As máscaras festivas de Qhapaq qulla e Qhapap chunchu em Paucartambu (Peru): primeiras experimentações cênicas em Uberlândia (MG)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "As máscaras festivas de Qhapaq qulla e Qhapap chunchu em Paucartambu (Peru): primeiras experimentações cênicas em Uberlândia (MG)"

Transcrição

1 As máscaras festivas de Qhapaq qulla e Qhapap chunchu em Paucartambu (Peru): primeiras experimentações cênicas em Uberlândia (MG) Vilma Campos dos Santos LEITE 1 RESUMO Em Paucartambu na província de Cusco no Peru acontece anualmente entre 15 a 18 de julho a Festa de Nossa Senhora do Carmo, chamada como "Mamita" e padroeira dos mestiços. O cortejo é formado por peregrinos, dançantes e músicos que percorrem as ruas, a praça, a prisão e o cemitério da pequena cidade com instrumentos tocados ao vivo e utilizando junto com o espanhol, o quéchua uma das importantes línguas indígenas faladas na região andina. A partir dos estudos da antropóloga Gisela Cánepa Koch sobre a construção e a identidade dessa festa em Paucartambo, tenho procurado refletir sobre as potencialidades das máscaras. Realizei um estudo exploratório nos meses de janeiro e fevereiro de 2015 com o intuito de delimitar um projeto de pesquisa de pós-doutorado a ser realizado em Nas máscaras das festas da cultura popular vejo similaridades e potencialidades para o trabalho de criação e formação teatral.. PALAVRAS-CHAVE: máscaras andinas; Paucartambu; cultura popular. Contexto que dá origem ao desejo de uma investigação A história da máscara se confunde com a história da humanidade. Como afirma Edward Gordon Craig ( ) na revista Masks em 1908, a máscara é um artefato utilizado nos contextos mais diversos de cerimônias religiosas à própria utilização artística. 1 Professora do curso de graduação em Teatro e Mestrado em Artes Cêncas e ProfArtes do IARTES/UFU, doutora em História, 1

2 Socialmente, muitas vezes associada à ideia de "disfarce" para "ocultar uma identidade". Vem sendo utilizado no âmbito teatral não só como uma possibilidade estética, mas também como uma ferramenta importante para o trabalho do ator, uma vez que elementos técnicos como precisão e limpeza de movimentos são requeridas de quem utiliza uma máscara em cena. No século XX, vários homens de teatro se detiveram sobre as possibilidades pedagógicas da máscara para o trabalho de ator, sendo a máscara neutra trabalhada por Jacques Lecoq na segunda metade desse século o nome mais emblemático. Segundo a classificação que Susan Harris Smith traz das máscaras, o gênero da Commedia dell'arte estaria inserido nas de cunho satírico e grotesco (Smith, 1984) 2. O gestual exagerado e específico que máscaras como a de Pantalone, Arlequino ou Dottore exige, de acordo com a linguagem cômica, possibilita o refinamento da percepção e das habilidades corporais em cena. Por isso, para além do gênero em que esse naipe de máscara se insere, tem sido possível chegar ao que Felisberto Sabino da Costa tem chamado de "pedagogia para a (trans)formação do ator, propiciando-lhe referências para a composição de um corpo cênico" (Costa, 2006, p. 156). Mas para além das máscaras que vêm de tradições estéticas ou teatrais, ou ainda de experimentos de diretores e outros pedagogos da cena, haveria possibilidades de utilização de máscaras que estão presentes em outros contextos sociais para uma apropriação em cena? Há, por exemplo, nas mais diferenciadas culturas, muita festas que trazem a máscara como um elemento fundamental. Seria possível levar essas máscaras provenientes de culturas populares para o âmbito de uma criação cênica e estética? Como utilizar máscaras da tradições da cultura popular como ponto de partida para o trabalho de formação e criação teatral? É esse o meu interesse atual e várias manifestações poderiam ser o foco dessa experimentação da festa do cavalo marinho em Recife à mascarada de Pirinópolis em Goiás. No entanto, faço o recorte pela festa de Nossa Senhora Del Carmen em Paucartambo no Peru. Meu primeiro contato com objetos (livros, DVDs e algumas máscaras) e informações dessa festa foi a partir de uma viagem que realizei em Em fevereiro daquele ano participei, durante dez dias, do Laboratório aberto do grupo Yuyachkani em Lima, Peru. Pude constatar que esse grupo tem trabalhado com a 2 Os outros três tipos de máscara trazidos por Smith são: ritual, mito, espetáculo; imagens do sonho ou conflitos metais e as máscaras sociais. 2

3 cultura andina e que as máscaras são fonte e estímulo para a composição da criação cênica. Fiquei bastante intrigada com a apropriação dos Yuyachkani da cultura tradicional de seu país, uma vez que no Brasil temos nos utilizado cenicamente de máscaras que vem de tradições distantes (como Máscaras Balinesas e a Commedia Dell'Arte), mas dificilmente a teatralização a partir de festas do nosso país ou de nosso continente. O Yuyachkani, surgido no contexto de teatro de grupos na América Latina há cinquenta anos alterou o meu olhar para essas outras tradições que muitas vezes são consideradas por nós como liminares, alternativas ou periféricas Muitas das obras desse grupo continuam ativas em seu repertório como processo de aprendizado e de questionamento e algumas delas tem sido realizadas em espaços alternativos. Em consonância com nossa época que demanda encontros fora do edifício teatral, o grupo tem se esmerado em buscar habilidades cada vez mais híbridas e não representacionais. Isso contudo não exime o grupo de estar conectado com a origem do teatro e consequentemente ao mundo da máscara. No site do grupo é possível encontrar o significado dessa linguagem em seu trabalho: La máscara para Yuyachkani es parte de su reflexión y proceso de creación, pues encuentra viva en ella la noción ancestral de identidad, que es uno de los elementos a partir de los cuales elabora su propuesta, dirigiendo sus aportes hacia una dramaturgia nacional. Apesar do trabalho coletivo, cada ator tem suas pesquisas específicas. Debora Correa, por exemplo tem,uma demonstração pedagógica chamada "Atrás da máscara" (DVD) onde traz à tona personagens mascarados que estão presentes na cultura do seu país, fazendo uma demonstração do treinamento corporal e vocal prévio para o uso da máscara e as habilidades que cada uma delas requer como (precisão, movimentos, canto, dança, etc.) O que máscaras de uma festa como a de Paucartambo pode comunicar e favorecer no processo de criação e de formação de um artista cênico? Como utilizá-las a partir das referências e contextos próprios como os do Brasil? Como não descaracterizar a máscara ao trazer para um outro contexto? Minha hipótese é que, independentemente de sua origem e localização geográfica, a máscara traz características humanas, são potentes; afinal, são pertencentes a uma festa com sincretismo entre práticas précolombianas e as do mundo cristão. Aspectos rituais desses exemplares de máscaras 3

4 parecem-me evidentes para a criação e formação do artista, vinculados a aspectos de narrativas e memórias do homem, enquanto espécie biológica. Alguns aportes teórico-metodológicos Vejo, assim, que a manifestação dessas máscaras em uma cultura diferente da de origem pode ser relevante se evidenciar os aspectos arquetípicos. Inicialmente comecei a pesquisa por uma abordagem bibliográfica e compreendo a partir de Joseph L Henderson (apud JUNG, 1977, p. 112) que dentro da tribo dos Winnebagos (tribo de índios norte-americanos estudada pelo Dr. Paul Radin em 1948) há quatro ciclos de heróis: o Trickster, Hare, Red Horn e Twins 3. Compreendo o ciclo do Trickster como aquele que corresponde a muitas das máscaras presentes nas festas da cultura popular, como por exemplo a de Paucartambo. Essas máscaras são dominadas por suas necessidades mais elementares, seja de fome, sexo ou outras. Podem ser nomeadas como brincantes e como tal subvertem a ordem trazendo, através do riso, uma nova configuração do mundo, como há muito já nos ensinou Bakhtin (1987). O Trickster, no contexto dos Winniagos, foi associado à figura do coelho ou raposa e a própria criança em seus primeiros anos. No Brasil, na cultura popular podemos associar essa figura ao João Grilo, às máscaras de Mateus e, na literatura, a figura emblemática é Macunaíma. Tenho procurado partir desses arquétipos para compreender esses brincantes na festa de Paucartambo e considero que outros dois fundamentos relevantes sejam a "pulsão ficção", conforme os estudos de Suzi Frankl Sperber e também a busca de "outras poéticas" conforme as indagações do dramaturgo Luís Alberto de Abreu (apud Nicolete, 2011, p. 620). Pretendo trilhar com tais máscaras trajetórias que ainda carecem de narrativas, não só para comunicar com o aqui e agora, mas também "na necessidade de a razão humana dar alguma geometria aos escombros que a intuição indica" (Nicolete, 2011, p.620). No momento principal da festa, a imagem da virgem é conduzida em procissão para abençoar a todos e assustar os demônios que realizam acrobacias no alto de muros, telhados e sacadas da pequena cidade. São os Sarjas que assim como os Dotorcitos, Waca Waca, Imilla e outros personagens estão todos mascarados. Entre eles, Qhapap 3 Hare mais civilizado que o Trickster, embora inicialmente esteja associado também ao coiote inaugura o homem da cultura; O Had Horn é o terceiro herói típico pela força ou astúcia que vence batalhas e gigantes. Os Twins são os gêmeos que se completam finalizam o ciclo desses heróis. Maiores informações in Henderson, apud Jung, p. 112 a 114) 4

