ANÁLISE DAS ROTINAS DE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DE UMA EMPRESA DE PEQUENO PORTE DO SETOR VIDREIRO, DE CRICIÚMA SC

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ANÁLISE DAS ROTINAS DE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DE UMA EMPRESA DE PEQUENO PORTE DO SETOR VIDREIRO, DE CRICIÚMA SC"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE - UNESC CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU MBA EM GESTÃO FINANCEIRA MAÍRA MEDEIROS RONSANI DA SILVA ANÁLISE DAS ROTINAS DE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DE UMA EMPRESA DE PEQUENO PORTE DO SETOR VIDREIRO, DE CRICIÚMA SC CRICIÚMA, DEZEMBRO DE 2010

2 MAÍRA MEDEIROS RONSANI DA SILVA ANÁLISE DAS ROTINAS DE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DE UMA EMPRESA DE PEQUENO PORTE DO SETOR VIDREIRO, DE CRICIÚMA SC Monografia apresentada no curso de Pós- Graduação em MBA Gerência Financeira, da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC, como requisito parcial à obtenção do título de Especialista em Gerência Financeira. Professor Orientador: Alexandre M. Gava, Dr. CRICIÚMA, DEZEMBRO DE 2010

3 AGRADECIMENTOS ADeus, pelas orações sempre atendidas e pela oportunidade de concretizar mais esta etapa. Ao André, meu querido esposo, pelo apoio, companheirismo e incentivo, Aos meus pais, Lindomar e Sônia, por serem exemplo de vida, dedicação e amor. As minhas irmãs, Maiara e Merieli, e a minha avó, Martha, pelo amor incondicional. Ao professor Dr. Alexandre Majola Gava, pelo empenho e atenção nos trabalhos de orientação. Aos professores do curso, pela dedicação e ensinamentos repassados. A Sibila, minha grande amiga, pelos momentos compartilhados nesta jornada. E às demais pessoas que contribuíram para a concretização deste trabalho e que torceram por esta conquista.

4 Um navio ancorado no porto é muito seguro, mas não é para isso que construímos navios. William Shedd

5 RESUMO O objetivo do trabalho foi analisar as rotinas utilizadas na administração financeira em uma empresa de pequeno porte do setor vidreiro, de Criciúma SC. Para tanto, foi realizada uma pesquisa do tipo bibliográfica e de campo, com abordagem qualitativa. Para a coleta dos dados realizou-se uma pesquisa documental, entrevista informal com o proprietário e a observação participante acerca das rotinas e procedimentos da área de administração financeira na organização. Os resultados apontaram que a empresa segue a tendência apontada na literatura a respeito de organizações de pequeno porte. No que se refere às rotinas da administração financeira, adota alguns procedimentos, evidenciando-se controle de movimentação bancária, contas a pagar, a receber e fluxo de caixa. No entanto, faz somente o fluxo de caixa histórico, que apesar de grande importância, não contempla as projeções. Com base nesta realidade, a principal sugestão para a empresa foi a ferramenta de fluxo de caixa projetado ou orçamento de caixa, acreditando-se que, com essa ferramenta, a empresa poderá amenizar o grau de incerteza, de forma a antecipar as necessidades do caixa com maior segurança e menores riscos. Palavras chave: Administração financeira. Empresas de pequeno porte. Fluxo de Caixa. Orçamento de caixa.

6 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1: Principais ingressos e desembolsos do fluxo de caixa...32 Figura 2: Processo de fabricação do vidro...38 Figura 3: Layout do processo de vendas do vidro comum e espelhos...43 Figura 4: Layout do processo de vendas do vidros de segurança...44 Figura 5: Layout de uma vidraçaria...45 Figura 6: Mapa da AMREC...46 Quadro 1: Vidraçarias na AMREC...47 Figura 7: Exemplo do relatório de controle da movimentação financeira...54 Figura 8: Exemplo do relatório de contas a pagar...55 Figura 9: Exemplo do relatório de contas a receber...56 Figura 10: Exemplo do relatório de fluxo de caixa...57 Figura 11: Exemplo do relatório para previsão de desembolsos...58 Figura 12: Exemplo do relatório para previsão de ingressos...59 Figura 13: Exemplo de fluxo de caixa projetado...60

7 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO TEMA PROBLEMA OBJETIVOS Objetivo geral Objetivos específicos JUSTIFICATIVA FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA O ADMINISTRADOR FINANCEIRO PRINCIPAIS FUNÇÕES DA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA Tesouraria Administração do capital de giro Administração de contas a receber Administração de contas a pagar Administração do caixa Formação do preço de venda PLANEJAMENTO FINANCEIRO Orçamento FLUXO DE CAIXA Principais ingressos e desembolsos do fluxo de caixa CONTROLES INTERNOS Controles internos no setor financeiro ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA NAS ORGANIZAÇÕES DE PEQUENO PORTE CARACTERIZAÇÃO DO SETOR VIDREIRO Histórico do vidro Vidraçarias As vidraçarias na região da AMREC PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS TIPOS DE PESQUISA...48

8 3.1.1 Pesquisa bibliográfica Pesquisa de campo ABORDAGEM DA PESQUISA FORMA DE COLETA DE DADOS LOCAL DE ESTUDO APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DOS RESULTADOS...52 CONCLUSÃO...62 REFERÊNCIAS...64 APÊNDICE...67

9 8 1 INTRODUÇÃO 1.1 TEMA Análise das rotinas de administração financeira de uma empresa de pequeno porte do setor vidreiro, de Criciúma SC. 1.2 PROBLEMA Quais as rotinas utilizadas na administração financeira em uma empresa de pequeno porte do setor vidreiro, de Criciúma SC? 1.3 OBJETIVOS Objetivo geral Analisar as rotinas utilizadas na administração financeira em uma empresa de pequeno porte do setor vidreiro, de Criciúma SC Objetivos específicos - Descrever as ferramentas que são utilizadas na gestão financeira da empresa; - Verificar os principais relatórios gerenciais que a empresa possui; - Evidenciar a forma utilizada para o gerenciamento do fluxo de caixa; - Discorrer sobre os controle financeiros de gestão do contas a receber da organização; - Identificar o processo utilizado para a formação do preço de venda; - Levantar as principais dificuldades encontradas para uma correta gestão financeira; - Propor sugestões para melhoria da gestão financeira da organização em estudo.

10 9 1.4 JUSTIFICATIVA Já se tornou consenso que a sustentabilidade financeira e econômica é um dos elementos essenciais para o êxito de qualquer empresa. Isso porque, grande parte do sucesso organizacional depende da forma correta de como são geridos os recursos financeiros. Além disso, atualmente, as constantes e diversas mudanças no mundo econômico originam a necessidade de as organizações buscarem informações e dados que possam fazer com que se ampliem a sua capacidade de gestão e manutenção no mercado. Assim, uma boa base de informações, a correta utilização de ferramentas e mecanismos de gerenciamento financeiro, podem fornecer às empresas, uma correta geração e manutenção de seus recursos, ampliando a possibilidade de atuação, sem maiores riscos. A administração financeira, nesse sentido, engloba todos os esforços que são direcionados a fazer com que a empresa possa aumentar o capital investido pelos acionistas, bem como trata de gerir o capital de forma com que a organização possa se manter saudável financeiramente. Devido a isso, a administração financeira é parte fundamental para um bom andamento da organização, pois ao se ter um controle financeiro, o administrador pode realizar o planejamento, a organização e a prevenção de situações visando manter a organização com suas obrigações honradas e em dia. Porém, nas pequenas e médias organizações, não se verifica, com freqüência, a preocupação dos gestores com ferramentas capazes de lhes dar suporte para a condução dos rumos da organização do ponto de vista financeiro. Muitas decisões são tomadas de forma intuitiva, sem essa devida preocupação. No entanto, muitas tarefas simples podem ser adotadas por pequenas empresas de forma a subsidiar o controle e a gestão financeira, capazes de suprir necessidades gerenciais para um fim decisório. Com base nisso, este trabalho pretende analisar as rotinas utilizadas na administração financeira em uma empresa de pequeno porte do setor vidreiro, de Criciúma SC, como forma de ajudar a administração da mesma a ter consciência sobre a importância de práticas de gestão financeira, acreditando-se que essas, poderão minimizar os efeitos das incertezas comuns a todo ramo de negócio.

11 10 Em termos de oportunidade, o trabalho pode ser justificado pelo fato de que poderá ser uma forma pela qual os administradores da empresa em estudo possam verificar quais os pontos fortes na administração financeira do empreendimento, bem como pode servir de base para aprimorar os pontos fracos detectados. Além disso, acredita-se que trata-se de uma oportunidade para a pesquisadora, pois irá servir para aumentar o conhecimento prático e teórico acerca das rotinas observadas na prática financeira de uma organização.

