Pragas dos seringais e seu controle

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1 Pragas dos seringais e seu controle Eng. Agro. Dr. Marcel Tanzini I Fórum Interestadual VII Simpósio Capixaba de Seringueira

2 A AGRICULTURA É UMA CIÊNCIA QUE NOS ENSINA QUE AS CULTURAS SÃO PLANTADAS DE ACORDO COM O TIPO DE SOLO, EFETUANDO OPERAÇÕES PARA QUE A TERRA POSSA PRODUZIR RENDIMENTOS ALTOS PERPETUAMENTE, Marco Terêncio Vario Agricultor romano que viveu no primeiro século depois de Cristo.

3 HEVEICULTURA SUSTENTÁVEL USO DE PROCESSOS QUE NÃO CAUSAM CHOQUES OU ESTRESSES NO AGROECOSSISTEMA, VISANDO MANTÊ- LO PRODUTIVO. ISSO OCORRE NA PRÁTICA?

4 PORQUE, A HEVEICULTURA SOFRE A INFLUÊNCIA DE: NOVAS PRAGAS E DOENÇAS EXCESSO OU FALTA DE FERTILIZANTES E AGROTÓXICOS (CONTAMINAÇÃO) PÉSSIMA ADMINISTRAÇÃO BIODIVERSIDADE DA FORMAÇÃO CULTURAL - SATANIZAÇÃO DAS PRAGAS ( MIP, 1974)

5 Como surgem as pragas? Popula çã o -Alimento -Água -Abrigo -Alimento -Água -Abrigo - Inimigos naturais Tempo

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7 > diversidade sustentabilidade praga inimigos naturais outros insetos < diversidade > dano da praga

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9 O QUE FAZER? USO DE UM PROCESSO DE CONTROLE: MÁXIMA UTILIZAÇÃO DO POTENCIAL BIOLÓGICO: ENTOMOPATÓGENOS, PARASITÓIDES E PREDADORES (Baixo custo) (=ADMINISTRAÇÃO DA BIODIVERSIDADE). USO AGROTÓXICOS SELETIVOS E PRODUTOS MICROBIANOS

10 Sustentabilidade 218 insetos associados à seringueira e às 250 plantas de cobertura (Rodrigues, 1984). FITÓFAGOS- PREDADORES - PARASITÓIDES Insetos 218 Praga 6 Insetos Praga status praga

11 Mandarová Lagartas contaminadas com Bacillus thuringiensis

12 Comercialização de Bacillus sp.

13 Bacillus thuringiensis (modo de ação) Luz Microvilosidades Hemolinfa 1 2 Luz 3 Hemolinfa Etapas da infecção por Bacillus thuringiensis

14 Controle Bacillus thuringiensis 600 a 1000 g/ha L de água Lagartas pequenas

15 Formigas

16 A. bisphaerica A. capiguara

17 Controle: iscas na base de 10 g/m 2

18 Percevejo-de-renda-da-seringueira Leptopharsa heveae Drake & Poor, 1935

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21 Nomes comuns: mosca-de-renda percevejo rendado percevejo-de-renda-da-seringueira Leptopharsa > nº de espécies da família Tingidae Distribuição: - Drake & Poor ( 1935) Boa Vista, RO - Rodrigues ( 1977) Mosqueiro, PA - Kuffner (1986) São José do Rio Claro, MT - Batista Filho et al. (1995) Buritama, SP

22 Descrição Os adultos apresentam 4,0 a 4,2 mm de comprimento e 1,3 a 1,5 mm de largura, cor esbranquiçada e asas reticuladas.

23 Biologia: Fêmea e macho do percevejo-de-renda-da-seringueira Média de 3 ovos/fêmea/ dia, 90 a 175 ovos/fêmea

24 Biologia: Oviposição endofítica com 0,1 x 0,6 mm. Périodo de incubação médio de 12 dias.

25 Biologia: Período ninfal em média de 15 dias no clone PB 235.

26 Hábitos: Ninfas e adultos página inferior de folhas Atacam seringueiras jovens e adultas Sugam a seiva

27 Destroem o parênquima, dificultando a função clorofiliana da planta Produz lesões

28 Prejuízos: Diferença de altura (m), em mudas de seringueira 0,30 0,25 0, a 0.22ab (m) 0,15 0,10 0, b 0.09b 30 d.a.i. 0,00

29 Prejuízos: Redução no crescimento: Redução na produção: - 28% na altura - 44% na circunferência - 30% a menos Devido a renovação das folhas, favorece o mal-das- folhas e a mancha-aureolada. aureolada. Teleonemia scrupulosa Stal é usado para o controle biológico de Lantana camara.

30 Controle: Manejo Ecológico de Pragas Monitoramento da área através de vistorias. Classificação de acordo com o número de insetos/ folíolo: Baixa= 1 a 2 insetos/folíolo Média= 3 a 4 insetos/folíolo Decisão de Alta= > 5 insetos/folíolo Controle??? Químico e/ou Biológico???

