ABSOLUTISMO E MERCANTILISMO

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1 ABSOLUTISMO E MERCANTILISMO

2 CONTEXTO No final da Idade Média (séculos XIV e XV), ocorreu uma forte centralização política nas mãos dos reis. A burguesia comercial ajudou muito neste processo, pois interessa a ela um governo forte e capaz de organizar a sociedade. Portanto, a burguesia forneceu apoio político e financeiro aos reis, que em troca, criaram um sistema administrativo eficiente, unificando moedas e impostos e melhorando a segurança dentro de seus reinos.

3 ABSOLUTISMO ESPANHOL E PORTUGUÊS

4 PIONEIROS PORTUGAL ESPANHA

5 ABSOLUTISMO França. Luís XVI Rei Sol. O maior símbolo do absolutismo.

6 ABSOLUTISMO - INGLÊS

7 ABSOLUTISMO

8 TEÓRICOS DO ABSOLUTISMO Jacques Bossuet : para este filósofo francês o rei era o representante de Deus na Terra. Portanto, todos deveriam obedecê-lo sem contestar suas atitudes.

9 TEÓRICOS DO ABSOLUTISMO Nicolau Maquiavel : Escreveu um livro, " O Príncipe", onde defendia o poder dos reis. De acordo com as ideias deste livro, o governante poderia fazer qualquer coisa em seu território para conseguir a ordem. De acordo com o pensador, o rei poderia usar até mesmo a violência para atingir seus objetivos. É deste teórico a famosa frase : " Os fins justificam os meios

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11 TEÓRICOS DO ABSOLUTISMO Este pensador inglês, autor do livro " O Leviatã. Defendia a ideia de que o rei salvou a civilização da barbárie e, portanto, através de um contrato social, a população deveria ceder ao Estado todos os poderes.

12 ABSOLUTISMO Regime político em que os reis possuem o poder absoluto sobre suas nações. Nova adequação do poder, conciliando parcialmente os interesses da tradicional nobreza e da nascente burguesia. NOBREZA: burocracia administrativa (cargos) e privilégios (pensões e isenção de impostos). BURGUESIA: dinamização das atividades comerciais (unificação de moedas, leis, sistemas de pesos e medidas, conquista de mercados e eliminação de barreiras internas prejudiciais ao comércio).

13 MUDANÇAS: Compromissos do rei: Centralização do poder. Delimitação do território. Idioma. Nacionalismo. Exército forte. Moeda forte. Unificação dos pesos e medidas. Burocracia. Diplomacia.

14 MUDANÇAS: Compromissos do burguês: Buscar formas de obter metais. Pagar impostos. ($$$$$$) Aceitar o poder real.

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17 MERCANTILISMO Mercantilismo é a política econômica adotada na Europa durante o Antigo Regime. Lembrando que o governo absolutista interferia muito na economia dos países. O objetivo principal destes governos era alcançar o máximo possível de desenvolvimento econômico, através do acúmulo de riquezas. Quanto maior a quantidade de riquezas dentro de um reino, maior seria seu prestígio, poder e respeito internacional.

18 PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DO SISTEMA ECONÔMICO MERCANTILISTA : Metalismo Intervencionismo. Protecionismo. Balança Comercial favorável. Colonialismo Industrialização.

19 PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DO SISTEMA ECONÔMICO MERCANTILISTA : Metalismo Busca por metais que eram símbolos de poder e riqueza.

20 PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DO SISTEMA ECONÔMICO MERCANTILISTA : Industrialização O governo estimulava o desenvolvimento de indústrias em seus territórios. A ideia era gerar mais $$$$$

21 PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DO SISTEMA ECONÔMICO MERCANTILISTA : Protecionismo Alfandegário : os reis criavam impostos e taxas para evitar ao máximo a entrada de produtos vindos do exterior. Era uma forma de estimular a indústria nacional e também evitar a saída de moedas para outros países.

22 PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DO SISTEMA ECONÔMICO MERCANTILISTA : Balança Comercial Favorável: o esforço era para exportar mais do que importar, desta forma entraria mais moedas do que sairia, deixando o país em boa situação financeira.

23 PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DO SISTEMA ECONÔMICO MERCANTILISTA : Pacto Colonial As colônias europeias deveriam fazer comércio apenas com suas metrópoles. Era uma garantia de vender caro e comprar barato, obtendo ainda produtos não encontrados na Europa. Dentro deste contexto histórico ocorreu o ciclo econômico do açúcar no Brasil Colonial.

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26 ABSOLUTISMO E MERCANTILISMO

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