Panorama da Economia Brasileira. Carta de Conjuntura do IPEA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Panorama da Economia Brasileira. Carta de Conjuntura do IPEA"

Transcrição

1 : Carta de Conjuntura do IPEA Apresentadoras: PET - Economia - UnB 25 de maio de 2012

2 1 Nível de atividade 2 Mercado de trabalho Crédito e mercado financeiro 6 Finanças públicas

3 Balanço de Riscos para 2012 Perda do vigor no desempenho da economia brasileira em 2011 é fortemente associado ao arrefecimento do setor industrial, desde Ritmo da demanda interna dá sinais de estagnação e a poĺıtica monetária do Banco Central muda, reduzindo as taxas de juros no final de agosto de 2011.

4 Balanço de Riscos para 2012 Fatores que podem influenciar positivamente o PIB em 2012: Poĺıtica Monetária: redução na taxa básica de juros e nos custos para tomada de crédito. Poĺıtica Fiscal: mecanismos de incentivo ao consumo, como a redução no IPI. Manutenção da participação do BNDES em financiamentos. Concessões de iniciativa privada com a proximidade da Copa do Mundo e das Olimpíadas

5 Balanço de Riscos para 2012 Fatores que podem desacelerar a economia em 2012: Endividamento fiscal dos países da Zona do Euro, gerando aversão global ao risco. Depressão dos fluxos do comércio internacional. Trajetória menos favorável dos preços das commodities. Escassez de mão de obra qualificada em diversos setores produtivos, pressionando os custos de produção na indústria.

6 Emprego Industrial Mudanças no perfil da força de trabalho brasileira Segundo o CAGED, nos últimos 12 meses foram criados 1,4 milhão de novas vagas: 53% Serviços 24% Comércio 13% Construção Civil 7% Indústria Este comportamento é um espelho do próprio ritmo de crescimento da economia, que vem sendo liderado pelo setor de serviços em detrimento do industrial.

7 Emprego Industrial Mudanças no perfil da força de trabalho brasileira Apesar do CAGED registrar um desaquecimento no mercado de trabalho desde o ano passado, o PME apresenta resultados favoráveis como a queda continuada da taxa de desemprego e a expansão dos rendimentos reais. Em março, a taxa de desocupação foi de 6,2%, o melhor patamar para este mês desde a criação da pesquisa. Assim, a taxa média de desemprego do primeiro trimestre caiu de 6,3%, em 2010, para 5,8% em Perspectiva de aceleração do emprego e da renda no restante do ano, ainda que a taxas mais modestas massa salarial na economia deve manter sua trajetória ascendente manutenção do poder de compra das famílias.

8 Emprego Industrial Nível de Atividade Emprego Industrial Mudanças no perfil da força de trabalho brasileira Apesar do comportamento favorável do mercado de trabalho brasileiro, em termos agregados, o pessoal empregado na indústria cresce a taxas inferiores às de quase todos os demais setores da economia. Segundo a PME, no acumulado dos três primeiros meses deste ano a PO total cresceu 1,8%, enquanto o aumento nas contratações da indústria foi de apenas 0,4%.

9 Emprego Industrial Nível de Atividade Emprego Industrial Mudanças no perfil da força de trabalho brasileira Enquanto a produção física desacelera, a folha de pagamento real por trabalhador na indústria de transformação mostrou expansão em março, com taxas de 0,8%. A queda no volume produzido na indústria de transformação vem caindo de forma mais expressivamente que o número de horas pagas na produção, o que leva a uma retração dos níveis de produtividade da mão de obra. Ou seja, a simultânea queda na produtividade e expansão da folha de salário eleva o custo unitário da mão de obra.

10 Emprego Industrial Nível de Atividade Emprego Industrial Mudanças no perfil da força de trabalho brasileira

11 Emprego Industrial Mudanças no perfil da força de trabalho brasileira Mudanças no perfil da força de trabalho brasileira Com a melhoria na renda familiar, há uma maior priorização dos estudos, que gera a entrada mais tardia dos jovens no mercado de trabalho. Essa queda dos jovens na PO vem sendo contrabalanceada pela maior presença dos empregados com mais de 50 anos. Os trabalhadores com pelo menos ensino médio completo saltaram de 46,8%, em 2003 para 62,4% em 2012 e hoje são a maior parte da força de tabalho. Esse comportamento gera maior especialização da mão de obra e ganhos de produtividade, além de melhorias dos termos de competitividade.

12 Emprego Industrial Mudanças no perfil da força de trabalho brasileira

13 Nível de Atividade Cenários para 2012 Mudanças Estruturais Em 2012, a inflação delineia uma trajetória de queda relativamente a 2011, tanto no varejo quanto no atacado. Esse processo de desinflação é mais intenso no atacado, que costuma sofrer oscilações mais amplas. A queda é fundamentalmente determinada pelo processo de deflação das commodities. Além do impacto direto, o processo de desinflação de commodities tem efeito indireto sobre outros preços, na medida em que reduz a pressão vinda dos custos básicos da economia.

14 Nível de Atividade Cenários para 2012 Mudanças Estruturais

15 Nível de Atividade Cenários para 2012 Mudanças Estruturais

16 Nível de Atividade Cenários para 2012 Mudanças Estruturais A queda nas cotações de commodities ocorreu em função da queda na demanda mundial por esses produtos. A expectativa é de uma queda dos preços médios dos insumos industriais, de matérias-primas brutas da agricultura, das commodities metálicas e dos alimentos e bebidas. Os salários, por sua vez, ainda apresentam trajetória de crescimento elevado, com ganhos acima da inflação. Entretanto, a trajetória de queda do INPC, de 6,47% em 2012 para 6,08% em 2011 aponta para uma desaceleração no ritmo do crescimento dos salários ao longo de 2010.

17 Cenários para 2012 Nível de Atividade Cenários para 2012 Mudanças Estruturais Dentre os fatores que podem elevar a trajetória do IPCA para além da meta inflacionária em 2012, estão: A possibilidade de um reajuste no preço dos combustíveis A resistência no preço de alguns serviços O mercado de trabalho ainda aquecido

18 Cenários para 2012 Mudanças Estruturais Adoção de nova estrutura de ponderação do IPCA pelo IBGE A mudança é baseada na POF de 2008/2009. Essa mudança tem o benefício de gerar um cálculo mais fidedigno da inflação média de bens e serviços para o atual padrão das famílias brasileiras Uma grande mudança foi o aumento do crédito para financiamento do consumo das famílias, que permitiu maior o acesso da população brasileira a bens e serviços de maior custo.

19 - Balança Comercial Balança Comercial Transações Correntes Fluxos de Capital Economia Mundial Fluxos de comércio exterior em desaceleração nos primeiros meses de Tanto nas exportações quanto nas importações Preservação de superávits comerciais elevados. Pela primeira vez em muito tempo, o quantum exportado vem crescendo mais rapidamente do que o importado (5,5% contra 3,0% no primeiro trimestre).

