QUINTA DOS SONHOS Creche Jardim de Infância ÉVORA. Plano de Contingência para a Pandemia da Gripe A

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1 QUINTA DOS SONHOS Creche Jardim de Infância ÉVORA Plano de Contingência para a Pandemia da

2 Ano Lectivo 2009/ Coordenação do plano: A coordenação global do plano é da responsabilidade da Direcção da Instituição, que se faz representar por: Alexandra Cristina Veiga da Silva Potes Amaral Jorg ( ), sendo seu substituto: Verónica Maria de Sousa Falé Vidigal ( ), em estreita articulação com o Centro de Saúde local. 2. Equipa Operativa: Coordenador de Educação para a saúde: Luísa Isabel Martins Rodrigues Monteiro ( ), em articulação com a equipa técnica da Creche e Jardim de Infância (6 elementos), os serviços administrativos (1 elemento), serviços de cozinha (2 elementos), serviços de limpeza (1 elemento) e através do cumprimento do plano de emergência e evacuação da instituição (todos os elementos). A equipa operativa também se deverá articular com as entidades externas, nomeadamente o Centro de Saúde de Évora, o Hospital do Espirito Santo, os Bombeiros Voluntários de Évora e os fornecedores de bens e serviços. 3. CADEIA DE COMANDO E CONTROLO 3.1 Competências do Coordenador de Educação para a Saúde O coordenador de educação para a saúde é responsável pela implementação e coordenação do plano de contingência na «quinta dos sonhos». Diligencia em: o Garantir a normalidade, na medida do possível, das actividades lectivas; o O contacto com a linha 24 ( ) no caso de suspeita de alunos com gripe e informar o coordenador geral do Plano; o O contacto com os Encarregados de Educação, no caso de suspeita de

3 crianças com gripe; o Implementar as medidas que o Delegado de Saúde vier a aconselhar o Definir medidas alternativas de fornecimento de refeições, no caso de encerramento da cozinha; o Propor à Direcção o fecho do JI e Creche, de acordo com as recomendações das entidades competentes. o Definir as estratégias de actuação; o Divulgar o Plano de Contingência a todos os colaboradores; o Identificar e registar tarefas prioritárias e colaboradores relevantes; o Manter actualizadas as listas de contactos (pessoal docente, não docente, Encarregados de educação e colaboradores); o Prever substituições; o Identificar tarefas que possam ser temporariamente suspensas; o Avaliar situações e preparar respostas e medidas adequadas A Coordenadora da Educação para a Saúde monitoriza ainda o cumprimento do plano e implementa o plano de prevenção. Mantém contacto com o elemento de apoio do centro de saúde. Identifica as actividades prioritárias no seu sector e organiza o serviço em conformidade. Monitoriza as faltas ao serviço dos docentes e não docentes e mantém o coordenador do Plano Global informado do número de faltas por motivo de gripe. Gere os recursos humanos do respectivo sector, assegura-se que os funcionários cumprem as medidas de higiene definidas no plano, bem como o acompanhamento dos alunos à sala de isolamento. Gere os recursos da cozinha, e assegura-se, junto dos diversos fornecedores, da continuidade do fornecimento dos géneros alimentares. 3.2 SERVIÇOS ESSENCIAIS E PRIORITÁRIAS E MEDIDAS DE CONTINGÊNCIA a) Actividades curriculares- Salas de aula/ Espaço Exterior

4 b) Segurança /Limpeza/Higiene; c) Alimentação d) Comunicações 3.3 Medidas de Manutenção das actividades em situação de crise: a) Actividades curriculares- Salas de aula/ Espaço Exterior É de prever que surjam casos de entre os profissionais podendo conduzir a uma situação de elevado absentismo. Neste caso, dever-se-ão implementar medidas que visem assegurar os serviços mínimos para garantir as actividades essenciais da Creche/Jardim de Infância. Assim, para cada situação que a seguir se identifica, define-se a medida a tomar: Situação Ausência da auxiliar que faz a abertura da Instituição Ausência da ed. da sala de creche Ausência de 1 aux. da sala Medidas É substituída pela ed. Luisa ou D. Madalena Actividades asseguradas pelas aux. Anabela e Glória Actividades asseguradas pela ed. E outra auxiliar. Ausência de 2 aux. da sala Actividades asseguradas pela Ausência da ed. e 1 aux. Ausência da ed. da sala de j. inf. 1 Ausência da aux. da sala de j. inf. 1 Ausência da ed. da sala de j. inf. 2 Ausência do aux. da sala de j. inf. 2 Ausência da administrativa educadora Actividades asseguradas pela outra aux. e se necessário por uma educadora do J. Inf. Actividades asseguradas por aux. Dora e/ou José ou ed. Luisa Actividades asseguradas por aux. José e/ou ed. Marta/Luisa Actividades asseguradas por aux. José e/ou Dora e ed. Marta Actividades asseguradas por aux. Dora e/ou ed. Marta/Luisa Assegura os serviços a administrativa Verónica

