PROJECTO GEPETO BALANÇO DE ETAPA

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROJECTO GEPETO BALANÇO DE ETAPA"

Transcrição

1 PROJECTO GEPETO BALANÇO DE ETAPA Coordenação Técnica. Outubro de 2013

2 BALANÇO DE ETAPA EM METADE DO PROJECTO GEPETO Outubro de RECAPITULAÇÃO DOS OBJECTIVOS 2. ROTEIRO 3. PRINCIPAIS ACTIVIDADES a. ATLAS DAS PESCARIAS b. UNIDADES DE GESTÃO c. PLANOS DE GESTÃO 4. CASOS DE ESTUDO 5. WEB SITE 6. PRÓXIMOS DESAFIOS 7. RESULTADOS ESPERADOS 1. RECAPITULAÇÃO DOS OBJECTIVOS Os objectivos gerais do projecto são: Elaborar propostas para a gestão das pescarias a longo prazo. Obter conhecimentos comuns da gestão da pesca e desenvolver um modelo de governação que optimize a cooperação entre o sector da pesca e os institutos científicos. Dar oportunidade aos profissionais do sector da pesca de elaborarem propostas para o futuro da sua profissão.

3 Aumentar os conhecimentos dos CCR Sul e CCR Noroeste, de modo a reforçar a sua função como órgãos consultivos para a Comissão Europeia. No entanto, também existem objectivos mais específicos relacionados com a actividade de cada Work Package. WP-1: Coordenação administrativa e técnica do projecto. WP-2: Promover e difundir o projecto através de uma comunicação eficaz. WP-3: Recolher conhecimentos e informações existentes sobre as pescarias para um atlas. WP-4: Definir unidades de gestão (evitando abordagens mono-específicas). WP-5: Criar um roteiro para o desenvolvimento dos planos de gestão. 2. ROTEIRO Os parceiros e a coordenação técnica estabeleceram um roteiro, que classifica as tarefas em diferentes etapas.

4 O roteiro especifica a organização do trabalho, indica quem é o parceiro responsável da actividade e estabelece as etapas do projecto. Cada uma das etapas inclui uma série de actividades, como a organização de reuniões para cada caso. 1ª Etapa: final em Maio de ª Etapa: final em Novembro de ª Etapa: final em Março de 2014 Para além disso, foi estabelecido um calendário geral do projecto, do qual constam as datas das actividades e das reuniões do projecto e de cada caso de estudo. 3. PRINCIPAIS ACTIVIDADES

5 Vamos, actualmente, em metade do projecto, podendo-se dizer, como balanço de etapa, que o trabalho está a ser bem realizado. Uma vez seleccionados os casos de estudo, os parceiros do projecto e as organizações que integram o projecto começaram a trabalhar, as administrações nacionais dos países que participam no projecto colaboram na cessão dos dados e a comunicação do projecto foi reforçada pela criação da página Web. O projecto aproximou-se do sector da pesca e das administrações regionais para trabalhar nesses casos de estudo, mas também das administrações nacionais para recolher informações sobre as pescarias, aproximando-se também da Comissão Europeia, ao apresentar os seus objectivos à Direcção Geral do Mar (DG MARE). A comunidade científica trabalha activamente nas propostas de casos de estudo e as ONGs têm conhecimento de todo o processo. O trabalho com o Projecto organiza-se através dos Work Packages, a partir dos quais são definidas as actividades relacionadas, fundamentalmente, com a recolha dos dados para o atlas e a participação do sector no WP3. A definição das unidades de gestão é estabelecida na actividade das frotas, as espécies e o espaço de trabalho, a partir do WP4. A recolha de propostas de gestão para o desenvolvimento de planos a longo prazo é efectuada a partir do WP5. Para organizar o trabalho, foram seleccionadas 7 pescarias, que servem de casos de estudo, sendo as actividades e tarefas propostas pelos coordenadores de Work Packages desenvolvidas a partir desses mesmos casos de estudo. Para cada caso de estudo, foi formado um grupo de trabalho, em que estão representadas todas as partes envolvidas da pescaria em questão, tendo também sido estabelecido um roteiro. Deste modo, é importante notar que, neste projecto, o sector da pesca tem oportunidade de trazer os seus conhecimentos, concretizar as suas propostas, dar enfoque às problemáticas da sua actividade. Para além disso, os cientistas e as administrações recebem as informações relativas às pescarias directamente do sector. Esta colaboração dará resultados benéficos para todos. O sector da pesca receberá uma proposta final de gestão da sua pescaria, a qual levará em conta as suas contribuições. A comunidade científica tem acesso a informações reais e mais completas sobre as pescarias para análise e as administrações recebem propostas consensuais, que possibilitam a elaboração de uma gestão mais eficaz.

6 Para além do mais, tem sido realizado um grande esforço de difusão da mensagem do Projecto. Em termos gerais, todas as tarefas programadas são levadas a cabo, seguindo a metodologia de colaboração, sendo esta a base do espírito deste projecto. a. ATLAS DAS PESCARIAS O Atlas das Pescarias é um dos elementos que dá todo o sentido ao projecto GEPETO, aparecendo como óbvia a necessidade de dispor de um espaço que reúna as informações sobre a actividade das frotas que actuam no Atlântico Sul da Europa. Para alcançar esse objectivo, o IFREMER compilou as informações fornecidas pelos responsáveis nacionais de cada país, estando agora a inseri-las num Atlas das pescarias georreferenciadas, ao qual se poderá aceder através do Web Site do GEPETO. Tenciona-se mostrar simultaneamente a actividade das frotas bem como a actividade piscatória que se vai desenvolvendo na zona de competências do CCR Sul. Esta ferramenta facilitará a gestão transnacional das pescarias, facilitando a disponibilização das informações entre as diferentes administrações e o sector da pesca. Está prevista a apresentação de uma primeira versão do atlas às administrações e ao sector para o final do ano de Para além das informações sobre espécies, pescarias e frotas, pretende-se recolher os conhecimentos dos profissionais através do Módulo Participativo. b. UNIDADES DE GESTÃO Uma outra missão que o projecto ambiciona, é a definição das Unidades de Gestão no âmbito do estudo. Trata-se, em última análise, de conhecer as pescarias e organizá-las em unidades que sejam operacionais e tornem a gestão mais eficaz.

