Hábitos de consumo de medicamentos entre idosos usuários do SUS e de plano de saúde

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1 Artigo Original Hábitos de consumo de medicamentos entre idosos usuários do SUS e de plano de saúde Habits of medication consumption among elderly SUS and health insurance users Lúcia Rondelo Duarte 1, Reinaldo José Gianinni 2, Lílian Regina Ferreira 3, Mércia Aparecida da Silva Camargo 4, Silvia Dias Galhardo 5 Resumo Este estudo teve como objetivos identificar o perfil sociodemográfico e os hábitos de consumo de medicamentos por 214 idosos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) e de Plano de Saúde no município de Sorocaba (SP), com ênfase na automedicação. Os resultados mostraram que a maioria dos entrevistados estava na faixa de anos e possuía ensino fundamental incompleto; porém, 17% de idosos usuários do SUS não eram alfabetizados e, entre idosos usuários de Plano de Saúde, a renda familiar maior do que três salários mínimos predominou. A procura por duas consultas médicas no mês que antecedeu as entrevistas foi preponderante nos dois grupos. As neoplasias e doenças cardiovasculares foram as mais prevalentes, respectivamente, entre usuários do SUS e de Plano de Saúde; os anti-hipertensivos foram os fármacos mais utilizados nos dois grupos. Não foram encontradas diferenças significativas entre os grupos nos hábitos de consumo de medicamentos. Os hábitos de reutilizar antigas receitas, compartilhar com outros membros da família, utilizar sobras de medicamentos, foram os mais frequentes. Alguns idosos usuários do SUS não possuem hábitos definidos quanto aos cuidados para evitar erros no consumo de medicamentos e, por serem menos privilegiados quanto à renda e escolaridade, são mais vulneráveis aos riscos da automedicação. Palavras-chave: idoso; uso de medicamentos; seguro saúde; Sistema Único de Saúde. Abstract This study aimed to identify the social demographic profile and the medicine consumption habits, by 214 elderly SUS (Unified Health System, Brazil s National Public Health System) and Health Insurance users of the city of Sorocaba (SP), with emphasis on self-medication. The results showed that the majority of the respondents were between years old, and had incomplete primary education. However, 17% of the elderly SUS users were illiterate. A family income larger than three minimum wages was predominant among elderly Health Insurance users. The demand for two medical consultations in the month that preceded the interviews was predominant among groups. The neoplasia and cardiovascular diseases were more prevalent among the SUS and Health Insurance users, respectively. Antihypertensives were the drugs most used by both groups. There were not found significant differences between the groups in their habits of medicine consumption. The habits of reutilizing old prescriptions, sharing them with other family members, using leftover medicines, were the most frequent. Some elderly SUS users do not take care to avoid mistakes in the consumption of medication and because they are less privileged when it comes to income and education, they are more vulnerable to the risks of self-medication. Keywords: elderly; drug utilization; insurance health; Unified Health System. Trabalho realizado no Hospital Santa Lucinda, Conjunto Hospitalar de Sorocaba e SANAMED Saúde Santo Antonio LTDA Sorocaba (SP), Brasil. 1 Doutora em Ciências Biológicas Enfermagem; Professora Associada da Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP) Sorocaba (SP), Brasil. 2 Doutor em Medicina; Professor Titular da Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde da PUC/SP Sorocaba (SP), Brasil. 3 Enfermeira do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) São Paulo (SP), Brasil. 4 Especialista em Enfermagem em UTI pela PUC/SP Sorocaba (SP), Brasil; Enfermeira da Intermédica Sistema de Saúde S.A. Tatuí (SP), Brasil. 5 Enfermeira da Secretaria de Saúde da Prefeitura Municipal de Sorocaba Sorocaba (SP), Brasil. Endereço para correspondência: Lúcia Rondelo Duarte Rua Antonio Silva de Oliveira, 504 Vila Hortência CEP: Sorocaba (SP), Brasil Fonte de financiamento: bolsa do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica do Conselho de Ensino e Pesquisa da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PIBIC/CEPE), Processo nº 06/191. Conflito de interesse: nada a declarar. 64 Cad. Saúde Colet., 2012, Rio de Janeiro, 20 (1): 64-71

