INVENTÁRIO FLORESTAL EM FLORESTA DE EUCALIPTO EM POMPEIA - SP

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "INVENTÁRIO FLORESTAL EM FLORESTA DE EUCALIPTO EM POMPEIA - SP"

Transcrição

1 FACULDADE DE TECNOLOGIA DE POMPEIA CURSO TECNOLOGIA EM MECANIZAÇÃO EM AGRICULTURA DE PRECISÃO Patrícia de Jesus Dutra Robson de Aguiar INVENTÁRIO FLORESTAL EM FLORESTA DE EUCALIPTO EM POMPEIA - SP Pompeia - SP Maio / 2014

2 FACULDADE DE TECNOLOGIA DE POMPEIA CURSO TECNOLOGIA EM MECANIZAÇÃO EM AGRICULTURA DE PRECISÃO Patricia de Jesus Dutra Robson de Aguiar INVENTÁRIO FLORESTAL EM FLORESTA DE EUCALYPTUS EM POMPEIA - SP Trabalho de Graduação apresentado à Faculdade de Tecnologia Shunji Nishimura - FATEC, como requisito parcial para conclusão do Curso de Tecnologia em Mecanização em Agricultura de Precisão. Orientador: Prof. Dr. Élvio Brasil Pinotti Pompeia - SP Maio / 2014

3 Prof. Dr. Élvio Brasil Pinotti Orientador Professora. Dra. Susi Meire Maximino Leite Prof. Dr. Alexandre de Moura Guimarães Pompeia SP Maio / 2014

4 RESUMO Inventário Florestal em Floresta de Eucalipto em Pompeia - SP O referido estudo foi realizado em um povoamento de Eucalyptus Urograndis, que apresenta uma densidade de árvore comercial de madeira inicial de aproximadamente 54 árvores em 0.3 hectare, com espaçamentos heterogêneos que variam de (1,76 x 1,48 m) à (2,90 x 1,72 m). Localizada no município de Pompeia, SP. O objetivo deste trabalho foi selecionar métodos de alturas de forma expedita, ou seja, métodos alternativos de medição da altura, sendo dois deles, o método a olho nu sem nenhum instrumento de medição e sem a utilização do fator de forma, comparado com o método da vara, utilizando o fator de forma para a estimativa do volume total de madeira comercial. Uma vez obtido o volume total individual de cada árvore, foram analisados o melhor método para medição de altura neste experimento. Palavras chaves: Medição de Volume. Diâmetro na altura do peito. Forma empírica.

5 ABSTRACT Forest Inventory in Forest of Eucalyptus in Pompeia-SP The study was conducted in an Eucalyptus urograndis, which has a density of commercial wood tree starting at approximately 54 trees 0.3 hectare, with heterogeneous spacing ranging from (1.76 x 1.48 m) (2, 90 x 1.72 m). Located in the city of Pompeii, SP. The aim of this work was to select methods heights expeditiously, ie, alternative methods of measuring height, two of them, the method to "naked eye" without any measuring instrument and without the use of the form factor, compared to stick method, using the form factor to estimate the total volume of commercial timber. Once obtained the total volume of each individual tree were analyzed the best method for measuring time in this experiment. Keywords: Measurement of Volume, diameter at breast height, empirical form.

6 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO REVISÃO DA LITERATURA MATERIAIS E MÉTODOS Caracterização da área de estudo Características Avaliadas Diâmetro na Altura do Peito (DAP) Instrumentos medidores de diâmetros Numeração das Árvores no Campo Formas de Medição da Altura Medição do Volume Fator de Forma normal RESULTADOS E DISCUSSÃO CONCLUSÃO REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS... 26

7 1 INTRODUÇÃO A silvicultura representa uma importante atividade econômica para o Brasil, representando 72,6% dos 18,1 bilhões de reais da produção primária florestal, (IBGE, 2011). Neste setor, se destaca Eucalyptus urograndis, uma das espécies mais estudadas do país, em virtude da qualidade da madeira, da boa adaptação ao ambiente e da produção (MOURA et al., 1992). Neste contexto, a estimativa de volume nos plantios comerciais é uma das tarefas mais importante, (MACHADO & FIGUEIREDO, 2006). Segundo Garber et al., (2003) com o aumento da intensidade de utilização e manejo desta espécie e a diminuição dos limites entre classes de comercialização, métodos mais precisos para estimar o volume são necessários. Entretanto, requer se o uso de técnicas analíticas apropriadas para estimar a significância estatística dos resultados e respeitar a estrutura de erros dos dados. De acordo Reis et al., (1992) até poucos anos atrás, o inventário de florestas no Brasil era realizado por meio de simples levantamento do estoque de indivíduos de grande porte, susceptíveis de serem explorados, resultando numa visão incompleta e por vezes distorcida da verdadeira condição de desenvolvimento da floresta. Os inventários tornaram se muito mais complexos e informativos, com a evolução da tecnologia e a constante pressão dos órgãos ambientais, neste novo enfoque, os inventários que na maioria dos casos eram utilizados para determinação do volume de madeira existente na floresta, passaram a ser utilizados para determinação de outros aspectos como volume total, volume comercial da floresta, a avaliação da regeneração natural das espécies, e outras peculiaridades inerentes ao objetivo do inventário florestal. O Inventário Florestal é o procedimento utilizado para obter informações sobre as características quantitativas e qualitativas da floresta e de muitas outras características das áreas sobre as quais a floresta está desenvolvendo (HUSH et al, 1993). Há diferentes tipos de inventário, como os inventários de reconhecimento, os inventários regionais e os inventários a nível nacional, além de outros. Os inventários podem atender a interesses específicos de uma empresa florestal ou de uma 1

8 instituição de pesquisa, visando a uma determinada fazenda, à parte de uma propriedade ou a um conjunto de propriedades (VEIGA, 1984) Segundo Veiga (1984) quando o objetivo do produtor é conduzir um sistema de manejo florestal visando o rendimento sustentado dos seus produtos, o inventário é a ferramenta capaz de garantir o sucesso do seu empreendimento, para que isso ocorra, o sistema de amostragem a ser empregado em um inventário florestal deve permitir que os dados coletados nas unidades de amostragem possibilitem, através de cálculos estatísticos, estimativas adequadas da população em estudo. Dentre as inúmeras espécies arbóreas existentes, o eucalipto, devido as características de rápido crescimento, produtividade, ampla diversidade de espécies, grande capacidade de adaptação e por ter aplicação para diferentes finalidades tem sido extensivamente utilizado em plantios florestais (MORA, 2000). O uso de equações de volume em inventário florestal vem se constituindo em uma operação rotineira para cálculo de volume de madeira em pé através da relação diâmetro a altura do peito (DAP), o diâmetro é uma das variáveis mais importantes na quantificação volumétrica, avaliação de biomassa ou estudo de crescimento, ou seja, serve para diferenciar ainda que empiricamente árvores finas de árvores grossas. A medida de qualquer diâmetro da árvore se baseia sempre na hipótese de que, em cada ponto de medição, o diâmetro obtido aproxima se do diâmetro de um círculo, a medição do diâmetro de árvores em pé é feita a 1,30 m acima do solo. Nos trabalhos de medição, a circunferência e, por extensão, a variável diâmetro desempenha um papel importante no levantamento de informações sobre uma floresta, pois permite calcular a densidade da floresta em termos de área basal (COUTO, 1984). A determinação da altura das árvores em pé através de instrumentos é uma operação sujeita a erros, desse modo, procura-se medir algumas alturas nas parcelas de inventário e, em seguida, conhecendo se a altura total e o DAP de cada árvore da parcela podem se estimar o volume de cada uma, através das equações de volume. O método da equação de volume é o mais preciso dos métodos de determinação de volume de árvores em pé, contrapondo aos métodos de volume cilíndrico e da área basal. No método de volume cilíndrico, o volume real da madeira é obtido através da multiplicação do volume cilíndrico por um fator de forma médio da floresta (COUTO, 1984). 2

9 Segundo Cochran (1965) os principais métodos de estimativa de volume são o uso de fator de forma, equações de volume e funções de afilamento. O fator de forma é um fator de redução que, quando multiplicado à área basal e à altura total, resulta no volume total da árvore; as equações de volume consistem no ajustamento de uma equação para determinado grupo de dados, e as funções de afilamento são descrições da mudança da dimensão do diâmetro ao longo de diferentes alturas. Todos esses métodos necessitam de normalidade de seus resíduos para a validade dos intervalos de confiança a partir destes construídos. O objetivo central do inventário florestal é determinar o volume de madeira num povoamento, para isso não é necessário determinar o volume de madeira de todas as árvores de um povoamento, por menor que ele seja. Faz se na verdade, uma estimativa do volume das árvores a partir do volume de algumas árvores. Desta forma o desenvolvimento do trabalho, foi realizado com o objetivo de localizar, identificar e nomear as árvores comerciais, avaliar de forma expedita a medição da altura, sendo o método alternativo de habilidade pessoal sem nenhum instrumento e comparar com o método de medição da vara se ouve alguma variação no resultado do volume de madeira comercial na área em estudo e aprender a desenvolver o método de uso do inventário florestal. 2 REVISÃO DA LITERATURA Segundo Viana (2004), a introdução da cultura econômica do eucalipto no Brasil ocorreu em 1904, pelo silvicultor brasileiro Edmundo Navarro de Andrade e havia como objetivo de ser usado como dormentes, postes e lenha pela Companhia Paulista de Estradas de Ferro, na região Sudeste. A partir de então, os projetos de reflorestamento começaram a ser realizados. Na década de 50, este gênero passou a ser utilizado também para fabricação de celulose e papel (DOSSA, 2003) e a atividade florestal brasileira começou a exigir estudos visando aumentar a produtividade e melhorar a qualidade da matéria prima. Na década 70, o consumo de madeira e, consequentemente, a devastação de florestas nativas, chamaram a atenção da população, do governo e, de organizações internacionais, pelo fato do corte desenfreado e irresponsável de madeiras nobres. Na ocasião e na década de 80, o governo estimulou através de incentivos fiscais o plantio 3

