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1 Administração Financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras Ana Paula Mussi Szabo Cherobim Antônio Barbosa Lemes Jr. Claudio Miessa Rigo Material de apoio para aulas

2 Administração Financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras I. Introdução à Administração Financeira II. O Ambiente dos Negócios III. A Decisão de Investimento IV. A Decisão de Financiamento V. Administração Financeira de Curto Prazo VI. Tópicos Especiais em Finanças

3 Capítulo 15 Planejamento econômico - financeiro Cap 11: Administração do caixa Cap 12: Administração de crédito e contas a receber Cap 13: Administração Financeira de Estoques Cap 14: Fontes de financiamento de curto prazo Cap 15: Planejamento econômico - financeiro

4 Capítulo 15 : Planejamento Econômico- Financeiro 15.1 Introdução 15.2 O tempo e o planejamento econômico financeiro O planejamento econômico financeiro de longo prazo 15.4 O planejamento econômico financeiro de curto prazo 15.5 Resumo 15.6 Questões 15.7 Exercícios 15.8 Bibliografia Adicional

5 Introdução Planejamento é o processo de estabelecer objetivos ou metas, determinando a melhor maneira de atingi-las. O planejamento estabelece o alicerce para as subsequentes funções de organizar, liderar e controlar, e por isso é considerado função fundamental do administrador. O processo de planejamento econômico-financeiro é desenvolvido através da manipulação, etapa por etapa, de inúmeros dados projetados, vinculados ao planejamento da empresa, que vão sendo agrupados, proporcionando a geração de resultados intermediários.

6 Introdução: regime de caixa e competência A contabilidade trabalha no regime de competência: Receitas e despesas são contabilizadas na sua data de ocorrência, mesmo que não ocorra o recebimento ou o desembolso dos recursos. A tesouraria trabalha no regime de caixa: Consideram-se as datas de efetivo pagamento ou recebimento dos recursos.

7 Regimes de Contabilização REGIME DE CAIXA: lançamentos feitos com base na transação financeira: Entrada e saída de recursos. Fluxo de Caixa REGIME DE COMPETÊNCIA: lançamentos feitos com base na transação econômica: Receitas e Despesas reconhecidas no período a que se referem.

8 A empresa DAS GELD LTDA. tinha $ 30 em caixa. Compra à vista $ 20 em mercadorias e vende a prazo, para receber em 30 dias, o total das mercadorias por $ 35. O resultado é: Regime de competência Regime de Caixa Caixa inicial 30 0 recebidas (20) Contas a receber Custo das (20) mercadorias Vendas 35 Vendas Custo das mercadorias RESULTADO 15 Saldo de Caixa 10 a receber 35

9 EXERCÍCIO: A empresa LigouChamou Ltda tem $20 em caixa. Compra, à vista, $15. Vende a prazo o total de mercadorias compradas por $30, com prazo de 45 dias. Caixa Inicial COMPETÊNCIA CAIXA Vendas a prazo CMV Resultado

10 A empresa Callig está com caixa de $20. Compra, à vista, $18 de produtos a serem revendidos. Vende, com prazo de 45 dias, todo o seu estoque por $38. Qual o seu resultado operacional? Qual o saldo de caixa? Caixa inicial Vendas Contas a receber Custo das mercadorias Resultado Caixa inicial Vendas recebidas Contas a receber Saída de caixa Resultado de Caixa

11 A empresa Muda SA está com caixa de $12. Compra, a prazo, $42 de produtos a serem revendidos. Vende, à vista, todo o seu estoque por $63. Qual o seu resultado operacional? Qual o saldo de caixa? Regime de competência Vendas Contas a pagar Resultado Operacional Regime de Caixa Caixa inicial Vendas recebidas Contas a pagar Saldo de caixa a receber

12 Exemplos Diferenças entre REGIME DE CAIXA E REGIME DE COMPETÊNCIA: Venda no dia 10 de agosto, com prazo de 30 dias: Regime de caixa: entrada de recursos no dia 09 de setembro. Regime de competência: receita de vendas e faturamento do mês de agosto. Compra no dia 18 de setembro, prazo de 20 dias.