12 11 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Nesse capítulo, busca-se fundamentar teoricamente o trabalho, no qual se aborda questões acerca da administração financeira, com ênfase a empresas de micro e pequenos porte, além de alguns instrumentos utilizados para a gestão financeira das organizações. 2.1 ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA O termo finanças diz respeito à aplicação de diversos princípios econômicos e financeiros, que buscam, em uma organização, o aumento e a maximização da riqueza ou do valor total de empresa aos seus proprietários. (GROPPELLI; NIKBAKHT, 2005). O principal enfoque de finanças é o processo decisório e a ação que afetam a valorização do negócio. (KWASNICKA, 1995, p.112). Na visão de Gitman (2004, p.04), É a arte e a ciência da gestão do dinheiro. Diz ainda que esta área está presente em qualquer empresa e é bastante ampla. Para Groppelli e Nikbakht (2005), finanças são as aplicações econômicas e financeiras utilizadas para aumentar os lucros das empresas. A principal função da administração financeira, portanto, é a valorização da empresa e auxiliar na tomada de decisões para maximizar esta valorização. Dentro desse contexto, pode-se definir administração financeira como a área da administração de empresas que se ocupa da captação, da aplicação dos recursos necessários e da distribuição de forma eficiente desses recursos, visando fazer com que a organização possa trabalhar conforme suas metas e objetivos. O princípio básico da administração financeira é o de ter o saldo suficiente e em tempo hábil para honrar os compromissos assumidos com terceiros, sempre buscando a maximização dos lucros. (ZDANOWICZ, 1998). Para Maximiano (2007), a função financeira tem um objetivo principal, que é proteger e utilizar de forma correta os recursos financeiros da empresa, algumas funções e decisões abrangem esta divisão da administração, pode-se destacar entre elas o planejamento financeiro; a identificação de alternativas de fontes de recursos;

13 12 os controles dos resultados financeiros da empresa e escolha de melhores alternativas de aplicação de recursos financeiros. A administração financeira se ocupa da gestão dos recursos financeiros de uma empresa, visando aumentar o capital investido pelos acionistas. (LEMES JÚNIOR et al, 2002). Portanto, diversos são os objetivos e as atribuições de que se ocupa a administração financeira em uma organização, principalmente o de obter a máxima rentabilidade sobre o investimento dos acionistas. (SANVICENTE, 2005). A administração financeira nas empresas, explica Sanvicente (2007), favorece na escolha correta da tomada de decisões, visando sempre o lucro, e ainda com maior relevância, o controle da entrada e saída dos recursos financeiros, que fornecem a estabilidade da empresa e seu constante crescimento. Ressalta Zdanowicz (2004), que o princípio da administração financeira é disponibilizar os numerários necessários em tempo hábil para pagar as contas obtidas com os terceiros e maximizar os lucros da melhor forma. Diante do exposto, observa-se que a administração financeira é de extrema importância para as empresas, pois esta área visa o crescimento, um ponto vital para a continuidade dos negócios. Para melhor entender a administração financeira, a seguir define-se administrador financeiro. Dentro desse contexto, cabe ao administrador financeiro a busca de um gerenciamento das questões de cunho financeiro, atuando com diversas tarefas financeiras, incluindo-se o planejamento e a concessão de crédito a clientes, a avaliação de investimentos, a gestão do caixa, contas a receber, formação do preço de venda, a administração de capital de giro e as formas de se obter recursos para financiar as operações das empresas. (GITMAN, 2004). 2.2 O ADMINISTRADOR FINANCEIRO Segundo Groppelli e Nikbakht (2005), os administradores financeiros são responsáveis por encontrar as melhores situações para a empresa, seja para encontrar os mais baratos recursos financeiros, quanto para investir esses recursos nas melhores alternativas. O bom administrador financeiro é aquele que trás mais rentabilidade para a empresa.

14 13 Para Archer e D Ambrosio (1969 apud SANVICENTE, 2007, p.21): A função financeira compreende os esforços dispensados objetivando a formulação de um esquema que seja adequado à maximização dos retornos dos proprietários das ações ordinárias da empresa, ao mesmo tempo em que possam proporcionar a manutenção de um certo grau de liquidez. Os administradores financeiros desempenham várias funções na área financeira dentro de qualquer tipo de empresa. Fica evidente a necessidade de buscar conhecimento na área de finanças para os profissionais que possuam responsabilidade de tomada de decisão, é importante para todos os administradores, independente das suas especificações, um conhecimento básico na área, já que maioria das decisões numa empresa, o profissional financeiro é consultado. (GITMAN, 2004). Para ter sucesso em sua profissão, o administrador financeiro precisa sempre estar atualizado, pois as mudanças no campo de finanças são constantes. Adotando métodos para planejar o futuro das empresas. (GROPPELLI; NIKBAKHT, 2005). O administrador financeiro, na visão de Zdanowicz (2004) deve administrar o caixa da empresa da melhor forma, para que gere lucratividade. São funções do administrador financeiro: controlar o caixa e avaliar se tudo está ocorrendo da forma esperada, sendo que quando as políticas não estiverem sendo seguidas, e surgir algum problema, ele deve procurar a melhor solução e garantir maneiras para que não volte a ocorrer o mesmo problema. Para Gitman (2004), a função do administrador financeiro dependerá do tamanho da empresa e que em empresas pequenas, as funções financeiras são feitas pelo departamento de contabilidade, sendo que conforme a empresa cresce, essas funções são separadas e cria-se um departamento diretamente ligado ao diretor da empresa, com supervisão do diretor financeiro. Constatam Ross, Westerfield e Jordan (2000), que a função do administrador financeiro é coordenar as divisões: controladoria e tesouraria, sendo que a controladoria é a contabilidade de custos e financeira, já a tesouraria fica responsável pelo caixa e créditos da empresa, pelo planejamento financeiro e pelas despesas de capital. Em muitas empresas pode-se encontrar uma forma de estrutura que divide as atividades realizadas na área financeira, em dois enfoques distintos, a

15 14 tesouraria e a controladoria, é importante ressaltar que não é necessário que todas as empresas utilizem esta forma de estrutura, para conseguirem uma boa ou má administração financeira, São as circunstâncias reveladoras de uma boa ou má administração que tendem a conduzir mudanças de estrutura. (SANVICENTE, 2007, p. 20). Pode-se entender quanto ao administrador financeiro, como sendo a pessoa que possui domínio de técnicas para melhor conduzir os recursos financeiros das empresas. 2.3 PRINCIPAIS FUNÇÕES DA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA Nos tópicos a seguir, são descritas as principais funções e atribuições de responsabilidade da administração financeira de uma organização Tesouraria Conforme Silva (2006), a tesouraria é uma das áreas mais importantes da empresa, pois é uma área de apoio às unidades de negócio da empresa. Estando bem estruturado, este setor vai ajudar a manter a empresa no mercado de maneira saudável. A tesouraria está mais preocupada com os aspectos de obtenção de fundos, enquanto a controladoria dedica-se primordialmente à análise da eficiência relativa com que os recursos obtidos são aplicados pela empresa. (SANVICENTE, 2007, p.21). Para Hoji (2001). A divisão de tesouraria da administração financeira se torna muito importante em uma empresa, pois ela é responsável pela administração de grandes volumes de ativos e passivos. O tesoureiro [...] é responsável pela gestão das atividades financeiras, tais como planejamento financeiro, gestão de caixa, gestão de atividades de crédito, gestão de fundo de pensão e administração da área de câmbio. (GITMAN, 2004, p.09). Segundo Silva (2006), compete ao tesoureiro: a manipulação do dinheiro, o manejo das linhas de crédito, organização dos documentos referentes a estas

16 15 negociações. Ele é responsável pelas receitas e despesas da empresa, e também por administrar uma conduta quanto aos compromissos futuros da empresa. A tesouraria é uma das áreas mais importantes de uma empresa, pois, praticamente, todos os recursos financeiros que giram na empresa transitam por ela. (HOJI, 2004, p.20). Para Silva (2006), as atividades do setor tesouraria é coordenar o fluxo de caixa, buscar as melhores taxas, as melhores aplicações, de maneira de maximizar os lucros da empresa, manter o nível necessário de liquidez, entre outras atividades que auxiliam no alcance dos interesses gerais da empresa. Na visão de Hoji (2004), o tesoureiro é responsável por analisar e orientar sobre prazos e compras, estocagem e vendas, pois precisa ter o equilíbrio financeiro da empresa. Segundo Hoji (2004, p.138), as atividades realizadas no setor da tesouraria são: Administração de caixa; planejamento financeiro; negociação e controle de aplicações financeiras; operações de câmbio; crédito e cobrança e contas a pagar. Conforme Hoji (2004, p.138), as funções do administrador de caixa são: Controlar os recursos disponíveis em banco e caixa; Elaborar e analisar as demonstrações de fluxo de caixa realizado; Planejar e executar ações para suprir insuficiência de caixa; Planejar e executar ações para maximizar as sobras de capital de giro; Analisar antecipações de recebimentos e pagamentos. Já Braga (1995) define as atribuições da tesouraria da seguinte forma: Administração de caixas e bancos; Aplicações financeiras; Levantamento de recursos; Crédito e cobrança; Contas a pagar e Orçamento de caixa. Conforme Hoji (2004, p.138), fazem parte das negociações e controle de aplicações financeiras: Analisar aspectos legais e financeiros das aplicações financeiras; negociar e controlar as aplicações financeiras; estabelecer limite de crédito para instituições financeiras; controlar e analisar a rentabilidade das aplicações financeiras. Outros aspectos de negociações e controle de empréstimos e financiamentos devem ser observados: Analisar os aspectos legais e financeiros dos empréstimos e financiamentos; negociar linhas de credito com instituições