10 de eucalipto, espécies de rápido crescimento e excelente aplicação industrial, na tentativa abastecer a demanda de madeira e reduzir a devastação das florestas nativas (BARROS, 2006). De acordo LIMA (2005), observou que essa iniciativa obteve resultados positivos, sendo que, 25% dessas áreas encontravam se desvinculadas das industrias, dando sustentação ao mercado de madeira. O gênero do eucalipto possui espécies de rápido crescimento e, em geral, bem adaptadas às condições edafobioclimáticas brasileiras. (DOSSA, 2003). As árvores deste gênero pertencem à família Myrtaceae e são nativas da Oceania. Possuem mais de 700 espécies, diversas variedades, além de híbridos naturais e artificiais. No final da década de 1960 foi descoberto o grande potencial do híbrido gerado a partir do cruzamento mencionado acima, o chamado Eucalyptus grandis, e atualmente constitui a base da silvicultura clonal brasileira. Este cruzamento associa a resistência ao cancro, doença causada pelo fungo Cryphonectria cubensis Burner (CARVALHO, 2006), leve aumento na densidade da madeira e melhorias no rendimento e propriedades físicas da celulose, além de resistência ao déficit hídrico e rápido crescimento da árvore (BATISTA, 2010). Nos anos 60, as plantações de eucalipto produziam cerca de 15 metros cúbicos de madeira por hectare ao ano, atualmente, as plantações podem chegar a até 75 metros cúbicos, nos ambientes mais favoráveis ao desenvolvimento do plantio. Esta situação foi possível somente graças às seleções intensas de clones melhorados, em programas de melhoramento genético bem estruturados (MORI, 2006). A determinação da altura das árvores é uma variável de difícil mensuração, sujeita a erros e que onera bastante os inventários florestais. Por isso, o mais comum é medir a altura de algumas árvores na parcela e, a partir de equações hipsométricas, estimar a altura das demais, procedimento que deixa o processo mais prático e econômico. Após conhecer o diâmetro e a altura de cada árvore dentro da parcela, é possível estimar o volume de cada uma a partir dos modelos volumétricos, as relações hipsométricas, ou seja, as funções relacionando altura total e o DAP são bastante sensíveis à diferença entre floresta (COUTO & BASTOS, 1987). A altura das árvores é de difícil coleta especialmente em povoamentos altos, como no caso de plantações de Eucalyptus sp, o conjunto de dados de alturas das árvores é usado para estabelecer uma relação de regressão da altura sobre o diâmetro e, então, estimar a altura das demais em função dos diâmetros medidos. O 4

11 uso de modelos hipsométricos torna o inventário muitas vezes tão preciso quanto se realizasse a medição das alturas de todas as árvores da parcela (MACHADO et al., 1994). Segundo Cunha (2004) a medição do DAP no local correto, em cada árvore, é importante, pois contribui para a diminuição dos erros sistemáticos (devidos ao operador ou a ferramenta em uso), os quais são difíceis de serem quantificados e, por isso mesmo, devem ser controlados, a fim de que as informações sobre o levantamento sejam consistentes e confiáveis. Equações volumétricas são ferramentas básicas na atividade florestal, uma vez que quantificar o volume de madeira em determinada área é essencial para realizar qualquer procedimento florestal. A quantificação do volume sólido em povoamentos florestais é, inclusive, imprescindível para a implementação de planos de manejo sustentáveis (LEITE & ANDRADE, 2002). Segundo Rolim et al., (2006) na década de 80 era comum realizar o cálculo do volume com casca pela fórmula do volume cilíndrico, corrigido por um fator de forma igual a 0,7. Entretanto, quando se calcula o volume a partir de modelos volumétricos ajustados para o local da área de estudo, obtém se melhor precisão. O afilamento do fuste das árvores é definido pelo decréscimo natural do diâmetro desde a base da árvore até o topo e possui influência direta no volume de madeira, conhecimento que é fundamental para o inventário florestal e para o sortimento de produtos madeireiros (MIGUEL, 2009). De acordo com Silva et al., (1997) as funções de afilamento, também chamadas de funções de forma, descrevem matematicamente o perfil do tronco, a seção transversal em qualquer posição do tronco é considerada circular e o volume entre duas alturas quaisquer é calculado pela integração da expressão da área seccional ao longo do tronco. O aproveitamento de uma árvore deve ser feito de forma que retorne o máximo valor investido. Portanto, é necessário saber qual é o volume de madeira para cada produto específico, pois tal diversificação de produtos gera valor agregado e uma renda extra para o produtor, o conhecimento desta proporcionalidade pode ser denominado sortimento, ou agrupamento, ou classificação. O sortimento, em outras palavras, é o seccionamento do fuste pelas dimensões, diâmetros e comprimentos, quanto maior 5

12 a seção e as dimensões das árvores, maiores os volumes de madeiras resultantes e, assim, maior valor agregado. (MACHADO et al., 2004). Segundo Souza et al., (2008) testou três modelos de afilamento segmentados para estimar a altura e o volume comercial de fustes de Eucalyptus sp e verificou que o melhor dentre os utilizados foi o modelo de Max e Burkhart. O mesmo autor, em outro estudo, testou seis modelos de afilamento não segmentados para estimar a altura e o volume comerciais e volumes ao longo do fuste de Eucalyptus sp para obtenção de multiprodutos, para a estimativa da altura comercial, os melhores modelos foram os de Biging, Schöepfer e Hradetzky, para a estimativa do volume comercial, o modelo de Biging levou leve vantagem com relação aos outros modelos e para estimativa dos volumes das toras ao longo do fuste, o modelo de Biging foi o mais estável. O estudo com equações matemáticas para estimar o volume de povoamentos florestais ocorre há décadas e apesar da eficiência de alguns modelos, estes nem sempre se ajustam para todas as espécies e condições. Por isso, é recomendável sempre testar o maior número de modelos e, por meio de estatísticas adequadas, identificar o melhor para cada caso específico (THOMAS et al., 2006). 6

13 3 MATERIAIS E MÉTODOS Conforme figura 1 os materiais utilizados neste experimento foram os seguintes: Figura 1. Matérias utilizados. Fonte: Autor (2014). Prancheta Vara 1 m Fita métrica Garmin etrex vista HCx 3.1 Caracterização da área de estudo O Inventario Florestal foi realizado em uma floresta de Eucalyptus urograndis na propriedade sitio do Engenho, localizada em Pompeia, SP, entre as coordenadas 22º03 Sul e 50º10 Oeste. A localização da Fazenda pode ser observada na Figura2. 7

14 Figura 2. Perímetro da área do inventário florestal. Fonte: Google Earth (2014), localização do sitio do Engenho. O solo predominante na propriedade é o Argissolo Vermelho-Amarelo, Distrófico Arenico. Espaçamento entre as árvores são heterogêneos, ou seja, não são padronizados, onde variam de (1,76 x 1,48 m) à (2,90 X 1,72 m), o relevo é altamente acidentado, acima de 12 % de declividade. Na área de plantio do povoamento de eucaliptos urograndis, com dezesseis anos de idade. Foram efetuados os levantamentos dentro da área, somente das árvores comerciais de madeira no talhão, totalizando 54 árvores, em uma área de m² como demonstra figura Características Avaliadas Diâmetro na Altura do Peito (DAP) Segundo Couto (1989) para se estimar o volume de madeira de uma árvore em pé é necessário medir o seu diâmetro e a sua altura, o diâmetro é medido a 1,30 m de altura do solo e por isso é chamado Diâmetro à Altura do Peito (DAP), existem vários instrumentos para se medir o DAP sendo o mais comum a suta ou compasso florestal. Entretanto, o DAP pode ser facilmente obtido usando se uma fita métrica ou 8

15 uma trena, nesse caso mede se, na verdade, a Circunferência à Altura do Peito (CAP). A relação entre DAP e CAP é a seguinte: DAP = CAP π = m A medição do diâmetro da árvore deve ser feita a uma altura de 1,30 metro do solo ou em torno da altura do peito do medidor (DAP). A medição das árvores acima de 0,26 m de DAP (cerca de 0,82 m de circunferência) são exploradas, enquanto as árvores menores (DAP 0,20 a 0,26 m) devem ser reservadas para o próximo corte, sendo este método utilizado neste experimento. Medir apenas o diâmetro das árvores, não incluir sapopemas, cipós, casas de cupins, se a árvore apresenta um desses problemas no ponto de leitura, limpar o local ou medir a 30 cm acima desse ponto conforme figura 2. Manter o instrumento de medição na posição horizontal em relação ao solo. No caso de medição de troncos irregulares, usar preferencialmente fita métrica, no caso de usar a suta, fazer duas medidas e tirar a média. Figura 2. Medição do Diâmetro. 9

16 Figura 3. Pontos de medição do DAP em função da topografia e dos defeitos do fuste. Fonte: Cunha, (2004). Na execução do trabalho em estudo à disposição do tronco da maioria das árvores se encontravam conforme a figura 3b ou 3c, devido a declividade do terreno Instrumentos medidores de diâmetros Suta É um instrumento usado para medir diâmetro, principalmente de árvore em pé. Consiste de uma régua graduada, conectada a dois braços perpendiculares, sendo um fixo e o outro móvel. O braço fixo fica em uma extremidade e sua posição coincide com o zero da escala. A graduação da escala, normalmente é de 1 cm em 1cm, com os submúltiplos em milímetros. Estando os braços juntos, ao deslocar o braço móvel na direção oposta, o mesmo afasta se do zero e promove uma abertura cujo tamanho máximo é controlado pela escala da régua (CUNHA, 2004). Fita métrica Pode se obter os diâmetros de uma árvore medindo se circunferências com uma fita métrica comum (fita de costureira), através da relação: DAP = CAP π = m 10

17 Em que: CAP = Circunferência lida na fita métrica na altura do peito DAP = Diâmetro altura do peito π = Valor de Pi (3, ) Sendo esse material utilizado para medir a circunferência na altura do peito (CAP) neste experimento conforme figura 4. Figura 4. Medição CAP. Fonte: Autor (2014). Fita diamétrica Existem fitas já graduadas em intervalos de pi (π = 3,1415) ou polegadas, que fornecem a medida direta do diâmetro, denominadas de fitas diamétricas. Geralmente, em um dos lados são gravados os valores das circunferências (cm) e do outro os valores dos diâmetros correspondentes (cm). São fabricadas de aço ou lona reforçada e com comprimentos apropriados. As fitas mais longas são providas de um gancho próximo da marca zero, com a finalidade de se fixar o gancho na posição do DAP, e em seguida, fazer o giro ao redor de árvores grossas (CUNHA, 2004) Numeração das Árvores no Campo Cada árvore deve corresponder a um número que a identificará, as árvores selecionadas para o corte atual podem ser diferenciadas das árvores para o próximo corte através de uma numeração como por exemplo figura 4. 11

18 Figura 4. Identificação das árvores Fonte: Autor (2014). Os números devem ser impressos, preferencialmente, em plaquetas de alumínio conforme figura 4. As plaquetas devem ser fixadas a uma altura média de 1,7 metro na casca da árvore com pregos comuns pequenos (3/4 de polegada) ou de alumínio para não danificar o tronco. Uma outra opção é usar a faca de seringueira, para fazer um corte superficial na casca das árvores, e um lápis de cera especial para escrever sobre a madeira. Nos dois casos, a marcação deve ser feita na face da árvore voltada para a linha base do talhão, facilitando a visualização Formas de Medição da Altura As medições das alturas das árvores podem serem feitas para diversas finalidades, como por exemplo cálculo de volume de madeira comercial. Soares et al., (2006) decompõem altura em quatro classes; Altura total, determinada pela distância entre o solo e o final da copa da árvore; Altura da copa, que é a distância entre o início (normalmente a partir do primeiro galho vivo) e o final da copa da árvore; Altura comercial, conhecida como a distância entre algum ponto na parte inferior do fuste e um diâmetro comercial e altura do fuste, dita como distância entre o solo e o começo da copa da árvore, a altura pode ser obtida por métodos expeditos, onde está, é feita a olho nu. Os métodos que fornecem dados mais confiáveis são citados por Silva (1979), onde classificam os métodos diretos, sendo aqueles que as medidas são tomadas diretamente na árvore (medição via trenas ou réguas telescópicas) e métodos indiretos, os quais a obtenção é realizada via hipsômetros. 12