31 Muito Tóxico Tóxico Moderadamente Tóxico Compatível T= 20[CV] + 80[ESP] 100

32 Controle Associado: - Químico - deltametrina 0,2 L/ha x Metarhizium - triclorfon 0,9 L/ha - carbosulfan 0,15 L/ha - metamidofós 1,0 L/ha x Beauveria

33 Controle Biológico: Parasitóides # Costa et al. (2003) encontrou 7% dos ovos de L. heveae parasitados Mymaridae). por Erythmelus tingitiphagus (Hym. Predadores - As espécies mais abundantes foram Chrysoperla externa, Ceraeochrysa claveri, C. cincta e C. cubana;

34 Controle: Predadores - Uma larva de C. cincta pode alimentar-se tanto de adultos quanto de ninfas, variando de 124 adultos a ninfas de 1º ínstar de percevejo-de-renda.

35 Controle: Predadores Paulo E. B. Ferrari Filho, 2006

36 Controle: Fungos # Celestino Filho & Magalhães (1986) observaram que ninfas e adultos de L. heveae tiveram parasitismo acima de 80% pelo fungo Sporothrix insectorum ; Leptopharsa heveae contaminado com fungo da ordem Entomophthorales (Pindorama-SP, 2000).

37 PRINCIPAIS VANTAGENS DO CONTROLE MICROBIANO a. Especificidade e seletividade b. Facilidade de aplicação c. Poluição e toxicidade d. Manejo da Resistência

38 DESVANTAGENS DO CONTROLE MICROBIANO a. Ação mais lenta b. Condições favoráveis para aplicação c. Armazenamento d. Não faz milagre

39 Material e Métodos conídios puros (-12ºC) Conídio Meio de cultura: B.D.A. 7 dias (26 o C; 12 h fotof.) Torre de Potter Placa de Petri com folha de seringueira e insetos

40 % Mortalidade Corrigida PL Aschersonia aleyrodis Beauveria bassiana Beauveria brongniartii Hirsutella verticilioides Hirsutella thompsonii Metarhizium anisopliae

41 % Mortalidade Corrigida E6 E9 RJC RJD Metarhizium anisopliae Nomuraea rileyi Paecilomyces fumosoroseus Paecilomyces lilacinus Sporothrix insectorum Trichoderma sp. Verticillium lecanii

42 Material e Métodos

43 Material e Métodos Turbo Atomizador, série seringueira, da FMCopling. Trator aplicando uma das diferentes concentrações de fungos.

44 Resultados 100 Porcentagem de Mortalidade a a a b b a Reaplicação 10 d.a.a. 20 d.a.a. 30 d.a.a. 40 d.a.a. 2 Kg = 1,2 x con./ha 4 Kg = 2,4 x con./ha 6 Kg = 3,5 x con./ha c b b c c b 2 Kg/ha 4 Kg/ha 6 Kg/ha Ninfas Porce ntagem de M ortalidade a a a ab ab Reaplicação b b 10 d.a.a. 20 d.a.a. 30 d.a.a. 40 d.a.a. 2 Kg = 1,2 x con./ha 4 Kg = 2,4 x con./ha 6 Kg = 3,5 x con./ha a ab b b a 2 Kg/ha 4 Kg/ha 6 Kg/ha Adultos

45 Resultados Porcentagem de Mortalidade ab a a a b b Reaplicação b 10 d.a.a. 20 d.a.a. 30 d.a.a. 40 d.a.a. 2 Kg = 5,8 x con./ha 4 Kg = 8,0 x con./ha 6 Kg = 1,2 x con./ha b b a b b 2 Kg/ha 4 Kg/ha 6 Kg/ha Ninfas Porce ntage m de M ortalidade a a a a b Reaplicação b a b ab a ab b 2 Kg/ha 4 Kg/ha 6 Kg/ha 10 d.a.a. 20 d.a.a. 30 d.a.a. 40 d.a.a. 2 Kg = 5,8 x con./ha 4 Kg = 8,0 x con./ha 6 Kg = 1,2 x con./ha Adultos

46 Ninfa de L. contaminada heveae Beauveria bassiana com

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51 O mundo dos ácaros Ferla 41 spp.

52 Ácaros da seringueira Calacarus heveae Tenuipalpus heveae Phyllocoptrura seringueirae

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56 Duração dos estágios de Calacarus heveae, a 25 o C, 90% UR em plantas de seringueira do clone PB 260 Estágio Dias Ovo 6,4 Ninfa 1 2,09 Ninfa 2 1,99 Ovo a Adulto 10,5 Oviposição Ovos/dia 18 ovos 2 ovos

57 Amostragem e decisão de controle Pode-se sugerir a inspeção semanal de 10 plantas/ha, Lentes de bolso com aumento superior a 20X, Realizando-se seis visadas por folíolo, 18 visadas/folha. Neste caso são necessários 9 folíolos O nível de desfolha é de 0,94 ácaros/cm 2 e para evitar que seja atingido, pode-se pulverizar quando pela amostragem se detectar 0,5 ácaro/cm 2. A amostragem deve ser iniciada em setembro e é possível que em dezembro os ácaros já sejam detectados. (Vieira & Gomes, 2002).