17 16 financeiras; negociar e controlar empréstimos e financiamentos bancários. (HOJI, 2004, p.138). Diante do exposto, nota-se que a tesouraria é uma unidade administrativa considerada muito importante, pois, por ela passa todos os recursos financeiros da empresa. Neste departamento, devem-se ter muitos controles para zelar pelos recursos financeiros da empresa. Para um melhor entendimento, no tópico seguinte, faz-se necessário definir alguns termos da tesouraria: Caixa e Banco; Contas a Receber e Contas a Pagar Administração do capital de giro Para que possa funcionar, uma organização necessita de recursos materiais cuja renovação é lenta, tais como equipamentos, e imóveis (chamados de capital permanente ou fixo) e de recursos materiais renovação rápida, como por exemplo, os produtos que formam os seu capital circulante e os estoques de matérias-primas, que são denominados de capital de giro. (SANTOS, 2001). O capital de giro é denominado de capital circulante, correspondendo aos recursos aplicados, que se transformam constantemente dentro do ciclo operacional. Assim, como o próprio nome indica, o capital de giro fica girando dentro da empresa e a cada vez que sofre transformação em seu estado patrimonial, produz reflexo na contabilidade. Até se transformar em dinheiro, o valor inicial do capital de giro vai sofrendo acréscimo a cada transformação, de modo que, quando o capital retomar ao estado de dinheiro, ao completar o ciclo operacional, deverá estar maior do que o valor inicial (HOJI, 2004). O capital de giro tem participação relevante no desempenho de qualquer organização, cobrindo geralmente mais da metade de seus ativos totais investidos. (ASSAF NETO; SILVA, 2002). Conforme Santos (2001, p. 22): O capital de giro é composto pelas disponibilidades financeiras, contas a receber e estoques. Quando é positivo, corresponde ao volume de fundos de longo prazo (empréstimos e recursos próprios) aplicados no financiamento de estoques e contas a receber. Se for negativo significa que a empresa estará financiando seus ativos permanentes com recursos financeiros de curto prazo, o que denota um quadro de risco. Desse modo, quanto maior for o capital de giro, maior será a necessidade de financiamento, seja com recursos próprios, seja com recursos de terceiros.

18 17 A administração da capital de giro vem sendo cada vez mais considerada como uma importante tarefa do administrador financeiro, pois disso decorre o equilíbrio financeiro das organizações, com participação expressiva no sucesso e êxito dos negócios. Contudo, a qualidade das decisões envolvidas na administração do capital de giro é bastante dependente da capacidade do gestor financeiro para compreender os problemas em toda a sua extensão, definindo sua melhor solução. (ASSAF NETO; SILVA, 2002). Um dos grandes desafios do gestor financeiro refere-se ao dimensionamento correto da necessidade de capital de giro. Para tanto, deve-se ter uma visão abrangente do processo de operação da organização, de suas práticas financeiras e comerciais, bem como de dados sobre os prazos de recebimento e cobrança. Isso porque, um volume elevado de capital de giro pode fazer com que a empresa desvie recursos financeiros que poderiam ser aplicados nos ativos permanentes. Mas, por outro lado, capital de giro muito reduzido pode restringir a capacidade de operação e de vendas da organização. (SANTOS, 2001). Assim, uma administração eficiente do capital de giro contribui efetivamente para a formação de uma situação de solvência das empresas de todos os segmentos de mercado. (ASSAF NETO; SILVA, 2002). Devido a isso, a análise e gestão do capital de giro é essencial para a gestão financeira, pois a empresa precisa recuperar todos os custos e despesas, (inclusive financeiras), que foram incorridas durante o seu ciclo operacional para obter o lucro desejado, por meio da venda do produto ou prestação de serviço. (HOJI, 2004) Administração de Contas a Receber Conforme Silva (2001), as contas a receber são os valores a receber de clientes, pela venda de produtos ou serviços. Essas contas acompanham o volume de vendas, pois se aumentarem as vendas, a quantidade de contas a receber também aumentará. As contas a receber de clientes compreendem: duplicatas em carteira, duplicatas caucionadas, duplicatas em cobrança bancária simples, duplicatas descontadas.

19 18 Para Silva (2006), contas a receber é representado pela concessão de créditos aos clientes, gerando valores a receber de vendas a vista e também a prazo. De acordo com Assaf Neto e Silva (1997), as contas a receber surgem da venda de algum produto ou de prestação de serviço e do compromisso de efetuar o pagamento no futuro. Este compromisso pode ser representado por duplicata a receber, nota promissória, cheque pré-datado, entre outros. As funções do crédito e contas a receber é levantar e analisar clientes para liberar vendas e fixar limites de crédito conforme cada perfil; fazer a cobrança das contas conforme vencimento estabelecido no ato da venda, e providenciar cobrança dos inadimplentes, entre outras funções. (SILVA, 2006). Segundo Gitman (2004), o administrador financeiro controla as contas a receber através da política de crédito e da política de cobrança. Na política de crédito, é onde é estabelecido e gerenciado a seleção de crédito aos clientes, tanto a liberação quanto a quantidade de limite de crédito. O que determina o volume de contas a receber é a análise de crédito, se as políticas utilizadas pela empresa forem rigorosas, poucos clientes estariam aprovados para comprar, assim as vendas diminuem, mas se as normas para concessão de créditos forem mais flexíveis, as vendas aumentam, porém há um lado negativo, que é o maior risco do não recebimento dessas contas. As contas a receber, podem ser vistas como empréstimos aos clientes. (ASSAF NETO; SILVA, 2002). Conforme Hoji (2004, p.129), As contas a receber são geradas pelas vendas a prazo, que são feitas após a concessão de crédito. As compras e vendas a prazo é uma pratica normal utilizadas pelas empresas. As vendas a prazo aumentam as vendas e possibilitam a maximização dos lucros. (ASSAF NETO; SILVA, 2002). Pode-se, dessa forma, entender que o conceito de contas a receber são os valores que a empresa tem direito de receber pela venda de algum produto ou serviço. A gestão de contas a receber provenientes das vendas a prazo, é uma das tarefas mais expressivas da gestão da capital de giro e, por extensão, da administração financeira de uma empresa. (SANTOS, 2001).

20 19 Uma correta administração da função de contas a receber inclui a execução, o planejamento e o controle das vendas pelo crédito comercial. Dentro desse contexto, a cobrança é considerada como a principal função operacional de contas a receber. (HOJI, 2004). O contas a receber, desse modo, responsabiliza-se pela gestão do crédito concedido aos clientes. As políticas adotadas para a concessão de crédito objetivam atingir as metas comerciais e financeiras da empresa. (SANTOS, 2001). O principal efeito de uma política de crédito é seu impacto sobre a lucratividade da empresa. Esta será afetada pelo custo do financiamento do capital de giro, pela rentabilidade das vendas e pelo percentual de perda com devedores incobráveis. [...] Uma política de crédito ótima seria aquela capaz de incentivar ao máximo as vendas com o mínimo de perdas por inadimplência. Quanto melhor fora situação financeira da empresa, mas liberdade ela terá para estabelecer sua política de crédito. (SANTOS, 2001, p. 37). Com base nisso, pode-se afirmar que o administrador financeiro, dentro da gestão de contas a receber, tem a responsabilidade de formular uma política de crédito que contenha os seguintes elementos: prazos de recebimento, critérios de aprovação de crédito (análise de crédito), limites de crédito, condições financeiras de crédito e tratamento a ser dispensado a clientes inadimplentes. (SANVICENTE, 2007). Outra função relativa a contas a receber, na administração financeira, é a administração da cobrança, que embora seja uma atividade de cunho fundamentalmente operacional, também exige controle e planejamento visando-a torná-la eficaz. (SANTOS, 2001) Administração de Contas a Pagar Para os autores Groppelli e Nikbakht (2005), contas a pagar é como se fosse empréstimos sem juros concedidos pelos fornecedores, sendo que na ausência de compras a prazo, teria que tomar empréstimos nas instituições financeiras para comprar a vista dos fornecedores. Segundo Hoji (2004, p.139), no contas a pagar as funções são: Estabelecer políticas de pagamentos, controlar adiantamentos a fornecedores, controlar abatimentos a fornecedores, controlar e liberar pagamentos a fornecedores.

