de pi e metre, de birro e profiioni de Novo Airão. A Fundção pói tmbém formção de profeore em Brcelo. N áre do Prque, exitem oito ecol dirigid pel prefeitur do doi município vizinho. Segundo etudo d FVA, o mordore do prque creditm que ecol é rzão mi relevnte pr orgnizção em comunidde. Aim, muito grupo prm e orgnizr no memo locl, por cu de um ecol. NA AZÔNIA
13 ej em pequen cidde, vil e áre ruri ou indígen. Entre cidde que não ão cpiti de etdo, pen trê pouem populção uperior. hbitnte: Arguín, no Tocntin, Mrbá e Sntrém, no Prá. No interior d Região Norte não exite, im, nete início de éculo, um rede urbn uficientemente dinâmic que centrlize tividde econômic ub-regioni e que irv como lterntiv de detino pr migrçõe proveniente d áre ruri. Do mil hbitnte crecido à populção urbn do etdo do Amzon entre e, cidde de Mnu borveu, ozinh, mil (,). A Tbel motr ditribuição populcionl d áre urbn d Região Norte, egundo um etrtificção em grupo de cidde. Oberve-e o peo d du cidde com mi de mil hbitnte (Belém e Mnu, com do hbitnte) obre o totl d populção urbn. D cidde com populção entre mil e mil hbitnte, cinco ão cpiti etdui e du pertencem à Região Metropolitn de Belém. A trê retnte já form citd nteriormente (Arguín, Mrbá e Sntrém). N cidde etão d fmíli d Região Norte e n áre ruri e indígen vivem demi. Em função de u loclizção e de eu crecimento demográfico, proporçõe de cd um dee egmento populcioni podem vrir muito, n região, tendo populção d áre ruri e d terr indígen tendênci hitóric perder importânci numéric pr áre urbn. Com efeito, o gru de urbnizção n Região Norte tem umentdo ignifictivmente, em todo o etdo, porém ritmo diferencido em cd um dele (Tbel ). O Bril, pí com populção predominntemente rurl té medo do Século XX, perdeu e crcterític já durnte o no eent, pndo ter populção urbn uperior à rurl. A Região Norte eguiu o Bril com dez no de tro e em fin do no etent u populção urbn uplntou rurl. Nee proceo de rápid urbnizção no Norte, o etdo do Amzon, Rorim e Ampá cminhrm à frente do demi té o no, qundo Tocntin e juntou o grupo. O proceo de urbnizção do Prá e de Rondôni compnhou o do N cidde etão d fmíli d Região Norte e n áre ruri e indígen vivem demi. TABELA Região Norte Ditribuição d cidde egundo etrto populcioni - Etrto Intervlo de vrição de cd etrto (hbitnte) Número de cidde Populção Proporção d populção urbn d região Até.,.-...,.-...,.-..., Mi de..., To t l -.., Fonte: IBGE. Ceno Demográfico.. NA AZÔNIA
14 UNICEF/BRZ/Jcque Schwrztein demi etdo té décd de, qundo, devido o progrm governmenti gropecuário e de colonizção, pou ter ritmo bem mi lento. Grç e dinâmic populcionl própri, ó em ee doi etdo regitrrm um populção urbn uperior à rurl. O Acre e mnteve empre no grupo do etdo meno urbnizdo d região. De qulquer form, em, todo o etdo regitrvm elevdo nívei de urbnizção, endo o Ampá ind mi urbnizdo que o Bril em eu conjunto, já que pen du de u cidde, Mcpá e Sntn, contbilizvm, d populção totl (rurl + urbn) do etdo. Ddo o etoque de populção rurl ind reidente n região e peritirem condiçõe hitóric que determinrm dinâmic migrtóri d últim décd, o crecimento urbno deverá continur com lgum intenidde no próximo no. No entnto, pen o trê etdo meno urbnizdo (Rondôni, Acre e Prá) têm mrgem pr mnter um crecimento urbno celerdo, cujo componente principl ej migrção. Por outro ldo, o mior porte populcionl deverá continur ocorrendo n cidde miore epecilmente n cpiti etdui e no principi centro ub-regioni que trem grnde número de migrnte do interior em buc de melhore oportunidde de trblho ou memo de lgum comodidde oferecid pel vid urbn. A crinç d áre ruri e indígen d Amzôni vive, em regr, num mbiente ocil, culturl e fmilir diferente dquel que mor n áre urbn, epecilmente n miore cidde. Não obtnte ti diferenç, qulidde do deenvolvimento de crinç, epecilmente condiçõe de eu bem-etr, de proteção e egurnç, erão dd, não excluivmente, m em grnde prte, pel itução mteril e ocil de u fmíli, independentemente d áre em que reide. A itução mteril d f- TABELA Bril e Região Norte Evolução do gru de urbnizção - / Bril, região e etdo Gru de urbnizção Bril,,,,, Região Norte,,,,, Rondôni,,,,, Acre,,,,, Amzon,,,,, Rorim,,,,, Prá,,,,, Ampá,,,,, Tocntin -,,,, Fonte: IBGE. Ceno Demográfico.. NA AZÔNIA
15 míli é determind, por u vez, pel condiçõe de obrevivênci do grupo fmilir, qui entendid como o mbiente fíico-mteril (loclizção, qulidde d mordi, higiene, nemento báico, meio de trnporte, etc.), o meio de ubitênci e de deenvolvimento fíico (nutrição e úde), o ceo à educção e o lzer, lém do recuro pr mnutenção ou o incremento de condiçõe (rendimento finnceiro de diver origen). Crinç que vivem em fmíli de bix rend O lto nível de pobrez d fmíli d Região Norte pode er obervdo trvé do ddo d Tbel, que preent rend médi d peo reponávei pelo domicílio prticulre permnente no Bril, n Região Norte e no eu etdo. Podemo obervr que no no, rend médi d peo reponávei pelo domicílio permnente no Bril er de R$, e pen de R$, n Região Norte. Juntmente com Região Nordete (rend médi de R$,), Região Norte preent, pr ee indicdor, um vlor que fic muito quém do obervdo n demi regiõe. O etdo d Região Norte preentm, entre i, dipridde ignifictiv qunto o indicdor de rendimento médio do reponávei pelo domicílio. Enqunto Rorim, Ampá e Rondôni regitrm vlore próximo de R$,, btnte uperiore à médi regionl, no outro extremo precem o etdo de Tocntin, Acre e Prá, com pouco mi de R$,. Todvi, em virtude do peo exercido obre ete vlore pelo rendimento do egmento TABELA Bril e Região Norte Rendimento nominl médio menl (em rei) d peo reponávei pelo domicílio prticulre permnente - Bril, região e etdo Rendimento médio menl Bril, Região Norte, Rondôni, Acre, Amzon, Rorim, Prá, Ampá, Tocntin, Fonte: Minitério d Súde/DATASUS. NA AZÔNIA
16 » Educção proprid à relidde d floret MAIS INFORMAÇÕES: CTA Centro de Trblhdore d Amzôni Av. Epminond Jcomé, Cidde Velh Rio Brnco AC.- Telefone: () - e -. Prefeitur Municipl de Xpuri Ru Cel. Brndo, Centro Xpuri AC - Telefone: () - Secretri Etdul de Educção do Acre Ru Rio Grnde do Sul, Aeroporto Velho Rio Brnco AC - Telefone: () -/ // E-mil: [email protected] UNICEF/BRZ/Mil Petrillo No início d décd de, no município de Xpuri, interior do Acre, urgi o projeto Seringueiro, deenvolvido pelo Centro de Trblhdore d Amzôni (CTA). O extrtivimo d borrch é um d principi tividde loci e, nquel époc, o objetivo d inicitiv er educr o trblhdore ruri porque, com ceo à educção, er mi fácil negocir com o ltifundiário melhore condiçõe de vid e trblho. Num lugr onde vid é orientd egundo o cotidino d floret, ecol não poderi er mem d cidde. Por io, o técnico do CTA etudrm form de dequr o conteúdo formi à relidde do eringueiro. A prtir de, o projeto foi reformuldo pr tender um novo público: crinç e o dolecente filho do extrtivit. Outro defio pr o educdore eringueiro foi elborr mterii pedgógico que utilizem cultur locl pr explicr portuguê, mtemátic e geogrfi. Atrvé de depoimento de índio, eringueiro, d peo mi velh d comunidde e de jogo de plvr, o menino e menin de prte d Amzôni prendem liçõe. A importânci dee trblho trnprece no umento d uto-etim dele e d comunidde. Além d educção proprid, er precio dequr o epço fíico do mbiente ecolr. Com o poio d ecretri municipl e etdul de educção, ecol contruíd e reformd form bed n rquitetur indígen, de cordo com um projeto elbordo pelo CTA. El pouem um l de ul, refeitório, port-mteril e telh, que erm de minto, form ubtituíd por cvco, tipo de telh feito de mdeir e muito comum n comunidde extrtivit. Hoje, o Seringueiro e trnformou em polític públic e tod ecol ruri do município etão englobd no projeto. O técnico do CTA form reponávei por comprtilhr experiênci e metodologi d inicitiv com o profeore. Ao todo, ão ecol, onde etudm mi de luno, principlmente, crinç e dolecente de no. Continum exitir tmbém turm epecífic pr o dulto e Secretri Etdul de Educção etud multiplicção pr outro município. NA AZÔNIA
17 populcioni mi btdo e por e trtr de um médi ritmétic, que não lev em coniderção quetão d concentrção de rend, ee indicdor pode induzir um imgem ditorcid d relidde. Pr uperção de ditorção, é interente o recuro um indicdor uplementr o indicdor de rendimento medino menl que permite um nálie diferencid do perfil d rend do pí e d região. De cordo com ee indicdor (Tbel ), do reponávei pelo domicílio no Bril gnhm meno de R$,, vlor muito inferior o rendimento médio menl do chefe de fmíli (R$,). O vlor correpondente pr Região Norte é de R$,, pr um rend médi menl de R$,. Com be ne nov form de enfocr o rendimento do chefe de domicílio, doi etdo d Região Norte e detcm em relção o demi, indicndo ituçõe opot. Rorim preent o melhor rendimento medino d região R$,, o memo que o Bril em eu con- junto, enqunto o Tocntin preent o mi bixo vlor dee indicdor R$,. Todo o outro etdo (incluive o Acre, com o menor rendimento médio menl) preentm vlore próximo de R$,, pr o rendimento medino. A coniderçõe nteriore podem er enriquecid por informçõe relciond diretmente à crinç com idde entre e no, que contituem o principl foco de interee dete etudo. No Bril e n Região Norte, cerc de d crinç com meno de no de idde pertencem fmíli cujo rendimento menl médio per cpit não ultrp meio lário mínimo (Tbel ). Ou ej, pertencem fmíli em que cd peo dipõe, em médi, de meio lário mínimo pr e limentr, vetir-e, pgr cont de luz, de águ e outr tx e impoto, comprr medicmento, mteril ecolr, divertir-e, enfim, uprir depe neceári à própri obrevivênci. A Tbel pont pr um melhor d itução no período de, m é nece- No Bril e n Região Norte, cerc de d crinç com meno de no de idde pertencem fmíli cujo rendimento menl médio per cpit não ultrp meio lário mínimo. TABELA Bril e Região Norte Rendimento médio menl e rendimento medino menl do chefe de domicílio - Bril, Região Norte e etdo Rendimento médio menl Rendimento medino menl Bril,, Região Norte,, Rondôni,, Acre,, Amzon,, Rorim,, Prá,, Ampá,, Tocntin,, Fonte: IBGE. Ceno Demográfico.. NA AZÔNIA
18 TABELA Bril e grnde regiõe Número de crinç de no que vivem em fmíli com rend menl fmilir per cpit de té / lário-mínimo e e proporção obre o totl de crinç net fix etári Bril e regiõe Nº de crinç obre o totl de crinç de no Nº de crinç obre o totl de crinç de no Bril..,.., Norte.,., Nordete..,.., Sudete..,.., Sul..,., Centro-Oete.,., Fonte: IBGE. Pequi Ncionl por Amotr de Domicílio. e. Not: * O ddo d Região Norte e referem pen à áre urbn O reponávei por ário cutel com ee tipo de comprção, em virtude do vlor diferencil do lário mínimo e eu poder de compr entre um no e outro. De qulquer form, ee ddo flm por i, e confirmm, em, precári condiçõe de obrevivênci de d crinç do Bril, epecilmente do Nordete e do Norte. Repetindo o que ocorre em termo de outro indicdore ocii no Bril e n Amzôni, o rendimento d fmíli vri ind mi qundo comprmo o município em cd etdo. A próxim tbel motr que o reponávei por domicílio que gnhm té um lário mínimo por mê ão, proporcionlmente, mi nume- domicílio que gnhm té um lário mínimo por mê ão, proporcionlmente, mi numeroo no interior que n cpitl do etdo. TABELA Região Norte Porcentgem do reponávei por domicílio que recebem, em médi, té um lário-mínimo por mê - Etdo Cpitl Interior do etdo Relção interior/cpitl Rondôni,,, Acre,,, Amzon,,, Rorim,,, Prá,,, Ampá,,, Tocntin,,, Fonte do ddo báico: IBGE. Ceno Demográfico.. NA AZÔNIA
19 roo no interior que n cpitl do etdo. A miore diferenç entre cpitl e interior ficm por cont do Tocntin, Prá e Amzon. Aim, cpiti etdui precem preentr melhore condiçõe em termo de rend recebid. No entnto, fmíli que reidem n cpitl têm depe muito uperiore à que vivem no interior. Além dio, o contrte entre o miore e o menore rendimento ão mi viívei e mrcnte n cpiti. Com efeito, vê-e que, em nível etdul, mior relção interior/cpitl entre o que gnhm té um lário-mínimo cheg, no máximo,,, no etdo do Tocntin. E relção, qundo tomd pr diferente birro de um memo município, pode umir vlore muitíimo mi elevdo. Aim, no birro de Nzré, em Belém, pen, d populção mor em domicílio cujo reponável gnh té um lário mínimo por mê, o que pode crcterizá-lo como de lt rend. N mem cidde de Belém, no Prque Gujrá, proporção dquele mordore cheg,, ito é, mi de veze de Nzré. Em Mnu diferenç entre o co extremo é menor, porém ind btnte uperior à relção interior/ cpitl no etdo do Amzon. O birro de Adrinópoli e d Colôni Antônio Aleixo preentm menore e miore proporçõe (, e,, repectivmente) de domicílio cujo reponávei têm rendimento de té um lário-mínimo por mê. A rzão de, entre o doi vlore citdo etri indicndo tmbém gurdd tod proporçõe mior concentrção de rend no birro de Belém do que no de Mnu. É poível confirmr mior concentrção de rend de Belém trvé de um exercício com o ddo cenitário de. Nee município, o mi rico d populção detinhm um rend menl equivlente à do mi pobre. Em Mnu, proporçõe erm, repectivmente, de e. UNICEF/BRZ/Mil Petrillo Como morm crinç d Região Norte? Tomdo o devido cuiddo, como exige diveridde étnico-culturl d região, denidde de mordore por qurto pode er um indicdor importnte pr vlição d condiçõe de deenvolvimento de crinç de no de idde. Pr o prâmetro culturi hegemônico, qunto meno peo dormirem em cd qurto, mior erá o epço e liberdde que crinç terão pr e locomover e brincr no interior protegido d reidênci, e mior erá o repeito à u individulidde e privcidde. N perpectiv inver, qunto mior o número de peo que comprtilhm um dormitório, mior promicuidde e miore o rico de ituçõe que podem er prejudicii o deenvolvimento fetivo e emocionl d crinç. A fmíli indígen d Amzôni, contudo, hbitm, freqüentemente, reidênci contituíd por um único e grnde cômodo, que erve de qurto todo o integrnte de múltipl fmíli, trtndo-e, no co, de um opção culturl e não d coneqüênci indeejd de determinnte econômic. Nete co, portnto, não é pertinente utilizção de ctegori picológic ocidenti pr nálie d condiçõe de deenvolvimento d crinç. A popu- NA AZÔNIA
20 » ONG Súde e Alegri UNICEF/BRZ/Mil Petrillo MAIS INFORMAÇÕES: Projeto Súde e Alegri Trve Dom Armndo, Sntrém - Telefone: () - e - E-mil: [email protected] A comunidde ribeirinh do município de Sntrém e Belterr, no etdo do Prá, ão beneficid pelo projeto Súde e Alegri, gerido pel orgnizção não-governmentl Centro de Etudo Avnçdo de Promoção Socil e Ambientl. Ao todo, cerc de mil peo, hbitnte de comunidde o longo do rio Amzon, Tpjó e Arpiun prendem com tividde de comunicção e preentçõe de tetro técnic de úde, nemento, educção e orgnizção comunitári. O principl objetivo d inicitiv é poir proceo prticiptivo e integrdo de deenvolvimento comunitário globl e utentdo, gerido pel própri populção, que interjm com polític públic e que ejm cpze de e multiplicr. De modo gerl, comunidde tingid obrevivem d pec, do extrtivimo e d produção de lgun gênero grícol, como mndioc. A miori, em nemento e energi elétric. A tividde do PSA contemplm diferente áre, como: úde, comunicção e educção populr, educção mbientl, produção grofloretl, entre outr. Pr o progrm de úde exi- tem diver çõe rticuld que envolvem getão intitucionl, orgnizção e getão comunitári, úde mbientl, com cmpnh eductiv e viit domicilire, úde mterno-infntil, úde orl e itênci médic implificd, que inclui implntção de minipoto e poto de úde. De form, pretende-e que o item de tendimento à úde ej dptdo à relidde d floret e, mi ind: que ej co-gerido pel populção e, portnto, que melhore condiçõe de vid de peo. Dentro d çõe de comunicção populr, etá formção de um rede intercomunitári de comunicção populr voltd pr dolecente e joven. Por meio de recuro de comunicção como vídeo, progrm de rádio e jorni impreo, menino e menin de diferente loclidde podem comprtilhr experiênci e informçõe. O técnico do PSA ão o reponávei em treinr e cpcitr o joven repórtere n tecnologi de comunicção utilizd. Além d troc de conhecimento, e inicitiv etimul o protgonimo do dolecente e contribui pr o umento d uto-etim de cd um e tmbém d comunidde. NA AZÔNIA
21 lçõe ribeirinh, por u vez, tmbém ocupm reidênci com pequeno número de qurto e, muit veze, de um único cômodo. Nee co, é muito provável que ete fto ej reultnte de um conjugção de determinnte culturi indígen com determinnte de ordem econômic. Como vemo, portnto, pr o fin dete etudo, utilizção de informçõe obre denidde de mordore por cômodo deve er, empre, ubordind o conhecimento do perfil d cultur repreentd n região. Se coniderrmo, porém, todo o epectro ocil d região, iremo verificr que fmíli miore, em gerl mi pobre, reidem em domicílio com pouco cômodo e, portnto, com um denidde elevd de mordore por qurto. Aim, em ignorr em nenhum momento componente culturl dee indicdor ocil, m repeitndo u indicutível e determinnte influênci obre o deenvolvimento neurológico e fetivo d crinç pequen, ele erá, nete etudo, ocido outro, referente à condiçõe de vid d populção e o nível do deenvolvimento regionl. N áre mi deenvolvid do pí, fmíli ão menore, e ão importnte proporçõe de domicílio que brigm té um peo por qurto, ou ej, de domicílio em que o número de qurto diponívei é mi que uficiente pr que cd peo tenh o eu. No entido invero, erá n áre mi trd e pobre que e encontrrão reidênci em que cd qurto proporcion condiçõe de repouo, no mínimo, trê peo. Aim, o Bril tem, do domicílio com denidde de té um mordor por qurto. O Norte tem um proporção correpondente de pen, e o Nordete,,. Com relção o domicílio de mior denidde de mordore por número de qurto, percebe-e com mi forç devntgem d Região Norte em relção o retnte do pí (incluindo-e o Nordete). Com efeito, em que d reidênci do região rzão de mordore por número de qurto é igul ou uperior trê, ignificndo que, ne reidênci, pelo meno trê peo dormem em um memo cômodo. A proporção correpondente é ignifictivmente menor no Nordete (,) e muito menor ind n Região Sul (). Devem-e reltr, qui, o vlore extremo que e obervm entre o etdo d Região Norte, que podem crcterizr ituçõe ocioeconômic e culturi, ditint. Aim, proporção de domicílio em que dormem trê ou mi peo por cômodo em Rondôni (,) é prticmente idêntic à do Bril de modo gerl e à d Região Sudete. No entnto, no etdo do Amzon, proporção e elev., ditncindo-e de todo o outro etdo. Seri neceário vlir cuiddomente gm de ftore que frim com que o Amzon e detce n região como quele que, n perpectiv d cultur dominnte, ofereceri à u populção e à u crinç condiçõe tão inconveniente. Pr Rondôni, no entnto, tlvez e po ocir u itução privilegid n região à prátic e à influênci do grnde contingente populcioni proveniente do Sul e do Sudete do pí durnte o período do projeto de entmento, bem como de eu decendente. N tbel que egue, ão preentdo ddo obre o número de mordore que vivem em reidênci onde proporção de hbitnte por cômodo é menor que de / e o número de mordore que vivem nquel onde et proporção é uperior /. UNICEF/BRZ/Jcque Schwrztein NA AZÔNIA
22 TABELA Bril, regiõe e etdo d Região Norte Proporção de mordore em domicílio prticulre permnente egundo denidde de mordore por qurto - Até mordor/ totl de cômodo Mi de mordore/totl de cômodo Bril,, Norte,, Rondôni,, Acre,, Amzon,, Rorim,, Prá,, Ampá,, Tocntin,, Nordete,, O domicílio, que e confunde com o lr e, à veze, com própri fmíli, é clr expreão d poibilidde d condiçõe de deenvolvimento, educção e ocilizção proporciond um crinç. Centro-oete,, Sudete,, Sul,, Not: O ddo ão reultdo preliminre d Amotr Fonte: IBGE Ceno Demográfico - Coniderndo-e que um hbitção que não proporcion condiçõe udávei de mordi dificultrá o deenvolvimento equilibrdo e udável d crinç, tnto do ponto de vit fíico qunto picológico, é interente, tmbém, pr vlição d condiçõe de hbitção d fmíli do Norte, utilizção do indicdor de precriedde hbitcionl, determindo pel quntidde de domicílio improvido exitente n região. Crcterizm-e o domicílio improvido não pen pel inegurnç d poe, mterii de contrução de bix qulidde, reduzid dimenõe, uênci de intlçõe hidro-nitári, lt denidde reidencil (grnde número de hbitnte por cômodo), m tmbém por etrem fixdo de form provióri em loci impróprio, gerlmente detindo pr outro fin: embixo de ponte e viduto, em ruín, etc. A precriedde hbitcionl, medid pelo número de domicílio improvido, contitui um excelente indicdor pr crcterizr frgilidde d fmíli pr oferecer condiçõe dequd de brigo, proteção, convivênci fmilir e conchego pr crinç. Com efeito, o domicílio, que e confunde com o lr e, à veze, com própri fmíli, é clr expreão d poibilidde d condiçõe de deenvolvimento, educção e ocilizção proporciond um crinç. Em coneqüênci de migrçõe decorrente do proceo de excluão ocil no cmpo e n cidde d Região Norte e de outr regiõe, o número de NA AZÔNIA
23 domicílio improvido creceu de. pr., no período de, n áre urbn d Região Norte, regitrndo um elevção de,. N áre ruri, o umento foi de, entre o doi no (Tbel ). Ee umento foi regitrdo em que todo o etdo, detcndo-e Rondôni, com, e o Acre, com,. O etdo de Rorim deto d tendênci ncionl e regionl, o motrr um redução no número de domicílio improvido, de. pr, n áre rurl, e de um crécimo de pr n áre urbn. Um conttção importnte é que, embor tenh pen, do totl de domicílio do pí, Região Norte concentr, do totl de domicílio improvido. N zon rurl itução é ind mi lrmnte, poi, contndo com pen, do domicílio ruri do Bril, região tem que do domicílio ruri improvido do pí. Mi d metde do domicílio improvido n áre rurl d Região Norte e encontrm no etdo do Prá, onde form identificdo. loci de mordi crcterizdo como tl, repreentndo de todo o domicílio improvido do pí. Outro etdo regitrm número muito menore, detcndoe Ampá e Rorim, com, repectivmente, e domicílio improvido. O etdo do Amzon, contrrimente à tendênci regionl e ncionl, regitr, n décd pd, um decrécimo do número de domicílio improvido n áre urbn, m, por outro ldo, um umento muito mi pronuncido de domicílio improvido n áre rurl. Em reumo, pode-e firmr que Região Norte pouí, em, um quntidde de domicílio improvido deproporcionlmente elevd, qundo comprd com o retnte do pí, e que e ettític lrmnte ão liderd pelo etdo do Prá. UNICEF/BRZ/Mil Petrillo TABELA Bril e Região Norte Número de domicílio improvido - / Pí, região e etdo Urbn Situção de domicílio Rurl Bril.... Região Norte.... Rondôni.. Acre Amzon.... Rorim. Prá.... Ampá Tocntin... Fonte: IBGE. Ceno Demográfico. e NA AZÔNIA
24 Condiçõe de nemento d reidênci UNICEF/BRZ/Jcque Schwrztein O ppel do nemento báico n melhori d condiçõe de vid e de úde d populção em gerl e d crinç em prticulr, pel u ignificânci ocioeconômic, tem ido menciondo itemticmente em reltório d gênci d Nçõe Unid. Um btecimento conveniente de águ potável e condiçõe dequd de nemento báico ão componente eencii de um vid produtiv e di. Domicílio com intlçõe nitári deficiente qunto ecomento de dejeto reduzem, em muito, o benefício potencii de um btecimento de águ potável e provocm trnmião de doenç infeccio e pritári, dentre outr, que ão ind reponávei por um importnte proporção d morte em crinç menore de no no etdo d Região Norte. Klbertten et lli () coniderm que: ldo ldo com má nutrição, e doenç, relciond com o ecomento de dejeto, germ um ônu terrível no píe em deenvolvimento, prticulrmente em crinç. De modo invriável, ão o pobre cim de quiquer outro o que mi ofrem n uênci de águ e nemento, vito que ele crecem não pen do meio neceário pr coneguir intlçõe báic, como tmbém de informçõe obre mneir como minimizr o efeito nocivo d condiçõe inlubre em que vivem. Como reultdo, o efeito debilitnte d doenç reduzem, em muito, o potencil produtivo d própri peo que ão meno cpze de fzer fce e itução (cit. Simõe, ). A Região Norte preent condiçõe de nemento báico piore que do Nordete, região et que e crcteriz pelo bixo poder quiitivo d populção e por lgun do mi defvorávei indicdore do pí. Em u miori, crinç d região vivem em reidênci itud em áre inlubre, qui entendid como quel em que, combindo ou não, qulidde d águ que e bebe, intlçõe nitári e form como o lixo é coletdo, não permitem que pom er crid num mbiente dio e higiênico. TABELA Bril e regiõe Domicílio urbno com condiçõe dequd de provião de águ, intlçõe nitári e detino do lixo domético Pí e regiõe Domicílio urbno em condiçõe dequd Abtecimento de águ Intlçõe nitári Colet de lixo Bril,,, Região Norte,,, Região Nordete,,, Demi regiõe,,, Fonte do ddo báico: IBGE. Ceno Demográfico.. NA AZÔNIA
25 De cordo com o reultdo do Ceno Demográfico de (Tbel ),, do domicílio urbno d região não contm com qulquer erviço de colet de lixo. No Sudete e no Sul o domicílio ne condiçõe etão bixo do do totl. A populção excluíd e utiliz de recuro como queimr, enterrr, jogr o lixo em terreno bldio, no rio, lgo e igrpé. Plático, pilh, lt ão o produto que normlmente têm o memo detino do reto limentre. Um ftor dicionl preocupnte é que, n miori d cidde, prefeitur não olucionrm o problem do detino do lixo hopitlr, que é depoitdo em loci fcilmente ceívei, muit veze freqüentdo por crinç que vivem n redondez do lixõe. A Região Norte preent pior cobertur do domicílio urbno com uprimento dequdo de águ (,), btnte inferior o Nordete, cuj cobertur,,, não etá tão ditnte d referente à regiõe mi bem ervid do pí. Nquel, cerc de, do domicílio urbno, em médi, etvm ervido por águ encnd em. O ceo à águ potável é um elemento eencil n prevenção de doenç infeccio e u uênci, em dúvid, é cu d lt tx de morbidde d doenç intetini, contribuindo de mneir importnte pr mortlidde infntil e n infânci (de menore de no). Se colet dequd de egoto nitário (rede gerl de egoto e fo éptic) no Bril já preent bix cobertur ( n áre urbn), Região Norte contribui com o mi bixo índice,,, inferior ind o d Região Nordete (). A mi bem ervid é Região Sudete, em que, do domicílio d áre urbn têm rede de egoto ou dipõem de fo éptic. A flt de item dequdo de egoto fz com que o mteril fecl permneç no domicílio ou n vizinhnç, provocndo doenç, epecilmente n crinç. N relidde, urbnizção do pí, crcterizd pel rpidez do incremento populcionl e pel flt de invetimento em infr-etrutur, equipmento e erviço, proporcion condiçõe pr deficiênci do nemento n cidde. A áre do Centro-Sul, que inicirm nte o proceo de urbnizção, pm tulmente por um fe de conolidção dee proceo, e redução do ritmo de crecimento que e oberv nquel áre, juntmente com o umento do invetimento ocii, repondem pel melhor n condiçõe de nemento dquel regiõe. Num entido contrário, o Norte e o Nordete, pobre de recuro ou com recuro ml direciondo, e mntendo elevd tx de crecimento urbno, continum frgilizdo e não oferecem, pr crinç e u fmíli, condiçõe de exitênci dign. O detino do dejeto humno n Região Norte repreent um defio que o etor público ind não olucionou. O período de ec e chei e ucedem, deixndo mordi lgd e trzendo dejeto pr dentro de c. Quinti e ru, áre de lzer d crinç em outr lterntiv, ão o memo epço onde o dejeto humno cbm por e loclizr. O hopiti infnti convivem com doenç crônico-degenertiv que cometem e prcel d populção e com qudro de complicção por infetção por cári, que levm cirurgi e té complicçõe hepátic. Convém reltr que ditribuição do erviço báico de águ e nemento entre o etdo d Região Norte não é uniforme (Tbel ), e que, com exceção de Rorim e Amzon, o etdo com mior proporção de domicílio tendido por um do erviço podem não o er pr outro. Tocntin, Se colet dequd de egoto nitário no Bril já preent bix cobertur ( n áre urbn), Região Norte contribui com o mi bixo índice,,. NA AZÔNIA
26 » Fundção Epernç de Sntrém UNICEF/BRZJ/Dnil Cl MAIS INFORMAÇÕES: Fundção Epernç Ru Corcy Nune, Birro Crnzl Sntrém P - Telefone: () - e E-mil: [email protected] Em Sntrém, município prene ditnte Km d cpitl do etdo, detc-e o trblho d Fundção Epernç. Entre o principi objetivo d intituição etá trnferênci de tecnologi pr comunidde, inovção, conolidção de prceri e pretção de erviço de qulidde. Pr io, dedic-e n áre d úde à prevenção de doenç e, n áre d educção, curo báico, técnico, de grdução e té pó-grdução, vindo o deenvolvimento regionl. O curo profiionliznte etão eplhdo em município do oete do Prá, e liçõe prendid com tividde de educção contribuírm pr crição do Intituto Epernç de Enino Superior (Iepe). Com currículo que refletem neceidde d região, o Intituto pretende contribuir pr o crecimento locl. Já ão. luno que pr- ticipm do progrm de educção. No cmpo d úde exitem inicitiv como utilizção de meio de comunicção ocil pr eclrecer comunidde obre cuiddo com mãe e crinç, lém do progrm Centro d Crinç, que tende grtuitmente menino e menin de zero oito no, com compnhmento menl do crecimento e deenvolvimento, incluindo nutrição, leitmento mterno e imunizção. Outro projeto d Fundção é o Quilombo, deenvolvido com comunidde quilombol do rio Trombet, loclizd hor de brco de Sntrém. Todo o mee, um equipe de médico, enfermeiro e uxilire oferece conult, imunizçõe e educção em úde pr e populção. Inerid ne propot, etão tmbém çõe eductiv direciond pr evitr trnmião d Aid e de doenç exulmente trnmiívei. NA AZÔNIA
27 por exemplo, é reltivmente bem ervido por item de águ encnd, m etá n pior itução, em tod região, qunto à intlçõe nitári. Por outro ldo, o etdo d região preentm itução que equivlente, no que concerne à colet de lixo. Ete reultdo, que e vão repetir, em ecl mior, no nível do município (ver tbel no nexo), precem motrr que inicitiv d dminitrçõe municipi não e dirigem pr o problem do nemento báico como um todo, m pen etorilmente, tlvez pr tender idioincri do dminitrdore, reivindicçõe epecífic d populção ou, ind, pr utilizr finncimento com detino previmente definido. TABELA Região Norte Domicílio com condiçõe dequd de btecimento de águ, intlção nitári e detino do lixo domético - Etdo Domicílio em condiçõe dequd Abtecimento de águ encnd Fonte: IBGE. Ceno Demográfico.. Intlçõe nitári Colet de lixo Rondôni,,, Acre,,, Amzon,,, Rorim,,, Prá,,, Ampá,,, Tocntin,,, A itução de excluão ocil do dulto nlfbeto e projet diretmente e de form negtiv obre crinç em formção. Anlfbetimo A lfbetizção d peo dult tem grnde influênci obre qulidde e intenidde d ocilizção e obre o proceo de prendizdo d crinç. Io porque o domínio, pelo dulto, d comunicção ecrit, d quntificção e do chmdo conhecimento geri, vi contribuir pr conolidção de um mbiente etimuldor do proceo de prendizdo. Além dio, o domínio d leitur e d ecrit incide diretmente, tmbém, obre qulidde d getão de tividde dométic, que fetm diretmente úde, o bem-etr mteril e integridde d crinç. Por outro ldo, itução de excluão ocil do dulto nlfbeto e projet diretmente e de form negtiv obre crinç em formção. Coniderndo-e ee ftore, o nlfbetimo erá utilizdo nete etudo como um indicdor d cpcidde d fmíli de zelr pel crinç e de promover u corret ocilizção. NA AZÔNIA
28 O primeiro ftor e coniderr é que há ind um grnde tro n lfbetizção d áre ruri d região. O nlfbetimo perite em nívei muito elevdo no Bril. Somo mi de milhõe de peo que não bem ler nem ecrever (incluindo-e crinç entre e no de idde em ceo à ecol). Ddo o forte crecimento populcionl ocorrido té o no oitent e flt de polític voltd pr educção públic, o ceo de no populção à ecol e deu lentmente trvé d décd. Noo pí herdou, im, do tempo em que cobertur do item educcionl er extremmente bix, um TABELA Bril e Região Norte mplo contingente de nlfbeto, epecilmente n idde pó-ecolre. Entre peo com no e mi de idde,, erm nlfbet no no. Nete memo no, n Região Norte, o nlfbeto correpondim, d populção (Tbel ). Trt-e de índice reltivmente bixo, e comprdo o obervdo em décd pd. Coniderndo-e, porém, que e referem o conjunto do hbitnte do pí, devemo upor que n populção de rend mi bix Populção de no e mi de idde, totl e lfbetizd, e Tx de nlfbetimo - Bril, região e etdo Populção Totl Alfbetizd Tx de nlfbetimo Bril...., Região Norte...., Rondôni..., Acre.., Amzon...., Rorim.., Prá...., Ampá.., Tocntin.., Fonte: IBGE. Ceno Demográfico.. e tx deverão er muito mi elevd. O ddo d tbel motrm itução típic do etdo do Acre, com, d peo miore de no n condição de nlfbet. Num nível intermediário, com tx próxim à médi regionl, encontrm-e Amzon, Prá e Tocntin. Em melhor itução, preentndo tx inferiore memo à do conjunto do Bril, etão Rondôni, Rorim e Ampá. Pr um melhor compreenão d quetão do nlfbetimo n Região Norte, é importnte e degregr o ddo egundo itução urbno/rurl (Tbel ) e o nível municipl. O primeiro ftor e coniderr é que há ind um grnde tro n lfbetizção d áre ruri d região. Em função do elevdo vlore do nlfbetimo ne áre, NA AZÔNIA
29 comprtivmente à urbn, pode-e firmr que, enqunto não e equcionr e tcr o problem d zon rurl, não e pode vilumbrr poibilidde de errdicção do nlfbetimo no conjunto d região e do pí. O ddo d Tbel precem corroborr et firmção. O etdo de Rondôni, que tem menor relção rurl/urbn d tx de nlfbetimo e um tx de nlfbetimo de pen, n áre ruri, contitui, juntmente com Ampá e Rorim, o etdo mi lfbetizdo d região, btnte ditncido do demi (ver tbel nterior). Em contrprtid, lt tx de nlfbetimo rurl do Amzon (,) é reponável pel poição pen medin do nívei de lfbetizção que ee etdo ocup n Região Norte. Não foe e itução e o etdo fri prte do grupo mi lfbetizdo. TABELA Bril e Região Norte Tx de nlfbetimo de peo com no ou mi de idde egundo itução rurl/urbn - Pí, região e etdo Situção de domicílio U rbno () Rurl () ()/() Bril,,, Região Norte,,, Rondôni,,, Acre,,, Amzon,,, Rorim,,, Prá,,, Ampá,,, Tocntin,,, Fonte: IBGE. Ceno Demográfico.. Em, o Acre continuv, im, com o piore indicdore de nlfbetimo d região, tnto n áre urbn qunto ruri. No tocnte à itução epecífic d zon ruri, o etdo do Amzon preentv, contudo, com um pequen diferenç, vlore tão preocupnte qunto o regitrdo no Acre. Como em tod Região Norte, exite no interior de cd etdo um ditribuição muito deigul do nlfbetimo rurl entre o município, m, de um modo gerl, é jutmente no Amzon e no Acre que etão quele com piore tx. Com efeito, do município d região com ou mi de nlfbeto n zon rurl, etão no Amzon e no Acre. Em contrprtid, do município em melhor itução n região, pen itum-e no Amzon e nenhum no Acre. Muito têm ind progredir o etdo e o município d região pr uperr o nlfbetimo e, no tocnte ee ftor, proporcionr à u crinç condiçõe dequd de deenvolvimento. Em, o Acre continuv, com o piore indicdore de nlfbetimo d região, tnto n áre urbn qunto ruri. NA AZÔNIA
30 UNICEF/BRZJ/Dnil Cl NA AZÔNIA
31 A MULHER ENQUAN MÃE NO ÂMBI FILIAR, mãe é reponável primeir pelo deenvolvimento do filho, epecilmente no primeiro mee de vid d crinç. É el quem grnte limentção, quem etbelece com crinç o primeiro lço fetivo e, progreivmente, vi propicindo o proceo de ocilizção d crinç dentro e for d fmíli. O conhecimento d condiçõe em que vivem e mulhere-mãe permite profundr reflexão obre lgun do determinnte d condiçõe de úde e bem-etr d crinç dede u concepção. Portnto, pr e grntirem o direito de bebê e crinç menore de no, há de e levr em coniderção tmbém itução d mulhere, principlmente em relção à u condiçõe fíic e emocioni, que fetm de form diret getção e o deenvolvimento de eu bebê. Ante de mi nd, pr que crinç nçm e vivm com úde, há que e grntirem bo condiçõe de úde à mulhere nte e durnte grvidez e o prto. Denutrição mtern e cuiddo deficiente durnte getção redundm, freqüentemente, em bixo peo o ncer, deficiênci uditiv, dificuldde de prendizdo, leõe cerebri e outro problem n crinç. Mãe com bixo peo tendem gerr bebê que, o longo d vid, poderão deenvolver doenç, como dibete, problem crdiovculre e obeidde. A mulhere d Região Norte com idde entre e no contituím um efetivo de, milhõe em, repreentndo qurt prte d populção regionl. A populção feminin n fix etári reprodutiv e encontrv, em u miori, concentrd n áre urbn d região, principlmente n miore cidde, como cpiti etdui e outr cidde de importânci regionl ou locl, como Sntrém, Mrbá e Ctnhl, no Prá, Arguín e Gurupi, em Tocntin, Ji- Prná, em Rondôni, dentre outr. Vle reltr que preenç mrcnte de mulhere dquel fix etári n cidde mi populo d região pont pr buc de oportunidde de melhore condiçõe de educção e de trblho. A mulhere d Região Norte com idde entre e no contituím um efetivo de, milhõe em, repreentndo qurt prte d populção regionl. Fecundidde e contrcepção A mulhere, durnte tod u vid reprodutiv, têm filho de form diferencid. Ito quer dizer que o número de getçõe vri de mulher pr mulher. A quntidde médi de filho (ncido vivo) que mulhere de um grupo populcionl tiverm durnte u vid reprodutiv é indicdor do nível de fecundidde de mulhere. Vrindo de região pr região, de etdo pr etdo, de NA AZÔNIA
