AVALIAÇÃO DOS HÁBITOS ALIMENTARES COMO FATOR DE RISCO E PREVENÇÃO CONTRA O CÂNCER ENTRE SERVIDORES UEG-UnUCET

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1 AVALIAÇÃO DOS HÁBITOS ALIMENTARES COMO FATOR DE RISCO E PREVENÇÃO CONTRA O CÂNCER ENTRE SERVIDORES UEG-UnUCET Rejane de Sousa Ferreira 1, Cristiane Alves da Fonseca 2, Andréia Juliana Leite Rodrigues 3 1 Bolsista PBIC/UEG, graduanda do Curso de Ciências Biógicas UEG- UnUCET - Anápolis 2 Orientadoras, docente do Curso de Ciências Biológicas e Farmácia, UnU -UnUCET Anápolis RESUMO Globalmente, o câncer é uma das doenças mais temidas no mundo inteiro, classificado como uma das 10 principais causas de morte. Estima-se que 7,4 milhões de pessoas morreram em decorrência da doença no ano de 2004 e se essa tendência continuar, mais 83,2 milhões morrerão até A explicação para esse crescimento está na maior exposição dos indivíduos a fatores de risco. A uniformização das condições de trabalho, nutrição e consumo desencadeada pela industrialização e globalização tem reflexo importante no perfil epidemiológico das populações. Existem muitas evidências de que a qualidade de nossa comida tem relação direta com o risco de câncer. Os alimentos podem tanto aumentar o risco quanto serem um fator de proteção contra o câncer. Pesquisas já descreveram a relação de uma dieta rica em gordura animal e pobre em agentes antioxidantes (como o selênio e a vitamina E) com a ocorrência do câncer de próstata. O presente estudo teve como objetivo fazer uma análise sobre, os hábitos alimentares, entre os servidores da Universidade Estadual de Goiás da Unidade Universitária de Ciências Exatas e Tecnológicas (UEG UnUCET),. A pesquisa foi realizada por meio da aplicação de questionários. Os servidores foram agrupados em três categorias: ADM (Administrativo) TEC (Técnicos) e SG (Serviços Gerais).Os resultados revelaram que a maioria dos servidores conhecem os riscos ocasionados por uma dieta alimentar inadequada. O consumo de fibras apresenta-se alto pela maioria dos indivíduos é feito pela maioria dos indivíduos do entre os grupos TEC e SG.A maioria dos entrevistados revelam consumir em sua maioria verduras como o tomate, frutas;como a laranja.alimentos gordurosos,contendo corantes e conservantes, costumam ser ingeridos raramente pelos servidores.em contrapartida o consumo de carne vermelha revelou-se alto entre servidores dos grupos ADM e TEC.

2 Palavras chaves : câncer, hábitos alimentares, fator de risco e prevenção 1. Introdução Existem muitas evidências de que a qualidade de nossa comida tem relação direta com o risco de câncer. Um exemplo disso está no fato de que três dos tumores mais comuns têm incidência alta e similar no mundo industrializado e desenvolvido: mama, próstata e intestino. Os alimentos podem tanto aumentar o risco quanto serem um fator de proteção contra o câncer. O risco aumenta na proporção da quantidade consumida de carnes processadas (hambúrgueres, salsichas, mortadelas, salames) que contêm conservantes (nitrito e nitrato de sódio convertidos em nitrosaminas); carne vermelha; gordura; alimentos contaminados por aflatoxinas (encontrada em grãos e cereais mofados); alimentos salgados(carne de sol, charque e peixes salgados); e os defumados. A maioria desses alimentos envolve-se na gênese de cânceres da região digestória (BRITTO, 1997; ROSSI, 2007; GARCEZ, 2008). Pesquisas já relataram a relação de uma dieta rica em gordura animal e pobre em agentes anti-oxidantes (como o selênio e a vitamina E) com a ocorrência do câncer da próstata (BRASIL, 2006). Os mais descritos anticarcinógenos na literatura, testados in vitro e in vivo, são minerais como o selênio e o cálcio e compostos quimiopreventivos presentes em chás, no leite, em peixes, frutas, legumes e verduras, além das fibras e cereais integrais (dificultam absorção de gordura). Há comprovação de uma forte associação inversa (ou negativa) entre o consumo de frutas e verduras e o risco de diversos tipos de cânceres e outras causas de morbimortalidade. A tendência atual é isolar e testar novos compostos de origem vegetal como possíveis agentes anticarcinogênicos (BRITTO, 1997; FERRARI & TORRES, 2002; BRASIL, 2006; GARCEZ, 2008). O ácido fólico, uma vitamina importante em processos bioquímicos e na oncologia, tem ação na metilação do DNA e na síntese de purinas e pirimidinas. A sua deficiência sugere relação ao câncer e sua presença prejudica o desenvolvimento de tumores (BALUZ et. al., 2002). É importante consumir alimentos frescos em todas as refeições, como frutas, legumes, verduras e cereais, mesmo que as pesquisas ainda não consigam relacionar alimentos específicos aos tipos de tumores (ROSSI, 2007; CASSEB, 2008). Devem-se levar em consideração, além das substâncias fitoquímicas específicas de cada alimento, os métodos de preparo, o tamanho das porções, o equilíbrio calórico, a conservação, entre outros (BRASIL, 2006b). 2. Materiais e Métodos

