Ministério de Obras Publicas e Recursos Naturais Direcção Geral dos Recursos Naturais e Energia (Unidade Disciplina Trabalho)

Save this PDF as:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Ministério de Obras Publicas e Recursos Naturais Direcção Geral dos Recursos Naturais e Energia (Unidade Disciplina Trabalho)"

Transcrição

1 Termos de referência GESTOR DO PROJETO DE DEMONSTRAÇÃO Componente de Demonstração da GIRH nos Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento dos Oceanos Atlântico e Índico, em São Tomé e Príncipe Introdução O fundo Global para o Ambiente (GEF) financiou um projecto integrado para apoiar 6 Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento (PEID), 2 dos quais se encontram no Oceano Atlântico (Cabo Verde e São Tomé e Príncipe) e os outros 4 no Oceano Índico (Comores, Maldivas, Maurícia e Seicheles). O projecto responde à necessidade urgente de uma completa Gestão Integrada de Recursos Hídricos (GIRH) e uma maior Eficiência de Uso da Água (EUA) e procura acelerar os progressos nos planos da GIRH e da EUA assim como nos objectivos de desenvolvimento do abastecimento de água e saneamento com vista à protecção e uso das águas subterrâneas e superficiais nos países participantes. Irá apoiar, especificamente, a implementação de actividades de demonstração da GIRH e da EUA para responder a problemas prioritários ao nível nacional, com potencial de replicação em toda a região e noutras regiões de PEID. O objectivo global do projecto de Gestão Integrada dos Recursos Hídricos para os PEID é reforçar o compromisso e a capacidade dos países participantes para implementar uma abordagem integrada para a gestão dos recursos de água doce, com o objetivo de aperfeiçoamento da capacidade dos países para planear e gerir os seus recursos aquáticos e dos ecossistemas de forma sustentável a longo praz 1

2 O projeto reconhece a actual natureza amplamente integrada e estreitamente interligada dos recursos hídricos superficiais e subterrâneos e as áreas costeiras nas pequenas ilhas e tem como objetivo desenvolver uma abordagem de gestão mais coordenada por sector, tanto ao nível nacional assim como ao nível regional, com forte ênfase no papel abrangente a todas as partes interessadas, dentro de um quadro de gestão participativa. O projeto reconhece ainda, as restrições sobre o desenvolvimento e implementação de uma tal abordagem de gestão integrada e coordenada do setor na ausência de soluções aplicáveis e rentáveis para muitas das principais ameaças e suas causas profundas ao nível das bases. Neste sentido, o projeto visa desenvolver e assegurar uma quadro mais eficaz para a bacia de água doce e para a gestão costeira no Atlântico e no Índico PEID através de um quadro lógico de componentes e atividades. Para este efeito, quatro componentes do projeto incidirão sobre: 1. Projetos de demonstração in loco destinados a hotspots nacionais, onde foram identificadas ameaças específicas para serviços nacionais. A ênfase será sobre abordagens de gestão multissectorial e participação e coordenação das partes interessadas, o reforço das capacidades e a replicação assim como a transferência de boas práticas e lições apreendidas destas demonstrações. 2. Identificação de indicadores de impacto para medir a eficácia de GIRH (incluindo indicadores de melhorias no processo, redução do stress e o estado geral do ambiente de água doce e costeiro) e apoiar um programa de monitoramento que pode conduzir reformas políticas. 3. Na política global, necessidades legislativas e institucionais que permitirão aos PEID desenvolverem e implementarem os planos da GIRH e EUA para a efectivação à longo prazo dos objetivos de desenvolvimento sustentável. Será dada alta prioridade para assistir os países a cumprir os compromissos necessários no processo de ratificação de acordos legais regionais importantes como o programa de ação de Barbados (1994) e a estratégia de PEID de Maurícia 2

3 (2005). Um resultado específico do projeto será o desenvolvimento de planos eficazes da GIRH e EUA para cada país, seguido de assistência para identificar estratégias para a implementação destes planos. 4. Capacitação, aprendizagem, troca de conhecimentos e a replicação através de transferência de conhecimento e estabelecimento de uma rede, como um meio para a promover a replicação e a GIRH, para maximizar o potencial da sustentabilidade da GIRH, a nível nacional, regional, inter-regional e global. O projecto GIRH nos PEID enfatiza ainda o desenvolvimento a longo prazo, a gestão sustentável e a abordagem coordenada para uma gestão eficaz e uma coordenação do projeto global, regional e as demonstrações nacionais. Por conseguinte, o projecto visa demonstrar o desenvolvimento de uma estratégia regional eficaz para GIRH e EUA, em paralelo demonstrando e replicando geograficamente soluções nacionais direcionadas para problemas comuns dos PEID, através de uma série de componentes interligadas que buscam as melhores práticas e traduzam-nas em ações replicáveis. Finalidade O Gestor do Projecto de Demonstração (Demo GP) será responsável pela correta implementação do Projecto de Demonstração e apresentação dos resultados desta componente. De um modo geral, será responsável pelo planeamento, coordenação, monitorização e relatórios intercalares e o final do projecto de Demonstração. Papéis e responsabilidades O GP Demo terá responsabilidade global para o sucesso da implementação do projeto Demo em estreita ligação e coordenação com todas as partes interessadas ao nível local. Especificamente, ele/ela terá as seguintes responsabilidades: 3

4 Gestão de projetos de demonstração incluindo planeamento, acompanhamento e avaliação Ser responsável pela gestão corrente do projeto Demo assegurar o cumprimento dos planos de trabalho aprovados e orçamentados; Preparar o plano de trabalho, cronograma e orçamento para as atividades do projeto do Demo e submeter o mesmo a (... Nome do contratado...), o comitê gestor nacional (NSC) e a unidade de coordenação do projecto (UCP). Isso inclui tarefas operacionais anuais, trimestrais e específicas podem ser necessárias ao longo do tempo. Estabelecer e garantir um plano participativo de monitorização actualizado regularmente. O Demo GP irá garantir ferramentas de monitorização e indicadores de controlo a nível de demonstração que será actualizado regularmente com base no relatório de monitorização validado; Manter atualizado o banco de dados de todos os dados do projeto, informações e inventário dos ativos. Registros adequados referentes aos beneficiários do projeto devem ser mantidos corretamente com os esforços para garantir os dados desagregados por sexo; Em estreita consulta com a UCP, elaborar e apresentar os termos de referência para os trabalhos do projeto Demonstração que necessitaram de uma contratação nacional e / ou internacional assim como monitorar e gerenciar todo o trabalho dos especialistas contratados; Certificar se o trabalho produzido pelos consultores cumpre os requisitos dos termos de referência para esse trabalho antes da apresentação ao NSC e UCP e antes do pagamento ser efectuado; Certificar de que o trabalho do projeto de Demonstração solicitado aos peritos nacionais/internacionais é coordenado e integrado a nível nacional de forma a contribuir efetivamente para a implementação do projeto de GIRH. Coordenação e rede O Demo GP irá assegurar estreita ligação e consulta com as partes interessadas e autoridades, incluindo a agência de implementação designada operacional/gestão diária e UCP sobre questões substantivas; 4