32 UNICEF/BRZ/Jcque Schwrztein um grupo populcionl pr outro, fecundidde d mulhere brileir tem preentdo centudo declínio dede o no etent. Aper de ind er elevd, fecundidde d mulhere nortit tmbém vem decrecendo btnte n últim décd TABELA Bril e Região Norte Tx de fecundidde totl / (ver Tbel ). Em, médi de filho por mulher er de,. A prtir de então, embor o nívei de fecundidde d região permneceem mi elevdo que o regitrdo pr o pí, tendênci foi nitidmente de declínio, reultndo num tx de, filho por mulher em. Tx de fecundidde totl Ano Bril Região Norte,,,,,,,,,,,, *,, Fonte: NASCIMEN, R., WONG, L.R. (). Not: (*) Etimtiv própri pr Região Norte bed no ddo d Pequi Ncionl por Amotr de domicílio de. A qued d fecundidde n Região Norte e no pí tem um reflexo direto obre prticipção de crinç menore de ete no n compoição etári d populção. No Bril, o número de crinç ne idde tem diminuído dede o primeiro no d décd de novent. Em, hvi no pí, milhõe de crinç com té ei no de idde, enqunto em et populção já hvi decrecido pr, milhõe. N Região Norte, o crecimento dee contingente populcionl ind permnece poitivo, porém num ritmo cd vez mi reduzido, tendo o número de crinç pdo de milhõe, em, pr, em. A evolução d tx de fecundidde, principlmente prtir d décd de, deve-e à regulção do número de filho que mulhere brileir prm exercer de form mi eficz. De cordo com Pequi Ncionl obre Súde Mterno-Infntil e Plnejmento Fmilir (BEMF, ),, d mulhere em união no pí utilizvm método contrceptivo em. Em, et proporção hvi ubido pr,, conforme indicv Pequi de Demogrfi e Súde (BEMF, ). O uo de método contrceptivo no Bril, principlmente pel mulhere, tinge nívei coniderdo elevdo, per d inexitênci de um progrm de úde públic que fcilite o ceo efetivo e grtuito o meio contrceptivo. E itução tem du coneqüênci principi: ) o ceo e ofert, que excluivo, d eterilizção e d pílul, em detrimento de outro método contrceptivo moderno coniderdo eficze; ) diocição entre prátic de con- NA AZÔNIA
33 trole d fecundidde e procedimento de tendimento à úde d mulher, epecilmente d cmd mi pobre d populção brileir (Giffin, Cot, ). De form, no Bril, em, d mulhere em união com idde entre no que uvm lgum método contrceptivo,, tinhm ido eterilizd e, uvm pílul. N Região Norte, por u vez, importânci d eterilizção feminin como método contrceptivo é ind muito mior. Em, proporção de mulhere eterilizd já er ignifictivmente mior que no retnte do pí (, contr,, repectivmente, conforme BEMF, ). Em, região continuv uperndo médi ncionl, tendo mi d metde de u mulhere eterilizd ( proporção no pí er de ). No entnto, deve-e regitrr que o ddo referente à Região Norte dizem repeito pen à áre urbn, n qui mulhere têm mior ceo o erviço de úde, qundo comprdo à áre ruri. A Pequi de Demogrfi e Súde, que levntou e informçõe, não foi relizd n zon rurl (BEMF, ). TABELA Bril e Região Norte Proporção de mulhere cd com no egundo utilizção de método nticoncepcioni e Método utilizdo Bril Região Norte/Áre urbn Um lgum método,,,, Pílul,,,, Preervtivo,,,, Eterilizção feminin,,,, Método trdicioni,,,, Outro método,,,, Não um método,,,, Fonte: BEMF. Pequi Ncionl obre Súde Mterno-infntil e Plnejmento Fmilir - Bril. - e BEMF. Pequi Ncionl obre Demogrfi e Súde -. Deve-e reltr, ind, que eterilizção vem ocorrendo em mulhere cd vez mi joven, elevndo o número de complicçõe e rrependimento. Em, do totl de mulhere eterilizd no Bril, tinhm meno de no de idde. Aper dee qudro, há de coniderr que, egundo Pequi Ncionl de Demogrfi e Súde de, miori d mulhere brileir declrv ter um número mior de filho que quele que coniderrim deejável. No entnto, contituir fmíli, ter filho e cuidr dele continu endo fundmentl pr que el e coniderem relizd como mulhere. O que mudou foi o peo que el prm tribuir e tividde. Arilh (; ) conclui que um do principi motivo que levm mulhere terem meno filho, tulmente, é vontde de poder cuidr melhor do próprio filho, de expô-lo meno rico, de grntir eu futuro, u formção peol, de protegê-lo do perigo. Portnto, poderímo dizer que ur (método) contrceptivo pode ignificr um deejo, um pirção de reformulção d experiênci de vid em relção à vid privd com o filho, de poder cuidr melhor do filho que já pouem. NA AZÔNIA
34 Grvidez n dolecênci Entre regiõe brileir, Região Norte é que preent mi elevd prevlênci de grvidez entre mulhere menore de Outro ftor importnte relciondo à tendênci de qued d fecundidde no pí e que tem relção etreit com o deenvolvimento e condiçõe de obrevivênci d crinç é o umento d grvidez n dolecênci. E itução vem gerndo forte preocupçõe n ociedde brileir e regionl, principlmente nquele etore governmenti reponávei pel úde e pelo bem-etr d mulher e d crinç. Divero etudo motrm que qunto menor idde d mãe por ocião do ncimento do bebê, menor erá probbilidde de obrevivênci de crinç. Entre outro ftore de rico relciondo com grvidez precoce etão o ncimento com bixo peo, que ocorrem com mi freqüênci entre mãe dolecente que entre demi. A grvidez n dolecênci implic rico pr mãe, tnto durnte própri grvidez, qunto durnte o prto. M não é pen durnte grvidez e o prto que o rico pr úde d crinç ou d mãe deve er coniderdo. É precio detcr tmbém que o cuiddo perinti e neonti dipendo por um mãe inexperiente e frágil podem crir ituçõe de rico que venhm comprometer úde d crinç. Além dio, há um érie de dificuldde que o pi e mãe têm que enfrentr com o ncimento d crinç, dificuldde que podem prejudicr eu deenvolvimento e crecimento no primeiro no de vid, como o bndono definitivo do etudo pel mãe, mior intbilidde d uniõe, mior tendênci o bndono do filho, o umento d mendicânci, onde crinç ão prte tiv, etc. Entre regiõe brileir, Região Norte é que preent mi elevd prevlênci de grvidez entre mulhere meno- no. TABELA Região Norte Número de ncido vivo de mãe de no de idde e proporção obre o totl de ncido vivo em Região e etdo Ncido vivo de mãe dolecente Nº Proporção obre o totl de ncido vivo em Região Norte., Rondôni., Acre., Amzon., Rorim., Prá., Ampá., Tocntin., Fonte: Minitério d Súde. Sitem de Informçõe obre Ncido Vivo.. NA AZÔNIA
35 re de no. Em, joven de no contribuírm com, do prto d região, o que correpondi mi de mil prto de mulhere de fix etári (Tbel ). A vrição entre o etdo d região é pequen, endo o Tocntin e o Ampá quele com mior e menor prticipção no número de filho de mãe dolecente em relção o totl de filho ncido vivo (, e,, repectivmente). Algun etdo, como Ampá, Amzon e Rorim, tiverm incluive reduzid e proporção no cômputo totl de filho ncido vivo no período de. O município com mior proporção de ncido vivo de mãe dolecente, em, encontrvm-e no Etdo de Tocntin (Jú do Tocntin, Ipueir, Bom Jeu do Tocntin, Cchoeirinh, Pugmil e Lgo d Confuão), todo com percentui cim de do totl de prto. A pouc utilizção de método contrceptivo entre dolecente é um ftor que ument propenão à grvidez. A miori d joven com idde inferiore o no não etá preprd, o inicir u vid exul, pr coniderr o rico que ee proceo implic. Io é confirmdo clrmente pelo ddo d Pequi Ncionl obre Demogrfi e Súde, de, que conttm que meno de, entre el dotvm lgum método contrceptivo n u relçõe exui e que grnde miori d getçõe não hvim ido deejd. A conttçõe e coniderçõe cim pontm pr premênci e neceidde de direcionr polític de tendimento e proteção epecil à mãe com meno de no de idde e eu filho, obretudo àquele que o ncer n zon ruri ou em pequeno povodo, pouem bem meno oportunidde de ceo o erviço de úde, de itênci e de proteção ocil. UNICEF/BRZ/Mil Petrillo Nutrição d mãe A mulhere deverim ter um nutrição udável, nte memo de inicir u vid reprodutiv e nte de completr eu próprio deenvolvimento fíico e emocionl, o que rrmente ocorre nte do no de idde. A crênci limentre podem provocr denutrição n mãe e, coneqüentemente, contribuir pr o ncimento de bebê de bixo peo. O bebê que ncem com bixo peo já inicim u vid com muit devntgen, poi etão ujeito um mior rico de infeçõe e de morte durnte primeir emn de vid, como tmbém de um mior incidênci de doenç que vão fetr u vid futur enqunto dulto (Eterik, ). Além dio, indequd nutrição d mãe durnte grvidez, ocid à precári condiçõe de limentção d crinç no primeiro no de vid, pode prejudicr, de form drmátic, o deenvolvimento cerebrl, provocndo leõe que conduzem deorden neurológic e comportmenti, como tmbém deficiênci de prendizdo e retrdo mentl. A prtir do momento em que mulher engrvid, el deve ter um limentção uficiente pr utentr o eforço dicionl que getção repreent pr o eu orgnimo. Ito ocorre porque, o engrvidr ou qundo etá mmentndo, mulher, lém de uprir u neceidde nutricioni, tem tmbém que grntir neceidde nutricioni do bebê. Se mãe não tiver um limentção de- NA AZÔNIA
36 » Prteir MAIS INFORMAÇÕES: Rede Etdul d Prteir Trdicioni do Etdo do Ampá - Mãe Luiz Snt Cruz, - Cidde Nov Mcpá AP - Telefone: () - e - Secretri Etdul de Súde do Acre Av. Getúlio Vrg, Boque Rio Brnco AC - Telefone: () / E-mil: [email protected] UNICEF/BRZJ/Oféli Silv Tenho mão limp e corção puro. Sou prteir, trgo crinç o mundo. Ee ão o vero que Roild Joquin d Silv cntrol depoi de um prto. El é reidente d áre do quilombo do Curiru, que fic próximo Mcpá, cpitl do Ampá. Como el, etim-e que exitm outr mil n regiõe Norte e Nordete. N miori, ão peo com pouco no de etudo ou nlfbet, m que conhecem rte de prr menino e ão reponávei pel miori do prto domicilire de regiõe. No Ampá, o governo do etdo vem implntndo, dede, o projeto de regte e vlorizção d prteir trdicioni, que li o reconhecimento do trblho de mulhere cpcitçõe n áre d úde. Hoje,. prteir etão cdtrd, endo que já prticiprm de curo obre úde, o que diminui o rico de vid de mãe e crinç. Algum de profiioni já etão orgnizd n Rede de Prteir Trdicioni do Ampá Mãe Luzi e receberm kit com mteril de trblho pr relizção de prto e com informçõe obre formção de outr ociçõe. No Acre, Secretri Etdul de Súde já cdtrou prteir e cpcitou em úde. Além dio, vem ditribuindo e repondo mterii báico pr relizção de prto domicilire. Algum mulhere utilizm bnh de porco e óleo de coco pr efregr brrig d getnte. Já pr contrir o útero, receit indicd é entr em um bci com águ, com trê glho de mtruz e trê got de álcool. A prtir de, n Reerv Extrtivit do Alto Juruá, começou exitir o progrm Mri Epernç, deenvolvido pel Aocição do Seringueiro e Agricultore d Reerv (Arej). Nele, prteir prticipm de oficin de cpcitção, que poibilitm troc de experiênci e o regte d bedori populr. Exitem outr orgnizçõe que ão prceir n buc pel vlorizção e cpcitção d prteir trdicioni: Rede Acren de Mulhere e Homen, Movimento Articuldo de Mulhere d Amzôni, Grupo de Mulhere Indígen, Centro do Trblhdore d Amzôni, Aociçõe de Prteir de Xpuri e Mrechl Thumturgo. Aind ão pouc prteir que recebem o direito trblhit corretmente. De cordo com o Minitério d Súde, o Sitem Único de Súde (SUS) pg R$, por cd prto domicilir. Fzer com que io lcnce tod profiioni do prto ind é um defio que etá endo enfrentdo por ee etdo. NA AZÔNIA
37 qud durnte o período d mmentção e, por coneguinte, não tifizer à neceidde nutricioni do eu filho, ete correrá grnde rico de contrir doenç e, o memo tempo, de ter prejudicdo o eu deenvolvimento e o eu crecimento (Eterik, ). O benefício d mmentção ão inúmero, tnto pr o bebê qunto pr mãe. Pr et, mmentção ument o epçmento entre getçõe, propici mior vínculo com o bebê, reduz o rico de contrir câncer de mm e de útero, de nemi e de oteoporoe. Além dio, mãe que mment corre meno rico de ofrer hemorrgi durnte o pó-prto. Qunto o bebê, etudo comprovm que crinç que mmm terão mior reitênci doenç como dirréi, problem repirtório, eczem e lergi limentre (ver o Cpítulo, obre úde d crinç n Região Norte). Aitênci médic durnte grvidez A itênci à úde durnte o período getcionl é fundmentl pr grntir melhor qulidde de vid à getnte e o feto que etá endo gerdo, poi propici tnto redução do rico ocido à grvidez, o prto e o puerpério, qunto permite o deenvolvimento mi dequdo d crinç nee período. Ao memo tempo, reduz chnce d getnte gerrem ncido vivo com bixo peo ou memo ocorrerem morte infnti. O compnhmento médico durnte grvidez eri condição neceári (provvelmente não uficiente) pr minimizr o rico que mulhere e o bebê correm nee período, prevenindo complicçõe que pom conduzir à mortlidde mtern e d crinç (IBGE, ). No Bril, o Minitério d Súde recomend um mínimo de ete conult de pré-ntl por getção. Um olhr pr o ddo brileiro referente à proporção de mulhere que fzem quntidde recomendd de conult durnte grvidez revel um longo cminho er percorrido. Fundmentl pr egurr um tendimento dequdo n hor do prto, grntir o deenvolvimento udável d crinç e recuperção d mãe, itênci o pré-ntl no Bril ind preent número que etão longe do idel. A vlição do ceo o exme de pré-ntl pel mulhere no Bril tem ido feit, dede o no novent, trvé do regitro do Sitem de Informçõe obre Ncido Vivo (SINASC), do Minitério d Súde. Todvi, no primeiro no pó u implementção, ocorrid em, o SINASC ind não ofereci condiçõe pr quntificção d cobertur dee exme no pí. Com efeito, em, notificção obre o tendimento pré-ntl não er preenchid em mi d metde do prto, coberto pelo SINASC, relizdo no Bril e n Região Norte. Em Rondôni e Amzon, nquele no, o regitro d que totlidde do ncimento ocorrido não preentvm nenhum informção obre o erviço pré-ntl. Cinco no depoi itução hvi e revertido. Em, proporção de exme não regitrdo pelo SINASC no Amzon ( mior d região) não chegv e er de pen em Rondôni. No período em quetão, proporção de exme de pré-ntl relizdo e não-regitrdo bi- No Bril, o Minitério d Súde recomend um mínimo de ete conult de pré-ntl por getção. NA AZÔNIA
38 xou pr, n região e, no Bril. A nálie d Tbel, que no fornece informçõe obre o número boluto de ncido vivo de mãe que tiverm ceo mi de ete conult de pré-ntl, permite identificção de trê grupo com tendênci diferente: TABELA Bril e Região Norte Número de ncimento com ou mi conult de pré-ntl - / Região e etdo Período Bril Região Norte.... Rondôni.... Amzon.... Rorim.... Tocntin.... Acre.... Prá.... Ampá.... Fonte: Minitério d Súde. Sitem de Informçõe obre Ncido Vivo.. No Grupo, contituído pelo etdo de Rondôni e Amzon, percebemo um etbilizção d quntidde de ncimento com ou mi conult de pré-ntl entre e e qued em. No Grupo, formdo por Rorim, Tocntin e Acre, note um reltiv etbilidde do número o longo de todo o período de ; No Grupo, onde etão o etdo do Prá e do Ampá, tendênci regitrd é de clro crecimento do número de ncimento com ete ou mi conult conforme orientçõe d OMS entre e. Um nálie do ddo d Tbel, que contém proporçõe do número de ncimento com ete ou mi conult de pré-ntl reltivmente o totl de ncimento regitrdo pelo SINASC, pont pr lgum diferenç, m, no gerl, pr um cenário muito emelhnte. O grupo que e conolidm n Tbel ão um pouco diferente do d tbel Tbel : No grupo formdo pelo etdo de Rondôni, Amzon e Rorim, o que e verific é etbilizção do número entre e com forte tendênci de qued em ; O etdo do Ampá fic ioldo como o único que preent tendênci contnte de melhor do indicdor de conult pré-nti; No último grupo, o etdo do Acre, Prá e Tocntin precem ter e etbilizdo no memo ptmr o longo de todo o período compreendido entre e, não preentndo tendênci clr de crecimento ou declínio. Independentemente d diferenç entre du tbel NA AZÔNIA
39 e d ingulridde do ddo referente um ou outro etdo, que podem etr relciond tnto à nturez d prátic e rotin de regitro, qunto rei umento ou qued d eficiênci do item etdui e municipi de úde, o cenário d região pont, no gerl, pr grve e preocupnte etgnção do indicdore de tenção o período pré-ntl no período etuddo. Et etgnção não e verificou, contudo, excluivmente n Região Norte. Atingiu todo o pí! Em, no Bril, proporção de mulhere que relizrm ete ou mi conult de pré-ntl foi de pen,, e itução d diferente regiõe não é meno preocupnte. Até memo no Sudete, que preent o melhor qudro do pí, é de pen, o percentul d mãe que teve ceo ete ou mi conult de pré-ntl. N eqüênci, em ordem decrecente, precem Região Sul, com,, e o Centro-Oete, com,. N Região Norte, onde omente, d mãe de crinç ncid viv tiverm ceo ete ou mi conult de pré-ntl, o pnorm é ind pior que o regitrdo no Nordete (,), demndndo çõe imedit de melhori d eficiênci do item de úde. Se já exitem problem grve n cobertur do exme de pré-ntl no pí, qulidde dee exme tmbém deix deejr. Vej-e, por exemplo, o que ocorre com ífili no Bril. Trt-e de um doenç fcilmente dignoticável, curável e de imple trtmento. Com medid imple, pode-e evitr que ej trnmitid de mãe pr filho, poi el é dignoticável e trtável ind durnte getção. O pré-ntl, no entnto, não tem egurdo proteção d crinç contr ífili congênit. De fto, do co notificdo em, d mãe hvim freqüentdo o pré-ntl e del hvim relizdo cinco ou mi conult! No Bril, o índice de mortlidde por e doenç, no período de, foi de por milhão de ncido vivo. O miore índice form encontrdo no Norte e Nordete. UNICEF/BRZ/Jcque Schwrztein TABELA Bril e Região Norte Proporçõe de ncimento com ou mi conult pré-ntl - / Região/UF Período - Bril,,,,, Região Norte,,,,, Rondôni,,,,, Amzon,,,,, Rorim,,,,, Ampá,,,,, Acre,,,,, Prá,,,,, Tocntin,,,,, Fonte: Minitério d Súde. Sitem de Informçõe obre Ncido Vivo.. NA AZÔNIA
40 Atenção o prto Entre o primeiro direito que tem um crinç e que podem contribuir pr um deenvolvimento udável, etá o de ncer em plen condiçõe de egurnç e higiene e com o uxilio de peo preprd pr o trblho de prto. Nee entido, o locl em que nce e itênci durnte o prto e tornm fundmenti. Muito profiioni d ú- de coniderm que o ncimento em rede hopitlr é o mi eguro e dequdo, ddo que o prto li relizdo poibilitm melhor tendimento e egurnç pr getnte e crinç. N tbel que e egue, o ddo referente o prto relizdo n Região Norte poibilitm lgum reflexõe obre itução do ncimento. TABELA Região Norte e etdo Prto hopitlre () - / Região e etdo Proporção de prto hopitlre Bril,,,, Região Norte,,,, Rondôni,,,, Acre,,,, Amzon,,,, Rorim,,,, P rá,*,,, Ampá,,,, Tocntin,,,, Fonte: Minitério d Súde. Sitem de Informçõe obre Ncido Vivo -. Obervção: No etdo do Prá,, do prto regitrdo em form relizdo em outro etbelecimento. Oberv-e, inicilmente, que miori d crinç nortit nce no hopiti. O ddo diponívei pontm pr um percentul elevdo mi de, com exceção do Prá de prto relizdo nulmente n rede hopitlr. Dd dimenão territoril d região, ee número é expreivo, e indic que mulhere d áre ruri cuj populção correponde do totl regionl delocm-e pr ede do município e hopiti de referênci, qundo e proxim hor do prto. A grnde ditânci percorrer (lém d quntidde de prto relizdo que, no Prá, ão regitrdo como tendo ocorrido em outro etbelecimento ) ão prcilmente reponávei pel menor proporção de prto hopitlre regitrdo n região reltivmente o pí como um todo. Memo e coniderndo o reltivmente curto período brngido n tbel (-), tendênci obervd indic que proporção de prto hopitlre regitrdo não tem evoluído poitivmente pr o conjunto d NA AZÔNIA
41 região. N relidde, o número de prto hopitlre no Norte pou de proximdmente mil em pr mil em, correpondendo um umento de durnte o período. Ee crecimento pen compnh o umento do totl de prto regitrdo e explic etgnção d cobertur do prto hopitlre n região no período coniderdo. O número de prto domicilire permnece, portndo, elevdo em relção à demi regiõe do pí. Do totl do prto ocorrido no Norte,, ão relizdo no próprio domicílio, com o uxilio de prteir. Em Rorim, ele chegvm, em e, em, o que decrece proporção de prto hopitlre regitrdo nquele etdo no doi no. Pr o Bril como um todo proporção correpondente é de,. Nee tipo de prto, egurnç d mãe e d crinç irá depender, entre outro ftore, d hbilidde e do conhecimento d prteir, do equipmento utilizdo e d condiçõe de higiene do locl. O ncimento uxilido por prteir têm e ocido, gerlmente, um bix freqüênci de tendimento pré-ntl e um itênci indequd no momento do ncimento, umentndo o rico de mortlidde d mãe e d crinç. No entnto, em lgun etdo nortit etão endo deenvolvid inicitiv que vim melhorr e itução. É o co, por exemplo, do Etdo do Acre, que vem implementndo um experiênci de vlorizção do trblho d prteir trdicioni, que tem trzido benefício tnto pr prteir, que gnhm ttu profiionl, como pr getnte, que pm ter um prto mi eguro, e à crinç, que ncem num mbiente mi udável e mi eguro. Prto Cerino O lto percentul de prto cerino relizdo no pí continu defir o getore d polític públic. Em,, do prto relizdo no Bril form cerino. A Região Norte, com, de cerin, preentou o melhore indicdore do pí, poicionndo-e, per dio, em um ptmr ind muinto uperior o do tolerdo pel Orgnizção Mundil de Súde. Entre o etdo nortit, pen o Ampá, com, de prto cerino, encontr-e próximo o nível recomenddo pel OMS. Rondôni, por outro ldo, preent o índice regionl mi elevdo (,). Aim, tnto Região Norte qunto o Bril têm ind tref importntíim de reduzir o prto ceáreo nívei coniderdo ceitávei. TABELA Bril e Região Norte Número e proporção de prto cerino Pí, Região e etdo Prto cerino N º Bril.., Região Norte., Rondôni., Acre., Amzon., Rorim., Prá., Ampá., Tocntin., Fonte: Minitério d Súde. Sitem de Informçõe obre Ncido Vivo.. NA AZÔNIA
42 Mortlidde mtern O Minitério d Súde etbeleceu, em, o Di Ncionl de Redução d Mortlidde Mtern, reconhecendo que o cuiddo recebido pel mulhere durnte getção e o prto erm muito limitdo. Um do problem de úde públic de impcto violento, direto e imedito obre condiçõe de obrevivênci d crinç é mortlidde mtern. Qundo mãe morre durnte ou pó o prto, condiçõe de vid e de obrevivênci do bebê ficm erimente fetd. Cerc de d morte por cu mtern podem er evitd trvé d doção de medid reltivmente imple, que conduzm à melhori d qulidde d itênci médico-hopitlr e grnt o ceo o erviço de úde (BEMF, ). A úde d mulher foi reconhecid interncionlmente, no Encontro Mundil de Cúpul pel Crinç () e n ª Conferênci Mundil obre Mulhere (), e em muito outro, como fundmentl pr o deenvolvimento d crinç. No entnto, per do eforço pr melhorr condiçõe de úde e bem-etr d mulhere no mundo, ind peritem elevd tx de mortlidde mtern. No Bril, preocupção com mortlidde mtern vem gnhndo corpo, epecilmente prtir d últim décd. O Minitério d Súde etbeleceu, em, o Di Ncionl de Redução d Mortlidde Mtern, reconhecendo que o cuiddo recebido pel mulhere durnte getção e o prto erm muito limitdo, principlmente n regiõe meno deenvolvid do pí, como o Norte e o Nordete. Outr inicitiv que motr preocupção com condiçõe de úde d mulher brileir n efer governmentl foi inturção de um Comião Prlmentr de Inquérito (CPI) n Câmr do Deputdo Federi, em, pr purr cu d elevd incidênci de morte mtern. Concluiu-e que redução d mortlidde mtern etá ocid quetõe que ultrpm itênci à úde e etão relciond tmbém com o não-reconhecimento e vlorizção d mulher n ociedde, pobrez e bix ecolridde. Apó u concluão, CPI enviou recomendçõe o Governo Federl no entido de que, lém d condiçõe mínim de intlçõe nitári, foem tomd medid relciond à educção, à quetõe ocioeconômic e o ceo à Jutiç, pr que pudee er reduzido o grve qudro (Reltório, ). Inicitiv de nível locl n Região Norte tmbém têm ido tomd, tnto pel efer governmentl qunto por orgnizçõe d Sociedde Civil (como o Progrm de Combte à Fome, no Acre; o trblho d Ptorl d Crinç; execução do Progrm Súde e Alegri; o projeto Ncer Bem, em Belém, entre outro), com o intuito de reduzir morte mtern e grntir melhori n condiçõe de úde de mãe e de crinç. Em, o Minitério d Súde regitrou. óbito de mulhere devido complicçõe n grvidez, no prto e pó-prto. No entnto, etim-e que ocorrm, cd no,. óbito mterno. E ignifictiv diferenç provém, em grnde medid, d dificuldde de e relizr corret notificção d morte proveniente de complicçõe do período grvídicopuerperl, o que, muit veze, implic um grnde ub-regitro de cu de morte. Ao longo d décd de, o Minitério d Súde contbilizou um ligeiro umento do regitro de co de morte mtern no Bril. Em, mulhere que morrerm em decorrênci de complicçõe n getção, prto e pó-prto form., en- NA AZÔNIA
43 qunto em o óbito chegrm., conforme já menciondo. Ete crecimento não deve er creditdo o umento d mortlidde mtern em i, m à melhori d qulidde do regitro n declrçõe de óbito. Com be no ddo do Minitério, pode-e etimr tx de mortlidde mtern no Bril, no período -, em torno de óbito por. ncido vivo. Pr o Norte, o vlor correpondente por. ncido vivo itu-e perto de óbito, omente inferior à do Sul (Minitério d Súde, ). Em, d morte mtern regitrd,, ocorrerm n Região Norte. Outr informçõe com relção à mortlidde mtern n Região Norte form obtid prtir de pequi relizd pel Secretri Municipi de Súde de Belém () e de Mnu (), em e, repectivmente (UNICEF, SESMA, ; UNICEF, SEMSA, ). A rzão de mortlidde mtern etimd pr ee município foi de e morte por mil ncido vivo, repectivmente. No entnto, cbem lgum coniderçõe obre ti reultdo: técnic empregd tnto pr etimtiv citd como pr que form elbord prtir do ddo d PNAD foi o método d irmã (Grhm, Br, Snow, ), que tem eu mérito e devntgen. A principl vntgem do método é eu bixo cuto devido o número pequeno de informçõe neceári pr relizr etimtiv de mortlidde mtern. No entnto, o reultdo tendem er ubtncilmente meno precio que o indicdore de mortlidde infntil e n infânci etimdo por método indireto, o que ger problem de interpretção. Além dio, etimtiv reultnte dee método e referem um período proximdo de no nte d relizção d pequi, não endo, portnto, dequd pr nlir mortlidde mtern ocorrid recentemente (UNICEF, ). UNICEF/BRZ/Jcque Schwrztein O nível educcionl d mulhere-mãe Atingimo, no último no, um nível de ecolrizção ( d populção em idde ecolr mtriculd em ) que, embor não ej o idel, motr progreo em relção à décd pd. A tx de ecolrizção não ão, contudo, mem em tod áre do pí, nem em tod mplitude de eu epectro ocil. N regiõe mi ditnte do Centro-Sul el ind têm muito evoluir, im como, de modo gerl, entre o etore meno fvorecido d ociedde. Há coneno de que progreo n educção e n lfbetizção d mãe tendem reduzir mortlidde e influencir poitivmente outro indicdore de qulidde de vid d crinç. Et influênci e verific, principlmente, pel importânci que mulhere dão o bem-etr do filho e pel oportunidde que têm de exercer influênci obre deciõe fmilire. A cpcitção profiionl d mulher tem eguido no memo entido e, lém dio, prece ter forte influênci n redução do preconceito contr mulher, o que tem reflexo direto obre obrevivênci, epecilmente d menin. Muito píe, entre o qui o Bril, têm relizdo eforço no entido de umentr ecolridde d mulhere. N últi- NA AZÔNIA
44 UNICEF/BRZ/Mil Petrillo m décd, mplição do erviço de educção públic no pí permitirm que mulhere foem grnde beneficiári do proceo. Foi implementd um érie de progrm eductivo, incluive pr lfbetizção de dulto, que prm produzir bon reultdo qunto à ecolridde d populção brileir. Em, hvi no Bril mi de milhõe de peo não-lfbetizd com no e mi de idde, correpondendo um tx de nlfbetimo d ordem de,. Em, o nlfbeto ne fix etári erm pouco mi de milhõe (, d populção com no ou mi de idde). Em, diferenç d tx de nlfbetimo entre homen e mulhere no Bril er btnte reduzid, conforme motr Tbel (, de nlfbeto entre o homen e, entre mulhere). E diferenç e reverteu durnte o no e, em, proporção de mulhere nlfbet já er inferior à do homen. Verificou-e, portnto, mior progreo n lfbetizção feminin que n mculin nquel décd. N Região Norte, tendênci de qued do nlfbetimo feminino foi mi inten do que obtid pr todo o pí. Diferentemente do retnte do pí, já em mulhere erm mi lfbetizd que o homen d região. Durnte o no novent, o nível de lfbetizção feminino continuou crecer mi que o mculino, e o percentul de mulhere nlfbet recuou de, pr, n décd. Entre o etdo d região, Ampá e Rondôni ão o que preentvm menore tx de nlfbetimo feminino, tingindo, em,, e,, repectivmente. Por outro ldo, o Acre preentv mi elevd tx d região (,), não obtnte o progreo obtido durnte o no. Em termo de oportunidde educcioni, o enino fundmentl, tnto pr o conjunto do Bril como pr Região Norte, benefici homen e mulhere em proporçõe proximdmente igui d populção. No enino médio e no uperior, no entnto, é ignifictiv uperioridde d prticipção feminin. No Bril, em, hvi, milhõe (, do totl) de homen mtriculdo e, milhõe (,) de mtrícul feminin no enino médio. N Região Norte, prticipção feminin er ind mi expreiv, com vlore de, repectivmente,, e,. No enino uperior, mtrícul de mulhere correpondem, do totl. Muito provvelmente, mior proporção de mtrícul feminin no enino médio e no nívei uperiore etá relciond o bndono do etudo pel entrd no mercdo de trblho, fenômeno corrente no Bril e que tinge, em mior gru, populção mculin. TABELA Bril e Região Norte Tx de nlfbetimo d populção com no e mi de idde egundo exo - / Sexo Bril Região Norte Totl,,,, Homen,,,, Mulhere,,,, Fonte: IBGE. Ceno Demográfico. e NA AZÔNIA
45 Trblho e rend A miv e celerd chegd d mulhere o mercdo de trblho configur um d mi mrcnte trnformçõe do etor econômico regitrd n últim décd. O fenômeno é mundil e o Bril não foge à regr. Em noo pí, tx de tividde d populção feminin pou de em pr, em. Em, já tingi o ptmr de,, correpondente mi de milhõe de mulhere trblhdor. A Região Norte, por u vez, chegou em com percentul de, d mulhere relizndo lgum tividde econômic. No co do Bril, preiond por um conjuntur econômic dver, miori d mulhere ingre no mercdo de trblho com o objetivo primeiro de complementr rend fmilir. No co d fmíli em que o vlor gregdo pel mulhere o orçmento fmilir não é uficiente pr grntir mnutenção báic do grupo domético e em que o erviço de tendimento à crinç (creche ou pré-ecol, por exemplo) não oferecem vg uficiente e/ou de qulidde, inerção d mulher no mercdo de trblho pode ter coneqüênci btnte negtiv pr o deenvolvimento d crinç de meno de no. Qundo mulher-mãe não pode cuidr de eu filho durnte o di e não encontr meio de colocá-lo em um creche de qulidde, outro rrnjo de itênci à crinç (rrnjo no qui crinç menore ficm, gerlmente, com vizinho ou irmão mi velho) ão dotdo pr permitir que e mulher tenh ceo o mercdo de trblho e po, im, contribuir minimmente pr o eu utento e o de u fmíli (Bruchini, ; Oliveir, ). Nee contexto, dipridde lrii entre mulhere e homen fetm diretmente condiçõe de deenvolvimento d crinç. Aper de terem ido reduzid o longo do último no, e dipridde ind não form uperd. Pr o Bril, em, médi lril d mulhere er de, lário mínimo, pndo pr, no no e permnecendo btnte inferior à do homen (, lário mínimo). N Região Norte, médi lril d mulhere ficou ind mi bixo, etbilizndo-e em, lário, num ptmr muito inferior o d médi ncionl (Mi, Lir, ). Coniderndo-e, lém dio, injut ditribuição intr-fmilir d tref dométic de homen e mulhere, ou ej, o fenômeno d chmd egund jornd de trblho domético que deve er umid pel mulhere trblhdor, fic conoliddo um qudro btnte defvorável pr crinç de fmíli de bix rend, filh de mãe trblhdor. É por io que qulquer polític ocil que tenh por finlidde beneficir trblhdor deveri bucr não ó iguldde no mercdo de trblho e proteção pr trblhdor que ão mãe, m tmbém crir mecnimo que vibilizem um nov divião de ppéi n fmíli, com todo o eu integrnte prtilhndo tnto reponbilidde profiioni qunto dométic (Bruchini, ). A Região Norte chegou em com percentul de, d mulhere relizndo lgum tividde econômic. NA AZÔNIA
46 » Ecol Fmíli Agrícol do Pcuí UNICEF/BRZJ/Dnil Cl MAIS INFORMAÇÕES: Ecol-Fmíli Agrícol do Pcuí Rodovi Mcpá-Cuti, Km Cix Potl Mcpá AP - Telefone: () - e - E-mil: [email protected] N região do Pcuí, no etdo do Ampá, miori d populção é formd por pequeno produtore ruri, e monocultur de mndioc é principl be de utentção de fmíli. Em, foi crid Ecol-Fmíli Agrícol do Pcuí, por um grupo de pdre itlino, com o poio d Aocição d Fmíli d Ecol- Fmíli Agrícol do Pcuí (Afefrp), d Diocee de Mcpá, de intituiçõe ocii municipi, federi, etdui e de um orgnizção não-governmentl itlin. Inicilmente, foi implntdo o primeiro gru, correpondente o enino fundmentl, com lgum tividde prlel em gricultur. Atulmente, Ecol-Fmíl preent crinç e dolecente mtriculdo no enino fundmentl com qulificção em gricultur e no enino médio com educção profiionl em gricultur, mbo reconhecido pel Secretri Etdul de Educção. O item de enino é bedo no internto e n lternânci: o luno pm di n ecol e di com fmíli, trnmitindo o novo conhecimento. A Ecol é um modelo de educção permnente que envolve luno, profeore, pi e comunidde no proceo de enino-prendizgem. Integrd à comunidde rurl, el oci teori e prátic n formção do luno. O filho, portnto, prendem e repm pr produção do pi nov técnic grícol dptd à região e à condiçõe finnceir do pequeno produtor, incentivndo tmbém o cultivo lterndo de nov cultur, como fruticultur, mi lucrtiv que mndioc. De form, evit-e o êxodo rurl, já que menino e menin não precim ir pr cidde com finlidde de continur o etudo, e e qulific populção locl, proporcionndo um deenvolvimento utentável. NA AZÔNIA
47 Poição d mulher n fmíli no que diz repeito à u ecolridde, como motrm o ddo do ceno demográfico de e (Tbel ). Imgin-e que, no futuro, ee gnho deverão ter repercuão f- O qudro decrito no tópico nterior e grv, nturlmente, no co d crinç pequen, filh de mãe chefe de domicílio. A concentrção em um únic peo (ej el mulher ou homem) de funçõe trdicionlmente dividid entre mrido e mulher (limpez, lvgem de roup, preprção de limento, compr e gerção de rend) tende, n fmíli de menor rend, ter impcto negtivo obre qulidde d tenção e do cuiddo pretdo à crinç. Pr fin d nálie d condiçõe de deenvolvimento d crinç de no, ete tem é importnte, um vez que, no Bril, per de recente, o umento d proporção de mulhere que umem o ppel de provedor do lr tem contecido de form celerd e muito mrcnte. Em,, d fmíli em todo o Bril etvm ob reponbilidde de um peo do exo feminino, gerlmente mãe, podendo exitir o co de vô, ti, irmã mi velh, e outr peo do exo feminino. N Região Norte, ee percentul er de,, m lgun etdo upervm médi ncionl. Er o co do Ampá, que regitrr, d fmíli tendo como reponável do domicílio peo do exo feminino, eguido do Amzon (,) e do Acre (,). Aim, n Região Norte, pouco meno de em cd domicílio etvm, em, ob reponbilidde de mulhere, o que repreentv um lto percentul de lre em que et tinhm que redobrr eu eforço pr poder oferecer itênci, compnhi e poio à crinç, o que, em condiçõe de pobrez, é ind mi difícil. Durnte últim décd umentou no pí proporção de domicílio com mulhere em poição de chefi, que chegrm, do totl em (Tbel ). A mem tendênci foi verificd n regiõe brileir, e Região Norte não ficou ient dee proceo. Em,, do lre nortit já erm chefido por mulhere. Durnte últim décd umentou no pí proporção de domicílio com mulhere em poição de chefi, que chegrm, do totl em. TABELA Bril e Região Norte Peo reponávei pelo domicílio por exo - Pí e região Peo reponávei pelo domicílio Totl Mulhere T otl Proporção ( ) Bril...., Norte..., Fonte: IBGE. Ceno Demográfico.. N décd de, compnhndo tendênci de umento do nívei de educção d populção feminin no eu conjunto, mulhere chefe de domicílio uperrm o homen NA AZÔNIA
48 TABELA Bril Um fto poitivo é que, per de permnecer em ptmre btnte elevdo no Bril, diminuiu de, pr,, entre e, proporção de crinç menore de no que vivem em fmíli chefid por mulhere que recebem meno de lário mínimo. No co d Região Norte, et proporção er de, em e itução é tnto mi crític qundo e be que mulher chefe de domicílio d Região Norte tem remunerção bem inferior à de u correpondente do retnte do pí. Qundo conidermo o conjunto d mulhere chefe de domicílio, verificmo que proporção de crinç de no pel qui el ão reponávei umentou nee memo período, pndo de, pr,. Ete umento compnh elevção vorável pr fmíli, pr ociedde e pr o próprio etor produtivo. No preente, contudo, o que vle pr o conjunto d populção feminin economicmente tiv, vle tmbém pr mulhere reponávei por domicílio, que continum obter um rendimento médio menl btnte inferior o do homen: R$, contr R$,. Metde de mulhere tem que utentr u fmíli com rendimento inferior, lário mínimo. Médi de no de etudo do reponávei pelo domicílio por exo - / Sexo Fonte: IBGE. Ceno demográfico. e. Médi de no de etudo do reponávei pelo domicílio (A) (B) Vrição (B - A) Totl,,, Homen,,, Mulhere,,, Crinç vivendo em domicílio chefido por mulhere d proporção d mulhere que ão chefe de domicílio entre e, como foi vito nteriormente. Concluímo que o pdrõe de orgnizção fmilir no Bril e n região repercutem em muito co de form defvorável obre condiçõe de deenvolvimento d crinç pequen, principlmente obre quel que vivem em fmíli n qui mulhere ão reponávei pelo domicílio. Ettiticmente, probbilidde de fmíli monoprenti chefid por mulhere erem pobre é ignifictivmente mi elevd do que de fmíli biprenti. Em prticulr, fmíli chefid por mãe pouco ecolrizd e com filho pequeno preentm lt chnce de erem muito pobre (Minitério d Jutiç, ). NA AZÔNIA