19 Dentre os vários métodos relacionados aos princípios geométricos, pode se citar o método da vara, onde se pode obter a altura da árvore com auxílio de uma vara de tamanho conhecido. Para isso, o observador com o braço esticado, deve segurar uma vara de aproximadamente 1 metro, à medida que o observador afasta se ou se aproxima da árvore, a imagem da árvore deve ser coincidida com o tamanho da vara (SILVA, 1979). De acordo com Silva (1979) conhecendo se a distância do olho do observador à vara, do olho do observador à árvore e o tamanho da vara, emprega se uma relação de triângulos semelhantes e se obtém a altura da árvore, conforme figura 5. Figura 5. Método da Vara Fonte: Silva, (1979) OA AB = OC CD Sendo: CD = H CD = AB OC OA 13

20 Sendo: AO = AB H = OC Onde: OC = distância do observador até a árvore; H = OC. A medição pelo método da vara, conforme figura 3, o observador com o braço esticado, onde a distância do braço até a vara é de 0,62 m, deve segurar uma vara de 1 metro, à medida que o observador afasta se ou se aproxima da árvore. Portanto neste experimento foram efetuadas somente as medidas do fuste para madeira comercial, a imagem do fuste comercial deve ser coincidida com o tamanho da vara. Figura 3. Medição de altura método da vara. Fonte: Autor (2014). Exemplo, segundo dado da árvore de número de 25 utilizado para calcular a altura pelo o método da vara é o seguinte: CD = AB OC OA => CD = 1 4,7 0,62 => CD = 7,6 m de altura 14

21 Foram efetuadas as medições pelo método da vara, numa população de 54 árvores comerciais. Forma expedita, ou seja, trata se de processos alternativos, usados quando não se tem instrumentos para a medição da altura. Geralmente o operador se apoia em sua habilidade pessoal, a fim de obter estimativas a olho nu e sem nenhum instrumento. Assim, o operador coloca se a uma distância e efetua a estimativa da altura entre o observador e a árvore Medição do Volume O volume total de madeira existente em uma área (por exemplo, 1 hectare) é o resultado da soma do volume de cada uma das árvores localizadas naquela área. Para calcular o volume de cada árvore deve se utilizar as informações sobre a circunferência à altura do peito (CAP) ou diâmetro à altura do peito (DAP), altura comercial e qualidade do tronco (volume efetivamente aproveitável de cada árvore) nas fórmulas, conforme figura 6. O volume é a variável mais utilizada no diagnóstico do potencial madeireiro de uma floresta, sendo por isso uma variável de muita importância na Dendrometria (determinação, estimação dos recursos florestais), além de ser uma variável de uso corrente no manejo florestal, é também a mais utilizada na comercialização de madeira. Figura 6. Equação de volume. Fonte: Silva, (1977). V = π d2 h 4 = m 3 15

22 Onde: π = 3,1416 h = altura d 2 = diâmetro na altura do peito (DAP) Fator de Forma normal Segundo Silva (1979) o fator de forma (ff) é o mais simples método usado, pelo fato de que são tomadas apenas duas medidas da árvore; DAP e altura, este fator é a razão entre o volume da árvore e o volume de um sólido geométrico (cilindro) que possua um diâmetro igual ao DAP da árvore, e uma altura também igual à da árvore portanto, este fator só pode ser conhecido, depois que o volume real da árvore for conhecido, podendo se empregar para isto qualquer método de cubagem, a primeira coisa que se faz, é calcular com as dimensões da árvore, o volume de um cilindro, de base d = DAP e h = altura figura 6. Figura 6. Variáveis para determinar o fator forma. Fonte: Silva (1979) Sendo g a área da base do cilindro (área correspondente ao DAP), o volume do mesmo é dado por: Vcil = g * h 16

23 Então se conhecendo o volume da árvore através de uma cubagem rigorosa e o volume do cilindro, o fator de forma poderá ser obtido através da expressão: ff = Varv, sendo F < 1 Vcil Onde: ff = fator de forma V arv = volume real V cil = volume cilíndrico De acordo Soares et al., (2006) o volume de uma árvore, com ou sem casca, pode ser estimado multiplicando se o volume do cilindro, definido pelo DAP e pela altura da árvore, por um fator de forma médio com ou sem casca, apropriado para a espécie. Segundo Silva (1979) deve se notar que o valor de ff conseguido, corrige o volume do cilindro para o volume da árvore e vice versa, sendo que a medida que o valor de ff se aproximar de 1, mais cilíndrica será a árvore. Após a cubagem você terá o volume real das árvores e fará uma relação do volume real e do volume cilíndrico para obter o fator de forma, dependendo da forma do tronco dos eucaliptos, o fator de forma poderá variar de 0,4 a 0,6. Segundo Oliveira (2011) o fator de forma médio obtido com base nos dados da cubagem rigorosa realizada em todos os indivíduos amostrados foi de 0,4558. Provavelmente este fato pode ter ocorrido por não haver uma variação tão abrupta na forma das árvores nos diferentes materiais genéticos conforme tabela 1, permitindo uma boa estimativa dos volumes com base num fator de forma médio. Conforme explicado anteriormente, neste método também se observou que houve uma melhor sobreposição em todos os materiais nas classes de diâmetro mais baixas, tal fato pode ser explicado também pela complexidade da forma que aumenta proporcionalmente ao aumento da altura. Conforme Franco et al., (1997) este método fornece estimativas confiáveis, desde que se controle idade, espaçamento e sítio, e como nesta situação estes fatores foram controlados. 17

24 Scolforo et al., (2004) afirmam que como o fator de forma médio é influenciado pela espécie, sítio, espaçamento, desbaste e idade, deve se ter muito cuidado ao se utilizar um único número médio para representar todo o povoamento florestal. Tabela-1. Fator de forma (F) com casca de diferentes materiais genético de Eucalipto analisados. Material Genético Fator Forma (ff) Clone 1(E. grandis x E. urophylla 0,4577 Clone 2 0,4279 Corymbia citriodora 0,466 Eucalyptus grandis 0,45853 Eucalyptus pellita 0,45071 Eucalyptus saligna 0,45852 E.urophylla x E.grandis 0,47052 Eucalyptus urophylla 0,45716 Fonte: Oliveira, (2011) Conforme os dados da tabela 1 pegou se a média obtida do fator de forma (ff) como referência, ou seja, considerando como fator de forma 0,4558 para o cálculo do volume comercial de madeira neste experimento da floresta de eucalipto. Após obter o fator de forma utilizará a seguinte fórmula: Vol = ( π d2 ) h ff = m3 4 Onde: h = altura comercial ff = fator de forma d = diâmetro na altura do peito Para melhor visualização dos intervalos, do diâmetro na altura do peito (DAP), foi criado a tabela de distribuição de frequência, onde a mesma foi elaborada da seguinte forma: Limite inferior (li), menor número de cada classe é o limite inferior da classe. Limite superior (Li) o maior número da cada classe é o limite superior da classe. 18

25 Amplitude Total (H= Li li). É a diferença entre o limite superior e inferior de uma classe. Números de classe (k = n). Onde n é o número total da população. Tamanho do intervalo de classe (h). Decidido a quantidade de classes. Devemos fazer a divisão entre a amplitude total (H) e o número de classes (k) (h = H K ). Ponto médio da classe [xi = (li + Li) /2]. É o ponto que divide o intervalo em duas partes iguais. Frequência simples ou absoluta (fi). É número de observações de um valor individual ou de uma classe. Frequência relativa (f R(%) ). Representa a proporção de observações de um valor (ou de uma classe) em relação ao número total de observações, o que facilita a observação (f R(%) = fi N 100). Frequência acumulada (Fi). É a soma de todas as frequências abaixo do limite superior de uma classe considerada (Fi= f1+f2+f3+f4). 19

26 4 RESULTADOS E DISCUSSÃO Tabela 2. Volume de madeira comercial sem o fator de forma e altura mensurada de forma expedita. Árvores ID CAP (m) Diâmetro DAP (m) Altura de forma expedita (m) Volume/árvore (m³) Volume/total árvores (m³) 1 1,04 0,33 4 0,34 0,34 2 1,55 0,49 8 0,76 1,53 3 1,15 0,37 8 0,42 0,84 4 0,9 0,29 4 0,26 0,26 5 1,2 0,38 4 0,46 0,46 6 1,17 0,37 4 0,44 0,44 7 1,23 0,39 8 0,48 0,96 8 1,26 0,40 8 0,51 1,01 9 1,6 0, ,81 2, ,05 0,65 8 1,34 2, ,19 0,38 4 0,45 0, ,01 0,32 4 0,32 0, ,96 0,31 4 0,29 0, ,21 0,39 4 0,47 0, ,14 0,36 4 0,41 0, ,99 0,32 4 0,31 0, ,06 0,34 8 0,36 0, ,43 0,46 4 0,65 0, ,02 0,32 8 0,33 0, ,27 0,40 8 0,51 1, ,55 0, ,76 2, ,53 0,49 8 0,75 1, ,32 0,42 8 0,55 1, ,3 0,41 8 0,54 1, ,39 0,44 4 0,62 0, ,95 0,30 8 0,29 0, ,12 0,36 8 0,40 0, ,01 0,32 8 0,32 0, ,22 0,39 8 0,47 0, ,19 0,38 8 0,45 0, ,99 0,63 8 1,26 2, ,04 0,33 8 0,34 0, ,25 0,40 8 0,50 0, ,09 0, ,38 1, ,32 0,42 8 0,55 1, ,02 0, ,33 0, ,8 0,57 8 1,03 2, ,28 0, ,52 1, ,9 0, ,15 3, ,9 0,60 4 1,15 1, , ,32 0, ,7 0,54 8 0,92 1, ,07 0,34 8 0,36 0, ,41 0,45 8 0,63 1, ,33 0, ,56 1, ,8 0,57 8 1,03 2, ,48 0,47 8 0,70 1, ,65 0,53 8 0,87 1, ,12 0,36 8 0,40 0, ,35 0,43 4 0,58 0, ,17 0, ,44 1, ,8 0,57 8 1,03 2, ,21 0,39 8 0,47 0, ,7 0,54 8 0,92 1,84 Fonte: Autor (2014). Volume Total (m³) = 61,

