Hábitos de consumo de medicamentos entre idosos usuários do SUS e de plano de saúde

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Hábitos de consumo de medicamentos entre idosos usuários do SUS e de plano de saúde"

Transcrição

1 Artigo Original Hábitos de consumo de medicamentos entre idosos usuários do SUS e de plano de saúde Habits of medication consumption among elderly SUS and health insurance users Lúcia Rondelo Duarte 1, Reinaldo José Gianinni 2, Lílian Regina Ferreira 3, Mércia Aparecida da Silva Camargo 4, Silvia Dias Galhardo 5 Resumo Este estudo teve como objetivos identificar o perfil sociodemográfico e os hábitos de consumo de medicamentos por 214 idosos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) e de Plano de Saúde no município de Sorocaba (SP), com ênfase na automedicação. Os resultados mostraram que a maioria dos entrevistados estava na faixa de anos e possuía ensino fundamental incompleto; porém, 17% de idosos usuários do SUS não eram alfabetizados e, entre idosos usuários de Plano de Saúde, a renda familiar maior do que três salários mínimos predominou. A procura por duas consultas médicas no mês que antecedeu as entrevistas foi preponderante nos dois grupos. As neoplasias e doenças cardiovasculares foram as mais prevalentes, respectivamente, entre usuários do SUS e de Plano de Saúde; os anti-hipertensivos foram os fármacos mais utilizados nos dois grupos. Não foram encontradas diferenças significativas entre os grupos nos hábitos de consumo de medicamentos. Os hábitos de reutilizar antigas receitas, compartilhar com outros membros da família, utilizar sobras de medicamentos, foram os mais frequentes. Alguns idosos usuários do SUS não possuem hábitos definidos quanto aos cuidados para evitar erros no consumo de medicamentos e, por serem menos privilegiados quanto à renda e escolaridade, são mais vulneráveis aos riscos da automedicação. Palavras-chave: idoso; uso de medicamentos; seguro saúde; Sistema Único de Saúde. Abstract This study aimed to identify the social demographic profile and the medicine consumption habits, by 214 elderly SUS (Unified Health System, Brazil s National Public Health System) and Health Insurance users of the city of Sorocaba (SP), with emphasis on self-medication. The results showed that the majority of the respondents were between years old, and had incomplete primary education. However, 17% of the elderly SUS users were illiterate. A family income larger than three minimum wages was predominant among elderly Health Insurance users. The demand for two medical consultations in the month that preceded the interviews was predominant among groups. The neoplasia and cardiovascular diseases were more prevalent among the SUS and Health Insurance users, respectively. Antihypertensives were the drugs most used by both groups. There were not found significant differences between the groups in their habits of medicine consumption. The habits of reutilizing old prescriptions, sharing them with other family members, using leftover medicines, were the most frequent. Some elderly SUS users do not take care to avoid mistakes in the consumption of medication and because they are less privileged when it comes to income and education, they are more vulnerable to the risks of self-medication. Keywords: elderly; drug utilization; insurance health; Unified Health System. Trabalho realizado no Hospital Santa Lucinda, Conjunto Hospitalar de Sorocaba e SANAMED Saúde Santo Antonio LTDA Sorocaba (SP), Brasil. 1 Doutora em Ciências Biológicas Enfermagem; Professora Associada da Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP) Sorocaba (SP), Brasil. 2 Doutor em Medicina; Professor Titular da Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde da PUC/SP Sorocaba (SP), Brasil. 3 Enfermeira do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) São Paulo (SP), Brasil. 4 Especialista em Enfermagem em UTI pela PUC/SP Sorocaba (SP), Brasil; Enfermeira da Intermédica Sistema de Saúde S.A. Tatuí (SP), Brasil. 5 Enfermeira da Secretaria de Saúde da Prefeitura Municipal de Sorocaba Sorocaba (SP), Brasil. Endereço para correspondência: Lúcia Rondelo Duarte Rua Antonio Silva de Oliveira, 504 Vila Hortência CEP: Sorocaba (SP), Brasil Fonte de financiamento: bolsa do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica do Conselho de Ensino e Pesquisa da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PIBIC/CEPE), Processo nº 06/191. Conflito de interesse: nada a declarar. 64 Cad. Saúde Colet., 2012, Rio de Janeiro, 20 (1): 64-71

2 Consumo de medicamentos entre idosos INTRODUÇÃO Em menos de 40 anos, o Brasil passou de um perfil de mortalidade típico de uma população jovem para um quadro caracterizado por enfermidades complexas e onerosas, próprias das faixas etárias mais avançadas. Esse quadro é decorrente do perfil epidemiológico atual em que há maior participação das doenças crônico-degenerativas 1. Essas condições patológicas são responsáveis pelo aumento da demanda por serviços de saúde, com maior número de consultas ambulatoriais e maior frequência de internações hospitalares 2. Em razão da prevalência de múltiplas doenças em idosos, eles constituem o grupo etário mais medicalizado e exposto à polifarmacoterapia da sociedade¹. A maioria dos idosos consome pelo menos um medicamento e, cerca de um terço deles, são multiusuários, consumindo cinco ou mais simultaneamente 3. Tanto na senescência quanto na senilidade, os efeitos adversos podem ser observados, com frequência, com o uso de apenas um fármaco. Entretanto, o uso concomitante de vários medicamentos propicia a interação medicamentosa e pode ampliar a incidência de complicações 4. Ainda, as dificuldades visuais, de memória ou força muscular que acometem os idosos podem agravar essa tendência pelo uso incorreto dos medicamentos 5. Grande parte dos medicamentos utilizados rotineiramente pelos idosos não possui estudos de toxicidade para essas faixas etárias e condições fisiológicas, embora a população geronte reúna condições que propiciam o desenvolvimento de efeitos adversos e reações de toxidade 6. Do ponto de vista socioeconômico, o uso inapropriado de fármacos pelos idosos pode ser influenciado pelos baixos valores das aposentadorias e pensões, pelo ato de sustentar praticamente toda a família e pelo nível de escolaridade. Os baixos salários dificultam a aquisição dos medicamentos e a baixa escolaridade compromete seu uso adequado. Problemas relacionados a medicamentos podem ter impacto significativo na internação de idosos. No Brasil, não existem estudos específicos sobre as causas de internação de idosos por esses problemas, mas na população norte-americana, problemas relacionados a medicamentos foram responsáveis por 45% dos casos de readmissão hospitalar entre idosos em A automedicação é considerada um fator de risco para os problemas relacionados a medicamentos e pode ter como consequência reações adversas, toxidade, abuso no consumo, enfermidades iatrogênicas, mascaramento de doenças evolutivas, entre outras 6,7. O Sistema Nacional de Informações Toxicofarmacológicas divulgou dados, em 2004, dando conta que, nesse ano, 18,3% das mortes por intoxicação humana foram causadas por medicamentos, sendo que a automedicação contribuiu com metade dessas mortes 8. A forma de terapêutica na qual o paciente decide por si mesmo se deve fazer tratamento medicamentoso e qual o produto que vai utilizar é considerada automedicação; é uma prática bastante difundida, não apenas no Brasil, mas também em outros países 9,10. A sua expansão no mundo se deve a fatores econômicos, políticos e culturais, tornando-a um problema de saúde pública 11. A extensão da automedicação na população brasileira não é conhecida com precisão 9. Estudos brasileiros mostram diferentes prevalências de automedicação geral (46% em Bambuí, MG; 24,9% em Ponta Grossa, PR; 83% em Campinas, SP) 8,11,12. Entre os idosos, a prevalência de automedicação encontrada em estudos nacionais também é assimétrica (26% em Brasília, DF; 80,5% em Tubarão, SC, cidade do sul do País; 60% em Salgueiro, CE; 62,5% em Porto Alegre, RS) 6, Estudos internacionais mostram frequências de automedicação na população geral de 12,7% (Espanha) ou 35,4% (Arábia Saudita) 16,17. Em estudo recente, no México, a proporção de automedicação em idosos foi de 53,5% 18. Diferentes situações podem estar envolvidas com a automedicação, como a indicação de medicamentos por pessoas leigas ou a utilização de uma prescrição médica anterior 7,13. A prática de adquirir o medicamento sem receita, compartilhar remédios com os familiares ou amigos, utilizar sobras de prescrições, bem como reutilizar antigas receitas e descumprir a prescrição médica, alterando a dose e prolongando ou interrompendo o tratamento prescrito, são formas de automedicação 7,11. O problema da automedicação é universal e antigo e não há como acabar com ela. Porém, há meios para minimizá-la, como programas de orientação para os profissionais de saúde, farmacêuticos, balconistas e população em geral, além da fiscalização e políticas de dispensação adequadas 9. Diante desse contexto, medidas preventivas e de conscientização da população, em especial dos idosos, com vistas ao uso adequado de medicamentos e aos riscos da automedicação se fazem necessárias, cabendo aos profissionais de saúde melhorar a qualidade das informações e discutir alternativas de tratamento 19. Com a preocupação de subsidiar o trabalho da equipe de saúde na orientação dos idosos e de seus cuidadores sobre o uso racional de medicamentos, tanto no setor privado, como no setor público, este trabalho teve como objetivos identificar o perfil sociodemográfico e os hábitos de consumo de medicamentos por idosos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) e de Plano de Saúde, com ênfase na automedicação. MÉTODOS Tratou-se de estudo observacional, de corte transversal, realizado no período de março de 2006 a fevereiro de Os colaboradores da pesquisa foram captados no Hospital Santa Lucinda Cad. Saúde Colet., 2012, Rio de Janeiro, 20 (1):

