UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FLORESTAIS LCF-1581

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FLORESTAIS LCF-1581"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FLORESTAIS LCF-1581 Recursos Florestais em Propriedades Agrícolas Trabalho final: Projeto de adequação ambiental e produção florestal para uma propriedade agrícola 1. Contextualização Os alunos do seu grupo, agora já formados como engenheiros agrônomos pela ESALQ, montaram uma empresa de consultoria, com expectativa de atuação em todo o Brasil. No primeiro trabalho que conseguiram, a empresa de vocês foi contratada para preparar um projeto de adequação ambiental e produção florestal de uma propriedade agrícola. O proprietário da fazenda precisa se adequar ao Código Florestal como parte de um Termo de Ajustamento de Conduta firmado junto ao Ministério Público estadual e para garantir o acesso ao crédito agrícola nas próximas safras, condicionado pela inscrição no Cadastro Ambiental Rural e adesão ao Programa de Regularização Ambiental. Adicionalmente, o proprietário está interessado em diversificar as atividades da propriedade e pretende produzir madeira, de forma complementar à atividade agrícola, mas não tem a menor ideia de como planejar isso. No componente de silvicultura, o principal desafio será entender os riscos e as oportunidades para o desenvolvimento de um projeto florestal para produção de biomassa, que poderá ser utilizada para múltiplos fins, de acordo com as aptidões e demandas de mercado onde o projeto será desenvolvido. O ponto relevante desta parte do projeto será adequar ou conciliar a escolha da espécie e seu manejo com as aptidões edafoclimáticas da área onde o projeto será desenvolvido com as demandas dos mercados locais ou regionais, visando redução dos custos de logística da madeira para as regiões de consumo. No entanto, diante da necessidade do proprietário em ter esse projeto com a maior brevidade possível, não haverá tempo hábil para que vocês visitem a propriedade, e todo o projeto deverá ser preparado com base em mapas e informações secundárias. Considere que a fazenda indicada ao seu grupo deverá ser produtora de uma das seguintes culturas: soja, milho, arroz, cana-de-açúcar ou feijão. A escolha da cultura para sua fazenda deverá ser feita pela associação da localização geográfica da propriedade com as principais regiões produtoras nacionais (ver IBGE). O projeto compreenderá as seguintes etapas:

2 2. Estrutura do projeto PARTE 1: DESCRIÇÃO REGIONAL - bioma e formação vegetal nos quais a propriedade está inserida - geologia e relevo - solos predominantes - clima e balanço hídrico (gráfico) - produtividade regional da cultura cultivada na sua propriedade PARTE 2: PLANO DE ADEQUAÇÃO AMBIENTAL - apresentar uma tabela das situações geradoras de APP encontradas na propriedade, a APP gerada e as respectivas áreas, de acordo com o modelo abaixo: Situação geradora de APP Faixa de APP Área de Faixa de Área de APP a gerada APP recomposição ser recomposta nessas obrigatória nessas situações situações nascente perene 50 m de raio 2,3 ha 15 m de raio 0,4 ha curso d'água perene com 30 m de 5,1 ha 8 m de 3,4 ha até 10 m de largura largura largura etc memorial descritivo da propriedade, considerando a aplicação da lei vigente, de acordo com o modelo abaixo: Situações Área de Preservação Permanente (APP) área (ha) observação - APP total calcule toda a área de APP, independentemente do uso do solo - Vegetação nativa em APP - APP de recomposição obrigatória considere apenas vegetação nativa estabelecida, e não áreas com regeneração natural calcule toda a faixa de APP na qual a recuperação é obrigatória, independentemente do uso do solo, incluindo vegetação nativa

3 - APP que deve ser recuperada calcule apenas a área que deverá ser recuperada, descontando as áreas que já estão cobertas com vegetação nativa Reserva Legal (RL) - RL total calcule a área de RL com base no percentual exigido por lei e o tamanho da propriedade - Vegetação nativa a ser contabilizada como RL - Déficit/excedente de RL calcule a área de vegetação nativa que poderá ser incluída como RL calcule, com base na exigência de RL e na disponibilidade de vegetação nativa, o balanço de área Área agrícola - Área agrícola fora de APP calcule a área disponível para agricultura, descontando já a área de vegetação nativa e de APP e RL a serem recuperadas - Área agrícola calcule a área que poderá ser mantida como área agrícola em consolidada em APP APP - Área agrícola total soma dos dois tipos anteriores de área agrícola - mapa da propriedade, apresentando as áreas de vegetação nativa, APP, APP a ser recuperada, área rural consolidada em APP, RL a ser recomposta (se for o caso), e área agrícola fora de APP. - recomendação de métodos de restauração florestal para as áreas a serem recuperadas em APP e para a recomposição da RL. PARTE 3: PRODUÇÃO FLORESTAL PARTE 3A: APTIDÃO DA ÁREA E SELEÇÃO DE ESPÉCIES Levando-se em conta as aptidões edafoclimáticas da área que vocês irão desenvolver o projeto, realizar a escolha adequada da espécie, voltada para produção de biomassa, a partir de florestas de rápido crescimento. A escolha da espécie, após a análise de aptidão, deverá levar em conta também o uso desta madeira/biomassa onde o projeto esta inserido. Caso haja oportunidades de mercado, pode-se considerar, deste que atendendo à critérios técnicos, a

4 produção de biomassa florestal a partir de sistemas agrosilvopastoris (Exemplo de mapa de aptidão Figura 1. para espécies de eucaliptos no RS, usando altitude e risco de geadas). Figura 1. Mapa de aptidão edafoclimática para espécies de eucaliptos no RS (Embrapa). PARTE 3B: SISTEMA DE PRODUÇÃO DE BIOMASSA E MERCADOS Neste trabalho, optamos pelo uso da definição de madeira e/ou biomassa, para podermos contemplar múltiplas finalidades de uso, caso estes sejam possíveis. Não é necessário prever a produção de biomassa atendendo a múltiplos usos simultaneamente, mas levem em conta, que estas florestas plantadas podem produzir madeira para celulose, chapas e compensados, energia, lenha, produtos não madeireiros, tais como óleos essenciais e resinas, madeira para serraria, produção de postes e mourões, etc. Porém esta opção devera ser discutida previamente com os professores antes da escolha deste modelo de produção.