3 A pesquisa foi realizada mediante a aplicação de um questionário específico e individual previamente validado e elaborado por Nascimento,(2006), e devidamente modificado para o público-alvo.o questionário é composto de questões fechadas, algumas com possibilidades de mais de uma escolha de resposta sobre hábitos alimentares. 2. Resultados e Discussão Avaliaram-se 184 questionários respondidos pelos servidores que foram divididos nos seguintes grupos; Administrativo (ADM) no qual obteve-se a maioria dos entrevistados com % (N= 129).As categorias Técnico (TEC) e Serviços Gerais (SG) com 16.31% (N = 30) e % (N= 25), representaram o restante da amostra. A avaliação dos hábitos alimentares demonstrou que a maior parte dos servidores da UEG (UnuCET), conhece os riscos associados a uma dieta alimentar inadequada e se preocupam em obter uma dieta alimentar saudável: ADM 52.74% dos entrevistados, TEC 60.0% e SG 56.0%.Os indivíduos que conhecem os riscos porém não preocupam em obter uma alimentação saudável revelaram-se em proporção menor com aos que se preocupam; ADM, 7.75%; TEC, 3.33% e SG, 4.0%.Indivíduos que não conhecem os riscos provocados por hábitos alimentares inadequados representaram; 16.27% ADM; 10.0% TEC e 20.0% SG. Em contraposição, entrevistados que não conhecem os riscos e não se preocupam em cultivar uma boa alimentação representaram; 7.75% ADM, 6.66% TEC e 8.0 SG (Tabela 1). Tabela 1- Freqüência em porcentagem dos riscos de uma dieta alimentar inadequada e da manutenção de uma dieta saudável entre servidores. Dieta alimentar ADM TEC SG Riscos de dieta inadequada Dieta saudável (%) (%) (%) Conhecem Preocupam Não preocupam

