PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA A PANDEMIA DE GRIPE A (H1N1) NO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SOURE

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1 PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA A PANDEMIA DE GRIPE A (H1N1) NO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SOURE Versão 1 - Setembro de 2009

2 ÍNDICE 1. Introdução 3 2. Objectivos do Plano 4 3. Coordenador e equipa operativa do plano de contingência para a pandemia de gripe 5 4. Actividades essenciais e prioritárias 6 5. Áreas de actuação no âmbito do plano de contingência 7 6. Fases de actividade gripal definidas pela OMS 8 7. Acções a desenvolver em cada área de actuação no âmbito do plano de acordo com 9 as fases de actividade gripal 8. Lista de verificação para elaboração do plano de contingência Especificação das acções desenvolvidas ou a desenvolver no âmbito do plano Medidas de prevenção e controlo da gripe Cronograma das acções do plano de contingência 12. Avaliação Anexo 1 - Anexo 2 - Plano de contingência para a gripe A (H1N1) Página 2 de 31

3 1. INTRODUÇÃO As pandemias de gripe assumem um carácter cíclico. No século ocorreram 3 pandemias: a gripe espanhola ou pneumónica, em 1918, a gripe asiática, em 1957 e a gripe de Hong Kong em A Organização Mundial da Saúde (OMS) desde 2003 tem vindo a intensificar o alerta para que todos os países, instituições e indivíduos se preparem para a ocorrência de uma pandemia de gripe. As autoridades nacionais de saúde vêm também alertando para a ameaça duma possível pandemia de gripe, recomendando a preparação de planos de contingência de modo a diminuir o elevado nível de ausências ao trabalho que se prevêem em cada momento e que provocarão perturbações no normal funcionamento da sociedade. O Plano de Contingência nacional é da responsabilidade do Ministério da Saúde e, para além das medidas relacionadas com as instituições de saúde, alerta para o facto da importância de todas as instituições estarem preparadas atendendo às suas especificidades. Assim, o Agrupamento de Escolas de Soure elaborou o presente Plano de Contingência onde constam acções e medidas a tomar em particular nas áreas críticas de actividade, perante diferentes cenários de absentismo e disfunção social. Constam também deste plano a calendarização das medidas a tomar, bem como as responsabilidades de cada pessoa dentro da instituição, que devem ser ajustadas aos diferentes cenários de evolução da pandemia, a fim de assegurar que cada um saiba o que fazer em situação de crise e o que esperar das acções desenvolvidas por si e pelos outros. A aplicação atempada das medidas e acções em cada fase da evolução da pandemia da gripe e a aplicação de modo articulado com as famílias, os serviços de saúde e outras estruturas pertinentes da comunidade educativa, permitirão manter a actividade da instituição escolar, reduzindo o impacto da pandemia, nomeadamente o absentismo dos profissionais e dos alunos e respectivas repercussões nas actividades escolares e também no ambiente familiar e social de toda a comunidade. Ao elaborarmos este projecto, pretendemos ainda aproveitar a oportunidade para que o Agrupamento de Escolas de Soure se prepare melhor para outras emergências que condicionem o normal funcionamento das escolas que o integram. Consoante a eficácia revelada na aplicação deste Plano de Contingência e face à evolução da doença e à constante actualização das informações por parte das Autoridades de Saúde, o presente documento tem um carácter dinâmico, podendo sofrer alterações sempre que se considere pertinente. Plano de contingência para a gripe A (H1N1) Página 3 de 31

4 2. OBJECTIVOS DO PLANO A grande finalidade do Plano de Contingência é manter a actividade das escolas e jardins de infância do Agrupamento em face dos possíveis efeitos da pandemia, nomeadamente, o absentismo dos profissionais e dos alunos e respectivas repercussões nas actividades escolares e no ambiente familiar e social de toda a comunidade educativa. Atingiremos tal meta se conseguirmos: Estimar as necessidades de cuidados a serem prestados e recursos necessários, no caso de uma pandemia. Orientar a implementação das medidas de prevenção e de controlo da gripe. Optimizar a utilização de instalações e serviços do Agrupamento e planear a sua maximização de acordo com a necessidade. Preparar a resposta nas diferentes fases do plano, para diminuir as condições de propagação da pandemia. Promover a continuidade do processo de ensino-aprendizagem, recorrendo inclusivamente a técnicas de ensino à distância. Promover a formação e treino de todos os alunos e profissionais do Agrupamento. Minimizar o impacto da pandemia nos estudantes e profissionais do Agrupamento. Assegurar a atempada recolha de informação. Garantir a correcta e adequada informação, quer ao nível interno, quer externo. Assegurar uma resposta coordenada com as outras instituições, nomeadamente as de saúde, envolvidas na resposta à pandemia. Plano de contingência para a gripe A (H1N1) Página 4 de 31

5 3. COORDENADOR E EQUIPA OPERATIVA DO PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA A PANDEMIA DA GRIPE A coordenação global do Plano deve ser assumida pelo órgão de gestão da escola devidamente apoiado por uma equipa operativa. Estes devem articular-se de forma estreita com a Unidade de Saúde Pública do respectivo Agrupamento de Centros de Saúde, bem como com os pais dos respectivos alunos e outras entidades pertinentes. Coordenadora: Natália Costa (Órgão de Gestão, Adjunta) Restante equipa: Alberto Cruz (Coordenador de estabelecimento) Armando Martins (Órgão de Gestão, Adjunto) Fátima Ramos (Chefe dos Serviços de Administração Escolar) Fernanda Costa (SASE) João Carlos Martins (Coordenador do CNO) Jorge Peixoto (QA - 550) José Manuel Baptista (Coordenador do Pessoal Assistentes Operacionais ) Luísa Pereirinha (Órgão de Gestão - Subdirectora) Manuela Guardado (Órgão de Gestão - Adjunta) Maria João Machado (Coordenadora do Programa de Educação para a Saúde) Maria José Malo (Coordenadora das bibliotecas escolares) 3.1 CADEIA DE COMANDO E CONTROLO A cadeia de comando e controlo define a liderança e coordenação em situação de pandemia de gripe. Na ausência dos responsáveis de cada sector, os seus papéis deverão ser desempenhados pelos respectivos substitutos (pg.7) sob supervisão do coordenador. Esta equipa, que estará em constante comunicação com o Director, organiza-se do seguinte modo: Plano de contingência para a gripe A (H1N1) Página 5 de 31