2 Consumo de medicamentos entre idosos INTRODUÇÃO Em menos de 40 anos, o Brasil passou de um perfil de mortalidade típico de uma população jovem para um quadro caracterizado por enfermidades complexas e onerosas, próprias das faixas etárias mais avançadas. Esse quadro é decorrente do perfil epidemiológico atual em que há maior participação das doenças crônico-degenerativas 1. Essas condições patológicas são responsáveis pelo aumento da demanda por serviços de saúde, com maior número de consultas ambulatoriais e maior frequência de internações hospitalares 2. Em razão da prevalência de múltiplas doenças em idosos, eles constituem o grupo etário mais medicalizado e exposto à polifarmacoterapia da sociedade¹. A maioria dos idosos consome pelo menos um medicamento e, cerca de um terço deles, são multiusuários, consumindo cinco ou mais simultaneamente 3. Tanto na senescência quanto na senilidade, os efeitos adversos podem ser observados, com frequência, com o uso de apenas um fármaco. Entretanto, o uso concomitante de vários medicamentos propicia a interação medicamentosa e pode ampliar a incidência de complicações 4. Ainda, as dificuldades visuais, de memória ou força muscular que acometem os idosos podem agravar essa tendência pelo uso incorreto dos medicamentos 5. Grande parte dos medicamentos utilizados rotineiramente pelos idosos não possui estudos de toxicidade para essas faixas etárias e condições fisiológicas, embora a população geronte reúna condições que propiciam o desenvolvimento de efeitos adversos e reações de toxidade 6. Do ponto de vista socioeconômico, o uso inapropriado de fármacos pelos idosos pode ser influenciado pelos baixos valores das aposentadorias e pensões, pelo ato de sustentar praticamente toda a família e pelo nível de escolaridade. Os baixos salários dificultam a aquisição dos medicamentos e a baixa escolaridade compromete seu uso adequado. Problemas relacionados a medicamentos podem ter impacto significativo na internação de idosos. No Brasil, não existem estudos específicos sobre as causas de internação de idosos por esses problemas, mas na população norte-americana, problemas relacionados a medicamentos foram responsáveis por 45% dos casos de readmissão hospitalar entre idosos em A automedicação é considerada um fator de risco para os problemas relacionados a medicamentos e pode ter como consequência reações adversas, toxidade, abuso no consumo, enfermidades iatrogênicas, mascaramento de doenças evolutivas, entre outras 6,7. O Sistema Nacional de Informações Toxicofarmacológicas divulgou dados, em 2004, dando conta que, nesse ano, 18,3% das mortes por intoxicação humana foram causadas por medicamentos, sendo que a automedicação contribuiu com metade dessas mortes 8. A forma de terapêutica na qual o paciente decide por si mesmo se deve fazer tratamento medicamentoso e qual o produto que vai utilizar é considerada automedicação; é uma prática bastante difundida, não apenas no Brasil, mas também em outros países 9,10. A sua expansão no mundo se deve a fatores econômicos, políticos e culturais, tornando-a um problema de saúde pública 11. A extensão da automedicação na população brasileira não é conhecida com precisão 9. Estudos brasileiros mostram diferentes prevalências de automedicação geral (46% em Bambuí, MG; 24,9% em Ponta Grossa, PR; 83% em Campinas, SP) 8,11,12. Entre os idosos, a prevalência de automedicação encontrada em estudos nacionais também é assimétrica (26% em Brasília, DF; 80,5% em Tubarão, SC, cidade do sul do País; 60% em Salgueiro, CE; 62,5% em Porto Alegre, RS) 6, Estudos internacionais mostram frequências de automedicação na população geral de 12,7% (Espanha) ou 