Figura 38 - Resultado global do Balanço de Pagamentos (US$ bilhões acum. Em 12 meses) Dez/95-Mar/07

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1 SETOR EXTERNO Fernando Ribeiro de Leite Neto 6.1 Balanço de Pagamentos Resultado Global do Balanço de Pagamentos Ao longo de 2006, o setor externo da economia brasileira logrou registrar o maior saldo positivo nas suas transações econômicas (comerciais, financeiras, ajuda externa etc) desde pelo menos De fato, o resultado global do Balanço de Pagamentos (BP) registrou superávit de US$ 30,6 bilhões, elevando o estoque de reservas internacionais para US$ bilhões, o que correspondia, em dezembro de 2006 a x meses de importações. Tal movimento manteve-se no primeiro trimestre de Em março o resultado do BP acumulado em 12 meses correspondeu a US$ 48,2 bilhões. 60,0 50,0 40,0 30,0 20,0 10,0 0,0-10,0-20,0-30,0-40,0 30,6 48,2 dez/06 jun/06 dez/05 jun/05 dez/04 jun/04 dez/03 jun/03 dez/02 jun/02 dez/01 jun/01 dez/00 jun/00 dez/99 jun/99 dez/98 jun/98 dez/97 jun/97 dez/96 jun/96 dez/95 Figura 38 - Resultado global do Balanço de Pagamentos (US$ bilhões acum. Em 12 meses) Dez/95-Mar/07 Fonte: Banco Central do Brasil.

2 114 Estoque (US$ bi) 120,0 110,0 100,0 90,0 Estoque (US$ bi) Meses de im portação de bens 85,8 Meses de importação de bens , , ,0 60,0 52,9 50,0 40,0 53, mar/07 fev/07 jan/07 dez/06 nov/06 out/06 set/06 ago/06 jul/06 jun/06 mai/06 abr/06 mar/06 fev/06 jan/06 dez/05 dez/04 Figura 39 - Estoque de reservas internacionais (US$ bilhões e meses de importações) Jan/05-Mar/07. Fonte: Banco Central do Brasil. O resultado significativo do BP em 2006, e cujo ajuste se mantém ao longo do primeiro trimestre de 2007, traduz expressiva reversão no saldo da conta capital e financeira, notadamente na conta financeira. Da fato, de 2005 para 2006 passa-se de um déficit de US$ 9,5 bilhões para um superávit de US$ 16,3 bilhões, chegando a março de 2007, segundo valores acumulados em 12 meses a US$ 34,2 bilhões positivos na conta capital e financeira. Adiante serão analisadas as causas dessa reversão de US$ 25,8 bilhões na conta capital e financeira observada entre 2005 e A conta corrente do Balanço de Pagamentos manteve seu resultado superavitário virtualmente inalterado entre 2005 e 2006, passando de US$ 14 bilhões para US$ 13,3 bilhões. Valores acumulados em 12 meses findos em março indicam que o resultado em conta corrente se mantém estável em US$ 13,4 bilhões positivos (Figura 40). As expectativas, contudo, são de expressiva redução do superávit em conta corrente ao longo de 2007, especialmente ao longo do segundo semestre, quando o saldo da balança comercial não estiver mais influenciado pelo efeito estatístico da greve da Receita Federal de maio a junho de 2006 e quando os

3 115 efeitos defasados do câmbio real e, menos defasados, os efeitos do aquecimento da produção industrial se fizerem sentir sobre os valores dos fluxos do comércio exterior. Assim, a mediana das expectativas do mercado, em maio de 2007, sinaliza um resultado em consta corrente superavitário de US$ 8 bilhões em 2007 (Boletim de Mercado FOCUS do BC). 20,0 10,0 14,0 13,4 13,3 0,0-10,0-20,0-30,0-40,0-33,4 mar/07 out/06 mai/06 dez/05 jul/05 fev/05 set/04 abr/04 nov/03 jun/03 jan/03 ago/02 mar/02 out/01 mai/01 dez/00 jul/00 fev/00 set/99 abr/99 nov/98 jun/98 jan/98 ago/97 mar/97 out/96 mai/96 dez/95 Figura 40 - Resultado em conta corrente do Balanço de Pagamentos (US$ bilhões) Dez/95-Mar/07 Fonte: Banco Central do Brasil Resultado em Conta Corrente do Balanço de Pagamentos Como visto, de 2005 para 2006 o resultado em conta corrente do Balanço de Pagamentos manteve-se virtualmente estável passando de um superávit de US$ 14 bilhões para US$ 13,3 bilhões. Em março, segundo valores acumulados em 12 meses o resultado se mantém em US$ 13,4 bilhões. Conforme indica a Figura 40, o resultado em conta corrente do Balanço de Pagamentos sofreu expressivo ajuste a partir do último trimestre de A desvalorização real de 2002 também deve ter acelerado esse ajuste, de tal sorte que foram mantidos vultosos resultados positivos ao redor de US$ 13,5 bilhões desde meados de A evolução do resultado em conta corrente do Balanço de Pagamentos ao longo de 2006 indica que, apesar do crescimento do saldo comercial da ordem de