6 João Ramos Pereira Director Natália Costa Coordenadora Mª João Machado Serviços de Apoio à saúde Armando Martins Fátima Ramos José Manuel Baptista Recursos Humanos José Manuel Baptista Fernanda Costa Recursos materiais Luísa Pereirinha Maria José Malo Informação e comunicação O Coordenador do Plano e o responsável pelos serviços de apoio à saúde têm a seu cargo a implementação e coordenação do Plano de Contingência. Neste sentido providencia: A normalidade, garantindo na medida do possível, as actividades lectivas; O contacto com a Linha 24 ( ); O contacto com os Encarregados de Educação; A implementação das medidas que o Delegado de Saúde vier a aconselhar; O contacto com a DREC em caso de elevado absentismo, e implementação das directivas emanadas por este organismo; Ordenar o fecho da escola, de acordo com as recomendações das entidades competentes. Os responsáveis pelos serviços de apoio à saúde em colaboração com os responsáveis pelos recursos humanos e pelos recursos materiais monitoriza o cumprimento do plano, implementando a prevenção. Compete-lhe ainda manter o contacto com o elemento de apoio do Centro de Saúde. Os responsáveis pelos recursos humanos identificam as actividades prioritárias no seu sector e organizam o serviço em conformidade. Monitorizam as faltas ao serviço dos funcionários docentes e não docentes e mantêm o Coordenador informado do número de faltas por motivo de gripe. O responsável mais directamente ligado à área de pessoal de acção educativa, assegura-se, ainda, que os funcionários cumprem as medidas de higiene definidas no plano, bem como o acompanhamento dos alunos à sala de isolamento. Os responsáveis pelos recursos materiais identificam as necessidades de instalações, equipamentos e bens e zelam para que o seu suprimento seja garantido. Plano de contingência para a gripe A (H1N1) Página 6 de 31

7 4. ACTIVIDADES ESSENCIAIS E PRIORITÁRIAS Continuidade das actividades pedagógicas (Jardins de infância, 1ºciclo, 2ºciclo, 3ºciclo, secundário, CEF, cursos EFA e Centro Novas Oportunidades) Serviços administrativos (Contabilidade, área de alunos e de pessoal) Apoio ao Refeitório Bufete PB Portaria Vigilância de pavilhões e recreios 5. ÁREAS DE ACTUAÇÃO NO ÂMBITO DO PLANO DE CONTINGÊNCIA Foram definidas 4 áreas prioritárias de acção com base nas quais foi elaborado este plano. Para cada uma dessas áreas foram indicados os respectivos responsáveis. ÁREAS DE ACTUAÇÃO RESPONSÁVEIS 1. Planeamento e Coordenação Natália Costa Maria João Machado (substituta) 2. Medidas de prevenção e controlo da gripe Maria João Machado João Carlos Martins (substituto) 3. Continuidade das actividades pedagógicas 3.1. Recursos humanos 3.2. Instalações, equipamentos e bens Armando Martins Fátima Ramos José Manuel Baptista Manuela Guardado (substituta) Alberto Cruz (substituto) Luísa Pereirinha (substituta) José Manuel Baptista Fernanda Costa Natália Costa (substituta) Jorge Peixoto (substituto) 4. Informação e Comunicação Luísa Pereirinha Maria José Malo Maria João Machado (substituta) Jorge Peixoto (substituto) Plano de contingência para a gripe A (H1N1) Página 7 de 31

8 6. FASES DE ACTIVIDADE GRIPAL DEFINIDAS PELA OMS A Organização Mundial de Saúde (OMS) estabeleceu seis fases na evolução da gripe, definindo para cada uma delas as principais acções a adoptar. Plano de contingência para a gripe A (H1N1) Página 8 de 31

9 7. ACÇÕES A DESENVOLVER EM CADA ÁREA DE ACTUAÇÃO NO ÂMBITO DO PLANO DE ACORDO COM AS FASES DE ACTIVIDADE GRIPAL Fase 1-3 Preparação da capacidade de resposta a uma gripe pandémica 1. PLANEAMENTO E COORDENAÇÃO - Redigir e rever o plano de contingência. - Organizar e regular as acções da equipa operativa que prepara e acompanha o Plano de Contingência. - Coordenar a informação a todo o Agrupamento e aos pais sobre eventuais novas tomadas de decisão. - Praticar a simulação do plano, nomeadamente com a presença de consultores externos e ajustá-lo de acordo com os resultados. 2. MEDIDAS DE PREVENÇÃO E CONTROLO DA GRIPE - Instituir medidas de controlo de infecção, tanto no que respeita à higiene pessoal como à higiene das instalações e dos equipamentos escolares - Manter a monitorização da gripe sazonal através do sistema on-line GRIPENET. - Prever a formação para grupos específicos da comunidade escolar (Funcionários, professores, alunos). - Planear medidas de saúde na escola, nomeadamente: vigilância dos profissionais que tenham tido contacto com um caso provável ou comprovado, accionar medidas de profilaxia, proceder à notificação dos casos infectados. 3. CONTINUIDADE DAS ACTIVIDADES PEDAGÓGICAS 3.1. RECURSOS HUMANOS - Actualizar o levantamento da capacidade em termos de recursos humanos do Agrupamento, e equacionar a sua utilização para situações de emergência. - Desenvolver e disseminar procedimentos pedagógicos alternativos para assegurar a continuidade do processo de ensino-aprendizagem - Planear a manutenção das actividades essenciais do Agrupamento. - Desenvolver orientações para o encerramento de escolas e jardins 3.2. INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS E BENS - Actualizar o levantamento da capacidade em termos de instalações e recursos materiais do Agrupamento e equacionar a sua utilização para situações de emergência. - Definir necessidades em termos de fornecimento/aprovisionamento de bens essenciais para a manutenção do funcionamento das instituições (comida não perecível, água, electricidade, consumíveis e equipamento necessário) em caso de uma pandemia de gripe. 4. INFORMAÇÃO/COMUNICAÇÃO - Desenvolver um plano de comunicação com os funcionários, alunos e pais. - Definir as estruturas e vias de comunicação interna e externa e manter uma actualização da informação do que se passa no Agrupamento Plano de contingência para a gripe A (H1N1) Página 9 de 31