49 Violênci dométic contr mulher A violênci contr mulher e contitui em problem mundil que independe de idde, cor, etni, religião, ncionlidde, opção exul ou condição ocil. N últim décd, vem endo coniderd como um quetão de úde públic, devido à mgnitude que o problem brc, tnto em termo do número de vítim, qunto em termo de recuro que têm de er dependido pr cobrir u coneqüênci (Rede, b). Qundo mulher etá ujeit à violênci, crinç tmbém ão fetd, já que mãe não tem condiçõe de proteger eu filho. Ao contrário do que dit o ceno comum, o epço domético é o mbiente onde ocorrem, com mior freqüênci, greõe contr mulhere e crinç. Cu etrnhez, pr muito, ber que é no próprio lr, onde mulhere e crinç deverim etr mi protegid, que ocorre mior número de greõe. Segundo Rede Feminit de Súde (b), com be em informçõe interncioni, o rico de um mulher er gredid em c, pelo mrido, ex-mrido ou tul compnheiro, é nove veze mior do que o de ofrer lgum violênci n ru. N últim décd, o problem d violênci dométic pou er coniderdo como um problem ocil que preciv er enfrentdo. E mudnç de ótic d quetão foi coneqüênci d lut empreendid pel mulhere contr dicriminção. O Bril, compnhndo tendênci interncionl de plicção de polític públic voltd pr buc de oluçõe pr ete problem ocil, criou Conelho Etdui de Direito d Mulher, Delegci de Políci de Defe d Mulher, c-brigo pr vítim de violênci dométic, c de poio, centro de orientção ocil, jurídic e picológic, cmpnh publicitári pr dr informçõe obre direito humno e recuro exitente. Além dio, n décd de, o governo brileiro rtificou vário trtdo e convençõe interncioni, ti como: Conferênci Mundil do Direito Humno (Vien, ), Conferênci Interncionl obre Populção e Deenvolvimento (Ciro, ), Convenção Intermericn pr Prevenir, Punir e Errdicr Violênci contr Mulher (Belém do Prá, ) e Conferênci Mundil obre Mulher (Pequim, ). Não obtnte o eforço do pí em enfrentr o problem d violênci dométic, o reultdo ind ão inuficiente no tocnte à polític públic. Aper do número de Delegci de Atendimento à Mulher (DE) ter umentdo de pr no período de (Minitério d Jutiç, ; Rede, ), el não cobrem nem do totl de município exitente no pí, e etão ditribuíd de form irregulr pelo território ncionl, privilegindo principlmente cpiti e o grnde centro urbno. No Norte etão d delegci, enqunto o Sudete concentr e Sul, Nordete e Centro-Oete contm com, e, repectivmente. Em, no Bril, form regitrdo. co de violênci contr mulher e, em, form.. E ignifictiv elevção d notific- çõe derivou do umento do número de delegci e d mior concientizção que mulhere prm ter do eu direito. Aper do expreivo umento d notificçõe obre greõe contr mulhere, ee vlore não repreentm itução rel do problem, por não incluir o delito regitrdo n delegci comun, que tmbém recebem denúnci obre greõe contr mulhere (Rede, ). N Região Norte, em, form regitrdo mi de, mil queix preentd por mulhere n delegci epecilizd (Minitério d Jutiç, ). Entre o crime mi notificdo, detcm-e: meç (, do totl de ocorrênci), leão corporl (,) e vi de fto (,), compnhndo o memo comportmento do retnte do pí. No entnto, qundo e trt d vi de fto, mulhere nortit regitrm mi ete tipo de delito que demi (, n região contr, no pí), o que ignific que pnhm mi do que brileir d outr regiõe. O etdo d Região Norte que preentm mior número de Delegci d Mulher ão Prá (), Tocntin () e Rondôni (). No entnto, ee etdo com mior prto intitucionl ão, jutmente, o que detém o menore volume de regitro por delegci (, e queix regitrd, repectivmente), enqunto Amzon e Acre, com número reduzido de poto policii, contbilizm um grnde volume de queix (em torno de, mil e, mil queix, repectivmente) em. NA AZÔNIA
50 UNICEF/BRZJ/Dnil Cl NA AZÔNIA
51 AS CONDIÇÕES DE SAÚDE DA CRIANÇA AS ARENTES contrdiçõe entre o vnço ocii, tecnológico e científico lcnçdo pel ociedde e exitênci, peritênci, urgimento e reurgimento de doenç coniderd uperd, ão expreão do lto gru de complexidde do contexto em que e inere quetão d úde. Ftore geográfico, culturi e deiguldde ocii e obrepõem un o outro, qundo nlimo itução de úde d crinç n Região Norte. O cuiddo com mãe durnte getção, condiçõe do mbiente, o ceo à vcinção, neceidde de e crir um tendimento diferencido pr um populção diferencid como indígen, tão ignifictiv n região, or ftm, or proximm o perfil d crinç d Região Norte do perfil de outr crinç do Bril. Ftore geográfico, Mortlidde infntil culturi e deiguldde ocii e obrepõem un o O nívei e tendênci de evolução d mortlidde infntil têm ido objeto de preocupção, não ó por prte de orgnimo interncioni (UNICEF, PNUD, OS, etc.), m tmbém ncioni, exemplo do Minitério d Súde e Secretri Etdui e Municipi de Súde, um vez que ind exitem mpl áre no pí onde eu vlore ão coniderdo extremmente elevdo, qundo comprdo o pdrõe interncioni. Conhecer o nívei correto dee indicdor é, portnto, de fundmentl importânci pr dequção e reorientção d polític públic de úde, com vit à melhori d condiçõe de obrevivênci d crinç. Como um do principi indicdore d condiçõe e d qulidde de vid de um populção, mortlidde infntil dquire epecil importânci pr intituiçõe governmenti, não-governmenti ou gênci interncioni voltd pr dicuão, elborção e execução de polític, plno e progrm direciondo à populçõe de bix rend. No Bril, ão rígid norm de repe e controle de recuro reervdo o finncimento de tividde loci (municipi) e, nel, competênci e trnprênci dminitrtiv têm ppel primordil. De form, o compnhmento e vlição do projeto e progrm vêm gnhndo empre mior importânci no procedimento dminitrtivo que determinm locção de recuro finnceiro. Em prticulr, condiçõe exitente pr o monitormento competente e contínuo do indicdore ocii e, epecilmente, evolução dee indicdore, terão ppel mi determinnte em todo ee proceo. outro, qundo nlimo itução de úde d crinç n Região Norte. NA AZÔNIA
52 UNICEF/BRZ/Mil Petrillo Nete contexto, o nível de mortlidde infntil deve er permnentemente compnhdo trvé de informçõe confiávei e com bo cobertur. O getore de úde de grnde prte do Bril ind enfrentm o defio de equcionr e reolver o problem d cobertur e d qulidde do ddo obre óbito e ncimento, utilizdo no cálculo d tx de mortlidde infntil. A grnti do compnhmento competente do nívei de mortlidde d crinç cuj opercionlizção cut pouco pr dminitrção contitui um d condiçõe báic pr que municiplidde concorr com vntgem n obtenção de recuro pr o combte à mortlidde d crinç. No Bril, qulidde d ettític viti (ncimento e óbito, levntd pelo Regitro Civil), ind é crcterizd por deficiênci importnte relciond problem de cobertur, prticulrmente n áre de menor deenvolvimento ocioeconômico, como é o co do Norte e Nordete do pí. A ettític obre óbito de crinç com meno de um no de idde etão incluíd nete contexto de deficiênci. Em contrpoição, n regiõe Sudete e Sul do Bril, o ub-regitro dee evento é hoje de bix mgnitude, o que vem permitindo utilizção d ettític viti do IBGE, do Sitem de Informçõe obre Mortlidde (SIM) e do Sitem de Informçõe obre Ncido Vivo (SINASC) do Minitério d Súde, como fonte pr o cálculo direto d tx de mortlidde infntil. No co do Norte e Nordete, ee cálculo tem ido hitoricmente relizdo medinte utilizção de procedimento demográfico próprio, plicdo à repot de pergunt obre filho ncido vivo e filho obrevivente feit tod mulhere com no e mi de idde, incluíd no ceno demográfico brileiro dede, im como n Pequi Ncioni por Amotr de Domicílio PNAD. Entretnto, nte de prmo pr nálie do reultdo d etimtiv d mortlidde infntil obtid prtir d utilizção dee procedimento demográfico, preentmo, logo bixo, um breve reumo do indicdore de ub-notificção de ncimento e óbito (totl e infntil) reultnte d Ettític do Regitro Civil. Ncimento A comprção do ncimento ocorrido e regitrdo no no com o número eperdo dee evento, etimdo pelo IBGE, indicvm que, no Bril, o ubregitro vriv entre e n décd pd, umindo vlore mi bixo em no eleitori e mi elevdo no retnte do período (Tbel ). A ituçõe mi crític ão encontrd no Norte e Nordete, onde o vlore do regitro trdio de ncimento tingem, repectivmente, cifr de mi de e de no no não-coincidente com eleiçõe. Como grvnte dete qudro, há de e coniderr que ete vlore ofrem um ditorção (vié) uplementr, por regitrr, nee no eleitori, o impcto de ignifictivo volume de regitro de ncimento de peo de mi de no, fenômeno ind crcterítico pr regiõe Norte e Nordete, m não mi n regiõe Sudete e Sul. Ete fto reflete, clrmente, grnde diferenç que crcterizm o proceo de deen- NA AZÔNIA
53 TABELA Bril e grnde regiõe Etimtiv do ub-regitro de ncimento / Ano Pí e regiõe Bril Norte Nordete Sudete Sul Centro-Oete,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, Fonte: IBGE. Ettític do Regitro Civil, Reultdo Preliminre do Ceno Demográfico. e IBGE/DEPIS. Projeto UNF/Bril (BRA/ P) Sitem Integrdo de Projeçõe e Etimtiv Populcioni e Indicdore Sócio-Demográfico. (mimeo). Not. O número em zul correpondem o no eleitori volvimento econômico e ocil n diferente regiõe do pí. O Norte e, principlmente, o Nordete, ficrm por muito tempo à mrgem dee proceo, ó e integrndo de mneir mi forte em époc mi recente. No doi último no d décd pd, em função d cmpnh do Regitro Civil, etimtiv do ub-regitro tingirm eu menore vlore, itundo-e em torno de pr o pí como um todo. No Norte e Nordete o nívei tmbém preentrm redução ( no Norte e no Nordete), permnecendo, contudo, em um ptmr muito elevdo. Ret ber e e tendênci de declínio do ub-regitro erá mntid ou e el é pen fruto d cmpnh. Nete último co, correrá o rico de pr por um ciclo de decontinuidde crcterítico dee tipo de intervenção, podendo voltr preentr, poteriormente, comportmento invero. Coniderndo nálie pr o etdo, oberv-e que ee, de um modo gerl, eguem tendênci obervd n regiõe d qul fzem prte (Gráfico ). N Região Norte, à exceção de Rondôni, Acre e Ampá, que preentm regitro trdio de ncido vivo um pouco inferiore, o vlore uperm e cifr. Verificmo im, que informçõe preentd pontm pr um qudro de diferenç, tnto regioni como etdui, lertndo-no pr o cuiddo que e deve ter no cálculo de tx de mortlidde. Com índice elevdo de ub-regitro de ntlidde, fic invibilizdo o cálculo direto d tx de mortlidde infntil pr miori do etdo brileiro, obretudo pr o do Norte e Nordete. Ete fto no obrig recorrer procedimento lterntivo de técnic demográfic em noo eforço de obtenção dee importnte indicdor. NA AZÔNIA
54 GRÁFICO Proporção de regitro de ncimento trdio egundo Unidde d Federção, Óbito Se, por um ldo, eri poível olucionr, em curto przo de tempo, o problem reltivo o número de ncimento regitrdo, componente do denomindor d tx de mortlidde infntil, por outro, mgnitude det tx vi depender tmbém de eu numerdor, ou ej, do totl de óbito infnti. Em relção et vriável, itução é bem mi complex, poi mgnitude do ub-regitro que el etá relciond é mior que obervd pr o ncimento, não ó pr o pí como um todo, m tmbém n áre geográfic que o compõem, ejm el regiõe, o etdo, microrregiõe ou o município. É btnte elevd () omião de óbito infnti (menore de um no de idde) no pí como um todo (Gráfico ), endo reflexo do miore índice de ub-regitro que ão conttdo no Norte e Nordete. Nel, o índice preentm lgum vriçõe o longo d décd, mntendo-e em ptmre médio em torno de e, repectivmente. O qudro do problem relciondo à ub-notificção do ncimento, óbito e óbito infnti reflete, clrmente, o gru de deiguldde de ceo determindo ben e erviço, não ó econômico, ocii, m tmbém de úde. O bixo nívei de remunerção, o índice de nlfbetimo funcionl ind elevdo, tnto no Norte como no Nordete, ão lgun ftore que vêm e reproduzindo o longo d décd e que devem etr relciondo com mnutenção do ub-regitro. A reprodução do ciclo ncer e morrer for d ettític oficii pen erá rompido pel perevernç do reponávei pel colet d informçõe e, principlmente, pel progreiv inerção, n ociedde, do egmento populcioni hoje excluído, fcilitndo eu ceo o ben e erviço que não etão diponívei pr tod populção, como pré-requiito pr tomd de conciênci d ciddni. Somente de form etrá grntid melhor do item de regitro de ncimento e de óbito. NA AZÔNIA
55 GRÁFICO Bril, Regiõe Norte e Nordete - Sub-regitro de óbito de menore de no - / Fonte: IBGE. Ettític do Regitro Civil e IBGE/DPE/DEPIS() A etimtiv d mortlidde infntil A tx de mortlidde infntil, etimd com be no ceno de (Tbel ), preentm tendênci de qued o longo d décd de. Pr o Bril como um todo, mortlidde declin de, óbito de menore de no por mil nci- TABELA Bril e Grnde Regiõe Tx de Mortlidde Infntil / Ano Pí e regiõe Bril Norte Nordete Sudete Sul Centro-Oete,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, Fonte: IBGE. Ceno Demográfico.. NA AZÔNIA
56 Coniderndo-e o etdo d Região Norte, oberv-e que, em todo, ocorreu diminuição no índice de mortlidde infntil durnte décd de. do vivo, em, pr, óbito em. Ou ej, um qued de proximdmente. A Região Nordete, que preentv um tx de mortlidde infntil de, no início d décd, cheg o finl com um tx de, um declínio de que, ou ej, o mior dentre regiõe nlid. N Região Norte, mortlidde infntil ciu,, vlor próximo o d demi regiõe. É importnte enftizr que regiõe Sudete, Sul e Centro- Oete já e encontrm num ptmr onde o nível d mortlidde infntil é reltivmente bixo, em torno de, de form que qued futur, ne áre, deverão er cd vez mi lent, o contrário d Região Nordete, que ind preent índice que ão mi do que o dobro do obervdo nquel regiõe. A Região Norte empre preentou vlore levemente inferiore à médi ncionl, endo que etimtiv pr o finl d décd eri de, óbito infnti por mil ncido vivo. A tendênci de declínio n região deverá ficr entre d Região Nordete e do retnte do pí. Coniderndo-e o etdo d Região Norte (Tbel ), oberv-e que, em todo, ocorreu diminuição no índice de mortlidde infntil durnte décd de, endo et qued mi centud no etdo de Rorim () e de Tocntin (). Amzon e Ampá preentrm menore reduçõe durnte o período () e o etdo retnte tiverm reduçõe em vlore intermediário (entre e ). Se coniderrmo que exite forte ocição entre tx de mortlidde infntil e ecolridde d mãe, explic-e o porquê d mior tx obervd no Acre. Nete etdo e no Tocntin, o número médio de no de etudo d populção de no e mi é de,, contr, no Ampá e, em Rorim. O contrte e tornm mi importnte à medid em que e degregm o ddo no interior do etdo. Há grnde vriçõe n tx entre microrregiõe de um memo etdo, podendo um microrregião ter mi que o dobro d tx de mortlidde infntil de outr do memo etdo (Tbel ). Em, Amzon e Prá preentvm miore dicrepânci entre tx microrregioni, com diferenç de, e,, repectivmente. Se comprrmo, gor, vriçõe em microrregiõe de tod Região Norte, o contrte e gu- TABELA Região Norte Tx de Mortlidde Infntil e vrição reltiv () - / Etdo Tx de mortlidde infntil Vrição reltiv () Rondôni,, -, Acre,, -, Amzon,, -, Rorim,, -, Prá,, -, Ampá,, -, Tocntin,, -, Fonte: IBGE. Ceno Demográfico.. NA AZÔNIA
57 perfil (Tbel ). Segundo o Minitério d Súde, em, n Região Norte, e doenç erm reponávei por d cu de óbito entre o menoçm. Aim, tx de mortlidde infntil de Briléi, no Acre (,), é que trê veze de Bo Vit, em Rorim (,). No entnto, per d elevd TABELA Região Norte De que morrem crinç n Região Norte? A crinç brileir continum morrendo por doenç infecto-pritári, entre el doenç dirreic, m etá hvendo um mudnç nee mortlidde infntil do Acre, qulquer etdo d Região Norte tem pelo meno um microrregião com mortlidde uperior à de Cruzeiro do Sul (menor tx do etdo). Miore e menore tx de mortlidde infntil por microrregiõe - Etdo Rondôni Acre Amzon Rorim Prá Ampá Tocntin Tx mi elevd Microrregião TMI Fonte: IBGE. Ceno Demográfico. e Minitério d Súde: Simõe () TABELA Região Norte Cu Tx mi bix Microrregião TMI Diferenç reltiv() Ccol, Ji-Prná,, Briléi, Cruzeiro do Sul,, Cori, Juruá,, Sudete de Rorim, Bo Vit,, Prupeb, Almeirim,, Ampá, Mcpá,, Bico do Ppgio, Gurupi,, Cu de óbito de crinç menore de no de idde () - e de morte Período Doenç infeccio e pritári,, Doenç repirtóri,, Afecçõe perinti,, Demi cu,, Tod cu*,, Fonte: Minitério d Súde. Sitem de Informçõe obre Mortlidde. e. Not: * Não incluíd cu ml-definid. NA AZÔNIA
58 re de um no. Em, o percentul ciu pr,. O ddo do Minitério d Súde motrm ind que todo o etdo vêm preentndo declínio d doenç infecto-pritári dede. Qunto à doenç repirtóri, que n Região Norte erm reponávei, em, por, do óbito de crinç menore de um no, el prm em, pr crinç dee memo grupo. Relte-e que doenç origind no período perintl, muit del coneqüênci d bix cobertur de pré-ntl e d itução de úde e de nutrição d mãe, umentm u prticipção reltiv à medid em que decrecem cu evitávei como dirréi e doenç repirtóri. Tl itução é crcterític d regiõe em que mortlidde infntil etá em declínio. Num proceo de trnição d mortlidde infntil de nívei muito elevdo pr nívei inferiore, como o que ocorre, n últim décd, no Bril e n Região Norte, primeir cu de óbito que ofrem redução ão quel que podem er evitd pel expnão e primormento do erviço de úde. A mior ofert e melhor qulidde do erviço de úde voltdo pr o tendimento d crinç podem contribuir pr ignifictiv redução d tx de mortlidde infntil, memo qundo condiçõe ocii de um região ou de um pí pm por um período de etgnção. Aceo erviço de úde mterno-infntil e de conelhmento N Região Norte, bix cobertur do exme de pré-ntl (ver Cpítulo ) etá relciond, entre outro, à tmbém reltivmente bix cobertur do Progrm de Agente Comunitário de Súde e de Súde d Fmíli. A tbel fz ver que, ne região, cobertur dee progrm coniderdo etrtégico pr prevenção e promoção d úde mterno-infntil em comunidde de bix rend e bix ecolridde, ind ão muito inferiore à lcnçd no Nordete. O tul etágio de implementção dee progrm fet diretmente úde d crinç de meno de no. É importnte reltr que, pr o conjunto do pí, bix cobertur dee doi progrm (, e,) e deve à bix cobertur regitrd n regiõe Sudete, Sul e Centro Oete. Et últim, mi ric do pí, coneguem grntir cuiddo primário de úde à populção trvé de u rede de Centro de Súde que, como e verá n Tbel, preentm um relção mi fvorável entre o número de Centro de Súde em operção e populção demndnte. A Tbel deix clro tmbém que, n flt de recuro finnceiro e humno, o etdo mi pobre têm mplido u rede de Poto de Súde, e não têm coneguido fzer o memo no que diz repeito o Centro de Súde. E comprçõe mermente quntittiv d rede etdui e regioni de Poto de Súde e Centro de Súde deixm deejr, por não incluírem ftore deciivo como dimenõe e cpcidde de tendimento e de reolubilidde de cd um d unidde, à quntidde de NA AZÔNIA
59 TABELA Bril, regiõe e etdo d Região Norte Porcentgem d populção cobert pelo CS e pelo PSF - BRASIL Regiõe/Etdo d populção com cobertur do CS d populção com cobertur do PSF BRASIL,, Região Norte,, Rondôni,, Acre,, Amzon,, Rorim,, Prá,, Ampá,, Tocntin,, Região Nordete,, Região Sudete,, Região Sul,, Região Centro-Oete,, Fonte: Minitério d Súde - Sitem de Informçõe de Atenção Báic (SIAB)/IBGE - Ceno médico, enfermeiro e técnico e o equipmento diponívei em cd um del. Coniderndo-e, contudo, que em todo ee queito regiõe mi ric do pí devem preentr, em médi, um qudro mi fvorável que o Norte e o Nordete do pí, ficm evidente frquez do item de úde de du regiõe, inferiorizd quntittiv e qulittivmente. Coniderndo-e tmbém, no co epecífico d Região Norte, proporção reltivmente importnte d populção que vive n áre ruri () e ditânci lgum veze enorme que eprm e populçõe d ede do município, configur-e um qudro complexo, que exige oluçõe critiv e urgente. TABELA Bril, regiõe e etdo d Região Norte Número de hbitnte por Poto de Súde e Centro de Súde - Bril / Regiõe Hbitnte Poto de Súde Hbitnte Centro de Súde BRASIL.. Região Norte.. Rondôni.. Acre.. Amzon.. Rorim.. Prá.. Ampá.. Tocntin.. Região Nordete.. Região Sudete.. Região Sul.. Região Centro-Oete.. Fonte: Minitério d Súde Sitem de Informçõe Ambultorii do SUS (SAI.SUS)/IBGE - Ceno NA AZÔNIA
60 » Polític municipi pr o deenvolvimento infntil em Belém UNICEF/BRZ/Mil Petrillo N cidde de Belém, cpitl do etdo do Prá, o poder público municipl intenificou, dede, eforço voltdo pr implementção de polític públic de melhori d condiçõe de deenvolvimento integrl de menino e menin de zero ei no de idde. Articulndo equipe de diferente ecretri municipi, prefeitur pou implementr, com poio do UNICEF, doi projeto que recorrem metodologi diferente pr lcnçr um memo objetivo: o de uperção do tro e de etimulção precoce do deenvolvimento infntil integrl. O Projeto Belém Crinç, coordendo pel Secretri de Educção, que etá endo implementdo no birro do Brreiro e n Ilh do Combu, benefici crinç e vi à mplição d oportunidde de informção e orientção do pi e d comunidde em gerl repeito d condiçõe neceári pr o deenvolvimento integrl de menino e menin. Além dio, bucndo integrção interetoril, o projeto prevê melhori d qulidde e cobertur do erviço público já exitente ne áre. Pr io, envolve ecretri municipi de educção, úde, fundção reponável pel polític de deenvolvimento ocil, Unidde de Educção Infntil e do Progrm Fmíli Sudável, ecol municipi, igrej e centro comunitário. A idéi é promover integrção entre diver polític públic, comunidde e fmíli. A propot não exige intlção de novo epço únificdo, onde polític e técnico d diferente ecretri e encontrem pr propicir o deenvolvimento infntil, m im que cd um do tore continue gir dentro d u linh de tução, bucndo integrção com o outro erviço e outro tore pr grntir que tod crinç pom deenvolver plenmente u cpcidde fíic e intelectui. Coordendo pel Secretri de Súde, o Projeto de Deenvolvimento Infntil em Sntn do NA AZÔNIA
61 Aurá, - que é um comunidde formd por recicldore de lixo que bucm eu utento recuperndo plático, ppel e metl no Aterro Snitário d cidde proporcion tenção individulizd cd um d crinç com meno de no que vivem n pequen e iold comunidde, contndo pr io com o poio deciivo de bolit de diferente univeridde. O projeto dipõe de um equipe compot por gente comunitário de úde, profiioni e etgiário de picologi, terpi ocupcionl, fiioterpi e fonoudiologi, técnico do Progrm Fmíli Sudável d Prefeitur de Belém, técnico d Secretri Municipl de Deenvolvimento Econômico, lídernç comunitári e d Ptorl d Crinç. Em, indicdore como cobertur vcinl, denutrição, nemi, ub-regitro de ncimento, dermtoe, leitmento mterno e tro no deenvolvimento preentrm melhori ignifictiv. Segundo o ACS, em, houve redução do co de violênci contr crinç e melhori d relçõe intr-fmilire. Em Sntn do Aurá, um grupo que tem chmdo muito tenção é o do Adolecente- Brinquedit, mobilizdo pel Ptorl d Crinç. São menino e menin d própri comunidde que, no di de pegem e vcinção, judm entreter crinç pequen, brincndo com el. Já foi inugurd um pré-ecol n comunidde e um prceri com orgnizção holnde Terre de Home irá reformr e dequr o epço d Ptorl d Crinç pr que ete po ervir como um Centro de Convivênci Fmilir, no qul etgiário de diferente diciplin e profiioni irão deenvolver, com mãe e filho, tividde lúdic que contribum pr uperr o tro e pr etimulr o deenvolvimento integrl d crinç. O projeto irá melhorr, tmbém, o item de btecimento de águ d comunidde. A experiênci cumuld pelo doi projeto, im como dificuldde que mbo enfrentm, têm produzido ubídio importnte pr formção de ACS e d equipe de úde do município e pr implementção de etrtégi municipi de deenvolvimento infntil. Além de du inicitiv, proveitndo recuro do Minitério d Súde reervdo pr treinmento em Atenção Integrd de Doenç Prevlente n Infânci (AIDPI), prefeitur incluiu em treinmento pr técnico e gente comunitário de úde, conteúdo relciondo o deenvolvimento infntil integrl, à violênci dométic e o Ettuto d Crinç e do Adolecente. Cpcitdo em oficin de hor de durção, pr identificção de crinç com tro de deenvolvimento, técnico e gente comunitário de úde (ACS) prm tur de form diferencid orientndo fmíli obre como grntir um começo de vid udável pr menino e menin. De modo tender demnd gerd pelo novo perfil de tução do gente comunitário e d equipe do Progrm Fmíli Sudável, Secretri de Súde intlou, no memo no, du unidde de referênci pr deenvolvimento infntil, onde tum equipe formd por picólogo, fiioterpeut, terpeut ocupcioni, peditr e fonoudiólogo, que judm crinç d cidde uperr tro no deenvolvimento. Det form, indo lém do progrm já trdicioni implementdo em todo o pí e envolvendo comunidde, fmíli e diferente etore d ociedde, o município de Belém vi, pouco pouco, conolidndo etrutur de polític públic conitente direciond epecificmente pr o Deenvolvimento Integrl de crinç de no. NA AZÔNIA
62 Etdo nutricionl TABELA Bril e grnde regiõe Pí Proporção de crinç com bixo peo o ncer - e região Crinç com bixo peo o ncer () Bril, Região Norte, Região Nordete, Região Sudete, Região Sul, Região Centro-Oete, Fonte: Minitério d Súde. Sitem de Informçõe obre Ncido Vivo.. O bixo peo o ncer é um indicdor relevnte d nutrição de um populção. São coniderd de bixo peo crinç ncid com meno de. grm, condição que revel ituçõe de denutrição mtern, o memo tempo em que projet dificuldde grve pr obrevivênci infntil e, qundo crinç obrevive, pr o eu etdo nutricionl no primeiro no de vid. Informçõe diver obre o recém-ncido no Bril, incluindo-e o peo o ncer, ão regitrd no Sitem de Informçõe obre Ncido Vivo (SINASC), que cobre proximdmente do prto do Bril (que pr o Norte e o Nordete). No entnto, o reultdo do no deixm dúvid obre itução n mcrorregiõe brileir. A proporção de crinç com bixo peo o ncer no Bril er de,, em, e o Nordete e o Norte terim, egundo o ddo do SINASC, proporçõe de crinç com bixo peo o ncer inferiore o retnte d regiõe brileir (Tbel ). Tl conttção prece contrdizer o precário indicdore ocii de du regiõe, qundo comprdo o do retnte do pí. Doi ftore poderim explicr e proporção reltivmente reduzid de bixo peo o ncer do Norte e Nordete. O primeiro é contituído pel reltivmente elevd proporção de crinç cujo peo o ncer foi coniderdo ignordo no regitro de regiõe e, o outro, à menor cobertur do ncimento pelo SINASC ne regiõe. De fto, exitênci de crinç em peo regitrdo ugere deficiênci do item de informçõe e do erviço loci de úde, e bix cobertur do SINASC indicri dificuldde opercioni e de ceo e, tmbém, portnto, frgilidde do erviço de úde. Crinç ncid em áre com ti crcterític tenderim ter piore condiçõe nutricioni e menor peo o ncer que demi. Tl itução é obervd nquel du regiõe. É, poi, provável que, contbilizndo-e crinç cujo ncimento ou peo não form regitrdo, proporção de bixo peo o ncer creç mi no Norte e no Nordete que no retnte do pí. Há um quntidde ignifictiv de etudo feito obre mortlidde infntil que indicm determinção do etdo nutricionl obre o óbito n infânci, epecilmente no menore de um no. No entnto, o ddo diponívei pr o Bril motrm que nutrição rrmente é regitrd como cu de morte, não er qundo el cont como cu principl. A Ptorl d Crinç, que poui um bo cobertur de tividde em todo pí, preent ddo que no dão um idéi d dimenão d relidde d denutrição entre crinç de no n Região Norte. Embor não tendendo d crinç ne fix etári, informçõe coletd pel Ptorl etão longe de er deprezívei. No co NA AZÔNIA
63 epecífico d Região Norte, Ptorl d Crinç identificou município com proporção uperior à médi ncionl de crinç com bixo peo o ncer. São município do Ampá, no Prá, no Amzon, em Rorim, no Acre e em Rondôni. Em, no município de Bujári, no Acre, qurt prte d crinç compnhd por quel intituição etvm denutrid. Embor ind não e diponh de ddo tulizdo, etimtiv d mortlidde infntil pontvm, pr ee município, um vlor btnte elevdo, uperior por mil ncido vivo (Simõe, ). O leitmento mterno O leite mterno deveri er limentção excluiv d crinç durnte o primeiro ei primeiro mee de vid. Segundo recomendçõe d Orgnizção Mundil de Súde (OMS), enqunto é mmentd, crinç não neceit de nenhum outro limento, incluindo-e águ, chá e uco, não er por indicção médic. No entnto, ddo do Minitério d Súde motrm que mmentção no Bril é meno utilizd do que eri recomendável. Em, médi de tempo de mmentção de um crinç dede o ncimento etv em torno de, di, e não cheg o número de crinç que têm leitmento mterno excluivo té o ei mee de idde. N Região Norte, proporção de crinç que mmentm té e idde cheg pen o (Tbel ). Podendo oferecer à u crinç um limento tão epecil, mulhere que mmentm neceitm de um mbiente que poiem, incluindo í grnti de ter uprid u neceidde nutricioni e de úde. Além d importânci de ver grntido eu direito à bo e uficiente limentção, pr grntir u própri úde, mãe que mmentm neceitm conumir mi clori e e cuidr melhor, já que ão melhor fonte de nutrição e de cuiddo infnti. A polític de incentivo o leitmento mterno tem e contituído de um importânci pr o deenvolvimento infntil, um vez que, lém de proporcionr à crinç limentção mi indicd pr e époc d vid, contribui pr prevenir inúmer doenç e poibilit mior fetividde entre mãe e o bebê. Entre çõe que têm contribuído pr fzer vnçr o cuiddo com úde d crinç no Bril, detc-e crição e o deenvolvimento do chmdo hopiti Amigo d Crinç. Et é um inicitiv idelizd em pel Orgnizção Mundil d Súde (OMS) e pelo UNICEF, pr promover, proteger e poir o leitmento mterno, trvé d TABELA Bril e grnde regiõe Crinç de mee de idde ou meno com leitmento mterno excluivo () - Bril e região Fonte: Minitério d Súde /Secretri de Polític de Súde.. Not: o etudo motrl cobre excluivmente cpiti de etdo. Crinç com leitmento mterno excluivo Bril, Norte, Nordete, Centro-Oete, Sudete, Sul, NA AZÔNIA
64 mobilizção do funcionário e do profiioni d áre de úde no entido de mudrem condut e rotin reponávei pelo elevdo índice de demme precoce do pí. No Bril exitem tulmente hopiti coniderdo Amigo d Crinç. A mior concentrção det intituiçõe etá loclizd n Região Nordete, onde e encontrm dee hopiti, repreentndo, do totl brileiro, vindo, n eqüênci, regiõe Sul, com hopiti (), Sudete, com (,) e Centro- Oete, com (,). N Região Norte etão loclizdo hopiti Amigo d Crinç, repreentndo, do totl brileiro, ditribuído entre o etdo do Prá (), Tocntin (), Acre () e Amzon (). Ete ddo ão ilutrtivo e revelm inuficiente tenção do hopiti et fe d vid tão importnte pr crinç, prtir do primeiro contto de fetividde com mãe e com outr peo o redor. E bix quntidde de Hopiti Amigo d Crinç não e codun, em boluto, com médi de mil crinç ncid cd no n região. A doenç imunoprevenívei e imunizção O rmpo Em eu primeiro no de vid, crinç mntém um cert imunidde nturl à doenç infeccio, que lhe é trnmitid pel mãe trvé do leite mterno. N medid em que vi crecendo, vi contndo cd vez meno com influênci mtern e ficndo cd vez mi ucetível à doenç infeccio. Enqunto no período denomindo neontl precoce (primeiro ei di de ncido) predominm doenç relciond ftore congênito; no período pó-ntl predominm doenç que podem er evitd, co ejm tomd precuçõe mínim, entre qui vcinção. Doenç imunoprevenívei ão doenç O rmpo, pel u virulênci e cpcidde de cur eqüel e morte em um grnde número de crinç em todo o mundo, é um d doenç infeccio e trnmiívei que podem er evitd ou tenud trvé d vcinção. No Bril, em coneqüênci d du cmpnh nui de vcinção e deenvolvimento de outr etrtégi, como o Progrm de Agente Comunitário de Súde (CS) e intenificção d rotin de vcinção no poto e centro de úde, doenç imunoprevenívei vêm preentndo decrécimo no último no. No bojo d errdicção d poliomielite, outr vcin detind crinç menore de um no tiverm u cobertur ignifictivmente melhord, culminndo no declínio verificdo n mortlidde por doenç imunoprevenívei. imunoprevenívei contr qui o erviço de úde devem etr empre lert. No no, portnto em um pdo recente, um vijnte NA AZÔNIA
65 que pre n c de um fmíli hbitnte d mrgen de um rio n Região Norte encontrri, não rrmente, mi de um filho de um mem fmíli com deficiênci uditiv e com outr eqüel de rmpo. No Bril, té metde d décd de, ocorrim repetid epidemi de rmpo, cometendo um grnde número de crinç. Em, ind form regitrdo co d doenç no etdo d Região Norte. A intenificção d vcin contr o rmpo veio menizr ee qudro de form ignifictiv. O último urto ocorreu no etdo do Acre em e há evidênci d interrupção d circulção do víru no pí. No entnto, preenç de co em píe d fronteir como Venezuel e Colômbi deixm o Bril em permnente etdo de lert. UNICEF/BRZ/Mil Petrillo A coqueluche A coqueluche é um doenç contgio, comum n infânci, com mortlidde importnte no grupo de crinç menore de ei mee. Ee grupo concentr do óbito por coqueluche no pí. A complicção mi comum d coqueluche é pneumoni. A doenç e mnifet com epmo de toe eguido de di- ficuldde de repirr. Segundo o Minitério d Súde, coqueluche preentou lt morbidde no Bril entre e, com médi nul de mi de. co. A prtir dí, exemplo de outr doenç imunoprevenívei, u incidênci vem decrecendo, tendo ido regitrdo n Região Norte, em, co. O tétno neontl Doenç infeccio gud, não contgio, o tétno neontl é cudo pel contminção do coto umbilicl por eporo do bcilo tetânico preente em intrumento ujo, utilizdo pr cortr o cordão umbilicl, ou ubtânci ud como cictriznte, como tei de rnh e pó de cfé. A vcinção dequd d mãe, com trê doe d vcin com toxóide tetânico, conferem cinco mee de imunidde à crinç prtir do ncimento, co mãe tenh ido vcind no último cinco no. O conjunto de medid como vcinção d mãe, o exme pré-ntl, tenção dequd o prto e o puerpério, explicm tendênci de redução do tétno neontl verificd no Bril dede. Em, o pí preentou co d doenç, do qui form regitrdo n Região Norte. NA AZÔNIA
66 Imunizção No Bril, cobertur d vcin contr o tétno, difteri, coqueluche, o rmpo, tuberculoe e poliomielite vem melhorndo conidervelmente. N Região Norte, no último no, e cobertur tem umentdo, embor o número pom preentr vrição entre município de um memo etdo. O etdo do Amzon é um exemplo entre o etdo que preentm dificuldde de homogeneizr e lcnçr cobertur vcinl idel pr crinç menore de um no. Do município do etdo, pen lcnçrm, em, de cobertur pr vcin de trê doe contr o tétno, difteri e coqueluche (DPT) e contr Heptite B. Pr vcin de doe únic, como o rmpo e BCG, e município, repectivmente, lcnçrm cobertur de. Pr vcin contr poliomielite, município tingirm de cobertur ou ultrprm ee percentul. N Amzôni, grnde extenão territoril, enorme ditânci que eprm ede do município d comunidde ruri que, por u vez, concentrm um pequeno número de peo e preentm-e diper o longo do rio e igrpé ão lgun do obtáculo enfrentdo pel equipe de úde reponávei pel vcinção d populção. Outro defio é contituído pelo rio, que, no período chmdo de verão, ficm em condiçõe de nvegção, impedindo o delocmento d equipe de vcinção. Deve-e ind omr io concepção de úde e doenç d populção e de muito profiioni de úde, onde predomin o curtivimo como modelo, ficndo medid de prevenção, como imunizção, pr um egundo plno. Aind no etdo do Amzon, é importnte detcr bix cobertur d vcin contr heptite B (VCHB), em município como Eirunepé, o qul preentv, té o no, lt prevlênci de peo infectd pelo víru B e Delt. Em, cobertur d crinç contr heptite B nquele município er de pen, TABELA Bril e grnde regiõe Cobertur vcinl de crinç menore de um no de idde com equem completo* egundo tipo de vcin () - e Pí e região DPT Srmpo Poliomielit e BCG Heptite B Bril Norte Nordete - Sudete Sul C. Oete Fonte: Minitério d Súde/FUNASA/CENEPI. Sitem de Informção do Progrm Ncionl de Imunizção. e. Not: * DPT, Poliomielite, Heptite B têm equem de trê doe; Srmpo e BCG ão vcin de doe únic. NA AZÔNIA
67 (Progrm Ncionl de Imunizção ). Outro município, como Alvrãe, Apuí, Borb, Cruri, Eirunepé, Fonte Bo, Irndub, Puini e Snto Antônio do Içá, nquele etdo, preentm bix cobertur pr miori, enão pr tod vcin. Há, no entnto, quele cuj cobertur vcinl é de que, como Creiro, Humitá e Benjmin Contnt. Todvi, o ddo obre cobertur d vcinção no município mzonene e de outro etdo merecem er revito, já que pr muito dele o número de vcin plicd é uperior à populção etimd de crinç erem vcind. O número d tuberculoe A Região Sudete e Região Norte ão du regiõe brileir que preentm mior incidênci de tuberculoe no Bril. O etdo do Amzon, cuj cpitl poui egund mior tx de incidênci entre cpiti brileir (. co notificdo em, correpondendo, co por. hbitnte ), é um exemplo qundo e pen em crcterizr deiguldde verificd no pí. A tuberculoe, memo entre o dulto, compromete o bemetr d crinç. Além de contituir um indicdor d condiçõe de vid de um populção, tem enorme importânci qundo penmo n u cpcidde de deorgnizr vid de um comunidde, epecilmente qundo e trt de populçõe epecífic, como indígen. Nee co, o ftmento de qulquer membro d fmíli pelo longo tempo que e fz neceário o trtmento d doenç, e memo pr bucr o remédio n ede do município, compromete nutrição d fmíli. Homen e mulhere têm u divião exul de trblho bem definid, não intercmbiável entre o gênero. Aim, cbe o homen pec cotidin e derrubd d grnde árvore pr fzer roç. À mulher etão detind tref de procemento de produto grícol e o prepro d limentção d fmíli. Qundo o pi ou mãe doece, crinç que ind não ão cpze de providencir eu limento, pm grnde privçõe. Pr populção envolvente tuberculoe e configur tmbém como um problem, já que TABELA Grnde regiõe Número de co e tx de incidênci de tuberculoe (por. hbitnte) / Região Nº T x Nº T x Nº Tx Norte.,.,., Nordete.,.,., Sul.,.,,, Sudete.,.,., Fonte: Minitério d Súde. Progrm e Projeto. Tuberculoe.. NA AZÔNIA
