Maquiavel. Teoria Política. (Capítulo 24, pág 298 a 302)

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1 Maquiavel Teoria Política (Capítulo 24, pág 298 a 302)

2 CONTEXTO HISTÓRICO (SÉC XIV e seguintes) 1. FORMAÇÃO DAS MONARQUIAS NACIONAIS (Portugal, França, Inglaterra, Espanha). 2. Monarquias Nacionais ESTADO MODERNO Centralização do poder. 3. Centralização do poder Estado fazer e aplicar leis recolher impostos, cunhar moeda, ter um exército, único a deter o monopólio legítimo da força e administração para prestar serviços públicos. 4. Fundamentação teórica da política da modernidade : Maquiavel e contratualistas (Hobbes, Locke e Rousseau). 5. Mas, Itália e Alemanha Fragmentadas em muitos Estados com disputas internas e conflitos entre cidades vizinhas.

3 Livros : O PRÍNCIPE e COMENTÁRIOS SOBRE A 1ª DÉCADA DE TITO LÍVIO MAQUIAVEL Provocou inúmeras interpretações e controvérsias, pois a 1ª vista parece defender o absolutismo e o imoralismo. Maquiavélico: pessoa sem escrúpulos, traiçoeira, astuciosa, que, para atingir seus fins, usa da mentira e má-fé ( os fins justificam os meios ).

4 A Nova Ética e Moral Política VIRTÚ FORTUNA Virtude = força, valor, lutador e guerreiro. Os Príncipes de grande virtú são capazes de grandes obras e provocar mudanças na história. Não é a virtude da moral cristã de bom e justo, mas sim a agir com força e energia para conquistar e manter o poder. No sentido empregado pelo filósofo significa sorte, ocasião, acaso, e não no sentido comum de riqueza. Ou seja, o príncipe, para agir bem, não deve deixar escapar a ocasião oportuna. De nada adiantaria ser virtuoso se se não for ousado e agir na ocasião certa.

5 A Teoria Política Modificou a abordagem tradicional da política elaborada pelos gregos e pelos medievais Maquiavel é considerado fundador da Ciência Política (começo desvinculada da ética e da religião) Políticas normativas que prescreviam as normas de um bom regime e as virtudes de um bom governo. Política realista

6 A Teoria Política É considerada realista baseada em como o homem age de fato, na realidade. Os governantes e os homens sempre agiram pela violência e corrupção, pois a natureza humana é capaz do mal e do erro. Assim, Maquiavel, analisa a ação política real. Dessa forma, elabora uma Teoria Política UTILITARISTA voltada para ser eficaz e imediata. A Ciência Política só tem sentido se propiciar o melhor exercício da arte política, portanto, voltada para a realidade e desvinculada da ÉTICA PESSOAL E DA RELIGIÃO, mas em uma NOVA ÉTICA E UMA NOVA MORAL A ÉTICA E A MORAL POLÍTICA.

7 A Nova Ética e Moral Política A ÉTICA E A MORAL PRIVADA. ANALISA AS AÇÕES EM FUNÇÃO DAS CONSEQUENCIAS, DOS RESULTADOS DA AÇÃO POLÍTICA. DIFERE A Nova ÉTICA e MORAL POLÍTICA. ANALISA AS AÇÕES EM FUNÇÃO DE UMA HIERARQUIA DE VALORES. Distancia-se das Políticas normativas gregas e medievais que prescreviam as normas de um bom regime e as virtudes de um bom governo.

8 ESPIONAGEM, A VIOLÊNCIA. A Nova Ética e Moral Política A Nova ÉTICA e MORAL POLÍTICA. AMORALISMO? NÃO! A NOVA MORAL IRÁ OCUPAR-SE COM O QUE É ÚTIL À COMUNIDADE: A MORAL POLÍTICA, POIS A MORAL PRIVADA (ou simplesmente MORAL, com NORMAS GERAIS E ABSTRATAS) PODERÁ LEVAR À RUÍNA DO GOVERNANTE E DE SUA AÇÃO POLÍTICA. DAÍ APOIAR O EMPREGO DA FORÇA COERCITIVA DO ESTADO, A GUERRA, A

9 Democracia e conflito ORDEM Não é a ordem hierárquica, que cria a harmonia forçada, mas a que resulta do Conflito, mas uma mudança radical no enfoque. ORDEM 2º Maquiavel A que resulta do conflito, porque as sociedades têm conflitos e antagonismos (realidade). O conflito é um fenômeno inerente à atividade política, e esta atividade se realiza pela busca da conciliação do confronto, num processo que nunca cessa. FORÇAS EM LUTA LIBERDADE A RELAÇÃO ENTRE FORÇAS ANTAGÔNICAS É SEMPRE DE EQUILÍBRIO TENSO.

10 Maquiavel e a República Livro: Comentários sobre a primeira década de Tito Lívio. - Ideias democráticas e republicanas. - Reconhece os riscos da corrupção, que faz prevalecer os interesses particulares sobre os coletivos. RECONHECE NA LEI O INSTRUMENTO EFICAZ PARA FAZER RESPEITAR O BEM COMUM.

11 CONCLUSÃO

12 Bibliografia - Filosofando, Introdução à Filosofia de Maria Lúcia de Arruda e Maria Helena Pires Martins. Editora Moderna.

13 Orientações para estudo O estudo para as provas não pode abranger apenas este esquema de aula. O aluno deve associar as presentes informações ao seu próprio resumo do capítulo e, quando for o caso, frequentar as aulas do plantão de dúvidas do Colégio para uma melhor preparação para as avaliações.

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