5 qulla, uma máscara de lã, que representa os comerciantes que chegavam a essa pequena cidade para a troca de produtos (imagem 1) imagem 2 imagem 1 Destaca-se também os Qhapaq ch'unchu, uma máscara de tela vazada que representa habitantes do Antisuyu, região da selva andina (imagem 2). Acontecem duelos e disputa entre os grupos durante a narrativa festiva. Segundo a antropóloga Gisela Cánepa Koch, a festa de Nossa Senhora Del Carmen traz à tona conflitos históricos, como a relação entre trabalho e migração. De certa forma, a dança funciona como "intermediária em uma relação de intercâmbio entre os paucartambinos mestiços e a virgem, se configura como uma unidade ritual que simboliza o mundo de dentro, delimitando-o e reforçando a identidade coletiva" (KOCH, 1993, p. 254) 4. A presente comunicação tem como intuito compartilhar os primeiros experimentos que realizei com duas máscaras dessa festa para uma composição cênica. Nos meses de janeiro e fevereiro de 2015 fiz uma experimentação da máscara de Qhapap qulla com oito pessoas, entre estudantes da graduação e pós graduação (seis deles em teatro, uma em música e outra em Design) da Universidade Federal de Uberlândia. Nesse período para uma primeira abordagem prática de condução de procedimentos com essa máscara busquei aproximar os atores do universo da máscara andina com músicas, imagens e objetos desse contexto. 4 "intermediaria en una relación de intercambio entre los paucartambinos mestizos y la virgen, se configura como una unidad ritual que simboliza al mundo de adentro, delimitandolo y reforçandolo como una identidad coletiva". 5

6 Já havia experimentado Qhapaq chunchu na peça "Sobre o murmúrio do rio" (direção de Antônio Correa Neto, dramaturgia de Luiz Carlos Leite) em que atuei como atriz no ano de Essa máscara mostrou-se bastante teatral permitindo-nos a utilização sobre o rosto e mesmo como possibilidade no teatro de sombras. O personagem era um barqueiro que fazia travessia das pessoas e essa função dentro do enredo veio a calhar com a origem imigrante dessa máscara. Mas como colocar essa mesma máscara no rosto de outros atores e sem ter um texto dramatúrgico prévio? Os cinco encontros que realizei como período exploratório dessa pesquisa contribuíram para que eu possa mergulhar no universo dessas duas primeiras máscaras e a possibilidade de colocar em prática as informações com as quais tenho tido contato a partir de vídeos sobre Paucartambo e a leitura dos estudos da antropóloga Gilela Canepa Koch (1993). Como mencionado anteriormente tenho identificado essas máscaras como Qhapaq chúnchu (fig. 1) da figura n. 2 como Qhapaq qulla (figu. 2). Qhapaq Chúnchu representa habitantes da selva de Antisuyu que são os dançarinos prediletos na festa da Virgem do Carmen. Já Qhapac qulla representa comerciantes do altiplano (Qullasuyo) que chegavam a Pautarcambo para negociar seus produtos. Embora as máscaras façam menção a uma história local e nacional, há sem dúvidas também transformações que se constituem em uma memória viva. Como diz Gisela com relação aos participantes de Paucartambo está "en juego la autencidad de la una expresión específica, sino más bien la proyección utópica de un grupo" (Koch, 2008, p. 66). Há para além dos tipos e regiões que essas máscaras representam, aspectos simbólicos que estão para além de sua geografia e seu contexto mais específico. O processo de trabalho Quando trabalho com a formação de atores tendo como base a máscara neutra e a máscara expressiva da Commedia dell'arte parto de conhecimentos de outros artistas que vieram antes de mim. As leituras a partir de Philippe Gaulier, Jacques Lecoq, Peter Brook e também de cursos que fiz no decorrer da minha trajetória profissional e também em minha formação teatral são meu ponto de partida. Muitas vezes o compartilhamento de saberes nas artes cênicas acontece como no âmbito da tradição oral. Partir de exercícios clássicos nesse âmbito como "nascimento da máscara", realizar triangulações, além de uma pauta em elementos da natureza e animais não pareciam me servir para o trabalho com as máscaras provenientes da festa de Pautarcambo. 6

7 O próprio material com que as máscaras são feitas já trouxeram os primeiros estranhamentos tanto aos atores quanto para mim. Na primeira delas, o material "lã" completamente oposto ao clima quente da região em que vivemos já trouxe um incômodo. Como vestir algo que tão quente? E a própria iconografia que trouxe junto informava a necessidade de cobrir o corpo todo (inclusive mãos com luvas). A segunda máscara, apesar de ser uma tela vazada também trouxe questionamentos, uma vez que esses estudantes conheciam as máscaras da Commedia dell'arte que na verdade são máscaras pela metade, ao deixarem a parte inferior do rosto (boca e maxilar ao menos descobertos). Seria possível expressar sons e falar com essa máscara? Sabia que a resposta poderia ser sim, uma vez que, como mencionado acima, já havia utilizado essa máscara em um espetáculo. Mas como levar os atores a experimentar essas possibilidades. A seguir, trago algumas imagens do processo e alguns comentários como um primeiro olhar sobre essa experimentação. Imagem 3 - Laboratório de Máscaras - Dia 05 de fevereiro de 2015 Na figura 3, vemos um dos atores utilizando a máscara de Qhapap qulla no momento em que dentro dos laboratórios buscávamos que os atores tentassem encontrar um ritmo que parecesse o mais natural possível para a máscara escolhida. Vinculado a esse trabalho esteve um plano de Iniciação Científica com a percepção desses pulsos 7

8 vindos com o ator e com a máscara. Houve muita dificuldade, não só pelo material concreto da máscara, mas porque pareceu-nos que um imaginário anterior precisava ser alimentado num processo mais contínuo. Imagem 4 - Laboratório de Máscaras - Dia 12 de fevereiro de 2015 Na imagem, vemos uma atriz utilizando a mesma máscara de Qhapaq ch'unchu e um ator a máscara de Qhapap qulla.o ritmo que os atores trouxeram ao espaço de experimentação foi relacionado com imagens e sons que remetiam ao mundo andino, por meio de projeções em data show (ver imagem 5) 8

9 Imagem 5 - Laboratório de máscaras - Dia 12 de fevereiro de Os atores junto com o vestir da máscara no camarim anexo à sala buscavam cobrir todo o corpo com vários adereços que foram disponibilizados e a partir do que achavam mais condizente com aquela máscara. Logo em seguida entravam em contato com os estímulos visuais e auditivos, mas ainda assim a máscara continuou parecendo extremamente estrangeira a eles. Após essa experiência conversamos bastante sobre a ausência de um imaginário mais constituído e chegamos à conclusão que para o próximo experimento, dois meses depois, procuraríamos a figura do brincante em festas populares brasileiras com o intuito de trazer às máscaras para a cultura dos atores, principalmente levando em conta a necessidade de buscar referências similares em cada contexto e trazendo à tona "a pulsão de ficção" presente em cada máscara. Temos considerado ainda a importância do trabalho corporal desse ator e da musicalidade, já que a presença de instrumentos musicais parece bastante oportuna nessas figuras. Investir na figura do brincante na cultura das festas brasileiras parece ser o passo mais importante para aproximar os atores dessa máscara. 9

10 Work in process Qhapaq ch'unchu e Qhapap qulla são apenas duas de muitas outras máscaras como diabos, escravos negros, peões da selva, funcionários corruptos da justiça, comerciante de licor, jovens guerreiros, personagens da elite espanhola da colônia, casais de agricultores, soldados chilenos, padeiros e a "imilla", personagem feminina dos Qhapaq Qulla que comparece na festa anual que acontece de 15 a 18 de julho. Talvez elas não sejam exatamente as máscaras mais cômicas do processo da festa e será a imersão em campo e o plano de trabalho de pós doutorado numa perspectiva etnográfica que me permitirá mergulhar nesse universo para compreender as figuras que posso trazer à tona para a continuidade da pesquisa dentro da Universidade em Uberlândia. Por enquanto é possível afirmar a percepção real de que essas máscaras parecem ser muito potentes para a criação e formação teatral, por mais que elas possam ainda parecer estrangeiras. São provenientes de uma determinada cultura, mas impactam aqueles que as utilizam e os que a vêem. Ao término desses primeiros cinco encontros fizemos um compartilhamento com professores e estudantes e foi possível concluir que há a necessidade de continuidade do trabalho e de colocar os participantes em situação com "brincantes" e fazer relação com suas culturas de origem. Considero ainda a necessidade de ter exemplares de outras máscaras das mesmas festas que possam ajudar nesse diálogo, mas tal ação só será possível em É na relação entre as diferentes máscaras que se manifesta o caráter de cada uma delas. Assim, por mais que a minha análise vá se debruçar sobre determinada máscara colocála em contato com outras de sua mesma natureza parece necessário para o aprofundamento da investigação. REFERÊNCIA: BAKHTIN, M. A cultura popular na Idade Média e no Renascimento: o contexto de François Rabelais. São Paulo: Hucitec, BERGSON, Henri. O riso: ensaio sobre a significação do cômico. Rio de Janeiro: Guanabara,