20 - Balança Comercial Balança Comercial Transações Correntes Fluxos de Capital Economia Mundial

21 - Balança Comercial Balança Comercial Transações Correntes Fluxos de Capital Economia Mundial O saldo comercial dessazonalizado reduziu-se para cerca de US$ 2 bilhões ao mês no período janeiro-abril deste ano, em comparação com a média de US$ 2,5 bilhões, observada no segundo semestre de As exportações registraram crescimento de 4,5% nos primeiros 4 meses. Taxa prejudicada principalmente pelo mau desempenho de abril (queda de 3% em relação ao mesmo mês de 2011.) A alta foi determinada tanto pelo crescimento das vendas de produtos básicos (4,5%), como também pela expansão dos manufaturados (6,0%), ao passo que os semimanufaturados tiveram queda de 1,0%.

22 - Balança Comercial Balança Comercial Transações Correntes Fluxos de Capital Economia Mundial

23 - Balança Comercial Balança Comercial Transações Correntes Fluxos de Capital Economia Mundial A variação das importações no período janeiro-abril em relação ao mesmo período de 2011 foi de 7,4%, com desempenho especialmente fraco no mês de abril. A distribuição das importações segundo as categorias de uso mostra que o crescimento no primeiro quadrimestre do ano foi mais forte nas compras de combustíveis e lubrificantes (18,0%) e de bens de consumo não duráveis (16,5%). As compras de bens duráveis tiveram crescimento de apenas 2,5% no período.

24 - Balança Comercial Balança Comercial Transações Correntes Fluxos de Capital Economia Mundial Desaceleração das importações em relação a 2011 ligada ao baixo crescimento das compras de matérias-primas e bens intermediários (4,0%), quase 45% da pauta total. Mau desempenho recente da produção industrial doméstica. A participação dos bens importados no consumo doméstico de bens da indústria de transformação permanece em trajetória de crescimento O coeficiente de penetração de importações alcançou o recorde histórico de 20,7% no final de (Alta de 5,2% em apenas dois anos) O coeficiente de exportação ficou em 15,0% em 2011, valor semelhante ao de dois anos atrás, e 3,7% abaixo do recorde histórico registrado em 2005.

25 - Balança Comercial Balança Comercial Transações Correntes Fluxos de Capital Economia Mundial

26 - Balança Comercial Balança Comercial Transações Correntes Fluxos de Capital Economia Mundial

27 - Balança Comercial Balança Comercial Transações Correntes Fluxos de Capital Economia Mundial

28 Balança Comercial Transações Correntes Fluxos de Capital Economia Mundial - Transações Correntes O déficit em transações correntes do primeiro trimestre de 2012 foi de US$ 12,1 bilhões. Queda de 18,0% em relação ao mesmo período do ano passado. Isso se deveu à redução de 47,7% do déficit do balanço de rendas, mais do que compensando a queda do superávit comercial e o maior saldo negativo da balança de serviços. Com isso, o déficit em TC acumulado em 12 meses reduziu-se para US$ 49,9 bilhões (1,98% do PIB)

29 Balança Comercial Transações Correntes Fluxos de Capital Economia Mundial - Transações Correntes

30 Balança Comercial Transações Correntes Fluxos de Capital Economia Mundial - Transações Correntes

31 - Fluxos de Capital Balança Comercial Transações Correntes Fluxos de Capital Economia Mundial Os fluxos de capitais estrangeiros continuam financiando com sobras o déficit em transações correntes do país, destacadamente os investimentos estrangeiros diretos. No primeiro trimestre o saldo da conta capital e financeira foi de US$ 23,9 bilhões (quase o dobro do tamanho do déficit em TC) aumento de cerca de US$ 13 bilhões nas reservas internacionais do país (US$ 365,2 bilhões no final de março) Cerca de metade do saldo no período resultou dos IEDs na modalidade de participação no capital, cujo fluxo ĺıquido foi de US$ 12,1 bilhões.

32 - Fluxos de Capital Balança Comercial Transações Correntes Fluxos de Capital Economia Mundial

33 Economia Mundial Nível de Atividade Balança Comercial Transações Correntes Fluxos de Capital Economia Mundial Os primeiros números de 2012 têm reforçado um quadro de menor otimismo em relação à economia mundial. Projeções do FMI apontam que o crescimento econômico mundial voltará a sofrer desaceleração em 2012, com taxa de 3,5%,abaixo das registradas em 2011 (3,5%) e 2010 (5,3%) e dos anos prévios à crise. A desaceleração ocorrerá tanto nos desenvolvidos quanto nos em desenvolvimento.

34 Economia Mundial Nível de Atividade Balança Comercial Transações Correntes Fluxos de Capital Economia Mundial O quantum do comércio mundial de mercadorias cresceu 5,0% em 2011, segundo dados da OMC. O comércio mundial, medido em dólares correntes, cresceu 19,0%, alcançando a marca de US$ 18,2 trilhões (impulsionado pela alta dos preços das commodities transacionadas.) Os países em desenvolvimento atingiram novo patamar recorde de participação nas exportações mundiais, de 47,0%. A OMC projeta um crescimento do comércio mundial de apenas 3,7% em 2012 e destaca que há diversos fatores de risco que podem reduzir ainda mais este número.

35 Mesmo com os estímulos da poĺıtica monetária, o mercado de crédito ainda não está dando sinais claros de recuperação. O crédito continua a crescer, mas a taxas mais moderadas. O saldo das operações de crédito do SFN passou de 49,0% do PIB em dezembro de 2011, para 49,3% em março de O único segmento que apresentou crescimento mais significativo foi o crédito direcionado para o setor habitacional.

36

37 A variação acumulada em 12 meses da média diária de concessões desacelerou-se muito em 2011 e continua a reduzir o crescimento, embora em ritmo menor, em Fatores que possivelmente retardam a recuperação da atividade: O elevado grau de comprometimento da renda com pagamentos do serviço da dívida; A redução abaixo do esperado das taxas médias de juros cobradas pelos bancos (elevação do spread bancário); e O aumento da inadimplência.

38

39

40 Superávit Primário Nível de Atividade Superávit Primário Carga Tributária Investimentos Públicos Dívida Pública Meta de R$ 139,8 bilhões para o superávit primário do setor público consolidado em 2012 (3,1% do PIB projetado). Distribuição: 2,15% do PIB para o governo central e 0,95% para estados e municípios. Caso a estimativa de superávit primário prevista no âmbito estadual e municipal não se verifique, será compensada pelo governo federal, de forma a atingir a meta. Possibilidade de dedução de investimentos do PAC em até R$ 40,6 bilhões (0,9% do PIB projetado) Meta de superávit primário permitida pela legislação de 2,2% do PIB.

41 Superávit Primário Nível de Atividade Superávit Primário Carga Tributária Investimentos Públicos Dívida Pública

42 Superávit Primário Nível de Atividade Superávit Primário Carga Tributária Investimentos Públicos Dívida Pública Superávit primário de 2011 e dos três primeiros meses do ano alcançado sem necessidades de receitas não recorrentes + crescimento recente do superávit primário dos estados 2011 marca um significativo aperto da poĺıtica fiscal em relação aos anos anteriores, que foi mantido no início de Com efeito, o governo já anunciou que pretende cumprir a meta cheia neste ano, tendo em vista seu objetivo declarado de abrir espaço para a redução da taxa básica de juros.