5 Facilita a articulação e criação de redes entre as partes interessadas a nível do projecto de demonstração. Comunicação e elaboração de relatórios: Certificar se canais de comunicação eficazes estão em vigor e garantir a comunicação próativa entre os participantes do projeto de Demonstração e externamente com as partes interessadas nacionais e regionais ou através de canais designados a fim de aumentar a consciencialização sobre os resultados do projecto; Certificar a apresentação atempada de relatórios de qualidade. Os relatórios trimestrais e anuais, técnico e financeiro incluem relatórios técnicos trimestrais e relatórios de progresso técnico e financeiro anual para o NSC e UCP. Além disso, Demo GP irá garantir a oportuna apresentação de quaisquer outros relatórios, conforme exigido pelo UCP ou NSC de vez em quando; Fornece atualizações regulares para NSC e UCP no progresso do projeto, bem como qualquer desvio previsto ou não previsto, riscos e/ou restrições de medidas de correcção. Exercer qualquer outra atribuição de projeto relevante que possa ser solicitada ao longo do tempo. O Gestor do projeto de demonstração tem a autoridade, em consulta com o NSC, fazer o seguinte: Apresentar relatórios narrativos e financeiros ao NSC e UCP, bem como planos de trabalho e previsões financeiras; Para solicitar o desembolso de fundos do projeto de Demo de UCP, em conformidade com o orçamento, trabalho plano e PCA; Em consulta com o ponto focal de GIRH, pedido de reunião a NSC e/ou uma subcomissão constituída pelo NSC. 5

6 Emissão de relatórios Ministério de Obras Publicas e Recursos Naturais O GP Demo será responsável perante a Agência de Implementação Contratada (Ministério tutelar) pela coordenação diária. Por questões de fundo, o GP Demo apresentará um relatório ao UCP especificamente para gestor especialista em resultados conhecimentos. Em geral, o/a gestora será responsável perante o NSC para a entrega total do componente do projeto de Demonstração. Qualificação e experiência a. Habilitação Literária Licenciatura numa área técnica relevante em termos de recursos hídricos e /ou estudos ambientais. Formação complementar em gestão de projetos ou em áreas relevantes como administração pública ou administração de empresas e / ou seguimento de projecto é desejável b. Experiência de trabalho O candidato elegível terá: Pelo menos 5 anos de experiência na implementação de projectos, preferivelmente na área recursos hídricos, recursos naturais e ambiental, ou outra área relevante na GIRH; Demonstrado capacidade de gerenciar o projeto e fornecer saídas de projeto é essencial; Experiência de trabalho anterior em projectos financiados por doadores, com obrigação/responsabilidade de produzir relatórios será uma vantagem acrescida; Experiência de trabalho num contexto que tenha envolvido várias partes interessadas, tendo assegurado a ligação e coordenação das partes interessadas, é importante; Bons conhecimentos de planeamento e orçamentação de actividades; Conhecimentos informáticos das aplicações do Microsoft Office, pelo menos, é essencial; 6

7 Boa compreensão da obra / orçamento de agendamento e financeiro de actividade, bem como a execução dos planos de projeto incluem excelentes habilidades; Boa experiência em emissão de relatórios financeiros e técnicos é vital; Experiência com gestão de conflitos, situações e habilidades de negociação demonstrável será uma vantagem distinta. e. Línguas Excelente domínio funcional da língua portuguesa e conhecimentos da língua inglesa f. Duração O projecto terá a duração de três anos Que ele ou ela deve estar em condições de trabalho como em tempo integral. 7

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR LESTE MINISTÉRIO DAS FINANÇAS GABINETE DA MINISTRA. Diploma Ministerial Nº 5/2009, De 30 de Abril

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR LESTE MINISTÉRIO DAS FINANÇAS GABINETE DA MINISTRA. Diploma Ministerial Nº 5/2009, De 30 de Abril REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR LESTE MINISTÉRIO DAS FINANÇAS GABINETE DA MINISTRA Diploma Ministerial Nº 5/2009, De 30 de Abril Estatuto Orgânico da Direcção de Eficácia da Assistência Externa O Estatuto

Leia mais

COMISSÃO DA BACIA DO ZAMBEZE OPORTUNIDADES DE EMPREGO

COMISSÃO DA BACIA DO ZAMBEZE OPORTUNIDADES DE EMPREGO COMISSÃO DA BACIA DO ZAMBEZE OPORTUNIDADES DE EMPREGO Instituição: Comissão da Bacia do Zambeze (ZAMCOM) Local de Trabalho: Harare, Zimbabwe Duração: Inicialmente um ano com possibilidade de renovação

Leia mais

NBA 40 - CONTROLE DE QUALIDADE DAS AUDITORIAS REALIZADAS PELOS TRIBUNAIS DE CONTAS

NBA 40 - CONTROLE DE QUALIDADE DAS AUDITORIAS REALIZADAS PELOS TRIBUNAIS DE CONTAS NBA 40 - CONTROLE DE QUALIDADE DAS AUDITORIAS REALIZADAS PELOS TRIBUNAIS DE CONTAS INTRODUÇÃO (Issai 40 - Introdução) 1. A NBA 40 tem como objetivo ajudar os Tribunais de Contas a elaborar, estabelecer

Leia mais

Linhas Gerais do Processo de Atualização do EDIC DE CABO VERDE

Linhas Gerais do Processo de Atualização do EDIC DE CABO VERDE Linhas Gerais do Processo de Atualização do EDIC DE CABO VERDE ATUALIZAÇÃO DO EDIC - ESTUDO DIAGNÓSTICO SOBRE A INTEGRAÇÃO DO COMÉRCIO DE CABO VERDE CONVITE / CONCURSO I. ENQUADRAMENTO Cabo Verde é beneficiário

Leia mais

A gestão sustentável da água está obtendo benefícios econômicos, sociais e ambientais, afirmam os países

A gestão sustentável da água está obtendo benefícios econômicos, sociais e ambientais, afirmam os países Comunicado à imprensa: estritamente confidencial até às 13h00, horário de Brasília / 18h00 CEST (hora de verão da Europa Central), 19 de junho de 2012 A gestão sustentável da água está obtendo benefícios

Leia mais

REGULAMENTO DA BOLSA DE AUDITORES

REGULAMENTO DA BOLSA DE AUDITORES Preâmbulo Tendo por objecto a salvaguarda da qualidade das auditorias executadas sobre actividades ou exercício farmacêuticos, a Ordem dos Farmacêuticos veio criar o presente regulamento da Bolsa de Auditores.