27 Segundo os dados da tabela 2, onde as medições de altura foram de forma expedita, ou seja, os levantamentos da altura foram efetuados somente com a habilidade pessoal a olho nu e sem a utilização do fator de forma (ff) na obtenção do volume de madeira comercial. Portanto estima se que o volume de madeira comercial é de aproximadamente 61,5879 m 3, em uma área de m². Tabela 3. Tabela de Distribuição de Frequência do diâmetro na altura do peito (DAP). Diâmetro na altura do peito DAP (m) xi fi fr(%) Fi 0,29 Ⱶ 0,39 0,34 1 2% 1 0,39 Ⱶ 0,49 0, % 26 0,49 Ⱶ 0,59 0, % 41 0,59 Ⱶ 0,69 0, % 50 0,69 Ⱶ 0,79 0,74 4 7% 54 Fonte: Arquivo do autor (2014). De acordo tabela 3, onde foram utilizados intervalos 0,10 m, para uma melhor distribuição dos dados e uma melhor representação dos intervalos no gráfico 1. O diâmetro mínimo comercial considerado para este trabalho foi de 290 cm. É importante ressaltar que o diâmetro mínimo comercial é subjetivo para cada trabalho realizado e deve seguir os objetivos a serem alcançados. Os produtos madeireiros disponíveis para comercialização foram determinados de acordo com a classificação exposta na Tabela 3. Conhecer a estrutura diamétrica de uma floresta é importante, pois permite obter informações sobre a produção e estoque de madeira, além de tomar decisões sobre a necessidade de reposição florestal (NETTO, 2008). Foram feitas as distribuições diamétrica das 54 árvores medidas no campo de acordo tabela 3. 21

28 Frequência (fr%) Gráfico 1. Frequência relativa do diâmetro na altura do peito (DAP). Diâmetro na altura do peito (DAP) 50% 45% 40% 35% 30% 25% 20% 15% 10% 5% 0% 46% 28% 17% 7% 2% 0,29 Ⱶ 0,39 0,39 Ⱶ 0,49 0,49 Ⱶ 0,59 0,59 Ⱶ 0,69 0,69 Ⱶ 0,79 Intervalos do DAP (m) Fonte: Arquivo do autor (2014). Segundo gráfico 1, no qual representa o DAP, pode se observar uma variação desuniforme do diâmetro, podendo ser explicado à redução na uniformidade de crescimento entre árvores. De acordo LELES et al., (1998) espaçamento pode afetar o desenvolvimento e a produtividade das florestas plantadas, principalmente para as espécies de rápido crescimento, quando inadequado pode acentuar os efeitos da deficiência hídrica sobre as plantas, diminuindo a produtividade da floresta, em razão da intensa competição por água, nutrientes, luz e espaço. 22

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ DEPARTAMENTO DE CIÊNCIASFLORESTAIS VIII SIMPÓSIO DE TÉCNICAS DE PLANTIO E MANEJO DE EUCALIPTO PARA USOS MÚLTIPLOS INVENTÁRIO FLORESTAL

Leia mais

RESUMO. João Luiz Dal Ponte Filho Orientadores: Prof. Ms. Jozébio Esteves Gomes Prof. Dr. José Luiz Stape Eng. Florestal Rildo Moreira e Moreira

RESUMO. João Luiz Dal Ponte Filho Orientadores: Prof. Ms. Jozébio Esteves Gomes Prof. Dr. José Luiz Stape Eng. Florestal Rildo Moreira e Moreira REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE ENGENHARIA FLORESTAL - ISSN 1678-3867 PUBLICAÇÃO CI ENTÍFICA DA FACULDADE DE AGRONOMIA E ENGENHARIA FLORESTAL DE GARÇA/FAEF ANO IV, NÚMERO, 08, AGOSTO DE 2006. PERIODICIDADE:

Leia mais

O SOFTWARE SPP Eucalyptus

O SOFTWARE SPP Eucalyptus Rua Raul Soares, 133/201 - Centro - Lavras MG CEP 37200-000 Fone/Fax: 35 3821 6590 O SOFTWARE SPP Eucalyptus 1/7/2008 Inventar GMB Consultoria Ltda Ivonise Silva Andrade INTRODUÇÃO Um dos grandes problemas

Leia mais

Aumento da produtividade da segunda rotação de eucalipto em função do método de desbrota

Aumento da produtividade da segunda rotação de eucalipto em função do método de desbrota S ÉRIE TÉCNICA IPEF v. 11, n. 0, p. 5-1, mai., 1997 Aumento da produtividade da segunda rotação de eucalipto em função do método de desbrota Hélder Bolognani Andrade; Vanderlei Benedetti José Carlos Madaschi;

Leia mais

AT073 INTRODUÇÃO EIM

AT073 INTRODUÇÃO EIM Engenharia Industrial Madeireira AT073 INTRODUÇÃO EIM MEDIÇÃO DA MADEIRA Prof. Dr. Umberto Klock Objetivo: Os acadêmicos de EIM devem estar aptos a determinar o volume de troncos, pilhas de lenha, de árvores

Leia mais

Biometria Roberval Monteiro Bezerra de Lima (roberval.lima@embrapa.br) Sumaia Vasconcelos (sumaia.vasconcelos@inpa.gov.br)

Biometria Roberval Monteiro Bezerra de Lima (roberval.lima@embrapa.br) Sumaia Vasconcelos (sumaia.vasconcelos@inpa.gov.br) PÓS GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DE FLORESTAS TROPICAIS-PG-CFT INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS DA AMAZÔNIA-INPA Biometria Roberval Monteiro Bezerra de Lima (roberval.lima@embrapa.br) Sumaia Vasconcelos (sumaia.vasconcelos@inpa.gov.br)

Leia mais

VARIAÇÃO DA VIABILIDADE ECONOMICA FLORESTAL CONFORME O CÓDIGO FLORESTAL BRASILEIRO

VARIAÇÃO DA VIABILIDADE ECONOMICA FLORESTAL CONFORME O CÓDIGO FLORESTAL BRASILEIRO VARIAÇÃO DA VIABILIDADE ECONOMICA FLORESTAL CONFORME O CÓDIGO FLORESTAL BRASILEIRO William Tomaz Folmann¹, Maria Laura Quevedo Fernandez² e Gabriel de Magalhães Miranda³. ¹ Doutorando em Economia e Política

Leia mais

MODELAGEM HIPSOMÉTRICA EM POVOAMENTO CLONAL DE Eucalyptus urophylla x Eucalyptus grandis NO DISTRITO FEDERAL

MODELAGEM HIPSOMÉTRICA EM POVOAMENTO CLONAL DE Eucalyptus urophylla x Eucalyptus grandis NO DISTRITO FEDERAL MODELAGEM HIPSOMÉTRICA EM POVOAMENTO CLONAL DE Eucalyptus urophylla x Eucalyptus grandis NO DISTRITO FEDERAL Caroline Maiara de Jesus¹; Eder Pereira Miguel²; Gileno Brito de Azevedo³; Glauce Taís de Oliveira

Leia mais

XV COBREAP - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS - IBAPE/SP 2009

XV COBREAP - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS - IBAPE/SP 2009 XV COBREAP - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS - IBAPE/SP 2009 ANÁLISE COMPARATIVA NA AVALIAÇÃO DE FLORESTA PLANTADA DE PINUS PELO MÉTODO DO VALOR ECONÔMICO, UTILIZANDO COMO PARÂMETROS

Leia mais

INVENTÁRIO DE RESÍDUOS FLORESTAIS

INVENTÁRIO DE RESÍDUOS FLORESTAIS INVENTÁRIO DE RESÍDUOS FLORESTAIS Hilton Thadeu Z. do Couto * José Otávio Brito * 1. INTRODUÇÃO Os altos preços e a instabilidade de fornecimento de energia proveniente de fontes tradicionais aumentaram

Leia mais

RESUMO SUMMARY 1. INTRODUÇÃO

RESUMO SUMMARY 1. INTRODUÇÃO COMPARAÇÃO DA PRECISÃO DE MODELOS HIPSOMÉTRICOS AJUSTADOS COM DADOS OBTIDOS POR MEIO DO USO DE PRANCHETA DENDROMÉTRICA E FITA MÉTRICA EM POVOAMENTOS FLORESTAIS DO GÊNERO EUCALYPTUS NA REGIÃO DO OESTE DO

Leia mais

Modelos Hipsométricos Para Genipa americana L. Em Plantio Homogêneo No Estado Da Bahia

Modelos Hipsométricos Para Genipa americana L. Em Plantio Homogêneo No Estado Da Bahia Modelos Hipsométricos Para Genipa americana L. Em Plantio Homogêneo No Estado Da Bahia Celsiane Manfredi (1) ; Thaiana Ferreira Alves (2) ; Patrícia Anjos Bittencourt Barreto (3) (1) Engenheira Florestal,

Leia mais

Desafios das Novas Fronteiras Florestais do Brasil

Desafios das Novas Fronteiras Florestais do Brasil M A N O E L D E F R E I T A S C O N S U L T O R I A F L O R E S T A L Desafios das Novas Fronteiras Florestais do Brasil 1º Congresso Florestal do Tocantins Novembro 2010 Situação florestal do Brasil IBGE

Leia mais

Treinamento em Cálculos Florestais Diversos Por Meio do Software FlorExcel

Treinamento em Cálculos Florestais Diversos Por Meio do Software FlorExcel Treinamento em Cálculos Florestais Diversos Por Meio do Software FlorExcel Julio Eduardo Arce Professor Adjunto do Departamento de Ciências Florestais Universidade Federal do Paraná Av. Pref. Lothário

Leia mais

QUANTIFICAÇÃO DE BIOMASSA FLORESTAL DE PINUS ELLIOTTII COM SEIS ANOS DE IDADE, EM AUGUSTO PESTANA/RS 1

QUANTIFICAÇÃO DE BIOMASSA FLORESTAL DE PINUS ELLIOTTII COM SEIS ANOS DE IDADE, EM AUGUSTO PESTANA/RS 1 QUANTIFICAÇÃO DE BIOMASSA FLORESTAL DE PINUS ELLIOTTII COM SEIS ANOS DE IDADE, EM AUGUSTO PESTANA/RS 1 Jéssica Smaniotto 2, Osorio Antônio Lucchese 3, Cleusa Adriane Menegassi Bianchi 4, Rafael Pettenon

Leia mais

INVENTÁRIO FLORESTAL E RECOMENDAÇÕES DE MANEJO PARA A FLORESTA ESTADUAL DE ASSIS INSTITUTO FLORESTAL, SP. GAROSI, Vagner Aparecido

INVENTÁRIO FLORESTAL E RECOMENDAÇÕES DE MANEJO PARA A FLORESTA ESTADUAL DE ASSIS INSTITUTO FLORESTAL, SP. GAROSI, Vagner Aparecido INVENTÁRIO FLORESTAL E RECOMENDAÇÕES DE MANEJO PARA A FLORESTA ESTADUAL DE ASSIS INSTITUTO FLORESTAL, SP GAROSI, Vagner Aparecido Engenheiro Florestal- FAEF Faculdade de Agronomia e Engenharia Florestal

Leia mais

Avaliação de Danos Utilizando Técnica de Estatística Multivariada na Floresta

Avaliação de Danos Utilizando Técnica de Estatística Multivariada na Floresta Avaliação de Danos Utilizando Técnica de Estatística Multivariada na Floresta RESUMO Estadual do Antimary Cristiano Corrêa da Silva 1 Altemir da Silva Braga 2 A Avaliação de Danos deve ser parte integrante

Leia mais

XIX CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 27 de setembro a 01 de outubro de 2010

XIX CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 27 de setembro a 01 de outubro de 2010 ANÁLISE DO ORÇAMENTO DE UM SISTEMA AGROFLORESTAL EM SITUAÇÃO DE RISCO RESUMO CAROLINA SOUZA JAROCHINSKI 1 ; ANTONIO DONIZETTE DE OLIVEIRA 2. Objetivou-se neste trabalho analisar o risco de um sistema agroflorestal

Leia mais

1.2.1.Nome: Narcizo Lievore 1.2.2.Endereço: Rua 143, nº. 167, Bairro Eldorado, Timóteo-MG. CEP: 35.181-210.