13 Aquisição de apólice de seguros contra incêndio em janeiro, validade um ano, pagamento em 4 prestações de R$ 30,00. Regime de caixa: Regime de competência: Depreciação de equipamento adquirido por R$ 4.800,00, para depreciar em dois anos. Regime de caixa: Regime de Competência: Pagamento de 13 salário em novembro. R$ Regime de caixa: Regime de competência: Venda de R$ 5.400,00 de aparelhos telefônicos no mês de fevereiro, em 6 prestações mensais, iguais, sem entrada. Regime de caixa: Regime de competência:

14 Data de cobrança X Disponibilidade do $ Cheque para dia 10 Disponível dia 11 ( mesma praça valor elevado) Disponível dia 12 (mesma praça valor inferior) Disponível dia 13 ou 14 ( fora da praça) Sábados, Domingos e Feriados: considerar o primeiro dia útil seguinte. Boleto Bancário: vencimento dia 10. D + 1 = Disponível dia 11 D + 2 = Disponível dia 12 D + 3 = Disponível dia 13 Sábados, Domingos e Feriados: considerar o primeiro dia útil seguinte.

15 O tempo e o planejamento econômico - Financeiro O longo prazo Resultados de planos estratégicos de empresa voltados para períodos superiores a um ano. Mercado de Capitais. Orçamento econômico financeiro. O curto prazo a) O orçamento de capital, também denominado orçamento de investimentos. b) A projeção do fluxo de caixa, também denominada orçamento de caixa. c) A demonstração de resultados projetada, também denominada de orçamento operacional. d) Os balanços patrimoniais projetados.

16 Planejamento econômico - financeiro de longo prazo a) O orçamento de capital b) Os lucros futuros c) A geração de recursos financeiros (caixa) Métodos de preparação Método da Demonstração de Resultado Ajustada. Método da diferença de capital de giro.

17 Planejamento econômico - financeiro de longo prazo Método da Demonstração de Resultado Ajustada 1. L U C R O L Í Q U I D O P R O J E T A D O M A I S M E N O S 2. R E D U Ç Õ E S N O A T I V O 3. A C R É S C I M O S N O A T I V O - v a l o r e s a r e c e b e r - v a l o r e s a r e c e b e r - e s t o q u e s - e s t o q u e s - d e s p e s a s d i f e r i d a s - d e s p e s a s d i f e r i d a s - v e n d a d e t í t u l o s d e i n v e s t i m e n t o - c o m p r a d e t í t u l o s d e i n v e s t i m e n t o - v e n d a d e a t i v o p e r m a n e n t e - c o m p r a d e a t i v o p e r m a n e n t e - d e p r e c i a ç ã o 4. A C R É S C I M O S N O P A S S I V O 5. R E D U Ç Õ E S N O P A S S I V O - v a l o r e s a p a g a r - v a l o r e s a p a g a r - o u t r o s c i r c u l a n t e s - o u t r o s c i r c u l a n t e s - v e n d a d e t í t u l o s d e d í v i d a a - p a g a m e n t o d e d í v i d a a l o n g o l o n g o p r a z o p r a z o 6. A C R É S C I M O S N O P A T R I M Ô N I O L Í Q U I D O 7. R E D U Ç Õ E S N O P A T R I M Ô N I O L Í Q U I D O - v e n d a d e a ç õ e s - r e c o m p r a d e a ç õ e s - c a p i t a l i z a ç ã o p o r a c i o n i s t a s - d i v i d e n d o s - r e t i r a d a s d o s p r o p r i e t á r i o s 1 + ( ) - ( ) I G U A L V A R I A Ç Ã O P O S I T I V A O U N E G A T I V A D O S A L D O L Í Q U I D O D E C A I X A

18 Planejamento econômico - financeiro de longo prazo Aplicação Prática: Método da Demonstração de Resultado Ajustada 1. LUCRO LÍQUIDO PROJETADO = $ , MAIS MENOS 2. REDUÇÕES NO ATIVO 3. ACRÉSCIMOS NO ATIVO - estoques $ valores a receber $ depreciação $ ativo permanente $ Total $ Total $ ACRÉSCIMOS NO PASSIVO 5. REDUÇÕES NO PASSIVO - valores a pagar $ outros circulantes $ dívida longo prazo $ Total $ , Total $ ACRÉSCIMOS NO PL 7. REDUÇÕES NO PL - dividendos $ Total 0 Total $ ( ) - ( ) IGUAL VARIAÇÃO POSITIVA DO SALDO LÍQUIDO DE CAIXA DE $

