OBJETIVO. Palavras-chave: Saúde pública, perda auditiva e linguagem

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "OBJETIVO. Palavras-chave: Saúde pública, perda auditiva e linguagem"

Transcrição

1 LEVANTAMENTO DOS ASPECTOS RELACIONADOS AO USO E MANUTENÇÃO DO AASI E À TERAPIA FONOAUDIOLÓGICA EM CRIANÇAS E JOVENS COM PERDA AUDITIVA NA CIDADE DE SÃO PAULO. Palavras-chave: Saúde pública, perda auditiva e linguagem Este trabalho foi realizado na DERDIC (Divisão de Educação e Reabilitação dos Distúrbios da Comunicação) e teve como propósito levantar dados a respeito do uso do AASI e de terapia fonoaudiológica em crianças e jovens deficientes auditivas. A partir de 2003, iniciou-se processo de discussão das dificuldades vivenciadas por organizações públicas e privadas para prover, gratuitamente, os aparelhos de amplificação sonora individual à pacientes com perdas auditivas, a fim de auxiliá-los na vida cotidiana. Em decorrência dessas discussões foi publicada, em 2004, a portaria n 587/04 (1) explicitando os diversos níveis de atenção à saúde auditiva que estipularam os critérios para credenciamento das instituições que poderiam realizar diagnóstico e indicação de AASI. A DERDIC foi conveniada pelo SUS nos níveis de média e alta complexidade e atualmente está ligada à Secretaria de Saúde do Município de São Paulo, disponibilizando serviços de diagnóstico médico e audiológico para bebês, crianças, jovens e adultos, bem como terapia fonoaudiológica. Foram atendidos na instituição mais de 1000 pacientes desde o início do credenciamento, principalmente das regiões norte e sul da cidade, para qual é centro de referência. Alguns desses pacientes permaneceram na instituição, em atendimento fonoaudiológico ou na escola especial de educação básica. Por essa razão, tornou-se importante desenvolver um trabalho que possibilitasse conhecer quais procedimentos de média complexidade são realizados, segundo pacientes atendidos na Instituição. OBJETIVO

2 Realizar um levantamento dos aspectos relacionados ao AASI e à terapia fonoaudiológica em crianças e jovens com perda auditiva/surdez, que receberam AASI na DERDIC nos aspectos: a. Uso e manutenção do aparelho (freqüência do uso da amplificação e manutenção dos dispositivos); b. Terapia fonoaudiológica (possui atendimento fonoaudiológico na região de moradia, freqüenta ou não terapia). MATERIAL E MÉTODO Foram levantados os dados contidos nos prontuários dos sujeitos e aplicada uma entrevista com os responsáveis, que serviu como instrumento de coleta de dados quantitativos e qualitativos. Os critérios para inclusão foram: possuir idade entre 3 anos e 1 mês e 14 anos e 11 meses; com a concessão do AASI, pela DERDIC- PUC/SP, entre agosto de 2002 e agosto de 2005; e residir nas regiões Norte/Oeste ou Sul. Os sujeitos foram divididos em 2 grupos: 1) 3 anos e 1 mês a 8 anos e; 2) 8 anos e 1 mês a 14 anos e 11 meses. A pesquisa foi realizada dentro dos parâmetros éticos, preservando os sujeitos integralmente e garantindo o sigilo dos dados coletados. RESULTADOS e DISCUSSÃO Sim Não Faz terapia fonoaudiológica 68,2 31,8 Há UBS na região de moradia Há fonoaudiólogo na UBS 31,8 68,2 Faz uso do AASI 70,5 29,5 Há assist. técnica na região de moradia 27,3 72,7 Já precisou manutenção para o AASI 45,5 54,5 Tabela 1 reultados em porcentagem dos dados levantados na pesquisa A presente pesquisa apresentou dados indicativos relacionados à terapia fonoaudiológica e ao uso do aparelho auditivo após a concessão do mesmo pela DERDIC, por meio da Portaria de Saúde Auditiva. Esta prevê a atenção à pessoa com perda auditiva no que diz respeito ao atendimento completo, que pressupõe ações desde o diagnóstico até o tratamento clínico, por meio de terapia fonoaudiológica.

3 No Encontro Internacional de Audiologia de 2000 (2) foi sugerido um modelo acessível de atendimento e intervenção audiológica de (re) habilitação para a população brasileira. Algumas das recomendações foram: (re) habilitação; uso de amplificação; acompanhamento otológico e audiológico; suporte terapêutico, educacional, emocional, social e legal fornecido ao deficiente auditivo e sua família. Sabe-se que um trabalho de orientação e acompanhamento com as famílias pode ser de grande valor para o desenvolvimento adequado da pessoa com perda auditiva/surdez (3). No presente estudo 68,2% dos responsáveis referiram que seus filhos freqüentavam terapia fonoaudiológica, sendo 80% do grupo 1 independentemente da região de moradia. Esse fato parece indicar que há mais atenção voltada para as crianças menores, quando comparadas às maiores, tanto por parte de serviços oferecidos, quanto pelos pais, que parecem aderir melhor ao tratamento. Ao se comparar as regiões de moradia, os sujeitos entrevistados residentes na Zona Sul têm seu tratamento realizado principalmente na DERDIC, já os residentes na Zona Norte/Oeste também são assistidos, mas não em um serviço centralizado, como nessa instituição. Foi feito um levantamento no portal da Prefeitura de São Paulo, no que se refere às UBSs existentes nas Zonas de referência para esse estudo: Zona Norte (subdivisões: Tremembé e Jaçanã; Vila Maria e Vila Guilherme); Zona Oeste (subdivisões: Butatã, Lapa e Pinheiros); e Zona Sul (subdivisões: Campo Limpo, Capela do Socorro, Cidade Ademar, Ipiranga, Jabaquara, M Boi Mirim, Parelheiros, Santo Amaro e Vila Mariana). O total de Unidades Básicas de saúde existentes nas regiões foi de 213, sendo 106 nas Zonas Norte/Oeste e 107 na Zona Sul. As famílias referiram a existência das UBSs na região de moradia (100%), mas apenas 31,8% afirmaram que há fonoaudiólogo e, que em geral, são em número reduzido e com outros focos de atenção que não às terapias para as crianças com perda auditiva. Esse dado mostra, mais uma vez, a ausência, na estrutura pública, de profissionais fonoaudiólogos em número suficiente para atender à demanda específica dessa população em seus locais de moradia. Tal fato revela a dificuldade enfrentada pelas famílias em darem seguimento ao tratamento para seus filhos, o que implica em grandes deslocamentos para obter atendimento e, muitas vezes, na desistência de investimento familiar nessa área.

