Panorama e Perspectivas 2011/2012. Mercado de Seguros, Previdência Complementar Aberta e Capitalização

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1 Panorama e Perspectivas / Mercado de Seguros, Previdência Complementar Aberta e Capitalização 1. Sumário Executivo Seguradoras do grupo de seguros gerais Ramos do grupo de seguros gerais Seguradoras do grupo vida (inclusive previdência complementar aberta) Ramos do grupo vida (inclusive previdencia complementar aberta) Empresas de capitalização Resseguradoras Perspectivas do mercado de seguros em Projeções de expansão de prêmios e contribuições

2 1. Sumário Executivo Projeções jan./dez. de : Para todo o ano de, espera-se a continuação do crescimento do mercado. Em termos nominais, dada a inflação esperada de 5,2%, a expectativa é que os prêmios diretos do grupo de seguros gerais aumentem 10,4% sobre o acumulado de ; os do grupo vida (exclusive previdência), 14,4%; previdência complementar aberta, 28,7% e capitalização, 19,8%. O número de beneficiários dos planos de saúde deve crescer 13,3%. Assim, o faturamento total do mercado (exclusive saúde suplementar), no ano de contra, deve crescer 19,5%. Essas projeções indicam, portanto, uma melhora do mercado em comparação com o que se esperava no final de e no início de. Realizações jan./jun. de : No primeiro semestre de, o mercado de seguros, previdência complementar aberta, saúde suplementar capitalização continuou a crescer fortemente relativamente ao ano anterior. O faturamento bruto do grupo de seguros gerais cresceu 12,0%, o do grupo vida (inclusive previdência) cresceu 27,0% e o de capitalização, 20,7%. Esses resultados ultrapassaram a taxa de crescimento do PIB nominal no período, em torno de 7%. No grupo de seguros gerais, a margem bruta (100% menos a taxa de sinistralidade menos o índice de despesas de comercialização) aumentou ligeiramente em relação ao ano anterior: a média ponderada foi de 26,6% e a mediana, de 22,5%. No grupo de seguros de pessoas (exceto previdência), tal margem mostrou ligeira queda em comparação com jan.-jun., mas o percentual foi elevado: a média ponderada foi de 46,2% e a mediana, 33,7%. No setor de capitalização, a média ponderada das rentabilidades dos patrimônios líquidos ficou em 26,7% e a mediana, 10,8%, em jan.- jun. de. As diferenças entre médias e medianas mostram, portanto, grande variabilidade de desempenhos entre as empresas. No mercado de resseguro, os prêmios arrecadados somaram R$ 2,7 bilhões no primeiro semestre de, com crescimento de 2,8% relativamente ao mesmo período de. O market share do grupo de resseguradoras locais foi 43,3% 2. Seguradoras do grupo de seguros gerais: desempenho em jan./jun. de No agregado, as seguradoras especializadas em seguros gerais contabilizaram prêmios ganhos de R$ 16,7 bilhões em jan.-jun. de, 9,5% acima do valor observado em jan.-jun. de. A média ponderada da sinistralidade desse grupo caiu de 60,2% em jan.-jun. de para 53,3% em jan.-jun. de. Nesse mesmo período, a média ponderada do índice de despesas comerciais teve queda de 21,1% para 20,1%. 2