3 Lúcia Rondelo Duarte, Reinaldo José Gianinni, Lílian Regina Ferreira, Mércia Aparecida da Silva Camargo, Silvia Dias Galhardo (Plano Privado), no Conjunto Hospitalar de Sorocaba (SUS) e na SANAMED Saúde Santo Antonio Ltda. (Plano Privado), localizados no município de Sorocaba, Estado de São Paulo. Colaboraram com a pesquisa 214 idosos de 60 anos ou mais, de ambos os sexos, aptos de suas funções cognitivas, sendo 107 de cada grupo (SUS e Plano de Saúde), entre pacientes internados (68) e ambulatoriais (146). O parâmetro utilizado para avaliar a função cognitiva dos idosos foi a evolução médica registrada nos prontuários dos pacientes hospitalizados e, para os idosos em atendimento ambulatorial, a capacidade de responder às questões de identificação com clareza. A casuística foi calculada levando-se em conta a determinação do tamanho amostral para comparação de duas proporções 20. Foi utilizado o EPI INFO, versão 6 (parâmetros: nível de significância=alfa=0,05; poder do teste=0,80=1-beta; expectativa de automedicação no SUS=56%; expectativa de automedicação no plano de saúde=36%; descrito na literatura 11 =46%; n=107 de cada grupo). Considerou-se a hipótese de um desvio em torno de 10% (para mais, no SUS, e para menos, no Plano de Saúde), na expectativa de automedicação. Os idosos foram entrevistados utilizando-se um formulário estruturado que incluiu as variáveis: características sociodemográficas (sexo, idade, estado civil, escolaridade e contribuição do idoso com a renda familiar); condições de saúde (diagnósticos referidos, procura por atenção e número de consultas no último mês, serviços de saúde mais procurados, gastos monetários com medicamentos, modo de aquisição, medicamentos de uso rotineiro); práticas de automedicação (hábito e formas de automedicação, aquisição de medicamentos na farmácia, indicação de terceiros e responsável pela indicação); hábitos na administração de medicamentos (verificação do prazo de validade, da bula, erros e auxílio no consumo, pessoas que auxiliam o idoso no consumo de medicamentos). Foi realizada análise segundo a distribuição da frequência e a significância desses resultados entre os dois grupos (SUS e Plano de Saúde), utilizando-se o teste do χ 2. A partir das dificuldades apresentadas pelos idosos em medicar-se no dia a dia, foi criado e oferecido às instituições parceiras desta pesquisa um folheto explicativo com orientações básicas sobre o uso adequado dos medicamentos. O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa do Centro de Ciências Médicas e Biológicas da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo em 12 de setembro de 2005 sob o nº 607. RESULTADOS Perfil sociodemográfico (Tabela 1) No que concerne à escolaridade, predominaram os respondentes com ensino fundamental incompleto nos dois grupos, mas em proporção maior no SUS. Entre os que completaram o Tabela 1. Distribuição dos idosos usuários do Sistema Único de Saúde e de Plano Privado, segundo características sociodemográficas (Sorocaba, SP, 2006) Características sociodemográficas SUS Plano de Saúde n % n % Valor p* Idade em anos 0, ou mais Sexo 0,07 Feminino Masculino Estado civil 0,64 Solteiro/Divorciado Casado Viúvo Escolaridade <0,001 Não alfabetizado Fundamental incompleto Fundamental completo Médio incompleto ou mais Renda familiar <0,001 Até 2 salários mínimos salários mínimos salários mínimos ou mais Contribuição com a renda familiar <0,01 ¼ da renda ½ renda Total da renda *teste do χ 2 ou exato de Fisher; SUS: Sistema Único de Saúde 66 Cad. Saúde Colet., 2012, Rio de Janeiro, 20 (1): 64-71

4 Consumo de medicamentos entre idosos ensino fundamental, a maior proporção foi dos idosos atendidos pelo Plano de Saúde, assim como os que possuem ensino médio. Foram encontrados 17% de idosos não alfabetizados no SUS e 3% no Plano de Saúde. Os idosos usuários de Plano de Saúde (53%) apresentaram renda familiar significativamente superior à dos usuários do SUS (27%), bem como foram os que apresentaram percentuais significativamente maiores de contribuição com a renda familiar. Perfil das condições de saúde (Tabela 2) As neoplasias e as doenças cardiovasculares foram as mais prevalentes, respectivamente, entre usuários do SUS e de Plano de Saúde. A realização de duas consultas no mês que antecedeu as entrevistas foi predominante nos dois grupos. A procura pelo Pronto Atendimento Municipal (PA) e pela Unidade Básica de Saúde (UBS) foi significativamente maior no SUS, enquanto que a procura pelo consultório médico foi significativamente maior no Plano de Saúde. Constatou-se associação entre plano de saúde privado e gasto com medicamentos no último mês. As diferenças no modo de aquisição dos medicamentos foram significativas entre os grupos, com predominância da farmácia privada para idosos usuários de Plano de Saúde e da farmácia comunitária ou da UBS para idosos usuários do SUS. Práticas de automedicação (Tabela 3) Não foram encontradas diferenças significativas entre os grupos na prática de automedicação, bem como nas formas de automedicação adotadas pelos idosos. Tabela 2. Distribuição dos idosos usuários do Sistema Único de Saúde e de Plano Privado, segundo condições de saúde e de utilização de serviços de saúde (Sorocaba, SP, 2006) Condições de saúde/uso de serviços de saúde SUS Plano de Saúde Valor p* n % n n% Diagnósticos prevalentes <0,01 Doenças cardiovasculares Diagnósticos a esclarecer Neoplasias Doenças endócrinas Doenças osteomusculares Procura por atenção à saúde no último mês 0,13 Não Sim Número de consultas médicas no último mês 0,08 Nenhuma Uma Duas ou mais Serviços de saúde procurados em demanda espontânea <0,001 Pronto Atendimento Consultório médico (particular/convênio) Unidade Básica de Saúde Outros Gastos monetários com medicamentos no último mês <0,01 Não Sim Modo de aquisição dos medicamentos <0,001 Farmácia Unidade Básica de Saúde Farmácia e Unidade Básica de Saúde Farmácias comunitárias/assistenciais Medicamentos usados rotineiramente 0,01 Hipotensor Diurético Analgésico Antidiabético Antiagregante plaquetário Antineoplásico *teste do χ 2 ou exato de Fisher; SUS: Sistema Único de Saúde Cad. Saúde Colet., 2012, Rio de Janeiro, 20 (1):

5 Lúcia Rondelo Duarte, Reinaldo José Gianinni, Lílian Regina Ferreira, Mércia Aparecida da Silva Camargo, Silvia Dias Galhardo Hábitos associados à administração de medicamentos (Tabela 4) Não houve associação entre hábitos de administração de medicamentos e plano de saúde público ou privado. Em relação aos cuidados para evitar erros durante o consumo de medicamentos, a maioria dos entrevistados armazena os medicamentos separadamente dos demais membros da família e em caixas específicas para não se confundirem. Outrossim, eles referiram que se orientam pela receita, seguem a anotação da farmácia, pedem ajuda a familiares, separam por horário, anotam na agenda, usam caixas coloridas conforme o horário ou guardam em locais que lembrem o horário da tomada como no quarto os que devem ser tomados à noite ou na cozinha os que devem ser ingeridos durante as refeições, afixam os horários na geladeira, anotam nas caixas, separam pela manhã a medicação do dia. Alguns idosos usuários do SUS não possuem hábitos definidos quanto aos cuidados com a prescrição e pedem ajuda para familiares. DISCUSSÃO A maior proporção de mulheres idosas encontrada no presente estudo pode ser explicada pela sua maior sobrevida na população. As mulheres constituem o grupo social que mais utiliza medicamentos, tornando-as mais suscetíveis aos problemas relacionados a medicamentos e a prática de automedicação 16,21,22. Da mesma forma, idosos que vivem sozinhos, embora em minoria neste estudo, são mais propensos aos problemas relacionados a medicamentos e a automedicação 16,18. A probabilidade de o idoso morar apenas na companhia do cônjuge, ou de estar morando sozinho, é uma tendência observada nas áreas urbanas, onde o nível educacional e socioeconômico é mais elevado 23. Merece destaque a proporção de não alfabetizados e de respondentes com ensino fundamental incompleto entre os usuários do SUS. Esses dados são compatíveis com a realidade nacional e mostram que a escolarização é precária entre aqueles que procuram o setor público de saúde 24. O maior grau de escolaridade tem sido relacionado à prática de automedicação em alguns estudos 8,25. Embora em nosso estudo os usuários de Plano de Saúde sejam mais escolarizados que os do SUS, não houve diferença significativa na prática de automedicação entre os grupos. Resultado semelhante foi constatado quanto ao poder aquisitivo, ainda que exista uma tendência à automedicação entre pessoas com maior poder aquisitivo 8. Os resultados quanto às enfermidades prevalentes são compatíveis com pesquisas que analisaram a Tabela 3. Distribuição dos idosos usuários do Sistema Único de Saúde e de Plano Privado, segundo práticas de automedicação (Sorocaba, SP, 2006) Práticas de automedicação SUS Plano de Saúde n % n % Valor p* Hábito de automedicação 0,58 Não Sim Formas de automedicação 0,9 Compartilha de medicamentos com outras pessoas Uso de sobras de medicamentos Reutilização de receitas Compartilha de medicamentos e uso de sobras Compartilha de medicamentos e reutilização de receitas Uso de sobras e reutilização de receitas Compartilha de medicamentos, uso de sobras e reutilização de receitas Aquisição de medicamentos na farmácia no último mês 0,055 Com receita Sem receita Não adquiriu Aquisição de medicamentos indicados por terceiros 0,73 Sim Não Responsável pela indicação 0,35 Atendente de farmácia Amigos Familiares Vizinhos *teste do χ 2 ou exato de Fisher; SUS: Sistema Único de Saúde 68 Cad. Saúde Colet., 2012, Rio de Janeiro, 20 (1): 64-71

