Gestão de Instalações Desportivas

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1 Gestão de Instalações Desportivas Ambiente, Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho Módulo 10 sessão 3

2 Gestão de Instalações Desportivas 1.3. Sistemas integrados de qualidade, ambiente e segurança Ambiente, Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho

3 A Gestão do Desporto, a vários níveis: nas áreas da gestão e dinamização de instalações desportivas, dos eventos desportivos, do associativismo, dos programas desportivos formais e informais, a nível da alta competição e da realização de espetáculos desportivos, do turismo ativo, da formação inicial e contínua, do bem-estar e saúde e na área da Educação pelo Desporto, atingiu já em alguns casos um grau de complexidade que exige um conjunto de competências e de metodologias necessárias para que os Gestores de Desporto sejam eficazes e eficientes no exercício das suas funções com o intuito de obterem sucesso.

4 Neste sentido e nas áreas referidas anteriormente, os Sistemas Integrados de Gestão aplicados ao Desporto e que englobem a Qualidade, as questões Ambientais e a Segurança e Saúde no Trabalho auxiliam os gestores de Desporto nas suas práticas, através da disponibilização de paradigmas e de ferramentas utilizáveis no exercício da sua atividade profissional.

5 Sistemas Integrados na Gestão do Desporto A implementação de um Sistema Integrado de Gestão é um desafio às organizações desportivas que importa considerar, uma vez que considera a satisfação dos clientes (Qualidade), a sociedade (Ambiente) e os colaboradores (Segurança e Saúde no Trabalho).

6 Sistemas Integrados na Gestão do Desporto A adoção de um Sistema Integrado de Gestão da Qualidade, Ambiente, e Segurança e Saúde no Trabalho apresenta-se pois hoje como uma decisão estratégica que afeta as organizações desportivas como um todo, conducente a obter uma maximização dos benefícios de todas as partes interessadas: praticantes, clientes, colaboradores, fornecedores, acionistas e a sociedade em geral.

7 Sistemas Integrados na Gestão do Desporto Um Sistema Integrado de Gestão permitirá dar uma resposta adequada à situação em que a existência de normas distintas (ISO 9001 para a Qualidade, ISO para o Ambiente e OHSAS / NP 4397 para a Segurança e Saúde no Trabalho) conduz à implementação de diversos sistemas de gestão, considerados na maior parte dos casos de forma isolada. De facto, a não serem integrados, cada um dos sistemas exige uma estrutura funcional e respetivos meios, desde os humanos aos financeiros, não obstante, na globalidade, incluírem múltiplos objetivos comuns, situação que deve ser evitada.

8 Sistemas Integrados na Gestão do Desporto O seu desenvolvimento e manutenção integrados tornam-se mais simples, eficientes e eficazes devido à melhor racionalização de recursos, a uma maior consciencialização e responsabilização e, sobretudo, a uma estratégia de gestão com missão, visão e política com perspetiva única de melhoria contínua e global do desempenho das organizações desportivas.

9 Sistemas Integrados na Gestão do Desporto Estes conhecimentos, ferramentas e metodologias de Gestão poder-se-ão aplicar a: I II III Diferentes tipologias de instalações desportivas; Diferentes modelos de gestão: privada, pública ou público-privada, a diversos níveis; Diferentes realidades no Desporto, tais como clubes, associações de modalidade e outras, como por exemplo de treinadores, federações desportivas, centros de estágio, divisões ou departamentos de Desporto das Autarquias ou Empresas Municipais, promovendo assim o desenvolvimento de práticas estruturadas de intervenção.

10 Sistemas Integrados na Gestão do Desporto Algumas das principais motivações para a implementação de um Sistema Integrado de Gestão no Desporto são: as crescentes exigências dos clientes e praticantes desportivos, os requisitos legais também crescentes, embora ainda muito pouco significativos, o marketing e a melhoria de imagem, a redução de custos e a melhoria da eficiência e dos resultados.