3 A média ponderada da margem bruta (100% menos sinistralidade menos índice de despesas comerciais) do ramo de seguros gerais correspondeu a 26,6% em jan.-jun. de, muito acima dos 18,7% em jan.-jun. de. As medianas são semelhante a das médias mostrando que as empresas de menor porte têm sinistralidade e despesas com corretagem parecidas. No entanto, na soma, a sinistralidade é dominante de modo que isso lhes impõe menores margens brutas. Tabela 1 Δ% Δ% Premios ganhos ,8% 9,5% Sinistralidade Média ponderada 60,3% 60,2% 53,3% -0,1% -11,4% Mediana 60,8% 63,0% 53,7% 3,6% -14,7% IDC Média ponderada 20,4% 21,1% 20,1% 3,4% -4,8% Mediana 18,8% 16,4% 19,0% -12,6% 15,6% Margem (100%-sinistralidade - IDC) Média ponderada 19,3% 18,7% 26,6% -3,1% 42,0% Mediana 19,4% 19,6% 22,5% 0,8% 14,9% IDC: Índice de despesa de comercialização; Fonte: Susep Grupo de seguros gerais 2.1 Ramos do grupo de seguros gerais: desempenho em jan./jun. de Os resultados do grupo de seguros gerais em jan.-jun. de foram condicionados pela excelente evolução de todos os ramos, exceto seguro patrimonial e DPVAT cujo crescimento da arrecadação no período foi de 6,4% e 8,0% respectivamente. O faturamento bruto do seguro de automóveis foi de R$ 11,3 bilhões em jan.-jun. de, com alta de 12,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. A expansão desse ramo atingiu um máximo em meados de, desacelerando fortemente desde então e acompanhando a desaceleração da produção de automóveis no período. O faturamento do seguro patrimonial em jan.-jun. de foi R$ 4,7 bilhões, com alta de 6,4% sobre jan.-jun. de. O seguro de garantia estendida teve participação nesse resultado positivo com crescimento da receita de 4,4% em jan.-jun. de, certamente, em função da expansão das vendas de eletrodomésticos. O seguro habitacional registrou crescimento expressivo dos prêmios diretos, com taxas de 31,0%, incentivadas pela expansão do crédito habitacional e da atividade de construção civil nos últimos anos. Em jan.-jun. de, houve alta nos seguros de RC e de transportes, cujas arrecadações cresceram fortemente, com taxas de crescimento de prêmios diretos de 16,1% e 15,6%, respectivamente. A taxa de crescimento da arrecadação do seguro de garantias em jan.-jun. de se manteve estável em relação ao ano anterior. A tendência é de que o crescimento volte 3

4 Tabela 2 a subir devido às obras vinculadas à Copa do Mundo 2014, às Olimpíadas 2016 e aos investimentos do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) e do Pré-sal. Δ% Δ% Auto ,8% 12,4% DPVAT ,1% 8,0% RC ,0% 16,1% Patrimonial ,4% 6,4% Transportes ,6% 15,6% Habitacional ,4% 31,0% Crédito ,8% 10,9% Garantias ,3% 1,1% Rural ,1% 32,0% Outros s. não vida ,7% 24,1% Total ,1% 12,0% Fonte: Susep 3. Seguradoras do grupo vida (excluídos VGBL e previdência): desempenho em jan./jun. de As seguradoras que operam nesse grupo contabilizaram prêmios ganhos de R$ 6,5 bilhões em jan.-jun. de, 16,6% acima do que foi arrecadado em jan.-jun. de. Neste ramo, a média ponderada da sinistralidade foi mais baixa que a do grupo de seguros gerais, em torno de 27,1% em jan.-jun. de aumentando para 32,0% em jan.-jun. de. Já a média ponderada do índice de despesas comerciais caiu de 22,5% para 21,9% no mesmo período de comparação. A média ponderada da margem bruta (100% menos sinistralidade menos índice de despesas comerciais) do ramo vida (excluído VGBL e previdência) caiu de 50,4% em jan.-jun. de para 46,2% em jan.-jun. de. Nota-se que, diferentemente do que acontece no grupo de seguros gerais, o desempenho das empresas é menos uniforme neste grupo, haja vista que a mediana da margem bruta foi de 33,7% em jan.-jun. de, abaixo da média ponderada, de 46,2%. Tabela 3 Faturamento do grupo de seguros gerais Prêmios diretos (em R$ milhões) Grupo do ramo pessoas (excluído VGBL e previdência) Δ% Δ% Premios ganhos ,7% 16,6% Sinistralidade Média ponderada 39,1% 27,1% 32,0% -30,8% 18,2% Mediana 35,5% 34,1% 35,9% -3,9% 5,3% IDC Média ponderada 25,5% 22,5% 21,9% -11,8% -3,0% Mediana 22,3% 23,6% 20,2% 5,5% -14,1% Margem (100%-sinistralidade - IDC) Média ponderada 35,4% 50,4% 46,2% 42,5% -8,4% Mediana 47,5% 36,1% 33,7% -23,9% -6,7% IDC: Índice de despesa de comercialização; Fonte: Susep 4