Leia mais

REGULAMENTO DO PERFIL DE COMPETÊNCIAS DO ENFERMEIRO GESTOR

REGULAMENTO DO PERFIL DE COMPETÊNCIAS DO ENFERMEIRO GESTOR REGULAMENTO DO PERFIL DE COMPETÊNCIAS DO ENFERMEIRO GESTOR Aprovado, por maioria com alterações, na Assembleia Geral Extraordinária de 12 de dezembro de 2014, após aprovação pelo Conselho Diretivo a 1

Leia mais

P. O. Box 3243 Telephone +251 115 517 700 Website: www.african-union.org Fax: +251 115 517 844 Addis Ababa, ETHIOPIA ANÚNCIO DE VAGA

P. O. Box 3243 Telephone +251 115 517 700 Website: www.african-union.org Fax: +251 115 517 844 Addis Ababa, ETHIOPIA ANÚNCIO DE VAGA RE6785 AFRICAN UNION UNION AFRICAINE ANÚNCIO DE VAGA UNIÃO AFRICANA P. O. Box 3243 Telephone +251 115 517 700 Website: www.african-union.org Fax: +251 115 517 844 Addis Ababa, ETHIOPIA COORDENADOR DO PROJECTO

Leia mais

POLÍTICA DE INVESTIMENTO RESPONSÁVEL E DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

POLÍTICA DE INVESTIMENTO RESPONSÁVEL E DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL SUL AMÉRICA INVESTIMENTOS DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS S.A POLÍTICA DE INVESTIMENTO RESPONSÁVEL E DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL Índice: 1 OBJETIVO 2 2 CONCEITOS E DEFINIÇÕES 2 3

Leia mais

Gerenciamento de integração de projeto

Gerenciamento de integração de projeto Objetivos do Conteúdo Gerenciamento de integração de projeto Sergio Scheer / DCC / UFPR TC045 Gerenciamento de Projetos Prover capacitação para: - Identificar os processos de Gerenciamento de Projetos;

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE AUDITORIA BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. Artigo 1.º Composição

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE AUDITORIA BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. Artigo 1.º Composição REGULAMENTO DA COMISSÃO DE AUDITORIA BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. Artigo 1.º Composição 1. A Comissão de Auditoria do Banco Espírito Santo (BES) (Comissão de Auditoria ou Comissão) é composta por um mínimo

Leia mais

Planejamento Estratégico Setorial para a Internacionalização

Planejamento Estratégico Setorial para a Internacionalização Unidade de Projetos de Termo de Referência para elaboração e desenvolvimento de Planejamento Estratégico Setorial para a Internacionalização Agosto de 2009 Elaborado em: 4/8/2009 Elaborado por: Apex-Brasil

Leia mais

ANÚNCIO DE VAGA: OFICIAL DE PROGRAMAS (QUESTÕES JURÍDICAS E POLÍCAS NA ÁREA DA BIOSSEGURANÇA NO.VA/NPCA/11/14

ANÚNCIO DE VAGA: OFICIAL DE PROGRAMAS (QUESTÕES JURÍDICAS E POLÍCAS NA ÁREA DA BIOSSEGURANÇA NO.VA/NPCA/11/14 ANÚNCIO DE VAGA: OFICIAL DE PROGRAMAS (QUESTÕES JURÍDICAS E POLÍCAS NA ÁREA DA BIOSSEGURANÇA NO.VA/NPCA/11/14 A União Africana (UA), estabelecida como órgão singular continental Pan-Africano, procura assegurar

Leia mais

Together We Create Value

Together We Create Value Together We Create Value APRESENTAÇÃO DA MUNDISERVIÇOS LISBOA 2015 A história da MundiServiços carateriza-se por um percurso de inovação e de investimento na excelência dos seus serviços, assim como por

Leia mais

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA COMISSÃO TÉCNICA ELETROTÉCNICA CTE 79

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA COMISSÃO TÉCNICA ELETROTÉCNICA CTE 79 Artigo 1º Preâmbulo O presente documento estabelece as regras de funcionamento interno da Comissão Técnica Eletrotécnica 79 (CTE 79), respetivas Subcomissões (SC) e Grupos de Trabalho (GT), com base nos

Leia mais

Porque estudar Gestão de Projetos?

Porque estudar Gestão de Projetos? Versão 2000 - Última Revisão 07/08/2006 Porque estudar Gestão de Projetos? Segundo o Standish Group, entidade americana de consultoria empresarial, através de um estudo chamado "Chaos Report", para projetos

Leia mais

Síntese da Conferência

Síntese da Conferência Síntese da Conferência Sob o lema Saneamento para Todos, Responsabilidade de Todos realizou-se de 14 a 16 de Maio de 2014, a Conferência Nacional de Saneamento, no Centro de Conferências Joaquim Chissano,

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE UM/A TECNICO/A DE SECRETARIADO EXECUTIVO

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE UM/A TECNICO/A DE SECRETARIADO EXECUTIVO TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE UM/A TECNICO/A DE SECRETARIADO EXECUTIVO A Agência Nacional de Água e Saneamento (ANAS) pretende contratar um/a técnico/a de Secretariado Executivo para desempenhar

Leia mais

AGÊNCIA NEPAD DE PLANEAMENTO E COORDENAÇÃO ANÚNCIO DE VAGA: ASSITENTE PESSOAL/SECRETÁRIO(A) - NO.VA/NPCA/14/30

AGÊNCIA NEPAD DE PLANEAMENTO E COORDENAÇÃO ANÚNCIO DE VAGA: ASSITENTE PESSOAL/SECRETÁRIO(A) - NO.VA/NPCA/14/30 AGÊNCIA NEPAD DE PLANEAMENTO E COORDENAÇÃO ANÚNCIO DE VAGA: ASSITENTE PESSOAL/SECRETÁRIO(A) - NO.VA/NPCA/14/30 A União Africana (UA), estabelecida como um órgão continental Pan-Africano único, é encarregada

Leia mais

Introdução. Escritório de projetos

Introdução. Escritório de projetos Introdução O Guia do Conhecimento em Gerenciamento de Projetos (Guia PMBOK ) é uma norma reconhecida para a profissão de gerenciamento de projetos. Um padrão é um documento formal que descreve normas,

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO. Capítulo I Princípios Gerais. Artigo Primeiro Objecto

REGULAMENTO INTERNO. Capítulo I Princípios Gerais. Artigo Primeiro Objecto REGULAMENTO INTERNO Capítulo I Princípios Gerais Artigo Primeiro Objecto O presente Regulamento define o regime de funcionamento interno do Centro de Formação Ciência Viva reconhecido pelo Ministério da

Leia mais

LISTA DE VERIFICAÇAO DO SISTEMA DE GESTAO DA QUALIDADE

LISTA DE VERIFICAÇAO DO SISTEMA DE GESTAO DA QUALIDADE Questionamento a alta direção: 1. Quais os objetivos e metas da organização? 2. quais os principais Produtos e/ou serviços da organização? 3. Qual o escopo da certificação? 4. qual é a Visão e Missão?