4 Outro fator relevante é o uso dos aparelhos de amplificação sonora individuais. 70,5% dos entrevistados referiram usar os aparelhos habitualmente, sendo 87,5% pertencentes ao grupo 1 e residentes na Zona Sul. Essas crianças têm, em sua maioria, atendimento na DERDIC, instituição que conta com boa estrutura física e técnica. Esse fato demonstra a importância do acompanhamento integral e constante das crianças com perda auditiva por um profissional fonoaudiólogo. Os pacientes do grupo 2 responderam, na maior parte das vezes, usar somente no período escolar e durante as terapias. Entre os que responderam não fazer uso dos aparelhos auditivos (29,5%), as queixas se referiram ao alto custo das pilhas, a quebra, ao preço da manutenção e a presença de desconforto ao usar. Em relação a manutenção, apenas 27,3% dos entrevistados afirmaram que há assistência técnica na região de moradia enquanto que, do total dos entrevistados, 45,5% relataram já terem precisado de manutenção. A referida portaria prevê o acompanhamento periódico do uso e benefício dos aparelhos, como para regulagem dos mesmos ou troca, quando necessário. No entanto, esses pacientes com queixas, não retornaram à DERDIC para fazer valer seus direitos. Isso pôde ser constatado no processo de desenvolvimento da pesquisa, quando houve grande dificuldade no contato com os pacientes que já haviam recebido os aparelhos e que haviam mudado de endereço ou telefone. Tal fato parece indicar que algumas famílias buscam a restauração da audição normal de seus filhos, o que não acontece, pois os aparelhos auditivos são dispositivos auxiliares, que não substituem a "audição ruim" por uma "boa". A maior parte dos sujeitos tem perdas severas ou profundas e ao perceberem as limitações da amplificação, deixam de fazer o investimento necessário, pois os resultados surgem a longo prazo e dependem de um conjunto de ações da família nos cuidados com seus filhos em diversos aspectos de suas vidas (terapias, escola, manutenção dos aparelhos, etc). CONCLUSÃO A partir dos resultados apresentados, pôde-se concluir que a maioria dos pacientes usa o AASI, mesmo relatando que existe grande dificuldade financeira para manter a troca de bateria, além de destacarem a falta de assistência em relação à problemas técnicos do aparelho e à terapia fonoaudiológica nas UBSs, uma vez que grande parte dos responsáveis relata que seus filhos fazem terapia fonoaudiológica em outros lugares, que não no posto de saúde mais próximo de casa, como, por exemplo, na DERDIC ou em fonoaudiólogas particulares. Em relação à assistência

5 técnica muitos deles reclamam do custo de tais consertos e da distância até o local de assistência. É de extrema importância que se possa oferecer um trabalho de apoio aos deficientes auditivos e às famílias, que se estenda para além das sessões de adaptação do AASI previstas na Portaria de Saúde Auditiva. Para que isso possa acontecer é necessária a contratação de um número maior de fonoaudiólogos pela rede pública de saúde para que possa se desenvolver um trabalho melhor e mais eficaz de inclusão do deficiente auditivo na sociedade. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. Harrison KMP, Lewis DR. Portaria de Saúde Auditiva (n 587/04) Disponível em: 2. Moret ALM, Ficker LB, Martinez MANS. Fórum de (Re) Habilitação Auditiva/2000 XV Encontro Internacional de Audiologia. Rev Dist da Com. 2000;11(2): Harrison KMP. A surdez na família: uma análise de depoimentos de pais e mães [tese]. São Paulo: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo- Faculdade de Fonoaudiologia;1994.

SISTEMA FREQUENCIA MODULADA (FM)

SISTEMA FREQUENCIA MODULADA (FM) SISTEMA FREQUENCIA MODULADA (FM) CONCEITO: O Sistema de Frequência Modulada (Sistema FM) consiste de um transmissor com uma frequência de rádio específica, com uma antena e um receptor compatível, sendo

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.626, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2005. Regulamenta a Lei n o 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira

Leia mais

I Fórum Municipal sobre Autismo Acessibilidade e Mobilidade Territorial

I Fórum Municipal sobre Autismo Acessibilidade e Mobilidade Territorial I Fórum Municipal sobre Autismo Acessibilidade e Mobilidade Territorial SECRETARIA MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA E DESENVOLVIMENTO SOCIAL Coordenadoria de Proteção Social Especial Março/2014 CONSTITUIÇÃO FEDERAL

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES 2010 Derdic / PUC-SP

RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES 2010 Derdic / PUC-SP RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES 2010 RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES 2010 Missão 03 Valores Institucionais 03 Escola Especial de Educação Básica 04 Clínica de Audição, Voz e Linguagem Prof. Dr. Mauro Spinelli

Leia mais

AVALIAÇÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE AUDITIVA SOB A PERSPECTIVA DO USUÁRIO: PROPOSTA DE INSTRUMENTO

AVALIAÇÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE AUDITIVA SOB A PERSPECTIVA DO USUÁRIO: PROPOSTA DE INSTRUMENTO AVALIAÇÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE AUDITIVA SOB A PERSPECTIVA DO USUÁRIO: PROPOSTA DE INSTRUMENTO Armigliato ME; Prado DAG; Melo TM; Lopes AC; Martinez MANS; Amantini RCB; Bevilacqua MC. Palavras-chaves: Avaliação

Leia mais

A percepção do handicap em adultos candidatos ao uso de aparelhos. auditivos. Fabiane Acco Mattia Fonoaudióloga Especialização em Audiologia

A percepção do handicap em adultos candidatos ao uso de aparelhos. auditivos. Fabiane Acco Mattia Fonoaudióloga Especialização em Audiologia A percepção do handicap em adultos candidatos ao uso de aparelhos auditivos Fabiane Acco Mattia Fonoaudióloga Especialização em Audiologia Karlin Fabianne Klagenberg Fonoaudióloga Doutorado em Distúrbios

Leia mais

APARELHO DE AMPLIFICAÇÃO SONORA INDIVIDUAL: ESTUDO DOS FATORES DE ATRASO E DE ADIAMENTO DA ADAPTAÇÃO... 272

APARELHO DE AMPLIFICAÇÃO SONORA INDIVIDUAL: ESTUDO DOS FATORES DE ATRASO E DE ADIAMENTO DA ADAPTAÇÃO... 272 APARELHO DE AMPLIFICAÇÃO SONORA INDIVIDUAL: ESTUDO DOS FATORES DE ATRASO E DE ADIAMENTO DA ADAPTAÇÃO.... 272 APARELHO DE AMPLIFICAÇÃO SONORA INDIVIDUAL: ESTUDO DOS FATORES DE ATRASO E DE ADIAMENTO DA ADAPTAÇÃO.

Leia mais

SÃO PAULO SOB O OLHAR DAS CONSULTORAS NATURA

SÃO PAULO SOB O OLHAR DAS CONSULTORAS NATURA SÃO PAULO SOB O OLHAR DAS CONSULTORAS NATURA Metodologia e Amostra Pesquisa junto às consultoras Natura da cidade de São Paulo. Metodologia quantitativa, questionário auto-preenchido COLETA DOS DADOS Setembro

Leia mais

Revisão Participativa dos Instrumentos de Planejamento e Gestão Urbana do Município de São Paulo

Revisão Participativa dos Instrumentos de Planejamento e Gestão Urbana do Município de São Paulo Revisão Participativa dos Instrumentos de Planejamento e Gestão Urbana do Município de São Paulo Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano - SMDU Departamento de Urbanismo - DEURB Departamento de

Leia mais

Quadro da desigualdade em São Paulo

Quadro da desigualdade em São Paulo Quadro da desigualdade em São Paulo CULTURA Acervo de livros infanto-juvenis das bibliotecas municipais per capita Número de livros infanto-juvenis disponíveis em acervos de bibliotecas e pontos de leitura

Leia mais

4th Latin American Pediatric Conference São Paulo

4th Latin American Pediatric Conference São Paulo 4th Latin American Pediatric Conference São Paulo 20 a 22 Agosto - 2015 Grupos de pais para adesão ao processo terapêutico e uso consistente dos AASI Hear the World Project Bebê com DA a intervenção inicial

Leia mais

Projeto de Informatização. Como implantar um Sistema de Informação para a Saúde Pública em SP?