11 BRONDANI, Joice Aglae. Scambio dell Arte Commedia dell'arte e cavalo marinho. Teatro-Máscara-Ritual Interculturalidades, BRONDANI, Joice Aglae, LEITE, Vilma Campos e TELLES, Narciso. Teatromáscara-ritual. Campinas: Alínea, BROOK, Peter. Entrando A máscara - saindo de nossas conchas in O ponto de mudança quarenta anos de experiências teatrais. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, p. 287 a 305. CAMPBELL, Joseph. O herói de mil faces. São Paulo: Cultrix, As transformações do mito através do tempo. São Paulo: Cultrix, COBURN, Veronica e Morrison, Sue. Clown Through Mask: The Pioneering Work of Richard Pochinko as Practised by Sue Morrison. Chicago: Intellect Ltda, DUVIGNAUD, J. Lieux et non lieux. Paris : Galilée, EDSON, Gary. Masks and Masking. Faces of tradition and belief worldwide. Jefferson, NC: McFarland & Co., FEINUP-RIORDAN, Anne. The Living Tradition of Yup'ik Masks. Seattle: University of Washington Press, 1996; ISBN FO, Dario. Manual Mínimo do ator. São Paulo: Ed. Senac GAULIER, Philippe. La torturadora. Paris: Éditions Filmiko, s/d. KOCH, Gisela Cánepa. Identidad y Memória in Fiesta en los Andes ritos, musica y danza del Peru. Lima: Pontificia Universidad del Peru, JUNG, C.G. Sincronicidade. Petrópolis: Vozes, O homem e seus síbolos. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, LECOQ, Jacques. O corpo poético. Uma pedagogia da criação teatral. São Paulo: Editora Senac, LULÚ, Maria e FRANCO, Monique. Palhaços do nosso povo. Prêmio Funarte de estímulo ao circo, MASETTI, Morgana. Soluções de palhaços Transformações na realidade hospitalar. São Paulo: Palas Athena, NICOLETE, Adélia (org.). Luís Alberto de Abreu Um teatro de pesquisa. São Paulo: NUNLEY, J.W. Masks: Faces of Culture. New York: Harry N. Abrams Inc.,

12 OCAMPO, Estela. Apolo y la máscara: la estética occidental frente a las prácticas artísticas de otras culturas. Barcelona: Icaria, https://books.google.com.br/books?id=jfr2mg57sa0c&pg=pa140&lpg=pa140&dq=d uvignaud+m%c3%a1scara&source=bl&ots=t2ukz0sl9f&sig=rtuklgozqcjb8ce5lh RRdDqdYEE&hl=pt- BR&sa=X&ei=k6pDVce4GsXegwSIsYHYBA&ved=0CCMQ6AEwAQ#v=onepage&q =Duvignaud%20m%C3%A1scara&f=false OLIVEIRA, Érico José Souza de. A roda do mundo gira: um olhar sobre o Cavalo Marinho Estrela de Ouro (Condado - Pe). Recife, SESC, PERNET, Henry. Ritual Masks: Deceptions and revelations. Columbia: University of South Carolina Press, 1992.ROMERO, Raul. Musica, Danzas y mascaras en los andes. Lima: Universidad Catolica del Peru, SANTOS, Ivanildo Lubarino Piccoli. Os palhaços nas manifestações populares brasileiras: Bumba-meu-boi, Cavalo Marinho, Folia de Reis e Pastoril Profano. Universidade Estadual de São Paulo (UNESP). Dissertação (Mestrado em Artes), SARTORI, Donato e PIIZZI, Paola. A máscara teatral na arte dos Sartori Da Commedia dell'arte ao Mascaramento Urbano. Rio de Janeiro: Moitará, SCALA, Flaminio. A loucura de Isabella e outras comédias da Commedia dell'arte. São Paulo: Iluminuras, SMITH, Susan Harris. Masks in Modern Drama. Berkeley: University of California Press, SPERBER, Suzi Frankl. Ficção e Razão. Uma retomada das formas simples. São Paulo: Hucitec, ZAPATA, Miguel Rubio. Notas sobre teatro. Lima-Minneapolis: University of Minnesota, WUO, Ana Elvira. O clown visitador: comicidade, arte e lazer para crianças hospitalizadas. Uberlândia: EDUFU, Repertorio y teatro de grupo https://www.facebook.com/notes/los-yuyas-la-p%c3%a1gina-deyuyachkani/repertorio-y-teatro-de-grupo/ J.W. Nunley, Masks: Faces of Culture. New York: Harry N. Abrams Inc., 1999, p de fevereiro de 2013 às 14:27 12

Circo-Teatro: É Teatro No Circo

Circo-Teatro: É Teatro No Circo Circo-Teatro: É Teatro No Circo Ermínia Silva Centro de Memória da Unicamp Doutor Pesquisadora Colaboradora do Centro de Memória da Unicamp Resumo: Parte dos estudos sobre circo no Brasil, realizados no

Leia mais

Dalcídio Jurandir inspira projeto teatral Por Luciana Medeiros, colaboradora do Guiart

Dalcídio Jurandir inspira projeto teatral Por Luciana Medeiros, colaboradora do Guiart Dalcídio Jurandir inspira projeto teatral Por Luciana Medeiros, colaboradora do Guiart Ponta de Pedras, ilha do Marajó, Pará, 10 de janeiro de 1909. Nasce ali e naquela data uma das maiores expressões

Leia mais

Plano de Ensino. Identificação. Câmpus de São Paulo. Curso null - null. Ênfase. Disciplina LAC1821T1 - Corpo, Expressão e Criatividade II

Plano de Ensino. Identificação. Câmpus de São Paulo. Curso null - null. Ênfase. Disciplina LAC1821T1 - Corpo, Expressão e Criatividade II Curso null - null Ênfase Identificação Disciplina LAC1821T1 - Corpo, Expressão e Criatividade II Docente(s) José Manuel Lázaro de Ortecho Ramirez Unidade Instituto de Artes Departamento Departamento de

Leia mais

Autor: Diego Tischeler Rosso Co-autor: professora Raquel Guerra RESUMO DO PROJETO DE PESQUISA (N 034352 - GAP/CAL)

Autor: Diego Tischeler Rosso Co-autor: professora Raquel Guerra RESUMO DO PROJETO DE PESQUISA (N 034352 - GAP/CAL) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA PRO REITORIA DE GRADUAÇÃO PROGRAMA DE LICENCIATURAS/ EDITAL 01/2013. CENTRO DE ARTES E LETRAS CURSO DE LICENCIATURA EM TEATRO Autor: Diego Tischeler

Leia mais

Press Release 21 de junho de 2013

Press Release 21 de junho de 2013 Press Release 21 de junho de 2013 O Instituto Sacatar tem a satisfação de anunciar a chegada de um novo grupo de seis artistas premiados, cada um, com um período de residência de oito semanas de duração

Leia mais

O uso de máscaras frente às necessidades

O uso de máscaras frente às necessidades Máscaras Os textos apresentados falam sobre a presença das máscaras em diversos contextos e épocas, seja para assumir um caráter religioso, artístico ou social. Tendo como base tais textos e seus conhecimentos

Leia mais

EXERCÍCIOS E EXPERIMENTAÇÕES: ABORDAGENS DO ENSINO DE ARTE EM

EXERCÍCIOS E EXPERIMENTAÇÕES: ABORDAGENS DO ENSINO DE ARTE EM EXERCÍCIOS E EXPERIMENTAÇÕES: ABORDAGENS DO ENSINO DE ARTE EM Resumo: SALA DE AULA Mariza Barbosa de Oliveira mariza.barbosa.oliveira@gmail.com Escola Municipal Professor Eurico Silva As experiências relatadas

Leia mais

PAINEL ESTÁGIO SUPERVISIONADO - RELATO DE EXPERIÊNCIAS DA OFICINA DE ILUMINAÇÃO CÊNICA NO ORFANATO JESUS MARIA JOSÉ.