4 Não conhecem Não opinaram Não opinaram Preocupam Não preocupam Preocupam Não preocupam Não opinaram Dentro do grupo dos alimentos saudáveis (Tabela 10). A ingestão de verduras revelou ser feita pela maioria dos entrevistados em todos os grupos. A maioria dos entrevistados dos grupos ADM e TEC demonstrou ingerir verduras em freqüência diária (65.9 e 70.0%, respectivamente). O grupo SG, a maioria dos indivíduos revelou consumir verduras constantemente (56.0%). A freqüência da ingestão de frutas também é elevada em todos os grupos, a maioria dos entrevistados no grupo ADM e TEC ingere frutas diariamente (40.0 e 43.43%, respectivamente). A maior parte dos entrevistados do SG apresentou consumir frutas constantemente (52.0%). De acordo com ABREU (1997), evidências indicam que a iniciação e a progressão do câncer gástrico podem ser neutralizadas por uma suficiente ingestão, através dos anos, de frutas e verduras frescas. Assim, a soma de conhecimentos indica que a adoção de uma dieta prudente e mais realista poderia minimizar os riscos de desenvolvimento do câncer gástrico. Esta dieta seria a que limita a ingestão diária de conservas em vinagre e comidas defumadas, de sal (a 6 8 gramas por dia) e de carboidratos (a 60% do total das calorias), ao lado da ingestão regular de frutas, saladas, e vegetais. Ainda dentro do grupo dos alimentos saudáveis, destacam-se no combate ao câncer, às fibras e os cereais integrais, que segundo FIGUEIREDO & SILVA (2001) propiciam o autocontrole fisiológico do organismo, além de aumentar a proliferação imunológica do mesmo. Com relação ao consumo de fibras, a maioria dos indivíduos do grupo ADM afirmou nunca consumir fibras (40.31%). Em contrapartida os grupos TEC e SG, revelaram em sua maioria consumir fibras diariamente (50.0 e 48.0%, respectivamente). Exceto o grupo ADM, os grupos TEC e SG apresentaram uma boa freqüência quanto ao consumo de fibras, o que torna-se um ponto positivo para os indivíduos dos grupos TEC e SG, uma vez o consumo de fibras é de extrema importância no combate á neoplasias relacionadas a fatores alimentares.além dos benefícios já citados, SGARBIERI, (1999) coloca que as fibras também são inibidoras da ação de alguns agentes carcinogênicos provenientes da ação de gorduras (Tabela 2).

5 Ainda segundo SGARBIERI, (1999) o mesmo autor as fibras reduzem a ação do estrogênio, diminuindo suas taxas no sangue e proporcionando menor risco de incidência de câncer de mama em mulheres. Também são grandes estimulantes dos movimentos peristálticos do tubo intestinal, mantendo a função normal da área gastrointestinal, bem como removem resíduos alimentares aderidos às dobras das alças do tubo, eliminando matéria em estado de apodrecimento, dentre as quais incluem-se toxinas que podem ocasionar câncer nessa região. Com relação ao consumo de fibras os grupos TEC e SG a maioria dos entrevistados com 50,0 e 48,0% respectivamente revelaram ingeri-las diariamente, em contrapartida aos grupos citados, com 40,31% a maioria dos entrevistados do grupo ADM possuem o hábito de nunca comer fibras. Dentro dos alimentos saudáveis a freqüência da ingestão de frutas os grupos ADM e TEC a maioria dos indivíduos apresentaram ingerir frutas diariamente com 40,31 e 43,34%. Ao contrário dos demais o grupo SG com 52,0% revelou não ingerir frutas diariamente mas sim constantemente (Tabela 2).. Portanto no geral, o grupo SG revelou ser o grupo que mais ingere verduras, legumes, fibras e frutas, conseqüentemente apresentar ter uma dieta alimentar mais saudável em relação aos demais grupos. Porém a maioria dos indivíduos dos grupos ADM e TEC também revelou cultivarem um hábito alimentar mais saudável, através da ingestão de verduras, legumes, fibras e frutas. A relação entre câncer e fatores alimentares é complexa. A evidência científica tem mostrado que o consumo de frutas, legumes e verduras confere grande proteção contra o câncer. O consumo recomendado pela OMS está entre cinco porções diárias de frutas e vegetais (400g/dia), e também se recomenda a ingestão de leguminosas, grãos integrais e oleaginosos (nozes, avelãs, amêndoas, castanha do Pará), (BRASIL, 2006). Tabela 2 Freqüência em porcentagem da ingestão de verduras,legumes, fibras e frutas entre os servidores. Ingestão ADM TEC SG Verduras/ Legumes (%) (%) (%) Diariamente Raramente 8, ,0 Constantemente 21, ,0 Nunca Não opinaram Frutas ADM TEC SG