Leia mais

PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE. PROGRAMA DE TRABALHO PARA 2000 (Nº 2, alínea b), do artigo 5º da Decisão nº 1400/97/CE)

PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE. PROGRAMA DE TRABALHO PARA 2000 (Nº 2, alínea b), do artigo 5º da Decisão nº 1400/97/CE) PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE VERSION FINALE PROGRAMA DE TRABALHO PARA 2000 (Nº 2, alínea b), do artigo 5º da Decisão nº 1400/97/CE) 1. INTRODUÇÃO As actividades da União

Leia mais

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos NOÇÕES DE OHSAS 18001:2007 CONCEITOS ELEMENTARES SISTEMA DE GESTÃO DE SSO OHSAS 18001:2007? FERRAMENTA ELEMENTAR CICLO DE PDCA (OHSAS 18001:2007) 4.6 ANÁLISE CRÍTICA 4.3 PLANEJAMENTO A P C D 4.5 VERIFICAÇÃO

Leia mais

Dotar o território de instrumentos de planeamento de gestão compatíveis com a preservação e conservação dos recursos;

Dotar o território de instrumentos de planeamento de gestão compatíveis com a preservação e conservação dos recursos; 1. Medida 3.5.: Apoio ao Desenvolvimento do Sistema Ambiental e do Ordenamento 2. Descrição Esta medida contempla o apoio aos investimentos a realizar nos domínios do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento

Leia mais

Política de Subcontratação

Política de Subcontratação 1. Introdução O presente documento define a Política de Subcontratação adoptada pelo Banco Espírito Santo de Investimento, S.A. ( BES Investimento ou Banco ). A Política de Subcontratação baseia-se na

Leia mais

INUAF Instituto Superior Dom Afonso III

INUAF Instituto Superior Dom Afonso III AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE COLABORADORES EM FUNÇÕES NÃO DOCENTES QUADRO DE REFERÊNCIA 1. APRESENTAÇÃO DA UNIDADE ORGÂNICA O Instituto Superior Dom Afonso III, adiante designado por INUAF, é um estabelecimento

Leia mais

Agricultura de Baixo Carbono e Desmatamento Evitado para Reduzir a Pobreza no Brasil BR-X1028. TERMOS DE REFERÊNCIA: Consultor de bioma (Amazônia)

Agricultura de Baixo Carbono e Desmatamento Evitado para Reduzir a Pobreza no Brasil BR-X1028. TERMOS DE REFERÊNCIA: Consultor de bioma (Amazônia) Agricultura de Baixo Carbono e Desmatamento Evitado para Reduzir a Pobreza no Brasil BR-X1028 TERMOS DE REFERÊNCIA: Consultor de bioma (Amazônia) I. APRESENTAÇÃO 1.1. O Brasil é o décimo oitavo maior emissor

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DA HABITÁGUA

CÓDIGO DE ÉTICA DA HABITÁGUA CÓDIGO DE ÉTICA DA HABITÁGUA ÍNDICE PREÂMBULO... 3 CÓDIGO DE ÉTICA... 5 Secção I: PARTE GERAL............................................... 6 Secção II: PRINCÍPIOS... 8 Secção III: DEVERES CORPORATIVOS...

Leia mais

GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES

GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES Decreto Regulamentar Regional n.º 26/2007/A de 19 de Novembro de 2007 Regulamenta o Subsistema de Apoio ao Desenvolvimento da Qualidade e Inovação O Decreto Legislativo Regional

Leia mais

Projecto de Decreto-lei

Projecto de Decreto-lei Projecto de Decreto-lei O Decreto Lei nº273/2003, de 29 de Outubro, sobre as regras gerais de planeamento, organização e coordenação para promover a segurança e saúde no trabalho em estaleiros da construção,

Leia mais

ESTATUTO 10 de setembro de 2014

ESTATUTO 10 de setembro de 2014 ESTATUTO 10 de setembro de 2014 ESTRUTURA ORGÂNICA A Escola Artística e Profissional Árvore é um estabelecimento privado de ensino, propriedade da Escola das Virtudes Cooperativa de Ensino Polivalente

Leia mais

O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:293146-2015:text:pt:html

O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:293146-2015:text:pt:html 1/7 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:293146-2015:text:pt:html Grécia-Tessalónica: Desenvolvimento de tecnologias de informação e informações sobre o mercado

Leia mais

Desenvolve Minas. Modelo de Excelência da Gestão

Desenvolve Minas. Modelo de Excelência da Gestão Desenvolve Minas Modelo de Excelência da Gestão O que é o MEG? O Modelo de Excelência da Gestão (MEG) possibilita a avaliação do grau de maturidade da gestão, pontuando processos gerenciais e resultados

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO - PGR

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO - PGR POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO - PGR DATASUS Maio 2013 Arquivo: Política de Gestão de Riscos Modelo: DOC-PGR Pág.: 1/12 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO...3 1.1. Justificativa...3 1.2. Objetivo...3 1.3. Aplicabilidade...4

Leia mais

Contratação de serviços de consultoria técnica especializada pessoa física. PROJETO: PLANIFICAÇÃO DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE.

Contratação de serviços de consultoria técnica especializada pessoa física. PROJETO: PLANIFICAÇÃO DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE. EDITAL PF no. 007/2015 CONVOCAÇÃO DE INTERESSADOS À SELEÇÃO PARA CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA TÉCNICA ESPECIALIZADA PESSOA FÍSICA O CONASS: O Conselho Nacional de Secretários de Saúde é uma entidade

Leia mais

Prioridades da presidência portuguesa na Ciência, Tecnologia e Ensino Superior

Prioridades da presidência portuguesa na Ciência, Tecnologia e Ensino Superior Prioridades da presidência portuguesa na Ciência, Tecnologia e Ensino Superior Prioridades da presidência portuguesa da União Europeia na área de Ciência e Tecnologia Construir o futuro da Ciência e da

Leia mais

Anúncio de concurso. Obras

Anúncio de concurso. Obras 1/6 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:237146-2013:text:pt:html Itália-Ispra: Construção de uma central de trigeração com turbina a gás e respetiva manutenção

Leia mais

Política de Gerenciamento de Risco Operacional

Política de Gerenciamento de Risco Operacional Política de Gerenciamento de Risco Operacional Departamento Controles Internos e Compliance Fevereiro/2011 Versão 4.0 Conteúdo 1. Introdução... 3 2. Definição de Risco Operacional... 3 3. Estrutura de

Leia mais

Características do texto Académico-Científico

Características do texto Académico-Científico Características do texto Académico-Científico Algumas noções breves Ana Leitão Mestre em Língua e Cultura Portuguesa Essencial para uma adequada indexação posterior em bases de dados; Nem muito abrangentes