35,4% (Arábia Saudita) 16,17. Em estudo recente, no México, a proporção de automedicação em idosos foi de 53,5% 18. Diferentes situações podem estar envolvidas com a automedicação, como a indicação de medicamentos por pessoas leigas ou a utilização de uma prescrição médica anterior 7,13. A prática de adquirir o medicamento sem receita, compartilhar remédios com os familiares ou amigos, utilizar sobras de prescrições, bem como reutilizar antigas receitas e descumprir a prescrição médica, alterando a dose e prolongando ou interrompendo o tratamento prescrito, são formas de automedicação 7,11. O problema da automedicação é universal e antigo e não há como acabar com ela. Porém, há meios para minimizá-la, como programas de orientação para os profissionais de saúde, farmacêuticos, balconistas e população em geral, além da fiscalização e políticas de dispensação adequadas 9. Diante desse contexto, medidas preventivas e de conscientização da população, em especial dos idosos, com vistas ao uso adequado de medicamentos e aos riscos da automedicação se fazem necessárias, cabendo aos profissionais de saúde melhorar a qualidade das informações e discutir alternativas de tratamento 19. Com a preocupação de subsidiar o trabalho da equipe de saúde na orientação dos idosos e de seus cuidadores sobre o uso racional de medicamentos, tanto no setor privado, como no setor público, este trabalho teve como objetivos identificar o perfil sociodemográfico e os hábitos de consumo de medicamentos por idosos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) e de Plano de Saúde, com ênfase na automedicação. MÉTODOS Tratou-se de estudo observacional, de corte transversal, realizado no período de março de 2006 a fevereiro de Os colaboradores da pesquisa foram captados no Hospital Santa Lucinda Cad. Saúde Colet., 2012, Rio de Janeiro, 20 (1):

3 Lúcia Rondelo Duarte, Reinaldo José Gianinni, Lílian Regina Ferreira, Mércia Aparecida da Silva Camargo, Silvia Dias Galhardo (Plano Privado), no Conjunto Hospitalar de Sorocaba (SUS) e na SANAMED Saúde Santo Antonio Ltda. (Plano Privado), localizados no município de Sorocaba, Estado de São Paulo. Colaboraram com a pesquisa 214 idosos de 60 anos ou mais, de ambos os sexos, aptos de suas funções cognitivas, sendo 107 de cada grupo (SUS e Plano de Saúde), entre pacientes internados (68) e ambulatoriais (146). O parâmetro utilizado para avaliar a função cognitiva dos idosos foi a evolução médica registrada nos prontuários dos pacientes hospitalizados e, para os idosos em atendimento ambulatorial, a capacidade de responder às questões de identificação com clareza. A casuística foi calculada levando-se em conta a determinação do tamanho amostral para comparação de duas proporções 20. Foi utilizado o EPI INFO, versão 6 (parâmetros: nível de significância=alfa=0,05; poder do teste=0,80=1-beta; expectativa de automedicação no SUS=56%; expectativa de automedicação no plano de saúde=36%; descrito na literatura 11 =46%; n=107 de cada grupo). Considerou-se a hipótese de um desvio em torno de 10% (para mais, no SUS, e para menos, no Plano de Saúde), na expectativa de automedicação. Os idosos foram entrevistados utilizando-se um formulário estruturado que incluiu as variáveis: características sociodemográficas (sexo, idade, estado civil, escolaridade e contribuição do idoso com a renda familiar); condições de saúde (diagnósticos referidos, procura por atenção e número de consultas no último mês, serviços de saúde mais procurados, gastos monetários com medicamentos, modo de aquisição, medicamentos de uso rotineiro); práticas de automedicação (hábito e formas de automedicação, aquisição de medicamentos na farmácia, indicação de terceiros e responsável pela indicação); hábitos na administração de medicamentos (verificação do prazo de validade, da bula, erros e auxílio no consumo, pessoas que auxiliam o idoso no consumo de medicamentos). Foi realizada análise segundo a distribuição da frequência e a significância desses resultados entre os dois grupos (SUS e Plano de Saúde), utilizando-se o teste do