6 Consumo de medicamentos entre idosos Tabela 4. Distribuição dos idosos usuários do Sistema Único de Saúde e de Plano Privado, segundo hábitos associados à administração de medicamentos (Sorocaba, SP, 2006) Hábitos associados à administração de medicamentos SUS Plano de Saúde n % n % Valor p* Verificação do prazo de validade do medicamento 0,67 Não Sim Verificação da bula 0,78 Não Sim Erros no consumo de medicamentos 0,30 Não Sim Auxílio no consumo de medicamentos 0,90 Não Sim Pessoas que auxiliam o idoso na medicalização 0,20 Cônjuge Filhos Irmãos Vizinhos *teste do χ 2 ou exato de Fisher; SUS: Sistema Único de Saúde morbimortalidade hospitalar em idosos, nas quais as doenças cardiovasculares e as neoplasias estavam entre as seis principais causas de internação 26,27. Essa similaridade se justifica, possivelmente, porque os nossos colaboradores foram captados em unidades de internação ou ambulatórios de especialidades de um complexo hospitalar. Ademais, as doenças cronicodegenerativas acometem principalmente a população idosa 21. Em diversos trabalhos constatou-se que os medicamentos com ação no sistema cardiovascular são os mais utilizados pelos idosos 13,21,22. No presente estudo, os resultados foram semelhantes, pois o consumo habitual de medicamentos desse grupo foi predominante e sua distribuição homogênea entre os idosos. Esses resultados são coerentes com a prevalência de doenças cardiovasculares nos idosos entrevistados. Vale ressaltar o uso de analgésicos nos dois grupos estudados, pois esses são fármacos usados frequentemente sem prescrição médica 13,14. Além disso, o acesso a outros medicamentos pelos idosos usuários de Plano de Saúde foi maior, possivelmente em função do maior poder aquisitivo desse grupo. Os percentuais de idosos que se automedicam foram semelhantes aos encontrados na literatura referente à automedicação em adultos (Projeto Bambuí) 11. Não obstante, esses percentuais foram maiores que os encontrados em idosos de Marília, SP (36,9%) 28 ou de Brasília, DF (26%) 6. Também, foram menores que os de Salgueiro, CE (60%) 14 ou de Porto Alegre, RS (62,5%) 15. A proporção de idosos adeptos da automedicação no inquérito realizado no México foi próxima da encontrada em nosso estudo 18. A contraposição de achados nos diferentes estudos pode estar relacionada ao período recordatório. Estudos de prevalência de automedicacão no Brasil mostraram proporções menores dessa prática nos períodos recordatórios de até sete dias, sugerindo que os períodos de rememorização mais longos podem gerar percentuais maiores de automedicação 25. No presente estudo, o período recordatório foi de um mês, podendo ter influenciado o relato de uma proporção maior de automedicação do que a real. Os trabalhos sobre automedicação não permitem uma associação coerente com a idade, apesar de essa prática ser menos frequente em idosos e estar aumentando em adultos jovens 3,11,17. No estudo de Bambuí, verificou-se associação entre automedicação e menores gastos com medicamentos 11. No presente estudo, a proporção de idosos que gastaram com medicamentos, no último mês, foi significativamente maior entre usuários de Plano de Saúde, porém a distribuição da prática de automedicação entre os grupos mostrouse homogênea. Em inquérito sobre as práticas terapêuticas de idosos de Porto Alegre, verificou-se que as escolhas terapêuticas apoiaram-se em: disponibilidade e acesso à assistência médica, pouca disponibilidade financeira, fracasso de tratamentos com alternativas informais ou populares, maneira como o paciente entende o problema ou como as pessoas Cad. Saúde Colet., 2012, Rio de Janeiro, 20 (1):

7 Lúcia Rondelo Duarte, Reinaldo José Gianinni, Lílian Regina Ferreira, Mércia Aparecida da Silva Camargo, Silvia Dias Galhardo que convivem com ele compreendem e encaminham a situação. Um dos fatores que mais se destacou foi a relação direta entre ter convênio particular e o maior consumo de medicamentos prescritos por um profissional de saúde 15. A familiaridade do leigo com medicamentos, experiências positivas anteriores e dificuldade de acesso aos serviços de saúde favorecem a automedicação 6. Além dos fatores que podem influenciar as práticas de automedicação, já mencionados, pesquisas de abordagem qualitativa focam as questões subjetivas envolvidas. Segundo Pound et al a, apud Leite et al. 19, as pessoas testam doses, suspendem tratamentos ou complementam-nos com outros recursos. Em síntese, elas buscam na medicalização formal e informal a resolução de seus problemas de saúde 6. Ainda que fosse esperada uma diferença nas proporções de automedicação entre usuários do SUS e de Plano de Saúde, ela não foi significante, mantendo-se essa tendência nas formas de automedicação praticadas pelos idosos. Esse resultado sugere homogeneidade na prática de automedicação na população de idosos, também mencionada no estudo de Bortolon et al. 6. A prática de reutilizar antigas receitas, predominante entre os idosos dos dois grupos, acrescenta vários riscos associados ao consumo dos medicamentos prescritos. Assim como pode retardar a realização dos diagnósticos dificultando o atendimento imediato, pois nem sempre o paciente menciona essa prática ao profissional de saúde 6. A utilização compartilhada com familiares é a segunda opção dos idosos nas práticas de automedicação e se dá porque os medicamentos são adquiridos para uso familiar. Do ponto de vista econômico, entende-se esse hábito, contudo ele favorece riscos que comprometem o tratamento como contaminação cruzada e número de doses inadequadas 7. Os idosos devem ser orientados quanto aos cuidados com a medicação, considerando-se as peculiaridades individuais. O aconselhamento do idoso para o uso correto dos medicamentos deve fazer parte do seu projeto terapêutico e deve ser responsabilidade de toda a equipe de saúde. Eles devem ser incentivados a verificar a data de validade, pois medicamentos vencidos podem sofrer alterações do princípio ativo que podem reduzir a atividade terapêutica e ocasionar efeitos adversos 29. O hábito de verificar a bula fornece ao usuário informações quanto ao risco de interações medicamentosas, sinergismo, reações adversas e outros. A partir desses conhecimentos, o idoso obterá dados imprescindíveis para reconhecer a evolução do tratamento, tanto positivamente, como negativamente. No entanto, as bulas devem ter linguagem acessível, letras visíveis e informações básicas. Todavia, a ocorrência de erros (superdosagem ou troca) durante o consumo de medicamentos pode estar relacionada a alterações das funções físicas, sensoriais e cognitivas do idoso, potencializando o déficit no seu autocuidado 4,21. Essa situação requer a participação de um cuidador que assessore o idoso, bem como a orientação dos profissionais de saúde, sugerindo formas lúdicas ou alternativas de guarda do medicamento, do registro de doses e dos horários para que o idoso não se confunda. A interação cuidador-cônjuge/idoso surge principalmentedo componente afetivo para com o companheiro, contribuindo para que um cônjuge cuide do outro 30. Portanto, orientar o cuidador também deve ser preocupação dos profissionais de saúde para evitar erros no consumo dos medicamentos. O apoio social em rede é uma medida importante, bem como o estímulo à colaboração de parentes, vizinhos, ou grupos organizados na comunidade para auxiliar os idosos que não contam com essa ajuda, pode ser de grande valia. CONSIDERAÇÕES FINAIS A dificuldade de proceder à análise estratificada por renda e escolaridade pode ser considerada uma limitação do estudo. Os idosos que colaboraram com a pesquisa foram captados em um complexo hospitalar universitário, uma parcela deles em unidade de internação. Como não era objetivo do trabalho verificar as diferenças entre internados e não internados, a coleta de dados abrangeu o período recordatório de um mês, não se limitando ao momento da internação. A aquisição de medicamentos pela grande maioria da população é dificultada pelas condições socioeconômicas, sendo, portanto, esse acesso limitado e desigual, penalizando as pessoas de baixa renda 21. Os idosos usuários do SUS, menos privilegiados quanto à renda e escolaridade, são mais vulneráveis aos riscos da automedicação e requerem atenção especial dos profissionais de saúde com orientação adequada. Além do mais, o setor de saúde deve prover a atenção básica de políticas voltadas às necessidades dos idosos com abordagem integral e com maior acesso aos medicamentos e seu uso seguro. a Pound P, Britten N, Morgan M, Yardley L, Pope C, Daker-White G, et al. Resisting medicines: a synthesis of qualitative studies of medicine taking. Soc Science Med. 2005;61(1): Cad. Saúde Colet., 2012, Rio de Janeiro, 20 (1): 64-71

8 Consumo de medicamentos entre idosos Referências 1. Andrade MA, Silva MVS, Freitas O. Assistência farmacêutica como estratégia para o uso racional de medicamentos em idosos. Semina Ciênc Biol Saúde. 2004;25(1): Lima-Costa MF, Barreto S, Giatti L, Uchoa E. Desigualdade social e saúde entre idosos brasileiros: um estudo baseado na pesquisa nacional por amostra de domicílios. Cad Saude Publica. 2003; 19(3): Rozenfeld S. Prevalência, fatores associados e mau uso de medicamentos entre idosos: uma revisão. Cad Saude Publica. 2003;19(3): Guimarães RM, Gomes FA. Reações adversas a drogas. In: Guimarães RM, Cunha UGV. Sinais e sintomas em geriatria. Rio de Janeiro: Revinter; p Romano-Lieber NS, Teixeira JJV, Farhat FCLG, Ribeiro E, Crozatti MTL, Oliveira GSA. Revisão dos estudos de intervenção do farmacêutico no uso de medicamentos por pacientes idosos. Cad Saude Publica. 2002;18(6): Bortolon PC, Medeiros EFF, Naves JAS, Karnikowski MGO, Nóbrega OT. Análise do perfil de automedicação em mulheres idosas brasileiras. Ciênc Saúde Coletiva. 2008;13(4): Arrais PSD, Coelho HLL, Batista MCDS, Carvalho MLRRE, Arnau JM. Perfil da automedicação no Brasil. Rev Saúde Pública. 1997;31(1): Vosgerau MZS, Soares DA, Souza RKT. Automedicação entre adultos na área de abrangência de uma Unidade de Saúde da Família. Lat Am J Pharm. 2008;27(6): Automedicação [editorial]. Rev Assoc Med Bras. 2001;47(4): Zanini AC, Oga S. Introdução à farmacologia. In: Farmacologia aplicada. 5a ed. São Paulo: Atheneu; p Loyola Filho AI, Uchoa E, Guerra HL, Firmo JOA, Lima-Costa MF. Prevalência e fatores associados à automedicação: resultados do projeto Bambuí. Rev Saude Publica. 2002;36(1): Servidoni AB, Coelho L, Navarro ML, Gobbi de Ávila F, Mezzalira R. Perfil da automedicação nos pacientes otorrinolaringológicos. Rev Bras Otorrinolaringol. 2006;72(1): Cascaes EA, Falchetti ML, Galato D. Perfil da automedicação em idosos participantes de grupos da terceira idade de uma cidade do sul do Brasil. ACM Arq Catarin Med. 2008;37(1): Barros e Sá M, Cabral JA, Sá MPBO. Automedicação em idosos na cidade de Salgueiro-PE. Rev Bras Epidemiol. 2007;10(1): Souza AC, Lopes MJM. Práticas terapêuticas entre idosos de Porto Alegre: uma abordagem qualitativa. Rev Esc Enferm USP. 2007;41(1): Carrasco-Garrido P, Jimenez-Garcia R, Barrera VH, Gil de Miguel A. Predictive factors of self-medication drug use among Spanish adult population. Pharmacoepidemiol Drug Saf. 2008;17(2): Alghanim SA. Self-medication practice among patients in a public health care system. East Mediterr Health J. 2011;17(5): Balbuena FR, Aranda AB, Figueras A. Self-Medication in older urban Mexicans: an observational, descriptive, cross-sectional study source. Drugs Aging. 2009;26(1): Leite SN, Vieira M, Vieira AP. Estudos de utilização de medicamentos: uma síntese de artigos publicados no Brasil e América Latina. Ciênc Saúde Coletiva. 2008;13(Suppl): Medronho RA, Bloch KV, Luiz RR, Werneck GL. Epidemiologia. 2a ed. São Paulo: Atheneu; Loyola Filho AI, Uchoa E, Lima-Costa MF. Estudo epidemiológico de base populacional sobre uso de medicamentos entre idosos na região metropolitana de Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil. Cad Saude Publica. 2006;22(12): Linjakumpu T, Hartikainen S, Klaukka T, Veijola J, Kivelä S-L, Isoaho R. Use of medications and polypharmacy are increasing among the elderly. J Clin Epidemiol. 2002;55(8): Ramos LR, Rosa TEC, Oliveira ZM, Medina MCG, Santos FRG. Perfil do idoso em área metropolitana na região sudeste do Brasil: resultados de inquérito domiciliar. Rev Saude Publica. 1993;27(2): Brasil. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE. Perfil dos idosos responsáveis pelos domicílios [Internet]. Brasília, DF, 2002 [cited 2006 Dez 27]. Available from: noticias/ pidoso.shtm 25. Giroto E, Matos DBS, Oliveira JM. Perfil da automedicação em população residente de Arapongas, Paraná. Espaço Saúde. 2010;11(2): Santos JS, Barros MDAL. Idosos do município do Recife, Estado de Pernambuco, Brasil: uma análise da morbimortalidade hospitalar. Epidemiol Serv Saúde. 2008;17(3): Amaral ACS, Coeli CM, Costa MCE, Cardoso VS, Toledo ALA, Fernandes CR. Perfil de morbidade e de mortalidade de pacientes idosos hospitalizados. Cad Saude Publica. 2004;20(6): Marin MJS, Cecilio LCO, Perez AEWUF, Santella F, Silva CBA, Goncalves Filho JR. Caracterização do uso de medicamentos entre idosos de uma unidade do Programa Saúde da Familia. Cad Saude Publica. 2008;24(7): Carvalho JP, Santos AS, Sá AS, Teixeira CS, Nogueira MS. Estabilidade de medicamentos no âmbito da farmacovigilância. Fármacos Medicam. 2005;34(6): Cattani RB, Girardon-Perlini NMO. Cuidar do idoso doente no domicílio na voz de cuidadores familiares. Rev Eletrônica Enferm [Internet]. 2004;6(2): [cited 2010 Fev 21]. Available from: ufg.br/revista/revista6_2/pdf/orig11_idoso.pdf Recebido em: 24/03/2011 Aprovado em: 16/11/2011 Cad. Saúde Colet., 2012, Rio de Janeiro, 20 (1):