5 Ausência da cozinheira Ausência da cozinheira e aux. de cozinha Ausência da auxiliar de serviços gerais Ausência da coordenadora pedagógica Ausência da aux. que faz a sesta Serviços assegurados pela aux. de cozinha Compra-se comida confeccionada Serviços assegurados pelos técnicos presentes Funções asseguradas pelas Ed. Marta e/ou Maria João Sesta assegurada por outro aux. ou ed.. b) LIMPEZA Reposição de stoks de produtos de higiene e limpeza. Reforço dos produtos de desinfecção de chão e equipamentos, higienização das mãos, toalhetes de higiene para as mãos e ainda de desinfectantes de base alcoólica para as mãos. c) ALIMENTAÇÃO Deverá ser criada uma reserva de segurança de água engarrafada e de outros produtos não perecíveis capaz de abastecer o estabelecimento durante 1 semana, tendo em vista minimizar o impacte de eventuais falhas de fornecimento. d) COMUNICAÇÕES Deve haver atenção redobrada sobre o bom funcionamento da linha telefónica. Como alternativa, há telemóvel e .

6 4. Finalidade do plano: A principal finalidade do Plano de Contingência da Instituição (QUINTA DOS SONHOS), relativamente à, é prevenir o contágio e minimizar o impacto da doença. 4.1 Três vertentes de acção: Considerando a importância das Creches e Jardins de Infância na prevenção de uma pandemia de gripe, devido à possibilidade de contágio e rápida propagação da doença entre as crianças e profissionais, estas deverão estar preparadas para a adopção de medidas adequadas de prevenção e contenção desta doença, em estreita articulação com os pais ou encarregados de educação e a Unidade de Saúde Pública do respectivo Agrupamento de Centros de Saúde. Salientam-se as medidas essenciais que visam capacitar a comunidade educativa para a adopção de comportamentos preventivos adequados e as que visam intervir no ambiente educativo, no sentido de facilitar esses mesmos comportamentos Conhecer a doença Dar a conhecer as manifestações da doença, bem como as suas formas de transmissão, para que sem alarmismos, se possam adoptar as medidas de prevenção mais adequadas Prevenir a doença Essas medidas, se não existirem casos de doença nas escolas, suspeitos ou confirmados, consistem num conjunto de regras gerais de higiene pessoal e colectiva.

7 Agir em caso de doença No caso de surgirem casos de entre as crianças: Sempre que se verifique o risco de contágio ou a manifestação dos sintomas da doença, deverão as mesmas ser conduzidas a uma sala de isolamento e serem seguidas as instruções e encaminhamento fornecidas pelos profissionais de saúde, nomeadamente a colocação de uma máscara ao suspeito da infecção, verificação da temperatura e contacto com o centro de saúde ou a linha de saúde Saúde 24 ( ) e respeitar as orientações dadas. Entretanto, deverão ser contactados os pais e/ou encarregados de educação. Idênticas medidas devem ser tomadas para qualquer membro adulto da comunidade educativa ( excepto, obviamente, o contacto com os encarregados de educação) Conhecer a doença a) O que é a (H1N1) A gripe A é uma doença infecto-contagiosa que afecta o nariz, a garganta e o sistema respiratório, provocada por um novo vírus da Gripe, o designado vírus da gripe A (H1N1). b) O que é o vírus da (H1N1) O vírus da (H1N1) é um novo subtipo de vírus que afecta os seres humanos. Este novo subtipo, contém genes das variantes, humana, aviária e suína do vírus da Gripe, numa combinação genética nunca antes observada em todo o Mundo.