χ 2. A partir das dificuldades apresentadas pelos idosos em medicar-se no dia a dia, foi criado e oferecido às instituições parceiras desta pesquisa um folheto explicativo com orientações básicas sobre o uso adequado dos medicamentos. O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa do Centro de Ciências Médicas e Biológicas da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo em 12 de setembro de 2005 sob o nº 607. RESULTADOS Perfil sociodemográfico (Tabela 1) No que concerne à escolaridade, predominaram os respondentes com ensino fundamental incompleto nos dois grupos, mas em proporção maior no SUS. Entre os que completaram o Tabela 1. Distribuição dos idosos usuários do Sistema Único de Saúde e de Plano Privado, segundo características sociodemográficas (Sorocaba, SP, 2006) Características sociodemográficas SUS Plano de Saúde n % n % Valor p* Idade em anos 0, ou mais Sexo 0,07 Feminino Masculino Estado civil 0,64 Solteiro/Divorciado Casado Viúvo Escolaridade <0,001 Não alfabetizado Fundamental incompleto Fundamental completo Médio incompleto ou mais Renda familiar <0,001 Até 2 salários mínimos salários mínimos salários mínimos ou mais Contribuição com a renda familiar <0,01 ¼ da renda ½ renda Total da renda *teste do χ 2 ou exato de Fisher; SUS: Sistema Único de Saúde 66 Cad. Saúde Colet., 2012, Rio de Janeiro, 20 (1): 64-71

4 Consumo de medicamentos entre idosos ensino fundamental, a maior proporção foi dos idosos atendidos pelo Plano de Saúde, assim como os que possuem ensino médio. Foram encontrados 17% de idosos não alfabetizados no SUS e 3% no Plano de Saúde. Os idosos usuários de Plano de Saúde (53%) apresentaram renda familiar significativamente superior à dos usuários do SUS (27%), bem como foram os que apresentaram percentuais significativamente maiores de contribuição com a renda familiar. Perfil das condições de saúde (Tabela 2) As neoplasias e as doenças cardiovasculares foram as mais prevalentes, respectivamente, entre usuários do SUS e de Plano de Saúde. A realização de duas consultas no mês que antecedeu as entrevistas foi predominante nos dois grupos. A procura pelo Pronto Atendimento Municipal (PA) e pela Unidade Básica de Saúde (UBS) foi significativamente maior no SUS, enquanto que a procura pelo consultório médico foi significativamente maior no Plano de Saúde. Constatou-se associação entre plano de saúde privado e gasto com medicamentos no último mês. As diferenças no modo de aquisição dos medicamentos foram significativas entre os grupos, com predominância da farmácia privada para idosos usuários de Plano de Saúde e da farmácia comunitária ou da UBS para idosos usuários do SUS. Práticas de automedicação (Tabela 3) Não foram encontradas diferenças significativas entre os grupos na prática de automedicação, bem como nas formas de automedicação adotadas pelos idosos. Tabela 2. Distribuição dos idosos usuários do Sistema Único de Saúde e de Plano Privado, segundo condições de saúde e de utilização de serviços de saúde (Sorocaba, SP, 2006) Condições de saúde/uso de serviços de saúde SUS Plano de Saúde Valor p* n % n n% Diagnósticos prevalentes <0,01 Doenças cardiovasculares Diagnósticos a esclarecer Neoplasias Doenças endócrinas Doenças osteomusculares Procura por atenção à saúde no último mês 0,13 Não Sim Número de consultas médicas no último mês 0,08 Nenhuma Uma Duas ou mais Serviços de saúde procurados em demanda espontânea <0,001 Pronto Atendimento Consultório médico (particular/convênio) Unidade Básica de Saúde Outros Gastos monetários com medicamentos no último mês <0,01 Não Sim Modo de aquisição dos medicamentos <0,001 Farmácia Unidade Básica de Saúde Farmácia e Unidade Básica de Saúde Farmácias comunitárias/assistenciais Medicamentos usados rotineiramente 0,01 Hipotensor Diurético Analgésico Antidiabético Antiagregante plaquetário Antineoplásico *teste do χ 2 ou exato de Fisher; SUS: Sistema Único de Saúde Cad. Saúde Colet., 2012, Rio de Janeiro, 20 (1):