10 Fase 4 Acções para diminuir e minimizar a disseminação do novo vírus na comunidade. 1. PLANEAMENTO E COORDENAÇÃO - Actualizar o plano de contingência em articulação com as orientações técnicas dos responsáveis nacionais. - Coordenar a informação ao Agrupamento e aos pais sobre eventuais novas tomadas de decisão. - Rever as acções do grupo de preparação e acompanhamento do Plano de Contingência 2. MEDIDAS DE PREVENÇÃO E CONTROLO DA GRIPE - Intensificar a informação e acções relativas a medidas de controlo de infecção (higiene pessoal e das instalações e equipamentos escolares). - Rever a formação para grupos específicos da comunidade escolar. - Manter a monitorização da gripe sazonal através do sistema on-line GRIPENET - Equacionar os meios de protecção individual mais eficazes para interromper a cadeia de transmissão. - Pôr em prática as medidas de isolamento para os alunos e profissionais infectados. - Activar as medidas programadas de saúde na escola 3. CONTINUIDADE DAS ACTIVIDADES PEDAGÓGICAS 3.1. RECURSOS HUMANOS - Rever a capacidade do Agrupamento em termos de recursos humanos em situações de emergência. - Avaliar a eficácia dos procedimentos pedagógicos alternativos desenvolvidos para assegurar a continuidade do processo de ensino-aprendizagem - Considerar o desenvolvimento de planos de recuperação a curto prazo para estudantes infectados INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS E BENS - Rever a capacidade do Agrupamento em termos de instalações e recursos materiais em situações de emergência. - Actualizar contactos dos responsáveis em manter as operações essenciais do Agrupamento 4. INFORMAÇÃO/COMUNICAÇÃO - Intensificar a informação sobre medidas de prevenção e controlo da gripe. - Rever a informação patente na página web e adaptar os conteúdos. - Continuar a divulgar o mail para onde devem ser enviar as dúvidas e questões - Dar resposta, se necessário com apoio das estruturas de saúde, às questões colocadas por Pais, alunos e profissionais docentes e não docentes do Agrupamento, nomeadamente através do criado para a gripe. Plano de contingência para a gripe A (H1N1) Página 10 de 31

11 Fase 5-6 Acções para diminuir o impacto da pandemia na comunidade 1. PLANEAMENTO E COORDENAÇÃO - Actualizar o plano de contingência em articulação com as orientações técnicas dos responsáveis nacionais. - Coordenar a informação ao Agrupamento e aos pais sobre eventuais novas tomadas de decisão. - Equacionar o encerramento de uma ou mais escolas do Agrupamento. - Rever as acções do grupo de preparação e acompanhamento do Plano de Contingência. - Avaliar e corrigir as falhas do plano de contingência. 2. MEDIDAS DE PREVENÇÃO E CONTROLO DA GRIPE - Reforçar a informação e acções relativas a medidas de controlo de infecção (higiene pessoal e das instalações e equipamentos escolares). - Rever a formação para grupos específicos da comunidade escolar. - Manter a monitorização da gripe sazonal através do sistema on-line GRIPENET - Equacionar os meios de protecção individual mais eficazes para interromper a cadeia de transmissão. - Pôr em prática as medidas de isolamento para os alunos e profissionais infectados. - Reforçar as medidas programadas de saúde na escola. 3. CONTINUIDADE DAS ACTIVIDADES PEDAGÓGICAS 3.1. RECURSOS HUMANOS - Pôr em prática a capacidade do Agrupamento em termos de recursos humanos em situações de emergência. - Considerar a substituição e recolocação de responsáveis em manter as actividades essenciais das escolas do Agrupamento - Activar os procedimentos pedagógicos alternativos desenvolvidos para assegurar a continuidade do processo de ensino-aprendizagem - Considerar o desenvolvimento de planos de recuperação em caso de encerramento das escolas 3.2. INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS E BENS - Rever a capacidade do Agrupamento em termos de instalações e recursos materiais em situações de emergência. - Adequar os recursos dependendo da taxa de ataque - Avaliar as falhas e desenvolver soluções rápidas - Actualizar contactos dos responsáveis em manter as operações essenciais do Agrupamento 4. INFORMAÇÃO/COMUNICAÇÃO - Intensificar a informação sobre medidas de prevenção e controlo da gripe. - Rever a informação patente na página web e adaptar os conteúdos. - Continuar a divulgar o mail para onde devem ser enviar as dúvidas e questões - Dar resposta, se necessário com apoio das estruturas de saúde, às questões colocadas por Pais, alunos e profissionais docentes e não docentes do Agrupamento, nomeadamente através do criado para a gripe. - Garantir a divulgação atempada a toda a comunidade escolar. - Coordenar as comunicações para o exterior do Agrupamento e as autoridades de saúde Plano de contingência para a gripe A (H1N1) Página 11 de 31

12 8. LISTA DE VERIFICAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE CONTINGÊNCIA 1 PLANEAMENTO E COORDENAÇÃO NÃO INICIADO EM CURSO EECUTADO 1.1 Designar um coordenador do plano de contingência para a pandemia da gripe 1.2 Designar uma equipa de trabalho multidisciplinar para elaborar e pôr em acção o plano de contingência para a pandemia da gripe 1.3 Atribuir responsabilidades pela execução das diferentes acções do plano 1.4 Identificar as actividades essenciais e prioritárias 1.5 Elaborar uma calendarização, formas de divulgação e medidas de resposta e actuação definidas de acordo com as fases de preparação, resposta e recuperação de uma pandemia 1.6 Definir os recursos humanos mínimos para cada uma das áreas essenciais e prioritárias e prever a sua substituição, em caso de necessidade 1.7 Planear formas de manter as actividades administrativas e de segurança da escola, em caso de elevado absentismo ou de encerramento 1.8 Assegurar que os responsáveis pelas diferentes tarefas e respectivos substitutos têm a informação e o treino necessários para a sua execução 1.9 Actualização de informação relativa à população escolar, no que respeita à forma de contacto com os Encarregados de Educação, bem como à possibilidade de utilização de meios de comunicação à distância 1.10 Identificar os fornecedores de bens ou serviços essenciais para o funcionamento da instituição como, por exemplo, refeições, segurança, etc Verificar se os fornecedores de bens ou serviços considerados essenciais podem garantir a continuidade desses fornecimentos 1.12 Equacionar soluções alternativas para a manutenção dos fornecimentos essenciais 1.13 Identificar os parceiros com quem deve ser estabelecida uma articulação prioritária 1.14 Assegurar a existência de uma reserva estratégica de bens ou produtos cuja falta possa comprometer o exercício das actividades mínimas ou consideradas prioritárias (durante o período crítico da pandemia) 1.15 Articulação das acções com as autoridades de saúde e outras autoridades/estruturas locais e nacionais de modo a ter em conta medidas de contenção comunitárias (como a decisão de encerrar ou reabrir as escolas do Agrupamento) e as Plano de contingência para a gripe A (H1N1) Página 12 de 31