11 Sistemas Integrados na Gestão do Desporto A implementação de qualquer Sistema de Gestão de forma isolada ou integrada, é um ato voluntário, associado à publicação de normas e regulamentos que definem requisitos, sugestões e referências para o concretizar, bem como para obter uma posterior certificação ou outro tipo de validação do Sistema de Gestão implementado pela organização. Não é obrigatória a certificação, apenas pode ser o corolário de todo o processo, no caso da organização pretender. No entanto, entendemos que o Estado deverá assumir o seu papel interventivo na indução da melhoria das práticas, quer ao nível das condições das instalações desportivas, quer ao nível das práticas desportivas formais e informais.

12 Sistemas Integrados na Gestão do Desporto Com a publicação da norma internacional ISO para Sistemas de Gestão Ambiental, e da especificação OHSAS para Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho (SST), essa utilização do Sistema de Gestão da Qualidade está bastante facilitada. Aliás, tanto a norma ISO como a OHSAS foram feitas de forma a serem integradas aos sistemas baseados na ISO 9001.

13 Modelos de referência Para a implementação de um Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) recorre-se à ISO 9001:2008.

14 Modelos de referência Para a implementação de um Sistema de Gestão Ambiental (SGA), a nível europeu pode recorrer-se ao Sistema Comunitário de Ecogestão e Auditoria (EMAS Eco Management Audit Scheme), e à NP EN ISO

15 Modelos de referência Para a implementação de um Sistema de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho (SGSST) surgiram as OHSAS 18001:2007 (Occupational Health and Safety Management Systems), únicas com reconhecimento internacional e, em Portugal, a norma NP4397:2008(Ed.2). Um SGSST permite sistematizar práticas de prevenção, a identificação dos perigos, contribuir para a avaliação dos riscos, a implementação de medidas de correção, a redução dos acidentes de trabalho e a melhoria da Segurança e Saúde no Trabalho.

16 A Qualidade no Desporto A Qualidade Total no Desporto deve ser entendida como um esforço continuado de melhoria feito por todos os elementos de uma organização desportiva, no sentido de compreender, responder e superar as expectativas dos praticantes desportivos, utentes ou clientes (Soares e col., 2007).

17 A Qualidade no Desporto A adoção de metodologias da área da Qualidade permite: I II III O estabelecimento de normas temáticas para a certificação da Qualidade dos serviços no Desporto, em diferentes áreas (como por exemplo, as academias de modalidades), conduzindo à produção de especificações técnicas diversas. O alargamento dos modelos utilizados para a análise de programas de promoção da Atividade Física e Desportiva que poderá induzir a produção de sistemas de acreditação desses mesmos programas, de acordo com patamares de exigência crescente. A elaboração de indicadores de desempenho e a produção de um conjunto selecionado de instrumentos de gestão que sirvam de modelo para as diferentes tipologias de organizações desportivas.

18 A Qualidade no Desporto IV V VI A monitorização e desenvolvimento de benchmarks na área da gestão de instalações desportivas e de programas de Atividade Física e Desportiva, que permitam a criação de modelos de autoavaliação, estipulando os respetivos critérios de análise. No âmbito das opções de autoavaliação das práticas de gestão no Desporto, o desenvolvimento de estudos que permitam estabelecer perfis de pontuação para que cada organização desportiva se possa comparar com as melhores no setor ("best in class") e com a média respetiva, produzindo indicadores de eficácia e de eficiência gerais e por cada componente do modelo adotado; A melhoria dos indicadores ambientais, aumentando a eficiência das instalações desportivas.

19 A Qualidade no Desporto Em algumas áreas em particular têm já sido efetuados alguns estudos nestas temáticas, nomeadamente a nível das questões relacionadas com a análise da satisfação dos clientes e da perceção da qualidade dos serviços, das questões relacionadas com a liderança, com a estratégia no fenómeno desportivo e na área da gestão das pessoas. Importa pois potenciar estas investigações e integrá-las em práticas e estudos nos quais as variáveis sejam analisadas e utilizadas no seu conjunto, procurando aprofundar as relações existentes.