EPIDEMIOLOGIA DO USO DE MEDICAMENTOS NO BAIRRO SANTA FELICIDADE, CASCAVEL PR.

EPIDEMIOLOGIA DO USO DE MEDICAMENTOS NO BAIRRO SANTA FELICIDADE, CASCAVEL PR. EPIDEMIOLOGIA DO USO DE MEDICAMENTOS NO BAIRRO SANTA FELICIDADE, CASCAVEL PR. Janaína Pelosi Bezerra (PIBIC/UNIOESTE/PRPPG), Vanessa Cristine Beck, Éverson Andrade, Ligiane de Lourdes Silva, Poliana Vieira

Leia mais

PERFIL DA AUTOMEDICAÇÃO DOS ESTUDANTES DA UNIVERSIDADE ABERTA À MATURIDADE

PERFIL DA AUTOMEDICAÇÃO DOS ESTUDANTES DA UNIVERSIDADE ABERTA À MATURIDADE PERFIL DA AUTOMEDICAÇÃO DOS ESTUDANTES DA UNIVERSIDADE ABERTA À MATURIDADE Danielle Gomes de Oliveira¹; Bruna Pereira da Silva²; Davidson Marrony Santos Wanderley³; Gabriela Rodrigues da Costa⁴; Rosemary

Leia mais

10º FÓRUM DE EXTENSÃO E CULTURA DA UEM ATENÇÃO FARMACÊUTICA PARA A MELHORIA DA SAÚDE DA POPULAÇÃO

10º FÓRUM DE EXTENSÃO E CULTURA DA UEM ATENÇÃO FARMACÊUTICA PARA A MELHORIA DA SAÚDE DA POPULAÇÃO 10º FÓRUM DE EXTENSÃO E CULTURA DA UEM ATENÇÃO FARMACÊUTICA PARA A MELHORIA DA SAÚDE DA POPULAÇÃO Jonas Ricardo Munhoz 1 Johnny Trovó Rota 1 Raquel Soares Tasca 2 Marco Antonio Costa 2 Os estudos da utilização

Leia mais

MORBIDADES AUTORREFERIDAS POR IDOSOS ATENDIDOS EM UM AMBULATÓRIO DE GERIATRIA

MORBIDADES AUTORREFERIDAS POR IDOSOS ATENDIDOS EM UM AMBULATÓRIO DE GERIATRIA INTRODUÇÃO MORBIDADES AUTORREFERIDAS POR IDOSOS ATENDIDOS EM UM AMBULATÓRIO DE GERIATRIA Mayara Muniz Dias Rodrigues 1 Saemmy Grasiely Estrela de Albuquerque 2 Maria das Graças Melo Fernandes 3 Keylla

Leia mais

Análise do padrão de uso de medicamentos em idosos do município de Goiânia, Goiás Palavras- chave Introdução Material e Métodos

Análise do padrão de uso de medicamentos em idosos do município de Goiânia, Goiás Palavras- chave Introdução Material e Métodos Análise do padrão de uso de medicamentos em idosos do município de Goiânia, Goiás Thalyta Renata Araújo SANTOS; Drª Rita Goreti AMARAL; Drª Dione Marçal LIMA; Drª Adélia Yaeko Kiosen NAKATANI Faculdade

Leia mais

HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA: HÁ DIFERENÇA NA DISTRIBUIÇÃO ENTRE IDOSOS POR SEXO?

HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA: HÁ DIFERENÇA NA DISTRIBUIÇÃO ENTRE IDOSOS POR SEXO? HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA: HÁ DIFERENÇA NA DISTRIBUIÇÃO ENTRE IDOSOS POR SEXO? Enelúzia Lavynnya Corsino de Paiva China (1); Lucila Corsino de Paiva (2); Karolina de Moura Manso da Rocha (3); Francisco

Leia mais

AUTOMEDICAÇÃO EM IDOSOS NA REGIÃO SUL DO PARANÁ Gisele Weissheimer, Luciane Erzinger de Camargo

AUTOMEDICAÇÃO EM IDOSOS NA REGIÃO SUL DO PARANÁ Gisele Weissheimer, Luciane Erzinger de Camargo RESUMO AUTOMEDICAÇÃO EM IDOSOS NA REGIÃO SUL DO PARANÁ Gisele Weissheimer, Luciane Erzinger de Camargo Com o passar dos anos, vem aumentando a população idosa (PIERIN, 2004). Sem dúvida, há uma grande

Leia mais

TÍTULO: ADESÃO À TERAPIA MEDICAMENTOSA POR DIABÉTICOS ASSISTIDOS POR DUAS EQUIPES DA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA DA CIDADE DE ARAXÁ-MG

TÍTULO: ADESÃO À TERAPIA MEDICAMENTOSA POR DIABÉTICOS ASSISTIDOS POR DUAS EQUIPES DA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA DA CIDADE DE ARAXÁ-MG TÍTULO: ADESÃO À TERAPIA MEDICAMENTOSA POR DIABÉTICOS ASSISTIDOS POR DUAS EQUIPES DA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA DA CIDADE DE ARAXÁ-MG CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA:

Leia mais

Gastos com medicamentos para tratamento da Doença de Alzheimer pelo Ministério da Saúde, 2007-2011

Gastos com medicamentos para tratamento da Doença de Alzheimer pelo Ministério da Saúde, 2007-2011 Gastos com medicamentos para tratamento da Doença de Alzheimer pelo Ministério da Saúde, 2007-2011 Marina Guimarães Lima, Cristiane Olinda Coradi Departamento de Farmácia Social da Faculdade de Farmácia

Leia mais

Perfil do usuário de crack no Brasil

Perfil do usuário de crack no Brasil Lígia Bonacim Dualibi Prof. Dr. Marcelo Ribeiro Prof. Dr. Ronaldo Laranjeira Instituto Nacional de Políticas do Álcool e Drogas - INPAD Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas - UNIAD Universidade Federal

Leia mais

AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE VIDA NO ACOMPANHAMENTO DO TRATAMENTO DAS PESSOAS COM AIDS

AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE VIDA NO ACOMPANHAMENTO DO TRATAMENTO DAS PESSOAS COM AIDS AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE VIDA NO ACOMPANHAMENTO DO TRATAMENTO DAS PESSOAS COM AIDS Leidyanny Barbosa de Medeiros 1 Moema Brandão de Albuquerque 2 Oriana Deyze Correia Paiva Leadebal 3 Jordana de Almeida

Leia mais

Internações por Hipertensão Essencial em homens idosos no Brasil: estudo comparativo entre as regiões nordeste e sudeste no período de 2008 a 2012.

Internações por Hipertensão Essencial em homens idosos no Brasil: estudo comparativo entre as regiões nordeste e sudeste no período de 2008 a 2012. Internações por Hipertensão Essencial em homens idosos no Brasil: estudo comparativo entre as regiões nordeste e sudeste no período de 2008 a 2012. Layz Dantas de Alencar 1 - layzalencar@gmail.com Rosimery

Leia mais

XI Encontro de Iniciação à Docência

XI Encontro de Iniciação à Docência 6CCSDCFPET01-P IDOSOS E SAÚDE: A IMPORTÂNCIA DOS ESTUDOS DO PERFIL SÓCIO-DEMOGRÁFICO, ECONÔMICO E DA UTILIZAÇÃO DE MEDICAMENTOS Sabrina de Melo Gomes (1), Solange Alves Canavieiras (3 ), Socorro de Fátima

Leia mais

Impacto do envelhecimento da população brasileira frente à saúde pública

Impacto do envelhecimento da população brasileira frente à saúde pública Impacto do envelhecimento da população brasileira frente à saúde pública Ricardo de Lima Santos Aluno do Curso de Graduação em Enfermagem. Hogla Cardozo Murai Docente do Curso de Graduação em Enfermagem.