13 necessidades/ responsabilidades relativamente à execução de medidas de controlo da infecção (a identificação e notificação de casos de infecção em estudantes e funcionários, isolamento, limitação da mobilidade e fornecimento de cuidados de saúde) Implementação de um exercício de simulação para testar o plano, que deve ser revisto regularmente Participação em exercícios de simulação dos planos de contingência comunitários, caso existam 2 MEDIDAS DE PREVENÇÃO E CONTROLO DA GRIPE NÃO INICIADO EM CURSO EECUTADO 2.1 Efectuar sessões de esclarecimento com os profissionais (docentes e não docentes) sobre as medidas de prevenção a adoptar 2.2 Efectuar sessões de esclarecimento com os pais sobre as medidas de prevenção a adoptar 2.3 Informar os Pais de que as crianças não serão admitidas se apresentarem febre ou outros sinais de gripe 2.4 Enviar, pelo correio, aos Pais e Encarregado de Educação de todas as crianças do Agrupamento o folheto informativo Alguns conselhos para proteger o seu filho da gripe A (H1N1), a informação de que existe um plano de contingência e o local onde o poderão consultar, e ainda, o mail criado pelo agrupamento para receber dúvidas ou questões sobre a Gripe e as normas de prevenção na escola 2.5 Efectuar sessões de esclarecimento e formação dos profissionais não docentes sobre a higienização dos espaços 2.6 Promover a reflexão e a realização de trabalhos sobre o tema e discutir dúvidas com os alunos 2.7 Distribuir e afixar materiais informativos sobre medidas de prevenção e controlo 2.8 Prever uma reserva estratégica de produtos de higiene e limpeza, ou outros considerados essenciais no contexto das medidas de protecção, para fazer face a uma eventual ruptura no seu fornecimento 2.9 Proceder a uma avaliação das instalações e equipamentos para lavagem das mãos e reparar eventuais deficiências 2.10 Proceder à instalação de dispositivos de desinfecção das mãos com solução à base de álcool em locais estratégicos e onde não seja possível lavar as mãos Designar um responsável que assegure a manutenção destes dispositivos 2.11 Definir e implementar rotinas de lavagem das mãos das crianças e dos profissionais 2.12 Definir e implementar regras e rotinas de lavagem das instalações e equipamentos Plano de contingência para a gripe A (H1N1) Página 13 de 31

14 2.13 Definir e implementar regras de lavagem e higienização dos brinquedos 2.14 Definir e implementar regras de arejamento das instalações 2.15 Definir e implementar regras de prevenção e higiene pessoal 2.16 Impor a regra de que as crianças com febre ou sintomas gripais permaneçam em casa e não frequentem a escola 2.17 Impor a regra de que os profissionais com febre ou sintomas gripais permaneçam em casa e não frequentem a escola 2.18 Criar uma sala de isolamento para crianças que manifestem febre ou sintomas gripais, até que os encarregados de educação as retirem da escola 2.19 Estabelecer regras de utilização desta sala 2.20 Desenvolvimento de medidas específicas relativas a profilaxia para os funcionários, cuja ocupação envolve um contacto mais directo com os indivíduos com suspeita de gripe e com a sala de isolamento 2.21 Monitorização da gripe na comunidade escolar do Agrupamento 3 CONTINUIDADE DAS ACTIVIDADES PEDAGÓGICAS NÃO INICIADO EM CURSO EECUTADO 3.1 Planear formas de manter a actividade escolar das crianças, por exemplo, através de e da plataforma Moodle, no caso de encerramento da escola ou de absentismo de professores 3.2 Encorajar os pais a apoiarem a realização dos trabalhos escolares em articulação com os professores, em caso de encerramento da escola 3.3 Alertar os pais para encontrarem formas alternativas para a guarda das crianças, no caso de a escola ter de encerrar 3.4 Encontrar, em articulação com a Autarquia e os pais, formas de fornecimento de alimentação às crianças apoiadas pelo programa de refeições escolares em caso de encerramento da escola 3.5 Encontrar, em articulação com a Autarquia e os pais, formas de garantir os transportes escolares 4 INFORMAÇÃO/COMUNICAÇÃO NÃO INICIADO EM CURSO EECUTADO 4.1 Divulgar o Plano de contingência junto dos profissionais da escola 4.2 Divulgar o Plano de contingência junto dos pais ou encarregados de educação Plano de contingência para a gripe A (H1N1) Página 14 de 31

15 4.3 Divulgar o Plano de contingência junto dos parceiros e restante comunidade educativa 4.4 Manter uma lista actualizada dos contactos de todos os profissionais da escola, dos pais ou encarregados de educação, de todos os parceiros e de todos os fornecedores pertinentes 4.5 Prever formas de comunicação com os profissionais da escola através de vias alternativas telemóvel ou 4.6 Prever e estabelecer formas de comunicação com o Delegado de Saúde do respectivo Agrupamento de Centros de Saúde e a equipa de saúde escolar 4.7 Prever formas de comunicação com os alunos e os pais ou encarregados de educação, através de vias alternativas telemóvel ou 4.8 Fornecer informação aos pais sobre a evolução da situação na escola e esclarecer eventuais dúvidas 4.9 Estabelecer formas de comunicação com os parceiros pertinentes Plano de contingência para a gripe A (H1N1) Página 15 de 31