PAINEL ESTÁGIO SUPERVISIONADO - RELATO DE EXPERIÊNCIAS DA OFICINA DE ILUMINAÇÃO CÊNICA NO ORFANATO JESUS MARIA JOSÉ. PAINEL ESTÁGIO SUPERVISIONADO - RELATO DE EXPERIÊNCIAS DA OFICINA DE ILUMINAÇÃO CÊNICA NO ORFANATO JESUS MARIA JOSÉ. Francisco Orismidio Duarte da Silva Graduando Orientador Prof. Dr. Fabio José Rodrigues

Leia mais

Reciclando Sonhos: o Teatro em Comunidades no Contexto das ONGS

Reciclando Sonhos: o Teatro em Comunidades no Contexto das ONGS Reciclando Sonhos: o Teatro em Comunidades no Contexto das ONGS Lia Alarcon Lima Programa de Pós-Graduação em Teatro UDESC Mestranda Teatro Or. Profª Dra. Márcia Pompeo Nogueira Resumo: A pesquisa aqui

Leia mais

A PROPOSTA SOLINHO 1 : DESENVOLVENDO ASPECTOS MUSICAIS E SOCIAIS ATRAVÉS DA AULA DE VIOLÃO EM GRUPO. Igor Luiz Medeiros 2. igorluiz.m@hotmail.

A PROPOSTA SOLINHO 1 : DESENVOLVENDO ASPECTOS MUSICAIS E SOCIAIS ATRAVÉS DA AULA DE VIOLÃO EM GRUPO. Igor Luiz Medeiros 2. igorluiz.m@hotmail. A PROPOSTA SOLINHO 1 : DESENVOLVENDO ASPECTOS MUSICAIS E SOCIAIS ATRAVÉS DA AULA DE VIOLÃO EM GRUPO Igor Luiz Medeiros 2 igorluiz.m@hotmail.com Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Artes, Filosofia

Leia mais

Peça teatral Aldeotas : processos de criação e relações entre o teatro narrativo, a encenação e a voz cênica do ator Gero Camilo.

Peça teatral Aldeotas : processos de criação e relações entre o teatro narrativo, a encenação e a voz cênica do ator Gero Camilo. Peça teatral Aldeotas : processos de criação e relações entre o teatro narrativo, a encenação e a voz cênica do ator Gero Camilo. Palavras-chave: teatro narrativo; corpo vocal; voz cênica. É comum que

Leia mais

A Arte e as Crianças

A Arte e as Crianças A Arte e as Crianças A criança pequena consegue exteriorizar espontaneamente a sua personalidade e as suas experiências inter-individuais, graças aos diversos meios de expressão que estão à sua disposição.

Leia mais

CIDADANIA CULTURAL: uma experiência interdisciplinar na Educação de Jovens e Adultos do SESC Santo Amaro

CIDADANIA CULTURAL: uma experiência interdisciplinar na Educação de Jovens e Adultos do SESC Santo Amaro CIDADANIA CULTURAL: uma experiência interdisciplinar na Educação de Jovens e Adultos do SESC Santo Amaro Cláudia Mendes de Abreu Furtado e Rodrigo Cunha Santos, Serviço Social do Comércio SESC PE, Professora

Leia mais

NOÇÕES DE CORPO E MOVIMENTO E SUAS IMPLICAÇÕES NO TRABALHO DO ESPETÁCULO CIDADE EM PLANO.

NOÇÕES DE CORPO E MOVIMENTO E SUAS IMPLICAÇÕES NO TRABALHO DO ESPETÁCULO CIDADE EM PLANO. NOÇÕES DE CORPO E MOVIMENTO E SUAS IMPLICAÇÕES NO TRABALHO DO ESPETÁCULO CIDADE EM PLANO. Luciana Lara 1 RESUMO: Este estudo pretende refletir sobre algumas implicações das noções de corpo e movimento

Leia mais

JORNALISMO CULTURAL ONLINE: EXPERIÊNCIAS DE COBERTURA JORNALÍSTICA DO SITE CULTURA PLURAL

JORNALISMO CULTURAL ONLINE: EXPERIÊNCIAS DE COBERTURA JORNALÍSTICA DO SITE CULTURA PLURAL 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( x ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA JORNALISMO

Leia mais

ESTILO E IDENTIDADE. Autores: TACIANA CORREIA PINTO VIEIRA DE ANDRADE E CARMEM LÚCIA DE OLIVEIRA MARINHO

ESTILO E IDENTIDADE. Autores: TACIANA CORREIA PINTO VIEIRA DE ANDRADE E CARMEM LÚCIA DE OLIVEIRA MARINHO ESTILO E IDENTIDADE Autores: TACIANA CORREIA PINTO VIEIRA DE ANDRADE E CARMEM LÚCIA DE OLIVEIRA MARINHO Introdução Por milhares de anos, foi possível concordar que a mais importante linguagem do homem

Leia mais

QUESTÃO 04 QUESTÃO 05

QUESTÃO 04 QUESTÃO 05 QUESTÃO 01 Arte abstrata é uma arte: a) que tem a intenção de representar figuras geométricas. b) que não pretende representar figuras ou objetos como realmente são. c) sequencial, como, por exemplo, a

Leia mais

A DRAMATURGIA NO ATO TEATRAL

A DRAMATURGIA NO ATO TEATRAL A DRAMATURGIA NO ATO TEATRAL Calixto de Inhamuns A palavra dramaturgia, usando a pesquisa do mestre Alexandre Mate, nasce de drama (sentido conotativo de) ação e tourgia (sentido de trabalho, de tecimento),

Leia mais

A Escola Livre de Teatro e O alfabeto pegou fogo Vilma Campos dos Santos Leite Preâmbulo

A Escola Livre de Teatro e O alfabeto pegou fogo Vilma Campos dos Santos Leite Preâmbulo A Escola Livre de Teatro e O alfabeto pegou fogo Vilma Campos dos Santos Leite UFU Universidade Federal de Uberlândia Palavras chave : Formação Teatral; Pedagogia do Teatro; História do Teatro Preâmbulo

Leia mais

Homens da África Ahmadou Kourouma. Edições SM. Cabelos de axé: identidade e resistência Raul Lody. Editora SENAC

Homens da África Ahmadou Kourouma. Edições SM. Cabelos de axé: identidade e resistência Raul Lody. Editora SENAC ÁFRICA Homens da África Ahmadou Kourouma. Edições SM Ricamente ilustrada por fotos e desenhos, esta obra traça um painel detalhado da vida dos habitantes da África do Oeste: sua tradição oral, detalhes

Leia mais

JUSTIFICATIVA DA INCLUSÃO DA DISCIPLINA NA CONSTITUIÇÃO DO CURRICULO

JUSTIFICATIVA DA INCLUSÃO DA DISCIPLINA NA CONSTITUIÇÃO DO CURRICULO FATEA Faculdades Integradas Teresa D Ávila Curso: Pedagogia Carga Horária: 36h Ano: 2011 Professor: José Paulo de Assis Rocha Plano de Ensino Disciplina: Arte e Educação Período: 1º ano Turno: noturno

Leia mais

LETRADOS PARA O CONSUMO: IMAGENS QUE TRADUZEM INTENCIONALIDADES

LETRADOS PARA O CONSUMO: IMAGENS QUE TRADUZEM INTENCIONALIDADES 700 LETRADOS PARA O CONSUMO: IMAGENS QUE TRADUZEM INTENCIONALIDADES Fabiana Raphaelli Dias Michels 1 RESUMO: Este artigo descreve uma cena recorrente no centro de Porto Alegre. Trata-se de um evento de

Leia mais

EDITAL DE RETIFICAÇÃO N 01 DO EDITAL DE ABERTURA DO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO 02/2014

EDITAL DE RETIFICAÇÃO N 01 DO EDITAL DE ABERTURA DO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO 02/2014 EDITAL DE RETIFICAÇÃO N 01 DO EDITAL DE ABERTURA DO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO 02/2014 O Prefeito em Exercício do Município de Lucas do Rio Verde e a Presidente da Comissão Examinadora do Processo

Leia mais

ARTES INDÍGENAS ROTEIROS VISUAIS NO BRASIL. alberto martins e glória kok GUIA DO PROFESSOR ROTEIRO DE ATIVIDADES

ARTES INDÍGENAS ROTEIROS VISUAIS NO BRASIL. alberto martins e glória kok GUIA DO PROFESSOR ROTEIRO DE ATIVIDADES Ver nunca é um ato inocente. Ver é sempre um aprendizado. Diante de um quadro, uma foto, uma escultura ou um edifício, nosso corpo e nosso olhar informam a cena, isto é, tomam parte nela e leem cada um

Leia mais

Maria de Lurdes Barros da Paixão 1 Universidade Estadual de Santa Cruz UESC-BA

Maria de Lurdes Barros da Paixão 1 Universidade Estadual de Santa Cruz UESC-BA O En(tre) lugar da Dança Contemporânea na Bahia e no Recife: A pesquisa sobre as reelaborações estéticas coreográficas do Balé Folclórico da Bahia e do Grupo Grial de Dança. Maria de Lurdes Barros da Paixão

Leia mais

FACULDADE DE ARTES DO PARANÁ CURSO DE BACHARELADO EM CINEMA E VÍDEO Ano Acadêmico de 2008 MATRIZ CURRICULAR

FACULDADE DE ARTES DO PARANÁ CURSO DE BACHARELADO EM CINEMA E VÍDEO Ano Acadêmico de 2008 MATRIZ CURRICULAR MATRIZ CURRICULAR Carga Horária Semestral por Disciplina Disciplinas 1º semestre 2º semestre 3º semestre 4º semestre 5º semestre 6º semestre 7º semestre 8º semestre Total Obrigatórias Optativas Fundamentos

Leia mais

19º CONGRESSO BRASILEIRO DE PSICODRAMA. A Humanidade no século 21

19º CONGRESSO BRASILEIRO DE PSICODRAMA. A Humanidade no século 21 19º CONGRESSO BRASILEIRO DE PSICODRAMA A Humanidade no século 21 DIRETORA NATÁLIA GIRO EGOS AUXILIARES MAHER HASSAN MUSLEH E WENDY PRADO Introdução: Relacionar-se com o outro é uma condição essencial para

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE DOCUMENTAÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM ESTUDO DE CASO

ESTRATÉGIAS DE DOCUMENTAÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM ESTUDO DE CASO ESTRATÉGIAS DE DOCUMENTAÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM ESTUDO DE CASO Eixo Temático 2 - Pesquisa e Práticas Educacionais Autora: Beatriz de Oliveira Abuchaim Orientadora: Maria Malta

Leia mais

LUME E O TEATRO FÍSICO?