7 Esse trabalho é uma etapa intermédia entre a recolha das informações sobre a actividade das frotas para o Atlas das pescarias e a proposta de planos. Precisamos de organizar as informações e planear o trabalho e, para tal, precisamos de Unidades de Gestão. O desafio reside em fazê-lo de modo comum e homogéneo em todos os casos de estudo, para obter uma metodologia de trabalho padrão que possa ser transferida para a gestão de outras pescarias. A primeira tarefa desempenhada para alcançar o objectivo de definição das unidades, foi conhecer a estrutura e a organização das frotas existentes. Foi estabelecido um diagnóstico da situação, de modo a determinar as dificuldades relacionadas com o desenvolvimento da actividade. Por esse motivo, o sector da pesca envolvido foi consultado. Passada essa primeira fase, os parceiros concordaram em estabelecer um quadro comum onde debater os critérios básicos que condicionam a definição das referidas unidades. É nesse processo que nos encontramos agora, em metade do projecto. c. PLANOS DE GESTÃO Na última fase do projecto, será possível emitir propostas de planos ou medidas de gestão para melhorar a organização e alcançar a sustentabilidade a longo prazo das pescarias. Para tal, durante os primeiros meses do projecto, as propostas do sector da pesca, representado pelo CCR Sul, foram recolhidas e algumas pescarias foram seleccionadas, de modo a desenvolver actividades e elaborar propostas de gestão a longo prazo relacionadas com essas pescarias. Os planos de gestão a longo prazo pressupõem um quadro de desenvolvimento de uma pescaria, que introduza melhorias como: Organização da actividade da frota e visibilidade das suas espécies características. Melhorar o planeamento das medidas de gestão. Estabilidade a longo prazo das normas de regulamento como quotas, normas de controlo. Possibilidade de planeamento da comercialização dos produtos, adaptando-se à valorização destes nos mercados.

8 O primeiro resultado desse trabalho foi um documento de síntese do estado da arte, que serviu para fazer um apanhado da actual situação de cada caso de estudo e respectivas problemáticas de gestão relacionadas. O principal desafio consiste agora em obter resultados decorrentes do trabalho comum em cada pescaria seleccionada, que possam servir de proposta de melhoria da gestão e estabeleçam bases para definir as necessidades de gestão das pescarias nessa zona do Sul da Europa. 4. CASOS DE ESTUDO Inicialmente, foram seleccionadas pescarias piloto destinadas a servirem de caso de estudo ao projecto, levando em consideração os pedidos do sector e tentando recolher a diversidade dos tipos de pescarias existentes. Para tal, tanto foram seleccionadas grandes pescarias mistas demersais como pescarias costeiras ou artesanais, zonas de reserva, exemplos de gestão insulares ou actividades da pesca de marisco. Segundo esses critérios, seleccionaram-se sete casos de estudo: Plano de Gestão multi-específico para o Golfo da Biscaia. Plano de Gestão das pescarias mistas ibéricas. Frota dedicada à pescaria do Polvo no Noroeste Ibérico. Ria de Aveiro. Capbreton. Mar Céltico (Zona CIEM VII f e g). Pescarias artesanais nas Ilhas Canárias. Uma vez concluída esta primeira etapa, o trabalho foi organizado de modo comum e segundo critérios idênticos para todos os casos de estudo, de modo a obter, no âmbito do projecto, resultados uniformes, segundo uma mesma metodologia, um mesmo processamento da informação. Este foi um grande desafio, tendo em conta as diferenças de problemáticas e objectivos existentes, consoante os casos de estudo.

9 Com as partes envolvidas de cada caso de estudo, em que estão representados sector da pesca, administrações e cientistas, foi estabelecido um plano de trabalho, nomeado um coordenador para cada caso de estudo e definido um calendário de reuniões para toda a duração do projecto. 5. PÁGINA WEB A primeira versão está online desde o dia 14 de Junho: Foram introduzidas melhorias, tendo os primeiros conteúdos sido completados no mês de Agosto. Através dessa página institucional, tem-se acesso a todas as informações do projecto, tanto aos casos de estudo como aos Work Packages, para além das informações gerais, notícias, documentos, calendário, etc. A estrutura da página Web é simples, com diferentes secções, logo na página inicial. Para além dos links para os casos de estudo e Work Packages, existe outra versão de Web Site que dá acesso ao módulo participativo. Essa versão será utilizada para recolher os conhecimentos dos profissionais da pesca sob a forma de testemunhos ou documentos multimédia facultados pelos profissionais.

10 Actualmente, os questionários que permitirão conhecer a opinião do sector da pesca estão praticamente concluídos, ficando esta plataforma participativa operacional no Outono de Por fim, o atlas cartográfico estará acessível noutro separador da Web, a partir do final do ano de Nesse atlas, pretende-se recolher todas as informações sobre frotas e actividade piscatória. 6. PRÓXIMOS DESAFIOS As actividades a desenvolver no próximo ano são as seguintes, classificadas por Work Package: WP2: A página Web deverá estar concluída, devendo esta passar a ser utilizada como ferramenta de difusão do projecto e como site de informação e montra do saber dos pescadores. WP3: O Atlas das pescarias estará disponível no final do ano, sendo apresentado ao CCR Sul e aos responsáveis das administrações nacionais dos países participantes no projecto. O módulo participativo, que tem como objectivo recolher o testemunho dos profissionais relativamente à sua actividade, poderá ser utilizado a partir do mês de Novembro. WP4: Está previsto trabalhar na definição das unidades de gestão, sendo, em Outubro, estabelecidos os critérios comuns da definição. Os resultados desse processo, para cada caso de estudo, poderão ser consultados no início do próximo ano. WP5: No início do próximo ano, serão emitidas propostas de planos ou medidas de gestão para cada caso de estudo. Também se pretende recolher informações relativas ao valor dos produtos alvo das frotas para cada caso de estudo. 7. RESULTADOS ESPERADOS Durante o último ano do projecto, esperam-se os resultados dos seguintes trabalhos: - Realização de um atlas que recolha as informações facultadas pelas administrações, servindo este de base para a partilha comum das informações sobre a pesca para os

11 próximos anos. Fazer com que esse atlas seja uma ferramenta actualizada, utilizada para apresentar a actividade da pesca e melhorar a sua gestão. Pretende-se obter uma ferramenta interactiva e acessível, que permita um conhecimento comum das pescarias. - Criar um documento ou guia para a definição das unidades de gestão das diferentes pescarias, que possa ser utilizado para a identificação das unidades e que faculte uma metodologia para a concepção da estrutura das mesmas. Isto é, definir níveis geográficos de gestão das pescarias eficazes. - Obter um relatório adaptável e flexível sobre a exequibilidade dos planos de gestão. A base desse trabalho focar-se-á na recolha de propostas para as pescarias piloto seleccionadas como casos de estudo.