5 Lúcia Rondelo Duarte, Reinaldo José Gianinni, Lílian Regina Ferreira, Mércia Aparecida da Silva Camargo, Silvia Dias Galhardo Hábitos associados à administração de medicamentos (Tabela 4) Não houve associação entre hábitos de administração de medicamentos e plano de saúde público ou privado. Em relação aos cuidados para evitar erros durante o consumo de medicamentos, a maioria dos entrevistados armazena os medicamentos separadamente dos demais membros da família e em caixas específicas para não se confundirem. Outrossim, eles referiram que se orientam pela receita, seguem a anotação da farmácia, pedem ajuda a familiares, separam por horário, anotam na agenda, usam caixas coloridas conforme o horário ou guardam em locais que lembrem o horário da tomada como no quarto os que devem ser tomados à noite ou na cozinha os que devem ser ingeridos durante as refeições, afixam os horários na geladeira, anotam nas caixas, separam pela manhã a medicação do dia. Alguns idosos usuários do SUS não possuem hábitos definidos quanto aos cuidados com a prescrição e pedem ajuda para familiares. DISCUSSÃO A maior proporção de mulheres idosas encontrada no presente estudo pode ser explicada pela sua maior sobrevida na população. As mulheres constituem o grupo social que mais utiliza medicamentos, tornando-as mais suscetíveis aos problemas relacionados a medicamentos e a prática de automedicação 16,21,22. Da mesma forma, idosos que vivem sozinhos, embora em minoria neste estudo, são mais propensos aos problemas relacionados a medicamentos e a automedicação 16,18. A probabilidade de o idoso morar apenas na companhia do cônjuge, ou de estar morando sozinho, é uma tendência observada nas áreas urbanas, onde o nível educacional e socioeconômico é mais elevado 23. Merece destaque a proporção de não alfabetizados e de respondentes com ensino fundamental incompleto entre os usuários do SUS. Esses dados são compatíveis com a realidade nacional e mostram que a escolarização é precária entre aqueles que procuram o setor público de saúde 24. O maior grau de escolaridade tem sido relacionado à prática de automedicação em alguns estudos 8,25. Embora em nosso estudo os usuários de Plano de Saúde sejam mais escolarizados que os do SUS, não houve diferença significativa na prática de automedicação entre os grupos. Resultado semelhante foi constatado quanto ao poder aquisitivo, ainda que exista uma tendência à automedicação entre pessoas com maior poder aquisitivo 8. Os resultados quanto às enfermidades prevalentes são compatíveis com pesquisas que analisaram a Tabela 3. Distribuição dos idosos usuários do Sistema Único de Saúde e de Plano Privado, segundo práticas de automedicação (Sorocaba, SP, 2006) Práticas de automedicação SUS Plano de Saúde n % n % Valor p* Hábito de automedicação 0,58 Não Sim Formas de automedicação 0,9 Compartilha de medicamentos com outras pessoas Uso de sobras de medicamentos Reutilização de receitas Compartilha de medicamentos e uso de sobras Compartilha de medicamentos e reutilização de receitas Uso de sobras e reutilização de receitas Compartilha de medicamentos, uso de sobras e reutilização de receitas Aquisição de medicamentos na farmácia no último mês 0,055 Com receita Sem receita Não adquiriu Aquisição de medicamentos indicados por terceiros 0,73 Sim Não Responsável pela indicação 0,35 Atendente de farmácia Amigos Familiares Vizinhos *teste do χ 2 ou exato de Fisher; SUS: Sistema Único de Saúde 68 Cad. Saúde Colet., 2012, Rio de Janeiro, 20 (1): 64-71

6 Consumo de medicamentos entre idosos Tabela 4. Distribuição dos idosos usuários do Sistema Único de Saúde e de Plano Privado, segundo hábitos associados à administração de medicamentos (Sorocaba, SP, 2006) Hábitos associados à administração de medicamentos SUS Plano de Saúde n % n % Valor p* Verificação do prazo de validade do medicamento 0,67 Não Sim Verificação da bula 0,78 Não Sim Erros no consumo de medicamentos 0,30 Não Sim Auxílio no consumo de medicamentos 0,90 Não Sim Pessoas que auxiliam o idoso na medicalização 0,20 Cônjuge Filhos Irmãos Vizinhos *teste do χ 2 ou exato de Fisher; SUS: Sistema Único de Saúde morbimortalidade hospitalar em