5 A Figura 2 abaixo ilustra os principais componentes deste Sub-Projeto, sendo que as opções de realizar todas as operações dentro da propriedade, com os recursos disponíveis na mesma versus contratação de serviços de terceiros, deverá devidamente discutida e avaliada, inclusive a produção de mudas. Devemos levar em consideração que a implantação deste projeto devera ser realizada a partir do uso de sistemas de produção e tecnológicas que potencializem a produção de biomassa por unidade de área, exceto no caso da opção por sistemas agrosilvopastoris. Porém mesmo com esta opção, o modelo deste sistema também deverá se utilizar de conhecimentos e tecnologias que sejam inovadoras e de fronteira, de acordo com as pesquisas realizadas por vocês e apropriadas a região onde o projeto será desenvolvido. Elementos do Sistemas de Producao de Biomassa Solo Mudas Plantio Manejo Floresta Figura 2. Elementos principais do sistema de produção de biomassa que deverão ser contemplados Finalmente, no elemento final do sistema de produção de biomassa, as florestas em pé, produzidas, deverá ser feita uma estimativa do custo de produção desta madeira, considerando o modelo de produção adotado, e qual o destino final desta madeira, indicando quais as margens de receita ou lucros esperados a partir do preço de mercado pago a biomassa produzida na região de inserção da propriedade selecionada. Detalhes adicionais sobre este último elemento serão fornecidos durante as aulas. 3. Composição dos grupos alunos O projeto será desenvolvido por grupos de no máximo quatro alunos, e mínimo de três 4. Estrutura do relatório

6 O Relatório deve escrito na de forma profissional, mesclando aspectos técnicos com justificativas. Deve necessariamente conter: - Título, Data, Autores, Turma, Sumário Indicar na capa qual a participação específica de cada membro do grupo de trabalho Introdução Breve histórico da região, descrevendo e justificando o empreendimento proposto frente às condições locais e de mercado Objetivos - 3. Descrição regional (parte 1) - 4. Plano de adequação ambiental (parte 2) - 5. Produção florestal (parte 3) - 6. Conclusões - 7. Referências Bibliográficas e Contatos técnicos Formatação: Fonte Times New Roman, tamanho 12, espaçamento entre linhas de 1,5, página tamanho A4, páginas numeradas, apresentação de índice. a literatura consultada devera ser citada ao final seguindo as normas da ABNT, sendo que todas as figuras, gráficos e tabelas deverão ser adequadamente identificadas e nomeadas. Tamanho máximo permitido para o projeto (incluindo mapas e figuras): 15 pág. Dicas para uma boa nota no trabalho: a. Comece imediatamente a trabalhar b. Realmente encare este desafio de saber planejar c. Não use <copiar> <colar> pois é facilmente detectado na correção e leva a nota ao valor ZERO. d. Todas as referências utilizadas (livros, revistas, artigos, sites, contatos) deverão ser citados no texto e incluídos nas referências bibliográficas (padrão ABNT). e. A presença de trechos copiados da Internet leva a nota ao valor ZERO f. Redija de forma organizada e clara g. Mostre claramente os cálculos quando necessários h. Justifique as suas escolhas tecnicamente i. Seja original.

7 5. Prazos - o trabalho deverá ser entregue impresso, com os mapas coloridos. Não serão aceitos trabalhos enviados por . - Entrega das partes 1 e 2: no dia da prova parcial, até o final do período de aplicação da prova. Não serão recebidos trabalhos após esse período, e o grupo receberá nota zero. - Entrega da parte 3: no dia da prova final, até o final do período de aplicação da prova. Não serão recebidos trabalhos após esse período, e o grupo receberá nota zero.

Saiba mais sobre o Novo Código Florestal Brasileiro e o CAR COLADO NA CAPA

Saiba mais sobre o Novo Código Florestal Brasileiro e o CAR COLADO NA CAPA Saiba mais sobre o Novo Código Florestal Brasileiro e o CAR COLADO NA CAPA Índice O que o agricultor brasileiro deve saber sobre o Novo Código Florestal?...1 Começando a regularizar o imóvel rural...2

Leia mais

Impacto das Alterações do Código Florestal: Quais Políticas de Conservação no Pós Código?

Impacto das Alterações do Código Florestal: Quais Políticas de Conservação no Pós Código? Impacto das Alterações do Código Florestal: Quais Políticas de Conservação no Pós Código? Dr. Sergius Gandolfi IV Simpósio sobre RAD - Ibt 16/11/2011-14h- Capital (SP) Biólogo, Laboratório de Ecologia

Leia mais

ecoturismo ou turismo. As faixas de APP que o proprietário será obrigado a recompor serão definidas de acordo com o tamanho da propriedade.

ecoturismo ou turismo. As faixas de APP que o proprietário será obrigado a recompor serão definidas de acordo com o tamanho da propriedade. São as áreas protegidas da propriedade. Elas não podem ser desmatadas e por isso são consideradas Áreas de Preservação Permanente (APPs). São as faixas nas margens de rios, lagoas, nascentes, encostas

Leia mais

Lei 12.651/2012. Prof. Dr. Rafaelo Balbinot Departamento. de Eng. Florestal UFSM Frederico Westphalen

Lei 12.651/2012. Prof. Dr. Rafaelo Balbinot Departamento. de Eng. Florestal UFSM Frederico Westphalen Lei 12.651/2012 Prof. Dr. Rafaelo Balbinot Departamento. de Eng. Florestal UFSM Frederico Westphalen Considerações Padrão Legal X Padrão de Qualidade Capacitação para aplicação da lei Análise individual

Leia mais

A AGRICULTURA EM MACHADINHO D OESTE & O CÓDIGO FLORESTAL EVARISTO DE MIRANDA

A AGRICULTURA EM MACHADINHO D OESTE & O CÓDIGO FLORESTAL EVARISTO DE MIRANDA A AGRICULTURA EM MACHADINHO D OESTE & O CÓDIGO FLORESTAL EVARISTO DE MIRANDA Coordenador do Grupo de Inteligência Territorial Estratégica GITE da Embrapa TULIO BARBOSA Mineiro de Guidoval TULIO BARBOSA

Leia mais

Entendendo o Novo Código Florestal II CBRA 2012. Eduardo Chagas Engº Agrônomo, M.Sc Chefe DRNRE / IDAF

Entendendo o Novo Código Florestal II CBRA 2012. Eduardo Chagas Engº Agrônomo, M.Sc Chefe DRNRE / IDAF Entendendo o Novo Código Florestal II CBRA 2012 Eduardo Chagas Engº Agrônomo, M.Sc Chefe DRNRE / IDAF O Idaf por definição O IDAF, é a entidade responsável pela execução da política, florestal, bem como

Leia mais

VIII Simpósio Técnicas de Plantio e Manejo de Eucalipto para Usos Múltiplos

VIII Simpósio Técnicas de Plantio e Manejo de Eucalipto para Usos Múltiplos VIII Simpósio Técnicas de Plantio e Manejo de Eucalipto para Usos Múltiplos Linhas de crédito para o setor florestal Homero José Rochelle Engº Agrônomo ESALQ 1979 Plano de Safra 2014/2015 MAPA - Ministério

Leia mais

MINISTERIO DO MEIO AMBIENTE DEPARTAMENTO DE FLORESTAS

MINISTERIO DO MEIO AMBIENTE DEPARTAMENTO DE FLORESTAS MINISTERIO DO MEIO AMBIENTE DEPARTAMENTO DE FLORESTAS Referência: Agenda para a criação de instrumentos de financiamentos e crédito para o setor florestal Interessado: DFLOR/SBF/MMA. 1. ANTECEDENTES: O