Leia mais

Mestrado de Marketing e Comunicação ESEC ESTGOH Regulamento de Projeto Estágio 1

Mestrado de Marketing e Comunicação ESEC ESTGOH Regulamento de Projeto Estágio 1 1 PREÂMBULO O presente Regulamento organiza a unidade curricular de Projeto Estágio do Mestrado em Marketing e Comunicação. No ensino politécnico, o ciclo de estudos conducente ao grau de mestre deve assegurar,

Leia mais

UNIVERSIDADE TÉCNICA DE MOÇAMBIQUE UDM DIRECÇÃO ACADÉMICA CURRÍCULO DA ÁREA DE FORMAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO DE EMPRESAS AFAGE

UNIVERSIDADE TÉCNICA DE MOÇAMBIQUE UDM DIRECÇÃO ACADÉMICA CURRÍCULO DA ÁREA DE FORMAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO DE EMPRESAS AFAGE UNIVERSIDADE TÉCNICA DE MOÇAMBIQUE UDM DIRECÇÃO ACADÉMICA CURRÍCULO DA ÁREA DE FORMAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO DE EMPRESAS AFAGE Licenciatura em Gestão Financeira (LGF) Maputo, Julho de 2015 UDM 1 A

Leia mais

ANÚNCIO DE VAGA: CHEFE DOS SERVIÇOS DE FINANÇAS - NO.VA/P5/11/01

ANÚNCIO DE VAGA: CHEFE DOS SERVIÇOS DE FINANÇAS - NO.VA/P5/11/01 ANÚNCIO DE VAGA: CHEFE DOS SERVIÇOS DE FINANÇAS - NO.VA/P5/11/01 A União Africana (UA), estabelecida como órgão singular continental Pan-Africano, procura assegurar a vanguarda do processo da rápida integração

Leia mais

Normas sobre a Equiparação de Oportunidades para Pessoas com Deficiência Parte 3

Normas sobre a Equiparação de Oportunidades para Pessoas com Deficiência Parte 3 Normas sobre a Equiparação de Oportunidades para Pessoas com Deficiência Parte 3 As normas sobre equiparação de oportunidades para pessoas com deficiência foram adotadas pela Assembléia Geral das Nações

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO CUNI Nº 014, DE 29 DE ABRIL DE 2015. O CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS, no uso de suas atribuições

Leia mais

PROGRAMA DO INTERNATO MÉDICO DE SAÚDE PÚBLICA

PROGRAMA DO INTERNATO MÉDICO DE SAÚDE PÚBLICA Coordenação do Internato Médico de Saúde Pública PROGRAMA DO INTERNATO MÉDICO DE SAÚDE PÚBLICA (Aprovado pela Portaria 47/2011, de 26 de Janeiro) Internato 2012/2016 ÍNDICE GERAL INTRODUÇÃO 1 1. DURAÇÃO

Leia mais

Gerenciamento de Projetos Modulo III Grupo de Processos

Gerenciamento de Projetos Modulo III Grupo de Processos Gerenciamento de Projetos Modulo III Grupo de Processos Prof. Walter Cunha falecomigo@waltercunha.com http://waltercunha.com Bibliografia* Project Management Institute. Conjunto de Conhecimentos em Gerenciamento

Leia mais

Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone +251 11 5517700 Website : www.au.int

Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone +251 11 5517700 Website : www.au.int AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone +251 11 5517700 Website : www.au.int A União Africana, estabelecida como um único órgão continental Pan-africano

Leia mais

Gerenciamento da Integração (PMBoK 5ª ed.)

Gerenciamento da Integração (PMBoK 5ª ed.) Gerenciamento da Integração (PMBoK 5ª ed.) O PMBoK diz que: O gerenciamento da integração do projeto inclui os processos e as atividades necessárias para identificar, definir, combinar, unificar e coordenar

Leia mais

Eixo Prioritário III Valorização e Qualificação Ambiental e Territorial Equipamentos para a Coesão Local Equipamentos Sociais

Eixo Prioritário III Valorização e Qualificação Ambiental e Territorial Equipamentos para a Coesão Local Equipamentos Sociais Eixo Prioritário III Valorização e Qualificação Ambiental e Territorial Equipamentos para a Coesão Local Equipamentos Sociais Aviso Apresentação de Candidaturas Equipamentos para a Coesão Local Equipamentos

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA Consultor Nacional Monitoramento de Projecto - Apoio à implementação de um Programa Nacional de Voluntariado em Cabo Verde

TERMOS DE REFERÊNCIA Consultor Nacional Monitoramento de Projecto - Apoio à implementação de um Programa Nacional de Voluntariado em Cabo Verde TERMOS DE REFERÊNCIA Consultor Nacional Monitoramento de Projecto - Apoio à implementação de um Programa Nacional de Voluntariado em Cabo Verde ANTECEDENTES O Projeto "Apoio à implementação de um Programa

Leia mais

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SEÇÃO IV. MEIOS DE IMPLEMENTAÇÃO CAPÍTULO 33

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SEÇÃO IV. MEIOS DE IMPLEMENTAÇÃO CAPÍTULO 33 CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SEÇÃO IV. MEIOS DE IMPLEMENTAÇÃO CAPÍTULO 33 RECURSOS E MECANISMOS DE FINANCIAMENTO INTRODUÇÃO 33.1. A Assembléia Geral, em sua resolução

Leia mais

PROPOSTA DE PROJECTO DE ROTEIRO DE ELABORAÇÃO DE ESTRATÉGIA NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DE ESTATÍSTICA

PROPOSTA DE PROJECTO DE ROTEIRO DE ELABORAÇÃO DE ESTRATÉGIA NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DE ESTATÍSTICA SÃO TOMÉ E PRINCIPE PROPOSTA DE PROJECTO DE ROTEIRO DE ELABORAÇÃO DE ESTRATÉGIA NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DE ESTATÍSTICA 1. FINALIDADE Os objectivos da ENDE de São Tomé e Príncipe são reforçar o SEN

Leia mais

ANÚNCIO DE VAGA: OFICIAL DE PROGRAMAS PARA A SEGURANÇA ALIMENTAR NO.VA/NPCA/12/03

ANÚNCIO DE VAGA: OFICIAL DE PROGRAMAS PARA A SEGURANÇA ALIMENTAR NO.VA/NPCA/12/03 www.nepad.org info@nepad.org Tel: +27 (0) 11 256 3600 Fax: +27 (0) 11 206 3762 P.O. Box 1234 Halfway House 1685 Midrand, Johannesburg South Africa ANÚNCIO DE VAGA: OFICIAL DE PROGRAMAS PARA A SEGURANÇA

Leia mais

CAPÍTULO 25 COERÊNCIA REGULATÓRIA

CAPÍTULO 25 COERÊNCIA REGULATÓRIA CAPÍTULO 25 COERÊNCIA REGULATÓRIA Artigo 25.1: Definições Para efeito deste Capítulo: medida regulatória coberta significa a medida regulatória determinada por cada Parte a ser objeto deste Capítulo nos