Projeto de Informatização. Como implantar um Sistema de Informação para a Saúde Pública em SP? Projeto de Informatização Como implantar um Sistema de Informação para a Saúde Pública em SP? Contato Cláudio Giulliano Alves da Costa, MD, MSc. Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo Assessoria Técnica

Leia mais

Centro Auditivo Teuto Brasileiro

Centro Auditivo Teuto Brasileiro Centro Auditivo Teuto Brasileiro É com imenso prazer que o Centro Auditivo Teuto Brasileiro HANSATON tem como objetivo disponibilizar a Associação Brasileira de Agência de Regulação, uma marca forte no

Leia mais

Relações entre handicap

Relações entre handicap Relações entre handicap auditivo, desempenho dos aparelhos de amplificação sonora individuais, benefício e satisfação em adultos atendidos por um programa de saúde auditiva credenciado ao SUS. Palavras

Leia mais

PROJETO JOVEM DOUTOR BRASIL UMA ESTRATEGIA DE EDUCAÇÃO EM SAUDE. Wanderléia Blasca

PROJETO JOVEM DOUTOR BRASIL UMA ESTRATEGIA DE EDUCAÇÃO EM SAUDE. Wanderléia Blasca PROJETO JOVEM DOUTOR BRASIL UMA ESTRATEGIA DE EDUCAÇÃO EM SAUDE Wanderléia Blasca Colaboradores: Andressa da Silva, Ana C. Spinardi, Thaís Gonçalves, Giédre Berretin-Félix, Deborah Ferrari, Alcione Brasolotto,

Leia mais

THALITA KUM PROJETO - CUIDANDO COM HUMANIDADE DOS ACAMADOS E DE SEUS CUIDADORES.

THALITA KUM PROJETO - CUIDANDO COM HUMANIDADE DOS ACAMADOS E DE SEUS CUIDADORES. THALITA KUM PROJETO - CUIDANDO COM HUMANIDADE DOS ACAMADOS E DE SEUS CUIDADORES. ANA LUCIA MESQUITA DUMONT; Elisa Nunes Figueiredo. Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte SMSA-BH (Atenção Básica)

Leia mais

CICLO 2014 PRONAS RELAÇÃO DOS PROJETOS APROVADOS ATÉ 27.11.14

CICLO 2014 PRONAS RELAÇÃO DOS PROJETOS APROVADOS ATÉ 27.11.14 CICLO 2014 PRONAS RELAÇÃO DOS PROJETOS APROVADOS ATÉ 27.11.14 Associação Hospitalar de Proteção à Infância Dr. Raul Carneiro - Hospital Pequeno Príncipe 25000.161.705/2014-37 Deficiência Intelectual e

Leia mais

FUNDAÇÃO SÃO PAULO mantenedora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

FUNDAÇÃO SÃO PAULO mantenedora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo ANEXO IV DESCRIÇÃO TÉCNICA DO PROJETO 1. Identificação do projeto: Cidadania: surdez e o mundo do trabalho 1.1. Instituição proponente: Fundação São Paulo 1.2 CNPJ: 60.990.751 / 0001-24 1.3 Banco: 1.4

Leia mais

POLÍTICAS DE SAÚDE PARA OS SURDOS E O PRINCÍPIO DE UNIVERSALIDADE

POLÍTICAS DE SAÚDE PARA OS SURDOS E O PRINCÍPIO DE UNIVERSALIDADE Eixo temático: - Políticas de tradução/interpretação de língua de sinais. Modalidade: ( ) comunicação oral/sinais (X) pôster POLÍTICAS DE SAÚDE PARA OS SURDOS E O PRINCÍPIO DE UNIVERSALIDADE Autores: Débora

Leia mais

DEFICIÊNCIA AUDITIVA: ÊNFASE NA REABILITAÇÃO PRECOCE. Clay Rienzo Balieiro* Altair C. Pupo* Luisa B. Ficker* RESUMO

DEFICIÊNCIA AUDITIVA: ÊNFASE NA REABILITAÇÃO PRECOCE. Clay Rienzo Balieiro* Altair C. Pupo* Luisa B. Ficker* RESUMO DEFICIÊNCIA AUDITIVA: ÊNFASE NA REABILITAÇÃO PRECOCE Clay Rienzo Balieiro* Altair C. Pupo* Luisa B. Ficker* RESUMO Muitos estudos e investimentos têm sido feitos na elaboração de procedimentos de identificação

Leia mais

PROJETO DE ESTRUTURAÇÃO SAÚDE PÚBLICA Prefeitura Municipal de Itapeva - SP. Maio de 2014

PROJETO DE ESTRUTURAÇÃO SAÚDE PÚBLICA Prefeitura Municipal de Itapeva - SP. Maio de 2014 PROJETO DE ESTRUTURAÇÃO SAÚDE PÚBLICA Prefeitura Municipal de Itapeva - SP Maio de 2014 UMA RÁPIDA VISÃO DA SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL HOJE Estrutura com grandes dimensões, complexa, onerosa e com falta de

Leia mais

Ilustríssimo Coordenador Regional no Convênio PLANO PASA (Plano de Assistência à Saúde do Aposentado da Vale)

Ilustríssimo Coordenador Regional no Convênio PLANO PASA (Plano de Assistência à Saúde do Aposentado da Vale) OF/CRFa.6ª/COM/Nº 41/2014 Belo Horizonte, 30 de outubro de 2014. Ilustríssimo Coordenador Regional no Convênio PLANO PASA (Plano de Assistência à Saúde do Aposentado da Vale) De acordo com a lei 6.965

Leia mais

Igualdade Racial em São Paulo: Avanços e Desafios

Igualdade Racial em São Paulo: Avanços e Desafios Igualdade Racial em São Paulo: Avanços e Desafios PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO PAULO Fernando Haddad Prefeito Antonio da Silva Pinto Secretário da Secretaria Municipal de Promoção da Igualdade Racial Maurício

Leia mais

Coordenação de Políticas para Migrantes QUALIFICAÇÃO DA ATENÇÃO À POPULAÇÃO MIGRANTE POR AGENTES PÚBLICOS ÁREA DE REFERÊNCIA: SAÚDE / ANO: 2014

Coordenação de Políticas para Migrantes QUALIFICAÇÃO DA ATENÇÃO À POPULAÇÃO MIGRANTE POR AGENTES PÚBLICOS ÁREA DE REFERÊNCIA: SAÚDE / ANO: 2014 QUALIFICAÇÃO DA ATENÇÃO À POPULAÇÃO MIGRANTE POR AGENTES PÚBLICOS ÁREA DE REFERÊNCIA: SAÚDE / ANO: 2014 RELATÓRIO FINAL Coordenação de Políticas para Migrantes Secretaria Municipal de Direitos Humanos