Contribuição do CCR Sul relativamente à consulta da CE sobre a revisão do regime de acesso à pesca de alto mar

Contribuição do CCR Sul relativamente à consulta da CE sobre a revisão do regime de acesso à pesca de alto mar Amarelo: Questão? Azul: inserção Contribuição do CCR Sul relativamente à consulta da CE sobre a revisão do regime de acesso à pesca de alto mar * O CCR Sul agradece à Comissão Europeia a oportunidade que

Leia mais

SIARL / Sistema de Administração do recurso Litoral. ajherdeiro@dgterritorio.pt mota.lopes@apambiente.pt

SIARL / Sistema de Administração do recurso Litoral. ajherdeiro@dgterritorio.pt mota.lopes@apambiente.pt SIARL / Sistema de Administração do recurso Litoral Uma Plataforma Colaborativa para apoiar a Gestão do Litoral ajherdeiro@dgterritorio.pt j @ g p mota.lopes@apambiente.pt Lugares comuns de quem lida com

Leia mais

aumento da população mundial aumento da produtividade, sustentabilidade dos recursos e segurança alimentar Necessidades:

aumento da população mundial aumento da produtividade, sustentabilidade dos recursos e segurança alimentar Necessidades: Enquadramento Desafios: aumento da população mundial aumento da produtividade, sustentabilidade dos recursos e segurança alimentar Necessidades: eficiência dos sistemas agrícolas e florestais gestão sustentável

Leia mais

Plano de Comunicação para o QCA III. Relatório de Execução de 2002

Plano de Comunicação para o QCA III. Relatório de Execução de 2002 Plano de Comunicação para o QCA III Relatório de Execução de 2002 Após o período de lançamento do QCA III o ano de 2002 foi de consolidação dos projectos iniciados e de apresentação dos primeiros resultados.

Leia mais

Eixos Estratégicos Objectivos Estratégicos Objectivos Operacionais Acções. 1.1.1.Aumentar a oferta formativa nas áreas das artes e das tecnologias

Eixos Estratégicos Objectivos Estratégicos Objectivos Operacionais Acções. 1.1.1.Aumentar a oferta formativa nas áreas das artes e das tecnologias 1. Oferta Formativa 1.1. Dinamizar e consolidar a oferta formativa 1.1.1.Aumentar a oferta formativa nas áreas das artes e das tecnologias 1.1.2. Promover o funcionamento de ciclos de estudos em regime

Leia mais

SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA OBSERVATÓRIO SÓCIO-AMBIENTAL

SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA OBSERVATÓRIO SÓCIO-AMBIENTAL SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA OBSERVATÓRIO SÓCIO-AMBIENTAL FICHA DE APRESENTAÇÃO SISTEMA INTERATIVO DE MONITORAÇÃO E PARTICIPAÇÃO PARA O APOIO À IMPLEMENTAÇÃO DA PLATAFORMA DE C O O P E R A Ç Ã O A M B I

Leia mais

Reunião do Grupo de Trabalho das Zonas CIEM VIII e IX Paris, 21 de Outubro de 2010

Reunião do Grupo de Trabalho das Zonas CIEM VIII e IX Paris, 21 de Outubro de 2010 Reunião do Grupo de Trabalho das Zonas CIEM VIII e IX Paris, 21 de Outubro de 2010 O Presidente do Grupo recebe os participantes. A ordem do dia e as conclusões da última reunião são adoptadas. 1. Ponto

Leia mais

Departamento Comercial e Marketing. Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010. Técnicas de Secretariado

Departamento Comercial e Marketing. Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010. Técnicas de Secretariado Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010 Técnicas de Secretariado Departamento Comercial e Marketing Módulo 23- Departamento Comercial e Marketing Trabalho realizado por: Tânia Leão Departamento

Leia mais

TENDÊNCIAS DE PROJECTOS DE IT EM PORTUGAL

TENDÊNCIAS DE PROJECTOS DE IT EM PORTUGAL TENDÊNCIAS DE PROJECTOS DE IT EM PORTUGAL Estudo Infosistema 4º trimestre de 2014 OBJECTIVO DO ESTUDO Objectivo: Analisar as tendências de projectos de IT em Portugal Período em análise: 4º Trimestre de

Leia mais

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE Projecto IMCHE/2/CP2 1 ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE

Leia mais

Website disponível em: Nome de Utilizador: aluno@aluno.pt. Palavra-chave: *aluno*

Website disponível em: Nome de Utilizador: aluno@aluno.pt. Palavra-chave: *aluno* Website disponível em: http://formar.tecminho.uminho.pt/moodle/course/view.php?id=69 Nome de Utilizador: aluno@aluno.pt Palavra-chave: *aluno* Associação Universidade Empresa para o Desenvolvimento Web

Leia mais

Como construir uma DLA?

Como construir uma DLA? Como construir uma DLA? Conteúdo Como construir uma DLA?... 2 Introdução... 2 Metodologia DLA... 3 1.Preparação da DLA... 3 2.Planeamento da DLA... 6 2.1. Avaliação do estado actual... 6 2.3. Desenvolvimento

Leia mais

Sistema de Informação e Comunicação da Rede Social de Alcochete. Sistema de Informação e Comunicação - REDE SOCIAL DE ALCOCHETE

Sistema de Informação e Comunicação da Rede Social de Alcochete. Sistema de Informação e Comunicação - REDE SOCIAL DE ALCOCHETE . Sistema de Informação e Comunicação da Rede Social de Alcochete . Objectivos e Princípios Orientadores O Sistema de Informação e Comunicação (SIC) da Rede Social de Alcochete tem como objectivo geral

Leia mais

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE Adoptada pelos Ministros da Saúde e Ministros do Ambiente na Segunda Conferência Interministerial sobre Saúde e

Leia mais

O PAPEL DA GESTÃO DE ÁREA URBANA NO SUCESSO DAS OPERAÇÕES INTEGRADAS DE REABILITAÇÃO J. Braz Pereira UGAU CHP

O PAPEL DA GESTÃO DE ÁREA URBANA NO SUCESSO DAS OPERAÇÕES INTEGRADAS DE REABILITAÇÃO J. Braz Pereira UGAU CHP O PAPEL DA GESTÃO DE ÁREA URBANA NO SUCESSO DAS OPERAÇÕES INTEGRADAS DE REABILITAÇÃO J. Braz Pereira UGAU CHP PORTO VIVO, SRU SEMINÁRIO ALFÂNDEGA DO PORTO 4 E 5 DE DEZEMBRO DE 2009 Pressuposto O impacto

Leia mais

O GRUPO AITEC. Breve Apresentação

O GRUPO AITEC. Breve Apresentação O GRUPO AITEC Breve Apresentação Missão Antecipar tendências, identificando, criando e desenvolvendo empresas e ofertas criadoras de valor no mercado mundial das Tecnologias de Informação e Comunicação

Leia mais

Planeamento Geral do Governo Electrónico da Região Administrativa Especial de Macau 2015 2019