Leia mais

Código Europeu de Boas Práticas para Contratos de Desempenho Energético. 2ª Versão DRAFT

Código Europeu de Boas Práticas para Contratos de Desempenho Energético. 2ª Versão DRAFT 2ª Versão DRAFT Projecto Transparense Este documento foi realizado no âmbito do projecto "Transparense - Aumentar a transparência dos mercados de serviços energéticos", apoiado pelo programa comunitário

Leia mais

MESTRADO EM PSICOLOGIA SOCIAL E DAS ORGANIZAÇÕES GUIA DE ORGANIZAÇÃO E DE FUNCIONAMENTO DOS ESTÁGIOS

MESTRADO EM PSICOLOGIA SOCIAL E DAS ORGANIZAÇÕES GUIA DE ORGANIZAÇÃO E DE FUNCIONAMENTO DOS ESTÁGIOS INSTI INSTUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESA DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA SOCIAL E DAS ORGANIZAÇÕES MESTRADO EM PSICOLOGIA SOCIAL E DAS ORGANIZAÇÕES GUIA DE ORGANIZAÇÃO E DE FUNCIONAMENTO

Leia mais

MINUTA DE CONTRATO DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS A PESSOAS COLECTIVAS PRIVADAS SEM FINS LUCRATIVOS PROGRAMA MODELAR

MINUTA DE CONTRATO DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS A PESSOAS COLECTIVAS PRIVADAS SEM FINS LUCRATIVOS PROGRAMA MODELAR MINUTA DE CONTRATO DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS A PESSOAS COLECTIVAS PRIVADAS SEM FINS LUCRATIVOS PROGRAMA MODELAR Entre O Primeiro Outorgante, A Administração Regional de Saúde de. IP, adiante

Leia mais

ACORDO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA A UNIVERSIDADE DAS NAÇÕES UNIDAS RELATIVO À CRIAÇÃO, FUNCIONAMENTO E LOCALIZAÇÃO DA

ACORDO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA A UNIVERSIDADE DAS NAÇÕES UNIDAS RELATIVO À CRIAÇÃO, FUNCIONAMENTO E LOCALIZAÇÃO DA ACORDO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A UNIVERSIDADE DAS NAÇÕES UNIDAS RELATIVO À CRIAÇÃO, FUNCIONAMENTO E LOCALIZAÇÃO DA UNIDADE OPERACIONAL DE GOVERNAÇÃO ELETRÓNICA ORIENTADA PARA POLÍTICAS DA UNIVERSIDADE

Leia mais

SOLICITAÇÂO DE MANIFESTAÇÂO DE INTERESSE cl (Serviços de Consultoria Individual) Para Apoiar a Gestao do

SOLICITAÇÂO DE MANIFESTAÇÂO DE INTERESSE cl (Serviços de Consultoria Individual) Para Apoiar a Gestao do SOLICITAÇÂO DE MANIFESTAÇÂO DE INTERESSE cl (Serviços de Consultoria Individual) Para Apoiar a Gestao do Projecto Regional de Reforço das Capacidades de Vigilância Epidemiol6gica e de Resposta às Epidemias

Leia mais

Síntese do Projeto Pedagógico do Curso de Sistemas de Informação PUC Minas/São Gabriel

Síntese do Projeto Pedagógico do Curso de Sistemas de Informação PUC Minas/São Gabriel PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Instituto de Informática Síntese do Projeto Pedagógico do Curso de Sistemas de Informação PUC Minas/São Gabriel Belo Horizonte - MG Outubro/2007 Síntese

Leia mais

CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DE OURÉM - CLASO -

CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DE OURÉM - CLASO - CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DE OURÉM - CLASO - CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º Objecto O presente regulamento interno destina-se a definir e dar a conhecer os princípios a que obedece a constituição,

Leia mais

ESTATUTO DA BIBLIOTECA VIRTUAL EM SAÚDE BRASIL CAPITULO I. Da Apresentação

ESTATUTO DA BIBLIOTECA VIRTUAL EM SAÚDE BRASIL CAPITULO I. Da Apresentação ESTATUTO DA BIBLIOTECA VIRTUAL EM SAÚDE BRASIL CAPITULO I Da Apresentação Art. 1º O presente Estatuto orienta a organização, as competências e o funcionamento do da Biblioteca Virtual em Saúde Brasil (BVS

Leia mais

Processos de gerenciamento de projetos em um projeto

Processos de gerenciamento de projetos em um projeto Processos de gerenciamento de projetos em um projeto O gerenciamento de projetos é a aplicação de conhecimentos, habilidades, ferramentas e técnicas às atividades do projeto a fim de cumprir seus requisitos.

Leia mais

Licenciatura em Administração Pública (LAP)

Licenciatura em Administração Pública (LAP) UNIVERSIDADE TÉCNICA DE MOÇAMBIQUE UDM DIRECÇÃO ACADÉMICA CURRÍCULO DA ÁREA DE FORMAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO DE EMPRESAS AFAGE Licenciatura em Administração Pública (LAP) Maputo, Julho de 2015 UDM

Leia mais

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE DISCURSO DE SUA EXCELÊNCIA PRIMEIRO. MINISTRO, Dr. Pascoal Mocumbi, POR OCASIÃO DO LANÇAMENTO OFICIAL DA PESQUISA

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE DISCURSO DE SUA EXCELÊNCIA PRIMEIRO. MINISTRO, Dr. Pascoal Mocumbi, POR OCASIÃO DO LANÇAMENTO OFICIAL DA PESQUISA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE DISCURSO DE SUA EXCELÊNCIA PRIMEIRO MINISTRO, Dr. Pascoal Mocumbi, POR OCASIÃO DO LANÇAMENTO OFICIAL DA PESQUISA NACIONAL DE BASE SOBRE GOVERNAÇÃO E CORRUPÇÃO Maputo, 27 de Novembro

Leia mais

Instituto Politécnico de Coimbra (IPC) Avaliação do Desempenho do Pessoal Docente. Regulamento

Instituto Politécnico de Coimbra (IPC) Avaliação do Desempenho do Pessoal Docente. Regulamento Instituto Politécnico de Coimbra (IPC) Avaliação do Desempenho do Pessoal Docente Regulamento Artigo 1.º Objecto O presente regulamento define o processo de avaliação do desempenho do pessoal docente a

Leia mais

CENTRO DE PLANEJAMENTO PESQUISA E EXTENSÃO REGULAMENTO

CENTRO DE PLANEJAMENTO PESQUISA E EXTENSÃO REGULAMENTO Mantenedora Fasipe Centro Educacional Mantida Faculdade Fasipe - FASIPE CENTRO DE PLANEJAMENTO PESQUISA E EXTENSÃO REGULAMENTO SINOP / MATO GROSSO CENTRO DE PLANEJAMENTO, PESQUISA E EXTENSÃO - CPPE SUMÁRIO