Leia mais

Apêndice IV ao Anexo A do Edital de Credenciamento nº 05/2015, do COM8DN DEFINIÇÃO DA TERMINOLOGIA UTILIZADA NO PROJETO BÁSICO

Apêndice IV ao Anexo A do Edital de Credenciamento nº 05/2015, do COM8DN DEFINIÇÃO DA TERMINOLOGIA UTILIZADA NO PROJETO BÁSICO Apêndice IV ao Anexo A do Edital de Credenciamento nº 05/2015, do COM8DN DEFINIÇÃO DA TERMINOLOGIA UTILIZADA NO PROJETO BÁSICO - Abordagem multiprofissional e interdisciplinar - assistência prestada por

Leia mais

GOVERNO DO MUNICIPIO DE CONSELHEIRO LAFAIETE GABINETE DO PREFEITO

GOVERNO DO MUNICIPIO DE CONSELHEIRO LAFAIETE GABINETE DO PREFEITO LEI N o 5.641, DE 23 DE JUNHO DE 2014. RECONHECE A PESSOA COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA COMO PORTADORA DE DEFICIÊNCIA PARA OS FINS DE FRUIÇÃO DOS DIREITOS ASSEGURADOS PELA LEI ORGÂNICA E PELAS DEMAIS

Leia mais

TEMA: Intervenção cirúrgica para tratamento de otosclerose coclear

TEMA: Intervenção cirúrgica para tratamento de otosclerose coclear NTRR 79/2014 Solicitante: Juiz Dr Eduardo Soares de Araújo Comarca de Andradas Número do processo: 0019642-3.2014.8.13.0026 Réu: Estado de Minas Data: 03/05/2014 Medicamento Material Procedimento x Cobertura

Leia mais

Indicadores técnicos e de percepção

Indicadores técnicos e de percepção Indicadores técnicos e de percepção Observatório Cidadão Nossa São Paulo Banco virtual que disponibiliza um conjunto de indicadores sociais, ambientais, econômicos, políticos e culturais sobre a cidade

Leia mais

Melhorar sua vida, nosso compromisso Redução da Espera: tratar câncer em 60 dias é obrigatório

Melhorar sua vida, nosso compromisso Redução da Espera: tratar câncer em 60 dias é obrigatório Melhorar sua vida, nosso compromisso Redução da Espera: tratar câncer em 60 dias é obrigatório Maio de 2013 Magnitude do Câncer no Brasil 518 mil novos casos em 2013 Câncer de pele não melanoma deve responder

Leia mais

Curso de Especialização em EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA COM ENFASE EM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E MÚLTIPLA.

Curso de Especialização em EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA COM ENFASE EM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E MÚLTIPLA. Curso de Especialização em EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA COM ENFASE EM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E MÚLTIPLA. ÁREA DO CONHECIMENTO: Educação. NOME DO CURSO: Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, especialização

Leia mais

A Incidência de Homicídios entre a População Jovem Negra no Brasil. 02 de Dezembro de 2015

A Incidência de Homicídios entre a População Jovem Negra no Brasil. 02 de Dezembro de 2015 A Incidência de Homicídios entre a População Jovem Negra no Brasil 02 de Dezembro de 2015 Adolescentes são assassinados na Baixada Fluminense Rio de Janeiro Diário da Manhã 02/10/2015 Estudo mostra que

Leia mais

PÚBLICO-ALVO Assistentes sociais que trabalham na área da educação e estudantes do curso de Serviço Social.

PÚBLICO-ALVO Assistentes sociais que trabalham na área da educação e estudantes do curso de Serviço Social. OBJETIVOS: Promover o debate sobre o Serviço Social na Educação; Subsidiar as discussões para o Seminário Nacional de Serviço Social na Educação, a ser realizado em junho de 2012 em Maceió-Alagoas; Contribuir

Leia mais

ATA DO FÓRUM DE APARELHOS DE AMPLIFICAÇÃO SONORA INDIVIDUAL 27º. ENCONTRO INTERNACIONAL DE AUDIOLOGIA, BAURU SÃO PAULO - 15 DE ABRIL DE 2012

ATA DO FÓRUM DE APARELHOS DE AMPLIFICAÇÃO SONORA INDIVIDUAL 27º. ENCONTRO INTERNACIONAL DE AUDIOLOGIA, BAURU SÃO PAULO - 15 DE ABRIL DE 2012 ATA DO FÓRUM DE APARELHOS DE AMPLIFICAÇÃO SONORA INDIVIDUAL 27º. ENCONTRO INTERNACIONAL DE AUDIOLOGIA, BAURU SÃO PAULO - 15 DE ABRIL DE 2012 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23

Leia mais

INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR

INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR SANTOS, Elaine Ferreira dos (estagio II), WERNER, Rosiléa Clara (supervisor), rosileawerner@yahoo.com.br

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS FORMAÇÃO EM PSICOLOGIA E POLITICAS PÚBLICAS: UMA APROXIMAÇÃO DO CRPRS COM O MEIO ACADÊMICO

Leia mais

Serviço Social. DISCURSIVA Residência Saúde 2012 C COORDENADORIA DE DESENVOLVIMENTO ACADÊMICO D A. wwww.cepuerj.uerj.br ATIVIDADE DATA LOCAL

Serviço Social. DISCURSIVA Residência Saúde 2012 C COORDENADORIA DE DESENVOLVIMENTO ACADÊMICO D A. wwww.cepuerj.uerj.br ATIVIDADE DATA LOCAL HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO C COORDENADORIA DE DESENVOLVIMENTO ACADÊMICO D A Serviço Social DISCURSIVA Residência Saúde 2012 ATIVIDADE DATA LOCAL Divulgação do gabarito - Prova Objetiva (PO) 31/10/2011

Leia mais

AVALIAÇÃO DOS PLANOS DE SAÚDE PELOS USUÁRIOS ANO II SÃO PAULO 2013

AVALIAÇÃO DOS PLANOS DE SAÚDE PELOS USUÁRIOS ANO II SÃO PAULO 2013 1 AVALIAÇÃO DOS PLANOS DE SAÚDE PELOS USUÁRIOS ANO II SÃO PAULO Temas 2 Objetivo e metodologia Utilização dos serviços do plano de saúde e ocorrência de problemas Reclamação ou recurso contra o plano de

Leia mais

Apresentação do projecto alusivo ao Mês da Perda Auditiva Audiologia Psicologia Clinica Terapia da Fala

Apresentação do projecto alusivo ao Mês da Perda Auditiva Audiologia Psicologia Clinica Terapia da Fala A Perda Auditiva como um Problema de Saúde Pública em Angola Apresentação do projecto alusivo ao Mês da Perda Auditiva Audiologia Psicologia Clinica Terapia da Fala Sumário I. Introdução II. Objectivos

Leia mais

Uso de Serviços Públicos de Saúde

Uso de Serviços Públicos de Saúde Uso de Serviços Públicos de Saúde Metodologia Pesquisa quantitativa, com aplicação de questionário estruturado através de entrevistas pessoais. OBJETIVO GERAL Levantar junto à população da área em estudo