6 (%) (%) (%) Diariamente Raramente Constantemente Nunca Não opinaram Fibras ADM TEC SG (%) (%) (%) Diariamente Raramente Constantemente Nunca Não opinaram Dentre as verduras normalmente ingeridas com maior freqüência pelos servidores, o tomate representou 23.57%, cenoura 19.11% e cebola 17.47% para o grupo ADM. No grupo TEC também foi tomate (20.0%), cenoura (19.86%) e cebola (16.03%).No grupo SG as verduras mais assinaladas entre os servidores deste grupo foram, tomate (23.65%) cebola, couve e repolho(16.03%) e couve (15.27%). Para o grupo SG foram, cebola e couve (18.42%; 18.42% e 18.42%, respectivamente), (Tabela 3). Tabela 3 - Freqüência em porcentagem das verduras e legumes normalmente ingeridas pelo servidores. Ingestão ADM. TEC. S.G. Verduras/tipo (%) (%) (%) Tomate 23,57 20,0 23,65 Cenoura 19,11 19,86 17,54 Àbobora 15,07 14,5 14,03 Cebola 17,42 16,03 18,42 Chá de folhas Verdes 4,7 3,05 2,63 Brócolis 11,22 9,92 7,89 Couve 16,58 15,27 18,42 Repolho 13,73 14,5 18,42 Outros 2,17 4,58 1,45 Não opinaram - 2,29 1,45 Dentre as frutas mais ingeridas com indicadas pelos servidores estão a laranja; (ADM 25.4%, TEC 21.76% e SG 24.76%,) mação; (ADM 12.12%, TEC 19.13% e SG 24.76%) e limão (ADM 13.04%,TEC 11.3% e SG 11.82%), (Tabela 4). Tabela 4 Freqüência em porcentagem das frutas normalmente ingeridas pelo servidores Ingestão ADM. TEC. S.G. Frutas/tipo (%) (%) (%) Laranja 25,4 21,76 24,76 Limão 13,04 11,3 11,82 Caju 5,26 7,82 3,22 Acerola 8,92 10,43 10,75 Maçã 12,12 19,13 20,43

7 Outras frutas 10,75 7,82 4,3 Não opinaram 0,94 1,74 1,07 Estudos observacionais evidenciam a ação protetora contra o câncer na ingestão de frutas e hortaliças e das vitaminas C, E e dos carotenóides (cerca de 150 mg de vitamina C, 30 ou 54 mg de vitamina E e 4 mg de carotenóides). Alguns estudos também revelaram que altas concentrações de ácido ascórbico em humanos demonstraram um efeito anticancerígeno em 75% das linhas de células de câncer testadas (SILVA & NAVES, 2001). A Organização Mundial da Saúde estima que até 2,7 milhões de vidas poderiam ser salvas no ano mundialmente se o consumo de alimentos fosse adequado, contudo, a relação entre câncer e fatores alimentares é complexa. Alimentos gordurosos, principalmente de origem animal, devem ser evitados, assim como defumados e embutidos. A alimentação nociva exerce relevante influência no surgimento de doenças cardiovasculares e diversos tipos de câncer, entre muitas outras conseqüências. O que se constata é que as práticas alimentares adotadas atualmente estão muito dependentes da globalização e ocidentalização dos hábitos alimentares, como também de mudanças sociais, biológicas, psicológicas (BRASIL, 2006b). Quanto aos alimentos gordurosos, a maioria do grupo ADM declarou ingerir esse tipo de alimento raramente (39.54%).No grupo TEC 33.33% revelaram ingerir raramente alimentos gordurosos e 33.33% ingerem diariamente. No grupo SG a maioria dos servidores afirmaram consumir alimentos gordurosos raramente (44.0%). Quanto ao consumo de carne vermelha, 42.66% do grupo ADM revelou ingerir carne vermelha diariamente. A maioria do grupo TEC (56,67%) revelou também consumir carne vermelha diariamente. No SG verificou-se o consumo de carne vermelha na mesma freqüência pela maioria dos entrevistados (40.0%) (Tabela 13). BRITTO et. al, (1997) coloca que o risco da gênese de cânceres na região digestória aumenta na proporção da quantidade consumida de gorduras e carnes processadas,(hambúrgueres, salsichas, mortadelas, salames) que contêm conservantes (nitrito e nitrato de sódio convertidos em nitrosaminas). No geral o grupo ADM apresentou em maior proporção indivíduos que consomem alimentos gordurosos raramente (39.54%), porém a maioria dos servidores do mesmo grupo afirmou que ingerem carne vermelha em freqüência diária (42.66%). A maioria dos entrevistados do TEC apresentou consumir alimentos gordurosos diariamente (33.33%) e raramente