Leia mais

FORMULÁRIO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE

FORMULÁRIO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE FORMULÁRIO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE PARTE A (a preencher pelo coordenador do departamento curricular ou pelo conselho executivo se o avaliado for coordenador de um departamento curricular)

Leia mais

Criação do OBSERVATÓRIO DE SUSTENTABILIDADE DO OESTE

Criação do OBSERVATÓRIO DE SUSTENTABILIDADE DO OESTE OBSERVATÓRIO DE SUSTENTABILIDADE ENERGÉTICA E AMBIENTAL NOS MUNICÍPIOS ASSOCIADOS DA OESTESUSTENTÁVEL Objectivo Geral: Dotar os municípios associados da OesteSustentável de mecanismos que permitam exercer

Leia mais

Serviços de Acção Social do IPVC. Normas de funcionamento da Bolsa de Colaboradores

Serviços de Acção Social do IPVC. Normas de funcionamento da Bolsa de Colaboradores Aprovadas pelo Conselho de Acção Social do IPVC em 1 de Fevereiro de 2011 Serviços de Acção Social do IPVC Normas de funcionamento da Bolsa de Colaboradores O Conselho de Acção Social do Instituto Politécnico

Leia mais

Comitês do Banco BMG. Comitês Existentes

Comitês do Banco BMG. Comitês Existentes Comitês do Banco BMG Introdução Os Comitês representam coletivamente os interesses do Banco BMG, nos diversos segmentos de sua organização. É política do Banco BMG, manter o controle permanente de seus

Leia mais

Regulamento dos Estágios de Formação do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.)

Regulamento dos Estágios de Formação do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.) Regulamento dos Estágios de Formação do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.) É atribuição do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.) no sector da

Leia mais

Manda o Governo, pelos Ministros de Estado e das Finanças e das Obras Públicas Transportes e Comunicações, o seguinte: Artigo 1.º.

Manda o Governo, pelos Ministros de Estado e das Finanças e das Obras Públicas Transportes e Comunicações, o seguinte: Artigo 1.º. Legislação Portaria n.º 542/2007, de 30 de Abril Publicado no D.R., n.º 83, I Série, de 30 de Abril de 2007 SUMÁRIO: Aprova os Estatutos do Instituto da Construção e do Imobiliário, I.P.. TEXTO: O Decreto-Lei

Leia mais

Artigo 1.º. Âmbito e objeto

Artigo 1.º. Âmbito e objeto PROJETO DE REGULAMENTO DO CONCURSO PÚBLICO PARA A SELEÇÃO DE INFRAESTRUTURAS DE INVESTIGAÇÃO E SUA INTEGRAÇÃO NO ROTEIRO NACIONAL DE INFRAESTRUTURAS DE INVESTIGAÇÃO DE INTERESSE ESTRATÉGICO Artigo 1.º

Leia mais

Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone : 5517 700 Fax : 517844 website : www. au.int

Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone : 5517 700 Fax : 517844 website : www. au.int AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone : 5517 700 Fax : 517844 website : www. au.int A União Africana, estabelecida como um único órgão continental

Leia mais

PROCEDIMENTO PASSO A PASSO: CLUBES JUVENIS. Programa Ensino Integral

PROCEDIMENTO PASSO A PASSO: CLUBES JUVENIS. Programa Ensino Integral PROCEDIMENTO PASSO A PASSO: CLUBES JUVENIS Programa Ensino Integral 1 PROCEDIMENTO PASSO A PASSO: CLUBE JUVENIL VERSÃO 03 02 15 Definição: Os Clubes Juvenis constituem um dos espaços privilegiados que

Leia mais

Projeto de Gestão pela Qualidade Rumo à Excelência

Projeto de Gestão pela Qualidade Rumo à Excelência Projeto de Gestão pela Qualidade Rumo à Excelência Introdução O panorama que se descortina para os próximos anos revela um quadro de grandes desafios para as empresas. Fatores como novas exigências dos

Leia mais

Plano de Prevenção de Riscos de Corrupção e Infracções Conexas

Plano de Prevenção de Riscos de Corrupção e Infracções Conexas Plano de Prevenção de Riscos de Corrupção e Infracções Conexas Indice 1. Enquadramento... 3 2. Objectivos... 4 3. Âmbito do Plano... 4 4. Missão da Entidade... 4 5. Áreas avaliadas, Principais Riscos e

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA A AUDITORIA DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DO PRODAF

TERMO DE REFERÊNCIA PARA A AUDITORIA DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DO PRODAF TERMO DE REFERÊNCIA PARA A AUDITORIA DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DO PRODAF Introdução 1. O Estado do Piauí celebrou com o Banco Interamericano de Desenvolvimento - BID, em 22 de outubro de 2010, o Contrato

Leia mais

2º CURSO DE MESTRADO EM ENFERMAGEM: ÁREA DE ESPECIALIZAÇÃO DE GESTÃO EM ENFERMAGEM DOCUMENTO ORIENTADOR

2º CURSO DE MESTRADO EM ENFERMAGEM: ÁREA DE ESPECIALIZAÇÃO DE GESTÃO EM ENFERMAGEM DOCUMENTO ORIENTADOR 2º CURSO DE MESTRADO EM ENFERMAGEM: ÁREA DE ESPECIALIZAÇÃO DE GESTÃO EM ENFERMAGEM DOCUMENTO ORIENTADOR Lisboa 2010 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 2. NATUREZA E JUSTIFICAÇÃO DO CURSO 3. COMPETÊNCIAS TRANSVERSAIS

Leia mais

Programa Horizon 2020. Algumas Regras de Participação. Disposições Gerais

Programa Horizon 2020. Algumas Regras de Participação. Disposições Gerais Programa Horizon 2020 Fonte: Proposta de Regulamento do Parlamento Europeu e do Conselho que estabelece as Regras de Participação e Difusão relativas ao «Horizonte 2020 Programa-Quadro de Investigação

Leia mais

Contributos da ANET sobre o Projecto Revisão do Regulamento de Coordenação de Segurança e Saúde na Construção. Decreto-Lei n.º /

Contributos da ANET sobre o Projecto Revisão do Regulamento de Coordenação de Segurança e Saúde na Construção. Decreto-Lei n.º / Decreto-Lei n.º / O Decreto Lei n.º 273/2003, de 29 de Outubro, sobre as regras gerais de planeamento, organização e coordenação para promover a segurança e saúde no trabalho em estaleiros da construção,

Leia mais

REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO E NÃO OBRIGATÓRIO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO E NÃO OBRIGATÓRIO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO E NÃO OBRIGATÓRIO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O presente regulamento da Faculdade Católica do Tocantins (Facto), mantida

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS RECOMENDAÇÃO DA COMISSÃO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS RECOMENDAÇÃO DA COMISSÃO PT PT PT COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 30.4.2009 C(2009) 3177 RECOMENDAÇÃO DA COMISSÃO que complementa as Recomendações 2004/913/CE e 2005/162/CE no que respeita ao regime de remuneração