19 Planejamento econômico - financeiro de longo prazo Método da Diferença do Capital de Giro 1 a fase - Variação do Capital Circulante Líquido No cálculo da variação do capital circulante líquido são utilizadas as pro- jeções dos orçamentos de vendas, custos de produção e despesas operacionais, para se projetar os itens de ativos e passivos circulantes e o capital de giro. Os valores de Caixa não são considerados, neste momento. Calculo do CCL do ano Ano X1 AC final (-) PC final = CCL de X1 Ano X0 AC final (-) PC final = CCL de X0 Variação do CCL no período CCL de X1 (-) CCL de X0 = Variação no CCL

20 Planejamento econômico - financeiro de longo prazo Método da Diferença do Capital de Giro de outra forma Variação no Ativo Circulante Ano X1 Ano X0 Variacao AC final (-) AC final (=) Variação no AC Variacao no Passivo Circulante Ano X1 Ano X0 Variacao PC final (-) PC final (=) Variação no PC Variação no CCL no período Variação no AC (-)Variação no PC (=) Variação no CCL

21 Planejamento econômico - financeiro de longo prazo Método da Diferença do Capital de Giro exemplo Cálculo do CCL do ano Ano AC final (-) PC final = CCL Ano X1 $ (-) 1, = ( ) Ano X0 $ (-) = ( ) Variação do CCL no período CCL de X1 (-) CCL de X0 = Variação no CCL ( ) = (-) = ( )

22 Planejamento econômico - financeiro de longo prazo Método da Diferença do Capital de Giro de outra forma Variacao no Ativo Circulante Ano X1 Ano X0 Variacao $ (-) $ (=) Variacao no Passivo Circulante Ano X1 Ano X0 Variacao (-) 1, (-) (=) Variação do CCL no período Variação no AC (-) CCL de X0 = Variação no CCL (-) = ( )

23 Planejamento econômico - financeiro de longo prazo 2a fase Variações dos elementos patrimoniais 3a fase - Cálculo da projeção do saldo final de caixa 1 - ENTRADAS DE CAIXA Variações de: Valores ($) Lucro líquido após Imposto de Renda Depreciação Reduções de ativos permanentes Reduções do realizável a longo prazo Aumentos de passivos de longo prazo Aumentos de patrimônio líquido Total SAÍDAS DE CAIXA Variações de: Valores ($) Aumentos do realizável a longo prazo Aumentos do ativo permanente Redução de exigível de longo prazo Redução de patrimônio líquido Prejuízos a recuperar Total DIFERENÇA DO PERÍODO ( 1-2 ) 4 - ± SALDO INICIAL DE CAIXA 5 - ± VARIAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO 6 - DISPONIBILIDADE ACUMULADA (±3 ± 4 ± 5) 7 - ± EMPRÉSTIMOS OU APLICAÇÕES DE CURTO PRAZO 8 - ± APLICAÇÕES CURTO PRAZO (T.N.) 9 - PROJEÇÃO DO SALDO FINAL DE CAIXA

24 Planejamento econômico - financeiro de longo prazo Prática empresarial Utilizando os mesmos dados do exemplo apresentado sobre o método da demonstração de resultados ajustada, o gerente financeiro da empresa XYZ Produtos Industriais S.A. vai agora projetar o saldo final de caixa do ano X4 através do método da diferença do capital de giro Primeiro, ele calcula a variação do capital circulante líquido: Variações do ativo circulante: Estoques Valores a receber Variação Variações do passivo circulante: Valores a pagar Outros passivos Variação Valores (R$) Valores (R$) (50.000) R$ (25.000) (R$ )

25 Planejamento econômico - financeiro de longo prazo Prática empresarial Como a variação prevista do Passivo Circulante será negativa, significa que haverá aplicação de recursos no passivo circulante, portanto essa aplicação deverá ser somada à aplicação projetada no ativo circulante de R$ A variação do Capital Circulante Líquido prevista será de R$ Cálculo das ENTRADAS DE CAIXA Variações de: Valores (R$) Lucro Líquido após Imposto de Renda Depreciação Reduções de Ativos Permanentes 0 Reduções do Realizável a Longo Prazo 0 Aumentos de passivos de Longo Prazo Aumentos de Patrimônio Líquido 0 Total