LUME E O TEATRO FÍSICO? 7º Seminário de Pesquisa em Artes da Faculdade de Artes do Paraná LUME E O TEATRO FÍSICO? Anais Eletrônicos Alana Saiss Albinati 171 Faculdade de Artes do Paraná RESUMO Este trabalho é parte de uma pesquisa

Leia mais

Era uma vez Lipe : o nascimento de um amigo imaginário na Educação Infantil

Era uma vez Lipe : o nascimento de um amigo imaginário na Educação Infantil Era uma vez Lipe : o nascimento de um amigo imaginário na Educação Infantil Me. Tony Aparecido Moreira FCT/UNESP Campus de Presidente Prudente SP tony.educ@gmail.com Comunicação Oral Pesquisa finalizada

Leia mais

CURSO DE BACHARELADO E LICENCIATURA ARTES CÊNICAS - FACALE/UFGD

CURSO DE BACHARELADO E LICENCIATURA ARTES CÊNICAS - FACALE/UFGD MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS Anexo à Resolução CEPEC Nº157 DE 06 DE SETEMBRO DE 2013. CURSO DE BACHARELADO E LICENCIATURA ARTES CÊNICAS - FACALE/UFGD ESTRUTURA

Leia mais

Ensino/aprendizagem circense: projeto transversal de política social

Ensino/aprendizagem circense: projeto transversal de política social ENSINO/APRENDIZAGEM CIRCENSE: PROJETO TRANSVERSAL DE POLÍTICA SOCIAL Erminia Silva Centro de Formação Profissional em Artes Circenses CEFAC Teatralidade circense, circo como educação permanente, história

Leia mais

Plano de Trabalho Docente - 2014. Ensino Médio

Plano de Trabalho Docente - 2014. Ensino Médio Plano de Trabalho Docente - 2014 Ensino Médio Código: 0262 ETEC ANHANQUERA Município: Santana de Parnaíba Área de Conhecimento: Linguagens, códigos e suas tecnologias. Componente Curricular: Artes Série:

Leia mais

Tipo de atividade: Passeio/visita e redação. Objetivo: Conhecer alguns centros e templos religiosos existentes no bairro/cidade e desenvolver

Tipo de atividade: Passeio/visita e redação. Objetivo: Conhecer alguns centros e templos religiosos existentes no bairro/cidade e desenvolver A série Sagrado é composta por programas que, através de um recorte históricocultural, destacam diferentes pontos de vista das tradições religiosas. Dez representantes religiosos respondem aos questionamentos

Leia mais

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES Introdução ao tema A importância da mitologia grega para a civilização ocidental é tão grande que, mesmo depois de séculos, ela continua presente no nosso imaginário. Muitas

Leia mais

Corpos novos e velhos: ritual e dança Asuriní em contexto

Corpos novos e velhos: ritual e dança Asuriní em contexto IV Reunião Científica de Pesquisa e Pós-Graduação em Artes Cênicas 1 Corpos novos e velhos: ritual e dança Asuriní em contexto Alice Villela (UNICAMP) GT Pesquisa em dança no Brasil: processos e investigações

Leia mais

Seminário do 16º COLE vinculado: 10

Seminário do 16º COLE vinculado: 10 Kelly Cristina Ducatti da Silva. Doutoranda UNICAMP/Campinas-SP, Professora do Ensino Fundamental (Prefeitura Municipal de Bauru) e Docente UNESP/BAURU kellyducatti@hotmail.com RELATO DE EXPERIÊNCIA: UM

Leia mais

O TREM DA SISTEMATIZAÇÃO (idéias construídas coletivamente nos grupos do CFES-SUL) A ESTAÇÃO

O TREM DA SISTEMATIZAÇÃO (idéias construídas coletivamente nos grupos do CFES-SUL) A ESTAÇÃO O TREM DA SISTEMATIZAÇÃO (idéias construídas coletivamente nos grupos do CFES-SUL) A ESTAÇÃO Trata-se do ponto de partida do processo de sistematização. Neste momento é importante considerar os elementos

Leia mais

A paisagem sonora em práticas teatrais na escola: voz e escuta

A paisagem sonora em práticas teatrais na escola: voz e escuta A paisagem sonora em práticas teatrais na escola: voz e escuta Raquel Guerra Universidade Federal de Santa Maria - UFSM Graduação Programa de Pós-Graduação em Teatro - UDESC. Professora Resumo: Neste artigo

Leia mais

Arte Ensino Fundamental. Fase Final (6º a 9º ano)

Arte Ensino Fundamental. Fase Final (6º a 9º ano) Arte Ensino Fundamental Fase Final (6º a 9º ano) 2012 APRESENTAÇÃO Caro(a) professor(a), (...) Protege-me das incursões obrigatórias que sufocam o prazer da descoberta e com o silêncio ( intimamente sábio

Leia mais

PÉ NO PALCO PROJETO INTERDISCIPLINAR DO ENSINO FUNDAMENTAL II DO COLÉGIO NACIONAL UBERLÂNDIA

PÉ NO PALCO PROJETO INTERDISCIPLINAR DO ENSINO FUNDAMENTAL II DO COLÉGIO NACIONAL UBERLÂNDIA PÉ NO PALCO PROJETO INTERDISCIPLINAR DO ENSINO FUNDAMENTAL II DO COLÉGIO NACIONAL UBERLÂNDIA Getúlio Góis de Araújo getulio_araujo @nacionalnet.com.br Colégio Nacional Ensino Fundamental II Relato de Experiência

Leia mais

UM OLHAR SOBRE A FORMAÇÃO ARTÍSTICA: A ESCOLA LIVRE DE TEATRO (ELT) DE SANTO ANDRÉ

UM OLHAR SOBRE A FORMAÇÃO ARTÍSTICA: A ESCOLA LIVRE DE TEATRO (ELT) DE SANTO ANDRÉ UM OLHAR SOBRE A FORMAÇÃO ARTÍSTICA: A ESCOLA LIVRE DE TEATRO (ELT) DE SANTO ANDRÉ Vilma Campos dos Santos Leite 270 Kátia Paranhos (Orientadora) (UFU) Inúmeras são as escolas de teatro, acadêmicas ou

Leia mais

A OUTRA COMPANHIA DE TEATRO REDUZINDO DISTÂNCIAS TEATRO BA ACERVO AUDIOVISUAL MESTRE LAURENTINO 80 ANOS DE VIDA ARTE POPULAR PA

A OUTRA COMPANHIA DE TEATRO REDUZINDO DISTÂNCIAS TEATRO BA ACERVO AUDIOVISUAL MESTRE LAURENTINO 80 ANOS DE VIDA ARTE POPULAR PA RESULTADO DA SELEÇÃO DO PROGRAMA OI DE PATROCÍNIOS CULTURAIS INCENTIVADOS DO ANO DE 2007 / 2008 "7" TEATRO RJ A BRUXINHA LILI CINEMA BA A OUTRA COMPANHIA DE TEATRO REDUZINDO DISTÂNCIAS TEATRO BA A PAIXÃO

Leia mais

A experiência de criação de uma máscara-educação

A experiência de criação de uma máscara-educação 1 A experiência de criação de uma máscara-educação Eduardo Silveira 1 Resumo: O presente texto é parte de uma intervenção artística realizada em setembro de 2011 no IFSC (Campus Florianópolis) por um grupo

Leia mais

4º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS 1ª etapa Professoras Regentes: Alessandra / Ana Paula / Solange

4º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS 1ª etapa Professoras Regentes: Alessandra / Ana Paula / Solange 4º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS 1ª etapa Professoras Regentes: Alessandra / Ana Paula / Solange LÍNGUA PORTUGUESA Leitura: Meu nome não é esse (Notícia); Pesquisa de opinião (entrevista); Aprofundamento