1.2.1.Nome: Narcizo Lievore 1.2.2.Endereço: Rua 143, nº. 167, Bairro Eldorado, Timóteo-MG. CEP: 35.181-210. ANÁLISE QUANTITATIVA DA VEGETAÇÃO ARBÓREA DE UM REMANESCENTE DE FLORESTA ESTACIONAL SEMIDECÍDUA NA FAZENDA ARATACA TIMÓTEO/MG 1 - Informações Gerais 1.1 - Identificação da Propriedade 1.1.1 Denominação:

Leia mais

DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE E DENSIDADE BÁSICA PARA ESPÉCIES DE PINUS E EUCALIPTO

DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE E DENSIDADE BÁSICA PARA ESPÉCIES DE PINUS E EUCALIPTO DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE E DENSIDADE BÁSICA PARA ESPÉCIES DE PINUS E EUCALIPTO ALMEIDA, Diego Henrique de Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho UNESP MOLINA, Julio Cesar Escola

Leia mais

Tecnologia em Silvicultura Anderson Piacezzi, MSc Consultor Técnico

Tecnologia em Silvicultura Anderson Piacezzi, MSc Consultor Técnico Tecnologia em Silvicultura Anderson Piacezzi, MSc Consultor Técnico Engº Florestal UFV Mestre em Genética e Melhoramento Florestal UFV Especialista Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas - UFLA Novembro/2013

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE MÉTODOS ESTATÍSTICOS EM INVENTÁRIO FLORESTAL

UTILIZAÇÃO DE MÉTODOS ESTATÍSTICOS EM INVENTÁRIO FLORESTAL UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA "LUIZ DE QUEIROZ" DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS UTILIZAÇÃO DE MÉTODOS ESTATÍSTICOS EM INVENTÁRIO FLORESTAL Seminário apresentado à disciplina

Leia mais

Termo de Referência para Elaboração do Plano de Manejo Florestal Sustentável

Termo de Referência para Elaboração do Plano de Manejo Florestal Sustentável Governo do Estado do Rio Grande do Norte Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos Termo de Referência para Elaboração do Plano Avenida Nascimento de Castro, 2127 Lagoa Nova Natal RN

Leia mais

Teste de Uso Múltiplo Eucalyptus TUME. ESALQ Estações Experimentais IPEF Setor de Sementes Grupo Florestal Monte Olimpo

Teste de Uso Múltiplo Eucalyptus TUME. ESALQ Estações Experimentais IPEF Setor de Sementes Grupo Florestal Monte Olimpo Teste de Uso Múltiplo Eucalyptus TUME ESALQ Estações Experimentais IPEF Setor de Sementes Grupo Florestal Monte Olimpo Roteiro da Apresentação Histórico do TUME - as primeiras demandas Objetivos do TUME

Leia mais

: Transforme seu plantio em um fundo de investimento ativo. The single source for Forest Resource Management

: Transforme seu plantio em um fundo de investimento ativo. The single source for Forest Resource Management : Transforme seu plantio em um fundo de investimento ativo The single source for Forest Resource Management 2 Tecnologia laser aerotransportada LiDAR LiDAR é um sistema ativo de sensoriamento remoto, originalmente

Leia mais

PRÁTICAS SILVICULTURAIS

PRÁTICAS SILVICULTURAIS CAPÍTULO 10 PRÁTICAS SILVICULTURAIS 94 Manual para Produção de Madeira na Amazônia APRESENTAÇÃO Um dos objetivos do manejo florestal é garantir a continuidade da produção madeireira através do estímulo

Leia mais

Material e Métodos. Schumacher e Hall linearizado Schumacher e Hallnão-linear

Material e Métodos. Schumacher e Hall linearizado Schumacher e Hallnão-linear DIFERENTES MÉTODOS DE AJUSTE DO MODELO VOLUMÉTRICO DE SCHUMACHER E HALL SintiaValerio Kohler 1, Fabiane Aparecida de Souza Retslaff 2, Rômulo Môra 3, Afonso Figueiredo Filho 4, Neumar Irineu Wolff II 5

Leia mais

INVENTÁRIO FLORESTAL (Floresta Plantada) Propriedade: Fazenda Alto Limoeiro 4 Timóteo - MG

INVENTÁRIO FLORESTAL (Floresta Plantada) Propriedade: Fazenda Alto Limoeiro 4 Timóteo - MG INVENTÁRIO FLORESTAL (Floresta Plantada) Propriedade: Fazenda Alto Limoeiro 4 Timóteo - MG Julho / 2008 INVENTÁRIO FLORESTAL 1 ) INFORMAÇÕES GERAIS 1.1 IDENTIFICAÇÃO DA PROPRIEDADE Denominação: Fazenda

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FLORESTAIS LCF-1581

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FLORESTAIS LCF-1581 UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FLORESTAIS LCF-1581 Recursos Florestais em Propriedades Agrícolas Trabalho final: Projeto de adequação

Leia mais

VIABILIDADE ECONÔMICA DE UMA FLORESTA DE EUCALIPTO PARA A PRODUÇÃO DE BRIQUETES

VIABILIDADE ECONÔMICA DE UMA FLORESTA DE EUCALIPTO PARA A PRODUÇÃO DE BRIQUETES VIABILIDADE ECONÔMICA DE UMA FLORESTA DE EUCALIPTO PARA A PRODUÇÃO DE BRIQUETES Éder Aparecido Garcia Engenheiro Florestal, M. Sc., Doutorando em Ciência Florestal, Faculdade de Ciências Agronômicas (FCA),

Leia mais

FLORESTAS PLANTADAS E CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NO BRASIL

FLORESTAS PLANTADAS E CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NO BRASIL FLORESTAS PLANTADAS E CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NO BRASIL Uma posição institucional conjunta de: Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais Sociedade Brasileira de Silvicultura Departamento de Ciências

Leia mais

A ARBORIZAÇÃO DO CAMPUS DA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA

A ARBORIZAÇÃO DO CAMPUS DA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA A ARBORIZAÇÃO DO CAMPUS DA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA Diogo Luis Kurihara Universidade de Brasília - Departamento de Engenharia Florestal José Imaña-Encinas Universidade de Brasília - Departamento de Engenharia

Leia mais

Histórico. Os Incentivos Fiscais

Histórico. Os Incentivos Fiscais Histórico Há mais de século eram plantadas no Brasil as primeiras mudas de eucalipto, árvore originária da Austrália. Desde então se originou uma história de sucesso: nascia a silvicultura brasileira.

Leia mais

Ciência Florestal, Santa Maria, v.8, n.1, p. 77-92 77 ISSN 0103-9954

Ciência Florestal, Santa Maria, v.8, n.1, p. 77-92 77 ISSN 0103-9954 Ciência Florestal, Santa Maria, v.8, n.1, p. 77-9 77 ISSN 0103-9954 EFICIÊNCIA NA ESTIMATIVA DO PESO SECO PARA ÁRVORES INDIVIDUAIS E DEFINIÇÃO DO PONTO ÓTIMO DE AMOSTRAGEM PARA DETERMINAÇÃO DA DENSIDADE

Leia mais

Investigação fotogramétrica em imagens digitais para cálculos dendrométricos

Investigação fotogramétrica em imagens digitais para cálculos dendrométricos Anais XV Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto - SBSR, Curitiba, PR, Brasil, 30 de abril a 05 de maio de 2011, INPE p.2368 Investigação fotogramétrica em imagens digitais para cálculos dendrométricos

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DE FRAGMENTOS FLORESTAIS EM PEQUENAS PROPRIEDADES RURAIS NA REGIÃO CENTRO-SUL DO PARANÁ RESULTADOS PARCIAIS.

CARACTERIZAÇÃO DE FRAGMENTOS FLORESTAIS EM PEQUENAS PROPRIEDADES RURAIS NA REGIÃO CENTRO-SUL DO PARANÁ RESULTADOS PARCIAIS. CARACTERIZAÇÃO DE FRAGMENTOS FLORESTAIS EM PEQUENAS PROPRIEDADES RURAIS NA REGIÃO CENTRO-SUL DO PARANÁ RESULTADOS PARCIAIS. Regiane Aparecida Ferreira (USF-UNICENTRO), Lúcio de Paula Amaral (Fundação Araucária/Mestrado

Leia mais

- Visa otimizar e diversificar a produção;

- Visa otimizar e diversificar a produção; Sistemas Agroflorestais (SAF) - Combinação de espécies arbóreas com cultivos agrícolas (fruticultura, plantas anuais, etc) ou criação de animais; - Visa otimizar e diversificar a produção; Sistemas Agroflorestais

Leia mais

CARACTERÍSTICAS DO MERCADO DA MADEIRA DE REFLORESTAMENTO NO BRASIL. Sebastião Renato Valverde 1

CARACTERÍSTICAS DO MERCADO DA MADEIRA DE REFLORESTAMENTO NO BRASIL. Sebastião Renato Valverde 1 CARACTERÍSTICAS DO MERCADO DA MADEIRA DE REFLORESTAMENTO NO BRASIL Sebastião Renato Valverde 1 A economia do setor florestal brasileiro até o ano de 1965 era pouco expressiva, tanto que as atividades de

Leia mais

IPEF, n.25, p.5-6, 1983. Notícias e comentários / News and comments

IPEF, n.25, p.5-6, 1983. Notícias e comentários / News and comments IPEF, n.25, p.5-6, 1983 Notícias e comentários / News and comments COMUNICAÇÕES GERAIS DO IPEF Este veículo informativo está sendo reativado com as atividades realizadas pelo IPEF no período de junho a