Planeamento Geral do Governo Electrónico da Região Administrativa Especial de Macau 2015 2019 Planeamento Geral do Governo Electrónico da Região Administrativa Especial de Macau 2015 2019 Direcção dos Serviços de Administração e Função Pública Outubro de 2015 1 Índice 1. Introdução... 4 2. Objectivos,

Leia mais

Licenciatura em Biologia

Licenciatura em Biologia Licenciatura em Biologia Regulamento de Estágio Profissionalizante Para dar cumprimento ao estipulado no Despacho n.º 22 420/2001 da Reitoria da Universidade de Aveiro, publicado no Diário da República

Leia mais

CONTRIBUTO DOS SISTEMAS DE GESTÃO DE IDI PARA O SUCESSO DAS ORGANIZAÇÕES 7 de Outubro de 2013

CONTRIBUTO DOS SISTEMAS DE GESTÃO DE IDI PARA O SUCESSO DAS ORGANIZAÇÕES 7 de Outubro de 2013 CONTRIBUTO DOS SISTEMAS DE GESTÃO DE IDI PARA O SUCESSO DAS ORGANIZAÇÕES 7 de Outubro de 2013 COTEC Portugal 1. COTEC Portugal Origem, Missão, Stakeholders 2. Desenvolvimento Sustentado da Inovação Empresarial

Leia mais

Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições

Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições 2004R0639 PT 05.12.2008 002.001 1 Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições B REGULAMENTO (CE) N. o 639/2004 DO CONSELHO de30 de Março de 2004 relativo à gestão

Leia mais

CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora:

Leia mais

SEMINÁRIO REDE SOCIAL: PLANEAR PARA INTERVIR SISTEMAS DE INFORMAÇÃO: GERADORES DE UM FLUXO CONTINUO DE INFORMAÇÃO

SEMINÁRIO REDE SOCIAL: PLANEAR PARA INTERVIR SISTEMAS DE INFORMAÇÃO: GERADORES DE UM FLUXO CONTINUO DE INFORMAÇÃO SEMINÁRIO REDE SOCIAL: PLANEAR PARA INTERVIR SISTEMAS DE INFORMAÇÃO: GERADORES DE UM FLUXO CONTINUO DE INFORMAÇÃO CONCEITO Sistema de informação Sistema, tanto manual como automático, composto por pessoas,

Leia mais

Plano de Acções de Melhoria Avaliação da Implementação

Plano de Acções de Melhoria Avaliação da Implementação www.anotherstep.pt Plano de Acções de Melhoria Avaliação da Implementação CAF - CommonAssessment Framework (Estrutura Comum de Avaliação) Escola Secundária de Manuel da Fonseca Índice ÍNDICE... II OBJECTIVO...

Leia mais

Índice. Enquadramento do curso 3 Estrutura Programática 4. Primeiros passos com o e-best Learning 6. Actividades e Recursos 11

Índice. Enquadramento do curso 3 Estrutura Programática 4. Primeiros passos com o e-best Learning 6. Actividades e Recursos 11 Índice Parte 1 - Introdução 2 Enquadramento do curso 3 Estrutura Programática 4 Parte 2 Desenvolvimento 5 Primeiros passos com o e-best Learning 6 Como aceder à plataforma e-best Learning?... 6 Depois

Leia mais

WORKSHOPS. CONTEÚDOS E PÚBLICO-ALVO.

WORKSHOPS. CONTEÚDOS E PÚBLICO-ALVO. WORKSHOPS. CONTEÚDOS E PÚBLICO-ALVO. Workshop 1 Web 2.0 na educação (dinamizado por Fernando Delgado EB23 D. Afonso III) Os serviços da Web 2.0 têm um enorme potencial para a educação, pois possibilitam

Leia mais

A SÈTIMA. O nosso principal objectivo

A SÈTIMA. O nosso principal objectivo 03 A SÈTIMA A SÉTIMA produz soluções de software maioritariamente com recurso à WEB, de modo a dar suporte ao crescimento tecnológico que é já a maior realidade do século XXI. Esta aposta deve-se ao facto

Leia mais

Bashen Agro Consultoria e sistemas de gestão AgroPecuária

Bashen Agro Consultoria e sistemas de gestão AgroPecuária Abril de 2008 Bashen Agro Consultoria e sistemas de gestão AgroPecuária 1 Bashen Agro Um projecto Consultoria e sistemas de gestão AgroPecuária Parceria FZ AGROGESTÃO Consultoria em Meio Rural, Lda Av.

Leia mais

REGULAMENTO BOLSA DE IDEIAS. Preâmbulo

REGULAMENTO BOLSA DE IDEIAS. Preâmbulo REGULAMENTO Preâmbulo A Bolsa de Ideias CAIE (BI) é uma iniciativa desenvolvida pelo Projecto CAIE Centro de Apoio à Inovação e ao Empreendedorismo, financiado pela Iniciativa Comunitária EQUAL. Esta iniciativa

Leia mais

Regulamento Interno da Comissão Especializada APIFARMA VET

Regulamento Interno da Comissão Especializada APIFARMA VET Regulamento Interno da Comissão Especializada APIFARMA VET De harmonia com o disposto no artº 36º. dos Estatutos da APIFARMA é elaborado o presente Regulamento interno que tem por objectivo regulamentar

Leia mais

Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva

Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva Na parte final da fase 1 do projecto Processo de Avaliação em Contextos Inclusivos foi discutido o conceito processo de avaliação inclusiva e prepararam-se

Leia mais

Jornal Oficial da União Europeia 30.4.2004

Jornal Oficial da União Europeia 30.4.2004 L 150/12 PT Jornal Oficial da União Europeia 30.4.2004 REGULAMENTO (CE) N.º 812/2004 DO CONSELHO de 26.4.2004 que estabelece medidas relativas às capturas acidentais de cetáceos no exercício das actividades

Leia mais

Regulamento Interno StartUp Lisboa Comércio

Regulamento Interno StartUp Lisboa Comércio Regulamento Interno StartUp Lisboa Comércio Lisboa, Junho de 2014 Artigo 1º Âmbito A Incubadora StartUp Lisboa Comércio resulta de uma parceria entre a Câmara Municipal de Lisboa, o Montepio Geral, o IAPMEI

Leia mais

CONCURSO ESCOLAS DA NOVA GERAÇÃO REGULAMENTO

CONCURSO ESCOLAS DA NOVA GERAÇÃO REGULAMENTO CONCURSO ESCOLAS DA NOVA GERAÇÃO REGULAMENTO Enquadramento geral Um dos principais desafios que se colocam à sociedade portuguesa é o do desenvolvimento de uma Sociedade de Informação, voltada para o uso

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA

TERMOS DE REFERÊNCIA Nô Pintcha Pa Dizinvolvimentu UE-PAANE - Programa de Apoio aos Actores Não Estatais TERMOS DE REFERÊNCIA CONTRATO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA PARA FORMADOR EM CONTABILIDADE, GESTÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA

Leia mais

Ministério Público. Guia de Consulta Rápida

Ministério Público. Guia de Consulta Rápida Ministério Público Ministério Público Guia de Consulta Rápida Versão 3 (Outubro de 2009) - 1 - ÍNDICE 1. ACEDER AO CITIUS MINISTÉRIO PÚBLICO... 4 2. BARRA DE TAREFAS:... 4 3. CONFIGURAR O PERFIL DO UTILIZADOR...