4 116 3,1%, a elevação do déficit na balança de serviços e rendas, no montante de 8,9% não foi compensado pelo crescimento de 21% das transferências unilaterais líquidas, de tal sorte que a conta corrente registrou pequena redução no seu superávit de apenas 6,5% de 2005 para 2006 (Tabela 33). Ao longo do primeiro trimestre de 2007, o resultado em conta corrente chegou a se elevar em 7,6% ante mesmo período de 2006, fundamentalmente em função da redução de 7,6% no déficit da balança de serviços e rendas cujas causas serão avaliadas posteriormente. Tabela 33- Resultado em Conta Corrente do Balanço de Pagamentos (US$ milhões) 2005, 2006, Jan-Mar/2006 e Jan-Mar/2007 Fonte: Banco Central do Brasil Balança Comercial A evolução da balança comercial ao longo de 2006 reproduz os efeitos das desvalorizações reais de 1999 e 2002 sobre os fluxos de comércio bem como a evolução ascendente dos preços das commodities agrícolas e metálicas evolução

5 117 que não deixa de estar associada à elevação dos preços das commodities energéticas ao longo do primeiro semestre de Dessa forma, não apenas o efeito dos preços médios das exportações brasileiras repercutiu de maneira virtuosa sobre o valor exportado, como também a mudança de preços relativos dada pelo ciclo de desvalorização da taxa real de câmbio entre 1999 e 2002, também deve ter estimulado os volumes das exportações brasileiras e deprimido os relativos às importações (Gráficos 41 e 42). No primeiro quadrimestre de 2007, o valor exportado mostra-se 16,5% superior ao registrado no mesmo período de ,0 20,0 15,0 10,0 5,0 0,0 Exportações - preços - índice (1996 = 100, Var. % t/t-12, média móvel 12 meses) -5,0-10,0 Exportações - Básicos preços - índice (1996 = 100, Var. % t/t-12, média móvel 12 meses) Exportações - Semi-manufaturados preços - índice (1996 = 100, Var. %t/t-12, média móvel 12 meses) Exportações - Manufaturados preços - índice (1996 = 100, Var. %t/t-12, média móvel 12 meses) Figura 41- Preço médio das exportações brasileiras segundo classes de produtos (Var.% T/T-12 a partir de média móvel em 12 meses) Jan/03-Mar/07 Fonte: FUCEX

6 118 Exports (quantum - var.% t/t-12) Exportações - quantum - índice (média 1996 = var. % t/t-12 a partir de média móvel em 12 meses) Índice da taxa de câmbio efetiva real (IPA-DI) - Jun/1994=100 (Var. % t/t-12 a partir de média móvel 12 meses) Câmbio efetivo real (var. % t/t-12 - defasagem de 18 meses em relação ao quantum exportado) Figura 42 - Taxa efetiva real de câmbio (IPA-DI, Jun/94=100, Var. % T/T-12) e quantum exportado (1996=100, var.% T/T-12; defasagem de 18 meses em relação à taxa efetiva real de câmbio) Dez/00-Mar/07 Fonte: FUCEX e Banco Central do Brasil Os fluxos de importações de bens intermediários e de bens de capital vêm respondendo à apreciação da taxa efetiva real de câmbio e à aceleração da produção da indústria de transformação (Figuras 43 e 44). De outro lado as importações de bens de consumo duráveis também se dinamizaram em função, notadamente, da expansão dos fluxos e dos estoques de crédito. Assim, no primeiro quadrimestre de 2007, ante mesmo período de 2006, o valor importado mostra crescimento de 25,2%, puxadas pelas compras de bens de consumo duráveis. Os dados de importações abertos segundo categorias de uso chegam apenas até março de Dessa forma, pode-se verificar que no primeiro trimestre de 2007, em termos de valor, as importações de bens de consumo duráveis (+33,6%) e não duráveis (+39,8%).