Leia mais

PORTARIA Nº 589, DE 08 DE OUTUBRO DE 2004

PORTARIA Nº 589, DE 08 DE OUTUBRO DE 2004 PORTARIA Nº 589, DE 08 DE OUTUBRO DE 2004 O Secretário de Atenção à Saúde, no uso de suas atribuições, Considerando a Portaria GM nº 2.073, de 28 de setembro de 2004, que institui a Política Nacional de

Leia mais

Impactos dos ruídos urbanos no cotidiano dos cidadãos paulistanos. Lucila Lacreta Arquiteta Urbanista 27 de abril de 2015

Impactos dos ruídos urbanos no cotidiano dos cidadãos paulistanos. Lucila Lacreta Arquiteta Urbanista 27 de abril de 2015 Impactos dos ruídos urbanos no cotidiano dos cidadãos paulistanos Lucila Lacreta Arquiteta Urbanista 27 de abril de 2015 PSIU no combate à poluição sonora O Programa de Silêncio Urbano (PSIU) da Prefeitura

Leia mais

Movimento Pró Autista

Movimento Pró Autista POLÍTICAS PÚBLICAS DE ATENDIMENTO PARA AS PESSOAS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO DO AUTISMO Saúde Educação Trabalho Cultura, Esportes e Lazer Transporte Especializado Centros de Convivência Moradias Assistidas

Leia mais

Mobilidade Urbana Urbana

Mobilidade Urbana Urbana Mobilidade Urbana Urbana A Home Agent realizou uma pesquisa durante os meses de outubro e novembro, com moradores da Grande São Paulo sobre suas percepções e opiniões em relação à mobilidade na cidade

Leia mais

RELATÓRIO DE PESQUISA

RELATÓRIO DE PESQUISA 2011 14 RELATÓRIO DE PESQUISA Relatório da Pesquisa de Satisfação dos Usuários do SUS quanto aos aspectos de acesso e qualidade percebida na atenção à saúde, mediante inquérito amostral. Ministério da

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO DIVISÃO DE EDUCAÇÃO E REABILITAÇÃO DOS DISTÚRBIOS DA COMUNICAÇÃO REDESENHO INSTITUCIONAL

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO DIVISÃO DE EDUCAÇÃO E REABILITAÇÃO DOS DISTÚRBIOS DA COMUNICAÇÃO REDESENHO INSTITUCIONAL PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO DIVISÃO DE EDUCAÇÃO E REABILITAÇÃO DOS DISTÚRBIOS DA COMUNICAÇÃO REDESENHO INSTITUCIONAL I. Sobre a DERDIC A DERDIC - Divisão de Educação e Reabilitação dos

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA PREFEITURA DE JUIZ FORA SECRETARIA DE SAÚDE PROGRAMA DE EDUCAÇÃO PELO TRABALHO PARA A SAÚDE PET SAÚDE

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA PREFEITURA DE JUIZ FORA SECRETARIA DE SAÚDE PROGRAMA DE EDUCAÇÃO PELO TRABALHO PARA A SAÚDE PET SAÚDE UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA PREFEITURA DE JUIZ FORA SECRETARIA DE SAÚDE PROGRAMA DE EDUCAÇÃO PELO TRABALHO PARA A SAÚDE PET SAÚDE UAPS INDUSTRIAL Construindo planejamento em saúde JUIZ DE FORA

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE - SES DEPARTAMENTO DE ASSISTÊNCIA HOSPITALAR E AMBULATORIAL - DAHA

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE - SES DEPARTAMENTO DE ASSISTÊNCIA HOSPITALAR E AMBULATORIAL - DAHA GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE - SES DEPARTAMENTO DE ASSISTÊNCIA HOSPITALAR E AMBULATORIAL - DAHA PLANO ESTADUAL DE PREVENÇÃO, TRATAMENTO E REABILITAÇÃO AUDITIVA 2005

Leia mais

Projeto de Lei N.º 013/2.014

Projeto de Lei N.º 013/2.014 Projeto de Lei N.º 013/2.014 Dispõe sobre exames de audiometria e oftalmológico para alunos da rede pública de ensino do Município de Jacutinga e dá outras providências JUSTIFICATIVA O presente Projeto

Leia mais

A POLÍTICA NACIONAL DE HUMANIZAÇÃO E AS IMPLICAÇÕES DE UM

A POLÍTICA NACIONAL DE HUMANIZAÇÃO E AS IMPLICAÇÕES DE UM A POLÍTICA NACIONAL DE HUMANIZAÇÃO E AS IMPLICAÇÕES DE UM NASCIMENTO PREMATURO Francisca Daniela de Morais Roberto moraisfrancisca@bol.com.br Regina Célia Pinheiro da Silva Orientadora UNITAU regcps@yahoo.com.br

Leia mais

Plano Municipal de Ações Articuladas para as pessoas com deficiência da Cidade de São Paulo

Plano Municipal de Ações Articuladas para as pessoas com deficiência da Cidade de São Paulo Plano Municipal de Ações Articuladas para as pessoas com deficiência da Cidade de São Paulo DIREITOS HUMANOS DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS CONVENÇÃO SOBRE

Leia mais

II TEXTO ORIENTADOR 1. APRESENTAÇÃO

II TEXTO ORIENTADOR 1. APRESENTAÇÃO II TEXTO ORIENTADOR 1. APRESENTAÇÃO A III Conferência Nacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência acontece em um momento histórico dos Movimentos Sociais, uma vez que atingiu o quarto ano de ratificação

Leia mais

EDUCAÇÃO ESPECIAL. Metas

EDUCAÇÃO ESPECIAL. Metas EDUCAÇÃO ESPECIAL Metas Meta 4 (compatível com a meta do Plano Nacional de Educação) Meta 4: universalizar, para a população com deficiência, Transtornos Globais do Desenvolvimento e altas habilidades

Leia mais

A INCLUSÃO ESCOLAR DE UM ALUNO SURDO: UM ESTUDO DE CASO NA REGIÃO DO CARIRI ORIENTAL DA PARAÍBA

A INCLUSÃO ESCOLAR DE UM ALUNO SURDO: UM ESTUDO DE CASO NA REGIÃO DO CARIRI ORIENTAL DA PARAÍBA A INCLUSÃO ESCOLAR DE UM ALUNO SURDO: UM ESTUDO DE CASO NA REGIÃO DO CARIRI ORIENTAL DA PARAÍBA 1.0 INTRODUÇÃO JUSCIARA LOURENÇO DA SILVA (UEPB) VIVIANA DE SOUZA RAMOS (UEPB) PROFESSOR ORIENTADOR: EDUARDO

Leia mais

EDUCAÇÃO ESPECIAL: A INCLUSÃO ESCOLAR DOS ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS NA REDE PÚBLICA DO MUNICÍPIO DE CÁCERES