8 c) Como se transmite? A transmite-se de pessoa para pessoa, através do contacto com indivíduos doentes, desde os primeiros sintomas até cerca de 7 dias após o seu início, ou do contacto com objectos ou superfícies contaminados pelo vírus. O vírus encontra-se presente nas gotículas de saliva ou secreções nasais das pessoas doentes, podendo ser transmitido através do ar, em particular em espaços fechados e pouco ventilados, quando as pessoas doentes tossem ou espirram no interior desses espaços. O vírus pode, também, ser transmitido através do contacto das mãos com superfícies, roupas ou objectos contaminados por gotículas de saliva ou secreções nasais de uma pessoa doente, se posteriormente as mãos contaminadas entrarem em contacto com a boca, o nariz ou os olhos. O vírus pode permanecer activo em superfícies ou objectos contaminados entre 2 a 8 horas. A lavagem frequente das mãos com água e sabão ou com soluções de base alcoólica e a limpeza de superfícies e objectos com líquidos de limpeza doméstica, permitem a destruição do vírus. d) Quais os principais sintomas da? A apresenta, na maioria dos casos, uma evolução de baixa gravidade. No entanto, têm sido registadas algumas situações de maior gravidade que conduziram à morte. Na gripe sazonal, regra geral, as crianças, as mulheres grávidas, os doentes crónicos e debilitados e as pessoas idosas apresentam uma maior vulnerabilidade à doença. Contudo, a, na Europa, tem atingido predominantemente os adultos jovens, de ambos os sexos. Os principais sintomas são semelhantes aos da gripe sazonal: Febre Tosse Dores de garganta

9 Dores musculares Dores de cabeça Arrepios de frio Cansaço Diarreia ou vómitos (incomuns na Gripe sazonal, têm sido verificados). Todos estes aspectos serão dados a conhecer à comunidade educativa através de cartazes afixados na Instituição e de folhetos distribuídos aos encarregados de educação nas reuniões de início do ano lectivo (anexos) Prevenir a doença Ainda não existe uma vacina disponível contra o Vírus da (H1N1), embora possa vir a existir no futuro. As medidas gerais de higiene, pessoais e colectivas, são as medidas mais importantes para evitar a propagação da doença. Os educadores e auxiliares da acção educativa responsáveis por cada grupo/turma, devem instruir os alunos quanto a essas regras gerais de higiene, válidas para a prevenção não só da, mas também de muitas outras doenças transmissíveis. Todos os adultos da comunidade educativa devem cumprir e fazer cumprir estas regras Medidas Gerais de Higiene Pessoal: a) Cobrir a boca e o nariz quando se tosse ou espirra

10 Cobrir a boca e o nariz com lenço de papel, nunca com a mão. Colocar o lenço de papel no saco do lixo. No caso de não se poder usar lenço de papel, tapar a boca com o antebraço. A seguir, lavar as mãos. Os Educadores devem fazer cumprir estes procedimentos sempre que se verifiquem estas situações na aula. b) Lavar frequentemente as mãos Lavar frequentemente as mãos, com água e sabão, ou com uma solução de base alcoólica, em especial após ter tossido, espirrado ou assoado o nariz. Os Educadores devem fazer cumprir estes procedimentos sempre que possível. Como regra geral de higiene, e com especial destaque para o pessoal do refeitório, devem lavar-se as mãos, igualmente: antes e depois de comer; antes e depois de preparar refeições; sempre que se utilize a casa de banho; sempre que se tenha de servir comida, ou mexer em equipamentos colectivos. Usar de preferência sabonete líquido, durante pelo menos 20 segundos. Devem ser usadas toalhas de papel para secar as mãos. c) Usar luvas descartáveis Usar luvas descartáveis sempre que se prepare comida ou se façam pensos ou curativos. Descartar as luvas após cada utilização. d) Evitar o contacto com outros quando se têm sintomas de Gripe Sempre que qualquer elemento da comunidade educativa apresente febre e sintomas de Gripe, não deve comparecer na Instituição até a situação ser esclarecida por um profissional de saúde, recorrendo ao Centro de Saúde ou à Linha Saúde 24 ( ). Quando se têm sintomas de Gripe, deve guardar-se uma distância mínima de um metro quando se fala com outras pessoas. Não se deve cumprimentar com beijos ou abraços.

11 e) Evitar o contacto com pessoas que apresentem sintomas de Gripe Deve evitar-se, sempre que possível, o contacto próximo com pessoas que apresentem sintomas de Gripe Medidas Gerais de Higiene Colectiva: a) Manter as superfícies, os objectos de trabalho e os equipamentos limpos Limpar frequentemente as superfícies das mesas de trabalho, equipamentos e outros objectos com um desinfectante ou detergente doméstico comum, passando a seguir por água limpa todos os objectos ou equipamentos que possam ser levados à boca, para evitar a ingestão do produto de limpeza. Este aspecto é particularmente importante em jardins-de-infância onde as crianças partilham os mesmos objectos/brinquedos, que devem ser lavados/desinfectados com periodicidade, dependendo da organização das actividades. Proceder da mesma forma para as superfícies e objectos que entrem em contacto com as mãos (ex: torneiras, maçanetas das portas,...). b) Promover o arejamento dos espaços Deve promover-se o arejamento dos espaços fechados de manhã e ao final da tarde Agir em caso de doença