43 Superávit Primário Nível de Atividade Superávit Primário Carga Tributária Investimentos Públicos Dívida Pública

44 Carga Tributária Nível de Atividade Superávit Primário Carga Tributária Investimentos Públicos Dívida Pública O endurecimento recente da poĺıtica fiscal foi facilitado por forte crescimento da arrecadação tributária. A carga tributária bruta alcançou novo recorde histórico no final de 2011, de 34,9% do PIB. Refis da Crise (aproximadamente R$ 5 bilhões). Tributos sobre o lucro decorrentes de ação judicial contra mineradora (cerca de R$ 5,8 bi). Principal fator: tributos que incidem sobre os rendimentos do trabalho. A arrecadação tributária no ano de 2011 foi de R$ 1.447,3 bilhão. Crescimento nominal de 14,9% em relação a 2010.

45 Investimentos Públicos Superávit Primário Carga Tributária Investimentos Públicos Dívida Pública Tendência crescente do investimento público desde 2004 Ajuste fiscal do primeiro ano do governo Lula. Maior patamar do período pós real no fina de Estimativas para 2011 sugerem clara desaceleração dos investimentos. Taxa de investimentos públicos saiu de 1,5% do PIB no início de 2004, atingindo 2,8% no final de 2010 e caindo para 2,3% no final de Ciclos eleitorais.

46 Investimentos Públicos Superávit Primário Carga Tributária Investimentos Públicos Dívida Pública As informações do governo federal parecem indicar que a desaceleração da execução dos investimentos públicos ocorrida em 2011 se mantém em Incidência sobre as despesas do PAC. Análise sugere que o ajuste fiscal realizado em 2011 e o prometido pra 2012 tem afetado a execução dos investimentos públicos, a despeito da queda esperada para 2011 em função do ciclo eleitoral.

47 Investimentos Públicos Superávit Primário Carga Tributária Investimentos Públicos Dívida Pública

48 Dívida Pública Nível de Atividade Superávit Primário Carga Tributária Investimentos Públicos Dívida Pública Nos 12 meses entre abril de 2011 e março de 2012, a dívida ĺıquida do setor público (DLSP) passou de 38,88Em termos nominais, o crescimento da DLSP foi de R$ 30,5 bilhões. O crescimento do PIB contribuiu para baixar a DLSP em 3,04%, enquanto os fatores condicionantes da DLSP nominal contribuíram para aumentá-la em 0,78% A despesa de juros do governo brasileiro tem diminuído com relação ao PIB desde outubro de Cortes na taxa básica de juros. Desaceleração da inflação.

49 Governo divulga balanço da Copa 2014 e diz que apenas 5% das obras estão concluídas. Estadão (23/05) Greve de professores afeta 1 milhão de alunos de universidades federais. Movimento tem adesão em 44 instituições de ensino superior. Ministro diz que governo cumpriu acordo e busca solução para impasse. G1.com (24/05) Grécia tem janela de 46 horas para deixar o euro. Valor Econômico (24/05)

50 Queda na Produção se Concentra em Setores de Alta Tecnologia, diz Iedi. Valor Econômico (22/05) Sem contar aeroportos, governo bancará 97% das obras para a Copa Valor Econômico (24/05) Em silêncio, União já executa o plano de construir usinas no Tapajós. Valor Econômico (25/05)

7.000 6.500 6.000 5.500 5.000 4.500 4.000 3.500 3.000 2.500 2.000 1.500 1.000 500 - -500-1.000 fev./2010. ago./2011. fev./2012. nov.

7.000 6.500 6.000 5.500 5.000 4.500 4.000 3.500 3.000 2.500 2.000 1.500 1.000 500 - -500-1.000 fev./2010. ago./2011. fev./2012. nov. 4 SETOR EXTERNO As contas externas tiveram mais um ano de relativa tranquilidade em 2012. O déficit em conta corrente ficou em 2,4% do Produto Interno Bruto (PIB), mostrando pequeno aumento em relação

Leia mais

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL II RELATÓRIO ANALÍTICO

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL II RELATÓRIO ANALÍTICO II RELATÓRIO ANALÍTICO 15 1 CONTEXTO ECONÔMICO A quantidade e a qualidade dos serviços públicos prestados por um governo aos seus cidadãos são fortemente influenciadas pelo contexto econômico local, mas

Leia mais

Cenário Econômico para 2014

Cenário Econômico para 2014 Cenário Econômico para 2014 Silvia Matos 18 de Novembro de 2013 Novembro de 2013 Cenário Externo As incertezas com relação ao cenário externo em 2014 são muito elevadas Do ponto de vista de crescimento,

Leia mais

Boletim de Conjuntura Econômica Dezembro 2008

Boletim de Conjuntura Econômica Dezembro 2008 Boletim de Conjuntura Econômica Dezembro 2008 Crise Mundo Os EUA e a Europa passam por um forte processo de desaceleração economica com indicios de recessão e deflação um claro sinal de que a crise chegou

Leia mais

Perspectivas da economia em 2012 e medidas do Governo Guido Mantega Ministro da Fazenda

Perspectivas da economia em 2012 e medidas do Governo Guido Mantega Ministro da Fazenda Perspectivas da economia em 2012 e medidas do Governo Guido Mantega Ministro da Fazenda Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal Brasília, 22 de maio de 2012 1 A situação da economia internacional

Leia mais

Indicadores da Semana

Indicadores da Semana Indicadores da Semana O saldo total das operações de crédito do Sistema Financeiro Nacional atingiu 54,5% do PIB, com aproximadamente 53% do total do saldo destinado a atividades econômicas. A carteira

Leia mais

Análise Macroeconômica Projeto Banco do Brasil

Análise Macroeconômica Projeto Banco do Brasil Análise Macroeconômica Projeto Banco do Brasil Segundo Trimestre de 2013 Energia Geração, Transmissão e Distribuição Conjuntura Projeto Banco Macroeconômica do Brasil Energia Geração, Transmissão e Distribuição

Leia mais

ANEXO VII OBJETIVOS DAS POLÍTICAS MONETÁRIA, CREDITÍCIA E CAMBIAL LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS

ANEXO VII OBJETIVOS DAS POLÍTICAS MONETÁRIA, CREDITÍCIA E CAMBIAL LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS ANEXO VII OBJETIVOS DAS POLÍTICAS MONETÁRIA, CREDITÍCIA E CAMBIAL LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS - 2007 (Anexo específico de que trata o art. 4º, 4º, da Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000)

Leia mais

101/15 30/06/2015. Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados

101/15 30/06/2015. Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados 101/15 30/06/2015 Análise Setorial Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Junho de 2015 Sumário 1. Perspectivas do CenárioEconômico em 2015... 3 2. Balança Comercial de Março

Leia mais

4 SETOR EXTERNO. ipea

4 SETOR EXTERNO. ipea 4 SETOR EXTERNO RESTRIÇÕES EXTERNAS AO CRESCIMENTO ECONÔMICO Tradicionalmente, as restrições ao crescimento da economia brasileira são consideradas como limites impostos pela deterioração incontornável

Leia mais

Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados

Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Análise Setorial Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Abril de 2015 Sumário 1. Perspectivas do Cenário Econômico em 2015... 3 2. Balança Comercial de Março de 2015... 5 3.

