CARACTERIZAÇÃO DE FRAGMENTOS FLORESTAIS EM PEQUENAS PROPRIEDADES RURAIS NA REGIÃO CENTRO-SUL DO PARANÁ RESULTADOS PARCIAIS.

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1 CARACTERIZAÇÃO DE FRAGMENTOS FLORESTAIS EM PEQUENAS PROPRIEDADES RURAIS NA REGIÃO CENTRO-SUL DO PARANÁ RESULTADOS PARCIAIS. Regiane Aparecida Ferreira (USF-UNICENTRO), Lúcio de Paula Amaral (Fundação Araucária/Mestrado em Agronomia-UNICENTRO), Luiz Fernando Kramer (Fundação Rureco/Faculdades Guarapuava), Patrikk John Martins (USF- UNICENTRO), Marieli Machado (USF-UNICENTRO), Luciano Farinha Watzlawick (Orientador) Fundação Rureco e UNICENTRO/Setor de Ciências Agrária e Ambientais/Mestrado em Agronomia/Guarpuava-PR Palavras-chave: Floresta Ombrófila Mista, Floresta Estacional Semidecidual, Biomassa, Teor de Carbono e Nutrientes Resumo: A Fundação Rureco tem utilizado SAF s como alternativa para produção e de prosposta para RL e APP s em pequenas propriedades rurais, visando a conservação, uso sustentável da biodiversidade e prestação de serviços ambientais. Avaliou-se os fragmentos florestais (fitossociologia, biomassa, teor de carbono e nutrientes) nestas áreas para poder comparar os SAF s e contribuir para propostas futuras de remuneração de tais serviços na região. Introdução A Floresta Ombrófila Mista FOM ou floresta com araucária (IBGE, 1992), a qual cobria originalmente cerca de km 2 em todo Brasil, ocorrendo no Paraná (40% de sua superfície), Santa Catarina (31%) e Rio Grande do Sul (25%) e em manchas esparsas no sul do estado de São Paulo (3%), adentrando até o sul de Minas Gerais e do Rio de Janeiro (1%) (CARVALHO, 1994). Segundo Brepohl (1980), as áreas de FOM cobriam originalmente cerca de km² do Estado do Paraná, a leste da Serra do Mar, ocupando parcialmente o 1º., 2 º. e 3 º. Planaltos Paranaense.

2 A Floresta Estacional Semidecidual FES (Floresta Tropical Subcaducifólia), conceito este devido à vegetação estar condicionada pela dupla estacionalidade climática, uma tropical com época de intensas chuvas de verão, seguida por estiagem acentuada e outra subtropical sem período seco, mas com seca fisiológica provocada pelo intenso frio do inverno, com temperaturas médias inferiores a 15 o C, ocupando as regiões norte e oeste do Paraná. Segundo IBGE (1992), a porcentagem das árvores caducifólias, no conjunto florestal e não das espécies que perdem as folhas individualmente, situa-se entre 20 e 50%. Ambas as florestas foram ocupadas por atividades agrícolas, o que ocasionou a fragmentação do habitat, contendo um grande número de pequenas propriedades rurais, com necessidade de constituir Áreas de Preservação Permanente APP s e de Reserva Legal - RL, de conhecer os seus benefícios para a sociedade e ao ambiente (conservação da biodiversidade, prestação de serviços ambientais, entre outros), com a problemática de não comprometer a sua viabilidade econômica. A partir disto, a Fundação Rureco em parceria com a UNICENTRO, tem utilizado sistemas agroflorestais SAF s para trabalhar a conservação e uso sustentável da biodiversidade e considerado as mudanças climáticas como tema gerador de educação ambiental e de sensibilização dos agricultores quanto as questões ambientais. Dentro deste contexto, procurou-se caracterizar o comportamento de fragmentos florestais em pequenas propriedades rurais, quanto a fixação de carbono, diversidade de espécies, dinâmica da floresta, ciclagem de nutrientes, como base para a construção de SAF s, garantindo que estes tenham comportamento semelhante ao da floresta, para que possa ser utilizado como proposta alternativa a legislação ambiental vigente para as APP s e RL. Materiais e Métodos A área de estudo é composta de seis unidades amostrais (u.a.) permanentes, cada uma de 0,5 ha totalizando 3 ha, sendo cinco delas implantadas em fragmentos de FOM nos municípios de Castro (CT), Boa Ventura de São Roque (BSR), Guarapuava (GUA), Reserva do Iguaçu (RI) e Coronel Vivida (CV) e uma unidade experimental em fragmento de Floresta Estacional Semidecidual, no município de São José das Palmeiras (SJP), no Estado do Paraná. Cada unidade foi subdividida em 50 subunidades de 100 m² (10 x 10 m), sendo que todos os indivíduos medidos (com diâmetro a altura do peito (DAP) 5 cm) foram referenciados pela determinação das coordenadas (X, Y) em relação ao início das amostras. Na realização do levantamento de campo, foi empregado o Método de