Leia mais

MATERIAL GENÉTICO ADAPTADO AO DISTRITO FEDERAL E ENTORNO

MATERIAL GENÉTICO ADAPTADO AO DISTRITO FEDERAL E ENTORNO 9º Seminário de Atualização em Eucaliptocultura MATERIAL GENÉTICO ADAPTADO AO DISTRITO FEDERAL E ENTORNO Profa. Luciana Duque Silva Depto. Ciências Florestais ESALQ/USP 1 FATORES QUE INFLUEM NA ESCOLHA

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO ENERGÉTICA DO Eucalyptus benthamii Maiden et Cambage

CARACTERIZAÇÃO ENERGÉTICA DO Eucalyptus benthamii Maiden et Cambage CARACTERIZAÇÃO ENERGÉTICA DO Eucalyptus benthamii Maiden et Cambage RESUMO Dimas Agostinho da Silva 1 Bruna Verediana Müller 2 Elaine Cristine Kuiaski 3 Alexsandro Bayestorff da Cunha 4 O presente estudo

Leia mais

Tecnologia de Produção de Biomassa Energética. Capítulo 2 Florestas Energéticas

Tecnologia de Produção de Biomassa Energética. Capítulo 2 Florestas Energéticas Tecnologia de Produção de Biomassa Energética Capítulo 2 Florestas Energéticas Bibliografia indicada Biomassa para energia Capítulo 4 Florestas Energéticas no Brasil (págs. 93 a 108) Capítulo 3 Tópico

Leia mais

Diretor-Geral do Serviço Florestal Brasileiro Antônio Carlos Hummel

Diretor-Geral do Serviço Florestal Brasileiro Antônio Carlos Hummel Diretor-Geral do Serviço Florestal Brasileiro Antônio Carlos Hummel Conselho Diretor do Serviço Florestal Brasileiro Antônio Carlos Hummel Cláudia de Barros e Azevedo Ramos Joberto Veloso de Freitas Marcus

Leia mais

I.L.P.F. - Integração Lavoura, Pecuária & Floresta. André Luiz C. Rocha Engenheiro Florestal:

I.L.P.F. - Integração Lavoura, Pecuária & Floresta. André Luiz C. Rocha Engenheiro Florestal: Tema: I.L.P.F. - Integração Lavoura, Pecuária & Floresta SAF Sistema Agroflorestal PALESTRANTE André Luiz C. Rocha Engenheiro Florestal: Formado pela Universidade Federal de Viçosa no ano de 1985 Especialização

Leia mais

Dinâmica de Crescimento e Distribuição Diamétrica de Fragmentos de Florestas Nativa e Plantada na Amazônia Sul Ocidental

Dinâmica de Crescimento e Distribuição Diamétrica de Fragmentos de Florestas Nativa e Plantada na Amazônia Sul Ocidental Floresta e Ambiente 2013 jan./mar.; 20(1):70-79 http://dx.doi.org/10.4322/floram.2012.065 ISSN 1415-0980 (impresso) ISSN 2179-8087 (online) Artigo Original Dinâmica de Crescimento e Distribuição Diamétrica

Leia mais

C = Conicidade (cm/m); d 1. d 3 L V

C = Conicidade (cm/m); d 1. d 3 L V Scientia Forestalis Qualidade das toras e da madeira serrada de seis espécies de eucalipto cultivadas no litoral de Santa Catarina Log and lumber quality of six eucalypts species cultivated on the coast

Leia mais

ARTIGOS COMPLETOS (RESUMOS)... 832

ARTIGOS COMPLETOS (RESUMOS)... 832 831 ARTIGOS COMPLETOS (RESUMOS)... 832 ARTIGOS COMPLETOS (RESUMOS) 832 ESPÉCIES FLORESTAIS UTILIZADAS EM UM REFLORESTAMENTO PARA COMPOSIÇÃO DE RESERVA LEGAL PARA MANEJO SUSTENTADO. PRESIDENTE PRUDENTE

Leia mais

Plantio de eucalipto na pequena propriedade rural

Plantio de eucalipto na pequena propriedade rural Plantio de eucalipto na pequena propriedade rural Imbatíveis em seu crescimento rápido, os eucaliptos são fonte de matériaprima para uma série de produtos de primeira necessidade, presentes em todas as

Leia mais

AJUSTE DE FUNÇÕES DE DISTRIBUIÇÃO DIAMÉTRICA PARA UM POVOAMENTO DE Araucaria angustifolia (Bert.) O. Ktze ANTES E APÓS DESBASTE

AJUSTE DE FUNÇÕES DE DISTRIBUIÇÃO DIAMÉTRICA PARA UM POVOAMENTO DE Araucaria angustifolia (Bert.) O. Ktze ANTES E APÓS DESBASTE AJUSTE DE FUNÇÕES DE DISTRIBUIÇÃO DIAMÉTRICA PARA UM POVOAMENTO DE Araucaria angustifolia (Bert.) O. Ktze ANTES E APÓS DESBASTE Gabrielle Hambrecht Loureiro 1 Rafaella De Angeli Curto² Sylvio Péllico Netto³

Leia mais

Roteiro de visita a campo

Roteiro de visita a campo Roteiro de visita a campo 4Fs Brasil - The Forest Dialogue (TFD) 11-14 Novembro 2012, Capão Bonito, Brasil Dia 1 Domingo, 11 de Novembro 8:00 Saída dos hotéis 8:30 Chegada ao IDEAS e informações sobre

Leia mais

Sci. For., Piracicaba, v. 43, n. 105, p. 83-90, mar. 2015 MATERIAL E MÉTODOS

Sci. For., Piracicaba, v. 43, n. 105, p. 83-90, mar. 2015 MATERIAL E MÉTODOS Scientia Forestalis Modelagem do crescimento e produção para um povoamento de Eucalyptus utilizando dois métodos para quantificação do índice de local Growth and production modeling for a Eucalyptus population

Leia mais

Uso múltiplo de eucalipto em propriedades rurais

Uso múltiplo de eucalipto em propriedades rurais Uso múltiplo de eucalipto em propriedades rurais Paulo Sérgio dos Santos Leles Prof. Instituto de Florestas / UFRRJ 02 a 04 de setembro de 2015, Vitória - ES O que é uso múltiplo / multiproduto do eucalipto?

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL Plano ABC Boletim Técnico Informativo Florestas Plantadas Organização: Comitê Gestor Estadual da Agricultura de Baixa Emissão de Carbono CGE ABC /RS ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DA AGRICULTURA,

Leia mais

INFLUÊNCIA DA ADUBAÇÃO SOBRE A INCIDÊNCIA DE FERRUGEM NO EUCALIPTO

INFLUÊNCIA DA ADUBAÇÃO SOBRE A INCIDÊNCIA DE FERRUGEM NO EUCALIPTO INFLUÊNCIA DA ADUBAÇÃO SOBRE A INCIDÊNCIA DE FERRUGEM NO EUCALIPTO MELLO, Edson¹ MEDICE, Regiane² ¹ Aluno do curso de Agronomia da Associação Cultural e Educacional de Itapeva Faculdade de Ciência Sociais

Leia mais

MODELOS HIPSOMÉTRICOS PARA Genipa americana L. EM PLANTIO HOMOGÊNEO NO MUNICÍPIO DE VITÓRIA DA CONQUISTA, BAHIA

MODELOS HIPSOMÉTRICOS PARA Genipa americana L. EM PLANTIO HOMOGÊNEO NO MUNICÍPIO DE VITÓRIA DA CONQUISTA, BAHIA MODELOS HIPSOMÉTRICOS PARA Genipa americana L. EM PLANTIO HOMOGÊNEO NO MUNICÍPIO DE VITÓRIA DA CONQUISTA, BAHIA Celsiane Manfredi¹, Thaiana Ferreira Alves¹, Patrícia Anjos Bittencourt Barreto² ¹Engenheira

Leia mais

RENDIMENTO EM MADEIRA SERRADA DE Pinus taeda PARA DUAS METODOLOGIAS DE DESDOBRO

RENDIMENTO EM MADEIRA SERRADA DE Pinus taeda PARA DUAS METODOLOGIAS DE DESDOBRO RENDIMENTO EM MADEIRA SERRADA DE Pinus taeda PARA DUAS METODOLOGIAS DE DESDOBRO Mauro Itamar Murara Junior*, Márcio Pereira da Rocha**, Romano Timofeiczyk Junior*** *Eng. Florestal, M.Sc., Escola Técnica

Leia mais

Efeito dos custos dos insumos na rentabilidade dos projetos florestais

Efeito dos custos dos insumos na rentabilidade dos projetos florestais Ativos do Campo - Nº 04/2013 Efeito dos custos dos insumos na rentabilidade dos projetos florestais Mesmo sendo as plantações florestais intensivas em utilização de mão de obra, sobretudo em regiões montanhosas,

Leia mais

RESUMO DO PLANO DE MANEJO FLORESTAL

RESUMO DO PLANO DE MANEJO FLORESTAL RESUMO DO PLANO DE MANEJO FLORESTAL Introdução Este documento é um resumo dos programas e procedimentos da International Paper para a gestão do seu processo florestal, sendo revisado anualmente. I N T

Leia mais

CAPÍTULO 1 PLANO DE MANEJO FLORESTAL

CAPÍTULO 1 PLANO DE MANEJO FLORESTAL CAPÍTULO 1 PLANO DE MANEJO FLORESTAL 2 Manual para Produção de Madeira na Amazônia APRESENTAÇÃO O plano de manejo pode ser organizado em três etapas. 1 Na primeira, faz-se o zoneamento ou divisão da propriedade

Leia mais

UM MÉTODO PARA A REALIZAÇÃO DO INVENTÁRIO FLORESTAL SUPRIMINDO A CUBAGEM RIGOROSA CHRISTIAN DIAS CABACINHA

UM MÉTODO PARA A REALIZAÇÃO DO INVENTÁRIO FLORESTAL SUPRIMINDO A CUBAGEM RIGOROSA CHRISTIAN DIAS CABACINHA UM MÉTODO PARA A REALIZAÇÃO DO INVENTÁRIO FLORESTAL SUPRIMINDO A CUBAGEM RIGOROSA CHRISTIAN DIAS CABACINHA 003 CHRISTIAN DIAS CABACINHA UM MÉTODO PARA A REALIZAÇÃO DO INVENTÁRIO FLORESTAL SUPRIMINDO A

Leia mais

Jornal Canal da Bioenergia A energia das florestas Agosto de 2014 Ano 9 Nº 94

Jornal Canal da Bioenergia A energia das florestas Agosto de 2014 Ano 9 Nº 94 Jornal Canal da Bioenergia A energia das florestas Agosto de 2014 Ano 9 Nº 94 Apesar de pouco explorada, a biomassa florestal pode ser uma das alternativas para a diversificação da matriz energética Por

Leia mais

INVENTÁRIO FLORESTAL

INVENTÁRIO FLORESTAL Universidade de Lisboa - Instituto Superior de Agronomia INVENTÁRIO FLORESTAL PROGRAMA DA DISCIPLINA bibliografia aconselhada métodos de avaliação de conhecimentos Margarida Tomé Ano lectivo de 2013/2014

Leia mais

Análise do Desempenho na Extração Florestal Utilizando Guincho TMO

Análise do Desempenho na Extração Florestal Utilizando Guincho TMO Análise do Desempenho na Extração Florestal Utilizando Guincho TMO Fabrina Teixeira Ferraz (1), Robson José de Oliveira (2), Luciano Cavalcante de Jesus França (3), Sidney Araújo Cordeiro (4), Temistocles

Leia mais

13-05-2015 EUCALIPTO. plantio. Projeção de Receitas e Resultados. Fomento. Como suprir tamanha demanda preservando as florestas nativas?