Leia mais

Rede Teatro d@ Floresta: Por Uma Biopolítica Construída por Artistas/ Articuladores do Teatro da Amazônia

Rede Teatro d@ Floresta: Por Uma Biopolítica Construída por Artistas/ Articuladores do Teatro da Amazônia Rede Teatro d@ Floresta: Por Uma Biopolítica Construída por Artistas/ Articuladores do Teatro da Amazônia Wlad Lima 1 Programa de Pós-graduação em Arte do Instituto de Ciências da Arte ICA \ UFPA. Professora-pesquisadora

Leia mais

Contação de Histórias PEF

Contação de Histórias PEF Contação de Histórias PEF Qual a importância da narração oral? -Exerce influência tanto sobre aspectos intelectuais quanto emocionais da criança. -Tem a capacidade de estimular a imaginação, a criatividade

Leia mais

LEVANTAMENTO DE PESQUISAS EM POÉTICAS ORAIS DA REGIÃO SUL: UMA ABORDAGEM CARTOGRÁFICA (2000-2010)

LEVANTAMENTO DE PESQUISAS EM POÉTICAS ORAIS DA REGIÃO SUL: UMA ABORDAGEM CARTOGRÁFICA (2000-2010) LEVANTAMENTO DE PESQUISAS EM POÉTICAS ORAIS DA REGIÃO SUL: UMA ABORDAGEM CARTOGRÁFICA (2000-2010) Marcelo Gomes da Silva (bolsista/fundação ARAUCÁRIA) Frederico Augusto Garcia Fernandes (fredericoaugustofernandes@hotmail.com)

Leia mais

Informativo G3 Abril 2011 O início do brincar no teatro

Informativo G3 Abril 2011 O início do brincar no teatro Informativo G3 Abril 2011 O início do brincar no teatro Professora Elisa Brincar, explorar, conhecer o corpo e ouvir histórias de montão são as palavras que traduzem o trabalho feito com o G3. Nesse semestre,

Leia mais

Máscaras da liberdade: reputação a salvo na rua ou no salão.

Máscaras da liberdade: reputação a salvo na rua ou no salão. Máscaras da liberdade: reputação a salvo na rua ou no salão. Os palhaços apaixonados, afresco, Giovanni Domenico Tiepolo, 1793, Camera dei Pulcinella Villa Tiepolo, Zianigo. O carnaval nasceu na Antiguidade,

Leia mais

A dimensão sensível da voz e o saber do corpo

A dimensão sensível da voz e o saber do corpo A dimensão sensível da voz e o saber do corpo Resumo Autor: Fernando Aleixo publicado em Cadernos da Pós-Graduação. Instituto de Arte/ UNICAMP, Campinas, SP - Brasil, 2005. (ISSN1516-0793) Este artigo

Leia mais

Arte Africana. 7º Ano 4º Bimestre Artes Professor Juventino

Arte Africana. 7º Ano 4º Bimestre Artes Professor Juventino Arte Africana 7º Ano 4º Bimestre Artes Professor Juventino África O Brasil é um país mestiço, nossa cultura é composta de uma mistura de etnias. Parte relevante de nossa raiz cultural é o povo africano,

Leia mais

DRAMATURGIA ATORAL: ENTREVISTA AO DRAMATURGO ESPANHOL JOSÉ SANCHIS SINISTERRA

DRAMATURGIA ATORAL: ENTREVISTA AO DRAMATURGO ESPANHOL JOSÉ SANCHIS SINISTERRA 1 DRAMATURGIA ATORAL: ENTREVISTA AO DRAMATURGO ESPANHOL JOSÉ SANCHIS SINISTERRA Mariana Muniz 1 Sanchis Sinisterra é um ícone da dramaturgia espanhola contemporânea. Sua peça de maior repercusão foi Ay

Leia mais

Procedimentos de um laboratório experimental: o melodrama por Almodóvar

Procedimentos de um laboratório experimental: o melodrama por Almodóvar Procedimentos de um laboratório experimental: o melodrama por Almodóvar Maria De Maria Programa de Pós-Graduação em Artes Universidade Federal de Uberlândia Mestranda Práticas e Processos em Artes Or.

Leia mais

CULTURA POPULAR E IDENTIDADE REGIONAL: A CONTRIBUIÇÃO DO SITE JORNALÍSTICO CULTURA PLURAL NOS CAMPOS GERAIS

CULTURA POPULAR E IDENTIDADE REGIONAL: A CONTRIBUIÇÃO DO SITE JORNALÍSTICO CULTURA PLURAL NOS CAMPOS GERAIS 110. ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) (X ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA CULTURA POPULAR E IDENTIDADE

Leia mais

DIA DA SEMANA EVENTO NOME DO EVENTO TURNO HORÁRIO DATAS 20/05, 27/05, 03/06, 10/06 E 17/06/2013. MANHÃ 08:00 às 12:00 2ª FEIRA

DIA DA SEMANA EVENTO NOME DO EVENTO TURNO HORÁRIO DATAS 20/05, 27/05, 03/06, 10/06 E 17/06/2013. MANHÃ 08:00 às 12:00 2ª FEIRA 1 A.M. 69062 LENDO IMAGENS ATRAVÉS DE ALBERTO MANGUEL * Ementa: Leitura de imagens a partir da teoria de Alberto Manguel e por meio de diálogo entre as obras de arte selecionadas, autor e apreciadores.

Leia mais

GUIA PEDAGÓGICO PARA OS PAIS Jardim I

GUIA PEDAGÓGICO PARA OS PAIS Jardim I EDUCAÇÃO INFANTIL Maceió, 12 de março de 2015. GUIA PEDAGÓGICO PARA OS PAIS Jardim I Senhores pais ou responsáveis Iniciamos esta semana os projetos pedagógicos do 1 Trimestre letivo. As turmas de Jardim

Leia mais

Arcoverde: Páginas que Ninguém Leu 1. Aline de Souza Silva SIQUEIRA 2 Adriana Xavier Dória MATOS 3 Universidade Católica de Pernambuco, Recife, PE

Arcoverde: Páginas que Ninguém Leu 1. Aline de Souza Silva SIQUEIRA 2 Adriana Xavier Dória MATOS 3 Universidade Católica de Pernambuco, Recife, PE Arcoverde: Páginas que Ninguém Leu 1 Aline de Souza Silva SIQUEIRA 2 Adriana avier Dória MATOS 3 Universidade Católica de Pernambuco, Recife, PE RESUMO Este trabalho se propõe uma jornada Arcoverde adentro

Leia mais

Leitura das pinturas narrativas de Peter Brüghel, o velho

Leitura das pinturas narrativas de Peter Brüghel, o velho IV Reunião Científica de Pesquisa e Pós-Graduação em Artes Cênicas 1 Leitura das pinturas narrativas de Peter Brüghel, o velho Ingrid Koudela (ECA/USP) GT:Pedagogia do Teatro & Teatro na Educação Peça

Leia mais

SHOW DA QUÍMICA: A UTILIZAÇÃO DO TEATRO COMO UMA PROPOSTA INOVADORA RESUMO

SHOW DA QUÍMICA: A UTILIZAÇÃO DO TEATRO COMO UMA PROPOSTA INOVADORA RESUMO SHOW DA QUÍMICA: A UTILIZAÇÃO DO TEATRO COMO UMA PROPOSTA INOVADORA Paula Mantovani dos Santos 1 ; Ademir de Souza Pereira 2 UFGD/FACET Caixa Postal 533, 79.804-970 Dourados MS, E-mail: paulamantovani@live.com

Leia mais

Colégio Nossa Senhora da Soledade C O N T E Ú D O S. Eu vim para servir (cf.mc10,45) Grupo 2 EDUCAÇÃO INFANTIL

Colégio Nossa Senhora da Soledade C O N T E Ú D O S. Eu vim para servir (cf.mc10,45) Grupo 2 EDUCAÇÃO INFANTIL Colégio Nossa Senhora da Soledade C O N T E Ú D O S Eu vim para servir (cf.mc10,45) Grupo 2 EDUCAÇÃO INFANTIL Prezado(a) aluno(a): Novo ano, novas expectativas, novos desejos, novos anseios e um novo caminho

Leia mais

LENDO IMAGENS A PARTIR DE PROPOSTAS DE AÇÃO EDUCATIVA EM EVENTOS DE ARTE CONTEMPORÂNEA EM GOIÁS.