5 3.1 Ramos do grupo vida (inclusive previdência complementar aberta): desempenho em jan./jun. de Em jan.-jun. de, os seguros do ramo vida mantiveram o elevado ritmo de crescimento obtido em jan.-jun. de. Os prêmios diretos auferidos pelas seguradoras do grupo foram de R$ 43,7 bilhões, 27,0% acima dos de jan.-jun. de. Neste período, os destaques ficaram por conta dos seguros de vida individuais, prestamista e de acidentes pessoais em grupo. O volume mais amplo de vendas de seguros de vida individual em jan.-jun. de está relacionado ao incremento da renda dos consumidores, sobretudo nas classes sociais C e D. No setor de previdência, as contribuições ao VGBL continuaram tendo taxas de crescimento elevadas. A demanda por esse plano de previdência complementar continua forte devido tanto aos problemas da previdência oficial quanto a características específicas como não entrar no inventário e ser impenhorável. O PGBL, os planos tradicionais de previdência e os produtos correlatos das EAPP em jan.-jun. de tiveram crescimento de suas arrecadações bem abaixo do VBGL. Tabela 4 Faturamento do grupo do ramo vida Prêmios diretos (em R$ milhões) Δ% Δ% Vida individual ,8% 40,7% Vida grupo ,6% 6,1% Prestamista ,9% 21,6% AP Individual ,8% 3,6% AP coletivo ,3% 10,3% Outros seguros ,0% 23,6% Subtotal ,0% 13,7% PGBL ,8% 6,4% VGBL ,4% 38,2% Planos tradicionais ,5% 2,6% EAPP ,5% 9,8% Total ,8% 27,0% AP: Acidente Pessoais; EAPP: Entidades Abertas de Previdência Privada; Fonte: Susep 4. Empresas de capitalização O lucro líquido agregado foi de R$ 840 milhões em jan.-jun. de, 23,0% acima do resultado de jan.-jun. de. Em vista disso, a média ponderada do retorno sobre o patrimônio líquido médio anual aumentou significativamente, subindo de 22,1% em jan.-jun. de para 26,7% em jan.-jun. de. A mediana das rentabilidades mostrou resultado de 10,8% em jan.-jun. de, com queda de 5,9 pontos percentuais sobre jan.-jun. de. 5

6 Tabela 5 Δ% Δ% Receitas líquidas ,9% 20,7% Margem bruta ,1% 226,1% Margem sobre receitas 4,5% 5,2% 14,2% 16,6% 170,1% Lucro líquido / Prejuízo ,9% 23,0% Patrimônio líquido médio ,3% 0,0% Retorno sobre o PL (média ponderada) 16,2% 22,1% 26,7% 36,5% 20,5% Retorno sobre o PL (mediana) 15,9% 16,7% 10,8% 5,4% -35,4% PL: Patrimônio líquido; Fonte: Susep Títulos de capitalização 5. Resseguradoras Os prêmios de resseguro das resseguradoras locais registraram queda de 2,4% em jan.- jun. de. As resseguradoras admitidas e as eventuais auferiram prêmios de resseguros de R$ 1,5 bilhão com alta de 7,1% contra o mesmo período de jan.-jun. de. No total, os prêmios de resseguros (locais, admitidas e eventuais) registraram alta de 2,8% em jan.-jun. de contra jan.-jun. de. O lucro líquido agregado das locais foi de R$ 90,4 milhões em jan.-jun. de, 164,7% acima do resultado em jan.-jun. de. O retorno sobre o patrimônio líquido médio anual foi de 5,0% em jan.-jun. de, 2,7 pontos percentuais abaixo do verificado em jan.-jun. de. Tabela 6 Mercado de resseguro Δ% Δ% Prêmios ganhos ,4% 5,5% Sinistralidade 78,9% 81,8% 102,2% 3,7% 25,0% Indice combinado 111,4% 99,1% 123,9% -11,0% 25,0% Indice combinado amplo 85,5% 84,0% 104,9% -1,7% 24,8% Lucro líquido/ prejuízo 59,3 34,1 90,4-42,4% 164,7% Patrimônio líquido consolidado ,8% 5,3% Retorno sobre o P.L. (média ponderada) 4,8% 2,3% 5,0% -52,0% 115,2% Retorno sobre o P.L. (mediana) 2,6% 5,1% 3,1% 95,8% -39,7% Prêmios de resseguro total ,9% 2,8% Prêmios de resseguro locais ,8% -2,4% Prêmios de resseguro admitidas e eventuais ,2% 7,1% Prêmios resseguros locais/ total 40,9% 45,6% 43,3% 11,4% -5,0% Prêmios de resseguros IRB ,5% 18,3% Prêmios de resseguro IRB / prêmios de resseguro total 21,6% 24,4% 28,0% 12,8% 15,1% Prêmios de resseguro IRB / prêmios de resseguro locais 52,8% 53,5% 64,8% 1,2% 21,1% Fonte: Susep 6. Perspectivas do mercado de seguros em Tendências do mercado são positivas em, apesar da taxa esperada de crescimento do PIB ser de apenas 1,9%; Prorrogação da redução do IPI para automóveis e linha branca; 6