68 diminui cpcidde de trblho do indivíduo, grvndo o qudro de precári condiçõe de vid que gerou. Por e trtr de um ptologi crregd de etigm, doenç contribui tmbém pr diminuir utoetim, muit veze produzindo eu iolmento ocil. O município de São Gbriel d Cchoeir, no interior do Amzon, com populção de. hbitnte (IBGE, ), do qui. ão indígen (Smpio, ), vem mntendo um lt incidênci de tuberculoe (, por. hb.) com co notificdo em. Até o momento não exitem, no município, etudo relcionndo lt incidênci de tuberculoe e predominânci d populção indígen. No etdo de Rondôni, no entnto, Ecobr () concluiu pel exitênci de um tx de incidênci médi nul de tuberculoe, entre o indígen dquele etdo, de. por. hbitnte, muito mi elevd que do totl d populção etdul (/. hb). Io indicri que o indígen têm mi chnce de doecer por tuberculoe do que o não-indígen. No eu etudo obre Rondôni, quele pequidor concluiu que tuberculoe não ocorre com mi freqüênci entre o menore de cinco no, m que, um vez doente, é ne fix etári, e entre o idoo, que há menor chnce de ter lt por cur, endo comum o bndono do trtmento. Algun utore, como Prt (), tribuem lt incidênci de tuberculoe entre o índio um conjunto de mudnç no etilo de vid. O mior edentrimo, o confinmento, miore concentrçõe de indivíduo, o bndono d limentção trdicionl e u ubtituição por limento de pior blncemento nutricionl, diminuição d reitênci devido mior expoição doenç viri e pritoe, nte deconhecid, e o etree ão citdo por ele como reponávei por ee qudro. A AIDS e crinç No Bril, evolução hitóric do co de infecção de crinç pelo HIV compnh tendênci obervd pr mulhere reltivmente o memo víru. Io ocorre porque mi de do co de AIDS pediátric ão ociondo pel trnmião verticl. O tro n notificção do co de AIDS torn difícil vlir com precião rel tendênci d evolução d doenç no último no. No entnto, memo e coniderndo o crecimento hvido no no novent (Tbel ), já e not, no último no do decênio, decelerção n tx de incidênci no conjunto do pí, depeito d mnutenção d principi tendênci d epidemi: heteroexulizção, feminizção, envelhecimento e puperizção do pciente. Note-e, n Tbel, reduzid prticipção d Regiõe Norte e Nordete no totl de co de AIDS no Bril. Relmente, n Região Norte, proporção de co notificdo (,) em relção o totl regitrdo no pí não correponde o, d populção brileir que li reidem. A rzõe de menor prticipção reltiv de Norte e Nordete etão provvelmente no fto de não terem ido el primeir regiõe prticipr d expnão d doenç e à u ditânci d áre de mior contminção (epecilmente d grnde cidde d Região NA AZÔNIA
69 Sudete). No co epecífico d Região Norte, long ditânci percorrer e dificuldde de trnporte, que dificultm comunicção entre peo, certmente têm concorrido pr reduzir expnão geográfic d doenç. É importnte frir que decelerção do crecimento d tx de incidênci d AIDS difere do decrécimo de tx, que é ddo pel redução, com o tempo, d quntidde de peo infectd, que não pode er verificd em virtude do tro n notificçõe. Por outro ldo, o ddo diponívei precem indicr que decelerção menciond tinge diferencilmente regiõe e o exo. Aper de preentr miore tx de incidênci, região Sudete é que motr, tulmente, o menor ritmo de crecimento e mior tendênci à etbilidde. O Centro- Oete tende e comportr de form emelhnte o Sudete. Já regiõe Norte, Nordete e Sul, que inicirm poteriormente o deenvolvimento d epidemi, embor preentem tmbém ini de decelerção no crecimento do co de AIDS, não motrm evidênci de etbilizção no crecimento do número de notificçõe. Qunto o diferencii d evolução por exo, tbel motr que o número de co notificdo de AIDS entre mulhere ind er reltivmente reduzido no início do no, qundo contituí pen ext prte do co mculino. Poteriormente, pou umentr com rpidez e, enqunto o co mculino duplicvm entre e, crecendo um tx médi nul de,, o feminino extuplicvm, umentndo cerc de, o no. Já no fim do no novent quntidde de co d doenç entre o homen preci tender à etbilizção, enqunto contminção do exo feminino, memo tendo motrdo decelerção em u evolução, ind e motrv crecente por volt de. Ne mem époc, o número de mulhere infectd de no de idde já e hvi equiprdo o de homen d mem idde, com tendênci uperá-lo. Tl fto eri explicdo pelo início precoce d tividde exul em relção o dolecente do exo mculino, normlmente com homen Aper de preentr miore tx de incidênci, região Sudete é que motr, tulmente, o menor ritmo de crecimento e mior tendênci à etbilidde. TABELA Bril e grnde regiõe Número de co de AIDS por exo // Pí e regiõe Homen Mulhere Homen Mulhere Homen Mulhere Bril Norte Nordete.. Sudete Sul.... Centro-Oete Fonte: - pr o ddo de e - Minitério d Súde/CN-DST/AIDS/SPS. Boletim Epidemiológico - AIDS. Ano XVI, n o. - - Abril dezembro de, pr o ddo de (pr o pí, por exo, e por regiõe, em dicriminção). Ob. O co por exo n regiõe em form etimdo pelo utore com be n informçõe do memo no contnte do Indicdore e Ddo Báico ( NA AZÔNIA
70 TABELA Etdo do Amzon Evolução d notificçõe de co de AIDS/- Amzon Mnu Interior do etdo Fonte: Minitério d Súde/CN-DST/AIDS/SPS. Boletim Epidemiológico - AIDS. Ano XVI, n o. - - Abril dezembro de N Região Norte, AIDS tem e concentrdo n miore cidde e, obretudo, n cpiti etdui, onde ocorrerm do co notificdo d doenç entre e. com mior experiênci exul e mi expoto o rico de contminção por DST e pel AIDS. Tod e ituçõe têm contribuído pr o que e denomin feminizção d doenç, que compnh um número crecente de crinç tingid pel AIDS, o que no Bril ocorreu, pelo meno, té o fim do no novent. Ee fenômeno é decorrente d trnmião verticl d doenç, d mãe pr o filho. Etim-e que o número de getnte infectd vinh endo umentdo em, cd no, durnte o egundo qüinquênio d décd de novent, tendo tx de prevlênci de infecção pelo HIV entre getnte pdo, em pr, em de. O número de getnte infectd em er etimdo em.. Todvi, o progreo médico no trtmento d AIDS e o progrm de prevenção em ndmento no pí têm contribuído ignifictivmente pr reduzir o rico de contminção verticl. A plicção do ntiretroviri durnte grvidez e o prto, em epecil, que fvorece redução do rico de contminção do recém-ncido, pode e contrpor o efeito do umento do número de getnte infectd. Que de getnte receberm trtmento nti-retrovirl em (Vermelho et l., ) e, evidentemente, e proporção tendi crecer, muito embor dependee, tmbém, do umento d cobertur do erviço de pré-ntl que, como vimo no cpítulo nterior, er ind deficiente em. Dd e perpectiv de evolução poitiv d proporção de getnte trtd, o número de recém-ncido tenderi e reduzir grdulmente prtir de um determindo momento. Um etudo propectivo relizdo pr o Minitério d Súde projetou um tx de trnmião verticl de em, contr té, o que e trduziri, em, num decrécimo de ncido vivo infectdo ( infectdo), contrpondo-e o. ncido vivo infectdo etimdo pr. Segundo ee memo etudo, em deveri hver. crinç com meno de no que terim ido infectd pel mãe, durnte getção ou prto, e que etvm viv. O co de AIDS pediátric no Bril eguem, geogrficmente, o pdrõe geri d epidemi. Há, dede o início, um predomínio de co n Região Sudete, nunc uplntdo por outr mcrorregião. Ao longo d décd de, epidemi foi e expndindo n Região Sul, enqunto regiõe Nordete, Centro-Oete e Norte preentm o menore quntittivo. N Região Norte, AIDS tem e concentrdo n miore cidde e, obretudo, n cpiti etdui, onde ocorrerm do co notificdo d doenç entre e. Somente Mnu e Belém reponderm por, dquele co n região. O município de Belém, onde reide d populção do etdo do Prá, tem do co notificdo do etdo. No Amzon, concentrção n cpitl, Mnu, é ind mior, poi li reidim, em, d peo contmind, muito embor e proporção tend decrecer, com o conequente umento n interiorizção d doenç (ver Tbel ). A informçõe NA AZÔNIA
71 correpondente pr o etdo do Prá no último no não permitem invetigr evolução d interiorizção d AIDS nquele etdo. Segundo o DATASUS, erm o co notificdo em crinç com té no de idde n Região Norte, no período -. Ete número repreent, do totl de co d região no memo período, próximo o, encontrdo pr o conjunto do pí. Io indic que, pr e fix etári, o pdrão regionl de contminção e proxim do ncionl, ignificndo que probbilidde de que um crinç d Região Norte contri doenç é pouco diferente dquel que tem um crinç de outr região brileir. Verific-e tmbém emelhnç entre o pdrõe no que e refere à prticipção d trnmião perintl no co pediátrico. Com efeito, tnto no pí como um todo como n Região Norte, proporção de crinç notificd com meno de no de idde er inferior à de no no início d epidemi, e e tornou bem mior no no eguinte. No período -, primeir já erm mplmente mjoritári em relção à demi, tnto no conjunto do pí (), como n Região Norte (). Por outro ldo, incidênci d doenç em crinç com meno de um no de idde prece er muito mi reduzid n Região Norte que no retnte do pí. Em todo o período - form regitrdo pen co de AIDS em crinç com té um no de idde, ignificndo ito um tx de incidênci de pen, por cem mil hbitnte. Qundo referente o conjunto do pí, tx de incidênci e elev, por cem mil hbitnte, correpondendo. co regitrdo. Dede o primeiro co de AIDS em crinç d região, regitrdo em, té o no, pen crinç com meno de um no deenvolverm doenç n Região Norte. Dd, contudo, contundênci de coniderçõe, é conveniente lembrr que o número em obervção ão muito reduzido e que erim neceário etudo btnte mi profunddo pr que e po vnçr nee tipo de coniderção. Um d hipótee e levntr pr e tentr compreender quetão nterior é de que o dignótico d doenç poderi etr endo feito com tro n Região Norte, provocndo ub-notificção d doenç no primeiro no de idde. Segundo um etudo recente obre epidemiologi d trnmião verticl d AIDS no Bril, idde do dignótico é mi trdi n regiõe Norte e Nordete que no retnte do pí. Io ocorre, provvelmente, em rzão do deempenho inuficiente d rede de erviço de úde ne regiõe pr detectr, dignoticr e notificr o co de id em crinç, e tmbém em virtude d mior prevlênci de outr doenç infnti, mcrndo e retrdndo o dignótico. Como um ilutrção que vem o encontro d temátic do deenvolvimento infntil, deen- TABELA Etdo d Região Norte Número de co notificdo de AIDS pediátrico ( no)- - Etdo de reidênci Fonte: (IDB-). Totl TAL Rondôni Acre Amzon Rorim Prá Ampá Tocntin NA AZÔNIA
72 UNICEF/BRZ/Jcque Schwrztein volvid nete trblho, é preentd Tbel, que motr o número de co de AIDS notificdo de crinç (- no de idde) reidente n Região Norte, entre e. Como e pode ver, trte de número muito pequeno, cuj vlição deve er precedid de cuiddo epecii. Não é improvável que exit ub-notificção do co de AIDS n região, devido tlvez o deempenho deficiente d rede de úde, citdo no prágrfo nterior. Todvi, memo que io ocorr, correção er feit não deverá er uficiente pr permitir um melhor compreenão d crcterític d doenç e de u expnão n região, poi o novo número continurão er pequeno. Trt-e de um evento rro, e deve er nlido prtir de- e, tulmente, populção prece hbitud o convívio com enfermidde, im como ocorre em muito píe fricno, onde el cheg er origem de um terço do óbito. Em, form regitrdo. co d doenç n Amzôni, do qui. (, do totl) no etdo d Região Norte (Tbel ). Nete último,. erm de crinç com meno de no de idde. Independentemente d inexitênci de etudo obre o impcto d mlári obre getnte e crinç de - no, n Amzôni, ee número contituem um lert uficientemente forte pr todo o que e dedicm ee grupo ocii. No tocnte à mortlidde, o ddo do Minitério d Súde motrm que, do óbito por mlári regitrdo no Bril em, () erm de peo reidente n Região Amzô crcterític. O proceo de feminizção d AIDS, vito nteriormente, lert ociedde pr outr quetão, contituíd pelo umento d quntidde de órfão cuj mãe form vítim d doenç. Entretnto, redução d incidênci d doenç no último no e u menor letlidde, cud pel utilizção do retroviri, tendem promover qued do número dee órfão. Etim-e que o órfão (obrevivente) de mãe que morrerm vítim d AIDS entre e er de. no Bril e de. n Região Norte. Em Mnu, C VHIDA é um intituição que, enibilizd com itução de crinç órfã, tinh, em, del cdtrd, proveniente tnto d cpitl como do interior do etdo. A mlári Aim como no co de outr doenç, tmbém o Bril convive, no que diz repeito à mlári, com tx deconhecid de ub-regitro, tnto de co de doenç qunto de óbito. No co d mlári itução é grvd por e trtr de um endemi que fet que que excluivmente Região Amzônic, áre em que cobertur d doenç e de óbito é d mi bix do pí. Prticmente limitd áre btnte epecífic do Bril, dede medo do Século XX, mlári tornou-e um preocupção pr úde públic qundo, no no etent, o co d doenç e multiplicrm n Região Norte, em coneqüênci d forte mobilidde populcionl n áre de fronteir grícol e de grimpo, relciond à trnformçõe econômic que e procevm n região. Dede então, doenç vnçou tmbém n áre urbn NA AZÔNIA
73 nic. Entre el, n Região Norte. Pr populção menor de no de idde, do óbito regitrdo no pí ocorrerm ne mem região. Prticulrmente indefe dinte d doenç, em função, obretudo, d inconitênci d prátic preventiv dotd pelo dulto, crinç ão vítim fácei d mlári. Ee fto é confirmdo, como vimo cim, tnto pel incidênci como pel letlidde d doenç ne fix etári. Em,, do totl de co de mlári e, do totl de óbito cudo pel doenç cometerm populção com meno de no de idde, populção et que repreent cerc de d populção totl d Região Norte. Pr cd cem mil crinç de fix etári ocorrerm, em médi,, óbito por mlári. N demi fix etári, proporção é de, óbito pel doenç (, pr no e mi). Chm tenção elevd proporção de crinç pequen que morre vítim de mlári. Além d mior frgilidde de crinç, é provável que dificuldde de dignoticr doenç ne idde contribu pr demor no início do trtmento e, portnto, pr elevr letlidde d doenç. Pouco e be, lém dio, obre relção de culidde que pode hver entre mlári e nemi d getnte, premturidde, o bixo peo o ncer, outro problem genérico do deenvolvimento infntil, freqüênci ecolr, e outro fenômeno que merecem etudo diferencido. Entre o etdo d Região Norte, é no Prá que foi regitrd, em, mior incidênci de mlári e mior mortlidde decorrente d doenç, tnto entre o dulto como entre crinç. A incidênci d doenç é, contudo, proporcionl à importânci populcionl do etdo, cuj populção repreentv que metde do efetivo populcioni d região. Ali, regitrrm-e, em, metde do co confirmdo de mlári em menore de no de idde d região. Já proporção do óbito uper o peo populcionl do etdo, contbilizndo pr o Prá do óbito regitrdo ne fix etári nquele memo no. Nee etdo, doenç e mnifetou em áre bem definid, entre qui e obreírm microrregiõe do Gumá, Ititub, Prgomin e Mrbá. Apen du primeir de microrregiõe form reponávei, nquele período, por metde do óbito do etdo e por mi de um qurto do óbito d Região Norte. Entre o etdo d Região Norte, é no Prá que foi regitrd, em, mior incidênci de mlári e mior mortlidde decorrente d doenç. TABELA Bril, Região Amzônic e Região Norte Co dignoticdo e notificdo de mlári e óbito regitrdo por mlári egundo o grupo etário - Áre Co confirmdo por grupo etário Óbito por grupo etário < no - no no e + < no - e + Bril Região Amzônic... Região Norte... Outro (Bril) Norte/R.Amz.(),,,,,, Fonte: Minitério d Súde/FUNSA/CENEPI. Sitem de Informçõe obre Mlári. e Minitério d Súde/FUNASA/CENEPI. Sitem de Informçõe obre Mortlidde.. Not: O Sitem de Informçõe obre Mlári cobre pen Região Amzônic (etdo d Região Norte mi Mrnhão e Mto Groo). NA AZÔNIA
74 » Direto à diferenç MAIS INFORMAÇÕES: Diocee de Rorim Prç do Centro Cívico, - Bo Vit RR Telefone: () e Coordendor do Projeto Etno-Educção Inomâmi: Pdre Lurindo Lzzretti. UNICEF/BRZJ/André Di Hitoricmente, o índio inomâmi, reidente n Região do Ctrimni, no etdo de Rorim, têm ofrido com perd d utoetim, vlore culturi e deetruturção ocil d vid em comunidde. Até o finl do no, ele vivim em totl iolmento. O primeiro contto com cultur ocidentl contecerm prtir de, com miionário religioo, repreentnte d Fundção Ncionl do Índio (FUNAI) e d Fundção Ncionl de Súde (FUNASA), e culminrm com chegd de grimpeiro. Começou í, dependênci do povo inomâmi em relção o produto limentício trzido pelo npë (brnco, em inmâmi), como rroz, l e çúcr. Além d explorção d mãode-obr indígen, de joven vítim de protituição, lcoolimo, drog e d chegd de doenç deconhecid pelo povo d floret, que mtm, principlmente, crinç. Dede, o Unicef pói o projeto de etno-educção do povo indígen inomâmi, deenvolvido pel Diocee de Rorim. O objetivo d inicitiv é promover com comunidde indígen um proceo de educção diferencido e bilíngüe prtir do próprio conhecimento do índio. A propot é que o inomâmi etejm fortlecido ocil e culturlmente em u terr pr enfrentr o defio d convivênci com povo não-indígen. N região do Ctrimni, beneficid pel inicitiv, vivem índio, ditribuído em mloc (comunidde), dee totl ão crinç e dolecente. Um modelo de ecol trdicionl não e preent proprido pr o índio. Nee tipo de ociedde quem detém o conhecimento ão o mi velho que tmbém ão o reponávei político n comunidde. Nee entido, o trblho d Diocee tem ido uxilir n tividde que o índio já relizm, como roç, colet de fruto, etc., e inerir conteúdo que ele não dominm, m demndm, por erem fundmenti no contto com o brnco, como portuguê e mtemátic. Atrvé d produção de crt pr outr comunidde comentndo o que etá contecendo loclmente, o índio prticm ecrit n u própri língu e em portuguê. Ele recebem tmbém orientçõe obre plntio e colheit. Qunto o enino d mtemátic, o número de roç d comunidde, de cd fmíli em prticulr e vriedde de produto cultivdo ão intrumento de prendizdo cotidino. Súde Qundo um inomâmi doece, o índio creditm que foi um mldição de lgum inimigo ou ind que um epírito ml d floret quer lhe pouir. O conceito de étno-úde prticdo pel Diocee e bei n troc de experiênci e conhecimento médico entre índio e não-índio. A idéi é que ejm grntid condiçõe de vid e obrevivênci pr o povo indígen trvé d revlorizção d medicin trdicionl e introdução de novo conhecimento. Eper-e com io fortlecer prátic médic do inomâmi pr que ele próprio ejm gente de áude e microcopit n mloc. O proceo de etno-úde é muito mi eficiênte qundo orientçõe prtem de índio pr índio, declrou Mrcelo Mzzoli, oficil do Unicef reponável pelo projeto. Ele detc como ponto fundmenti d inicitiv, o profundmento d metodologi de etno-educção com formção de multiplicdore índio e o intercâmbio com profeore indígen de outr tribo, independentemente d orgnizçõe não-governmenti. NA AZÔNIA
75 A úde d crinç indígen Em goto de, FUNASA pou orgnizr o erviço de úde voltdo pr populçõe indígen, crindo o Ditrito Snitário Epecii Indígen (DSEI). A prtir dí, crinç indígen brileir prm er beneficiári de um polític de úde que pretende lterr o modelo de úde té então hegemônico, bedo no curtivimo, e que, entre populção indígen, trduzi-e, n prátic, em tur como bombeiro, tendendo à emergênci. Bedo no princípio doutrinário do Sitem Único de Súde (Univerlizção, Eqüidde e Integrlidde), o DSEIS ão um repot divero fórun indígen que reivindicvm um tenção diferencid pr ee povo. Um do miore defio pr o tendimento à úde indígen é contrução de um modelo que congregue quetão d úde, enqunto erviço o qul todo ciddão tem direito, com prátic de úde culturlmente dptd. Pr populção indígen, erviço dequdo requerem mi que mer preenç de peol e mteril; o repeito à cultur é, em dúvid, o grnde defio propoto o Ditrito. O epecilit loci (pjé, prteir, etc.) flm mem lingugem e reconhecem mem concepçõe d doenç e u cu que o uuário indígen, o que coloc o profiioni em enorme devntgem. Ademi, relção entre epecilit e pciente deve er igulitári, de repeito mútuo. Longe dio, relção entre o índio e o não-índio e, em prticulr, entre o peol d úde e o índio, é crcterizd pel deiguldde. Aper dio, o DSEI tem e concretizdo em todo o pí. Do DSEI do Bril, etão ditribuído n Região Norte, endo no etdo do Amzon, no Ampá, no Prá, no Acre, no Tocntin, em Rorim e um em em Rondôni. Até o primeiro emetre de, qundo tividde do DSEI e tornrm relidde, er rro encontrr um crinç com meno de cinco no que não houvee contrído mlári mi de um vez no no. Vindo à redução d mortlidde infntil e à promoção do deenvolvimento udável, form implntdo, n áre indígen, progrm de controle de dirréi priorizndo o uo de Soro de Reidrtção Orl. Outr çõe, como o monitormento e prevenção d complicçõe d infeçõe repirtóri gud, o compnhmento do crecimento e deenvolvimento d crinç de no e tenção à getção, vão, o pouco, incorporndo-e o di--di d comunidde indígen. A crinç indígen ind morrem por dirréi e complicçõe repirtóri, endo et cu mi freqüente d mortlidde infntil n comunidde indígen. No DSEI Mnu, que brnge povo indígen de município, o coeficiente de mortlidde infntil, em -, ficou em torno de por. ncido vivo, indicndo um nível muito elevdo pr Região Norte (, por ncido vivo em ). Roivl Di Pr populção indígen, erviço dequdo requerem mi que mer preenç de peol e mteril; o repeito à cultur é, em dúvid, o grnde defio propoto o Ditrito. NA AZÔNIA
76 UNICEF/BRZJ/Dnil Cl NA AZÔNIA
77 CIDADANIA, COMPETÊNCIAS FILIARES, VIOLÊNCIA E PTEÇÃO O ACESSO e o exercício d ciddni ão ftore determinnte pr o deenvolvimento dequdo de tod crinç e dolecente, incluive menore, pr quem o univero d ciddni e bre logo pó o ncimento, trvé d relizção do direito elementr de pouir e pertencer um fmíli; do direito de ter um nome; do ceo fcilitdo ben e equipmento ocii elementre e do repeito à u neceidde de interção ocil e de feto. Pr crinç pequen, o mundo d ciddni e bre, nte de mi nd, com o Regitro de Ncimento, trvé do qul ociedde reconhece u exitênci e eu direito contitucioni. Relciondo o tem d ciddni d crinç, etá tmbém o funcionmento dequdo do Conelho Etdui e Municipi do Direito d Crinç, crido pr grntir interlocução entre o poder público e ociedde civil no proceo de formulção, implementção e vlição d polític públic d infânci. Por outro ldo, no que toc o deenvolvimento do potencil humno d crinç, é importnte referênci etudo recente, relizdo com tecnologi ofiticd que permite leitur e monitormento do proceo bioquímico de formção do cérebro humno. Ee etudo demontrm que relção hrmônic d crinç pequen com eu meio mbiente é determinnte definitiv pr eu deenvolvimento neurológico e, portnto, pr o deenvolvimento de eu potencil critivo, ocil e cognitivo. A qulid- de do etímulo enorii percebido pel crinç (on, core, form, tto, odore) im como u experiênci emocioni e de interção ocil, decorrente de u interçõe fetiv e picológic com mãe, com todo o grupo fmilir e com comunidde, ão determinnte pr etbilizção d inpe, ou ej, pr longevidde d conexõe nervo que interligm o milhõe e milhõe de neurônio reponávei pelo funcionmento do cérebro humno. Qundo privd, durnte o primeiro no de vid, de contto fetivo e de etímulo mbienti hrmonioo, d poibilidde de brincr, prender e de decobrir o mundo que cerc, ou qundo ubmetid experiênci trumátic de violênci ou negligênci, crinç ofre ignifictiv redução det conexõe neurológic, tendo im reduzid tmbém u cpcidde ocitiv e cognitiv e u chnce de deenvolver plenmente o eu potencil. É por ee motivo que o cuiddo pretdo à crinç pequen ão deciivo, não pen pr eu deenvolvimento individul, m tmbém pr o deenvolvimento ocioeconômico do pí em que vivem. O deenvolvimento do cérebro d crinç, durnte eu primeiro no de vid, pode er prejudicdo tmbém por flt de infr-etrutur ocil, im como por comportmento indequdo e flt de prepro d mãe e d fmíli pr o cuiddo com crinç pequen. No primeiro co e inerem, por exemplo, flt Pr crinç pequen, o mundo d ciddni e bre, nte de mi nd, com o Regitro de Ncimento, trvé do qul ociedde reconhece u exitênci e eu direito contitucioni. NA AZÔNIA
78 de itênci pré-ntl (já etudd no cpítulo ), o precário funcionmento de creche que, muit veze, não têm como proporcionr à crinç condiçõe mínim neceári o eu deenvolvimento, im como bix cobertur d rede de educção pré-ecolr. N egund ctegori, muito do problem que interferem negtivmente obre o deenvolvimento neurológico etão relciondo comportmento, titude e prátic do dulto. O conumo de bebid lcoólic, tbco e outr ubtânci tóxic durnte grvidez e durnte o período de leitmento, rejeição picológic, emocionl e fetiv de filho nãodeejdo, o recuro à violênci como meio de educr, o deprepro pr difícil tref de crir e educr crinç com deficiênci fíic ou menti, flt de hábito de brincr com crinç e de etimulr o eu deenvolvimento cognitivo. A condiçõe ocii e econômic d fmíli d Região Norte form vit no Cpítulo, que nliou u ditribuição pelo território regionl e o condicionnte de u obrevivênci em áre urbn, ruri e indígen, condição d mordi e de nemento báico, im como cpcidde de oferecer à crinç condiçõe dequd de exitênci e de ocibilidde. Decreverm-e o pecto populcioni d região e crcterític econômic, ocii e culturi d fmíli, com ênfe pr o etudo d rend fmilir totl, d rend fmilir per cpit d fmíli de crinç de no de idde, d rend do chefe do domicílio, do btecimento d águ, d condiçõe d hbitção, d intlçõe nitári e do detino do lixo, d lfbetizção e d ecolridde do membro d fmíli e do chefe do domicílio. Form enfocd no cpítulo ubequente itução de úde d crinç n Região Norte e condiçõe de vid d mulher/mãe que influencim de form determinnte o deenvolvimento infntil. Aper d, à veze, bolut inexitênci ou inuficiênci de ddo ettítico obre comportmento intr-fmilire e obre fenômeno como o trblho infntil, explorção exul e violênci contr crinç, ete cpítulo procurrá itur crinç d Região Norte do pí no epço d ciddni, fmilir e comunitário, do qui dependem o deenvolvimento de u ocibilidde, fetividde e potencil produtivo e critivo. Regitro Civil e ciddni O proceo de deenvolvimento de um crinç preupõe direito e grnti báic, muit veze derepeitdo. Ete é o co, por exemplo, do regitro de ncimento, cuj grtuidde pr fmíli pobre, per de grntid por lei, é freqüentemente contetd por número ignifictivo de crtório de regitro civil, epecilmente n áre mi ditnte e pobre do pí. Aind há um longo cminho e percorrer té que tod crinç ncid ne áre tenh ceo à u Certidão de Ncimento já no primeiro mee de vid. Enqunto no etdo mi deenvolvido do pí prticmente tod crinç ão regitrd no primeiro di ou emn pó o ncimento, n áre meno deenvolvid, e epecilmente n Região Norte, coi não NA AZÔNIA
79 TABELA Bril, Região Norte e etdo Áre ão im. Em, pr o conjunto do pí, o número de regitro no no de ncimento não chegv do totl do ncimento, quntidde muito quém do neceário pr egurr ciddni d crinç brileir. O Norte, com pen de crinç regitrd no no de ncimento, é região que preent o piore indicdore. Et conjuntur defvorável e deve obretudo à bix cobertur do etdo do Amzon e do Prá. Nee etdo, percentgem de crinç regitrd não cheg tingir o. No entnto, o demi etdo d região tmbém têm cobertur reduzid, nenhum dele preentndo proporção de regitro próxim à d médi ncionl (,, egundo Tbel ). Ncimento Regitrdo n Ettític do Regitro Civil e no SINASC - Ncimento regitrdo Regitro Civil Fonte: IBGE. Ettític do Regitro Civil. e Minitério d Súde/FUNASA/CENEPI. Sitem de Informçõe obre Ncido Vivo.. Not: * Um percentul cim de no gru de cobertur indic provável ubetimção do ncimento previto. Em co como ee, recomend-e coniderr cobertur como endo de. **A cobertur do Regitro Civil etá um pouco inferior à indicd n Tbel, do Cpítulo - A condiçõe de úde d crinç, dd utilizção de procedimento metodológico ditinto pr etimção do reultdo. Ncimento regitrdo SINASC Ncimento previto Devido, em prte, à deficiente cobertur d Ettític do Regitro Civil no pí, que ão indipenávei à contrução de indicdore d úde infntil, o Minitério d Súde deenvolveu o Sitem Ncionl de Ncido Vivo (SINASC), trvé do qul pretende melhorr ettític obre o recém-ncido e u mãe. A be de ddo do SINASC preent, lém do número de ncido vivo, informçõe obre idde d mãe, exo do recém-ncido, locl do prto, tipo de prto, durção d getção, peo o ncer e conult de pré-ntl. Dede o primeiro no prtir de u implementção, que ocorreu em, ee item motr um cobertur do ncido vivo uperior à d Ettític do Regitro Civil (ver Ctro, ). Pr o no, o ncimento regitrdo no SINASC cobrim cerc de do ncimento previto pr região e erm mi de uperiore o contnte d Ettític do Regitro Civil (que cobrim pen cerc de do ncimento previto nquele no). A cobertur médi do SINASC Cobertur do Regitro Civil () Cobertur do SINASC () Bril..,, Região Norte...,, Rondôni...,, Acre...,, Amzon...,, Rorim...,,* Prá...,, Ampá...,, Tocntin...,, NA AZÔNIA
80 » Direito o nome MAIS INFORMAÇÕES: Secretri Epecil de Proteção Socil do Prá Av. Nzré, º ndr Belém P - Telefone: () - Segundo o Ettuto d Crinç e do Adolecente, tod crinç tem direito um nome e, portnto, o regitro civil. Em Belém, no etdo do Prá, o cinco miore hopiti d cidde que relizm prto pelo Sitem Único de Súde já contm com poto vnçdo de regitro civil. A inicitiv é reultdo d prceir entre Aocição de Notário, Tribunl de Jutiç e mternidde. O poto vnçdo ão um grnde po pr permitir o regitro civil de menino e menin qundo ele em d mternidde. Porém, ind exitem outro defio que precim er enfrentdo. De cordo com reponávei pelo poto vnçdo, um d miore dificuldde pr o regitro é flt de documento do pi. Ou ele não pouem, perderm ou, ind, deixrm n cidde de origem, gerlmente, no interior do etdo. Exitem tmbém outro motivo que não etão muito viívei, como qundo mãe fz quetão de regitrr crinç com o nome do pi, ele não ceit e el, então, não oficiliz o nome d crinç; qundo mãe tem meno de no, é olteir e não tem mi contto com o pi; e té doção ilegl de crinç. A flt de informção é tmbém um entrve, já que miori não conhece poibilidde legi pr, por exemplo, grntir o nome do pi no regitro d crinç co ele e recue. O novo Código Civil, em vigor prtir de, etbelece que mãe pode dizer no crtório o nome do poível pi e é o Minitério Público que deve entrr em contto com o indicdo pr eclrecer pternidde d crinç. NA AZÔNIA
81 n Região Norte ó não tingiu o nívei obervdo no retnte do pí por cont do mu deempenho do doi etdo mi populoo, Prá e Amzon. No etdo de Rorim o item cobre totlidde do ncido vivo e, em Rondôni e Ampá, cobertur etá próxim dio. A Tbel motr evolução do número boluto do ncimento ocorrido n Região Norte entre e, regitrdo pelo SINASC (o ddo pr ão o memo d tbel nterior). Verifice que nee pequeno período houve coniderável umento do número de ncimento regitrdo pelo item, que pou de mil mil. Ee vlore repreentm, de um ldo, um crecimento nul do número de regitro de proximdmente, e, por outro, um elevção d cobertur do SINASC em torno de, por no, n região, em médi. Ee progreo d evolução do regitro de ncimento no SINASC não e repete, contudo, com relção o regitro ocorrido em crtório, o que tem contribuído pr mnter um lcun hitóric n promoção d ciddni d crinç. No entnto, nov inicitiv d Aociçõe de Notário, Tribuni de Jutiç, Governo Etdui e UNICEF vêm proporcionndo um mior número de crinç oportunidde de e regitrr imeditmente pó o ncimento. Trt-e d intlção de poto vnçdo do Crtório do Regitro Civil no hopiti e n mternidde d miore cidde d região, que permitem e fcilitm o regitro do recémncido. Em portri recente, o Minitério d Súde e compromete rercir, trvé do SUS, mternidde que têm poto vnçdo do crtório intldo em u dependênci, com R$, por cd crinç regitrd. O pecto quntittivo de tl inicitiv ind deverão er vlido, m, com certez, dede o início de u implementção, el motrou er de grnde utilidde pr grntir o direito de erem regitrd e de e tornrem ciddã no crinç. TABELA Região Norte e demi regiõe Evolução do número de ncido vivo regitrdo no SINASC - / Região e etdo Período Região Norte.... Rondôni.... Acre.... Amzon.... Rorim.... Prá.... Ampá.... Tocntin.... Demi regiõe Fonte: Minitério d Súde. Sitem de Informçõe obre Ncido Vivo. NA AZÔNIA
82 » Projeto Ciddão UNICEF/BRZJ/Dnil Cl MAIS INFORMAÇÕES: Tribunl de Jutiç do Acre Ru Benjmin Contnt, Centro Rio Brnco AC Telefone: () - No início do no, mior prte d populção do Acre vivi n áre ruri, trblhndo no extrtivimo do látex. Apó ee período, com frente pecurit bert e incentivd pelo Governo Federl, grnde ltifúndio voltdo pr produção gropecuári e mdeireir form contruído e bo prte do eringueiro, deconhecedore d nov técnic, viu-e obrigd migrr pr cidde em buc de emprego e de nov oportunidde. E, tlvez, ej um d jutifictiv pr o número encontrdo, em, pelo IBGE: do creno não pouím nenhum regitro legl. Sem documento, crinç e dolecente não freqüent ecol, fmíli não pode er tendid pelo erviço público de úde, itênci ocil, o trblhdor fic ftdo do trblho forml e não vot. Pr intervir nee contexto, o Tribunl de Jutiç do Acre, Prefeitur de Rio Brnco e divero prceiro governmenti e nãogovernmenti e unirm no memo no d pequi. Foi í que urgiu o Projeto Ciddão, com propot de grntir, de form rápid, emião grtuit de documento pr populção de bix rend. Ne primeir etp, o beneficido form o hbitnte d periferi d cpitl. No no eguinte, outro prceiro derirm à inicitiv e novo erviço form oferecido, como tendimento médico-odontológico, curo profiionliznte, oficin obre educção mbientl, direito humno, pintur, tetro, dnç e tividde de lzer e eporte. Com o uporte de um brco, o projeto foi levdo pr ribeirinho, índio, eringueiro e outr peo que vivem em áre de difícil ceo no etdo. Até, form feito. tendimento em Rio Brnco e mil no interior, endo que, de, inicitiv já hvi lcnçdo mi de do potencii beneficiário d cpitl. NA AZÔNIA
83 Conelho Etdui e Municipi do Direito d Crinç e do Adolecente como grnti de ciddni Como prte do proceo de implementção do Ettuto d Crinç e do Adolecente (ECA) urgem o Conelho Etdui e Municipi d Crinç e do Adolecente, que, trvé de u çõe, devem, não pen contribuir pr grnti de proteção à crinç e o dolecente, como tmbém fzer d relidde dete um gend pr dminitrçõe e pr implementção d çõe de polític públic. O Conelho Etdui e Municipi d Crinç e do Adolecente form crido como epço de interção forml do poder executivo e d ociedde civil, chmdo deliberr, formulr e monitorr polític públic de grnti do direito d crinç e dolecente, previto pelo ECA. Su compoição deve er pritári, ou ej, incluir, de form eqüittiv, repreentnte do executivo e d intituiçõe d ociedde civil que trblhm diretmente com temátic do direito d infânci. Trt-e de um órgão que pode er diretmente ligdo o gbinete de governdore e prefeito, m, em vário etdo e município e inere n etrutur d Secretri de Jutiç e Direito Humno ou nquel de cunho etritmente ocil, como de Trblho e de Promoção ou Aitênci Socil. Algun conelho etdui enfrentm problem de dependênci d etrutur governmentl e d flt de recuro finnceiro e humno neceário à execução d tividde inerente o eu objetivo contitucioni. Pouco ão o governdore, prefeito e ecretário que perceberm importânci do poio que ee orgnimo podem oferecer o executivo n getão do complexo problem d gerçõe mi joven. TABELA Etdo d Região Norte Conelho Municipi do Direito d Crinç e do Adolecente - Etdo Totl de município Número de conelho municipi AC AL AP BA CE DF ES GO MA MG MS MT PB PE PI PR RJ RN RR RS SC SE SP TAL Fonte: Conelho Ncionl do Direito d Crinç e do Adolecente - Connd. NA AZÔNIA
84 Tl itução retringe influênci do conelho e compromete qulidde de u contribuiçõe pr formulção, monitormento e vlição d polític públic voltd pr crinç e o dolecente. Todo o etdo d Região Norte têm o eu Conelho Etdui intldo. O memo não contece com o Conelho Municipi, ind inexitente ou em vi de implntção em muito município (Tbel ). Além dio, fltm informçõe mi conitente obre o funcionmento dquele que já form implntdo. De cuto reltivmente bixo, tnto n implntção, qunto n mnutenção, crição do Conelho Municipi é etimuld pelo Governo Federl à medid em que ete vincul implntção e o funcionmento do conelho o ceo determind dotçõe orçmentári, detind progrm e projeto voltdo pr crinç e o dolecente. Contituindo-e como epço delibertivo, ee conelho ind repreentm um novidde pr dminitrçõe nem empre hbitud o exercício itemático do controle ocil e do envolvimento d ociedde civil n implementção de polític públic. O deenvolvimento cognitivo d crinç, n fmíli Pr um conhecimento conitente d condiçõe de inerção d crinç no epço fmilir e no entido de verificr e e condiçõe ão ou não fvorávei o eu deenvolvimento integrl, eri neceário relizr etudo que permitiem ferir em que medid o dulto d região proporcionm à u crinç feto e crinho neceário, têm ou não o hábito de contr hitóri e de brincr com el, proporcionm ou não poibilidde de convívio com outr crinç, etimulm leitur e outr tividde critiv e, de um modo gerl, contribuem pr etimulr eu deenvolvimento picomotor, cognitivo e ocil. Ddo de nturez fltm, não pen n Região Norte, m em todo o pí, e deverim er objeto de pequi epecífic. Sem poder contr com ee tipo de informção, ete etudo procur, trvé d nálie de indicdore educcioni do fmilire, epecilmente d mãe e do irmão mi velho, extrpolção proximd de concluõe obre lgun (pen lgun) pecto d vid d crinç, que ão importnte pr eu deenvolvimento. Segundo pequi recente, invetimento em educção feminin promovem retorno ocii não-monetário que têm grnde repercuão obre o deenvolvimento econômico do píe (Schultz, ). A mulhere com mior e menor ecolridde tendem cuidr mi d própri úde e d úde do membro de u fmíli, principlmente do filho menore. Além dio, mãe pm ter melhore condiçõe de uxilir eu filho no trblho ecolre, o que reduz, obremneir, repetênci e evão ecolr. Qundo o homem preent condiçõe educcioni idêntic à d mulher, o efeito obre educção e úde infnti não preentm reultdo tão ignifictivo. Com o vnço obtido n educção d mulher brileir, n últim décd, o impcto poitivo poderão er expreivo pr próxim gerçõe. Algun indicdore cláico podem er ocido o efeito de educção mtern obre úde do filho. É o co, por NA AZÔNIA