13-05-2015 EUCALIPTO. plantio. Projeção de Receitas e Resultados. Fomento. Como suprir tamanha demanda preservando as florestas nativas? 13-05-2015 Como suprir tamanha demanda preservando as florestas nativas? Através de florestas plantadas de Eucalipto e Pinus. Cada 1ha destas preservam 10ha de nativas. EUCALIPTO O plantio de Eucalipto

Leia mais

COMPARAÇÃO ENTRE O NÚMERO DE ÁRVORES NOS BAIRROS DA CIDADE DE SERRA TALHADA PE

COMPARAÇÃO ENTRE O NÚMERO DE ÁRVORES NOS BAIRROS DA CIDADE DE SERRA TALHADA PE 220 COMPARAÇÃO ENTRE O NÚMERO DE ÁRVORES NOS BAIRROS DA CIDADE DE SERRA TALHADA PE Karen Silveira SANTOS¹ Wellington Jorge Cavalcanti LUNDGREN² Giovanna Alencar LUNDGREN¹ Sabrina Véras da SILVA³ 1 Graduando

Leia mais

ATIVIDADES DE PROCESSAMENTO DE MADEIRA DE EUCALIPTO EM MUNICÍPIOS DO SUL DO ESPÍRITO SANTO

ATIVIDADES DE PROCESSAMENTO DE MADEIRA DE EUCALIPTO EM MUNICÍPIOS DO SUL DO ESPÍRITO SANTO ATIVIDADES DE PROCESSAMENTO DE MADEIRA DE EUCALIPTO EM MUNICÍPIOS DO SUL DO ESPÍRITO SANTO Lélio Caiado Abreu França, Wendel Sandro de Paula Andrade, Magda Aparecida Nogueira, Clóvis Eduardo Nunes Hegedus

Leia mais

EUCALIPTO COMO FORMA DE COMPLEMENTAÇÃO DE RENDA AO PRODUTOR RURAL

EUCALIPTO COMO FORMA DE COMPLEMENTAÇÃO DE RENDA AO PRODUTOR RURAL EUCALIPTO COMO FORMA DE COMPLEMENTAÇÃO DE RENDA AO PRODUTOR RURAL COLOMBINI, Alexandre Beckedorff Acadêmico Eng. Florestal FAIT/AGEG OLIVEIRA JUNIOR, Ezer Dias Docente FAIT/AGEG RESUMO O objetivo desse

Leia mais

Ciência Florestal ISSN: 0103-9954 cf@ccr.ufsm.br Universidade Federal de Santa Maria Brasil

Ciência Florestal ISSN: 0103-9954 cf@ccr.ufsm.br Universidade Federal de Santa Maria Brasil Ciência Florestal ISSN: 0103-9954 cf@ccr.ufsm.br Universidade Federal de Santa Maria Brasil Saltini Leite, Flávia; Valéria Rezende, Alba ESTIMATIVA DO VOLUME DE MADEIRA PARTINDO DO DIÂMETRO DA CEPA EM

Leia mais

MODELAGEM NO ENSINO DE MATEMÁTICA: UM ESTUDO SOBRE O PLANTIO DE EUCALIPTOS NO BRASIL

MODELAGEM NO ENSINO DE MATEMÁTICA: UM ESTUDO SOBRE O PLANTIO DE EUCALIPTOS NO BRASIL MODELAGEM NO ENSINO DE MATEMÁTICA: UM ESTUDO SOBRE O PLANTIO DE EUCALIPTOS NO BRASIL Kátia Luciane Souza da Rocha UNIFRA 1 Eleni Bisognin - UNIFRA 2 Resumo: Neste trabalho é relatado o resultado de uma

Leia mais

AVALIAÇÃO DO CLINÔMETRO DIGITAL PARA MEDIÇÃO DA ALTURA DE ÁRVORES EM UMA FLORESTA NATIVA NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO

AVALIAÇÃO DO CLINÔMETRO DIGITAL PARA MEDIÇÃO DA ALTURA DE ÁRVORES EM UMA FLORESTA NATIVA NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO AVALIAÇÃO DO CLINÔMETRO DIGITAL PARA MEDIÇÃO DA ALTURA DE ÁRVORES EM UMA FLORESTA NATIVA NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO Hassan Camil David 1, Emanuel José Gomes de Araújo 2, Allan Libanio Pelissari 2, Rodrigo

Leia mais

MÉTODO PERT/CPM APLICADO NO MANEJO DE FLORESTAS NATIVAS

MÉTODO PERT/CPM APLICADO NO MANEJO DE FLORESTAS NATIVAS MÉTODO PERT/CPM APLICADO NO MANEJO DE FLORESTAS NATIVAS João Ricardo Vasconcellos Gama Estudante D.S. Agostinho Lopes de Souza Professor Orientador 1. INTRODUÇÃO PERT - Program Evaluation and Review Technique

Leia mais

Teste de Uso Múltiplo Eucalyptus TUME. ESALQ Estações Experimentais IPEF Setor de Sementes Grupo Florestal Monte Olimpo

Teste de Uso Múltiplo Eucalyptus TUME. ESALQ Estações Experimentais IPEF Setor de Sementes Grupo Florestal Monte Olimpo Teste de Uso Múltiplo Eucalyptus TUME ESALQ Estações Experimentais IPEF Setor de Sementes Grupo Florestal Monte Olimpo Roteiro da Palestra Como surgiu o TUME / Histórico Objetivos do TUME / Forma de atuação

Leia mais

cio-econômicos e ambientais dos SISTEMAS AGROSSILVIPASTORIS: Helton Damin da Silva Chefe Geral da Embrapa Florestas Chgeral@cnpf.embrapa.

cio-econômicos e ambientais dos SISTEMAS AGROSSILVIPASTORIS: Helton Damin da Silva Chefe Geral da Embrapa Florestas Chgeral@cnpf.embrapa. Benefícios sócios cio-econômicos e ambientais dos SISTEMAS AGRSSILVIPASTRIS: Helton Damin da Silva Chefe Geral da Embrapa Florestas Chgeral@cnpf.embrapa.br PREMISSAS DE MANEJ DE FLRESTAS, APPS E RL Reflorestamentos

Leia mais

A BIOMASSA FLORESTAL PRIMARIA

A BIOMASSA FLORESTAL PRIMARIA A BIOMASSA FLORESTAL PRIMARIA Entende-se por biomassa florestal primaria (BFP) a fração biodegradável dos produtos gerados e que são processados com fins energéticos. Nos casos dos reflorestamentos, a

Leia mais

ANÁLISE COMPARATIVA DA ADUBAÇÃO DE COBERTURA PELOS MÉTODOS SUPERFICIAL E COVETA LATERAL EM UM PLANTIO DE Eucalyptus urograndis - GARÇA, SP

ANÁLISE COMPARATIVA DA ADUBAÇÃO DE COBERTURA PELOS MÉTODOS SUPERFICIAL E COVETA LATERAL EM UM PLANTIO DE Eucalyptus urograndis - GARÇA, SP ANÁLISE COMPARATIVA DA ADUBAÇÃO DE COBERTURA PELOS MÉTODOS SUPERFICIAL E COVETA LATERAL EM UM PLANTIO DE Eucalyptus urograndis - GARÇA, SP FERREIRA, Renato de Araújo renato_a_f@hotmail.com GIACOMETTI,

Leia mais

III SEMINÁRIO DE BIODIVERSIDADE E AGROECOSSISTEMAS AMAZÔNICOS. 13 a 16 de outubro de 2015 Alta Floresta-MT Universidade do Estado de Mato Grosso

III SEMINÁRIO DE BIODIVERSIDADE E AGROECOSSISTEMAS AMAZÔNICOS. 13 a 16 de outubro de 2015 Alta Floresta-MT Universidade do Estado de Mato Grosso AVALIAÇÃO DE CRESCIMENTO DIÂMETRICO DE UM POVOAMENTO CLONAL DE Tectona grandis EM SISTEMA SILVIPASTORIL NO MUNICÍPIO DE ALTA FLORESTA- MT MARIA 1, Luciano de Souza; SILVA 1, Marcia Soares da; GARCIA 2,

Leia mais

Medidas de Grandezas Fundamentais - Teoria do Erro

Medidas de Grandezas Fundamentais - Teoria do Erro UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DO PONTAL Medidas de Grandezas Fundamentais - Teoria do Erro Objetivo As práticas que serão trabalhadas nesta aula têm os objetivos de

Leia mais

EQUAÇÕES PARA ESTIMAR A QUANTIDADE DE CARBONO NA PARTE AÉREA DE ÁRVORES DE EUCALIPTO EM VIÇOSA, MINAS GERAIS 1

EQUAÇÕES PARA ESTIMAR A QUANTIDADE DE CARBONO NA PARTE AÉREA DE ÁRVORES DE EUCALIPTO EM VIÇOSA, MINAS GERAIS 1 533 EQUAÇÕES PARA ESTIMAR A QUANTIDADE DE CARBONO NA PARTE AÉREA DE ÁRVORES DE EUCALIPTO EM VIÇOSA, MINAS GERAIS 1 Carlos Pedro Boechat Soares 2 e Marcio Leles Romarco de Oliveira 3 RESUMO - Este trabalho

Leia mais

Departamento de Matemática - UEL - 2010. Ulysses Sodré. http://www.mat.uel.br/matessencial/ Arquivo: minimaxi.tex - Londrina-PR, 29 de Junho de 2010.

Departamento de Matemática - UEL - 2010. Ulysses Sodré. http://www.mat.uel.br/matessencial/ Arquivo: minimaxi.tex - Londrina-PR, 29 de Junho de 2010. Matemática Essencial Extremos de funções reais Departamento de Matemática - UEL - 2010 Conteúdo Ulysses Sodré http://www.mat.uel.br/matessencial/ Arquivo: minimaxi.tex - Londrina-PR, 29 de Junho de 2010.