Leia mais

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Julho 2013 Profa. Anita Kon PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO - PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS- GRADUADOS

Leia mais

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Junio 2011 Profa. Anita Kon PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO - PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS- GRADUADOS

Leia mais

Panorama Econômico Abril de 2014

Panorama Econômico Abril de 2014 1 Panorama Econômico Abril de 2014 Alerta Esta publicação faz referência a análises/avaliações de profissionais da equipe de economistas do Banco do Brasil, não refletindo necessariamente o posicionamento

Leia mais

Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil

Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil Fevereiro/2014 A taxa de câmbio é um dos principais preços relativos da economia, com influência direta no desempenho macroeconômico do país e na composição de

Leia mais

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Setembro 2011 Profa. Anita Kon PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS GRADUADOS

Leia mais

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Julho 2012 Profa. Anita Kon PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS GRADUADOS

Leia mais

Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados

Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Análise Setorial Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Fevereiro de 2015 Sumário 1. Perspectivas do Cenário Econômico em 2015... 3 2. Balança Comercial de Fevereiro de 2015...

Leia mais

INDICADORES ECONÔMICOS PARA ANÁLISE DE CONJUNTURA. Fernando J. Ribeiro Grupo de Estudos de Conjuntura (GECON) - DIMAC

INDICADORES ECONÔMICOS PARA ANÁLISE DE CONJUNTURA. Fernando J. Ribeiro Grupo de Estudos de Conjuntura (GECON) - DIMAC INDICADORES ECONÔMICOS PARA ANÁLISE DE CONJUNTURA Fernando J. Ribeiro Grupo de Estudos de Conjuntura (GECON) - DIMAC FORTALEZA, Agosto de 2013 SUMÁRIO 1. Fundamentos da Análise de Conjuntura. 2. Tipos

Leia mais

PAINEL 9,6% dez/07. out/07. ago/07 1.340 1.320 1.300 1.280 1.260 1.240 1.220 1.200. nov/06. fev/07. ago/06

PAINEL 9,6% dez/07. out/07. ago/07 1.340 1.320 1.300 1.280 1.260 1.240 1.220 1.200. nov/06. fev/07. ago/06 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior ASSESSORIA ECONÔMICA PAINEL PRINCIPAIS INDICADORES DA ECONOMIA BRASILEIRA Número 35 15 a 30 de setembro de 2009 EMPREGO De acordo com a Pesquisa

Leia mais

SÍNTESE DA CONJUNTURA

SÍNTESE DA CONJUNTURA SÍNTESE DA CONJUNTURA O quadro geral da economia brasileira, que já se mostrava bastante difícil nos primeiros meses do ano, sofreu deterioração adicional no terceiro trimestre, com todos os indicadores

Leia mais

Sistema Financeiro e os Fundamentos para o Crescimento

Sistema Financeiro e os Fundamentos para o Crescimento Sistema Financeiro e os Fundamentos para o Crescimento Henrique de Campos Meirelles Novembro de 20 1 Fundamentos macroeconômicos sólidos e medidas anti-crise 2 % a.a. Inflação na meta 8 6 metas cumpridas

Leia mais

Os fatos atropelam os prognósticos. O difícil ano de 2015. Reunião CIC FIEMG Econ. Ieda Vasconcelos Fevereiro/2015

Os fatos atropelam os prognósticos. O difícil ano de 2015. Reunião CIC FIEMG Econ. Ieda Vasconcelos Fevereiro/2015 Os fatos atropelam os prognósticos. O difícil ano de 2015 Reunião CIC FIEMG Econ. Ieda Vasconcelos Fevereiro/2015 O cenário econômico nacional em 2014 A inflação foi superior ao centro da meta pelo quinto

Leia mais

Visão. O papel anticíclico do BNDES e sua contribuição para conter a demanda agregada. do Desenvolvimento. nº 96 29 jul 2011

Visão. O papel anticíclico do BNDES e sua contribuição para conter a demanda agregada. do Desenvolvimento. nº 96 29 jul 2011 Visão do Desenvolvimento nº 96 29 jul 2011 O papel anticíclico do BNDES e sua contribuição para conter a demanda agregada Por Fernando Puga e Gilberto Borça Jr. Economistas da APE BNDES vem auxiliando

Leia mais

Análise CEPLAN Clique para editar o estilo do título mestre. Recife, 17 de agosto de 2011.

Análise CEPLAN Clique para editar o estilo do título mestre. Recife, 17 de agosto de 2011. Análise CEPLAN Recife, 17 de agosto de 2011. Temas que serão discutidos na VI Análise Ceplan A economia em 2011: Mundo; Brasil; Nordeste, com destaque para Pernambuco; Informe sobre mão de obra qualificada.

Leia mais

APRESENTAÇÃO NO INSTITUTO DO VAREJO

APRESENTAÇÃO NO INSTITUTO DO VAREJO APRESENTAÇÃO NO INSTITUTO DO VAREJO 18 de Agosto de 2006 Demian Fiocca Presidente do BNDES www.bndes.gov.br 1 BRASIL: NOVO CICLO DE DESENVOLVIMENTO Um novo ciclo de desenvolvimento teve início em 2004.

Leia mais

Anexo VI Objetivos das Políticas Monetária, Creditícia e Cambial (Art. 4 o, 4 o, da Lei Complementar n o 101, de 4 de maio de 2000)

Anexo VI Objetivos das Políticas Monetária, Creditícia e Cambial (Art. 4 o, 4 o, da Lei Complementar n o 101, de 4 de maio de 2000) Anexo VI Objetivos das Políticas Monetária, Creditícia e Cambial (Art. 4 o, 4 o, da Lei Complementar n o 101, de 4 de maio de 2000) Anexo à Mensagem da Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2015, em cumprimento

Leia mais

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Agosto 2013 Profa. Anita Kon PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS GRADUADOS

Leia mais

Avaliação do Cenário Macroeconômico

Avaliação do Cenário Macroeconômico Avaliação do Cenário Macroeconômico Avaliação do Cenário Macroeconômico A Estratégia de Crescimento e a Evolução do Ano de 2004 A Lei do Plano Plurianual 2004/2007 estimou a taxa de crescimento real do

Leia mais

Políticas Públicas. Lélio de Lima Prado

Políticas Públicas. Lélio de Lima Prado Políticas Públicas Lélio de Lima Prado Política Cambial dez/03 abr/04 ago/04 dez/04 abr/05 ago/05 Evolução das Reservas internacionais (Em US$ bilhões) dez/05 abr/06 ago/06 dez/06 abr/07 ago/07 dez/07

Leia mais

Cenários da Macroeconomia e o Agronegócio

Cenários da Macroeconomia e o Agronegócio MB ASSOCIADOS Perspectivas para o Agribusiness em 2011 e 2012 Cenários da Macroeconomia e o Agronegócio 26 de Maio de 2011 1 1. Cenário Internacional 2. Cenário Doméstico 3. Impactos no Agronegócio 2 Crescimento

Leia mais

O MERCADO DE TRABALHO NA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA EM 2011 E