Leia mais

O Novo Código Florestal

O Novo Código Florestal Madeira 2012 O Novo Código Florestal Prof. Sebastião Renato Valverde SIF/DEF/UFV Vitória, ES Novo Código Florestal Disposições Permanentes.Poucas alterações nos parâmetros de APPs e RL Disposições transitórias.voltam-se

Leia mais

BR 116/RS Gestão Ambiental. Oficina para Capacitação em Gestão Ambiental

BR 116/RS Gestão Ambiental. Oficina para Capacitação em Gestão Ambiental BR 116/RS Gestão Ambiental Programa de Apoio às Prefeituras Municipais Oficina para Capacitação em Gestão Ambiental Novo Código Florestal Inovações e aspectos práticos STE Serviços Técnicos de Engenharia

Leia mais

Novo Código Florestal Lei 12.651/12. Rodrigo Justus de Brito Advogado e Engº Agroº Especialista em Legislação Ambiental

Novo Código Florestal Lei 12.651/12. Rodrigo Justus de Brito Advogado e Engº Agroº Especialista em Legislação Ambiental Novo Código Florestal Lei 12.651/12 Rodrigo Justus de Brito Advogado e Engº Agroº Especialista em Legislação Ambiental Fevereiro - 2013 ROTEIRO 1. HISTORICO DO CODIGO FLORESTAL a. EVOLUCAO DOS CONCEITOS

Leia mais

AS COOPERATIVAS FLORESTAL. Magno Botelho Castelo Branco

AS COOPERATIVAS FLORESTAL. Magno Botelho Castelo Branco AS COOPERATIVAS AGROPECUÁRIAS E O MDL FLORESTAL Guia de Orientação Magno Botelho Castelo Branco Objetivos Gi Guia de orientação sobre o MDL florestal tl para cooperativas agropecuárias; Conceitua o MDL

Leia mais

IMPACTOS DA LEGISLAÇÃO AMBIENTAL EM PEQUENAS PROPRIEDADES RURAIS NO MUNICÍPIO DE ITAPIRANGA

IMPACTOS DA LEGISLAÇÃO AMBIENTAL EM PEQUENAS PROPRIEDADES RURAIS NO MUNICÍPIO DE ITAPIRANGA IMPACTOS DA LEGISLAÇÃO AMBIENTAL EM PEQUENAS PROPRIEDADES RURAIS NO MUNICÍPIO DE ITAPIRANGA Daniel Schull Brandão 1 ; Fabiana Raquel Muhl 2, Anderson Rhoden 3, Neuri Antonio Feldmann 4 Palavras-Chave:

Leia mais

USO DA TERRA NO BRASIL 851 milhões de hectares

USO DA TERRA NO BRASIL 851 milhões de hectares USO DA TERRA NO BRASIL 851 milhões de hectares URBANIZAÇÃO E OUTROS USOS 4% AGRICULTURA 7% VEGETAÇÃO NATURAL (FLORESTAIS E OUTROS) 65% PASTAGENS 23% FONTES: MMA/IBGE-PAM(2010)/INPE/CENSO AGROPECUÁRIO 2006

Leia mais

Módulo fiscal em Hectares 20 10 16 12

Módulo fiscal em Hectares 20 10 16 12 CÓDIGO FLORESTAL COMO SE REGULARIZAR O QUE É CÓDIGO FLORESTAL? O Código é uma lei que estabelece limites e obrigações no uso da propriedade,, que deve respeitar a vegetação existente na terra, considerada

Leia mais

Jornal Brasileiro de Indústrias da Biomassa Biomassa Florestal no Estado de Goiás

Jornal Brasileiro de Indústrias da Biomassa Biomassa Florestal no Estado de Goiás Jornal Brasileiro de Indústrias da Biomassa Biomassa Florestal no Estado de Goiás O Estado de Goiás está situado na Região Centro-Oeste do Brasil e, segundo dados oficiais, ocupa área territorial de 340.111,783

Leia mais

Comparação entre lei 4771 e PL relatado pelo Dep.Aldo Rebelo preparado por Zeze Zakia Versão preliminar ( APP)

Comparação entre lei 4771 e PL relatado pelo Dep.Aldo Rebelo preparado por Zeze Zakia Versão preliminar ( APP) Lei 4771 versão em vigor II área de preservação permanente: área protegida nos termos dos arts. 2 o e 3 o desta Lei, coberta ou não por vegetação nativa, com a função ambiental de preservar os recursos

Leia mais

NOVO CÓDIGO FLORESTAL: IMPLICAÇÕES E MUDANÇAS PARA A REALIDADE DO PRODUTOR DE LEITE BRASILEIRO

NOVO CÓDIGO FLORESTAL: IMPLICAÇÕES E MUDANÇAS PARA A REALIDADE DO PRODUTOR DE LEITE BRASILEIRO NOVO CÓDIGO FLORESTAL: IMPLICAÇÕES E MUDANÇAS PARA A REALIDADE DO PRODUTOR DE LEITE BRASILEIRO Enio Resende de Souza Eng. Agr. M.Sc. Manejo Ambiental / Coordenador Técnico / Meio Ambiente Gestão do Produto

Leia mais

Rodrigo Justus de Brito Advogado e Engº Agroº Especialista em Legislação Ambiental. Fevereiro - 2013

Rodrigo Justus de Brito Advogado e Engº Agroº Especialista em Legislação Ambiental. Fevereiro - 2013 Rodrigo Justus de Brito Advogado e Engº Agroº Especialista em Legislação Ambiental Fevereiro - 2013 ROTEIRO 1. HISTORICO DO CODIGO FLORESTAL a. EVOLUCAO DOS CONCEITOS DE APP e RESERVA LEGAL b. PROCESSO

Leia mais

63ª Reunião Anual da SBPC 14/7/2011-13:00h - Goiânia (GO)

63ª Reunião Anual da SBPC 14/7/2011-13:00h - Goiânia (GO) Código Florestal: O Projeto em Tramitação Consequências das Mudanças Propostas Dr. Sergius Gandolfi 63ª Reunião Anual da SBPC 14/7/2011-13:00h - Goiânia (GO) Biólogo, Laboratório de Ecologia e Restauração

Leia mais

Iniciativa Verde. Pontos para aplicação do novo Código Florestal, Lei 12.651/12

Iniciativa Verde. Pontos para aplicação do novo Código Florestal, Lei 12.651/12 Iniciativa Verde Pontos para aplicação do novo Código Florestal, Lei 12.651/12 Roberto Ulisses Resende São Paulo, março de 2013 Introdução Esta é a primeira versão do documento elaborado pela Iniciativa

Leia mais

o papel das florestas nas propriedades agrícolas

o papel das florestas nas propriedades agrícolas Fórum Internacional de Estudos Estratégicos para o Desenvolvimento Agropecuário e Respeito ao Clima o papel das florestas nas propriedades agrícolas prof. gerd sparovek usp.esalq contato gerd@usp.br Perguntas

Leia mais

Ferramentas de sensoriamento remoto e SIG aplicadas ao novo Código Florestal

Ferramentas de sensoriamento remoto e SIG aplicadas ao novo Código Florestal 1/33 Ferramentas de sensoriamento remoto e SIG aplicadas ao novo Código Florestal Introdução Eng. Allan Saddi Arnesen Eng. Frederico Genofre Eng. Matheus Ferreira Eng. Marcelo Pedroso Curtarelli 2/33 Conteúdo

Leia mais

ANÁLISE ECONÔMICA DE PROJETOS DE RECUPERAÇÃO FLORESTAL. Luiz Carlos Estraviz Rodriguez ESA "Luiz de Queiroz" ESALQ/USP (luiz.estraviz@esalq.usp.