26 Planejamento econômico - financeiro de longo prazo Prática empresarial Cálculo da SAÍDAS DE CAIXA Variações de: Valores ($) Aumentos do Realizável a Longo Prazo 0 Aumentos do Ativo Permanente Redução de Exigível de Longo Prazo 0 Redução de Patrimônio Líquido Prejuízos a recuperar 0 Total DIFERENÇA DO PERÍODO ( 1-2 ) ± SALDO INICIAL DE CAIXA ± VARIAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO (25.000) 6 - DISPONIBILIDADE ACUMULADA (±3 ± 4 ± 5) EMPRÉSTIMOS OU RESGATE DE APLICAÇÕES DE CURTO PRAZO APLICAÇÕES CURTO PRAZO (T.N.) PROJEÇÃO DO SALDO FINAL DE CAIXA No exemplo foi desconsiderada a existência de saldo de caixa no início do período e, não fora a aplicação de $ em títulos negociáveis, seria o mesmo saldo de caixa projetado pelo método da demonstração de resultados ajustada, que foi de R$ , identificado no item 6 da disponibilidade acumulada.

27 Planejamento econômico - financeiro de curto prazo CURTO PRAZO O orçamento de capital OU orçamento de investimentos. A projeção do fluxo de caixa OU orçamento operacional. A demonstração de resultados projetada OU orçamento operacional. Os balanços patrimoniais projetados. LONGO PRAZO O orçamento de capital. Os lucros futuros. A geração de recursos financeiros (caixa).

28 Planejamento econômico - financeiro de curto prazo 1. O ORÇAMENTO DE VENDAS PEÇA BÁSICA, QUE DÁ INÍCIO TODO O PROCESSO DE PLANEJAMENTO DE LUCRO E DE CAIXA. COM BASE NELE QUE DEVEM SER FORMULADOS OS PROGRAMAS DE PRODUÇÃO, COMPRAS, PESQUISAS, INVESTIMENTOS EM ATIVO FIXO, ETC. EXEMPLO Vendas previstas no período: Produto Previsão Un. Preço de venda $ Receita $ A , B , Soma

29 Planejamento econômico - financeiro de curto prazo A PARTIR DO ORÇAMENTO DE VENDAS É ELABORADO O PROGRAMA DE PRODUÇÃO E ENTÃO É PREPARADO O ORÇAMENTO DE PRODUÇÃO, QUE CONSIDERANDO OS ESTOQUES EXISTENTES DE PRODUTOS ACABADOS, É COMPOSTO DOS SEGUINTES ORÇAMENTOS: 2. Programa de produção 2.1 ORÇAMENTO DE MATÉRIAS PRIMAS E INSUMOS 2.2 ORÇAMENTO DE MÃO-DE-OBRA DIRETA 2.3 ORÇAMENTO DE DESPESAS INDIRETAS DE FABRICAÇÃO 2.4 ORÇAMENTO DOS CUSTOS DOS PRODUTOS VENDIDOS 2. O Programa de Produção A partir do estoque inicial previsto para o início do período e com as informações sobre as quantidades a serem vendidas, é preparado o programa de Produção, conforme o exemplo a seguir: Produto A Previsão Un. Produto B Previsão Un. Estoque inicial 400 Estoque inicial 500 A produzir A produzir Vendas (1.500) Vendas (2.000) Saldo final 500 Saldo final 300

30 Planejamento econômico - financeiro de curto prazo 2.1 O Orçamento de matérias-primas e insumos O programa de produção, no qual são definidos os níveis de estoques, as quantidades e o cronograma de utilização de cada tipo de matéria-prima, oferece condições para a elaboração da programação de utilização, compras e consequentemente do orçamento de matérias-primas. EXEMPLO Consumo Produto A Previsão Un. Produto B Previsão Un. Estoque inicial 200 Estoque inicial 600 A produzir A produzir Vendas (1.500) Vendas (2.000) Saldo final 300 Saldo final 400 Custos de Matérias-primas Produto Previsão Un. Custo $ Total A , ,00 B , ,00 Soma ,00