Leia mais

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO ÍNDICE 11. PRESSUPOSTO BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO 25 NO ALENTEJO pág. 11.1. Um sistema regional de inovação orientado para a competitividade

Leia mais

Portal AEPQ Manual do utilizador

Portal AEPQ Manual do utilizador Pedro Gonçalves Luís Vieira Portal AEPQ Manual do utilizador Setembro 2008 Engenharia Informática - Portal AEPQ Manual do utilizador - ii - Conteúdo 1 Introdução... 1 1.1 Estrutura do manual... 3 1.2 Requisitos...

Leia mais

Guia de Acesso à Formação Online Formando

Guia de Acesso à Formação Online Formando Guia de Acesso à Formação Online Formando Copyright 2008 CTOC / NOVABASE ÍNDICE ÍNDICE...2 1. Introdução...3 2. Metodologia Formativa...4 3. Actividades...5 4. Apoio e Acompanhamento do Curso...6 5. Avaliação...7

Leia mais

PHC dteamcontrol Interno

PHC dteamcontrol Interno O módulo PHC dteamcontrol Interno permite acompanhar a gestão de todos os projectos abertos em que um utilizador se encontra envolvido. PHC dteamcontrol Interno A solução via Internet que permite acompanhar

Leia mais

Apresentação de Solução

Apresentação de Solução Apresentação de Solução Solução: Gestão de Altas Hospitalares Unidade de negócio da C3im: a) Consultoria e desenvolvimento de de Projectos b) Unidade de Desenvolvimento Área da Saúde Rua dos Arneiros,

Leia mais

PHC dteamcontrol Externo

PHC dteamcontrol Externo PHC dteamcontrol Externo A gestão remota de projectos e de informação A solução via Internet que permite aos seus Clientes participarem nos projectos em que estão envolvidos, interagindo na optimização

Leia mais

Mestrado Construção Civil. Edital 3ª Edição 2011-2012

Mestrado Construção Civil. Edital 3ª Edição 2011-2012 Mestrado Construção Civil Edital 3ª Edição 2011-2012 Barreiro, Maio de 2011 ENQUADRAMENTO O curso de Mestrado em Construção Civil da Escola Superior de Tecnologia do Barreiro do Instituto Politécnico de

Leia mais

ORIENTAÇÃO SOBRE PRINCÍPIOS DE AUDITORIA NP EN ISO 19011:2003. Celeste Bento João Carlos Dória Novembro de 2008

ORIENTAÇÃO SOBRE PRINCÍPIOS DE AUDITORIA NP EN ISO 19011:2003. Celeste Bento João Carlos Dória Novembro de 2008 ORIENTAÇÃO SOBRE PRINCÍPIOS DE AUDITORIA NP EN ISO 19011:2003 Celeste Bento João Carlos Dória Novembro de 2008 1 SISTEMÁTICA DE AUDITORIA - 1 1 - Início da 4 - Execução da 2 - Condução da revisão dos documentos

Leia mais

GeoMafra Portal Geográfico

GeoMafra Portal Geográfico GeoMafra Portal Geográfico Nova versão do site GeoMafra Toda a informação municipal... à distância de um clique! O projecto GeoMafra constitui uma ferramenta de trabalho que visa melhorar e homogeneizar

Leia mais

PLANO DE GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS DA ILHA DE SANTA MARIA

PLANO DE GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS DA ILHA DE SANTA MARIA 1 introdução 1.1 enquadramento O desenvolvimento dos estudos de base para o PLANO DE GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS DA ILHA DE SANTA MARIA (PGRHI-SMA ) enquadra-se no âmbito da aplicação do Guia Metodológico

Leia mais

GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL

GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL CADERNOS DE MUSEOLOGIA Nº 28 2007 135 GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL INTRODUÇÃO Os Sistemas da Qualidade

Leia mais

Apresentação. Serviço de Apoio às Bibliotecas Escolares. Oliveira de Azeméis Novembro 2007

Apresentação. Serviço de Apoio às Bibliotecas Escolares. Oliveira de Azeméis Novembro 2007 Apresentação Serviço de Apoio às Bibliotecas Escolares Oliveira de Azeméis Novembro 2007 Apresentação SABE 12-11-2007 2 Apresentação O conceito de Serviço de Apoio às Bibliotecas Escolares (SABE) que se

Leia mais

Vantagem Garantida PHC

Vantagem Garantida PHC Vantagem Garantida PHC O Vantagem Garantida PHC é um aliado para tirar maior partido das aplicações PHC A solução que permite à empresa rentabilizar o seu investimento, obtendo software actualizado, formação

Leia mais

Projecto de Enquadramento Geral

Projecto de Enquadramento Geral A Política de Biodiversidade da EDP e o Envolvimento da Projecto de Enquadramento Geral Outubro 2010 A Politica de Biodiversidade da EDP no Envolvimento da Direcção de Sustentabilidade e Ambiente 1 Módulo

Leia mais

GUIA PARA COMPRA ONLINE

GUIA PARA COMPRA ONLINE GUIA PARA COMPRA ONLINE www.tipsal.pt QUEM SOMOS A TIPSAL - Técnicas Industriais de Protecção e Segurança, Lda foi fundada em 1980. Somos uma empresa de capitais exclusivamente nacionais com sede social

Leia mais

RESULTADOS DO CONCURSO NACIONAL DE BOAS PRÁTICAS NA ADMINISTRAÇÃO LOCAL 2007/2008 CATEGORIA A ADMINISTRAÇÃO AUTÁRQUICA E MODERNIZAÇÃO

RESULTADOS DO CONCURSO NACIONAL DE BOAS PRÁTICAS NA ADMINISTRAÇÃO LOCAL 2007/2008 CATEGORIA A ADMINISTRAÇÃO AUTÁRQUICA E MODERNIZAÇÃO RESULTADOS DO CONCURSO NACIONAL DE BOAS PRÁTICAS NA ADMINISTRAÇÃO LOCAL 2007/2008 CATEGORIA A ADMINISTRAÇÃO AUTÁRQUICA E MODERNIZAÇÃO Nota de Abertura Em 2007/2008 teve lugar a 2.ª edição do Concurso Nacional

Leia mais

Versão 1.0. [08.02.2012] 2012, Portugal - Efacec Sistemas de Gestão S.A. Todos os direitos reservados. 1

Versão 1.0. [08.02.2012] 2012, Portugal - Efacec Sistemas de Gestão S.A. Todos os direitos reservados. 1 Copyright 2012 Efacec Todos os direitos reservados. Não é permitida qualquer cópia, reprodução, transmissão ou utilização deste documento sem a prévia autorização escrita da Efacec Sistemas de Gestão S.A.