8 (33.33%), e consumir carne vermelha diariamente (56.67%). Em contrapartida o grupo SG apresentou menor proporção entrevistados que consomem alimentos gordurosos raramente (44.0%) e que consomem carne vermelha de 1 a 6 vezes por semana (40.0%).Atitudes pouco saudáveis dentre os grupos ADM e TEC, já que a estudos revelam a relação entre maior consumo de alimentos gordurosos carne e processados com o aumento do câncer. Com base em dados de 10 capitais brasileiras, uma pesquisa examinou a associação entre dieta e as taxas de mortalidade de câncer, entre adultos a partir de 30 anos. Dados os resultados, a mortalidade por câncer de cólon associou-se positivamente com o consumo de gordura, ovos, álcool, mate, cereais e vegetais; o câncer de pulmão ao consumo de mate e cereais (SICHIERI et al., 1996). Indagou-se também sobre a ingestão de alimentos contendo conservantes e corantes e a maioria das respostas compreendeu entre o hábito de consumir diariamente e raramente. O grupo ADM demonstrou que a maioria consome raramente (34.11%) e diariamente (31.8%). Os dados do grupo TEC revelou que 43.34% ingerem carne vermelha raramente e 26.67% constantemente. A maior parte dos entrevistados do SG afirmou (40,0%) ingerir alimentos com conservantes diariamente e raramente (28.0%). (Tabela 13) A Organização Mundial da Saúde estima que até 2,7 milhões de vidas poderiam ser salvas no ano mundialmente se o consumo de alimentos fosse adequado. Alimentos gordurosos, principalmente de origem animal, devem ser evitados, assim como defumados e embutidos (BRASIL, 2006). Existem relações entre a ingestão de alimentos ricos em gorduras, especialmente alimentos de origem animal, e vários tipos de câncer, em específico o câncer de mama, cólon e próstata. Esta associação vem sendo comprovada tanto em estudos epidemiológicos, quanto laboratoriais. Pesquisas têm demonstrado evidências de que mesmo após a regulação da ingestão de altas quantidades de gorduras, a quantidade total de lipídios no organismo coincide com o surgimento de câncer em vários órgãos (SGARBIERI, 1999). Quanto aos alimentos gordurosos, a maioria do grupo ADM declarou ingerir esse tipo de alimento raramente (39.54%).No grupo TEC 33.33% revelaram ingerir raramente alimentos gordurosos e 33.33% ingerem diariamente. No grupo SG a maioria dos servidores afirmaram consumir alimentos gordurosos raramente (44.0%).

9 Quanto ao consumo de carne vermelha, 42.66% do grupo ADM revelou ingerir carne vermelha diariamente. A maioria do grupo TEC (56,67%) revelou também consumir carne vermelha diariamente. No SG verificou-se o consumo de carne vermelha na mesma freqüência pela maioria dos entrevistados (40.0%) (Tabela 5). BRITTO et. al, (1997) coloca que o risco da gênese de cânceres na região digestória aumenta na proporção da quantidade consumida de gorduras e carnes processadas,(hambúrgueres, salsichas, mortadelas, presuntos e salames) que contêm conservantes (nitrito e nitrato de sódio convertidos em nitrosaminas) e alimentos conservados em sal, tais como peixes e charque, por exemplo (CARNEIRO; PINTO; PAUMGARTTEN, 1997). No geral o grupo ADM apresentou em maior proporção indivíduos que consomem alimentos gordurosos raramente (39.54%), porém a maioria dos servidores do mesmo grupo afirmou que ingerem carne vermelha em freqüência diária (42.66%). A maioria dos entrevistados do TEC apresentou consumir alimentos gordurosos diariamente (33.33%) e raramente (33.33%), e consumir carne vermelha diariamente (56.67%). A maioria dos indivíduos revelaram consumir alimentos gordurosos raramente (44.0%) ingerir carne vermelha de 4 a 6 vezes por semana(40.0%), (Tabela 5). Tabela 5 Freqüência em porcentagem da freqüência de consumo de alimentos gordurosos, carne vermelha e alimentos contendo conservantes, entre servidores UEG. Ingestão ADM TEC SG Alimentos gordurosos (%) (%) (%) Diariamente Raramente Constantemente Nunca Não opinaram Carne Vermelha ADM TEC SG (%) (%) (%) Diariamente vezes/semana vezes/semana Raramente Nunca ingerem Não opinaram