O MERCADO DE TRABALHO NA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA EM 2011 E O MERCADO DE TRABALHO NA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA EM 2011 E 2012 Camila Cristina Farinhaki Henrique Alves dos Santos Lucas Fruet Fialla Patricia Uille Gomes Introdução Este artigo tem como objetivo

Leia mais

Agenda. 1. Conjuntura econômica internacional 2. Conjuntura nacional 3. Construção Civil Geral Imobiliário

Agenda. 1. Conjuntura econômica internacional 2. Conjuntura nacional 3. Construção Civil Geral Imobiliário Agenda 1. Conjuntura econômica internacional 2. Conjuntura nacional 3. Construção Civil Geral Imobiliário Cenário Internacional Cenário Internacional Mundo cresce, mas pouco. Preocupação com China 4 EUA

Leia mais

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Junho 2012 Profa. Anita Kon PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS GRADUADOS

Leia mais

Brazil and Latin America Economic Outlook

Brazil and Latin America Economic Outlook Brazil and Latin America Economic Outlook Minister Paulo Bernardo Washington, 13 de maio de 2009 Apresentação Impactos da Crise Econômica Situação Econômica Brasileira Ações Contra-Cíclicas Previsões para

Leia mais

ECONOMIA BRASILEIRA DESEMPENHO RECENTE E CENÁRIOS PARA 2015. Prof. Antonio Lanzana Dezembro/2014

ECONOMIA BRASILEIRA DESEMPENHO RECENTE E CENÁRIOS PARA 2015. Prof. Antonio Lanzana Dezembro/2014 ECONOMIA BRASILEIRA DESEMPENHO RECENTE E CENÁRIOS PARA 2015 Prof. Antonio Lanzana Dezembro/2014 SUMÁRIO 1. Economia Mundial e Impactos sobre o Brasil 2. A Economia Brasileira Atual 2.1. Desempenho Recente

Leia mais

Indicadores da Semana

Indicadores da Semana Indicadores da Semana O Copom decidiu, por unanimidade, elevar a taxa de juros Selic em 0,5 p.p., a 14,25% ao ano, conforme esperado pelo mercado. A decisão ocorreu após elevação de 0,5 p.p no último encontro.

Leia mais

Figura 38 - Resultado global do Balanço de Pagamentos (US$ bilhões acum. Em 12 meses) Dez/95-Mar/07

Figura 38 - Resultado global do Balanço de Pagamentos (US$ bilhões acum. Em 12 meses) Dez/95-Mar/07 113 6. SETOR EXTERNO Fernando Ribeiro de Leite Neto 6.1 Balanço de Pagamentos 6.1.1 Resultado Global do Balanço de Pagamentos Ao longo de 2006, o setor externo da economia brasileira logrou registrar o

Leia mais

Nota de Crédito PJ. Janeiro 2015. Fonte: BACEN Base: Novembro de 2014

Nota de Crédito PJ. Janeiro 2015. Fonte: BACEN Base: Novembro de 2014 Nota de Crédito PJ Janeiro 2015 Fonte: BACEN Base: Novembro de 2014 mai/11 mai/11 Carteira de Crédito PJ não sustenta recuperação Após a aceleração verificada em outubro, a carteira de crédito pessoa jurídica

Leia mais

Setor Externo: Triste Ajuste

Setor Externo: Triste Ajuste 8 análise de conjuntura Setor Externo: Triste Ajuste Vera Martins da Silva (*) A recessão da economia brasileira se manifesta de forma contundente nos resultados de suas relações com o resto do mundo.

Leia mais

Perspectivas para a Inflação

Perspectivas para a Inflação Perspectivas para a Inflação Carlos Hamilton Araújo Setembro de 213 Índice I. Introdução II. Ambiente Internacional III. Condições Financeiras IV. Atividade V. Evolução da Inflação 2 I. Introdução 3 Missão

Leia mais

BRASIL Julio Setiembre 2015

BRASIL Julio Setiembre 2015 Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Julio Setiembre 2015 Prof. Dr. Rubens Sawaya Assistente: Eline Emanoeli PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE

Leia mais

Conjuntura Dezembro. Boletim de

Conjuntura Dezembro. Boletim de Dezembro de 2014 PIB de serviços avança em 2014, mas crise industrial derruba taxa de crescimento econômico Mais um ano de crescimento fraco O crescimento do PIB brasileiro nos primeiros nove meses do

Leia mais

O desafio da competitividade. Maio 2012

O desafio da competitividade. Maio 2012 O desafio da competitividade Maio 2012 ECONOMY RESEARCH Roberto Padovani Economista-Chefe (55 11) 5171.5623 roberto.padovani@votorantimcorretora.com.br Rafael Espinoso Estrategista CNPI-T (55 11) 5171.5723

Leia mais

RELATÓRIO TESE CENTRAL

RELATÓRIO TESE CENTRAL RELATÓRIO Da audiência pública conjunta das Comissões de Assuntos Econômicos, de Assuntos Sociais, de Acompanhamento da Crise Financeira e Empregabilidade e de Serviços de Infraestrutura, realizada no

Leia mais

Considerações Iniciais

Considerações Iniciais ANO 2 NÚMERO 6 ABRIL 212 PROFESSORES RESPONSÁVEIS: FLÁVIO RIANI & RICARDO RABELO RABELO Considerações Iniciais Neste primeiro trimestre de 212 a economia brasileira apresenta índices econômicos preocupantes

Leia mais

Ajuste Macroeconômico na Economia Brasileira

Ajuste Macroeconômico na Economia Brasileira Ajuste Macroeconômico na Economia Brasileira Fundação Getúlio Vargas 11º Fórum de Economia Ministro Guido Mantega Brasília, 15 de setembro de 2014 1 Por que fazer ajustes macroeconômicos? 1. Desequilíbrios

Leia mais

NOTA CEMEC 03/2015 FATORES DA QUEDA DO INVESTIMENTO 2010-2014

NOTA CEMEC 03/2015 FATORES DA QUEDA DO INVESTIMENTO 2010-2014 NOTA CEMEC 03/2015 FATORES DA QUEDA DO INVESTIMENTO 2010-2014 Março 2015 1 NOTA CEMEC 03/2015 SUMÁRIO Os dados de Contas Nacionais atualizados até o terceiro trimestre de 2014 revelam a continuidade da

Leia mais

Economia em Perspectiva 2012-2013

Economia em Perspectiva 2012-2013 Economia em Perspectiva 2012-2013 Porto Alegre, 28 Nov 2012 Igor Morais igor@vokin.com.br Porto Alegre, 13 de março de 2012 Economia Internacional EUA Recuperação Lenta Evolução da Produção Industrial

Leia mais

Cenário Econômico de Curto Prazo O 2º Governo Lula

Cenário Econômico de Curto Prazo O 2º Governo Lula Cenário Econômico de Curto Prazo O 2º Governo Lula Esta apresentação foi preparada pelo Grupo Santander Banespa (GSB) e o seu conteúdo é estritamente confidencial. Essa apresentação não poderá ser reproduzida,