ANÁLISE ECONÔMICA DE PROJETOS DE RECUPERAÇÃO FLORESTAL. Luiz Carlos Estraviz Rodriguez ESA Luiz de Queiroz ESALQ/USP (luiz.estraviz@esalq.usp. ANÁLISE ECONÔMICA DE PROJETOS DE RECUPERAÇÃO FLORESTAL Luiz Carlos Estraviz Rodriguez ESA "Luiz de Queiroz" ESALQ/USP (luiz.estraviz@esalq.usp.br) 1 SUMÁRIO 1. Conceituando restauração 2. Recuperar. Por

Leia mais

Entendendo o Código Florestal. II Congresso Brasileiro de Reflorestamento Ambiental Novembro 23 de Outubro de 2012

Entendendo o Código Florestal. II Congresso Brasileiro de Reflorestamento Ambiental Novembro 23 de Outubro de 2012 Entendendo o Código Florestal II Congresso Brasileiro de Reflorestamento Ambiental Novembro 23 de Outubro de 2012 Tópicos abordados hoje: * Florestas no Planejamento Federal; * Lei 12.651/12 Estrutura

Leia mais

Histórico. Os Incentivos Fiscais

Histórico. Os Incentivos Fiscais Histórico Há mais de século eram plantadas no Brasil as primeiras mudas de eucalipto, árvore originária da Austrália. Desde então se originou uma história de sucesso: nascia a silvicultura brasileira.

Leia mais

Tema: Reserva Legal. Familiar/MMA

Tema: Reserva Legal. Familiar/MMA Tema: Reserva Legal Norma atual Proposta 1 Proposta Agricultura Proposta Movimento MAPA/ruralistas Familiar/MMA Socioambientalista Recuperação de RL: exige a Reconhecimento de Não aceitar anistia para

Leia mais

QUESTÕES-CHAVE DO NOVO CÓDIGO FLORESTAL

QUESTÕES-CHAVE DO NOVO CÓDIGO FLORESTAL RESUMO PARA POLÍTICA PÚBLICA NOVO CÓDIGO FLORESTAL PARTE I: DECIFRANDO O NOVO CÓDIGO FLORESTAL QUESTÕES-CHAVE DO NOVO CÓDIGO FLORESTAL O novo Código Florestal dispõe sobre o uso e a proteção da vegetação

Leia mais

Aprenda a produzir e preservar mais com a Série Produção com Preservação do Time Agro Brasil Entre no portal www.timeagrobrasil.com.

Aprenda a produzir e preservar mais com a Série Produção com Preservação do Time Agro Brasil Entre no portal www.timeagrobrasil.com. 1 Aprenda a produzir e preservar mais com a Série Produção com Preservação do Time Agro Brasil Entre no portal www.timeagrobrasil.com.br e baixe todas as cartilhas, ou retire no seu Sindicato Rural. E

Leia mais

O Código Florestal e a contribuição dos trabalhadores de pesquisa e desenvolvimento

O Código Florestal e a contribuição dos trabalhadores de pesquisa e desenvolvimento O Código Florestal e a contribuição dos trabalhadores de pesquisa e desenvolvimento agropecuário Vicente Almeida Presidente do SINPAF O que é o SINPAF? É o Sindicato Nacional que representa os trabalhadores

Leia mais

PLANEJANDO A CONSERVAÇÃO DO CERRADO. Conciliando Biodiversidade e Agricultura

PLANEJANDO A CONSERVAÇÃO DO CERRADO. Conciliando Biodiversidade e Agricultura PLANEJANDO A CONSERVAÇÃO DO CERRADO Conciliando Biodiversidade e Agricultura DESAFIO Compatibilizar a Conservação e a Agricultura O crescimento da população global e a melhoria dos padrões de vida aumentaram

Leia mais

Legislação Ambiental Brasileira: Entraves, Sucessos e Propostas Inovadoras no Âmbito da Pequena Propriedade

Legislação Ambiental Brasileira: Entraves, Sucessos e Propostas Inovadoras no Âmbito da Pequena Propriedade Legislação Ambiental Brasileira: Entraves, Sucessos e Propostas Inovadoras no Âmbito da Pequena Propriedade Fórum sobre Área de Preservação Permanente e Reserva Legal na Paisagem e Propriedade Rural Piracicaba,

Leia mais

DISPOSIÇÕES PERMANENTES

DISPOSIÇÕES PERMANENTES Revista RG Móvel - Edição 31 DISPOSIÇÕES PERMANENTES CADASTRO AMBIENTAL RURAL (CAR): O novo Código Florestal determina a criação do CAR (Cadastro Ambiental Rural) e torna obrigatório o registro para todos

Leia mais

PROCERRADO PROJETO DE REDUÇÃO DO DESMATAMENTO E DAS QUEIMADAS NO CERRADO DO PIAUÍ TERMO DE REFERÊNCIA

PROCERRADO PROJETO DE REDUÇÃO DO DESMATAMENTO E DAS QUEIMADAS NO CERRADO DO PIAUÍ TERMO DE REFERÊNCIA PROCERRADO PROJETO DE REDUÇÃO DO DESMATAMENTO E DAS QUEIMADAS NO CERRADO DO PIAUÍ Acordo de Doação Nº TF016192 TERMO DE REFERÊNCIA TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA INDIVIDUAL DE LONGO

Leia mais

Jornal Canal da Bioenergia A energia das florestas Agosto de 2014 Ano 9 Nº 94

Jornal Canal da Bioenergia A energia das florestas Agosto de 2014 Ano 9 Nº 94 Jornal Canal da Bioenergia A energia das florestas Agosto de 2014 Ano 9 Nº 94 Apesar de pouco explorada, a biomassa florestal pode ser uma das alternativas para a diversificação da matriz energética Por

Leia mais

ELABORAÇÃO DE MANUAL PARA RESTAURAÇÃO ECOLÓGICA DE APPs e RLs PARA ANGÉLICA E MUNICÍPIOS VIZINHOS - MS

ELABORAÇÃO DE MANUAL PARA RESTAURAÇÃO ECOLÓGICA DE APPs e RLs PARA ANGÉLICA E MUNICÍPIOS VIZINHOS - MS ELABORAÇÃO DE MANUAL PARA RESTAURAÇÃO ECOLÓGICA DE APPs e RLs PARA ANGÉLICA E MUNICÍPIOS VIZINHOS - MS 1. Contextualização e Justificativa A The Nature Conservancy (TNC) é uma organização sem fins lucrativos,