16 9. ESPECIFICAÇÃO DAS ACÇÕES DESENVOLVIDAS OU A DESENVOLVER NO ÂMBITO DO PLANO 1 PLANEAMENTO E COORDENAÇÃO 1.1 Designar um coordenador do plano de contingência para a pandemia da gripe Natália Costa (Órgão de Gestão, Adjunta) 1.2 Designar uma equipa de trabalho multidisciplinar para elaborar e pôr em acção o plano de contingência para a pandemia da gripe A equipa inclui responsáveis pelos vários ciclos de ensino do Agrupamento, responsáveis pelo pessoal não docente administrativo e auxiliar, os Coordenadores das bibliotecas e da Educação para a Saúde. É composta pelos seguintes elementos: Alberto Cruz (Coordenador de estabelecimento), Armando Martins (Órgão de Gestão, Adjunto), Fátima Ramos (Chefe dos Serviços de Administração Escolar), Fernanda Costa (SASE), João Carlos Martins (Coordenador do CNO), Jorge Peixoto (QA - 550), José Manuel Baptista (Coordenador do Pessoal Assistentes Operacionais ), Luísa Pereirinha (Órgão de Gestão - Subdirectora), Manuela Guardado (Órgão de Gestão - Adjunta), Maria João Machado (Coordenadora do Programa de Educação para a Saúde), Maria José Malo (Coordenadora das bibliotecas escolares) 1.3 Atribuir responsabilidades pela execução das diferentes acções do plano Para cada uma das diferentes acções do plano foram indicados responsáveis, pertencentes à equipa operativa, pela sua execução. 1. Planeamento e Coordenação Natália Costa, Maria João Machado 2. Medidas de prevenção e controlo da gripe Maria João Machado, João Carlos Martins 3. Continuidade das actividades pedagógicas 3.1. Recursos humanos Manuela Guardado, Armando Martins, Alberto Cruz, Luísa Pereirinha, Fátima Ramos, José Manuel Baptista 3.2. Instalações, equipamentos e bens Natália Costa, Jorge Peixoto, José Manuel Baptista, Fernanda Costa 4. Informação e Comunicação Luísa Pereirinha, Maria José Malo, Maria João Machado, Jorge Peixoto 1.4 Identificar as actividades essenciais e prioritárias Continuidade das actividades pedagógicas (Jardins de infância, 1ºciclo, 2ºciclo, 3ºciclo, secundário, CEF, cursos EFA e Centro Novas Oportunidades) Serviços administrativos (Contabilidade, área de alunos e de pessoal) Apoio ao Refeitório Bar PB Portaria Vigilância de pavilhões e recreios 1.5 Elaborar uma calendarização, formas de divulgação e medidas de resposta e actuação definidas de acordo com as fases de preparação, resposta e recuperação de uma pandemia 1.6 Definir os recursos humanos mínimos para cada uma das áreas essenciais e prioritárias e prever a sua substituição, em caso de necessidade Na escola sede o número mínimo Assistentes operacionais será o seguinte: Portaria 1 Plano de contingência para a gripe A (H1N1) Página 16 de 31

17 Blocos 3 Bar 1 Telefone 1 Apoio -1 Como a escola funciona por turnos este número será duplicado. À noite, para que a escola funcione é necessário: Portaria 1 Vigilância -2 Na EB 1,2 o número de funcionários será de 6. Também este número será duplicado, já que esta escola também funciona em regime de desdobramento. Escolas do 1º ciclo Quando houver sintomas da gripe H1N1 no/a professor/a acciona-se a o plano, no caso de este esgotar, e no caso de existir outra sala de aula a funcionar, os alunos serão, temporariamente, juntos, esgotadas todas estas hipóteses encerra-se a escola No caso de doença da técnica operaciona e esgotadas todas as substituições, quer da Câmara, quer do Agrupamento as aulas decorrerão sem técnica operacional. Nas escolas do 1º ciclo de lugar único e esgotadas as substituições do professor em casa de doença a escola será encerrada. Pré-Escolar Nos Jardins-de-infância com mais de 1 sala, esgotadas as substituições da Educadora juntam-se as turmas. Nos Jardins de lugar único e no caso de adoecer a Técnica Operacional o Jardim continua aberto. Caso adoeça a Educadora, a Técnica Operacional assegurará, temporariamente, o Jardim aberto. Caso adoeçam as duas os meninos irão para casa. Serviços Administrativos Contabilidade 1 Tesouraria - 1 Alunos 1 Pessoal -1 Expediente Planear formas de manter as actividades administrativas e de segurança da escola, em caso de elevado absentismo ou de encerramento Funcionário na portaria 1 Funcionário no telefone 1 Funcionário nos Serviços Administrativos Assegurar que os responsáveis pelas diferentes tarefas e respectivos substitutos têm a informação e o treino necessários para a sua execução Será assegurado através de reuniões entre a equipa operativa e entre esta e o pessoal docente e não docente a ocorrerem no início do ano. 1.9 Actualização de informação relativa à população escolar, no que respeita à forma de contacto com os Encarregados de Educação, bem como à possibilidade de utilização de meios de comunicação à distância Estão já informatizados os registos dos contactos telefónicos dos Encarregados de Educação. Quanto à informação de quantos alunos têm acesso facilitado à internet e qual o seu endereço electrónico, ela será obtida por cada director de turma no inquérito que ele realiza no início do ano Identificar os fornecedores de bens ou serviços essenciais para o funcionamento da instituição como, por exemplo, refeições, segurança, etc. Plano de contingência para a gripe A (H1N1) Página 17 de 31