7 119 Produção Industrial 14,0 12,0 10,0 Produção industrial - indústria de transformação - quantum - índice dessaz. (média Jan02 = 100, média móvel 3 meses, var.% t / t-12) Importações - bens intermediários - quantum - índice (média Jan02 = 100, médfia móvel 12 meses) Quantum importado - bens intermediários 25,0 20,0 8,0 6,0 4,0 15,0 10,0 2,0 0,0 5,0-2,0 0, Figura 43 - Importações de bens intermediários (quantum, var.% t/t-12 a partir de média móvel em 12 meses base 1996=100) e produção industrial (quantum, var. % t/t-12 a partir de média móvel em 3 meses base 2002=100) Jan/03-Mar/07 Fonte: IBGE e FUCEX De toda maneira, os fluxos de importações ganharam dinamismo e, ao longo do primeiro quadrimestre de 2007, reproduzem o padrão inaugurado a partir de maio de 2006, no qual o valor das exportações acumuladas em 12 meses cresceu a taxas menores ao passo que os fluxos de importações acumulados em 12 meses crescem mais rapidamente do que as exportações.

8 120 40,0 30,0 24,0 20,0 16,8 10,0 0,0-10,0 Seqüência1 Seqüência2-20, Figura 44 - Exportações e importações (Var.% t/t-12 sobre valores acumulados em 12 meses) Jan/03-Abr/07 Fonte: FUCEX e Banco Central do Brasil Balança de Rendas e Serviços A balança de rendas e serviços registrou déficit de US$ 7,9 bilhões no primeiro trimestre de 2007 com queda de 7,6% ante o mesmo período de Segundo valores acumulados em 12 meses, o déficit chega a US$ 36,5 bilhões, valor próximo ao pior resultado dessa conta, verificado em 2006 (Figura 45). Tal redução esteve concentrada especificamente na balança de rendas, cujo déficit caiu 16,8% no primeiro trimestre de 2007 em relação ao mesmo período de 2006, chegando a US$ 5,7 bilhões. Especificamente, na balança de rendas, observa-se retração nos fluxos de remessas de juros e dividendos associados à estoques de ativos financeiros detidos por não residentes. Dessa forma, a rubrica de juros e dividendos relativos à investimentos em carteira mostra queda de 50,7% nos fluxos líquidos.

9 121 Tabela 34 - Balança de rendas (US$ milhões) Jan-Mar/06 e Jan-Mar/07 Jan-Mar/06 Jan-Mar/07 Var. % Total de rendas ,8 Salários e ordenados ,7 Renda de investimentos ,0 Renda de investimento direto ,3 Lucros e dividendos ,5 Juros de empréstimos intercompanhias ,1 Renda de investimento em carteira ,7 Lucros e dividendos ,7 Juros de títulos de dívida (renda fixa) ,5 Renda de outros investimentos ,0 Fonte: Banco Central do Brasil No que diz respeito à balança de serviços, as despesas líquidas elevaram-se, na mesma base de comparação, 29,5%, alcançando US$ 2,2 bilhões. Gastos líquidos com transportes, dado o dinamismo do comércio exterior brasileiro e ausência de frota mercante de bandeira nacional, elevaram-se, no período em consideração nada menos do que 41% chegando a US$ 0,8 bilhão. A apreciação da taxa nominal de câmbio tem estimulado os déficits na rubrica de viagens internacionais. Dessa forma, as despesas líquidas em tal rubrica elevaram-se 727% no primeiro trimestre de 2007 em relação ao mesmo período de 2006, alcançando US$ 0,2 bilhão.

10 122 0,0-5,0-10,0-15,0-20,0-25,0-30,0-35,0-36,5-40,0 Abr/06-Mar/ Figura 45 - Saldo da balança de rendas e serviços (US$ bilhões) * Fonte: Banco Central do Brasil. (*): Refere-se ao valor acumulado em doze meses findos em março de 2007 b. Conta Capital e Financeira A conta capital e financeira do Balanço de Pagamentos mostra-se como tradutora de momento de ampla liquidez internacional. De fato, o saldo acumulado em 12 meses findos em março de 2007 aponta para o maior saldo positivo desde agosto de Tal dinamismo se explica por: Recuperação dos ingressos de Investimento Direto Estrangeiro (IDE) a partir do segundo semestre de 2006; Vultosos ingressos líquidos (e brutos) em investimentos em carteira, notadamente na aquisição, por não residentes, de ativos emitidos por residentes, negociados no mercado de capitais doméstico e; Reversão da rubrica outros investimentos associada à extinção do estoque de passivos soberanos contra o FMI e à ampla oferta de créditos comerciais.