Leia mais

CICLO DE PALESTRAS E DEBATES

CICLO DE PALESTRAS E DEBATES CICLO DE PALESTRAS E DEBATES PLC PROGRAMA Nº 30/11 NOVO PRODUTOR CÓDIGO FLORESTAL DE ÁGUA Ã NO GUARIROBA Á COMISSÃO DE AGRICULTURA E REFORMA AGRÁRIA DO SENADO FEDERAL Devanir Garcia dos Santos Gerente

Leia mais

TEXTO EM VIGOR EM VERDE

TEXTO EM VIGOR EM VERDE BUREAUX JURÍDICOS ASSOCIADOS Porto Alegre-RS Brasília-DF São Paulo-SP Belo Horizonte-MG Ricardo Alfonsin Advogados Ricardo Barbosa Alfonsin OAB/RS 9.275 Breno Moreira Mussi OAB/RS 5.791 Arilei Ribeiro

Leia mais

Cadastro Ambiental Rural

Cadastro Ambiental Rural Cadastro Ambiental Rural E suas possíveis contribuições para a gestão de bacias hidrográficas Botucatu 28/06/2013 Caroline Vigo Cogueto Centro de Monitoramento Coordenadoria de Biodiversidade e Recursos

Leia mais

Resolução SMA nº 70 DE 02/09/2014 Norma Estadual - São Paulo Publicado no DOE em 03 set 2014

Resolução SMA nº 70 DE 02/09/2014 Norma Estadual - São Paulo Publicado no DOE em 03 set 2014 Resolução SMA nº 70 DE 02/09/2014 Norma Estadual - São Paulo Publicado no DOE em 03 set 2014 Define a metodologia a ser adotada em caráter experimental para a conversão das obrigações de reposição florestal

Leia mais

Florestas Energéticas. Alex Carneiro Leal Engenheiro Florestal 22 de maio de 2014

Florestas Energéticas. Alex Carneiro Leal Engenheiro Florestal 22 de maio de 2014 Florestas Energéticas Alex Carneiro Leal Engenheiro Florestal 22 de maio de 2014 O IAPAR Vinculado à Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (SEAB), é o órgão de pesquisa que da embasamento tecnológico

Leia mais

5.2.3.1.1 Editar Matrícula

5.2.3.1.1 Editar Matrícula Figura 37 Tabela de matrículas adicionadas. 5.2.3.1.1 Editar Matrícula Para editar uma matrícula, o usuário deve acessar a opção (Editar), conforme destaque na Figura 38. O sistema irá carregar os dados

Leia mais

Comissão Nacional de Silvicultura e Agrossilvicultura

Comissão Nacional de Silvicultura e Agrossilvicultura CONFEDERAÇÃO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA DO BRASIL Comissão Nacional de Silvicultura e Agrossilvicultura Camila Soares Braga Assessora Técnica Bem estar humano F ood F resh water F uel F iber A gente não

Leia mais

Código Florestal Brasileiro Lei Federal 12.651/12. 4º Ecologia 28/09/2015

Código Florestal Brasileiro Lei Federal 12.651/12. 4º Ecologia 28/09/2015 1 Código Florestal Brasileiro Lei Federal 12.651/12 4º Ecologia 28/09/2015 Motivação para criação 2 Conservação de ecossistemas naturais é interessante! Única lei nacional que veta a ocupação urbana ou

Leia mais

Relatório mensal JULHO/2014. Projeto: Estudo e implantação de floresta para manejo sustentado na Escola Técnica Prof. Dr. Antonio Eufrásio de Toledo.

Relatório mensal JULHO/2014. Projeto: Estudo e implantação de floresta para manejo sustentado na Escola Técnica Prof. Dr. Antonio Eufrásio de Toledo. Relatório mensal JULHO/2014 Projeto: Estudo e implantação de floresta para manejo sustentado na Escola Técnica Prof. Dr. Antonio Eufrásio de Toledo. Atividades desenvolvidas no mês: Estudo das espécies

Leia mais

13-05-2015 EUCALIPTO. plantio. Projeção de Receitas e Resultados. Fomento. Como suprir tamanha demanda preservando as florestas nativas?

13-05-2015 EUCALIPTO. plantio. Projeção de Receitas e Resultados. Fomento. Como suprir tamanha demanda preservando as florestas nativas? 13-05-2015 Como suprir tamanha demanda preservando as florestas nativas? Através de florestas plantadas de Eucalipto e Pinus. Cada 1ha destas preservam 10ha de nativas. EUCALIPTO O plantio de Eucalipto

Leia mais

FLORESTAS PLANTADAS E CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NO BRASIL

FLORESTAS PLANTADAS E CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NO BRASIL FLORESTAS PLANTADAS E CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NO BRASIL Uma posição institucional conjunta de: Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais Sociedade Brasileira de Silvicultura Departamento de Ciências

Leia mais

A BIOMASSA FLORESTAL PRIMARIA

A BIOMASSA FLORESTAL PRIMARIA A BIOMASSA FLORESTAL PRIMARIA Entende-se por biomassa florestal primaria (BFP) a fração biodegradável dos produtos gerados e que são processados com fins energéticos. Nos casos dos reflorestamentos, a

Leia mais

8º. Curso de Atualização em Eucaliptocultura. Adequação Legal da Propriedade Rural

8º. Curso de Atualização em Eucaliptocultura. Adequação Legal da Propriedade Rural 8º. Curso de Atualização em Eucaliptocultura Adequação Legal da Propriedade Rural Eng o. F tal. Msc. João Carlos Teixeira Mendes jctmende@esalq.usp.br Departamento de Ciências Florestais Estação Experimental

Leia mais

Legislação Anterior Novo Código Florestal Avanços

Legislação Anterior Novo Código Florestal Avanços A APP era computada a partir das margens de rio ou cursos d água, pelo nível mais alto do período de cheia. Várzeas eram consideradas parte dos rios ou cursos d água, porque são inundadas durante o período

Leia mais

Cadastro Ambiental Rural e Programa de Regularização Ambiental

Cadastro Ambiental Rural e Programa de Regularização Ambiental Cadastro Ambiental Rural e Programa de Regularização Ambiental Segundo a Lei Federal 12.651/2012 e Decreto Federal 7.830/2012 ESALQ Março/Abril de 2014 Caroline Vigo Cogueto Centro de Monitoramento e Avaliação

Leia mais

OPORTUNIDADES PARA FLORESTAS ENERGÉTICAS NA GERAÇÃO DE ENERGIA NO BRASIL

OPORTUNIDADES PARA FLORESTAS ENERGÉTICAS NA GERAÇÃO DE ENERGIA NO BRASIL APRESENTAÇÃO OPORTUNIDADES PARA FLORESTAS ENERGÉTICAS NA GERAÇÃO DE ENERGIA NO BRASIL AGROICONE JULHO 2015 TEMA CÓDIGO FLORESTAL PROJETO OPORTUNIDADES PARA FLORESTAS ENERGÉTICAS NA GERAÇÃO DE BIOENERGIA