21 20 Para Silva (2006), os princípios básicos do contas a pagar é não pagar nenhuma conta com atraso e nenhuma conta antes do vencimento, ou seja pagar em dia. Possibilidades de melhores condições de pagamentos ou descontos são outros aspectos que devem ser observados no contas a pagar. Um bom relacionamento com os fornecedores é muito importante. As funções do contas a pagar são fixar políticas de pagamentos; controlar adiantamentos a fornecedores; controlar abatimentos e devoluções de mercadorias; controlar e liberar pagamentos a fornecedores. (SILVA, 2006, p.24) Administração do caixa Para Silva (2001), o caixa representa os recursos financeiros mais líquidos da empresa, ou seja, o dinheiro em espécie e/ou cheques recebidos. Muitas empresas utilizam a expressão fundo fixo de caixa, que é o valor fixado pela empresa para ser deixado na empresa para realizar pagamentos de pequenas despesas. Conforme a necessidade, o responsável emite novo cheque para sacar dinheiro para repor esse fundo. Os cheques representam ordens de pagamento a vista, porém são utilizados em negociações a crediário. Portanto, somente os cheques a vista fazem parte do caixa, esses cheques a prazo se enquadrariam como cheques em cobrança ou cheques a receber. Por caixa entende-se os valores em moeda, que são mantidos nas organizações ou depositados em bancos, que possuem liquidez imediata e estão livres para serem utilizados a qualquer momento pela empresa (HOJI, 2004). O ideal, segundo Hoji (2004), seria não necessitar de saldo de caixa, pois os recursos monetários (em espécie e saldos nas contas bancárias) e também as aplicações de liquidez imediata, não produzem nenhum rendimento direto, e quando produzem, que é o caso das aplicações de liquidez imediata, rende menos do que se fosse uma aplicação de longo prazo. Mas, em função das incertezas associadas ao fluxo de caixa, as empresas necessitam manter um saldo de caixa para atender os seguintes pontos: pagamentos de matérias-primas, prestação de serviços, salários e encargos, amortização de empréstimos e pagamento de despesas eventuais.

22 21 Segundo o autor Silva (2001), banco conta movimento representa os saldos bancários da empresa em conta corrente, disponíveis para saques ou aplicações. As empresas possuem grande parte de seu disponível em instituições financeiras, que oferecem vários serviços, que facilitam a administração financeira, para compensar esta prestação de serviços, as instituições financeiras cobram tarifas, entre outros. Pode-se citar como serviços prestados pelos bancos: extratos, cartões magnéticos, transferem fundos, recebem carnês, efetuam cobrança, disponibilizam ligação direta entre computador do cliente com o do banco. (ASSAF NETO; SILVA, 2002). No que tange aos caixas e bancos, se pode constatar que o caixa são os recursos financeiros (dinheiro e cheques a vista) que ficam na empresa para pagamentos feitos em carteira, e banco também fazem parte do disponível, porém estão em contas correntes. A administração de caixa, portanto, refere-se às atividades de planejamento e controle de disponibilidades financeiras, representadas pelos depósitos nas contas correntes bancárias, entradas e saídas de dinheiro, bem como aplicações financeiras de liquidez imediata ou de longo prazo. (SANTOS, 2001). De acordo com Silva (2006, p. 22), entre as principais funções da administração do caixa pode-se citar: - controlar os recursos financeiros que se encontram disponíveis nos bancos e em caixa; -elaborar e verificar a demonstração ao fluxo de caixa realizado; - prover recursos para atender a escassez de caixa; - aplicar os recursos excedentes do caixa; - verificar alternativas de financiamento de capital de giro; -analisar antecipações de recebimentos e pagamentos. A administração do caixa inicia-se com o planejamento de caixa, ou seja, o administrador financeiro deve estimar a evolução dos saldos de caixa da organização. Esses dados são fundamentais para a tomada de decisões qualquer que seja a situação da organização. (SANTOS, 2001). Segundo Santos (2001, p. 57): A necessidade de planejamento de caixa está presente tanto em empresas com dificuldades financeiras, como naquelas bem capitalizadas. Para as empresas com problemas financeiros, o planejamento de caixa é o primeiro passo no sentido de buscar seu equacionamento. Nas empresas em boa

Administrando o Fluxo de Caixa

Administrando o Fluxo de Caixa Administrando o Fluxo de Caixa O contexto econômico do momento interfere no cotidiano das empresas, independente do seu tamanho mercadológico e, principalmente nas questões que afetam diretamente o Fluxo

Leia mais

Plataforma da Informação. Finanças

Plataforma da Informação. Finanças Plataforma da Informação Finanças O que é gestão financeira? A área financeira trata dos assuntos relacionados à administração das finanças das organizações. As finanças correspondem ao conjunto de recursos

Leia mais

FLUXO DE CAIXA. Dinâmica: O que faço de diferente ou estranho. (Objetivo: Conhecer um pouco cada participante)

FLUXO DE CAIXA. Dinâmica: O que faço de diferente ou estranho. (Objetivo: Conhecer um pouco cada participante) FLUXO DE CAIXA Dinâmica: O que faço de diferente ou estranho. (Objetivo: Conhecer um pouco cada participante) Brainstorming: Chuva de ideias ou Toró de parpite: O QUE É FLUXO DE CAIXA? (Objetivo: Saber

Leia mais

SUMÁRIO FLUXO DE CAIXA...3 FATORES QUE AFETAM O FLUXO DE CAIXA...4 DESEQUILÍBRIO FINANCEIRO...6 ADMINISTRAÇÃO DE CAIXA...7

SUMÁRIO FLUXO DE CAIXA...3 FATORES QUE AFETAM O FLUXO DE CAIXA...4 DESEQUILÍBRIO FINANCEIRO...6 ADMINISTRAÇÃO DE CAIXA...7 FLUXO DE CAIXA SUMÁRIO FLUXO DE CAIXA...3 INTRODUÇÃO...3 CICLO DO FLUXO DE CAIXA...4 FATORES QUE AFETAM O FLUXO DE CAIXA...4 FATORES INTERNOS...4 FATORES EXTERNOS...5 DESEQUILÍBRIO FINANCEIRO...6 SINTOMAS...6

Leia mais

FLUXO DE CAIXA. Administração Financeira aplicação de recursos. distribuição CONCEITOS. Fluxo de caixa previsão de: ingressos desembolsos

FLUXO DE CAIXA. Administração Financeira aplicação de recursos. distribuição CONCEITOS. Fluxo de caixa previsão de: ingressos desembolsos 1 FLUXO DE CAIXA O fluxo de caixa é o instrumento que permite a pessoa de finanças planejar, organizar, coordenar, dirigir e controlar os recursos financeiros de sua empresa para determinado período. captação

Leia mais

FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA

FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA Unidade II FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA Prof. Jean Cavaleiro Objetivos Ampliar a visão sobre os conceitos de Gestão Financeira; Conhecer modelos de estrutura financeira e seus resultados; Conhecer

Leia mais

Unidade I FUNDAMENTOS DA GESTÃO. Prof. Jean Cavaleiro

Unidade I FUNDAMENTOS DA GESTÃO. Prof. Jean Cavaleiro Unidade I FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA Prof. Jean Cavaleiro Introdução Definir o papel da gestão financeira; Conceitos de Gestão Financeira; Assim como sua importância na gestão de uma organização;

Leia mais

GPME Prof. Marcelo Cruz

GPME Prof. Marcelo Cruz GPME Prof. Marcelo Cruz Política de Crédito e Empréstimos Objetivos Compreender os tópicos básicos da administração financeira. Compreender a relação da contabilidade com as decisões financeiras. Compreender

Leia mais

Administração Financeira: princípios,

Administração Financeira: princípios, Administração Financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras Ana Paula Mussi Szabo Cherobim Antônio Barbosa Lemes Jr. Claudio Miessa Rigo Material de apoio para aulas Administração Financeira:

Leia mais

FLUXO DE CAIXA. Entradas a) contas à receber b) empréstimos c) dinheiro dos sócios

FLUXO DE CAIXA. Entradas a) contas à receber b) empréstimos c) dinheiro dos sócios FLUXO DE CAIXA É a previsão de entradas e saídas de recursos monetários, por um determinado período. Essa previsão deve ser feita com base nos dados levantados nas projeções econômico-financeiras atuais

Leia mais

FLUXO DE CAIXA COMO FERRAMENTA DE GESTÃO FINANCEIRA PARA MICROEMPRESA

FLUXO DE CAIXA COMO FERRAMENTA DE GESTÃO FINANCEIRA PARA MICROEMPRESA FLUXO DE CAIXA COMO FERRAMENTA DE GESTÃO FINANCEIRA PARA MICROEMPRESA Laércio Dahmer 1 Vandersézar Casturino2 Resumo O atual mercado competitivo tem evidenciado as dificuldades financeiras da microempresa.