12 CASO SUSPEITO DE GRIPE A (H1N1) NUM ELEMENTO DA COMUNIDADE EDUCATIVA Se um elemento da comunidade educativa manifestar febre superior a 38.º C, ou sintomas de gripe, não deve comparecer na Instituição até que a situação fique completamente esclarecida, devendo, para o efeito, telefonar para a Linha Saúde 24 ( ) e seguir as indicações que lhe forem transmitidas. Sempre que durante o dia alguém apresentar febre, com ou sem outros sintomas, deve promover-se o seu afastamento das restantes pessoas, e contactar o Centro de Saúde, no sentido de saber qual o encaminhamento a dar à situação. Em caso de dúvida, ligar para a Linha Saúde 24 ( ). NÃO ENVIAR logo à Urgência. Após confirmação da suspeita, deve avisar-se o encarregado de educação tão breve quanto possível CASO CONFIRMADO DE GRIPE A (H1N1) NUM ELEMENTO DA COMUNIDADE EDUCATIVA No caso de se confirmar a doença num elemento da comunidade educativa, este não deve comparecer na Instituição por um período mínimo de sete dias, ou até que lhes seja dada alta clínica. Deve permanecer em casa, sempre que possível, a fim de evitar contagiar outras pessoas. Sempre que tiver de se deslocar fora da residência, ou contactar com outras pessoas, deve utilizar uma máscara protectora da boca e nariz e lavar frequentemente as mãos. As pessoas que tratem do doente em casa devem seguir as regras de higiene acima enumeradas. Devem lavar frequentemente as mãos após contacto com o doente, ou com objectos ou roupas potencialmente contaminados por saliva ou secreções nasais.

13 No caso de se confirmar a doença num elemento da comunidade educativa, para além da actuação acima, os seus contactos próximos deverão ser de imediato isolados; os responsáveis da Instituição devem entrar em contacto com a autoridade local de Saúde Pública no sentido de decidir quais as medidas de contenção mais adequadas. Estas podem passar pelo abandono da Instituição por parte dos contactos próximos ou mesmo pelo fim prematuro de todas as actividades. 5. Procedimentos gerais para todos os estabelecimentos de ensino: 5.1. Pessoal Docente Todos os docentes devem cumprir e fazer cumprir as Medidas Gerais de Higiene Pessoal e Colectiva, na sua sala de aula. Cobrir a boca e o nariz com um lenço de papel, quando se tosse ou espirra. Lavar frequentemente as mãos, com água e sabão ou com solução anti-séptica de base alcoólica e sempre que se espirrar ou tossir. Proceder, sempre que possível, à lavagem/desinfecção dos materiais/brinquedos da sala, no início da actividade e no final da actividade.

14 Encaminhar o aluno para sala própria, sempre que se verifiquem sintomas de gripe A. Manter as superfícies, os objectos de trabalho e os equipamentos limpos Garantir o arejamento das salas Em caso de absentismo dos técnicos, a situação deverá ser avaliada pelo Delegado de Saúde Pessoal Não Docente Todos os elementos do pessoal não docente devem fazer cumprir as Medidas Gerais de Higiene Pessoal e Colectiva. Cobrir a boca e o nariz, com um lenço de papel, quando se tosse ou espirra. Lavar frequentemente as mãos, com água e sabão ou com solução anti-séptica de base alcoólica e sempre que se espirrar ou tossir. Lavar/desinfectar os materiais/brinquedos da sala, no início da actividade e no final da actividade e de acordo com as indicações da Educadora de Infância responsável.

15 Manter as superfícies, os objectos de trabalho e os equipamentos limpos. Proceder ao arejamento de todos os espaços da Instituição. Usar luvas na preparação dos alimentos (refeitório). Usar máscara aquando do acompanhamento de alunos com suspeitas de infecção por gripe A. 6. Avaliação Será facultada a informação adequada a toda a comunidade educativa da Instituição sobre as medidas gerais de prevenção, como identificar e actuar perante casos suspeitos, e a quem recorrer para esclarecer as suas dúvidas. O plano será reavaliado e actualizado sempre que necessário. Após a fase de pandemia, a equipa operativa elaborará um relatório, com os principais procedimentos do plano, bem como com as acções de melhoria a implementar no futuro.

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