Leia mais

ESTUDO DO PERFIL DA AUTOMEDICAÇÃO NAS DIFERENTES CLASSES SOCIAIS NA CIDADE DE ANÁPOLIS-GOIÁS

ESTUDO DO PERFIL DA AUTOMEDICAÇÃO NAS DIFERENTES CLASSES SOCIAIS NA CIDADE DE ANÁPOLIS-GOIÁS ESTUDO DO PERFIL DA AUTOMEDICAÇÃO NAS DIFERENTES CLASSES SOCIAIS NA CIDADE DE ANÁPOLIS-GOIÁS Daniel Martins do Nascimento 2,3 ; Fernando Honorato Nascimento 1,3 ; Leonardo Augusto Barbosa 2,3 ; Murilo

Leia mais

Análise do Uso de Medicamento em Idosos de Goiânia

Análise do Uso de Medicamento em Idosos de Goiânia Análise do Uso de Medicamento em Idosos de Goiânia Luciana Caetano Fernandez 1 ; Carolina Albernaz Toledo 2 1 2 Prof. MS. da Universidade Estadual de Goiás Aluna bolsista do programa PBIC/UEG RESUMO: Este

Leia mais

Atribuições Clínicas do Farmacêutico

Atribuições Clínicas do Farmacêutico Atribuições Clínicas do Farmacêutico Evolução dos gastos com medicamentos do Ministério da Saúde 650% crescimento R$ Atualizado: 10/02/2014 Fonte: Fundo Nacional de Saúde FNS e CGPLAN/SCTIE/MS Hospitalizações

Leia mais

VISÃO MÉDICA E DO ENFERMEIRO NO MANEJO DE MEDICAÇÕES EM PESSOAS IDOSAS: UMA PROPOSTA PARA SEU USO RACIONAL

VISÃO MÉDICA E DO ENFERMEIRO NO MANEJO DE MEDICAÇÕES EM PESSOAS IDOSAS: UMA PROPOSTA PARA SEU USO RACIONAL VISÃO MÉDICA E DO ENFERMEIRO NO MANEJO DE MEDICAÇÕES EM PESSOAS IDOSAS: UMA PROPOSTA PARA SEU USO RACIONAL Autor: Francisco Júnior Pereira Leite; Co-autor: Aristófenes Rolim de Holanda Associação dos Auditores

Leia mais

DIABETES AUTORREFERIDO EM IDOSOS: SEGUIMENTO TERAPÊUTICO E FATORES ASSOCIADOS

DIABETES AUTORREFERIDO EM IDOSOS: SEGUIMENTO TERAPÊUTICO E FATORES ASSOCIADOS DIABETES AUTORREFERIDO EM IDOSOS: SEGUIMENTO TERAPÊUTICO E FATORES ASSOCIADOS Anna Karla de Oliveira Tito Borba - UFPE - anninhatito@gmail.com Ana Paula de Oliveira Marques - UFPE - marquesap@hotmail.com

Leia mais

TÍTULO: GASTOS COM MEDICAMENTOS PELOS IDOSOS RESIDENTES EM MUNICÍPIO COM ALTA COBERTURA DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA

TÍTULO: GASTOS COM MEDICAMENTOS PELOS IDOSOS RESIDENTES EM MUNICÍPIO COM ALTA COBERTURA DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA TÍTULO: GASTOS COM MEDICAMENTOS PELOS IDOSOS RESIDENTES EM MUNICÍPIO COM ALTA COBERTURA DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: FARMÁCIA INSTITUIÇÃO:

Leia mais

SERVIÇO DE CLÍNICA FARMACÊUTICA SMS/CURITIBA Data: / /

SERVIÇO DE CLÍNICA FARMACÊUTICA SMS/CURITIBA Data: / / SERVIÇO DE CLÍNICA FARMACÊUTICA SMS/CURITIBA Data: / / PERFIL DO PACIENTE : Encaminhamento Equipe Alta Hospitalar Busca Ativa Outra Nome: Cartão SUS: Data de nascimento: Idade: Gênero: Masculino Feminino

Leia mais

Farmacêutica Priscila Xavier

Farmacêutica Priscila Xavier Farmacêutica Priscila Xavier A Organização Mundial de Saúde diz que há USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS: quando pacientes recebem medicamentos apropriados para suas condições clínicas, em doses adequadas às

Leia mais

Avaliação dos planos e seguros saúde

Avaliação dos planos e seguros saúde 1 Avaliação dos planos e seguros saúde Estado de São Paulo Agosto/2012 Objetivo 2 Conhecer a opinião dos usuários de planos ou seguros de saúde do Estado de São Paulo, investigando a utilização dos serviços

Leia mais

AVALIAÇÃO TRANSVERSAL DO PERFIL DE INDIVÍDUOS PORTADORES DE NÍVEL SUPERIOR PRATICANTES DE AUTOMEDICAÇÃO

AVALIAÇÃO TRANSVERSAL DO PERFIL DE INDIVÍDUOS PORTADORES DE NÍVEL SUPERIOR PRATICANTES DE AUTOMEDICAÇÃO AVALIAÇÃO TRANSVERSAL DO PERFIL DE INDIVÍDUOS PORTADORES DE NÍVEL SUPERIOR PRATICANTES DE AUTOMEDICAÇÃO MARIA FERNANDA PINHEIRO¹, RENATA NUNES DA SILVA 2, JANAINA BARDUCO GARCIA 3, FRANCISCO SANDRO MENEZES

Leia mais

CARACTERISTICAS DA FEMINIZAÇÃO DA AIDS EM TRÊS LAGOAS 1 ANDRESSA MARQUES FERREIRA 2 MARIA ANGELINA DA SILVA ZUQUE

CARACTERISTICAS DA FEMINIZAÇÃO DA AIDS EM TRÊS LAGOAS 1 ANDRESSA MARQUES FERREIRA 2 MARIA ANGELINA DA SILVA ZUQUE CARACTERISTICAS DA FEMINIZAÇÃO DA AIDS EM TRÊS LAGOAS 1 ANDRESSA MARQUES FERREIRA 2 MARIA ANGELINA DA SILVA ZUQUE 1 Discente de graduação do curso de Biomedicina 2 Doutoranda Docente das Faculdades Integradas

Leia mais

DIABETES MELLITUS: ADESÃO E CONHECIMENTO DE IDOSOS AO TRATAMENTO

DIABETES MELLITUS: ADESÃO E CONHECIMENTO DE IDOSOS AO TRATAMENTO DIABETES MELLITUS: ADESÃO E CONHECIMENTO DE IDOSOS AO TRATAMENTO Roberta Kelle de Araújo Melo (FACENE) - robertakamelo@hotmail.com Morganna Guedes Batista (FACENE) - morganna_guedes@hotmail.com Rayra Maxiana

Leia mais

ARTIGO ORIGINAL. Resumo

ARTIGO ORIGINAL. Resumo 1806-4280/08/37-01/63 Arquivos Catarinenses de Medicina Arquivos Catarinenses de Medicina Vol. 37, n o. 1, de 2008 63 ARTIGO ORIGINAL Perfil da automedicação em idosos participantes de grupos da terceira

Leia mais

Conhecimento dos pacientes sobre os medicamentos prescritos após consulta médica e dispensação

Conhecimento dos pacientes sobre os medicamentos prescritos após consulta médica e dispensação 3277 Conhecimento dos pacientes sobre os medicamentos prescritos após consulta médica e dispensação Patient awareness about drugs prescribed after medical appointment and prescription TEMAS LIVRES FREE

Leia mais

Gerenciamento na Atenção Primária à Saúde: potencialidades e desafios vivenciados pelos gestores.

Gerenciamento na Atenção Primária à Saúde: potencialidades e desafios vivenciados pelos gestores. Gerenciamento na Atenção Primária à Saúde: potencialidades e desafios vivenciados pelos gestores. Joyce Santiago Ferreira Orientador: Profa. Dra. Claci Fátima Weirich Faculdade de Enfermagem, Goiânia-GO,

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DOS USUÁRIOS QUE FAZEM USO DE PSICOTRÓPICOS DE UMA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA

CARACTERIZAÇÃO DOS USUÁRIOS QUE FAZEM USO DE PSICOTRÓPICOS DE UMA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA CARACTERIZAÇÃO DOS USUÁRIOS QUE FAZEM USO DE PSICOTRÓPICOS DE UMA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA Ana Eliedna Nogueira, Universidade Potiguar, eliednanog@hotmail.com Rúbia Mara Maia Feitosa, Universidade

Leia mais

APRAZAMENTO DE MEDICAÇÃO ATIVIDADE PARA O ENFERMEIRO RESUMO

APRAZAMENTO DE MEDICAÇÃO ATIVIDADE PARA O ENFERMEIRO RESUMO APRAZAMENTO DE MEDICAÇÃO ATIVIDADE PARA O ENFERMEIRO FREIRE, Ana Maria de Sousa Silva OLIVEIRA, Thiciana Souza de RESUMO Objetivou-se, com este estudo, conhecer a opinião dos enfermeiros sobre a atividade

Leia mais

ALCOOLISMO ENTRE ACADÊMICOS DE ENFERMAGEM: UM ESTUDO TRANSVERSAL

ALCOOLISMO ENTRE ACADÊMICOS DE ENFERMAGEM: UM ESTUDO TRANSVERSAL ALCOOLISMO ENTRE ACADÊMICOS DE ENFERMAGEM: UM ESTUDO TRANSVERSAL RESUMO Descritores: Alcoolismo. Drogas. Saúde Pública. Introdução Durante a adolescência, o indivíduo deixa de viver apenas com a família

Leia mais

NTRODUÇÃO MATERIAL E MÉTODOS

NTRODUÇÃO MATERIAL E MÉTODOS Características socioeconômicas, demográficas, nutricionais, controle glicêmico e atividade física de adolescentes portadores de diabetes melito tipo 1 Izabela Zibetti de ALBUQUERQUE 1 ; Maria Raquel Hidalgo

Leia mais

Título: Autores: Unidade Acadêmica: INTRODUÇÃO

Título: Autores: Unidade Acadêmica: INTRODUÇÃO Título: AVALIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA EM SAÚDE AO IDOSO NO MUNÍCIPIO DE ANÁPOLIS-EFETIVIDADE E RESOLUTIVIDADE Autores: Júlia Maria Rodrigues de OLIVEIRA, Marta Rovery de SOUZA. Unidade Acadêmica:

Leia mais

RELATÓRIO DE PESQUISA

RELATÓRIO DE PESQUISA 2011 14 RELATÓRIO DE PESQUISA Relatório da Pesquisa de Satisfação dos Usuários do SUS quanto aos aspectos de acesso e qualidade percebida na atenção à saúde, mediante inquérito amostral. Ministério da

Leia mais

AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE DE EXERCÍCIO DE IDOSOS COM LOMBALGIA E SUA INTERFERÊNCIA NA QUALIDADE DE VIDA

AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE DE EXERCÍCIO DE IDOSOS COM LOMBALGIA E SUA INTERFERÊNCIA NA QUALIDADE DE VIDA 1 AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE DE EXERCÍCIO DE IDOSOS COM LOMBALGIA E SUA INTERFERÊNCIA NA QUALIDADE DE VIDA FEITOSA P. O. ; FELIPE D. M. Resumo: Entre os declínios fisiológicos relacionados ao envelhecimento

Leia mais

AVALIAÇÃO DA AUTOMEDICAÇÃO NA CIDADE DE CONCEIÇÃO DO COITÉ-BA

AVALIAÇÃO DA AUTOMEDICAÇÃO NA CIDADE DE CONCEIÇÃO DO COITÉ-BA FACULDADE NOBRE DE FEIRA DE SANTANA 4 SEMESTRE DE BIOMEDICINA ALINA CANINDÉ ANA PAULA ARAUJO CLÁUDIA KÁSSIA MARTINS FRANCIELE PIEDADE LUCIANA SILVA RAFAEL COUTINHO TAMILA MUNIZ VERÔNICA ARAUJO AVALIAÇÃO

Leia mais

Condutas relacionadas à automedicação de adultos: um estudo qualitativo baseado na técnica de grupo focal

Condutas relacionadas à automedicação de adultos: um estudo qualitativo baseado na técnica de grupo focal PESQUISA / RESEARCH Condutas relacionadas à automedicação de adultos: um estudo qualitativo baseado na técnica de grupo focal Self-medication behaviors of adults: a qualitative study based on focus group

Leia mais

ADESÃO DE ADULTOS À TERAPIA EM VOZ NA CLÍNICA DE FONOAUDIOLOGIA

ADESÃO DE ADULTOS À TERAPIA EM VOZ NA CLÍNICA DE FONOAUDIOLOGIA ADESÃO DE ADULTOS À TERAPIA EM VOZ NA CLÍNICA DE FONOAUDIOLOGIA Autores: THAISY SANTANA DA SILVA, ADRIANA DE OLIVEIRA CAMARGO GOMES, ANA NERY BARBOSA DE ARAÚJO, JONIA ALVES LUCENA, ZULINA SOUZA DE LIRA,

Leia mais

PERFIL DEMOGRÁFICO E ANTROPOMÉTRICO DOS PACIENTES SUBMETIDOS À ANGIOPLASTIA CORONARIANA

PERFIL DEMOGRÁFICO E ANTROPOMÉTRICO DOS PACIENTES SUBMETIDOS À ANGIOPLASTIA CORONARIANA 26 a 29 de outubro de 2010 ISBN 978-85-61091-69-9 PERFIL DEMOGRÁFICO E ANTROPOMÉTRICO DOS PACIENTES SUBMETIDOS À ANGIOPLASTIA CORONARIANA Gisele Escudeiro 1 ; Willian Augusto de Melo 2 RESUMO: A angioplastia

Leia mais

Idosos em um hospital universitário e em um hospital geriátrico*

Idosos em um hospital universitário e em um hospital geriátrico* ARTIGO ORIGINAL Arq Med Hosp Fac Cienc Med Santa Casa São Paulo 2011; 56(1):7-11 Idosos em um hospital universitário e em um hospital geriátrico* Elderly: in a university hospital and in a geriatric hospital

Leia mais

PREVALÊNCIA DE DOENÇA MENTAL NA POPULAÇÃO USUÁRIA DOS SERVIÇOS DE UMA UNIDADE DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA EM PADRE PARAÍSO, MINAS GERAIS.

PREVALÊNCIA DE DOENÇA MENTAL NA POPULAÇÃO USUÁRIA DOS SERVIÇOS DE UMA UNIDADE DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA EM PADRE PARAÍSO, MINAS GERAIS. PREVALÊNCIA DE DOENÇA MENTAL NA POPULAÇÃO USUÁRIA DOS SERVIÇOS DE UMA UNIDADE DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA EM PADRE PARAÍSO, MINAS GERAIS. Luis Antonio Ribeiro 1, Suzana Gomes dos Santos 2, Marcos Tadeu

Leia mais

Vacinação contra a gripe em idosos não institucionalizados: estudo de base populacional

Vacinação contra a gripe em idosos não institucionalizados: estudo de base populacional Vacinação contra a gripe em idosos não institucionalizados: estudo de base populacional Renata Maciulis Dip Prof. Dr. Marcos A. Sarria Cabrera Maíra O. Furlan Sara L. Rodrigues UNIVERSIDADE ESTADUAL DE

Leia mais

A POLIMEDICAÇÃO EM UTENTES INSTITUCIONALIZADOS

A POLIMEDICAÇÃO EM UTENTES INSTITUCIONALIZADOS A POLIMEDICAÇÃO EM UTENTES INSTITUCIONALIZADOS 1Maria Isabel Ribeiro; 2 Carlos Ferreira; 2 Duarte Loio & 2 Luís Salsas 1Professora do Instituto Politécnico de Bragança, Investigadora do CETRAD e colaboradora

Leia mais

PERFIL NUTRICIONAL DE PACIENTES INTERNADOS EM UM HOSPITAL DE LONDRINA-PARANÁ

PERFIL NUTRICIONAL DE PACIENTES INTERNADOS EM UM HOSPITAL DE LONDRINA-PARANÁ PERFIL NUTRICIONAL DE PACIENTES INTERNADOS EM UM HOSPITAL DE LONDRINA-PARANÁ SCHUINDT, P. S; ANDRADE, A. H. G. RESUMO A grande incidência de desnutrição hospitalar enfatiza a necessidade de estudos sobre

Leia mais

Saúde do Idoso Hipertensão Arterial na Cidade do Rio de Janeiro

Saúde do Idoso Hipertensão Arterial na Cidade do Rio de Janeiro Saúde do Idoso Hipertensão Arterial na Cidade do Rio de Janeiro Silvana Costa Caetano Rosanna Iozzi Alcides Carneiro Palavras-chave: Hipertensão Arterial, Idoso Resumo Introdução: A prevalência de Hipertensão

Leia mais

Fidelização dos consumidores aos planos de saúde e grau de interesse por quem não possui o benefício

Fidelização dos consumidores aos planos de saúde e grau de interesse por quem não possui o benefício 1 Fidelização dos consumidores aos planos de saúde e grau de interesse por quem não possui o benefício 2013 Índice 2 OBJETIVO E PÚBLICO ALVO METODOLOGIA PLANO DE SAÚDE O MERCADO DE PLANO DE SAÚDE PERFIL

Leia mais

CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: BIOMEDICINA INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DE VÁRZEA GRANDE

CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: BIOMEDICINA INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DE VÁRZEA GRANDE TÍTULO: ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE FRENTE À CONDIÇÃO CRÔNICA DECORRENTE DO CÂNCER DE BOCA NA BAIXADA CUIABANA: ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS DOS PACIENTES ATENDIDO NO HOSPITAL DE CÂNCER DE MATO GROSSO (HCMT)

Leia mais

Segurança na Cadeia Terapêutica Medicamentosa. Marinei Ricieri Farmacêutica Clínica

Segurança na Cadeia Terapêutica Medicamentosa. Marinei Ricieri Farmacêutica Clínica Segurança na Cadeia Terapêutica Medicamentosa Marinei Ricieri Farmacêutica Clínica 21-Maio-2014 1 O que (quem) é a Cadeia Terapêutica Medicamentosa? 2 É um sistema complexo de fornecimento de medicação.

Leia mais

Automedicação entre Estudantes da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Juiz de Fora

Automedicação entre Estudantes da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Juiz de Fora HU rev, Juiz de Fora, v.32, n.3, p.59-64, jul./set. 2006 Automedicação entre Estudantes da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Juiz de Fora Self-medication among undergraduates of the School

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO SOCIODEMOGRÁFICA DE IDOSOS COM DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEL

CARACTERIZAÇÃO SOCIODEMOGRÁFICA DE IDOSOS COM DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEL CARACTERIZAÇÃO SOCIODEMOGRÁFICA DE IDOSOS COM DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEL Silvana Helena Neves de Medeiros Jerônimo Universidade Federal do Rio Grande do Norte, silvanahmj@bol.com.br Hilderjane

Leia mais

INTRODUÇÃO JUSTIFICATIVA OBJETIVOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS PRÊMIO DE INCENTIVO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA PARA O SUS 2010

INTRODUÇÃO JUSTIFICATIVA OBJETIVOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS PRÊMIO DE INCENTIVO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA PARA O SUS 2010 PRÊMIO DE INCENTIVO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA PARA O SUS 2010 A Monografia IMPLANTAÇÃO DA ATENÇÃO FARMACÊUTICA NO NASF NÚCLEO DE APOIO À SAÚDE DA FAMÍLIA DO MUNICÍPIO DE EXTREMA-MG foi premiada com Menção

Leia mais

Fatores que interferem na qualidade de vida de pacientes de um centro de referência em hipertensão arterial

Fatores que interferem na qualidade de vida de pacientes de um centro de referência em hipertensão arterial Fatores que interferem na qualidade de vida de pacientes de um centro de referência em hipertensão arterial Autores: Liza Batista Siqueira¹, Paulo César Brandão Veiga Jardim², Maria Virgínia Carvalho³,

Leia mais

Ficha Técnica dos indicadores de saúde disponibilizados por meio do aplicativo Statplanet. Mortalidade

Ficha Técnica dos indicadores de saúde disponibilizados por meio do aplicativo Statplanet. Mortalidade Secretaria Municipal da Saúde Coordenação de Epidemiologia e Informação - CEInfo Ficha Técnica dos indicadores de saúde disponibilizados por meio do aplicativo Statplanet Mortalidade Taxa ou Coeficiente

Leia mais

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA CONSULTA PUERPERAL DE ENFERMAGEM

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA CONSULTA PUERPERAL DE ENFERMAGEM 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X) SAÚDE ( ) TRABALHO (X

Leia mais

Perfil de Automedicação entre Estudantes de Medicina

Perfil de Automedicação entre Estudantes de Medicina Revista Científica Multidisciplinar das Faculdades São José Perfil de Automedicação entre Estudantes de Medicina Profile Self-Medication among Medical Students Lílian Maria de Oliveira Faria Docente Faculdades