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA para FICAR NO Azul

GESTÃO FINANCEIRA para FICAR NO Azul GESTÃO FINANCEIRA para ficar no azul índice 03 Introdução 04 Capítulo 1 O que é gestão financeira? 06 Capítulo 2 Gestão financeira e tomada de decisões 11 13 18 Capítulo 3 Como projetar seu fluxo financeiro

Leia mais

FLUXO DE CAIXA INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO

FLUXO DE CAIXA INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO FLUXO DE CAIXA INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO Lúcia de Fátima de Lima Lisboa RESUMO O presente artigo apresenta o fluxo de caixa como uma ferramenta indispensável para a gestão financeira

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DE CURTO PRAZO

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DE CURTO PRAZO ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DE CURTO PRAZO 1.1. Capital de Giro O Capita de Giro refere-se aos recursos correntes de curto prazo pertencentes à empresa. Dessa forma, o capital de giro corresponde aos recursos

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM CNPJ: 10.793.118/0001-78 Projeto T2Ti ERP. Módulo Financeiro

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM CNPJ: 10.793.118/0001-78 Projeto T2Ti ERP. Módulo Financeiro Módulo Financeiro Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre todos os itens do Módulo Financeiro. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas no todo ou em partes do material

Leia mais

Conceito. Praticamente todos os indivíduos e organizações recebem ou levantam, gastam ou investem dinheiro.

Conceito. Praticamente todos os indivíduos e organizações recebem ou levantam, gastam ou investem dinheiro. Plano de Ensino Conceito A Função Financeira nas Empresas Utilização das informações contábeis Áreas de Decisões Financeiras Objetivos do Administrador Financeiro Organização da Função Financeira Estrutura

Leia mais

SUCESSO EM ALGUMAS EM OUTRAS... XXXXX. Salário para boa condição de vida. Leva à PRODUTIVIDADE que é buscada continuamente

SUCESSO EM ALGUMAS EM OUTRAS... XXXXX. Salário para boa condição de vida. Leva à PRODUTIVIDADE que é buscada continuamente ADMINISTRAR ----- NÃO É ABSOLUTO. SUCESSO EM ALGUMAS EM OUTRAS... INTEGRAÇÃO = PESSOAS / EMPRESAS = ESSENCIAL SATISFAÇÃO FINANCEIRA RESULTANTE DA SINERGIA Leva à PRODUTIVIDADE que é buscada continuamente

Leia mais

TÍTULO: A IMPORTANCIA DA GESTÃO DO FLUXO DE CAIXA NAS EMPRESAS PARA AS TOMADA DE DECISÕES

TÍTULO: A IMPORTANCIA DA GESTÃO DO FLUXO DE CAIXA NAS EMPRESAS PARA AS TOMADA DE DECISÕES TÍTULO: A IMPORTANCIA DA GESTÃO DO FLUXO DE CAIXA NAS EMPRESAS PARA AS TOMADA DE DECISÕES CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE JAGUARIÚNA

Leia mais

Boa sorte, vcs estão de parabéns muito bem estruturado o trabalho de vcs...

Boa sorte, vcs estão de parabéns muito bem estruturado o trabalho de vcs... 1. Aplicar tudo em primeira pessoa (verbos); 2. Aproveitar o maximo do autor de livros finaneceiros, Gitmam ; 3. No item Problema alterar na primeira linha uma àrea para algo como recurso ou instrumento,

Leia mais

Basicamente, o relatório de fluxo de caixa deve ser segmentado em três grandes áreas:

Basicamente, o relatório de fluxo de caixa deve ser segmentado em três grandes áreas: CASHFLOW OU FLUXO DE CAIXA 1. CONCEITO É um demonstrativo que reflete dinamicamente o fluxo do disponível da empresa, em um determinado período de tempo. 2. FINALIDADES 2.1. Evidenciar a movimentação dos

Leia mais

Prof. Cleber Oliveira Gestão Financeira

Prof. Cleber Oliveira Gestão Financeira Aula 2 Gestão de Fluxo de Caixa Introdução Ao estudarmos este capítulo, teremos que nos transportar aos conceitos de contabilidade geral sobre as principais contas contábeis, tais como: contas do ativo

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO FLUXO DE CAIXA EM UMA ORGANIZAÇÃO

A IMPORTÂNCIA DO FLUXO DE CAIXA EM UMA ORGANIZAÇÃO A IMPORTÂNCIA DO FLUXO DE CAIXA EM UMA ORGANIZAÇÃO Nádia Nascimento Cardoso 1, Carla Cristina Ferreira de Miranda orientadora 2 1 Faculdade de Ciências Sociais e Aplicadas Universidade do Vale Paraíba,

Leia mais

A IMPORTANCIA DA GESTÃO DE CAPITAL DE GIRO RESUMO

A IMPORTANCIA DA GESTÃO DE CAPITAL DE GIRO RESUMO A IMPORTANCIA DA GESTÃO DE CAPITAL DE GIRO Flávio Augusto da Silva Dias flavinhokaf@hotmail.com Julio Cesar Sgarbi Julio.uru@hotmail.com RESUMO Com a busca de melhores resultados e maximização dos lucros

Leia mais

Princípios de Finanças

Princípios de Finanças Princípios de Finanças Apostila 02 A função da Administração Financeira Professora: Djessica Karoline Matte 1 SUMÁRIO A função da Administração Financeira... 3 1. A Administração Financeira... 3 2. A função

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO GESTÃO ESTRATÉGICA DE FINANÇAS 1 JUSTIFICATIVA

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO GESTÃO ESTRATÉGICA DE FINANÇAS 1 JUSTIFICATIVA PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO GESTÃO ESTRATÉGICA DE FINANÇAS 1 JUSTIFICATIVA A atividade empresarial requer a utilização de recursos financeiros, os quais são obtidos na forma de crédito e de

Leia mais

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO P á g i n a 3 INTRODUÇÃO A Administração de Materiais compreende as decisões e o controle sobre o planejamento, programação, compra, armazenamento e distribuição dos materiais indispensáveis à produção

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA CAPÍTULO 33 Este Capítulo é parte integrante do Livro Contabilidade Básica - Finalmente Você Vai Entender a Contabilidade. 33.1 CONCEITOS A demonstração dos fluxos de caixa evidencia as modificações ocorridas

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS ANÁLISE DOS DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS ANÁLISE DOS DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS CENTRO DE ECONOMIA E ADMINISTRAÇÃO FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS ANÁLISE DOS DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS PROF. Msc. JOSÉ VICENTE CAMPINAS - SP 2009 2 ANÁLISE

Leia mais

Contabilidade Financeira e Orçamentária

Contabilidade Financeira e Orçamentária Contabilidade Financeira e Orçamentária Mercados Gestão de Riscos Planejamento Orçamentário Mercado Financeiro Mercado financeiro Em uma economia, de um lado existem os que possuem poupança financeira

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO, ATUÁRIA E CONTABILIDADE DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO Janilson Laane Maio/2011 Objetivos 1. Apresentar o conceito e em que contexto está

Leia mais

CONCEITOS BÁSICOS DE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

CONCEITOS BÁSICOS DE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA January, 99 1 CONCEITOS BÁSICOS DE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA Paulo César Leite de Carvalho 1. INTRODUÇÃO A administração financeira está estritamente ligada à Economia e Contabilidade, e pode ser vista

Leia mais

ANÁLISE ECONÔMICA DE BALANÇO

ANÁLISE ECONÔMICA DE BALANÇO 1 ANÁLISE ECONÔMICA DE BALANÇO 1 QUOCIENTES DE RENTABILIDADE Os Quocientes de Rentabilidade servem para medir a capacidade econômica da empresa, isto é, evidenciam o grau de êxito econômico obtido pelo

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO FLUXO DE CAIXA NAS EMPRESAS DE PEQUENO PORTE

A IMPORTÂNCIA DO FLUXO DE CAIXA NAS EMPRESAS DE PEQUENO PORTE A IMPORTÂNCIA DO FLUXO DE CAIXA NAS EMPRESAS DE PEQUENO PORTE Alexandre Prólico Szpyra 1 alexandre.prolico@battistella.com.br Everton Luiz do Nascimento 2 everton@tha.com.br Fabiano Salles de Andrade 3

Leia mais

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE FLUXO DE CAIXA Por: Adriana Sant Anna dos Santos Orientador Profº.: Luiz Claudio Lopes Alves D.Sc. Rio de Janeiro 2009 2 UNIVERSIDADE

Leia mais

O caixa é um dos itens mais importantes na administração de uma empresa. O controle é o primeiro passo para mantê-lo saudável e sempre no azul

O caixa é um dos itens mais importantes na administração de uma empresa. O controle é o primeiro passo para mantê-lo saudável e sempre no azul O caixa é um dos itens mais importantes na administração de uma empresa. O controle é o primeiro passo para mantê-lo saudável e sempre no azul Educação financeira. Esta é a palavra-chave para qualquer

Leia mais

CONTABILIDADE GERAL E GERENCIAL

CONTABILIDADE GERAL E GERENCIAL CONTABILIDADE GERAL E GERENCIAL AULA 06: ANÁLISE E CONTROLE ECONÔMICO- FINANCEIRO TÓPICO 01: ANÁLISE POR ÍNDICES Fonte (HTTP://WWW.FEJAL.BR/IMAGES/CURS OS/CIENCIASCONTABEIS.JPG) ANÁLISE POR INTERMÉDIO

Leia mais

ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS.

ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS. ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS. I. BALANÇO ATIVO 111 Clientes: duplicatas a receber provenientes das vendas a prazo da empresa no curso de suas operações

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA ORÇAMENTÁRIA EXEMPLO OLHANDO DE PERTO AULA 04: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DE CURTO PRAZO

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA ORÇAMENTÁRIA EXEMPLO OLHANDO DE PERTO AULA 04: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DE CURTO PRAZO ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA ORÇAMENTÁRIA AULA 04: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DE CURTO PRAZO TÓPICO 02: CICLO OPERACIONAL Além da já comentada falta de sincronização temporal, o capital de giro convive com duas

Leia mais

Palavras Chaves: Prazos, rotação, estoques, débitos, créditos, pagamentos, recebimentos, ciclo, atividade, gestão financeira.

Palavras Chaves: Prazos, rotação, estoques, débitos, créditos, pagamentos, recebimentos, ciclo, atividade, gestão financeira. 1 Tatiana Melo da Gama RESUMO O presente artigo tem a proposta de apresentar uma breve abordagem sobre a Análise dos Índices de Prazos Médios, dando ênfase para a sua importância na gestão financeira de

Leia mais

ANÁLISE DO GERENCIAMENTO DO CAPITAL DE GIRO E DA NECESSIDADE DE CAPITAL DE GIRO NA GESTÃO DOS NEGÓCIOS UM ESTUDO APLICADO NA EMPRESA VIVO S/A.

ANÁLISE DO GERENCIAMENTO DO CAPITAL DE GIRO E DA NECESSIDADE DE CAPITAL DE GIRO NA GESTÃO DOS NEGÓCIOS UM ESTUDO APLICADO NA EMPRESA VIVO S/A. ANÁLISE DO GERENCIAMENTO DO CAPITAL DE GIRO E DA NECESSIDADE DE CAPITAL DE GIRO NA GESTÃO DOS NEGÓCIOS UM ESTUDO APLICADO NA EMPRESA VIVO S/A. KOMATSU, Solange Akemy (TCC Ciências Contábeis) FECILCAM,

Leia mais

C O N T A B I L I D A D E

C O N T A B I L I D A D E Licenciatura em Gestão de Recursos Humanos ISCSP (UTL), Lisboa C O N T A B I L I D A D E Pedro V Matos ISEG-UTL 1 Análise Financeira e Contabilidade 2 1 Função Financeira O que é a Função Financeira? Consiste

Leia mais

Organizando e administrando o negócio

Organizando e administrando o negócio NEGÓCIO CERTO COMO CRIAR E ADMINISTRAR BEM SUA EMPRESA Organizando e administrando o negócio Manual Etapa 4/Parte 1 Boas vindas! Olá, caro empreendedor! É um prazer estar com você nesta etapa de sua viagem

Leia mais

BREVE INTRODUÇÃO AOS CONCEITOS CONTÁBEIS E DE ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES

BREVE INTRODUÇÃO AOS CONCEITOS CONTÁBEIS E DE ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES BREVE INTRODUÇÃO AOS CONCEITOS CONTÁBEIS E DE ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES BALANÇO PATRIMONIAL: é a representação quantitativa do patrimônio de uma entidade. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DO BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO

Leia mais

Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9

Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9 Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9 AULA 9 Assunto: Plano Financeiro (V parte) Prof Ms Keilla Lopes Mestre em Administração pela UFBA

Leia mais

Demonstrações Contábeis

Demonstrações Contábeis Demonstrações Contábeis 12.1. Introdução O artigo 176 da Lei nº 6.404/1976 estabelece que, ao fim de cada exercício social, a diretoria da empresa deve elaborar, com base na escrituração mercantil, as

Leia mais

O que é Finanças? 22/02/2009 INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS CORPORATIVAS

O que é Finanças? 22/02/2009 INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS CORPORATIVAS Prof. Paulo Cesar C. Rodrigues E mail: prdr30@terra.com.br INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS CORPORATIVAS O que é administração financeira? Qual sua importância para as corporações? Como são tomadas as decisões financeiras?

Leia mais

INDICADORES FINANCEIROS NA TOMADA DE DECISÕES GERENCIAIS

INDICADORES FINANCEIROS NA TOMADA DE DECISÕES GERENCIAIS INDICADORES FINANCEIROS NA TOMADA DE DECISÕES GERENCIAIS ANA BEATRIZ DALRI BRIOSO¹, DAYANE GRAZIELE FANELLI¹, GRAZIELA BALDASSO¹, LAURIANE CARDOSO DA SILVA¹, JULIANO VARANDAS GROPPO². 1 Alunos do 8º semestre

Leia mais

Módulo Contábil e Fiscal

Módulo Contábil e Fiscal Módulo Contábil e Fiscal Contabilidade Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Contábil e Fiscal Contabilidade. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas no

Leia mais

Administração Financeira e Orçamentária I. Introdução à Administração Financeira

Administração Financeira e Orçamentária I. Introdução à Administração Financeira Administração Financeira e Orçamentária I Introdução à Administração Financeira Conteúdo O Campo das Finanças A Função Financeira na Empresa As Funções do Administrador Financeiro O Objetivo da Empresa

Leia mais

Prof. Cleber Oliveira Gestão Financeira

Prof. Cleber Oliveira Gestão Financeira Aula 3 Gestão de capital de giro Introdução Entre as aplicações de fundos por uma empresa, uma parcela ponderável destina-se ao que, alternativamente, podemos chamar de ativos correntes, ativos circulantes,

Leia mais

Determinação do Capital de Giro

Determinação do Capital de Giro Determinação do Capital de Giro Foco da Palestra Orientar e esclarecer os conceitos básicos para determinação e gerenciamento do Capital de Giro da empresa. Classificar e analisar as fontes e aplicações

Leia mais

CENTRO DE ECONOMIA E ADMINISTRAÇÃO FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA I CAPITAL DE GIRO

CENTRO DE ECONOMIA E ADMINISTRAÇÃO FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA I CAPITAL DE GIRO CENTRO DE ECONOMIA E ADMINISTRAÇÃO FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA I CAPITAL DE GIRO 1 Fundamentos sobre Capital de Giro O objetivo da Administração Financeira de Curto

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS De acordo com o comando a que cada um dos itens de 51 a 120 se refira, marque, na folha de respostas, para cada item: o campo designado com o código C, caso julgue o item CERTO; ou o campo designado com

Leia mais

Análise Econômico-Financeira

Análise Econômico-Financeira Universidade Federal do Pará Curso de Ciências Contábeis Departamento de Contabilidade Análise Econômico-Financeira Gilvan Pereira Brito 0301007601 Belém-Pará 2007 1 Universidade Federal do Pará Curso

Leia mais

DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE SERGIPE - CIÊNCIAS CONTÁBEIS QUESTÕES

DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE SERGIPE - CIÊNCIAS CONTÁBEIS QUESTÕES QUESTÕES 01) Fazem parte do grupo de contas do : A) Duplicatas a Receber Caixa Duplicatas a Pagar. B) Terrenos Banco Conta Movimento Credores Diversos. C) Duplicatas a Pagar Caixa Adiantamentos de Clientes.

Leia mais

FINANÇAS A B C D A R$ 24.000,00. B R$ 12.000,00. C R$ 2.000,00. D R$ 0,00.