7 Taxa de inflação de 5,2%; Crescimento dos seguros de pessoas impulsionado pela previdência aberta e pela regulamentação do microsseguro. 7. Projeções de expansão de prêmios e contribuições 1 Grupo vida (exclusive previdência): crescimento real (deflacionado pelo INPC) projetado dos prêmios diretos no acumulado de ante o acumulado de de 9,2%, portanto, dada a inflação esperada de 5,2%, crescimento nominal de 14,4%. Comentário: os seguros massificados devem continuar os destaques neste segmento, como são casos da carteira prestamista, de vida em grupo e de acidentes pessoais coletivos. Gráfico 1: Prêmios diretos do ramo vida (exceto previdência)observados e projetados: valores acumulados em 12 meses em termos reais (deflator INPC) Previdência: crescimento real projetado das contribuições no acumulado de contra de 23,5%, logo crescimento nominal de 28,7%. 1 As projeções se baseiam em modelo econométrico que utiliza como variáveis explicativas as previsões de alguns condicionantes (inflação e PIB) em janeiro a junho de bem como valores passados das variáveis dependentes, isto é, a serem projetadas. O sofware utilizado foi o E-Views. A íntegra das equações em que se baseiam as projeções está á disposição de quem queira se informar melhor, bastando solicitar as mesmas à equipe do site No presente texto mostramos apenas os gráficos contendo as séries observadas e projetadas e os respectivos desvios (resíduos) entre umas e outras. 7

8 Comentário: permanece a perspectiva de manutenção de demanda forte pelos planos privados de previdência complementar diante do cenário pouco animador da previdência social. O VGBL continuará puxando as vendas do segmento. Gráfico 2: Contribuições à previdência observadas e projetadas: valores acumulados em 12 meses em termos reais (deflator INPC) Grupo de seguros gerais: crescimento real projetado dos prêmios no acumulado de contra de 5,2%, então, crescimento nominal esperado dos prêmios diretos de 10,4%. Comentário: em, espera-se forte crescimento dos seguros ligados à construção civil e às obras de infraestrutura (habitacional, riscos de engenharia e garantia contratual). Já na área automotiva, pode haver desaceleração devido à desaceleração da produção automotiva. Gráfico 3: Prêmios diretos de seguros gerais: observados e projetados: valores acumulados em 12 meses em termos reais (deflator INPC) 8

9 Saúde suplementar: crescimento real projetado de 13,3% do número de beneficiários em planos coletivos e individuais em dezembro de em comparação com dezembro de. Gráfico 4: Número observado e projetado de beneficiários do segmento de saúde suplementar: planos coletivos e individuais

10 Capitalização: crescimento real projetado dos prêmios no acumulado de contra de 14,6%. Gráfico 5: Prêmios de capitalização observados e projetados: valores reais acumulados em 12 meses (deflator INPC) Faturamento do mercado como um todo (exclusive saúde suplementar): crescimento real projetado dos prêmios e contribuições no acumulado de contra de 14,3%, portanto, tendo em vista a inflação esperada, crescimento nominal esperado de 19,5%. O resultado total é a agregação das projeções para os segmentos de vida e previdência, seguros gerais e capitalização. A previsão de crescimento real é superior à estimativa de expansão do PIB real que é 1,9% para este ano, conforme projeção do Banco Central. Gráfico 6: Prêmios do mercado observados e projetados: valores reais acumulados em 12 meses (deflator INPC) 10

11 Tabela 7: Quadro resumo das projeções 11

SEGUROS DIRETOS R$ 15.575.883 43,36% R$ 18.153.604 43,69% 16,55% DPVAT R$ 1.267.600 3,53% R$ 1.436.782 3,46% 13,35%

SEGUROS DIRETOS R$ 15.575.883 43,36% R$ 18.153.604 43,69% 16,55% DPVAT R$ 1.267.600 3,53% R$ 1.436.782 3,46% 13,35% MERCADO BRASILEIRO DE SEGUROS JAN A ABRIL 2011 Tomando por base os números divulgados hoje pela SUSEP através do sistema de informações SES (que tem como fonte os FIPS enviados pelas empresas) o mercado

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