Leia mais

5 ECONOMIA MONETÁRIA E FINANCEIRA

5 ECONOMIA MONETÁRIA E FINANCEIRA 5 ECONOMIA MONETÁRIA E FINANCEIRA Os sinais de redução de riscos inflacionários já haviam sido descritos na última Carta de Conjuntura, o que fez com que o Comitê de Política Monetária (Copom) decidisse

Leia mais

Ativa Corretora. Novembro de 2010

Ativa Corretora. Novembro de 2010 Ativa Corretora Novembro de 2010 Roteiro A economia global passa por ajustes severos, quase que simultaneamente, o que torna o trabalho de previsão ainda mais complexo do que o normal. Existem ainda questões

Leia mais

Perspectivas para o desenvolvimento brasileiro e a indústria de commodities minerais

Perspectivas para o desenvolvimento brasileiro e a indústria de commodities minerais Perspectivas para o desenvolvimento brasileiro e a indústria de commodities minerais João Carlos Ferraz BNDES 31 de agosto de 2008 Guia Contexto macroeconômico Políticas públicas Perpectivas do investimento

Leia mais

Classificação da Informação: Uso Irrestrito

Classificação da Informação: Uso Irrestrito Cenário Econômico Qual caminho escolheremos? Cenário Econômico 2015 Estamos no caminho correto? Estamos no caminho correto? Qual é nossa visão sobre a economia? Estrutura da economia sinaliza baixa capacidade

Leia mais

RISCOS E OPORTUNIDADES PARA A INDÚSTRIA DE BENS DE CONSUMO. Junho de 2012

RISCOS E OPORTUNIDADES PARA A INDÚSTRIA DE BENS DE CONSUMO. Junho de 2012 RISCOS E OPORTUNIDADES PARA A INDÚSTRIA DE BENS DE CONSUMO Junho de 2012 Riscos e oportunidades para a indústria de bens de consumo A evolução dos últimos anos, do: Saldo da balança comercial da indústria

Leia mais

O PAPEL DA AGRICULTURA. Affonso Celso Pastore

O PAPEL DA AGRICULTURA. Affonso Celso Pastore O PAPEL DA AGRICULTURA Affonso Celso Pastore 1 1 Uma fotografia do setor agrícola tirada em torno de 195/196 Entre 195 e 196 o Brasil era um exportador de produtos agrícolas com concentração em algumas

Leia mais

Boletim de Conjuntura Econômica Outubro 2008

Boletim de Conjuntura Econômica Outubro 2008 Boletim de Conjuntura Econômica Outubro 008 PIB avança e cresce 6% Avanço do PIB no segundo trimestre foi o maior desde 00 A economia brasileira cresceu mais que o esperado no segundo trimestre, impulsionada

Leia mais

Balança Comercial 2003

Balança Comercial 2003 Balança Comercial 2003 26 de janeiro de 2004 O saldo da balança comercial atingiu US$24,8 bilhões em 2003, o melhor resultado anual já alcançado no comércio exterior brasileiro. As exportações somaram

Leia mais

A despeito dos diversos estímulos monetários e fiscais, economia chinesa segue desacelerando

A despeito dos diversos estímulos monetários e fiscais, economia chinesa segue desacelerando INFORMATIVO n.º 42 NOVEMBRO de 2015 A despeito dos diversos estímulos monetários e fiscais, economia chinesa segue desacelerando Fabiana D Atri - Economista Coordenadora do Departamento de Pesquisas e

Leia mais

ANO 2 NÚMERO 08 AGOSTO 2012 PROFESSORES RESPONSÁVEIS: FLÁVIO RIANI & RICARDO RABELO

ANO 2 NÚMERO 08 AGOSTO 2012 PROFESSORES RESPONSÁVEIS: FLÁVIO RIANI & RICARDO RABELO ANO 2 NÚMERO 08 AGOSTO 2012 PROFESSORES RESPONSÁVEIS: FLÁVIO RIANI & RICARDO RABELO 1 - CONSIDERAÇÕES INICIAIS As recentes divulgações dos principais indicadores de desempenho da economia brasileira mostram

Leia mais

Cenário Macroeconômico

Cenário Macroeconômico INSTABILIDADE POLÍTICA E PIORA ECONÔMICA 24 de Março de 2015 Nas últimas semanas, a instabilidade política passou a impactar mais fortemente o risco soberano brasileiro e o Real teve forte desvalorização.

Leia mais

Ministério da Fazenda. Crise Financeira. Impactos sobre o Brasil e Resposta do Governo. Nelson Barbosa. Novembro de 2008

Ministério da Fazenda. Crise Financeira. Impactos sobre o Brasil e Resposta do Governo. Nelson Barbosa. Novembro de 2008 1 Crise Financeira Impactos sobre o Brasil e Resposta do Governo Nelson Barbosa Novembro de 20 1 2 Impactos da Crise Financeira nas Economias Avançadas Primeiro impacto: grandes perdas patrimoniais, crise

Leia mais

Relatório Econômico Mensal Agosto 2011

Relatório Econômico Mensal Agosto 2011 Relatório Econômico Mensal Agosto 2011 Tópicos Economia Americana: Confiança em baixa Pág.3 EUA X Japão Pág. 4 Mercados Emergentes: China segue apertando as condições monetárias Pág.5 Economia Brasileira:

Leia mais

Relatório de Gestão Renda Fixa e Multimercados Julho de 2013

Relatório de Gestão Renda Fixa e Multimercados Julho de 2013 Relatório de Gestão Renda Fixa e Multimercados Julho de 2013 Política e Economia Atividade Econômica: Os indicadores de atividade, de forma geral, apresentaram baixo desempenho em maio. A produção industrial

Leia mais

PRESTAÇÃO DE CONTAS DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA

PRESTAÇÃO DE CONTAS DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA 2.1 - DESEMPENHO DA ECONOMIA BRASILEIRA E DA POLÍTICA ECONÔMICA-FINANCEIRA DO GOVERNO FEDERAL 2.1.1. Panorama Econômico em 2009 O ano de 2009 transcorreu sob os efeitos da crise financeira internacional

Leia mais

Anexo I Objetivos das Políticas Monetária, Creditícia e Cambial (Art. 4 o, 4 o, da Lei Complementar n o 101, de 4 de maio de 2000)

Anexo I Objetivos das Políticas Monetária, Creditícia e Cambial (Art. 4 o, 4 o, da Lei Complementar n o 101, de 4 de maio de 2000) Anexo I Objetivos das Políticas Monetária, Creditícia e Cambial (Art. 4 o, 4 o, da Lei Complementar n o 101, de 4 de maio de 2000) Anexo à Mensagem da Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2013, em cumprimento

Leia mais

A Crise Internacional e os Desafios para o Brasil

A Crise Internacional e os Desafios para o Brasil 1 A Crise Internacional e os Desafios para o Brasil Guido Mantega Outubro de 2008 1 2 Gravidade da Crise Crise mais forte desde 1929 Crise mais grave do que as ocorridas nos anos 1990 (crise de US$ bilhões

Leia mais

Evitar a recessão no Brasil

Evitar a recessão no Brasil Evitar a recessão no Brasil Prof. Dr. Antonio Corrêa de Lacerda Federação Nacional dos Engenheiros - FNE São Paulo, 12 de Março de 2015 1 2 3 4 5 O quadro internacional A economia brasileira Comércio,