Leia mais

FORMULÁRIO PARA SUBMISSÃO DE PROJETO DE PESQUISA ENVOLVENDO SERES HUMANOS

FORMULÁRIO PARA SUBMISSÃO DE PROJETO DE PESQUISA ENVOLVENDO SERES HUMANOS Universidade Bandeirante de São Paulo Comitê de Pós-Graduação e Pesquisa COMISSÃO DE ÉTICA (Resolução CONSEPE-UNIBAN nº 17/06 de 11/02/2006) FORMULÁRIO PARA SUBMISSÃO DE PROJETO DE PESQUISA ENVOLVENDO

Leia mais

EXPOSIÇÃO DE RISCO DOS PARTICIPANTES DO PROJETO UEPG-ENFERMAGEM NA BUSCA E PREVENÇÃO DO HIV/AIDS

EXPOSIÇÃO DE RISCO DOS PARTICIPANTES DO PROJETO UEPG-ENFERMAGEM NA BUSCA E PREVENÇÃO DO HIV/AIDS 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA EXPOSIÇÃO DE RISCO DOS PARTICIPANTES DO PROJETO UEPG-ENFERMAGEM

Leia mais

EXPERIÊNCIA DA IMPLANTAÇÃO DA ATENÇÃO FARMACÊUTICA NO SUS APS SANTA MARCELINA / SP:

EXPERIÊNCIA DA IMPLANTAÇÃO DA ATENÇÃO FARMACÊUTICA NO SUS APS SANTA MARCELINA / SP: APS SANTA MARCELINA INTRODUÇÃO EXPERIÊNCIA DA IMPLANTAÇÃO DA NO SUS APS SANTA MARCELINA / SP: UM PROCESSO EM CONSTRUÇÃO Parceria com a Prefeitura de São Paulo no desenvolvimento de ações e serviços voltados

Leia mais

Automedicação em estudantes universitários: a influência da área de formação

Automedicação em estudantes universitários: a influência da área de formação 3323 Automedicação em estudantes universitários: a influência da área de formação Self-medication among university students: the influence of the field of study TEMAS LIVRES FREE THEMES Dayani Galato 1

Leia mais

Utilização de Grandes Bases de Informação na Avaliação do Consumo Alimentar. Regina Mara Fisberg Profª Associada Depto de Nutrição - USP

Utilização de Grandes Bases de Informação na Avaliação do Consumo Alimentar. Regina Mara Fisberg Profª Associada Depto de Nutrição - USP Utilização de Grandes Bases de Informação na Avaliação do Consumo Alimentar Regina Mara Fisberg Profª Associada Depto de Nutrição - USP Agenda 1. Métodos de inquéritos 2. Inquérito de Saúde de São Paulo

Leia mais

Utilização de Medicamentos por Idosos Inseridos em Grupos de Convivência do Município de Porto Alegre/RS/Brasil

Utilização de Medicamentos por Idosos Inseridos em Grupos de Convivência do Município de Porto Alegre/RS/Brasil Latin American Journal of Pharmacy (formerly Acta Farmacéutica Bonaerense) Lat. Am. J. Pharm. 27 (3): 460-7 (2008) Pharmaceutical Care Received: March 14, 2008 Accepted: April 27, 2008 Utilização de Medicamentos

Leia mais

Relacionamento dos médicos associados à SOGESP com os Planos de saúde. Apresentação em Agosto de 2012

Relacionamento dos médicos associados à SOGESP com os Planos de saúde. Apresentação em Agosto de 2012 1 Relacionamento dos médicos associados à SOGESP com os Planos de saúde Apresentação em Agosto de 2012 Índice 2 Objetivo Metodologia Perfil do médico associado Avaliação das operadoras de planos de saúde

Leia mais

XI Encontro de Iniciação à Docência

XI Encontro de Iniciação à Docência 6CCSDEMCAMT01-P CONHECIMENTO E PRÁTICA DOS DISCENTES DO QUARTO PERÍODO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM SOBRE O AUTO-EXAME DAS MAMAS Ericka Vilar Brandão (1) ; Cleide Rejane Damaso de Araújo (3) Centro de Ciências

Leia mais

O Perfil Dos Usuários Do Grupo De Apoio Às DST s E AIDS, Viçosa - MG 1

O Perfil Dos Usuários Do Grupo De Apoio Às DST s E AIDS, Viçosa - MG 1 O Perfil Dos Usuários Do Grupo De Apoio Às DST s E AIDS, Viçosa - MG 1 Talita da Conceição de Oliveira Fonseca. Economista Doméstica. Endereço: Rua João Valadares Gomes nº 210, bairro JK, Viçosa-MG. E-mail:

Leia mais

Censo Nacional das Bibliotecas Públicas P

Censo Nacional das Bibliotecas Públicas P Ministério da Cultura Secretaria de Articulação Institucional Diretoria de Livro, Leitura e Literatura Fundação Biblioteca Nacional Sistema Nacional de Bibliotecas PúblicasP Censo Nacional das Bibliotecas

Leia mais

II Simpósio Gestão Empresarial e Sustentabilidade 16, 17 e 18 de outubro de 2012, Campo Grande MS

II Simpósio Gestão Empresarial e Sustentabilidade 16, 17 e 18 de outubro de 2012, Campo Grande MS DIAGNÓSTICO SÓCIOAMBIENTAL E MONITORIZAÇÃO DA DOENÇA DIARREICA AGUDA EM MORADORES DE UMA ÁREA DE ABRANGÊNCIA DA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA CAMPO GRANDE/MS RESUMO: Sabrina Piacentini O presente trabalho

Leia mais

Formulário para envio de contribuições em Consulta Pública. Apresentação e orientações

Formulário para envio de contribuições em Consulta Pública. Apresentação e orientações Formulário para envio de contribuições em Consulta Pública FORMULÁRIO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES EM CONSULTA PÚBLICA Apresentação e orientações Este Formulário possui a finalidade de enviar contribuições

Leia mais

Aplicação do FMEA nas Centrais de Quimioterapia. Mario Luiz P. Ferreira Área da Qualidade

Aplicação do FMEA nas Centrais de Quimioterapia. Mario Luiz P. Ferreira Área da Qualidade Aplicação do FMEA nas Centrais de Quimioterapia Mario Luiz P. Ferreira Área da Qualidade Introdução O tema Segurança do Paciente se transformou em preocupação, nas instituições de saúde, a partir de 2003

Leia mais

PERFIL DO ESTUDANTE DE ENFERMAGEM DO UNISALESIANO - LINS.

PERFIL DO ESTUDANTE DE ENFERMAGEM DO UNISALESIANO - LINS. PERFIL DO ESTUDANTE DE ENFERMAGEM DO UNISALESIANO - LINS. Jéssica Aparecida Gregório Ferreira (Acadêmica do Curso de Enfermagem), Lais Daniele Lourenço da Silva (Acadêmica do Curso de Enfermagem), Silvio

Leia mais

MORBIDADE E MORTALIDADE POR NEOPLASIAS NO ESTADO DE PERNAMBUCO

MORBIDADE E MORTALIDADE POR NEOPLASIAS NO ESTADO DE PERNAMBUCO MORBIDADE E MORTALIDADE POR NEOPLASIAS NO ESTADO DE PERNAMBUCO Edmilson Cursino dos Santos Junior (1); Renato Filipe de Andrade (2); Bianca Alves Vieira Bianco (3). 1Fisioterapeuta. Residente em Saúde

Leia mais

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA NO SUS Claudia Witzel

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA NO SUS Claudia Witzel ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA NO SUS Claudia Witzel CICLO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA O Ciclo da Assistência Farmacêutica compreende um sistema integrado de técnicas, científicas e operacionais SELEÇÃO DE MEDICAMENTOS

Leia mais

A Evolução da Morbidade e Mortalidade por Câncer de Mama entre a População Feminina de Minas Gerais 1995 a 2001 *

A Evolução da Morbidade e Mortalidade por Câncer de Mama entre a População Feminina de Minas Gerais 1995 a 2001 * A Evolução da Morbidade e Mortalidade por Câncer de Mama entre a População Feminina de Minas Gerais 1995 a 2001 * Andréa Branco Simão UFMG/Cedeplar Luiza de Marilac de Souza UFMG/Cedeplar Palavras Chave:

Leia mais

DECRETO Nº 1710, DE 16 DE NOVEMBRO DE 2007.

DECRETO Nº 1710, DE 16 DE NOVEMBRO DE 2007. DECRETO Nº 1710, DE 16 DE NOVEMBRO DE 2007. Institui o elenco de medicamentos e aprova o regulamento dos procedimentos de aquisição e dispensação de medicamentos especiais para tratamento ambulatorial

Leia mais

Pesquisa Nacional de Saúde Módulo de Doenças Crônicas hipertensão arterial Notas Técnicas

Pesquisa Nacional de Saúde Módulo de Doenças Crônicas hipertensão arterial Notas Técnicas Pesquisa Nacional de Saúde Módulo de Doenças Crônicas hipertensão arterial Notas Técnicas Sumário Origem dos dados... 3 Descrição das variáveis disponíveis para tabulação... 4 Variáveis de conteúdo...