idosos, nas quais as doenças cardiovasculares e as neoplasias estavam entre as seis principais causas de internação 26,27. Essa similaridade se justifica, possivelmente, porque os nossos colaboradores foram captados em unidades de internação ou ambulatórios de especialidades de um complexo hospitalar. Ademais, as doenças cronicodegenerativas acometem principalmente a população idosa 21. Em diversos trabalhos constatou-se que os medicamentos com ação no sistema cardiovascular são os mais utilizados pelos idosos 13,21,22. No presente estudo, os resultados foram semelhantes, pois o consumo habitual de medicamentos desse grupo foi predominante e sua distribuição homogênea entre os idosos. Esses resultados são coerentes com a prevalência de doenças cardiovasculares nos idosos entrevistados. Vale ressaltar o uso de analgésicos nos dois grupos estudados, pois esses são fármacos usados frequentemente sem prescrição médica 13,14. Além disso, o acesso a outros medicamentos pelos idosos usuários de Plano de Saúde foi maior, possivelmente em função do maior poder aquisitivo desse grupo. Os percentuais de idosos que se automedicam foram semelhantes aos encontrados na literatura referente à automedicação em adultos (Projeto Bambuí) 11. Não obstante, esses percentuais foram maiores que os encontrados em idosos de Marília, SP (36,9%) 28 ou de Brasília, DF (26%) 6. Também, foram menores que os de Salgueiro, CE (60%) 14 ou de Porto Alegre, RS (62,5%) 15. A proporção de idosos adeptos da automedicação no inquérito realizado no México foi próxima da encontrada em nosso estudo 18. A contraposição de achados nos diferentes estudos pode estar relacionada ao período recordatório. Estudos de prevalência de automedicacão no Brasil mostraram proporções menores dessa prática nos períodos recordatórios de até sete dias, sugerindo que os períodos de rememorização mais longos podem gerar percentuais maiores de automedicação 25. No presente estudo, o período recordatório foi de um mês, podendo ter influenciado o relato de uma proporção maior de automedicação do que a real. Os trabalhos sobre automedicação não permitem uma associação coerente com a idade, apesar de essa prática ser menos frequente em idosos e estar aumentando em adultos jovens 3,11,17. No estudo de Bambuí, verificou-se associação entre automedicação e menores gastos com medicamentos 11. No presente estudo, a proporção de idosos que gastaram com medicamentos, no último mês, foi significativamente maior entre usuários de Plano de Saúde, porém a distribuição da prática de automedicação entre os grupos mostrouse homogênea. Em inquérito sobre as práticas terapêuticas de idosos de Porto Alegre, verificou-se que as escolhas terapêuticas apoiaram-se em: disponibilidade e acesso à assistência médica, pouca disponibilidade financeira, fracasso de tratamentos com alternativas informais ou populares, maneira como o paciente entende o problema ou como as pessoas Cad. Saúde Colet., 2012, Rio de Janeiro, 20 (1):

7 Lúcia Rondelo Duarte, Reinaldo José Gianinni, Lílian Regina Ferreira, Mércia Aparecida da Silva Camargo, Silvia Dias Galhardo que convivem com ele compreendem e encaminham a situação. Um dos fatores que mais se destacou foi a relação direta entre ter convênio particular e o maior consumo de medicamentos prescritos por um profissional de saúde 15. A familiaridade do leigo com medicamentos, experiências positivas anteriores e dificuldade de acesso aos serviços de saúde favorecem a automedicação 6. Além dos fatores que podem influenciar as práticas de automedicação, já mencionados, pesquisas de abordagem qualitativa focam as questões subjetivas envolvidas. Segundo Pound et al a, apud Leite et al. 19, as pessoas testam doses, suspendem tratamentos ou complementam-nos com outros recursos. Em síntese, elas buscam na medicalização formal e informal a resolução de seus problemas de saúde 6. Ainda que fosse esperada uma diferença nas proporções de automedicação entre usuários do SUS e de Plano de Saúde, ela não foi significante, mantendo-se essa tendência nas formas de