LENDO IMAGENS A PARTIR DE PROPOSTAS DE AÇÃO EDUCATIVA EM EVENTOS DE ARTE CONTEMPORÂNEA EM GOIÁS. LENDO IMAGENS A PARTIR DE PROPOSTAS DE AÇÃO EDUCATIVA EM EVENTOS DE ARTE CONTEMPORÂNEA EM GOIÁS. ARAÚJO, Haroldo de 1; Prof.Dr. Costa, Luis Edegar de Oliveira 2;. Palavras chaves: Arte contemporânea; curadoria;

Leia mais

PROPOSTA PEDAGÓGICA DA ATIVIDADE COMPLEMENTAR CURRICULAR EM CONTRATURNO. MACROCAMPO: Cultura e Artes. ATIVIDADE: Música e Teatro

PROPOSTA PEDAGÓGICA DA ATIVIDADE COMPLEMENTAR CURRICULAR EM CONTRATURNO. MACROCAMPO: Cultura e Artes. ATIVIDADE: Música e Teatro COLÉGIO ESTADUAL DO CAMPO SÃO ROQUE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO. Rua Érico Veríssimo s/n Cep: 85.892-000 Fone/fax: (45) 3276-1195 E Mail: shasantahelena@seed.pr.gov.br e colestsantahelena@yahoo.com.br Site:

Leia mais

ESCOLINHA MATERNO- INFANTIL PROJETO 2014

ESCOLINHA MATERNO- INFANTIL PROJETO 2014 ESCOLINHA MATERNO- INFANTIL PROJETO 2014 Justificativa do Projeto Conhecer o corpo humano é conhecer a vida, poucos assuntos são tão fascinantes para os alunos quanto esse. Por menores que sejam as crianças,

Leia mais

PRODUTORA DE NOTÍCIAS VESTIBULAR 1. Letycia CARDOSO 2 João Gabriel MARQUES 3 Márcio de Oliveira GUERRA 4

PRODUTORA DE NOTÍCIAS VESTIBULAR 1. Letycia CARDOSO 2 João Gabriel MARQUES 3 Márcio de Oliveira GUERRA 4 PRODUTORA DE NOTÍCIAS VESTIBULAR 1 Letycia CARDOSO 2 João Gabriel MARQUES 3 Márcio de Oliveira GUERRA 4 Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora, MG RESUMO Como forma de estimular a criatividade

Leia mais

Secretaria Municipal de Educação de Braço do Trombudo

Secretaria Municipal de Educação de Braço do Trombudo Secretaria Municipal de Educação de Braço do Trombudo Concurso: Prêmio AMAVI De Educação 2013 Pequenos Artistas Grandes Talentos Qualidade na Prática da Docência 2013 1 Professora: Aline de Fátima Alves

Leia mais

Congada PROJETOS CULTURAIS. e ucáçá~o I fa til. Justificativa

Congada PROJETOS CULTURAIS. e ucáçá~o I fa til. Justificativa Congada e ucáçá~o I fa til Justificativa PROJETOS CULTURAIS O Brasil é um país com grande diversidade étnica e cultural. É preciso dar importância e valorizar a cultura dentro e fora da escola, criando

Leia mais

DOCÊNCIA ARTISTA NO ENSINO SUPERIOR: NARRATIVAS DAS PRÁTICAS EDUCATIVAS NA LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS DA UNIVASF

DOCÊNCIA ARTISTA NO ENSINO SUPERIOR: NARRATIVAS DAS PRÁTICAS EDUCATIVAS NA LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS DA UNIVASF 23 DOCÊNCIA ARTISTA NO ENSINO SUPERIOR: NARRATIVAS DAS PRÁTICAS EDUCATIVAS NA LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS DA UNIVASF Flávia Maria de Brito Pedrosa Vasconcelos (UNIVASF) Resumo Esta comunicação visa demonstrar

Leia mais

Vanessa Alves Bernardo Fortunato

Vanessa Alves Bernardo Fortunato III Mostra LEPEC de Arte, Cultura e Ciência IV Colóquio Corpo, Cultura e Sociedade do LAISTHESIS OFICINAS MINISTRANTES Vanessa Alves Bernardo Fortunato Djavan Antério Tiago Penna Alana Simões Bezerra Micaela

Leia mais

11 a 14 de dezembro de 2012 Campus de Palmas

11 a 14 de dezembro de 2012 Campus de Palmas ESTUDO DO TERMO ONOMA E SUA RELAÇÃO COM A INTERDISCIPLINARIDADE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ENSINO FUNDAMENTAL DA GEOGRAFIA NA PERSPECTIVA DA ONOMÁSTICA/TOPONÍMIA Verônica Ramalho Nunes 1 ; Karylleila

Leia mais

LISTA DE RECUPERAÇÃO 8º ANO

LISTA DE RECUPERAÇÃO 8º ANO 1 Nome: nº Data: / /2012 ano bimestre Profa.: Denise LISTA DE RECUPERAÇÃO 8º ANO Nota: 1) A arte barroca ganhou espaço e passou a inaugurar um novo período na arte européia, que já havia experimentado

Leia mais

PROGRAMA ESCOLA DA FAMILIA PROJETO ÓPERA NA ESCOLA

PROGRAMA ESCOLA DA FAMILIA PROJETO ÓPERA NA ESCOLA PROGRAMA ESCOLA DA FAMILIA PROJETO ÓPERA NA ESCOLA PROJETO ÓPERA NA ESCOLA A CRIADA PATROA Giovanni Batttista Pergolesi Direção Cênica e Pedagógica Lívia Sabag Direção de Produção Cléia Mangueira Serpina

Leia mais

Tendo sempre a comédia como forma de expressão, a Cia. criou diversos espetáculos que buscam no humor uma maneira de repensar a sociedade.

Tendo sempre a comédia como forma de expressão, a Cia. criou diversos espetáculos que buscam no humor uma maneira de repensar a sociedade. A Cia. Humbalada de Teatro é um núcleo da Cooperativa Paulista de Teatro formado por inquietos artistas que vem traçando seu caminho desde o ano de 2003. Tendo sempre a comédia como forma de expressão,

Leia mais

O uso do desenho e da gravura sobre fotografia como práxis poética da memória

O uso do desenho e da gravura sobre fotografia como práxis poética da memória O uso do desenho e da gravura sobre fotografia como práxis poética da memória Vinicius Borges FIGUEIREDO; José César Teatini CLÍMACO Programa de pós-graduação em Arte e Cultura Visual FAV/UFG viniciusfigueiredo.arte@gmail.com

Leia mais

Avaliação de Prática Pedagógica

Avaliação de Prática Pedagógica Avaliação de Prática Pedagógica Curso: Educação para as Relações Étnicos-Raciais. Unidade Educacional: EMEF Raimundo Correia. DRE Jaçanã-Tremembé 1. Objetivos: Os projetos selecionados foram organizado

Leia mais

ENSINO DE ARTE NA EMEF DES. THEODOMIRO DIAS: RELATOS DE EXPERIÊNCIA

ENSINO DE ARTE NA EMEF DES. THEODOMIRO DIAS: RELATOS DE EXPERIÊNCIA ENSINO DE ARTE NA EMEF DES. THEODOMIRO DIAS: RELATOS DE EXPERIÊNCIA Camila Neves Conti¹ - UNESP Thais C. da Luz Frederico² - UNESP Marcelo Farias Cardoso³ - UNESP Grupo de Trabalho - PIBID: Programa Institucional

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO DISCIPLINA FLEXÍVEL

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO DISCIPLINA FLEXÍVEL PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO FACULDADE DE FILOSOFIA, COMUNICAÇÃO, LETRAS E ARTE CURSO DE COMUNICAÇÃO E MULTIMEIOS DISCIPLINA FLEXÍVEL Disciplina: Música-voz-som e processos criativos:

Leia mais

Licenciatura em Espanhol

Licenciatura em Espanhol Licenciatura em Espanhol Rebeka Caroça Seixas A arte empregada no ensino da Língua Espanhola: Parte 02 A arte empregada no ensino da Língua Espanhola: Parte 02 Apresentação e Objetivos Caro(a) aluno(a),

Leia mais

A FESTA TRADICIONAL CARNAVALESCA: UMA LIÇÃO DE ARTE

A FESTA TRADICIONAL CARNAVALESCA: UMA LIÇÃO DE ARTE A FESTA TRADICIONAL CARNAVALESCA: UMA LIÇÃO DE ARTE RESUMO Edite Colares Oliveira Marques Professora - UECE E-mail: editecolares@yahoo.com.br O presente minicurso consiste em articular a História e a Cultura

Leia mais

COM CRIANÇAS INGRESSANTES NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA POSSÍVEL NOS DIFERENTES MODOS DE ENSINAR

COM CRIANÇAS INGRESSANTES NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA POSSÍVEL NOS DIFERENTES MODOS DE ENSINAR O USO DO BLOG COM CRIANÇAS INGRESSANTES NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA POSSÍVEL NOS DIFERENTES MODOS DE ENSINAR Isnary Aparecida Araujo da Silva 1 Introdução A sociedade atual vive um boom da tecnologia,

Leia mais

FESTAS PPGAC. Lúcia Lobato Érico José Souza de Oliveira. Programa de Pós-graduação em Artes Cênicas

FESTAS PPGAC. Lúcia Lobato Érico José Souza de Oliveira. Programa de Pós-graduação em Artes Cênicas 20 FESTAS PPGAC Programa de Pós-graduação em Artes Cênicas Lúcia Lobato Érico José Souza de Oliveira Cadernos do GIPE-CIT Grupo Interdisciplinar de Pesquisa e Extensão em Contemporaneidade, Imaginário