EDUCAÇÃO ESPECIAL: A INCLUSÃO ESCOLAR DOS ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS NA REDE PÚBLICA DO MUNICÍPIO DE CÁCERES EDUCAÇÃO ESPECIAL: A INCLUSÃO ESCOLAR DOS ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS NA REDE PÚBLICA DO MUNICÍPIO DE CÁCERES Rodrigo Barretto Vila 1 Aline Cezário Coutinho 2 Cristiane Tenuta Cabral

Leia mais

Centro de Reabilitação Dra. Linamara R. Battistella

Centro de Reabilitação Dra. Linamara R. Battistella Centro de Reabilitação Dra. Linamara R. Battistella Secretaria Municipal de Saúde Prefeitura Municipal de Centro de Reabilitação Até ano 2000: Casa de Saúde Stella Maris (05 fisios); Ano 2000: Clínica

Leia mais

PROJETO DE LEI N o, DE 2008

PROJETO DE LEI N o, DE 2008 PROJETO DE LEI N o, DE 2008 (Da Sra. Elcione Barbalho) Altera a Lei n.º 9.998, de 17 de agosto de 2000, estendendo o uso dos recursos do Fundo de Universalização das Telecomunicações (Fust) à prestação

Leia mais

TÍTULO: AUTORES: INSTITUIÇÃO: ÁREA TEMÁTICA 1-INTRODUÇÃO (1) (1).

TÍTULO: AUTORES: INSTITUIÇÃO: ÁREA TEMÁTICA 1-INTRODUÇÃO (1) (1). TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DA EQUIPE MULTIDISCIPLINAR NA MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA E INCLUSÃO SOCIAL DE INDIVÍDUOS PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS ASSISTIDOS PELA APAE DE VIÇOSA, MG. AUTORES: André

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE FONOAUDIOLOGIA

CONSELHO FEDERAL DE FONOAUDIOLOGIA Resolução CFFa nº 427, de 1º de março de 2013 "Dispõe sobre a regulamentação da Telessaúde em Fonoaudiologia e dá outras providências." O Conselho Federal de Fonoaudiologia no uso de suas atribuições legais

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local

RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local 1 Por: Evandro Prestes Guerreiro 1 A questão da Responsabilidade Social se tornou o ponto de partida para o estabelecimento

Leia mais

Escassez de profissionais de saúde na APS em áreas de difícil fixação no Brasil

Escassez de profissionais de saúde na APS em áreas de difícil fixação no Brasil Escassez de profissionais de saúde na APS em áreas de difícil fixação no Brasil Decit/SCTIE/MS EVIPNet Brasil Capacitação Ferramentas SUPPORT para políticas informadas por evidencias Bireme, SP 27 a 30

Leia mais

Têm direito ao transporte coletivo gratuito as pessoas portadoras de deficiência física.

Têm direito ao transporte coletivo gratuito as pessoas portadoras de deficiência física. XV TRANSPORTE COLETIVO GRATUITO MUNICIPAL E INTERMUNICIPAL Decreto 34.753/92 Lei 11.250/92 Resolução Conjunta SS/STM 01/03 A legislação dispõe sobre a isenção de tarifas no sistema de transporte coletivo

Leia mais

TELEMEDICINA:NOVAS TECNOLOGIAS NO ENSINO SUPERIOR

TELEMEDICINA:NOVAS TECNOLOGIAS NO ENSINO SUPERIOR TELEMEDICINA:NOVAS TECNOLOGIAS NO ENSINO SUPERIOR Alessandra R. M. de Castro-HE-UFPEL/FAU 1 Resumo: O presente estudo trata do relato de experiência a partir de uma nova tecnologia, denominada telemedicina,

Leia mais

O que fazemos com o que ouvimos? Danos auditivos para uma sociedade contemporânea

O que fazemos com o que ouvimos? Danos auditivos para uma sociedade contemporânea O que fazemos com o que ouvimos? Danos auditivos para uma sociedade contemporânea Ms Andréa Carla Lima Coelho Fgª Coordenadora do Núcleo de Acessibilidade e Profª nos Cursos da Escola de Saúde e Educação

Leia mais

Projeto Escola com Celular

Projeto Escola com Celular Projeto Escola com Celular Rede Social de Sustentabilidade Autores: Beatriz Scavazza, Fernando Silva, Ghisleine Trigo, Luis Marcio Barbosa e Renata Simões 1 Resumo: O projeto ESCOLA COM CELULAR propõe

Leia mais

PROJETO DE LEI /2013, do Vereador André Régis de Carvalho.

PROJETO DE LEI /2013, do Vereador André Régis de Carvalho. PROJETO DE LEI /2013, do Vereador André Régis de Carvalho. EMENTA: Dispõe sobre a obrigatoriedade de exame de audiometria e do exame oftalmológico para alunos da rede pública de ensino do Município do

Leia mais

VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL

VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL CONSIDERAÇÕES SOBRE O TRABALHO REALIZADO PELO SERVIÇO SOCIAL NO CENTRO PONTAGROSSENSE DE REABILITAÇÃO AUDITIVA E DA FALA (CEPRAF) TRENTINI, Fabiana Vosgerau 1

Leia mais

CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU EM LINGUA BRASILEIRA DE SINAIS PROJETO PEDAGÓGICO

CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU EM LINGUA BRASILEIRA DE SINAIS PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU EM LINGUA BRASILEIRA DE SINAIS PROJETO PEDAGÓGICO CAMPO LIMPO PAULISTA 2013 CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU EM LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS A língua brasileira de sinais

Leia mais

Relatório Técnico da Palestra: Diagnóstico da Situação Educacional no Espírito Santo

Relatório Técnico da Palestra: Diagnóstico da Situação Educacional no Espírito Santo GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO SECRETARIA DE ESTADO DE ECONOMIA E PLANEJAMENTO SEP INSTITUTO JONES DOS SANTOS NEVES IJSN NOTA TÉCNICA 31 Relatório Técnico da Palestra: Diagnóstico da Situação Educacional

Leia mais

PROCESSO DE PRESCRIÇÃO E CONFECÇÃO DE ÓRTESES PARA PACIENTES NEUROLÓGICOS EM UM SERVIÇO DE TERAPIA OCUPACIONAL

PROCESSO DE PRESCRIÇÃO E CONFECÇÃO DE ÓRTESES PARA PACIENTES NEUROLÓGICOS EM UM SERVIÇO DE TERAPIA OCUPACIONAL PROCESSO DE PRESCRIÇÃO E CONFECÇÃO DE ÓRTESES PARA PACIENTES NEUROLÓGICOS EM UM SERVIÇO DE TERAPIA OCUPACIONAL Lígia Maria Presumido Braccialli. (bracci@marilia.unesp.br) Aila Narene Dahwache Criado Rocha.