FINANÇAS A B C D A R$ 24.000,00. B R$ 12.000,00. C R$ 2.000,00. D R$ 0,00. ESPE/Un SERE 2013 Nas questões a seguir, marque, para cada uma, a única opção correta, de acordo com o respectivo comando. Para as devidas marcações, use a Folha de Respostas, único documento válido para

Leia mais

O EFEITO DE DIFERENTES CRITÉRIOS DE DEPRECIAÇÃO DE ATIVOS OPERACIONAIS NA ANÁLISE DO FLUXO DE CAIXA GERADO POR UM PROJETO

O EFEITO DE DIFERENTES CRITÉRIOS DE DEPRECIAÇÃO DE ATIVOS OPERACIONAIS NA ANÁLISE DO FLUXO DE CAIXA GERADO POR UM PROJETO O EFEITO DE DIFERENTES CRITÉRIOS DE DEPRECIAÇÃO DE ATIVOS OPERACIONAIS NA ANÁLISE DO FLUXO DE CAIXA GERADO POR UM PROJETO Ricardo Zerinto Martins 1, Paulo César Ribeiro Quintairos 2 1 Mestrando em Gestão

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16(R1) Estoques

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16(R1) Estoques COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16(R1) Estoques Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 2 (IASB) Índice Item OBJETIVO 1 ALCANCE 2 5 DEFINIÇÕES 6 8 MENSURAÇÃO

Leia mais

PLANEJAR, ELABORAR E CUMPRIR METAS

PLANEJAR, ELABORAR E CUMPRIR METAS PLANEJAR, ELABORAR E CUMPRIR METAS Fernanda Micaela Ribeiro Theiss Prof. Ademar Lima Júnior Centro Universitário Leonardo da Vinci UNIASSELVI Bacharelado em Ciências Contábeis (CTB 561) 14/05/2012 RESUMO

Leia mais

Administração Financeira

Administração Financeira Prof. Fabini Hoelz Bargas Alvarez O que são finanças? Finanças é a arte e a ciência de gestão do dinheiro; Imprescindível, pois todos os indivíduos e organizações recebem ou levantam dinheiro; A teoria

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16. Estoques. Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 2 (IASB)

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16. Estoques. Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 2 (IASB) COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16 Estoques Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 2 (IASB) Índice Item OBJETIVO 1 ALCANCE 2 5 DEFINIÇÕES 6 8 MENSURAÇÃO

Leia mais

FLUXO DE CAIXA: IMPORTANTE FERRAMENTA PARA AS DECISÕES EMPRESARIAIS Cristiane Aparecida MOTA 1 Hiroshi Wilson YONEMOTO 2 Marcela de Souza CABRAL 3

FLUXO DE CAIXA: IMPORTANTE FERRAMENTA PARA AS DECISÕES EMPRESARIAIS Cristiane Aparecida MOTA 1 Hiroshi Wilson YONEMOTO 2 Marcela de Souza CABRAL 3 1 FLUXO DE CAIXA: IMPORTANTE FERRAMENTA PARA AS DECISÕES EMPRESARIAIS Cristiane Aparecida MOTA 1 Hiroshi Wilson YONEMOTO 2 Marcela de Souza CABRAL 3 RESUMO: Este trabalho tem a intenção de demonstrar a

Leia mais

Gerenciando o Fluxo de Caixa com Eficiência

Gerenciando o Fluxo de Caixa com Eficiência Gerenciando o Fluxo de Caixa com Eficiência 08 a 11 de outubro de 2014 08 a 11 de outubro de 2014 Custo financeiro alto CENÁRIO ATUAL Concorrência cada vez mais competitiva Consumidores que exigem maiores

Leia mais

Unidade II Orçamento Empresarial. Profª Msc Mary Wanyza Disciplina : Orçamento

Unidade II Orçamento Empresarial. Profª Msc Mary Wanyza Disciplina : Orçamento Unidade II Orçamento Empresarial Profª Msc Mary Wanyza Disciplina : Orçamento Referências Bibliográficas Fundamentos de Orçamento Empresarial Coleção resumos de contabilidade Vol. 24 Ed. 2008 Autores:

Leia mais

ANÁLISE DOS DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS ÍNDICES DE LIQUIDEZ 1 Jane do Socorro do Rosário Ventura 2

ANÁLISE DOS DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS ÍNDICES DE LIQUIDEZ 1 Jane do Socorro do Rosário Ventura 2 1 ANÁLISE DOS DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS ÍNDICES DE LIQUIDEZ 1 Jane do Socorro do Rosário Ventura 2 RESUMO Os índices de liquidez visam fornecer um indicador da capacidade da empresa de pagar suas dívidas,

Leia mais

Gestão Capital de Giro

Gestão Capital de Giro Gestão Capital de Giro Conceito Capital de giro (ou de capital circulante), identifica os recursos que giram (circulam) várias vezes em determinado período. É formado basicamente por três importantes ativos

Leia mais

Ciclo Operacional. Venda

Ciclo Operacional. Venda Sumário 1 Introdução... 1 2 Dinâmica dos Fluxos de Caixa... 2 3 Capital Circulante Líquido (CCL) e Conceitos Correlatos... 4 4 Necessidade de capital de giro (NCG)... 6 5 Saldo em Tesouraria (ST)... 9

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA Gestão Financeira I Prof.ª Thays Silva Diniz 1º Semestre 2011 INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA Cap.1 A decisão financeira e a empresa 1. Introdução 2. Objetivo e Funções da

Leia mais

Contabilidade Financeira

Contabilidade Financeira Contabilidade Prof. Dr. Alvaro Ricardino Módulo: Contabilidade Básica aula 04 Balanço Patrimonial: Grupo de Contas II Aula 4 Ao final desta aula você : - Conhecerá os grupos de contas do Ativo e Passivo.

Leia mais

Gestão Financeira. Prof. Eduardo Pozzi

Gestão Financeira. Prof. Eduardo Pozzi Gestão Financeira Prof. Eduardo Pozzi Finanças Corporativas Questões centrais na gestão financeira de uma empresa: Quais investimentos de longo prazo precisam ser feitos? Que tipo de instalações, maquinário

Leia mais

OS NEGÓCIOS LUCRO = VOLUME PRODUZIDO X PREÇO - CUSTO

OS NEGÓCIOS LUCRO = VOLUME PRODUZIDO X PREÇO - CUSTO OS NEGÓCIOS Odilio Sepulcri* INTRODUÇÃO A sobrevivência dos negócios, dentre outros fatores, se dará pela sua capacidade de gerar lucro. O lucro, para um determinado produto, independente da forma como

Leia mais

2ª edição Ampliada e Revisada. Capítulo 6 Grupo de contas do Balanço Patrimonial

2ª edição Ampliada e Revisada. Capítulo 6 Grupo de contas do Balanço Patrimonial 2ª edição Ampliada e Revisada Capítulo Grupo de contas do Balanço Patrimonial Tópicos do Estudo Grupo de Contas do Ativo. Ativo Circulante Realizável a Longo Prazo Permanente Grupo de Contas do Passivo.

Leia mais

Neste contexto, o Fluxo de Caixa torna-se ferramenta indispensável para planejamento e controle dos recursos financeiros de uma organização.

Neste contexto, o Fluxo de Caixa torna-se ferramenta indispensável para planejamento e controle dos recursos financeiros de uma organização. UNIDADE II FLUXOS DE CAIXA Em um mercado competitivo, a gestão eficiente dos recursos financeiros, torna-se imprescindível para o sucesso da organização. Um bom planejamento do uso dos recursos aliado

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CEAP 5º CCN 2012.1 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CEAP 5º CCN 2012.1 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO O artigo 187 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976 (Lei das Sociedades por Ações), instituiu a Demonstração do Resultado do Exercício. A Demonstração do Resultado

Leia mais

FACULDADE DE PARÁ DE MINAS Curso de Administração. Alessandra de Almeida Rosa

FACULDADE DE PARÁ DE MINAS Curso de Administração. Alessandra de Almeida Rosa FACULDADE DE PARÁ DE MINAS Curso de Administração Alessandra de Almeida Rosa A IMPORTÂNCIA DO FLUXO DE CAIXA NA GESTÃO FINANCEIRA DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS Pará de Minas 2013 1 Alessandra de Almeida

Leia mais

CONTABILIDADE SOCIETÁRIA AVANÇADA Revisão Geral BR-GAAP. PROF. Ms. EDUARDO RAMOS. Mestre em Ciências Contábeis FAF/UERJ SUMÁRIO

CONTABILIDADE SOCIETÁRIA AVANÇADA Revisão Geral BR-GAAP. PROF. Ms. EDUARDO RAMOS. Mestre em Ciências Contábeis FAF/UERJ SUMÁRIO CONTABILIDADE SOCIETÁRIA AVANÇADA Revisão Geral BR-GAAP PROF. Ms. EDUARDO RAMOS Mestre em Ciências Contábeis FAF/UERJ SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 2. PRINCÍPIOS CONTÁBEIS E ESTRUTURA CONCEITUAL 3. O CICLO CONTÁBIL

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS - UNICAMP INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS - IFCH DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E PLANEJAMENTO ECONÔMICO - DEPE CENTRO TÉCNICO ECONÔMICO DE ASSESSORIA EMPRESARIAL

Leia mais

A IMPORTÃNCIA DO CAPITAL DE GIRO E ALGUMAS SOLUÇÕES PARA O PROBLEMA DE CAPITAL DE GIRO

A IMPORTÃNCIA DO CAPITAL DE GIRO E ALGUMAS SOLUÇÕES PARA O PROBLEMA DE CAPITAL DE GIRO A IMPORTÃNCIA DO CAPITAL DE GIRO E ALGUMAS SOLUÇÕES PARA O PROBLEMA DE CAPITAL DE GIRO Este artigo cientifico, apresenta de maneira geral e simplificada, a importância do capital de giro para as empresas,

Leia mais

CAPITAL DE GIRO: ESSÊNCIA DA VIDA EMPRESARIAL

CAPITAL DE GIRO: ESSÊNCIA DA VIDA EMPRESARIAL CAPITAL DE GIRO: ESSÊNCIA DA VIDA EMPRESARIAL Renara Tavares da Silva* RESUMO: Trata-se de maneira ampla da vitalidade da empresa fazer referência ao Capital de Giro, pois é através deste que a mesma pode

Leia mais

Graficamente, o Balanço Patrimonial se apresenta assim: ATIVO. - Realizável a Longo prazo - Investimento - Imobilizado - Intangível

Graficamente, o Balanço Patrimonial se apresenta assim: ATIVO. - Realizável a Longo prazo - Investimento - Imobilizado - Intangível CONTABILIDADE GERAL E GERENCIAL AULA 03: ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS TÓPICO 02: BALANÇO PATRIMONIAL. É a apresentação padronizada dos saldos de todas as contas patrimoniais, ou seja, as que representam

Leia mais

DIGA ADEUS AOS PROBLEMAS FINANCEIROS DE SUA EMPRESA.