Leia mais

2014/15. Nesta. A quem se dirige? O Projeto Nós. municípios onde. locais; Geografia; Quem

2014/15. Nesta. A quem se dirige? O Projeto Nós. municípios onde. locais; Geografia; Quem Projetoo Nós Propomos! Cidadania, Sustentabilidadee e Inovação na Educação Geográfica 2014/15 Quem o promove? Nesta sua 4ª edição, o Projeto Nós Propomos! Cidadania, SustentabiliS idade e Inovação na Educação

Leia mais

::ENQUADRAMENTO ::ENQUADRAMENTO::

::ENQUADRAMENTO ::ENQUADRAMENTO:: ::ENQUADRAMENTO:: :: ENQUADRAMENTO :: O actual ambiente de negócios caracteriza-se por rápidas mudanças que envolvem a esfera politica, económica, social e cultural das sociedades. A capacidade de se adaptar

Leia mais

MÓDULO III HELP DESK PARA FORMAÇÃO ONLINE

MÓDULO III HELP DESK PARA FORMAÇÃO ONLINE MÓDULO III HELP DESK PARA FORMAÇÃO ONLINE Objectivos gerais do módulo No final do módulo, deverá estar apto a: Definir o conceito de Help Desk; Identificar os diferentes tipos de Help Desk; Diagnosticar

Leia mais

GeoMafra SIG Municipal

GeoMafra SIG Municipal GeoMafra SIG Municipal Nova versão do site GeoMafra Toda a informação municipal... à distância de um clique! O projecto GeoMafra constitui uma ferramenta de trabalho que visa melhorar e homogeneizar a

Leia mais

Gestão de Resíduos e Empreendedorismo nas Escolas. - Ano Lectivo 2010/2011 -

Gestão de Resíduos e Empreendedorismo nas Escolas. - Ano Lectivo 2010/2011 - Gestão de Resíduos e Empreendedorismo nas Escolas - Ano Lectivo 2010/2011 - Empreendedorismo como ensiná-lo aos nossos jovens? Contudo, e mesmo sendo possível fazê-lo, o espírito empresarial não é normalmente

Leia mais

PROTOCOLO SIMPLEX AUTÁRQUICO

PROTOCOLO SIMPLEX AUTÁRQUICO CONSIDERANDO QUE: PROTOCOLO SIMPLEX AUTÁRQUICO A simplificação administrativa e a administração electrónica são hoje reconhecidas como instrumentos fundamentais para a melhoria da competitividade e da

Leia mais

SMARTFARMER (2013-1-CY1-LE005-03114)

SMARTFARMER (2013-1-CY1-LE005-03114) LLP LdV TOI project SMARTFARMER (2013-1-CY1-LE005-03114) Nr. 3, Outubro 2014 SmartFarmer Newsletter Relatório sobre Standards Profissionais Este relatório disponibiliza uma síntese sobre os standards profissionais

Leia mais

Partilha de informação com as comunidades

Partilha de informação com as comunidades Briefing da CAFOD sobre : Nível 1 (Básico) com as comunidades Este Briefing apresenta um guia básico passo-a-passo para os parceiros da CAFOD sobre a partilha de informação com as comunidades que apoiam

Leia mais

MUNICÍPIOS E O MAR Associação Fórum Empresarial da Economia do Mar. Município da Nazaré

MUNICÍPIOS E O MAR Associação Fórum Empresarial da Economia do Mar. Município da Nazaré MUNICÍPIOS E O MAR Associação Fórum Empresarial da Economia do Mar Município da Nazaré PROJECTO VIVER O MAR Valorizar a associação da Nazaré ao Mar como factor de identidade Assegurar o conhecimento Científico

Leia mais

Apresentação de Resultados Plano de Ações de Melhoria. www.anotherstep.pt

Apresentação de Resultados Plano de Ações de Melhoria. www.anotherstep.pt Apresentação de Resultados Plano de Ações de Melhoria www.anotherstep.pt 2 Sumário Ponto de situação Plano de Ações de Melhoria PAM Enquadramento e planeamento Selecção das Ações de Melhoria Fichas de

Leia mais

POR UMA ESCOLA INCLUSIVA

POR UMA ESCOLA INCLUSIVA POR UMA ESCOLA INCLUSIVA Sílvia Ferreira * Resumo: A promoção de uma escola democrática, onde incluir se torne um sinónimo real de envolver, é um desafio com o qual os profissionais de Educação se deparam

Leia mais

Como proceder à renovação ou à confirmação de dados estimados

Como proceder à renovação ou à confirmação de dados estimados Como proceder à renovação ou à confirmação de dados estimados Para efectuarem qualquer operação de certificação (ex: confirmação de dados estimados, renovação da certificação), as empresas devem aceder

Leia mais

Critérios para certificação de Sites SciELO: critérios, política e procedimentos para a classificação e certificação dos sites da Rede SciELO

Critérios para certificação de Sites SciELO: critérios, política e procedimentos para a classificação e certificação dos sites da Rede SciELO Critérios para certificação de Sites SciELO: critérios, política e procedimentos para a classificação e certificação dos sites da Rede SciELO Versão Março 2008 1 Introdução Este documento tem por objetivo

Leia mais

FAQs Envio das Folhas de Férias por Ficheiro Electrónico - Seguro AT (prémio variável)

FAQs Envio das Folhas de Férias por Ficheiro Electrónico - Seguro AT (prémio variável) PERGUNTAS E RESPOSTAS 1. O nome do ficheiro obedece a alguma estrutura própria? Para aproveitar, mas simultaneamente diferenciar, o ficheiro para a Segurança Social, sugere-se que o nome do ficheiro a

Leia mais

REGULAMENTO DE ACTIVIDADES BÁSICO (2º e 3º CICLOS) E SECUNDÁRIO (Válido até 31 de Maio de 2010)

REGULAMENTO DE ACTIVIDADES BÁSICO (2º e 3º CICLOS) E SECUNDÁRIO (Válido até 31 de Maio de 2010) REGULAMENTO DE ACTIVIDADES BÁSICO (2º e 3º CICLOS) E SECUNDÁRIO (Válido até 31 de Maio de 2010) Âmbito das Actividades As Actividades SeguraNet inserem-se no projecto com o mesmo nome, desenvolvido no