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA SOBRE A UTILIZAÇÃO DE AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM COMO APOIO AO ENSINO SUPERIOR EM IES DO ESTADO DE SÃO PAULO

PROJETO DE PESQUISA SOBRE A UTILIZAÇÃO DE AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM COMO APOIO AO ENSINO SUPERIOR EM IES DO ESTADO DE SÃO PAULO 552 PROJETO DE PESQUISA SOBRE A UTILIZAÇÃO DE AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM COMO APOIO AO ENSINO SUPERIOR EM IES DO ESTADO DE SÃO PAULO Silvio Carvalho Neto (USP) Hiro Takaoka (USP) PESQUISA EXPLORATÓRIA

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DO PARANÁ

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DO PARANÁ PARECER Nº 2488/2015 ASSUNTO: CONVÊNIO DETERMINA FIM DE INTERNAÇÃO DE PACIENTE PSIQUIÁTRICO SEM CONDIÇÕES DE ALTA PARECERISTA: CONS. DR. MARCO ANTONIO S. M. RIBEIRO BESSA EMENTA: Prazo de Internação de

Leia mais

Sistemas de Informação em Saúde. Informatização da Atenção Básica Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo (SMS-SP)

Sistemas de Informação em Saúde. Informatização da Atenção Básica Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo (SMS-SP) Sistemas de Informação em Saúde Informatização da Atenção Básica Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo (SMS-SP) Contato Cláudio Giulliano Alves da Costa, MD, MSc. Secretaria Municipal de Saúde de

Leia mais

PELOTAS /RS CARTILHA DE ORIENTAÇÕES

PELOTAS /RS CARTILHA DE ORIENTAÇÕES PELOTAS /RS CARTILHA DE ORIENTAÇÕES Coordenação geral: Julieta Carriconde Fripp Coordenação técnica: Isabel Arrieira Coordenação Administrativa: Airton Oliveira 1 - ATENÇÃO DOMICILIAR A atenção domiciliar

Leia mais

MINUTA DE RESOLUÇÃO CFM

MINUTA DE RESOLUÇÃO CFM MINUTA DE RESOLUÇÃO CFM Dispõe sobre a normatização do funcionamento dos prontos-socorros hospitalares, assim como do dimensionamento da equipe médica e do sistema de trabalho. O Conselho Federal de Medicina,

Leia mais

Humanização no Atendimento

Humanização no Atendimento 1ª Jornada de Hotelaria Hospitalar Humanização no Atendimento Outubro de 2014 Juliana Hissamura Se pudéssemos ver o coração dos outros e entender os desafios que cada um enfrenta, acredito que nós trataríamos

Leia mais

Movimento Nossa São Paulo Outra Cidade. Gestão Democrática

Movimento Nossa São Paulo Outra Cidade. Gestão Democrática Movimento Nossa São Paulo Outra Cidade Gestão Democrática Diagnóstico Em agosto de 2002, o Fórum de Educação da Zona Leste promoveu o 2º seminário Plano Local de Desenvolvimento Educativo. Realizado no

Leia mais

5.1 Nome da iniciativa ou Projeto. Academia Popular da Pessoa idosa. 5.2 Caracterização da Situação Anterior

5.1 Nome da iniciativa ou Projeto. Academia Popular da Pessoa idosa. 5.2 Caracterização da Situação Anterior 5.1 Nome da iniciativa ou Projeto Academia Popular da Pessoa idosa 5.2 Caracterização da Situação Anterior O envelhecimento é uma realidade da maioria das sociedades. No Brasil, estima-se que exista, atualmente,

Leia mais

EDUCAÇÃO ESPECIAL. Estratégias

EDUCAÇÃO ESPECIAL. Estratégias EDUCAÇÃO ESPECIAL Metas Meta 4 (compatível com a meta do Plano Nacional de Educação) Meta 4: universalizar, para a população com deficiência, Transtornos Globais do Desenvolvimento e altas habilidades

Leia mais

Curso de Especialização em EDUCAÇÃO DO CAMPO

Curso de Especialização em EDUCAÇÃO DO CAMPO Curso de Especialização em EDUCAÇÃO DO CAMPO ÁREA DO CONHECIMENTO: Educação NOME DO CURSO: Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, especialização em Educação do Campo OBJETIVO DO CURSO: O curso de especialização

Leia mais

Câmara Municipal de Volta Redonda RJ PROGRAMA Nº - 095

Câmara Municipal de Volta Redonda RJ PROGRAMA Nº - 095 PROGRAMA Nº - 095 Manutenção e Operacionalização da SMS SUB-FUNÇÃO: 122 ADMINISTRAÇÃO GERAL Prover a SMS de Recursos materiais e Humanos para o bom desenvolvimento de suas funções.. Prover o bom atendimento

Leia mais

CARTA DOS DIREITOS E DEVERES. Tradução através de imagens elaborada pelo Grupo de Auto-Representação do CRM Assumar. Outubro de 2014, Assumar

CARTA DOS DIREITOS E DEVERES. Tradução através de imagens elaborada pelo Grupo de Auto-Representação do CRM Assumar. Outubro de 2014, Assumar CARTA DOS DIREITOS E DEVERES Tradução através de imagens elaborada pelo Grupo de Auto-Representação do CRM Assumar Outubro de 2014, Assumar Índice 1. Introdução Pág. 3 2. O que é um Direito? Pág. 4 2.1

Leia mais

PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO MERCADO DE TRABALHO

PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO MERCADO DE TRABALHO PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO MERCADO DE TRABALHO Jessica Fernanda Gonçalves Graduanda em Administração Faculdades Integradas de Três Lagoas FITL/AEMS Mariane Pereira Graduanda em Administração Faculdades

Leia mais

O ENSINO DE FRAÇÕES SEGUNDO A OPINIÃO DOCENTE

O ENSINO DE FRAÇÕES SEGUNDO A OPINIÃO DOCENTE O ENSINO DE FRAÇÕES SEGUNDO A OPINIÃO DOCENTE Nazaré do Socorro Moraes da Silva Universidade do Estado do Para/UEPA Secretaria Executiva de Educação/SEDUC nazaresocorro@hotmail.com Elise Cristina Pinheiro

Leia mais

JOVEM COM DEFICIÊNCIA

JOVEM COM DEFICIÊNCIA JOVEM COM DEFICIÊNCIA 1. Promover cursos de educação profissional de nível básico (técnico e tecnológico nos termos da Lei 9.394/96) e superior em espaços públicos e privados, respeitando a inclusão de

Leia mais

O IMPLANTE COCLEAR E A COMUNIDADE SURDA: DESAFIO OU SOLUÇÃO?

O IMPLANTE COCLEAR E A COMUNIDADE SURDA: DESAFIO OU SOLUÇÃO? O IMPLANTE COCLEAR E A COMUNIDADE SURDA: DESAFIO OU SOLUÇÃO? Ida LICHTIG*, Fabiola F. D. N. MECCA **, Felipe BARBOSA***, Mariana GOMES**** *Livre Docente, Curso de Fonoaudiologia da FMUSP/ São Paulo-SP

Leia mais

DIAGNÓSTICO SOCIOAMBIENTAL COMO SUBSÍDIO À GESTÃO DAS ÁREAS DE VULNERABILIDADE AMBIENTAL DA CIDADEDE CORUMBÁ MS

DIAGNÓSTICO SOCIOAMBIENTAL COMO SUBSÍDIO À GESTÃO DAS ÁREAS DE VULNERABILIDADE AMBIENTAL DA CIDADEDE CORUMBÁ MS DIAGNÓSTICO SOCIOAMBIENTAL COMO SUBSÍDIO À GESTÃO DAS ÁREAS DE VULNERABILIDADE AMBIENTAL DA CIDADEDE CORUMBÁ MS Nayane Cristina Costa Silva 1 ; Graciela Gonçalves de Almeida 1 ; Joelson Gonçalves Pereira