58 Seleção de isolados visando ao controle de Calacarus heveae %EF PL E9 RJD Beauveria bassiana Metarhizium anisopliae Hirsutella thompsonii Trichoderma sp Paecilomyces fumosoroseus Sporothrix insectorum cor clara = 2 d.a.i. cor escura = 4 d.a.i.

59 Mortalidade de C. heveae através de teste residual e compatibilidade com H. thompsonii em laboratório. C. heveae (%) Compatibilidade Thiodan 99 Não testado Dicarzol 100 Não testado Lannate 100 Compatível Orthene 42 Não testado Omite 100 Tóxico Torque 100 Compatível Kelthane 96 Mod. Tóxico Nuvacron 100 Compatível

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62 Duração dos estágios de Tenuipalpus heveae, a 28 o C, em plantas de seringueira do clone PB 260 Estágio Dias Ovo 14 Fase Imatura 15 Adulto 29 Ovos/fêmea 34 Fêmeas 85% população Pontier, de Moraes & Kreiter, 2000

63 Comportamento de clones ao ataque de Tenuipalpus PB 235 suscetível PR 255, RRIM 937 e RRIM 600 menos favorável PR 255 não amarelou Altas populações PB 350 (poucos sintomas) e RRIM 938 (pouco amarelecimento) Maria Monteverde, 2006

64 Seleção de isolados de fungos visando ao controle de Tenuipalpus heveae (3 d.a.a.) Mortalidade Corrigida (%) Acremonium Beauveria Hirsutella Metarhizium Paecilomyces Sporothrix Verticillium

65 Euseius citrifolius ovos larvas ninfas adultos 24 horas 48 horas 72 horas Número médio de T. heveae predados por fêmeas adultas de E. citrifolius durante 24, 48 e 72 horas. Maria Monteverde, 2006.

66 Controle de Ácaros Acaricidas Organoestânicos Piretróides Carboxamides Organoclorados Phenoxipirazoles Oxithioquinoxes Norpirétricos éster Sulfites éster Resistência CONTROLE MICROBIANO

67 Mortalidade de T. heveae através de teste residual em laboratório. T. heveae (%) Compatibilidade Thiodan 61 Não testado Dicarzol 40 Não testado Lannate 47 Compatível Orthene 13 Não testado Omite 21 Tóxico Torque 40 Compatível Kelthane 100 Mod. Tóxico Nuvacron 66 Compatível

68 Ensaio de diferentes concentrações de Sipcatin no Talhão Ácaros/ folha /abr 8 d.a.a 22 d.a.a. 40 d.a.a. Test. 100 ml 200 ml 300 ml 400 ml 1500 L/ha e 2ª reduzida

69 FUNGOS ENTOMOPATOGÊNICOS São os principais patógenos responsáveis pelo desenvolvimento de doenças em populações de ácaros (Alves, 1998) 36 espécies de fungos 61 espécies de ácaros (Van der Geest et al., 2000)

70 Principais espécies de fungos entomopatogênicos associadas a ácaros fitófagos Hirsutella thompsonii Ordem Entomophtorales Beauveria bassiana Verticillium lecanii

71 FUNGOS ENTOMOPATOGÊNICOS: Relação Fungo x Hospedeiro MODO DE AÇÃO - CONTATO ADESÃO Forças eletrostáticas EXTRUSÃO Reprodução Disseminação PENETRAÇÃO Via Física Via Enzimática COLONIZAÇÃO Desenvolvimento micelial Ação de Micotoxinas

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78 Etapas do Ciclo biológico de Hirsutella sp. sobre T. heveae 0 horas da aplicação Adesão Ácaro 120 horas da aplicação Extrusão 6 horas da aplicação Apressório 72 horas da aplicação Colonização 24 horas da aplicação 12 horas da aplicação Germinação

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80 Controle: Porcentagem de eficiência de controle de Tenuipalpus x Hirsutella 2004/ kg/ha 8 kg/ha 12 kg/ha 16 kg/ha Caligur 20 d.a.a. 76,07 84,64 88,21 84,64 93,93 45 d.a.a. 76,50 47,54 72,68 79,78 90,71 80 d.a.a. 42,27 0,00 66,82 36,36 74, d.a.a. 2,14 31,80 29,66 71,56 85,63

81 APLICAÇÃO DE FUNGOS ENTOMOPATOGÊNICOS EM FERMENTAÇÃO SÓLIDA

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84 CONCLUSÃO: O USO DE PRODUTOS MICROBIANOS, AGROTÓXICOS SELETIVOS E DE OUTRAS TÉCNICAS COMPLEMENTARES, RESULTA NO AUMENTO DA BIODIVERSIDADE E NO CONTROLE MAIS SUSTENTÁVEL DAS PRAGAS.

85 Existe agrotóxico para toda praga, menos para tornar a cultura sadia. PENSE NISSO! Muito obrigado pela atenção!!!

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