Leia mais

Ministério de Obras Publicas e Recursos Naturais Direcção Geral dos Recursos Naturais e Energia (Unidade Disciplina Trabalho)

Ministério de Obras Publicas e Recursos Naturais Direcção Geral dos Recursos Naturais e Energia (Unidade Disciplina Trabalho) Termos de referência GESTOR DO PROJETO DE DEMONSTRAÇÃO Componente de Demonstração da GIRH nos Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento dos Oceanos Atlântico e Índico, em São Tomé e Príncipe Introdução

Leia mais

AGENDA 21 LOCAL CONDEIXA-A-NOVA

AGENDA 21 LOCAL CONDEIXA-A-NOVA AGENDA 21 LOCAL CONDEIXA-A-NOVA PLANO DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO Deliverable 4 Fase 2 Novembro 2008 1 P á g i n a Índice 1. Objectivos... 3 2. Públicos-alvo... 4 3. Estratégia de Comunicação... 5 3.1

Leia mais

Entrega de Folhas de Férias

Entrega de Folhas de Férias Entrega de Folhas de Férias Questões mais frequentes FAQs Maio/2012 Versão 2.0 DDO É obrigatório adoptar o novo formato para envio da informação de Folhas de Férias estabelecido na legislação em vigor

Leia mais

Restituição de cauções aos consumidores de electricidade e de gás natural Outubro de 2007

Restituição de cauções aos consumidores de electricidade e de gás natural Outubro de 2007 Restituição de cauções aos consumidores de electricidade e de gás natural Outubro de 2007 Ponto de situação em 31 de Outubro de 2007 As listas de consumidores com direito à restituição de caução foram

Leia mais

HÁ NORTE! ACREDITAR E MOBILIZAR

HÁ NORTE! ACREDITAR E MOBILIZAR HÁ NORTE! ACREDITAR E MOBILIZAR Programa da lista candidata à eleição para os órgãos regionais do Norte da Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas Triénio 2011-2013 25 de

Leia mais

PLANO ESTRATÉGICO TRIÉNIO 2014-2016

PLANO ESTRATÉGICO TRIÉNIO 2014-2016 PLANO ESTRATÉGICO TRIÉNIO 2014-2016 MENSAGEM INICIAL Assimilar um saber, um conteúdo, uma praxis em Terapia da Fala é uma condição sine quo non para que haja uma base científica. Contudo, esta base de

Leia mais

PHC dteamcontrol Interno

PHC dteamcontrol Interno PHC dteamcontrol Interno A gestão remota de projectos em aberto A solução via Internet que permite acompanhar os projectos em aberto em que o utilizador se encontra envolvido, gerir eficazmente o seu tempo

Leia mais

Caracterização do GAC do Barlavento do Algarve Estratégia

Caracterização do GAC do Barlavento do Algarve Estratégia GAC Barlavento do Algarve Índice Caracterização do GAC do Barlavento do Algarve Estratégia Estrutura de Investimento Concursos Áreas de interesse dos Promotores Medidas para estimular o Eixo 4 Obstáculos

Leia mais

Reconfiguração do contexto comunidade educativa: O Projecto Ria.EDU e a mediação tecnológica

Reconfiguração do contexto comunidade educativa: O Projecto Ria.EDU e a mediação tecnológica Reconfiguração do contexto comunidade educativa: O Projecto Ria.EDU e a mediação tecnológica Florin Zamfir 1, Fernando Delgado 2 e Óscar Mealha 1 1 Universidade de Aveiro Departamento de Comunicação e

Leia mais

Regulamento Concurso. Enquadramento. A Impresa, a Sojornal e a AEIOU. Base Tecnológica Inicial

Regulamento Concurso. Enquadramento. A Impresa, a Sojornal e a AEIOU. Base Tecnológica Inicial Regulamento Concurso Enquadramento O grupo Impresa irá colaborar com o ISEP desenvolvendo um concurso de software/aplicações web envolvendo os alunos do Departamento de Engenharia Informática (DEI). A

Leia mais

Princípios de Bom Governo

Princípios de Bom Governo Princípios de Bom Governo Regulamentos internos e eternos a que a empresa está sujeita A Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM), rege-se pelos Estatutos constantes do aneo ao Decreto-Lei nº 183/2008

Leia mais

GeoMafra Portal Geográfico

GeoMafra Portal Geográfico GeoMafra Portal Geográfico Nova versão do site GeoMafra Toda a informação municipal... à distância de um clique! O projecto GeoMafra constitui uma ferramenta de trabalho que visa melhorar e homogeneizar

Leia mais

Anteprojecto. Grupo 2. Projecto Informático do 5º ano. Informática de Gestão

Anteprojecto. Grupo 2. Projecto Informático do 5º ano. Informática de Gestão Grupo 2 Projecto Informático do 5º ano Informática de Gestão Índice Índice ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO 2 MISSÃO 3 OBJECTIVOS 4 AMBIENTE DE EXPLORAÇÃO 5 Software 5 Hardware 6 POLÍTICA DE HISTÓRICOS 7 POLÍTICA DE

Leia mais

Programa de Desenvolvimento Social

Programa de Desenvolvimento Social Programa de Desenvolvimento Social Introdução A Portucel Moçambique assumiu um compromisso com o governo moçambicano de investir 40 milhões de dólares norte-americanos para a melhoria das condições de

Leia mais

A solução ideal para criar um site público e dinâmico â com um visual profissional, sem necessidade de conhecimentos em HTML.

A solução ideal para criar um site público e dinâmico â com um visual profissional, sem necessidade de conhecimentos em HTML. Descritivo completo PHC dportal A solução ideal para criar um site público e dinâmico â com um visual profissional, sem necessidade de conhecimentos em HTML. Benefícios Actualização e manutenção simples

Leia mais

Certificação da Qualidade dos Serviços Sociais. Procedimentos

Certificação da Qualidade dos Serviços Sociais. Procedimentos Certificação da Qualidade dos Serviços Sociais EQUASS Assurance Procedimentos 2008 - European Quality in Social Services (EQUASS) Reservados todos os direitos. É proibida a reprodução total ou parcial

Leia mais

Características do texto Académico-Científico

Características do texto Académico-Científico Características do texto Académico-Científico Algumas noções breves Ana Leitão Mestre em Língua e Cultura Portuguesa Essencial para uma adequada indexação posterior em bases de dados; Nem muito abrangentes

Leia mais

Entrega de Folhas de Férias

Entrega de Folhas de Férias Entrega de Folhas de Férias Guia do Utilizador Versão 4.0 Agosto/ 2014 Índice 1. Introdução 2. Criar/ Validar Folhas de Férias 3. Acesso à funcionalidade 4. Inserir/ Consultar Folhas de Férias 5. Comprovativo