Leia mais

ABDIB Associação Brasileira da Infra-estrutura e Indústrias de base

ABDIB Associação Brasileira da Infra-estrutura e Indústrias de base ABDIB Associação Brasileira da Infra-estrutura e Indústrias de base Cenário Econômico Internacional & Brasil Prof. Dr. Antonio Corrêa de Lacerda antonio.lacerda@siemens.com São Paulo, 14 de março de 2007

Leia mais

Cenário econômico-político do Brasil: momento atual e perspectivas

Cenário econômico-político do Brasil: momento atual e perspectivas Simpósio UNIMED 2015 Cenário econômico-político do Brasil: momento atual e perspectivas Mansueto Almeida 28 de agosto de 2015 Indústria: o que aconteceu? Produção Física da Indústria de Transformação 2002-

Leia mais

Anexo IV Metas Fiscais IV.1 Anexo de Metas Fiscais Anuais (Art. 4 o, 2 o, inciso I, da Lei Complementar n o 101, de 4 de maio de 2000)

Anexo IV Metas Fiscais IV.1 Anexo de Metas Fiscais Anuais (Art. 4 o, 2 o, inciso I, da Lei Complementar n o 101, de 4 de maio de 2000) Anexo IV Metas Fiscais IV.1 Anexo de Metas Fiscais Anuais (Art. 4 o, 2 o, inciso I, da Lei Complementar n o 101, de 4 de maio de 2000) Em cumprimento ao disposto na Lei Complementar n o. 101, de 4 de maio

Leia mais

Relatório Mensal - Julho

Relatório Mensal - Julho Relatório Mensal - Julho (Este relatório foi redigido pela Kapitalo Investimentos ) Cenário Global A economia global apresentou uma relevante desaceleração nos primeiros meses do ano. Nosso indicador de

Leia mais

MB ASSOCIADOS CENÁRIO MACROECONÔMICO BRASILEIRO. Sergio Vale Economista-chefe

MB ASSOCIADOS CENÁRIO MACROECONÔMICO BRASILEIRO. Sergio Vale Economista-chefe MB ASSOCIADOS CENÁRIO MACROECONÔMICO BRASILEIRO Sergio Vale Economista-chefe I. Economia Internacional II. Economia Brasileira Comparação entre a Grande Depressão de 30 e a Grande Recessão de 08/09 Produção

Leia mais

ISSN 1517-6576 CGC 00 038 166/0001-05 Relatório de Inflação Brasília v 3 n 3 set 2001 P 1-190 Relatório de Inflação Publicação trimestral do Comitê de Política Monetária (Copom), em conformidade com o

Leia mais

ANO 1 NÚMERO 07 MAIO 2012 PROFESSORES RESPONSÁVEIS: FLÁVIO RIANI & RICARDO RABELO

ANO 1 NÚMERO 07 MAIO 2012 PROFESSORES RESPONSÁVEIS: FLÁVIO RIANI & RICARDO RABELO ANO 1 NÚMERO 07 MAIO 2012 PROFESSORES RESPONSÁVEIS: FLÁVIO RIANI & RICARDO RABELO 1 Considerações Iniciais A combinação juros, inflação e câmbio tem tomado maior tempo das análises e preocupações do governo

Leia mais

O MERCADO DE SEGURO DE PESSOAS E PREVIDÊNCIA PARA 2014 NA VISÃO DA FENAPREVI. Osvaldo do Nascimento Presidente da FenaPrevi

O MERCADO DE SEGURO DE PESSOAS E PREVIDÊNCIA PARA 2014 NA VISÃO DA FENAPREVI. Osvaldo do Nascimento Presidente da FenaPrevi O MERCADO DE SEGURO DE PESSOAS E PREVIDÊNCIA PARA 2014 NA VISÃO DA FENAPREVI Osvaldo do Nascimento Presidente da FenaPrevi 1 CENÁRIO INTERNACIONAL 2 CENÁRIO INTERNACIONAL 3 CENÁRIO INTERNACIONAL 4 CENÁRIO

Leia mais

CASO 7 A evolução do balanço de pagamentos brasileiro no período do Real

CASO 7 A evolução do balanço de pagamentos brasileiro no período do Real CASO 7 A evolução do balanço de pagamentos brasileiro no período do Real Capítulo utilizado: cap. 13 Conceitos abordados Comércio internacional, balanço de pagamentos, taxa de câmbio nominal e real, efeitos

Leia mais

Instrumentalização. Economia e Mercado. Aula 4 Contextualização. Demanda Agregada. Determinantes DA. Prof. Me. Ciro Burgos

Instrumentalização. Economia e Mercado. Aula 4 Contextualização. Demanda Agregada. Determinantes DA. Prof. Me. Ciro Burgos Economia e Mercado Aula 4 Contextualização Prof. Me. Ciro Burgos Oscilações dos níveis de produção e emprego Oferta e demanda agregadas Intervenção do Estado na economia Decisão de investir Impacto da

Leia mais

Pesquisa FEBRABAN de Projeções Macroeconômicas e Expectativas de Mercado

Pesquisa FEBRABAN de Projeções Macroeconômicas e Expectativas de Mercado Pesquisa FEBRABAN de Projeções Macroeconômicas e Expectativas de Mercado Variáveis Macroeconômicas Pesquisa de Projeções Macroeconômicas (Média) Efetivos Efetivos Pesquisas anteriores 2012 2013 Pesquisa

Leia mais

ANÁLISE DO DESEMPENHO DO SETOR EXTERNO BRASILEIRO NO SEGUNDO BIMESTRE DE 2013

ANÁLISE DO DESEMPENHO DO SETOR EXTERNO BRASILEIRO NO SEGUNDO BIMESTRE DE 2013 ANÁLISE DO DESEMPENHO DO SETOR EXTERNO BRASILEIRO NO SEGUNDO BIMESTRE DE 2013 QUIRINO, José Renato Dias 1 ; MEDEIROS 2, Rennan Kertlly de; RAMOS FILHO 3, Hélio S. RESUMO O estudo das relações econômicas

Leia mais

Março / 2015. Cenário Econômico Bonança e Tempestade. Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos

Março / 2015. Cenário Econômico Bonança e Tempestade. Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos Março / 2015 Cenário Econômico Bonança e Tempestade Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos 1 Bonança Externa Boom das Commodities Estímulos ao consumo X inflação Importações e real valorizado 2

Leia mais

CENÁRIOS ECONÔMICOS O QUE ESPERAR DE 2016? Prof. Antonio Lanzana Dezembro/2015

CENÁRIOS ECONÔMICOS O QUE ESPERAR DE 2016? Prof. Antonio Lanzana Dezembro/2015 CENÁRIOS ECONÔMICOS O QUE ESPERAR DE 2016? Prof. Antonio Lanzana Dezembro/2015 1 SUMÁRIO 1. Economia Mundial e Impactos sobre o Brasil 2. Política Econômica Desastrosa do Primeiro Mandato 2.1. Resultados

Leia mais

Workshop - Mercado Imobiliário

Workshop - Mercado Imobiliário Workshop - Mercado Imobiliário Workshop - Mercado Imobiliário Workshop - Mercado Imobiliário 1. O que está acontecendo com o Brasil? 2. Por que o Brasil é a bola da vez? 3. Por que o Mercado imobiliário