85 TABELA Bril e Região Norte Tx de mortlidde de crinç menore de no de idde por no de etudo d mãe (por. ncido vivo) e Ano de etudo d mãe Bril Região Norte Até no,,, no,,,, no e mi,,,, Fonte: IBGE. Pequi Ncionl por Amotr de Domicílio. e. Not: Pr Região Norte, PNAD coletou ddo pen pr populção urbn, exceto no Etdo de Tocntin. exemplo, d redução d tx de mortlidde de crinç menore de no qundo umentm o no de etudo d mulher. Podee obervr n Tbel que, pr o no de e, no Bril e n Região Norte, qunto mior o número de no de etudo d mãe, menor tx de mortlidde d crinç menore de no. Por outro ldo, o nível de ecolridde d mãe etá diretmente ocido, tmbém, à ecolridde de eu filho. No co d crinç de no de idde, por exemplo, ddo do Ceno Demográfico de (Tbel ) demontrm que, n Região Norte, pen, do filho de mulhere em intrução, ou com meno de no de ecolridde, etvm freqüentndo pré-ecol nquele no, enqunto que, pr mãe com mi de no de ecolridde, e percentgem chegv,. UNICEF/BRZ/Jcque Schwrztein TABELA Bril e Região Norte Percentgem de crinç de no de idde que não freqüentm pré-ecol por no de ecolridde d mãe - Ano de ecolridde d mãe Bril Pí e região Região Norte Totl,, Sem intrução,, no,, no,, no,, no,, no,, no ou mi,, Fonte: IBGE. Ceno Demográfico.. NA AZÔNIA
86 » Rádio Pel Educção UNICEF/BRZJ/Dnil Cl MAIS INFORMAÇÕES: Rádio Rurl de Sntrém Av. São Sebtião, A - Snt Clr Sntrém P - Telefone: () / Quero dizer que o progrm é um uceo, poi é um fonte de incentivo pr crinçd vir té ecol prticipr, e tmbém etimul o profeor er mi prticiptivo e reponável. Ee é um trecho d crt de Mrilene Snto Ferreir, educdor d Ecol Municipl No Senhor de Lourde, n comunidde Vit Alegre de Cpixuã, áre ribeirinh, bnhd pelo rio Tpjó, no etdo do Prá. O detino d correpondênci ão o rdilit reponávei pelo progrm Pr ouvir e prender, que Rádio Rurl de Sntrém trnmite pr ecol municipi de Sntrém e Belterr. Dede, o rádio é utilizdo como intrumento pedgógico no interior d Amzôni, trvé do projeto Rádio pel Educção, executdo pel Rádio Rurl de Sntrém, em prceir com ecretri de educção dee município e Unicef. Cerc de mil luno e. profeore ecutm tod egund, qurt e ext-feir o progrm, que tem durção de minuto, dentro d l de ul. Aim, torn-e mi um recuro pedgógico pr o profeore, já que oferece dic de como trblhr, por exemplo, portuguê e mtemátic prtir de múic e hitóri. Outr eçõe do Pr Ouvir e Aprender ão entrevit, debte, notíci, rdionovel, correio entre luno e profeore, hor d leitur e onho do luno, n qul menino e menin revelm eu deejo e expecttiv em relção o futuro. Cd profeor lcnçdo pelo Rádio pel Educção recebe um gui pedgógico com informçõe obre todo o progrm e ugetõe pr etimulr ul prticiptiv, dinâmic e critiv. O conteúdo veiculdo correpondem o currículo d ecretri municii de educção. N miori d comunidde onde o projeto é deenvolvido não exite luz elétric. Por io, o rádio utilizdo n ecol funcionm à cord e pouem ind um lntern copld. Mi de já form ditribuído. Em, Rádio Rurl dquiriu, com poio do Unicef, um trnmior mi potente e o inl etá chegndo com melhor qulidde pr o lugre mi ditnte de Sntrém e Belterr, lém de lcnçr outr cidde e zon ruri no Prá e etdo vizinho. Com io, o projeto pôde er mplido pr doi novo município prene, Óbido e Oriximiná, o que repreent. crinç beneficid. NA AZÔNIA
87 A relevânci do nível educcionl do irmão mi velho À medid em que o irmão mi velho protegem e cuidm do mi joven durnte uênci do dulto, ou enqunto ete etão ocupdo com outro fzere, u ecolridde pode ter reflexo direto obre o deenvolvimento de u irmã e irmão mi novo. N Tbel, oberv-e diferenç reltiv exitente entre tx de lfbetizção pr crinç de no de idde do município nortit. Pr cd etdo ão motrd mior e menor tx municipl de lfbetizção. Ee ddo ão importnte à medid em que, como menciondo nteriormente, conjectur-e que ão e crinç que podem etr, de um modo ou de outro, contribuindo pr o cuiddo do irmão menore. A itução é freqüente n áre ruri e tmbém n áre periféric d cidde um vez que, devido o mior número de crinç n fmíli, mãe, o ir pr o trblho, ind cotumm deixr o filho pequeno o cuiddo do mi velho. Relte-e que ind há município em vário etdo com tx de lfbetizção bixíim pr crinç com oito no de idde. No Tocntin, onde há município com mi de de populção lfbetizd ne idde, ind e encontr pelo meno um cuj tx de lfbetizção ind etá no. A itução do Prá é ind pior, hvendo, nee etdo, município com tx de lfbetizção d populção de no de pen. O miore contrte intermunicipi n lfbetizção d crinç de no de idde ão obervdo no etdo do Prá, Amzon e Acre. No primeiro dele, o município mi lfbetizdo, Annindeu, tem tx de lfbetizção o oito no equivlente, d tx de Cchoeir do Piriá, o meno lfbetizdo. No Acre, cpitl, Rio Brnco, preent tx de lfbetizção o oito no de,, enqunto que o município de Jordão preent menor tx do etdo, de pen. A diferenç entre du tx é de. No etdo do Amzon, diferenç entre o município em ituçõe extrem de lfbetizção d crinç de oito no é de,. Prtindo-e do princípio de que, o oito no de idde, crinç já deveri etr lfbetizd, exitênci de ddo tão negtivo indicri peritênci d dificuldde de ceo no primeiro no o enino fundmentl em mpl áre d Região Norte, epecilmente n zon ruri e n pequen cidde. TABELA Região Norte Miore e menore tx de lfbetizção municipl d populção de no de idde por etdo e diferenç reltiv entre el (em ) - Etdo Mior tx municipl () Fonte: IBGE. Ceno Demográfico.. Menor tx municipl (b) Diferenç reltiv entre () e (b) Rondôni,,, Acre,,, Amzon,,, Rorim,,, Prá,,, Ampá,,, Tocntin,,, NA AZÔNIA
88 A educção infntil UNICEF/BRZ/Jcque Schwrztein Promover ocilizção d crinç num mbiente comunitário mi mplo contitui um do principi objetivo d educção infntil. Ee proceo de ocilizção bei-e em doi eixo principi, endo o primeiro dele educção do comportmento em comunidde. Aqui, crinç prende etbelecer o limite entre eu direito e o direito d outr crinç, entre u vontde e norm de convivênci. Em egundo lugr, crinç vi prender decodificr relidde, compreender o mundo d comunicção orl e rudimento d interpretção de igno, colocr be de futur decobert em todo o rmo do conhecimento: mtemátic, ciênci nturi, fíic e humn. Em um, educção infntil contitui o licerce d ocilizção e d grnti do direito e devere d crinç no eio d ociedde. Entender relidde d prticipção d crinç em creche e pré-ecol é conhecer u inerção num univero que permite retrtr um pouco d itução que envolve o coletivo de tore ocii que rodeim crinç e eu reponávei, ejm ete intitucioni ou não. Em noo pí, educção infntil compreende o tendimento à crinç de - no de idde. Pr crinç de no de idde, educção infntil é oferecid em creche ou em entidde equivlente e, pr de no, em intituiçõe de enino pré-ecolr. Memo não endo obrigtóri, educção infntil é um direito contitucionl, e cbe o município grntir cobertur neceári o tendimento d demnd. Compete à efer municipl, com o poio d dminitrçõe federl e etdul, contruir, equipr e oferecer equipmento pr educção infntil, lém de contrtr e treinr peol qulificdo pr o corpo docente e dminitrtivo. O Ettuto d Crinç e do Adolecente confirm ti obrigçõe, indicndo er d competênci d fmíli exercer ou não o direito de ter eu filho mtriculdo nee nível de prendizdo ecolr. A diferenç com o enino fundmentl etá no fto de que um fmíli pode mtriculr ou não eu filho de no num creche ou préecol, enqunto o enino fundmentl é obrigtório pr tod crinç de no. O reultdo do ceno ecolr de motrrm que educção infntil brileir etá em expnão no que diz repeito à u implntção no município. Nquele momento, chegv o número de município que tinhm pelo meno um etbelecimento de tendimento crinç em creche ou n préecol. No Bril, exite um totl de. etbelecimento de educção infntil, tendendo crinç entre e no de idde, endo que dele pertencem à rede de educção municipi (INEP, ). Ee crecimento tem e ddo lentmente, com lgum progreo mi expreivo no último no (mi dinte ee vnço recente erá enfocdo). Segundo ABRINQ, em pen d crinç com meno de no de idde tinhm ceo à vg em creche ou pré-ecol no Bril. Treze no depoi, em, proporção tinh umentdo pr, (etimtiv do utore com be em ddo do INEP). Não há ddo comprtivo diponívei pr verificção d tendênci n Região Norte, no período menciondo nteriormente. Contudo, trvé de outro número, é poível demontrr que itução ne região é ind mi precári que do pí como um todo. No Bril, em, pen, d crin- NA AZÔNIA
89 ç de no freqüentvm creche ou pré-ecol. Pr Região Norte, nee memo no, ee percentul er de,. (Pr um melhor interpretção do ignificdo dee número, é interente lembrr que, ne mem região, em,, d crinç de no vivim em fmíli de rend fmilir per cpit igul ou inferior ½ lário mínimo.) Tendênci d mtrícul n pré-ecol Não ão nimdore o ddo tui obre mtrícul no enino pré-ecolr no Bril e, epecificmente, n Região Norte. Em, proporção de luno mtriculdo em relção à populção em idde pré-ecolr ( no) não chegv pr o pí como um todo, endo de, pr Região Norte (Tbel ), com detque pr Rorim e Ampá, com vlore uperiore à médi ncionl. D. mtrícul feit em n Região Norte,. (cerc de ) e referim crinç com meno de qutro ou com mi de no de idde, ito é, que etão for d fix etári reltiv o enino pré-ecolr ( no). O percentui que etmo exminndo té gor ão coniderdo tx brut de mtrícul, e incluem tod crinç mtriculd n pré-ecol, incluive quel for d fix etári dequd ee nível de enino. Se, no entnto, etiverem incluído no cálculo do percentui referente à pré-ecol pen crinç mtriculd com idde entre e no, teremo o que pode er coniderdo um tx líquid. De cordo com o conceito ddo cd um, o vlor de um tx líquid é empre inferior o de um tx brut. Por englobr tmbém mtrícul for d UNICEF/BRZJ/Pricil Lel TABELA Bril e Região Norte Tx brut e líquid de pré-ecolrizção () - Pí, Região Norte e etdo Tx brut de mtrícul Tx líquid de mtrícul Bril,, Região Norte,, Rondôni,, Acre,, Amzon,, Rorim,, Prá,, Ampá,, Tocntin,, Fonte: Minitério d Educção/Intituto Ncionl de Pequi Educcioni. Ceno Ecolr. e IBGE. Ceno Demográfico.. NA AZÔNIA
90 » Núcleo de Educção Ecolr Indígen do Ampá UNICEF MAIS INFORMAÇÕES: Núcleo de Educção Indígen do Ampá Av. Fb, /n Birro Centrl Mcpá, AP - Telefone: () -. Turé é o nome de um ritul prticdo pel miori do povo indígen do Ampá, no qul, trvé d múic e d dnç, o índio relembrm ntigo mito e lend. Ee é o nome tmbém de um projeto de formção de profeore indígen, deenvolvido pelo Núcleo de Educção Indígen (NEI), que é um etor d Secretri Etdul de Educção. O NEI é reponável pel rticulção, eori e encminhmento do projeto educcioni em terr indígen e reliz ee trblho em prceri com ociçõe indígen, como Aocição do Povo Indígen do Oipoque (APIO), Conelho d Aldei Wiãpi (APINA), Aocição do Povo Indígen do Tocntin (API), com Fundção Ncionl do Índio (FUNAI), Conelho Indigenit Miionário, univeridde loci e outr intituiçõe. No etdo do Ampá, vivem nove etni, ditribuíd em ldei, onde exitem. luno, dividido em ecol. Do profeore, ão índio. O principl objetivo do NEI é proporcionr um educção diferencid, bilíngüe e interculturl, bucndo, obretudo, vlorizr e dptr o currículo ecolr o conhecimento e à trdiçõe d comunidde indígen. Dede, o Projeto Turé permite formção de educdore índio hbilitdo em educção indígen. A propot é que ele deenvolvm conhecimento ntropológico, pedgógico e ociolingüítico com perpectiv d mnutenção lingüític e culturl d ociedde indígen. Outr inicitiv do NEI é o projeto Mirktu ( gente bo ), deenvolvido n reerv indígen do Wiãpi, onde imigrnte nordetino form entdo pelo Incr n áre do entorno d reerv. Utilizndo o memo recuro nturi e e encontrndo freqüentemente, er precio promover um convivênci pcífic e hrmonio entre ee diferente modo de viver. Pr io, o projeto utiliz vídeo com tividde de crinç indígen e não-indígen pr preentção e dicuão n l de ul de mbo o povo. O profeore tmbém ão envolvido no compromio de contruir um novo relcionmento entre e comunidde, bedo n identificção d emelhnç e no repeito à diferenç. O NEI coorden tmbém elborção de mterii pedgógico epecífico pr ecol indígen. Já form publicdo: Atl Hitórico e Hitóri e Lend do Apti-Wyãn; Litertur Plikur e trê livro de lfbetizção pr e comunidde; Mtemátic Sitem Deciml Wiãpi; Portuguê pr Uo Comunictivo; e Litertur Kripun e Glibi-Mrworno (bilíngüe). NA AZÔNIA
91 fix etári dequd, et últim uperetim o tendimento pré-ecolr, rzão pel qul iremo exminr tx líquid com mi tenção. Pr o conjunto do pí, em, prcel d populção de no que etv mtriculd n rede pré-ecolr, dd pel tx líquid, er de,. No memo no, tx d Região Norte er de,. Em, o etdo de Rorim e do Ampá erm o que preentvm o melhor qudro de mtrícul d região. Com, e,, repectivmente, de mtrícul n fix etári de - no, o doi etdo motrvm um itução melhor memo que do pí em eu conjunto. Num entido contrário, o Amzon regitrv o ceo de pen, d crinç de - no no enino pré-ecolr. No demi etdo, itução é um pouco melhor que do Amzon, m o ceo à pré-ecol continu precário, conforme motrm o ddo d tbel nterior. Contudo, lém de vrir de etdo pr etdo, tx de ecolridde d crinç de no vrim tmbém em função d rç/etni d crinç (Tbel ). Um ddo que e detc do demi, tnto no conjunto do pí como n Região Norte, é elevd proporção de crinç indígen em ceo à pré-ecol. Deve-e ter em cont, todvi, tnto quetõe culturi pertinente, qunto o fto de hver quntidde reltivmente pequen de indígen reidindo n cidde d região, onde, de cordo com o Ceno Ecolr de, concentrm-e d vg oferecid no enino pré-ecolr. Aind com relção à Região Norte, menor proporção de crinç em ceo à pré-ecol etá n populção brnc, conforme tbel. Pr o pí como um todo, populção brnc não e detc em termo de freqüênci à pré-ecol, etndo o extremo com populção mrel (menor proporção de crinç for d pré-ecol), e indígen (mior proporção). Não obtnte reduzid proporção de crinç mtriculd no enino pré-ecolr n Região Norte, evolução d mtrícul de tod idde nee nível de enino tem ido ignifictiv. Entre e, el ltrm de proximdmente mil pr mil, que contitui um médi nul de vnço de, (contr, no conjunto do Bril). E evolução poitiv e deve principlmente o peo d mtrícul prene, que crecerm, no período, pndo de mil pr mil (Tbel ). Surpreendentemente, Rondôni e Tocntin não precem ter eguido tendênci d Pr o conjunto do pí, em, prcel d populção de no que etv mtriculd n rede pré-ecolr, dd pel tx líquid, er de,. TABELA Bril e Região Norte Crinç de no de idde for d ecol, por rç/etni - Rç / Etni Bril Região Norte Totl,, Amrel,, Brnc,, Indígen,, Prd,, Pret,, Pret e prd,, Fonte: IBGE. Ceno Demográfico.. NA AZÔNIA
92 região, motrndo decrécimo no período. Ddo, porém, o expreivo crecimento obervdo no pí e n região, é provável que ee reultdo e devm mi ub-regitro de mtrícul do que um rel evolução negtiv d mem. Mi de d mtrícul pré-ecolre ão feit em etbelecimento público do município, tnto no conjunto do pí como n Região Norte. O etbelecimento etdui repondem por um prcel reduzid d mtrícul no pí, m ão o egundo em importânci n Região Norte, com cerc de d mtrícul. Ele contemplm que d mtrícul do Ampá e mi d metde d de Rorim e do Acre, m têm prticipção que nul no etdo do Amzon (, do totl). A reduzid quntidde de vg oferecid pelo etbelecimento pré-ecolre público é reponável pelo detque do enino pré-ecolr privdo no cenário ncionl (um qurto d mtrícul) e no regionl ( do totl). No etdo do Amzon ele englob d mtrícul. Comprdo com o vlore correpondente pr o enino fundmentl, cuj mtrícul privd correpondem do totl brileiro e, do regionl, ee número indicm o grnde vzio que ret preencher pr que ej democrtizdo o ceo o enino pré-ecolr no pí. Dd e informçõe e coniderçõe, vê-e que há um longo cminho e percorrer pr que totlidde d crinç brileir e, em epecil, d Região Norte, pom exercer eu direito à educção pré-ecolr. Já etmo próximo de tingir univerlizção de mtrícul no enino fundmentl e ind muito ditnte de tender à demnd por vg no enino pré-ecolr. Dd u reponbilidde legl pel expnão d vg nee nível de enino, cbe à prefeitur municipi ceitr o defio e crir condiçõe pr que o groo de noo contingente infnti tenh ceo à pré-ecol. Evidentemente, o eforço er relizdo exigirá, ind, não pen o poio permnente d intânci uperiore de governo como tmbém prticipção tiv e preão do conjunto d ociedde. TABELA Bril e Região Norte Evolução d mtrícul no enino pré-ecolr - / Pí, Região Norte e etdo Mtrícul Crecimento- /() Bril , Região Norte...., Rondôni.... -, Acre...., Amzon...., Rorim...., Prá...., Ampá...., Tocntin.... -, Fonte: Minitério d Educção/Intituto Ncionl de Pequi Educcioni. Ceno Ecolr.. NA AZÔNIA
93 Creche: o pró e o contr A creche é o outro componente d educção infntil, e detin-e à crinç de no de idde. Contitucionlmente, cbe o poder público oferecer vg neceári. A utilidde e o ppel d creche têm ucitdo lgum controvéri entre profiioni e intituiçõe voltd pr promoção e defe do direito d mulher e d crinç. Pr lgun, creche deve er, imultnemente, um erviço oferecido à mãe que trblh e um locl onde e vi promover convivênci comunitári d crinç e etimulr u potencilidde. Aim, el é, pr mãe, um erviço conveniente e neceário; pr crinç, um locl de convivênci, de tividde lúdic e de educção infntil. Net linh de penmento, ddo o umento inexorável d prticipção feminin no mercdo de trblho, utilizção d creche permitiri que mulher exerç eu direito de trblhr, em com io prejudicr o deenvolvimento de u crinç. Por outro ldo, há o que rgumentm que, em qulquer circuntânci, o lr é o melhor lugr pr crinç de meno de no, e que freqüênci à creche, no primeiro no de vid, ft premturmente crinç d mãe, podendo prejudicr o pleno deenvolvimento infntil. O defenore dee ponto de vit detcm que, endo o período de mmentção recomendável de um no ou mi, empre que poível, mãe deveri permnecer integrlmente o ldo de eu filho ou filh o meno durnte o primeiro mee de vid d crinç. Nee contexto, cbe detcr que, no Bril tul, per d obrigtoriedde legl, não é poível grntir que cd locl de emprego pou um creche. Além dio, levndo em cont pen o ponto de vit d crinç de meno de no (e é e lógic dete etudo), é poível e formulr um érie de pergunt, cuj repot exigirim etudo mi profunddo: Coniderndo-e irregulridde e inipiênci do rendimento que muit d mãe de fmíli pobre coneguem no mercdo informl, qul é prcel d rend uferid por e mãe que cheg, de fto, beneficir fmíli e crinç, um vez decontdo o cuto relciondo à u própri mnutenção durnte o período de uênci (trnporte, limentção, vetuário, etc.)? N mem lógic de rciocínio, e continundo fzer vler o interee d crinç (prioritário egundo Contituição Federl), é poível perguntr e não eri melhor pr muit del ter u mãe em c, mmentndo- e grntindo-lhe feto, egurnç e proteção durnte primeir infânci, em lugr de ficr com outr peo, ou em creche que, muito freqüentemente, etão longe de proporcionr condiçõe mínim neceári o eu deenvolvimento? Quiquer que ejm poiçõe em relção à utilidde e à oportunidde d creche, proporção de crinç mtriculd nee etbelecimento no pí e n Região Norte permnece pouco ignifictiv (Tbel ) e ditnte d neceidde ncioni (qui coniderd com be n importânci d creche como gente que grntiri prticipção feminin no mercdo de trblho e propiciri o primeiro po no proceo de educção e de ocilizção d crinç). O ddo expoto dão mrgem um érie de coniderçõe obre itução d mtrícul em creche no pí e n Região Norte. Inicilmente, veri- UNICEF/BRZJ/Dnil Cl NA AZÔNIA
94 » Povo indígen em São Gbriel MAIS INFORMAÇÕES: Secretri Municipl de São Gbriel d Cchoeir Av. Álvro Mi, Centro São Gbriel d Cchoeir - Telefone: () - e -. Em São Gbriel d Cchoeir, município d região do Alto Rio Negro, no etdo do Amzon, convivem etni indígen e e flm mi de língu, em contr o portuguê. Pr lém do defio d comunicção, etá o de grntir o protgonimo do índio n grnti de eu direito. A Secretri Municipl de Educção e Federção d Orgnizçõe Indígen do Alto Rio Negro (FOIRN), em prceir com o Unicef, elborrm o projeto Contruindo um educção ecolr indígen no Rio Negro, em. Entre o principi objetivo d inicitiv, etá oportunizção de um enino proprido o índio. Io inclui levr ecol pr onde ele etão. Em um lugr como e região d Amzôni, é precio nvegr em buc dee objetivo, literlmente. A extenão territoril de São Gbriel repreent, do Amzon. Ne áre vivem cerc de mil índio, ditribuído em comunidde, o que repreent d populção totl do município. Aim, exitem grnde defio pr educção como, por exemplo, ditribuir merend ecolr e o mterii didático entre ecol, eplhd em áre ditnte e de difícil, lém de cpcitr o profeore e levr informçõe o povo indígen com mior freqüênci. UNICEF/BRZJ/DOféli Silv Outro ftor que levou à contrução do projeto foi o lto índice de evão ecolr:. Entre rzõe pr um número tão lto, etá não-proprição d pedgogi indígen à educção forml. O objetivo do projeto é poir cpcitção de profeore, difuão de conhecimento té ecol d comunidde indígen mi ditnte, intercâmbio e educção bilíngüe. Pr io, foi contruído um brco-ecol, um progrm de rádio e mterii eductivo proprido à relidde do índio. O brco cont com um bibliotec, l multi-meio (TV, om, vídeo, computdore e impreo) e lcnç mil etudnte d rede municipl de São Gbriel. Além dio, o brco foi utilizdo pr relizção de curo de cpcitção pr profeore e gente comunitário de úde, ditribuição d merend ecolr e do mterii didático. O progrm de rádio é outro importnte lido pr uperr o iolmento d condiçõe geográfic. É veiculdo n trê principi língu indígen do município. N progrmção, etão pecto obre cultur d diver etni e troc de conhecimento e experiênci entre comunidde. O prendizdo exite n comunidde, n fmíli, n ecol e diferenç entre lógic culturi dee divero mbiente lev o menino e menin indígen e entirem frcdo, repetirem, evdirem. A ecol propot pelo projeto pretende er um lugr onde e equilibr relção entre conhecimento trdicioni do povo indígen e conhecimento novo. NA AZÔNIA
95 TABELA Bril e Região Norte Tx brut e líquid de mtricul em creche () - Bril, Região Norte e etdo Tx brut de mtrícul Tx "líquid de mtrícul Bril,, Região Norte,, Rondôni,, Acre,, Amzon,, Rorim,, Prá,, Ampá,, Tocntin,, Fonte: Minitério d Educção/Intituto Ncionl de Pequi Educcioni. Ceno Ecolr.. ficmo que o tendimento n Região Norte e motr ind mi precário que no conjunto do Bril, u tx brut e líquid correpondendo meno d metde do repectivo vlore pr o pí. Por outro ldo e, epecificmente pr Região Norte, tx líquid correponde, proximdmente, à metde d tx brut. Ito ignific que metde d crinç d Região Norte mtriculd em creche tem idde uficiente pr prticipr do enino pré-ecolr, e não o fz, provvelmente, por flt de vg n pré-ecol em eu loci de mordi, por tolerânci do reponávei pelo etbelecimento ou por mbo o ftore. Contrpondo-e ee cenário, verificmo, em termo mermente quntittivo, um crecimento de mi de do número de crinç mtriculd em creche no Bril e n Região Norte, entre e. No nível regionl, mtrícul do Amzon e Tocntin ubirm mi de e, no Acre, el form multiplicd por qutro. Coniderndo-e que, o contrário do que ocorre com préecol, univerlizção não prece er um met deejável pr o tendimento em creche, fic berto o debte obre definição d met que poderi ervir o município como referênci pr o plnejmento. Um d opçõe eri definir et met com be n nálie do percentul de mulhere que relizm lgum tividde econômic. Pr o totl d Região Norte, ete percentul é de. Levndo-e em cont que nem tod mulhere trblhdor ão mãe de crinç de no, met que grntiri um cobertur dequd eri provvelmente inferior ee percentul. (Nete co, pr tod região, hveri neceidde de meno de. vg). Outr opção, pr definição de met dequd de cobertur pr o erviço de creche, eri referênci o percentul de mulhere chefe de fmíli. Em, como vimo no Cpítulo dete etudo,, do lre nortit erm chefido por mulhere (Et lterntiv gerri um demnd de meno de. vg). Metde d crinç d Região Norte mtriculd em creche tem idde uficiente pr prticipr do enino pré-ecolr. NA AZÔNIA
96 Crinç com neceidde de proteção epecil Algum ctegori de crinç têm neceidde de proteção epecil, como quel com deficiênci, inerid premturmente no mercdo de trblho ou vítim de violênci dométic. A dificuldde de obtenção de informçõe com um certo gru de repreenttividde d itução d Região Norte ou, o meno, d cpiti do etdo, impediu Crinç com deficiênci A neceidde epecii decorrem d deficiênci d qui ão portdor crinç. E deficiênci podem er de ordem fíic ou trntorno menti. Entre deficiênci fíic podemo relcionr: deficiênci viul, uditiv, hemiplegi prlii prcil do membro, tetrplegi - prlii do qutro membro, ou memo flt de membro ou prte dele. A Tbel, eguir, inform, pr o no de, o número de peo portdor de lgum tipo de deficiênci no Bril e n Região Norte, com detque pr crinç de té ei no de idde. O pí como um todo preentv, milhõe de peo, ito é,, d populção totl, com lgum tipo de deficiênci, proporção que e elevv ( milhõe de peo) n Região Norte, no memo no. Pr crinç com té ei no de idde o vlore e reduzim ubtncilmente. Ne fix etári cerc de mil peo (,) no Bril mil (,) n Região Norte preentvm lgum tipo de deficiênci. Percebe-e dí que, tnto pr o totl d populção como pr o grupo etário infnti, incidênci de deficiênci n Região Norte não nlie d itução d crinç órfã, d que ão ubmetid à mendicânci ou expot o rico d ru, memo etndo n mi tenr idde. Tod et ctegori de crinç exigem do órgão público, entidde d ociedde civil e comunidde, eforço redobrdo pr promover polític de proteção epecil. e diferenci d verificd no conjunto do pí. De cordo com tbel, principl deficiênci que preentvm crinç brileir com té ei no de idde em er motor, que fligi, mil crinç dquel fix etári (, do totl de co verificdo no ceno demográfico). N região Norte,, do co de deficiênci em crinç correpondim à deficiênci motor (, mil crinç). A deficiênci viul vem em egundo lugr ( mil crinç), eguid pelo trntorno menti, que fetvm, mil crinç com té ei no. Em último lugr, deficiênci fíic crcterizd pel flt de membro ou de prte dele tingi cerc de crinç com té ei no de idde n região. A reprtição d deficiênci em tod idde, tnto pr o conjunto d populção brileir qunto pr nortit, difere dquel que e oberv n idde infnti. Se coniderrmo, por exemplo, deficiênci viul, el repreent que metde do co de deficiênci em tod populção brileir e mi d metde n nortit, m correponde pe- NA AZÔNIA
97 TABELA Bril e Região Norte Peo com deficiênci egundo tipo de deficiênci Tipo de deficiênci BRASIL REGIÃO NORTE Tod idde Até ei no Tod idde Até ei no Populção totl Deficiênci mentl permnente..... Deficiênci fíic - tetrplegi, prplegi ou Hemiplegi permnente Deficiênci fíic - flt de membro ou de prte dele (pern, brço, mão, pé ou dedo polegr) Deficiênci motor - incpz, com lgum ou grnde dificuldde permnente de cminhr ou ubir ecd Deficiênci viul - incpze, com lgum ou Grnde dificuldde permnente de enxergr Deficiênci uditiv - incpze, com lgum Ou grnde dificuldde permnente de ouvir Pelo meno um d deficiênci cim Totl de co de deficiênci Fonte: IBGE. Ceno Demográfico. Not: - A peo com mi de um tipo de deficiênci form incluíd pr cd tipo de deficiênci que tinhm. Aim, que tinhm mi de um deficiênci form relciond tnt veze qunto quntidde de deficiênci que tinhm. O totl de co de deficiênci é om d prcel correpondente cd tipo. - O ddo d tbel provêm de reultdo preliminre d motr do ceno demográfico. n à qurt prte do co em crinç com meno de ei no de idde. Por outro ldo, o co de deficiênci viul em crinç com té ei no de idde n Região Norte repreentm pen, do totl de co obervdo de eficiênci n região. Já deficiênci mentl pode er coniderd um deficiênci mi infntil que deficiênci viul, já que o co de deficiênci obervdo em crinç com té ei no correpondem do co regitrdo em tod fix etári, proporção bem mior, portnto, que referente à deficiênci viul. Tl conttção, com be em ddo reltivo, não contrdiz o fto do mior número boluto de deficiente TABELA Região Norte e etdo Peo com - no de idde com pelo meno um tipo de deficiênci - Região e etdo Fonte: IBGE. Ceno Demográfico.. Crinç de - no com pelo meno um tipo de deficiênci Proporção / populção de - no () Região Norte., Rondôni., Acre., Amzon., Rorim., Prá., Ampá., Tocntin., NA AZÔNIA
98 menti que viui entre crinç com té ei no de idde, como vito n Tbel. De todo o tipo de deficiênci motrdo n Tbel, deficiênci mentl é que preent mior relção entre incidênci em crinç e no totl d populção, enqunto deficiênci viul ocup poição opot. A Tbel motr ditribuição d crinç com pelo meno um deficiênci egundo o etdo de reidênci n Região Norte. Vê-e que proporçõe de crinç de zero ei no deficiente reltivmente o efetivo populcioni de fix etári têm pequen vribilidde, ocilndo entre,,. Ito prece indicr que o tipo de deficiênci ditribueme regulrmente n região, não hvendo etdo que e obrei por preentr mior ou menor incidênci de um ou outro tipo de deficiênci. O divero tipo de deficiênci fíic, regitrndo nívei reltivmente inexpreivo em termo regioni, ditribuem-e de form reltivmente regulr em todo o etdo. Contudo, o que import concluir d nálie do ddo preentdo é que, independentemente d reduzid importânci reltiv d deficiênci, vivem n Região Norte mi de mil crinç portdor de neceidde epecii que exigem do podere público, d ociedde e d u fmíli um tenção tmbém epecil. Trblho Infntil TABELA Região Norte Crinç de no envolvid em tividde lbori n áre urbn - Região e etdo Agrícol Atividde Não-grícol Região Norte.. Rondôni - Acre Amzon -. Rorim - Prá.. Ampá - - Tocntin. Fonte: IBGE. Pequi Ncionl por Amotr de Domicílio.. Not: Pr Região Norte: excluive populção d áre rurl de Rondôni, Acre, Amzon, Rorim, Prá e Ampá. Etimuldo por gênci d Nçõe Unid, como OIT e o UNICEF, tnto o governo qunto ociedde civil brileir etão empenhdo, há lgun no, em eforço conitente de errdicção do trblho infntil. Grnde uceo já form obtido, m o problem etá longe de er reolvido. Surpreendente, entre outro, é o grnde número de crinç de já envolvid em tividde lbori. Segundo Pequi Ncionl por Amotr de Domicílio de, cerc de, milhõe de crinç de no etvm trblhndo, no Bril, n emn nterior à dt de referênci d Pequi. Dee totl,. tinhm entre no de idde, do qui trblhvm em áre ruri (Tbel ). Pr Região Norte, não há ddo obre o contingente, certmente mjoritário, d crinç que trblhm n áre ruri. Por e trtr de informçõe obtid trvé d PNAD, o ddo diponívei retrtm, excluivmente, itução, tmbém muito grve, encontrd n áre urbn d região, NA AZÔNIA
99 não permitindo, portnto, um vião complet do problem. A indiponibilidde de ddo obre crinç de no de idde que trblhm n áre ruri d região contitui problem delicdo, em função d condiçõe do trblho infntil grícol, tl qul contece em todo o pí. O trblho em lvour contmind por grotóxico; obrigção de crregr peo que excedem u poibilidde fíic, utilizção de equipmento perigoo e o trblho em poiçõe corpori indequd, que prejudicm definitivmente eu crecimento e deenvolvimento fíico, ão freqüente. Vi de regr, condiçõe de trblho em que ão inerid crinç ão inlubre, em grnti, em nenhum proteção e muit d crinç trblhdor poderão vir ofrer de ditúrbio picológico, que podem fetr, de form irremediável, eu deenvolvimento intelectul e emocionl e u incluão ocil. O reltório d Delegci Regionl de Trblho (DRT) do Etdo do Prá, identificm, nquele etdo, eguinte ctegori de tividde lbori de crinç: Lixão Feir Livre Crvori Prç Públic Mercdo Municipi Orl Fluvil Mnguezl Agricultur Pec Olri ctdore de lixo crregdore e vendedore de frut e de peixe, mbulnte contrutore de forno, encdore de crvão, brredore flnelinh gurddore de crro, mbulnte crregdore de mercdori, vendedore engrxte, pequeno comercinte, mbulnte tirdore, ctdore e vendedore de crnguejo roç, plntção e colheit de produto grícol, ex.: feijão, piment do reino, rroz, mndioc, pec em gerl, colet e ctção de mexilhão colet e trnporte do brro té confecção do produto finl como, telh e tijolo Fonte: Delegci Regionl de Trblho/Prá.. A cpcidde de ficlizção d DRT reltivmente o problem do trblho infntil etá quém do neceário. A inuficiênci de recuro humno e mterii d Delegci Regioni de Trblho ficm evidente n tbel bixo, que dá cont d çõe de ficlizção d DRT/Prá no no de. N nálie det tbel, doi fto chmm tenção. Em primeiro lugr, nítid migrção d tenção d DRT do Setor Forml pr o Setor Informl. Em egundo lugr, o fto de u equipe não coneguirem viitr em um no mi que do totl de município do Etdo do Prá. TABELA Etdo do Prá Açõe Fici d Delegci Regionl do Trblho Crinç/Adolecente de tod idde encontrdo em tividde lbori Ano Setor forml Setor informl Totl Município ficlizdo ().. () TAL.. Fonte: Delegci Regionl de Trblho/Prá.. Not: () prtir de fevereiro; () té mrço. Form lvrdo uto de infrção entre. NA AZÔNIA
100 Crinç vítim de violênci, negligênci e mu trto TABELA Município de Rio Brnco - Etdo do Acre Crcterític d violênci contr crinç - Novembro de goto Crcterític d violção Totl de co em crinç Fonte: Conelho Tutelr de Rio Brnco/Acre.. Co em crinç de no reltivmente o totl () Abndono Negligênci Mu-trto Agreão fíic Agreão picológic Aim como no retnte do pí, tmbém n Região Norte é extremmente difícil obtenção de ddo obre violênci prticd contr crinç. A intituiçõe vocciond pr o tendimento vítim e greore (delegci, IML, Centro de Defe, Hopiti, Abrigo, Minitério Público, Vr d Infânci), não dipõem de item de informção epecífico, que permitm o monitormento quntittivo e qulittivo do fenômeno, tipificção do co, contrução do perfil de vítim e greore, etc. Qundo dipõe de item de regitro, cd um de intituiçõe ctegoriz de form ditint o co de violênci que tende, invibilizndo um vião de conjunto e um compreenão mi profundd d itução. Memo im, já há evidênci uficiente d neceidde de e enfrentr violênci prticd contr crinç como problem de úde públic, tl mgnitude do fenômeno e tl grvidde d eqüel que deix n vítim. Ddo itemtizdo pelo Conelho Tutelr do Município de Rio Brnco (AC), expoto n Tbel, ão ilutrtivo d violênci perpetrd contr crinç dquele município. Excepcionlmente, foi poível, nete co, degregr o regitro por fix etári, de form contemplr o foco de interee de noo etudo. Um rro exemplo de levntmento relizdo n Região Norte, mi epecificmente n Região Metropolitn de Belém (RMB), configur um etudo de co, que fornece informçõe importnte pr compreenão do fenômeno: De cordo com ddo itemtizdo pelo Centro de Defe d Crinç e do Adolecente CEDECA/EMAÚS (Tbel e ), form notificdo n RMB, durnte o no de e, um totl de. co de violênci contr crinç e dolecente de no de idde. Dee totl,. (,) referem-e crinç de no de idde. Entre diferente ctegori notificd, form regitrdo, nee doi no, homicídio contr crinç de fix etári. Entre demi ctegori, detcm-e o tentdo violento o pudor, o mu trto e leõe corpori. É importnte notr que do totl de. co etuddo pelo Centro de Defe,, form co de violênci prticdo por pi, mãe, mdrt e pdrto. Trt-e de co clificdo como endo de violênci dométic, por cont d relção de prenteco e de reponbilidde do greore pr com vítim. No mbiente domético, violênci contr crinç pode ocorrer de du form: trvé do tque direto ou por form indiret. No primeiro co, crinç ofrem greõe fíic ou picológic, buo exui, etc. A form indiret de violênci ocorrem de mneir mi util, eu efeito ão, porém, devtdore pr obrevivênci d cri- NA AZÔNIA
101 TABELA Região Metropolitn de Belém Tipo de violênci egundo idde d vítim Tipo de violênci Idde Totl Fonte: Centro de Defe d Crinç e do Adolecente CEDECA/EMAÚS.. Atentdo violento o pudor Abuo exul Aedio exul Alicimento Etupro Tenttiv de Rpto Tenttiv de etupro Apreenão ilegl Ameç de terceiro Deprecimento Fug do lr Homicídio Tenttiv de homicídio Morte upeit Leão corporl Mu trto. Seqüetro Tenttiv de eqüetro Rcimo Totl. nç. A limentção precári (meno nutritiv ou em menor quntidde), redução do cuiddo com úde, o menor ceo à ecol ou o menor tempo que p no bnco ecolre, flt de feto e crinho configurm ituçõe de negligênci, que podem levr éri coneqüênci pr o deenvolvimento infntil. A explorção exul de crinç e dolecente é, muit veze, coneqüênci d violênci dométic. A greão fíic e o buo exul ão o miore delito regitrdo contr crinç e menin é principl vítim do buo exul. A crinç bud, em u miori, encontrm-e com idde entre e no, jutmente etp de deenvolvimento do órgão exui. Crinç e dolecente que ofrem itemticmente com violênci no lr podem preferir rricr-e enfrentr poívei violênci de etrnho, do que continur ubmetido à violênci em c (Rede, b). A notificçõe de violênci prticd por outro prente (vó, tio, irmão, primo, pdrinho, etc.) omm, ou ej, do totl d violênci NA AZÔNIA