20 A Qualidade no Desporto Por outro lado, a evolução da Qualidade passou a centrar-se também nos graus de satisfação e nas relações mantidas com as diferentes partes interessadas de uma determinada organização desportiva. Esta evolução levanta um conjunto de questões que se prendem com a necessidade de haver formas fiáveis, exatas e precisas de medir perceções (por exemplo, a satisfação de praticantes e clientes e a motivação dos colaboradores): a metrologia das perceções, por forma a estabelecer técnicas uniformes, coerentes e fiáveis de medição e acompanhamento dos valores obtidos, com o consequente desenvolvimento de indicadores temáticos.

21 A Qualidade no Desporto Num País com tão baixo índice de prática regular de atividade física, importa aferir a perceção que os praticantes têm das instalações e dos programas, para encontrar formas e metodologias de promoção e fidelização das práticas desportivas.

22 A Qualidade no Desporto A adoção da Gestão pela Qualidade Total como modelo básico de gestão de organizações desportivas tem como fundamento essencial a orientação dos processos e atividades para a satisfação das necessidades e exigências dos seus clientes ou praticantes. No entanto, só sabendo o que estes esperam, através de estudos, é que as organizações poderão orientar a sua gestão e desempenho para a focalização nos praticantes ou clientes. É importante, pois, recolher de forma fidedigna e sistemática, as vozes dos clientes através de diversas técnicas. Os outputs destes processos deverão ser transformados em requisitos, quer para a conceção e desenvolvimento de produtos e serviços, quer para a definição de indicadores de avaliação do desempenho dos mesmos, numa perspetiva de melhoria contínua e de inovação.

23 A Gestão Ambiental O sistema de Gestão Ambiental assenta numa visão de melhoria continuada do desempenho ambiental de uma organização, evento ou programa desportivo. São vários os motivos para a implementação de um SGA, nomeadamente: exigência de clientes; exigência de investidores; eco marketing e melhoria da imagem; requisitos legais e redução de custos. A Norma internacional para a certificação ambiental é a ISO14001:2004. O Sistema de Gestão Ambiental (SGA) é um ciclo contínuo de planeamento, realização, revisão e melhoria do desempenho ambiental de uma organização.

24 A Gestão Ambiental A importância desta atitude e adoção de modelo de gestão na Gestão do Desporto prende-se com o facto de, por exemplo, a atividade das instalações desportivas ou a realização de determinados eventos desportivos ser direta ou indiretamente responsável por impactes ambientais importantes decorrentes da utilização de recursos (materiais e energia) e geração de resíduos, emissões e efluentes, com maior ou menor intensidade.

25 A Gestão Ambiental A Gestão Ambiental visa, pois, essencialmente minimizar os impactos ambientais das atividades de uma organização ou evento desportivo que gera subprodutos (resíduos, águas residuais, emissões gasosas, ruído).

26 A Gestão Ambiental A Gestão Ambiental das instalações desportivas preconiza a sua gestão com base nos ideais do desenvolvimento sustentável. O pressuposto da gestão ambiental numa perspetiva de desenvolvimento sustentável é o que a satisfação das necessidades das gerações atuais não comprometa a possibilidade das futuras gerações virem a satisfazer as suas próprias necessidades.

27 A Gestão Ambiental Os passos para a implementação de um Sistema de Gestão Ambiental incluem: I II III IV V VI VII IX X Uma análise inicial e um inventário dos aspetos ambientais das atividades da organização ou evento desportivo; O planeamento do sistema de gestão; Um programa de atuação ambiental para atingir objetivos específicos; Programas de formação e sensibilização para todos os colaboradores; A implementação do sistema; O levantamento dos requisitos legais; A monitorização interna do Sistema de Gestão Ambiental e auditorias; O estabelecimento de mecanismos de comunicação interna e externa; Uma verificação por uma entidade externa e independente.