31 Planejamento econômico - financeiro de curto prazo 2.2 Orçamento de Mão-de-Obra Direta A mão-de-obra direta consiste no pessoal que está diretamente ligado às operações específicas de produção e é classificada como custo variável. É necessário fazer-se previsões de quantidades de horas-padrão necessárias para produzir uma unidade de produto e, da mesma forma, o custo de cada hora padrão. EXEMPLO Produto Produção Un. N o de HP/Un. Custo HP $ Valor Orçado $ A ,50 4, ,00 B ,25 5, ,00 Soma ,00 A mão-de-obra indireta envolve o pessoal administrativo, supervisores, manutenção, gerentes, chefes de produção, classificando-se como custo semivariável.

32 Planejamento econômico - financeiro de curto prazo 2.3 O ORÇAMENTO DAS DESPESAS INDIRETAS DE PRODUÇÃO OU DOS CUSTOS INDIRETOS DE FABRICAÇÃO Exemplo Despesas Total Produto A Produto B Mão de obra indireta , , ,94 Materiais indiretos 5.000, , ,06 Seguros 1.000,00 470,59 529,41 Aluguéis 4.000, , ,65 Depreciação , , ,18 Energia elétrica 8.000, , ,29 Água 2.500, , ,53 Outras 1.500,00 705,88 794,12 Soma , , ,18 Serão produzidas unidades de produtos ( ). De acordo com o critério estabelecido o Produto A representa 47,06% da produção e o Produto B 53,94%. A distribuição das despesas indiretas de produção foi feita de acordo com essa proporcionalidade.

33 Planejamento econômico - financeiro de curto prazo 2.4 O ORÇAMENTO DOS CUSTOS DOS PRODUTOS VENDIDOS Os custos dos produtos vendidos resultam da média calculada entre os custos dos produtos acabados no período e os custos dos produtos em estoque. Custos de produção Custos Produto A Produto B Somas Matérias-primas , , ,00 Mão-de-Obra Direta 9.600, , ,00 Custos Indiretos de Fabr , , ,00 Totais , , ,00 Custos unitários $ ,82/1600 $ 30,41 $ ,18/1.800 $ 32,66

34 Planejamento econômico - financeiro de curto prazo 2.4 O ORÇAMENTO DOS CUSTOS DOS PRODUTOS VENDIDOS Custos dos produtos vendidos Produto A Produto B Unidades Valor Unidades Valor Produtos em estoque 400 $ 500 $ , ,82 Produtos produzidos , ,18 Somas , ,00 Custo médio unitário $ 32,50 $ 32,17

35 Orçamento de despesas operacionais COMPREENDE AS DESPESAS OPERACIONAIS NECESSÁRIAS PARA A VENDA OS PRODUTOS E COM A ADMINISTRAÇÃO DA EMPRESA, INCLUINDO AS DESPESAS FINANCEIRAS E TRIBUTÁRIAS. É COMPOSTO, PORTANTO, DOS SEGUINTES ORÇAMENTOS: 3.1 DE DESPESAS ADMINISTRATIVAS 3.2 DE DESPESAS COM VENDAS 3.3 DE DESPESAS FINANCEIRAS 3.4 DE DESPESAS TRIBUTÁRIAS

36 Orçamento de despesas operacionais 3.1. O Orçamento de Despesas Administrativas São geralmente fixas que acontecem na supervisão ou na prestação de serviços a todas as principais áreas da empresa, ao invés de se relacionarem com o desempenho de uma única função. EXEMPLO Despesas Total Administrativas Salários ,00 Encargos sociais 8.040,00 Correio e telefonia 1.200,00 Viagens 2.500,00 Material de Expediente 1.000,00 Seguros 3.000,00 Depreciação 7.500,00 Outras 2.300,00 Soma ,00

37 Orçamento de despesas operacionais 3.2. O ORÇAMENTO DE DESPESAS DE VENDAS São consideradas as despesas com vendas, incluindo a distribuição Despesas de Vendas Total Salários, Comissões e Prêmios 6.000,00 Encargos sociais 4.020,00 Correio e telefonia 1.000,00 Viagens 5.500,00 Material de Expediente 1.000,00 Seguros 2.000,00 Promoção e Publicidade ,00 Expedição 4.500,00 Depreciação 2.500,00 Assistência Técnica 5.000,00 Diversas 1.454,25 Soma ,25