Leia mais

XV COBREAP - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS - IBAPE/SP 2009

XV COBREAP - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS - IBAPE/SP 2009 XV COBREAP - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS - IBAPE/SP 2009 ANÁLISE COMPARATIVA NA AVALIAÇÃO DE FLORESTA PLANTADA DE PINUS PELO MÉTODO DO VALOR ECONÔMICO, UTILIZANDO COMO PARÂMETROS

Leia mais

VII Reunião de Atualização em Eucalitptocultura

VII Reunião de Atualização em Eucalitptocultura VII Reunião de Atualização em Eucalitptocultura Planejamento da Propriedade Agrícola (APP e RL) Eng o. F tal. Msc. João Carlos Teixeira Mendes Dept o. Ciências Florestais ESALQ/USP Estação Experimental

Leia mais

Especialização em Direito Ambiental. 3. As principais funções das matas ciliares são:

Especialização em Direito Ambiental. 3. As principais funções das matas ciliares são: Pedro da Cunha Barbosa. Especialização em Direito Ambiental. Área do conhecimento jurídico que estuda as relações entre o homem e a natureza, é um ramo do direito diferenciado em suas especificidades e,

Leia mais

Desafios e oportunidades associadas ao Cadastro Ambiental Rural (CAR) 7ª CONSEGURO setembro 2015

Desafios e oportunidades associadas ao Cadastro Ambiental Rural (CAR) 7ª CONSEGURO setembro 2015 Desafios e oportunidades associadas ao Cadastro Ambiental Rural (CAR) 7ª CONSEGURO setembro 2015 Meta brasileira de redução das emissões até 2020 36,1% a 38,9% das 3.236 MM de tonco2eq de emissões projetadas

Leia mais

MATERIAL DE APOIO PROFESSOR

MATERIAL DE APOIO PROFESSOR CURSO INTENSIVO III Disciplina: Direito Ambiental Prof. Fabiano Melo Data: 09.12.2009 Aula nº 06 MATERIAL DE APOIO PROFESSOR Lei 4771/65 Art. 2 Consideram-se de preservação permanente, pelo só efeito desta

Leia mais

Roteiro de visita a campo

Roteiro de visita a campo Roteiro de visita a campo 4Fs Brasil - The Forest Dialogue (TFD) 11-14 Novembro 2012, Capão Bonito, Brasil Dia 1 Domingo, 11 de Novembro 8:00 Saída dos hotéis 8:30 Chegada ao IDEAS e informações sobre

Leia mais

Banco do Brasil. Programa ABC

Banco do Brasil. Programa ABC Banco do Brasil Programa ABC Junho de 2015 Plano ABC Conceito Crédito orientado para promover a redução das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) na agricultura, conforme preconizado na Política Nacional

Leia mais

Planejando o Uso da Propriedade Rural I a reserva legal e as áreas de preservação permanente

Planejando o Uso da Propriedade Rural I a reserva legal e as áreas de preservação permanente Planejando o Uso da Propriedade Rural I a reserva legal e as áreas de preservação permanente Ricardo D. Gomes da Costa 1 Marcelo Araujo 2 A rápida destruição de ambientes naturais, juntamente com a redução

Leia mais

A importância da gestão para o pequeno e médio produtor florestal

A importância da gestão para o pequeno e médio produtor florestal A importância da gestão para o pequeno e médio produtor florestal Richard Respondovesk ESALQ - 20/08/2014 Tópicos A Empresa Áreas de atuação Cadeia produtiva florestal Planejamento e mercado Uso de tecnologias

Leia mais

VARIAÇÃO DA VIABILIDADE ECONOMICA FLORESTAL CONFORME O CÓDIGO FLORESTAL BRASILEIRO

VARIAÇÃO DA VIABILIDADE ECONOMICA FLORESTAL CONFORME O CÓDIGO FLORESTAL BRASILEIRO VARIAÇÃO DA VIABILIDADE ECONOMICA FLORESTAL CONFORME O CÓDIGO FLORESTAL BRASILEIRO William Tomaz Folmann¹, Maria Laura Quevedo Fernandez² e Gabriel de Magalhães Miranda³. ¹ Doutorando em Economia e Política

Leia mais

Licenciamento Ambiental no Estado de São Paulo

Licenciamento Ambiental no Estado de São Paulo Licenciamento Ambiental no Estado de São Paulo Aspectos relacionados com a Legislação Florestal / Mineração LEI FEDERAL 12651/12 Engª Amb. Adriana Maira Rocha Goulart Divisão de Apoio e Gestão dos Recursos

Leia mais

Prof. Pedro Brancalion

Prof. Pedro Brancalion Prof. Pedro Brancalion Reserva Legal: área localizada no interior de uma propriedade ou posse rural, delimitada nos termos do art. 12, com a função de assegurar o uso econômico de modo sustentável dos

Leia mais

1. DOCUMENTOS A SEREM APRESENTADOS

1. DOCUMENTOS A SEREM APRESENTADOS Secretaria de Estado do Meio SEMA-MT Roteiro Básico de Projeto de Compensação de Área de Reserva Legal (ARL) 1. DOCUMENTOS A SEREM APRESENTADOS I T E M N º. D O C U M E N T O S E X I G I D O S O B S E

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ ÁREA DE CONCENTRAÇÃO ENGENHARIA DE BIOSSISTEMAS

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ ÁREA DE CONCENTRAÇÃO ENGENHARIA DE BIOSSISTEMAS UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ ÁREA DE CONCENTRAÇÃO EM ENGENHARIA DE BIOSSISTEMAS CURSO DE ENGENHARIA AGRONÔMICA 2013 APRESENTAÇÃO Os programas das Áreas de Concentração

Leia mais

PORTARIA Nº 98 DE 11/06/2010 (Estadual - Minas Gerais) Data D.O.: 12/06/2010

PORTARIA Nº 98 DE 11/06/2010 (Estadual - Minas Gerais) Data D.O.: 12/06/2010 PORTARIA Nº 98 DE 11/06/2010 (Estadual - Minas Gerais) Data D.O.: 12/06/2010 Dispõe sobre a autorização para recebimento e homologação de laudos técnico-ambientais e plantas georreferenciadas, elaborados

Leia mais

7. Atividades realizadas pelo projeto no contexto da cooperação com o Funbio. 7.1. Palestras e oficina

7. Atividades realizadas pelo projeto no contexto da cooperação com o Funbio. 7.1. Palestras e oficina 7. Atividades realizadas pelo projeto no contexto da cooperação com o Funbio As atividades do projeto abaixo indicadas são financiadas exclusivamente pelo TFCA/Funbio, sendo que aquelas referentes ao planejamento

Leia mais

Rainforest Alliance Certified TM

Rainforest Alliance Certified TM Secretaría de la Red de Agricultura Sostenible Rainforest Alliance P. O. Box 1129 1 San José Costa Rica standards@sanstandards.org Rainforest Alliance Certified TM Resumo Público de Auditoria Certificação