DIGA ADEUS AOS PROBLEMAS FINANCEIROS DE SUA EMPRESA. DIGA ADEUS AOS PROBLEMAS FINANCEIROS DE SUA EMPRESA. Ter uma boa gestão financeira em seu negócio garante a saúde de sua empresa e a tranquilidade do empresário. Mantendo dinheiro em caixa, os compromissos

Leia mais

Unidade II ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

Unidade II ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Unidade II DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (DFC) 3 INTRODUÇÃO 1 2 A demonstração dos fluxos de caixa (DFC), a partir de 01/01/08, passou a ser uma demonstração obrigatória, conforme estabeleceu a lei

Leia mais

INSTRUMENTOS DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO

INSTRUMENTOS DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO INSTRUMENTOS DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO Sistema de informações gerenciais Sistema de informações gerencial => conjunto de subsistemas de informações que processam dados e informações para fornecer

Leia mais

DELIBERAÇÃO CVM Nº 547, DE 13 DE AGOSTO DE 2008

DELIBERAÇÃO CVM Nº 547, DE 13 DE AGOSTO DE 2008 TEXTO INTEGRAL DA, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA DELIBERAÇÃO CVM Nº 624, DE 28 DE JANEIRO DE 2010 (DOCUMENTO DE REVISÃO CPC Nº 01) Aprova o Pronunciamento Técnico CPC 03 do Comitê de Pronunciamentos

Leia mais

Demonstrações Financeiras UPCON SPE 17 Empreendimentos Imobiliários S.A.

Demonstrações Financeiras UPCON SPE 17 Empreendimentos Imobiliários S.A. Demonstrações Financeiras UPCON SPE 17 Empreendimentos Imobiliários S.A. 31 de dezembro de 2014 com o relatório dos auditores independentes Demonstrações financeiras Índice Relatório dos auditores independentes

Leia mais

Projeções dos Demonstrativos Contábeis. Prof. Isidro

Projeções dos Demonstrativos Contábeis. Prof. Isidro Projeções dos Demonstrativos Contábeis Prof. Isidro Planejamento Financeiro O planejamento financeiro de uma empresa busca determinar suas necessidades de caixa e é feito em dois níveis: Curto prazo (operacional)

Leia mais

ANÁLISE DE DESEMPENHO ECONÔMICO FINANCEIRO DE UMA INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO DE PLÁSTICOS DA REGIÃO SUL DE SC

ANÁLISE DE DESEMPENHO ECONÔMICO FINANCEIRO DE UMA INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO DE PLÁSTICOS DA REGIÃO SUL DE SC UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE UNESC GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS MARINA DE FRANÇA ANÁLISE DE DESEMPENHO ECONÔMICO FINANCEIRO DE UMA INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO DE PLÁSTICOS DA REGIÃO SUL DE

Leia mais

Aula 1 - Montagem de Fluxo de Caixa de Projetos

Aula 1 - Montagem de Fluxo de Caixa de Projetos Avaliação da Viabilidade Econômico- Financeira em Projetos Aula 1 - Montagem de Fluxo de Caixa de Projetos Elias Pereira Apresentação Professor Alunos Horário 19:00h às 23:00 h com 15 min. Faltas Avaliação

Leia mais

2. Acerca do conteúdo das Demonstrações Contábeis, julgue os itens abaixo e, em seguida, assinale a opção CORRETA.

2. Acerca do conteúdo das Demonstrações Contábeis, julgue os itens abaixo e, em seguida, assinale a opção CORRETA. 1. Considerando os conceitos de passivos e provisões, julgue os itens abaixo como Verdadeiros (V) ou Falsos (F) e, em seguida, assinale a opção CORRETA. I. Provisões são passivos com prazo ou valor incertos.

Leia mais

1 - Por que a empresa precisa organizar e manter sua contabilidade?

1 - Por que a empresa precisa organizar e manter sua contabilidade? Nas atividades empresariais, a área financeira assume, a cada dia, funções mais amplas de coordenação entre o operacional e as expectativas dos acionistas na busca de resultados com os menores riscos.

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA APOSTILA DE ESTUDO ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA Marcelo Cauduro de Castro - Mestre mccastro@terra.com.br MINI CURRÍCULO: Marcelo Cauduro de Castro é Mestre em Administração de Empresas pela Universidade Federal

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA. Prof. Local. Flavio Nicastro. flavio.nicastro@attatecnologia.com.br. 06-11-2013 aula revisão 1

GESTÃO FINANCEIRA. Prof. Local. Flavio Nicastro. flavio.nicastro@attatecnologia.com.br. 06-11-2013 aula revisão 1 GESTÃO FINANCEIRA Prof. Local Flavio Nicastro flavio.nicastro@attatecnologia.com.br 06-11-2013 aula revisão 1 Representação de Ativos 1) Um projeto produz um fluxo de caixa líquido depois de descontados

Leia mais

Seu preço de venda é rentável? José Flávio Bomtempo jflavio@uai.com.br 31 8449-6341

Seu preço de venda é rentável? José Flávio Bomtempo jflavio@uai.com.br 31 8449-6341 Seu preço de venda é rentável? José Flávio Bomtempo jflavio@uai.com.br 31 8449-6341 Seu preço de venda é rentável? Qual a rentabilidade do Patrimônio Líquido de sua empresa? Quais os itens que estão disponíveis

Leia mais

FUNÇÃO FINANCEIRA DE UM EMPREENDIMENTO AGROPECUÁRIO

FUNÇÃO FINANCEIRA DE UM EMPREENDIMENTO AGROPECUÁRIO FUNÇÃO FINANCEIRA DE UM EMPREENDIMENTO AGROPECUÁRIO Odilio Sepulcri 1 Conforme ROSE 1, pode-se representar a administração de uma empresa, de uma forma geral, dividindo em três níveis: operações, estratégia

Leia mais

REDE DE ENSINO LFG AGENTE E ESCRIVÃO PF Disciplina: Noções de Contabilidade Prof. Adelino Correia Aula nº09. Demonstração de Fluxo de Caixa

REDE DE ENSINO LFG AGENTE E ESCRIVÃO PF Disciplina: Noções de Contabilidade Prof. Adelino Correia Aula nº09. Demonstração de Fluxo de Caixa REDE DE ENSINO LFG AGENTE E ESCRIVÃO PF Disciplina: Noções de Contabilidade Prof. Adelino Correia Aula nº09 Demonstração de Fluxo de Caixa Demonstração de Fluxo de Caixa A partir de 28.12.2007 com a publicação

Leia mais

Análise financeira da carteira de recebíveis

Análise financeira da carteira de recebíveis Análise financeira da carteira de recebíveis Por Carlos Alexandre Sá A análise e interpretação do desempenho da carteira de recebíveis é de extrema importância não só para o pessoal da área financeira,

Leia mais

UNIDADE I INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO 1.1 NATUREZA E DEFINIÇÕES DA ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO

UNIDADE I INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO 1.1 NATUREZA E DEFINIÇÕES DA ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO Resumo: UNIDADE I INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO 1.1 NATUREZA E DEFINIÇÕES DA ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO Capital de giro refere-se aos recursos correntes (curto prazo) da empresa,

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 7 (IASB) PRONUNCIAMENTO Conteúdo Item OBJETIVO

Leia mais

ANÁLISE FINANCEIRA VISÃO ESTRATÉGICA DA EMPRESA

ANÁLISE FINANCEIRA VISÃO ESTRATÉGICA DA EMPRESA ANÁLISE FINANCEIRA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA NAS EMPRESAS INTEGRAÇÃO DOS CONCEITOS CONTÁBEIS COM OS CONCEITOS FINANCEIROS FLUXO DE OPERAÇÕES E DE FUNDOS VISÃO ESTRATÉGICA DA EMPRESA Possibilita um diagnóstico

Leia mais

Unidade II. Unidade II

Unidade II. Unidade II Unidade II REESTRUTURAÇÃO FINANCEIRA NAS ORGANIZAÇÕES Neste módulo, estudaremos como ocorre a reestruturação financeira nas empresas, apresentando um modelo de planejamento de revitalização, com suas características

Leia mais