102 TABELA Região Metropolitn de Belém Idde d vítim por tipo de violênci Tipo de violênci Idde Totl Fonte: Centro de Defe d Crinç e do Adolecente CEDECA/EMAÚS.. Atentdo violento o pudor Abuo exul Aedio exul Alicimento Etupro Tenttiv de etupro Prátic de protituição Apreenão ilegl Ameç de terceiro Deprecimento Fug do lr Homicídio Tenttiv de homicídio Morte upeit Leão corporl Mu trto Seqüetro Tenttiv de eqüetro Não informdo Totl cometid contr crinç e dolecente. Ete co ão clificdo como endo de violênci intr-fmilir, porque ne ctegori há relção de prenteco entre greore e vítim, m o primeiro não ão reponávei direto pel crinç. Somdo, o número d violênci dométic e d violênci intr-fmilir perfzem que do totl de. co. É, portnto, lrmnte, o número de co de greão que ocorrerm em epço que deverim er de proteção e cuiddo com crinç. Memo em dipor, pr ete co, de ddo degregdo por idde que no permitm ber com precião qunt form crinç de no fetd por e du ctegori de violênci, é fácil deduzir que, trtndo-e de crinç pequen, deve er grnde prcel d. vítim de fix etári que tiverm como greore eu próprio pi ou outro dulto que fzem prte de u fmíli. A crueldde dee ddo pont clrmente pr neceidde de um grnde eforço inicil de dignótico d itução encontrd em outro etdo e outr cidde d região. NA AZÔNIA
103 Conelho Tutelre O conelho tutelre ão órgão cujo objetivo é o de zelr pelo cumprimento do direito d crinç e do dolecente, definido no Ettuto d Crinç e do Adolecente, que normtiz competênci e o prâmetro de u tução no município. São ele que umem, n prátic, no nível municipl, tividde detind fzer cumprir legilção referente à defe do direito d crinç e do dolecente. A infr-etrutur fíic e de peol do conelho tutelre, qui incluo o vencimento do conelheiro, ão de reponbilidde e d lçd d prefeitur. Devido o tipo de tividde que relizm, contm com o poio logítico d Políci Militr e d Políci Civil. N Região Norte vrim de município pr município condiçõe em que o conelho tutelre relizm u tividde. Há município em que o conelheiro dipõem de etrutur fíic e de remunerção dequd pr trblhr. Em contrprtid, há tmbém quele em que ele deenvolvem eu trblho de form precári e muit veze voluntári, à medid em que dminitrção municipl não rc com depe de remunerção e tmpouco de infr-etrutur báic pr o deempenho de u d çõe. D mem form que pr o conelho municipi, é lent expnão do número de conelho tutelre intldo no município d Região Norte. Inicilmente intldo pen n cpiti etdui e n principi cidde, ele prm de em (Oeelmn, ) no di tui, conforme motr Tbel. A importânci do conelho tutelre pr comunidde vem crecendo ignifictivmente. Em muito município, ecolh do conelheiro tem e ddo trvé de eleiçõe diret, TABELA Região Norte Conelho Tutelre exitente - bril de Etdo Totl de município Número de conelho tutelre AC AL AP BA CE DF ES GO MA MG MS MT PB PE PI PR RJ RN RR RS SC SE SP TAL Fonte: Conelho Ncionl do Direito d Crinç e do Adolecente - Connd. NA AZÔNIA
104 em diput cd vez mi cirrd e com número crecente de cndidto. Além de grntir o encminhmento imedito d crinç e dolecente violentdo em eu direito - pr tendimento pelo erviço reponávei - tução itemátic do conelho tutelre fornece importnte ubídio pr o formuldore de polític públic, pontndo com precião pr o problem mi freqüente que devem er enfrentdo com prioridde pel dminitrçõe municipi. NA AZÔNIA
105 REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS ARILHA, M., BERQUÓ E. Eterilizção: intom ocil. São Pulo, (Reltório de pequi) mimeo ARILHA, M. Contrcepção, empowerment e entitlement: um cruzmento neceário n vid d mulhere. In: BERQUÓ, Elz. Reflexõe obre gênero e fecundidde no Bril. Cmpin: UNICP/NEPO,. BEMF. Pequi Ncionl obre Demogrfi e Súde.. BEMF. Pequi Ncionl obre Súde Mterno-infntil e Plnejmento Fmilir - Bril.. BRUSCHINI, C. Mternidde e trblho feminino: inlizndo tendênci. In: BERQUÓ, E. Reflexõe obre gênero e fecundidde no Bril. Cmpin: UNICP/NEPO,. CONSELHO ESTADUAL DOS DIREIS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DO AZONAS. Ettuto d Crinç e do Adolecente - ECA. Mnu:. CONSELHO TUTELAR DE RIO BRANCO - ACRE. Ddo obre Violênci Contr Crinç.. DHALIA, C. et l. A AIDS no Bril: itução tul e tendênci. Boletim Epidemiológico - AIDS Ano XIII, n o. - dezembro de julho de. ESCOBAR, A. L. Epidemiologi d tuberculoe n populção indígen Pkánov (Wri ), do Etdo de Rondôni, Bril. Rio de Jneiro: Ecol Ncionl de Súde Públic, Fiocruz,. (Tee de Doutordo) ESTERIK, P. V. Ammentção e egurnç limentr. Grupo Origem,. Diponível em rquivo/egurnc.htm Aceo em: jneiro/. GIFFIN, K, COSTA, S. A prátic contrceptiv e o borto no Bril. In: BERQUÓ, E. Reflexõe obre gênero e fecundidde no Bril. Cmpin: UNICP/NEPO,. GOVERNADORIA (NDONIA).Açõe e controle de Mlári em dicuão. Secretri de Súde do Etdo de Rondôni:. GRAH, W., BRASS, W., SNOW, R.W. Etimting mternl mortlity: the iterhood method. Studie in Fmily Plnning, (),. IBGE. A itução d populção brileir -. Rio de Jneiro: IBGE/FNUAP,. IBGE. Análie d Dinâmic Demográfic. (Projeto UNF/BRASIL (BRA//P)). IBGE. Ceno Demográfico.. IBGE. Ettític do Regitro Civil. Bríli,. IBGE. Indicdore ocii - um nálie d décd de. Rio de Jneiro: FIBGE, Diretori de Pequi,. IBGE. Pequi Ncionl por Amotr de Domicílio.,,. INSTITU NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS. Ceno Ecolr.. JESUS, D. E. de. Vi de fto e ção penl. Diponível em: Aceo em: jneiro/. MAIA, K, LIRA, SACHIKO. A. A mulher no mercdo de trblho.. Diponível ktyamulher.doc Aceo em: novembro/ jneiro/. MINISTÉRIO DA JUSTIÇA. CONSELHO NACIONAL DOS DIREIS DA MULHER. Pequi Ncionl obre Condiçõe de Funcionmento d Delegci Epecilizd no Atendimento à Mulhere.. Diponível Aceo em: novembro/ jneiro/. MINISTÉRIO DA JUSTIÇA. Informe do Bril. Bríli: MJ/SEDH/CNDM,. MINISTÉRIO DA JUSTIÇA. Plno Ncionl de Enfrentmento d Violênci Sexul Infnto-Juvenil. Bríli,. (Coleção Grnti de Direito, Série Subídio) Tomo V. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Informçõe Sobre Atenção à Súde Indígen.. Diponível em: Aceo em outubro de e jneiro/. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Sitem de Informçõe obre Mortlidde.. Diponível em: http: // Aceo em outubro de jneiro/. NA AZÔNIA
106 MINISTÉRIO DA SAÚDE. Bril: Etimtiv d Mortlidde Infntil por Microrregiõe e Município. Bríli,. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Pcto de Atenção Báic Bril.. Diponível em: http: // > Aceo em outubro de jneiro/. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Sitem de Informção obre Ncido Vivo.. Diponível em: http: // Aceo em outubro de jneiro/. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Progrm e Projeto. Diponível em: http: // Aceo em outubro de jneiro/. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretri de Projeto Epecii de Súde. Met d Cúpul Mundil em Fvor d Infânci. Avlição de Mei Décd, -. Bríli:. MOREIRA, M. de M., MOURA, H. A. de. Migrçõe n Região Norte. Mnu: IES,. (Texto IES, ). NASCIMEN, R., WONG, L.R. Evolução d fecundidde n Região Norte do Bril. Cderno de Etudo Socii, v., nº, jul./dez.,. OESSELMANN, D. Retrto d Amzôni: Cminho Pr Análie de Situção d Infânci e Adolecênci. Belém: Univeridde d Amzôni (UNA),. OLIVEIRA, Z. L. C. de. Mulher e trblho. Rio de Jneiro,. Diponível em: ociedde//index_pri_.html Aceo em: etembro/ e jneiro/ SRAL DA CRIANÇA. Gui do Líder d Ptorl d Crinç. Curitib:. SRE, J. Invetir em mulher d certo. Jornl d Trde. Edição de //. PRAT, J. G. A tuberculoe n populçõe indígen d Améric: com um vião epecil pr populçõe indígen do Norte d Amzôni, um revião d litertur. Rio de Jneiro: Ecol Ncionl de Súde Públic, Fiocruz,. (Diertção de Metrdo) REDE NACIONAL FEMINISTA DE SAÚDE E DIREIS REPDUTIVOS. Violênci contr mulher - um problem que fet tod ociedde. Pernmbuco,. Diponível em: Aceo em: etembro/ e jneiro/. REDE NACIONAL FEMINISTA DE SAÚDE E DIREIS REPDUTIVOS. Folheto Violênci contr Mulher. b. Diponível em: Aceo em: etembro/ e jneiro/. RELATÓRIO d Comião Prlmentr de Inquérito Detind Invetigr Incidênci de Mortlidde Mtern no Bril. Bríli: Câmr do Deputdo,. Diponível em: (temporri/encerrd/reltório finl) Aceo em: etembro/ e jneiro/. SIO, S. S. Conferênci Bíblic: Religião e Etrtégi Polític Mundo Bniw. Mnu: Univeridde do Amzon,. (Monogrfi de Concluão do curo de bchreldo em Ciênci Socii) SANCHES, S. A condiçõe ocii báic d fmíli chefid por mulhere. Mulher e Trblho. SCHULTZ, T. Pul. Humn Cpitl Invetiment in Women e Men: Micro nd Mcro Evidente of Economic Return. Sn Frncico: ICS Pre,. SOUZA, I.P.R. Apecto d AIDS Pediátric. Jornl d ABPREV,. SZWARCWALD, C. L. Etimtiv do número de órfão decorrente d AIDS mtern, Bril, - - um not técnic. Boletim Epidemiológico - AIDS Ano XII, n o. - - etembro novembro de. SZWARCWALD, C. L. et l. Etimtiv do número de crinç (- no) infectd pelo HIV, Bril,. Boletim Epidemiológico - AIDS Ano XV, n o. - - julho etembro de TEIXEIRA, P. R. Apreentção. Boletim Epidemiológico - AIDS Ano XVI, n o. - - Abril dezembro de UNICEF, SEMSA. Dignótico d Condiçõe de Súde d Mulher e d Crinç do Município de Mnu.. UNICEF, SESMA. Dignótico de Súde Mterno-Infntil no Município de Belém.. UNICEF. End-decde multiple indictor urvey mnul. New York: UNICEF/Diviion of Evlution, Policy nd Plnning,. UNICEF. Situção d infânci brileir UNICEF. Situção mundil d infânci UNICEF.IBGE. Indicdore Sobre Crinç e Adolecente. Bril -,. VERMELHO, L.L. et l. Epidemiologi d trnmião verticl do HIV no Bril. Boletim Epidemiológico - AIDS Ano XII, n o. - julho goto de. NA AZÔNIA
107 NOTAS EXPLICATIVAS IBGE. Ceno Demográfico.. IBGE. Ceno Demográfico.. IBGE. Ceno Demográfico.. No no oitent, já e obervv redução do crecimento d populção d Região Amzônic. A trção que região exerci obre populçõe migrnte de outro etdo brileiro pou er btnte rrefecid e té memo ceou em lgun etdo. Reduziu-e tx de crecimento demográfico, que pou de, o no, n décd de, pr, no no oitent e pr, n décd eguinte. Um érie de ftore contribuírm pr e mudnç, podendo er citdo, entre outro, derticulção do Progrm Pólo Noroete, retird de ubídio pr gricultur d região, o proteto contr polític que fvorecim o demtmento d região, uênci de oluçõe tecnológic pr o deenvolvimento d gricultur, o cuto d polític de ubídio pr implntção de empre no pólo indutril d Zon Frnc de Mnu. O ldo migrtório de um região num determindo período é ddo pel diferenç entre quntidde de peo que entrrm n região e d que del írm no referido período. O vlor citdo foi etimdo pelo utore. IBGE. Ceno Demográfico.. Proporção de populção urbn em relção à totl. O indicdor de rendimento medino menl correponde o mior lário do do reponávei por domicílio de menor rend do pí. Inform, portnto, que do chefe de fmíli tem um rend menl de vlor igul ou inferior o vlor do indicdor. Vlore clculdo pelo utore com be em ddo do Ceno Demográfico de. IBGE. Ceno Demográfico.. Segundo o Ceno Demográfico de, d peo reponávei por domicílio não tinhm intrução forml ou nem um no de ecolridde. No entnto, e coniderdo, dentre ele, o que tinhm rend de, no máximo, um lário-mínimo, ee vlor umentv ubtncilmente, ficndo próximo do. IBGE. Ceno Demográfico.. A tx de fecundidde totl repreent o número médio de filho ncido vivo que um mulher teve o longo de u vid reprodutiv ( o no de idde). IBGE. Ceno Demográfico. e. BEMF. Pequi de Demogrfi e Súde.. Ver KANEKO, Y. M. G. Etudo d prevlênci de premturidde fetl n mternidde Blbin Metrinho. Revit d Aocição Médic do Amzon, Mnu, v., nº, julho/dezembro, ; KANEKO, Y. M. G. et l. Etudo epidemiológico do bortmento n mternidde Blbin Metrinho Mnu nálie de co. Revit d Aocição Médic do Amzon, Mnu, v., nº, julho/dezembro, ; RRES, J. L. et l. Etudo epidemiológico de grvidez em dolecente de no em mternidde de Mnu. Revit d Aocição Médic do Amzon, Mnu, v., nº, julho/ dezembro, ; DARZÉ, E. A. Grvidez e o prto n dolecênci. In:. Obtetríci fundmentl. ed. Rio de Jneiro: Koogn,. Minitério d Súde. Sitem de Informçõe obre Ncido Vivo.. O ddo referente o no (último ddo diponibilizdo té et dt pelo DATASUS) não form coniderdo pr nálie, por terem ido produzido com metodologi diferente d utilizd no no nteriore. Minitério d Súde. Sitem de Informçõe obre Mortlidde.. Minitério d Súde. Sitem de Informçõe obre Mortlidde.. É o rico que mulher ofre de morrer devido à cu referente à complicçõe d grvidez, prto e puerpério. Ete indicdor é expreo por. mil ncido vivo (UNICEF,, p. A.). Intituto Ncionl de Pequi Educcioni. Ceno Ecolr.. UNICEF. Situção mundil d infânci. p.. NA AZÔNIA
108 IBGE. Ceno Demográfico - e. Se for coniderd populção com cinco no e mi de idde, o número de não lfbetizdo em teri uperdo o milhõe, conforme vito no Cpítulo. Intituto Ncionl de Pequi Educcioni. Ceno Ecolr. IBGE. Ceno Demográfico.. IBGE. Ceno Demográfico. e. IBGE. Ceno Demográfico.. Contituem vi de fto greõe que não deixm eqüel fíic n vítim. Qundo greão provoc lgum dno à integridde corporl ou à úde d vítim é coniderd juridicmente como leão corporl. Se, contudo, empreg empurrõe, oco, etc., em ferir e em dolo de dno, há vi de fto (Jeu, retirdo do ite vi_fto.htm). A Tx de Mortlidde Infntil é definid como o número de óbito de menore de um no de idde (por mil ncido vivo), em determind áre geográfic e período, e interpret-e como etimtiv do rico de um ncido vivo morrer durnte o eu primeiro no de vid. Alt tx de mortlidde infntil refletem, de mneir gerl, bixo nívei de úde, de condiçõe de vid e de deenvolvimento ocioeconômico. A tx de mortlidde infntil ão gerlmente clificd em lt ( ou mi), médi ( - ) e bix (meno de ), em função d proximidde ou ditânci do vlore já lcnçdo pel ociedde mi deenvolvid o longo do tempo. No entnto, memo qundo tx de mortlidde infntil ão bix, podem er verificd pronuncid vriçõe entre ditinto egmento d populção. No Ceno Demográfico de, e pergunt ão repondid por tod mulhere prtir do no de idde. Etimtiv de ub-regitro de óbito de menore de no, feit prtir d Pequi Ncionl de Demogrfi e Súde, relizd pel BEMF em, pontm vlore, incluive, um pouco uperiore:, pr Região Norte (urbn) e, pr o Nordete. Ddo retirdo do ite d Ptorl d Crinç ( Ddo obre o número e ditribuição do Hopiti Amigo d Crinç retirdo do ite do UNICEF/Bril ( Minitério d Súde/FUNASA/CENEPI. Indicdore e Ddo Báico - Bril -. (Indicdore de Morbidde e ftore de rico). Minitério d Súde. Sitem de Informçõe obre mortlidde.. Minitério d Súde/FUNASA/CENEPI. Indicdore e Ddo Báico - Bril -. (Indicdore de Morbidde e ftore de rico). Minitério d Súde. Sitem de Informçõe Hopitlre (SIH/SUS).. Minitério d Súde/FUNASA/CENEPI. Indicdore e Ddo Báico - Bril -. (Indicdore de Morbidde e ftore de rico). Minitério d Súde/FUNASA/CENEPI. Sitem de Informçõe do Progrm Ncionl de Imunizçõe.. Minitério d Súde. Progrm e Projeto. Tuberculoe.. Minitério d Súde/FUNASA. Informçõe obre Atenção à Súde Indígen.. Vermelho, L.L. et l. Epidemiologi d trnmião verticl do HIV no Bril. Boletim Epidemiológico - AIDS Ano XII, n o. - julho goto de. Teixeir, P. R. Apreentção. Boletim Epidemiológico - AIDS. Ano XVI, n o. - - Abril dezembro de Dhli, C. et l. A AIDS no Bril: itução tul e tendênci. Boletim Epidemiológico - AIDS Ano XIII, n o. - dezembro de julho de. Teixeir, P. R. Apreentção. Boletim Epidemiológico - AIDS. Ano XVI, n o. - - Abril dezembro de Szwrcwld, C. L. et l. Etimtiv do número de crinç (- no) infectd pelo HIV, Bril,. Boletim Epidemiológico - AIDS. Ano XV, n o. - - julho etembro de. Szwrcwld, C. L. et l. Etimtiv do número de crinç (- no) infectd pelo HIV, Bril,. Boletim Epidemiológico - AIDS. Ano XV, n o. - - julho etembro de. NA AZÔNIA
109 Minitério d Súde/FUNASA/CENEPI. Indicdore e Ddo Báico - Bril -. (Indicdore de Morbidde e ftore de rico). Minitério d Súde/FUNASA/CENEPI. Indicdore e Ddo Báico - Bril -. (Indicdore de Morbidde e ftore de rico). Minitério d Súde/FUNASA/CENEPI. Indicdore e Ddo Báico - Bril -. (Indicdore de Morbidde e ftore de rico). Vermelho, L.L. et l. Epidemiologi d trnmião verticl do HIV no Bril. Boletim Epidemiológico - AIDS Ano XII, no. - julho goto de. Szwrcwld, C. L. Etimtiv do número de órfão decorrente d AIDS mtern, Bril, - - um not técnic. Boletim Epidemiológico - AIDS. Ano XII, n o. - - etembro novembro de. Du ão fonte em que podem er encontrdo ddo degregdo (regiõe, etdo, município) obre mlári: o Sitem de Informçõe obre Mlári (SISMAL), do Progrm de Controle d Mlári, pr incidênci d doenç, e o Sitem de Informçõe obre Mortlidde (SIM), pr o óbito, mbo do Centro Ncionl de Epidemiologi do Minitério d Súde. Enqunto o SIM dipõe de informçõe pr totlidde do território brileiro, informçõe do SISMAL retringem-e o etdo que compõem Região Amzônic (o etdo d Região Norte crecido de Mrnhão e Mto Groo). Não há ddo diponívei obre utilizção de moquiteiro no pí. No entnto, dd u pequen produção e divulgção retrit, preume-e que um quntidde ínfim de crinç etej protegid por ele. Minitério d Súde. Sitem de Informçõe obre Mortlidde. e Minitério d Súde. Sitem de Informçõe obre Mlári.. Minitério d Súde/FUNASA. Informçõe obre Atenção à Súde Indígen.. SRE, Joé. Invetir em mulher dá certo. Jornl d Trde. Edição em //. Intituto Ncionl de Pequi Educcioni. Ceno Ecolr. Intituto Ncionl de Pequi Educcioni. Ceno Ecolr.. Et reflexõe não e plicm, é clro, à mulhere chefe-de-fmíli, que ão únic reponávei pel rend fmilir. Intituto Ncionl de Pequi Educcioni. Ceno Ecolr. e. Segundo o Ceno Demográfico de, pen d crinç pertencente fmíli cuj rend fmilir per cpit encontr-e no quintil mi elevdo de rend etão mtriculd no enino pré-ecolr do Bril. UNICEF. Situção mundil d infânci. p.. NA AZÔNIA
110 TABELAS POPULAÇÃO Regiõe etdo e Populção Populção urbn Crinç Totl Mulhere H omen N º - no o Mulhere em idde - n - no - no fértil ot l ( no) Adolecente feminino de do exo no T tiver m Que filho N º B ril , , N ordete , , S udete , , S ul , , C entro-oete , , R egião Norte , , R ondôni....., , A cre...., , A mzon , , R orim...., , P rá , , A mpá...., , T ocntin....., , Fonte: IBGE. Ceno Demográfico.. NA AZÔNIA
111 EDUCAÇÃO Regiõe e Etdo Tx de tendimento Número de mtrícul Tx de ecolrizção brut Tx de ecolrizção líquid Populção de no ou mi no no no Creche Pré-ecol Creche Pré-ecol Creche Pré-ecol Anlfbeto Tx de nlfbetimo Bril,,,...,,,,.., Nordete,,,...,,,, Sudete,,,...,,,,.., Sul,,,..,,,,.., Centro-Oete,,,..,,,,.., Norte,,,..,,,,.., Rondôni,,,..,,,,.., Acre,,,.,,,,., Amzon,,,..,,,,., Rorim,,,..,,,,., Prá,,,..,,,,., Ampá,,,..,,,,.., Tocntin,,,..,,,,.,., Fonte: Minitério d Educção/Intituto Ncionl de Pequi Educcioni. Ceno Ecolr.. SANEEN - Regiõe e etdo Totl domicílio urbno Domicílio urbno com nemento dequdo Águ encnd Rede de egoto Colet de lixo Bril..,,, Nordete..,,, Sudete..,,, Sul..,,, Centro-Oete..,,, Região Norte..,,, Rondôni.,,, Acre.,,, Amzon.,,, Rorim.,,, Prá.,,, Ampá.,,, Tocntin.,,, Fonte: IBGE. Ceno Demográfico.. NA AZÔNIA
112 SAÚDE Regiõe Etdo e Tx de mortlidde infntil Poliomielit e (SABIN) Cobertur Vcinl prto ceáreo Difteri, tétno coqueluche (DPT) e Srmpo VCS e Tuberculoe hneníe (BCG) crinç que ncerm c/ bixo peo Número de ncido prto vivo de () Totl Adole. que tiverm filho () Nº prto em informção obre tendimento pré-ntl Nº prto com informção Totl Getnte em tendimento pré-ntl / tendimento Getnte c/ conult pré-ntl pré-ntl Getnte c/ mi de conult pré-ntl B ril,,,,,,,,......,,, N ordete,,,,,,,,....,,, S udete,,,,,,,,......,,, S ul,,,,,,,,....,,, C entro-oete,,,,,,,,....,,, N orte,,,,,,,,....,,, R ondôni,,,,,,,,...,,, A cre,,,,,,,,...,,, A mzon,,,,,,,,....,,, R orim,,,,,,,,...,,, P rá,,,,,,,,....,,, A mpá,,,,,,,,...,,, T ocntin,,,,,,,,...,,, Fonte: Minitério d Súde. Bril: Etimtiv d Mortlidde Infntil por Microrregiõe e Município.. Minitério d Súde/FUNASA/CENEPI. Sitem de Informção do Progrm Ncionl de Imunizção.. Minitério d Súde/FUNASA/CENEPI. Sitem de Informção obre Ncido Vivo.. NA AZÔNIA
113 DEMOGRAFIA UF Município Populção - Populção Urbn - Crinç - Totl Mulhere H omen º N - no Populção de mulhere em idde fértil Adolecente ( - n o - no - no no) Tot l do exo no feminino () Tiverm filho de N º Rondôni Alt Floret D Oet e....,......, Alto Alegre do Preci....,...., Alto Prí o....,..., Alvord D Oet e....,....., Ariqueme....,......, Buriti....,......, Cbix i....,.., Cculândi....,., Cco l....,......, Cmpo Novo de Rondôni....,..., Cndei do Jmr i....,...., Ctnheir...,., Cerejeir....,...., Chupingui....,., Colordo do Oet e....,....., Corumbir....,.., Cot Mrque....,..., Cujubi m....,.., Epigão D Oet e....,......, Governdor Jorge Teixeir....,...., Gujrá-Miri m....,......, Itpuã do Oet e....,.., Jr u....,......, NA AZÔNIA
114 DEMOGRAFIA UF Município Populção - Populção Urbn - Crinç - Totl Mulhere H omen º N - no Populção de mulhere em idde fértil Adolecente ( - n o - no - no no) Tot l do exo no feminino () Tiverm filho de N º Rondôni Ji-Prn á....,......, Mchdinho D Oet e....,......, Minitro Andrezz....,..., Mirnte d Serr....,...., Monte Negr o....,..., Nov Brilândi D Oet e....,...., Nov Mmor é....,...., Nov Uniã o....,.., Novo Horizonte do Oet e....,..., Ouro Preto do Oet e....,......, Preci....,, Piment Buen o....,......, Pimenteir do Oet e....,, Porto Velh o...., , Preidente Médic i....,....., Primver de Rondôni....,., Rio Crep o...,, Rolim de Mour....,......, Snt Luzi D Oet e....,.., São Felipe D Oet e....,.., São Frncico do Gupor é....,..., São Miguel do Gupor é...,......, Seringueir....,..., NA AZÔNIA
115 DEMOGRAFIA UF Município Populção - Populção Urbn - Crinç - Totl Mulhere H omen º N - no Populção de mulhere em idde fértil Adolecente ( - n o - no - no no) Tot l do exo no feminino () Tiverm filho de N º Rondôni Teixeirópoli....,., Theobrom....,..., Urup á....,...., Vle do Anr i....,.., Vle do Prí o....,.., Vilhen....,......, Acre AC Acrelândi....,.., AC Ai Bri l....,, AC Briléi....,...., AC Bujr i....,.., AC Cpixb....,.., AC Cruzeiro do Su l....,......, AC Epitciolândi....,..., AC Feij ó....,......, AC Jordã o...,., AC Mâncio Lim....,..., AC Mnoel Urbn o....,.., AC Mrechl Thumturg o...,..., AC Plácido de Ctr o....,...., AC Porto Acr e....,..., AC Porto Wlte r....,.., NA AZÔNIA
116 DEMOGRAFIA UF Município Populção - Populção Urbn - Crinç - Totl Mulhere H omen º N - no Populção de mulhere em idde fértil Adolecente ( - n o - no - no no) Tot l do exo no feminino () Tiverm filho de N º Acre AC Rio Brnc o...., , AC Rodrigue Alve....,..., AC Snt Ro do Puru...,, AC Sen Mdureir....,......, AC Sendor Guiomr d....,......, AC Truc á....,......, AC Xpur i....,...., Amzon Alvrãe....,...., Amtur á....,.., Anm ã....,.., Anor i....,...., Apu í....,...., Atli do Nort e....,...., Autze....,......, Brcelo....,......, Brreirinh....,......, Benjmin Contn t....,......, Berur i....,...., Bo Vit do Rmo....,..., Boc do Acr e....,......, Borb....,......, Cpirng....,..., NA AZÔNIA
117 DEMOGRAFIA UF Município Populção - Populção Urbn - Crinç - Totl Mulhere H omen º N - no Populção de mulhere em idde fértil Adolecente ( - n o - no - no no) Tot l do exo no feminino () Tiverm filho de N º Amzon Cnutm....,...., Crur i....,......, Creir o....,......, Creiro d Várze...,...., Cor i....,......, Codjá....,......, Eirunep é....,......, Envir....,......, Fonte Bo....,......, Gujr á....,...., Humit á....,......, Ipixun....,....., Irndub....,......, Itcotir....,......, Itmrt i....,..., Itpirng....,.., Jpur á....,...., Juru á....,.., Jut í....,......, Lábre....,......, Mncpur u....,......, Mnquir i....,...., Mnu......, , NA AZÔNIA
118 DEMOGRAFIA UF Município Populção - Populção Urbn - Crinç - Totl Mulhere H omen º N - no Populção de mulhere em idde fértil Adolecente ( - n o - no - no no) Tot l do exo no feminino () Tiverm filho de N º Amzon Cnutm....,...., Crur i....,......, Creir o....,......, Creiro d Várze...,...., Cor i....,......, Codjá....,......, Eirunep é....,......, Envir....,......, Fonte Bo....,......, Gujr á....,...., Humit á....,......, Ipixun....,....., Irndub....,......, Itcotir....,......, Itmrt i....,..., Itpirng....,.., Jpur á....,...., Juru á....,.., Jut í....,......, Lábre....,......, Mncpur u....,......, Mnquir i....,...., Mnu......, , NA AZÔNIA
119 DEMOGRAFIA UF Município Populção - Populção Urbn - Crinç - Totl Mulhere H omen º N - no Populção de mulhere em idde fértil Adolecente ( - n o - no - no no) Tot l do exo no feminino () Tiverm filho de N º Amzon Mnicor é....,......, Mr ã....,....., Mué....,......, Nhmund á....,...., Nov Olind do Nort e....,......, Novo Airã o....,..., Novo Aripun ã....,....., Printin....,......, Puin i....,......, Preidente Figueired o....,...., Rio Preto d Ev....,....., Snt Ibel do Rio Negr o....,..., Snto Antônio do Iç á....,......, São Gbriel d Cchoeir....,......, São Pulo de Olivenç....,......, São Sebtião do Utum ã....,.., Silve....,..., Tbting....,......, Tpu á....,......, Tef é....,......, Tocntin....,....., Urin i....,...., Urucr á....,......, Urucuritub....,...., NA AZÔNIA
120 DEMOGRAFIA UF Município Populção - Populção Urbn - Crinç - Totl Mulhere H omen º N - no Populção de mulhere em idde fértil Adolecente ( - n o - no - no no) Tot l do exo no feminino () Tiverm filho de N º Rorim RR Alto Alegr e....,....., RR Amjr i...,.., RR Bo Vit...., , RR Bonfi m....,...., RR Cnt á....,..., RR Crcr í....,...., RR Croeb e....,.., RR Ircem....,., RR Mucj í....,..., RR Normndi....,.., RR Pcrim....,.., RR Rorinópoli....,...., RR São João d Bliz....,., RR São Lui z....,., RR Uirmut ã...,.., Prá Abetetub....,......, Abel Figueired o....,.., Acr á....,......, Afu á....,......, Águ Azul do Nort e....,....., Alenque r....,......, NA AZÔNIA
121 DEMOGRAFIA UF Município Populção - Populção Urbn - Crinç - Totl Mulhere H omen º N - no Populção de mulhere em idde fértil Adolecente ( - n o - no - no no) Tot l do exo no feminino () Tiverm filho de N º Prá Almeiri m....,......, Altmir....,......, Anjá....,......, Annindeu...., , Anp u....,..., Auguto Corrê....,......, Auror do Pr á....,......, Aveir o....,...., Bgr e....,....., Biã o....,......, Bnnc h....,, Brcren....,......, Belé m......, , Belterr....,...., Benevide....,......, Bom Jeu do Tocntin....,...., Bonit o....,.., Brgnç....,......, Bril Nov o....,...., Brejo Grnde do Argui....,.., Breu Brnc o....,......, Breve....,......, Bujr u....,......, NA AZÔNIA
122 DEMOGRAFIA UF Município Populção - Populção Urbn - Crinç - Totl Mulhere H omen º N - no Populção de mulhere em idde fértil Adolecente ( - n o - no - no no) Tot l do exo no feminino () Tiverm filho de N º Prá Cchoeir do Arr i....,...., Cchoeir do Piri á....,...., Cmet á....,......, Cnã do Crjá....,.., Cpnem....,......, Cpitão Poç o....,......, Ctnh l....,......, Chve....,...., Colre....,..., Conceição do Argui....,......, Concórdi do Pr á....,......, Cumru do Nort e....,.., Curionópoli....,....., Currlinh o....,......, Curu á....,..., Curuç á....,......, Dom Elie u....,......, Eldordo do Crjá....,......, Fr o....,..., Floret do Argui....,...., Grrfão do Nort e....,......, Goinéi do Pr á....,......, Gurup á....,......, Igrpé-Aç u....,......, NA AZÔNIA
123 DEMOGRAFIA UF Município Populção - Populção Urbn - Crinç - Totl Mulhere H omen º N - no Populção de mulhere em idde fértil Adolecente ( - n o - no - no no) Tot l do exo no feminino () Tiverm filho de N º Prá Igrpé-Mir i....,......, Inhngp i....,.., Ipixun do Pr á....,......, Iritui....,......, Ititub....,......, Itupirng....,......, Jcrecng....,......, Jcund á....,......, Jurut i....,......, Limoeiro do Ajur u....,......, Mãe do Ri o....,......, Mglhãe Brt....,.., Mrb á...., , Mrcn ã....,......, Mrpni m....,......, Mritub....,......, Medicilândi....,......, Melgç o....,......, Mocjub....,......, Moj u....,......, Monte Alegr e....,......, Mun á....,......, Nov Epernç do Piri á....,......, NA AZÔNIA
124 DEMOGRAFIA UF Município Populção - Populção Urbn - Crinç - Totl Mulhere H omen º N - no Populção de mulhere em idde fértil Adolecente ( - n o - no - no no) Tot l do exo no feminino () Tiverm filho de N º Prá Nov Ipixun....,...., Nov Timboteu....,.., Novo Progre o....,....., Novo Reprtiment o....,......, Óbido....,......, Oeir do Pr á....,......, Oriximin á....,......, Ouré m....,...., Ourilândi do Nort e....,....., Pcj á....,......, Pletin do Pr á....,.., Prgomin....,......, Prupeb....,......, Pu D'Arc o....,.., Peixe-Bo i....,.., Piçrr....,...., Plc....,...., Pont de Pedr....,....., Porte l....,......, Porto de Mo z....,......, Prinh....,......, Primver....,.., Qutipur u....,..., NA AZÔNIA
125 DEMOGRAFIA UF Município Populção - Populção Urbn - Crinç - Totl Mulhere H omen º N - no Populção de mulhere em idde fértil Adolecente ( - n o - no - no no) Tot l do exo no feminino () Tiverm filho de N º Prá Redençã o....,......, Rio Mri....,...., Rondon do Pr á....,......, Rurópoli....,......, Slinópoli....,......, Slvterr....,...., Snt Bárbr do Pr á....,..., Snt Cruz do Arr i....,., Snt Ibel do Pr á....,......, Snt Luzi do Pr á....,......, Snt Mri d Brreir....,..., Snt Mri do Pr á....,....., Sntn do Argui....,......, Sntré m...., , Sntrém Nov o....,.., Snto Antônio do Tu á....,....., São Cetno de Odivel....,...., São Domingo do Argui....,......, São Domingo do Cpi m....,......, São Félix do Xing u....,......, São Frncico do Pr á....,...., São Gerldo do Argui....,......, São João d Pont....,, NA AZÔNIA
126 DEMOGRAFIA UF Município Populção - Populção Urbn - Crinç - Totl Mulhere H omen º N - no Populção de mulhere em idde fértil Adolecente ( - n o - no - no no) Tot l do exo no feminino () Tiverm filho de N º Prá São João de Pirb....,...., São João do Argui....,...., São Miguel do Gum á....,......, São Sebtião d Bo Vit....,....., Spuci....,, Sendor Joé Porfíri o....,...., Sour e....,....., Tilândi....,......, Terr Alt....,.., Terr Snt....,...., Tomé-Aç u....,......, Trcuteu....,......, Trirã o....,...., Tucum ã....,......, Tucuru í....,......, Ulinópoli....,......, Urur á....,......, Vigi....,......, Vie u....,......, Vitóri do Xing u....,..., Xingur....,......, NA AZÔNIA
127 DEMOGRAFIA UF Município Populção - Populção Urbn - Crinç - Totl Mulhere H omen º N - no Populção de mulhere em idde fértil Adolecente ( - n o - no - no no) Tot l do exo no feminino () Tiverm filho de N º Ampá AP Amp á....,.., AP Clçoen e....,.., AP Cuti....,, AP Ferreir Gome....,, AP Itub l....,, AP Lrnjl do Jr i....,......, AP Mcp á...., , AP Mzgã o....,...., AP Oipoqu e....,...., AP Pedr Brnc do Ampr í....,, AP Porto Grnd e....,..., AP Prcuúb...,, AP Sntn....,......, AP Serr do Nvi o....,, AP Trtruglzinh o....,..., AP Vitóri do Jr i....,..., Tocntin Abreulândi...,, Aguirnópoli....,, Alinç do Tocntin....,., Alm....,.., Alvord....,.., NA AZÔNIA
128 DEMOGRAFIA UF Município Populção - Populção Urbn - Crinç - Totl Mulhere H omen º N - no Populção de mulhere em idde fértil Adolecente ( - n o - no - no no) Tot l do exo no feminino () Tiverm filho de N º Tocntin Anná....,..., Angic o....,, Aprecid do Rio Negr o....,, Argomin....,.., Argucem....,.., Arguç u....,.., Arguín....,......, Argun ã....,, Argutin....,......, Arpoem....,.., Arri....,.., Augutinópoli....,..., Auror do Tocntin....,, Axixá do Tocntin....,.., Bbçulândi....,.., Bndeirnte do Tocntin....,, Brr do Our o....,, Brrolândi....,., Bernrdo Syã o....,., Bom Jeu do Tocntin....,, Brilândi do Tocntin...,, Brejinho de Nzr é....,., Buriti do Tocntin....,.., NA AZÔNIA
129 DEMOGRAFIA UF Município Populção - Populção Urbn - Crinç - Totl Mulhere H omen º N - no Populção de mulhere em idde fértil Adolecente ( - n o - no - no no) Tot l do exo no feminino () Tiverm filho de N º Tocntin Cchoeirinh...,, Cmpo Lindo....,.., Criri do Tocntin....,, Crmolândi...,, Crrco Bonit o....,, Cer....,, Centenári o..,, Chpd d Ntividd e....,, Chpd de Arei.,, Colin do Tocntin....,......, Colméi....,.., Combind o....,., Conceição do Tocntin....,, Couto de Mglhãe....,., Critlândi....,.., Crixá do Tocntin.,, Drcinópoli....,, Dinópoli....,...., Divinópoli do Tocntin....,., Doi Irmão do Tocntin....,.., Duer é....,., Eperntin....,.., Fátim....,, NA AZÔNIA
130 DEMOGRAFIA UF Município Populção - Populção Urbn - Crinç - Totl Mulhere H omen º N - no Populção de mulhere em idde fértil Adolecente ( - n o - no - no no) Tot l do exo no feminino () Tiverm filho de N º Tocntin Figueirópoli....,., Fildélfi....,.., Formoo do Argui....,....., Fortlez do Tbocã o....,, Goinort e....,., Goitin....,..., Gur í....,....., Gurup i....,......, Ipueir.,, Itcj á....,.., Itgutin....,.., Itpirtin....,, Itporã do Tocntin....,, Jú do Tocntin...,, Jurin....,, Lgo d Confuã o....,.., Lgo do Tocntin....,, Ljed o....,, Lvndeir.,, Lizrd....,, Luzinópoli...,, Mrinópoli do Tocntin....,, Mteiro.,, NA AZÔNIA
131 DEMOGRAFIA UF Município Populção - Populção Urbn - Crinç - Totl Mulhere H omen º N - no Populção de mulhere em idde fértil Adolecente ( - n o - no - no no) Tot l do exo no feminino () Tiverm filho de N º Tocntin Murilândi do Tocntin....,, Mircem do Tocntin....,......, Mirnort e....,.., Monte do Crm o....,., Monte Snto do Tocntin..,, Muricilândi....,, Ntividd e....,.., Nzr é....,., Nov Olind....,.., Nov Rolândi....,, Novo Acord o....,, Novo Alegr e....,, Novo Jrdi m....,, Oliveir de Fátim,, Plm....,......, Plmeirnt e...,, Plmeir do Tocntin....,., Plmeirópoli....,., Prío do Tocntin....,......, Prn ã....,..., Pu D'Arc o....,., Pedro Afon o....,.., Peix e....,.., NA AZÔNIA
132 DEMOGRAFIA UF Município Populção - Populção Urbn - Crinç - Totl Mulhere H omen º N - no Populção de mulhere em idde fértil Adolecente ( - n o - no - no no) Tot l do exo no feminino () Tiverm filho de N º Tocntin Pequizeir o....,., Pindorm do Tocntin....,., Pirqu ê....,, Piu m....,., Ponte Alt do Bom Jeu....,, Ponte Alt do Tocntin....,.., Porto Alegre do Tocntin....,, Porto Ncion l....,......, Pri Nort e....,.., Preidente Kenned y....,, Pugmi l...,, Recurolândi....,, Richinh o....,, Rio d Conceiçã o.,, Rio do Boi....,, Rio Son o....,.., Smpi o....,, Sndolândi...,, Snt Fé do Argui....,.., Snt Mri do Tocntin...,, Snt Rit do Tocntin.. -,, Snt Ro do Tocntin....,, Snt Terez do Tocntin...,, NA AZÔNIA
133 DEMOGRAFIA UF Município Populção - Populção Urbn - Crinç - Totl Mulhere H omen º N - no Populção de mulhere em idde fértil Adolecente ( - n o - no - no no) Tot l do exo no feminino () Tiverm filho de N º Tocntin Snt Terezinh do Tocntin...,, São Bento do Tocntin....,, São Félix do Tocntin..,, São Miguel do Tocntin....,.., São Slvdor do Tocntin....,, São Sebtião do Tocntin....,, São Vlério d Ntividd e....,., Silvnópoli....,, Sítio Novo do Tocntin....,.., Sucupir.,, Tguting....,..., Tip do Tocntin..,, Tlim ã...,, Tocntíni....,.., Tocntinópoli....,....., Tupirm.,, Tupirtin.,, Wnderlândi....,.., Xmbio á....,..., NA AZÔNIA
134 EDUCAÇÃO SANEEN UF Município Tx de ecolrizção brut Populção Creche Pré-ecol Anlfbeto de no ou mi Totl domicílio urbno Domicílio urbno com nemento dequdo Tx de nlfbetimo Águ encnd Rede de egoto Colet de lix o Rondôni Alt Floret D'Oet e,,.,.,,, Alto Alegre do Preci,,.,,,, Alto Prí o,,.,,,, Alvord D'Oet e,,.,.,,, Ariqueme,,.,.,,, Buriti,,.,.,,, Cbix i,,,,,, Cculândi,,,,,, Cco l,,.,.,,, Cmpo Novo de Rondôni,,.,,,, Cndei do Jmr i,,.,.,,, Ctnheir,,,,,, Cerejeir,,.,.,,, Chupingui,,,,,, Colordo do Oet e,,.,.,,, Corumbir,,.,,,, Cot Mrque,,,.,,, Cujubi m,,,,,, Epigão D'Oet e,,.,.,,, Governdor Jorge Teixeir,,.,,,, Gujrá-Miri m,,.,.,,, Itpuã do Oet e,,,,,, Jr u,,.,.,,, NA AZÔNIA
135 EDUCAÇÃO SANEEN UF Município Tx de ecolrizção brut Populção Creche Pré-ecol Anlfbeto de no ou mi Totl domicílio urbno Domicílio urbno com nemento dequdo Tx de nlfbetimo Águ encnd Rede de egoto Colet de lix o Rondôni Ji-Prn á,,.,.,,, Mchdinho D'Oet e,,.,.,,, Minitro Andrezz,,.,,,, Mirnte d Serr,,.,.,,, Monte Negr o,,.,.,,, Nov Brilândi D'Oet e,,.,.,,, Nov Mmor é,,.,.,,, Nov Uniã o,,,,,, Novo Horizonte do Oet e,,.,,,, Ouro Preto do Oet e,,.,.,,, Preci,,,,,, Piment Buen o,,.,.,,, Pimenteir do Oet e,,,,,, Porto Velh o,,.,.,,, Preidente Médic i,,.,.,,, Primver de Rondôni,,,,,, Rio Crep o,,,,,, Rolim de Mour,,.,.,,, Snt Luzi D'Oet e,,.,.,,, São Felipe D'Oet e,,,,,, São Frncico do Gupor é,,.,.,,, São Miguel do Gupor é,,.,.,,, Seringueir,,.,,,, NA AZÔNIA
136 EDUCAÇÃO SANEEN UF Município Tx de ecolrizção brut Populção Creche Pré-ecol Anlfbeto de no ou mi Totl domicílio urbno Domicílio urbno com nemento dequdo Tx de nlfbetimo Águ encnd Rede de egoto Colet de lix o Rondôni Teixeirópoli,,,,,, Theobrom,,.,,,, Urup á,,.,.,,, Vle do Anr i,,,,,, Vle do Prí o,,.,,,, Vilhen,,.,.,,, Acre AC Acrelândi,,.,,,, AC Ai Bri l,,,,,, AC Briléi,,.,.,,, AC Bujr i,,.,,,, AC Cpixb,,.,,,, AC Cruzeiro do Su l,,.,.,,, AC Epitciolândi,,.,.,,, AC Feij ó,,.,.,,, AC Jordã o,,.,,,, AC Mâncio Lim,,.,.,,, AC Mnoel Urbn o,,.,,,, AC Mrechl Thumturg o,,.,,,, AC Plácido de Ctr o,,.,.,,, AC Porto Acr e,,.,,,, AC Porto Wlte r,,.,,,, NA AZÔNIA