Leia mais

Você atingiu o estágio: Recomendações. NOME: MUNICIPIO: Ipiranga Data de preenchimento do guia: 2012-02-14 Data de devolução do relatório:

Você atingiu o estágio: Recomendações. NOME: MUNICIPIO: Ipiranga Data de preenchimento do guia: 2012-02-14 Data de devolução do relatório: Guia de sustentabilidade na produção de soja na Agricultura Familiar Relatório individual NOME: Prezado senhor (a), Em primeiro lugar, no nome dacoopafi, da Gebana e da Fundação Solidaridad,gostaríamos

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA PARCELAMENTO DE SOLO: CODRAM 3414,40; CODRAM 3414,50; CODRAM 3414,60; CODRAM 3414,70; CODRAM 3415,10

TERMO DE REFERÊNCIA PARA PARCELAMENTO DE SOLO: CODRAM 3414,40; CODRAM 3414,50; CODRAM 3414,60; CODRAM 3414,70; CODRAM 3415,10 TERMO DE REFERÊNCIA PARA PARCELAMENTO DE SOLO: CODRAM 3414,40; CODRAM 3414,50; CODRAM 3414,60; CODRAM 3414,70; CODRAM 3415,10 O processo administrativo para aprovação e licenciamento de parcelamentos de

Leia mais

Cooperativas do Agronegócio

Cooperativas do Agronegócio Cooperativas do Agronegócio Brasília (DF), Novembro de 2009 Diretoria de Agronegócios Posicionamento Estratégico BB Atuar em cadeias de valor, apoiar o cooperativismo e o associativismo Diversificar a

Leia mais

O MEIO AMBIENTE E A AGROPECUÁRIA BRASILEIRA. Restrições x Oportunidades

O MEIO AMBIENTE E A AGROPECUÁRIA BRASILEIRA. Restrições x Oportunidades O MEIO AMBIENTE E A AGROPECUÁRIA BRASILEIRA Restrições x Oportunidades Secretaria de Políticas para o Desenvolvimento Sustentável SDS Dr. Gilney Amorim Viana ASPECTOS REGULATÓRIOS RELEVANTES Código Florestal:

Leia mais

FORMULÁRIOS PARA AUTORIZAÇÃO DE RECUPERAÇÃO OU RESTAURAÇÃO DE ÁREAS PROTEGIDAS COM SUPRESSÃO DE ESPÉCIES EXÓTICAS

FORMULÁRIOS PARA AUTORIZAÇÃO DE RECUPERAÇÃO OU RESTAURAÇÃO DE ÁREAS PROTEGIDAS COM SUPRESSÃO DE ESPÉCIES EXÓTICAS CONDIÇÃO OBRIGATÓRIA EXECUÇÃO DE PROJETO DE RECUPERAÇÃO DAS ÁREAS CONSIDERADAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE ATINGIDAS COM PLANTIOS E MANUTENÇÃO DE ÁRVORES NATIVAS DA REGIÃO E/OU CONDUÇÃO DA REGENERAÇÃO NATURAL,

Leia mais

Prazos estabelecidos pelo Novo Código Florestal. Prazos para o Poder Público

Prazos estabelecidos pelo Novo Código Florestal. Prazos para o Poder Público Prazos estabelecidos pelo Novo Código Florestal Prazos para o Poder Público Artigo Obrigação Prazo 11, 5º 13, 2º 29 47 59 59, 1º 78-A 82 Conclusão do Zoneamento Ecológico- Econômico da Zona Costeira ZEEZOC

Leia mais

DESAFIOS À EXPANSÃO DA AGROPECUÁRIA BRASILEIRA

DESAFIOS À EXPANSÃO DA AGROPECUÁRIA BRASILEIRA DESAFIOS À EXPANSÃO DA AGROPECUÁRIA BRASILEIRA Restrições Ambientais à Expansão Sustentável da Agropecuária Brasileira Assuero Doca Veronez Presidente da Comissão Nacional do Meio Ambiente da CNA assuero@mdnet.com.br

Leia mais

Novo Código Florestal Orientações Gerais ao Produtor Rural

Novo Código Florestal Orientações Gerais ao Produtor Rural Outubro 2012 Novo Código Florestal Orientações Gerais ao Produtor Rural Mediante a publicação da lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012; da lei nº 12.727, de 17 de outubro de 2012; e do Decreto nº 7.830,

Leia mais

Código Florestal: APP e RL

Código Florestal: APP e RL Código Florestal: APP e RL Decreto Federal 23793/34: Institui o Código Florestal Brasileiro (Getúlio Vargas) Art. 1º As florestas existentes no territorio nacional, consideradas em conjuncto, constituem

Leia mais

Políticas Públicas para Operacionalizar o CAR Câmara temática de Insumos Agropecuários Brasília, 27 de maio de 2014

Políticas Públicas para Operacionalizar o CAR Câmara temática de Insumos Agropecuários Brasília, 27 de maio de 2014 Políticas Públicas para Operacionalizar o CAR Câmara temática de Insumos Agropecuários Brasília, 27 de maio de 2014 O QUE É O CAR O Cadastro Ambiental Rural - CAR, é o registro público eletrônico de âmbito

Leia mais

Treinamento no Sistema de Cadastro Ambiental Rural

Treinamento no Sistema de Cadastro Ambiental Rural Treinamento no Sistema de Cadastro Ambiental Rural Programação Manhã: teórica Conceitos da legislação ambiental Conceitos específicos do CAR e do PRA Tarde: prática Considerações sobre o sistema Apresentação

Leia mais

O QUE É O CAR? Lei 12.651/2012 Novo Código Florestal

O QUE É O CAR? Lei 12.651/2012 Novo Código Florestal 1 MARCO LEGAL MARCO LEGAL O QUE É O CAR? Lei 12.651/2012 Novo Código Florestal Cadastro Ambiental Rural CAR: Âmbito Nacional Natureza declaratória Obrigatório para todas as propriedades e posses Base de

Leia mais

O QUE É O CAR? Lei 12.651/2012 Novo Código Florestal

O QUE É O CAR? Lei 12.651/2012 Novo Código Florestal 1 MARCO LEGAL MARCO LEGAL O QUE É O CAR? Lei 12.651/2012 Novo Código Florestal Cadastro Ambiental Rural CAR: Âmbito Nacional Natureza declaratória Obrigatório para todas as propriedades e posses Base de

Leia mais

Reflorestamento de Uso Múltiplo: Modelos de reflorestamento com funções ecológicas e aproveitamento

Reflorestamento de Uso Múltiplo: Modelos de reflorestamento com funções ecológicas e aproveitamento Dr. Sergius Gandolfi Reflorestamento de Uso Múltiplo: Modelos de reflorestamento com funções ecológicas e aproveitamento econômico Seminário Reflorestamento da Mata Atlântica no Estado do Rio de Janeiro