automedicação praticadas pelos idosos. Esse resultado sugere homogeneidade na prática de automedicação na população de idosos, também mencionada no estudo de Bortolon et al. 6. A prática de reutilizar antigas receitas, predominante entre os idosos dos dois grupos, acrescenta vários riscos associados ao consumo dos medicamentos prescritos. Assim como pode retardar a realização dos diagnósticos dificultando o atendimento imediato, pois nem sempre o paciente menciona essa prática ao profissional de saúde 6. A utilização compartilhada com familiares é a segunda opção dos idosos nas práticas de automedicação e se dá porque os medicamentos são adquiridos para uso familiar. Do ponto de vista econômico, entende-se esse hábito, contudo ele favorece riscos que comprometem o tratamento como contaminação cruzada e número de doses inadequadas 7. Os idosos devem ser orientados quanto aos cuidados com a medicação, considerando-se as peculiaridades individuais. O aconselhamento do idoso para o uso correto dos medicamentos deve fazer parte do seu projeto terapêutico e deve ser responsabilidade de toda a equipe de saúde. Eles devem ser incentivados a verificar a data de validade, pois medicamentos vencidos podem sofrer alterações do princípio ativo que podem reduzir a atividade terapêutica e ocasionar efeitos adversos 29. O hábito de verificar a bula fornece ao usuário informações quanto ao risco de interações medicamentosas, sinergismo, reações adversas e outros. A partir desses conhecimentos, o idoso obterá dados imprescindíveis para reconhecer a evolução do tratamento, tanto positivamente, como negativamente. No entanto, as bulas devem ter linguagem acessível, letras visíveis e informações básicas. Todavia, a ocorrência de erros (superdosagem ou troca) durante o consumo de medicamentos pode estar relacionada a alterações das funções físicas, sensoriais e cognitivas do idoso, potencializando o déficit no seu autocuidado 4,21. Essa situação requer a participação de um cuidador que assessore o idoso, bem como a orientação dos profissionais de saúde, sugerindo formas lúdicas ou alternativas de guarda do medicamento, do registro de doses e dos horários para que o idoso não se confunda. A interação cuidador-cônjuge/idoso surge principalmentedo componente afetivo para com o companheiro, contribuindo para que um cônjuge cuide do outro 30. Portanto, orientar o cuidador também deve ser preocupação dos profissionais de saúde para evitar erros no consumo dos medicamentos. O apoio social em rede é uma medida importante, bem como o estímulo à colaboração de parentes, vizinhos, ou grupos organizados na comunidade para auxiliar os idosos que não contam com essa ajuda, pode ser de grande valia. CONSIDERAÇÕES FINAIS A dificuldade de proceder à análise estratificada por renda e escolaridade pode ser considerada uma limitação do estudo. Os idosos que colaboraram com a pesquisa foram captados em um complexo hospitalar universitário, uma parcela deles em unidade de internação. Como não era objetivo do trabalho verificar as diferenças entre internados e não internados, a coleta de dados abrangeu o período recordatório de um mês, não se limitando ao momento da internação. A aquisição de medicamentos pela grande maioria da população é dificultada pelas condições socioeconômicas, sendo, portanto, esse acesso limitado e desigual, penalizando as pessoas de baixa renda 21. Os idosos usuários do SUS, menos privilegiados quanto à renda e escolaridade, são mais vulneráveis aos riscos da automedicação e requerem atenção especial dos profissionais de saúde com orientação adequada. Além do mais, o setor de saúde deve prover a atenção básica de políticas voltadas às necessidades dos idosos com abordagem integral e com maior acesso aos medicamentos e seu uso seguro. a Pound P, Britten N, Morgan M, Yardley L, Pope C, Daker-White G, et al. Resisting medicines: a synthesis of qualitative studies of medicine taking. Soc Science Med. 2005;61(1): Cad. Saúde Colet., 2012, Rio de Janeiro, 20 (1): 64-71

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