Leia mais

Curso de Especialização em GESTÃO EM SAÚDE DA PESSOA IDOSA

Curso de Especialização em GESTÃO EM SAÚDE DA PESSOA IDOSA Curso de Especialização em GESTÃO EM SAÚDE DA PESSOA IDOSA ÁREA DO CONHECIMENTO: Administração e Serviço social. NOME DO CURSO: Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, especialização em Gestão em Saúde da Pessoa

Leia mais

Justificativa e demonstração da abordagem correta para adaptação dos aparelhos audtivos em 2012

Justificativa e demonstração da abordagem correta para adaptação dos aparelhos audtivos em 2012 Justificativa e demonstração da abordagem correta para adaptação dos aparelhos audtivos em 2012 Marilisa Zavagli Diretora de Marketing e Produtos Talita Donini Gerente de Produto para Adaptação Pediátrica

Leia mais

DESENVOLVIMENTO INFANTIL EM DIFERENTES CONTEXTOS SOCIAIS

DESENVOLVIMENTO INFANTIL EM DIFERENTES CONTEXTOS SOCIAIS DESENVOLVIMENTO INFANTIL EM DIFERENTES CONTEXTOS SOCIAIS Coordenadoras: Karla da Costa Seabra (Universidade do Estado do Rio de Janeiro / Faculdade de Educação) Susana Engelhard Nogueira (Instituto Federal

Leia mais

Integrando com sucesso o Flex:trial em suas atividades. Guia de aconselhamento 2.0 do Flex:trial

Integrando com sucesso o Flex:trial em suas atividades. Guia de aconselhamento 2.0 do Flex:trial Integrando com sucesso o Flex:trial em suas atividades Guia de aconselhamento 2.0 do Flex:trial Comprar aparelhos auditivos é uma decisão importante Em média, uma pessoa leva 7 anos para tomar alguma atitude

Leia mais

Título: Autores: Unidade Acadêmica: INTRODUÇÃO

Título: Autores: Unidade Acadêmica: INTRODUÇÃO Título: AVALIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA EM SAÚDE AO IDOSO NO MUNÍCIPIO DE ANÁPOLIS-EFETIVIDADE E RESOLUTIVIDADE Autores: Júlia Maria Rodrigues de OLIVEIRA, Marta Rovery de SOUZA. Unidade Acadêmica:

Leia mais

PARECER TÉCNICO Nº 16/GEAS/GGRAS/DIPRO/2016 COBERTURA: IMPLANTE COCLEAR

PARECER TÉCNICO Nº 16/GEAS/GGRAS/DIPRO/2016 COBERTURA: IMPLANTE COCLEAR PARECER TÉCNICO Nº 16/GEAS/GGRAS/DIPRO/2016 COBERTURA: IMPLANTE COCLEAR Nos termos do art. 4º, inciso III, da Lei nº 9.961, de 2000, compete à Agência Nacional de Saúde Suplementar ANS elaborar o Rol de

Leia mais

GUIA DO PROTOCOLO SALDANHA PARA AUDITORIA DO PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA

GUIA DO PROTOCOLO SALDANHA PARA AUDITORIA DO PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA GUIA DO PROTOCOLO SALDANHA PARA AUDITORIA DO PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA Odilon Machado de Saldanha Júnior Belo Horizonte 2009 2 GUIA DO PROTOCOLO SALDANHA PARA AUDITORIA DO PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO

Leia mais

MOVIMENTO NOSSA SÃO PAULO GRUPO DE TRABALHO DE ORÇAMENTO DA PREFEITURA DA CIDADE DE SÃO PAULO

MOVIMENTO NOSSA SÃO PAULO GRUPO DE TRABALHO DE ORÇAMENTO DA PREFEITURA DA CIDADE DE SÃO PAULO MOVIMENTO NOSSA SÃO PAULO GRUPO DE TRABALHO DE ORÇAMENTO PROPOSTA DE ORÇAMENTO PARA O ANO 2009 DA PREFEITURA DA CIDADE DE SÃO PAULO Novembro de 2008 RECEITAS Composição da Arrecadação Orçamento 2009 Receita

Leia mais

Nome e contato do responsável pelo preenchimento deste formulário: Allyson Pacelli (83) 88252115 e Mariana Oliveira.

Nome e contato do responsável pelo preenchimento deste formulário: Allyson Pacelli (83) 88252115 e Mariana Oliveira. Dados da empresa PRÊMIO ABF- AFRAS DESTAQUE SUSTENTABILIDADE 2012 FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO Categoria Franqueado Razão Social: Capacita Empreendimentos Educacionais Nome Fantasia: SOS Educação Profissional

Leia mais

Pesquisa sobre o perfil dos alunos com deficiência da PUC/SP Dezembro/2010

Pesquisa sobre o perfil dos alunos com deficiência da PUC/SP Dezembro/2010 Pesquisa sobre o perfil dos alunos com deficiência da PUC/SP Dezembro/2010 As Instituições de Ensino Superior se vêem, cada vez mais, diante do desafio de criar estratégias eficazes que promovam a inclusão,

Leia mais

OFICINA DE ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE GAYS, HSH E TRAVESTIS METAS ATIVIDADES RESPONSÁVEIS

OFICINA DE ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE GAYS, HSH E TRAVESTIS METAS ATIVIDADES RESPONSÁVEIS OFICINA DE ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE GAYS, HSH E TRAVESTIS METAS ATIVIDADES RESPONSÁVEIS 1 Estimular 80% da população de gays, HSH e travestis do

Leia mais

EDITAL Nº 005/2009 RE-RATIFICAR

EDITAL Nº 005/2009 RE-RATIFICAR EDITAL Nº 005/2009 O SECRETÁRIO DE ESTADO DA SAÚDE DO PARANÁ, no uso de suas atribuições, atendendo aos termos da Lei Complementar nº 108, de 18 de maio de 2005, com alteração dada pela Lei Complementar

Leia mais

DOENÇA FALCIFORME: AÇÕES EDUCATIVAS REALIZADAS NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE DE MINAS GERAIS. Ruth Santos Fontes Silva

DOENÇA FALCIFORME: AÇÕES EDUCATIVAS REALIZADAS NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE DE MINAS GERAIS. Ruth Santos Fontes Silva DOENÇA FALCIFORME: AÇÕES EDUCATIVAS REALIZADAS NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE DE MINAS GERAIS Ruth Santos Fontes Silva Autores Ruth Santos Fontes Silva 1, Ana Paula Pinheiro Chagas Fernandes 2, José Nélio

Leia mais

PESQUISA SOBRE A INCLUSÃO NO. Curitiba e Região Metropolitana

PESQUISA SOBRE A INCLUSÃO NO. Curitiba e Região Metropolitana PESQUISA SOBRE A INCLUSÃO NO Curitiba e Região Metropolitana A PESQUISA REALIZAÇÃO: SEDPcD em parceria com a SMTE, Sesi, Sesc, ABRH, Fecomércio e Sest/Senat. UNIVERSO: a consulta foi realizada com empresas

Leia mais