Leia mais

Genética e Nutrição Florestal MDS

Genética e Nutrição Florestal MDS Melhoramento Genético e Manejo Florestal na Duratex MDS A DURATEX É UMA EMPRESA DO GRUPO ITAÚSA MDS PRODUTOS DA DIVISÃO MADEIRA PAINÉIS DE MADEIRA RECONSTITUIDA: - MDF/HDF - MDP - CHAPA DURA DE FIBRA -

Leia mais

PROPOSIÇÃO DE UM SISTEMA DE INVENTÁRIO FLORESTAL CONTÍNUO MEDIANTE COMPARAÇÃO COM SISTEMA UTILIZADO EM PLANTIOS DE

PROPOSIÇÃO DE UM SISTEMA DE INVENTÁRIO FLORESTAL CONTÍNUO MEDIANTE COMPARAÇÃO COM SISTEMA UTILIZADO EM PLANTIOS DE 0 ALOIS ZATOR FILHO PROPOSIÇÃO DE UM SISTEMA DE INVENTÁRIO FLORESTAL CONTÍNUO MEDIANTE COMPARAÇÃO COM SISTEMA UTILIZADO EM PLANTIOS DE Pinus taeda NO PLANALTO NORTE CATARINENSE Dissertação apresentada

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO AMAZONAS. Parcela permanente (quando houver), tamanho e localização.

GOVERNO DO ESTADO DO AMAZONAS. Parcela permanente (quando houver), tamanho e localização. TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DE PLANO OPERACIONAL DE EXPLORAÇÃO - POE CATEGORIA: MENOR E MAIOR IMPACTO DE EXPLORAÇÃO 1. Informações Gerais 1.1 Identificação Processo Administrativo; Número do Processo;

Leia mais

A FUNÇÃO WEIBULL NO ESTUDO DE DISTRIBUIÇÕES DIAMÉTRICAS EM POVOAMENTO DE Pinus elliottii NA ESTAÇÃO EXPERIMENTAL DE ITAPEVA

A FUNÇÃO WEIBULL NO ESTUDO DE DISTRIBUIÇÕES DIAMÉTRICAS EM POVOAMENTO DE Pinus elliottii NA ESTAÇÃO EXPERIMENTAL DE ITAPEVA IPEF, n.43/44, p.54-60, jan./dez.1990 A FUNÇÃO WEIBULL NO ESTUDO DE DISTRIBUIÇÕES DIAMÉTRICAS EM POVOAMENTO DE Pinus elliottii NA ESTAÇÃO EXPERIMENTAL DE ITAPEVA LUIZ ALBERTO BLANCO JORGE RICARDO ANTONIO

Leia mais

CARTOGRAFIA SISTEMÁTICA ESCALA

CARTOGRAFIA SISTEMÁTICA ESCALA CARTOGRAFIA SISTEMÁTICA ESCALA ESCALA Mapa representação convencional que apresenta elementos do mundo real reduzidos de acordo com uma proporção estabelecida previamente Proporção entre os elementos representados

Leia mais

RENTABILIDADE ECONÔMICA DO EUCALIPTO CONDUZIDO PARA PRODUÇÃO DE MADEIRA SERRADA NO OESTE DO ESTADO DO PARANÁ

RENTABILIDADE ECONÔMICA DO EUCALIPTO CONDUZIDO PARA PRODUÇÃO DE MADEIRA SERRADA NO OESTE DO ESTADO DO PARANÁ RENTABILIDADE ECONÔMICA DO EUCALIPTO CONDUZIDO PARA PRODUÇÃO DE MADEIRA SERRADA NO OESTE DO ESTADO DO PARANÁ RESUMO Robison Giovani Volkweis (FALURB - robisongiovani@yahoo.com.br) Cleiton Rodrigo Hansel

Leia mais

COMPARAÇÃO DA UTILIZAÇÃO DE MODELO HIPSOMÉTRICO COM O CENSO DAS ALTURAS OBTIDAS COM HIPSOMETROS.

COMPARAÇÃO DA UTILIZAÇÃO DE MODELO HIPSOMÉTRICO COM O CENSO DAS ALTURAS OBTIDAS COM HIPSOMETROS. REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE ENGENHARIA FLORESTAL - ISSN 1678-3867 PERIODICIDADE SEMESTRAL EDIÇÃO NÚMERO 11 FEVEREIRO DE 2008 ASSOCIAÇÃO CULTURAL E EDUCACIONAL DE GARÇA ACEG FACULDADE DE AGRONOMIA

Leia mais

ANUÁRIO ESTATÍSTICO DE BASE FLORESTAL PARA O ESTADO DE SANTA CATARINA 2014 LAGES/SC 27 DE FEVEREIRO DE 2014

ANUÁRIO ESTATÍSTICO DE BASE FLORESTAL PARA O ESTADO DE SANTA CATARINA 2014 LAGES/SC 27 DE FEVEREIRO DE 2014 ANUÁRIO ESTATÍSTICO DE BASE FLORESTAL PARA O ESTADO DE SANTA CATARINA 214 LAGES/SC 27 DE FEVEREIRO DE 214 CONTEÚDO 1. APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL ACR 2. BASE FLORESTAL PLANTADA 3. MERCADO DE PRODUTOS FLORESTAIS

Leia mais

MANEJO DE FLORESTAS PARA SERRARIA NAS EMPRESAS NACIONAIS: ALGUMAS EXPERIÊNCIAS DE MANEJO DE EUCALIPTO PARA SERRARIA

MANEJO DE FLORESTAS PARA SERRARIA NAS EMPRESAS NACIONAIS: ALGUMAS EXPERIÊNCIAS DE MANEJO DE EUCALIPTO PARA SERRARIA SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE UTILIZAÇÃO DA MADEIRA DE EUCALIPTO PARA SERRARIA MANEJO DE FLORESTAS PARA SERRARIA NAS EMPRESAS NACIONAIS: ALGUMAS EXPERIÊNCIAS DE MANEJO DE EUCALIPTO PARA SERRARIA Cláudio Renck

Leia mais

OPORTUNIDADES PARA FLORESTAS ENERGÉTICAS NA GERAÇÃO DE ENERGIA NO BRASIL

OPORTUNIDADES PARA FLORESTAS ENERGÉTICAS NA GERAÇÃO DE ENERGIA NO BRASIL APRESENTAÇÃO OPORTUNIDADES PARA FLORESTAS ENERGÉTICAS NA GERAÇÃO DE ENERGIA NO BRASIL AGROICONE JULHO 2015 TEMA CÓDIGO FLORESTAL PROJETO OPORTUNIDADES PARA FLORESTAS ENERGÉTICAS NA GERAÇÃO DE BIOENERGIA

Leia mais

Seleção de dados para modelagem do crescimento e produção de teca, utilizando algoritmos genéticos.

Seleção de dados para modelagem do crescimento e produção de teca, utilizando algoritmos genéticos. Renan Rosselli da Costa Seleção de dados para modelagem do crescimento e produção de teca, utilizando algoritmos genéticos. Monografia apresentada ao Departamento de Engenharia Florestal da Universidade

Leia mais

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO WORKSHOP DESENVOLVIMENTO FLORESTAL SUSTENTÁVEL DO ARARIPE ARARIPINA, 29 E 30 DE MAIO DE 2007 MANEJO FLORESTAL DE NATIVAS E EXÓTICAS: VIABILIDADE TÉCNICA, ECONÔMICA

Leia mais

Silvicultura & Meio Ambiente Celso Foelkel

Silvicultura & Meio Ambiente Celso Foelkel Silvicultura & Meio Ambiente Celso Foelkel www.celso-foelkel.com.br www.eucalyptus.com.br Porquê precisamos plantar florestas? O ser humano sempre amou as coisas de madeira e as florestas Afinal, a floresta

Leia mais

Considerando que, ao colocar o sólido dentro da caixa, a altura do nível da água passou a ser 80 cm, qual era o volume do sólido?

Considerando que, ao colocar o sólido dentro da caixa, a altura do nível da água passou a ser 80 cm, qual era o volume do sólido? 1 2 Com o objetivo de trabalhar com seus alunos o conceito de volume de sólidos, um professor fez o seguinte experimento: pegou uma caixa de polietileno, na forma de um cubo com 1 metro de lado, e colocou

Leia mais

CIRCULAR TÉCNICA N o 13 PROGRAMA DE MELHORAMENTO FLORESTAL DA C.A.F.M.A. *

CIRCULAR TÉCNICA N o 13 PROGRAMA DE MELHORAMENTO FLORESTAL DA C.A.F.M.A. * CIRCULAR TÉCNICA N o 13 PBP/2.A3 (Arquivar nesta pasta) PROGRAMA DE MELHORAMENTO FLORESTAL DA C.A.F.M.A. * 1 INTRODUÇÃO Iniciando os seus plantios em 1958, na região de Agudos (SP), a Companhia Agro Florestal

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL DE CONTROLE À VESPA-DA-MADEIRA. Susete do Rocio Chiarello Penteado Edson Tadeu Iede Wilson Reis Filho

PROGRAMA NACIONAL DE CONTROLE À VESPA-DA-MADEIRA. Susete do Rocio Chiarello Penteado Edson Tadeu Iede Wilson Reis Filho PROGRAMA NACIONAL DE CONTROLE À VESPA-DA-MADEIRA Susete do Rocio Chiarello Penteado Edson Tadeu Iede Wilson Reis Filho Introdução de Pragas Florestais no Brasil Globalização Turismo Internacional Fronteiras

Leia mais

Revista Árvore ISSN: 0100-6762 r.arvore@ufv.br Universidade Federal de Viçosa Brasil

Revista Árvore ISSN: 0100-6762 r.arvore@ufv.br Universidade Federal de Viçosa Brasil Revista Árvore ISSN: 0100-6762 r.arvore@ufv.br Universidade Federal de Viçosa Brasil Bastos Gorgens, Eric; Garcia Leite, Helio; Marinaldo Gleriani, José; Boechat Soares, Carlos Pedro; Ceolin, Aline INFLUÊNCIA

Leia mais

Conservação, preparo de solo e plantio de eucalipto

Conservação, preparo de solo e plantio de eucalipto Conservação, preparo de solo e plantio de eucalipto José Henrique T. Rocha José Henrique Bazani Eduardo S. A. C. Melo José Leonardo de Moraes Gonçalves Departamento de Ciências Florestais ESALQ - USP Conceitos:

Leia mais

NORMA DE EXECUÇÃO N.º 2, DE 26 DE ABRIL DE 2007

NORMA DE EXECUÇÃO N.º 2, DE 26 DE ABRIL DE 2007 INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS DIRETORIA DE FLORESTAS NORMA DE EXECUÇÃO N.º 2, DE 26 DE ABRIL DE 2007 Institui, no âmbito desta Autarquia, o Manual Simplificado

Leia mais