Leia mais

Acesso à Internet e à televisão e posse de telefone móvel celular para uso pessoal

Acesso à Internet e à televisão e posse de telefone móvel celular para uso pessoal Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Ministério das Comunicações Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNAD Suplementar 2013 Acesso à Internet e à televisão e posse de telefone móvel celular

Leia mais

VIGILÂNCIA DE HIV EM SANGUE DOADO: TENDÊNCIA DE SOROPREVALÊNCIA

VIGILÂNCIA DE HIV EM SANGUE DOADO: TENDÊNCIA DE SOROPREVALÊNCIA 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 VIGILÂNCIA DE HIV EM SANGUE DOADO: TENDÊNCIA DE SOROPREVALÊNCIA Janete Lane Amadei 1 ; Deborah Cristiny Dantas Moreti 2 ; Diego Montanhei 2 ; Dennis Armando

Leia mais

MORTALIDADE ENTRE TRABALHADORES: ANÁLISE DE UMA DÉCADA MORTALITY AMONG WORKERS: ANALYSIS OF A DECADE

MORTALIDADE ENTRE TRABALHADORES: ANÁLISE DE UMA DÉCADA MORTALITY AMONG WORKERS: ANALYSIS OF A DECADE Artigo Original MORTALIDADE ENTRE TRABALHADORES: ANÁLISE DE UMA DÉCADA MORTALITY AMONG WORKERS: ANALYSIS OF A DECADE Resumo Ana Claudia Conceição da Silva 1 Carlos Olimpio Válido Santana 1 Larissa Fernanda

Leia mais

CAUSAS DE MORBIDADE HOSPITALAR POR DOENÇAS DE INTERNAÇÃO EVITÁVEL EM CRIANÇAS DE 1 A 4 ANOS

CAUSAS DE MORBIDADE HOSPITALAR POR DOENÇAS DE INTERNAÇÃO EVITÁVEL EM CRIANÇAS DE 1 A 4 ANOS CAUSAS DE MORBIDADE HOSPITALAR POR DOENÇAS DE INTERNAÇÃO EVITÁVEL EM CRIANÇAS DE 1 A 4 ANOS Scaleti Vanessa Brisch 1 Beatriz Rosana Gonçalves de Oliveira Toso RESUMO: Estudo sobre as causas de internações

Leia mais

HÁBITOS ALIMENTARES E ESTADO NUTRICIONAL DE ADOLESCENTES

HÁBITOS ALIMENTARES E ESTADO NUTRICIONAL DE ADOLESCENTES 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 HÁBITOS ALIMENTARES E ESTADO NUTRICIONAL DE ADOLESCENTES Larissa Paula da Silva de Souza 1, Sara Leal de Lima 2, Angela Andréia França Gravena 3 RESUMO:

Leia mais

O IMPACTO DA DOR CRÔNICA NA VIDA DAS PESSOAS QUE ENVELHECEM

O IMPACTO DA DOR CRÔNICA NA VIDA DAS PESSOAS QUE ENVELHECEM O IMPACTO DA DOR CRÔNICA NA VIDA DAS PESSOAS QUE ENVELHECEM Eliane de Sousa Leite. Universidade Federal de Campina Grande/UFCG. Email: elianeleitesousa@yahoo.com.br. Jéssica Barreto Pereira. Universidade

Leia mais

PERFIL NUTRICIONAL DE IDOSOS ATENDIDOS EM HOSPITAL PÚBLICO DA CIDADE DE MARINGÁ

PERFIL NUTRICIONAL DE IDOSOS ATENDIDOS EM HOSPITAL PÚBLICO DA CIDADE DE MARINGÁ ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 PERFIL NUTRICIONAL DE IDOSOS ATENDIDOS EM HOSPITAL PÚBLICO DA CIDADE DE MARINGÁ Rita de Cássia Felix

Leia mais

TÍTULO: PERFIL SOCIODEMOGRÁFICO E ACADÊMICO DE DISCENTES DE ENFERMAGEM DE UMA UNIVERSIDADE PARTICULAR

TÍTULO: PERFIL SOCIODEMOGRÁFICO E ACADÊMICO DE DISCENTES DE ENFERMAGEM DE UMA UNIVERSIDADE PARTICULAR TÍTULO: PERFIL SOCIODEMOGRÁFICO E ACADÊMICO DE DISCENTES DE ENFERMAGEM DE UMA UNIVERSIDADE PARTICULAR CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: ENFERMAGEM INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO

Leia mais

PRESSÃO ARTERIAL E PERFIL SOCIOECONÔMICO DE IDOSOS ATENDIDOS NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA DE FLORIANO- PIAUÍ

PRESSÃO ARTERIAL E PERFIL SOCIOECONÔMICO DE IDOSOS ATENDIDOS NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA DE FLORIANO- PIAUÍ 17 PRESSÃO ARTERIAL E PERFIL SOCIOECONÔMICO DE IDOSOS ATENDIDOS NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA DE FLORIANO- PIAUÍ Joaquim Guerra de Oliveira Neto 1 Dilma Aurélia de Carvalho 2 Guilherme Guarino de Moura

Leia mais

BOLETIM. Fundação Seade participa de evento para disseminar conceitos e esclarecer dúvidas sobre o Catálogo de

BOLETIM. Fundação Seade participa de evento para disseminar conceitos e esclarecer dúvidas sobre o Catálogo de disseminar conceitos O desenvolvimento do aplicativo de coleta de informações, a manutenção e a atualização permanente do CSBD estão sob a responsabilidade da Fundação Seade. Aos órgãos e entidades da

Leia mais

A Segurança na Administração da Quimioterapia Oral.ral

A Segurança na Administração da Quimioterapia Oral.ral A Segurança na Administração da Quimioterapia Oral.ral 2º Congresso Multidisciplinar em Oncologia do Instituto do Câncer do Hospital Mãe de Deus Enfª Érika Moreti Campitelli Antineoplásico oral: Atualmente

Leia mais

Guia de Farmacovigilância - Anvisa. ANEXO IV - Glossário

Guia de Farmacovigilância - Anvisa. ANEXO IV - Glossário Guia de Farmacovigilância - Anvisa ANEXO IV - Glossário De acordo com a RESOLUÇÃO - RDC Nº 4, DE 10/02/09 (DOU 11/02/09): Dispõe sobre as normas de farmacovigilância para os detentores de registro de medicamentos

Leia mais

Perfil dos Beneficiários de Planos e SUS e o Acesso a Serviços de Saúde PNAD 2003 e 2008

Perfil dos Beneficiários de Planos e SUS e o Acesso a Serviços de Saúde PNAD 2003 e 2008 Perfil dos Beneficiários de Planos e SUS e o Acesso a Serviços de Saúde PNAD 2003 e 2008 Marcos Novais Carina Burri Martins José Cechin Superintendente Executivo APRESENTAÇÃO O objetivo deste trabalho

Leia mais

Avaliação de Planos de Saúde. Maio de 2015

Avaliação de Planos de Saúde. Maio de 2015 Avaliação de Planos de Saúde Maio de 2015 Índice OBJETIVO METODOLOGIA PLANO DE SAÚDE O Mercado de plano de saúde Perfil do beneficiário vs Não beneficiário Beneficiários Satisfação, Recomendação, Continuidade

Leia mais

Prevalência, Conhecimento, Tratamento e Controle da Hipertensão em Adultos dos Estados Unidos, 1999 a 2004.

Prevalência, Conhecimento, Tratamento e Controle da Hipertensão em Adultos dos Estados Unidos, 1999 a 2004. Artigo comentado por: Dr. Carlos Alberto Machado Prevalência, Conhecimento, Tratamento e Controle da Hipertensão em Adultos dos Estados Unidos, 1999 a 2004. Kwok Leung Ong, Bernard M. Y. Cheung, Yu Bun

Leia mais

ACOLHIMENTO DE PARTICIPANTES EM UM PROJETO: PERFIL DOS POSSÍVEIS PORTADORES DE HIV/AIDS

ACOLHIMENTO DE PARTICIPANTES EM UM PROJETO: PERFIL DOS POSSÍVEIS PORTADORES DE HIV/AIDS 110. ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA ACOLHIMENTO DE PARTICIPANTES

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES PROGRAMÁTICAS ESTRATÉGICAS ÁREA TÉCNICA SAÚDE DO IDOSO

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES PROGRAMÁTICAS ESTRATÉGICAS ÁREA TÉCNICA SAÚDE DO IDOSO MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES PROGRAMÁTICAS ESTRATÉGICAS ÁREA TÉCNICA SAÚDE DO IDOSO LUIZA MACHADO COORDENADORA ATENÇÃO Ä SAÚDE DA PESSOA IDOSA -AÇÕES DO MINISTERIO

Leia mais

Oficinas de tratamento. Redes sociais. Centros de Atenção Psicossocial Álcool e drogas

Oficinas de tratamento. Redes sociais. Centros de Atenção Psicossocial Álcool e drogas Oficinas de tratamento Redes sociais Centros de Atenção Psicossocial Álcool e drogas Irma Rossa Médica Residência em Medicina Interna- HNSC Médica Clínica- CAPS ad HNSC Mestre em Clínica Médica- UFRGS

Leia mais

TEMA: RIVASTIGMINA NO TRATAMENTO DA DOENÇA DE ALZHEIMER

TEMA: RIVASTIGMINA NO TRATAMENTO DA DOENÇA DE ALZHEIMER Data: 13/12/2013 NTRR 254/2013 Medicamento X Material Procedimento Cobertura Solicitante: Pedro Guimarães Pereira Juiz de Direito, 2ª Vara da Comarca de Várzea da Palma Número do processo: 0044371-71.2013.8.13.0708

Leia mais

Pesquisa Nacional de Saúde Módulo de Atendimento Médico Notas Técnicas

Pesquisa Nacional de Saúde Módulo de Atendimento Médico Notas Técnicas Pesquisa Nacional de Saúde Módulo de Atendimento Médico Notas Técnicas Sumário Origem dos dados... 3 Descrição das variáveis disponíveis para tabulação... 4 Variáveis de conteúdo... 4 %Sentiram discriminação...

Leia mais

AVALIAÇÃO DOS PLANOS DE SAÚDE PELOS USUÁRIOS ANO II SÃO PAULO 2013

AVALIAÇÃO DOS PLANOS DE SAÚDE PELOS USUÁRIOS ANO II SÃO PAULO 2013 1 AVALIAÇÃO DOS PLANOS DE SAÚDE PELOS USUÁRIOS ANO II SÃO PAULO Temas 2 Objetivo e metodologia Utilização dos serviços do plano de saúde e ocorrência de problemas Reclamação ou recurso contra o plano de

Leia mais

Fortalecendo o Sistema de Farmacovigilância para a introdução de novos medicamentos para a tuberculose no Brasil

Fortalecendo o Sistema de Farmacovigilância para a introdução de novos medicamentos para a tuberculose no Brasil Fortalecendo o Sistema de Farmacovigilância para a introdução de novos medicamentos para a tuberculose no Brasil Introdução Em 2009, o Ministério da Saúde (MS) do Brasil mudou seu esquema de tratamento

Leia mais

EPIDEMIOLOGIA E SERVIÇOS DE SAÚDE: USO DE INQUÉRITOS DE BASE POPULACIONAL

EPIDEMIOLOGIA E SERVIÇOS DE SAÚDE: USO DE INQUÉRITOS DE BASE POPULACIONAL EPIDEMIOLOGIA E SERVIÇOS DE SAÚDE: USO DE INQUÉRITOS DE BASE POPULACIONAL Chester Luiz Galvão Cesar Departamento de Epidemiologia Faculdade de Saúde Pública - USP A ESTRATÉGIA DA EPIDEMIOLOGIA E OS SERVIÇOS

Leia mais