38 Orçamento de despesas financeiras Compreende os juros, encargos financeiros e correção monetária (quando houver), além de outros tipos de gastos financeiros, como taxas de abertura de crédito e demais valores cobrados pelas instituições financeiras sob as mais variadas denominações. As despesas financeiras podem ser classificadas em dois tipos: Encargos financeiros operacionais - despesas de empréstimos de curto prazo para financiamento do capital de giro; e Encargos financeiros de investimentos - quando da aquisição de ativos fixos, geralmente operações de médio e longo prazo.

39 Orçamento de despesas tributárias Engloba toda a tributação específica de pessoas jurídicas. Merece atenção especial em razão do grande número de impostos e contribuições, com diversos prazos de recolhimento, além de constantes mudanças na legislação.

40 Modelo de DRE projetada ITENS Valor RECEITA BRUTA DE VENDAS ,00 (-) Dedução de receita bruta 0,00 RECEITA LÍQUIDA ,00 (-) Custo dos produtos vendidos ,00 LUCRO BRUTO ,00 (-) Despesas administrativas ,00 (-) Despesas comerciais ,25 (-) Despesas financeiras (+) Receitas financeiras LUCRO OPERACIONAL ,75 (+) Receitas não operacionais (-) Despesas não operacionais (±) Saldo CM e variações monetárias LUCRO ANTES DO IR e CSL ,75 (-) Provisão IR e CSL (27%) ,75 LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO ,00 (-) Provisão de dividendos 0 A TRANSFERIR PARA PATRIMÔNIO LÍQUIDO ,00

41 Projeção do fluxo de caixa ou orçamento de caixa 1. Fluxo operacional SALÁRIOS Pagamentos MATÉRIAS- Pagamentos PRIMAS PRODUTOS CUSTOS Pagamentos EM PROCESSO INDIRETOS PRODUTOS PARA VENDA DESPESAS Pagamentos OPERACIONAIS CAIXA E FINANCEIRAS Pagamento Imposto de Renda Restituição VENDAS À VISTA VENDAS A Recebimentos PRAZO

42 Projeção do fluxo de caixa ou orçamento de caixa 2 Fluxo de investimento C A IX A C O M P R A V E N D A IM O B IL IZ A Ç Õ E S C O M P R A V E N D A IN V E S T IM E N T O S F l u x o d e i n v e s t i m e n t o s 3 Fluxo de financiamento C A I X A P A G A M E N T O S F I N A N C I A M E N T O S R E C O M P R A D E A Ç Õ E S D I V I D E N D O S V E N D A D E A Ç Õ E S E X I G Í V E I S P A T R I M Ô N I O L Í Q U I D O F l u x o d e f i n a n c i a m e n t o s

43 Método das entradas e saídas de caixa ou método direto É utilizado para a preparação do orçamento de caixa, a partir do Orçamento Operacional ou da projeção da Demonstração de Resultados do período. ITENS ENTRADAS (ou RECEBIMENTOS) TOTAL 1. Vendas a vista ,00 2. Vendas a prazo ,00 3. Vendas de Ativos Permanentes 0,00 4. Aumentos de capital 0,00 5. Receitas financeiras 0,00 6. Resgates de aplicações de curto prazo 0,00 7. Outros recebimentos 5.000,00 8. TOTAL DAS ENTRADAS ( ) ,00 SAÍDAS (ou PAGAMENTOS) 09. Materiais , Pessoal , Encargos Sociais , Serviços Gerais , Despesas Comerciais , Dividendos 0, Tributos 2.000, Imposto de Renda , Amortização de empréstimos 0, Juros 0, Investimentos , TOTAL DAS SAÍDAS ( ) , FLUXO LÍQUIDO DE CAIXA (8-20) (46.000,00) 22. SALDO INICIAL DE CAIXA , NOVOS EMPRÉSTIMOS 0, AMORTIZAÇÃO NOVOS 0,00 EMPRÉSTIMOS 25. SALDO FINAL DE CAIXA 4.000,00

44 APLICAÇÃO PRÁTICA Queiroça SA em excell

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