Leia mais

Colégio Nossa Senhora da Soledade C O N T E Ú D O S. Eu vim para servir (cf.mc10,45) Grupo 3 EDUCAÇÃO INFANTIL

Colégio Nossa Senhora da Soledade C O N T E Ú D O S. Eu vim para servir (cf.mc10,45) Grupo 3 EDUCAÇÃO INFANTIL Colégio Nossa Senhora da Soledade C O N T E Ú D O S Eu vim para servir (cf.mc10,45) Grupo 3 EDUCAÇÃO INFANTIL Prezado(a) aluno(a): Novo ano, novas expectativas, novos desejos, novos anseios e um novo caminho

Leia mais

Esse texto é parte integrante da dissertação de mestrado defendida em dezembro de 2001 na UFBA. 1

Esse texto é parte integrante da dissertação de mestrado defendida em dezembro de 2001 na UFBA. 1 1 REPRESENTAÇÕES DA SOCIEDADE ESCRAVISTA BRASILEIRA NA VIAGEM PITORESCA E HISTORICA AO BRASIL, DE JEAN BAPTISTE DEBRET: UMA POSSIBILIDADE DE LEITURA NO LIVRO DIDÁTICO Emilia Maria F. da Silva emiliamfs@terra.com.br

Leia mais

Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX

Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX Jorge Luiz de FRANÇA * Nesta comunicação, pretendemos, por intermédio das publicações

Leia mais

O TRABALHO DE MONOGRAFIA

O TRABALHO DE MONOGRAFIA CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Módulo VI-a 27 a 29 de janeiro de 2011 O TRABALHO DE MONOGRAFIA PRINCÍPIO PARA O CONHECIMENTO E A FORMAÇÃO PROFISSIONAL Prof. Ms. Adriana Fernandes

Leia mais

SOBRE O MEIO AMBIENTE NO CURSO DA CONSTRUÇÃO DA CIDADE: ACERVOS FOTOGRÁFICOS

SOBRE O MEIO AMBIENTE NO CURSO DA CONSTRUÇÃO DA CIDADE: ACERVOS FOTOGRÁFICOS UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL VI SEMINÁRIO DE ESTUDOS EM ANÁLISE DO DISCURSO 1983-2013 Michel Pêcheux: 30 anos de uma presença Porto Alegre, de 15 a 18 de outubro de 2013 SOBRE O MEIO AMBIENTE

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO Resolução n 62 / 2012 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Dança, Licenciatura,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Relatório Perfil Curricular

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Relatório Perfil Curricular PERÍODO: 1º MU096- CANTO 1A OBRIG 0 60 60 2.0 Fórmula: MU055 MU055- PERCEPCAO RITMICA MU271- CANTO CORAL 1 OBRIG 0 30 30 1.0 Fórmula: MU096 MU096- CANTO 1A PRÁTICA DA POLIFONIA VOCAL A DUAS E TRÊS VOZES.

Leia mais

REGÊNCIA DO ALÉM CONTADOR (VOICE OVER)

REGÊNCIA DO ALÉM CONTADOR (VOICE OVER) REGÊNCIA DO ALÉM FADE IN SEQUÊNCIA # 01: CENA 01: EXT. IMAGENS DA CIDADE DE ARARAS DIA. Imagem do Obelisco da praça central da cidade, da igreja Matriz, Centro Cultural, rodoviária, Lago Municipal e cemitério.

Leia mais

ANCHIETA. JOSÉ DE. AULEUM - A QUARTA PAREDE. SÃO PAULO: ABOOKS, 2002. ARAÚJO, JOSÉ SÁVIO OLIVEIRA DE. TEATRO E EDUCAÇÃO A VISÃO DE ÁREA A PARTIR DE

ANCHIETA. JOSÉ DE. AULEUM - A QUARTA PAREDE. SÃO PAULO: ABOOKS, 2002. ARAÚJO, JOSÉ SÁVIO OLIVEIRA DE. TEATRO E EDUCAÇÃO A VISÃO DE ÁREA A PARTIR DE 5 Referências Bibliográficas 85 ANCHIETA. JOSÉ DE. AULEUM - A QUARTA PAREDE. SÃO PAULO: ABOOKS, 2002. ARAÚJO, JOSÉ SÁVIO OLIVEIRA DE. TEATRO E EDUCAÇÃO A VISÃO DE ÁREA A PARTIR DE PRÁTICAS DE ENSINO. DISSERTAÇÃO

Leia mais

Agrupamento de Escolas António Rodrigues Sampaio Planificação Anual das Atividades Letivas

Agrupamento de Escolas António Rodrigues Sampaio Planificação Anual das Atividades Letivas Departamento Curricular/Ciclo: 1º Ciclo Disciplina: Expressões Artísticas e Físico-Motora Ano de escolaridade: 4º ano Ano letivo: 2015/2016 Perfil do aluno à saída do 1º ciclo: Participar na vida sala

Leia mais

1.1. Detalhamento das Ações:

1.1. Detalhamento das Ações: Processo de Seleção Projeto Biblioteca do Corpo 2015 A Secretaria de Estado da Cultura, por meio da Poiesis Organização Social da Cultura, em parceria com o SESC Serviço Social do Comércio e Impultanz

Leia mais

A Dança é a arte de mexer o corpo, através de uma cadência de movimentos e ritmos, criando uma harmonia própria. Não é somente através do som de uma

A Dança é a arte de mexer o corpo, através de uma cadência de movimentos e ritmos, criando uma harmonia própria. Não é somente através do som de uma Dança Desde 1982, no dia 29 de abril, comemora-se o dia internacional da dança, instituído pela UNESCO em homenagem ao criador do balé moderno, Jean- Georges Noverre. A Dança é a arte de mexer o corpo,

Leia mais

Festa de Nossa Senhora da Abadia no município de Jataí/GO: uma expressão cultural

Festa de Nossa Senhora da Abadia no município de Jataí/GO: uma expressão cultural Festa de Nossa Senhora da Abadia no município de Jataí/GO: uma expressão cultural Marlene Flauzina OLIVEIRA Mestranda em Geografia - Programa de Pós-Graduação Campus Jataí/UFG mflauzina@hotmail.com Eguimar

Leia mais

Valéria Carrilho da Costa

Valéria Carrilho da Costa A FOLIA NA ESCOLA: ENTRE CORES E CANTOS Valéria Carrilho da Costa gmacala@netsite.com.br Prefeitura Municipal de Uberlândia E.M. Profª Maria Leonor de Freitas Barbosa Relato de Experiência Resumo O projeto

Leia mais

ANEXO III PROGRAMAÇÃO ARTÍSTICA LINHAS ORIENTADORAS E OBJETIVOS

ANEXO III PROGRAMAÇÃO ARTÍSTICA LINHAS ORIENTADORAS E OBJETIVOS ANEXO III PROGRAMAÇÃO ARTÍSTICA LINHAS ORIENTADORAS E OBJETIVOS CENTRO CULTURAL VILA FLOR A programação do Centro Cultural Vila Flor deverá assentar em critérios de qualidade, diversidade, contemporaneidade

Leia mais

CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE. Elaine Fernanda Dornelas de Souza

CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE. Elaine Fernanda Dornelas de Souza Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 721 CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE Elaine Fernanda Dornelas de Souza Serviço Nacional de

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR CURSO DE DANÇA LICENCIATURA

ESTRUTURA CURRICULAR CURSO DE DANÇA LICENCIATURA ESTRUTURA CURRICULAR CURSO DE DANÇA LICENCIATURA Código: 03 Matriz Curricular: DANÇA - Laranjeiras - Presencial - Noturno - Licenciatura Plena Período Letivo de Entrada em Vigor 2012-1 Carga Horária: Total

Leia mais

MOMENTOS MUSICAIS: A EXPERIÊNCIA COMO PROFESSORA EM FORMAÇÃO NO PROJETO MUSICALIZAÇÃO INFANTIL DA UFPB

MOMENTOS MUSICAIS: A EXPERIÊNCIA COMO PROFESSORA EM FORMAÇÃO NO PROJETO MUSICALIZAÇÃO INFANTIL DA UFPB MOMENTOS MUSICAIS: A EXPERIÊNCIA COMO PROFESSORA EM FORMAÇÃO NO PROJETO MUSICALIZAÇÃO INFANTIL DA UFPB SILVA 1, Ana Karenina Ferreira da Centro de Comunicação, Turismo e Artes/ Departamento de Educação

Leia mais

MITO. De MÝEIN se fez a palavra MÝSTES, iniciado nos mistérios, de onde derivou MYSTÉRION, doutrina secreta, arcano, culto secreto.

MITO. De MÝEIN se fez a palavra MÝSTES, iniciado nos mistérios, de onde derivou MYSTÉRION, doutrina secreta, arcano, culto secreto. MITO Mito vem do Grego MYTHÓS, que tinha um grande número de significados dentro de uma idéia básica: discurso, mensagem palavra, assunto, invenção, lenda, relato imaginário. Modernamente está fixada nestes

Leia mais