Leia mais

POLÍTICA FLORESTAL E O NOVO CÓDIGO

POLÍTICA FLORESTAL E O NOVO CÓDIGO POLÍTICA FLORESTAL E O NOVO CÓDIGO (Lei Federal n. 12.651/12) PROF. DR. RAFAEL COSTA FREIRIA E-MAIL: RAFAELFREIRIA@COM4.COM.BR DISCIPLINA: DIREITO AMBIENTAL Fundamentos e Temas de Trabalho na Questão Florestal

Leia mais

Considerações sobre o Código Florestal brasileiro

Considerações sobre o Código Florestal brasileiro Considerações sobre o Código Florestal brasileiro Apresentação: As informações deste texto resumem pesquisa recente da Universidade de São Paulo (USP). Apenas parte destas informações foi publicada. Artigos

Leia mais

Prof. Pedro Brancalion

Prof. Pedro Brancalion Prof. Pedro Brancalion Decreto Federal 23793/34: Institui o Código Florestal Brasileiro (Getúlio Vargas) Art. 1º As florestas existentes no territorio nacional, consideradas em conjuncto, constituem

Leia mais

Recuperação e Recomposição de Mata Ciliar e Reserva Legal

Recuperação e Recomposição de Mata Ciliar e Reserva Legal Recuperação e Recomposição de Mata Ciliar e Reserva Legal Novo Código Florestal (Lei 12651) Eng Agrônomo Ricardo Moraes Witzel, Msc Concepção de Propriedade Sustentável A discussão do novo código florestal

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SANTA CATARINA. II Seminário Estadual de Saneamento Ambiental

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SANTA CATARINA. II Seminário Estadual de Saneamento Ambiental MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SANTA CATARINA II Seminário Estadual de Saneamento Ambiental Regularização fundiária em áreas de preservação permanente APPs em zona urbana: uma proposta de gestão ALEXANDRE

Leia mais

Engenharia de Avaliações Aplicada às Áreas de Preservação Permanente (APP)

Engenharia de Avaliações Aplicada às Áreas de Preservação Permanente (APP) Engenharia de Avaliações Aplicada Às Áreas de Preservação Permanente (APP). Engenharia de Avaliações Aplicada às Áreas de Preservação Permanente (APP) 1. Fundamento Legal das APPs: Constituição Federal

Leia mais

VERDADES E MENTIRAS SOBRE O PROJETO DE LEI QUE ALTERA O CÓDIGO FLORESTAL

VERDADES E MENTIRAS SOBRE O PROJETO DE LEI QUE ALTERA O CÓDIGO FLORESTAL VERDADES E MENTIRAS SOBRE O PROJETO DE LEI QUE ALTERA O CÓDIGO FLORESTAL 1. Por que o código florestal precisa ser mudado? O Código Florestal de 1965 é uma boa legislação. Aliás, caso fosse exigido o cumprimento

Leia mais

Adequação Ambiental /CAR: Programa Soja Pus. Cristiane Sassagima Neves Engenheira Florestal Analista de Projetos Aprosoja 2015

Adequação Ambiental /CAR: Programa Soja Pus. Cristiane Sassagima Neves Engenheira Florestal Analista de Projetos Aprosoja 2015 Adequação Ambiental /CAR: Programa Soja Pus Cristiane Sassagima Neves Engenheira Florestal Analista de Projetos Aprosoja 2015 MISSÃO Garantir a competitividade e a sustentabilidade dos produtores de soja

Leia mais

http://www4.planalto.gov.br/legislacao/resenha-diaria/2012/maio-resenhadiaria#content

http://www4.planalto.gov.br/legislacao/resenha-diaria/2012/maio-resenhadiaria#content http://www4.planalto.gov.br/legislacao/resenha-diaria/2012/maio-resenhadiaria#content Lei nº 12.651, de 25.5.2012 - Dispõe sobre a proteção da vegetação nativa; altera as Leis n os 6.938, de 31 de agosto

Leia mais

Rainforest Alliance Certified TM

Rainforest Alliance Certified TM Secretaría de la Red de Agricultura Sostenible Rainforest Alliance P. O. Box 11029 1000 San José Costa Rica standards@sanstandards.org Rainforest Alliance Certified TM Resumo Público de Auditoria Anual

Leia mais

Proteção e recomposição de nascentes

Proteção e recomposição de nascentes Proteção e recomposição de nascentes PROTEÇÃO E RECOMPOSIÇÃO DE NASCENTES Em diversas propriedades rurais, as nascentes vêm diminuindo suas vazões ou, em muitos casos, até secando. Os córregos, rios e

Leia mais

Novo Código Florestal, Adequação Ambiental e CAR

Novo Código Florestal, Adequação Ambiental e CAR Considerações Novo Código Florestal, Adequação Ambiental e CAR Prof. Rafaelo Balbinot Curso de Engenharia Florestal UFSM-Campus de Frederico Westphalen Padrão Legal X Padrão de Qualidade Capacitação para

Leia mais

A necessidade do profissional em projetos de recuperação de áreas degradadas

A necessidade do profissional em projetos de recuperação de áreas degradadas A necessidade do profissional em projetos de recuperação de áreas degradadas Moacyr Bernardino Dias-Filho Engenheiro Agrônomo, pesquisador da Embrapa Amazônia Oriental, Belém, PA www.diasfilho.com.br Conceito

Leia mais

Florestas plantadas como mecanismo de proteção das florestas nativas

Florestas plantadas como mecanismo de proteção das florestas nativas IV Semana de Engenharia Florestal e I Mostra de Pós-Graduação em Ciências Florestas plantadas como mecanismo de proteção das florestas nativas Wellington Blunck Rezende 03.03.2016 Graduação em Ciências

Leia mais

VIII Simpósio Técnicas de Plantio e Manejo de Eucalipto Para Usos Múltiplos SEGURO FLORESTAL. Gabriel Prata MSc. Eng. Florestal

VIII Simpósio Técnicas de Plantio e Manejo de Eucalipto Para Usos Múltiplos SEGURO FLORESTAL. Gabriel Prata MSc. Eng. Florestal VIII Simpósio Técnicas de Plantio e Manejo de Eucalipto Para Usos Múltiplos SEGURO FLORESTAL Gabriel Prata MSc. Eng. Florestal Piracicaba, 20/08/2014 Florestas no Brasil Cerca de 520 milhões de hectares

Leia mais

Ferramentas de sensoriamento remoto e SIG aplicadas ao novo Código Florestal

Ferramentas de sensoriamento remoto e SIG aplicadas ao novo Código Florestal 1/38 Ferramentas de sensoriamento remoto e SIG aplicadas ao novo Código Florestal Cota de Reserva Ambiental (CRA) Eng. Allan Saddi Arnesen Eng. Frederico Genofre Eng. Matheus Ferreira Eng. Marcelo Pedroso

Leia mais

Visão geral e resumo no formato exigido pelo PNUD

Visão geral e resumo no formato exigido pelo PNUD Visão geral e resumo no formato exigido pelo PNUD I. O PROBLEMA DE DESENVOLVIMENTO E PROBLEMAS IMEDIATOS ENFOCADOS A conversão da floresta primária na Amazônia ameaça a biodiversidade e libera estoques

Leia mais