Leia mais

REGULAMENTO programa de apoio às pessoas colectivas de direito privado sem fins lucrativos do município de santa maria da feira

REGULAMENTO programa de apoio às pessoas colectivas de direito privado sem fins lucrativos do município de santa maria da feira REGULAMENTO programa de apoio às pessoas colectivas de direito privado sem fins lucrativos do município de santa maria da feira PG 02 NOTA JUSTIFICATIVA O presente regulamento promove a qualificação das

Leia mais

Roteiro SENAC. Análise de Riscos. Planejamento do Gerenciamento de Riscos. Planejamento do Gerenciamento de Riscos

Roteiro SENAC. Análise de Riscos. Planejamento do Gerenciamento de Riscos. Planejamento do Gerenciamento de Riscos SENAC Pós-Graduação em Segurança da Informação: Análise de Riscos Parte 2 Leandro Loss, Dr. Eng. loss@gsigma.ufsc.br http://www.gsigma.ufsc.br/~loss Roteiro Introdução Conceitos básicos Riscos Tipos de

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA Nº 2783 PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA PROCESSO DE SELEÇÃO - EDITAL Nº

TERMO DE REFERÊNCIA Nº 2783 PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA PROCESSO DE SELEÇÃO - EDITAL Nº Impresso por: ANGELO LUIS MEDEIROS MORAIS Data da impressão: 21/11/2013-18:05:16 SIGOEI - Sistema de Informações Gerenciais da OEI TERMO DE REFERÊNCIA Nº 2783 PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA PROCESSO

Leia mais

Correntes de Participação e Critérios da Aliança Global Wycliffe [Versão de 9 de maio de 2015]

Correntes de Participação e Critérios da Aliança Global Wycliffe [Versão de 9 de maio de 2015] Correntes de Participação e Critérios da Aliança Global Wycliffe [Versão de 9 de maio de 2015] Introdução As Organizações da Aliança Global Wycliffe desejam expressar a unidade e a diversidade do Corpo

Leia mais

ANTEPROJETO DE DECRETO (OU LEI) (A ser Publicado no Diário Oficial do Município/Estado)

ANTEPROJETO DE DECRETO (OU LEI) (A ser Publicado no Diário Oficial do Município/Estado) ANTEPROJETO DE DECRETO (OU LEI) (A ser Publicado no Diário Oficial do Município/Estado) Considerando: 1) A importância dos mananciais e nascentes do Município para o equilíbrio e a qualidade ambiental,

Leia mais

PROJECTO DE CARTA-CIRCULAR SOBRE POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS

PROJECTO DE CARTA-CIRCULAR SOBRE POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS PROJECTO DE CARTA-CIRCULAR SOBRE POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS No âmbito da avaliação realizada, a nível internacional, sobre os fundamentos da crise financeira iniciada no Verão

Leia mais

HISTÓRICO DE REVISÕES REVISÃO DATA SÍNTESE DA REVISÃO

HISTÓRICO DE REVISÕES REVISÃO DATA SÍNTESE DA REVISÃO HISTÓRICO DE REVISÕES REVISÃO DATA SÍNTESE DA REVISÃO ELABORAÇÃO ASSINATURA APROVAÇÃO ASSINATURA ÍNDICE CAPÍTULO 1. POLÍTICA E ESTRATÉGIA/ÂMBITO... 3 1.1 POLÍTICA E ESTRATÉGIA DA ENTIDADE... 3 1.2 OBJECTIVO

Leia mais

MELHORES PRÁTICAS DA OCDE

MELHORES PRÁTICAS DA OCDE MELHORES PRÁTICAS DA OCDE PARA A TRANSPARÊNCIA ORÇAMENTÁRIA INTRODUÇÃO A relação entre a boa governança e melhores resultados econômicos e sociais é cada vez mais reconhecida. A transparência abertura

Leia mais

República de Moçambique Ministério da Saúde Direcção Nacional de Saúde Pública

República de Moçambique Ministério da Saúde Direcção Nacional de Saúde Pública República de Moçambique Ministério da Saúde Direcção Nacional de Saúde Pública Processo para o Reconhecimento do Desempenho dos Serviços de Saúde Materna e Neonatal, de Planeamento Familiar e de Prevenção

Leia mais

COMITÊ DE RISCO E AUDITORIA INTERNA VIX LOGÍSTICA S/A

COMITÊ DE RISCO E AUDITORIA INTERNA VIX LOGÍSTICA S/A COMITÊ DE RISCO E AUDITORIA INTERNA VIX LOGÍSTICA S/A 1 NATUREZA DO COMITÊ E OBJETIVO GERAL O Comitê de Risco e Auditoria Interna é um órgão acessório ao Conselho de Administração (CAD) e tem como objetivo

Leia mais

1. SUMÁRIO EXECUTIVO 2. GERAÇÃO BIZ

1. SUMÁRIO EXECUTIVO 2. GERAÇÃO BIZ 1. SUMÁRIO EXECUTIVO O Programa Geração Biz (PGB) é um programa de promoção de Saúde Sexual e Reprodutiva e prevenção do HIV que teve o seu inicio em 1999, como um projectopiloto na Cidade de Maputo e

Leia mais

Introdução. Gerência de Projetos de Software. Sumário. Sistemas de Informação para Processos Produtivos

Introdução. Gerência de Projetos de Software. Sumário. Sistemas de Informação para Processos Produtivos Sumário Sistemas de Informação para Processos Produtivos 1. Gerência de 2. Agentes principais e seus papéis 3. Ciclo de vida do gerenciamento de projetos M. Sc. Luiz Alberto lasf.bel@gmail.com Módulo 6

Leia mais

PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PARA O SISTEMA DE QUEIXAS, CONTROLE E RESPONSABILIDADE

PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PARA O SISTEMA DE QUEIXAS, CONTROLE E RESPONSABILIDADE PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PARA O SISTEMA DE QUEIXAS, CONTROLE E RESPONSABILIDADE PO-08/2013 Unidade Responsável: Assessoria Jurídica OBJETIVO Fornecer a metodologia e ferramentas para implementação do

Leia mais

Ministérios das Finanças e da Administração Pública e das Obras Públicas Transportes e Comunica@es

Ministérios das Finanças e da Administração Pública e das Obras Públicas Transportes e Comunica@es Ministérios das Finanças e da Administração Pública e das Obras Públicas Transportes e Comunica@es ANEXO I OBJECTNOS ANUAIS PARA 2007/2008 'i Orientagões Estratégicas Específicas para a EDAB para o Período

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA 001

TERMOS DE REFERÊNCIA 001 TERMOS DE REFERÊNCIA 001 CONSULTORIA TÉCNICA PARA PREPARAR INFORMAÇÕES PARA SUBISIDIAR O MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DE RESULTADOS DAS POLÍTICAS PÚBLICAS RELACIONADAS COM O ODM #7 1. Objetivo Contratação

Leia mais