10 Alimentos com ADM TEC SG corantes/conservantes (%) (%) (%) Diariamente Raramente Constantemente Nunca Não opinaram Substituição de ADM TEC SG refeição por lanche (%) (%) (%) Não trocam Diariamente vezes/semana vezes/semana Raramente Não opinaram Com relação à freqüência de consumo de alimentos contendo corantes conservantes, a maioria dos entrevistados do grupo ADM e TEC afirmaram consumir esse tipo de alimentos raramente (ADM 34.11%, TEC 43.34%). A maioria do SG (40.0%) afirmou ingerir alimentos contendo corantes e conservantes diariamente (Tabela 5). 4. Conclusão A avaliação dos hábitos alimentares dos servidores relevou que a maioria destes conhece os riscos de uma dieta alimentar inadequada. Com relação à ingestão de frutas e verduras e fibras e realizada diariamente e constantemente pela maioria dos indivíduos dos grupos em especial o grupo TEC.Dentre as verduras e frutas consumidas em maior proporção pelos entrevistados estão, o tomate e a laranja.com relação ingestão de alimentos gordurosos, a maioria dos indivíduos do grupo ADM e TEC e SG o fazem raramente.alimentos contendo corantes e conservantes também são consumidos raramente pelo ADM e TEC, a maioria do grupo TEC revelou ingerir diariamente. O consumo de carne vermelha e realizada diariamente pela maioria dos servidores do ADM e TEC e de 4 a 6 vezes por semana pelo SG.A substituição de refeições por lanches revelou-se em baixa freqüência para a maioria dos servidores. Referências Bibliográficas ABREU, E. A prevenção primária e a detecção do câncer de estômago. Caderno de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v.13 (Supl. 1), p

11 BALUZ, K.; CARMO, M.G.T.; ROSAS, G. O papel do ácido fólico na prevenção e naterapêutica oncológica: revisão. Revista Brasileira de Cancerologia, Rio de Janeiro, v. 48, BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Instituto Nacional de Câncer. Coordenação de Prevenção e Vigilância. A situação do câncer no Brasil. Rio de Janeiro, BRITTO, A.V. Câncer de estômago: fatores de risco. Caderno de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v.13 (Supl. 1), p CARNEIRO, M. R. G.; PINTO, L. F. R.; PAUMGARTTEN, F. J. R. Fatores de risco ambientais para o câncer gástrico: a visão do toxicologista. Caderno de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 13, n. 1, p , CASSEB, M. Alimentação na balança. Revista da Associação Brasileira do Câncer. São Paulo, ano 8, n. 44, p. 4, mar FERRARI, C.K.B.; TORRES, E.A.F.S. Novos compostos dietéticos com propriedades anticarcinogênicas. Revista Brasileira de Cancerologia, v.48, n.3, p FIGUEREDO V. A. ; SILVA C. H. C.,: A influência da alimentação como agente precursor, preventivo e redutor do câncer.universitas Ciências da Saúde. Brasília, vol.01 n.02, p.2001 GARCEZ, J. Mudança de hábitos. Revista da Associação Brasileira do Câncer. São Paulo, ano 8, n. 44, p , mar ROSSI, B.M. Mudança de hábito. Revista da Associação Brasileira do Câncer. São Paulo,ano 7, n. 42, p. 30, dez SGARBIERI, V.C. The role of dietary energy and of macrocomponents of foods in modulating carcinogenesis. Ciência e Cultura Journal of the Brazilian Association for the Advancement of Science, p SICHIERI, R.; EVERHART, J.; MENDONÇA, G.A.S. Dieta e mortalidade para os tipos mais freqüentes de câncer no Brasil: um estudo ecológico. Caderno de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 12, n. 1, p SILVA, C.R.M.; NAVES, M.M.V. Suplementação de vitaminas na prevenção de câncer. Revista de Nutrição, Campinas, v. 14, n. 2, p

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