Leia mais

DE DOCUMENTO ELABORADO PELO GRUPO DE TRABALHO REUNIDO EM SANTA CRUZ DE LA SIERRA, BOLÍVIA, ENTRE OS DIAS 3 E 5 DE MAIO DE

DE DOCUMENTO ELABORADO PELO GRUPO DE TRABALHO REUNIDO EM SANTA CRUZ DE LA SIERRA, BOLÍVIA, ENTRE OS DIAS 3 E 5 DE MAIO DE A REDE on-line (PROJECTO DE DOCUMENTO ELABORADO PELO GRUPO DE TRABALHO REUNIDO EM SANTA CRUZ DE LA SIERRA, BOLÍVIA, ENTRE OS DIAS 3 E 5 DE MAIO DE 2006) SUMÁRIO: I. INTRODUÇÃO; II. OBJECTIVOS DA REDE on-line

Leia mais

Enquadramento Turismo Rural

Enquadramento Turismo Rural Enquadramento Turismo Rural Portugal é um País onde os meios rurais apresentam elevada atratividade quer pelas paisagens agrícolas, quer pela biodiversidade quer pelo património histórico construído o

Leia mais

Concurso de Ideias para Logótipo. ONGD Leigos para o Desenvolvimento REGULAMENTO

Concurso de Ideias para Logótipo. ONGD Leigos para o Desenvolvimento REGULAMENTO Concurso de Ideias para Logótipo ONGD Leigos para o Desenvolvimento REGULAMENTO 1. Promotor A ONGD Leigos para o Desenvolvimento (LD) leva a efeito um concurso para apresentação de propostas de logótipo.

Leia mais

Documento de apresentação Software de Gestão e Avaliação da Formação

Documento de apresentação Software de Gestão e Avaliação da Formação Documento de apresentação Software de Gestão e Avaliação da Janeiro-2010 Para a boa gestão de pessoas, as empresas devem elevar o RH à posição de poder e primazia na organização e garantir que o pessoal

Leia mais

Abordagem Formativa Web-Based. Success does not happen by accident. It happens by Design.

Abordagem Formativa Web-Based. Success does not happen by accident. It happens by Design. Abordagem Formativa Web-Based Success does not happen by accident. It happens by Design. Objectivo, Processo, Resultado Objectivo desta Apresentação Introduzir as características e benefícios chave de

Leia mais

REFERENCIAL DO CURSO DE COORDENAÇÃO

REFERENCIAL DO CURSO DE COORDENAÇÃO REFERENCIAL DO CURSO DE COORDENAÇÃO DE Área de Formação 862 Segurança e Higiene no Trabalho Formação Profissional Contínua/de Especialização ÍNDICE 1- ENQUADRAMENTO... 3 2- OBJECTIVO GERAL... 4 3- OBJECTIVOS

Leia mais

GESTÃO DE CONTEÚDOS WEB

GESTÃO DE CONTEÚDOS WEB Plataforma Visioncast - SigmaContents GESTÃO DE CONTEÚDOS WEB Visioncast - SigmaContents - Sistema de Gestão de Conteúdos Web 1 2 IT Web Soluções / Visioncast.net Plataforma Visioncast - SigmaContents

Leia mais

R E F O R Ç A R E V A L O R I Z A R

R E F O R Ç A R E V A L O R I Z A R R E F O R Ç A R E V A L O R I Z A R Programa da lista candidata à eleição para os órgãos regionais do Norte da Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas para o triénio 2008

Leia mais

FICHA TÉCNICA DO CURSO ADOBE MUSE: CRIE E PUBLIQUE O SEU SITE EDIÇÃO Nº 01/2012

FICHA TÉCNICA DO CURSO ADOBE MUSE: CRIE E PUBLIQUE O SEU SITE EDIÇÃO Nº 01/2012 FICHA TÉCNICA DO CURSO ADOBE MUSE: CRIE E PUBLIQUE O SEU SITE EDIÇÃO Nº 01/2012 1. DESIGNAÇÃO DO CURSO Adobe Muse: crie e publique o seu site 2. COMPETÊNCIAS A DESENVOLVER Acesso a novas oportunidades:

Leia mais

Eixo Prioritário III Valorização e Qualificação Ambiental e Territorial Equipamentos para a Coesão Local Equipamentos Sociais

Eixo Prioritário III Valorização e Qualificação Ambiental e Territorial Equipamentos para a Coesão Local Equipamentos Sociais Eixo Prioritário III Valorização e Qualificação Ambiental e Territorial Equipamentos para a Coesão Local Equipamentos Sociais Aviso Apresentação de Candidaturas Equipamentos para a Coesão Local Equipamentos

Leia mais

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção 02 Estratégia Nacional de

Leia mais

A gestão completa dos seus recursos humanos

A gestão completa dos seus recursos humanos PHC Recursos Humanos CS DESCRITIVO Optimize a selecção e recrutamento, proceda à correcta descrição de funções, execute as avaliações de desempenho e avalie as acções de formação. PHC Recursos Humanos

Leia mais

Relatório de Estágio. Análise dos dados constantes na Base de Dados das Rotas do Vinho

Relatório de Estágio. Análise dos dados constantes na Base de Dados das Rotas do Vinho Relatório de Estágio Análise dos dados constantes na Base de Dados das Rotas do Vinho Rui Neves Lisboa, 21 de Junho de 2011 Índice Introdução... 3 Caracterização da Base de Dados... 4 Recolha e validação

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA DOS PROFISSIONAIS DE ESTUDOS DE MERCADO E DE OPINIÃO RELATIVO AO TRATAMENTO DE DADOS PESSOAIS

CÓDIGO DE CONDUTA DOS PROFISSIONAIS DE ESTUDOS DE MERCADO E DE OPINIÃO RELATIVO AO TRATAMENTO DE DADOS PESSOAIS CÓDIGO DE CONDUTA DOS PROFISSIONAIS DE ESTUDOS DE MERCADO E DE OPINIÃO RELATIVO AO TRATAMENTO DE DADOS PESSOAIS CONSIDERANDO QUE: A) A Lei nº 67/98, de 26 de Outubro, estipula um conjunto de normas tendentes

Leia mais

Biblioteca Virtual. BIBLIOTECA VIRTUAL DA UNIVERSIDADE DO PORTO (BVUP) Plano de Actividades 2007

Biblioteca Virtual. BIBLIOTECA VIRTUAL DA UNIVERSIDADE DO PORTO (BVUP) Plano de Actividades 2007 Biblioteca Virtual BIBLIOTECA VIRTUAL DA UNIVERSIDADE DO PORTO (BVUP) Plano de Actividades 2007 A. Introdução A Biblioteca Virtual da Universidade do Porto (BVUP) continuará no ano de 2007 com a sua missão

Leia mais