137 EDUCAÇÃO SANEEN UF Município Tx de ecolrizção brut Populção Creche Pré-ecol Anlfbeto de no ou mi Totl domicílio urbno Domicílio urbno com nemento dequdo Tx de nlfbetimo Águ encnd Rede de egoto Colet de lix o Acre AC Rio Brnc o,,.,.,,, AC Rodrigue Alve,,.,,,, AC Snt Ro do Puru,,,,,, AC Sen Mdureir,,.,.,,, AC Sendor Guiomr d,,.,.,,, AC Truc á,,.,.,,, AC Xpur i,,.,.,,, Amzon Alvrãe,,.,,,, Amtur á,,.,,,, Anm ã,,,,,, Anor i,,.,.,,, Apu í,,.,.,,, Atli do Nort e,,.,,,, Autze,,.,.,,, Brcelo,,.,.,,, Brreirinh,,.,.,,, Benjmin Contn t,,.,.,,, Berur i,,.,,,, Bo Vit do Rmo,,,,,, Boc do Acr e,,.,.,,, Borb,,.,.,,, NA AZÔNIA
138 EDUCAÇÃO SANEEN UF Município Tx de ecolrizção brut Populção Creche Pré-ecol Anlfbeto de no ou mi Totl domicílio urbno Domicílio urbno com nemento dequdo Tx de nlfbetimo Águ encnd Rede de egoto Colet de lix o Amzon Cpirng,,.,,,, Cnutm,,.,,,, Crur i,,.,.,,, Creir o,,.,.,,, Creiro d Várze,,.,,,, Cor i,,.,.,,, Codjá,,.,.,,, Eirunep é,,.,.,,, Envir,,.,.,,, Fonte Bo,,.,.,,, Gujr á,,.,.,,, Humit á,,.,.,,, Ipixun,,.,,,, Irndub,,.,.,,, Itcotir,,.,.,,, Itmrt i,,.,,,, Itpirng,,,,,, Jpur á,,.,,,, Juru á,,.,,,, Jut í,,.,.,,, Lábre,,.,.,,, Mncpur u,,.,.,,, Mnquir i,,.,,,, NA AZÔNIA
139 EDUCAÇÃO SANEEN UF Município Tx de ecolrizção brut Populção Creche Pré-ecol Anlfbeto de no ou mi Totl domicílio urbno Domicílio urbno com nemento dequdo Tx de nlfbetimo Águ encnd Rede de egoto Colet de lix o Amzon Mnu,,.,.,,, Mnicor é,,.,.,,, Mr ã,,.,,,, Mué,,.,.,,, Nhmund á,,.,.,,, Nov Olind do Nort e,,.,.,,, Novo Airã o,,.,.,,, Novo Aripun ã,,.,.,,, Printin,,.,.,,, Puin i,,.,.,,, Preidente Figueired o,,.,.,,, Rio Preto d Ev,,.,.,,, Snt Ibel do Rio Negr o,,.,,,, Snto Antônio do Iç á,,.,.,,, São Gbriel d Cchoeir,,.,.,,, São Pulo de Olivenç,,.,.,,, São Sebtião do Utum ã,,,,,, Silve,,,,,, Tbting,,.,.,,, Tpu á,,.,.,,, Tef é,,.,.,,, Tocntin,,.,,,, Urin i,,.,,,, NA AZÔNIA
140 EDUCAÇÃO SANEEN UF Município Tx de ecolrizção brut Populção Creche Pré-ecol Anlfbeto de no ou mi Totl domicílio urbno Domicílio urbno com nemento dequdo Tx de nlfbetimo Águ encnd Rede de egoto Colet de lix o Amzon Urucr á,,.,.,,, Urucuritub,,,.,,, Rorim RR Alto Alegr e,,.,.,,, RR Amjr i,,,,,, RR Bo Vit,,.,.,,, RR Bonfi m,,.,,,, RR Cnt á,,.,,,, RR Crcr í,,.,.,,, RR Croeb e,,,,,, RR Ircem,,,,,, RR Mucj í,,.,.,,, RR Normndi,,,,,, RR Pcrim,,,,,, RR Rorinópoli,,.,.,,, RR São João d Bliz,,,,,, RR São Lui z,,,,,, RR Uirmut ã,,.,,,, Prá Abetetub,,.,.,,, Abel Figueired o,,,.,,, NA AZÔNIA
141 EDUCAÇÃO SANEEN UF Município Tx de ecolrizção brut Populção Creche Pré-ecol Anlfbeto de no ou mi Totl domicílio urbno Domicílio urbno com nemento dequdo Tx de nlfbetimo Águ encnd Rede de egoto Colet de lix o Prá Acr á,,.,.,,, Afu á,,.,.,,, Águ Azul do Nort e,,.,,,, Alenque r,,.,.,,, Almeiri m,,.,.,,, Altmir,,.,.,,, Anjá,,.,,,, Annindeu,,.,.,,, Anp u,,.,,,, Auguto Corrê,,.,.,,, Auror do Pr á,,.,.,,, Aveir o,,.,,,, Bgr e,,.,,,, Biã o,,.,.,,, Bnnc h,,,,,, Brcren,,.,.,,, Belé m,,.,.,,, Belterr,,.,.,,, Benevide,,.,.,,, Bom Jeu do Tocntin,,.,.,,, Bonit o,,.,,,, Brgnç,,.,.,,, Bril Nov o,,.,.,,, NA AZÔNIA
142 EDUCAÇÃO SANEEN UF Município Tx de ecolrizção brut Populção Creche Pré-ecol Anlfbeto de no ou mi Totl domicílio urbno Domicílio urbno com nemento dequdo Tx de nlfbetimo Águ encnd Rede de egoto Colet de lix o Prá Brejo Grnde do Argui,,.,,,, Breu Brnc o,,.,.,,, Breve,,.,.,,, Bujr u,,.,.,,, Cchoeir do Arr i,,.,.,,, Cchoeir do Piri á,,.,,,, Cmet á,,.,.,,, Cnã do Crjá,,.,,,, Cpnem,,.,.,,, Cpitão Poç o,,.,.,,, Ctnh l,,.,.,,, Chve,,.,,,, Colre,,,,,, Conceição do Argui,,.,.,,, Concórdi do Pr á,,.,.,,, Cumru do Nort e,,,,,, Curionópoli,,.,.,,, Currlinh o,,.,,,, Curu á,,,,,, Curuç á,,.,.,,, Dom Elie u,,.,.,,, Eldordo do Crjá,,.,.,,, Fr o,,,,,, NA AZÔNIA
143 EDUCAÇÃO SANEEN UF Município Tx de ecolrizção brut Populção Creche Pré-ecol Anlfbeto de no ou mi Totl domicílio urbno Domicílio urbno com nemento dequdo Tx de nlfbetimo Águ encnd Rede de egoto Colet de lix o Prá Floret do Argui,,.,.,,, Grrfão do Nort e,,.,.,,, Goinéi do Pr á,,.,.,,, Gurup á,,.,.,,, Igrpé-Aç u,,.,.,,, Igrpé-Mir i,,.,.,,, Inhngp i,,.,,,, Ipixun do Pr á,,.,.,,, Iritui,,.,.,,, Ititub,,.,.,,, Itupirng,,.,.,,, Jcrecng,,.,,,, Jcund á,,.,.,,, Jurut i,,.,.,,, Limoeiro do Ajur u,,.,,,, Mãe do Ri o,,.,.,,, Mglhãe Brt,,,,,, Mrb á,,.,.,,, Mrcn ã,,.,.,,, Mrpni m,,.,.,,, Mritub,,.,.,,, Medicilândi,,.,.,,, Melgç o,,.,,,, NA AZÔNIA
144 EDUCAÇÃO SANEEN UF Município Tx de ecolrizção brut Populção Creche Pré-ecol Anlfbeto de no ou mi Totl domicílio urbno Domicílio urbno com nemento dequdo Tx de nlfbetimo Águ encnd Rede de egoto Colet de lix o Prá Mocjub,,.,.,,, Moj u,,.,.,,, Monte Alegr e,,.,.,,, Mun á,,.,.,,, Nov Epernç do Piri á,,.,,,, Nov Ipixun,,.,.,,, Nov Timboteu,,.,.,,, Novo Progre o,,.,.,,, Novo Reprtiment o,,.,.,,, Óbido,,.,.,,, Oeir do Pr á,,.,.,,, Oriximin á,,.,.,,, Ouré m,,.,.,,, Ourilândi do Nort e,,.,.,,, Pcj á,,.,.,,, Pletin do Pr á,,.,,,, Prgomin,,.,.,,, Prupeb,,.,.,,, Pu D'Arc o,,.,,,, Peixe-Bo i,,.,,,, Piçrr,,.,,,, Plc,,.,,,, Pont de Pedr,,.,.,,, NA AZÔNIA
145 EDUCAÇÃO SANEEN UF Município Tx de ecolrizção brut Populção Creche Pré-ecol Anlfbeto de no ou mi Totl domicílio urbno Domicílio urbno com nemento dequdo Tx de nlfbetimo Águ encnd Rede de egoto Colet de lix o Prá Porte l,,.,.,,, Porto de Mo z,,.,.,,, Prinh,,.,.,,, Primver,,.,.,,, Qutipur u,,.,,,, Redençã o,,.,.,,, Rio Mri,,.,.,,, Rondon do Pr á,,.,.,,, Rurópoli,,.,.,,, Slinópoli,,.,.,,, Slvterr,,.,.,,, Snt Bárbr do Pr á,,,,,, Snt Cruz do Arr i,,,,,, Snt Ibel do Pr á,,.,.,,, Snt Luzi do Pr á,,.,.,,, Snt Mri d Brreir,,.,,,, Snt Mri do Pr á,,.,.,,, Sntn do Argui,,.,.,,, Sntré m,,.,.,,, Sntrém Nov o,,,,,, Snto Antônio do Tu á,,.,.,,, São Cetno de Odivel,,.,.,,, São Domingo Argui do,,.,.,,, NA AZÔNIA
146 EDUCAÇÃO SANEEN UF Município Tx de ecolrizção brut Populção Creche Pré-ecol Anlfbeto de no ou mi Totl domicílio urbno Domicílio urbno com nemento dequdo Tx de nlfbetimo Águ encnd Rede de egoto Colet de lix o Prá São Domingo do Cpi m,,.,.,,, São Félix do Xing u,,.,.,,, São Frncico do Pr á,,.,.,,, São Gerldo do Argui,,.,.,,, São João d Pont,,,,,, São João de Pirb,,.,.,,, São João do Argui,,.,,,, São Miguel do Gum á,,.,.,,, São Vit Sebtião d Bo,,.,.,,, Spuci,,,,,, Sendor Joé Porfíri o,,.,.,,, Sour e,,.,.,,, Tilândi,,.,.,,, Terr Alt,,,,,, Terr Snt,,.,.,,, Tomé-Aç u,,.,.,,, Trcuteu,,.,,,, Trirã o,,.,,,, Tucum ã,,.,.,,, Tucuru í,,.,.,,, Ulinópoli,,.,.,,, Urur á,,.,.,,, NA AZÔNIA
147 EDUCAÇÃO SANEEN UF Município Tx de ecolrizção brut Populção Creche Pré-ecol Anlfbeto de no ou mi Totl domicílio urbno Domicílio urbno com nemento dequdo Tx de nlfbetimo Águ encnd Rede de egoto Colet de lix o Prá Vigi,,.,.,,, Vie u,,.,.,,, Vitóri do Xing u,,.,,,, Xingur,,.,.,,, Ampá AP Amp á,,,.,,, AP Clçoen e,,,.,,, AP Cuti,,,,,, AP Ferreir Gome,,,,,, AP Itub l,,,,,, AP Lrnjl do Jr i,,.,.,,, AP Mcp á,,.,.,,, AP Mzgã o,,.,.,,, AP Oipoqu e,,.,.,,, AP Pedr Brnc do Ampr í,,,,,, AP Porto Grnd e,,.,.,,, AP Prcuúb,,,,,, AP Sntn,,.,.,,, AP Serr do Nvi o,,,,,, AP Trtruglzinh o,,,,,, AP Vitóri do Jr i,,,.,,, NA AZÔNIA
148 EDUCAÇÃO SANEEN UF Município Tx de ecolrizção brut Populção Creche Pré-ecol Anlfbeto de no ou mi Totl domicílio urbno Domicílio urbno com nemento dequdo Tx de nlfbetimo Águ encnd Rede de egoto Colet de lix o Tocntin Abreulândi,,,,,, Aguirnópoli,,,,,, Alinç do Tocntin,,,.,,, Alm,,.,.,,, Alvord,,.,.,,, Anná,,.,.,,, Angic o,,,,,, Aprecid do Rio Negr o,,,,,, Argomin,,.,,,, Argucem,,,,,, Arguç u,,.,.,,, Arguín,,.,.,,, Argun ã,,,,,, Argutin,,.,.,,, Arpoem,,.,.,,, Arri,,.,.,,, Augutinópoli,,.,.,,, Auror do Tocntin,,,,,, Axixá do Tocntin,,.,.,,, Bbçulândi,,.,,,, Bndeirnte do Tocntin,,,,,, Brr do Our o,,,,,, Brrolândi,,,.,,, NA AZÔNIA
149 EDUCAÇÃO SANEEN UF Município Tx de ecolrizção brut Populção Creche Pré-ecol Anlfbeto de no ou mi Totl domicílio urbno Domicílio urbno com nemento dequdo Tx de nlfbetimo Águ encnd Rede de egoto Colet de lix o Tocntin Bernrdo Syã o,,,,,, Bom Jeu do Tocntin,,,,,, Brilândi do Tocntin,,,,,, Brejinho de Nzr é,,,,,, Buriti do Tocntin,,.,.,,, Cchoeirinh,,,,,, Cmpo Lindo,,,,,, Criri do Tocntin,,,,,, Crmolândi,,,,,, Crrco Bonit o,,,,,, Cer,,,,,, Centenári o,,,,,, Chpd d Ntividd e,,,,,, Chpd de Arei,,,,,, Colin do Tocntin,,.,.,,, Colméi,,.,.,,, Combind o,,,,,, Conceição do Tocntin,,,,,, Couto de Mglhãe,,,,,, Critlândi,,,.,,, Crixá do Tocntin,,,,,, Drcinópoli,,,,,, Dinópoli,,.,.,,, NA AZÔNIA
150 EDUCAÇÃO SANEEN UF Município Tx de ecolrizção brut Populção Creche Pré-ecol Anlfbeto de no ou mi Totl domicílio urbno Domicílio urbno com nemento dequdo Tx de nlfbetimo Águ encnd Rede de egoto Colet de lix o Tocntin Divinópoli do Tocntin,,,.,,, Doi Irmão do Tocntin,,,,,, Duer é,,,,,, Eperntin,,.,,,, Fátim,,,,,, Figueirópoli,,,.,,, Fildélfi,,.,,,, Formoo do Argui,,.,.,,, Fortlez do Tbocã o,,,,,, Goinort e,,,,,, Goitin,,.,,,, Gur í,,.,.,,, Gurup i,,.,.,,, Ipueir,,,,,, Itcj á,,.,,,, Itgutin,,.,,,, Itpirtin,,,,,, Itporã do Tocntin,,,,,, Jú do Tocntin,,,,,, Jurin,,,,,, Lgo d Confuã o,,,,,, Lgo do Tocntin,,,,,, Ljed o,,,,,, Lvndeir,,,,,, NA AZÔNIA
151 EDUCAÇÃO SANEEN UF Município Tx de ecolrizção brut Populção Creche Pré-ecol Anlfbeto de no ou mi Totl domicílio urbno Domicílio urbno com nemento dequdo Tx de nlfbetimo Águ encnd Rede de egoto Colet de lix o Tocntin Lizrd,,,,,, Luzinópoli,,,,,, Mrinópoli do Tocntin,,,,,, Mteiro,,,,,, Murilândi do Tocntin,,,,,, Mircem do Tocntin,,.,.,,, Mirnort e,,.,.,,, Monte do Crm o,,,,,, Monte Snto do Tocntin,,,,,, Muricilândi,,,,,, Ntividd e,,.,.,,, Nzr é,,,,,, Nov Olind,,.,.,,, Nov Rolândi,,,,,, Novo Acord o,,,,,, Novo Alegr e,,,,,, Novo Jrdi m,,,,,, Oliveir de Fátim,,,,,, Plm,,.,.,,, Plmeirnt e,,,,,, Plmeir do Tocntin,,,,,, Plmeirópoli,,,.,,, Prío do Tocntin,,.,.,,, NA AZÔNIA
152 EDUCAÇÃO SANEEN UF Município Tx de ecolrizção brut Populção Creche Pré-ecol Anlfbeto de no ou mi Totl domicílio urbno Domicílio urbno com nemento dequdo Tx de nlfbetimo Águ encnd Rede de egoto Colet de lix o Tocntin Prn ã,,.,,,, Pu D'Arc o,,,,,, Pedro Afon o,,,.,,, Peix e,,.,,,, Pequizeir o,,,,,, Pindorm do Tocntin,,,,,, Pirqu ê,,,,,, Piu m,,,,,, Ponte Alt do Bom Jeu,,,,,, Ponte Alt do Tocntin,,,,,, Porto Alegre do Tocntin,,,,,, Porto Ncion l,,.,.,,, Pri Nort e,,.,,,, Preidente Kenned y,,,,,, Pugmi l,,,,,, Recurolândi,,,,,, Richinh o,,,,,, Rio d Conceiçã o,,,,,, Rio do Boi,,,,,, Rio Son o,,,,,, Smpi o,,,,,, Sndolândi,,,,,, Snt Fé do Argui,,,,,, Snt Mri do Tocntin,,,,,, NA AZÔNIA
153 EDUCAÇÃO SANEEN UF Município Tx de ecolrizção brut Populção Creche Pré-ecol Anlfbeto de no ou mi Totl domicílio urbno Domicílio urbno com nemento dequdo Tx de nlfbetimo Águ encnd Rede de egoto Colet de lix o Tocntin Snt Rit do Tocntin,,,,,, Snt Ro do Tocntin,,,,,, Snt Terez do Tocntin,,,,,, Snt Terezinh Tocntin do,,,,,, São Bento do Tocntin,,,,,, São Félix do Tocntin,,,,,, São Miguel do Tocntin,,.,,,, São Slvdor do Tocntin,,,,,, São Sebtião Tocntin do,,,,,, São Vlério d Ntividd e,,,,,, Silvnópoli,,,,,, Sítio Novo do Tocntin,,.,.,,, Sucupir,,,,,, Tguting,,.,.,,, Tip do Tocntin,,,,,, Tlim ã,,,,,, Tocntíni,,,,,, Tocntinópoli,,.,.,,, Tupirm,,,,,, Tupirtin,,,,,, Wnderlândi,,.,.,,, Xmbio á,,.,.,,, NA AZÔNIA
154 SAÚDE UF Município Tx d e mortlidde infnti Poliomielite (SABIN) Cobertur Vcinl Tx d e incidênde Difteri, tétno coqueluche (DPT) e Srmpo VCS loe hneníe (BCG) Tubercue ci tuberculoe (p/. hb.) prto ceáreo crinç que ncerm c/ bixo peo crinç denutrid Tot l Número de prto de ncido vivo () Adole. que tiverm filho ) Nº prto em informção obre tendimento pré-ntl ( Tot l / Nº prto com informção tendimento pré-ntl Getnte em tendimento pré-ntl Getnte c/ conult pré-ntl Getnte c/ mi de conult pré-ntl Rondôni Alt Floret D'Oet e,,,,,,,,,,,,, Alto Alegre do Preci,,,,,,,,,,,,, Alto Prí o,,,,,,,,,,,,, Alvord D'Oet e,,,,,,,,,,,,, Ariqueme,,,,,,,,,,..,,, Buriti,,,,,,,,, -,,, Cbix i,,,,,,,,,,,,, Cculândi,,,,,,,,,,,,, Cco l,,,,,,,,,,..,,, Cmpo Novo de Rondôni,,,,,,,,,,,,, Cndei do Jmr i,,,,,,,,,,,,, Ctnheir,,,,,,,,, -,,, Cerejeir,,,,,,,,,,,,, Chupingui,,,,,,,,, -,,, Colordo do Oet e,,,,,,,,,,,,, Corumbir,,,,,,,,,,,,, Cot Mrque,,,,,,,,,,,,, Cujubi m,,,,,,,,, -,,, Epigão D'Oet e,,,,,,,,,,,,, Governdor Jorge Teixeir,,,,,,,,, -,,, Gujrá-Miri m,,,,,,,,,,..,,, Itpuã do Oet e,,,,,,,,,,,,, NA AZÔNIA
155 SAÚDE UF Município Tx d e mortlidde infnti Poliomielite (SABIN) Cobertur Vcinl Tx d e incidênde Difteri, tétno coqueluche (DPT) e Srmpo VCS loe hneníe (BCG) Tubercue ci tuberculoe (p/. hb.) prto ceáreo crinç que ncerm c/ bixo peo crinç denutrid Tot l Número de prto de ncido vivo () Adole. que tiverm filho ) Nº prto em informção obre tendimento pré-ntl ( Tot l / Nº prto com informção tendimento pré-ntl Getnte em tendimento pré-ntl Getnte c/ conult pré-ntl Getnte c/ mi de conult pré-ntl Rondôni Jr u,,,,,,,,,,..,,, Ji-Prn á,,,,,,,,,,..,,, Mchdinho D'Oet e,,,,,,,,,,,,, Minitro Andrezz,,,,,,,,,,,,, Mirnte d Serr,,,,,,,,, -,,, Monte Negr o,,,,,,,,,,,,, Nov Brilândi D'Oet e,,,,,,,,,,,,, Nov Mmor é,,,,,,,,,,,,, Nov Uniã o,,,,,,,,, -,,, Novo Horizonte do Oet e,,,,,,,,, -,,, Ouro Preto do Oet e,,,,,,,,, -,,, Preci,,,,,,,, -,,,, Piment Buen o,,,,,,,,,,,,, Pimenteir do Oet e,,,,,,,, -,,,, Porto Velh o,,,,,,,,,,...,,, Preidente Médic i,,,,,,,,, -,,, Primver de Rondôni,,,,,,,,, -,,, Rio Crep o,,,,,,,, - -,,, Rolim de Mour,,,,,,,,, -..,,, Snt Luzi D'Oet e,,,,,,,,,,,,, São Felipe D'Oet e,,,,,,,,, -,,, São Frncico do Gupor é,,,,,,,,,,,,, NA AZÔNIA
156 SAÚDE UF Município Tx d e mortlidde infnti Poliomielite (SABIN) Cobertur Vcinl Tx d e incidênde Difteri, tétno coqueluche (DPT) e Srmpo VCS loe hneníe (BCG) Tubercue ci tuberculoe (p/. hb.) prto ceáreo crinç que ncerm c/ bixo peo crinç denutrid Tot l Número de prto de ncido vivo () Adole. que tiverm filho ) Nº prto em informção obre tendimento pré-ntl ( Tot l / Nº prto com informção tendimento pré-ntl Getnte em tendimento pré-ntl Getnte c/ conult pré-ntl Getnte c/ mi de conult pré-ntl Rondôni São Miguel do Gupor é,,,,,,,,,,,,, Seringueir,,,,,,,,,,,,, Teixeirópoli,,,,,,,, - -,,, Theobrom,,,,,,,,, -,,, Urup á,,,,,,,,,,,,, Vle do Anr i,,,,,,,,, -,,, Vle do Prí o,,,,,,,,,,,,, Vilhen,,,,,,,,,,..,,, Acre AC Acrelândi,,,,,, -,,,,,, AC Ai Bri l,,,,,, -,,,,,, AC Briléi,,,,,, -,, -,,, AC Bujr i,,,,,, -,,,,,, AC Cpixb,,,,,, -,, -,,, AC Cruzeiro do Su l,,,,,, -,,,..,,, AC Epitciolândi,,,,,, -,,,,,, AC Feij ó,,,,,, -,,,,,, AC Jordã o,,,,,, -,,,,,, AC Mâncio Lim,,,,,, -,,,,,, AC Mnoel Urbn o,,,,,, -,,,,,, AC Mrechl Thumturg o,,,,,, -,,,,,, NA AZÔNIA
157 SAÚDE UF Município Tx d e mortlidde infnti Poliomielite (SABIN) Cobertur Vcinl Tx d e incidênde Difteri, tétno coqueluche (DPT) e Srmpo VCS loe hneníe (BCG) Tubercue ci tuberculoe (p/. hb.) prto ceáreo crinç que ncerm c/ bixo peo crinç denutrid Tot l Número de prto de ncido vivo () Adole. que tiverm filho ) Nº prto em informção obre tendimento pré-ntl ( Tot l / Nº prto com informção tendimento pré-ntl Getnte em tendimento pré-ntl Getnte c/ conult pré-ntl Getnte c/ mi de conult pré-ntl Acre AC Plácido de Ctr o,,,,,, -,,,,,, AC Porto Acr e,,,,,, -,, -,,, AC Porto Wlte r,,,,,, -,,,,, AC Rio Brnc o,,,,,, -,,,...,,, AC Rodrigue Alve,,,,,, -,,,,,, AC Snt Ro do Puru,,,,,, - -, -,,, AC Sen Mdureir,,,,,, -,,,,,, AC Sendor Guiomr d,,,,,, -,,,,,, AC Truc á,,,,,, -,,,,,, AC Xpur i,,,,,, -,,,,,, Amzon Alvrãe,,,,,,,,, -,,, Amtur á,,,,,,,,,,,,, Anm ã,,,,,,,,,,,,, Anor i,,,,,,,,, -,,, Apu í,,,,,,,,, -,,, Atli do Nort e,,,,,,,,, -,,, Autze,,,,,,,,, -,,, Brcelo,,,,,,,,, -,,, Brreirinh,,,,,,,,, -,,, Benjmin Contn t,,,,,,,,, -,,, NA AZÔNIA
158 SAÚDE UF Município Tx d e mortlidde infnti Poliomielite (SABIN) Cobertur Vcinl Tx d e Difteri, tétno coqueluche (DPT) e Srmpo VCS loe hneníe (BCG) Tubercue incidênde ci tuberculoe (p/. hb.) prto ceáreo crinç que ncerm c/ bixo peo crinç denutrid Tot l Número de prto de ncido vivo () Adole. que tiverm filho ) Nº prto em informção obre tendimento pré-ntl ( Tot l / Nº prto com informção tendimento pré-ntl Getnte em tendimento pré-ntl Getnte c/ conult pré-ntl Getnte c/ mi de conult pré-ntl Amzon Berur i,,,,,,,,,,,,, Bo Vit do Rmo,,,,,,,,,,,,, Boc do Acr e,,,,,,,,,,,,, Borb,,,,,,,,,,,,, Cpirng,,,,,,,, - -,,, Cnutm,,,,,,,,,,,,, Crur i,,,,,,,,,,,,, Creir o,,,,,,,,, -,,, Creiro d Várze,,,,,,,,,,,,, Cor i,,,,,,,,,,..,,, Codjá,,,,,,,,,,,,, Eirunep é,,,,,,,,,,,,, Envir,,,,,,,,,,,,, Fonte Bo,,,,,,,,,,,,, Gujr á,,,,,,,,,,,,, Humit á,,,,,,,,,,..,,, Ipixun,,,,,,,,,,,,, Irndub,,,,,,,,,,,,, Itcotir,,,,,,,,,,..,,, Itmrt i,,,,,,,,,,,,, Itpirng,,,,,,,,,,,,, Jpur á,,,,,,,,, -,,, NA AZÔNIA
159 SAÚDE UF Município Tx d e mortlidde infnti Poliomielite (SABIN) Cobertur Vcinl Tx d e Difteri, tétno coqueluche (DPT) e Srmpo VCS loe hneníe (BCG) Tubercue incidênde ci tuberculoe (p/. hb.) prto ceáreo crinç que ncerm c/ bixo peo crinç denutrid Tot l Número de prto de ncido vivo () Adole. que tiverm filho ) Nº prto em informção obre tendimento pré-ntl ( Tot l / Nº prto com informção tendimento pré-ntl Getnte em tendimento pré-ntl Getnte c/ conult pré-ntl Getnte c/ mi de conult pré-ntl Amzon Juru á,,,,,,,,, -,,, Jut í,,,,,,,, -,,,, Lábre,,,,,,,,,,,,, Mncpur u,,,,,,,,,,..,,, Mnquir i,,,,,,,,,,,,, Mnu,,,,,,,,,,....,,, Mnicor é,,,,,,,,,,,,, Mr ã,,,,,,,,,,,,, Mué,,,,,,,,,,,,, Nhmund á,,,,,,,,, -,,, Nov Olind do Nort e,,,,,,,,,,,,, Novo Airã o,,,,,,,,, -,,, Novo Aripun ã,,,,,,,,,,,,, Printin,,,,,,,,,,..,,, Puin i,,,,,,,,,,,,, Preidente Figueired o,,,,,,,,, -,,, Rio Preto d Ev,,,,,,,,, -,,, Snt Ibel do Rio Negr o,,,,,,,,,,,,, Snto Antônio do Iç á,,,,,,,,,,,,, São Gbriel d Cchoeir,,,,,,,,,,,,, São Pulo de Olivenç,,,,,,,,,,,,, São Sebtião do Utum ã,,,,,,,,,,,,, Silve,,,,,,,,, -,,, NA AZÔNIA
160 SAÚDE UF Município Tx d e mortlidde infnti Poliomielite (SABIN) Cobertur Vcinl Tx d e Difteri, tétno coqueluche (DPT) e Srmpo VCS loe hneníe (BCG) Tubercue incidênde ci tuberculoe (p/. hb.) prto ceáreo crinç que ncerm c/ bixo peo crinç denutrid Tot l Número de prto de ncido vivo () Adole. que tiverm filho ) Nº prto em informção obre tendimento pré-ntl ( Tot l / Nº prto com informção tendimento pré-ntl Getnte em tendimento pré-ntl Getnte c/ conult pré-ntl Getnte c/ mi de conult pré-ntl Amzon Silve,,,,,,,,, -,,, Tbting,,,,,,,,,,.,,, Tpu á,,,,,,,,,,,,, Tef é,,,,,,,,,,..,,, Tocntin,,,,,,,,,,,,, Urin i,,,,,,,,,,,,, Urucr á,,,,,,,,,,,,, Urucuritub,,,,,,,, -,,,, Rorim RR Alto Alegr e,,,,,,,,, -,,, RR Amjr i,,,,,,,,, -,,, RR Bo Vit,,,,,,,,,,...,,, RR Bonfi m,,,,,,,,, -,,, RR Cnt á,,,,,,,,, -,,, RR Crcr í,,,,,,,,,,,,, RR Croeb e,,,,,,,,, -,,, RR Ircem,,,,,,,,, -,,, RR Mucj í,,,,,,,,,,,,, RR Normndi,,,,,,,,, -,,, RR Pcrim,,,,,,,,, -,,, RR Rorinópoli,,,,,,,,,,,,, NA AZÔNIA
161 SAÚDE UF Município Tx d e mortlidde infnti Poliomielite (SABIN) Cobertur Vcinl Tx d e Difteri, tétno coqueluche (DPT) e Srmpo VCS loe hneníe (BCG) Tubercue incidênde ci tuberculoe (p/. hb.) prto ceáreo crinç que ncerm c/ bixo peo crinç denutrid Tot l Número de prto de ncido vivo () Adole. que tiverm filho ) Nº prto em informção obre tendimento pré-ntl ( Tot l / Nº prto com informção tendimento pré-ntl Getnte em tendimento pré-ntl Getnte c/ conult pré-ntl Getnte c/ mi de conult pré-ntl Rorim RR São João d Bliz,,,,,,,,,,,,, RR São Lui z,,,,,,,,, -,,, RR Uirmut ã,,,,,,,,, -,,, Prá Abetetub,,,,,,,,,,..,,, Abel Figueired o,,,,,,,,,,,,, Acr á,,,,,,,,,,,,, Afu á,,,,,,,,,,,,, Águ Azul do Nort e,,,,,,,,,,,,, Alenque r,,,,,,,,,,..,,, Almeiri m,,,,,,,,,,,,, Altmir,,,,,,,,, -..,,, Anjá,,,,,,,,,,,,, Annindeu,,,,,,,,,,...,,, Anp u,,,,,,,, - -,,, Auguto Corrê,,,,,,,,,,,,, Auror do Pr á,,,,,,,,,,,,, Aveir o,,,,,,,,,,,,, Bgr e,,,,,,,,,,,,, Biã o,,,,,,,,, -,,, Bnnc h,,,,,,,,, -,,, NA AZÔNIA
162 SAÚDE UF Município Tx d e mortlidde infnti Poliomielite (SABIN) Cobertur Vcinl Tx d e Difteri, tétno coqueluche (DPT) e Srmpo VCS loe hneníe (BCG) Tubercue incidênde ci tuberculoe (p/. hb.) prto ceáreo crinç que ncerm c/ bixo peo crinç denutrid Tot l Número de prto de ncido vivo () Adole. que tiverm filho ) Nº prto em informção obre tendimento pré-ntl ( Tot l / Nº prto com informção tendimento pré-ntl Getnte em tendimento pré-ntl Getnte c/ conult pré-ntl Getnte c/ mi de conult pré-ntl Prá Brcren,,,,,,,,,,..,,, Belé m,,,,,,,,,,...,,, Belterr,,,,,,,,,,,,, Benevide,,,,,,,,,,,,, Bom Jeu do Tocntin,,,,,,,,,,,,, Bonit o,,,,,,,,,,,,, Brgnç,,,,,,,,,,..,,, Bril Nov o,,,,,,,,, -,,, Brejo Grnde do Argui,,,,,,,,,,,,, Breu Brnc o,,,,,,,,, -,,, Breve,,,,,,,,,,..,,, Bujr u,,,,,,,, -,,,, Cchoeir do Arr i,,,,,,,,,,,,, Cchoeir do Piri á,,,,,,,,,,,,, Cmet á,,,,,,,,,,..,,, Cnã do Crjá,,,,,,,,, -,,, Cpnem,,,,,,,,,,..,,, Cpitão Poç o,,,,,,,,,,,,, Ctnh l,,,,,,,,,,..,,, Chve,,,,,,,, -,,,, Colre,,,,,,,,,,,,, Conceição do Argui,,,,,,,,,,..,,, NA AZÔNIA
163 SAÚDE UF Município Tx d e mortlidde infnti Poliomielite (SABIN) Cobertur Vcinl Tx d e Difteri, tétno coqueluche (DPT) e Srmpo VCS loe hneníe (BCG) Tubercue incidênde ci tuberculoe (p/. hb.) prto ceáreo crinç que ncerm c/ bixo peo crinç denutrid Tot l Número de prto de ncido vivo () Adole. que tiverm filho ) Nº prto em informção obre tendimento pré-ntl ( Tot l / Nº prto com informção tendimento pré-ntl Getnte em tendimento pré-ntl Getnte c/ conult pré-ntl Getnte c/ mi de conult pré-ntl Prá Concórdi do Pr á,,,,,,,,, -,,, Cumru do Nort e,,,,,,,, - -,,, Curionópoli,,,,,,,,,,,,, Currlinh o,,,,,,,,,,,,, Curu á,,,,,,,, -,,,, Curuç á,,,,,,,,,,,,, Dom Elie u,,,,,,,,,,,,, Eldordo do Crjá,,,,,,,, -,,,, Fr o,,,,,,,,,,,,, Floret do Argui,,,,,,,,,,,,, Grrfão do Nort e,,,,,,,,,,,,, Goinéi do Pr á,,,,,,,,, -,,, Gurup á,,,,,,,,,,,,, Igrpé-Aç u,,,,,,,,, -,,, Igrpé-Mir i,,,,,,,,, -,,, Inhngp i,,,,,,,, -,,,, Ipixun do Pr á,,,,,,,,,,,,, Iritui,,,,,,,,,,,,, Ititub,,,,,,,,,,..,,, Itupirng,,,,,,,,,,,,, Jcrecng,,,,,,,,, -,,, Jcund á,,,,,,,,, -..,,, NA AZÔNIA
164 SAÚDE UF Município Tx d e mortlidde infnti Poliomielite (SABIN) Cobertur Vcinl Tx d e Difteri, tétno coqueluche (DPT) e Srmpo VCS loe hneníe (BCG) Tubercue incidênde ci tuberculoe (p/. hb.) prto ceáreo crinç que ncerm c/ bixo peo crinç denutrid Tot l Número de prto de ncido vivo () Adole. que tiverm filho ) Nº prto em informção obre tendimento pré-ntl ( Tot l / Nº prto com informção tendimento pré-ntl Getnte em tendimento pré-ntl Getnte c/ conult pré-ntl Getnte c/ mi de conult pré-ntl Prá Jurut i,,,,,,,,,,,,, Limoeiro do Ajur u,,,,,,,,,,,,, Mãe do Ri o,,,,,,,,,,,,, Mglhãe Brt,,,,,,,,,,,,, Mrb á,,,,,,,,,,...,,, Mrcn ã,,,,,,,,,,,,, Mrpni m,,,,,,,,, -,,, Mritub,,,,,,,,,,..,,, Medicilândi,,,,,,,,, -,,, Melgç o,,,,,,,,,,,,, Mocjub,,,,,,,,,,,,, Moj u,,,,,,,,,,,,, Monte Alegr e,,,,,,,,,,..,,, Mun á,,,,,,,,,,,,, Nov Epernç do Piri á,,,,,,,,,,,,, Nov Ipixun,,,,,,,,, -,,, Nov Timboteu,,,,,,,,,,,,, Novo Progre o,,,,,,,,,,,,, Novo Reprtiment o,,,,,,,,,,,,, Óbido,,,,,,,,,,,,, Oeir do Pr á,,,,,,,,,,,,, Oriximin á,,,,,,,,,,..,,, NA AZÔNIA
165 SAÚDE UF Município Tx d e mortlidde infnti Poliomielite (SABIN) Cobertur Vcinl Tx d e Difteri, tétno coqueluche (DPT) e Srmpo VCS loe hneníe (BCG) Tubercue incidênde ci tuberculoe (p/. hb.) prto ceáreo crinç que ncerm c/ bixo peo crinç denutrid Tot l Número de prto de ncido vivo () Adole. que tiverm filho ) Nº prto em informção obre tendimento pré-ntl ( Tot l / Nº prto com informção tendimento pré-ntl Getnte em tendimento pré-ntl Getnte c/ conult pré-ntl Getnte c/ mi de conult pré-ntl Prá Ouré m,,,,,,,,,,,,, Ourilândi do Nort e,,,,,,,,,,,,, Pcj á,,,,,,,,,,,,, Pletin do Pr á,,,,,,,,, -,,, Prgomin,,,,,,,,,,..,,, Prupeb,,,,,,,,,,..,,, Pu D'Arc o,,,,,,,,,,,,, Peixe-Bo i,,,,,,,,, -,,, Piçrr,,,,,,,,, -,,, Plc,,,,,,,, - -,,, Pont de Pedr,,,,,,,,,,,,, Porte l,,,,,,,,,,,,, Porto de Mo z,,,,,,,,,,,,, Prinh,,,,,,,,,,,,, Primver,,,,,,,,,,,,, Qutipur u,,,,,,,,,,,,, Redençã o,,,,,,,,,,..,,, Rio Mri,,,,,,,,,,,,, Rondon do Pr á,,,,,,,,,,,,, Rurópoli,,,,,,,,, -,,, Slinópoli,,,,,,,,, -,,, Slvterr,,,,,,,,,,,,, NA AZÔNIA
166 SAÚDE UF Município Tx d e mortlidde infnti Poliomielite (SABIN) Cobertur Vcinl Tx d e Difteri, tétno coqueluche (DPT) e Srmpo VCS loe hneníe (BCG) Tubercue incidênde ci tuberculoe (p/. hb.) prto ceáreo crinç que ncerm c/ bixo peo crinç denutrid Tot l Número de prto de ncido vivo () Adole. que tiverm filho ) Nº prto em informção obre tendimento pré-ntl ( Tot l / Nº prto com informção tendimento pré-ntl Getnte em tendimento pré-ntl Getnte c/ conult pré-ntl Getnte c/ mi de conult pré-ntl Prá Snt Bárbr do Pr á,,,,,,,,, -,,, Snt Cruz do Arr i,,,,,,,,,,,,, Snt Ibel do Pr á,,,,,,,,,,,,, Snt Luzi do Pr á,,,,,,,,,,,,, Snt Mri d Brreir,,,,,,,,,,,,, Snt Mri do Pr á,,,,,,,,,,,,, Sntn do Argui,,,,,,,,, -,,, Sntré m,,,,,,,,,,...,,, Sntrém Nov o,,,,,,,,,,,,, Snto Antônio do Tu á,,,,,,,,, -,,, São Cetno de Odivel,,,,,,,,, -,,, São Domingo Argui do,,,,,,,,,,,,, São Domingo do Cpi m,,,,,,,,,,,,, São Félix do Xing u,,,,,,,,,,,,, São Frncico do Pr á,,,,,,,,, -,,, São Gerldo do Argui,,,,,,,,,,,,, São João d Pont,,,,,,,,,,,,, São João de Pirb,,,,,,,,,,,,, São João do Argui,,,,,,,,, -,,, São Miguel do Gum á,,,,,,,,,,..,,, São Vit Sebtião d Bo,,,,,,,,,,,,, NA AZÔNIA
167 SAÚDE UF Município Tx d e mortlidde infnti Poliomielite (SABIN) Cobertur Vcinl Tx d e Difteri, tétno coqueluche (DPT) e Srmpo VCS loe hneníe (BCG) Tubercue incidênde ci tuberculoe (p/. hb.) prto ceáreo crinç que ncerm c/ bixo peo crinç denutrid Tot l Número de prto de ncido vivo () Adole. que tiverm filho ) Nº prto em informção obre tendimento pré-ntl ( Tot l / Nº prto com informção tendimento pré-ntl Getnte em tendimento pré-ntl Getnte c/ conult pré-ntl Getnte c/ mi de conult pré-ntl Prá Spuci,,,,,,,,,,,,, Sendor Joé Porfíri o,,,,,,,,,,,,, Sour e,,,,,,,,,,,,, Tilândi,,,,,,,,,,,,, Terr Alt,,,,,,,,,,,,, Terr Snt,,,,,,,,,,,,, Tomé-Aç u,,,,,,,,,,,,, Trcuteu,,,,,,,,,,,,, Trirã o,,,,,,,,,,,,, Tucum ã,,,,,,,,,,,,, Tucuru í,,,,,,,,,,,,, Ulinópoli,,,,,,,,,,,,, Urur á,,,,,,,,,,,,, Vigi,,,,,,,,,,,,, Vie u,,,,,,,,,,,,, Vitóri do Xing u,,,,,,,,, -,,, Xingur,,,,,,,,,,,,, Ampá AP Amp á,,,,,, -, -,,,, AP Clçoen e,,,,,, -,,,,,, AP Cuti,,,,,, -, -,,,, NA AZÔNIA
168 SAÚDE UF Município Tx d e mortlidde infnti Poliomielite (SABIN) Cobertur Vcinl Tx d e Difteri, tétno coqueluche (DPT) e Srmpo VCS loe hneníe (BCG) Tubercue incidênde ci tuberculoe (p/. hb.) prto ceáreo crinç que ncerm c/ bixo peo crinç denutrid Tot l Número de prto de ncido vivo () Adole. que tiverm filho ) Nº prto em informção obre tendimento pré-ntl ( Tot l / Nº prto com informção tendimento pré-ntl Getnte em tendimento pré-ntl Getnte c/ conult pré-ntl Getnte c/ mi de conult pré-ntl Ampá AP Ferreir Gome,,,,,, -,,,,,, AP Itub l,,,,,, -,,,,,, AP Lrnjl do Jr i,,,,,, -,,,,,, AP Mcp á,,,,,, -,,,...,,, AP Mzgã o,,,,,, -,,,,,, AP Oipoqu e,,,,,, -,,,,,, AP Pedr Brnc do Ampr í,,,,,, -,,,,,, AP Porto Grnd e,,,,,, -,,,,,, AP Prcuúb,,,,,, - -,,,, AP Sntn,,,,,, -,,,..,,, AP Serr do Nvi o,,,,,, -,,,,,, AP Trtruglzinh o,,,,,, -,,,,,, AP Vitóri do Jr i,,,,,, -,,,,,, Tocntin Abreulândi,,,,,,,, -,,, Aguirnópoli,,,,,,,,, -,,, Alinç do Tocntin,,,,,,,,, -,,, Alm,,,,,,,,, -,,, Alvord,,,,,,,,,,,,, Anná,,,,,,,,, -,,, Angic o,,,,,,,, -,,,, NA AZÔNIA
169 SAÚDE UF Município Tx d e mortlidde infnti Poliomielite (SABIN) Cobertur Vcinl Tx d e Difteri, tétno coqueluche (DPT) e Srmpo VCS loe hneníe (BCG) Tubercue incidênde ci tuberculoe (p/. hb.) prto ceáreo crinç que ncerm c/ bixo peo crinç denutrid Tot l Número de prto de ncido vivo () Adole. que tiverm filho ) Nº prto em informção obre tendimento pré-ntl ( Tot l / Nº prto com informção tendimento pré-ntl Getnte em tendimento pré-ntl Getnte c/ conult pré-ntl Getnte c/ mi de conult pré-ntl Tocntin Aprecid do Rio Negr o,,,,,,,,,,,,, Argomin,,,,,,,,, -,,, Argucem,,,,,,,,, -,,, Arguç u,,,,,,,,,,,,, Arguín,,,,,,,,,,..,,, Argun ã,,,,,,,,,,,,, Argutin,,,,,,,,,,,,, Arpoem,,,,,,,,,,,,, Arri,,,,,,,,, -,,, Augutinópoli,,,,,,,,,,,,, Auror do Tocntin,,,,,,,,, -,,, Axixá do Tocntin,,,,,,,,,,,,, Bbçulândi,,,,,,,,, -,,, Bndeirnte do Tocntin,,,,,,,,, -,,, Brr do Our o,,,,,,,,, -,,, Brrolândi,,,,,,,,,,,,, Bernrdo Syã o,,,,,,,,,,,,, Bom Jeu do Tocntin,,,,,,,,, -,,, Brilândi do Tocntin,,,,,,,,,,,,, Brejinho de Nzr é,,,,,,,,, -,,, Buriti do Tocntin,,,,,,,,, -,,, Cchoeirinh,,,,,,,,,,,,, NA AZÔNIA
170 SAÚDE UF Município Tx d e mortlidde infnti Poliomielite (SABIN) Cobertur Vcinl Tx d e Difteri, tétno coqueluche (DPT) e Srmpo VCS loe hneníe (BCG) Tubercue incidênde ci tuberculoe (p/. hb.) prto ceáreo crinç que ncerm c/ bixo peo crinç denutrid Tot l Número de prto de ncido vivo () Adole. que tiverm filho ) Nº prto em informção obre tendimento pré-ntl ( Tot l / Nº prto com informção tendimento pré-ntl Getnte em tendimento pré-ntl Getnte c/ conult pré-ntl Getnte c/ mi de conult pré-ntl Tocntin Cmpo Lindo,,,,,,,,,,,,, Criri do Tocntin,,,,,,,,, - T ot l ( ) Tot l pré-nt, l pré-nt, l pré-nt, l Crmolândi,,,,,,,,, -,,, Crrco Bonit o,,,,,,,,, -,,, Cer,,,,,,,,,,,,, Centenári o,,,,,,,,, -,,, Chpd d Ntividd e,,,,,,,,, -,,, Chpd de Arei,,,,,,,, - -,,, Colin do Tocntin,,,,,,,,,,,,, Colméi,,,,,,,,,,,,, Combind o,,,,,,,,, -,,, Conceição do Tocntin,,,,,,,,,,,,, Couto de Mglhãe,,,,,,,,, -,,, Critlândi,,,,,,,,,,,,, Crixá do Tocntin,,,,,,,,, -,,, Drcinópoli,,,,,,,,, -,,, Dinópoli,,,,,,,,, -,,, Divinópoli do Tocntin,,,,,,,,,,,,, Doi Irmão do Tocntin,,,,,,,,,,,,, Duer é,,,,,,,,, -,,, Eperntin,,,,,,,,, -,,, Fátim,,,,,,,,, -,,, NA AZÔNIA
171 SAÚDE UF Município Tx d e mortlidde infnti Poliomielite (SABIN) Cobertur Vcinl Tx d e Difteri, tétno coqueluche (DPT) e Srmpo VCS loe hneníe (BCG) Tubercue incidênde ci tuberculoe (p/. hb.) prto ceáreo crinç que ncerm c/ bixo peo crinç denutrid Tot l Número de prto de ncido vivo () Adole. que tiverm filho ) Nº prto em informção obre tendimento pré-ntl ( Tot l / Nº prto com informção tendimento pré-ntl Getnte em tendimento pré-ntl Getnte c/ conult pré-ntl Getnte c/ mi de conult pré-ntl Tocntin Figueirópoli,,,,,,,,, -,,, Fildélfi,,,,,,,,,,,,, Formoo do Argui,,,,,,,,, -,,, Fortlez do Tbocã o,,,,,,,,,,,,, Goinort e,,,,,,,,,,,,, Goitin,,,,,,,,,,,,, Gur í - -,,,,,, -,,,, Gurup i,,,,,,,,,,..,,, Ipueir,,,,,,,, - -,,, Itcj á,,,,,,,, - -,,, Itgutin,,,,,,,,, -,,, Itpirtin,,,,,,,,, -,,, Itporã do Tocntin,,,,,,,,,,,,, Jú do Tocntin,,,,,,,,,,,,, Jurin,,,,,,,,, -,,, Lgo d Confuã o,,,,,,,,,,,,, Lgo do Tocntin,,,,,,,,, -,,, Ljed o,,,,,,,,,,,,, Lvndeir,,,,,,, - - -,,, Lizrd,,,,,,,,, -,,, Luzinópoli,,,,,,,,,,,,, Mrinópoli do Tocntin,,,,,,,,,,,,, NA AZÔNIA
172 SAÚDE UF Município Tx d e mortlidde infnti Poliomielite (SABIN) Cobertur Vcinl Tx d e Difteri, tétno coqueluche (DPT) e Srmpo VCS loe hneníe (BCG) Tubercue incidênde ci tuberculoe (p/. hb.) prto ceáreo crinç que ncerm c/ bixo peo crinç denutrid Tot l Número de prto de ncido vivo () Adole. que tiverm filho ) Nº prto em informção obre tendimento pré-ntl ( Tot l / Nº prto com informção tendimento pré-ntl Getnte em tendimento pré-ntl Getnte c/ conult pré-ntl Getnte c/ mi de conult pré-ntl Tocntin Mteiro,,,,,,,,, -,,, Murilândi do Tocntin,,,,,,,,, -,,, Mircem do Tocntin,,,,,,,,,,,,, Mirnort e,,,,,,,,,,,,, Monte do Crm o,,,,,,,,,,,,, Monte Snto do Tocntin,,,,,,,,,,,,, Muricilândi,,,,,,,,, -,,, Ntividd e,,,,,,,,,,,,, Nzr é,,,,,,,,,,,,, Nov Olind,,,,,,,,,,,,, Nov Rolândi,,,,,,,,, -,,, Novo Acord o,,,,,,,,,,,,, Novo Alegr e,,,,,,,,, -,,, Novo Jrdi m,,,,,,,,, -,,, Oliveir de Fátim,,,,,,,,, -,,, Plm,,,,,,,,,,..,,, Plmeirnt e,,,,,,,,, -,,, Plmeir do Tocntin,,,,,,,,,,,,, Plmeirópoli,,,,,,,,, -,,, Prío do Tocntin,,,,,,,,,,,,, Prn ã,,,,,,,,, -,,, Pu D'Arc o,,,,,,,,, -,,, NA AZÔNIA
173 SAÚDE UF Município Tx d e mortlidde infnti Poliomielite (SABIN) Cobertur Vcinl Tx d e Difteri, tétno coqueluche (DPT) e Srmpo VCS loe hneníe (BCG) Tubercue incidênde ci tuberculoe (p/. hb.) prto ceáreo crinç que ncerm c/ bixo peo crinç denutrid Tot l Número de prto de ncido vivo () Adole. que tiverm filho ) Nº prto em informção obre tendimento pré-ntl ( Tot l / Nº prto com informção tendimento pré-ntl Getnte em tendimento pré-ntl Getnte c/ conult pré-ntl Getnte c/ mi de conult pré-ntl Tocntin Pedro Afon o,,,,,,,,,,,,, Peix e,,,,,,,,,,,,, Pequizeir o,,,,,,,,,,,,, Pindorm do Tocntin,,,,,,,,, -,,, Pirqu ê,,,,,,,,, -,,, Piu m,,,,,,,,, -,,, Ponte Alt do Bom Jeu,,,,,,,,, -,,, Ponte Alt do Tocntin,,,,,,,,, -,,, Porto Alegre do Tocntin,,,,,,,, - -,,, Porto Ncion l,,,,,,,,,,..,,, Pri Nort e,,,,,,,,,,,,, Preidente Kenned y,,,,,,,,,,,,, Pugmi l,,,,,,,, - -,,, Recurolândi,,,,,,,,,,,,, Richinh o,,,,,,,,, -,,, Rio d Conceiçã o,,,,,,,,, -,,, Rio do Boi,,,,,,,, - -,,, Rio Son o,,,,,,,,,,,,, Smpi o,,,,,,,,,,,,, Sndolândi,,,,,,,,,,,,, Snt Fé do Argui,,,,,,,,, -,,, Snt Mri do Tocntin,,,,,,,, - -,,, NA AZÔNIA
174 SAÚDE UF Município Tx d e mortlidde infnti Poliomielite (SABIN) Cobertur Vcinl Tx d e Difteri, tétno coqueluche (DPT) e Srmpo VCS loe hneníe (BCG) Tubercue incidênde ci tuberculoe (p/. hb.) prto ceáreo crinç que ncerm c/ bixo peo crinç denutrid Tot l Número de prto de ncido vivo () Adole. que tiverm filho ) Nº prto em informção obre tendimento pré-ntl ( Tot l / Nº prto com informção tendimento pré-ntl Getnte em tendimento pré-ntl Getnte c/ conult pré-ntl Getnte c/ mi de conult pré-ntl Tocntin Snt Rit do Tocntin,,,,,,,,,,,,, Snt Ro do Tocntin,,,,,,,,, -,,, Snt Terez do Tocntin,,,,,,,,, -,,, Snt Terezinh Tocntin do,,,,,,,,, -,,, São Bento do Tocntin,,,,,,,,, -,,, São Félix do Tocntin,,,,,,,,, -,,, São Miguel do Tocntin,,,,,,,,, -,,, São Slvdor do Tocntin,,,,,,,,, -,,, São Sebtião Tocntin do,,,,,,,,,,,,, São Vlério d Ntividd e,,,,,,,,,,,,, Silvnópoli,,,,,,,,, -,,, Sítio Novo do Tocntin,,,,,,,,, -,,, Sucupir,,,,,,,,, -,,, Tguting,,,,,,,,, -,,, Tip do Tocntin,,,,,,,,, -,,, Tlim ã,,,,,,,,, -,,, Tocntíni,,,,,,,,, -,,, Tocntinópoli,,,,,,,,,,,,, Tupirm,,,,,,,,, -,,, Tupirtin,,,,,,,,, -,,, Wnderlândi,,,,,,,,,,,,, Xmbio á,,,,,,,,,,,,, Rodpé à págin. NA AZÔNIA
175 CONSELHOS ESTADUAIS DOS DIREIS DAS CRIANÇAS E DOS ADOLESCENTES CONSELHOS TUTELARES Região Norte, Etdo e Município A CRE Fone: () Conelho Tutelr de Rio Brnco - Ai Bril - Briléi - Bujri - Cruzeiro do Sul - Epitciolândi - Feijó - Sen Mdureir - Trucá - Xpuri - Brcelo () - Borb - Creiro-Ctnho Cori - Envirá () - Eurinepé - Humitá - Jpurá () - Mncpuru - Mnicoré - Printin - Preidente Figueiredo - A MAPÁ Fone () Conelho Etdul - Conelho Municipl de Mcpá - Conelho Tutelr do Ampá - Snt Ibel do Rio Negro - São Gbriel d Cchoeir - Tbting - Urucrá - Arguri - Clçoene - P ARÁ Fone: () Lrnjl do Jri - Conelho Municipl d Crinç e Adolecente de Belém - Mcpá - Mzgão - Oipoque - Sntn - Trtruglzinho - Vitóri do Jri - A MAZONAS Fone: () Conelho Etdul - Conelho Municipl de Mnu - Conelho Tutelr Mnu Zon Lete - Zon Oete - Zon Norte - Zon Sul I - Zon Sul II - Zon Centro-Sul - Zon Centro-Oete - Apuí () - Conelho Tutelr do Município de Abetetub - Acrá - Alenquer - Almeirim - Altmir - Annindeu - Auror do Prá - Bgre - Brcren - Belém I - Belém II - Belém III - Belém IV - Benevide - Brgnç - Bril Novo - Breve - Cchoeir do Arri - Cmetá - NA AZÔNIA
176 Cnã do Crjá - Cpnem - Ctnhl - Conceição do Argui - Concórdi do Prá - Curinópoli - Currlinho - Dom Elieu - Eldordo do Crjá - Goinéi do Prá - Gurupá - Igrpé-Açu - Inhngpi - Iritui - Ititub - Itupirng - Jcregng - Jcundá - Juruti - Mãe do Rio - Mrbá - Rondom do Prá - Slinópoli - Snt Izbel do Prá - Sntrém - São Felix do Xingu - São Frncico do Prá - São Gerldo do Argui - São Miguel do Gumá - São Sebtião d Bo Vit - Spuci - Soure - Tilândi - Terr Alt - Tomé-Açu - Trcuteu - Tucumã - Tucuruí - Ulinópoli - Ururá - Vigi - Vieu - Mrcnã - Mrpnim - Mritub - Medicilândi - Melgço - Mojú - Monte Alegre - Muná - Nov Epernç do Piriá - Óbido - Oeir do Prá - Oriximirá - Ourem - R ORAIMA Fone () Conelho Municipl de Bo Vit - Bo Vit - Crcrí Rorinópoli - São João d Bliz São Luiz do Anuã R ONDÔNIA Fone () Porto Velho - Vilhen - Ariqueme - Ourilândi do Norte - Prgomin - Prupeb - Pont de Pedr - Portel - Qutipuru - Redenção - Rio Mri - CANTINS Conelho Etdul - Arguin Arguçu Alvord Argun Augutinópoli NA AZÔNIA