Leia mais

Cenário Econômico Brasil em uma nova ordem mundial. Guilherme Mercês Sistema FIRJAN

Cenário Econômico Brasil em uma nova ordem mundial. Guilherme Mercês Sistema FIRJAN Cenário Econômico Brasil em uma nova ordem mundial Guilherme Mercês Sistema FIRJAN Cenário Internacional Cenário mundial ainda cercado de incertezas (1) EUA: Recuperação lenta; juros à frente (2) Europa:

Leia mais

Panorama do Mercado de Crédito

Panorama do Mercado de Crédito Panorama do Mercado de Crédito FEBRABAN Dezembro de 2011 Rubens Sardenberg Economista-chefe ÍNDICE I. Evolução do Crédito II. Pessoa Física III. Pessoa Jurídica IV. Inadimplência V. Spread VI. Projeções

Leia mais

Anexo IV Metas Fiscais IV.1 Anexo de Metas Fiscais Anuais (Art. 4 o, 1 o, inciso II do 2 o da Lei Complementar n o 101, de 4 de maio de 2000)

Anexo IV Metas Fiscais IV.1 Anexo de Metas Fiscais Anuais (Art. 4 o, 1 o, inciso II do 2 o da Lei Complementar n o 101, de 4 de maio de 2000) Anexo IV Metas Fiscais IV.1 Anexo de Metas Fiscais Anuais (Art. 4 o, 1 o, inciso II do 2 o da Lei Complementar n o 101, de 4 de maio de 2000) Em cumprimento ao disposto na Lei Complementar n o 101, de

Leia mais

Cenário Macroeconômico 2015 X-Infinity Invest

Cenário Macroeconômico 2015 X-Infinity Invest Cenário Macroeconômico 2015 X-Infinity Invest SUMÁRIO PANORAMA 3 ATUAL CONTEXTO NACIONAL 3 ATUAL CONTEXTO INTERNACIONAL 6 CENÁRIO 2015 7 CONTEXTO INTERNACIONAL 7 CONTEXTO BRASIL 8 PROJEÇÕES 9 CÂMBIO 10

Leia mais

Boletim Econômico e do Setor Portuário. Sumário

Boletim Econômico e do Setor Portuário. Sumário Boletim Econômico e do Setor Portuário Junho de 2014 Sumário Indicadores da Economia Nacional... 2 O Produto Interno Bruto PIB no primeiro trimestre de 2014... 2 Os Índices de Inflação... 3 O Mercado de

Leia mais

ANO 1 NÚMERO 03 NOVEMBRO 2011 PROFESSORES RESPONSÁVEIS: FLÁVIO RIANI & RICARDO RABELO

ANO 1 NÚMERO 03 NOVEMBRO 2011 PROFESSORES RESPONSÁVEIS: FLÁVIO RIANI & RICARDO RABELO ANO 1 NÚMERO 03 NOVEMBRO 2011 PROFESSORES RESPONSÁVEIS: FLÁVIO RIANI & RICARDO RABELO CONSIDERAÇÕES INICIAIS Aos poucos as turbulências no mercado financeiro europeu e seus impactos nas atividades econômicas

Leia mais

1 a 15 de setembro de 2011

1 a 15 de setembro de 2011 1 a 15 de setembro de 2011 As principais informações da economia mundial, brasileira e baiana Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia Diretoria de Indicadores e Estatísticas Coordenação

Leia mais

C O R E C O N PE. BRASIL: conjuntura econômica AMUPE. Tania Bacelar de Araujo Sócia da CEPLAN Consultoria Professora aposentada da UFPE LOGO 2

C O R E C O N PE. BRASIL: conjuntura econômica AMUPE. Tania Bacelar de Araujo Sócia da CEPLAN Consultoria Professora aposentada da UFPE LOGO 2 C O R E C O N PE AMUPE CONSELHO REGIONAL DE ECONOMIA LOGO 2 BRASIL: conjuntura econômica Tania Bacelar de Araujo Sócia da CEPLAN Consultoria Professora aposentada da UFPE Recife, 29 de Abril de 2015 ROTEIRO

Leia mais

INFORME CONJUNTURAL. Recuperação da economia só deverá ocorrer em 2016

INFORME CONJUNTURAL. Recuperação da economia só deverá ocorrer em 2016 Informativo CNI ISSN 1983-621X Ano 31 Número 02 abril/junho de INFORME CONTURAL Recuperação da economia só deverá ocorrer em 2016 Persistência no ajuste econômico precisa ser acompanhada de medidas pró-competitividade

Leia mais

Crise e respostas de políticas públicas Brasil

Crise e respostas de políticas públicas Brasil Crise e respostas de políticas públicas Brasil Ipea - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada BRASIL Jorge Abrahão de Castro Diretor da Diretoria de Estudos Sociais Brasília, 08 de setembro de 2009 Situação

Leia mais

www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Octubre- Diciembre 2015

www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Octubre- Diciembre 2015 www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Octubre- Diciembre 2015 Prof. Rubens Sawaya Assistente: Maria Gorete da Silva PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO

Leia mais

e Indicadores Brasileiros Nº 2/2 Maio de 2012

e Indicadores Brasileiros Nº 2/2 Maio de 2012 Notícias do Comércio Internacional e Indicadores Brasileiros Nº 2/2 Maio de 2012 Sindmóveis - Projeto Orchestra Brasil www.sindmoveis.com.br www.orchestrabrasil.com.br Realização: inteligenciacomercial@sindmoveis.com.br

Leia mais

Brasil: Crescimento Sustentável, Distribuição de Renda e Inclusão Social. Miami Ministro Paulo Bernardo 6 de Abril de 2008

Brasil: Crescimento Sustentável, Distribuição de Renda e Inclusão Social. Miami Ministro Paulo Bernardo 6 de Abril de 2008 Brasil: Crescimento Sustentável, Distribuição de Renda e Inclusão Social Miami Ministro Paulo Bernardo 6 de Abril de 2008 Brasil consolida um mercado de consumo de massa e promove o surgimento de uma nova

Leia mais

Panorama Econômico Agosto de 2015

Panorama Econômico Agosto de 2015 1 Panorama Econômico Agosto de 2015 Alerta Esta publicação faz referência a análises/avaliações de profissionais da equipe de economistas do Banco do Brasil, não refletindo necessariamente o posicionamento

Leia mais

Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Março 2013

Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Março 2013 Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Março 2013 As exportações em março apresentaram aumento de +27,85% em relação a fevereiro. O valor exportado superou novamente a marca de US$ 1 bilhão, atingindo

Leia mais

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Junho 2013 Profa. Anita Kon PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO - PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS- GRADUADOS

Leia mais

A crise econômica internacional e a reação da economia brasileira

A crise econômica internacional e a reação da economia brasileira A crise econômica internacional e a reação da economia brasileira Claudio Roberto Amitrano Dr. em Economia UNICAMP DIMAC-IPEA claudio.amitrano@ipea.gov.br Principais determinantes da crise Crise: inadimplência

Leia mais