11 123 Os fluxos líquidos de IDE mostram-se novamente dinâmicos, podendo chegar ao final de 2007 na cifra de US$ 22 bilhões, valor que não se verificava desde pelo menos maio de Provavelmente a perspectiva de taxas de juros reais cadentes, a verificação da inescapável necessidade de ampliação da malha infra-estrutural da economia brasileira, o histórico dessa economia como franca receptora de empresas transnacionais, venham, novamente, influenciando os ingressos de IDE. Do ponto de vista dos investimentos em carteira, alguns elementos são verdadeiramente impressionantes. Em primeiro lugar, é relevante indicar que a rubrica de investimentos em carteira mostra as relações entre fluxos de venda e compra de ativos financeiros (renda variável e renda fixa, emitidos ou comprados por residentes e não residentes). Tais relações podem se dar no mercado de capitais nacional ou estrangeiro. O que se verifica a partir do início de 2005 são vultosos ingressos de recursos estrangeiros no mercado de capitais nacional adquirindo papeis de renda fixa e de renda variável (preferencialmente). Trata-se de movimento inédito na economia brasileira (Figuras 46 e 47) Ações de companhias brasileiras Títulos de renda fixa LP Títulos de renda fixa CP Abr/ Mar/ dez/06 jun/06 dez/05 jun/05 dez/04 jun/04 dez/03 jun/03 dez/02 jun/02 dez/01 jun/01 dez/00 jun/00 dez/99 jun/99 dez/98 jun/98 dez/97 jun/97 dez/96 jun/96 dez/95 Figura 46 - Aquisição de ativos por não residentes negociados no mercado de capitais doméstico (ingressos brutos) (US$ milhões acumulados em 12 meses) Dez/95-Mar/07 Fonte: Banco Central do Brasil.

12 Ações de companhias brasileiras Títulos de renda fixa LP Títulos de renda fixa CP dez/06 jun/06 dez/05 jun/05 dez/04 jun/04 dez/03 jun/03 dez/02 jun/02 dez/01 jun/01 dez/00 jun/00 dez/99 jun/99 dez/98 jun/98 dez/97 jun/97 dez/96 jun/96 dez/95 Figura 47 - Aquisição de ativos por não residentes negociados no mercado de capitais doméstico (ingressos líquidos) (US$ milhões acumulados em 12 meses) Dez/95-Mar/07 Fonte: Banco Central do Brasil. 2. Taxa Nominal de Câmbio A taxa nominal bilateral R$/US$ de câmbio mostra-se em pleno ciclo de valorização. Tal ciclo, que tem início em junho de 2004, já se traduz numa valorização nominal, até abril de 2007, de ordem de 34,3% (Figura 48). Este processo de apreciação da taxa nominal de câmbio parece não estar restrito, do ponto de vista das economias latino-americanas, à economia brasileira. De fato, ao longo de 2005 e 2006, apenas o peso argentino e o Bolívar venezuelano não registraram ao menos um episódio de valorização.

13 ,806 Out/02 3,5 3 2,740 Out/01 3,129 Jun/04 2,5 2 2,032 Abr/04 1,5 1,502 Jan/99 1 jan/99 out/99 jul/00 abr/01 jan/02 out/02 jul/03 abr/04 jan/05 out/05 jul/06 abr/07 Figura 48 - Taxa nominal de câmbio (R$/US$) Jan/99-Abr/07 Fonte: IPEADATA Aparentemente, dada a maior abertura comercial da economia brasileira (a corrente de comércio em 2006 representou 14% do PIB ao passo que em 1995 tal participação era de 8%), a taxa nominal de câmbio vem respondendo à versão relativa da lei do preço único. Dessa forma, observa-se expressiva correlação entre os diferenciais das taxas de inflação nos EUA (IPA) e no Brasil (IPA) em relação à variação da taxa nominal de câmbio (Figura 49).

14 126 Diferencial taxas de Inflação (pp) 50,00 40,00 30,00 20,00 10,00 0,00-10,00 IPA(Bra) - IPA(EUA) (Var. % acum em 12 meses) Taxa Nominal de Câmbio (R$/US$) Var. % acum em 12 meses Taxa Nom inal de Câm bio (R$/US$) (Var. % acum em 12 meses) ,00-30 out/02 dez/02 fev/03 abr/03 jun/03 ago/03 out/03 dez/03 fev/04 abr/04 jun/04 ago/04 out/04 dez/04 fev/05 abr/05 jun/05 ago/05 out/05 dez/05 fev/06 abr/06 jun/06 ago/06 out/06 dez/06 Figura 49 - Versão Relativa da Lei do Preço Único EUA e Brasil. Out/02- Dez/06

7.000 6.500 6.000 5.500 5.000 4.500 4.000 3.500 3.000 2.500 2.000 1.500 1.000 500 - -500-1.000 fev./2010. ago./2011. fev./2012. nov.

7.000 6.500 6.000 5.500 5.000 4.500 4.000 3.500 3.000 2.500 2.000 1.500 1.000 500 - -500-1.000 fev./2010. ago./2011. fev./2012. nov. 4 SETOR EXTERNO As contas externas tiveram mais um ano de relativa tranquilidade em 2012. O déficit em conta corrente ficou em 2,4% do Produto Interno Bruto (PIB), mostrando pequeno aumento em relação

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