28 A Gestão Ambiental As principais vantagens da implementação da normas da série ISO são: o aumento da credibilidade e do comprometimento de um organização com a responsabilidade ambiental; o comprometimento de uma organização com o seu regulamento ambiental e a existência de um único sistema para as organizações implantarem em todos os locais em que operam.

29 A Gestão Ambiental A redução de custos é também uma das vantagens mais apontadas para a justificação e importância da implementação de um SGA: melhoria da eficiência dos processos e, consequentemente, redução de consumos (matérias-primas, água, energia).

30 A Gestão Ambiental Deste modo, é então possível alcançar o tão desejável desenvolvimento sustentável, ou seja, um desenvolvimento que satisfaz as necessidades da geração atual sem comprometer a capacidade das gerações futuras satisfazerem as suas, garantindo a capacidade de reposição e regeneração dos recursos naturais, assegurando a manutenção da diversidade biológica, da qualidade do ar, da água e do solo.

31 A Gestão Ambiental A certificação de sistemas de gestão ambiental suportados na norma de referência NP EN ISO 14001:2004 constitui, pois uma ferramenta essencial para as organizações que pretendem alcançar uma confiança acrescida por parte dos clientes, utentes ou praticantes, colaboradores, comunidade envolvente e sociedade, através da demonstração do compromisso voluntário com a melhoria contínua do seu desempenho ambiental.

32 A Higiene e Segurança no Trabalho A Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho (SST) visa minimizar os riscos resultantes do trabalho numa organização para proteção dos colaboradores.

33 A Higiene e Segurança no Trabalho Relativamente à aplicação de um sistema de gestão de Saúde Ocupacional e Segurança no Trabalho, podemos referir que esta implementação implica o desenvolvimento de uma estrutura organizacional, a definição das responsabilidades, a produção e implementação dos procedimentos e dos processos e os recursos materiais e humanos necessários para realizar-se a gestão da segurança e higiene do trabalho.

34 A Higiene e Segurança no Trabalho Esse sistema deverá funcionar de tal forma que gere a confiança necessária para que os procedimentos satisfaçam as expetativas das organizações e dos seus colaboradores, para além de atenderem às exigências legais; deve também desenvolver um clima organizacional por forma a que seja dada mais ênfase na prevenção do que na deteção e correção após as eventuais ocorrências.

35 A Higiene e Segurança no Trabalho O sistema de SST deve ser entendido como um subsistema do sistema global de gestão de uma organização desportiva, devendo interagir e ser compatível com os demais subsistemas e que possibilita a gestão dos riscos para a SST relacionados com as atividades da organização e que inclui a estrutura operacional, as atividades de planeamento, as responsabilidades e respetivas autoridades, as práticas, os procedimentos, os processos, os recursos para desenvolver, executar, prosseguir, rever e manter a política da SST da organização (Pinto, 2009).

36 A Higiene e Segurança no Trabalho Assim e, de acordo com o mesmo autor, é de esperar que a prevenção dos riscos profissionais e a vigilância e promoção da saúde dos trabalhadores, possam ser analisadas pelas organizações, no final de cada exercício, na sequência da avaliação das atividades planeadas e implementadas ao longo do ano, com vista a atingir: I II III IV V O cumprimento da legislação e regulamentação em matéria de Saúde, Higiene e Segurança no Trabalho (SHST); A redução do absentismo por doença e acidente; A redução dos prejuízos materiais devidos a acidentes e incidentes; A melhoria da motivação do pessoal; A melhoria da imagem da empresa.

37 Notas Finais Por fim, deixamos alguns tópicos para auxiliar as organizações desportivas a implementarem os sistemas de gestão preconizados, na expetativa de que a sua implementação seja uma mais valia para Atividade Física e para o Desporto.