3 Amostragem de Área Fixa. Nas u.a. estão sendo realizados levantamentos florísticos e análises fitossociológicas, coletas de material (árvores, sub-bosque e serapilheira) para análise de carbono e nutrientes, bem como determinação de biomassa. Para avaliar a serapilheira sobre o solo foram coletadas 50 amostras em cada u.a., em todas as subunidades ímpares (1, 3,..., 49), em dois pontos (extremos opostos em diagonal), utilizando-se um gabarito de metal (25x 25 cm Figura 1A). Foi considerado sub-bosque toda vegetação não mensurada (árvores), sendo amostrado 1 m 2 (1 m x 1 m) nas subunidades impares (25 amostras por u.a.), onde foi coletado toda biomassa acima do solo (Figura 1B). As árvores amostradas foram escolhidas a partir dos dados obtidos no levantamento fitossociológico, onde a variação diamétrica observada em cada um dos fragmentos foi agrupada em diâmetro médio para cada espécie encontrada. Após a seleção e abate das árvores, os componentes da biomassa (folhas, miscelânea: fruto, flor, semente e outros, galhos vivos Figura 1C e mortos, madeira e casca do fuste - Figura 1D) foram todos separados e pesados no campo (biomassa úmida) e no laboratório (biomassa seca). Paralelamente a determinação da biomassa foi realizada cubagem rigorosa. Após a obtenção das medidas de diâmetros com casca e altura do ponto de inversão morfológico, os fustes eram seccionados nos pontos da cubagem e logo após pesados. Nos componentes casca e madeira, coletaram-se três amostras nas seguintes posições ao longo do fuste: na base da árvore (0%), no meio (50%) e na ponta (100%) da altura total da árvore.

4 Figura 2 Coletas do serapilheira (A), sub-bosque (B), galhos vivos (C) e fuste (D) Todas as amostras foram pesadas em balança com precisão de 0,01 g, identificadas, armazenadas em sacos de papel, transportadas até o Laboratório no Campus do CEDETEG/UNICENTRO, Guarapuava. Em laboratório foi colocado todo material em estufas com temperatura inicial a 60 C e temperatura final 70 C até peso constante com circulação de ar forçada, com determinação do peso seco e moagem para análise do teor de carbono e nutrientes, que será realizada na UFSM. Resultados e Discussão Nas u.a., foram amostradas 38 árvores em RI, 33 árvores em CV, 26 árvores em BSR, 48 árvores em CT, 32 árvores em SJP, e em GUA a coleta ainda será feita. Ainda foram coletadas 25 amostras para sub-bosque e 50 para serapilheira em cada u.a., totalizando 150 e 300 amostras para os dois componentes respectivamente.

5 Pretende-se com este trabalho valorizar os fragmentos florestais, ressaltando a sua importância ecológica, e também contribuir para o entendimento e valoração dos serviços ambientais (seqüestro de carbono, biodiversidade, produção de água, ar, etc.), defendendo a idéia de que a propriedade que preste estes serviços seja remunerada por ele, que deixe de ser uma obrigação e passe a ser uma alternativa de renda para os agricultores, principalmente para a agricultura familiar. Tabela 1 Quantidade de amostras por componentes e unidades amostrais Local Casca Folhas Fuste G. Vivo G. Morto Miscelânea RI CV BSR CT SJP Total A próxima etapa é a determinação do teor de carbono e nutrientes, quantificação da biomassa, carbono e nutrientes dos componentes e dos totais, por espécies e unidades amostrais, análise de variância e construção de equações alométricas para determinação destas variáveis pelo método não destrutivo, para posterior disponibilização dos dados ao público em geral, para aplicação em outras áreas de florestas na região. Conclusões A pesquisa é inédita para a região, e servirá de subsídios para outras pesquisas e trabalhos técnicos, no sentido de valorizar as florestas e serviços por ela prestados, com remuneração aos proprietários. Também servirá para melhorar o conhecimento sobre as espécies florestais nativas. Até o momento foram coletadas amostras de 176 árvores, faltando apenas as da unidade de Guarapuava, 150 para sub-bosque e 300 para serapilheira nas seis unidades amostrais.

6 Agradecimentos À Fundação RURECO pelo fomento às pesquisas, à USF e seus bolsistas, e a todos os proprietários das áreas que trabalharam conosco. Ao colega Raul Silvestre, Eng. Florestal, pela ajuda no inicio dos trabalhos. Referências Brepohl, D. (Análise da política de incentivos fiscais para o reflorestamento no Brasil e no Paraná) Dissertação de Mestrado, Universidade Federal do Paraná, 1980, 216p. Carvalho, P.E.R. Espécies florestais brasileiras: recomendações silviculturais, potencialidades e uso da madeira. Brasília: EMBRAPA-CNPF; EMBRAPA-SPI, p. IBGE. Manual técnico da vegetação brasileira. Rio de Janeiro, p.

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