18 1.11 Verificar se os fornecedores de bens ou serviços considerados essenciais podem garantir a continuidade desses fornecimentos 1.12 Equacionar soluções alternativas para a manutenção dos fornecimentos essenciais 1.13 Identificar os parceiros com quem deve ser estabelecida uma articulação prioritária Câmara Municipal de Soure Centro Saúde de Soure Bombeiros Voluntários de Soure 1.14 Assegurar a existência de uma reserva estratégica de bens ou produtos cuja falta possa comprometer o exercício das actividades mínimas ou consideradas prioritárias (durante o período crítico da pandemia) A reserva estratégica será sempre constituída por um terço de cada encomenda de bens e produtos 1.15 Articulação das acções com as autoridades de saúde e outras autoridades/estruturas locais e nacionais de modo a ter em conta medidas de contenção comunitárias (como a decisão de encerrar ou reabrir as escolas do Agrupamento) e as necessidades/ responsabilidades relativamente à execução de medidas de controlo da infecção (a identificação e notificação de casos de infecção em estudantes e funcionários, isolamento, limitação da mobilidade e fornecimento de cuidados de saúde). As medidas de contenção decididas pelas autoridades locais ou nacionais que abranjam o Agrupamento serão de imediato postas em prática. Será feito um registo diário (Anexo ) do qual será dado conhecimento ao Coordenador de Educação para a Saúde, ao Coordenador da equipa do plano de contingência e ao Director do Agrupamento dos casos suspeitos, alunos ou funcionários, que foram conduzidos às salas de isolamento, que necessitaram de cuidados de saúde enquanto estiveram na escola ou que não compareceram na escola devido à gripe Implementação de um exercício de simulação para testar o plano, que deve ser revisto regularmente. Simulacro geral feito em todas as escolas do Agrupamento relativo às medidas de prevenção (higiene pessoal e higiene dos materiais, equipamentos e instalações (dia 22/09/2009) Deve ser preenchida uma grelha de observação do simulacro em cada escola (anexo.) Simulacro feito em cada turma de todas as escolas do Agrupamento para uma situação em que é detectado um aluno com suspeitas de Gripe A. Deve ser preenchida uma grelha de observação do simulacro por cada Director de turma ou professor que fez o simulacro (anexo.) Feita a avaliação a partir das grelhas preenchidas, verificar-se-á se há necessidade de fazer novos simulacros que abranjam até outras situações 1.17 Participação em exercícios de simulação dos planos de contingência comunitários, caso estes existam O Agrupamento estará disponível para participar em exercícios de simulação de planos de contingência comunitários 2 MEDIDAS DE PREVENÇÃO E CONTROLO DA GRIPE 2.1 Efectuar sessões de esclarecimento com os profissionais (docentes e não docentes) sobre as medidas de prevenção a adoptar Antes do início das actividades lectivas dos alunos, serão realizadas reuniões, em separado, entre a equipa operativa do Plano de Contingência e cada um dos seguintes grupos de profissionais do Plano de contingência para a gripe A (H1N1) Página 18 de 31

19 Agrupamento: - Profissionais não docentes - Educadores de infância - Professores do 1ºciclo - Professores do 2ºciclo - Professores do 3ºciclo e secundário (2 sessões, devido ao elevado número de professores) - Formadores dos cursos EFA e do CNO - Directores de turma (para transmissão de informações mais específicas de actuação com os alunos) - Professores do Ensino Especial (para transmissão de informações mais específicas de actuação com os alunos com necessidades educativas especiais) Nestas reuniões serão dadas breves informações sobre o vírus da Gripe A, modo de transmissão e principais sintomas da gripe A, será dado a conhecer o Plano de Contingência do Agrupamento e os locais onde pode ser consultado e, de modo mais pormenorizado, as normas e procedimentos a adoptar nas escolas do Agrupamento para prevenção e controlo da gripe. Será dada também informação sobre os simulacros a realizar nas primeiras duas semanas de aulas, em contexto de aula e fora de aula. Será ainda divulgado o mail criado pela escola para receber dúvidas e questões sobre a Gripe A. 2.2 Efectuar sessões de esclarecimento com os pais sobre as medidas de prevenção a adoptar Na semana que antecede o início das aulas será feita uma reunião entre os representantes da Associação de Pais e a Equipa Operativa do Plano de Contingência, para dar a conhecer este plano, ouvir sugestões e esclarecer possíveis dúvidas relativas à actuação do Agrupamento para prevenir e controlar a gripe e relativas à continuidade das actividades pedagógicas em situações de maior absentismo provocado pela gripe. No dia da recepção aos alunos e aproveitando a vinda dos pais à escola, serão realizadas reuniões, em separado, entre a equipa operativa do Plano de Contingência e os Pais dos alunos de cada um dos seguintes níveis de ensino: -5º ano -6º ano -7º ano -8º ano -9º ano -10º ano -11º ano -12º ano Relativamente aos alunos do 1º ciclo e às crianças do pré-escolar, as reuniões serão feitas entre cada professor ou educador e os pais das crianças das suas turmas, visto ser impraticável elementos da equipa operativa, no primeiro dia de aulas, estarem presentes em todos os Jardins de Infância e Escolas do 1º ciclo do Agrupamento. Nestas reuniões serão dadas breves informações sobre o vírus da Gripe A, modo de transmissão e principais sintomas da gripe A, será dado a conhecer o Plano de Contingência do Agrupamento e os locais onde pode ser consultado e, de modo mais pormenorizado, as normas e procedimentos a adoptar nas escolas do Agrupamento para prevenção e controlo da gripe. Será ainda divulgado o mail criado pela escola para receber dúvidas e questões sobre a Gripe A. Está ainda prevista uma sessão de esclarecimento, a realizar em horário nocturno em parceria com o Centro de Saúde sobre a Gripe A e as normas e procedimentos adoptadas no Agrupamento para a prevenção e controlo da gripe. 2.3 Informar os Pais de que as crianças não serão admitidas se apresentarem febre ou outros sinais de gripe A informação de que a crianças, tal como os profissionais, não serão admitidas na escola se apresentarem temperatura de 38 0 ou outros sinais e sintomas de gripe, será comunicada aos Pais na carta em que é enviado o folheto informativo e será também dada nas reuniões com os Pais no início de Plano de contingência para a gripe A (H1N1) Página 19 de 31