38 Notas Finais As etapas na implementação de um Sistema Integrado de Gestão, passam pela: 1 Preparação da organização (conhecendo-a, divulgando a opção na organização e estabelecendo o cronograma). 2 Estruturação dos sistemas (desenvolvendo os sistemas de gestão). 3 Implementação (implementando a documentação e os indicadores de desempenho). 4 Manutenção e melhoria do funcionamento dos sistemas de gestão (realizando auditorias internas, acompanhando a evolução dos conhecimentos e da legislação aplicável). 5 Análise das possibilidades e oportunidades de melhoria contínua dos sistemas de gestão.

39 Notas Finais Deve passar-se de um nível de mero cumprimento da legislação e aplicação ou não de um sistema de gestão não normalizado para a implementação de um sistema de gestão, passando-se às preocupações de melhoria contínua do desempenho até ao sucesso sustentado das organizações desportivas.

40 Notas Finais Um Sistema Integrado de Gestão - Qualidade, Ambiente, Responsabilidade Social e Saúde no Trabalho deve ser um sistema global de uma organização desportiva, que inclua práticas, processos e recursos para desenvolvimento e implementação do seu Manual da Qualidade, das Política da Qualidade, Ambiental e da Política da Segurança e Saúde no Trabalho.

41 Notas Finais Deste modo, um Sistema Integrado é um sistema global de uma organização, que inclui: estrutura organizacional, atividades de planeamento, definição de responsabilidades, práticas e procedimentos, processos e recursos, para desenvolver, implementar, alcançar, rever e manter o Manual da Qualidade, a Política Ambiental e a Política da SST, definidos pela organização.

42 Notas Finais A vantagem da opção pela integração dos sistemas de gestão passa pela sua uniformização e pela não repetição de procedimentos e ações, simplificando e potenciando a sua implementação.

43 Notas Finais A integração dos sistemas de gestão permite aproveitar o facto de alguns dos requisitos dos sistemas serem comuns, a saber: a definição da política, a responsabilidades e autoridade, o desdobramento por objetivos, o sistema de documentação e seu controlo (manual, procedimentos e registos), o controlo dos registos e processos, a formação, sensibilização e competências, a identificação de não-conformidades, definição de ações corretivas e preventivas, as auditorias internas, a avaliação e medição e a revisão pela direção.

44 Notas Finais A implementação de sistemas de gestão integrados ao nível do Desporto permitirá : a existência de um sistema único e simplificado que ao nível documental quer ao nível dos procedimentos e práticas; o foco contínuo na melhoria do desempenho da organização desportiva; a otimização da utilização dos recursos disponíveis; a integração de forma crescente de preocupações com a Qualidade, o meio ambiente e a segurança e higiene no trabalho na organização desportiva.

45 Notas Finais Os principais benefícios da implementação de sistemas integrados de Gestão da Qualidade são, a nível interno: um incentivo à aprendizagem organizacional; uma maior responsabilidade, envolvimento e comprometimento com a organização; uma melhor gestão do tempo e dos recursos disponíveis; a melhoria contínua da qualidade e da eficiência da organização e a nível externo: melhoria da imagem e aumento do valor da organização; maiores oportunidades de prestação de serviços e aumento da satisfação e fidelização dos praticantes desportivos num País em que a taxa de prática regular de Atividade Física regular é muito baixa.

46 Notas Finais Nos referenciais para os três sistemas de gestão existe um pressuposto comum: a melhoria contínua do desempenho das organizações desportivas.

47 TAREFA 1 Quais as vantagens da gestão da qualidade no desporto? 2 Quais as vantagens da gestão ambiental no desporto? 3 Quais as vantagens da gestão da saúde no trabalho no desporto? 4 Quais as vantagens da integração destes sistemas de gestão?

48 Gestão de Instalações Desportivas Ambiente, Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho Módulo 10 sessão 3

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