177 Argutin Arri Aguirnópoli Arpoem Alm Axixá do Tocntin Buriti do Tocntin Bbculândi Brejinho do Nzré Crrco Bonito Conceição do Tocntin Critlândi Chpd d Arei Colin do Tocntin Dinópoli Duere Eperntin Formoo do Argui Fátim Gurí Gurupi Itgutin Itcjá Jú do Tocntin Ljedo Lvnderi Lgo d Confuão Mircem do Tocntin Mirnorte Murilândi do Tocntin Muricilândi Novo Jrdim Prío do Tocntin Plm () Porto Alegre do Tocntin Porto Ncionl Plmeir do Tocntin Pu D'rco Plmeirópoli Prná Peixe Pium Rio Sono Rio d Conceição Smpio Sítio Novo do Tocntin Snt Rit do Tocntin São Slvdor do Tocntin São Sebtião do Tocntin Tip do Tocntin Tguting Tocntinópoli Tupirtin Xmbio Fonte: Conelho Etdui,. DAPÉ DA PÁGINA - O ddo de denutrição referem-e populção de no itid pel Ptorl d Crinç em. - O ddo de Mortlidde Infntil ão etimtiv do Minitério d Súde - Celo Simõe. - Bixo peo - Número de crinç que ncerm com peo inferior gr por ncido vivo em SINASC-. - Percentul de mulhere que fizerm ou mi conult de pré-ntl em - SINASC-Minitério d Súde. - Cobertur Vcinl em crinç menore de no pr vcin contr Poliomielite- Minitério d Súde-. - Cobertur Vcinl em crinç menore de no pr vcin contr Tétno, Coqueluche e Difteri-Minitério d Súde-. - Cobertur Vcinl em crinç menore de no contr Srmpo-Minitério d Súde-. - Cobertur Vcinl em crinç menore de no de vcin contr Tuberculoe- Minitério d Súde. - Cobertur vcinl cim de revel erro no regitro de doe plicd ou ubetimção de populção lvo. - O ddo e referem incidênci de tuberculoe em crinç de no;o ddo ão preliminre e não há informçõe obre o etdo do Acre e Ampá. - Número de luno mtriculdo em etbelecimento de Pré-ecol no no de. Fonte: INEP. - Número de luno mtriculdo em etbelecimento de Pré-ecol no no de. Fonte: INEP. - Número de luno mtriculdo em etbelecimento de Creche no no de. Fonte: INEP. Incidênci de tuberculoe é número de co novo ocorrido em crinçc de no no no obre populção totl (.). Not: () Form excluído o regitro em que não contvm informçõe obre o município em que ocorreu o evento. NA AZÔNIA
178 HOSPITAL IGOS DA CRIANÇA Região - CENT-OESTE Beneficênci Cmilin Formo, GO Hopitl An Ibel de Crvlho - Jtí - GO Hopitl d Forç Armd HFA Bríli, DF Hopitl de Cridde São Pedro D Alcântr Cidde de Goiá, GO Hopitl e Mternidde São Pio X Cere, GO Hopitl Evngélico Dr. E Sr. Goldby King/Hopitl d Mulher Dourdo - MS Hopitl Mterno Infntil Goiâni, GO Hopitl Mterno Infntil Snt Rit de Cái Plnltin, GO Hopitl Municipl de Cmpo Belo Cmpo Belo, GO Hopitl Municipl Modeto de Crvlho - Itumbir - GO Hopitl Municipl Snt Mdlen - São João D Alinç - GO Hopitl Regionl d A Norte HRAN Bríli, DF Hopitl Regionl de Sobrdinho Sobrdinho, DF Hopitl Regionl de Tguting Tguting, DF Hopitl Univeritário de Bríli HUB Bríli, DF Hopitl Vil Ric Ltd Vil Ric, MT Irmndde Snt C de Miericórdi de Anápoli Anápoli, GO Mternidde Don Íri Goiâni, GO Mternidde Ncer Ciddão Goiâni, GO Mternidde No Senhor de Lourde Goiâni, GO Snt C de Miericórdi de Ctlão - GO SUL Centro Médico Comunitário Birro Novo Curitib, PR Clínic e Mternidde No Senhor do Roário Ltd Curitib, PR Conórcio Regionl de Súde do Hopitl Lenoir Ferreir Chpecó, SC Fundção Hopitlr de Blumenu - Hopitl Snto Antônio SC Fundção Hopitlr de Curitibno - Hopitl Hélio Anjo Ortiz, SC Fundção Hopitlr de Trê Brr - SC Fundção Hopitlr Rio Negrinho - Rio Negrinho, SC Fundção Univeritári de Crdiologi - Hopitl de Alvord - RS Fundção Univeritári de Crdiologi/Hopitl Pd. Jeremi - Cchoeirinh, RS Grupo Hopitlr Conceição Hopitl Fêmin S/A Porto Alegre, RS Hopitl Bom Jeu Ituporng, SC Hopitl de Cridde e Beneficênci - Cchoeir do Sul - RS Hopitl de Cridde São Brz - Porto União - SC Hopitl de Clínic do Prná Curitib, PR Hopitl do Trblhdor/Funpr/Fund. UFPR/Ciênci/Tecn. e Cultur Curitib, PR Hopitl e Mternidde Jrguá Jrguá do Sul, SC Hopitl e Mternidde Mriet Konder Bornhuen - Itjí - SC Hopitl Ecol Mterno Infntil Preidente Vrg Porto Alegre, RS Hopitl Evngélico de Curitib Curitib, PR Hopitl Municipl Lucill Bllli Londrin, PR Hopitl No Senhor d Conceição Porto Alegre, RS Hopitl No Senhor d Conceição Tubrão, SC Hopitl Regionl São Pulo - Aec - Xnxerê - SC Hopitl Snt Terezinh Erechim, RS Hopitl São Luc Curitib, PR Hopitl Univeritário Dr. Miguel Riet Corre Junior - Rio Grnde - RS Hopitl Univeritário Regionl do Norte do Prná Londrin, PR Irmndde St. C de Miericórdi de Porto Alegre Porto Alegre, RS Mternidde D. Ctrin Ku Mfr, SC Mternidde Drcy Vrg Joinville, SC Snt C de Miericórdi de Pont Gro Pont Gro, PR Sociedde Educção e Cridde Hopitl D. João Becker - Grvtí - RS NORDESTE Beneficênci Cmilin Hopitl São Joé Bl, MA C de Súde e Mternidde de Coelho Neto MA C de Súde e Mternidde Senhor d Luz Gurbir, PB Centro Integrdo de Súde Amury Medeiro CIS Recife, PE Clínic No Senhor d Mercê Fomento Pinheiro, MA CLIPSI Clínic, Pronto-Socorro Infntil e Hopitl Gerl de Cmpin Grnde Cmpin Grnde, PB Complexo Hopitlr Profeor Humberto Nóbreg Mternidde Snt Mri João Peo, PB Fundção Aitencil d Príb FAP Cmpin Grnde, PB Fundção Hopitlr Dr. Crlindo Dnt Hopitl Seridó Cicó, RN Hopitl Brão de Lucen Recife, PE Hopitl Centenário de Pu do Ferro Pu do Ferro, RN Hopitl Centrl Coronel Pedro Germno Ntl, RN Hopitl Clériton Andrde Feir de Sntn, BA Hopitl d Clínic UFPE Recife, PE Hopitl de Gurnição de João Peo João Peo, PB Hopitl de Mternidde São Vicente de Pulo Brblh, CE Hopitl Dr. Etevm Ponte - Sobrl - CE Hopitl Durte Filho Mooró, RN Hopitl e Mternidde Eli Simõe Crúb, RN Hopitl e Mternidde Mri Júli Mrnhão Arrun, PB Hopitl e Mternidde N.Sr. d Grç Ccvel, CE Hopitl e Mternidde Pulo Srte Redenção, CE Hopitl e Mternidde Prof. Wldemr de Alcântr Itpiun, CE Hopitl e Mternidde Snt Mri Arripin, PE Hopitl e Mternidde Snt Terezinh Mrndub, PB Hopitl e Mternidde Snto Antonio Brblh, CE Hopitl e Mternidde São Joé Pinto do Crmo Bturité, CE Hopitl e Mternidde São Luc Juzeiro do Norte, CE Hopitl Gerl Cér Cl Fortlez, CE Hopitl Gerl de Cmçri Cmçri, BA Hopitl Gerl de Fortlez Fortlez, CE Hopitl Ináci P. do Snto/Hopitl d Mulher Feir de Sntn, BA Hopitl Joé Pedro Bezerr /Hopitl Snt Ctrin Ntl, RN Hopitl Locl Dr. Joé de Brito Mglhãe Pircuruc, PI Hopitl Mnoel Nove Snt C de Miericórdi Itbun, BA Hopitl Mternidde Dr. Aderon Dutr Ptú, RN Hopitl Mternidde Dr. Sdi Mende Prnmirim, RN Hopitl Mternidde Gov. Flávio Ribeiro Coutinho Snt Rit, PB Hopitl Mternidde Jeu, Mri, Joé Quixdá, CE Hopitl Mternidde Luiz Argôllo Snt C de Miericórdi de Snto Antonio de Jeu Antonio de Jeu, BA Hopitl Mternidde Venâncio Rimundo de Sou Horizonte, CE Hopitl Mterno Infntil Sinhá Ctelo Cxi, MA Hopitl Municipl Benito Muoline de Sou Vrgem Grnde, MA Hopitl Municipl de Mrcnú - CE Hopitl Pd. João Mri - Mternidde Aníl Regin - Curri Novo, RN Hopitl Policlínic de Juzeiro Ltd. Juzeiro do Norte, CE Hopitl Regionl Adéli Mto Fonec Itpecuru-Mirim, MA Hopitl Regionl Alrico Nune Pcheco Timon, MA Hopitl Regionl Alfredo Mequit Filho Mcíb, RN Hopitl Regionl Antônio Pulino Filho Gurbir, PB Hopitl Regionl de Crúb Crúb, RN Hopitl Regionl de Tmboril Tmboril, CE Hopitl Regionl Dep. Mnoel Gonçlve de Abrnte - Sou - PB Hopitl Regionl Dom Mln Petrolin, PE Hopitl Regionl Jeu Nzreno Cruru, PE Hopitl Regionl Leônid Melo Brr, PI Hopitl Regionl Mterno Infntil Impertriz, MA Hopitl Snt Luí de Mrilc Arcti, CE Hopitl Snt Neu Grjú, MA Hopitl São Frncico de Cnindé Cnindé, CE Hopitl St Rit e Mternidde St Olímpi Plmeir do Índio, AL Hopitl Univeritário An Bezerr Snt Cruz, RN Hopitl Univeritário do Mrnhão/Fundção Joué Montello - São Luí, MA Hopitl Veloo Cot - Bcbl - MA Intituto de Súde Elpídeo de Almeid ISEA Cmpin Grnde, PB Intituto Hopitlr Generl Edon Rmlho João Peo, PB Intituto Mterno Infntil de Pernmbuco Recife, PE Irmndde d Snt C de Miericórdi de Sobrl Sobrl, CE Mternidde Cândid Vrg João Peo, PB Mternidde Climério de Oliveir Slvdor, BA Mternidde Don Evngelin Ro Terein, PI Mternidde Dr. Peregrino Filho Pto, PB Mternidde Ecol Ai Chteubrind Fortlez, CE Mternidde Ecol Jnuário Cicco Ntl, RN Mternidde Frei Dmião João Peo, PB Mternidde Hildete Flcão Btit Arcju, SE Mternidde Mri d Neve - Brejinho - RN Mternidde Mri do Ampro São Luí, MA Mternidde Mrly Srney São Luí, MA Mternidde Nzir Aub - São Luí - MA Mternidde Snt Mônic Lgo d Pedr, MA Mternidde São Joé Itbin, SE Mternidde Senhor Juvenl de Crvlho Fortlez, CE NA AZÔNIA
179 Pref. Municipl B. Cord/Hopitl Mterno Infntil - Brr do Cord, MA Rel Sociedde Portugue de Snt Mri Arpirc, AL Snt C de Miericórdi de Cururupu Cururupu, MA Snt C de Miericórdi São Miguel do Cmpo São Miguel do Cmpo, AL Sociedde Aitencil de Beberibe/Hopitl. Monenhor Dourdo - Beberibe, CE Sociedde Beneficente N.Sr. do Bom Conelho Arpirc, AL Sociedde Beneficente São Cmilo Hopitl São Frncico de Ai Grjú, MA Sociedde de Proteção à Mternidde e à Infânci Prníb, PI Sociedde de Proteção à Mternidde e à Infânci de Acri/Hopitl e Mternidde de Acri Acri, RN Sociedde de Proteção à Mternidde e à Infânci de Ctolé do Roch Ctolé do Roch, PB U.I.S. Dr. Luiz M. de Áre Leão/Hop. e Mternidde do Stélite Terein, PI Unidde de Súde de Touro FNS Touro, RN Unidde de Súde Wll Ferrz Terein, PI Unidde Mit de Cerá-Mirim FNS Cerá-Mirim, RN Unidde Mit de Felipe Cmrão Ntl, RN Unidde Mit de São Joé Ribmr - São Luí - MA Unidde Mit de Súde Dr. Antonio Pedreir de Albuquerque Mrtin Terein, PI Unidde Mit de Súde São Frncico Itpgé, CE Unidde Mit Elpídeo Cvlcnte de Albuquerque Fleixeir, AL Unidde Mit Hopitlr de Solâne - Solâne - PB SUDESTE Aocição Monlevde de Serviço Socii Hopitl Mrgrid - João Monlevde, MG Hopitl Aroldo Tourinho Monte Clro, MG Hopitl Crmel Dutr - Rio de Jneiro - RJ Hopitl Centrl do Exército Rio de Jneiro, RJ Hopitl de Cridde São Vicente de Pulo Jundií, SP Hopitl de Clínic Dr. Pulo Scrmento Ltd. HPS Jundií, SP Hopitl Dr. Dório Silv Serr, ES Hopitl e Mternidde Alexnder Fleming Rio de Jneiro, RJ Hopitl e Mternidde Municipl Dr. Silvério Fonte Snto, SP Hopitl e Mternidde Municipl de Peruíbe Dr. Dlmr Americno d Cot Peruíbe, SP Hopitl Gerl de Itpeceric d Serr Seconci SP Hopitl Guilherme Álvro Snto, SP Hopitl Mternidde Interlgo São Pulo, SP Hopitl Mternidde Leonor Mende de Brro São Pulo, SP Hopitl Mternidde Nov Friburgo RJ Hopitl Mternidde Prç XV Rio de Jneiro, RJ Hopitl Municipl Dr. Joé de Crvlho Florence - São Joé do Cmpo, SP Hopitl Municipl de Itpir Itpir, SP Hopitl Municipl de Prctu Prctu, MG Hopitl Municipl e Mternidde Amdor Aguir Oco, SP Hopitl São Frncico de Ai - Jcreí - SP Hopitl São João Btit - Volt Redond - RJ Hopitl Sofi Feldmn Belo Horizonte, MG Hopitl Univeritário Clemente Fri - Unimonte - Monte Clro, MG Hopitl Univeritário Pedro Erneto Rio de Jneiro, RJ Intituto Fernnde Figueir/Fiocruz Rio de Jneiro, RJ Irmndde No Senhor d Mercê Monte Clro, MG Mter-Mternidde do Complexo Aeroporto - Ribeirão Preto - SP Mternidde Leil Diniz Rio de Jneiro, RJ Mternidde Odete Vldre Belo Horizonte, MG Mternidde Públic Municipl de Betim Betim, MG Snt C de Miericórdi de Limeir - SP Snt C de Miericórdi de Ouro Preto Ouro Preto, MG Snt C de Miericórdi de Tupã Tupã, SP Snt C de Miericórdi de Ubtub Ubtub, SP Sociedde Beneficente São Frncico de Ai de Tupã Tupã, SP Unidde Integrd de Súde Herculno Pinheiro Rio de Jneiro, RJ NORTE Fundção Hopitlr Prque Snt Rit de Cái Mnu, Fundção Snt C de Miericórdi do Prá Belém, Hopitl Don Regin - Plm - Hopitl e Mternidde Don Lui I Belém, Hopitl e Mternidde Sgrd Fmíli Sntrém, Hopitl Gerl de Brgnç - Hopitl Pdre Luo - Plm - Hopitl Snto Antonio Mri Zccri Brgnç, Mternidde e Clínic de Mulhere Bárbr Heliodor Rio Brnco, AC Venerável Ordem Terceir de São Frncico - Belém - Fonte: UNICEF,. NA AZÔNIA
180 DELEGACIAS ESPECIALIZADAS DE COMBATE À VIOLÊNCIA CONTRA MULHER UF Município Nº de Delegci UF Município Nº de Delegci Porto Velho Belém Ccol Tucuru í Vilhen Mrbá Rolim de Mour Ititub Ji-Prná Ctnhl Gujrá-Miri m Altmir Ariqueme Annindeu AC Prgomin Sntrém AC Rio Brnco Snt Ibel do Prá Abetetub Mnu AP Mncpur u AP Mcpá AP Sntn RR RR Bo Vit Plm Porto Ncionl Arguín Mircem Gurup i Fonte: Minitério d Jutiç/Conelho Ncionl do Direito d Mulher. CONSELHOS ESTADUAIS E MUNICIIS DOS DIREIS DA MULHER Nº de conelho UF Município Etdul Municip l AC Rio Brnco RR Bo Vit Belém AP Plm Fonte: Minitério d Jutiç/Conelho Ncionl do Direito d Mulher. NA AZÔNIA
Relatório dos Resultados do Inquérito aos Diplomados
ISEL Reltório do Reultdo do Inquérito o Diplomdo ENTRE 2005 E 2009 Intituto Superior de Engenhri de Libo Gbinete de Avlição e Qulidde Libo, 15 de Setembro de 2011 FICHA TÉCNICA Título: Reltório do Reultdo
UT 01 Vetores 07/03/2012. Observe a situação a seguir: Exemplos: área, massa, tempo, energia, densidade, temperatura, dentre outras.
UT 01 Vetore Oerve itução eguir: A prtícul vermelh etá e movendo num di quente, onde o termômetro indic tempertur de 41 gru Celiu! GRANDEZA ESCALAR É um grndez fíic completmente crcterizd omente com o
1º semestre de Engenharia Civil/Mecânica Cálculo 1 Profa Olga (1º sem de 2015) Função Exponencial
º semestre de Engenhri Civil/Mecânic Cálculo Prof Olg (º sem de 05) Função Eponencil Definição: É tod função f: R R d form =, com R >0 e. Eemplos: = ; = ( ) ; = 3 ; = e Gráfico: ) Construir o gráfico d
ESTADO DO MARANHÃO MINISTÉRIO PÚBLICO PROCURADORIA GERAL DE JUSTIÇA a CENTRO DE APOIO OPERACIONAL DE MEIO AMBIENTE, URBANISMO E PATRIMÔNIO CULTURAL
1 N O T A T É C N I C A N º. 0 0 3 / 2 0 0 7 Análise ds demnds identificds ns udiêncis públics do Plnejmento Estrtégico. Construção de plnejmento. 1 JUSTIFICATIVA Após relizção de seis udiêncis públics
A ÁGUA COMO TEMA GERADOR PARA O ENSINO DE QUÍMICA
A ÁGUA COMO TEMA GERADOR PARA O ENSINO DE QUÍMICA AUTORES: AMARAL, An Pul Mgno; NETO, Antônio d Luz Cost. E-MAIL: [email protected]; [email protected] INTRODUÇÃO Sendo um desfio ensinr químic pr
Área de Conhecimento ARTES. Período de Execução. Matrícula. Telefone. (84) 8112-2985 / ramal: 6210
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO PROGRAMA DE APOIO INSTITUCIONAL À EXTENSÃO PROJETOS DE EXTENSÃO EDITAL 01/014-PROEX/IFRN Os cmpos sombredos
Semelhança e áreas 1,5
A UA UL LA Semelhnç e áres Introdução N Aul 17, estudmos o Teorem de Tles e semelhnç de triângulos. Nest ul, vmos tornr mis gerl o conceito de semelhnç e ver como se comportm s áres de figurs semelhntes.
Material Teórico - Módulo de Razões e Proporções. Proporções e Conceitos Relacionados. Sétimo Ano do Ensino Fundamental
Mteril Teórico - Módulo de Rzões e Proporções Proporções e Conceitos Relciondos Sétimo Ano do Ensino Fundmentl Prof. Frncisco Bruno Holnd Prof. Antonio Cminh Muniz Neto Portl OBMEP 1 Introdução N ul nterior,
WASTE TO ENERGY: UMA ALTERNATIVA VIÁVEL PARA O BRASIL? 01/10/2015 FIESP São Paulo/SP
WASTE TO ENERGY: UMA ALTERNATIVA VIÁVEL PARA O BRASIL? 01/10/2015 FIESP São Pulo/SP PNRS E O WASTE-TO-ENERGY Definições do Artigo 3º - A nov ordenção básic dos processos Ordem de prioriddes do Artigo 9º
Carta Convite para Seleção de Preceptores. Desenvolvimento de Competência Pedagógica para a prática da Preceptoria na Residência Médica
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO MÉDICA (ABEM) Av. Brsil, 4036 sls 1006/1008 21040-361 Rio de Jneiro-RJ Tel.: (21) 2260.6161 ou 2573.0431 Fx: (21) 2260.6662 e-mil: [email protected] Home-pge: www.bem-educmed.org.br
CÂMARA MUNICIPAL DE FERREIRA DO ZÊZERE
CAPITULO I VENDA DE LOTES DE TERRENO PARA FINS INDUSTRIAIS ARTIGO l. A lienção, trvés de vend, reliz-se por negocição direct com os concorrentes sendo o preço d vend fixo, por metro qudrdo, pr um ou mis
3. Cálculo integral em IR 3.1. Integral Indefinido 3.1.1. Definição, Propriedades e Exemplos
3. Cálculo integrl em IR 3.. Integrl Indefinido 3... Definição, Proprieddes e Exemplos A noção de integrl indefinido prece ssocid à de derivd de um função como se pode verificr prtir d su definição: Definição
a a 3,88965 $140 7 9% 7 $187 7 9% a 5, 03295
Anuiddes equivlentes: $480 + $113 + $149 5 9% 5 VPL A (1, 09) $56, 37 A 5 9% 3,88965 5 9% 5 9% AE = = = = $14, 49 = 3,88965 AE B $140 $620 + $120 + 7 9% 7 VPL B (1, 09) $60, 54 = = = 5, 03295 7 9% 7 9%
ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS TAIPAS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE COMÉRCIO. DISCIPLINA: ORGANIZAR E GERIR A EMPRESA (10º Ano Turma K)
ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS TAIPAS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE COMÉRCIO DISCIPLINA: ORGANIZAR E GERIR A EMPRESA (10º Ano Turm K) PLANIFICAÇÃO ANUAL Diretor do Curso Celso Mnuel Lim Docente Celso Mnuel
Professores Edu Vicente e Marcos José Colégio Pedro II Departamento de Matemática Potências e Radicais
POTÊNCIAS A potênci de epoente n ( n nturl mior que ) do número, representd por n, é o produto de n ftores iguis. n =...... ( n ftores) é chmdo de bse n é chmdo de epoente Eemplos =... = 8 =... = PROPRIEDADES
COP Comunication on Progress EQÜIDADE DE GÊNERO
COP Comunication on Progre São Paulo, 28 de fevereiro de 2011 A Ferol Indútria e Comércio SA declara eu apoio contínuo ao Pacto Global. A Ferol acredita na diveridade e na pluralidade como ferramenta de
Data Tema Objetivos Atividades Recursos
Plno Anul de Atividdes do Pré-Escolr Dt Tem Objetivos Atividdes Recursos Setembro Integrção /dptção ds crinçs -Promover integrção/ (re) dptção ds crinçs á creche; -Proporcionr um mbiente que permit às
ESTADO DE RONDÔNIA PREFEITURA MUNICIPAL DE MINISTRO ANDREAZZA Lei de Criação 372 13/02/92 PROGRAMA FINALÍSTICO
PROGRAMA FINALÍSTICO PROGRAMA: 022 - Progrm Súde d Fmíli 1. Problem: Alto índice de pcientes que visitm unidde Mist de Súde pr trtr de problems que poderim ser resolvidos com visit do médico em su cs.
Dia 1 de Outubro Dia Nacional da Água
Divisão de Plnemento Ambientl e Proteção Civil Di 1 de Outubro Di Ncionl d Águ entre 2 mil e 8 mil milhões de pessos té Águ 2050, num momento em que meç do Aquecimento Globl d Terr é um A águ é essencil
FUNCIONAL ENTORNO ELEMENTOS DE ENTORNO, CONSIDERANDO OS ATRIBUTOS DO LUGAR - MASSAS TOPOGRAFIA #8. fonte imagem: Google Earth
FUNCIONL ENTORNO IDENTIFICR RELÇÃO DO EDIFÍCIO COM OS ELEMENTOS DE ENTORNO, CONSIDERNDO OS TRIBUTOS DO LUGR - MSSS EDIFICDS, RELÇÕES DE PROXIMIDDE, DIÁLOGO, INTEGRÇÃO OU UTONOMI O ENTORNO D CSH #9 É COMPOSTO
Livro para a SBEA (material em construção) Edmundo Rodrigues 9. peneiras
Livro para a SBEA (material em contrução) Edmundo Rodrigue 9 4.1. Análie granulométrica Granulometria, graduação ou compoição granulométrica de um agregado é a ditribuição percentual do eu divero tamanho
Governance, Risk and Compliance Management [GRC] Gerenciamento Efetivo e Sustentável.
Governnce, Rik nd Complince Mngement [GRC] Gerencimento Efetivo e Sutentável. O SoftExpert GRC Suite oferece um etrutur de governnç que poibilit um tomd de decião eficz e poio à mudnç comportmenti. O SoftExpert
ESTADO DE GOIÁS MUNICIPIO DE VARJÃO BALANÇO GERAL DO EXERCÍCIO DE 2014 DEMONSTRATIVO DA DESPESA POR GRUPOS DE NATUREZA E FONTE
ETDO DE GOIÁ DEMONTRTIVO D DEPE POR GRUPO DE NTUREZ E 1.001 1.002 1.003 1.004 1.005 1.007 1.008 1.010 1.011 120 1.012 1.013 1.014 1.015 EPECIFICÇÃO OBR CONT /MPL /REF PREDIO CMR CONT /MPL /REFORM CENTRO
Faculdade de saúde Pública. Universidade de São Paulo HEP-5705. Epidemiologia I. Estimando Risco e Associação
1 Fuldde de súde Públi Universidde de São Pulo HEP-5705 Epidemiologi I Estimndo Riso e Assoição 1. De 2.872 indivíduos que reeberm rdioterpi n infâni em deorrêni de presentrem o timo umentdo, 24 desenvolverm
Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL. Plano de Trabalho Docente 2015. Etec Profª Ermelinda Giannini Teixeira
Coorden http://www.etecermelind.com.br/etec/sis/ptd_tec_6.php 1 de 5 18/09/2015 12:45 Unidde de Ensino Médio e Técnico Cetec Ensino Técnico Integrdo o Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL Plno de Trblho Docente
Manual de Operação e Instalação
Mnul de Operção e Instlção Clh Prshll MEDIDOR DE VAZÃO EM CANAIS ABERTOS Cód: 073AA-025-122M Rev. B Novembro / 2008 S/A. Ru João Serrno, 250 Birro do Limão São Pulo SP CEP 02551-060 Fone: (11) 3488-8999
Regras. Resumo do Jogo Resumo do Jogo. Conteúdo. Conteúdo. Objetivo FRENTE do Jogo
Resumo do Jogo Resumo do Jogo Regrs -Qundo for seu turno, você deve jogr um de sus crts no «ponto n linh do tempo» que estej correto. -Se você jogr crt corretmente, terá um crt menos à su frente. -Se você
Transporte de solvente através de membranas: estado estacionário
Trnsporte de solvente trvés de membrns: estdo estcionário Estudos experimentis mostrm que o fluxo de solvente (águ) em respost pressão hidráulic, em um meio homogêneo e poroso, é nálogo o fluxo difusivo
GEORREFERENCIAMENTO DOS PONTOS DE OCUPAÇÃO URBANA DESORDENADA AO LONGO DO LITORAL SUL DE PERNAMBUCO-BRASIL
II Congresso sobre Plnejmento e Gestão ds Zons Costeirs dos Píses de Expressão Portugues IX Congresso d Associção Brsileir de Estudos do Quternário II Congresso do Quternário dos Píses de Língu Ibérics
1. VARIÁVEL ALEATÓRIA 2. DISTRIBUIÇÃO DE PROBABILIDADE
Vriáveis Aletóris 1. VARIÁVEL ALEATÓRIA Suponhmos um espço mostrl S e que cd ponto mostrl sej triuído um número. Fic, então, definid um função chmd vriável letóri 1, com vlores x i2. Assim, se o espço
TRIGONOMETRIA. A trigonometria é uma parte importante da Matemática. Começaremos lembrando as relações trigonométricas num triângulo retângulo.
TRIGONOMETRIA A trigonometri é um prte importnte d Mtemátic. Começremos lembrndo s relções trigonométrics num triângulo retângulo. Num triângulo ABC, retângulo em A, indicremos por Bˆ e por Ĉ s medids
CPV O cursinho que mais aprova na GV
O cursinho que mis prov n GV FGV Administrção 04/junho/006 MATEMÁTICA 0. Pulo comprou um utomóvel fle que pode ser bstecido com álcool ou com gsolin. O mnul d montdor inform que o consumo médio do veículo
Simbolicamente, para. e 1. a tem-se
. Logritmos Inicilmente vmos trtr dos ritmos, um ferrment crid pr uilir no desenvolvimento de cálculos e que o longo do tempo mostrou-se um modelo dequdo pr vários fenômenos ns ciêncis em gerl. Os ritmos
PROGRAMA DE AVALIAÇÃO PARA A QUALIFICAÇÃO DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE
NOTA TÉCNICA 12/2011 _ PROGRAMA DE AVALIAÇÃO PARA A QUALIFICAÇÃO DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE Brsíli, 16 de mio de 2011. . PROGRAMA DE AVALIAÇÃO PARA A QUALIFICAÇÃO DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE 1. Introdução
ESTATÍSTICA APLICADA. 1 Introdução à Estatística. 1.1 Definição
ESTATÍSTICA APLICADA 1 Introdução à Esttístic 1.1 Definição Esttístic é um áre do conhecimento que trduz ftos prtir de nálise de ddos numéricos. Surgiu d necessidde de mnipulr os ddos coletdos, com o objetivo
PROCEDIMENTO DE MERCADO AM.04 Cálculo de Votos e Contribuição
PROCEDIMENTO DE MERCADO AM.04 Cálculo de Voto e Contribuição Reponável pelo PM: Acompanhamento do Mercado CONTROLE DE ALTERAÇÕES Verão Data Decrição da Alteração Elaborada por Aprovada por PM AM.04 - Cálculo
Física 1 Capítulo 3 2. Acelerado v aumenta com o tempo. Se progressivo ( v positivo ) a m positiva Se retrógrado ( v negativo ) a m negativa
Físic 1 - Cpítulo 3 Movimento Uniformemente Vrido (m.u.v.) Acelerção Esclr Médi v 1 v 2 Movimento Vrido: é o que tem vrições no vlor d velocidde. Uniddes de celerção: m/s 2 ; cm/s 2 ; km/h 2 1 2 Acelerção
Confrontando Resultados Experimentais e de Simulação
Confrontando Reultado Experimentai e de Simulação Jorge A. W. Gut Departamento de Engenharia Química Ecola Politécnica da Univeridade de São Paulo E mail: [email protected] Um modelo de imulação é uma repreentação
Semana Epidemiológica de Início de Sintomas
Boletim Epidemiológico Volume 46 N 3-2015 Secretri de Vigilânci em Súde Ministério d Súde ISSN 2358-9450 Monitormento dos csos de dengue e febre de chikunguny té Semn Epidemiológic (SE) 53 de 2014 Dengue
Serviços de Acção Social da Universidade de Coimbra
Serviços de Acção Socil d Universidde de Coimbr Serviço de Pessol e Recursos Humnos O que é o bono de fmíli pr crinçs e jovens? É um poio em dinheiro, pgo menslmente, pr judr s fmílis no sustento e n educção
Hewlett-Packard PORCENTAGEM. Aulas 01 a 04. Elson Rodrigues, Gabriel Carvalho e Paulo Luiz Ramos
Hewlett-Pckrd PORCENTAGEM Auls 01 04 Elson Rodrigues, Gbriel Crvlho e Pulo Luiz Rmos Sumário PORCENTAGEM... 1 COMPARANDO VALORES - Inspirção... 1 Porcentgem Definição:... 1... 1 UM VALOR PERCENTUAL DE
Oferta n.º 1260. Praça do Doutor José Vieira de Carvalho 4474-006 Maia Tel. 229 408 600 Fax 229 412 047 [email protected] www.cm-maia.
Procedimento de seleção pr recrutmento de Técnicos no âmbito do Progrm de Atividdes de Enriquecimento Curriculr do 1.º Ciclo de Ensino Básico Inglês Ofert n.º 1260 A Câmr Municipl Mi procede à bertur do
{ 2 3k > 0. Num triângulo, a medida de um lado é diminuída de 15% e a medida da altura relativa a esse lado é aumentada
MATEMÁTICA b Sbe-se que o qudrdo de um número nturl k é mior do que o seu triplo e que o quíntuplo desse número k é mior do que o seu qudrdo. Dess form, k k vle: ) 0 b) c) 6 d) 0 e) 8 k k k < 0 ou k >
Plano Curricular Plano Curricular Plano Curricular
Áre de formção 523. Eletrónic e Automção Curso de formção Técnico/ de Eletrónic, Automção e Comndo Nível de qulificção do QNQ 4 Componentes de Socioculturl Durção: 775 hors Científic Durção: 400 hors Plno
Professora: Profª Roberta Nara Sodré de Souza
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICAS INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA-CAMPUS ITAJAÍ Professor: Profª Robert Nr Sodré de Souz Função
Trabalhando-se com log 3 = 0,47 e log 2 = 0,30, pode-se concluir que o valor que mais se aproxima de log 146 é
Questão 0) Trlhndo-se com log = 0,47 e log = 0,0, pode-se concluir que o vlor que mis se proxim de log 46 é 0),0 0),08 0),9 04),8 0),64 Questão 0) Pr se clculr intensidde luminos L, medid em lumens, um
3º Ciclo do Ensino Básico
ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO DO ENSINO BÁSICO DE AMORA - ANO LETIVO 2014/2015 DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES GRUPO 600 Plnificção Anul Educção Visul 8º Ano 3º Ciclo do Ensino Básico Domínio Objetivos Geris
ESTADO DE RONDÔNIA PREFEITURA MUNICIPAL DE MINISTRO ANDREAZZA Lei de Criação 372 13/02/92
PROGRAMA FINALÍSTICO PROGRAMA FINALÍSTICO PROGRAMA : 15 Mnutenção e Revitlizção do Ensino Infntil FUNDEB 40% 1. Problem: O município possui pens dus escol que oferece ensino infntil e não tende tod demnd.
Manual de instalação. Aquecedor de reserva de monobloco de baixa temperatura Daikin Altherma EKMBUHCA3V3 EKMBUHCA9W1. Manual de instalação
Aquecedor de reserv de monoloco de ix tempertur Dikin EKMBUHCAV EKMBUHCA9W Portugues Índice Índice Acerc d documentção. Acerc deste documento... Acerc d cix. Aquecedor de reserv..... Pr retirr os cessórios
PANORAMA DA DESTINAÇÃO DOS RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL NOS MUNICÍPIOS DO ESTADO DE MINAS GERAIS
Bel Hriznte/MG 24 27/11/2014 PANORAMA DA DESTINAÇÃO DOS RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL NOS MUNICÍPIOS DO ESTADO DE MINAS GERAIS Rhy Eyer Cbrl (*), Luiz Silv Betim, An Lúci Bhi Lpe, Regin Lúci Meeir e Suz
PLANO ANUAL DE ATIVIDADES
ESOLA SEUNDÁRIA DR. JOAQUIM DE ARVALHO, FIGUEIRA DA FOZ PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2015-2016 [Escrev texto] Págin 0 B I B L I O T E A E S O L A R PLANO ANUAL DE TRABALHO/ATIVIDADES A urrículo, litercis
Intenção de Consumo Dia das Mães
Intenção de Consumo O Di ds Mães é segund melhor dt pr o comércio vrejist, comemord no segundo domingo de mio. É trdicionl no clendário de comprs dos brsileiros, pelo forte pelo emocionl, que fet diversos
Desvio do comportamento ideal com aumento da concentração de soluto
Soluções reis: tividdes Nenhum solução rel é idel Desvio do comportmento idel com umento d concentrção de soluto O termo tividde ( J ) descreve o comportmento de um solução fstd d condição idel. Descreve
Quantidade de oxigênio no sistema
EEIMVR-UFF Refino dos Aços I 1ª Verificção Junho 29 1. 1 kg de ferro puro são colocdos em um forno, mntido 16 o C. A entrd de oxigênio no sistem é controld e relizd lentmente, de modo ir umentndo pressão
Equilíbrio do indivíduo-consumidor-trabalhador e oferta de trabalho
Equilíbrio do indivíduo-consumidor-trblhdor e ofert de trblho 6 1 Exercício de plicção: Equilíbrio de um consumidor-trblhdor e nálise de estátic comprd Exercícios pr prátic do leitor Neste cpítulo, presentmos
CRECHE COMUNITARIA PINGO DE GENTE AV.Senador Levindo Coelho 130 Tirol CEP.30662-290 CNPJ: 21508312.0001/80
ORGANIZAÇÃO PROPONENTE: CRECHE COMUNITARIA PINGO DE GENTE PROJETO : CUIDANDO EDUCANDO E CONSTRUINDO CIDADÃOS DO FUTURO. LINHA PROGRAMÁTICA DO PROJETO Creche, Educação Infantil, Socialização,Garantia de
Plano Curricular Plano Curricular Plano Curricular
Áre de formção 523. Eletrónic e Automção Curso de formção Técnico/ de Eletrónic, Automção e Comndo Nível de qulificção do QNQ 4 Componentes de Socioculturl Durção: 775 hors Científic Durção: 400 hors Plno
Acoplamento. Tipos de acoplamento. Acoplamento por dados. Acoplamento por imagem. Exemplo. É o grau de dependência entre dois módulos.
Acoplmento É o gru de dependênci entre dois módulos. Objetivo: minimizr o coplmento grndes sistems devem ser segmentdos em módulos simples A qulidde do projeto será vlid pelo gru de modulrizção do sistem.
Pacto pela Saúde 2010/2011 Valores absolutos Dados preliminares Notas Técnicas
Pcto pel Súde 2010/ Vlores bsolutos Ddos preliminres Nots Técnics Estão disponíveis, nests págins, os vlores utilizdos pr o cálculos dos indicdores do Pcto pel Súde 2010/, estbelecidos prtir d Portri 2.669,
Aplicação da teoria do controle ótimo e simulações computacionais no controle biológico de pragas
XXIV Encontro Nc. de Eng. de Produção - Florinópoli, SC, Bril, 3 5 de nov de 4 Aplicção d teori do controle ótimo e imulçõe computcioni no controle biológico de prg Ângelo Mrcelo uet (UNC-Cnoính) [email protected]
Inclusão Social dos Jovens nos Assentamentos Rurais de Areia com ênfase no trabalho da Tutoria e recursos das novas TIC s
Incluão Social do Joven no Aentamento Rurai de Areia com ênfae no trabalho da Tutoria e recuro da nova TIC MIRANDA 1, Márcia C.V.; SILVA 2, Fátima do S.; FÉLIX 3, Jânio 1 Profeora orientadora e coordenadora
FUNÇÕES. Funções. TE203 Fundamentos Matemáticos para a Engenharia Elétrica I. TE203 Fundamentos Matemáticos para a Engenharia Elétrica I
FUNÇÕES DATA //9 //9 4//9 5//9 6//9 9//9 //9 //9 //9 //9 6//9 7//9 8//9 9//9 //9 5//9 6//9 7//9 IBOVESPA (fechmento) 8666 9746 49 48 4755 4 47 4845 45 467 484 9846 9674 97 874 8 88 88 DEFINIÇÃO Um grndez
Material envolvendo estudo de matrizes e determinantes
E. E. E. M. ÁREA DE CONHECIMENTO DE MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS PROFESSORA ALEXANDRA MARIA º TRIMESTRE/ SÉRIE º ANO NOME: Nº TURMA: Mteril envolvendo estudo de mtrizes e determinntes INSTRUÇÕES:. Este
Mat.Semana. PC Sampaio Alex Amaral Rafael Jesus. (Roberta Teixeira)
9 PC Smpio Alex Amrl Rfel Jesus Mt.Semn (Robert Teixeir) Este conteúdo pertence o Descomplic. Está vedd cópi ou reprodução não utorizd previmente e por escrito. Todos os direitos reservdos. CRONOGRAMA
FUNÇÕES. Mottola. 1) Se f(x) = 6 2x. é igual a (a) 1 (b) 2 (c) 3 (d) 4 (e) 5. 2) (UNIFOR) O gráfico abaixo. 0 x
FUNÇÕES ) Se f() = 6, então f ( 5) f ( 5) é igul () (b) (c) 3 (d) 4 (e) 5 ) (UNIFOR) O gráfico bio 0 () não represent um função. (b) represent um função bijetor. (c) represent um função não injetor. (d)
I AÇÕES DE AUDITORIA INTERNA PREVISTAS:
PAINT 24 - I AÇÕES DE AUDITORIA INTERNA PREVISTAS: 1.1 - Auditoris de Conformidde Uniddes Orig d dnd: Intern com bse nos resultdos d Mtriz de Risco elbord pel Auditori Intern Nº UNIDADE OBJETIVOS ESCOPO
EQUAÇÕES INTENSIDADE / DURAÇÃO / PERÍODO DE RETORNO PARA ALTO GARÇAS (MT) - CAMPO ALEGRE DE GOIÁS (GO) E MORRINHOS (GO)
ABES - Associção Brsileir de Engenhri Snitári e Ambientl V - 002 EQUAÇÕES INTENSIDADE / DURAÇÃO / PERÍODO DE RETORNO PARA ALTO GARÇAS (MT) - CAMPO ALEGRE DE GOIÁS (GO) E MORRINHOS (GO) Alfredo Ribeiro
U04.6. Câmara Municipal da Amadora. Pág. 1 a. 00. Requerimento (Modelo 04.6/CMA/DAU/2009) 01. Documento comprovativo da legitimidade do requerente.
Câmr Municipl d Amdor Deprtmento de Administrção U04.6 Urbnísitic EMISSÃO DE LICENÇA ESPECIAL OU COMUNICAÇÃO PRÉVIA PARA OBRAS INACABADAS LISTA DE DOCUMENTOS 00. Requerimento (Modelo 04.6/CMA/DAU/2009)
Tópicos Especiais de Álgebra Linear Tema # 2. Resolução de problema que conduzem a s.e.l. com única solução. Introdução à Resolução de Problemas
Tópicos Especiis de Álgebr Liner Tem # 2. Resolução de problem que conduzem s.e.l. com únic solução Assunto: Resolução de problems que conduzem Sistem de Equções Lineres utilizndo invers d mtriz. Introdução
Aula de solução de problemas: cinemática em 1 e 2 dimensões
Aul de solução de problems: cinemátic em 1 e dimensões Crlos Mciel O. Bstos, Edurdo R. Azevedo FCM 01 - Físic Gerl pr Químicos 1. Velocidde instntâne 1 A posição de um corpo oscil pendurdo por um mol é
= T B. = T Bloco A: F = m. = P Btang. s P A. 3. b. P x. Bloco B: = 2T s T = P B 2 s. s T = m 10 B 2. De (I) e (II): 6,8 m A. s m B
eolução Fíica FM.9 1. e Com bae na tabela, obervamo que o atleta etá com 5 kg acima do peo ideal. No gráfico, temo, para a meia maratona: 1 kg,7 min 5 kg x x,5 min. Na configuração apreentada, a força
Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Comissão Permanente de Concurso Público CONCURSO PÚBLICO 23 / MAIO / 2010
Ministério d Educção Universidde Tecnológic Federl do Prná Comissão Permnente de Concurso Público PR CONCURSO PÚBLICO 23 / MAIO / 2010 ÁREA / SUBÁREA: ELETROTÉCNICA GABARITO PROJETOS ELÉTRICOS INSTRUÇÕES
1 Fórmulas de Newton-Cotes
As nots de ul que se seguem são um compilção dos textos relciondos n bibliogrfi e não têm intenção de substitui o livro-texto, nem qulquer outr bibliogrfi. Integrção Numéric Exemplos de problems: ) Como
Aprimorando os Conhecimentos de Mecânica Lista 7 Grandezas Cinemáticas I
Aprimorndo os Conhecimentos de Mecânic List 7 Grndezs Cinemátics I 1. (PUCCAMP-98) Num birro, onde todos os qurteirões são qudrdos e s rus prlels distm 100m um d outr, um trnseunte fz o percurso de P Q
15 aulas. Qual o número m ximo de faltas que ele ainda pode ter? (A) 9 (B) 10 (C) 12 (D) 16 (E) 24
Pré-AFA 2017 Simuldo A 28 de junho de 2017 Questão 1 (CFN) Qul é o número nturl que elevdo o qudrdo é igul o seu triplo somdo com 0? (A) 5 (B) 6 (C) 8 (D) 9 Questão 2 (CFN) Sbendo-se que tn(0 ) =, o vlor
Cálculo III-A Módulo 8
Universidde Federl Fluminense Instituto de Mtemátic e Esttístic Deprtmento de Mtemátic Aplicd álculo III-A Módulo 8 Aul 15 Integrl de Linh de mpo Vetoril Objetivo Definir integris de linh. Estudr lgums
Disponível em: < Acesso em: 1 nov A seja igual ao oposto aditivo
RESOLUÇÃO D VLIÇÃO DE MTEMÁTIC-TIPOCONSULTEC-UNIDDE I- -EM PROFESSOR MRI NTÔNI CONCEIÇÃO GOUVEI PESQUIS: PROFESSOR WLTER PORTO - (UNEB) Disponível em: cesso em: nov
INFLUÊNCIA DO CLIMA (EL NIÑO E LA NIÑA) NO MANEJO DE DOENÇAS NA CULTURA DO ARROZ
INFLUÊNCIA DO CLIMA (EL NIÑO E LA NIÑA) NO MANEJO DE DOENÇAS NA CULTURA DO ARROZ Ricrdo S. Blrdin Mrcelo G. Mdlosso Mônic P. Debortoli Giuvn Lenz. Dep. Defes Fitossnitári - UFSM; Instituto Phytus. Em nos
Seu pé direito nas melhores faculdades
Seu pé direito ns melhores fculddes IBMEC 03/junho/007 ANÁLISE QUANTITATIVA E LÓGICA DISCUSIVA 01. O dministrdor de um boliche pretende umentr os gnhos com sus pists. Atulmente, cobr $ 6,00 por um hor
ESTADO DE RONDÔNIA PREFEITURA MUNICIPAL DE MINISTRO ANDREAZZA Lei de Criação 372 13/02/92
PROGRAMA 0008 - Atenção Crinç ESTADO DE RONDÔNIA PROGRAMA FINALÍSTICO 1. Problem: Flt de Atendimento Adequdo às Crinçs e Adolescentes em situção de risco 2. Cus: Flt de estrutur físic e mteriis dequdos
EXPOENTE. Podemos entender a potenciação como uma multiplicação de fatores iguais.
EXPOENTE 2 3 = 8 RESULTADO BASE Podeos entender potencição coo u ultiplicção de ftores iguis. A Bse será o ftor que se repetirá O expoente indic qunts vezes bse vi ser ultiplicd por el es. 2 5 = 2. 2.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 3.768, DE 25 DE OUTUBRO DE 2005
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº.768, DE 5 DE OUTUBRO DE 005 O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso de sus tribuições legis, e considerndo o disposto n Portri MP no 08, de de julho
Reforço Orientado. Matemática Ensino Médio Aula 4 - Potenciação. Nome: série: Turma: t) (0,2) 4. a) 10-2. b) (-2) -2. 2 d) e) (0,1) -2.
Reforço Orientdo Mtemátic Ensino Médio Aul - Potencição Nome: série: Turm: Exercícios de sl ) Clcule s potêncis, em cd qudro: r) b) (-) Qudro A s) t) (0,) Qudro B - b) (-) - e) (-,) g) (-) h) e) (0,) -
CONTRIBUIÇÃO SENAR 2017
CONTRIBUIÇÃO SENAR 2017 26 Com o pgmento d contribuição SENAR 2017, o Serviço de Aprendizgem Rurl (SENAR) obtém recursos pr desenvolver ções de Formção Profissionl Rurl FPR e de Promoção Socil PS, por
SEL 329 CONVERSÃO ELETROMECÂNICA DE ENERGIA. Aula 14
SEL 329 CONVERSÃO ELETROMECÂNCA DE ENERGA Aul 14 Aul de Hoje Gerdor CC Composto Gerdor Série nterpolos Gerdor CC com Excitção Compost Estrutur Básic Utiliz combinções de enrolmentos de cmpo em série e