20 ano. 2.4 Enviar, pelo correio, aos Pais e Encarregado de Educação de todas as crianças do Agrupamento o folheto informativo Alguns conselhos para proteger o seu filho da gripe A (H1N1), a informação de que existe um plano de contingência e o local onde o poderão consultar, e ainda, o mail criado pelo agrupamento para receber dúvidas ou questões sobre a Gripe e as normas de prevenção na escola O folheto a enviar é o folheto que e encontra na página da DGIDC. O Plano de Contingência estará disponível para consulta pública na biblioteca da escola e na página do Agrupamento (http://www.escolasdesoure.pt). O mail criado pelo agrupamento para receber dúvidas ou questões sobre a Gripe e as normas de prevenção na escola é 2.5 Efectuar sessões de esclarecimento e formação dos profissionais não docentes sobre a higienização dos espaços Será realizada, assim que houver disponibilidade por parte do Centro de Saúde de Soure, uma formação para profissionais não docentes sobre normas e procedimentos para higienização de materiais equipamentos escolares e instalações. Será reforçada novamente a informação sobre as medidas de prevenção e controlo da Gripe e, nomeadamente, os procedimentos a seguir quando são chamados às salas de aula por haver um aluno com suspeita de gripe ou quando é detectado fora do contexto da sala de aula. 2.6 Promover a reflexão e a realização de trabalhos sobre o tema e discutir dúvidas com os alunos Qualquer professor pode e deve trabalhar este tema com os alunos no espaço aula. Sugere-se que os directores de Turma usem aulas de Formação Cívica para trabalhar este tema, de modo a facilitar o hábito de pôr em prática as normas e procedimentos de prevenção e controlo da Gripe por parte dos alunos 2.7 Distribuir e afixar materiais informativos sobre medidas de prevenção e controlo Quando as aulas tiverem início devem estar afixados em todas as escolas do Agrupamento, em zonas de boa visibilidade para alunos, pessoal docente e não docente e para Pais, cartazes informativos sobre medidas de prevenção e controlo da gripe. Serão ainda distribuídos folhetos e possivelmente utilizados outros meios para fazer a divulgação dessas medidas. 2.8 Prever uma reserva estratégica de produtos de higiene e limpeza, ou outros considerados essenciais no contexto das medidas de protecção, para fazer face a uma eventual ruptura no seu fornecimento A reserva estratégica é constituída por 1/3 de cada encomenda que é feita. Foi comprado: Máscara cirúrgica 500 Álcool sanitário a 70 0 C 200 Toalhetes de papel 200 Maços Solução alcoólica desinfectante gel 20 - Embalagens de 800ml (a renovar ao longo do tempo) Toalhetes de superfícies (teclados ) 200 Termómetros 4 Dispensadores de solução alcoólica desinfectante 10 Caixotes de lixo com tampa 20 Luvas descartáveis 200 Lenços das mãos 1000 Papel Higiénico Proceder a uma avaliação das instalações e equipamentos para lavagem das mãos e reparar eventuais deficiências Esta avaliação foi feita em todas as escolas do Agrupamento pelos responsáveis pelos recursos materiais antes das aulas começarem, tendo-se iniciado as reparações necessárias. Nas escolas do 1ºciclo e Plano de contingência para a gripe A (H1N1) Página 20 de 31

21 Jardins-de-infância esta avaliação e eventuais reparações são da responsabilidade da Câmara Municipal 2.10 Proceder à instalação de dispositivos de desinfecção das mãos com solução à base de álcool em locais estratégicos e onde não seja possível lavar as mãos Designar um responsável que assegure a manutenção destes dispositivos Os dispositivos de desinfecção das mãos com solução à base de álcool serão instalados à entrada de cada edifício de cada escola do Agrupamento, na sala de isolamento, biblioteca, sala dos professores, secretaria, direcção, bar e refeitório. Nos Jardins-de-Infância haverá também um dispositivo em cada sala. Estes dispositivos de limpeza poderão eventualmente vir ainda a ser colocados noutros locais em que se manifestarem necessários 2.11 Definir e implementar rotinas de lavagem das mãos das crianças e dos profissionais Nos locais de lavagem de mãos serão colocados cartazes com instruções sobre como o fazer. Será também divulgado que essa rotina deve ser realizada sempre que se entra na escola, antes de comer alimentos trazidos de casa, de comer no bar ou no refeitório, antes de sair da escola e sempre que considerarem necessário 2.12 Definir e implementar regras e rotinas de lavagem das instalações e equipamentos Foi definido e será divulgado a alunos e profissionais que: - A frequência de limpeza das instalações deve aumentar relativamente ao que era usual - Nos jardins de infância o chão das salas deve ser lavado mais do que uma vez por dia - As mesas dos refeitórios devem ser limpas após cada utilização - Caixotes do lixo das salas de aulas devem ser esvaziados à hora de almoço e ao final do dia. - Desinfectar as maçanetas das portas e os corrimãos depois de cada intervalo - Desinfectar os telefones - Desinfectar periodicamente chaves e livros de ponto - Promover a lavagem/ limpeza diária dos materiais da escola utilizados na prática da Educação Física. - Limpeza frequente com toalhetes de superfícies dos teclados e ratos dos computadores da escola - As batas usadas nas aulas laboratoriais devem ser lavadas após cada utilização. - Manter as casas de banho limpas e desinfectadas. - Efectuar a limpeza/desinfecção da sala de isolamento após cada caso (com registo em impresso próprio colocado para o efeito na sala). - Fazer a manutenção/ substituição/reposição dos kits Definir e implementar regras de lavagem e higienização dos brinquedos - Todos os brinquedos devem ser lavados com detergente pelo menos uma vez por dia - Peluches e outros brinquedos de difícil lavagem não devem ser usados - Os livros de folhas grossas e os livros de plástico devem ser desinfectados depois de utilizados - Os brinquedos devem ser separados por caixas: limpos e sujos 2.14 Definir e implementar regras de arejamento das instalações Foi definido e será divulgado a alunos e profissionais que: - Depois de cada aula, as salas devem ser arejadas. As janelas são deixadas abertas durante o intervalo. - Restantes espaços fechados também devem ser frequentemente arejados 2.15 Definir e implementar regras de prevenção e higiene pessoal Serão divulgadas a alunos, profissionais docentes e não docentes e Pais regras de higiene pessoal com vista à prevenção do contágio. - lavar frequente das mãos - não pôr objectos ou as mãos na boca - não partilhar objectos, nomeadamente lápis, canetas, talheres, copos, etc. - desinfectar a sua área de trabalho sempre que mudam de carteira os alunos devem - espirrar ou tossir para um lenço de papel de utilização única ou para o antebraço Plano de contingência para a gripe A (H1N1) Página 21 de 31

22 - depositar de imediato os lenços usados em caixotes do lixo - preferir os espaços ao ar livre à hora do recreio - fazer uma alimentação saudável: variada e rica em legumes e fruta 2.16 Impor a regra de que as crianças com febre ou sintomas gripais permaneçam em casa e não frequentem a escola Educadores, professores e pessoal não docente foram informados de que as crianças não serão admitidas na escola se apresentarem temperatura de 38 0 ou outros sinais e sintomas de gripe Impor a regra de que os profissionais com febre ou sintomas gripais permaneçam em casa e não frequentem a escola Profissionais foram informados que se apresentarem temperatura de 38 0 ou outros sinais e sintomas de gripe devem permanecer em casa Criar uma sala de isolamento para crianças que manifestem febre ou sintomas gripais, até que os encarregados de educação as retirem da escola Foi criada uma sala de isolamento em cada escola onde havia mais algum local arejado para além das salas de aula, refeitório ou outras salas imprescindíveis à continuidade das actividades lectivas. Esta sala deverá ter janela, para poder ser arejada com frequência. Nesta sala deve existir um dispositivo dispensador de solução anti-séptica de base alcoólica para desinfecção das mãos e o Kit sala de isolamento (álcool a 70 0, termómetros, máscaras cirúrgicas, toalhetes de papel) 2.19 Estabelecer regras de utilização desta sala Esta sala será apenas utilizada para o isolamento de casos com suspeita de gripe. Os alunos permanecerão aqui até que se obtenha resposta da Linha Saúde 24 e os pais os vão buscar. Também os profissionais com suspeita de gripe devem utilizar a sala se estiverem à espera de obter resposta da Linha Saúde 24 e até que abandonem as instalações escolares. Após cada utilização o funcionário responsável pela sala de isolamento providencia a limpeza/desinfecção da mesma e areja a sala, abrindo as janelas e fechando a porta. No final de cada dia deve repor o stock de máscaras cirúrgicas, toalhetes de papel, álcool e verificar o dispositivo dispensador de solução anti-séptica de base alcoólica para desinfecção das mãos 2.20 Desenvolvimento de medidas específicas relativas a profilaxia para os funcionários, cuja ocupação envolve um contacto mais directo com os indivíduos com suspeita de gripe e com a sala de isolamento Farão parte das medidas de actuação relativamente aos funcionários cuja ocupação envolve um contacto mais directo com os indivíduos com suspeita de gripe e com a sala de isolamento - Vigilância dos profissionais que tiveram contacto com casos comprovados de gripe - Indicação aos serviços de saúde que dirão se há necessidade de prescrição de profilaxia pós-exposição. - Designação dos meios de protecção individual mais eficazes para interromper a cadeia de transmissão Monitorização da gripe na comunidade escolar do Agrupamento As faltas dos alunos devido à gripe devem ser rapidamente comunicadas à Direcção do Agrupamento pelo educador/ professor do 1º ciclo / director de turma. Também as faltas devido à gripe de profissionais docentes e não docentes devem ser comunicadas pela chefe dos serviços administrativos à Direcção do Agrupamento. (Devem indicar nome, aluno/funcionário não docente/professor, escola, dia ou dias da ocorrência, tipo de ocorrência frequência da sala de isolamento, ausência da escola) A partir desses registos e dos registos diários feitos pelos funcionários responsáveis pelas salas de isolamento, o Coordenador da Educação para a Saúde fará o resumo diário da situação, no que respeita à gripe, no Agrupamento Plano de contingência para a gripe A (H1N1) Página 22 de 31

23 3 CONTINUIDADE DAS ACTIVIDADES PEDAGÓGICAS 3.1 Planear formas de manter a actividade escolar das crianças, por exemplo, através de e da plataforma Moodle, no caso de encerramento da escola ou de absentismo de professores 3.2 Encorajar os pais a apoiarem a realização dos trabalhos escolares em articulação com os professores, em caso de encerramento da escola 3.3 Alertar os pais para encontrarem formas alternativas para a guarda das crianças, no caso de a escola ter de encerrar 3.4 Encontrar, em articulação com a Autarquia e os pais, formas de fornecimento de alimentação às crianças apoiadas pelo programa de refeições escolares em caso de encerramento da escola 3.5 Encontrar, em articulação com a Autarquia e os pais, formas de garantir os transportes escolares 4 INFORMAÇÃO / COMUNICAÇÃO 4.1 Divulgar o Plano de contingência junto dos profissionais da escola O Plano de Contingência do agrupamento começará por ser divulgado no início do ano, pela equipa responsável pela sua elaboração, em reuniões com os profissionais docentes e não docentes, que acontecerão antes o início das aulas. O Plano de Contingência estará também disponível, logo que possível, na página web do Agrupamento: 4.2 Divulgar o Plano de contingência junto dos pais ou encarregados de educação O Plano de Contingência do agrupamento começará por ser divulgado no início do ano, pela equipa responsável pela sua elaboração, em reuniões com a Associação de Pais e Encarregados de Educação e, no dia da recepção aos alunos, em sessões com os Pais dos alunos. Está ainda prevista uma sessão nocturna com os Pais e Encarregados de Educação, entre outras coisas, para divulgar o Plano e Contingência do agrupamento O Plano de Contingência estará também disponível, logo que possível, na página web do Agrupamento: 4.3 Divulgar o Plano de contingência junto dos parceiros e restante comunidade educativa O Plano de contingência será enviado a parceiros como por exemplo o Centro de Saúde, Câmara Municipal, Bombeiros, e estará disponível na página web do Agrupamento: 4.4 Manter uma lista actualizada dos contactos de todos os profissionais da escola, dos pais ou encarregados de educação, de todos os parceiros e de todos os fornecedores pertinentes Essa lista já existe informatizada 4.5 Prever formas de comunicação com os profissionais da escola através de vias alternativas telemóvel ou Existe já a listagem de contactos por telemóvel e dos profissionais do Agrupamento 4.6 Prever e estabelecer formas de comunicação com o Delegado de Saúde do respectivo Agrupamento de Centros de Saúde e a equipa de saúde escolar Plano de contingência para a gripe A (H1N1) Página 23 de 31

24 A Coordenadora da equipa de Educação para a Saúde faz parte da equipa que é responsável pela elaboração e por pôr em prática o plano e contingência. Desta equipa de Educação para a Saúde fazem também parte técnicos de saúde do Centro de Saúde de Soure, pelo que esta será uma das formas de comunicação entre o Agrupamento e o Centro de Saúde. Para além disso, foi previsto o contacto directo com o Delegado e Saúde 4.7 Prever formas de comunicação com os alunos e os pais ou encarregados de educação, através de vias alternativas telemóvel ou Existe a listagem de contactos telefónicos e, em alguns casos de , dos Pais e Encarregados de Educação 4.8 Fornecer informação aos pais sobre a evolução da situação na escola e esclarecer eventuais dúvidas As informações sobre a evolução da situação na escola serão dadas através da página da escola, que irá sendo actualizada. Para esclarecimento de dúvidas os Pais podem utilizar o que foi criado especificamente para esse efeito. 4.9 Estabelecer formas de comunicação com os parceiros pertinentes A comunicação será feita por telefone e por , previsivelmente pelo Coordenador do Plano de Contingência do Agrupamento Plano de contingência para a gripe A (H1N1) Página 24 de 31

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